INTEGRAÇÃO GRADUAÇÃO E PÓS-GRADUAÇÃO ENGENHARIA URBANA - UFSCar

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1 INTEGRAÇÃO GRADUAÇÃO E PÓS-GRADUAÇÃO ENGENHARIA URBANA - UFSCar Sergio Antonio Röhm Bernardo Arantes do Nascimento Teixeira Archimedes Azevedo Raia Jr. Sônia Moreira Guimarães Universidade Federal e São Carlos, Departamento de Engenharia Civil Rodovia Washington Luiz km São Carlos SP Resumo: Este texto discute a interação entre o curso de Engenharia Civil e o Programa de Pós-graduação em Engenharia Urbana da Universidade Federal de São Carlos. São apresentados os caminhos e os atrativos para a interação e a tendência dos resultados dessas ações. Palavras-chave: Graduação, Pós-graduação, Integração, Engenharia Urbana 1 INTRODUÇÃO O Departamento de Engenharia Civil (DECiv) e o Curso de Engenharia Civil da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) foram criados em 1978 como uma proposta inovadora para a época de sua concepção. Além das disciplinas de formação básica, os alunos podem optar entre duas linhas de atuação: Ênfase de Sistemas Construtivos e Ênfase de Engenharia Urbana. A Ênfase de Sistemas Construtivos (SC) trata de aspectos de modernização e integração das fases de produção de um empreendimento, com o intuito de obter produtos com mais qualidade. Para isto, conta com a abordagem de assuntos inéditos em muitos cursos de graduação, como conforto ambiental e racionalização da construção. A Ênfase de Engenharia Urbana (EU) inter-relaciona áreas tradicionais da Engenharia Civil com o urbanismo. Durante o quarto ano de graduação cada aluno deve fazer sua opção entre Sistemas Construtivos e Engenharia Urbana. Quando o corpo discente faz sua escolha pela linha de atuação, ocorrem novas aproximações e maiores vínculos com os respectivos corpos docentes. Essa nova relação professor-aluno estimula ao estudante de graduação desenvolver suas afinidades pelas áreas de conhecimento de maior interesse e, conseqüentemente, conhecer as atividades de pesquisa desenvolvidas pelos professores no Programa de Pós-graduação em Engenharia Urbana. 2F04-1

2 Nos últimos semestres os alunos planejam e desenvolvem Trabalhos de Conclusão de Curso e cumprem os Estágios Curriculares. Ambas as atividades exigem orientadores, que são escolhidos pelas afinidades dos estudantes. O Programa de Pós-graduação em Engenharia Urbana (PPGEU) da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) foi criado em 1994 com a finalidade de atender à demanda do mercado de trabalho por profissionais com conhecimentos integrados, resgatando a ação social do engenheiro e outros profissionais. Este texto trata da integração entre a graduação e a pós-graduação segundo a linha de atuação de Engenharia Urbana. 2 GRADUAÇÃO E PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA URBANA A interação entre a Graduação e a Pós-graduação em Engenharia Urbana da UFSCar tem sido uma premissa da estratégia de implantação da linha de Engenharia Urbana. A Ênfase de Engenharia Urbana (EU) é pioneira no país e inter-relaciona áreas tradicionais da Engenharia Civil (transporte, geotecnia, saneamento e meio ambiente) com o urbanismo. Dessa forma, procura acompanhar o avanço tecnológico e incorporar novas técnicas e procedimentos, visando à eficácia da infra-estrutura das cidades. Essa proposta inovadora considera o avanço tecnológico ao incorporar novas técnicas e procedimentos que buscam a eficácia da infra-estrutura das cidades e a desconstrução mínima (RÖHM et al, 2006). O Programa de Pós-graduação em Engenharia Urbana foi credenciado em 1994 para atuar na formação de Mestres em Engenharia Urbana. Em 2006 o credenciamento foi ampliado para formação de Doutores. O foco do Programa de Pós-graduação em Engenharia Urbana são as cidades pequenas e médias, atendendo à demanda de um mercado de trabalho cada vez mais aberto a absorver profissionais com conhecimentos integrados e resgatando o papel social do engenheiro e outros profissionais, com uma formação voltada para a sustentabilidade das intervenções antrópicas. Nesse contexto, a estrutura da Ênfase em Engenharia Urbana, composta por docentes que atuam tanto na graduação quanto na pós-graduação, adota práticas de ensino, pesquisa e extensão que incorporam conteúdos e elementos referenciais de análise sobre a Engenharia e Tecnologia Urbana, associadas à Arquitetura e Desenho Urbano, aos objetos espaciais construídos e, em última instância, ao controle da qualidade ambiental das cidades e territórios. A política de pesquisa idealizada para a Ênfase em Engenharia Urbana, que já vem sendo desenvolvida, tanto em nível da graduação, quanto de Pós-Graduação, engloba três grandes linhas de pesquisa, que integram os conhecimentos específicos das três áreas básicas que constituem o núcleo do curso (UFSCar, 2007a): Planejamento, Avaliação e Controle do Meio Urbano, que é a linha de pesquisa que aborda os problemas de gestão do meio urbano em cidades médias e pequenas; Sistemas de Infra-estrutura Urbana, que é a linha de pesquisa que constitui o enfoque técnico-experimental das questões urbanas; e Geoprocessamento e Mapeamento Geotécnico, que fornece suporte ao desenvolvimento das linhas anteriores, em termos de manipulação e análise de informações. 2.1 Caminhos para a integração O estímulo à integração entre a Graduação e a Pós-graduação em Engenharia Urbana está baseado em diversos pontos que abrangem tanto o corpo docente quanto o corpo discente. É importante destacar que o Departamento de Engenharia Civil e o Programa de Pósgraduação em Engenharia Urbana são unidades autônomas e independentes da Universidade 2F04-2

3 Federal de São Carlos. O que há de comum são os professores e pesquisadores que atuam em ambas as modalidades de ensino. Portanto, um dos pontos capitais da integração é o ensino. O corpo docente sempre ministra disciplinas na graduação e na pós-graduação, o que tem estimulado reflexos das atividades de pós-graduação na graduação. O primeiro contato entre o aluno de Graduação e o professor do Programa de Pósgraduação se dá nas palestras da disciplina Introdução à Engenharia Civil. Essa disciplina tem como objetivo principal a motivação do aluno recém chegado. Para atingir esse objetivo, os professores das diversas áreas da Engenharia Civil apresentam palestras que discorrem sobre: as diversas áreas da Engenharia Civil e como o curso abordará esses assuntos; as duas linhas de atuação do curso (Sistemas Construtivos e Engenharia Urbana); as formas de interagir com o corpo docente; a interação graduação e pós-graduação; e resultados de pesquisas e pesquisas em andamento. Outro ponto importante é a atenção aos talentos. Os alunos de graduação e os professores observam-se e se avaliam mutuamente, e se aproximam por afinidade de áreas de interesse, com vistas às diversas formas estabelecidas pela Universidade Federal de São Carlos para promover e oficializar a interação entre professor-aluno: bolsas-atividades; monitorias; iniciações científicas; trabalhos de graduação integrados; e estágios curriculares. Essas formas de integração são brevemente descritas em seguida. Bolsa atividade O Programa de Bolsa Atividade remunerada tem natureza social, acadêmica e cultural, sendo destinado prioritariamente aos alunos com dificuldades de permanência na Universidade por motivos sócio-econômicos. Os estudantes que se enquadram nessas condições desenvolvem atividades relacionadas ao ensino, pesquisa ou outras de acordo com seus conhecimentos e habilidades, julgadas por critérios específicos aos fins propostos. De forma geral, a bolsa atividade é emergencial e transitória para outras modalidades de interação professor-aluno (UFSCar, 2007b). Monitoria A monitoria estudantil destina-se a despertar no estudante de graduação, com aproveitamento escolar satisfatório, o interesse pela carreira docente e pela pesquisa, promovendo a cooperação com o corpo docente nessas atividades. A atividade de monitoria pode ser remunerada por bolsa ou ser voluntária (UFSCar, 2007c). Iniciação científica - PIBIC/CNPq/UFSCar O Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica - PIBIC/CNPq/UFSCar é voltado para a iniciação à pesquisa dos alunos de graduação e tem como objetivos: a) estimular os pesquisadores da UFSCar a envolverem estudantes de graduação nas suas 2F04-3

4 atividades científica, tecnológica e artístico-cultural; b) proporcionar aos bolsistas a aprendizagem e métodos de pesquisa, bem como estimular o desenvolvimento do pensar cientificamente e da criatividade, decorrentes das condições criadas pela pesquisa; e c) contribuir para a formação acadêmica e profissional dos alunos de graduação da UFSCar, valorizando a iniciação no processo da pesquisa científica, por meio da interação com e entre professores e pesquisadores (UFSCar, 2007d). Iniciação científica - FAPESP As bolsas de estudo oferecidas pela FAPESP destinam-se a alunos de graduação em instituições de ensino superior localizadas no Estado de São Paulo, para desenvolvimento de pesquisa científica (IC) ou tecnológica (IT) sob a direção de um orientador com título de doutor ou qualificação equivalente, avaliado por sua súmula curricular (FAPESP, 2007). Iniciação científica IC/UFSCar A iniciação científica sem bolsa, denominada de IC/UFSCar, destina-se a estudantes que não participam dos programas amparados pelas agências de fomento. Essa bolsa tem a finalidade de incentivar a um maior número de orientadores e alunos para desenvolver a iniciação científica. Essa atividade é administrada pela Pró-reitoria de Pós-graduação, sendo institucionalmente reconhecida e certificada pela UFSCar (UFSCar, 2007d). Iniciação científica PUIC Todas as atividades de iniciação científica desenvolvidas na UFSCar pertencem ao Programa Unificado de Iniciação Científica, que tem como objetivos principais institucionalizar e centralizar todas as atividades e informações sobre a iniciação científica na UFSCar junto à Pró-Reitoria de Pós-Graduação e Pesquisa (UFSCar, 2007d). Estágio curricular O Estágio Curricular, como atividade pré-profissional, objetiva proporcionar aprendizagem e treinamento especificamente direcionados para o exercício da atividade profissional e facilitar a inserção do futuro profissional no mercado de trabalho. Assim, o Estágio Curricular pretende possibilitar ao estagiário um balanceamento entre a técnica e a realidade de trabalho, permitindo-lhe, através da participação em situações reais da vida e de trabalho de seu meio, um amadurecimento social e comportamental, além do tecnológico e intelectual. O estágio objetiva ainda desenvolver a integração Universidade- Comunidade, estreitando os laços de cooperação e solucionando problemas de interesse mútuo. Trabalhos de graduação integrados Trabalho de Graduação Integrado (TGI) é a denominação dada ao trabalho de conclusão de curso. O Trabalho de Graduação Integrado foi adotado desde 1978 pelo Departamento de Engenharia Civil da Universidade Federal de São Carlos, para que o formando faça uma reflexão sobre o conjunto de conhecimentos adquiridos durante os cinco anos de curso. Essa atividade é desenvolvida em duas etapas semestrais. A primeira etapa é denominada de Planejamento do Trabalho de Graduação Integrado (PTGI), quando cada estudante escolhe 2F04-4

5 um tema principal para desenvolver estudos e aplicações práticas sob a orientação de um docente. O produto dessa fase é composto por: definição dos objetivos, elaboração de uma revisão bibliográfica inicial, definição do objeto de estudo, definição do objeto de intervenção, busca de dados e de documentos, seleção do método de tratamento dos dados, elaboração do plano de trabalho do TGI, e elaboração do cronograma do TGI. Esse produto é defendido em sessão pública perante uma banca examinadora constituída pelo: professor orientador, professor coordenador da disciplina e professor convidado. A segunda etapa é denominada de Trabalho de Graduação Integrado, quando o aluno executa o planejamento proposto e aceito na etapa anterior, sob a orientação do mesmo professor. Esse novo resultado também é defendido em sessão pública perante uma banca examinadora composta pelo: professor orientador, professor coordenador da disciplina e professor convidado. O Programa de Pós-graduação em Engenharia Urbana também promove a integração com a Graduação através da disciplina Estágio Supervisionado de Capacitação Docente em Engenharia Urbana. Nessa atividade o aluno de pós-graduação ministra aulas em disciplinas da graduação, sob a supervisão de um docente que atua em ambos os cursos, estimulando a troca de experiências e conhecimentos entre ambos os grupos envolvidos. 2.2 Atrativos para a integração Com certeza, pertencer ao corpo docente do Programa de Pós-graduação em Engenharia Urbana é fundamental para atender à expectativa do estudante de graduação nas atividades de bolsas-atividades, monitorias, e iniciações científicas e aos trabalhos de graduação integrados e estágios curriculares. O orientador de pós-graduação sempre está envolvido com pesquisas de mestrado, doutorado ou pós-doutorado e conhece aspectos dessas pesquisas que podem ser auxiliados por um estudante de graduação. Portanto, o aluno pode interagir com as atividades de pós-graduação principalmente inserindo-se em: iniciações científicas; trabalhos de graduação integrados; e estágios curriculares. Todas essas atividades exigem: a) aprofundamentos dos conhecimentos básicos oferecidos no curso de graduação e b) a elaboração de textos finais que documentem o desenvolvimento dos trabalhos. Essas etapas são análogas às clássicas: a) as revisões bibliográficas e b) os relatório finais. O professor que participa de programas de pósgraduação está inserido nesse contexto e pode conduzir o orientado com muita habilidade e segurança, prevenindo prejuízos no rendimento acadêmico do estudante. 2F04-5

6 3 CONSIDERAÇÕES FINAIS Os produtos dessa integração não se resumem apenas aos previstos nas atividades de bolsa-atividade, monitoria, iniciação científica e estágio curricular. O corpo docente envolvido com a pós-graduação está em constante contato com as atualizações de sua área principal de conhecimentos e de áreas afins (relacionadas com as pesquisas em andamento). Assim, tanto o ensino de pós-graduação quanto o de graduação também estão sob constantes alterações, acompanhando as Tendências modernas. Há disciplinas originalmente oferecidas na pós-graduação que foram incluídas na graduação. Por exemplo, cita-se Sistemas de Informações Geográficas, que a partir de 2004 passou a integrar a grade curricular da Ênfase em Engenharia Urbana como disciplina obrigatória. Essa disciplina pode ser cursada como optativa pelos alunos da Ênfase em Sistemas Construtivos. Outros exemplos são a disciplinas Descontrução Espacial, Experiências Inovadoras em Habitação Social e Geotecnia Aplicada ao Uso e Ocupação do Solo, todas optativas, que também são produtos da experiência no ensino da pós-graduação. O Programa de Pós-graduação em Engenharia Urbana tem atraído os talentos do curso de Graduação, que descobriram o potencial para o ensino e a pesquisa graças ao contato com pesquisadores atentos às suas características ainda latentes. Conforme se observa no Quadro 1 esse interesse é crescente e aparece como resultado da ação constante do professores que atuam na graduação e na pós-graduação em Engenharia Urbana. QUADRO 1 Procedência dos alunos do PPGEU. Ano UFSCar* Outras * Egressos do curso de Engenharia Civil Ênfase de Engenharia Urbana. O coroamento das atividades de iniciação científica, possivelmente, é o aceite de um artigo, ou resumo, por um congresso específico consagrado, e a apresentação do trabalho. Aparentemente, esse fato tem se tornado rotina ou uma conseqüência natural da pesquisa desenvolvida pela interação professor-aluno. Entretanto, tem chamado a atenção a grande presença de alunos de graduação nos Simpósios de Pós-graduação e Engenharia Urbana da UFSCar e, por exemplo no I Congresso para o Planejamento Urbano Regional Integrado e Sustentável, que aconteceu no Campus de São Carlos da Universidade de São Paulo. Pode-se concluir que o corpo discente tem sido sensibilizado pela interação com o corpo docente e tem participado desses eventos em busca de conhecimentos atualizados. 2F04-6

7 4 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS FUNDAÇÃO DE AMPARO À PESQUISA DO ESTADO DE SÃO PAULO. Bolsa de iniciação científica. Disponível em: <http://www.fapesp.br/materia.php?data[id_materia]=248> Acesso em 24 mai RÖHM, S. A., BONUCCELLI, T. J., RAIA, JR, A. A., CORDEIRO, J. S. Engenharia Urbana da Universidade Federal de São Carlos. In: CONGRESSO BRASILEIRO DE ENSINO DE ENGENHARIA, 34., Passo Fundo. Anais... Passo Fundo: Universidade de Passo Fundo, UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO CARLOS. Departamento de Engenharia Civil. Ênfase de Engenharia Urbana. Disponível em: <http://www.deciv.ufscar.br/graduacao/eng_urb.htm> Acesso em 24 mai. 2007a. UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO CARLOS. Pró-reitoria de graduação. Bolsa atividade. Disponível em: <www.ufscar.br/~prograd/normas/b_atividade.html> Acesso em 24 mai. 2007b. UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO CARLOS. Regimento. Disponível em: <www.ufscar.br/~soc/regimento_ufscar.doc> Acesso em 24 mai. 2007c. UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO CARLOS. Pró-reitoria de pós-graduação. Programa Unificado de Iniciação Científica. Disponível em: <http://www.propg.ufscar.br/pdf/puic- UFSCar.pdf> Acesso em 24 mai. 2007d. UNDERGRADUATE-GRADUATE INTEGRATION URBAN ENGINEERING - UFSCar Abstract: This text discusses the interaction between the undergraduate course of Civil Engineering and the Program of Graduation in Urban Engineering at Federal University of São Carlos. The ways and attractive for the interaction and the trend of the results of these actions are presented. Key-words: undergraduate, graduate, Urban Engineering 2F04-7

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