GUIA DE APLICAÇÃO AMBIENTES CRÍTICOS INDUSTRIAIS Setembro / Cabeamento Estruturado para Ambientes Industriais. Ambientes Aplicáveis

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "GUIA DE APLICAÇÃO AMBIENTES CRÍTICOS INDUSTRIAIS Setembro / Cabeamento Estruturado para Ambientes Industriais. Ambientes Aplicáveis"

Transcrição

1 Cabeamento Estruturado para Ambientes Industriais Terminais portuários A Solução Ethernet para uso Industrial está relacionada a produtos de cabeamento estruturado que podem ser utilizados em qualquer tipo de ambiente que sofra, principalmente, com níveis críticos de poeira e umidade, não ficando sua aplicação restrita às industrias. Esta solução é composta por cabos LAN metálicos, caixas aparentes, patch cords metálicos e conectores fêmea. Todos eles oferecem um grau de proteção maior e mais adequado para ambientes agressivos. Ambientes Aplicáveis A Solução Industrial é indicada para ambientes que: Expõem o cabeamento a resíduos sólidos; Oferecem umidade constante; Têm variações de temperaturas significativas; Utilizam produtos químicos em seu processo ou limpeza; Possuem grande concentração de equipamentos; O cabeamento é exposto a algum tipo de abrasão. Frigoríficos Ferrovias Mineradoras Armazéns Indústrias

2 Linha de Produtos Industriais São produtos que proporcionam alta proteção à conexão existente entre o cabeamento horizontal e o equipamento ethernet no chão de fábrica. Todos os ambientes de rede sofrem com a poeira, mas em determinados locais, sua concentração e composição são críticas, podendo danificar a conexão no ponto de rede exposto ou até perder totalmente o sinal. Para que isso não ocorra, a empresa investe pesadamente em manutenção dos pontos críticos. O mesmo ocorre quando se trata de umidade e como é invisível em um primeiro momento, pode causar maiores danos. Produtos GigaLan e MultiLan Os produtos para uso industrial fazem parte da linha GigaLan produtos Categoria 6 e MultiLan produtos Categoria 5e. E também na linha FISACESSO, para os acessórios complementares da solução. Cabo Eletrônico: Espelho Industrial: Categoria 5e Categoria 6 U/UTP F/UTP (blindado) TPU para maior resistência mecânica a abrasão PVC 105 (DC-PVC) maior resistência química a ao pó a um cabo convencional Conector fêmea: Categoria 5e Categoria 6 U/UTP F/UTP (blindado) Tampa de proteção IP67 Caixa Aparente Industrial: Patch Cord: Categoria 5e Categoria 6 U/UTP F/UTP (blindado) Industrial com as duas extremidades com conectores plug industriais (RJ-45 IP67 / RJ-45 IP67); Híbrido com uma das extremidades com conectores plug industriais e a outra extremidade com conectores plug convencionais (RJ-45 IP67 / RJ-45) É importante lembrar que todas as características apresentadas somente serão garantidas com a utilização simultânea de todos os acessórios da solução ethernet para uso industrial. NOTA: As especificações técnicas estão disponíveis nas páginas web dos produtos.

3 A principal característica desta solução é a proteção IP67 que seus acessórios oferecem, segundo o Código IP (Índice de Proteção), que é um sistema de codificação para indicar os graus de proteção proporcionados ao objeto contra o acesso a partes perigosas, contra o ingresso de corpos estranhos (resíduos sólidos) e contra a penetração de água. Este código é formado por dois números, situados imediatamente após as letras IP. Primeira Cifra Característica Grau de Proteção Cifra Descrição abreviada Breve indicação sobre os objetos que não devem penetrar no equipamento 0 Não protegido Sem proteção particular 1 corpos sólidos de mais de 50mm 50mm. 2 corpos sólidos de mais de 12mm 12mm. 3 corpos sólidos de mais de 2,5mm 2,5mm. 4 5 corpos sólidos de mais de 1mm Protegido contra o ingresso de pó 1mm. Não impede a entrada de pó, mas sim que não entre em quantidade suficiente que chegue a prejudicar o funcionamento satisfatório do equipamento. 6 Totalmente estanco ao pó Nenhuma entrada de pó Segunda Cifra Característica Grau de Proteção Cifra Descrição abreviada Tipo de proteção proporcionada 0 Não protegido Sem proteção particular Protegido contra a caída vertical A caída vertical de água não deve 1 de água proporcionar efeitos prejudiciais. Protegido contra a caída de água A caída vertical de água não deve com inclinação até 15º proporcionar efeitos prejudiciais quando o 2 equipamento estiver inclinado até 15º em Protegido contra a chuva fina (pulverizada) Protegido contra as projeções de água em qualquer direção Protegido contra jatos d água Protegido contra fortes jatos d água Protegido contra os efeitos da imersão Protegido contra os efeitos da imersão prolongada relação à posição normal. A pulverização de água da chuva que cai em direção de até 60º com a vertical, não deve proporcionar efeitos prejudiciais. A água projetada em qualquer direção sobre o equipamento não deverá proporcionar efeitos prejudiciais. A água projetada como jato, em qualquer direção sobre o equipamento, não deverá proporcionar efeitos prejudiciais. A água proveniente de um forte jato d água não deverá entrar em quantidades prejudiciais no equipamento. Quando submergir o equipamento sobre pressão adequada para até 1 metro e com duração de até 30 minutos, não deverá permitir a entrada de água em seu interior em quantidades prejudiciais. O equipamento é adequado para imersão prolongada em água, segundo as condições especificadas pelo fabricante. NOTA Para certos tipos de equipamentos, significa que a entrada de água seja apenas em quantidade que não produza efeitos prejudiciais. O nível 6 de proteção contra objetos sólidos indica que o produto está imune contra depósitos de poeira. O nível 7 de proteção contra líquidos (água) indica que o produto pode ser imerso até 30 minutos abaixo de 1 metro de água.

4 Escritório Comercial x Escritório Industrial Sabemos que existem diversos ambientes mais hostis que um edifício comercial, onde o cabeamento fica exposto a ataques de várias substâncias não convencionais. Escritório comercial Ambiente crítico - Industrial Temperatura Controlada Variável Compostos Ausência de óleos, graxas químicos ou outros compostos Presença de óleos, graxas, pó, ácidos, entre outros químicos Produtos de Não agressivos Agressivos limpeza Vibrações Sem vibração Com vibração, choques Acessos Fácil acesso à Muitas vezes difícil infraestrutura de Telecom acesso à infraestrutura (se planejado) de Telecom Automatização / Software Sistemas automatizados, Softwares orientados a processo (negócio), possíveis paradas falhas são recuperáveis pelos SW s, Banco de dados, ou pelo usuário sem conseqüências. maiores Sistemas automatizados para controle de sistemas de produção, acionamentos, apontamentos de produção. Falhas de comunicação trazem reprocessos, sucatas, prejuízos e riscos à vida das pessoas. As principais falhas identificadas dos cabeamentos comuns em ambiente crítico são: Identificação Normativa das Áreas Críticas A norma ANSI/TIA/EIA Telecommunication Infrastructure Standard for Industrial Premises especifica o projeto e as práticas de construção para edifícios industriais detalhando os requisitos de cabeamento, distâncias, configurações e topologias que suplementam a normal geral de Edificações Comerciais (EIA/TIA 568B-2 ou NBR 14565:2007). O padrão adotado na norma cria 3 níveis de hostilidade dos ambientes industriais (padrão MICE), sendo o nível 3 o mais crítico: M: Mecânico (Impacto, vibração, tensionamento, torção etc); I: Ingresso (Partículas sólidas e líquidas); C: Climático e Químico (Temperatura, umidade, radiação solar, produtos químicos etc); E: Interferências eletromagnéticas (descarga em contato e em arco, Radio Freqüência, tensão de linha, indução etc). Exemplo de variação do meio ao longo do comprimento do canal Falha de poeira higroscópica materiais sólidos em suspensão podem depositar-se nas superfícies das placas de circuito impresso ou nos contatos, formando uma ponte entre os dois condutores e provocando curto circuito. Oxidação umidade elevada danifica os contatos e causam vários tipos de corrosão nos contatos que podem levar falhas no sistema. Fadiga com a presença de partículas nas áreas de contato, as camadas de metais preciosos podem sofrer deterioração durante os processos de conexão. Desconexão - ambientes com vibração podem danificar os contatos dos conectores provocando perdas dos sinais de comunicação. Detalhe das áreas no piso de fábrica

5 Canal de transmissão de dados: Parâmetros MICE versus ambientes Os produtos Furukawa atendem os diferentes níveis dos parâmetros MICE segundo a opção de produto escolhido: Produtos UTP convencionais nas salas de telecomunicações (M1/I1/C1/E1); Produtos FTP para os níveis 2 e 3 de Interferência eletromagnética (E2/E3); Produtos IP67 para os níveis 2 e 3 para os parâmetros químicos e ingressos (I3/C3). A escolha de produtos com ou sem blindagem depende do nível de interferências eletromagnéticas no local de instalação. As interferências causadas por máquinas industriais, fontes indutivas, lâmpadas fluorescentes ou tensões elevadas podem prejudicar a transmissão de dados sobre cabos de cobre. Nestes casos, é recomendado o uso de produtos blindados com uma infra-estrutura de instalação adequada (eletrocalhas fechadas, aterramento, vinculação etc). Os componentes do canal de transmissão devem ser montados com a mesma categoria ou categoria superior ao cabo. O componente de menor categoria irá definir a categoria do canal inteiro. Os patch panels a serem instalados na sala de telecomunicação deverão respeitar o tipo de cabeamento escolhido: U/UTP ou F/UTP (Blindado). Numa configuração blindada, é importante que sejam aterrados os patch panels na sala de telecomunicação ao respectivo TGB. A instalação com produtos blindados deverá ser feita com um cuidado especial no que se refere a malha de aterramento para que a vinculação do link seja corretamente efetuada (testada com os equipamentos de certificação em campo). Tecnologia de Canal O canal efetua a transmissão de dados do aparelho ativo situado na sala ou armário de telecomunicações até a máquina na ilha de automação, possivelmente situada no chão de fábrica. Instalação dos produtos Cabos F/UTP (blindados) Categoria 5e, 6: São recomendados o uso de ferramentas: O canal é basicamente composto dos cabos, acessórios de distribuição (patch panel), tomadas de conexão e cabos de interligação (patch cords). Decapagem da segunda capa: A associação dos produtos com diferentes índices de proteção é permitida, com o menor grau de proteção na sala ou armário de telecomunicação e com o maior índice de proteção na ilha de automação. Ferramenta de decapagem Cable Prep RBC 6590

6 Decapagem da primeira capa: Ferramenta de decapagem HT-S501A Montagem dos conectores Blindados: Instruções de montagem fornecidas com os produtos. Instalação do conector Blindado Os conectores blindados devem possuir uma blindagem integral dos contatos IDC. A fita metalizada deve vincular o aterramento entre a capa traseira de proteção metálica dos contatos IDC e o fio de aterramento do próprio cabo. Cable Prep:

GUIA DE APLICAÇÃO AMBIENTES CRÍTICOS INDUSTRIAIS Abril/2010. Cabeamento Estruturado para Ambientes Industriais. Ambientes Aplicáveis

GUIA DE APLICAÇÃO AMBIENTES CRÍTICOS INDUSTRIAIS Abril/2010. Cabeamento Estruturado para Ambientes Industriais. Ambientes Aplicáveis Cabeamento Estruturado para Ambientes Industriais Terminais portuários A Solução Ethernet para uso Industrial está relacionada a produtos de cabeamento estruturado que podem ser utilizados em qualquer

Leia mais

Cabeamento estruturado para ambientes industriais

Cabeamento estruturado para ambientes industriais Cabeamento estruturado para ambientes industriais Linha de produtos MultiLan / GigaLan Conhecendo os produtos... Conhecendo os ambientes... Ferrovias Armazéns... Frigoríficos Mineradoras... Terminais portuários

Leia mais

Cabeamento Estruturado

Cabeamento Estruturado Cabeamento Estruturado Padrões ANSI/TIA/EIA-568 - Cabeamento Estruturado (CE) ANSI/TIA/EIA-569 - Caminhos e espaços para CE ANSI/TIA/EIA-606 - Administração de CE ANSI/TIA/EIA-607 - Aterramento de CE ISO/IEC

Leia mais

PROJETO DE INFRAESTRUTURA DE REDES DE TELECOMUNICAÇÕES IRT Curso Técnico em Telecomunicações 4ª Fase Professor: Cleber Jorge Amaral

PROJETO DE INFRAESTRUTURA DE REDES DE TELECOMUNICAÇÕES IRT Curso Técnico em Telecomunicações 4ª Fase Professor: Cleber Jorge Amaral PROJETO DE INFRAESTRUTURA DE REDES DE TELECOMUNICAÇÕES IRT11104 Curso Técnico em Telecomunicações 4ª Fase Professor: Cleber Jorge Amaral 2016-1 Visão geral do cabeamento estruturado Distribuidor de campus

Leia mais

APRENDIZAGEM INDUSTRIAL. UNIDADE 7 Blindagem e Aterramento do Cabeamento Estruturado

APRENDIZAGEM INDUSTRIAL. UNIDADE 7 Blindagem e Aterramento do Cabeamento Estruturado APRENDIZAGEM INDUSTRIAL UNIDADE 7 Blindagem e Aterramento do Cabeamento Estruturado Porque blindar ou aterrar? Quando um cabo é submetido a um campo eletromagnético, correntes e tensões são induzidas em

Leia mais

Simbologia de Projetos de redes. Prof. Marciano dos Santos Dionizio

Simbologia de Projetos de redes. Prof. Marciano dos Santos Dionizio Simbologia de Projetos de redes Prof. Marciano dos Santos Dionizio Redes de Computadores Uso Doméstico Comércio Eletrônico Entretenimento Comunicação entre pessoas (bate-papo, comunicação instântanea,

Leia mais

Redes. Cabeamento Estruturado

Redes. Cabeamento Estruturado Redes Cabeamento Estruturado Redes de Computadores Uso Doméstico Comércio Eletrônico Entretenimento Comunicação entre pessoas (bate-papo, comunicação instântanea, etc) Acesso a informações remotas Redes

Leia mais

CONSIDERAÇÕES SOBRE INTERFERÊNCIA ELETROMAGNÉTICA

CONSIDERAÇÕES SOBRE INTERFERÊNCIA ELETROMAGNÉTICA CONSIDERAÇÕES SOBRE INTERFERÊNCIA ELETROMAGNÉTICA. - 1 Todo o aterramento/conexão à terra e vinculação de terras (bonding) deverá atender aos códigos e regulamentos aplicáveis. Proteção de Circuito - 2

Leia mais

Cabeamento Estruturado CAB Curso Técnico Integrado de Telecomunicações 7ª Fase Professor: Cleber Jorge Amaral

Cabeamento Estruturado CAB Curso Técnico Integrado de Telecomunicações 7ª Fase Professor: Cleber Jorge Amaral Cabeamento Estruturado CAB6080721 Curso Técnico Integrado de Telecomunicações 7ª Fase Professor: Cleber Jorge Amaral 2016-1 Revisão: Lista de exercícios 1 Explique o que é banda passante? Que unidades

Leia mais

MULTILAN ETHERNET INDUSTRIAL CAT.5E F/UTP 24AWGx4P

MULTILAN ETHERNET INDUSTRIAL CAT.5E F/UTP 24AWGx4P MULTILAN ETHERNET INDUSTRIAL CAT.5E F/UTP 24AWGx4P Tipo do Produto Cabos LAN Família do Produto MultiLan Construção Categoria 6 F/UTP (blindado) PVC/TPU - CM/CMX Características Gerais Descritivo Ambiente

Leia mais

Cabeamento Estruturado CAB Curso Técnico Integrado de Telecomunicações 7ª Fase Professor: Cleber Jorge Amaral

Cabeamento Estruturado CAB Curso Técnico Integrado de Telecomunicações 7ª Fase Professor: Cleber Jorge Amaral Cabeamento Estruturado CAB6080721 Curso Técnico Integrado de Telecomunicações 7ª Fase Professor: Cleber Jorge Amaral 2016-1 Um pouco de história Nos anos 80, empresas como AT&T e IBM tinham seus próprios

Leia mais

18/51 ANEXO 1 DA ATA DE REGISTRO DE PREÇOS EMPRESAS E PREÇOS REGISTRADOS DELTA CABLE TELE INFORMATJCA COM E REP COMERCIAIS LTOA ENDEREÇO CNPJ

18/51 ANEXO 1 DA ATA DE REGISTRO DE PREÇOS EMPRESAS E PREÇOS REGISTRADOS DELTA CABLE TELE INFORMATJCA COM E REP COMERCIAIS LTOA ENDEREÇO CNPJ MI NISTÉRIO DA EDUCAÇÃO ANEXO 1 DA ATA DE REGISTRO DE PREÇOS EMPRESAS E PREÇOS REGISTRADOS EMPRESA (9) DELTA CABLE TELE INFORMATJCA COM E REP COMERCIAIS LTOA ENDEREÇO CNPJ TELEFONE/FAX REPRESENTANTE LEGAL

Leia mais

MEMORIAL DESCRITIVO UNIVERSIDADE ESTADUAL DO PIAUÍ - CAMPUS DE OEIRAS

MEMORIAL DESCRITIVO UNIVERSIDADE ESTADUAL DO PIAUÍ - CAMPUS DE OEIRAS Projeto de Telefonia e Lógica por Cabeamento estruturado MEMORIAL DESCRITIVO INSTALAÇÕES DE TELEFONIA E LÓGICA POR CABEAMENTO ESTRUTURADO UNIVERSIDADE ESTADUAL DO PIAUÍ - CAMPUS DE OEIRAS FAZENDA TALHADA,

Leia mais

LINHA Bt100. Conjunto de Manobra e Controle de Baixa Tensão. Bt100

LINHA Bt100. Conjunto de Manobra e Controle de Baixa Tensão. Bt100 LINHA LINHA CARACTERÍSTICAS CONSTRUTIVAS Dimensões Altura: 2200mm., Largura: 700/900/1100mm., Profundidade: 400/600/800mm. Outras configurações conforme consulta; Estrutura fabricada em chapa de 1,90mm.

Leia mais

Mídias Físicas Utilizadas Cabo Coaxial e Par Trançado. Prof. Alexandre Beletti Ferreira. Cabo Coaxial

Mídias Físicas Utilizadas Cabo Coaxial e Par Trançado. Prof. Alexandre Beletti Ferreira. Cabo Coaxial Mídias Físicas Utilizadas Cabo Coaxial e Par Trançado Prof. Alexandre Beletti Ferreira COMPOSTO POR: Cabo Coaxial Fio de cobre rígido que forma o núcleo Envolto por um material isolante, O isolante, por

Leia mais

CONECTOR M8v CATEGORIA 5 ENHANCED

CONECTOR M8v CATEGORIA 5 ENHANCED P R D U T S CNECTR M8v CATEGRIA 5 ENHANCED Aplicação Sistemas de Cabeamento Estruturado para tráfego de voz, dados e imagens, segundo requisitos da norma ANSI/TIA/EIA- 568A, incluindo o adendo 5 (Categoria

Leia mais

PATCH PANEL LCS² - CAT.6 24 CONECTORES

PATCH PANEL LCS² - CAT.6 24 CONECTORES INDICE Pagina 335 61 335 64 1. CARACTERÍSTICAS GERAIS 1 2. APRESENTAÇÃO 1 3. INSTALAÇÃO 2 4. CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS 2 5. CONEXÃO 2 6. DIMENSÕES GERAIS 2 7. CONEXÃO DO RJ45 2 7. CONEXÃO DO RJ45 3 8. NORMAS

Leia mais

Legrand Cabling Systems

Legrand Cabling Systems Legrand Cabling Systems Módulo IV TIA 568.C - Parâmetros para projeto Conceitos de projeto para sistemas de cabeamento estruturado 03/2016 CENTRO DE SUPORTE TÉCNICO / FORMAÇÃO Paulo Morais (31) 9 9922-4489

Leia mais

Acessórios Desconectáveis 600A

Acessórios Desconectáveis 600A 600A APLICAÇÃO Os Acessórios da Prysmian possuem uma concepção de projeto baseada no sistema plugue - tomada, porém para tensões, permitindo fácil conexão e desconexão de um cabo de potência, de um equipamento,

Leia mais

Sistemas de Cabeamento SISTEMA DE CABEAMENTO ESTRUTURADO. Topologias Lógicas x Topologias Físicas 01/09/2016

Sistemas de Cabeamento SISTEMA DE CABEAMENTO ESTRUTURADO. Topologias Lógicas x Topologias Físicas 01/09/2016 Sistemas de Cabeamento SISTEMA DE CABEAMENTO ESTRUTURADO Uma rede de computadores é um conjunto de recursos inter-relacionados e interligados com o objetivo de formar um sistema em comum. PROF. FABRICIO

Leia mais

Patch panel Cat5e / Cat6 U/UTP F/UTP LCS² - Linkeo

Patch panel Cat5e / Cat6 U/UTP F/UTP LCS² - Linkeo Patch panel Cat5e / Cat6 + 331 / 331 / 632703 PÁGINA ÍNDICE 1. 1.1 2. 3. 4. 4.1 4.2 4.3 5. 5.1 5.2 5.3 5.4 6. 7. 8. 1. Características Gerais Características Gerais Conectores LCS2 com Patch Panel Linkeo

Leia mais

ANEXO VII. Registro de Preços Ponto de Rede. Planilhas de Serviços de Pontos de Rede Itens 01. 7) Anexo VII ao Orientador nº 362/2012. Fls.

ANEXO VII. Registro de Preços Ponto de Rede. Planilhas de Serviços de Pontos de Rede Itens 01. 7) Anexo VII ao Orientador nº 362/2012. Fls. PREFEITURA DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO CASA CIVIL EMPRESA MUNICIPAL DE INFORMATICA S.A - IPLANRIO Processo 7) Anexo VII ao Orientador nº 362/2012 ANEXO VII Registro de Preços Rede Planilhas de Serviços

Leia mais

Legrand Cabling Systems

Legrand Cabling Systems Legrand Cabling Systems Módulo VII Outras normas Visão geral sobre outras normas ANSI/EIA/TIA que possuem relação com a ANSI/TIA 568.C 03/2016 CENTRO DE SUPORTE TÉCNICO / FORMAÇÃO Paulo Morais (31) 9 9922-4489

Leia mais

Legrand Cabling Systems

Legrand Cabling Systems Legrand Cabling Systems Módulo VIII Solução Legrand Linha completa de produtos para sistemas de Cabeamento Estruturado 03/2016 CENTRO DE SUPORTE TÉCNICO / FORMAÇÃO Paulo Morais (31) 9 9922-4489 paulo.morais@psmgestec.com.br

Leia mais

A Norma EIA/TIA 569A. Silvio Lucas

A Norma EIA/TIA 569A. Silvio Lucas Enquanto a norma 568B divide os subsistemas de cabeamento estruturado em 7 subsistemas, a norma 569A trata dos detalhes dos caminhos e espaços bem como a infra-estrutura de dutos para as seguintes áreas:

Leia mais

Subsistemas e recomendações de projeto segundo NBR Segundo a ABNT os subsistemas do cabeamento, se subdividem conforme o desenho abaixo:

Subsistemas e recomendações de projeto segundo NBR Segundo a ABNT os subsistemas do cabeamento, se subdividem conforme o desenho abaixo: Subsistemas e recomendações de projeto segundo NBR 14565 Segundo a ABNT os subsistemas do cabeamento, se subdividem conforme o desenho abaixo: Projeto de rede secundária O desenvolvimento do projeto consiste

Leia mais

Foram projetados poços de aterramento com hastes de cobre e interligações feitas com solda exotérmicas e ligações mecânicas.

Foram projetados poços de aterramento com hastes de cobre e interligações feitas com solda exotérmicas e ligações mecânicas. SUMÁRIO 1. APRESENTAÇÃO... 2 2. MEMORIAL DESCRITIVO... 4 2.1 SISTEMA DE ATERRAMENTO - CONCEPÇÃO... 5 2.2 SISTEMA DE ATERRAMENTO - MEDIÇÃO... 6 2.3 SISTEMA DE CAPTAÇÃO... 6 3. MATERIAIS APLICADOS... 7 3.1

Leia mais

NBR Instalações elétricas em locais de afluência de público - Requisitos específicos

NBR Instalações elétricas em locais de afluência de público - Requisitos específicos NBR 13570 Instalações elétricas em locais de afluência de público - Requisitos específicos NBR 13570 As prescrições desta Norma complementam, modificam ou substituem as prescrições de caráter geral contidas

Leia mais

Cabeamento Estruturado CAB Curso Técnico Integrado de Telecomunicações 7ª Fase Professor: Cleber Jorge Amaral

Cabeamento Estruturado CAB Curso Técnico Integrado de Telecomunicações 7ª Fase Professor: Cleber Jorge Amaral Cabeamento Estruturado CAB6080721 Curso Técnico Integrado de Telecomunicações 7ª Fase Professor: Cleber Jorge Amaral 2016-1 Revisão da aula anterior... Atenuação Maior em maiores frequências e maior comprimento

Leia mais

Categorias e modelos de cabos. Prof. Marciano dos Santos Dionizio

Categorias e modelos de cabos. Prof. Marciano dos Santos Dionizio Categorias e modelos de cabos Prof. Marciano dos Santos Dionizio Cabos Par Trançado STP Os cabos STP (Shielded Twisted Pair) vão um pouco além do cabo UTP, usando uma blindagem individual para cada par

Leia mais

O que é Aterramento? É A LIGAÇÃO INTENCIONAL DE UM EQUIPAMENTO OU UM SISTEMA À TERRA DE MODO A CRIAR UM CAMINHO SEGURO E DE BAIXA RESISTÊNCIA.

O que é Aterramento? É A LIGAÇÃO INTENCIONAL DE UM EQUIPAMENTO OU UM SISTEMA À TERRA DE MODO A CRIAR UM CAMINHO SEGURO E DE BAIXA RESISTÊNCIA. ATERRAMENTO BT O que é Aterramento? É A LIGAÇÃO INTENCIONAL DE UM EQUIPAMENTO OU UM SISTEMA À TERRA DE MODO A CRIAR UM CAMINHO SEGURO E DE BAIXA RESISTÊNCIA. FUNÇÕES DO ATERRAMENTO Desligamento Automático

Leia mais

4 Recomendações. Instalações Elétricas Prediais - Geraldo Cavalin e Severino Cervelin - Ed. Érica 1

4 Recomendações. Instalações Elétricas Prediais - Geraldo Cavalin e Severino Cervelin - Ed. Érica 1 4 Recomendações 1. Remover a isolação do condutor, de tal forma que seja o suficiente para que, no ato de emendá-los, não ocorra falta nem sobra. 2. Após remover a isolação, o condutor de cobre deve estar

Leia mais

APRENDIZAGEM INDUSTRIAL. UNIDADE 8 Projeto em cabeamento

APRENDIZAGEM INDUSTRIAL. UNIDADE 8 Projeto em cabeamento APRENDIZAGEM INDUSTRIAL UNIDADE 8 Projeto em cabeamento Projetos de cabeamento O serviço de execução do cabeamento em uma rede não consiste apenas no lançamento dos cabos. Quando um cliente solicita uma

Leia mais

Par Trançado e Cabo Coaxial

Par Trançado e Cabo Coaxial UNIVERSIDADE LUTERANA DO BRASIL COMUNIDADE EVANGÉLICA LUTERANA SÃO PAULO Reconhecida pela Portaria Ministerial nº 681 de 07/12/89 DOU de 11/12/89 Campus Torres Par Trançado e Cabo Coaxial Redes 1 Vitor

Leia mais

Experiência 01: CONECTORIZAÇÃO DO CABEAMENTO METÁLICO

Experiência 01: CONECTORIZAÇÃO DO CABEAMENTO METÁLICO ( ) Prova ( ) Prova Semestral ( ) Exercícios ( ) Prova Modular ( ) Segunda Chamada ( ) Exame Final ( ) Prática de Laboratório ( ) Aproveitamento Extraordinário de Estudos Nota: Disciplina: Turma: Aluno

Leia mais

3 - Cablagem estruturada

3 - Cablagem estruturada Capítulo 3 3 - Cablagem estruturada 1 Os problemas Porquê organizar as cablagens? É fácil manter a organização da cablagem A identificação de um cabo é imediata (basta pôr-lhe a etiqueta correcta!!!!)

Leia mais

Projeto de Redes Metálicas e Ópticas

Projeto de Redes Metálicas e Ópticas Projeto de Redes Metálicas e Ópticas Aluno 1 Aluno 2 Aluno 3 São José, mês e ano Simbologia Figura 1 descrição do símbolo 1 Figura 2 descrição do símbolo 2 Simbologia Pág. 1 Diagrama de Distribuição 6

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE PRÓ-REITORIA DE ADMINISTRAÇÃO COORDENAÇÃO DE LICITAÇÃO

UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE PRÓ-REITORIA DE ADMINISTRAÇÃO COORDENAÇÃO DE LICITAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE PRÓ-REITORIA DE ADMINISTRAÇÃO COORDENAÇÃO DE LICITAÇÃO ANEXO II DO EDITAL DO PREGÃO ELETRÔNICO N.º 63/2016/AD 1 Patch panel padrão 19, categoria ansi/tia/eia-568-b.21, módulo

Leia mais

CONCEITOS DE CABOS COMPUTACIONAIS PROF. DR. PAULO ROBERTO SCHROEDER DE SOUZA

CONCEITOS DE CABOS COMPUTACIONAIS PROF. DR. PAULO ROBERTO SCHROEDER DE SOUZA CONCEITOS DE CABOS COMPUTACIONAIS PROF. DR. PAULO ROBERTO SCHROEDER DE SOUZA 1 2 Uma empresa relativamente informatizada finca seus pilares sobre depósitos de dados setoriais e globais e que são manipulados

Leia mais

Terminais Desconectáveis

Terminais Desconectáveis Terminais Desconectáveis Nexans, líder global em cabos Total de venda de 6,2 bilhões de euros em 2015 A mais completa variedade de cabos e sistema de cabeamento Plantas em mais de 40 países 26.000 funcionários

Leia mais

PARA RAIOS SURGE ARRESTERS

PARA RAIOS SURGE ARRESTERS PARA RAIOS SURGE ARRESTERS Nexans, líder mundial na indústria de cabos Total de venda de 6,2 bilhões de euros em 201 A mais completa variedade de cabos e sistema de cabeamento Plantas em mais de 40 países

Leia mais

OBJETIVOS DA SEÇÃO. Após concluir com êxito o módulo sobre Área de Trabalho, o aluno deve estar apto a:

OBJETIVOS DA SEÇÃO. Após concluir com êxito o módulo sobre Área de Trabalho, o aluno deve estar apto a: OBJETIVOS DA SEÇÃO Após concluir com êxito o módulo sobre Área de Trabalho, o aluno deve estar apto a: I. Definir os critérios da Área de Trabalho para o Sistema de Cabeamento Siemon, tanto para interfaces

Leia mais

Terminador com Diagnóstico de Fonte

Terminador com Diagnóstico de Fonte Descrição do Produto O módulo é uma terminação ativa para redes PROFIBUS, com diagnóstico de fontes redundantes. É aplicado nas extremidades de segmentos de redes PROFIBUS-DP para assegurar o perfeito

Leia mais

PLANEJAMENTO DE UMA REDE DEVICENET 1. Rafael Ruppenthal 2.

PLANEJAMENTO DE UMA REDE DEVICENET 1. Rafael Ruppenthal 2. PLANEJAMENTO DE UMA REDE DEVICENET 1 Rafael Ruppenthal 2. 1 Projeto de pesquisa realizado no curso de Engenharia Elétrica da Unijui 2 Aluno do curso de Engenharia Elétrica da Unijui Com o desenvolvimento

Leia mais

APRENDIZAGEM INDUSTRIAL. UNIDADE 3 Técnicas de cabeamento

APRENDIZAGEM INDUSTRIAL. UNIDADE 3 Técnicas de cabeamento APRENDIZAGEM INDUSTRIAL UNIDADE 3 Técnicas de cabeamento O cabeamento horizontal Compreende os segmentos de cabos que são lançados horizontalmente entre as áreas de trabalho e as salas de telecomunicações

Leia mais

CONDULETES. Soluções para instalações aparentes. Conduletes Fixos Conduletes Múltiplos Conduletes Duplos e Triplos

CONDULETES. Soluções para instalações aparentes. Conduletes Fixos Conduletes Múltiplos Conduletes Duplos e Triplos Soluções para instalações aparentes. Conduletes Fixos Conduletes Múltiplos Conduletes Duplos e Triplos 82 Conduletes Fixos Fabricados em liga de alumínio de elevada resistência mecânica e à corrosão. Ideais

Leia mais

3M Terminal Contrátil a Frio QT-II Série 5620

3M Terminal Contrátil a Frio QT-II Série 5620 3M Terminal Contrátil a Frio QT-II Série 5620 Corpo Isolador em Borracha de Silicone Classe Tensão 3,6/6 kv a 8,7/15 kv Ambientes Internos Boletim Técnico Março 2014 Descrição do produto Os conjuntos de

Leia mais

MEMORIAL DESCRITIVO ELÉTRICO. COREN Subseção de Floriano

MEMORIAL DESCRITIVO ELÉTRICO. COREN Subseção de Floriano MEMORIAL DESCRITIVO ELÉTRICO COREN Subseção de Floriano ÍNDICE 1. OBJETIVO 2. NORMAS TÉCNICAS 3. DESCRIÇÃO DOS SITEMAS 3.1. Entradas de energia e telefone 3.2. Quadros de distribuição local 3.3. Dispositivos

Leia mais

MANUAL DE INSTRUÇÕES UH-96: RE-96, HT-96 e BT-96

MANUAL DE INSTRUÇÕES UH-96: RE-96, HT-96 e BT-96 MANUAL DE INSTRUÇÕES UH-96: RE-96, HT-96 e BT-96 Introdução Muito obrigado por adquirir mais este produto da marca Lyco, coberto pela garantia nacional de 6 meses. Este sistema de microfone sem fio opera

Leia mais

CABEAMENTO ESTRUTURADO LEGRAND

CABEAMENTO ESTRUTURADO LEGRAND CABEAMENTO ESTRUTURADO LEGRAND PERFORMANCE PARA TODOS OS AMBIENTES ESPECIALISTA MUNDIAL EM SISTEMAS ELÉTRICOS E DIGITAIS PARA INFRAESTRUTURAS PREDIAIS LCS² A solução completa para o seu projeto Sistema

Leia mais

1.1 Apresentação 1.2 Assistência técnica 1.3 Inspeção no ato do recebimento 1.4 Especificações técnicas. 2.1 Introdução 2.

1.1 Apresentação 1.2 Assistência técnica 1.3 Inspeção no ato do recebimento 1.4 Especificações técnicas. 2.1 Introdução 2. ÍNDICE SEÇÃO 1 Dados Gerais 1.1 Apresentação 1.2 Assistência técnica 1.3 Inspeção no ato do recebimento 1.4 Especificações técnicas SEÇÃO 2 Funcionamento 2.1 Introdução 03 2.2 Funcionamento 03 SEÇÃO 3

Leia mais

REDES DE COMPUTADORES

REDES DE COMPUTADORES REDES DE COMPUTADORES Prof. Esp. Fabiano Taguchi fabianotaguchi@gmail.com http://fabianotaguchi.wordpress.com Meios de comunicação Protocolos de rede AULA 03 Meios de comunicação COMUTAÇÃO CIRCUITOS Necessário

Leia mais

Leitor LE230 VERSÃO DO MANUAL

Leitor LE230 VERSÃO DO MANUAL Leitor LE230 VERSÃO DO MANUAL 1.2 de 18/11/2013 8748 Sumário 1. Apresentação... 3 2. Itens que Acompanham... 3 3. Especificações Técnicas... 3 4. Características Gerais... 4 5. Visão geral do Equipamento...

Leia mais

Conversão de Energia II

Conversão de Energia II Departamento de Engenharia Elétrica Aula 5.2 Acionamento e Controle dos Motores de Indução Trifásico Prof. João Américo Vilela Exercício 1 Para o motor de indução trifásico que tem as curva de torque,

Leia mais

REDES DE COMPUTADORES

REDES DE COMPUTADORES REDES DE COMPUTADORES Rede é um conjunto de módulos processadores capazes de trocar informações e compartilhar recursos. O tipo de rede é definido pela sua área de abrangência, podemos classificar as redes

Leia mais

BLOCOS DE TOMADAS.

BLOCOS DE TOMADAS. BLOCOS DE TOMADAS ÍNDICE Descrição Aplicações Referências Exemplo de configuração Instalação Informação ténica Exemplos de compatibilidade Dimensões Descrição Invólucros de chão para instalações salientes

Leia mais

1. FINALIDADE. Estabelecer os requisitos a serem atendidos para o fornecimento de medidor eletrônico de energia elétrica 30(200)A.

1. FINALIDADE. Estabelecer os requisitos a serem atendidos para o fornecimento de medidor eletrônico de energia elétrica 30(200)A. MANUAL ESPECIAL SISTEMA DE SERVIÇOS E CONSUMIDORES SUBSISTEMA MEDIÇÃO CÓDIGO TÍTULO FOLHA E-321.0006 MEDIDOR ELETRÔNICO DE ENERGIA ELÉTRICA 30(200)A 1/8 1. FINALIDADE Estabelecer os requisitos a serem

Leia mais

Normas para cabeamento estruturado

Normas para cabeamento estruturado Normas para cabeamento estruturado Recomendações normativas para cabeamento estruturado em edifícios comerciais e em data centers. Frequentemente observamos projetos de cabeamento estruturado sendo feitos

Leia mais

MANUAL DE INSTRUÇÕES DE OPERAÇÃO PARA MESA DE PASSADORIA THEOBOARD 03 CONFORME NORMAS DA NR-12

MANUAL DE INSTRUÇÕES DE OPERAÇÃO PARA MESA DE PASSADORIA THEOBOARD 03 CONFORME NORMAS DA NR-12 MANUAL DE INSTRUÇÕES DE OPERAÇÃO PARA MESA DE PASSADORIA THEOBOARD 03 CONFORME NORMAS DA NR-12 SINAIS DE ATENÇÃO! Atenção! Alta Voltagem 230/240V Atenção! Superfície quente! Vapor quente ou líquido. Atenção!

Leia mais

Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial. E.E.P. Senac Pelotas Centro Histórico. Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego

Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial. E.E.P. Senac Pelotas Centro Histórico. Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial E.E.P. Senac Pelotas Centro Histórico Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego Curso Técnico em Informática NAIELEM BITENCOURTE DE FREITAS MEIOS

Leia mais

Meios Ópticos SISTEMAS GIGABIT E 10 GIGABIT CABO FIS-OPTIC-AR Descrição Instalações externas em infra-estrutura de eletrodutos e caixas de passagem subterrâneas, susceptíveis a ação de roedores. Cabos

Leia mais

SPDA - SISTEMAS DE PROTEÇÃO CONTRA DESCARGAS ATMOSFERICAS ( PARA-RAIOS ) Principais mudanças da norma NBR5419-Parte 3

SPDA - SISTEMAS DE PROTEÇÃO CONTRA DESCARGAS ATMOSFERICAS ( PARA-RAIOS ) Principais mudanças da norma NBR5419-Parte 3 SPDA - SISTEMAS DE PROTEÇÃO CONTRA DESCARGAS ATMOSFERICAS ( PARA-RAIOS ) Principais mudanças da norma NBR5419-Parte 3 A nova norma NBR5419 teve com o diretriz a IEC 62305 e se divide em 4 partes bem distintas,

Leia mais

arente Linha Aparente p a A h Lin

arente Linha Aparente p a A h Lin Linha Aparente Linha Aparente Linha Aparente Canaleta metálica... 03 Tampa de encaixe... 03 Tampa de pressão... 14 Canaleta meia-lua... 21 Poste condutor... 22 Tampa de encaixe A Linha Aparente da Valemam

Leia mais

ADAPTADOR RJ-45 PARA BORNE AA-400

ADAPTADOR RJ-45 PARA BORNE AA-400 ADAPTADOR RJ-45 PARA BORNE Manual do usuário Adaptador RJ-45 para Borne MAN-PT-DE-AA400 Rev.: 1.00-11 Introdução Obrigado por ter escolhido nosso. Para garantir o uso correto e eficiente, é imprescindível

Leia mais

Dimensões da LB-100 LED Balls. Todas as dimensões em mm. Desenho sem escala.

Dimensões da LB-100 LED Balls. Todas as dimensões em mm. Desenho sem escala. Dimensões da LB-100 LED Balls Todas as dimensões em mm. Desenho sem escala. LB-100 LED BALLS Manual do Usuário Rev.1 2010-2011 SGM. As informações estão sujeitas a alterações sem aviso prévio. A SGM e

Leia mais

PRODUTOS. - Cabos para Telefonia - Comunicações de Dados do Tipo UTP - Vigilância Eletrônica

PRODUTOS. - Cabos para Telefonia - Comunicações de Dados do Tipo UTP - Vigilância Eletrônica FÁBRICA Com 10.000 m², em sede própria, a MPT reúne máquinas e equipamentos de alta tecnologia. Nosso desempenho está associado a processos industriais e administrativos implementados através de ISO 9000.

Leia mais

1. FINALIDADE. Estabelecer os requisitos a serem atendidos para o fornecimento de medidor eletrônico de energia elétrica. 2. ÂMBITO DE APLICAÇÃO

1. FINALIDADE. Estabelecer os requisitos a serem atendidos para o fornecimento de medidor eletrônico de energia elétrica. 2. ÂMBITO DE APLICAÇÃO MANUAL ESPECIAL SISTEMA DE SERVIÇOS E CONSUMIDORES SUBSISTEMA MEDIÇÃO CÓDIGO TÍTULO FOLHA E-321.0015 MEDIDOR ELETRÔNICO DE ENERGIA ELÉTRICA COM SAÍDA RS485 1/8 1. FINALIDADE Estabelecer os requisitos a

Leia mais

Instruções de segurança POINTRAC PT31.TX*G****(*)*

Instruções de segurança POINTRAC PT31.TX*G****(*)* Instruções de segurança NCC 11.0389X Ex d [ia Ma] I Mb 0044 Document ID: 43781 Índice 1 Validade... 3 2 Geral... 3 3 Dados técnicos... 3 4 Condições de utilização... 5 5 Proteção contra danos causados

Leia mais

Cabos de Controle e Instrumentação

Cabos de Controle e Instrumentação Cabos de Controle e Instrumentação 1 Soluções inovadoras em fios e cabos elétricos. Somos um dos maiores fabricantes mundiais de fios e cabos, com mais de 170 anos de história de progresso contínuo em

Leia mais

SECRETARIA DE ESTADO DOS NEGÓCIOS DA SEGURANÇA PÚBLICA POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DE SÃO PAULO. Corpo de Bombeiros INSTRUÇÃO TÉCNICA Nº 29/2011

SECRETARIA DE ESTADO DOS NEGÓCIOS DA SEGURANÇA PÚBLICA POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DE SÃO PAULO. Corpo de Bombeiros INSTRUÇÃO TÉCNICA Nº 29/2011 Instrução Técnica nº 29/2011 - Comercialização, distribuição e utilização de gás natural 689 SECRETARIA DE ESTADO DOS NEGÓCIOS DA SEGURANÇA PÚBLICA POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DE SÃO PAULO Corpo de Bombeiros

Leia mais

Utiliza fonte de alimentação full-range de 90 a 240VAC, bateria de no-break interna com autonomia de até 10 horas para o microterminal NetLine.

Utiliza fonte de alimentação full-range de 90 a 240VAC, bateria de no-break interna com autonomia de até 10 horas para o microterminal NetLine. 1 As cancelas da linha Fast, formam uma linha completa de cancelas automáticas projetadas especialmente para cada situação, possibilitando alto desempenho de acesso em todos os setores: estacionamentos,

Leia mais

Projetor Ex nr / Ex tb (com alojamento p/ reator e auxiliares)

Projetor Ex nr / Ex tb (com alojamento p/ reator e auxiliares) Projetor Ex nr / Ex tb (com alojamento p/ reator e auxiliares) AZnR16 Respiração restrita e jatos potentes d água Características Construtivas Projetor industrial com corpo e tampa fabricado em liga de

Leia mais

ADENDO AO MANUAL DO INVERSOR DE FREQÜÊNCIA CFW-09 CFW-09 SHARK NEMA 4X. Série: CFW-09 Software: 2.4X Número do Manual/Revisão: 0899.

ADENDO AO MANUAL DO INVERSOR DE FREQÜÊNCIA CFW-09 CFW-09 SHARK NEMA 4X. Série: CFW-09 Software: 2.4X Número do Manual/Revisão: 0899. ADENDO AO MANUAL DO INVERSOR DE FREQÜÊNCIA CFW-09 CFW-09 SHARK NEMA 4X Série: CFW-09 Software: 2.4X Número do Manual/Revisão: 0899.4569 P/6 07/2003 8.15 CFW-09 SHARK NEMA 4X Em aplicações que necessitam

Leia mais

RELÉ DE ESTADO SÓLIDO SSR1

RELÉ DE ESTADO SÓLIDO SSR1 SSR1 Manual do usuário MAN-PT-DE-SSR1-01.00_15 Introdução Obrigado por ter escolhido nosso SSR1. Para garantir o uso correto e eficiente do SSR1, leia este manual completo e atentamente para entender

Leia mais

Leitor LE230 Manual Versão 1.3 Revisão 0 Outubro/2014

Leitor LE230 Manual Versão 1.3 Revisão 0 Outubro/2014 Leitor LE230 Manual Versão 1.3 Revisão 0 Outubro/2014 Sumário 1. Apresentação... 3 2. Itens que Acompanham... 3 3. Especificações Técnicas... 3 4. Características Gerais... 4 5. Visão geral do Equipamento...

Leia mais

Norma ANSI/TIA/EIA-569-A: Especificações de Infra-Estrutura de Cabeamento Estruturado

Norma ANSI/TIA/EIA-569-A: Especificações de Infra-Estrutura de Cabeamento Estruturado Norma ANSI/TIA/EIA-569-A: Especificações de Infra-Estrutura de Cabeamento Estruturado A prioridade desta norma é prover as especificações do projeto e direção para todas as instalações do prédio relacionadas

Leia mais

Guia de boas práticas para cascateamento de switches

Guia de boas práticas para cascateamento de switches Guia de boas práticas para cascateamento de switches Apresentação Este guia surgiu para melhorar o desempenho dos switches em condições externas de utilização e cascateamento. Neste material você encontrará

Leia mais

Manual técnico Caixas de bornes KL

Manual técnico Caixas de bornes KL Manual técnico Caixas de bornes KL 1 4 6 5 3 7 2 A caixa pequena com aprovações recebidas mundialmente, disponível para pronta entrega em diversos tamanhos padrão. O sistema de acessórios práticos torna

Leia mais

REDES DE COMPUTADORES. Vinícius Pádua

REDES DE COMPUTADORES. Vinícius Pádua REDES DE COMPUTADORES Introdução Necessidade Compartilhar dados em tempo hábil Constituída por vários computadores conectados através de algum meio de comunicação onde recursos são compartilhados Telecomunicação

Leia mais

MATERIAIS DE INSTALAÇÃO DE TELECOMUNICAÇÔES - SNSG

MATERIAIS DE INSTALAÇÃO DE TELECOMUNICAÇÔES - SNSG DIRETORIA DE OPERAÇÃO DO GERÊNCIA REGIONAL NORTE GRN SERVIÇO NORTE DE TELECOMUNICAÇÕES SNTL ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA ET-SNTL-001/2012 MATERIAIS DE INSTALAÇÃO DE TELECOMUNICAÇÔES - SNSG COMPANHIA HIDRO ELÉTRICA

Leia mais

Instruções de segurança POINTRAC PT31.TX*D****(*)* NCC Ex d [ia Ma] I Mb

Instruções de segurança POINTRAC PT31.TX*D****(*)* NCC Ex d [ia Ma] I Mb Instruções de segurança POINTRAC PT31.TX*D****(*)* NCC 11.0389 Ex d [ia Ma] I Mb 0044 43791 Índice 1 Validade................................................. 3 2 Geral...................................................

Leia mais

INVERSOR DE EMERGÊNCIA SLIM

INVERSOR DE EMERGÊNCIA SLIM INVERSOR DE EMERGÊNCIA SLIM O Inversor de Emergência SLIM trata-se de um dispositivo que deve ser acoplado juntamente com um reator, transformando as luminárias fluorescentes em sistemas de iluminação

Leia mais

Prof. Filipe Ornelas

Prof. Filipe Ornelas Prof. Filipe Ornelas ICCRLRI Hardware de Redes 0 Aparelhos e instrumentos utilizados nas instalações. 0 Bastidores; 0 Racks; 0 Patch Panel; 0 UPS / Non Breack; 3 0 Bastidores. 0 Os distribuidores são,

Leia mais

MANUAL DE INSTRUÇÕES Fontes de alimentação

MANUAL DE INSTRUÇÕES Fontes de alimentação MANUAL DE INSTRUÇÕES Fontes de alimentação DT 150M FW 7333SM, 7362M, 7401M, 7405M, 7488M, 7555M, 7556M, 7660M, 7662M, 7721M, 8000M, 8001M, 8002M, 8030M, 8030M/DT TOC ÍNDICE ALEMÃO PARA SUA SEGURANÇA...

Leia mais

Cabos de Controle e Instrumentação

Cabos de Controle e Instrumentação Cabos de Controle e Instrumentação 1 Soluções inovadoras em fios e cabos elétricos. Somos um dos maiores fabricantes mundiais de fios e cabos, com mais de 170 anos de história de progresso contínuo em

Leia mais

Prof. Filipe Ornelas

Prof. Filipe Ornelas Prof. Filipe Ornelas ICCRLRI Hardware de Redes Por onde seguem os sinais nas redes? 3 Meios de Transmissão ICORLI 4 Cabulagem 0Cabos eléctricos 0 Coaxiais 0 Entrançados 5 Cabulagem - Cabo Coaxial 0 Até

Leia mais

Manual de instruções Sensores capacitivos

Manual de instruções Sensores capacitivos Manual de instruções Sensores capacitivos 700 / 00 0 / 009 Índice Instruções de segurança... Utilização prevista... Montagem.... Notas sobre a montagem faceada e não faceada... Conexão elétrica.... Sistemas

Leia mais

Fonte Bivolt 24 Vdc / 5 A

Fonte Bivolt 24 Vdc / 5 A Descrição do Produto A fonte de alimentação é uma solução para aplicações de uso geral no que se refere a alimentação de controladores programáveis, sensores e comando de quadro elétricos. Tem uma saída

Leia mais

Conteúdo. N.º do art.: MLC500T EX2 Cortina de luz de segurança, emissor

Conteúdo. N.º do art.: MLC500T EX2 Cortina de luz de segurança, emissor N.º do art.: 68040318 MLC500T30-1800-EX2 Cortina de luz de segurança, emissor A imagem pode divergir Conteúdo Dados técnicos Receptores apropriados Desenhos dimensionados Ligação elétrica Diagramas de

Leia mais

CAB Cabeamento Estruturado e Redes Telefônicas

CAB Cabeamento Estruturado e Redes Telefônicas MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA CAMPUS SÃO JOSÉ SANTA CATARINA CAB Cabeamento Estruturado e Redes Telefônicas

Leia mais

PRODUTOS INDUSTRIAIS. Linha de

PRODUTOS INDUSTRIAIS. Linha de GUIA DE APLICAÇÃO Linha de PRODUTOS INDUSTRIAIS Produtos que proporcionam alta proteção à conexão existente entre o cabeamento horizontal e o equipamento Ethernet no chão da fábrica. Desenvolvida para

Leia mais

TVP. Manual de Instruções. MEDIDOR DE VAZÃO Tipo Deslocamento Positivo TECNOFLUID

TVP. Manual de Instruções. MEDIDOR DE VAZÃO Tipo Deslocamento Positivo TECNOFLUID Português TVP MEDIDOR DE VAZÃO Tipo Deslocamento Positivo Manual de Instruções Leia este manual atentamente antes de iniciar a operação do seu aparelho. Guarde-o para futuras consultas. Anote o modelo

Leia mais

Dutos. 14 mm PLASTCS Emenda 90º PLASTCS-30 RETA Emenda Reta

Dutos. 14 mm PLASTCS Emenda 90º PLASTCS-30 RETA Emenda Reta Dutos Os Dutos Dutoplast têm uma infinidade de utilizações. Produzidos em PVC nas cores cinza, creme, azul, azul petróleo e preta, as barras têm medidas de 2 ou 4 metros, e têm comprovada utilização em

Leia mais

Manual abreviado Unidade de iluminação O3M950 O3M /00 03/2016

Manual abreviado Unidade de iluminação O3M950 O3M /00 03/2016 Manual abreviado Unidade de iluminação O3M950 O3M960 80236594/00 03/2016 Índice 1 Relativo a este manual 4 1.1 Símbolos usados 4 1.2 Advertências utilizadas 4 2 Instruções de segurança 4 2.1 Instrução

Leia mais

Termossifão pressurizado (EA8893) Manual de instruções. Manual de instruções. Termossifão pressurizado (EA8893)

Termossifão pressurizado (EA8893) Manual de instruções. Manual de instruções. Termossifão pressurizado (EA8893) Manual de instruções Termossifão pressurizado (EA8893) Índice 1. Parâmetros... 3 2. Precauções... 4 3. Informação técnica... 5 3.1. Componentes... 5 3.2. Informação técnica... 5 4. Componentes e dimensões...

Leia mais

Utilização Eficiente de Canaletas Metálicas para a Prevenção de Problemas de Compatibilidade Eletromagnética em Instalações Elétricas

Utilização Eficiente de Canaletas Metálicas para a Prevenção de Problemas de Compatibilidade Eletromagnética em Instalações Elétricas Utilização Eficiente de Canaletas Metálicas para a Prevenção de Problemas de Compatibilidade Eletromagnética em Instalações Elétricas (EMField, short paper 02-2008) Ricardo L. Araújo*, Leonardo M. Ardjomand,

Leia mais

Cabeamento Metálico: Tudo o que você precisa saber Parte 2

Cabeamento Metálico: Tudo o que você precisa saber Parte 2 Cabeamento Metálico: Tudo o que você precisa saber Parte 2 Conteúdo RECOMENDAÇÃO DE INSTALAÇÃO - CABLING NÃO RECOMENDADO PARA INSTALAÇÃO - CABLING CERTIFICAÇÃO DA REDE CERTIFICAÇÃO CABLING RECOMENDAÇÃO

Leia mais

PROPOSTA DE ALTERAÇÃO DA NR Carpintaria Versão_CPN. TEXTO ATUAL TEXTO PROPOSTO JUSTIFICATIVA (discussões)

PROPOSTA DE ALTERAÇÃO DA NR Carpintaria Versão_CPN. TEXTO ATUAL TEXTO PROPOSTO JUSTIFICATIVA (discussões) PROPOSTA DE ALTERAÇÃO DA NR 18 18.7. Carpintaria Versão_CPN TEXTO ATUAL TEXTO PROPOSTO JUSTIFICATIVA (discussões) 18.7.1. As operações em máquinas e equipamentos necessários à realização da atividade de

Leia mais

Problemas de Compatibilidade Eletromagnética Entre Painéis Elétricos Análise de Caso

Problemas de Compatibilidade Eletromagnética Entre Painéis Elétricos Análise de Caso Problemas de Compatibilidade Eletromagnética Entre Painéis Elétricos Análise de Caso (EMField short paper 01-2008) Ricardo L. Araújo*, Leonardo M. Ardjomand e Artur R. Araújo EMField Consultoria em Ensaios

Leia mais