Zoneamento e a Licença Ambiental como Instrumentos Garantidores de uma Cidade Sustentável

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1 Zoneamento e a Licença Ambiental como Instrumentos Garantidores de uma Cidade Sustentável

2 Qualidade de Vida Goiânia é hoje sinônimo de qualidade de vida e preservação ambiental. Estudos produzidos pela Agência Municipal do Meio Ambiente (AMMA) mostram que a cidade é a capital estadual com maior quantidade de metros quadrados de áreas verdes por habitantes do Brasil (94 m²/hab) e de árvores plantadas em vias públicas por habitante (0,59 árv./hab). Parque Flamboyant Região Sul

3 Organismo Vivo Garantir a preservação ambiental e promover o desenvolvimento sustentável em Goiânia, assim como em qualquer outro município, é uma tarefa difícil, já que as cidades podem ser comparadas a organismos vivos (dinâmicas, mutantes e altamente sensíveis a qualquer estímulo). Suas necessidades e características mudam constantemente.

4 Instrumentos Garantidores Diante das características peculiares da zona urbana, três instrumentos podem ajudar a garantir a sustentabilidade das cidades. São eles: Zoneamento Ambiental; Licenciamento Ambiental; Compensação Ambiental

5 Zoneamento Ambiental Instrumento estratégico de planejamento e de localização de atividades, que auxilia na viabilização da inserção da variável ambiental em diferentes momentos do processo decisório. Também contribui para simplificação na elaboração dos Estudos de Impacto Ambiental e, conseqüentemente, do Licenciamento Ambiental de atividades e empreendimentos.

6 Importância do Planejamento Parque Botafogo Região Central O Zoneamento Ambiental é a conseqüência do planejamento Ambiental. Ele deve ser identificado por etapas e produtos, para atuar com mais agilidade e credibilidade no processo de avaliação das solicitações de licença ambiental.

7 Plano Diretor O Zoneamento Ambiental segue as diretrizes propostas no Plano Diretor de Goiânia (PDG - Lei Complementar nº 171 de 29 de maio de 2007). A inovação do PDG é a divisão do território em macrozonas, levando-se em consideração seu espaço construído e as suas sub-bacias hidrográficas.

8 Recursos hídricos Parque Jardim Botânico Região Sul A proposta de dividir o município em subbacias prevê, principalmente, a conservação dos recursos hídricos (abastecimento público de água), considerando as sub-bacias como unidades territoriais e naturais de planejamento.

9 Fim da dicotomia Ao adotar um novo conceito centrado na subdivisão territorial por macrozonas, o ordenamento do território rompe com a dicotomia entre o espaço urbano e o rural. O uso do solo resultante será calcado em regras claras e preestabelecidas. O modelo espacial proposto a partir das características de cada macrozona considera como determinantes todos os elementos de caráter ambiental existentes no território.

10 Licença Ambiental O Licenciamento Ambiental é um procedimento pelo qual o órgão ambiental competente permite a localização, instalação, ampliação e operação de empreendimentos e atividades utilizadoras de recursos ambientais, e que possam ser consideradas efetivas ou potencialmente poluidoras ou daquelas que, sob qualquer forma, possam causar degradação ambiental (art. 23, VI e VII da CF/88; art. 10 da Lei Federal nº 6938/81, art. 1º, II e art. 2º da Resolução CONAMA nº 237/97).

11 Mecanismo de Controle Através do Licenciamento Ambiental buscase garantir que as medidas preventivas e de controle adotadas nos empreendimentos sejam compatíveis com o desenvolvimento sustentável.

12 Experiência de Goiânia, Porto Alegre e outros municípios brasileiros A AMMA é um dos poucos órgãos municipais de meio ambiente do Brasil que já tomaram para si a tarefa de executar a atividade de licenciamento ambiental. O órgão segue a premissa do Ministério do Meio Ambiente, que tem como objetivo descentralizar o processo de licenciamento e também cumprir as normativas estabelecidas nos diplomas legais.

13 Proteção sob ameaça Apesar de todos os benefícios que pode trazer para a cidade e para o meio ambiente enquanto instrumento de desenvolvimento urbano sustentável, o Licenciamento Ambiental no Brasil está em risco. O Projeto de Lei 3.507/2000, que revogará a lei vigente de parcelamento do solo (6.779/79), traz uma exceção de licenciamento ambiental aos loteamentos, que deverão obter junto aos órgãos públicos a nova Licença Urbanística e Ambiental integrada (Licenciamento Único Urbanístico Ambiental).

14 Repúdio Motivado pela ação da diretoria da Associação Nacional dos Órgãos Municipais de Meio Ambiente (Anamma), o Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama) aprovou uma moção de repúdio ao PL. A moção nº 087, publicada no dia 14 janeiro deste ano, alerta contra os malefícios que o PL pode promover à biodiversidade nas cidades.

15 Compensação Ambiental A Compensação Ambiental é um mecanismo financeiro de compensação pelos efeitos de impactos ambientais não mitigáveis. É imposta pelo ordenamento jurídico aos empreendedores, sob duas modalidades distintas: no licenciamento ou quando do dano efetivo (IN nº 007/2005 SEMMA; art.2º da Lei Municipal nº 8617/2008).

16 Impacto Ambiental Através da Compensação Ambiental, o município dispõe de um instrumento econômico para viabilizar o financiamento, a implantação e a manutenção de unidades de conservação, em montante não inferior a 0,5% dos custos totais dos empreendimentos de significativo impacto ambiental.

17 Recursos A compensação ambiental é feita mediante a celebração de termo de compromisso, sendo que as informações referentes à aplicação dos recursos devem estar disponíveis ao público, assegurando-se publicidade e transparência às mesmas. Além disso, os recursos devem ser aplicados conforme disposto na Resolução CONAMA nº.371/06. Em Goiânia, através dos recursos de compensação ambiental a AMMA já implantou e revitalizou diversos parques (IN nº 007/2005 SEMMA; art.2º da Lei Municipal nº 8617/2008).

18 Novos Parques Parque Sabiá Região Sudoeste Parque Taquaral Região Oeste

19 Novos Parques Parque Beija-Flor Região Norte Parque Liberdade Região Norte

20 Nova Tendência Atualmente, há uma nova tendência, pela qual os empreendimentos que desejam obter resultados favoráveis devem levar em conta também o fator ambiental. Isso implica a obediência às leis ambientais federais, estaduais ou municipais, e aos conceitos e diretrizes estabelecidos rumo ao desenvolvimento sustentável, de forma a garantir a sobrevivência e a qualidade de vida a todos.

21 Parceria Diante da preocupação de envolver todos os segmentos da sociedade na busca pelo desenvolvimento urbano sustentável, a Prefeitura de Goiânia, através da AMMA, instituiu o Programa de Parceria para Recuperação e Revitalização de Rios, Córregos e Lagos da Região de Goiânia.

22 Iniciativa Privada Apresentação do programa a empresários O programa de parceria foi criado pela Lei Municipal nº8.480, de setembro de 2006, e regulamentado pelo Decreto nº1194, de junho de Tem como meta promover a participação das pessoas jurídicas em ações que visem a recuperação de rios, lagos e córregos da cidade.

23 Parque Flamboyant Antes da Intervenção

24 Parque Flamboyant Após a Intervenção

25 Cidade Sustentável A cidade sustentável do futuro não existirá sem a participação efetiva do Zoneamento, da Licença e da Compensação Ambiental. Eles trazem elementos para a constituição de um novo direito: o direito à cidade sustentável. Protegendo o meio ambiente através desses mecanismos, é possível estabelecer um viés interdisciplinar, que acentua não só os aspectos jurídicos dos problemas ambientais, mas também aspectos filosóficos e políticos.

26 Equilíbrio e desenvolvimento

27 Prefeitura Municipal de Goiânia Prefeito: Iris Rezende Machado Presidente da Agência Municipal de Meio Ambiente: Clarismino Luiz Pereira Júnior Dados e fotos: ASCOM/Fernando Sales e Mauro Júnio End.: Rua 75, n 137 Setor Central Tel.:

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