MEIO AMBIENTE E QUESTÃO SOCIAL : um debate necessário

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "MEIO AMBIENTE E QUESTÃO SOCIAL : um debate necessário"

Transcrição

1 Zoraide De Lima Soares Rodrigues, Roseane Cleide De Souza MEIO AMBIENTE E QUESTÃO SOCIAL : um debate necessário O presente artigo busca refletir sobre a questão ambiental, enquanto expressão da questão social, focando o debate em torno da complexa e contraditória relação homem e meio ambiente. A escolha deste tema justifica-se pelo fato de uma das pesquisadoras residir, a dezenove anos, em uma unidade de conservação - Parque Nacional do Iguaçu - e conviver cotidianamente com embates sobre questões de caça de animais, extração de palmito, desmatamento dentro da unidade. As análises e interpretações não se reduzem como querem os preservasionistas, a uma simples questão de conservação do mundo natural. Pelo contrário, se complexifica porque é proveniente de um processo onde a degradação do meio ambiente se materializa somente pelas ações humanas. Nesse sentido, este estudo objetiva relacionar as questões ambientais como manifestações concretas da questão social no contexto da sociedade capitalista, contexto que transforma a natureza em mercadoria por entender que a natureza é lenta e os processos de manejo podem torna-lá eficiente. Em linhas gerais, a degradação ambiental está diretamente ligada aos imperativos do capitalismo, pois é na acumulação capitalista que se encontra a força motriz da devastação e expropriação de todas as forças naturais e vivas. Lembrando que na sociedade capitalista a natureza não é mais reconhecida como um poder, mas como um objeto de consumo ou meio de produção, do qual o homem não se reconhece no processo de produção, esta realidade é

2 decorrente do processo de alienação. Repensar este processo nas condições postas ao homem e a natureza se fazem necessários neste momento histórico, pois, o isolamento de um e/ou afastamento do outro não poderá servir de resposta a esta relação. O desafio se faz em construir e reinventar mediações sobre a relação capital/ exploração natureza, capazes de articular a vida social e o meio ambiente. Palavras-Chaves Meio Ambiente, questão social, Capitalismo e Serviço Social Questão social e Meio Ambiente A relação homem e meio ambiente é marcada por alguns desconfortos que por décadas adiou este debate. Pois, de um lado, o homem é visto como parte da natureza, e de outro, o homem é entendido como parte exterior a ela, somente participando dessa relação quando domina e/ou se apropria dos recursos naturais. Essa participação que ocorre sob o domínio e a exploração da natureza, portanto, nas formas boas ou más de utilização da mesma, está diretamente associada ao modo de produção vigente na sociedade que determina as relações sociais, econômicas e políticas entre os homens. Um bom exemplo seria um pescador inserido numa economia natural que teria na pesca a necessidade de suprir sua subsistência e outro pescador usando das mesmas formas de captura, com o objetivo de lucro monetário para a reprodução do capital. Logo, a partir dessa relação, o meio ambiente tem se transformado diante da ação do sistema econômico e social atual. Neste sentido, não se pode ignorar o fato de que, os problemas enfrentado pelo meio ambiente, têm suas raízes ligadas ao sistema capitalista, visto que a questão ambiental tornou-se um dos problemas mais críticos para a humanidade, pois incide sobre as condições de sobrevivência da vida na terra e as relações entre grupos sociais e sociedade. Somente à medida que a água e o ar se tornam escassos com a poluição, por exemplo é que a economia passa a se interessar em incorporá-los como bens no sentido econômico moderno, isto é, mercantil. Enquanto o ar e a água existem em estado puro e em abundância, ou seja, enquanto existem como riqueza, são considerados dádivas, fonte inesgotável. (GONÇALVES, 2004, p.57). No capitalismo, a relação da sociedade com a natureza está baseada na separação: indivíduos de um lado e natureza de outro. Onde o homem é proibido de conviver com a natureza, áreas e reservas naturais são isoladas com seu uso restrito e

3 sem a presença do homem, generalizando a condição da propriedade privada, privando a maior parte dos homens do acesso aos recursos naturais. [...] privar é tornar um bem escasso e, dessa forma, numa sociedade que tudo mercantiliza, um bem só tem valor econômico se é escasso. O princípio da escassez, assim como a propriedade privada que lhe é essencial, é que comanda a sociedade capitalista e suas teorias liberais de apropriação dos recursos naturais. (GONÇALVES, 2004, p.67). Segundo Marx, na sua Crítica ao Programa de Gotha, (1875), invocando os fisiocratas para criticar seus companheiros que diziam que só o trabalho cria riqueza, acrescentou que a riqueza é produto do trabalho e da natureza, e que, se o trabalho é o pai, a natureza é a mãe na criação das riquezas. A melhor tradição marxista nos recomenda não confundir riqueza com mais-valia. A natureza é riqueza e no processo de trabalho contribui para criar riqueza, mas, enquanto tal, não produz mais-valia. O trabalho cria riqueza e, sob relações capitalistas de produção, cria um valor maior que seu próprio valor, mais valia. (GONÇALVES, 2004, p.60). Com o desenvolvimento e progresso da acumulação capitalista, vivenciamos a potencialização do emprego de meios mais eficientes de produção em detrimento do emprego da força viva de trabalho. Ou seja, o avanço técnico e científico adotado pelos capitalistas no processo de produção, possibilita uma maior produtividade em menos tempo de trabalho. Ao reduzir o tempo de trabalho socialmente necessário à produção das mercadorias, reduz-se o seu valor, e consequentemente, amplia-se o tempo de trabalho excedente, ou mais-valia, ampliando a taxa de lucratividade do capitalista. É nesse sentido que o processo de acumulação produz uma população supérflua aos interesses de seu aproveitamento pelo capital. É a lei particular de população deste regime de produção: com a acumulação, obra da própria população trabalhadora, esta produz, em volume crescente, os meios de seu excesso relativo. (IAMAMOTO, 2008,p.157). Para a autora, a síntese dessa compreensão se coloca da seguinte maneira: as causas que impulsionam o crescimento da força de trabalho disponível, concomitantemente, incidem sobre a força expansiva do capital. Essa relação, denominada de lei geral da acumulação capitalista, se dimensiona e redimensiona em virtude do aperfeiçoamento dos meios de produção e do desenvolvimento da produtividade do trabalho social mais rapidamente do que a população trabalhadora produtiva. Inversamente, a população trabalhadora sempre cresce mais rapidamente do que a necessidade de seu emprego. Conseqüentemente, o processo gera acumulação de

4 miséria na mesma proporção que gera acumulação do capital é nesta relação que se concentra a gênese da produção e reprodução da questão social no âmbito da sociedade capitalista. A questão social expressa, portanto, desigualdades econômicas, políticas e culturais que as classes sociais, mediatizadas por disparidades nas relações de gênero, características étnico-raciais e formações regionais, colocando em causa amplos segmentos da sociedade civil no acesso aos bens da civilização. (IAMAMOTO, 2008, p.160). Dessa forma, para a autora, as expressões da questão social não concentrase à lógica da distribuição de renda, mas está diretamente ligada à distribuição dos meios de produção, e portanto, às relações entre as classes, perpassando pela totalidade da vida dos indivíduos. Ao se tornar pública, a questão social passou a exigir a interferência do Estado no reconhecimento de seus direitos, que no jogo de forças sociais, responde às reivindicações e demandas da classe trabalhadora, com a implantação das políticas sociais. Na atualidade, conforme YAZBEK (2001, p.33), a questão social se redefine, mas permanece substantivamente a mesma por se tratar de uma dimensão estrutural. Presencia-se, conforme Abreu (2002), de um lado a manutenção da política econômica recessiva em acordo com a orientação dos organismos financeiros internacionais e o aprofundamento das refrações da questão social, materializadas nas condições de trabalho e vida da maioria da população e suas formas de resistências e organização políticas; e de outro, a estratégia do Estado na tentativa de garantir o processo de transição política a partir da instituição do campo legal para as lutas e reivindicações das classes subalternas e trabalhadoras, não raras vezes despojando-as de seu conteúdo de classe, numa tentativa de institucionalização do conflito social. (Iamamoto&Carvalho, 1987:40) Esse processo vem acompanhado da lógica privatista nas Políticas Sociais, subordinando-as ao capital, que as torna um campo de investimento social, onde a lógica é que a qualidade dos serviços prestados transmuta-se à rentabilidade e à lucratividade. Para Abreu (2002), essa relação define e interfere na extensão, intensidade e regularidade das respostas do Estado às refrações da questão social, que prioriza os interesses econômicos privados em detrimento das necessidades sociais. E neste sentido, segundo Gonçalves existem dimensões para a questão ambiental que é específica da relação com a natureza estabelecida pelas sociedades capitalistas; (1) separar-se quem produz de quem consome (quem produz não é o proprietário do produto); (2) a produção não se destina ao consumo direto dos produtores, (3) assim como o lugar que produz não é necessariamente o lugar de destino da produção. Alienação por todo lado. (GONÇALVES, 2004, p.68).

5 O desenvolvimento tecnológico aumenta a dependência por recursos naturais, embora se propague o contrário. Certamente o termo globalização tem adquirido conotações que se alteram entre a idéia de algo moderno, positivo para o desenvolvimento, e algo que veio trazer para a sociedade o surgimento de um quadro social que não deixa para trás antigas marcas e coloca novas situações sociais de precariedade provocada pelas políticas de ajuste neoliberal. [1] No caso da questão ambiental, grande parte dos recursos para as políticas do meio ambiente nos países pobres vem do Banco Mundial e outras instituições multilaterais. Estas instituições estimulam a participação de organizações nãogovernamentais, pois alegam que estes países não dispõem de recursos para cuidar do desenvolvimento e também do meio ambiente. Na verdade este contexto que transforma a natureza em mercadoria vem da concepção de que a natureza é lenta e seus processos de manejo podem torna - lá eficiente, isto é, acredita-se que a conservação da natureza deveria basear-se em três princípios: o uso dos recursos naturais pela geração presente; prevenção de desperdícios; e uso dos recursos naturais para benefício dos cidadãos. Essas idéias foram precursoras do hoje se chama de desenvolvimento sustentável. A mercantilização da natureza sob a nova geopolítica econômico-ecológica aprofunda as diferenças entre países ricos e pobres sob os princípios do desenvolvimento sustentável [2]. (GONÇALVES, 2004, p.137). Assim os diferentes modos de apropriação da natureza vêm se transformando em propriedade privada capitalista, daí compreender que o meio ambiente hoje tem seus problemas diretamente ligados com as expressões da questão social. A sociedade pertence à natureza, conseqüentemente é produto do mundo natural por um trabalho de invenção constante. Ela é ao mesmo tempo parte e criação da natureza. E no entanto, a partir do Neolítico, [3] com a aparição das cidades e dos Estados, a sociedade, assim como o pensamento e o saber, se construíram contra a natureza. Ela também gerou as divisões entre os homens em nome de uma necessidade imposta pela luta contra o mundo exterior. Ademais, sob o argumento de se proteger contra as energias naturais incontroláveis, a sociedade multiplicou as proibições e as interdições. A divisão do trabalho, por sua vez, para responder às necessidades técnicas de produção de acumulação que nos colocaria ao abrigo da escassez, separa indivíduos e grupos em castas e classes sociais. (MOSCOVI, 1974 apud DIEGUES, 2004, p.49-50). Para que a natureza possa ser submetida, numa sociedade fundada na propriedade privada da natureza, é necessário que haja técnicas que faça com que todos aceitem isso de forma natural. E as técnicas não se restringem somente ao campo das relações homem e natureza ou homem/meio ambiente. Em linhas gerais, a degradação

6 ambiental está diretamente ligada aos imperativos do capitalismo, pois é na acumulação capitalista que se encontra a força motriz da devastação e expropriação de todas as forças naturais e vivas. Lembrando que na sociedade capitalista a natureza não é mais reconhecida como um poder, mas como um objeto de consumo ou meio de produção, do qual o homem não se reconhece no processo de produção, esta realidade é decorrente do processo de alienação. Repensar este processo nas condições postas ao homem e a natureza se fazem necessários neste momento histórico, pois, o isolamento de um e/ou afastamento do outro não poderá servir de resposta a esta relação. Assim devem-se apreender as características, tendências e implicações dessa relação o que remeta a considerar o papel da mediação nesse processo. A mediação em face da totalidade, segundo o autor, é responsável pela articulação dinâmica, processual entre as partes na sua ação recíproca e o todo, considerando que cada parte se constitui em uma totalidade parcial, também complexa [...] a mediação é que faz com que o verdadeiro seja resultado, o que significa, ser fruto de um processo, de múltiplas passagens, de moventes articulações multilaterais e complexas [...] a mediação é pura negatividade [...] o simples devir, aos processos que se dão na totalidade são dinâmicos, estão em constante mutação e o motor de todo esse incessante movimento é a negatividade, a mediação é essa própria mobilidade articulada num todo e imanente ao ser. (PONTES, 1997, p.55). Talvez como resultado a melhor resposta seja dizer que se trata da cultura de um povo, como se registra na história, mas neste sentido não se cogita a globalização de uma mesma matriz de racionalidade que é comandada pela lógica econômica, que ignora terra, ar, água, carbono, oxigênio, e homem. E neste patamar, a humanidade de modo desigual, está submetida a riscos provindos de ações decididas por alguns para benefício de poucos. Áreas e reservas naturais acabam sendo isoladas para alguns, tendo seu uso restrito e sem a presença do homem, generalizando e legitimando, desta forma, a condição da propriedade privada. Segundo FERNADEZ, (2005), o crescimento populacional age como grande multiplicador dos problemas ambientais, gerando desmatamento, aumenta a pressão da caça, aumenta a poluição, estimula atividades ambientais depredatórias, via desemprego gerando degradação de vida em geral. No entanto, percebe-se que a degradação da natureza, por formas diretas ou indiretas está ligada à questão social. Pois, vivenciamos nesta relação a apropriação privada de um bem natural, que ao se transformar em mercadoria pelo homem, colocou em risco as condições de vida de uma sociedade. Em linhas gerais, vale dizer que há uma concepção equivocada acerca da questão social, referindo-a como decorrente da formação cultural, estrutural e

7 dominante. Neste contexto, é possível perceber que o discurso dominante realiza a lógica do poder, fazendo com que as divisões e diferenças surjam como diversidades das condições de vida de cada um, individualizando-as. Este discurso do poder se caracteriza pelo ocultamento da divisão, da diferença e da contradição entre as classes sociais. Prima pelo ocultamento do conflito e dos antagonismos, como se a realidade fosse algo natural e divino, independente da ação dos homens na história. Ou seja, não é conveniente que haja a compreensão sobre o cerne da questão social, qual seja, a exploração do homem, enfim a exploração de uma classe pela outra. Em síntese e numa perspectiva histórico-concreta, é necessário construir uma nova ordem social que não se curve aos comandos do capital. Considerações Finais Atualmente o sistema capitalista atingiu um patamar que integrou de modo complexo as desigualdades que sustentam sua dinâmica. Todavia há de se refletir e buscar soluções compatíveis com a gravidade dos problemas que o capitalismo, sobretudo na sua fase neoliberal, está submetendo a humanidade. O homem pode multiplicar os instrumentos de que necessita para o trabalho, mas não pode multiplicar a natureza: terra, água, matas, florestas, etc. Pois a natureza é meio de produção não reprodutível, assim como os oceanos, os mares, os rios, os lagos, o ar, a chuva, etc. é, sobretudo, um meio de produção fundamental na sociedade, sendo a base para a sobrevivência humana. Quando a natureza passa a ser apropriada pelo homem, no desejo de lucro, é que nasce o problema. É em virtude desse desejo desenfreado pelo lucro, que, atualmente, acontecem situações de conflito e confronto entre organizações de preservação do meio ambiente e a indústria da exploração dos recursos naturais. Essas tensões têm sido freqüentes em função de como se apresenta as respostas que o Estado, sob a forma de políticas sociais, vem respondendo aos reclamos da sociedade em relação aos processos irracionais de exploração e degradação dos recursos naturais. No Brasil a Política Nacional do Meio Ambiente [4], aprovada em 1981, define o meio ambiente como sendo um patrimônio público que, portanto, deve ser protegido e justifica a racionalização do uso do solo, subsolo, água e ar. Ao Estado, como o responsável pela implementação desta política social compete o planejamento e a fiscalização da gestão dos recursos naturais, proteção dos ecossistemas, controle e zoneamento das atividades poluidoras, investimento em pesquisas que contribua para a preservação, bem como a recuperação de áreas degradadas e em educação ambiental em todos os níveis de ensino. Para isso, a lei estabelece os mecanismos de defesa (conselhos gestores de políticas sociais), penalidades disciplinares, criminais ou compensatórias para atos de infração ao meio ambiente protegido pela legislação social.

8 Convém ressaltar que não é simplesmente a natureza, mas sim a forma como se configuram as relações sociais, suas racionalidades intencionais, seus objetivos de produção material e social, ou seja, lucro contra auto-subsistência. Então vale questionar, como lidar com esse conflito? É preciso insistir no fato de que os aspectos centrais da questão social, está diretamente ligado às manifestações das questões ambientais, onde relacionamos as condições de vida e as possibilidades de continuidade de sobrevivência sem exploração do capital sobre o trabalho e as suas conseqüências como a fome, o analfabetismo, as doenças, o desemprego, a violência e a criminalidade, sobretudo, sem a exploração do capital sobre a natureza e seus elementos, donde se expressam a degradação, a poluição, a caça e pesca proibida, o esgotamento e comprometimento do solo, água e ar, enfim, situações que demonstram o interesse exacerbado do capital pelo lucro, para que possa produzir e reproduzir-se. O desafio se faz em construir e reinventar mediações sobre a relação capital/ exploração natureza, capazes de articular a vida social e o meio ambiente. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ART, Henry. Dicionário de Ecologia e Ciências Ambientais. [tradução: Mary Amazonas Leite de Barros] São Paulo, Companhia Melhoramentos, BOTTMORE, Tom. (editor). Dicionário do Pensamento Marxista. Laurence Harris. V. G. Kiernan, Ralph Miliband (co-editores). [Tradução: Waltensir utra; Organizador da edição brasileira, revisão técnica e pesquisa bibliográfica suplementar Antonio Moreira Guimarães] Rio de Janeiro: Jorge Zagar, CERQUEIRA FILHO, Gisálio. A questão social no Brasil: crítica do discurso político. Rio de Janeiro, Civilização Brasileira, coleção Retratos do Brasil, V.162, CHIZZOTI, Antonio. Pesquisa em Ciências Humanas e Sociais. 4 ed. São Paulo, Cortez, DIEGUES, Antonio Carlos. O mito moderno da natureza intocada. 5 ed. São Paulo, Hucitec; NUBAUB/USP Núcleo de Apoio a Pesquisa sobre Populações Humanas e Áreas Brasileiras, Etnoconservação: novos rumos para proteção da natureza nos trópicos. 2 ed. São Paulo, Hucitec; NUPAUB/USP, Pescadores, camponeses e trabalhadores do mar. São Paulo, Ática, FERNANDEZ, Fernando. Aprendendo a Lição de Chaco Canyon: do Desenvolvimento Sustentável a uma Vida Sustentável. In: Reflexão. São Paulo. Instituto Ethos Reflexão, Ano 6, nº15, (ago/2005).

9 FREIRE, S. M. Análise das novas Expressões da questão social no Brasil. In: Revista de Ciências Sociais Departamento de Sociologia UERJ, AnoXVIII, n. 22, set. 2005) GYORGY, Lukács. Ontologia do Ser Social: Os Princípios Ontológicos Fundamentais de Marx. [Tradução: Carlos Nelson Coutinho] São Paulo, Ciências Humanas, GONÇALVES, Carlos Porto, Sader, E. (org). O desafio ambiental. (Os porquês a desordem mundial), Rio de janeiro, Record, IAMAMOTO, Marilda Vilela. O Serviço Social na Contemporaneidade: trabalho e formação profissional. 7 ed. São Paulo, Cortez, A questão social no capitalismo. In: Revista temporalis / Associação Brasileira de Ensino e Pesquisa em Serviço Social Ano 2, n.3 (jan/jul.2001). Brasília, ABEPSS, Grafite, Serviço Social no Tempo do Capital Fetiche. São Paulo, Cortez: NETTO, J. P. Cinco notas a propósito da questão social. In: Revista temporalis / Associação Brasileira de Ensino e Pesquisa em Serviço Social Ano 2, n.3 (jan/jul.2001). Brasília, ABEPSS, Grafite, Ditadura e Serviço Social. São Paulo:Cortez, NETTO, J.P e CARVALHO, Maria do Carmo Brant. Cotidiano: conhecimento e crítica. 4 ed. São Paulo, Cortez, PASTORINI, ALEJANDRA. A categoria questão social em debate. (Coleção Questões da Nossa Época: v. 109), São Paulo, Cortez, PONTES, Reinaldo Nobre. Mediação e Serviço Social. 3 ed. São Paulo, Cortez, 2002 SINGER, Paul. O Capitalismo: sua evolução, sua lógica e sua dinâmica. São Paulo, Moderna, SOARES, Laura Tavares R. O desastre Social. (Os porquês da desordem mundial). Rio de Janeiro, Record, [1] As políticas de corte neoliberal consagradas em 1990 pelo economista norte-americano John Williamson no chamado Consenso de Washington caracterizam-se por um conjunto, abrangente, de regras de condicionalidade aplicadas de forma cada vez mais padronizada aos diversos países e regiões do mundo, para obter o apoio político e econômico dos governos centrais e dos organismos internacionais. Trata-se também de políticas macroeconômicas de estabilização acompanhadas de reformas estruturais liberalizantes. Essas reformas estruturais de cunho neoliberal centradas na desregulamentação dos mercados, na abertura comercial e financeira, na privatização do setor público e na redução do Estado assumem uma convergência forçada nas medidas recomendadas pelo Banco Mundial, que ganham força de doutrina constituída, aceita por praticamente todos os países. (SOARES, 2003, p.19). [2] Desenvolvimento Sustentável é o que atende às necessidades do desenvolvimento no presente sem comprometer a capacidade das gerações futuras de atender as suas próprias necessidades. (CASTRO, N. GORGONIO, A. S. GUEDES, D. M. REEBERG, J. H. SILVA, J.P.M. Metodologia SEBRAE para implementação de gestão ambiental micro e pequenas empresas, 1ed. Brasília, 2004, p.35)

10 [3] Último período da Era Cenozóica que ficou conhecido como Idade da Pedra Polida, e que começou por volta de uns 8000 anos a.c. Caracterizou-se pelo desenvolvimento da agricultura e da domesticação de animais, o que facilitou a fixação das populações e o surgimento de uma incipiente estruturação social. (SOARES, J. L. Dicionário de Biologia: etimológico e circunstanciado, 1 ed. São Paulo, 2005, p.312) [4] A Lei N.º 6.938, com base nos incisos VI e VII do Art. 23 e no Art. 235 da Constituição, estabelece a Política Nacional de Meio.

ESTA PALESTRA NÃO PODERÁ SER REPRODUZIDA SEM A REFERÊNCIA DO AUTOR.

ESTA PALESTRA NÃO PODERÁ SER REPRODUZIDA SEM A REFERÊNCIA DO AUTOR. ESTA PALESTRA NÃO PODERÁ SER REPRODUZIDA SEM A REFERÊNCIA DO AUTOR. ÉTICA E SERVIÇO SOCIAL: Elementos para uma breve reflexão e debate. Perspectiva de Análise Teoria Social Crítica (Marx e alguns marxistas)

Leia mais

O SERVIÇO SOCIAL BRASILEIRO E OS REBATIMENTOS DAS TRANSFORMAÇÕES CONTEMPORÂNEAS: A DIMENSÃO POLÍTICA DA PROFISSÃO

O SERVIÇO SOCIAL BRASILEIRO E OS REBATIMENTOS DAS TRANSFORMAÇÕES CONTEMPORÂNEAS: A DIMENSÃO POLÍTICA DA PROFISSÃO O SERVIÇO SOCIAL BRASILEIRO E OS REBATIMENTOS DAS TRANSFORMAÇÕES CONTEMPORÂNEAS: A DIMENSÃO POLÍTICA DA PROFISSÃO Evelyn Secco Faquin Resumo: O presente trabalho tem como objeto o Serviço Social brasileiro,

Leia mais

A CATEGORIA TRABALHO E O SERVIÇO SOCIAL: PORQUE SERVIÇO SOCIAL NÃO É TRABALHO Luciana Sátiro Silva 1 Universidade Estadual do Ceará-UECE

A CATEGORIA TRABALHO E O SERVIÇO SOCIAL: PORQUE SERVIÇO SOCIAL NÃO É TRABALHO Luciana Sátiro Silva 1 Universidade Estadual do Ceará-UECE A CATEGORIA TRABALHO E O SERVIÇO SOCIAL: PORQUE SERVIÇO SOCIAL NÃO É TRABALHO Luciana Sátiro Silva 1 Universidade Estadual do Ceará-UECE GT 3 Trabalho e produção no capitalismo contemporâneo O Serviço

Leia mais

OS PROCESSOS DE TRABALHO DO SERVIÇO SOCIAL EM UM DESENHO CONTEMPORÂNEO

OS PROCESSOS DE TRABALHO DO SERVIÇO SOCIAL EM UM DESENHO CONTEMPORÂNEO OS PROCESSOS DE TRABALHO DO SERVIÇO SOCIAL EM UM DESENHO CONTEMPORÂNEO Karen Ramos Camargo 1 Resumo O presente artigo visa suscitar a discussão acerca dos processos de trabalho do Serviço Social, relacionados

Leia mais

REFLEXÕES SOBRE A QUESTÃO SOCIAL

REFLEXÕES SOBRE A QUESTÃO SOCIAL TEORIA MARXISTA NA COMPREENSÃO DA SOCIEDADE CAPITALISTA Disciplina: QUESTÃO E SERVIÇO Professora: Maria da Graça Maurer Gomes Türck Fonte: AS Maria da Graça Türck 1 Que elementos são constitutivos importantes

Leia mais

DESIGUALDADE SOCIAL E CAPITALISMO: os limites da igualdade sob a ordem burguesa

DESIGUALDADE SOCIAL E CAPITALISMO: os limites da igualdade sob a ordem burguesa DESIGUALDADE SOCIAL E CAPITALISMO: os limites da igualdade sob a ordem burguesa Joseane Gomes Figueiredo 1 RESUMO: O presente artigo tem como objetivo discutir as raízes materiais da desigualdade social

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA FARROUPILHA PRÓ-REITORIA DE EXTENSÃO

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA FARROUPILHA PRÓ-REITORIA DE EXTENSÃO SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA FARROUPILHA PRÓ-REITORIA DE EXTENSÃO ANEXO I. PROJETO DE CURTA DURAÇÃO 1. IDENTIFICAÇÃO 1.1 Título do

Leia mais

Katia Luciana Sales Ribeiro Keila de Souza Almeida José Nailton Silveira de Pinho. Resenha: Marx (Um Toque de Clássicos)

Katia Luciana Sales Ribeiro Keila de Souza Almeida José Nailton Silveira de Pinho. Resenha: Marx (Um Toque de Clássicos) Katia Luciana Sales Ribeiro José Nailton Silveira de Pinho Resenha: Marx (Um Toque de Clássicos) Universidade Estadual de Montes Claros / UNIMONTES abril / 2003 Katia Luciana Sales Ribeiro José Nailton

Leia mais

FAMILIAS RIBEIRINHAS MORADORAS DAS RESERVAS DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTAVEL NO AMAZONAS: UMA REFLEXAO SOBRE O PROGRAMA BOLSA FLORESTA

FAMILIAS RIBEIRINHAS MORADORAS DAS RESERVAS DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTAVEL NO AMAZONAS: UMA REFLEXAO SOBRE O PROGRAMA BOLSA FLORESTA FAMILIAS RIBEIRINHAS MORADORAS DAS RESERVAS DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTAVEL NO AMAZONAS: UMA REFLEXAO SOBRE O PROGRAMA BOLSA FLORESTA Joselene Gomes de Souza 1 RESUMO Este artigo apresenta uma reflexão

Leia mais

MIGRAÇÃO E RELAÇÃO CAMPO-CIDADE 1

MIGRAÇÃO E RELAÇÃO CAMPO-CIDADE 1 MIGRAÇÃO E RELAÇÃO CAMPO-CIDADE 1 Débora Aparecida Tombini* Marcos Aurélio Saquet** INTRODUÇÃO Desde o surgimento da vida humana na Terra até o início do século XIX, a população cresceu em ritmo lento

Leia mais

PROGRAMA DE GESTÃO AMBIENTAL SEBRAE - SP

PROGRAMA DE GESTÃO AMBIENTAL SEBRAE - SP PROGRAMA DE GESTÃO AMBIENTAL SEBRAE - SP DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL desenvolvimento que satisfaz as necessidades do presente sem comprometer a capacidade das futuras gerações satisfazerem suas próprias

Leia mais

ENQUADRAMENTO DE CORPOS COMO INSTRUMENTO DE PLANEJAMENTO PARA O DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL REGIONAL

ENQUADRAMENTO DE CORPOS COMO INSTRUMENTO DE PLANEJAMENTO PARA O DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL REGIONAL ENQUADRAMENTO DE CORPOS COMO INSTRUMENTO DE PLANEJAMENTO PARA O DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL REGIONAL EDMILSON COSTA TEIXEIRA LabGest GEARH / UFES (edmilson@npd.ufes.br) DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL? [COMISSÃO

Leia mais

3 O Serviço Social no setor de ONGs

3 O Serviço Social no setor de ONGs 3 O Serviço Social no setor de ONGs Uma análise sobre a atuação do assistente social em organizações não governamentais (ONGs) deve partir da reflexão sobre a configuração da sociedade civil brasileira,

Leia mais

Ciências Humanas e Suas Tecnologias - Geografia Ensino Médio, 3º Ano Principais Conferências Internacionais sobre o Meio Ambiente

Ciências Humanas e Suas Tecnologias - Geografia Ensino Médio, 3º Ano Principais Conferências Internacionais sobre o Meio Ambiente Ciências Humanas e Suas Tecnologias - Geografia Ensino Médio, 3º Ano Principais Conferências Internacionais sobre o Meio Ambiente Prof. Claudimar Fontinele Em dois momentos a ONU reuniu nações para debater

Leia mais

Ingrid Maria Furlan Öberg

Ingrid Maria Furlan Öberg Desenvolvimento Sustentável Gestão Ambiental Ingrid Maria Furlan Öberg Relação Homem x Ambiente no modelo de desenvolvimento da sociedade moderna NATUREZA Fonte de recursos ilimitados Depósito de resíduos

Leia mais

ANÁLISE GEOGRÁFICA DA RELAÇÃO SOCIEDADE/NATUREZA

ANÁLISE GEOGRÁFICA DA RELAÇÃO SOCIEDADE/NATUREZA ANÁLISE GEOGRÁFICA DA RELAÇÃO SOCIEDADE/NATUREZA BIANCHI, Aline Barrim Universidade Federal de Santa Maria UFSM Centro de Ciências Naturais e Exatas CCNE Curso de Geografia Licenciatura email: alinebarrim@gmail.com

Leia mais

A BIODIVERSIDADE NO DIREITO AMBIENTAL INTERNACIONAL E A DIGNIDADE HUMANA

A BIODIVERSIDADE NO DIREITO AMBIENTAL INTERNACIONAL E A DIGNIDADE HUMANA A BIODIVERSIDADE NO DIREITO AMBIENTAL INTERNACIONAL E A DIGNIDADE HUMANA Almeida S. S. (1) ; Pereira, M. C. B. (1) savio_eco@hotmail.com (1) Universidade Federal de Pernambuco UFPE, Recife PE, Brasil.

Leia mais

TRATADO SOBRE AGRICULTURA SUSTENTÁVEL PREÂMBULO

TRATADO SOBRE AGRICULTURA SUSTENTÁVEL PREÂMBULO [25] TRATADO SOBRE AGRICULTURA SUSTENTÁVEL PREÂMBULO Entendendo que: 1. O sistema sócio-econômico e político internacionalmente dominante, ao qual se articula o modelo industrial de produção agrícola e

Leia mais

PROVA DE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS Cód. 19/A

PROVA DE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS Cód. 19/A 9 PROVA DE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS Cód. 19/A QUESTÃO 16 O Capítulo II das Entidades de Atendimento ao Idoso, da Lei nº 10.741, de 2003, que dispõe sobre o Estatuto do Idoso, coloca no Parágrafo Único

Leia mais

Conexões entre o estranhamento e o capitalismo

Conexões entre o estranhamento e o capitalismo Conexões entre o estranhamento e o capitalismo Stênio Eduardo de Sousa Alves Universidade Federal de Uberlândia stenioche@yahoo.com.br Resumo Nos marcos de uma sociedade capitalista globalizada em que

Leia mais

Centro Português de Investigação em História e Trabalho Social 1

Centro Português de Investigação em História e Trabalho Social 1 Centro Português de Investigação em História e Trabalho Social 1 Serviço Social e Projeto Ético-político: desafios à categoria profissional 1 Mileni Alves Secon 2 1- Introdução: O Serviço Social e contradição

Leia mais

SERVIÇO SOCIAL E DO MEIO AMBIENTE: um debate necessário

SERVIÇO SOCIAL E DO MEIO AMBIENTE: um debate necessário SERVIÇO SOCIAL E DO MEIO AMBIENTE: um debate necessário SILVA, IVANNA SILIANA DO NASCIMENTO 1, ALVES, MARIA GERALDA 2, SILVA, IRBIA SONALY DO NASCIMENTO 3, NASCIMENTO, MARIA ANAZUILA 4, LEANDRO, DARLANIA

Leia mais

O Assistente Social como trabalhador da saúde

O Assistente Social como trabalhador da saúde III SEMINÁRIO POLÍTICAS SOCIAIS E CIDADANIA AUTOR DO TEXTO: Taciani Pelizaro Cintra O Assistente Social como trabalhador da saúde RESUMO: Este trabalho visa mostrar a trajetória e a importância do trabalho

Leia mais

NOÇÕES DE LEGISLAÇÃO AMBIENTAL CURSO: ENGENHARIA CIVIL DISCIPLINA: CIÊNCIA DO AMBIENTE PROFESSOR: RAMON LAMAR PARTE III 05/11/2015

NOÇÕES DE LEGISLAÇÃO AMBIENTAL CURSO: ENGENHARIA CIVIL DISCIPLINA: CIÊNCIA DO AMBIENTE PROFESSOR: RAMON LAMAR PARTE III 05/11/2015 CURSO: ENGENHARIA CIVIL DISCIPLINA: CIÊNCIA DO AMBIENTE PROFESSOR: RAMON LAMAR PARTE III LEGISLAÇÃO AMBIENTAL NOÇÕES DE LEGISLAÇÃO AMBIENTAL Lei nº 6.938, de 31 de agosto de 1981, conhecida como Política

Leia mais

A PRECARIZAÇÃO DAS RELAÇÕES TRABALHISTAS E O DEBATE DA CONSCIÊNCIA DE CLASSE

A PRECARIZAÇÃO DAS RELAÇÕES TRABALHISTAS E O DEBATE DA CONSCIÊNCIA DE CLASSE II Semana de Economia Política GT 3 Trabalho e produção no capitalismo contemporâneo A PRECARIZAÇÃO DAS RELAÇÕES TRABALHISTAS E O DEBATE DA CONSCIÊNCIA DE CLASSE Resumo Inaê Soares Oliveira 1 Lohana Lemos

Leia mais

O trabalho do Assistente Social na educação: Desafios atuais e o compromisso com o projeto ético-político profissional

O trabalho do Assistente Social na educação: Desafios atuais e o compromisso com o projeto ético-político profissional O trabalho do Assistente Social na educação: Desafios atuais e o compromisso com o projeto ético-político profissional Autoras: Valdenice José Raimundo 1 Sandra Carla Lima 2 Ana Claudia Galvão Matos 3

Leia mais

INSTITUTO INTERNACIONAL DE EDUCAÇÃO DO BRASIL PROJETO AMAPÁ SUSTENTÁVEL. Programa de Formação de Lideranças do Amapá FormAção.

INSTITUTO INTERNACIONAL DE EDUCAÇÃO DO BRASIL PROJETO AMAPÁ SUSTENTÁVEL. Programa de Formação de Lideranças do Amapá FormAção. INSTITUTO INTERNACIONAL DE EDUCAÇÃO DO BRASIL PROJETO AMAPÁ SUSTENTÁVEL Programa de Formação de Lideranças do Amapá FormAção Edital de Seleção Março de 2015 Realização Apoio 2...esgotada a palavra de sua

Leia mais

REGISTRE SEUS DADOS ESCOLA: ALUNO: Prezados alunos e professores!

REGISTRE SEUS DADOS ESCOLA: ALUNO: Prezados alunos e professores! 1 Prezados alunos e professores! O livro Somos os Senhores do Planeta é fruto de um trabalho didático que tem por objetivo reunir em uma única publicação temas sobre o meio ambiente, são textos de fácil

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Coordenação de Biblioteca SOLENIDADE DE LANÇAMENTO DO SISTEMA

Leia mais

As Questões Ambientais do Brasil

As Questões Ambientais do Brasil As Questões Ambientais do Brasil Unidades de conservação de proteção integral Existem cinco tipos de unidades de conservação de proteção integral. As unidades de proteção integral não podem ser habitadas

Leia mais

A CATEGORIA MEDIAÇÃO E O PROCESSO DE TRABALHO NO SERVIÇO SOCIAL: uma relação possível?

A CATEGORIA MEDIAÇÃO E O PROCESSO DE TRABALHO NO SERVIÇO SOCIAL: uma relação possível? A CATEGORIA MEDIAÇÃO E O PROCESSO DE TRABALHO NO SERVIÇO SOCIAL: uma relação possível? Michelle CAVALLI 1 RESUMO: O presente artigo pretende discutir sobre as reflexões referentes à polêmica que permeia

Leia mais

Rede de Áreas Protegidas, Turismo e Inclusão Social: de uma perspectiva da América do Sul para uma perspectiva global

Rede de Áreas Protegidas, Turismo e Inclusão Social: de uma perspectiva da América do Sul para uma perspectiva global Rede de Áreas Protegidas, Turismo e Inclusão Social: de uma perspectiva da América do Sul para uma perspectiva global (texto extraído da publicação IRVING, M.A.; BOTELHO, E.S.; SANCHO, A.; MORAES, E &

Leia mais

SUSTENTABILIDADE AMBIENTAL E DESENVOLVIMENTO SOCIAL: REFLEXÕES SOBRE A PRÁTICA DO ASSISTENTE SOCIAL

SUSTENTABILIDADE AMBIENTAL E DESENVOLVIMENTO SOCIAL: REFLEXÕES SOBRE A PRÁTICA DO ASSISTENTE SOCIAL SUSTENTABILIDADE AMBIENTAL E DESENVOLVIMENTO SOCIAL: REFLEXÕES SOBRE A PRÁTICA DO ASSISTENTE SOCIAL ASSIS, Luana Rambo CENCI, Daniel Rubens Resumo: O presente trabalho tem a pretensão de refletir acerca

Leia mais

COLÉGIO MARISTA - PATOS DE MINAS 3º ANO DO ENSINO MÉDIO - 2013 Professor (a): ROGÉRIO MANOEL FERREIRA. 2ª Recuperação Autônoma Questões de SOCIOLOGIA

COLÉGIO MARISTA - PATOS DE MINAS 3º ANO DO ENSINO MÉDIO - 2013 Professor (a): ROGÉRIO MANOEL FERREIRA. 2ª Recuperação Autônoma Questões de SOCIOLOGIA COLÉGIO MARISTA - PATOS DE MINAS 3º ANO DO ENSINO MÉDIO - 23 Professor (a): ROGÉRIO MANOEL FERREIRA 2ª Recuperação Autônoma Questões de SOCIOLOGIA Questão - Sobre o significado de consciência coletiva

Leia mais

Políticas públicas de meio ambiente na implementação de procedimentos de controle e gestão ambiental na indústria.

Políticas públicas de meio ambiente na implementação de procedimentos de controle e gestão ambiental na indústria. Políticas públicas de meio ambiente na implementação de procedimentos de controle e gestão ambiental na indústria. Edson José Duarte 1 Universidade Federal de Goiás/Campos catalão Email: edsonduartte@hotmail.com

Leia mais

SEQUÊNCIA DIDÁTICA PODCAST CIÊNCIAS HUMANAS

SEQUÊNCIA DIDÁTICA PODCAST CIÊNCIAS HUMANAS SEQUÊNCIA DIDÁTICA PODCAST CIÊNCIAS HUMANAS Título do Podcast Área Segmento Duração Consumo, consumismo e impacto humano no meio ambiente Ciências Humanas Ensino Fundamental; Ensino Médio 6min29seg Habilidades:

Leia mais

DECLARAÇAO DE NYÉLÉNY FÓRUM MUNDIAL PELA SOBERANIA ALIMENTAR

DECLARAÇAO DE NYÉLÉNY FÓRUM MUNDIAL PELA SOBERANIA ALIMENTAR DECLARAÇAO DE NYÉLÉNY FÓRUM MUNDIAL PELA SOBERANIA ALIMENTAR Nyéléni, Selingue, Malí Quarta-feira 28 de fevereiro de 2007 Nós, mais de 500 representantes de mais de 80 paises, de organizações camponesas,

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS FACULDADE DE EDUCAÇÃO PESQUISA OBSERVATÓRIO DA EDUCAÇÃO REDE MUNICIPAL DA EDUCAÇÃO DE GOIÂNIA

UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS FACULDADE DE EDUCAÇÃO PESQUISA OBSERVATÓRIO DA EDUCAÇÃO REDE MUNICIPAL DA EDUCAÇÃO DE GOIÂNIA UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS FACULDADE DE EDUCAÇÃO PESQUISA OBSERVATÓRIO DA EDUCAÇÃO REDE MUNICIPAL DA EDUCAÇÃO DE GOIÂNIA ESCOLA MUNICIPAL JALLES MACHADO DE SIQUEIRA PROFESSORA BOLSISTA ROSA CRISTINA

Leia mais

ECONOMIA SOLIDÁRIA Embrião de uma nova sociedade

ECONOMIA SOLIDÁRIA Embrião de uma nova sociedade ECONOMIA SOLIDÁRIA Embrião de uma nova sociedade Economia Lenita Gripa - ICF O termo ECONOMIA vem do grego OIKOS = CASA e NOMOS = NORMAS ou LEI. Economia é a arte de cuidar da casa; normas, jeito, maneira

Leia mais

Política Nacional de Meio Ambiente

Política Nacional de Meio Ambiente Política Nacional de Meio Ambiente O Brasil, maior país da América Latina e quinto do mundo em área territorial, compreendendo 8.511.996 km 2, com zonas climáticas variando do trópico úmido a áreas temperadas

Leia mais

ONGs republicanas e democráticas em um novo cenário político

ONGs republicanas e democráticas em um novo cenário político ONGs republicanas e democráticas em um novo cenário político Silvio Caccia Bava Silvio Caccia Bava é sociólogo, coordenador executivo do Instituto Pólis e membro do Conselho Nacional de Segurança Alimentar

Leia mais

As determinações do trabalho no modo de produção capitalista

As determinações do trabalho no modo de produção capitalista As determinações do trabalho no modo de produção capitalista Amanda Larissa Magalhães Ferreira 1 Luciene de Barros correia Teotonio 2 Sanney Karoliny Calixto Barbosa 3 Resumo: O presente artigo tem como

Leia mais

PERSPECTIVAS DA EDUCAÇÃO AMBIENTAL QUANDO ANALISADA SOB A CÁTEDRA FORMAL Terezinha Corrêa Lindino UNIOESTE

PERSPECTIVAS DA EDUCAÇÃO AMBIENTAL QUANDO ANALISADA SOB A CÁTEDRA FORMAL Terezinha Corrêa Lindino UNIOESTE 1 PERSPECTIVAS DA EDUCAÇÃO AMBIENTAL QUANDO ANALISADA SOB A CÁTEDRA FORMAL Terezinha Corrêa Lindino UNIOESTE Resumo O presente trabalho procura vincular a Educação formal aos princípios da Educação Ambiental

Leia mais

Meio Ambiente e Governança Global: da Declaração Universal sobre Bioética e Direitos Humanos ao pós-rio+20

Meio Ambiente e Governança Global: da Declaração Universal sobre Bioética e Direitos Humanos ao pós-rio+20 Ciclo de Debates sobre Bioética, Diplomacia e Saúde Pública Meio Ambiente e Governança Global: da Declaração Universal sobre Bioética e Direitos Humanos ao pós-rio+20 Samira Santana de Almeida 1 RELATÓRIO

Leia mais

A QUESTÃO DA POBREZA NA SOCIEDADE DE CLASSES E SEU ACIRRAMENTO NO NEOLIBERALISMO

A QUESTÃO DA POBREZA NA SOCIEDADE DE CLASSES E SEU ACIRRAMENTO NO NEOLIBERALISMO A QUESTÃO DA POBREZA NA SOCIEDADE DE CLASSES E SEU ACIRRAMENTO NO NEOLIBERALISMO Maria Cristina de Souza ¹ Possui graduação em Serviço Social pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas -PUCCAMP(1988),

Leia mais

MEIO AMBIENTE E VIDA TEXTO PARA A CAMINHADA DE CORPUS CRISTI A VIDA AMEAÇADA...

MEIO AMBIENTE E VIDA TEXTO PARA A CAMINHADA DE CORPUS CRISTI A VIDA AMEAÇADA... MEIO AMBIENTE E VIDA TEXTO PARA A CAMINHADA DE CORPUS CRISTI Daniel Cenci A VIDA AMEAÇADA... A vida é sempre feita de escolhas. A qualidade de vida resulta das escolhas que fazemos a cada dia. É assim

Leia mais

RESPONSABILIDADE SOCIAMBIENTAL Uma estratégia para o aumento de receita financeira nas empresas.

RESPONSABILIDADE SOCIAMBIENTAL Uma estratégia para o aumento de receita financeira nas empresas. RESPONSABILIDADE SOCIAMBIENTAL Uma estratégia para o aumento de receita financeira nas empresas. Clayton Queiroz Coutinho A questão da responsabilidade socioambiental é um tema polêmico e dinâmico no mundo

Leia mais

TRATRADO DE ÁGUA DOCE O CENÁRIO INTERNACIONAL E A PROBLEMÁTICA DA ÁGUA, MEIO AMBIENTE E DESENVOLVIMENTO

TRATRADO DE ÁGUA DOCE O CENÁRIO INTERNACIONAL E A PROBLEMÁTICA DA ÁGUA, MEIO AMBIENTE E DESENVOLVIMENTO [27] TRATRADO DE ÁGUA DOCE O CENÁRIO INTERNACIONAL E A PROBLEMÁTICA DA ÁGUA, MEIO AMBIENTE E DESENVOLVIMENTO 1. Nos últimos anos a maioria dos países enfrentou grave crise econômica, que gerou um grande

Leia mais

MATERIAL DE DIVULGAÇÃO DA EDITORA MODERNA

MATERIAL DE DIVULGAÇÃO DA EDITORA MODERNA MATERIAL DE DIVULGAÇÃO DA EDITORA MODERNA Professor, nós, da Editora Moderna, temos como propósito uma educação de qualidade, que respeita as particularidades de todo o país. Desta maneira, o apoio ao

Leia mais

RECURSOS HÍDRICOS URBANOS - PROPOSTA DE UM MODELO DE PLANEJAMENTO E GESTÃO INTEGRADA E PARTICIPATIVA NO MUNICÍPIO DE MANAUS - AM.

RECURSOS HÍDRICOS URBANOS - PROPOSTA DE UM MODELO DE PLANEJAMENTO E GESTÃO INTEGRADA E PARTICIPATIVA NO MUNICÍPIO DE MANAUS - AM. RECURSOS HÍDRICOS URBANOS - PROPOSTA DE UM MODELO DE PLANEJAMENTO E GESTÃO INTEGRADA E PARTICIPATIVA NO MUNICÍPIO DE MANAUS - AM. Andréa Viviana Waichman* João Tito Borges** INTRODUÇÃO Nas últimas décadas

Leia mais

EDUCAÇÃO ESCOLAR E TRABALHO NO CONTEXTO NEOLIBERAL

EDUCAÇÃO ESCOLAR E TRABALHO NO CONTEXTO NEOLIBERAL EDUCAÇÃO ESCOLAR E TRABALHO NO CONTEXTO NEOLIBERAL Débora Baptista da Rocha Segantine 1 Janete Bernardo do Nascimento Marcelino 2 1. INTRODUÇÃO Aproximar nessa discussão educação escolar e trabalho, se

Leia mais

O ENSINO DE GEOGRAFIA NA EDUCAÇÃO DO CAMPO: A PERSPECTIVA 1 DO TERRITÓRIO

O ENSINO DE GEOGRAFIA NA EDUCAÇÃO DO CAMPO: A PERSPECTIVA 1 DO TERRITÓRIO O ENSINO DE GEOGRAFIA NA EDUCAÇÃO DO CAMPO: A PERSPECTIVA 1 DO TERRITÓRIO TESSMANN, Jéssica Moara da Cunha Universidade Federal de Pelotas UFPel (jessica_tessmann@hotmail.com) DAL MOLIN, Adriana Universidade

Leia mais

RESUMO: REPRESENTAÇÃO AMBIENTAL NO ENSINO FORMAL: A NECESSIDADE DE SENTIR-SE PARTE

RESUMO: REPRESENTAÇÃO AMBIENTAL NO ENSINO FORMAL: A NECESSIDADE DE SENTIR-SE PARTE RESUMO: REPRESENTAÇÃO AMBIENTAL NO ENSINO FORMAL: A NECESSIDADE DE SENTIR-SE PARTE Diante da necessidade de proporcionar uma reflexão sobre o tema Meio Ambiente no ensino formal, esse trabalho tem por

Leia mais

AS IMPLICAÇÕES DA PAISAGEM NO AUXÍLIO DA EDUCAÇÃO AMBIENTAL

AS IMPLICAÇÕES DA PAISAGEM NO AUXÍLIO DA EDUCAÇÃO AMBIENTAL AS IMPLICAÇÕES DA PAISAGEM NO AUXÍLIO DA EDUCAÇÃO AMBIENTAL Wallace Matheus Torres Peres / UERJ w.matheustorres@bol.com.br Renan Caldas Galhardo Azevedo / UERJ renan.azevedo08@outlook.com INTRODUÇÃO O

Leia mais

SUSTENTABILIDADE AMBIENTAL E SERVIÇO SOCIAL: PENSANDO A ATUAÇÃO DO ASSISTENTE SOCIAL COMO EDUCADOR AMBIENTAL INTRODUÇÃO

SUSTENTABILIDADE AMBIENTAL E SERVIÇO SOCIAL: PENSANDO A ATUAÇÃO DO ASSISTENTE SOCIAL COMO EDUCADOR AMBIENTAL INTRODUÇÃO V SIMPÓSIO REGIONAL DE FORMACAO PROFISSIONAL 1 E XXI SUSTENTABILIDADE AMBIENTAL E SERVIÇO SOCIAL: PENSANDO A ATUAÇÃO DO ASSISTENTE SOCIAL COMO EDUCADOR AMBIENTAL Emilio Teodoro Reckzielgel da Silva 1 Roseli

Leia mais

Crescimento versus Desenvolvimento- O termo Desenvolvimento Sustentável

Crescimento versus Desenvolvimento- O termo Desenvolvimento Sustentável Crescimento versus Desenvolvimento- O termo Desenvolvimento Sustentável 1 A grande preocupação dos países sempre foi e continua sendo com o crescimento econômico, crescimento do PIB etc... Um país ou mesmo

Leia mais

ÁREA TEMÁTICA: MEIO AMBIENTE

ÁREA TEMÁTICA: MEIO AMBIENTE TÍTULO: TREINAMENTO PARA AUTO-SUSTENTABILIDADE E AUTOGESTÃO ASSOCIAÇÃO DE TREINAMENTO E COSTURA DE SÃO DOMINGOS/ BREJO DA MADRE DE DEUS/PE AUTORES: Adriana Lima de Carvalho (adriana-carvalho@ig.com.br),

Leia mais

SERVIÇO SOCIAL. Disciplina: Metodologia Científica. Número de créditos: 04. Carga horária: 80

SERVIÇO SOCIAL. Disciplina: Metodologia Científica. Número de créditos: 04. Carga horária: 80 Disciplina: Metodologia Científica SERVIÇO SOCIAL Ementa: Finalidade da metodologia científica. Importância da metodologia Número âmbito das ciências. Metodologia de estudos. O conhecimento e suas formas.

Leia mais

O TRABALHO DO ASSISTENTE SOCIAL

O TRABALHO DO ASSISTENTE SOCIAL O TRABALHO DO ASSISTENTE SOCIAL Mileni Alves Secon 1 Resumo: O Serviço Social tem seu surgimento marcado pela consolidação do sistema capitalista, no momento de sua manifestação como monopólios marcado

Leia mais

Desenvolvimento e Sustentabilidade Ambiental. Subgrupo 3

Desenvolvimento e Sustentabilidade Ambiental. Subgrupo 3 PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA PR SECRETARIA DE RELAÇÕES INSTITUCIONAIS SRI SECRETARIA DO CONSELHO DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO E SOCIAL SEDES CONSELHO DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO E SOCIAL CDES CONTRIBUIÇÃODO

Leia mais

CONCEITO DE ASSISTÊNCIA E ASSISTENCIALISMO

CONCEITO DE ASSISTÊNCIA E ASSISTENCIALISMO CONCEITO DE ASSISTÊNCIA E ASSISTENCIALISMO Solange Silva dos Santos Fidelis 1 Este trabalho foi elaborado no ano de 2004 como parte do trabalho de conclusão do curso de serviço social da Unioeste Campus

Leia mais

EVASÃO ESCOLAR: UMA EXPRESSÃO DA QUESTÃO SOCIAL NO CONTEXTO DA ESCOLA 1

EVASÃO ESCOLAR: UMA EXPRESSÃO DA QUESTÃO SOCIAL NO CONTEXTO DA ESCOLA 1 EVASÃO ESCOLAR: UMA EXPRESSÃO DA QUESTÃO SOCIAL NO CONTEXTO DA ESCOLA 1 KAEFER, Carin Otília 2 ; LEAL, Francine Ziegler 3. 1 Resultado de projeto de extensão do Curso de Serviço Social da UNIFRA. 2 Orientadora/

Leia mais

DECLARAÇÃO FINAL CÚPULA DOS POVOS NA RIO+20 POR JUSTIÇA SOCIAL E AMBIENTAL EM DEFESA DOS BENS COMUNS, CONTRA A MERCANTILIZAÇÃO DA VIDA.

DECLARAÇÃO FINAL CÚPULA DOS POVOS NA RIO+20 POR JUSTIÇA SOCIAL E AMBIENTAL EM DEFESA DOS BENS COMUNS, CONTRA A MERCANTILIZAÇÃO DA VIDA. DECLARAÇÃO FINAL CÚPULA DOS POVOS NA RIO+20 POR JUSTIÇA SOCIAL E AMBIENTAL EM DEFESA DOS BENS COMUNS, CONTRA A MERCANTILIZAÇÃO DA VIDA. Movimentos sociais e populares, sindicatos, povos, organizações da

Leia mais

Portfólio Easy to Learn SERVIÇO SOCIAL

Portfólio Easy to Learn SERVIÇO SOCIAL Portfólio Easy to Learn SERVIÇO SOCIAL ÍNDICE Pensamento Social...2 Movimentos Sociais e Serviço Social...2 Fundamentos do Serviço Social I...2 Leitura e Interpretação de Textos...3 Metodologia Científica...3

Leia mais

NOSSO PLANETA. O planeta Terra se caracteriza por uma história evolutiva complexa:

NOSSO PLANETA. O planeta Terra se caracteriza por uma história evolutiva complexa: NOSSO PLANETA O planeta Terra se caracteriza por uma história evolutiva complexa: Interações entre atmosfera, terra sólida, oceanos e a biosfera resultaram no desenvolvimento de uma grande e complexa variedade

Leia mais

Ambiente e. Sustentabilidade. Carlos Machado de Freitas

Ambiente e. Sustentabilidade. Carlos Machado de Freitas Saúde, Ambiente e Sustentabilidade ORIGEM DA VIDA NO PLANETA (4,5 bilhões a 600 milhões de anos atrás) DOS HOMINÍDEOS AOS HUMANOS (4,4 milhões à 100 mil anos atrás) FIM DA ERA GLACIAL E DOMESTICAÇÃO DA

Leia mais

COMUNICAÇÃO EM SAÚDE

COMUNICAÇÃO EM SAÚDE Fórum ONG/AIDS RS COMUNICAÇÃO EM SAÚDE Paulo Giacomini Porto Alegre, 30 de Outubro de 2014. Comunicação 1. Ação de comunicar, de tornar comum (à comunidade) uma informação (fato, dado, notícia); 2. Meio

Leia mais

TÍTULO: O SERVIÇO SOCIAL NA ÁREA PRIVADA E A ELABORAÇÃO DE PROJETOS SOCIAIS

TÍTULO: O SERVIÇO SOCIAL NA ÁREA PRIVADA E A ELABORAÇÃO DE PROJETOS SOCIAIS TÍTULO: O SERVIÇO SOCIAL NA ÁREA PRIVADA E A ELABORAÇÃO DE PROJETOS SOCIAIS CATEGORIA: EM ANDAMENTO ÁREA: CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS SUBÁREA: SERVIÇO SOCIAL INSTITUIÇÃO: UNIVERSIDADE DE RIBEIRÃO PRETO

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos DECRETO Nº 7.747, DE 5 DE JUNHO DE 2012 Institui a Política Nacional de Gestão Territorial e Ambiental de Terras Indígenas PNGATI,

Leia mais

LISTA DE EXERCÍCIOS 01

LISTA DE EXERCÍCIOS 01 LISTA DE EXERCÍCIOS 01 01 - (Unicamp 2014) Desde o período neolítico, os povos de distintas partes do mundo desenvolveram sistemas agrários próprios aproveitando as condições naturais de seus habitats

Leia mais

uma realidade de espoliação econômica e/ou ideológica. No mesmo patamar, em outros momentos, a negação da educação disseminada a todas as classes

uma realidade de espoliação econômica e/ou ideológica. No mesmo patamar, em outros momentos, a negação da educação disseminada a todas as classes 1 Introdução A ascensão do sistema capitalista forjou uma sociedade formatada e dividida pelo critério econômico. No centro das decisões econômicas, a classe proprietária de bens e posses, capaz de satisfazer

Leia mais

Dr. Luiz Carlos Aceti Júnior

Dr. Luiz Carlos Aceti Júnior Dr. Luiz Carlos Aceti Júnior Especialista em Direito Empresarial Ambiental Pós-graduado em Direito das Empresas Desenvolvimento Sustentável. Considera-se por desenvolvimento sustentável um conjunto complexo

Leia mais

UNIDADES DE CONSERVAÇÃO

UNIDADES DE CONSERVAÇÃO UNIDADES DE CONSERVAÇÃO espaço territorial e seus recursos ambientais, incluindo as águas jurisdicionais, com características naturais relevantes, legalmente instituído pelo Poder Público com objetivo

Leia mais

OS FUNDAMENTOS TEÓRICO-METODOLÓGICOS DO SERVIÇO SOCIAL NO SÉCULO XXI

OS FUNDAMENTOS TEÓRICO-METODOLÓGICOS DO SERVIÇO SOCIAL NO SÉCULO XXI OS FUNDAMENTOS TEÓRICO-METODOLÓGICOS DO SERVIÇO SOCIAL NO SÉCULO XXI Ariana Célis Leite Lívia Hernandes de Carvalho Lívia Moura Marinho Thiago Agenor dos Santos de Lima RESUMO: O presente artigo tem como

Leia mais

Gilcélia Batista de Gós 1. Maria Ivonete Soares Coelho 2 RESUMO

Gilcélia Batista de Gós 1. Maria Ivonete Soares Coelho 2 RESUMO Os programas sociais como instrumentos para efetivação dos direitos sociais: uma análise do programa de assistência técnica social e ambiental e a intervenção do (a) assistente social. Gilcélia Batista

Leia mais

O PROCESSO DE PRODUÇÃO/REPRODUÇÃO SOCIAL; TRABALHO E SOCIABILIDADE 1

O PROCESSO DE PRODUÇÃO/REPRODUÇÃO SOCIAL; TRABALHO E SOCIABILIDADE 1 Texto ABESS 23/06/06 18:35 1 O PROCESSO DE PRODUÇÃO/REPRODUÇÃO SOCIAL; TRABALHO E SOCIABILIDADE 1 Qual a relação entre os homens e a natureza? O que torna o ser social distinto da natureza? Por que o trabalho

Leia mais

TRATADO SOBRE AS ZONAS ÁRIDAS E SEMI-ÁRIDAS PREÂMBULO

TRATADO SOBRE AS ZONAS ÁRIDAS E SEMI-ÁRIDAS PREÂMBULO [30] TRATADO SOBRE AS ZONAS ÁRIDAS E SEMI-ÁRIDAS PREÂMBULO 1. As zonas áridas e semi-áridas constituem um conjunto de formações naturais complexas, dispersas em vários pontos do planeta e muito diferenciadas

Leia mais

Serviço Social e o Trabalho Social em Habitação de Interesse Social. Tânia Maria Ramos de Godoi Diniz Novembro de 2015

Serviço Social e o Trabalho Social em Habitação de Interesse Social. Tânia Maria Ramos de Godoi Diniz Novembro de 2015 Serviço Social e o Trabalho Social em Habitação de Interesse Social Tânia Maria Ramos de Godoi Diniz Novembro de 2015 Sobre o trabalho social O trabalho social nos programas de, exercido pelo (a) assistente

Leia mais

BIODIVERSIDADE E MANEJO SUSTENTÁVEL DA FLORESTA TROPICAL 1 BIODIVERSIDADE

BIODIVERSIDADE E MANEJO SUSTENTÁVEL DA FLORESTA TROPICAL 1 BIODIVERSIDADE BIODIVERSIDADE E MANEJO SUSTENTÁVEL DA FLORESTA TROPICAL 1 João Artur Silva 2 Márcio Ribeiro² Wilson Junior Weschenfelder² BIODIVERSIDADE Modelos de Diversidade A diversidade biológica varia fortemente

Leia mais

IMAGEM TÉCNICA, PRODUÇÃO DE SUBJETIVIDADE E PESQUISA EM CIÊNCIAS HUMANAS: DESAFIOS METODOLÓGICOS

IMAGEM TÉCNICA, PRODUÇÃO DE SUBJETIVIDADE E PESQUISA EM CIÊNCIAS HUMANAS: DESAFIOS METODOLÓGICOS IMAGEM TÉCNICA, PRODUÇÃO DE SUBJETIVIDADE E PESQUISA EM CIÊNCIAS HUMANAS: DESAFIOS METODOLÓGICOS Aluno: Lucas Boscacci Pereira Lima da Silva Orientadora: Solange Jobim e Souza Introdução Câmera como Instrumento

Leia mais

CLT.2002/WS/9 DECLARAÇÃO UNIVERSAL SOBRE A DIVERSIDADE CULTURAL

CLT.2002/WS/9 DECLARAÇÃO UNIVERSAL SOBRE A DIVERSIDADE CULTURAL CLT.2002/WS/9 DECLARAÇÃO UNIVERSAL SOBRE A DIVERSIDADE CULTURAL 2002 DECLARAÇÃO UNIVERSAL SOBRE A DIVERSIDADE CULTURAL A Conferência Geral, Reafirmando seu compromisso com a plena realização dos direitos

Leia mais

EXPERIÊNCIAS COLETIVAS POPULARES: PRÁTICAS SOCIAIS NASCIDAS NAS PERIFERIAS

EXPERIÊNCIAS COLETIVAS POPULARES: PRÁTICAS SOCIAIS NASCIDAS NAS PERIFERIAS Círculo de Cultura: Eixo 1 - A educação que emancipa frente às injustiças, desigualdades e vulnerabilidades. EXPERIÊNCIAS COLETIVAS POPULARES: PRÁTICAS SOCIAIS NASCIDAS NAS PERIFERIAS Cezar Luiz De Mari

Leia mais

SISTEMA NACIONAL DE UNIDADES DE CONSERVAÇÃO - SNUC

SISTEMA NACIONAL DE UNIDADES DE CONSERVAÇÃO - SNUC - SNUC PREVISÃO LEGAL Art. 225. Todos têm direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado, bem de uso comum do povo e essencial à sadia qualidade de vida, impondo-se ao Poder Público e àcoletividade

Leia mais

A PRÁTICA PROFISSIONAL NO ÂMBITO DA FORMAÇÃO PROFISSIONAL: UM ENFOQUE NOS INSTRUMENTOS E TÉCNICAS.

A PRÁTICA PROFISSIONAL NO ÂMBITO DA FORMAÇÃO PROFISSIONAL: UM ENFOQUE NOS INSTRUMENTOS E TÉCNICAS. A PRÁTICA PROFISSIONAL NO ÂMBITO DA FORMAÇÃO PROFISSIONAL: UM ENFOQUE NOS INSTRUMENTOS E TÉCNICAS. CLáudia Mônica dos Santos RESUMO: Esse estudo tem por objetivo conhecer como a prática profissional vem

Leia mais

Bioindicadores Ambientais (BAM36AM) Sistema Nacional de Unidades de Conservação

Bioindicadores Ambientais (BAM36AM) Sistema Nacional de Unidades de Conservação Bioindicadores Ambientais (BAM36AM) Sistema Nacional de Unidades de Conservação Unidades de Conservação SNUC Sistema Nacional de Unidades de Conservação Sistema Nacional de Unidades de Conservação Lei

Leia mais

O papel do Estado 20/3/2012

O papel do Estado 20/3/2012 O papel do Estado Na passagem do século XIX para o século XX Função Principal do Direito e Segurança garantia da liberdade da propriedade Século XIX nenhuma interferência na ordem natural da economia O

Leia mais

Movimentos Sociais: questões de gênero e educação na Experiência do MST

Movimentos Sociais: questões de gênero e educação na Experiência do MST Movimentos Sociais: questões de gênero e educação na Experiência do MST Djacira Maria de Oliveira Araujo 1 As relações de gênero decorrem de mudanças nas relações pessoais e embora as mudanças nas relações

Leia mais

ESTRATIFICAÇÃO SOCIAL

ESTRATIFICAÇÃO SOCIAL ESTRATIFICAÇÃO SOCIAL É muito comum ler em notas de jornais, revistas, internet sobre as classes sociais, geralmente são classificadas da seguinte maneira: classe A, B, C, D, E. No mês de julho de 2008,

Leia mais

EDITAL Nº 003/2009/BRA/06/032 CÓDIGO ARRANJOS PRODUTIVOS

EDITAL Nº 003/2009/BRA/06/032 CÓDIGO ARRANJOS PRODUTIVOS EDITAL Nº 003/2009/BRA/06/032 CÓDIGO ARRANJOS PRODUTIVOS O Projeto BRA/06/032 comunica aos interessados que estará procedendo à contratação de consultoria individual, na modalidade produto, para prestar

Leia mais

Biologia da Conservação. Disciplina: Biologia da Conservação Docente: Profa. Dra. Maria Elisa de Castro Almeida

Biologia da Conservação. Disciplina: Biologia da Conservação Docente: Profa. Dra. Maria Elisa de Castro Almeida Biologia da Conservação Disciplina: Biologia da Conservação Docente: Profa. Dra. Maria Elisa de Castro Almeida BIOLOGIA DA CONSERVAÇÃO Ciência multidisciplinar que foi desenvolvida como resposta à crise

Leia mais

LEGISLAÇÃO AMBIENTAL E FLORESTAL

LEGISLAÇÃO AMBIENTAL E FLORESTAL LEGISLAÇÃO AMBIENTAL E FLORESTAL PROFESSORA ENG. FLORESTAL CIBELE ROSA GRACIOLI OUTUBRO, 2014. OBJETIVOS DA DISCIPLINA DISCUTIR PRINCÍPIOS ÉTICOS QUESTÃO AMBIENTAL CONHECER A POLÍTICA E A LEGISLAÇÃO VOLTADAS

Leia mais

PROPOSTA DO PLANO DE AÇÃO DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL EM RECURSOS HÍDRICOS PARA O ESTADO DO PARÁ.

PROPOSTA DO PLANO DE AÇÃO DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL EM RECURSOS HÍDRICOS PARA O ESTADO DO PARÁ. PROPOSTA DO PLANO DE AÇÃO DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL EM RECURSOS HÍDRICOS PARA O ESTADO DO PARÁ. WALDELI ROZANE SILVA DE MESQUITA Secretaria Executiva de Ciência Tecnologia e Meio Ambiente, Núcleo de Hidrometeorologia

Leia mais

RESENHA CADERNO PENSAR ESTADO DE MINAS 09/04/05. Universidade, Globalização e a Ecologia dos Saberes

RESENHA CADERNO PENSAR ESTADO DE MINAS 09/04/05. Universidade, Globalização e a Ecologia dos Saberes RESENHA CADERNO PENSAR ESTADO DE MINAS 09/04/05 Universidade, Globalização e a Ecologia dos Saberes Leonardo Avritzer O Professor Boaventura de Sousa Santos é autor de uma obra que tem se tornado uma das

Leia mais

O Envelhecimento Populacional e as Repercussões na Política de Saúde e nas Famílias

O Envelhecimento Populacional e as Repercussões na Política de Saúde e nas Famílias O Envelhecimento Populacional e as Repercussões na Política de Saúde e nas Famílias Daiana de Aquino Hilario Machado * RESUMO: Neste artigo estaremos discutindo sobre as repercussões do envelhecimento

Leia mais

A FUNÇÃO SOCIAL DA EMPRESA SOB A ÓTICA DO DESENVOLVIMENTO

A FUNÇÃO SOCIAL DA EMPRESA SOB A ÓTICA DO DESENVOLVIMENTO A FUNÇÃO SOCIAL DA EMPRESA SOB A ÓTICA DO DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL Bruna Medeiros David de Souza Advogada. Pós-graduanda em Direito Civil pela Faculdade de Direito Milton Campos. A função social da

Leia mais

ENTRELAÇAMENTO DO CURRÍCULO DE CONHECIMENTOS

ENTRELAÇAMENTO DO CURRÍCULO DE CONHECIMENTOS PREFEITURA MUNICIPAL DE PAULÍNIA SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO ENTRELAÇAMENTO DO CURRÍCULO DE CONHECIMENTOS O foco do trabalho com conhecimentos o é o aluno entender a sociedade em que vive. Assim,

Leia mais

Pós-graduando em Educação Ambiental e Recursos Hídricos CRHEA/USP. Pós-graduanda em Educação Ambiental e Recursos Hídricos CRHEA/USP

Pós-graduando em Educação Ambiental e Recursos Hídricos CRHEA/USP. Pós-graduanda em Educação Ambiental e Recursos Hídricos CRHEA/USP EDUCAÇÃO AMBIENTAL COMO INSTRUMENTO DE PREVENÇÃO E RECUPERAÇÃO DE IMPACTOS CAUSADOS PELA POLUIÇÃO DAS ÁGUAS DA REPRESA DE FURNAS NO ENTORNO DO MUNICÍPIO DE ALFENAS-MG FÁBIO VIEIRA MARTINS Pós-graduando

Leia mais

A QUESTÃO DA REGULARIZAÇÃO FUNDIÁRIA NO BAIRRO SANGA FUNDA, PELOTAS, RS.

A QUESTÃO DA REGULARIZAÇÃO FUNDIÁRIA NO BAIRRO SANGA FUNDA, PELOTAS, RS. A QUESTÃO DA REGULARIZAÇÃO FUNDIÁRIA NO BAIRRO SANGA FUNDA, PELOTAS, RS. Carina da Silva UFPel, carinasg2013@gmail.com INTRODUÇÃO A atual sociedade capitalista tem como alicerce, que fundamenta sua manutenção,

Leia mais