PRODUTIVIDADE DE ARROZ IRRIGADO E ATRIBUTOS QUÍMICOS DO SOLO EM FUNÇÃO DA APLICAÇÃO DE CALCÁRIO E GESSO EM SISTEMA DE PLANTIO DIRETO

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1 PRODUTIVIDADE DE ARROZ IRRIGADO E ATRIBUTOS QUÍMICOS DO SOLO EM FUNÇÃO DA APLICAÇÃO DE CALCÁRIO E GESSO EM SISTEMA DE PLANTIO DIRETO Duart, Vanderson Modolon 1 ; Silva, Andrei de Souza da 1 ; Silveira, Felipe Evaldt da 1 ; Neto, José Ricken 1 ; Duart, Adriana Modolon 1 ;Tramontin, Marcelo Turati 1 ; Parisotto, Evandro ; Garbuio, Fernando José Instituto Federal Catarinense Câmpus Santa Rosa do Sul/SC Eng. Agrônomo, RiceTec/SC INTRODUÇÃO O estado de Santa Catarina é um dos grandes produtores de arroz (Oryza sativa L.) do Brasil, destacando a região sul como uma das mais importantes para a produção desta cultura dentro do estado. Sabe-se que o sistema de cultivo mais utilizado para o plantio de arroz no estado de Santa Catarina é o pré germinado, mantendo as áreas alagadas grande parte do ano. Porém, com o avanço da tecnologia, o sistema de semeadura em solo seco, muito utilizado no estado do Rio Grande do Sul, vem sendo adotado pelos produtores Catarinenses. Com a utilização deste novo sistema de produção, algumas dúvidas referentes à correção da acidez e adubação estão aparecendo. A aplicação de calcário em área de arroz irrigado que utiliza o sistema pré germinado de plantio é recomendada apenas quando os teores de Ca + trocável estão abaixo de 0 mmol c dm -3 e/ou os teores de Mg + trocável abaixo de 5 mmol c dm -3. Para fazer a elevação destes teores normalmente utiliza-se 1 a t/ha de calcário dolomítico (Comissão de Química e Fertilidade do solo, 004). Esta característica acontece pelo fato de ocorrer o processo da auto calagem, elevando o ph do solo em detrimento da inundação da área por praticamente o ano todo. Porém, em áreas de cultivo de arroz que utilizam o sistema de semeadura direta, este fenômeno não ocorre na mesma proporção, sendo exigida a calagem. Para fins de recomendação neste sistema é utilizado o índice SMP para elevação do ph em água para 5,5. Além da acidificação do solo devido ao intenso cultivo, altas produtividades, consequentemente alta exportação de nutrientes, o enxofre é um nutriente que fica esquecido 1 Curso de Engenharia Agronômica, Eng. Agrônomo, RiceTec 3 Professor do Instituto Federal Catarinense Câmpus Santa Rosa do Sul

2 nas recomendações de adubação. O gesso agrícola, um subproduto da indústria de ácido fosfórico, contém principalmente sulfato de cálcio e pequenas concentrações de P e F, é largamente encontrado em várias partes do mundo, sendo uma opção para fornecimento de enxofre. Além do fornecimento de enxofre, o gesso pode atuar na melhoria das condições de acidez no subsolo, por meio de aumento de Ca +, da formação de espécies menos tóxicas de Al (AlSO + 4 ) e da precipitação de Al 3+ (CARVALHO & RAIJ., 1997). Diante do exposto, este trabalho teve como objetivo avaliar as alterações nos atributos químicos do solo e a produtividade de grãos de arroz irrigado em função da aplicação de calcário e gesso em sistema de semeadura direta. METODOLOGIA O experimento foi conduzido durante a safra 013/014 na área experimental de arroz irrigado do Instituto Federal Catarinense - Câmpus Santa Rosa do Sul, localizado no município de Santa Rosa do Sul/SC. O experimento foi conduzido em um solo caracterizado como um Gleissolo Melânico Tb Distrófico (Embrapa, 006). O delineamento experimental foi de blocos casualizados em parcelas subdivididas com três repetições. Nas parcelas principais (4 x 10 m) foram implantados os tratamentos de calcário dolomítico, que consistiram de quatro doses na proporção de zero, 0,5, 1 e 1,5 vezes a dose recomendada, ficando definidos como: 0,, 4, 6 t/ha. Tais valores foram definidos pelo índice SMP para elevação dos valores de ph em água para 5,5 considerando a camada de 0-0,0 m (Comissão de Química e Fertilidade do solo, 004). No dia 15/06/013 fez-se a aplicação de calcário dolomítico manualmente, sem incorporação de forma casualizada. Nas subparcelas (6 x 10 m) a aplicação de gesso foi manual, ao acaso, sem incorporação, no dia 1/08/013, ou seja, 67 dias após a aplicação de calcário, com quatro tratamentos: 0,, 4, 6 t/ha. O híbrido de arroz utilizado foi a cultivar INOV CL semeado no sistema de plantio direto com semeadora tratorizada utilizando-se densidade de 45 kg/ha de sementes em espaçamento entre linhas de 0,17 m. A adubação de base foi de 0 kg/ha de N, 40 kg/ha de P O 5, e 70 kg/ha de K O. O arroz foi semeado no dia 0/11/013 (140 dias após a aplicação de calcário). A entrada de água no experimento ocorreu no dia 9/11/013 e manteve-se com uma lâmina constante até poucos dias antes da colheita. O controle de plantas daninhas, pragas e doenças foram realizados de acordo com as recomendações técnicas para o Sul do Brasil (SOSBAI, 01). As amostras de solo foram coletadas após a colheita do arroz, no dia 30 de maio de 014. Foram retirados, com auxílio de trado holandês 6 subamostras por subparcela, para constituir uma amostra composta do perfil do solo na camada de 0,00-0,0 m de profundidade. As amostras foram secas em estufa com circulação forçada de ar a 40 C,

3 destorroadas e moídas mediante o uso de almofariz, passadas em peneira com malha de mm e realizado a determinação dos atributos químicos do solo seguindo a metodologia de Tedesco (1995). Para a estimativa de produtividade foi colhida uma área útil de 4 m em cada subparcela. A colheita foi realizada de forma manual. O material colhido foi trilhado em trilhadeira estacionária. Foram coletadas amostras para determinação de umidade e impurezas, sendo corrigido em todas as parcelas para 130 g/kg de água e descontado as impurezas conforme valores obtidos para cada parcela. Os resultados foram submetidos à análise de variância seguindo o modelo em parcelas subdivididas. Foi realizado para os atributos químicos do solo e produtividade, o teste F, teste de Tukey (p < 0,05) e regressão polinomial. RESULTADOS E DISCUSSÃO Após 1 meses da aplicação do calcário dolomítico em área de plantio direto de arroz irrigado, a calagem foi eficiente em elevar o ph (CaCl 0,01 mol L -1 ), teores de cálcio (Ca) e magnésio (Mg), saturação de bases (V%) e reduzir o alumínio (Al), não afetando significamente a concentração de sulfato (S-SO - 4 ) (Tabela 1). Já a aplicação de gesso mostrou efeito linear positivo no aumento de Ca, V%, e S-SO - 4 (Tabela 1). Tabela 1: Atributos químicos do solo na camada de 0-0,0 m de profundidade. Tratamentos ph (CaCl 0,01 mol L -1 ) Al Ca Mg S-SO 4 - V Calcário t ha mmol c dm mg dm -3 % 0 4,35 4,89 30,46 19,41 38,90 55,5 4,57 1,83 35,39 1,43 41,84 65,66 4 4,69 1,18 35,63,74 35,70 68,81 6 4,83 1,11 39,53 4,4 41,40 69,40 Efeito L** L** L** L* ns L** C.V. (%) 3,6 55,9 16,43 6,96 3,30 7,05 Gesso t ha ,59,45 33,7 1,34 6,45 63,10 4,49,36 34,35,68 37,4 63,45 4 4,69,40 35,78 3,73 4,39 66,69 6 4,66 1,80 37,63,80 51,58 66,16 Efeito ns ns L* ns L** L* C.V. (%) 3,5 43,74 15,81 7,14 3,55 5,69 L = efeito linear por regressão polinomial, Q = efeito quadrático por regressão polinomial; * significativo p < 0,05, ** significativo p < 0,01 e ns- não significativo. No teste de regressão a calagem teve efeito linear negativo na produtividade de arroz irrigado (Figura 1A), concordando com Schimidt N. C.& Gargantini H. (1970), que concluiu que a aplicação de calcário com a finalidade de elevar o ph do solo a um valor de aproximadamente 6,5 não provocou benefício no aumento na produção de grãos de arroz 3

4 Produtividade, kg/ha Produtividade, kg/ha irrigado, porém (SILVA et al.; 013) diz que o uso de calcário dolomítico em superfície com a finalidade de aumentar a V% é eficiente para aumentar a produtividade de arroz. A menor produtividade com a crescente doses de calcário pode ser explicada pelo aumento do ph obtido, pois a disponibilidade dos nutrientes também é dependente do ph, principalmente os micronutrientes. Ao elevar o ph do solo, a calagem reduz a disponibilidade de micronutrientes catiônicos, tais como: Zn e Mn (Sanders, 1983), Cu, Fe, Mn e Zn (Borges & Coutinho, 004), Dynia & Barbosa Filho (1993), observaram que a calagem reduziu a solubilidade de todos os micronutrientes no solo cultivado com arroz irrigado, sendo o Fe e Zn os elementos mais afetados f(x) = -173,7x ,31 R² = 0,75 (A) f(x) = 139,84x ,61 R² = 0,91 (B) Calcário, t/ha Gesso agrícola, t/ha Figura 1: Produtividade de arroz irrigado kg/ha em função da aplicação de calcário (A) e Gesso (B). A aplicação de gesso aumentou com efeito linear a produtividade de arroz (Figura 1B). De forma que aplicando gesso agrícola na dose de, 4 e 6 t/ha obteve-se um acréscimo de 5,3, 6,6 e 8,7%, respectivamente. Esse aumento de produtividade pode ser explicado pelo fato de aumentar Ca e S-SO - 4 na camada de 0,00-0,0 m de profundidade assim aumentando a saturação por bases (V%) sem elevar o ph, além de disponibilizar maior quantidade de S- SO - 4. As mudanças nas propriedades químicas do solo pode ter criado condições favoráveis para um melhor crescimento radicular e aumento na absorção de nutrientes. CONSIDERAÇÕES FINAIS A calagem proporcionou melhorias das condições química do solo, no que se refere ao aumento do ph, teores de Ca e de Mg, V% e diminuindo Al. A aplicação de gesso agrícola foi eficiente em aumentar o teor de Ca e de S-SO - 4. A aplicação de calcário diminuiu a produtividade de arroz irrigado enquanto o gesso aumentou. 4

5 AGRADECIMENTOS Ao Instituto Federal Catarinense - Campus Santa Rosa do Sul, pelo incentivo financeiro ao projeto. A Coordenação Geral de Produção e a Empresa RiceTec pela disponibilização de materiais e equipamentos. REFERÊNCIAS BORGES, M.R. & COUTINHO, E.L.M. Metais pesados do solo após aplicação de biossólido. II Disponibilidade. R. Bras. Ci. Solo, 8: , 004. CARVALHO, M. C. S.; RAIJ, B. Van. Calcium Sulphate, phosphogypsum and calcium carbonate in the amelioration of root growth. Plant and Soil, v.19, p.37 48,1997. COMISSÃO DE QUÍMICA E FERTILIDADE DO SOLO. Manual de adubação e de calagem para os estados do RS e SC. 10.ed. Porto Alegre: Sociedade Brasileira de Ciência do solo Núcleo Regional Sul, p. DYNIA, J.F. & BARBOSA FILHO, M.P. Alterações de ph, Eh e disponibilidade de micronutrientes para arroz irrigado em um solo de várzea tratado com calcário e palha de arroz em casade vegetação. R. Bras. Ci. Solo, 17:67-74, EMPRESA BRASILEIRA DE PESQUISA AGROPECUÁRIA EMBRAPA. Centro Nacional de Pesquisa de Solos. Sistema Brasileiro de Classificação de solos. Rio de Janeiro, p. SANDERS, J.R. The effect of ph on the total and free ionic concentrations of manganese, zinc and cobalt in soil solution. Journal of Soil Science, 34:315-33, SCHMIDT, N. C.; GARGANTINI. H. Efeito da aplicação de calcário, matéria orgânica e adubos minerais em cultura de arroz, em solo de várzea irrigada. BRAGANTIA, boletim ciêntífico do instituto agronômico do estado de S. Paulo, Campinas, v.9, p , setembro de SILVA, A. S.; NETO, J. R.; DUART, V. M.; TRAMONTIN, M. T.; PARISOTTO, E.; SOARES, R.; GARBUIO, F. J. Produção de arroz irrigado em função da aplicação de calcário em sistema de semeadura em solo seco. VIII CONGRESSO BRASILEIRO DE ARROZ IRRIGADO, Santa Maria, RS, 013. SOSBAI Sociedade Sul - Brasileira de Arroz Irrigado. Arroz irrigado: recomendações técnicas da pesquisa para o Sul do Brasil. Reunião Técnica da Cultura do Arroz Irrigado, 8. Itajaí, SC. SOSBAI, 01. TEDESCO, M. J; GIANELLO, C,; BISSANI, C. A.; BOHHNEN, H.; VOLKWEISS, S. J. Análises de Solo, plantas e outros materiais. Boletim Técnico, ed, Porto Alegre, 1995, 174p. 5

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