Relatos do desempenho da cultura do trigo no Brasil, Safra RS e SC. João Leonardo Pires Sistemas de Produção Embrapa Trigo

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1 Relatos do desempenho da cultura do trigo no Brasil, Safra 2015 RS e SC João Leonardo Pires Sistemas de Produção Embrapa Trigo 10ª RCBPTT, Londrina, 27 de julho de 2016

2 Ambiente Planta Manejo Comercialização Demandas

3 Panorama no início da safra 2015 Produtores desmotivados: Desempenho da safra 2014 Baixo preço e liquidez da cultura Previsão de El Niño

4 Ambiente

5 Análise agrometeorológica da safra de trigo 2015 Safra prejudicada por anomalias climáticas extremas, associadas com o fenômeno El Niño Oscilação Sul. - Geadas tardias em setembro (12 e 13) atingindo algumas lavouras no estádio crítico do espigamento/florescimento. - Granizadas e vendavais típicos de primavera, responsáveis por danos físicos às lavouras. Cunha e Fernandes (2015)

6 Análise agrometeorológica da safra de trigo Excesso de chuva na primavera, predispondo as plantas a uma condição extremamente favorável à ocorrência de doenças de espiga de difícil controle, notoriamente à giberela. - Excessos de chuva no período de colheita, causando, em muitos casos, perda de qualidade tecnológica diagnosticada por valores menores de PH e Número de Queda. Cunha e Fernandes (2015)

7 El Niño Oscilação Sul 2015 e anomalias climáticas no sul do Brasil El Niño Neutro La Niña Oceanic Niño Index (ONI) e sua relação com anomalias de temperatura da superfície do mar (TSM), evolução ONI (ºC) desde Fonte: CPC.

8 Precipitação pluvial Desvio da Normal (mm) Agosto/2015

9 Dados meteorológicos Agosto ,9* 9,9* 21,8* 12,9*

10 Dano geada safra 2015

11 Dano geada safra 2015

12 Setembro 2015 Desvios de precipitação mensal (mm) relativos ao padrão climatológico normal , no Brasil, em setembro de Fonte: INMET, 2015.

13 Outubro 2015 Desvios de precipitação mensal (mm) relativos ao padrão climatológico normal , no Brasil, em outubro de Fonte: INMET, 2015.

14 Novembro 2015 Desvios de precipitação mensal (mm) relativos ao padrão climatológico normal , no Brasil, em novembro de Fonte: INMET, Cunha (2016)

15 Planta

16 Aspecto inicial

17 Análise da interação clima x doenças de difícil controle em trigo São Luiz Gonzaga - RS SISALERT ( Setembro 2015 Outubro 2015 Risco diário de ocorrência de giberela na cultura do trigo considerando o início do espigamento centrado nos dias 5, 15 e 25 dos meses de setembro e outubro de 2015, em São Luiz Gonzaga/RS. Tons de laranja a vermelho representam riscos variando de moderados a altos e a coloração verde indica baixo risco. Fonte: SISALERT. Embrapa Trigo, Fundo, 2015 Cunha e Fernandes (2015)

18 Análise da interação clima x doenças de difícil controle em trigo Passo Fundo - RS SISALERT ( Setembro 2015 Outubro 2015 Risco diário de ocorrência de giberela na cultura do trigo considerando o início do espigamento centrado nos dias 5, 15 e 25 dos meses de setembro e outubro de 2015, em Passo Fundo/RS. Tons de laranja a vermelho representam riscos variando de moderados a altos e a coloração verde indica baixo risco. Fonte: SISALERT. Embrapa Trigo, Fundo, Cunha e Fernandes (2015)

19 Análise da interação clima x doenças de difícil controle em trigo Vacaria - RS SISALERT ( Setembro 2015 Outubro 2015 Risco diário de ocorrência de giberela na cultura do trigo considerando o início do espigamento centrado nos dias 5, 15 e 25 dos meses de setembro e outubro de 2015, em Vacaria/RS. Tons de laranja a vermelho representam riscos variando de moderados a altos e a coloração verde indica baixo risco. Fonte: SISALERT. Embrapa Trigo, Fundo, 2015 Cunha e Fernandes (2015)

20 Doenças de espiga de difícil controle

21 Rendimento de grãos (kg/ha) Severidade (%) Incidência (%) Severidade e incidência de giberela em ensaio de trigo Paso Fundo/RS ( ) Sev Inc 1,6 1,8 1,2 6,3 7,3 10,9 23, Ep12011 Ep22012 Ep12012 Ep22013 Ep12013 Ep22014 Ep12014 Ep22015 Ep Rendimento de grãos em ensaio de trigo Paso Fundo/RS ( ) Ep Ep Ep Ep Ep Ep Ep Ep Ep2 Santana (2016)

22 Desuniformidade no enchimento/maturação de grãos

23 Algumas lavouras com padrão adequado - escape

24 Evolução da área, produção e rendimento de grãos de trigo no RS kg/ha 1.464,2 mil t 861,3 mil ha Fonte: Conab (2016)

25 Área (ha) de trigo por região Emater/RS Safra Fonte: Emater/RS (2016)

26 Rendimento de grãos (kg/ha) por região Emater/RS Safra Fonte: Emater/RS (2016)

27 Evolução da área, produção e rendimento de grãos de trigo em SC kg/ha 117 mil t 65 mil ha Fonte: Conab (2016)

28 Área (ha) de trigo por região Epagri/SC Safra Total SC = ha Fonte: Boletim Agropecuário Epagri (Junho, 2016)

29 Rendimento de grãos (kg/ha) por região Epagri/SC Safra Média SC = kg/ha Fonte: Boletim Agropecuário Epagri (Junho, 2016)

30 Avaliação da qualidade da safra de trigo no Brasil, 2015 Resultados preliminares por Macro e Mesorregiões do IBGE Projeto SEG Caracterização da qualidade tecnológica dos grãos de arroz, milho, soja e trigo colhidos e armazenados no Brasil Responsável: Irineu Lorini Plano de ação 03 Qualidade tecnológica dos grãos de trigo colhidos e armazenados Responsável: Eliana Maria Guarienti

31 Resultados preliminares por Mesorregião Rio Grande do Sul Síntese do ano de 2015 Mesorregião: Noroeste Riograndense Número de amostras: 54 Tipo Tipo % de amostras Fora de Tipo 20 Classe comercial: Anexo III W e Estabilidade Classe % de amostras classificadas por W Estabilidade Melhorador* 0 0 Pão 4 0 Doméstico 15 9 Básico 17 4 Outros usos * Melhorador considerados W e estabilidade, simultaneamente.

32 Resultados preliminares por Mesorregião Santa Catarina Síntese do ano de 2015 Mesorregião: 4203 Serrana Número de amostras: 5 Tipo Tipo % de amostras Fora de Tipo 60 Classe comercial: Anexo III W e Estabilidade Classe % de amostras classificadas por W Estabilidade Melhorador* 0 0 Pão 0 0 Doméstico Básico Outros usos * Melhorador considerados W e estabilidade, simultaneamente.

33 Concentração de DON (ppb) A PR + SP RS B DON Frequência de concentração (µg kg -1 ) de deoxynivalenol (DON) obtida em amostras de trigo do Paraná mais São Paulo (PR + SP) e Rio Grande do Sul (RS) (A). Localização geográfica de 100 amostras comerciais de grãos de trigo com respectiva média de DON (B). Tibola (2016)

34 Manejo

35 Número de cultivares em produção nas referidas safras. Fonte: Apassul (2016)

36 Fonte: Apassul (2016)

37 Coeficiente Coopatrigo Cotricampo Coopibi Rendimento de grãos esperado (kg/ha) Sistema de manejo de solo Semeadura direta Semeadura direta Semeadura direta Cultura anterior ao trigo (inverno) Aveia preta Trigo Aveia preta Cultura anterior ao trigo (verão) Soja Soja Soja População de plantas (plantas/m 2 ) Quantidade de semente (kg/ha) Espaçamento entre linhas (cm) Cultivar predominante TBIO Mestre TBIO Iguaçu Marfim Tratamento de sementes com fungicida Sim Sim Sim Tratamento de sementes com inseticida Sim Sim Sim Uso de Azospirillum Não Não Não Uso de micronutriente Não Não Sim Uso de enraizador Sim Não Sim Adubação semeadura N-P 2 O 5 -K 2 O (kg/ha) 200 ( ) 250 ( ) 350 ( ) Adubação cobertura - ureia (kg/ha) Adubação tardia - ureia (kg/ha) Não Não Sim Uso de redutor de crescimento Não Não Sim Aplicação herbicida pós emergente (n ) Não Sim Sim Aplicações fungicida parte aérea (n ) Aplicações inseticida parte aérea (n ) Dessecação do trigo em pré-colheita Não Não Não

38 Custo variável de produção de trigo na safra 2015 Cruz Alta RS kg/ha R$ 1.842,15/ha R$ 38,11/saca Assistência técnica Fonte: CONAB/DIPAI/SUINF/GECUP (2016)

39 Dinâmica da comercialização 2015/2016 Indústria moageira do RS visualizava produção suficiente para a demanda. Falta de milho e atraso na importação obrigaram a indústria de ração a buscar trigo, adquirindo quase a totalidade dos estoques em curto período de tempo. Os moinhos locais foram forçados a buscar trigo importado, principalmente da Argentina (que teve dificuldades em produzir trigos de alta qualidade em 2015 e até mesmo abasteceu-se de trigo uruguaio) de baixa proteína. Redução da quantidade do trigo que costumeiramente seria adquirido por moinhos do sul do Brasil. Os pequenos e poucos lotes ainda por serem comercializados estão sendo disputados pelos moinhos de pequeno porte e de estoque baixo do Rio Grande do Sul e Santa Catarina, pagando preços muito acima das paridades de importação para não pararem a atividade.

40 Destino do trigo do RS colhido na safra 2015 Fonte: ACERGS (2016)

41 Demandas Pesquisa Dificuldades no intercâmbio de germoplasma. Necessidade de maior autonomia aos obtentores, principalmente para intercâmbio com países de onde o Brasil importa trigo comercial. Grande número de cultivares - formar e divulgar grupos de cultivares com características semelhantes demandadas pelos moinhos, possibilitando a mistura dessas cultivares e armazenagem adequada, principalmente em cerealistas e cooperativas que dispõem de armazéns com estruturas antigas.

42 Pesquisa Cultivares Resistentes a doenças - giberela, brusone e mosaico comum. Maior nível de dormência dos grãos, mesmo em temperaturas elevadas. Restringir lançamento de cultivares que não tenham patamar mínimo de tolerância à germinação na espiga e à giberela. Produtos mais eficientes no controle de giberela, brusone e bacteriose.

43 Pesquisa Necessidade de levantamento anual sobre a ocorrência de doenças e pragas. Entender melhor a dinâmica do complexo pulgões/viroses. Sistemas de alerta para manejo químico de afídeos. Gerar/divulgar mais informações sobre impactos à qualidade do trigo em decorrência do uso inadequado de herbicidas dessecantes para antecipação de colheita. Estudos sobre antecipação da semeadura da soja (setembro) e reflexos no trigo.

44 Assistência técnica Dar mais atenção as previsões antecipadas do clima (fenômenos La Niña e El Niño) e utilizar este conhecimento no planejamento da lavoura. Realizar reuniões técnicas e UDs nas regiões tritícolas para divulgação de tecnologias e a viabilidade do trigo. Destacar a importância do trigo (e dos cereais de inverno) no Sistema Plantio Direto, rotação e sucessão de culturas. A safra 2013 mostrou que se dispõe de tecnologia para rendimentos elevados. No entanto, há necessidade de uso mais adequado das mesmas, sobretudo rotação de culturas e conservação do solo.

45 Assistência técnica Preocupação com o aumento da erosão. Possibilidade de classificar a propriedade quanto a práticas conservacionistas a fim de penalizar/premiar o produtor por meio de financiamento e seguro. Necessidade de capacitação dos técnicos no manejo de insetos pragas. Evitar calendários preventivos e uso equivocado de inseticidas. Necessidade de orientar o produtor para que não use Glifosato e Paraquat na dessecação do trigo em pré colheita. Se necessário, orientá-lo para uso de herbicida registrado para este fim, buscando evitar resíduos químicos nos trigos e farinha.

46 Armazenagem e comercialização Produzir trigo de alto rendimento de grãos com qualidade tecnológica em segundo plano. Produzir trigo com foco na qualidade para atender o mercado de panificação. Classificação/padronização/segregação do trigo no RS. Demanda comercial/industrial muito volátil, gerando incertezas nos obtentores e nos agricultores.

47 Armazenagem e comercialização Falta de remuneração adicional mesmo os agricultores oferecendo trigo pão. Incentivar pesquisas de mercado/oportunidades para o trigo do RS. Necessidade de aumentar a produção e padronizar o trigo destinado a exportação. É imperativo que as ações ocorram no sentido de garantir o retorno ao produtor, o abastecimento ao setor e a segurança alimentar à sociedade.

48 Triticale Fonte: Conab (Acompanhamento da safra de grãos junho 2016)

49 Evolução da área, produção e rendimento de grãos de triticale no RS kg/ha 11,5 mil t 5,7 mil ha Fonte: Conab (2016)

50 Evolução da área, produção e rendimento de grãos de triticale em SC kg/ha 1,1 mil t 0,6 mil ha Fonte: Conab (2016)

51 Demandas/Iniciativas Pesquisa Utilização de triticale para produção de etanol (grãos e planta inteira) e em materiais de isolamento na construção civil. Programa PROETANOL para aumentar a produção de matérias-primas agrícolas amiláceas específicas para a conversão em etanol. Para triticale será necessária área de 24 mil hectares para abastecer uma usina. Produção de sementes. Assistência técnica O planejamento da produção é fundamental para evitar sazonalidade e variações bruscas nos custos de rações.

52 Comercialização Uso sazonal do produto. Em 2015 e 2016 o milho e a soja tiveram grande aumento, com isso o uso do triticale para ração voltou a ser cogitado, entretanto, não havia produto para atender a demanda. Participação mínima nas grandes indústrias de ração. Triticales de melhor qualidade acabam, muitas vezes, sendo canalizados mais para pequenos moinhos para mescla na produção de farinhas para biscoitos do que para o mercado de ração. Percepção de que o mercado de farinhas para biscoitos deve estar a cargo do trigo brando e não do triticale.

53 Obrigado

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