QUALIDADE DE VIDA DOS PROFISSIONAIS DE ENFERMAGEM: UM DEBATE NECESSÁRIO

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "QUALIDADE DE VIDA DOS PROFISSIONAIS DE ENFERMAGEM: UM DEBATE NECESSÁRIO"

Transcrição

1 QUALIDADE DE VIDA DOS PROFISSIONAIS DE ENFERMAGEM: UM DEBATE NECESSÁRIO Gabriel Chaves Neto 1 Daiane Medeiros da Silva 2 Débora César de Souza Rodrigues 3 Eloíse Maria de Lima Gouveia 4 Lidiane Lima de Andrade 5 Eixo Temático: Empreendedorimo RESUMO Introdução: Apesar de ser um tema bastante discutido desde os primórdios da existência do homem, e às vezes se utilizar de outros nomes, o termo qualidade de vida ainda reúne certa ambiguidade de conceito, pois se trata de uma expressão bastante complexa e subjetiva. De essa forma empreender na qualidade de vida dos profissionais de enfermagem como também dos demais profissionais, consiste numa estratégia de melhorar a qualidade individual e coletiva desses profissionais. Objetivo: Considerando os aspectos acima mencionados, este estudo tem o objetivo de analisar os diversos conceitos de qualidade de vida presentes nos debates atuais através da produção científica nacional e internacional durante os últimos dez anos. Metodologia: Trata-se de uma pesquisa bibliográfica, valendo-se dos descritores em saúde: qualidade de vida, profissionais de enfermagem e dinâmica de trabalho, os quais foram posteriormente inseridos na base de dados Biblioteca Virtual em Saúde (BVS). Obtiveram-se 26 artigos, publicados entre os anos de 1999 e 2009, dos quais apenas dois atenderam ao objetivo proposto pelo estudo. Resultados: Os artigos selecionados mostraram que apesar da variabilidade individual dos conceitos de qualidade de vida encontrados em ambos os estudos, conseguiu-se abranger alguns aspectos considerados importantes para a manutenção e melhoria da qualidade de vida dos profissionais de enfermagem, como, por exemplo, a importância do reconhecimento do trabalho dos mesmos, o cuidado com o cuidador, evitando o desgaste físico e psicológico, uma melhor remuneração e boas condições de trabalho. Palavras-chave: qualidade de vida; profissionais de enfermagem; dinâmica de trabalho. INTRODUÇÃO Com as diversas mudanças ocorridas no processo de trabalho, principalmente após a revolução industrial, o homem passou a ser visto como máquina, cabendo-lhe, 1 Discente do Curso de Graduação em Enfermagem da Universidade Federal da Paraíba. 2 Bacharel em Enfermagem pela Universidade Federal da Paraíba. Mestranda do Programa de Pós- Graduação da Universidade Federal da Paraíba. 3 Bacharel em Enfermagem pela Universidade Federal da Paraíba. Discente da Licenciatutra Plena em Enfermagem pela UFPB. 4 Bacharel em Enfermagem pela Universidade Federal da Paraíba. Mestranda do Programa de Pós- Graduação da Universidade Federal da Paraíba. 5 Bacharel em Enfermagem pela Universidade Federal da Paraíba. Mestranda do Programa de Pós- Graduação da Universidade Federal da Paraíba.

2 muitas vezes, apenas a realização do procedimento, não importando o modo como essas pessoas trabalhavam, sua qualidade de vida, e sim que o objetivo do empregador fosse cumprido. Bem-estar e qualidade de vida sempre estiveram presentes nas discussões dos seres humanos, contudo, com o passar do tempo e com as mudanças culturais pelas quais passam a sociedade, esses termos foram ganhando conotações diferenciadas, sabendo-se, dessa maneira, que seus significados são relativos, dependendo de cada contexto e de cada indivíduo (1). Qualidade de vida abrange muito mais que a existência ou não de enfermidade, mas também nível de instrução, saneamento básico, saúde, satisfação e condições de trabalho, bem como, outros aspectos (2). Na ótica da Organização Mundial de Saúde (OMS) (3), a qualidade de vida se caracteriza como a percepção do indivíduo de acordo com a posição que o mesmo ocupa na vida, não em relação à posição social, mas referente ao seu contexto social, considerando a cultura, os valores, suas expectativas, preocupações, ou seja, levando-se em consideração as necessidades reais do indivíduo. Tal tema compreende tanto aspectos subjetivos, quanto objetivos do ser humano, compreendem a forma como cada indivíduo se sente física e psicologicamente e nas relações com o meio (4). Contudo, apesar do termo qualidade de vida ser um tema bastante discutido desde os primórdios da existência do homem, e às vezes se utilizar de outros nomes, visando objetivamente promover o contentamento e conforto dos profissionais, ainda reúne certa ambiguidade de conceito, pois se trata de uma expressão bastante complexa e subjetiva (5). Segundo Miranda (2006), a busca incessante pela produtividade e qualidade tem se constituído no fator principal para as instituições proporcionarem a qualidade de vida dentro das organizações e não fora delas como mecanismos compensatórios, haja vista que ao promover a saúde e o bem-estar de seus funcionários, observando tarefas, desempenhos, desenvolvendo elementos condizentes com a qualidade de vida no trabalho, obtém-se aumento da motivação, do gosto pelo trabalho, da satisfação e desempenho dos trabalhadores no ambiente de trabalho. O interesse pela qualidade de vida na área da saúde é relativamente recente, isso ocorre devido aos novos paradigmas que influenciaram as políticas e as práticas do setor nas últimas décadas. Na área da enfermagem, as pesquisas em relação à qualidade de vida são restritas, esse fato é devido à ideologia que perpassa a profissão desde sua origem, em que a mesma está ligada à noção de caridade e devotamento, sendo seus primeiros executores pessoas ligadas á igreja, ou leigos praticando a caridade (6).

3 Entretanto, demostrar que a qualidade de vida afeta a saúde e que esta influencia fortemente a qualidade de vida não é o único desafio, mesmo com algumas demonstrações e investigações dentro desta perspectiva, restam ainda muitas questões a serem resolvidas e respondidas, inclusive no que diz respeito às intervenções que, a partir do setor saúde, possam, mais eficazmente, influenciar de forma favorável a qualidade de vida (7). Diante disso, visto que é impossível dissociar qualidade de vida no trabalho e qualidade de vida pessoal, uma vez que é do trabalho que o homem consegue seu meio de sobrevivência, identidade pessoal, status perante a sociedade, passando a tomar parte fundamental na vida das pessoas, notou-se a necessidade de estudar sobre a qualidade de vida dos profissionais de enfermagem. Nesse sentido, levando-se em consideração os aspectos abordados acima, este estudo tem o objetivo de debater sobre o tema qualidade de vida na perspectiva da saúde, levando-se em consideração os profissionais de enfermagem, haja vista que estando os mesmos satisfeitos com seu trabalho, alcançarão uma melhor qualidade de vida tanto profissional quanto individual, melhorando assim a assistência a ser prestada, trazendo benefícios a sua saúde e as organizações gestoras dos serviços de saúde. METODOLOGIA Trata-se de uma pesquisa bibliográfica, cujas informações foram coletadas a partir de fontes de dados secundários. Segundo Gil 2002, a pesquisa bibliográfica consiste no exame da literatura científica, para levantamento e análise do que já se produziu sobre determinado tema. A principal vantagem desse tipo de pesquisa reside no fato de permitir ao investigador a cobertura de uma gama de fenômenos muito mais ampla do que aquela que poderia pesquisar diretamente. Primariamente foi realizada a pesquisa das informações, seguida de leitura, com seleção do material adequado e posteriormente a elaboração do trabalho escrito, na expectativa da obtenção de um documento científico minucioso sobre a qualidade de vida dos profissionais de saúde. Nesse processo de construção da pesquisa, valeu-se da busca dos artigos científicos através dos Descritores em Ciência da Saúde (DeCS): qualidade de vida, profissionais de enfermagem e dinâmica de trabalho, os quais foram posteriormente inseridos na base de dados Biblioteca Virtual em Saúde (BVS), utilizando-se como operador booleano o termo and.

4 Tal busca, resultou na obtenção de 26 artigos, classificados nos períodos de 1999 a 2009, dentre os quais apenas quatro são disponibilizados em textos completos. A última etapa de construção desse estudo se deu através da leitura dos documentos, sendo em seguida selecionados dois artigos que discutem e analisam os diversos conceitos existentes ou não sobre a qualidade de vida dos profissionais de enfermagem, respondendo ao objetivo proposto da investigação. ANÁLISE E DISCUSSÃO DOS RESULTADOS No primeiro artigo selecionado intitulado: Qualidade de vida dos profissionais de enfermagem da autora Haddad (2000), tem-se a discussão sobre a qualidade de vida no trabalho como sendo o maior determinante da qualidade de vida de cada indivíduo. E afirma que vida sem trabalho não tem significado. Nesse artigo é relatado que o tema esta associado à melhoria das condições físicas do servidor, programas de lazer, estilo de vida, instalações organizacionais adequadas, atendimento a reivindicações dos trabalhadores e ampliações do conjunto de benefícios. Entretanto, o atendimento a essas necessidades, envolvem custos adicionais, enquadrando-se como obstáculo para a implantação de programas de qualidade de vida no trabalho. A autora debate, diante de uma revisão de literatura, que para se obter uma boa qualidade de vida, necessita-se que os profissionais tenham no trabalho: compensação adequada e justa; condições de segurança e saúde no trabalho; oportunidade imediata para a utilização e desenvolvimento da capacidade humana; oportunidade para crescimento contínuo; segurança e integração social na organização; constitucionalismo na organização do trabalho; trabalho e o espaço total da vida e a relevância social da vida no trabalho. E considerando esses aspectos a autora discorreu nos resultados de seu trabalho duas categorias, nas quais se enquadram: o desenvolvimento do processo de trabalho da enfermagem e o programa interdisciplinar de apoio ao trabalhador de enfermagem. Na primeira categoria Desenvolvimento do processo de trabalho da enfermagem percebe-se quanto aos resultados, que o trabalho da enfermagem direcionado para um cuidar holístico do paciente, necessitou ser fragmentado para melhorar a organização e a produtividade do serviço, especializando os funcionários em executores de funções específicas. Desta forma, os trabalhadores se transformam em força de trabalho a ser objetivada e comprada de acordo com a demanda da função. Por

5 decorrência, o trabalho de cuidar adquire o caráter de mercadoria, que produz efeitos danosos na saúde e no psiquismo do trabalhador. A dinâmica do trabalho de enfermagem não leva em consideração os problemas do trabalhador, onde cada indivíduo enfrenta no seu cotidiano dificuldades de toda ordem, fora e dentro do trabalho, mas se espera do profissional que ele jamais expresse junto ao paciente seus dissabores, ao contrário, espera-se serenidade. Diante disso, percebe-se que o trabalho da enfermagem além de ser constantemente vigiado por outros profissionais de saúde, como pela administração, é um trabalho que seguindo uma divisão, segue as linhas de produção ainda aos moldes tayloristas, onde seu trabalho se torna submetido à produção de um cuidado mecanizado. Tal afirmação revela que a organização do trabalho é responsável pelas consequências desfavoráveis à saúde física e psíquica do trabalhador de enfermagem, prejudicando consideravelmente a sua qualidade de vida assim como a sua qualidade também no trabalho. Verifica-se também, através desse estudo, que na maioria das instituições a preocupação com a ergonomia, ainda é pequena, tornando o trabalho da enfermagem ainda mais penoso. Muitas vezes, a planta física é inadequada ao tipo de atendimento, os equipamentos e materiais de uso diário não favorecem a execução da técnica, há falta de material para realização da tarefa, o número de trabalhadores é reduzido para quantidade e características dos pacientes, entre outras dificuldades. Acrescido a esses fatores, encontram-se as dificuldades sócio-econômicas enfrentadas por estes profissionais, pois como o trabalho de enfermagem recebe baixa remuneração, torna-se necessário que o funcionário mantenha duas jornadas de trabalho para poder sustentar sua família e ter uma vida digna. Neste contexto, há uma baixa qualidade de vida no trabalho da enfermagem, além de aumentar os riscos de iatrogênias e acidentes no trabalho. Na segunda categoria utilizada pela autora O programa interdisciplinar de apoio ao trabalhador de enfermagem a mesma relata que para que a equipe de enfermagem possa prestar uma assistência adequada aos pacientes, com seus sentimentos de impotência profissional, ansiedade e medo minimizados, necessita receber apoio e acompanhamento de uma equipe interdisciplinar composta por profissionais especializados, que possa auxiliar o servidor na identificação do seu sofrimento e no entendimento da dinâmica do trabalho de enfermagem, além de desenvolver programas de prevenção e manutenção da qualidade de vida no trabalho.

6 Nos resultados sob essa categoria a autora obteve que é necessário que haja nas organizações: recrutamento, seleção e colocação de pessoal; avaliação de desempenho; treinamento e desenvolvimento de pessoal; desenvolvimento organizacional, solução de problemas e tomada de decisões; desenvolvimento de programas de qualidade de vida no trabalho; identificação da cultura organizacional, para que se alcancem de fato os objetivos do profissional de enfermagem, tais como trabalhar com harmonia, desenvolvendo suas atividades através da identificação dos problemas, do planejamento e avaliação constante dos resultados obtidos, sempre em conjunto com a administração e trabalhadores. Haddad (2000), completando sua leitura sobre a qualidade de vida dos profissionais de enfermagem, cita Zanelli (1996) quando ressalta nascemos e morremos dentro das organizações de trabalho. As sociedades se organizam em função do trabalho. O trabalho é um núcleo definidor do sentido da existência humana. Toda a nossa vida é baseada no trabalho, portanto, devemos torná-lo o mais prazeroso possível.. Nessa perspectiva, através da análise e discussão desse artigo produzido por Haddad, verifica-se que não há uma definição consensual a respeito de qualidade de vida no trabalho, mas sim várias correntes ou abordagens. Contudo, percebe-se que o trabalho é a dimensão que realiza os homens a as mulheres enquanto seres humanos. Entretanto, para que se alcance tal finalidade, faz-se necessário que a organização ocupacional, qualquer que seja ela, ofereça aos seus profissionais um ambiente e recursos adequados para o bom funcionamento de seus serviços, fazendo com que os mesmos tenham prazer em trabalhar, e consequentemente, obtendo-se um trabalho de qualidade rendendo tanto para a organização, quanto para o profissional, haja vista que esse último será privado do surgimento de patologias ocupacionais, ao mesmo tempo em que se tornará um grande empreendimento para a organização. O segundo artigo selecionado para análise e discussão intitulado Qualidade de vida e saúde: um debate necessário, de autoria de Minayo; Hartz; Buss (2000) delineia-se sobre o debate existente nas relações entre saúde e qualidade de vida. O estudo trata a qualidade de vida como uma representação social criada a partir de parâmetros subjetivos (bem-estar, felicidade, amor, prazer, realização pessoal), e também objetivos, cujas referências são a satisfação das necessidades básicas e das necessidades criadas pelo grau de desenvolvimento econômico e social de determinada sociedade. Acrescentando-se a essa informação, mostra também os principais

7 instrumentos construídos nos últimos anos para medir qualidade de vida e as discussões que provocam. O desenvolvimento de tal artigo se deu a partir de uma pesquisa detalhada nos anais de congressos gerais e temáticos da Abrasco, bem como registros de seminários realizados pela instituição. As autoras mostram que o termo qualidade de vida aparece sempre apresentando um sentido genérico, ora empregado como títulos de seminários, ora associada a algumas classificações nos agrupamentos dos trabalhos dos vários congressos. Contudo, nota-se que em nenhum momento, existe uma conceituação efetiva envolvendo o termo em questão. Essa realidade exibe que se a ideia geral de qualidade de vida está presente, precisa ser mais bem explicitada e clarificada. Além disso, o artigo em questão, afirma que se tornou comum, no âmbito da saúde, a discussão sobre o conceito de qualidade de vida, sendo por muitos considerado como a ausência de doença, uma vez que saúde não é doença, consequentemente, saúde é qualidade de vida. Porém, não a considerando com incorreta, tal afirmativa costuma resumir o conceito de qualidade de vida apenas ao sentido de ausência de doença, tornando-se vazia de significado, revelando a dificuldade que muitos profissionais de saúde encontram para entender o real significado de qualidade de vida, enraizando-se por vezes, no conceito biomédico de saúde. Então, considerar que o conceito de saúde e qualidade de vida estão interligados, e que saúde não é mera ausência de doença, podese considerar um avanço, reduzindo o pensamento centrado na doença e não no indivíduo. No estudo, as autoras Minayo; Hartz; Buss (2000) citam Hubert (1997), o qual faz uma crítica aos instrumentos criados para medir a qualidade de vida, mostrando que os mesmos se utilizam de indicadores notadamente bioestatísticos, psicométricos e econômicos, fundamentados em uma lógica de custo-benefício. Em que as técnicas criadas para medi-la não consideram o indivíduo em todo o seu contexto cultural, social, de história de vida e do percurso dos indivíduos cuja qualidade de vida pretendem medir. O estudo é discutido a partir de alguns debates sobre o termo qualidade de vida, abordando sobre os seguintes eixos, Qualidade de vida: uma noção polissêmica; Qualidade de vida: medidas e padrões gerais; Qualidade de vida: medidas padrões do setor saúde. As três discussões consideram esse termo como uma noção eminentemente humana, que tem sido aproximada ao grau de satisfação encontrado na vida familiar, amorosa, social e ambiental e à própria estética existencial, pressupondo a capacidade

8 de efetuar uma síntese cultural de todos os elementos que determinada sociedade considera seu padrão de conforto e bem-estar. Analisam também que tal termo abrange inúmeros significados, os quais refletem conhecimentos, experiências e valores de indivíduos e coletividades que a ele se reportam em várias épocas, espaços e histórias diferentes, sendo, portanto uma construção social com a marca da relatividade cultural. Fazem referência ainda ao conceito de qualidade de vida levando-se em consideração três sentidos, o primeiro é histórico, ou seja, em determinado tempo de seu desenvolvimento econômico, social e tecnológico, uma sociedade específica tem um parâmetro de qualidade de vida diferente da mesma sociedade em outra etapa histórica. O segundo é cultural, uma vez que valores e necessidades são construídos e hierarquizados diferentemente pelos povos, revelando suas tradições. E o terceiro aspecto se configura nas estratificações ou classes sociais. Revela também que os estudiosos que analisam as sociedades em que as desigualdades são muito fortes mostram que os padrões e as concepções de bem-estar são também estratificados, em que a ideia de qualidade de vida está relacionada ao bem-estar das camadas superiores e á passagem de um limiar a outro. Nota-se, dessa forma, que apesar do estudo ter sido construído a partir de temas gerais e específicos dos eventos promovidos pela Abrasco, pode-se tratar o tema qualidade de vida sob os mais diferentes olhares, seja da ciência, através das várias disciplinas, seja do senso-comum, seja do ponto de vista objetivo ou subjetivo, seja em abordagens individuais ou coletivas. Ademais, também é possível avaliar que no âmbito da saúde, quando visto no sentido ampliado, esse termo se ampara na compreensão das necessidades humanas fundamentais, materiais e espirituais, tendo na promoção da saúde seu foco mais relevante. Contudo, ao se colocar de forma mais centralizada, qualidade de vida em saúde focaliza a capacidade de viver sem doenças ou de superar as dificuldades dos estados ou condições de morbidade. Desta forma, o estudo conclui que falar em qualidade de vida remete a vários conceitos, desde satisfação das necessidades mais elementares da vida humana, como alimentação, acesso à saúde, água potável, habitação, trabalho, educação e lazer, até elementos materiais que tem noções relativas ao conforto, bem-estar e realização individual e coletiva. De forma genérica, pode-se afirmar, desta forma, que o desemprego, a exclusão social e a violência são de certo modo a negação da qualidade de vida. Trata-se, com isso, de parâmetros passíveis de comparação e mensuração,

9 mesmo considerando-se a necessidade permanente de relacioná-los culturalmente no tempo e no espaço de cada indivíduo. CONSIDERAÇÕES FINAIS O termo qualidade de vida por ser um assunto de grande valia em todas as áreas, desperta o interesse a ser uma temática de forte tendência à pesquisa, com o intuito de correlacionar indicadores de qualidade às condições de trabalho dos profissionais. Com a análise e discussão dos artigos selecionados, foi possível avaliar algumas abordagens em relação aos conceitos que permeiam a qualidade de vida, entre eles aqueles que estão relacionados às características individuais de cada indivíduo, dentro do seu contexto, como aspirações, experiências, sonhos realizados, medos, conceitos, cultura, raça, crença, entre outros fatores. Como também aqueles relacionados às características materiais, saúde, bem-estar, educação, trabalho, lazer, que perfazem, juntos, os conceitos objetivos e subjetivos da qualidade de vida, podendo ser mensuráveis, haja vista o contexto de cada indivíduo. Entretanto, apesar da variabilidade individual dos conceitos de qualidade de vida encontrados em ambos os estudos, conseguiu-se abranger alguns aspectos considerados importantes para a manutenção e melhoria da qualidade de vida dos profissionais de enfermagem, como, por exemplo, a importância do reconhecimento do trabalho dos mesmos, o cuidado com o cuidador, evitando o desgaste físico e psicológico, uma melhor remuneração e boas condições de trabalho. Conclui-se, neste contexto, que mesmo ainda em processo de construção, a enfermagem tem evoluído de forma satisfatória quanto ao processo de melhoria de qualidade de vida. Porém, essa melhoria depende não só dos profissionais de enfermagem, mas de toda a equipe participante do dia a dia destes atores da saúde, além de autoridades, organizações empregadoras e órgãos responsáveis pela defesa dos direitos pertinentes aos mesmos. REFERÊNCIAS 1 Pires, AM. Em busca da qualidade de vida: desenvolver a espiritualidade pode ser um dos caminhos. Atividades e Experiências, especial, Lentz, RA et al. O profissional de enfermagem e a qualidade de vida: Uma abordagem fundamental nas dimensões propostas por Flanagan. Rev Lat Amer Enfer. Ribeirão Preto (4).

10 3 Organização Mundial de Saúde (OMS). Instrumento de Avaliação de Qualidade de Vida. (WHOQOL). Brasília, Miranda, EP. Qualidade de vida dos profissionais de enfermagem que atuam no centro cirúrgico. Dissertação (Mestrado) Universidade Federal da Paraíba (UFPB), Schmidt DRC, Dantas RAS. Qualidade de vida no trabalho de profissionais de enfermagem, atuantes em unidades do bloco cirúrgico, sob a ótica da satisfação Rev Lat Amer Enfer. Ribeirão Preto. jan./fev (1). 6 Ellias MA, Navarro VL. A relação entre o trabalho, a saúde e as condições de vida: negatividade e positividade no trabalho das profissionais de enfermagem de um hospital escola. Rev Lat Amer Enfer. Ribeirão Preto. jul./ago (4). 7 Buss PM. Promoção da saúde e qualidade de vida. Ciência e Saúde Coletiva (1), p Gil A. Como elaborar projetos de pesquisa. São Paulo: Atlas, Haddad MCL. Qualidade de vida dos profissionais de enfermagem. Revista Espaço para a Saúde Londrina; 1 (2). p Minayo MCS, Hartz ZMA, Buss PM. Qualidade de vida e saúde: um debate necessário. Ciência e Saúde Coletiva (1), p.7-18.

PT03 - Qualidade de vida no trabalho (QVT)

PT03 - Qualidade de vida no trabalho (QVT) PT03 - Qualidade de vida no trabalho (QVT) BIBLIOGRAFIA Oliveira, Aristeu de. Manual de Salários e Benefícios. 1. ed. São Paulo : Atlas, 2006. Cap. 20 pág. 71 a 73. MAXIMIANO, Antonio César Amaru. Teoria

Leia mais

ANEXO B CONTEXTUALIZAÇÃO DA PROMOÇÃO DA SAÚDE EM MODELO DE GESTÃO ORGANIZACIONAL DE ALTO DESEMPENHO

ANEXO B CONTEXTUALIZAÇÃO DA PROMOÇÃO DA SAÚDE EM MODELO DE GESTÃO ORGANIZACIONAL DE ALTO DESEMPENHO ANEXO B CONTEXTUALIZAÇÃO DA PROMOÇÃO DA SAÚDE EM MODELO DE GESTÃO ORGANIZACIONAL DE ALTO DESEMPENHO Autoria: Elaine Emar Ribeiro César Fonte: Critérios Compromisso com a Excelência e Rumo à Excelência

Leia mais

ANSIEDADE E ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM: UMA REVISÃO BIBLIOGRÁFICA. Introdução: A ansiedade configura um sentimento que participa da vivência do ser

ANSIEDADE E ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM: UMA REVISÃO BIBLIOGRÁFICA. Introdução: A ansiedade configura um sentimento que participa da vivência do ser ANSIEDADE E ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM: UMA REVISÃO BIBLIOGRÁFICA Ana Caroline F. Landim 1 Daniel do Nascimento Tavares 2 Fernanda M. Pinheiro 3 Fernanda S. Pessanha 4 Juliana C. P. Gonçalves 5 Linda Nice

Leia mais

O PROCESSO TERAPÊUTICO EM UM CAPSad: A VISÃO DOS TRABALHADORES

O PROCESSO TERAPÊUTICO EM UM CAPSad: A VISÃO DOS TRABALHADORES 122 O PROCESSO TERAPÊUTICO EM UM CAPSad: A VISÃO DOS TRABALHADORES Carlise Cadore Carmem Lúcia Colomé Beck Universidade Federal de Santa Maria Resumo Os movimentos da Reforma Sanitária e da Reforma Psiquiátrica

Leia mais

Qualidade de Vida no Trabalho

Qualidade de Vida no Trabalho 1 Qualidade de Vida no Trabalho Alessandra Cristina Rubio¹ Thiago Silva Guimarães² Simone Cristina Fernandes Naves³ RESUMO O presente artigo tem como tema central a Qualidade de Vida no Trabalho, com um

Leia mais

PSICOLOGIA ORGANIZACIONAL

PSICOLOGIA ORGANIZACIONAL PSICOLOGIA ORGANIZACIONAL Qualidade de Vida no Trabalho O conceito de QVT é muito abrangente, e precisa ser definido com clareza, uma vez que as posições profissionais dos trabalhadores dentro de uma organização

Leia mais

Qualidade de vida no trabalho: Profissionais Técnicos em enfermagem, um estudo de caso.

Qualidade de vida no trabalho: Profissionais Técnicos em enfermagem, um estudo de caso. Qualidade de vida no trabalho: Profissionais Técnicos em enfermagem, um estudo de caso. Acimarney Correia Silva Freitas 1, Acimarley Correia Silva Freitas 2, Acimarleia Correia Silva Freitas 3 1 Mestrando

Leia mais

ANSIEDADE E ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM: UMA REVISÃO BIBLIOGRÁFICA

ANSIEDADE E ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM: UMA REVISÃO BIBLIOGRÁFICA ANSIEDADE E ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM: UMA REVISÃO BIBLIOGRÁFICA Ana Caroline Fonseca Landim 1 Daniel do Nascimento Tavares 1 Fernanda Machado Pinheiro 1 Resumo: A ansiedade configura um sentimento que

Leia mais

MAPAS CONCEITUAIS NAS PESQUISAS DO NÚCLEO DE ETNOGRAFIA EM EDUCAÇÃO

MAPAS CONCEITUAIS NAS PESQUISAS DO NÚCLEO DE ETNOGRAFIA EM EDUCAÇÃO MAPAS CONCEITUAIS NAS PESQUISAS DO NÚCLEO DE ETNOGRAFIA EM EDUCAÇÃO Autor: Riselda Maria de França Oliveira Universidade Estadual do Rio de Janeiro - riseldaf@hotmail.com Co-autor: Marcelo Alex de Oliveira

Leia mais

EMENTAS DAS DISCIPLINAS

EMENTAS DAS DISCIPLINAS EMENTAS DAS DISCIPLINAS CURSO DE GRADUAÇÃO DE PSICOLOGIA Ementário/abordagem temática/bibliografia básica (3) e complementar (5) Morfofisiologia e Comportamento Humano Ementa: Estudo anátomo funcional

Leia mais

Lider coach: Uma nova abordagem para a gestão de pessoas. Orlando Rodrigues.

Lider coach: Uma nova abordagem para a gestão de pessoas. Orlando Rodrigues. Lider coach: Uma nova abordagem para a gestão de pessoas. Orlando Rodrigues. Ao longo da historia da Administração, desde seus primórdios, a partir dos trabalhos de Taylor e Fayol, muito se pensou em termos

Leia mais

O Trabalho do Assistente Social no Contexto Hospitalar em Porto Alegre: Uma Análise na Perspectiva do Trabalho em Equipe

O Trabalho do Assistente Social no Contexto Hospitalar em Porto Alegre: Uma Análise na Perspectiva do Trabalho em Equipe 1378 O Trabalho do Assistente Social no Contexto Hospitalar em Porto Alegre: Uma Análise na Perspectiva do Trabalho em Equipe V Mostra de Pesquisa da Pós- Graduação Cristiane Ferraz Quevedo de Mello 1,

Leia mais

Atuação do psicólogo na Assistência Social. Iolete Ribeiro da Silva Conselho Federal de Psicologia

Atuação do psicólogo na Assistência Social. Iolete Ribeiro da Silva Conselho Federal de Psicologia Atuação do psicólogo na Assistência Social Iolete Ribeiro da Silva Conselho Federal de Psicologia Concepção de Assistência Social Assistência social direito social e dever estatal Marco legal: Constituição

Leia mais

HIV/AIDS EM IDOSOS: UMA REVISÃO INTEGRATIVA DA LITERATURA

HIV/AIDS EM IDOSOS: UMA REVISÃO INTEGRATIVA DA LITERATURA HIV/AIDS EM IDOSOS: UMA REVISÃO INTEGRATIVA DA LITERATURA Fabiana Medeiros de Brito (NEPB/UFPB). E-mail: fabianabrito_@hotmail.com Eveline de Oliveira Barros (NEPB/UFPB). E-mail: evinhabarros@gmail.com

Leia mais

Administração de Pessoas

Administração de Pessoas Administração de Pessoas MÓDULO 14: QUALIDADE DE VIDA NO TRABALHO E RELAÇÕES SINDICAIS 14.1 O processo de segurança e qualidade de vida O processo de segurança é o que visa estabelecer disciplina e segurança,

Leia mais

O PROCESSO GERENCIAR DA ENFERMAGEM NO CENTRO CIRÚRGICO EM UM HOSPITAL REGIONAL NO MUNÍCIPIO DE PAU DOS FERROS, RN, BRASIL.

O PROCESSO GERENCIAR DA ENFERMAGEM NO CENTRO CIRÚRGICO EM UM HOSPITAL REGIONAL NO MUNÍCIPIO DE PAU DOS FERROS, RN, BRASIL. ÁREA TEMÁTICA: Enfermagem O PROCESSO GERENCIAR DA ENFERMAGEM NO CENTRO CIRÚRGICO EM UM HOSPITAL REGIONAL NO MUNÍCIPIO DE PAU DOS FERROS, RN, BRASIL. CARVALHO, Sancherleny Bezerra de. Acadêmica do 6º período

Leia mais

CUIDADOS PALIATIVOS:HISTÓRICO.

CUIDADOS PALIATIVOS:HISTÓRICO. CUIDADOS PALIATIVOS:HISTÓRICO. PINOTTI, Elaine Cristina 1 GAZZOLA, Ms.Rangel Antonio 2 RESUMO O objetivo deste estudo é apresentar como os cuidados paliativos podem promover o bem estar e a qualidade de

Leia mais

Internações por Hipertensão Essencial em homens idosos no Brasil: estudo comparativo entre as regiões nordeste e sudeste no período de 2008 a 2012.

Internações por Hipertensão Essencial em homens idosos no Brasil: estudo comparativo entre as regiões nordeste e sudeste no período de 2008 a 2012. Internações por Hipertensão Essencial em homens idosos no Brasil: estudo comparativo entre as regiões nordeste e sudeste no período de 2008 a 2012. Layz Dantas de Alencar 1 - layzalencar@gmail.com Rosimery

Leia mais

O CUIDAR HUMANIZADO AO IDOSO: REVISÃO SISTEMÁTICA

O CUIDAR HUMANIZADO AO IDOSO: REVISÃO SISTEMÁTICA O CUIDAR HUMANIZADO AO IDOSO: REVISÃO SISTEMÁTICA Jéssyka Cibelly Minervina da Costa Silva (NEPB/UFPB) jessykacibelly@gmail.com Kalina Coeli Costa de Oliveira Dias (NEPB/UFPB) kalinacoeli@gmail.com Ana

Leia mais

Clima organizacional e o desempenho das empresas

Clima organizacional e o desempenho das empresas Clima organizacional e o desempenho das empresas Juliana Sevilha Gonçalves de Oliveira (UNIP/FÊNIX/UNESP) - jsgo74@uol.com.br Mauro Campello (MC Serviços e Treinamento) - mcampello@yahoo.com Resumo Com

Leia mais

PRÁTICAS INTEGRATIVAS E COMPLEMENTARES PARA PROMOÇÃO DA SAÚDE

PRÁTICAS INTEGRATIVAS E COMPLEMENTARES PARA PROMOÇÃO DA SAÚDE 1 PRÁTICAS INTEGRATIVAS E COMPLEMENTARES PARA PROMOÇÃO DA SAÚDE Autoras: Paula Cristina Ischkanian 1 e Maria Cecília Focesi Pelicioni 2. 1 Mestranda da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São

Leia mais

Influência da Tecnologia sobre a Prática Cotidiana de Atividade Física

Influência da Tecnologia sobre a Prática Cotidiana de Atividade Física Práticas e Intervenção em Qualidade de Vida Capítulo 1 Influência da Tecnologia sobre a Prática Cotidiana de Atividade Física RENATO FRANCISCO RODRIGUES MARQUES MESTRANDO DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO DA

Leia mais

Evanir Soares da Fonseca

Evanir Soares da Fonseca CURSO DE ATUALIZAÇÃO Gestão das Condições de Trabalho e Saúde dos Trabalhadores da Saúde AÇÕES DE COMBATE AO ESTRESSE: PROMOÇÃO DA QUALIDADE DE VIDA DOS TRABALHADORES DA SAÚDE DE PARACATU - MG Evanir Soares

Leia mais

TÍTULO: O SERVIÇO SOCIAL NA ÁREA PRIVADA E A ELABORAÇÃO DE PROJETOS SOCIAIS

TÍTULO: O SERVIÇO SOCIAL NA ÁREA PRIVADA E A ELABORAÇÃO DE PROJETOS SOCIAIS TÍTULO: O SERVIÇO SOCIAL NA ÁREA PRIVADA E A ELABORAÇÃO DE PROJETOS SOCIAIS CATEGORIA: EM ANDAMENTO ÁREA: CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS SUBÁREA: SERVIÇO SOCIAL INSTITUIÇÃO: UNIVERSIDADE DE RIBEIRÃO PRETO

Leia mais

Faculdade Internacional de Curitiba MBA em Planejamento e Gestão Estratégica Mapas Estratégicos Prof. Adriano Stadler

Faculdade Internacional de Curitiba MBA em Planejamento e Gestão Estratégica Mapas Estratégicos Prof. Adriano Stadler Faculdade Internacional de Curitiba MBA em Planejamento e Gestão Estratégica Mapas Estratégicos Prof. Adriano Stadler AULA 5 - PERSPECTIVA DE APRENDIZADO E CRESCIMENTO Abertura da Aula Uma empresa é formada

Leia mais

PRÁTICA EDUCATIVA EM EDUCAÇÃO FÍSICA: A CONTRIBUIÇÃO DAS ÁREAS DE ESTUDO E SUAS RELAÇÕES COM O TRABALHO DOCENTE

PRÁTICA EDUCATIVA EM EDUCAÇÃO FÍSICA: A CONTRIBUIÇÃO DAS ÁREAS DE ESTUDO E SUAS RELAÇÕES COM O TRABALHO DOCENTE PRÁTICA EDUCATIVA EM EDUCAÇÃO FÍSICA: A CONTRIBUIÇÃO DAS ÁREAS DE ESTUDO E SUAS RELAÇÕES COM O TRABALHO DOCENTE RESUMO Leandro Pedro de Oliveira José Rubens de Lima Jardilino (orientador) Este trabalho

Leia mais

Palavras chaves: Formação Continuada, religação dos saberes, aprendizagem, ética.

Palavras chaves: Formação Continuada, religação dos saberes, aprendizagem, ética. 1 EDUCAÇÃO, SAÚDE E CULTURA: RELIGANDO SABERES NA FORMAÇÃO CONTINUADA DE DOCENTES E GESTORES MUNICIPAIS. Amélia Carmelita Gurgel dos Anjos Ana Claudia Gouveia Sousa Gleuba Regina L. Rodrigues Maria do

Leia mais

QUALIDADE DE VIDA NO TRABALHO PERCEBIDA POR PROFESSORES DE EDUCAÇÃO FÍSICA

QUALIDADE DE VIDA NO TRABALHO PERCEBIDA POR PROFESSORES DE EDUCAÇÃO FÍSICA QUALIDADE DE VIDA NO TRABALHO PERCEBIDA POR PROFESSORES DE EDUCAÇÃO FÍSICA Carlos Augusto Fogliarini Lemos URI / Santo Ângelo - clemos@urisan.tche.br Juarez Vieira do Nascimento Jorge Both Palavras-chaves:

Leia mais

GESTÃO HOSPITALAR NA BUSCA DE MUDANÇAS: INFLUÊNCIA DE UM ESTÁGIO EM PSICOLOGIA ORGANIZACIONAL PARA GESTORES DE UM HOSPITAL

GESTÃO HOSPITALAR NA BUSCA DE MUDANÇAS: INFLUÊNCIA DE UM ESTÁGIO EM PSICOLOGIA ORGANIZACIONAL PARA GESTORES DE UM HOSPITAL 1 GESTÃO HOSPITALAR NA BUSCA DE MUDANÇAS: INFLUÊNCIA DE UM ESTÁGIO EM PSICOLOGIA ORGANIZACIONAL PARA GESTORES DE UM HOSPITAL Edelvais Keller 1; Dorli Terezinha de Mello Rosa 2; Jovani Antonio Se 1 cchi

Leia mais

Qualidade de vida no Trabalho

Qualidade de vida no Trabalho Qualidade de Vida no Trabalho Introdução É quase consenso que as empresas estejam cada vez mais apostando em modelos de gestão voltados para as pessoas, tentando tornar-se as empresas mais humanizadas,

Leia mais

CULTURA ORGANIZACIONAL, PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO E A SAÚDE DO TRABALHADOR (2012) 1

CULTURA ORGANIZACIONAL, PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO E A SAÚDE DO TRABALHADOR (2012) 1 CULTURA ORGANIZACIONAL, PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO E A SAÚDE DO TRABALHADOR (2012) 1 SILVEIRA, J.F²; BRANDT, B. O²; CORRÊA, D. M. W²; POTRICH, A. C. G³; ROHDE, C. L. C 4. 1 Trabalho de Pesquisa 2 Psicóloga,

Leia mais

Área temática: Enfermagem CÂNCER NA ADOLESCÊNCIA: SENTIMENTOS DOS PORTADORES E PAPEIS DE FAMILIARES E ENFERMEIROS

Área temática: Enfermagem CÂNCER NA ADOLESCÊNCIA: SENTIMENTOS DOS PORTADORES E PAPEIS DE FAMILIARES E ENFERMEIROS Área temática: Enfermagem CÂNCER NA ADOLESCÊNCIA: SENTIMENTOS DOS PORTADORES E PAPEIS DE FAMILIARES E ENFERMEIROS Graziela Silva do Nascimento Discente do curso de Enfermagem da UFPB. E-mail: graziela_nascimento_@hotmail.com

Leia mais

MATRIZ CURRICULAR CURRÍCULO PLENO/ 2013

MATRIZ CURRICULAR CURRÍCULO PLENO/ 2013 Curso: Graduação: Habilitação: Regime: Duração: COMUNICAÇÃO SOCIAL BACHARELADO MATRIZ CURRICULAR PUBLICIDADE E PROPAGANDA SERIADO ANUAL - NOTURNO 4 (QUATRO) ANOS LETIVOS Integralização: A) TEMPO TOTAL

Leia mais

Autores: Leandro César de Paula e Thiago Leonardo Magalhães Goulart Orientador: Soraya Regina Ferreira

Autores: Leandro César de Paula e Thiago Leonardo Magalhães Goulart Orientador: Soraya Regina Ferreira RECRUTAMENTO E SELEÇÃO NAS ORGANIZAÇÕES Autores: Leandro César de Paula e Thiago Leonardo Magalhães Goulart Orientador: Soraya Regina Ferreira Os objetivos deste artigo são mostrar a importância do recrutamento

Leia mais

A ESPIRITUALIDADE DA FAMÍLIA AO TER UM FAMILIAR INTERNADO POR DOENÇA CRÔNICA: RELATO DE VIVÊNCIA 1

A ESPIRITUALIDADE DA FAMÍLIA AO TER UM FAMILIAR INTERNADO POR DOENÇA CRÔNICA: RELATO DE VIVÊNCIA 1 A ESPIRITUALIDADE DA FAMÍLIA AO TER UM FAMILIAR INTERNADO POR DOENÇA CRÔNICA: RELATO DE VIVÊNCIA 1 ROSSATO, Karine 2 ; GIRARDON-PERLINI, Nara Marilene Oliveira 3, MISTURA, Claudelí 4, CHEROBINI, Márcia

Leia mais

Gestão de Talentos. Aula 01. Contextualização. Instrumentalização

Gestão de Talentos. Aula 01. Contextualização. Instrumentalização Gestão de Talentos Aula 01 Prof. Me. Maria Tereza F. Ribeiro 1. Contextualização Apresentação dos tópicos a serem abordados atualidades 2. Instrumentalização Conceitos principais 3. Aplicação Exemplos

Leia mais

BIOÉTICA E CUIDADOS PALIATIVOS: UM DESAFIO PARA A ENFERMAGEM.

BIOÉTICA E CUIDADOS PALIATIVOS: UM DESAFIO PARA A ENFERMAGEM. BIOÉTICA E CUIDADOS PALIATIVOS: UM DESAFIO PARA A ENFERMAGEM. RESUMO Karyn Albrecht SIQUEIRA, 1. Aline MASSAROLI, 2. Ana Paula LICHESKI, 2. Maria Denise Mesadri GIORGI, 3. Introdução: Com os diversos avanços

Leia mais

PERCEPÇÃO DA QUALIDADE DE VIDA DOS IDOSOS DO PONTO DE VISTA FÍSICO E NUTRICIONAL

PERCEPÇÃO DA QUALIDADE DE VIDA DOS IDOSOS DO PONTO DE VISTA FÍSICO E NUTRICIONAL PERCEPÇÃO DA QUALIDADE DE VIDA DOS IDOSOS DO PONTO DE VISTA FÍSICO E NUTRICIONAL Nilza Matias Oliver Cruz Faculdade Maurício de Nassau/CG nilzamoc31@hotmail.com Débora de Araújo Targino Faculdade Maurício

Leia mais

Ementário do Curso de Pedagogia, habilitações: Educação Infantil e Séries Iniciais 2010.2

Ementário do Curso de Pedagogia, habilitações: Educação Infantil e Séries Iniciais 2010.2 01 BIOLOGIA EDUCACIONAL Fase: 1ª Carga Horária: 30 h/a Prática: 30 h/a Créditos: 4 A biologia educacional e os fundamentos da educação. As bases biológicas do crescimento e desenvolvimento humano. A dimensão

Leia mais

A FORMAÇÃO DO BIBLIOTECÁRIO ESCOLAR

A FORMAÇÃO DO BIBLIOTECÁRIO ESCOLAR A FORMAÇÃO DO BIBLIOTECÁRIO ESCOLAR GLEICE PEREIRA (UFES). Resumo Com o objetivo de apresentar considerações sobre a formação do bibliotecário escolar, esta pesquisa analisa o perfil dos alunos do Curso

Leia mais

Rede de Áreas Protegidas, Turismo e Inclusão Social: de uma perspectiva da América do Sul para uma perspectiva global

Rede de Áreas Protegidas, Turismo e Inclusão Social: de uma perspectiva da América do Sul para uma perspectiva global Rede de Áreas Protegidas, Turismo e Inclusão Social: de uma perspectiva da América do Sul para uma perspectiva global (texto extraído da publicação IRVING, M.A.; BOTELHO, E.S.; SANCHO, A.; MORAES, E &

Leia mais

A GESTÃO DE PESSOAS NA ÁREA DE FOMENTO MERCANTIL: UM ESTUDO DE CASO NA IGUANA FACTORING FOMENTO MERCANTIL LTDA

A GESTÃO DE PESSOAS NA ÁREA DE FOMENTO MERCANTIL: UM ESTUDO DE CASO NA IGUANA FACTORING FOMENTO MERCANTIL LTDA ISBN 978-85-61091-05-7 Encontro Internacional de Produção Científica Cesumar 27 a 30 de outubro de 2009 A GESTÃO DE PESSOAS NA ÁREA DE FOMENTO MERCANTIL: UM ESTUDO DE CASO NA IGUANA FACTORING FOMENTO MERCANTIL

Leia mais

PRÁTICAS INTERDISCIPLINARES DE EDUCAÇÃO EM SAÚDE NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS

PRÁTICAS INTERDISCIPLINARES DE EDUCAÇÃO EM SAÚDE NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS PRÁTICAS INTERDISCIPLINARES DE EDUCAÇÃO EM SAÚDE NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS Elisa Angélica Alves Guedes 1 Albertina Marília Alves Guedes 2 Gabriela Miranda Nunes 3 1 Mestranda do Programa de Pós-GraduaçãoFormação

Leia mais

MATRIZ CURRICULAR CURRÍCULO PLENO/ 2013

MATRIZ CURRICULAR CURRÍCULO PLENO/ 2013 MATRIZ CURRICULAR Curso: Graduação: Regime: Duração: ADMINISTRAÇÃO BACHARELADO SERIADO ANUAL - NOTURNO 4 (QUATRO) ANOS LETIVOS Integralização: A) TEMPO TOTAL - MÍNIMO = 04 (QUATRO) ANOS LETIVOS - MÁXIMO

Leia mais

Projeto Qualidade de Vida CONCEITO DE QUALIDADE DE VIDA

Projeto Qualidade de Vida CONCEITO DE QUALIDADE DE VIDA CONCEITO DE QUALIDADE DE VIDA Na antiguidade, Hipócrates e Galeno afirmavam que o equilíbrio sustenta um corpo saudável. (GORDON, 2002). A idéia de qualidade de vida é antiga, iniciou-se com Sócrates entre

Leia mais

RESENHA A INTERNET À LUZ DO DIREITO CONSTITUCIONAL E CIVIL 1

RESENHA A INTERNET À LUZ DO DIREITO CONSTITUCIONAL E CIVIL 1 RESENHA A INTERNET À LUZ DO DIREITO CONSTITUCIONAL E CIVIL 1 Fabiana Rikils 2 Elói Martins Senhoras 3 A internet tem produzido uma crescente transformação fática na sociedade global que repercute em diferentes

Leia mais

Palavras-chave: HIV/AIDS; Maturidade; Velhice; Cotidiano; Discurso.

Palavras-chave: HIV/AIDS; Maturidade; Velhice; Cotidiano; Discurso. ASPECTOS BIOPSICOSSOCIAIS DO COTIDIANDO DE PESSOAS SOROPOSITIVAS AO HIV/AIDS NA MATURIDADE E NA VELHICE Josevânia da Silva; Ana Alayde Werba Saldanha Universidade Federal da Paraíba, João Pessoa PB, Brasil.

Leia mais

Melhoria da Saúde e Qualidade de Vida no IFPR Campus Palmas.

Melhoria da Saúde e Qualidade de Vida no IFPR Campus Palmas. Melhoria da Saúde e Qualidade de Vida no IFPR Campus Palmas. Mostra Local de: Palmas PR Categoria do projeto: I Projetos em Andamento (projetos em execução atualmente) Nome da Instituição/Empresa: Instituto

Leia mais

COMPORTAMENTO SEGURO

COMPORTAMENTO SEGURO COMPORTAMENTO SEGURO A experiência demonstra que não é suficiente trabalhar somente com estratégias para se conseguir um ambiente de trabalho seguro. O ideal é que se estabeleça a combinação de estratégias

Leia mais

DELINEANDO AS PRODUÇÕES NA ÁREA DA ENFERMAGEM SOBRE OS TEMAS: SAÚDE DO TRABALHADOR, MEIO AMBIENTE E SUAS RELAÇÕES COM A CONCEPÇÃO DE RISCO 1

DELINEANDO AS PRODUÇÕES NA ÁREA DA ENFERMAGEM SOBRE OS TEMAS: SAÚDE DO TRABALHADOR, MEIO AMBIENTE E SUAS RELAÇÕES COM A CONCEPÇÃO DE RISCO 1 DELINEANDO AS PRODUÇÕES NA ÁREA DA ENFERMAGEM SOBRE OS TEMAS: SAÚDE DO TRABALHADOR, MEIO AMBIENTE E SUAS RELAÇÕES COM A CONCEPÇÃO DE RISCO 1 DIAZ, Paola da Silva 2 ; CAMPONOGARA, Silviamar 3 RESUMO Tendo-se

Leia mais

CARREIRA: PANORAMA DE ARTIGOS DA ENANPAD SOBRE O TEMA

CARREIRA: PANORAMA DE ARTIGOS DA ENANPAD SOBRE O TEMA CARREIRA: PANORAMA DE ARTIGOS DA ENANPAD SOBRE O TEMA Rafael Barreiro Takei 1, Adriana Leonidas de Oliveira 2, Nancy Julieta Inocente 3 1 Universidade de Taubaté/ Programa de Pós-graduação em Administração.PPGA.

Leia mais

PROGRAMA DE QUALIDADE DE VIDA DO TRABALHADOR

PROGRAMA DE QUALIDADE DE VIDA DO TRABALHADOR PROGRAMA DE QUALIDADE DE VIDA DO TRABALHADOR Prof. Dr. Jones Alberto de Almeida Divisão de saúde ocupacional Barcas SA/ CCR ponte A necessidade de prover soluções para demandas de desenvolvimento, treinamento

Leia mais

VISITA PRÉ-OPERATÓRIA DE ENFERMAGEM: humanizando o cuidar feminino na prática assistencial através de atividade de extensão 1

VISITA PRÉ-OPERATÓRIA DE ENFERMAGEM: humanizando o cuidar feminino na prática assistencial através de atividade de extensão 1 VISITA PRÉ-OPERATÓRIA DE ENFERMAGEM: humanizando o cuidar feminino na prática assistencial através de atividade de extensão 1 Anna Maria de Oliveira Salimena 2 Maria Carmen Simões Cardoso de Melo 2 Ívis

Leia mais

SÍNDROME DE BURNOUT: ATIVIDADES PREVENTIVAS COM PROFISSIONAIS DA SAÚDE DA FAMÍLIA

SÍNDROME DE BURNOUT: ATIVIDADES PREVENTIVAS COM PROFISSIONAIS DA SAÚDE DA FAMÍLIA SÍNDROME DE BURNOUT: ATIVIDADES PREVENTIVAS COM PROFISSIONAIS DA SAÚDE DA FAMÍLIA ARAÚJO, Andréia 1 ; RODRIGUES, Hingridy Aparecida 2 ; FERRARI, Rogério 3 ; MAGALHÃES, Josiane 4 ; FRANÇA, Flávia Maria

Leia mais

ERGONOMIA: CONSIDERAÇÕES RELEVANTES PARA O TRABALHO DE ENFERMAGEM

ERGONOMIA: CONSIDERAÇÕES RELEVANTES PARA O TRABALHO DE ENFERMAGEM ERGONOMIA: CONSIDERAÇÕES RELEVANTES PARA O TRABALHO DE ENFERMAGEM ROSÂNGELA MARION DA SILVA 1 LUCIMARA ROCHA 2 JULIANA PETRI TAVARES 3 O presente estudo, uma pesquisa descritiva bibliográfica, tem por

Leia mais

ESTUDO COMPARATIVO DA QUALIDADE DE VIDA DOS PROFISSIONAIS DE ENFERMAGEM QUE ATUAM NO HOSPITAL PÚBLICO E PRIVADO NO MUNICÍPIO DE BEBEDOURO

ESTUDO COMPARATIVO DA QUALIDADE DE VIDA DOS PROFISSIONAIS DE ENFERMAGEM QUE ATUAM NO HOSPITAL PÚBLICO E PRIVADO NO MUNICÍPIO DE BEBEDOURO ESTUDO COMPARATIVO DA QUALIDADE DE VIDA DOS PROFISSIONAIS DE ENFERMAGEM QUE ATUAM NO HOSPITAL PÚBLICO E PRIVADO NO MUNICÍPIO DE BEBEDOURO (COMPARATIVE STUDY OF QUALITY OF LIFE OF NURSING PROFESSIONALS

Leia mais

PLANO DE CARREIRA: UM ESTUDO SOBRE AS EXPECTATIVAS DE CRESCIMENTO PROFISSIONAL EM DUAS EMPRESAS EM PRESIDENTE PRUDENTE

PLANO DE CARREIRA: UM ESTUDO SOBRE AS EXPECTATIVAS DE CRESCIMENTO PROFISSIONAL EM DUAS EMPRESAS EM PRESIDENTE PRUDENTE 191 PLANO DE CARREIRA: UM ESTUDO SOBRE AS EXPECTATIVAS DE CRESCIMENTO PROFISSIONAL EM DUAS EMPRESAS EM PRESIDENTE PRUDENTE RIBEIRO, Aicha 1 FERNANDES, Lílian Barros 2 RAMALHO, Gabriel Pimentel 3 MAGALHÃES

Leia mais

De volta para vida: a inserção social e qualidade de vida de usuários de um Centro de Atenção Psicossocial

De volta para vida: a inserção social e qualidade de vida de usuários de um Centro de Atenção Psicossocial De volta para vida: a inserção social e qualidade de vida de usuários de um Centro de Atenção Psicossocial Eliane Maria Monteiro da Fonte DCS / PPGS UFPE Recife PE - Brasil Pesquisa realizada pelo NUCEM,

Leia mais

HABILIDADE EMPÁTICA EM GRADUANDOS DE ENFERMAGEM: DIMENSÕES COGNITIVA E AFETIVA. Célia Caldeira Fonseca Kestenberg¹, Natalia André Barbosa Silva²

HABILIDADE EMPÁTICA EM GRADUANDOS DE ENFERMAGEM: DIMENSÕES COGNITIVA E AFETIVA. Célia Caldeira Fonseca Kestenberg¹, Natalia André Barbosa Silva² HABILIDADE EMPÁTICA EM GRADUANDOS DE ENFERMAGEM: DIMENSÕES COGNITIVA E AFETIVA Célia Caldeira Fonseca Kestenberg¹, Natalia André Barbosa Silva² INTRODUÇÃO A empatia é uma habilidade socialmente aprendida,

Leia mais

EDUCAÇÃO EM SAÚDE AMBIENTAL:

EDUCAÇÃO EM SAÚDE AMBIENTAL: EDUCAÇÃO EM SAÚDE AMBIENTAL: AÇÃO TRANSFORMADORA IV Seminário Internacional de Engenharia de Saúde Pública Belo Horizonte Março de 2013 Quem sou eu? A que grupos pertenço? Marcia Faria Westphal Faculdade

Leia mais

AÇÃO INTERDISCIPLINAR PARA A EMANCIPAÇÃO SOCIAL DE COMUNIDADES VULNERÁVEIS: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA (2012) 1

AÇÃO INTERDISCIPLINAR PARA A EMANCIPAÇÃO SOCIAL DE COMUNIDADES VULNERÁVEIS: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA (2012) 1 AÇÃO INTERDISCIPLINAR PARA A EMANCIPAÇÃO SOCIAL DE COMUNIDADES VULNERÁVEIS: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA (2012) 1 DALCIN, Camila Biazus 2 ; GUERRA, Leonardo Rigo 3 ; VOGEL, Gustavo Micheli 4 ; BACKES, Dirce

Leia mais

Indicadores de Resultados em Organizações Não governamentais

Indicadores de Resultados em Organizações Não governamentais RELATÓRIO TÉCNICO-CIENTÍFICO FINAL (Observação: as informações prestadas neste relatório poderão, no todo ou em parte, ser publicadas pela FAPESC.) 1. IDENTIFICAÇÃO DO PROJETO (item a ser preenchido pela

Leia mais

Saúde Mental e trabalho: Contribuições da Psicologia da Saúde/reposicionamento do psicólogo nas equipes de saúde

Saúde Mental e trabalho: Contribuições da Psicologia da Saúde/reposicionamento do psicólogo nas equipes de saúde Saúde Mental e trabalho: Contribuições da Psicologia da Saúde/reposicionamento do psicólogo nas equipes de saúde SILVIA CURY ISMAEL HOSPITAL DO CORAÇÃO DE SÃO PAULO III Congresso dos Servidores de Saúde

Leia mais

Trabalho apresentado no III Congresso Ibero-americano de Psicogerontologia, sendo de total responsabilidade de seu(s) autor(es).

Trabalho apresentado no III Congresso Ibero-americano de Psicogerontologia, sendo de total responsabilidade de seu(s) autor(es). ENVELHECIMENTO COMPARTILHADO: PARTICIPAÇÃO DE IDOSAS NO GRUPO DE CONVIVÊNCIA DA COMUNIDADE NOVA PANTANAL Juliana Santos Graciani e Nadia Dumara Ruiz Silveira Pontifícia Universidade Católica- PUC, São

Leia mais

O Princípio da Eficiência na Administração Pública

O Princípio da Eficiência na Administração Pública O Princípio da Eficiência na Administração Pública Cristiane Fortes Nunes Martins 1 1. Introdução A Administração Pública é regida por princípios que se encontram discriminados na Constituição Federal

Leia mais

GRADUAÇÃO E TRABALHO EM ENFERMAGEM RELACIONADOS AO SOFRIMENTO PSÍQUICO: REVISÃO BIBLIOGRÁFICA

GRADUAÇÃO E TRABALHO EM ENFERMAGEM RELACIONADOS AO SOFRIMENTO PSÍQUICO: REVISÃO BIBLIOGRÁFICA GRADUAÇÃO E TRABALHO EM ENFERMAGEM RELACIONADOS AO SOFRIMENTO PSÍQUICO: REVISÃO BIBLIOGRÁFICA Luana Aparecida Alves da Silva 1 Ana Carolina Rossin¹ Thaís Dresch Eberhardt 2 Leonardo Dresch Eberhardt 3

Leia mais

PORTARIA NORMATIVA Nº 3, DE 25 DE MARÇO DE 2013

PORTARIA NORMATIVA Nº 3, DE 25 DE MARÇO DE 2013 PORTARIA NORMATIVA Nº 3, DE 25 DE MARÇO DE 2013 Institui as diretrizes gerais de promoção da saúde do servidor público federal, que visam orientar os órgãos e entidades do Sistema de Pessoal Civil da Administração

Leia mais

CURSO DE PEDAGOGIA EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE PEDAGOGIA

CURSO DE PEDAGOGIA EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE PEDAGOGIA 1 CURSO DE EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS BRUSQUE (SC) 2012 2 SUMÁRIO 1ª FASE... 4 01 BIOLOGIA EDUCACIONAL... 4 02 INVESTIGAÇÃO PEDAGÓGICA: DIVERSIDADE CULTURAL NA APRENDIZAGEM... 4 03 METODOLOGIA CIENTÍFICA...

Leia mais

A Prevenção de Doenças Ocupacionais na Gestão de Qualidade Empresarial

A Prevenção de Doenças Ocupacionais na Gestão de Qualidade Empresarial A Prevenção de Doenças Ocupacionais na Gestão de Qualidade Empresarial 2 Alessandra Maróstica de Freitas A Prevenção de Doenças Ocupacionais na Gestão de Qualidade Empresarial ALESSANDRA MARÓSTICA DE FREITAS

Leia mais

O BRINCAR NO AMBIENTE HOSPITALAR

O BRINCAR NO AMBIENTE HOSPITALAR O BRINCAR NO AMBIENTE HOSPITALAR INTRODUÇÃO O presente estudo busca refletir a respeito da importância do brincar no ambiente hospitalar. A construção desse material foi feita a partir do contato de três

Leia mais

Estabelece a Base Curricular, para a Formação Pedagógica dos Cursos de Licenciatura.

Estabelece a Base Curricular, para a Formação Pedagógica dos Cursos de Licenciatura. RESOLUÇÃO Nº 04/2004 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO Estabelece a Base Curricular, para a Formação Pedagógica dos Cursos de Licenciatura.

Leia mais

SOBRE A EXPERIÊNCIA DE UM GRUPO EM FORMALIZAÇÃO: FAZER COLETIVO, GESTÃO PARTICIPATIVA E DESEJO

SOBRE A EXPERIÊNCIA DE UM GRUPO EM FORMALIZAÇÃO: FAZER COLETIVO, GESTÃO PARTICIPATIVA E DESEJO SOBRE A EXPERIÊNCIA DE UM GRUPO EM FORMALIZAÇÃO: FAZER COLETIVO, GESTÃO PARTICIPATIVA E DESEJO Eixo Temático: Processos organizativos, comunidades e práticas sociais Autores: Manoela Lage UERJ (manoelalage@yahoo.com.br)

Leia mais

Bicicleta, Atividade Física e Qualidade de Vida

Bicicleta, Atividade Física e Qualidade de Vida Bicicleta, Atividade Física e Qualidade de Vida Eduardo Boero de Souza e Silva* Resumo: Nos dias de hoje é clara a importância e relevância da prática de atividades físicas para manter o equilíbrio físico

Leia mais

Qualidade de Vida: Discussões Contemporâneas

Qualidade de Vida: Discussões Contemporâneas Capítulo 16 Qualidade de Vida: Discussões Contemporâneas Marco Antonio Bettine de Almeida Prof. Dr. Universidade de São Paulo Escola de Artes Ciências e Humanidades. Gustavo Luis Gutierrez Prof. Titular

Leia mais

QUALIDADE DE VIDA NAS ORGANIZAÇÕES

QUALIDADE DE VIDA NAS ORGANIZAÇÕES 1 QUALIDADE DE VIDA NAS ORGANIZAÇÕES Alguns pesquisadores brasileiros que se destacaram por seus trabalhos sobre Qualidade de Vida no Trabalho (QVT) consideram que só recentemente a abordagem da Qualidade

Leia mais

administração. Esse modelo intitulado taylorista, também denominado Racionalidade Gerencial, centrou-se na tarefa visando o máximo de produtividade,

administração. Esse modelo intitulado taylorista, também denominado Racionalidade Gerencial, centrou-se na tarefa visando o máximo de produtividade, TEORIAS ADMINISTRATIVAS NA SAÚDE: A LÓGICA CAPITALISTA QUE SUBORDINA AS TEORIAS ADMINISTRATIVAS Sônia Maria Alves de Paiva 1 Cristiane Aparecida Silveira 2 Elizabeth Laus Ribas Gomes 3 Maísa Crivellini

Leia mais

Ementário do Curso de Administração Grade 2008-1 1 Administração da Produção I Fase: Carga Horária: Créditos: Ementa:

Ementário do Curso de Administração Grade 2008-1 1 Administração da Produção I Fase: Carga Horária: Créditos: Ementa: 1 da Produção I Ementário do Curso de Introdução à administração da produção; estratégias para definição do sistema de produção; estratégias para o planejamento do arranjo físico; técnicas de organização,

Leia mais

1 Faculdade Santa Maria. 2 Faculdade São Francisco

1 Faculdade Santa Maria. 2 Faculdade São Francisco IMPORTÂNCIA DO USO DE EPI S EM EMPRESAS INCINERADORAS DE LIXO HOSPITALAR: VISÃO DO TRABALHADOR Suênia Kátia Gonçalves 1 Lidiane Leite Nobre 1 Maria Aparecida de Freitas 1 Ana Cláudia Cavalcante Silva 1

Leia mais

25 a 28 de Outubro de 2011 ISBN 978-85-8084-055-1

25 a 28 de Outubro de 2011 ISBN 978-85-8084-055-1 25 a 28 de Outubro de 2011 ISBN 978-85-8084-055-1 RECURSOS HUMANOS EM UMA ORGANIZAÇÃO HOSPITALAR COM PERSPECTIVA DE DESENVOLVIVENTO DO CLIMA ORGANIZACONAL: O CASO DO HOSPITAL WILSON ROSADO EM MOSSORÓ RN

Leia mais

MOTIVAÇÕES PARA O TURISMO. Djanira Nunes Barbosa. Faculdade Machado de Assis Santa Cruz - Rio de Janeiro - RJ.

MOTIVAÇÕES PARA O TURISMO. Djanira Nunes Barbosa. Faculdade Machado de Assis Santa Cruz - Rio de Janeiro - RJ. MOTIVAÇÕES PARA O TURISMO Djanira Nunes Barbosa Faculdade Machado de Assis Santa Cruz - Rio de Janeiro - RJ. Resumo: O turismo visa uma inter-relação do homem, com o meio onde vive, sua cultura e seus

Leia mais

GRAVIDEZ NA ADOLESCÊNCIA: FATORES PRECURSORES E RISCOS ASSOCIADOS.

GRAVIDEZ NA ADOLESCÊNCIA: FATORES PRECURSORES E RISCOS ASSOCIADOS. GRAVIDEZ NA ADOLESCÊNCIA: FATORES PRECURSORES E RISCOS ASSOCIADOS. RIBEIRO, Fernanda Nunes. Discente de Psicologia da Universidade Federal de Campina Grande. E-mail: fernandanunesribeiro@hotmail.com SANTANA,

Leia mais

O PSICÓLOGO NA COMUNIDADE: UMA PESPECTIVA CONTEMPORÂNEA

O PSICÓLOGO NA COMUNIDADE: UMA PESPECTIVA CONTEMPORÂNEA O PSICÓLOGO NA COMUNIDADE: UMA PESPECTIVA CONTEMPORÂNEA (2011) Dayana Lima Dantas Valverde Psicóloga, graduada pela Faculdade de Tecnologia e Ciências de Feira de Santana, BA. Pós-graduanda em Saúde Mental

Leia mais

Proposta de tradução da Definição Global da Profissão de Serviço Social

Proposta de tradução da Definição Global da Profissão de Serviço Social Proposta de tradução da Definição Global da Profissão de Serviço Social O Serviço Social é uma profissão de intervenção e uma disciplina académica que promove o desenvolvimento e a mudança social, a coesão

Leia mais

A ÉTICA APLICADA A EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR: DE LEONARDO BOFF A EDGAR MORIN

A ÉTICA APLICADA A EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR: DE LEONARDO BOFF A EDGAR MORIN 1 A ÉTICA APLICADA A EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR: DE LEONARDO BOFF A EDGAR MORIN Heraldo Simões Ferreira 1 José Jackson Coelho Sampaio 2 Laryssa Sampaio Praciano 3 RESUMO Este artigo possui como objetivo trazer

Leia mais

SEMINÁRIO NACIONAL DE SERVIÇO SOCIAL NA PREVIDÊNCIA SOCIAL

SEMINÁRIO NACIONAL DE SERVIÇO SOCIAL NA PREVIDÊNCIA SOCIAL SEMINÁRIO NACIONAL DE SERVIÇO SOCIAL NA PREVIDÊNCIA SOCIAL SERVIÇO SOCIAL E A SAÚDE DO TRABALHADOR: ATUAÇÃO NO BENEFÍCIO POR INCAPACIDADE Profª Drª: Jussara Maria Rosa Mendes Professora do Curso de Serviço

Leia mais

ENVELHECIMENTO E QUALIDADE DE VIDA

ENVELHECIMENTO E QUALIDADE DE VIDA ENVELHECIMENTO E QUALIDADE DE VIDA Lariça Cândido da Silva (NEPB-UFPB/Email: larissa-nv27@hotmail.com) Irany Carvalho da Silva (NEPB-UFPB/Email: iranycarvalho_jp@yahoo.com.br) Carla Braz Evangelista (NEPB-UFPB/Email:

Leia mais

DISCIPLINAS TEORIA DAS ORGANIZAÇÕES:

DISCIPLINAS TEORIA DAS ORGANIZAÇÕES: DISCIPLINAS TEORIA DAS ORGANIZAÇÕES: A Teoria das Organizações em seu contexto histórico. Conceitos fundamentais. Abordagens contemporâneas da teoria e temas emergentes. Balanço crítico. Fornecer aos mestrandos

Leia mais

ATENÇÃO PRÉ-HOSPITALAR: DESAFIOS DO SERVIÇO DE ATENDIMENTO MÓVEL DE URGÊNCIA NA VISÃO DOS ENFERMEIROS

ATENÇÃO PRÉ-HOSPITALAR: DESAFIOS DO SERVIÇO DE ATENDIMENTO MÓVEL DE URGÊNCIA NA VISÃO DOS ENFERMEIROS ATENÇÃO PRÉ-HOSPITALAR: DESAFIOS DO SERVIÇO DE ATENDIMENTO MÓVEL DE URGÊNCIA NA VISÃO DOS ENFERMEIROS SEVERINA ALVES DE ANDRADE RENATA EMANUELA DE QUEIROZ RÊGO KELLY PATRÍCIA MEDEIROS FALCÃO MICELÂNDIA

Leia mais

ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM NO CUIDADO AOS DOENTES TERMINAIS

ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM NO CUIDADO AOS DOENTES TERMINAIS ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM NO CUIDADO AOS DOENTES TERMINAIS Gabriel Chaves Neto 1 Larissa Karla Silveira Dias 2 Lidiane Lima de Andrade 3 Daiane Medeiros da Silva 4 Marta Miriam Lopes Costa 5 Eixo Temático:

Leia mais

TÍTULO: PERFIL SOCIODEMOGRÁFICO E ACADÊMICO DE DISCENTES DE ENFERMAGEM DE UMA UNIVERSIDADE PARTICULAR

TÍTULO: PERFIL SOCIODEMOGRÁFICO E ACADÊMICO DE DISCENTES DE ENFERMAGEM DE UMA UNIVERSIDADE PARTICULAR TÍTULO: PERFIL SOCIODEMOGRÁFICO E ACADÊMICO DE DISCENTES DE ENFERMAGEM DE UMA UNIVERSIDADE PARTICULAR CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E SAÚDE SUBÁREA: ENFERMAGEM INSTITUIÇÃO: CENTRO UNIVERSITÁRIO

Leia mais

Pesquisa Qualitativa. Lideranças de Movimentos Sociais e Segmentos da População Abril 2007

Pesquisa Qualitativa. Lideranças de Movimentos Sociais e Segmentos da População Abril 2007 Pesquisa Ibope Pesquisa Qualitativa Lideranças de Movimentos Sociais e Segmentos da População Abril 2007 Metodologia Estudo do tipo qualitativo, envolvendo duas técnicas complementares: 1) Entrevistas

Leia mais

Programa de Ginástica Laboral

Programa de Ginástica Laboral Programa de Ginástica Laboral 1. IDENTIFICAÇÃO Nome: Programa de Ginástica Laboral (PGL) Promoção e Organização: Centro de Educação Física, Esportes e Recreação Coordenadoria do Campus de Ribeirão Preto.

Leia mais

OS ASSISTENTES SOCIAIS NOS HOSPITAIS DE EMERGÊNCIA. Marcelo E. Costa, Jacqueline Benossi, João Paulo C.Silva e orientadora Nancy J. Inocente.

OS ASSISTENTES SOCIAIS NOS HOSPITAIS DE EMERGÊNCIA. Marcelo E. Costa, Jacqueline Benossi, João Paulo C.Silva e orientadora Nancy J. Inocente. OS ASSISTENTES SOCIAIS NOS HOSPITAIS DE EMERGÊNCIA. Marcelo E. Costa, Jacqueline Benossi, João Paulo C.Silva e orientadora Nancy J. Inocente. Universidade do Vale do Paraíba, Faculdade de Ciências da Saúde,

Leia mais

A PARTICIPAÇÃO EM GRUPOS DE PESQUISAS E A OPORTUNIDADE DE CRESCIMENTO E VISIBILIDADE DA ENFERMAGEM 1

A PARTICIPAÇÃO EM GRUPOS DE PESQUISAS E A OPORTUNIDADE DE CRESCIMENTO E VISIBILIDADE DA ENFERMAGEM 1 A PARTICIPAÇÃO EM GRUPOS DE PESQUISAS E A OPORTUNIDADE DE CRESCIMENTO E VISIBILIDADE DA ENFERMAGEM 1 NASCIMENTO, Letícia 2 ; NEVES, Eliane Tatsch 3 ; PIESZAK, Greice Machado 4 ; POTRICH, Tassiana 5 RESUMO

Leia mais

ADOLESCÊNCIA, FAMÍLIA E PROTEÇÃO SOCIAL: INTERVENÇÕES DA PSICOLOGIA NO CONTEXTO FAMILIAR E EDUCACIONAL

ADOLESCÊNCIA, FAMÍLIA E PROTEÇÃO SOCIAL: INTERVENÇÕES DA PSICOLOGIA NO CONTEXTO FAMILIAR E EDUCACIONAL ADOLESCÊNCIA, FAMÍLIA E PROTEÇÃO SOCIAL: INTERVENÇÕES DA PSICOLOGIA NO CONTEXTO FAMILIAR E EDUCACIONAL CEZAR, Pâmela Kurtz; MELLO, Lauren Machado. Revisão Bibliográfica Curso de Pós Graduação: Especialização

Leia mais

CARTA INTERNACIONAL DO TURISMO CULTURAL

CARTA INTERNACIONAL DO TURISMO CULTURAL Pág. 1 de9 CARTA INTERNACIONAL DO TURISMO CULTURAL Gestão do Turismo nos Sítios com Significado Patrimonial 1999 Adoptada pelo ICOMOS na 12.ª Assembleia Geral no México, em Outubro de 1999 Tradução por

Leia mais

GESTÃO DE REDE PRESTADORA

GESTÃO DE REDE PRESTADORA GESTÃO DE REDE PRESTADORA REDE PRESTADORA DE SERVIÇOS DE SAÚDE É preciso fazer sua gestão!!! A rede de prestadores das operadoras é muito desorganizada, as operadoras não tem idéia de construção de rede.

Leia mais

Projeto de Ações para o Serviço Psicológico do Setor Socioeducacional da Faculdade ASCES

Projeto de Ações para o Serviço Psicológico do Setor Socioeducacional da Faculdade ASCES Projeto de Ações para o Serviço Psicológico do Setor Socioeducacional da Faculdade ASCES Jovanka de Freitas S. Limeira Psicóloga Setor Socioeducacional Caruaru 2014 APRESENTAÇÃO O presente projeto sugere

Leia mais

A COORDENAÇÃO E A GESTÃO DE CURSO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO: Um estudo de caso em faculdade privada RESUMO

A COORDENAÇÃO E A GESTÃO DE CURSO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO: Um estudo de caso em faculdade privada RESUMO A COORDENAÇÃO E A GESTÃO DE CURSO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO: Um estudo de caso em faculdade privada Wesley Antônio Gonçalves 1 RESUMO O MEC, ao apontar padrões de qualidade da função de coordenador de

Leia mais