Vanderson Modolon DUART 1, Adriana Modolon DUART 2, Mário Felipe MEZZARI 2, Fernando José GARBUIO 3

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1 ATRIBUTOS QUÍMICOS DO SOLO E DESENVOLVIMENTO DE CULTIVARES HÍBRIDAS DE ARROZ IRRIGADO EM FUNÇÃO DA APLICAÇÃO DE CALCÁRIO E GESSO EM SISTEMA DE SEMEADURA DIRETA Vanderson Modolon DUART 1, Adriana Modolon DUART 2, Mário Felipe MEZZARI 2, Fernando José GARBUIO 3 1 Graduando em Engenharia Agronômica/IFC- Campus Santa Rosa do Sul/ Bolsista PIBITI-EM/CNPq/ 2 Graduandos em Engenharia Agronômica/IFC- Campus Santa Rosa do Sul; 3 Orientador IFC- Campus Santa Rosa do Sul Introdução O sistema de plantio de arroz irrigado predominante em Santa Catarina pré germinado está perdendo espaço para o sistema de cultivo em solo seco/cultivo mínimo. Isso gera demanda por informações referentes à correção da acidez do solo, por estas áreas, no sistema de cultivo em solo seco, permanecer drenadas durante o período em que o arroz não está sendo cultivado permanecendo assim até a cultura atingir o estádio de desenvolvimento V3- V4, assim, não ocorrendo a correção da acidez natural do solo pelo alagamento da área nesse período, pelo processo conhecido de auto calagem. A aplicação de gesso agrícola vem sendo estudada para diversas culturas de sequeiro, porém existe a dificuldade de se encontrar trabalhos com aplicação de gesso, e calcário, em áreas alagadas. Assim, o objetivo deste estudo foi avaliar a produtividade de três Híbridos de arroz irrigado semeado em sistema de cultivo em solo seco e os atributos químicos do solo em função da calagem e gessagem. Material e Métodos O experimento foi conduzido durante as safras 14/ e /16 na área experimental de arroz irrigado do Instituto Federal Catarinense - Campus Santa Rosa do Sul, localizado no município de Santa Rosa do Sul/SC. O experimento foi conduzido em um solo caracterizado como um Gleissolo Melânico Tb Distrófico (Embrapa, 06). O delineamento experimental foi de blocos casualizados em parcelas subsubdivididas com três repetições. Nas parcelas principais (24 x m) foram implantados os tratamentos de calcário dolomítico, que consistiram em quatro doses (zero, 0,5, uma e 1,5 vezes a dose recomendada), ficando definidos como: 0, 2, 4, 6 t ha -1. Tais valores foram definidos pelo índice SMP para elevação dos valores de ph em água para 5,5 considerando a camada de 0- cm (Comissão de Química e Fertilidade do solo, 04). No dia /06/13 fez-se a aplicação de calcário dolomítico manualmente, sem incorporação. Nas subparcelas (6 x m) realizou-se aplicação de gesso agrícola de forma manual, sem incorporação, 67 dias após a aplicação de calcário, com quatro níveis: 0, 2, 4, 6 t ha -1. Nas subsubparcelas foram utilizados os Híbridos de arroz irrigado Titan CL, Lexus CL e Inov CL, foram semeados na densidade de 45 kg ha -1 de semente. A semeadura foi realizada em cultivo mínimo, em linhas com espaçamento de 0,17 m, com auxílio de uma semeadoura de plantio direto na primeira safra, na segunda safra foi semeada a semente pré germinada a lanço na densidade de 45 kg ha -1. A semeadura ocorreu nos dias 11/11/14 e 02/12/, primeira e segunda safra, respectivamente. A adubação de base foi kg ha -1 de N, 40 kg ha -1 de P 2O 5, e 70 kg ha 1 de K 2O, para ambos

2 ph (CaCl 2 ) Saturação por Al (%) Ca (mmolc dm -3 ) os anos de cultivo. Os controles de plantas daninhas, pragas e doenças foram realizados de acordo com o aparecimento e recomendações regionais. Foi realizada coleta de solo na camada de 0-; 40; e cm de profundidade, meses após a aplicação de calcário. Esta coleta ocorreu após a colheita da segunda safra. Para a estimativa da produtividade foi colhida uma área útil de 6 m 2 em cada subsubparcelas. A colheita foi realizada de forma manual. O material colhido foi trilhado em trilhadeira estacionária. Foram coletadas amostras para determinação da umidade, a qual foi corrigida em todas as subsubparcelas para 1 g kg -1 de água. Os resultados foram submetidos à análise de variância no modelo de parcelas subdivididas para os atributos químicos do solo e modelo de parcelas subsubdivididas para produtividade, sendo ajustadas equações de regressão por polinômios ortogonais para doses e teste de Tukey para os Híbridos, mediante auxílio do programa estatístico SISVAR. Resultados e discussão Não houve interação significativa entre aplicação de calcário dolomítico e gesso agrícola nos atributos químicos do solo após meses de sua aplicação. A calagem proporcionou incremento linear significativo em ph apenas na camada superficial do solo (0- cm), não influenciando em camadas superior a cm de profundidade (Figura 1A). Já a saturação por alumínio apresentou um decréscimo linear significativo em função da calagem até 40 cm de profundidade (Figura 1B) e houve um incremento linear nos teores de cálcio na mesma profundidade de solo (Figura 1C). 4,8 4,6 4,4 4,2 (A) 16 (B) y = -0,95x + 14, (C) 14 R² = 0,85** y = 0,088x + 4,176 R² = 0,94** ph (0- cm) ŷ=y=4,33 ph (-40 cm) y = -1,632x + 11,021 Sal Al 0- cm Sat Al -40 cm y = 1,875x +,585 y = 1,026x + 22,547 R² = 0,75** 4 0 Figura 1: ph (em CaCl2 0,01 Mol L -1 ) (A), Saturação por alumínio (B) e teores de cálcio no solo em função da aplicação de calcário dolomítico após meses de sua aplicação. **Significativo p<0,01. Santa Rosa do Sul, SC. Os teores trocáveis de Magnésio (Mg 2+ ) no solo aumentaram significativamente de forma linear em função da calagem no perfil de -40 cm de profundidade (Figura 2A), não sendo influenciado em superfície (0- cm). A calagem diminuiu linearmente os teores de potássio em subsuperfície (-40 cm de profundidade) (Figura 2B), já a aplicação de gesso proporcionou um aumento linear de potássio trocável na camada de -40 cm de profundidade (Figura 2C). A calagem e gessagem não influenciaram nos teores de fósforo e potássio em superfície, encontrando-se na faixa de 16 mg dm -3 e 1,5 mmol c dm -3, respectivamente. Ca (0- cm) Ca(-40 cm)

3 Ca (mmolc dm -3 ) S-SO (mg dm -3 ) Saturação por Al (%) Mg (mmolc dm -3 ) K (mmolc dm -3 ) K (mmolc dm -3 ) ,47 0,45 0,43 0,41 0,39 0,37 0, K (-40 cm) y = -0,0145x + 0,451 R² = 0,72** y = 0,0175x + 0,5 0, Figura 2: Teores de Magnésio (A) e Potássio (B) no solo em função da calagem e teores de Potássio (C) em função da aplicação de gesso agrícola. **Significativo p<0,01. Santa Rosa do Sul, SC. A calagem influenciou nos atributos químicos do solo até 40 cm de profundidade após meses da aplicação de calcário, enquanto que o gesso influenciou significativamente de forma linear aumentando os teores de Ca 2+ (Figura 3A) e S-SO 4 2 (Figura 3B) e diminuiu a saturação por alumínio (Figura 3C) no perfil de 0-80 cm de profundidade. Esses resultados corroboram com Caires et al. (04; 06) que estudando gessagem superficial em sistema de plantio direto em terras altas, constataram aos 43 meses elevação dos teores de S-SO 4 2- em todo perfil do solo (até 0,80 m), cujo efeito perdurou até os 53 meses. (A) (B) (C) ŷ=y=19,5 Mg (0- cm) y = 0,6085x + 29,382 R² = 0,90* y = 0,4765x + 24,193 y = 0,279x + 17,808 y = 0,6965x + 12,513 y = 0,75x + 16,491 Mg(-40 cm) (A) (B) (C) 0 - cm - 40 cm cm cm y = 1,7995x + 16,884 y = 1,693x +,571 R² = 0,89** y = 1,0745x +,339 R² = 0,98** y = 1,1695x + 6,974 R² = 0,93** 0- cm -40 cm cm cm 5 Figura 3: Teores de cálcio (A) e enxofre (B) e saturação por alumínio (C) no perfil do solo de 0-80 cm de profundidade em função da aplicação de gesso agrícola. **, * Significativo p<0,01 e p<0,05, respectivamente. Santa Rosa do Sul, SC. Não houve interação significativa entre a aplicação de calcário dolomítico, gesso agrícola e Híbrido de arroz irrigado na produtividade de grãos. A produtividade média de grãos de Híbridos de arroz irrigado (Titan CL, Inov CL e Luxus CL ) não foi influenciada pela calagem (Figura 4A) produzindo em média 9383,8 kg ha -1 e 1,8 kg ha -1 nas safras 14/ e /16, respectivamente. A melhoria dos atributos químicos do solo (Figuras 1A, 1B, 1C e 2A) causada pela aplicação de calcário não foram eficientes em aumentar a produtividade de arroz irrigado. A coleta do solo foi realizada no período em que o solo não se encontrava saturada, portanto, o aumento do valor do ph do solo na ordem de 0,6 unidade de ph, entre a testemunha e a maior dose de calcário na camada de 0- cm de profundidade, pode ter sido potencializada com a inundação da área. Isso pode afetar a disponibilidade de micronutrientes, e na camada de -40 cm de profundidade houve decréscimo de K + com a calagem, influenciando negativamente a produtividade da cultura. Fageria, (00) diz que o arroz é uma espécie adaptada ás condições de acidez do solo, assim talvez pela sua adaptação não necessite de calagem. 5 0,47 0,45 0,43 0,41 0,39 0,37 y = -0,791x + 24,463 R² = 0,92* ŷ=y=6,1 K (-40 cm) y = -0,69x + 13,74 y = -0,8885x + 32,568 R² = 0,79* 0- cm -40 cm cm cm 0

4 A aplicação de gesso agrícola foi eficiente em incrementar a produtividade média de grãos dos Híbridos de arroz irrigado nos dois anos agrícolas avaliados (Figura 4B). Na safra 14/ a resposta foi linear com um ganho de 6 kg ha -1 de grãos de arroz a cada tonelada de gesso aplicada, ou seja, segundo a equação gerada com uma aplicação de gesso na dose de 4 t ha -1 (dose intermediária) e 6 t ha -1 (maior dose) o ganho foi de 7 e,5%, respectivamente, em produtividade em relação a testemunha na primeira safra. Na segunda safra a resposta em produtividade de grãos foi quadrática (Figura 4B), assim calculou-se a dose de maior eficiência técnica que foi de 4,0 t ha -1. Nessa dose o ganho em produtividade foi na ordem de 6% em relação à testemunha. Se levarmos em conta a dose de gesso agrícola aplicada de 4 t ha -1 (dose de maior eficiência técnica na segunda safra), o ganho em produtividade foi em torno de 6 kg ha -1 e 581 kg ha -1 de grãos nas safras 14/ e /16, respectivamente, ou seja, em dois anos avaliados a aplicação de gesso agrícola proporcionou um incremento médio de 16 kg ha -1 de grãos de arroz híbridos, ou seja, um ganho de 5 sacos ha -1 a cada t de gesso aplicada. Diante do observado a aplicação de gesso agrícola torna-se uma alternativa para o incremento no potencial produtivo de híbridos de arroz irrigado, visto que com uma única aplicação ele deixa um residual positivo nos atributos químicos no perfil do solo e resposta de produtividade (A) ŷ=y=1,8 ŷ=y=9382,8 14/ /16 (B) y = -36,4x ,05x ,6 R² = 0,87* y = 6,5x ,3 R² = 0,72** Figura 4: Produtividade média de Híbridos de arroz irrigado (Titan CL, Inov CL e Luxus CL ) em função da aplicação de calcário dolomítico (A) e gesso agrícola (B). *, ** - Significativo p<0,05 e p<0,01, respectivamente. Santa Rosa do Sul, SC. Safras 14/ e /16. Na safra 14/ não houve diferença significativa em produtividade de grãos de arroz irrigado entre os Híbridos Titan CL, Inov CL e Luxus CL (Figura 5), já na safra /16 a produtividade do Híbrido Luxus CL foi superior à produtividade do Híbrido Titan CL e o Híbrido Inov CL não apresentou diferença estatística em produtividade (Figura 5). A produtividade dos Híbridos de arroz irrigado se encontram acima de kg ha -1 (Figura 5), ou seja, acima da média do Brasil e Santa Catarina, as quais são de 5266 e 7338 kg ha -1, respectivamente (SOSBAI, 14). Mostrando potencial de ser produzido na região em sistema de plantio em solo seco / /16

5 / /16 Anos agrícolas Titan CL Inov CL Lexus CL Figura 5: Produtividade de Híbridos de arroz irrigado (Titan CL, Inov CL e Luxus CL ) em dois anos agrícolas. Letras iguais não diferem pelo teste de Tukey p<0,05 na safra. Santa Rosa do Sul, SC. Safras 14/ e /16. Conclusão A aplicação de calcário dolomítico foi eficiente em melhorar os atributos químicos do solo até 40 cm de profundidade, porém não influenciou na produtividade dos Híbridos de arroz irrigado nas safras 14/ e /16. A aplicação de gesso agrícola foi eficiente em melhorar os atributos químicos do solo em todo o perfil do solo estudado (até 80 cm de profundidade), principalmente nos teores de Ca 2+ e S-SO 4 2- e saturação por alumínio, assim proporcionou um incremento linear e quadrático em produtividade de grãos de Híbridos de arroz irrigado nas safras 14/ e /16, respectivamente. Os Híbridos de arroz irrigado apresentaram produtividade acima das médias brasileira e de Santa Catarina, não ocasionando diferença entre os Híbridos na safra 14/, já na safra /16 o Híbrido Luxus CL foi superior ao Titan CL e o Híbrido Inov CL não apresentou diferença estatística em produtividade. Referências CAIRES, E.F.; KUSMAN, M.T.; BARTH, G.; GARBUIO, F.J. & PADILHA, J.M. Alterações químicas do solo e resposta do milho à calagem e aplicação de gesso. R. Bras. Ci. Solo, 28:1-136, 04. CAIRES, E.F.; GARBUIO, F.J.; ALLEONI, L.R.F.; CAMBRI, M.A. Calagem superficial e cobertura de aveia preta antecedendo os cultivos de milho e soja em sistema plantio direto. R. Bras. Ci. Solo, :87-98, 06. COMISSÃO DE QUÍMICA E FERTILIDADE DO SOLO. Manual de adubação e de calagem para os estados do RS e SC..ed. Porto Alegre: Sociedade Brasileira de Ciência do solo Núcleo Regional Sul, p. FAGERIA, N.K. Resposta de arroz de terras altas à correção de acidez em solo de cerrado. Pesquisa Agropecuária Brasileira, v., p.23-27, 00. SOSBAI Sociedade Sul Brasileira de Arroz Irrigado. Arroz Irrigado: Recomendações técnicas da pesquisa para o Sul do Brasil. XXX Reunião Técnica da Cultura do Arroz Irrigado, Bento Gonçalves, RS. Santa Maria, p.,il.

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