Situação Atual da... Maioria. Das catadoras e catadores de materiais recicláveis em nossa Capital Gaúcha

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2 RESÍDUOS NO BRASIL

3 Situação Atual da... Maioria Das catadoras e catadores de materiais recicláveis em nossa Capital Gaúcha

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5 ASSOCIAÇÃO NACIONAL DOS CARROCEIROS E CATADORES DE MATERIAIS RECICLAVEIS ANCAT Fundada no ano de 1999, tem por objetivo promover a união dos catadores de materiais recicláveis em cooperativas, associações e Redes de Cooperação. Busca promover a organização autônomo e a melhora nas condições de vida e de trabalho da categoria. É um braço técnico do MNCR, voltado a execução de Projetos estratégicos de caráter nacional.

6 GERAÇÃO DE RESÍDUOS NO BRASIL A média de geração per capita de resíduos no país é 0,8 kg/hab/dia, sendo que nos grandes centros urbanos pode chegar até 1,5 kg/hab/dia. Em 2010, cada habitante produziu cerca de 378 quilos de lixo, perfazendo 61 milhões de toneladas. Estimativas recentes apontam que a geração de resíduos sólidos urbanos no Brasil corresponde a cerca de 140 mil toneladas diárias.

7 DESTINAÇÃO DOS RESÍDUOS Segundo Pesquisa da CNM (Confederação Nacional dos Municípios)/2015, 50,6% dos municípios brasileiros ainda descartam os resíduos sólidos em lixões. Norte e Nordeste apresentam os piores índices: 75% dos municípios ainda usam lixões. Centro-Oeste: 68,3% ; Sudeste 45%; e Sul 22%. Segundo o Compromisso Empresarial para a Reciclagem (CEMPRE), apenas 13% do total de resíduos urbanos seguem para a reciclagem.

8 DESTINAÇÃO DOS RESÍDUOS Pesquisa da Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais (Abrelpe)/2015: 41% dos 78,6 milhões de toneladas de resíduos sólidos gerados no país tiveram como destino lixões e aterros controlados; dos municípios brasileiros ainda mantêm lixões; Cerca de 75 milhões de brasileiros usam os mais de lixões ou aterros inadequados ativos no país; Impacto do problema no sistema de saúde do país: R$ 1,5 bilhão por ano. Se os lixões continuarem abertos, em cinco anos, o custo chegará a R$ 7,4 bilhões.

9 COLETA SELETIVA Em 2008 eram 994 cidades com programas de coleta seletiva, ouseja, apenas 18% dosmunicípios brasileiros (IPEA). Segundo dados do IBGE, dos programas de coleta seletiva nos municípios brasileiros em curso em 2008, apenas 43% deles envolviam a participação de cooperativas de catadores. Segundo estimativas do Ipea (2010), apenas 2,4% de todo o serviço de coleta de resíduos sólidos urbanos no Brasil são realizados de forma seletiva.

10 O QUE DIZ A LEGISLAÇÃO Lei no : instituí as diretrizes para a Política Nacional de Saneamento Básico no seu Artigo 57, a lei trata da dispensa de licitação para contratação de associações ou cooperativas de catadores para o serviço de coleta seletiva pelo poder público municipal. Lei /2010: instituiu a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), que tem como prioridades a redução do volume de resíduos gerados, a ampliação da reciclagem, aliada a mecanismos de coleta seletiva com inclusão social de catadores e a extinção dos lixões.

11 O QUE DIZ A LEGISLAÇÃO Lei / Artigo 6 : reconhece o resíduo sólido reutilizável e reciclável como um bem econômico e de valor social, gerador de trabalho e renda e promotor de cidadania. Lei / Artigo 7 : integração dos catadores de materiais reutilizáveis e recicláveis nas ações que envolvam a responsabilidade compartilhada pelo ciclo de vida dos produtos.

12 Metas da PNRS

13 Logística Reversa e Acordo Setorial

14 O que é Logística Reversa? Art. 3, Inciso XII, da Lei n : XII - logística reversa: instrumento de desenvolvimento econômico e social caracterizado por um conjunto de ações, procedimentos e meios destinados a viabilizar a coleta e a restituição dos resíduos sólidos ao setor empresarial, para reaproveitamento, em seu ciclo ou em outros ciclos produtivos, ou outra destinação final ambientalmente adequada;.

15 O que é o Acordo Setorial de Embalagens? Art. 3, Inciso I, da Lei n : I - acordo setorial: ato de natureza contratual, firmado entre o Poder Público e os fabricantes, importadores, distribuidores ou comerciantes, visando a implantação da responsabilidade compartilhada pelo ciclo de vida do produto;.

16 Quem convoca e coordena a construção do Acordo Setorial? O Ministério do Meio Ambiente MMA coordena a construção do Acordo Setorial e lançou o EDITAL N 02/2012, que convocou o setor empresarial para a elaboração do acordo que implementará o sistema de logística reversa de embalagens em geral e definiu as regras de construção do mesmo.

17 Quem propõe o Acordo Setorial? O EDITAL N 02/2012 do MMA, que convoca o Acordo Setorial diz o seguinte: 3. INTERESSADOS 3.1 Poderão apresentar proposta de acordo setorial de abrangência nacional, nos termos da Lei no /2010, do Decreto 7.404/2010 e deste Edital, os fabricantes, importadores, comerciantes ou distribuidores dos produtos descritos no item 2, por meio de suas entidades representativas de âmbito nacional.

18 Onde o Acordo Setorial será implementado? Belo Horizonte Brasília Curitiba Cuiabá Fortaleza Manaus Natal Porto Alegre Recife Rio de Janeiro Salvador São Paulo

19 Qual o período de execução do Acordo Setorial?

20 O que as Prefeituras querem do Acordo Setorial? Que todo o dinheiro a ser investido pelas empresas vá para as prefeituras implementarem a Coleta Seletiva, sem nenhum compromisso de contratação dos catadores para realizá-la.

21 O que o MNCR quer do Acordo Setorial? Que o investimento das empresas vá para melhoria da estrutura e da gestão das cooperativas e para qualificar tecnicamente os catadores na cadeia da reciclagem.

22 O que diz o Acordo Setorial sobre os investimentos das empresas? Apoio as cooperativas de catadores. Criação de PEVs. Ações de educação ambiental.

23 Como os investimentos do Acordo Setorial serão feitos? Diretamente pelas empresas e associações de empresas. Por meio de Projetos com outras instituições.

24 Qual o valor dos investimento do Acordo Setorial (2016/2017)? No Acordo Setorial assinado o MMA exige o cumprimento de metas de redução de volumes de resíduos em aterros, mas não estabelece a grande de recursos a ser investida para o alcance da meta. A partir de estudos técnicos, a Coalizão de Empresas chegou a volume de recursos a ser investido anualmente, mas este número não é publico.

25 E a ANCAT?

26 É uma possível executora. Mas não é a única!

27 Quais os desafios do MNCR na logística reversa?

28 Garantir que os recursos da Logística Reversa sejam direcionados para os catadores/as, em forma de investimentos nos empreendimentos e pagamento dos serviços prestados; Garantir que estes recursos sirvam para que os empreendimentos coletivos de catadores se fortaleçam e qualifiquem-se nos seus aspectos administrativos, econômicos e produtivos;

29 Que este fortalecimento e qualificação resulte em avanço das cooperativas de base e das Redes na cadeia da reciclagem; Que as cooperativas de base e as Redes qualifiquem-se para a prestação de serviços de coleta seletiva e gestão de resíduos, com qualidade, eficiência e com preços competitivos e justos e;

30 Que as cooperativas de base e as Redes consigam viver integralmente do negócio, sem depender de Projetos, oferecendo boas condições de trabalho e remuneração compatível com as necessidades de seus associados.

31 RESULTADOS DO PROJETO CAOLIZÃO DE EMPRESAS/ANCAT ANO 2015

32 FINANCIADORES DO PROJETO 75 Empresas 10 Associações Empresarias

33 EMPREENDIMENTOS BENEFICIÁRIOS DO PROJETO COM DADOS DE PRODUÇÃO MONITORADOS 50 empreendimentos catadoras e catadores de materiais recicláveis

34 PROJETO REVIRAVOLTA ABRANGÊNCIA

35 RESÍDUOS DESTINADOS A RECICLAGEM POR TIPO

36 CONSOLIDAÇÃO DOS VOLUMES COMERCIALIZADOS POR ESTADO

37 CONSOLIDAÇÃO DOS VOLUMES COMERCIALIZADOS POR ESTADO

38 ECONOMIA DE RECURSOS NATURAIS

39 ECONOMIA DE RECURSOS COM DESTINAÇÃO FINAL * Valor médio da tonelada aterrada R$ 150,71 (BH

40 VALOR ESTIMADO PARA PAGAMENTO DOS SERVIÇOS REALIZADOS * Valor da coleta seletiva por tonelada (u$ 195,23/R$ 646,21) Fonte CEMPRE/2014

41 Alex Cardoso Nem pública nem privada, coleta seletiva é solidária e cooperativada!

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