Tratamento de Água para Abastecimento

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1 Tratamento de Água para Abastecimento Prof. Dr. Jean Carlo Alanis Desinfecção Depois de filtrada, a água passa por um processo de desinfecção por cloro e a fluoretação; É o processo de eliminação dos microrganismos patogênicos eventualmente presentes na água; A cloração é considerada, aqui, um processo de desinfecção aplicável a todas as águas; Denomina-se de cloração a operação de injeção de um composto químico clorado, altamente oxidante, na água; Quando a cloração é efetuada logo após a captação de água, ela é chamada de pré-cloração; 1

2 Desinfecção A pré-cloração é usada para oxidar, com o objetivo de modificar o caráter químico da água; A pós-cloração, por sua vez, é utilizada com o propósito de desinfecção; As características químicas das fontes de água diferem radicalmente entre si; Assim, a quantidade de cloro necessária para obter um objetivo desejado, refletem claramente estas diferenças; Os compostos existentes na água dificultam a desinfecção, pois exigem que se aplique a quantidade de cloro para destruir os compostos químicos e eliminar a vida biológica na água. Cloração Os fatores que influenciam na demanda de cloro de um sistema são : nível de compostos redutores inorgânicos (reação estequiométrica); nível de compostos redutores orgânicos (reação estequiométrica - formação de derivados clorados); cloro necessário para mineralizar os derivados obtidos anteriormente; evaporação natural de cloro, fornecido pelo sistema; quantidade de cloro necessária para obter os efeitos desejados; 2

3 Cloração Existem diversos tipos de compostos químicos para a cloração, e dentre os mais comuns podemos citar : Composto Teor de Cloro Ativo % Cl 2, Cloro (gás) 100,0 CaCl 2, Cloreto de Cal (pó) 35,0 37,0 Ca (ClO) 2, hipoclorito de Cálcio (pó) - "HTH 70,0 74,0 NaClO, hipoclorito de sódio (líquido) 10,0 12,0 Cloração O método mais econômico e usual para a desinfecção da água em sistemas públicos é a cloração; Em instalações médias e grandes emprega-se o cloro gasoso em cilindros de aço contendo líquido e gás; Em instalações pequenas, menos de 40 l/s, o emprego de soluções de hipoclorito pode ser mais vantajoso; O cloro aplicado reage, podendo produzir vários compostos, com capacidades diferentes de desinfecção, inclusive inativos. 3

4 Cloração É muito importante verificar quais compostos serão formados : HOCI excelente desinfetante predomina em ph abaixo de 6,0; OCI desinfetante menos ativo predomina em ph acima de 7,5; dicloroamina bom desinfetante predomina em ph abaixo de 6,0; monocloroamina desinfetante pouco ativo predomina em ph acima de 7,5; Assim, verifica-se a conveniência de realizar a desinfecção em ph relativamente baixo, onde ser formam desinfetantes mais ativos. Cloração Os métodos mais usuais de acordo com a ordem crescente de quantidade e a segurança necessária são : - cloração simples (processo mais usual); - pré e pós-cloração; - cloração a ponto de quebra; - supercloração; - amônio-cloração; - cloração com dióxido de Cloro. 4

5 Cloração simples A cloração simples é aplicável às águas de qualidade relativamente boa; Normalmente é feita como última (podendo ser a única) etapa do tratamento; A pré-cloração é feita no caso de águas cuja poluição recomenda-se maiores cuidados; Deve ser realizada antes da filtração, de preferência após decantação. Cloração a ponto de quebra É o processo mais seguro, aplicável para águas muito poluídas; Exige doses bem mais elevadas de cloro; São produzidos residuais livres e mais estáveis, após a oxidação total de amônia, cloraminas e outros compostos; A supercloração, mais raramente empregada, é aplicável às águas ainda de pior qualidade; É feita com dosagens bastante elevadas de cloro, para assegurar residuais da ordem de 3 ppm; Com posterior remoção do excesso de cloro mediante a aplicação de bissulfito de sódio. 5

6 Amônio-cloração É adotada em substituição a outras formas de cloração que causam mau cheiro e gosto; Isto devido a presença de impurezas que reagem desfavoravelmente ao cloro, como os fenóis que formam clorofenóis; É uma opção para a desinfecção com cloraminas, produzindo-se, portanto, residuais combinados; Os residuais combinados são menos ativos e mais lentos do que os residuais de cloro livre, sendo, porém, mais estáveis. Cloração com o dióxido de cloro Tem o propósito é simplesmente de eliminar cheiro e gosto desagradável da água clorada; É recomendado nos casos em que a cloração venha a produzir compostos clorados indesejáveis na água (trihalometanos); É preparado na própria estação de tratamento; Faz-se através da reação de solução concentrada de cloro com o clorito de sódio (NaClO 2 ), em ph baixo; A prática da cloração está longe de ser uma operação simples; A determinação de valores exatos de tempos de contato, demanda de cloro, residual de cloro livre, extensão da oxidação, extensão de desinfecção é complexa e laboriosa; 6

7 Procedimentos iniciais de desinfecção pelo cloro Exame da qualidade da água a desinfetar e sua variação; Análise de eventuais problemas relativos a odor e sabor após a cloração; Estimativa da temperatura mínima da água; Verificação de ph da água no ponto a ser aplicado o cloro; Avaliação do tempo de contato; Demanda de cloro pela água, em diferentes ocasiões; Seleção do método de cloração e realização de ensaios; Fixação do residual de cloro a ser mantido; Previsão da dosagem máxima de cloro e cálculo da quantidade; Projeto do sistema de dispersão e mistura do cloro na água; Especificações e dimensionamento dos equipamentos necessários; Determinação das reservas de cloro (estoques) a serem mantidas. Sistema de Cloração com cloro gasoso 7

8 Sistema de Cloração com cloro gasoso Sistema de Cloração 8

9 Cloração Residuais mínimos e tempos de contato Os residuais mínimos de cloro e os tempos de contato a serem mantidos são de 0,2 ppm livre por 20 min e combinados (ph 6 a 7) de 1,0 ppm por 120 min; Alguns preferem o teor de cloro livre residual entre 0,5 e 1,0 mg/l de Cl 2 ; E o tempo de contato mínimo, para uma garantia total de desinfecção, é de 1 hora. Desinfecção da água com ozônio O ozônio(o 3 ) é uma forma alotrópica altamente oxidante do elemento químico oxigênio; O ozônio é um gás de cor azul, muito solúvel na água e instável; Sendo um poderoso oxidante,tem uma ação desinfetante mais intensa e mais rápida do que o cloro; É o germicida mais poderoso que se conhece e devido a sua instabilidade deve ser gerado no próprio local de uso; É um gás tóxico, sua concentração no ar não deve ultrapassar o teor de 0,1ppm em volume. 9

10 Efeitos da ozonização alvejamento e melhoria da cor; redução dos teores de ferro e manganês; desintegração dos fenóis; remoção de algumas substâncias orgânicas não biodegradáveis; mais eficiente do que o cloro na eliminação de esporos, cistos de amebas e de polivírus; não forma compostos objetáveis com a amônia; Com um residual de 0,2 mg/l reduz mais de 99% dos coliformes. Ozonização A demanda do O 3 (ozônio) é muito influenciada pelo teor de matéria orgânica; As dosagens usuais são da ordem de 0,3 a 2,0 mg/l; O ozônio é muito agressivo e os ozonizadores são construídos com materiais resistentes à corrosão; Deverá ser misturado à água através de sistema que aumentem a sua difusão na água; A tendência atual é a de aplicar o ozônio em águas poluídas primeiro e, depois desinfetar com cloro, para assegurar residuais persistentes. 10

11 Fluoretação Sais de flúor são importantes na prevenção da cárie dental; Quando aplicados aos indivíduos na idade suscetível, isto é, até aos 14 anos de idade; Generalizou-se a técnica de fluoretação de abastecimento público como meio mais eficaz e econômico de controle da cárie dental; Porém, o excesso de flúor pode causar a fluorose dental ou mancha nos dentes(concentrações acima de1,5 mg/l); Concentrações ótimas de flúor na água potável, geralmente na faixa de 0,8 a 1,2 mg/l, reduzem as cáries dentárias a um mínimo. Fluoretação Pesquisas recentes tem demonstrado que dentro da faixa indicada beneficia adultos, reduzindo a ocorrência de osteoporose e endurecimento das artérias; A aplicação se fazem por meio de aparelhos dosadores, sendo usados o fluoreto de sódio (NaF), o fluossilicato de sódio (Na 2 SiF 6 ) e o ácido fluossilicico (H 2 SiF 6 ); O flúor deve ser aplicado após a filtração, para evitar perdas que possam ocorrer, resultado de reações com outras substâncias químicas; Devem ser os mais distantes possíveis dos pontos de qualquer composto que contenha ácido, de modo a minimizar as perdas por precipitação; 11

12 Fluoretação 12

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