A INCIDÊNCIA DE CASOS NOVOS DE AIDS EM CRIANÇA NO MUNICÍPIO DE SANTA MARIA/RS/BRASIL 1

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1 A INCIDÊNCIA DE CASOS NOVOS DE AIDS EM CRIANÇA NO MUNICÍPIO DE SANTA MARIA/RS/BRASIL 1 Brum. C. N. ; Zuge. S. S. ; Ribeiro, A. C. ; Tronco, C. S. ; Tolentino, L. C. ; Santos, É. É. P. ;Padoin, S. M. M. ; Langendorf, T. F. 1 Trabalho de Pesquisa Membros do Grupo Cuidado à Saúde das Pessoas, Famílias, e Sociedade do Departamento de Enfermagem da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), Santa Maria, RS, Brasil. RESUMO A notificação dos casos de Aids apresentados pelo SINAN - propõem a dar direcionamento uma resposta nacional à epidemia, não só nas atividades de prevenção, como também no planejamento das necessidades de assistência. Assim, este estudo tem por objetivo analisar a situação epidemiológica em relação às incidências de casos novos e óbitos por Aids em crianças no município de Santa Maria/RS/Brasil. Trata-se de um estudo descritivo, exploratório no banco de dados DATASUS/SINAN DST/AIDS. Em Santa Maria, as primeiras notificações tabuladas ocorreram em, sendo que de a ocorreram 8 notificações de casos novos em menores de 13 anos. O número de óbitos pelo HIV em menores de 14 anos, no município de Santa Maria foi de 1 óbitos de a. Os dados apresentados destacam uma significativa redução nos casos de HIV/AIDS e óbitos em crianças menores de 13 anos. Palavras-chave: Criança. HIV. AIDS. 1 INTRODUÇÃO A epidemia da Síndrome da Imunodeficiência Adquirida - Aids, surgiu no início da década de 198 e durante mais de anos manteve focos de disseminação pelos cinco continentes, independentemente de sexo, raça, idade, cor, credo ou orientação sexual (MOTTA et al, 9). Nos documentos do Ministério da Saúde, mais especificamente do Programa de DST/Aids, a primeira definição de caso de Aids em crianças ocorreu em 1988 em menores de quinze anos de idade, baseados em critérios clínicos definidos pela classificação dos CDC. Porém em, essa definição foi revista ficando restrita para menores de treze anos (BRASIL, ). A infecção na crianças poderá ser pela transmissão da mãe na gestação, parto ou amamentação, denominada de transmissão vertical, sendo a principal via de infecção pelo HIV na população infantil, responsável por 9% dos casos, em menores de 13 anos no Brasil, ou por transmissão sanguínea, ou ainda transmissão sexual, (BRASIL, ). No contexto da epidemia a criança que tem HIV/AIDS se destaca, em função de diversos fatores: pelo crescimento epidemiológico em decorrência do processo de feminização da síndrome observado nos últimos anos; pelo aumento da perspectiva de vida de crianças que foram infectadas pela transmissão vertical, aas quais chegam a adolescência e até mesmo à fase adulta; e pelo sofrimento psíquico, emocional e moral de familiares e/ou cuidadores, provenientes da presença objetiva da morte no seio familiar ou de um forte processo de culpa, quando identificado a pessoa responsável pela transmissão desta doença (GOMES; CABRAL, ). Com base na notificação da totalidade dos casos de Aids existentes no Brasil em crianças, e com base na história natural da infecção, pode-se calcular retrospectivamente o avanço da epidemia em nosso País. Desta forma, a notificação dos casos de Aids apresentados pelo SINAN - tem sido de grande valor, pois ajudam no direcionamento da resposta nacional à epidemia, seja nas atividades de prevenção, seja no planejamento das necessidades de assistência (BRASIL, ). 1

2 Assim, este estudo tem por objetivo analisar a situação epidemiológica em relação as incidências de casos novos e óbitos por Aids em crianças no âmbito de Santa Maria, Rio Grande do Sul e Brasil.. METODOLOGIA Trata-se de um estudo descritivo, exploratório no banco de dados do Departamento de Informárica do Sistema Único de Saúde (Departamento de Tecnologia da Informação do Sistema Único de Saúde) DATASUS / Sistema de Informação e Agravos de Notificação (SINAN) DST/AIDS. Para obtenção dos dados foi identificado o número de casos confirmados e notificados e número de óbitos de crianças menores de 1 anos no município de Santa Maria, Rio Grande do Sul e Brasil, no período de 1983 a 9. A coleta dos dados foi realizada durante o mês de maio de 1, por meio de um instrumento (construído para este fim). 3. RESULTADOS No Brasil, o primeiro caso de notificação de AIDS em crianças menores de 13 anos tabulado nos Sistemas de Informações Epidemiológicas e Morbidade ocorreu no ano de Porém a partir de 199 que ocorre um significativo aumento dos casos, apresentado na tabela Tabela 1: Número de casos de crianças menores de 13 anos de a 9 no Brasil. A tabela 1, ainda destaca os anos de e, no qual ocorreu a maior incidência de casos, porém nos últimos anos houve uma significante redução dos casos. O número de óbitos notificados pelo HIV no Brasil foi tabulado a partir de, sendo notificados 4 casos de óbitos em menores de 14 anos, totalizando até, 383 óbitos, porém a incidência de casos vem reduzindo, sendo que a última tabulação em, foram notificados 166 óbitos.

3 No Rio Grande do Sul, os primeiros dados tabulados de crianças menores de 13 anos ocorreu em 199, na qual foram notificados 3 casos, porém a Tabela, representa as notificações de crianças menores de 13 anos de 199 a 9, sendo que em foi ano de maior incidência de casos Tabela : Número de casos de crianças menores de 13 anos de 199 à 9 no Rio Grande do Sul. O número de óbitos no Rio Grande do Sul de a foi de 47 casos (14,3% dos casos do país), atualmente o número de óbitos vem reduzindo, de a houve uma redução de 49% dos óbitos no estado. Em Santa Maria, as primeiras notificações ocorreram em, porém em foi o ano que ocorreu maior número de casos, assim como mostra a Tabela 3, sendo que de a ocorreram 8 notificações de casos novos em menores de 13 anos, sendo que 78% dos casos ocorreram em crianças menores de cinco anos Tabela 3: Número de casos de crianças menores de 13 anos de a em Santa Maria. 3

4 O número de óbitos pelo vírus da Imunodeficiência Humana HIV em menores de 14 anos, no município de Santa Maria foi de 1 óbitos de a. 4. DISCUSSÕES Os dados apresentados identificam que a incidência de casos de Aids em crianças é superior nos menores de cinco anos. Entre os motivos a transmissão vertical é destacada como a principal. Torres e Luz () destacam que cerca de 3% dos casos de transmissão vertical do HIV ocorrem durante a gestação e, 6% no peri-parto, com risco de transmissão acrescido de 7% a % através da amamentação. Para os mesmos autores, com a feminização da doença, o aumento de casos de mulheres infectadas é preocupante, pois em sua maioria, são mulheres em idade fértil que podem gerar crianças portadoras do HIV. Porém, segundo Ministério da Saúde, está ocorrendo uma redução na taxa de transmissão vertical, que chega a menos de %, o que significa que, a cada 1 crianças nascidas de mães infectadas, podem tornar-se HIV positivas (BRASIL, ). Entretanto, segundo Calvacante et al (), ainda é motivo de grande preocupação, em âmbito mundial, quanto à via de transmissão vertical do HIV, pois, mesmo com as medidas para a prevenção desse tipo de transmissão de gestantes para o feto, existem evidências que comprovam as dificuldades de sua implementação, em especial nas regiões menos favorecidas do país. Em relação aos casos de óbitos em crianças menores de 13 anos, a taxa de mortalidade era elevada, antes do surgimento da terapia anti-retroviral combinada, além da ocorrência freqüente de déficits no desenvolvimento psicomotor e neurocognitivo devido à ação do HIV sobre o sistema nervoso central (SEIDL, ). Neste contexto, Oliseke () destaca que as diretrizes atuais refletem os principais passos dados na pesquisa laboratorial e clínica, inclusive no lançamento e desenvolvimento de novas classes de medicamentos, o que vem permitindo essa redução significativa na carga viral, levando a menor mortalidade e progressão da doença.. CONCLUSÃO Os dados apresentados destacam uma significativa redução nos casos de HIV/AIDS em crianças menores de 13 anos, porém as notificações identificam as crianças menores de cinco como as mais notificadas. Para tanto, sugere-se um maior controle do tratamento profilático da TV em mulheres que tem o HIV. Os óbitos de crianças menores de 13 anos apresentam uma redução, sendo conseqüência das novas classes de medicamentos, e as estratégias utilizadas para controlar o desenvolvimento e acompanhamento da criança, vem permitindo uma redução ainda maior no número de óbitos. REFERÊNCIAS BRASIL, Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Programa Nacional de DST e Aids. Critérios de definição de casos de aids em adultos e crianças/ministério da Saúde, Secretaria de Vigilância em Saúde, Programa Nacional de DST e Aids.., Ministério da Saúde. Secretaria de Políticas de Saúde, Coordenação Nacional de DST e AIDS. Dados epidemiológicos de AIDS. Bol. Epidemiol. AIDST.., Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Programa Nacional de DST e AIDS. O que é HIV?. 4

5 CAVALCANTE, M. S.; et al. Transmissão vertical do HIV em Fortaleza: revelando a situação epidemiológica de uma capital do Nordeste. Rev. Bras. Ginecol. Obstet. Rio de Janeiro. v. 6, n., p ,. GOMES, A. M. T.; CABRAL, I. E.; SCHILKOWISKY, L. B. Crianças com HIV/Aids de uma unidade ambulatorial pública. Ver. Soc. Bras. Enferm. Ped. v. 4, n., p. -68,. MOTTA, M. G. C.; PEDRO, E. N. R.; COELHO, D. F.; WACHHOLZ, N. I. R.; GREFF, A. P. Trajetória de uma pesquisa com a temática HIV/aids: limites e (im) possibilidades. Rev Gaúcha Enferm., Porto Alegre (RS), v. 3, n., p , 9. OLESKE, J.M. Quando tratar as crianças com HIV? J. Pediatr. v. 8, n.4, p. 43 -,. SEIDL, E. M. F.; et al. Crianças e Adolescentes Vivendo com HIV/Aids e suas Famílias: Aspectos Psicossociais e Enfrentamento. Psicologia: Teoria e Pesquisa. v. 1, n. 3, p ,.

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