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2 Tópicos da apresentação Metodologia utilizada; Resultados de Vulnerabilidade e Potencialidade; Classificação final das Zonas; Classificação das bacias do perímetro urbano de Campo Grande; Carta de gestão do território; Diretrizes Gerais; Condições de uso do solo.

3 PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS PARA ELABORAÇÃO DO ZEE-CG

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5 Potencialidade Variáveis de Vulnerabilidade e Potencialidade Vulnerabilidade: Vegetação Nativa; Índice de Conectividade Funcional; Declividade; Unidades de Conservação Potencialidade: Estrutura Fundiária; Acessibilidade; Solos. 3,00 CONSOLIDAÇÃO RECUPERAÇÃO 2,00 EXPANSÃO CONSERVAÇÃO 1,00 1,00 2,00 3,00 Vulnerabilidade

6 Variáveis de Vulnerabilidade Vegetação; Conectividade; Declividade; Unidades de Conservação.

7 Vegetação

8 Vegetação

9 Conectividade

10 Conectividade

11 Conectividade

12 Declividade

13 Declividade

14 Unidades de Conservação

15 Unidades de Conservação

16 Classificação - Vulnerabilidade

17 Varáveis de Potencialidade Estrutura Fundiária; Acessibilidade; Solos.

18 Estrutura Fundiária

19 Estrutura Fundiária

20 Acessibilidade

21 Acessibilidade

22 Solos

23 Solos

24 Classificação - Potencialidade

25 Classificação por microbacia

26 Potencialidade Classificação das Zonas do município de Campo Grande/MS Zonas Vulnerabilidade Potencialidade Classificação Zona 1 2,57 2,48 Recuperação Zona 2 2,20 2,02 Conservação Zona 3 1,87 2,01 Consolidação Zona 4 1,91 1,50 Expansão 3,00 Consolidação Recuperação 2,00 Zona 3 Zona 2 Zona 1 Zona 4 Expansão Conservação 1,00 1,00 2,00 3,00 Vulnerabilidade

27 Classificação Final das Zonas

28 Descritivo das classificações Conservação áreas que devido à sua alta vulnerabilidade requerem atenção especial, tanto para o uso, sempre em manejo especial, de seus recursos naturais quanto para implantação das atividades econômicas, que devem priorizar a preservação de sua condição de uso do solo e de sua biodiversidade; Recuperação devido à sua vulnerabilidade natural e/ou o uso indiscriminado do seu solo requer ações de recuperação ambiental, associada à realização de grande potencialidade socioeconômica detectada; Expansão áreas com nível de vulnerabilidade suportável, o que permite vislumbrar a expansão de atividades para o desenvolvimento econômico de forma estratégica e programada, com manejos territoriais adequados; Consolidação áreas já consolidadas em termos de uso de solo e que são atualmente utilizadas para atividades produtivas, inclusive com capacidade ambiental e tecnológica para ampliação;

29 Classificação das Bacias do perímetro urbano de Campo Grande/MS Vulnerabilidade: Declividade do terreno Potencialidade: Taxa de Urbanização Potencialidade - Taxa de Urbanização Vulnerabilidade - Declividade do Terreno Baixo Médio Alto Baixo Expansão Expansão Consolidação Médio Expansão Expansão Consolidação Alto Conservação Recuperação Recuperação

30 Declividade

31 Taxa de urbanização

32 Condicionantes ecológicas e econômicas

33 Classificação Final das Microbacias Urbanas de Campo Grande Expansão Consolidação Recuperação Bacias Quantidade de Microbacias Proporção (%) Quantidade de Microbacias Proporção (%) Quantidade de Microbacias Proporção (%) Anhandui Balsamo Bandeira Coqueiro Gameleira Imbirussu Lagoa Lageado Prosa Ribeirão das Botas Segredo

34 Classificação Final das Microbacias Urbanas de Campo Grande

35 Carta de Gestão do Território Áreas Críticas: 49 microbacias foram qualificadas como áreas críticas no município, a maior parte delas estão localizadas na parte norte nas Zonas 1 e 2. Áreas Prioritárias para Restauração: 102 das 169 microbacias foram classificadas como áreas prioritárias para restauração e estão localizadas ao longo do município. Áreas Institucionais: correspondem com as diferentes Unidades de Conservação do município, não existindo áreas de comunidades quilombolas e reservas indígenas delimitadas em Campo Grande. Áreas Produtivas: em sua maioria usadas como área para pastagem, reflorestamento e culturas de soja e milho. Áreas Prioritárias para Conservação: coincidem com as unidades de conservação em Campo Grande, estando presentes em sua maioria nas Zonas 1 e 2. Corredores Ecológicos: 38 microbacias foram classificadas como áreas prioritárias para o estabelecimento de corredores ecológicos.

36 DIRETRIZES GERAIS Elaboração de Plano de Ação de Desenvolvimento Sustentável de Longo Prazo, incluindo conservação de biodiversidade e serviços ecossistêmicos que considere abordagem de resiliência socioambiental; Definição de metas claras de gestão para as bacias hidrográficas que compõem o município, inclusive de controle de erosão e de qualidade da água. Isto é fundamental para manter paisagens resilientes e que possam prestar benefícios para o desenvolvimento social e econômico da região; Aprofundamento de análise do capital natural do munícipio, incluindo valoração econômica de serviços prestados pela natureza e potencial pagamento por serviços ambientais. O que poderia ser enfocado na Zona 2 uma vez que contém os mananciais que abastecem a cidade;

37 DIRETRIZES GERAIS Elaboração de Plano de Ação de restauração ambiental usando abordagem de resiliência de paisagens. A preservação de paisagens resilientes no longo prazo é uma das estratégias eficientes para enfrentar as mudanças climáticas futuras. A preservação de paisagens resilientes é uma premissa a ser consideradas em todas as zonas identificadas; Definição de metas claras de conservação e desenvolvimento usando instrumentos como planejamento sistemático que permita a identificação de alvos de conservação apropriados à escala de microbacia; Desenvolvimento de um programa de longo prazo de monitoramento ambiental;

38 DIRETRIZES GERAIS Elaboração de Plano de Ação para conservação de espécies, pois os estudos do ZEE/CG demonstraram que ainda ocorrem diversas espécies ameaçadas no município, como por exemplo o Tatu Canastra e Queixada; Criar estratégias de fortalecimento da identidade territorial do município, aproveitando a elevada biodiversidade ainda presente, particularmente na área urbana, como uma oportunidade pouco explorada para agregar valor a imagem do lugar; Incorporar à proposta de corredores ecológicos do ZEE/MS os corredores de biodiversidade definidos através dos índices de conectividade funcional do território e possibilitar a sua implementação dentro do perímetro urbano, seguindo os fundos de vale, afim de melhorar a conectividade entre as Zonas Especiais de Interesse Ambiental (ZEIAs);

39 DIRETRIZES GERAIS Fortalecer o processo de planejamento territorial participativo, com base na abordagem de resiliência socioambiental em estratégias de mobilização social e educação do município; Criação de uma equipe na prefeitura (PLANURB) para monitoramento do ZEE/CG em conjunto com os Conselho Municipais afins; Implantação de Softwares de monitoramento que possam ser abastecidos constantemente para verificação de índices e indicadores associados a politicas públicas; Estabelecimento de procedimentos de monitoramento pelo setor público da atuação do setor privado na zona urbana;

40 DIRETRIZES GERAIS Utilizar como indicadores para o monitoramento do ZEE/CG as seguintes variáveis de Vulnerabilidade: quantidade de vegetação nativa por unidade de área; conectividade funcional por unidade de área; áreas protegidas dentro das microbacias por unidade de área; e para Potencialidade: acessibilidade por unidade de área; e estrutura fundiária por unidade de área; Criação de um plano de gestão específicos para nascentes e áreas úmidas; Elaboração do Plano de Manejo da APA do Ceroula; Incorporação do ZEE/CG na revisão da lei do Plano Diretor; Realização de uma segunda aproximação do ZEE/CG após 5 anos, seguindo a mesma metodologia, critérios adotados e zonas; Elaboração da Política Ambiental Municipal e incorporação do ZEE como instrumento.

41 CONDIÇÕES DO USO DO SOLO POR ZONA E DEMAIS ESPECIFICAÇÕES Utilização de um sistema de licenciamento ambiental já existente SILAM, que classifica o porte de atividades/empreendimentos e também o seu Potencial Poluidor; Para o Zoneamento Ecológico-Econômico, adotou-se a construção de uma matriz capaz de criar 3 categorias sobre as vertentes de Porte x Potencial Poluidor:

42 CONDIÇÕES DO USO DO SOLO POR ZONA E DEMAIS ESPECIFICAÇÕES PORTE POTENCIAL POLUIDOR PEQUENO MÉDIO GRANDE/ EPECIAL PEQUENO CATEGORIA 1 CATEGORIA 1 CATEGORIA 2 MÉDIO CATEGORIA 1 CATEGORIA 2 CATEGORIA 3 ALTO CATEGORIA 2 CATEGORIA 3 CATEGORIA 3 Desta forma é possível identificar frente o resultado da Matriz LAGET (consolidação, expansão, recuperação e conservação), com a Matriz obtida a partir do SILAM, a seguinte matriz de uso e recomendações:

43 ÁREA DE GESTÃO CONSOLIDAÇÃO EXPANSÃO RECUPERAÇÃO CONSERVAÇÃO ATIVIDADE / EMPREENDIMENTO CATEGORIA 1 A A B C CATEGORIA 2 A B C D CATEGORIA 3 B C D D CONDIÇÃO A Recomendadas B Recomendadas sob manejo C Recomendadas sob manejo especial D - Recomendadas sob manejo específico ESPECIFICAÇÕES Referem-se a usos de solo de interesse socioeconômico, cujos impactos sejam compatíveis com a vulnerabilidade natural do meio ambiente, necessitando somente das mitigações apontadas pelo licenciamento ambiental, na forma de Lei. Referem-se a usos do solo de interesse socioeconômico e cuja implantação, seja pelas condições de vulnerabilidade natural do meio ambiente, seja pelo potencial impacto ambiental existente, necessitam de meios adicionais de mitigação, adequação ou compensação socioambiental. Referem-se a usos do solo de interesse socioeconômico e cuja implantação, seja pelas condições de vulnerabilidade natural do meio ambiente, seja pelo potencial impacto ambiental existente, necessitam de meios adicionais de mitigação, adequação ou compensação socioambiental em nível especial*. Referem-se a usos do solo de interesse socioeconômico e cuja implantação, seja pelas condições de vulnerabilidade natural do meio ambiente, seja pelo potencial impacto ambiental existente, necessitam de meios adicionais de mitigação, adequação ou compensação socioambiental em nível específico**.

44 * Entende-se por nível especial as atividades e/ou empreendimentos que necessitem de uma análise técnica e a submissão do relatório técnico para apreciação do Conselho Municipal de Desenvolvimento Urbano (CMDU) e Conselho Municipal de Meio Ambiente (CMMA); ** Para o nível especifico as atividades e/ou empreendimentos que necessitem de uma análise técnica e a submissão do relatório técnico para apreciação do Conselho Municipal de Desenvolvimento Urbano (CMDU) e Conselho Municipal de Meio Ambiente (CMMA), com a elaboração de um Termo de Referência Específico na escala da bacia hidrográfica.

45 OBRIGADO PELA ATENÇÃO!

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