Figura 1 Corredor de Biodiversidade Miranda Serra da Bodoquena e suas unidades de conservação

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Figura 1 Corredor de Biodiversidade Miranda Serra da Bodoquena e suas unidades de conservação"

Transcrição

1 Apresentação Os Corredores de Biodiversidade são grandes unidades de planejamento que têm como principal objetivo compatibilizar a conservação da natureza com um desenvolvimento econômico ambientalmente responsável e mais adequado às características sociais da região. Além disso, nesses espaços as atividades humanas devem ser desenvolvidas visando manter ou restaurar a ligação entre as áreas naturais e garantir a sobrevivência do maior número de espécies e o equilíbrio dos ecossistemas em longo prazo. Assim, os Corredores de Biodiversidade são entendidos como mosaicos que englobam uma rede de áreas protegidas intercaladas com áreas que sustentam diversos graus de ocupação humana, garantindo a sobrevivência de espécies ameaçadas e processos ecológicos. Esse é um grande desafio, que exige uma base sólida de conhecimentos sobre a diversidade e distribuição de espécies, populações e comunidades biológicas da região, a qual deve ser analisada conjuntamente com as informações sobre a ocupação do território, características sociais e econômicas relevantes e políticas públicas à que a região está submetida. A idéia de criação de um Corredor de Biodiversidade no Cerrado e Pantanal surgiu a partir das indicações do Workshop Ações Prioritárias para a Conservação da Biodiversidade do Cerrado e do Pantanal, realizado no ano de 1998, devido à identificação da presença de ameaças, mas também oportunidades para a conservação da região. Assumindo esse desafio, a Conservação Internacional do Brasil iniciou os trabalhos para implantação de um Corredor de Biodiversidade que possibilitasse a conectividade desses dois ecossistemas. Por se tratar de uma área bastante extensa, o que dificultava as ações de implementação do mesmo, o Corredor Cerrado - Pantanal foi dividido em quatro corredores menores: Corredor Serra de Maracaju Negro; Corredor Miranda Serra da Bodoquena, Corredor Cuiabá São Lourenço, Corredor Emas Taquari. As ações nos quatro corredores estão planejadas de forma integrada, porém respeitando as características particulares de cada região. O Corredor de Biodiversidade Miranda Serra da Bodoquena (Figura 1) engloba seis municípios (Bonito, Bodoquena, Jardim, Miranda, Nioaque e Porto

2 Murtinho), incorporando as áreas das principais bacias hidrográficas da região: Rio Miranda, Rio Apa e Rio Nabileque totalizando ,20 ha. Ocupa uma posição estratégica no continente sul-americano por estar em uma área de contato entre os biomas brasileiros Mata Atlântica, Cerrado, Pantanal e o Chaco úmido, o que lhe confere uma alta relevância quanto a padrões biogeográficos de fauna e flora. Além disso, características regionais também contribuem para sua relevância ambiental, como a presença da Serra da Bodoquena, uma importante zona de recarga de aqüífero e divisor de águas que abastece as principais bacias hidrográficas da região, e ainda abriga o maior remanescente de Floresta Estacional Decidual do Estado do Mato Grosso do Sul. Figura 1 Corredor de Biodiversidade Miranda Serra da Bodoquena e suas unidades de conservação Por tudo isso, é possível afirmar que o Corredor de Biodiversidade Miranda Serra da Bodoquena abriga um grande patrimônio natural em suas áreas naturais de Cerrado, remanescentes florestais e pantanais e cuja conservação depende de ações sérias de planejamento visando à manutenção desses ecossistemas. No ano de 2004, a Fundação Neotrópica do Brasil passou a ser parceira da Conservação Internacional na Implantação do Corredor Miranda Serra da Bodoquena

3 com o início do Projeto Corredor de Biodiversidade Bodoquena Miranda, Fase I: Características e Oportunidades. Nesta etapa foram definidos cinco sítios de amostragem a partir da realização de uma reunião técnica com os parceiros. A partir destas definições foram realizados estudos para verificação da riqueza biológica (vegetação, mamíferos de médio e grande porte, aves). Foram levantadas e sistematizadas, também, nesta fase I do projeto as lacunas de conhecimento sobre a biodiversidade do Corredor Miranda - Serra da Bodoquena. A partir de dados secundários foi elaborado um diagnóstico socioeconômico da área de estudo e identificação de lideranças, planos e projetos realizados no Corredor de Biodiversidade Miranda - Serra da Bodoquena. Desta forma foi possível ter uma radiografia sobre quem é quem no Corredor e definir estratégias de contato com os mesmos. Em parceria com o projeto Ecodesenvolvimento no entorno do Parque Nacional da Serra da Bodoquena (MMA/PROBIO/CNPq/GEF/BIRD), foram realizada 04 oficinas de educação ambiental (Bonito, Porto Murtinho, Jardim e Bodoquena). Como estratégia para ampliar o número de áreas privadas protegidas foram realizadas 31 visitas em propriedades rurais para criação de Reservas Particulares do Patrimônio Natural e ao poder público municipal para divulgação do ICMS Ecológico. Nesta primeira fase foi gerado um Bando de dados Georeferenciado regional e dois banco de dados municipais (Bonito e Nioaque) bem como treinamento de 13 técnicos dos municípios do Corredor. O plano de Conservação e Implementação do Corredor Miranda - Serra da Bodoquena: uma análise integrada, disponibiliza a consolidação das propostas para a segunda fase iniciada em Em julho de 2005, teve início a segunda fase da implantação do Corredor Miranda Serra da Bodoquena através do projeto: Corredor de Biodiversidade Miranda Serra da Bodoquena: Ações Prioritárias do Plano de Conservação e Implementação. As atividades da segunda etapa foram definidas na reunião de consolidação com a presença dos parceiros e subdivididas em quatro linhas de ação, citadas a seguir: Ampliação do Conhecimento sobre a Biodiversidade e Sócio-economia; Incentivo à Conservação da Natureza em Áreas Naturais Públicas e Privadas; Incentivo à Gestão Ambiental nos Municípios do Corredor; Divulgação das Ações do Projeto e Mobilização da Sociedade para Conservação da Natureza. Na linha de ampliação de conhecimento sobre a biodiversidade optou-se em aprimorar os dados obtidos do grupo de mamíferos, aves e vegetação e a realização de

4 um sócio-econômico com informações atualizadas, dentro do possível. Para complementar o conhecimento sobre a biodiversidade, foram realizadas ainda visitas às principais Instituições de Ensino e Pesquisa do Estado, para identificação de pesquisadores interessados em desenvolver projetos na região. Na linha Incentivo à Conservação da Natureza em Áreas Naturais Públicas e Privadas, buscou-se manter a assessoria técnica para proprietários rurais e poder público. Neste sentido, o município de Jardim está negociando com o INCRA a criação de uma unidade de conservação em um assentamento rural, localizado as margens do rio da Prata, conhecido atrativo turístico da região. Outra ação desenvolvida nesta etapa do projeto foi o apoio aos levantamentos biológicos realizados através do método de Avaliação Ecológica Rápida AER, para elaboração do plano de manejo do Parque Nacional da Serra da Bodoquena. A criação do Conselho Consultivo do Parque Nacional também deveria ter sido apoiada, porém a equipe do IBAMA esteve extremamente envolvida com a elaboração do plano de manejo do Parque, o que impossibilitou o cumprimento desta atividade, que deverá ser realizada futuramente. Para o sucesso da implantação dos Corredores de Biodiversidade é necessário o envolvimento ativo dos atores locais e o desenvolvimento de suas capacidades em planejamento e implementação de ações de conservação. Além disso, os corredores também têm como objetivo estimular políticas públicas municipais que aliem o desenvolvimento econômico da região e a manutenção do patrimônio natural. Para isso, as ações de planejamento dos corredores devem incorporar intervenções em diferentes escalas espaciais e temporais, buscando alternativas para uma atuação mais abrangente, descentralizada e participativa da sociedade. Sob essa perspectiva os municípios integrantes de um Corredor de Biodiversidade têm um papel fundamental para o alcance do seu sucesso em longo prazo. Nesta etapa do Projeto foram realizadas Oficinas de Educação Ambiental, que tiveram como principais objetivos a mobilização e capacitação de atores locais e seu engajamento em ações de conservação e ainda, dar início a um processo de criação de Núcleos de Educação Ambiental nos municípios do Corredor. Além disso, também foram realizados dois eventos de capacitação aos técnicos e educadores dos municípios. Com o objetivo de conhecer mais profundamente as políticas públicas aplicadas na região e auxiliar no processo de implantação de políticas voltadas à conservação do meio ambiente, o Projeto realizou um diagnóstico que envolveu a caracterização dos

5 Conselhos Municipais de Meio Ambiente, as legislações ambientais municipais; e o recebimento e utilização dos recursos do ICMS ecológico pelos municípios do Corredor. Também houve um amplo processo de divulgação desses instrumentos de gestão às instituições civis locais, poder público e sociedade em geral, e sempre que solicitado, foi prestada assessoria técnica para implantação e formalização dos mesmos. Em 2007, iniciou-se a terceira fase da implantação do Corredor Miranda Serra da Bodoquena através do projeto: Corredor de Biodiversidade Miranda Serra da Bodoquena fase III. Durante a terceira fase, o projeto foi subdividido em três linhas de ações sendo elas: Incentivo à Conservação da Natureza em Áreas Naturais Públicas e Privadas; Incentivo à Gestão Ambiental nos Municípios do Corredor; e Divulgação das Ações do Projeto e Mobilização da Sociedade para Conservação da Natureza. Algumas atividades realizadas nessa fase são citadas abaixo: Foram realizadas 3 oficinas de educação ambiental em cada município abrangido pelo projeto, com objetivo de acompanhar os grupos criados, na implementação, implantação e execução de uma ação prioritária dos planos de educação ambiental. Cada município escolheu uma atividade do plano de ação para colocar em prática. No Município de Nioaque firmou-se o seguinte compromisso: Incluir o tema rio Nioaque em todas as atividades escolares afins. Sensibilizar e envolver a comunidade nas questões ambientais, por meio da divulgação de informações relevantes sobre o tema. No município de Bodoquena as ações escolhidas foram: Ampliar a divulgação sobre o Projeto Corredores de Biodiversidade Miranda Serra da Bodoquena. No município de Miranda as ações escolhidas foram: Incentivar e promover ações de sensibilização com vistas a uma mudança de postura em relação ao meio ambiente. Incentivar a elaboração e execução de projetos que visem à recuperação dos cursos d' água municipais, em especial do rio Miranda.

6 O município de Bonito escolheu: Organizar Comissão interna do grupo Divulgar o COMDEMA e suas ações, estimulando a participação e o controle da sociedade. O município de Jardim elencou: Construir banco de dados de projetos ambientais de Jardim. Sensibilizar a comunidade por meio da divulgação das ações ambientais do município, sobre a necessidade da conservação ambiental. O município de Porto Murtinho além de elaborar o plano de ação que na Fase II do projeto não tinha sido elaborado, escolheu como ação prática: Reestruturar o COMDEMA. Divulgar as legislações ambientais no município. Além das oficinas de educação ambiental continuou-se o processo de divulgação e esclarecimentos dos instrumentos de gestão ambiental, tais como: COMDEMA, onde sempre que possível participou das reuniões em vários municípios; ICMS ecológico, assunto esse abordado nas oficinas de educação ambiental e também em palestras; além da divulgação das leis municipais em cada localidade contemplada pelo projeto. Na linha de ação Incentivar ações de conservação em áreas públicas e privadas encontra-se em processo de criação uma unidade de conservação, na categoria RPPN. Ainda nessa mesma linha de ação o projeto se dispôs ainda a apoiar a criação do Conselho consultivo do Parque Nacional da Serra da Bodoquena, porém sem sucesso. No ano de 2008, quarto ano de implantação do Corredor de Biodiversidade Miranda Serra da Bodoquena, trabalhou-se com as seguintes linhas de ação: Incentivo a criação de áreas protegidas, Incentivar a Gestão Ambiental nos Municípios do Corredor e Proteger nascentes na Bacia do Rio Formoso, Bonito-MS. Sendo assim, o os relatórios a seguir apresenta as atividades e resultados adquiridos entre os anos de 2007 a 2009 do projeto Corredor de Biodiversidade Miranda-Serra da Bodoquena.

Manual para Elaboração dos Planos Municipais para a Mata Atlântica

Manual para Elaboração dos Planos Municipais para a Mata Atlântica Manual para Elaboração dos Planos Municipais para a Mata Atlântica Rede de ONGs da Mata Atlântica RMA Apoio: Funbio e MMA Papel do Município no meio ambiente Constituição Federal Art 23 Competência Comum,

Leia mais

MÓDULO IV PLANO DE AÇÃO

MÓDULO IV PLANO DE AÇÃO MÓDULO IV PLANO DE AÇÃO Etapas do PMMA Organização do processo de elaboração do Plano Municipal da Mata Atlântica MOBILIZAÇÃO QUE CO SO ANÁLISE PRON CO VO Definição da Visão de Futuro DIAGNÓSTICO QUE CO

Leia mais

Mobilização e Capacitação para Elaboração dos Planos Municipais de Conservação e Recuperação da Mata Atlântica Região Sudeste

Mobilização e Capacitação para Elaboração dos Planos Municipais de Conservação e Recuperação da Mata Atlântica Região Sudeste Mobilização e Capacitação para Elaboração dos Planos Municipais de Conservação e Recuperação da Mata Atlântica Região Sudeste Contexto do Projeto Lei da Mata Atlântica (Lei nº 11.428 de 22/12/2006) e Decreto

Leia mais

FICHA PROJETO - nº 226-MA

FICHA PROJETO - nº 226-MA FICHA PROJETO - nº 226-MA Mata Atlântica Grande Projeto Chamada 03 1) TÍTULO: Apoio a criação de Unidades de Conservação na Floresta Atlântica de Pernambuco. 2) MUNICÍPIOS DE ATUAÇÃO DO PROJETO: Água Preta,

Leia mais

MÓDULO IV PLANO DE AÇÃO

MÓDULO IV PLANO DE AÇÃO MÓDULO IV PLANO DE AÇÃO ETAPA I MÓDULO I: Organização do processo de elaboração e Mobilização PT/ MOBILIZAÇÃO quecoso Etapas do PMMA ETAPA II proncovo MÓDULO II: Elaboração do Diagnóstico da Situação Atual

Leia mais

O planejamento das áreas protegidas integradas à paisagem

O planejamento das áreas protegidas integradas à paisagem O planejamento das áreas protegidas integradas à paisagem Stanley Arguedas Mora, Coordenador Tecnico ELAP Márcia Regina Lederman, especialista Áreas Protegidas GIZ Marcos Roberto Pinheiro, consultor Áreas

Leia mais

AAVA. Associação dos Amigos do Vale do Aracatu

AAVA. Associação dos Amigos do Vale do Aracatu AAVA Associação dos Amigos do Vale do Aracatu Conceitos importantes Bacia Hidrográfica Divisor de águas Nascente Bacia Hidrográfica * Bacias hidrográficas são áreas da superfície terrestre separadas topograficamente

Leia mais

Dec. nº 4.339, de 22/08/2002

Dec. nº 4.339, de 22/08/2002 POLÍTICA NACIONAL DA BIODIVERSIDADE Dec. nº 4.339, de 22/08/2002 Os princípios estabelecidos na PNBio (20 ao todo) derivam, basicamente, daqueles estabelecidos na Convenção sobre Diversidade Biológica

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO ASSESSORIA DE RELAÇÕES INTERNACIONAIS - REITORIA POLÍTICA DE INTERNACIONALIZAÇÃO DA UFMT.

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO ASSESSORIA DE RELAÇÕES INTERNACIONAIS - REITORIA POLÍTICA DE INTERNACIONALIZAÇÃO DA UFMT. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO ASSESSORIA DE RELAÇÕES INTERNACIONAIS - REITORIA POLÍTICA DE INTERNACIONALIZAÇÃO DA UFMT. Elaborado por: Joíra Martins Supervisão: Prof. Paulo

Leia mais

DIRETRIZES de Ação OFICINA I MANTIQUEIRA

DIRETRIZES de Ação OFICINA I MANTIQUEIRA DIRETRIZES de Ação OFICINA I MANTIQUEIRA 1. Implementação da trilha de longa distância que liga Monte Verde (SP) à Itatiaia (RJ), apelidada trans Mantiqueira. (Ver dissertação de mestrado do gestor Waldir

Leia mais

Monitoramento das alterações da cobertura vegetal e uso do solo na Bacia do Alto Paraguai Porção Brasileira Período de Análise: 2012 a 2014

Monitoramento das alterações da cobertura vegetal e uso do solo na Bacia do Alto Paraguai Porção Brasileira Período de Análise: 2012 a 2014 Monitoramento das alterações da cobertura vegetal e uso do solo na Bacia do Alto Paraguai Porção Brasileira Período de Análise: 2012 a 2014 1 Sumário Executivo Apresentação A Bacia Hidrográfica do Alto

Leia mais

I - METOLOGIA PARA ELABORAÇÃO DO PLANO DE MANEJO

I - METOLOGIA PARA ELABORAÇÃO DO PLANO DE MANEJO I - METOLOGIA PARA ELABORAÇÃO DO PLANO DE MANEJO O conceito de Plano de Manejo, segundo a definição da Lei n 9.985, de 18 de julho de 2000 (institui o Sistema Nacional de Unidades de Conservação da Natureza),

Leia mais

Projeto Nascentes Urbanas. MÓDULO BÁSICO Autora : Deise Nascimento Proponente: OSCIP Instituto Árvore da Vida

Projeto Nascentes Urbanas. MÓDULO BÁSICO Autora : Deise Nascimento Proponente: OSCIP Instituto Árvore da Vida Projeto Nascentes Urbanas MÓDULO BÁSICO Autora : Deise Nascimento Proponente: OSCIP Instituto Árvore da Vida O projeto Nascentes Urbanas conjuga ações de recuperação e preservação ambiental, abrange o

Leia mais

GA079 Cadastro Técnico e Planejamento Urbano, Plano Diretor. Resultante das Ações do Planejamento Urbano Integrado

GA079 Cadastro Técnico e Planejamento Urbano, Plano Diretor. Resultante das Ações do Planejamento Urbano Integrado GA079 Cadastro Técnico e Planejamento Urbano, 2011 Plano Diretor Resultante das Ações do Planejamento Urbano Integrado CONCEITO: O Plano Diretor é uma lei municipal que estabelece diretrizes para a ocupação

Leia mais

PARANAPANEMA EM FOCO

PARANAPANEMA EM FOCO Encontro Ampliado do PIRH Nos dias 15 e 16 de fevereiro, acontece no Hotel Sumatra, em Londrina (PR), o primeiro Encontro Ampliado do Plano Integrado de Recursos Hídricos (PIRH) da Unidade de Gestão dos

Leia mais

Semana da Mata Atlântica

Semana da Mata Atlântica Mobilização e Capacitação para Elaboração dos Planos Municipais de Conservação e Recuperação da Mata Atlântica Região Sudeste Semana da Mata Atlântica Conservar e recuperar a Mata Atlântica é questão de

Leia mais

As Zonas Úmidas e a Política Nacional

As Zonas Úmidas e a Política Nacional As Zonas Úmidas e a Política Nacional de Recursos Hídricos no Brasil 8 th Intecol, Cuiabá, julho de 2008 Maria Carolina Hazin Orientação à aprensentação: o Zonas Úmidas O conceito científico e o utilizado

Leia mais

CONSTRUINDO O PLANO MUNICIPAL DO MEIO AMBIENTE

CONSTRUINDO O PLANO MUNICIPAL DO MEIO AMBIENTE 2009 PROGRAMA NACIONAL DE CAPACITAÇÃO DE GESTORES AMBIENTAIS PNC/PR Elias Araujo Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Recursos Hídricos CONSTRUINDO O PLANO MUNICIPAL DO MEIO AMBIENTE Texto de apoio

Leia mais

FICHA PROJETO - nº199-ma Mata Atlântica Pequeno Projeto

FICHA PROJETO - nº199-ma Mata Atlântica Pequeno Projeto FICHA PROJETO - nº199-ma Mata Atlântica Pequeno Projeto 1) TÍTULO: Estudos para a criação de UC com objetivo de proteger e regulamentar o uso sustentável dos recursos naturais nas áreas ocupadas pelas

Leia mais

Programa de RPPN do Estado do Rio de Janeiro. RPPN REGUA, Cachoeiras de Macacu/RJ. Créditos: Roberta Guagliardi.

Programa de RPPN do Estado do Rio de Janeiro. RPPN REGUA, Cachoeiras de Macacu/RJ. Créditos: Roberta Guagliardi. Programa de RPPN do Estado do Rio de Janeiro RPPN REGUA, Cachoeiras de Macacu/RJ. Créditos: Roberta Guagliardi. Serviço de RPPN Com a instituição do Programa através do Decreto 40.909/2007 foi criado o

Leia mais

2.1. Subcoordenador Técnico Operacional (Código STO) 1 vaga Atribuições:

2.1. Subcoordenador Técnico Operacional (Código STO) 1 vaga Atribuições: PRORROGAÇÃO DO EDITAL PARA SELEÇÃO DE BOLSISTAS PROJETO CVDS Manaus, 24 de Novembro de 2014. 1. CONTEXTUALIZAÇÃO O Centro Vocacional para o Desenvolvimento Sustentável (CVDS), trata-se de um projeto piloto

Leia mais

Iniciar uma discussão sobre a elaboração de uma. Estratégia Nacional de Comunicação e Educação Ambiental. no âmbito do

Iniciar uma discussão sobre a elaboração de uma. Estratégia Nacional de Comunicação e Educação Ambiental. no âmbito do OBJETIVO Iniciar uma discussão sobre a elaboração de uma Estratégia Nacional de Comunicação e Educação Ambiental no âmbito do Sistema Nacional de Unidades de Conservação da Natureza - SNUC DOCUMENTOS DE

Leia mais

CONTRATAÇÃO DE SERVIÇOS DE CONSULTORIA

CONTRATAÇÃO DE SERVIÇOS DE CONSULTORIA TERMO DE REFERÊNCIA Projeto - CGP/BRA/078/GFF Projeto de Gestão Integrada do Ecossistema da Baia da Ilha Grande Componente 02 CONTRATAÇÃO DE SERVIÇOS DE CONSULTORIA Contratação de consultor para sensibilização

Leia mais

FICHA PROJETO - nº022-ma

FICHA PROJETO - nº022-ma FICHA PROJETO - nº022-ma Mata Atlântica Grande Projeto 1) TÍTULO: PROJETO DE DESENVOLVIMENTO ECOTURÍSTICO DE MAQUINÉ 2) MUNICÍPIOS DE ATUAÇÃO DO PROJETO: Maquiné - RS 3) LINHA TEMÁTICA: USO SUSTENTÁVEL

Leia mais

FICHA PROJETO C

FICHA PROJETO C FICHA PROJETO - 035-C CONSOLIDAÇÃO Grande Projeto 1) TÍTULO: Estruturação da Reserva Extrativista Mandira 2) MUNICÍPIOS DE ATUAÇÃO DO PROJETO: Cananéia-SP 3) LINHA TEMÁTICA: Gestão Participativa de Unidade

Leia mais

ESTUDO DE CONECTIVIDADE

ESTUDO DE CONECTIVIDADE ESTUDO DE CONECTIVIDADE PRESERVAÇÃO DO VERDE DE FORMA INTELIGENTE Fabiana Vita Lopes Assessora jurídico-ambiental Anglogold Ashanti Localização NOVA LIMA SEDE Estudo de Conectividade Um pensamento diferentre...

Leia mais

PORTARIA INTERMINISTERIAL MDA e MDS e MMA Nº 239 DE 21 DE JULHO DE 2009

PORTARIA INTERMINISTERIAL MDA e MDS e MMA Nº 239 DE 21 DE JULHO DE 2009 PORTARIA INTERMINISTERIAL MDA e MDS e MMA Nº 239 DE 21 DE JULHO DE 2009 Estabelece orientações para a implementação do Plano Nacional de Promoção das Cadeias de Produtos da Sociobiodiversidade, e dá outras

Leia mais

Unidades de Conservação do Brasil: criação de novas UC, regularização fundiária e Compensação Ambiental

Unidades de Conservação do Brasil: criação de novas UC, regularização fundiária e Compensação Ambiental Unidades de Conservação do Brasil: criação de novas UC, regularização fundiária e Compensação Ambiental Departamento de Áreas Protegidas Secretaria de Biodiversidade e Florestas MARCO LEGAL - Art. 225

Leia mais

Definição e Identificação de Áreas Ambientalmente Sensíveis

Definição e Identificação de Áreas Ambientalmente Sensíveis Definição e Identificação de Áreas Ambientalmente Sensíveis Semasa Serviço Municipal de Saneamento Ambiental de Santo André Definição e Identificação de Áreas Ambientalmente Sensíveis 00 TEMA: Definição

Leia mais

Mosaico Mantiqueira. Clarismundo Benfica. São Paulo, Maio de 2009

Mosaico Mantiqueira. Clarismundo Benfica. São Paulo, Maio de 2009 Mosaico Mantiqueira Integração de Ações Regionais Foto: Clarismundo Benfica Clarismundo Benfica São Paulo, Maio de 2009 Mosaicos de UCs rede formal de UCs trabalhando para melhorar as capacidades individuais

Leia mais

Glauco Kimura de Freitas Agosto de 2009

Glauco Kimura de Freitas Agosto de 2009 PROPOSTA DE ARCABOUÇO METODOLÓGICO DE ADAPTAÇÃO ÀS MUDANÇAS CLIMÁTICAS Glauco Kimura de Freitas Agosto de 2009 ROTEIRO 1. Conceituação A. O que é adaptação? Vulnerabilidade Resiliência Categorias de adaptação

Leia mais

FICHA PROJETO - nº 160-MA

FICHA PROJETO - nº 160-MA FICHA PROJETO - nº 160-MA Mata Atlântica Grande Projeto LOGO Instituição Parceira 1) TÍTULO: Os microcorredores ecológicos que sustentam a riqueza biológica e sócio-cultural da Restinga de Itapeva. 2)

Leia mais

Escrito por Administrator Seg, 22 de Novembro de :55 - Última atualização Seg, 22 de Novembro de :09

Escrito por Administrator Seg, 22 de Novembro de :55 - Última atualização Seg, 22 de Novembro de :09 MISSÃO O Serviço Social tem como missão dar suporte psico-social e emocional ao colaborador e sua família. Neste sentido, realiza o estudo de casos, orientando e encaminhando aos recursos sociais da comunidade,

Leia mais

Biodiversidade e Mudanças Climáticas na Mata Atlântica. Iniciativa Internacional de Proteção ao Clima (IKI/BMU)

Biodiversidade e Mudanças Climáticas na Mata Atlântica. Iniciativa Internacional de Proteção ao Clima (IKI/BMU) Biodiversidade e Mudanças Climáticas na Mata Atlântica Iniciativa Internacional de Proteção ao Clima (IKI/BMU) Índice da Apresentação Lições aprendidas Projeto Proteção da Mata Atlântica II (2009 a 2012)

Leia mais

PLANO DE ACÇÃO DA REDE SOCIAL DE LISBOA ANO DE 2010 PRORROGAÇÃO PARA Aprovado em sede de CLAS a 04 de Julho de 2011

PLANO DE ACÇÃO DA REDE SOCIAL DE LISBOA ANO DE 2010 PRORROGAÇÃO PARA Aprovado em sede de CLAS a 04 de Julho de 2011 PLANO DE ACÇÃO DA REDE SOCIAL DE LISBOA ANO DE 2010 PRORROGAÇÃO PARA 2011 Aprovado em sede de CLAS a 04 de Julho de 2011 PLANO DE ACÇÃO PARA 2010 PRORROGAÇÃO PARA 2011 OBJECTIVO ESTRATÉGICO OBJECTIVO ESPECÍFICO

Leia mais

Estado Atual das RPPNs no Brasil

Estado Atual das RPPNs no Brasil Estado Atual das RPPNs no Brasil Missão da CNRPPN Contribuir para a conservação da biodiversidade brasileira por meio do fortalecimento das associações de proprietários de RPPN (fundada em 2001) Confederação

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 17, DE 29 DE MAIO DE 2001 (Publicada no D.O.U de 10 de julho de 2001)

RESOLUÇÃO Nº 17, DE 29 DE MAIO DE 2001 (Publicada no D.O.U de 10 de julho de 2001) Página 1 de 5 RESOLUÇÃO Nº 17, DE 29 DE MAIO DE 2001 (Publicada no D.O.U de 10 de julho de 2001) O Conselho Nacional de Recursos Hídricos, no uso das competências que lhe são conferidas pela Lei nº 9.433,

Leia mais

Curso: INSTRUMENTOS DE GESTÃO AMBIENTAL PARTICIPATIVA. Agenda 21 local : da teoria à prática

Curso: INSTRUMENTOS DE GESTÃO AMBIENTAL PARTICIPATIVA. Agenda 21 local : da teoria à prática Curso: INSTRUMENTOS DE GESTÃO AMBIENTAL PARTICIPATIVA Agenda 21 local : da teoria à prática Gina Rizpah Besen Psicóloga Mestre em Saúde Pública FSP-USP consultora em Gestão Ambiental rizpah@usp.br Desenvolvimento

Leia mais

GERENCIAMENTO DE BACIAS HIDROGRÁFICAS

GERENCIAMENTO DE BACIAS HIDROGRÁFICAS GERENCIAMENTO DE BACIAS HIDROGRÁFICAS Política Nacional de Recursos Hídricos Lei Federal Nº 9.433/97 A partir da década de 1990: a legislação propõe substituir um sistema centralizador e setorial por outro

Leia mais

Informação sobre Ecossistemas Locais

Informação sobre Ecossistemas Locais Informação sobre Ecossistemas Locais Processo de candidatura Bandeira Azul 2013 1. Biodiversidade local O litoral de Vila Nova de Gaia apresenta uma considerável biodiversidade, com fauna e flora característica

Leia mais

AVALIAÇÃO AMBIENTAL INTEGRADA (AAI) Ricardo Cavalcanti Furtado Superintendente de Meio Ambiente

AVALIAÇÃO AMBIENTAL INTEGRADA (AAI) Ricardo Cavalcanti Furtado Superintendente de Meio Ambiente AVALIAÇÃO AMBIENTAL INTEGRADA (AAI) Ricardo Cavalcanti Furtado Superintendente de Meio Ambiente Manaus, junho/2006 Empresa de Pesquisa Energética Empresa pública, vinculada ao Ministério de Minas e Energia,

Leia mais

FICHA PROJETO - nº 059-P

FICHA PROJETO - nº 059-P FICHA PROJETO - nº 059-P PADEQ Grande Projeto 1) TÍTULO: Apoio a Alternativas Sustentáveis no Território Portal da Amazônia. 2)MUNICÍPIOS DE ATUAÇÃO DO PROJETO: Nova Guarita, Terra Nova do Norte MT. 3)LINHA

Leia mais

QUE MEIOS FINANCEIROS?

QUE MEIOS FINANCEIROS? QUE MEIOS FINANCEIROS? PARA A CONSERVAÇÃO DA NATUREZA ATRAVÉS DO PO SEUR? HELENA PINHEIRO DE AZEVEDO MOBILIZAÇÃO DE RECURSOS PARA CONSERVAÇÃO DA NATUREZA E BIODIVERSIDADE 22 JUN 2015 TAPADA DE MAFRA Organização:

Leia mais

PORTARIA Nº 2.080, DE 31 DE OUTUBRO DE 2003

PORTARIA Nº 2.080, DE 31 DE OUTUBRO DE 2003 PORTARIA Nº 2.080, DE 31 DE OUTUBRO DE 2003 Institui o Programa Nacional para Prevenção e Controle das Hepatites Virais, o Comitê Técnico de Acompanhamento e Assessoramento do Programa e dá outras providências.

Leia mais

Coordenador Geral: Prof. Dr. Paulo Belli Filho. Universidade Federal de Santa Catarina

Coordenador Geral: Prof. Dr. Paulo Belli Filho. Universidade Federal de Santa Catarina Coordenador Geral: Prof. Dr. Paulo Belli Filho Departamento de Eng. Sanitária e Ambiental Universidade Federal de Santa Catarina Consumo de água na rizicultura Poluição da água Ed. Ambiental: conhecimento

Leia mais

LEI Nº 760 DE 18 DE ABRIL DE 2011

LEI Nº 760 DE 18 DE ABRIL DE 2011 LEI Nº 760 DE 18 DE ABRIL DE 2011 Dispõe sobre o Fundo Municipal de Meio Ambiente do Município de Paranatinga. CAPÍTULO I Do Fundo Municipal de Meio Ambiente Art. 1º Fica instituído o Fundo Municipal de

Leia mais

I WORKSHOP DE PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO DA GESTÃO DE PESSOAS DA USP

I WORKSHOP DE PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO DA GESTÃO DE PESSOAS DA USP I WORKSHOP DE PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO DA GESTÃO DE PESSOAS DA USP NOVEMBRO 2010 Propostas de MISSÃO para a Gestão de Pessoas da USP Criar condições para o engajamento pessoal e profissional dos servidores

Leia mais

PROPOSTA DE FORMAÇÃO SOCIOAMBIENTAL NO CONTEXTO DA FISCALIZAÇÃO

PROPOSTA DE FORMAÇÃO SOCIOAMBIENTAL NO CONTEXTO DA FISCALIZAÇÃO PROPOSTA DE FORMAÇÃO SOCIOAMBIENTAL NO CONTEXTO DA FISCALIZAÇÃO outubro/2012 Beatriz Alves Rodrigo Machado PRESSUPOSTOS Campo Ambiental Campo Educacional Campo Educacional Educação Ambiental Campo Ambiental

Leia mais

ESTRUTURA ORGANIZACIONAL DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO ORGANOGRAMA

ESTRUTURA ORGANIZACIONAL DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO ORGANOGRAMA ESTRUTURA ORGANIZACIONAL DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO ORGANOGRAMA ATRIBUIÇÕES DOS CARGOS DAS ATIVIDADES ESTÁGIOSUPERVISIONADO INTEGRADO AO TRABALHO DE CURSO Colegiado: -Validar o

Leia mais

ROTEIRO PARA ELABORAÇÃO DO PROJETO

ROTEIRO PARA ELABORAÇÃO DO PROJETO ANEXO 1 ROTEIRO PARA ELABORAÇÃO DO PROJETO :: INFORMAÇÕES PRÉVIAS :: O projeto deve ser apresentado em, no máximo, 15 (quinze) páginas A4, incluindo anexos, com letra tipo Arial, tamanho 12; Todos os itens

Leia mais

RELATÓRIO DE PRESTAÇÃO DE CONTAS PROJETO SEMENTE

RELATÓRIO DE PRESTAÇÃO DE CONTAS PROJETO SEMENTE RELATÓRIO DE PRESTAÇÃO DE CONTAS PROJETO SEMENTE Introdução Submissão de projetos SEMENTE: Transformando ideias em projetos é uma plataforma virtual que se destina a subsidiar os Promotores de Justiça

Leia mais

Recuperação da cobertura florestal na bacia do rio Corumbataí

Recuperação da cobertura florestal na bacia do rio Corumbataí SÉRIE TÉCNICA IPEF v. 12, n. 32, p. 121-126, dez. 1998 Recuperação da cobertura florestal na bacia do rio Corumbataí Arlet Maria Almeida Nassif Prefeitura Municipal de Piracicaba Em 1887, a cidade de Piracicaba

Leia mais

Análise dos impactos socioeconômicos e ambientais do complexo minero-siderúrgico de Mato Grosso do Sul (CMS-MS)

Análise dos impactos socioeconômicos e ambientais do complexo minero-siderúrgico de Mato Grosso do Sul (CMS-MS) Análise dos impactos socioeconômicos e ambientais do complexo minero-siderúrgico de Mato Grosso do Sul (CMS-MS) André Carvalho Deborah Baré Hubner Mario Monzoni FGV-EAESP Centro de Estudos em Sustentabilidade

Leia mais

Osvaldo Antonio R. dos Santos Gerente de Recursos Florestais - GRF. Instituto de Meio Ambiente de MS - IMASUL

Osvaldo Antonio R. dos Santos Gerente de Recursos Florestais - GRF. Instituto de Meio Ambiente de MS - IMASUL Osvaldo Antonio R. dos Santos Gerente de Recursos Florestais - GRF Instituto de Meio Ambiente de MS - IMASUL Secretaria de Meio Ambiente e Desenvolvimento Econômico - SEMADE Presidência da República Casa

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARA INSTITUTO DE CIENCIAS DA EDUCAÇÃO GRUPO DE ESTUDOS EM EDUCAÇÃO, CULTURA E MEIO AMBIENTE GEAM

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARA INSTITUTO DE CIENCIAS DA EDUCAÇÃO GRUPO DE ESTUDOS EM EDUCAÇÃO, CULTURA E MEIO AMBIENTE GEAM UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARA INSTITUTO DE CIENCIAS DA EDUCAÇÃO GRUPO DE ESTUDOS EM EDUCAÇÃO, CULTURA E MEIO AMBIENTE- GEAM PROJETO I ENCONTRO DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL NA UFPA: OS DEZ ANOS DO GRUPO DE ESTUDOS

Leia mais

I SEMINÁRIO ESTADUAL SOBRE POLÍTICA MUNICIPAL DE HABITAÇÃO. 1º de outubro de 2009

I SEMINÁRIO ESTADUAL SOBRE POLÍTICA MUNICIPAL DE HABITAÇÃO. 1º de outubro de 2009 I SEMINÁRIO ESTADUAL SOBRE POLÍTICA MUNICIPAL DE HABITAÇÃO 1º de outubro de 2009 (112 MUNICÍPIOS) (64 MUNICÍPIOS) (91 MUNICÍPIOS) (16 MUNICÍPIOS) (10 MUNICÍPIOS) (IDH Médio M Nacional = 0,766) Especificação

Leia mais

2/6/2010. Parágrafo único. As RPPNs somente serão criadas em áreas de posse e domínio privados.

2/6/2010. Parágrafo único. As RPPNs somente serão criadas em áreas de posse e domínio privados. RPPN: Reserva Particular do Patrimônio Natural AS RPPNS EM SANTA CATARINA LEI Nº 9.985/2000 Art 7º 2º O objetivo básico das Unidades de Uso Sustentável é compatibilizar a conservação da natureza com o

Leia mais

NOVO PROGRAMA. Programa Petrobras SOCIOAMBIENTAL

NOVO PROGRAMA. Programa Petrobras SOCIOAMBIENTAL NOVO PROGRAMA Programa Petrobras SOCIOAMBIENTAL 2014-2018 1 PETROBRAS Fundada em 1953, a partir de uma campanha popular O petróleo é nosso. Empresa integrada de energia Sociedade anônima de capital aberto

Leia mais

PROGRAMA DE DESENVOLVIMENTO RURAL SUSTENTÁVEL DA MICROBACIA DO RIO SÃO PEDRO.

PROGRAMA DE DESENVOLVIMENTO RURAL SUSTENTÁVEL DA MICROBACIA DO RIO SÃO PEDRO. Aaaaa PROGRAMA DE DESENVOLVIMENTO RURAL SUSTENTÁVEL DA MICROBACIA DO RIO SÃO PEDRO. JUNHO/2013 Parceiros: CMDRs, CMMAs, REUNIÃO DE APRESENTAÇÃO DO PROJETO 24/06/2013 Presentes: Comitê Guandu, Rebio Tingua,

Leia mais

A Ocupação do Cerrado e Subsídios para a Elaboração de Projeto de Lei de Proteção Ambiental do Bioma.

A Ocupação do Cerrado e Subsídios para a Elaboração de Projeto de Lei de Proteção Ambiental do Bioma. A Ocupação do Cerrado e Subsídios para a Elaboração de Projeto de Lei de Proteção Ambiental do Bioma. Comissão de Meio Ambiente, Defesa do Consumidor e Fiscalização e Controle CMA Senado Federal Audiência

Leia mais

Considerando o acelerado crescimento urbano e industrial brasileiro e da frota de veículos automotores;

Considerando o acelerado crescimento urbano e industrial brasileiro e da frota de veículos automotores; RESOLUÇÃO CONAMA Nº 005, de 15 de junho de 1989 O CONSELHO NACIONAL DO MEIO AMBIENTE - CONAMA, no uso das atribuições que lhe confere o inciso VII, do Art. 8º, da Lei nº 6.938 de 31 de agosto de 1981 e

Leia mais

E AUTONOMIA DAS MULHERES

E AUTONOMIA DAS MULHERES E AUTONOMIA DAS Faz-se necessário identificar as organizações de mulheres artesãs e possibilitar a articulação das cadeias produtivas de artesanatos geridas por mulheres. o que orienta o Programa O desafio

Leia mais

PLANO MUNICIPAL DE SANEAMENTO BÁSICO DE BACABEIRA-MA - Plano de Trabalho - PLANO DE TRABALHO. Bacabeira-MA

PLANO MUNICIPAL DE SANEAMENTO BÁSICO DE BACABEIRA-MA - Plano de Trabalho - PLANO DE TRABALHO. Bacabeira-MA PLANO DE TRABALHO Bacabeira-MA 2015 1. INTRODUÇÃO O presente Plano de Trabalho refere-se ao contrato firmado entre a Prefeitura Municipal de Bacabeira e a empresa de consultoria especializada de razão

Leia mais

- REGIMENTO INTERNO. Secretaria de Esportes e Lazer. Leis nº 6.529/05 e nº 6.551/06, Decretos nº /06, nº /06 e nº 16.

- REGIMENTO INTERNO. Secretaria de Esportes e Lazer. Leis nº 6.529/05 e nº 6.551/06, Decretos nº /06, nº /06 e nº 16. - REGIMENTO INTERNO Secretaria de Esportes e Lazer Leis nº 6.529/05 e nº 6.551/06, Decretos nº 12.660/06, nº 12.979/06 e nº 16.385/15 I - Secretaria Executiva: - auxiliar e assessorar o Secretário Municipal

Leia mais

PLANO ESTADUAL DE RECURSOS HÍDRICOS

PLANO ESTADUAL DE RECURSOS HÍDRICOS GOVERNO DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL SECRETARIA ESTADUAL DO MEIO AMBIENTE CONSELHO DE RECURSOS HÍDRICOS DEPARTAMENTO DE RECURSOS HÍDRICOS PLANO ESTADUAL DE RECURSOS HÍDRICOS RIO GRANDE DO SUL www.sema.rs.gov.br

Leia mais

DELIBERAÇÃO CBHSF Nº 88, de 10 de dezembro de 2015

DELIBERAÇÃO CBHSF Nº 88, de 10 de dezembro de 2015 DELIBERAÇÃO CBHSF Nº 88, de 10 de dezembro de 2015 Aprova o Plano de Aplicação Plurianual - PAP dos recursos da cobrança pelo uso de recursos hídricos na bacia hidrográfica do rio São Francisco, referente

Leia mais

Meio Ambiente. Ministério do Meio Ambiente FLORESTA NACIONAL DO TAPAJOS FLONA TAPAJÓS. Unidade de Conservação Federal

Meio Ambiente. Ministério do Meio Ambiente FLORESTA NACIONAL DO TAPAJOS FLONA TAPAJÓS. Unidade de Conservação Federal FLORESTA NACIONAL DO TAPAJOS FLONA TAPAJÓS Unidade de Conservação Federal A Gestão Socioambiental da Flona e a sua relacão com o Manejo Florestal e as Pesquisas na UC 2010 Floresta Nacional do Tapajós

Leia mais

Zerar desmatamento no Brasil pode custar R$ 5 bi ao ano até 2030

Zerar desmatamento no Brasil pode custar R$ 5 bi ao ano até 2030 Estadão, 13 de julho de 2016 Zerar desmatamento no Brasil pode custar R$ 5 bi ao ano até 2030 Cálculo considera estratégia de pagamento por serviços ambientais, em que proprietário é compensado por conservar

Leia mais

Título. Diretrizes de Investimento Social Privado desenvolvida pela AMAGGI

Título. Diretrizes de Investimento Social Privado desenvolvida pela AMAGGI Título Diretrizes de Investimento Social Privado desenvolvida pela AMAGGI Nossos números em 2015 30.004 pessoas beneficiadas diretamente 13 municípios atendidos 18 colaboradores diretos e 01 indireto (cedido

Leia mais

Terminologia, Conceitos, definições e esclarecimentos...

Terminologia, Conceitos, definições e esclarecimentos... Terminologia, Conceitos, definições e esclarecimentos......para facilitar a comunicação sobre o Código Florestal Brasileiro!!! por Renata Evangelista de Oliveira FCA-UNESP- Doutorado em Ciência Florestal

Leia mais

Concurso: Determinantes da vitimização em São Paulo ao longo do tempo

Concurso: Determinantes da vitimização em São Paulo ao longo do tempo Concurso: Determinantes da vitimização em São Paulo ao longo do tempo CPP Centro de Políticas Públicas São Paulo, 2010 Centro de Políticas Públicas (CPP) O CPP é um centro de pesquisas voltado para a produção

Leia mais

MODELO DE RELATÓRIO DE CONFERÊNCIA LIVRE DE PROTEÇÃO E DEFESA CIVIL

MODELO DE RELATÓRIO DE CONFERÊNCIA LIVRE DE PROTEÇÃO E DEFESA CIVIL MODELO DE RELATÓRIO DE CONFERÊNCIA LIVRE DE PROTEÇÃO E DEFESA CIVIL IDENTIFICAÇÃO Nome da Conferência: Conferência Livre de Proteção e Defesa Civil: contribuições da Psicologia como ciência e profissão

Leia mais

Plano Nacional de Turismo

Plano Nacional de Turismo Plano Nacional de Turismo 2011-2015 Conceito Conjunto de diretrizes, metas e programas que orientam a atuação do Ministério do Turismo, em parceria com outros setores da gestão pública nas três esferas

Leia mais

PORTARIA N o 29 DE 21 DE SETEMBRO DE 2006 (publicada no DOU de 22/09/2006, seção I, página 105) ARIOSTO ANTUNES CULAU

PORTARIA N o 29 DE 21 DE SETEMBRO DE 2006 (publicada no DOU de 22/09/2006, seção I, página 105) ARIOSTO ANTUNES CULAU PORTARIA N o 29 DE 21 DE SETEMBRO DE 2006 (publicada no DOU de 22/09/2006, seção I, página 105) O SECRETÁRIO DE ORÇAMENTO FEDERAL, tendo em vista a autorização constante do art. 62, inciso III, da Lei

Leia mais

PROPOSTAS PARA CRIAÇÃO DAS UNIDADES DE CONSERVAÇÃO PARQUE ESTADUAL SERRA DO AREAL E REFÚGIO DE VIDA SILVESTRE RIACHO PONTAL PETROLINA/PE

PROPOSTAS PARA CRIAÇÃO DAS UNIDADES DE CONSERVAÇÃO PARQUE ESTADUAL SERRA DO AREAL E REFÚGIO DE VIDA SILVESTRE RIACHO PONTAL PETROLINA/PE PROPOSTAS PARA CRIAÇÃO DAS UNIDADES DE CONSERVAÇÃO PARQUE ESTADUAL SERRA DO AREAL E REFÚGIO DE VIDA SILVESTRE RIACHO PONTAL PETROLINA/PE ASPECTOS LEGAIS Lei Federal nº 9.985/2000 Institui o Sistema Nacional

Leia mais

Plano de Desenvolvimento Institucional

Plano de Desenvolvimento Institucional Plano de Desenvolvimento Institucional Âmbito de atuação Missão Visão Elementos Duráveis Princípios Elementos Mutáveis (periodicamente) Análise Ambiental Objetivos Estratégicos Metas Planos de Ação PDI

Leia mais

FSC : FLORESTAS E EMPRESAS

FSC : FLORESTAS E EMPRESAS FSC : FLORESTAS E EMPRESAS A CRIAR VALOR PARA O FUTURO Certificação FSC poderá um instrumento de mercado promover a conservação de espaços naturais? Agenda FSC FLORESTAS E EMPRESAS A CRIAR VALOR PARA O

Leia mais

Regionalização e Segmentação do Turismo. Natal, 23 de março de 2010

Regionalização e Segmentação do Turismo. Natal, 23 de março de 2010 Regionalização e Segmentação do Turismo Natal, 23 de março de 2010 Núcleo Estratégico do Turismo Nacional Fórum Nacional dos Secretários e Dirigentes Estaduais de Turismo Ministério do Turismo MTur Conselho

Leia mais

CONSERVATÓRIO DE MÚSICA CALOUSTE GULBENKIAN DE BRAGA

CONSERVATÓRIO DE MÚSICA CALOUSTE GULBENKIAN DE BRAGA CONSERVATÓRIO DE MÚSICA CALOUSTE GULBENKIAN DE BRAGA PLANO DE MELHORIA 2014 / 2016 ÍNDICE Introdução 3 Resultados da Avaliação Externa 4 Ações a contemplar no Plano de Melhoria 5 Conclusão 7 2 Introdução

Leia mais

I Encontro Nacional do Programa Nacional de Fortalecimento dos Conselhos Escolares

I Encontro Nacional do Programa Nacional de Fortalecimento dos Conselhos Escolares I Encontro Nacional do Programa Nacional de Fortalecimento dos Conselhos Escolares GRUPO DE TRABALHO Municípios das regiões Centro-Oeste, Sudeste e Sul Criação do Grupo Articulador Definir quem é o grupo

Leia mais

REFERENCIA NACIONAL.

REFERENCIA NACIONAL. REFERENCIA NACIONAL. LOCALIZAÇÃO Município: Crateús CE. Semiárido Nordestino Bioma Caatinga. Localizado a 380 km de Fortaleza. Área: 2.985,41 km 2. IDH: 0,675 (IBEG 2000). População: 72 386 habitantes

Leia mais

Domínios temáticos, Conceitos, Metas de Aprendizagem e Propostas de Estratégias/Atividades. Disciplina de Oferta de Escola

Domínios temáticos, Conceitos, Metas de Aprendizagem e Propostas de Estratégias/Atividades. Disciplina de Oferta de Escola Disciplina de Oferta de Escola 7º e 8º anos do 3º ciclo do Ensino Básico Domínios temáticos, Conceitos, de Aprendizagem e Propostas de Estratégias/Atividades José Carlos Morais Educação Ambiental para

Leia mais

TEMA ESTRATÉGICO: GESTÃO UNIVERSITÁRIA TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO

TEMA ESTRATÉGICO: GESTÃO UNIVERSITÁRIA TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO TEMA ESTRATÉGICO: GESTÃO UNIVERSITÁRIA TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO Objetivo 1: Aprimorar a adoção de soluções de TI nas atividades de ensino, pesquisa, extensão e gestão, auxiliando na consecução

Leia mais

Acordo de Acionistas NORMA DE da CPFL Energia S.A. ENGAJAMENTO

Acordo de Acionistas NORMA DE da CPFL Energia S.A. ENGAJAMENTO Acordo de Acionistas NORMA DE da CPFL Energia S.A. ENGAJAMENTO Atual DE Denominação PÚBLICOS Social DE da Draft II Participações INTERESSE S.A. Sumário Introdução 3 Objetivo da Norma 4 Conceitos básicos

Leia mais

Mesa Redonda: POLÍTICAS PARA SUSTENTABILIDADE NAS UNIVERSIDADES

Mesa Redonda: POLÍTICAS PARA SUSTENTABILIDADE NAS UNIVERSIDADES Mesa Redonda: POLÍTICAS PARA SUSTENTABILIDADE NAS UNIVERSIDADES PERGUNTAS NORTEADORAS: 1) O que significa ambientalizar a universidade e o que se espera com isso? Ambientalização da universidade é a inserção

Leia mais

Desde a escola ouvimos uma antiga definição de que meio ambiente era chamado de tudo o que é vivo, ou seja, todas as coisas que vivem neste planeta e

Desde a escola ouvimos uma antiga definição de que meio ambiente era chamado de tudo o que é vivo, ou seja, todas as coisas que vivem neste planeta e O Meio Ambiente Desde a escola ouvimos uma antiga definição de que meio ambiente era chamado de tudo o que é vivo, ou seja, todas as coisas que vivem neste planeta e estão ligadas a vida dos seres humanos.

Leia mais

O PROCESSO INTERATIVO NA ELABORAÇÃO DA CARTA GEOTÉCNICA DE APTIDÃO

O PROCESSO INTERATIVO NA ELABORAÇÃO DA CARTA GEOTÉCNICA DE APTIDÃO III Congresso da Sociedade de Análise de Risco Latino Americana IPT, São Paulo, Brasil 10 a 13 de Maio de 2016 Desenvolvimento e Riscos no Contexto Latinoamericano O PROCESSO INTERATIVO NA ELABORAÇÃO DA

Leia mais

Instituto O Direito Por Um Planeta Verde Projeto "Direito e Mudanças Climáticas nos Países Amazônicos"

Instituto O Direito Por Um Planeta Verde Projeto Direito e Mudanças Climáticas nos Países Amazônicos Instituto O Direito Por Um Planeta Verde Projeto "Direito e Mudanças Climáticas nos Países Amazônicos" Tema: Desmatamento Legislação Federal Lei nº 4.771, de 15.09.1965, que institui o novo Código Florestal

Leia mais

COMISSÃO DE AGRICULTURA, PECUÁRIA, ABASTECIMENTO E DESENVOLVIMENTO RURAL

COMISSÃO DE AGRICULTURA, PECUÁRIA, ABASTECIMENTO E DESENVOLVIMENTO RURAL COMISSÃO DE AGRICULTURA, PECUÁRIA, ABASTECIMENTO E DESENVOLVIMENTO RURAL PROJETO DE LEI N o 25, DE 2015 Dispõe sobre a conservação e a utilização sustentável da vegetação nativa do Bioma Cerrado. Autor:

Leia mais

Nº 16 Mar Vídeo comemorativo com imagens da RBMA nos 14 estados abrangidos pela Reserva.

Nº 16 Mar Vídeo comemorativo com imagens da RBMA nos 14 estados abrangidos pela Reserva. Nº 16 Mar. 2001 10 ANOS DA RBMA Em outubro de 1991 foi aprovada pela UNESCO a Fase 1 da Reserva da Biosfera da Mata Atlântica e neste anos estamos comemorando 10 anos de intensa atividade em defesa da

Leia mais

Biomas / Ecossistemas brasileiros

Biomas / Ecossistemas brasileiros GEOGRAFIA Biomas / Ecossistemas brasileiros PROF. ROGÉRIO LUIZ 3ºEM O que são biomas? Um bioma é um conjunto de tipos de vegetação que abrange grandes áreas contínuas, em escala regional, com flora e fauna

Leia mais

TURISMO COMO ECONOMIA LOCAL

TURISMO COMO ECONOMIA LOCAL TURISMO COMO ECONOMIA LOCAL A economia do turismo em Mato Grosso O turismo é indiscutivelmente a atividade econômica que mais cresce e se desenvolve em todo mundo. Vivemos em um período nitidamente marcado

Leia mais

ORÇAMENTO SOCIOAMBIENTAL: programas e ações para as áreas protegidas e o Sistema Nacional de Unidades de Conservação, SNUC

ORÇAMENTO SOCIOAMBIENTAL: programas e ações para as áreas protegidas e o Sistema Nacional de Unidades de Conservação, SNUC ORÇAMENTO SOCIOAMBIENTAL: programas e ações para as áreas protegidas e o Sistema Nacional de Unidades de Conservação, SNUC Identificar quais são os recursos do orçamento federal destinados às Unidades

Leia mais

RESÍDUOS AGROSILVOPASTORIS

RESÍDUOS AGROSILVOPASTORIS RESÍDUOS AGROSILVOPASTORIS Diretriz 01: Desenvolvimento e inovação de tecnologias para o aproveitamento de resíduos agrosilvopastoris. >>Redação final: Pesquisa, desenvolvimento e inovação de tecnologias

Leia mais

1. Esta Política Institucional de Comunicação e Marketing do Sicoob:

1. Esta Política Institucional de Comunicação e Marketing do Sicoob: 1. Esta Política Institucional de Comunicação e Marketing do Sicoob: a) visa estabelecer diretrizes sistêmicas aplicáveis à execução do Planejamento Estratégico em vigência, no que se refere às ações de

Leia mais

Promoção: Parceiros: Coordenação técnico-científica: Coordenação Geral:

Promoção: Parceiros: Coordenação técnico-científica: Coordenação Geral: Promoção: Parceiros: Coordenação técnico-científica: Coordenação Geral: O Instituto Homem Pantaneiro (IHPP) Fundado em 2002, o IHP é uma organização da sociedade civil, sem fins lucrativos, que atua na

Leia mais

PLANO MUNICIPAL DE HABITAÇÃO DE INTERESSE SOCIAL PREFEITURA MUNICIPAL DE FLORIANÓPOLIS SECRETARIA DE HABITAÇÃO E SANEAMENTO AMBIENTAL

PLANO MUNICIPAL DE HABITAÇÃO DE INTERESSE SOCIAL PREFEITURA MUNICIPAL DE FLORIANÓPOLIS SECRETARIA DE HABITAÇÃO E SANEAMENTO AMBIENTAL PLANO MUNICIPAL DE HABITAÇÃO DE INTERESSE SOCIAL PREFEITURA MUNICIPAL DE FLORIANÓPOLIS SECRETARIA DE HABITAÇÃO E SANEAMENTO AMBIENTAL OUTUBRO/2009 Experiências de Conselhos e Planos Locais de Habitação

Leia mais

GRUPOS FOCAIS SECRETARIA DE OBRAS OBJETIVOS DOS GRUPOS FOCAIS. Compartilhar reflexões em relação ao significado do espaço que está sob intervenção;

GRUPOS FOCAIS SECRETARIA DE OBRAS OBJETIVOS DOS GRUPOS FOCAIS. Compartilhar reflexões em relação ao significado do espaço que está sob intervenção; ESTRADA PARQUE GRUPOS FOCAIS OBJETIVOS DOS GRUPOS FOCAIS Compartilhar reflexões em relação ao significado do espaço que está sob intervenção; Proporcionar um espaço de troca de experiências e construção

Leia mais

Prémio Anual de Gestão, Marketing e Comunicação. Parceiro

Prémio Anual de Gestão, Marketing e Comunicação. Parceiro PREMIVALOR Prémio Anual de Gestão, Marketing e Comunicação Parceiro OBJETIVOS Reconhecer e premiar o melhor projeto académico nas áreas de gestão, comunicação e marketing, apresentado por alunos do ensino

Leia mais

Certificação ISO

Certificação ISO Sistema de Gestão Ambiental SGA Certificação ISO 14.000 SISTEMA DE GESTÃO AMBIENTAL - SGA Definição: Conjunto de ações sistematizadas que visam o atendimento das Boas Práticas, das Normas e da Legislação

Leia mais