JOÃO BATISTA CHIACHIO ADVOGADO

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1 JOÃO BATISTA CHIACHIO ADVOGADO EXMO. SR. DR. JUIZ DE DIREITO DA... VARA DE FAMÍLIA E SUCESSÕES DA COMARCA DE... Fulano de tal, brasileiro, casado, vendedor, portador da cédula de identidade RG nº... / SSP/SP, inscrito no CPF/MF sob nº..., domiciliado na Cidade de São Paulo, onde reside na Av...., CEP..., por seu advogado que esta subscreve (doc. 01), vem, respeitosamente, perante V. Exa., com fundamento nos arts , IV e seguintes do Código Civil e art. 2, IV da Lei nº 6.515/77, propor, AÇÃO DE DIVÓRCIO, em face de Fulana de Tal, brasileira, agente pública municipal, portadora da cédula de identidade RG nº... SSP/SP, inscrita no CPF/MF sob nº..., domiciliada na Cidade de..., Estado de São Paulo, onde reside na Rua..., CEP..., consoante as razões de fato e de direito a seguir aduzidas. I - DO CASAMENTO Rua Edward Joseph, 122-1º andar - Cj CEP Torre Passarelli - Morumbi São Paulo SP - Fone: (11) Celular: (11)

2 O Requerente contraiu matrimônio, em 04/01/2008, com a Requerida, na cidade de Revere - Massachusetts - Estados Unidos da América do Norte, devidamente legalizado perante a autoridade consular do Consulado Geral do Brasil em Boston, tudo em conformidade com a certidão do registro de transcrição de casamento lavrada, em 20/03/2009, perante o Oficial de Registro Civil das Pessoas Naturais do 1 Subdistrito Sé da Comarca de São Paulo, sob a matrícula nº... (doc. 02). Deveras, desde o dia 09/01/2012, o casal não vive mais sob o mesmo teto, separado de fato, em virtude de incompatibilidades no relacionamento de parte a parte, que redundaram em desamor, tornando inviável a vida em comum. A partir de então, o Requerente e a Requerida, por intermédio de advogados, vinham mantendo tratativas visando à separação definitiva, isto é, o divórcio, de modo a por fim ao casamento. Entretanto, não chegaram a um consenso, mesmo porque a Requerida a cada momento fazia exigências absurdas, ora concordando com propostas, ora não. Na verdade, a Requerida, ao longo desses meses, mudou de advogado duas ou mais vezes, causando desgastes e aborrecimentos de parte a parte. A rigor, a situação atual é bastante cômoda para a Requerida, pois continua residindo no imóvel adquirido com recursos financeiros próprios do Requerente, cujas prestações também são pagas por ele. Em suma, na impossibilidade de convivência e de consenso quanto ao divórcio, não resta ao Requerente alternativa senão propor a presente ação, porquanto pretende dar continuidade a sua vida profissional e pessoal de forma tranquila. Apelação Cível nº Comarca: ARAÇATUBA Divórcio Direto Superveniência da Emenda Constitucional nº 66/2010 Inteligência da nova redação dada ao artigo 226, 6º da Constituição Federal Inexistência de requisitos objetivos ou subjetivos para sua decretação - Divórcio que é sempre direto e imotivado. Nova norma constitucional que atinge os divórcios em curso Cerceamento de defesa inexistente Réu que se encontra representado por dois procuradores constituídos nos autos Recurso desprovido. 2

3 II - DA FILHA DO CASAL Da união do casal adveio a filha..., nascida em 17/06/2006, nos Estados Unidos da América do Norte, brasileira, com fundamento no art. 12, inciso I, alínea c, da Constituição Federal, portadora da cédula de identidade RG sob nº... SSP/SP, contando com 6 (seis) anos de idade, cujo nascimento foi registrado no 1º Ofício de Registro de Pessoas Naturais do Subdistrito da Sé, da Comarca de São Paulo, sob matrícula nº... (doc. 03). III DO PATRIMÔNIO DO CASAL A) BENS IMÓVEIS: O casal possui os direitos de aquisição de um único bem imóvel, atualmente habitado pela Requerida e a filha do casal localizado na Rua..., Cotia - SP, ostentando a seguinte descrição: Imóvel:... (doc. 04). Mencionado imóvel foi adquirido, em 26/03/2008, por R$ ,00 (duzentos e sessenta mil reais), sendo R$ ,50 (dezenove mil, novecentos e noventa e nove reais e cinquenta centavos) pagos com recursos próprios do Requerente, R$ ,55 (quarenta e cinco mil, quinhentos e quarenta e seis reais e cinquenta e cinco centavos) com recursos do FGTS do Requerente e R$ ,95 (cento e noventa e quatro mil, quatrocentos e cinquenta e três reais e noventa e cinco centavos) com recursos de crédito concedido por meio de financiamento imobiliário perante o Banco Santander S/A, CNPJ/MF sob nº..., com prazo de amortização de 240 meses (doc. 05). O saldo devedor do referido financiamento importa em R$ ,28 (cento e sessenta e seis mil, duzentos e sessenta e um reais e vinte e oito centavos) (doc. 06), com valor venal para o exercício de 2012 de R$ ,26 (quarenta e nove mil, cento e um reais e vinte e seis centavos) (doc. 07). 3

4 Importante ressaltar que os desembolsos para a aquisição do imóvel ocorreram antes do casamento de ambos, matrimônio este realizado em 04/01/2008, nos Estados Unidos da América do Norte. A Requerida retornou ao Brasil em 11/01/2008 e, durante 4 (quatro) meses, o casal residiu com a mãe do Requerente. O contrato com o Banco Santander para a aquisição do imóvel foi firmado em 26/03/2008 e o casamento realizado em terras alienígenas, só foi legalizado no Brasil em 20/03/2009, ou seja, um ano depois. Tais detalhes demonstram que o imóvel foi adquirido apenas e tão somente com recursos próprios do Requerente, cujas parcelas do financiamento também vêm sendo pagas por ele. Dito de outra forma, a Requerida nunca contribuiu com absolutamente nada para a aquisição do imóvel. B) BENS MÓVEIS: 1) Veículo VW... ano / modelo 2007, Renavan... Placa... no valor de R$ ,00, conforme tabela Fipe, adquirido pelo Requerente com recursos próprios (doc. 08); 2) Veículo GM..., ano / modelo 2005, Placa.., no valor de R$ ,00 (doc. 09). Cumpre ressaltar que, na verdade, o Requerente adquiriu com recursos próprios e deu à Requerida, um veículo da Marca Toyota, modelo Corolla XEI, Renavam..., Placa..., avaliado em R$ ,00, conforme tabela Fipe. Todavia, em 26/09/2011, a Requerida deu o veículo Corolla como parte de pagamento, pela importância de R$ ,00, na aquisição do veículo descrito no item 2 acima, isto é, da Marca GM, modelo Meriva, ano 2005, pelo valor de R$ ,00, porém, registrou referido veículo em nome da sua mãe (...) conforme comprovam os documentos anexos (doc. 09). 4

5 Com evidência, a Requerida colocou o veículo em nome da sua mãe de modo a evitar que viesse integrar a partilha dos bens do casal. 3) Os bens móveis e utensílios domésticos e os bens de uso pessoal que guarneciam o imóvel já foram partilhas entre os divorciandos, nada mais havendo a ser partilhado. Total do patrimônio: R$ ,26 (cento e dezessete mil, duzentos e sessenta reais e vinte e seis centavos). C) DAS DÍVIDAS: Na constância do casamento, o casal contraiu as seguintes dívidas ainda existentes: 1) Saldo devedor decorrente do financiamento imobiliário perante o Banco Santander S/A,... (doc. 06); 2) Saldo devedor decorrente do financiamento do veículo VW Jetta acima descrito no valor de R$ 7.314,56 (sete mil, trezentos e quatorze reais e cinquenta e seis centavos); 3) Saldo devedor decorrente do financiamento do veículo GM Meriva acima descrito estimado em R$ ,00 (quinze mil reais), devendo a Requerida apresentar o saldo devedor correto. Total das dívidas do casal: R$ ,84 (cento e novena e um mil, setenta e cinco reais e oitenta e quatro centavos). Não foram computadas as dívidas da Requerida e pagas pelo Requerente, notadamente para que pudesse limpar seu nome junto à entidades de proteção ao crédito (SERASA e SPC), bem assim aquelas contraídas por ela após a separação de fato. IV - DA PARTILHA: 5

6 Inicialmente, cumpre informar, as razões do casal não promover o divórcio consensual reside apenas na questão da partilha do imóvel. Com efeito, pretende a Requerida continuar residindo no imóvel, sem qualquer retribuição ou encargo, à custa do Requerente. E considerando que seu atual companheiro passa fins de semana na residência, indiretamente, o Requerente vem sustentando ambos, o que é inadmissível, sob todos os aspectos, morais e legais. Ora, reiterando, o imóvel foi adquirido com recursos próprios apenas do Requerente. O Requerente vem pagando as prestações do imóvel, despesas escolares, plano de saúde e com frequência, roupas e outras pequenas despesas com a filha do casal. Portanto, inadmissível tal situação e pretensão da Requerida, até porque configurado está o enriquecimento ilícito, vedado pelo ordenamento jurídico pátrio. Diante disso, foram propostas várias alternativas para solução, em relação à partilha do imóvel, todas recusadas pela Requerida. Dentre outras, foram propostas várias alternativas, todas recusadas, injustificadamente, pela Requerida. Enfim, todas as opções foram recusadas pela Requerida, mesmo porque, o que pretende, decerto, é continuar residindo no imóvel com seu atual companheiro, à custa do Requerente. Deveras, possivelmente por conta das negativas, resistências injustificadas e intransigências, a Requerida mudou de advogados por mais de 3 (três) vezes. 6

7 Via de consequência, não resta alternativa senão a dissolução do casamento pelo divórcio litigioso, com a partilha do imóvel na forma da lei. Oportunamente, buscará o Requerente, arbitramento judicial de aluguel devido pela Requerida, a partir da separação de fato (09/01/2012), até alienação judicial do imóvel, bem assim o reembolso, por ela, de metade de todas as prestações pagas e outras despesas incorridas pelo Requerente até a desocupação do imóvel. Afinal, a situação atual não pode nem deve continuar, porquanto o Requerente não tem condições financeiras de suportar aluguel e despesas com sua moradia e as prestações do financiamento. Some-se a isso, o fato de o Requerente não ter obrigação de manter a Requerida residindo indefinidamente num imóvel que ele adquiriu com esforço próprio, enfrentando dificuldades financeiras, incluindo o comprometimento de encargos com a filha e subsistência própria, em prol do enriquecimento ilícito da Requerida. Da Atribuição Integral do Imóvel ao Requerente Entretanto, repetindo, o imóvel foi adquirido pelo Requerente com recursos próprios, mesmo porque tal aquisição ocorreu apenas 3 (três meses), em 26/03/2008, após o casamento ocorrido nos Estados Unidos da América do Norte em 04/01/2008, onde residia a Requerida. E tanto assim é que, no contrato de financiamento e no registro da matrícula do imóvel no Cartório de Registro de Imóveis o Requerente figura como solteiro. Ademais, todas as prestações mensais vêm sendo pagas e suportadas apenas e tão somente pelo Requerente. Acrescente-se a tais fatos que a Requerida, durante o enlace matrimonial praticamente nunca trabalhou, isto é, não possuía atividade remunerada, não contribuindo para com as prestações do imóvel e tampouco manutenção do lar. 7

8 Somente a partir de Agosto de 2011 passou ela a exercer atividade remunerada (doc. 10). Nessas circunstâncias, requer o Requerente lhe seja integralmente atribuídos todos direitos sobre a aquisição do imóvel consistente de Casa nº..., bairro Granja Vianna, no município e Comarca de Cotia, Estado de São Paulo, registrado na matrícula de nº..., no Cartório de Registro de Imóveis da Comarca de..., retro descrito e mencionado. Em contrapartida, o Requerente assume, integralmente, o saldo devedor do financiamento junto ao Banco Santander S/A, aliás, já em seu nome, constante do Instrumento Particular de Venda e Compra de Imóvel Residencial com Garantia de Alienação Fiduciária, no valor de R$ ,28 (cento e sessenta e seis mil, duzentos e sessenta e um reais e vinte e oito centavos) (doc. 06). descabida. Tal pretensão, ressalte-se, não é de todo A uma, porque o imóvel foi adquirido 2 (dois) meses após o casamento dos divorciandos, com recursos próprios apenas do Requerente e este ainda vem, ao longo dos anos, arcando com as prestações mensais. Justiça: A duas, neste sentido, decidiu o E. Tribunal de Confira-se: Dessa forma, o recurso é parcialmente provido para, reconhecida a participação do apelante na aquisição do bem imóvel, determinar a aferição do respectivo percentual em execução, e também para determinar a partilha do veículo VW Gol Plus Ml, placas CIR 1239, na proporção de cinqüenta por cento para cada cônjuge. Diante do exposto, dou provimento em parte ao recurso para o citado fim (Apelação com Revisão n /3, Apelante: L G F, Apelada: E P M G, Comarca de São Paulo - F. R. Lapa, Voto n 11113) x Apelação: /9-00 Comarca: Ribeirão Preto Juízo de origem: 3a Vara da Família e Sucessões Processo: 1765/2004 8

9 Apelante: L. M F. M. (AJ) Apelado: R. D. M. DIVÓRCIO - Partilha - Imóvel financiado - Aquisição na constância do casamento, sob o regime da comunhão parcial - A partilha do imóvel é cabível na proporção da quitação do financiamento, até a separação de fato - Quanto à proporção restante, caberá a quem tiver suportado o financiamento até a quitação final, sob pena de configurar-se o enriquecimento sem causa A responsabilidade pelo pagamento da dívida hipotecária não pode ser carreada à autora, uma vez que ela desocupou o imóvel a partir da separação de fato - A pretensão de arbitramento de aluguel pode ser deduzida na via adequada - Sucumbência recíproca mantida - Recurso provido em parte x ª Câmara de Direito Privado Comarca: Vila Mimosa/Campinas Apelação Cível n Apelante: J N C Apelado: S F C C Voto n Ação de divórcio litigioso. Discussão apenas em relação à partilha do único bem imóvel em nome do casal. Apelada que assumiu a responsabilidade pelo pagamento das parcelas do financiamento que recai sobre o imóvel. Realização, ademais, de reforma no imóvel, custeada exclusivamente pela recorrida. Gastos, suportados integralmente pela autora, que cobrem, com vantagem, eventual parte do apelante, no imóvel. Atribuição do imóvel exclusivamente à autora preservada. Sentença mantida. APELO IMPROVIDO. (g.n.) x VOTO N 08/3000 Apelação Cível n /5-00 Comarca: EMBÚ Apelante: C.G.A.M.P. Apelado: M.S.P. Ementa - Ação de Divórcio Direto Litigioso - Insurgência contra exclusão da partilha de bem imóvel - Não configurada contribuição da virago para sua aquisição - Pedido em sede de recurso de partilha dos bens móveis que guarneciam o lar do casal Recurso parcialmente provido. (g.n.) x Afinal, urge uma solução para a atual situação enfrentada pelo Requerente, de vez que vem suportando encargos acima da sua condição financeira, e, principalmente, tem comprometida sua convivência com a filha, da qual a Requerida vem se utilizando inescrupulosamente, em prejuízo de um relacionamento saudável entre ambos (pai e filha). As atitudes da Requerida, mormente após a separação de fato tem se limitado, segundo suas próprias expressões, em ferrar o Requerente, demonstrando ingratidão de que quando residia nos Estados 9

10 Unidos da América do Norte, cujas condições foram superadas com a ajuda e auxílio do Requerente. E tal solução não se vislumbra, de imediato, senão mediante o socorro e intervenção do Poder Judiciário. Da Partilha dos Bens Móveis (Veículos) Quanto aos bens móveis, consistentes dos veículos acima descritos, devem ser atribuídos aos respectivos titulares, bem como os saldos devedores dos financiamentos, saber: a) O Veículo VW Jetta, ano/modelo 2007, Renavan... Placa... no valor de R$ ,00, atribuído ao Requerente, assumindo este o saldo devedor do financiamento; b) O Veículo GM Meriva, flex, ano/modelo 2005, Placa..., no valor de R$ ,00 atribuído à Requerida, assumindo esta o saldo devedor do financiamento. De mais a mais, o Requerente exerce as funções de vendedor para a empresa para a qual trabalha, sendo obrigado a se deslocar e se locomover diariamente em visitas a clientes e, muitas vezes transportar diretores e administradores de clientes em potencial, a razão pela qual seu veículo pode ser considerado instrumento de trabalho, portanto, bem incomunicável, a teor do art , inciso V do Código Civil, não sujeito a partilha. V - DA GUARDA DA FILHA DO CASAL Inicialmente, vale dizer, perfeitamente admissível que na ação de divórcio, ainda que litigioso, sejam estabelecidas regras com relação à guarda da filha do casal, bem assim, normas sobre visitação, pensão alimentícia etc. Busca-se, numa ação só, os princípios da celeridade e efetividade do processo, insculpidos na Constituição Federal. Neste sentido, já se pronunciou o E. Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo. 10

11 7ª Câmara - Seção de Direito Privado Apelação com Revisão n /3-00 Comarca São Paulo - Foro Regional de Santana - Ação Divórcio Direto e Alimentos - Apte(s) José Benedito de Souza - Apdo(a)(s) Mana José de Souza Voto n 4818 REGULAMENTAÇÃO DE VISITAS E ALIMENTOS - Pedidos apresentados, cumulativamente, com o de divórcio por separação de fato - Ausência de especifica impugnação - Possibilidade - Dispensabilidade de ação específica - Sentença, para esse fim, reformada - RECURSO PROVIDO (g.n.) x AGRAVO DE INSTRUMENTO nº AGRAVANTE: NEUZA VIEIRA DE SOUZA SIQUEIRA AGRAVADO: LUIZ GUSTAVO SIQUEIRA INTERESSADOS: MATEUS AUGUSTO SIQUEIRA E MICHELE CRISTINA SIQUEIRA COMARCA: JARDINÓPOLIS VOTO Nº AGRAVO DE INSTRUMENTO Ação de Divórcio c/c Alimentos determinação para emenda da petição inicial com exclusão desse pedido Mãe que possui legitimidade para pedir alimentos em nome dos filhos menores Inexistência de incompatibilidades intransponíveis entre os pedidos Prevalência dos princípios da economia processual e celeridade Processamento da ação, com apreciação de todos os pedidos formulados na petição inicial, determinado Decisão Reformada. Recurso Provido. (g.n.) x Voto ª 'Câmara de Direito Privado Agravo de Instrumento n /1 - São Paulo Agravante: A.C.P.A. Agravado: E.A. Vistos. As questões de Família podem e devem ser objeto de decisão, o quanto possível, unificada, evitando-se eventual ampliação do conflito e contradição. Determinar para cada assunto em discussão o ingresso de ação própria, cautelares ou apreciação de liminares, não condiz com o direito preferencial dirigido a essa competência ou com o princípio da economia processual e instrumentalidade das provas. Não se vislumbra perigo de prejuízo que justifique, ao menos por ora, o pedido de separação de corpos, considerando que o agravado não mais reside no lar conjugal. Por outro lado, há verossimilhança nas demais alegações da agravante, que devem ser analisadas à luz do interesse prioritário no feito, que é o das menores. Como consequência, defere-se parcialmente a liminar para determinar o prosseguimento da ação sem o recolhimento das custas, sendo que a guarda, o regime de visitas e a fixação dos alimentos, todos em caráter provisório, até decisão final da C. Turma Julgadora, ficam assim estabelecidos: alimentos para a família, no valor equivalente a 25 salários mínimos; a 11

12 guarda das menores permanece com a genitora, estabelecido o regime de visitas de acordo com a oferta de fls. 38/39. Acresce que a necessidade das alimentandas é presumida, notadamente diante da ausência do varão, que respondia pelas despesas do lar. Oficie-se ao I. Juiz da causa para as providências cabíveis. Caetano Lagrasta - Relator E com o devido respeito ao entendimento deste d. magistrado, vale citar a afirmação da Ilustre Ministra Nancy Andrighi, veiculada no noticiário do Colendo Superior Tribunal de Justiça, sobre a atuação dos juízes, segundo a qual, (...) o juiz moderno não pode exercer seu papel olhando apenas a lei, mas deve estar atento à dimensão sociológica de suas decisões. Segundo ela, hoje não há mais lugar para a ortodoxia no exercício da magistratura ou da advocacia. (...) os processos repletos de profunda perturbação são conduzidos diariamente pelos juízes e advogados. (...) é impostergável a mudança de mentalidade dos atores da cena judiciária. Não há mais lugar para juiz ou advogado ortodoxo. A intolerância com o novo ou o diferente é incompatível com os instrumentos modernos que possibilitam ao jurisdicionado postular a defesa de direitos antes indefensáveis. Da guarda compartilhada (Requerida). A filha do casal (...) reside com a mãe A bem da verdade, as divergências entre o casal diz respeito apenas à partilha do imóvel, se bem que a Requerida, por conta disso, vem criando embaraços à convivência entre a filha (...) e o pai (Requerente). De qualquer modo, com o objetivo de se buscar uma convivência com sua filha (...), de modo a assegurar a manutenção e fortalecimento do vínculo hoje existente entre ambos, o Requerente pretende a fixação de guarda compartilhada, nos termos dos artigos e do Código Civil. Inquestionável a importância que a relação entre filhos e pais tem para o crescimento sadio de qualquer ser humano. Tal convívio deve, inclusive, ser incentivado e cultivado, até mesmo porque o direito de visitação, longe de ser apenas 12

13 prerrogativa do genitor, é, a um só tempo direito da menor, previsto no Estatuto da Criança e do Adolescente, e dever do pai. Contudo, depois da separação de fato, a Requerida só permite que a filha permaneça com o pai (Requerente), em fins de semana alternados, assim mesmo quando bem entende. A rigor, a Requerida vem sistematicamente criando embaraços aos regulares contatos entre o pai e filha, praticando alienação parental, porquanto induz a criança a tomar atitudes contra o próprio pai. Exemplos: 1) instiga a criança a não sair em passeios com o pai se este estiver acompanhado da sua atual namorada, porém nada objeta em relação a passeios com sua filha e seu atual namorado; 2) dificulta e até impede simples ligações telefônicas entre pai e filha e vice-versa; 3) não admite que o pai devolva a criança em sua residência, aos domingos à noite, acompanhado da sua atual namorada, inclusive tomando atitudes hostis em relação a esta; 4) não permite ao pai visitas ou singelos encontros com a filha em quaisquer outros dias que não no fim de semana por ela estabelecido; 5) não permite que, mesmo em fins de semana de visita ao pai, a filha permaneça na residência deste, se lá estiver seu primo Lucas filho do irmão do Requerente, por mero capricho, porquanto sabe que ambas as crianças, praticamente da mesma idade, convivem muito bem, ou seja, um faz companhia ao outro; 6) informa o pai, propositadamente, de forma errada, dias e horários de festas, eventos, recreações etc na escola da criança, de sorte a fazer com que o pai não compareça e assim dizer à filha que o pai não foi porque não quis ou não demonstrou interesse em participar dos eventos; 7) faz referências desonrosas da avó paterna para a filha. 13

14 No fim de semana próximo passado (12/08/2012), por exemplo, exatamente no dia dos pais, a Requerida, por mero capricho e com espírito mesquinho, não permitiu que a filha passasse tal data com o pai. De forma absolutamente dissimulada quis fazer entender que a filha não passaria o dia dos pais com o Requerente, como se não soubesse dessa data, conforme demonstra o anexo (doc. 11-A). Enfim, a Requerida vem praticando alienação parental entre a filha e ao pai, prejudicando, sobremaneira, a convivência entre ambos, situação esta extremamente prejudicial à criança. Importante mencionar que, numa oportunidade, por ter a Requerida contraído doença contagiosa (caxumba), a filha (...) do casal permaneceu, por uma semana com o Requerente, tendo este dispensado todos os cuidados com a criança, inclusive levando-a e buscando-a na escola, percorrendo, diariamente, de manhã e à tarde, a distância entre sua residência (Interlagos) até a escola da filha (Cotia). E segundo consta, a filha (...) adorou esta convivência com o pai, tanto assim que pediu à mãe novamente a permitisse passar outros períodos mais longos com o pai. Da Regulamentação de Visitas De outra banda, na impossibilidade de estabelecimento da guarda compartilhada, pretende, alternativamente, o Requerente, seja determinada a regulamentação de visitas nos seguintes termos e condições: a) O pai poderá visitar a filha até duas vezes por semana, com a retirada da menor às 17:00 horas na escola ou na sua casa e devolução à casa 14

15 materna às 21:00 horas, visitas estas que se darão as terças e /ou quartas feiras, a critério do pai; b) Visitas em finais de semana alternados, com a retirada da menor, na escola, às sextas feiras, às 17:00 horas, e devolução no domingo até às 20:00 horas; c) Nos finais de semana prolongados em que recair os direitos de visita do pai, a permanência com o pai se estenderá aos feriados, observados os mesmos horários de retirada e devolução; d) Dia das mães, a criança permanecerá com a mãe. Dia dos pais, permanecerá com o pai, retirando a criança às 10:00 horas da casa materna e devolvendo-a até às 21:00 horas do mesmo dia; e) Aniversário do pai (10/03). O pai poderá retirar a filha às 17:00 horas e devolve-la até às 21:00 horas à casa materna; caso a data coincida com o final de semana cuja visitação couber ao pai, prevalecerá a disposição contida no item b supra. f) Aniversário da mãe (17/08), permanece com a mãe, prevalecendo esta regra sobre as demais caso a data coincida com o final de semana cuja visitação couber ao pai; g) Aniversário da menor (17/06). O pai poderá permanecer com a filha por 4 (quatro) horas, das 17:00 às 21:00 horas; Caso a data coincida com o final de semana cuja visitação couber ao pai, a mãe poderá permanecer com a criança por um período de 4 (quatro) horas, das 12:30 às 16:30 horas no dia do aniversário (sábado ou domingo), aplicando-se a mesma regra relativamente ao pai, quando o aniversário recair em finais de semana em que a menor deveria permanecer com a mãe; Se, de comum acordo, os pais resolverem realizar festa em local diverso do das respectivas residências, a visita ficará restringida ao local e horário da festa, ficando automaticamente permitida a presença dos avós e tios paternos e maternos. h) Os feriados de Páscoa dar-se-ão de forma alternada, podendo o pai retirar criança às 10:00 horas na residência materna e devolvê-la até às 21:00 horas no mesmo local; 15

16 i) Natal alternado. Quando couber ao pai, este poderá retirar a filha no dia 24 de Dezembro, às 13:00 horas, devolvendo-a à casa materna no dia 25 de Dezembro até às 21:00 horas; j) Ano Novo alternado: Quando couber ao pai, este poderá retirar a filha no dia 31 de Dezembro, às 13:00 horas, devolvendo-a a casa materna no dia 01 de Janeiro até às 21:00 horas; k) Viagens. A filha somente poderá viajar acompanhada do pai e/ou da mãe, devendo, ambos se comunicarem informando ao outro o destino da viagem e meio de contato e data de retorno. Viagens para o exterior, apenas com autorização do outro genitor, na forma da legislação em vigor; l) Carnaval alternado. Quando for do pai, este poderá retirar a menor na sexta-feira, às 17:00 horas, devolvendo-a a casa materna na terça-feira até às 21:00 horas; m) A retirada e devolução da menor na casa materna poderá ser feita pelos avós paternos ou por tios e tias (irmãos e irmã do pai). No entanto, a entrega da criança à casa materna somente poderá ser feita à mãe ou aos seus avós maternos, vedada a entrega da criança a empregados ou pessoas que não sejam da família da mãe; n) Férias: a criança permanecerá 15 (quinze) dias consecutivos, nos meses de Janeiro e Julho, com cada um dos genitores, alternando-se nos anos e meses subsequentes; o) Feriados. Permanecerá alternadamente com cada um dos genitores, iniciando-se com o pai no feriado do dia 07/09/2012, que poderá retirar a filha às 10:00 horas e devolvê-la até às 21:00 horas; p) Finais de semana prolongados. Os finais de semana prolongados serão incorporados àquele genitor que teria o direito de permanecer com a menor naquele final de semana; q) A retirada e entrega da criança somente poderá ser feita na residência materna e/ou escola, nos horários estabelecidos. O pai deverá, sempre, ser avisado, com antecedência mínima de 3 (três) horas caso a retirada ou entrega da menor deva ocorrer em local não mencionado; 16

17 r) A genitora compromete e se obriga em avisar o pai, com antecedência mínima de 48 (quarenta e oito horas), de todas as reuniões de pais e professores de interesse da menor programadas na respectiva escola; s) Da mesma forma, a genitora deverá avisar o pai, com a mesma antecedência mínima de 3 (três) dias, de todos os eventos esportivos, festivos ou artísticos, nas escolas ou clubes frequentados pela filha; t) Os pertences pessoais e roupas da criança deverão estar sempre previamente preparados quando da retirada da menor pelo pai e serem devolvidos nas mesmas condições; u) As regras estabelecidas nesta regulamentação não devem e tampouco podem prejudicar e nem impedir que os pais, de comum acordo estabeleçam exceções às datas, horários e períodos de visitas e pernoites na residência paterna, visando sempre o melhor interesse e vontade da menor; v) Eventuais alterações ou adequações à presente regulamentação de visitas devem ser sempre acordadas entre genitores por escrito ( ) com a devida antecedência. Em suma, pretende o Requerente manter tanto quanto possível convívio estreito e permanente com sua filha, independentemente de outras questões materiais. Ama sua filha; trata-se da pessoa mais importante em sua vida; tem certeza absoluta de que este afeto é recíproco por dela. VI - DA PENSÃO ALIMENTÍCIA PARA A REQUERIDA A Requerida tem condições de se sustentar por conta própria, mesmo porque possui emprego, conforme comprova a declaração anexa (doc. 10). Ademais, é jovem e saudável, e segundo consta filha de pais abastados e seu atual companheiro possui posses. Atualmente, arca com as despesas com o imóvel (IPTU e Condomínio) da ordem de R$ 500,00 (quinhentos reais), aproximadamente, por mês. 17

18 VII DA PENSÃO ALIMENTÍCIA PARA A FILHA -... A título de pensão alimentícia, o Requerente já vem arcando com as seguintes despesas para com sua filha: 1) Escola, cuja mensalidade importa no valor de R$ 1.417,50 (um mil, quatrocentos e dezessete reais e cinquenta centavos), conforme comprovantes anexos (doc. 11-C); 2) Plano de Saúde, incorporado ao plano de saúde da empresa para a qual presta serviços, no valor de R$ 100,00 (cem reais) mensais. No caso de demissão ou desligamento, o Requerente providenciará plano de saúde da mesma natureza e qualidade. Total da pensão alimentícia da filha: R$ 1.517,50 (um mil, quinhentos e dezessete reais e cinquenta centavos). Referida pensão alimentícia será devida à filha até concluir curso superior ou a idade de 25 (vinte e cinco) anos. Além das despesas fixas acima, o Requerente esporadicamente custeia a aquisição de roupas, gastos extraordinários com a educação, lazer etc. Importante ressaltar que atualmente o Requerente, além das despesas acima, arca com as prestações do financiamento do imóvel no valor de R$ 2.417,11 (dois mil, quatrocentos e dezessete reais e onze centavos) (doc. 12). Além disso, o Requerente custeia, também, as despesas de seguro do imóvel no valor de R$ 120,63 mensais. Diante disso, o Requerente suporta, entre despesas com a filha e imóvel onde ela reside com a mãe, em média, dos últimos 6 (seis) meses, com o valor de R$ 4.109,08 (quatro mil, cento e nove reais e oito centavos) mensais. Acrescente-se a tais encargos, suas despesas pessoais, incluindo aluguel do apto. onde hoje reside, condomínio, e gastos indispensáveis ao exercício da sua profissão (vendedor). 18

19 Ademais, o Requerente é vendedor, razão pela qual não percebe remuneração fixa, porquanto depende do recebimento de comissões pelas vendas realizadas (doc. 13). Resumindo, conforme demonstram os documentos anexos, comprobatórios de suas despesas pessoais, o Requerente encontra-se numa situação financeira delicada, com comprometimento da sua própria subsistência (doc. 14). As despesas hoje por ele incorridas, com os encargos assumidos com sua filha e prestações mensais do financiamento do imóvel, representam mais de 30% (trinta por cento) dos seus rendimentos líquidos, conforme Planilha anexa (doc. 15). Bem por isso, atualmente sobrevive, à duras penas, utilizando limite de cheque especial, com sua conta bancária apresentando saldo devedor (doc. 16). VIII - DO DIREITO A pretensão do Requerente de encerrar seu casamento civil mediante divórcio encontra respaldo no ordenamento jurídico pátrio, no art. 226, 6, da Constituição Federal, bem ainda no art , IV, do Código Civil, além do art. 2, IV, da lei nº 6.515/77 (Lei de Divórcio). Bem de se ressaltar que pela novel redação constitucional não subsiste o requisito da separação prévia, em quaisquer de suas modalidades - isto é, judicial ou de fato - para a promoção de divórcio. E diante da impossibilidade de se proceder ao divórcio consensual, não resta alternativa senão a de promover a presente demanda. IX - DO PEDITO DE TUTELA ANTECIPADA Ante a verossimilhança das alegações e prova inequívoca da conduta da Requerida (doc. 11-A) em impedir uma 19

20 convivência harmoniosa e saudável entre pai e filha, com fundamento no art. 273 do Código de Processo Civil, requer o Requerente seja deferida tutela antecipada a fim de permitir que, até decisão final, o Requerente possa visitar sua filha, provisoriamente, pelo menos, nas seguintes condições: a) uma vez por semana, às terças e/ou quartas-feiras, a critério do pai, buscando a filha na escola, às 17:00 horas e devolvendo-a, a casa materna, até às 20:00 horas; b) fins de semana alternados, a começar da data da citação da Requerente, podendo o pai buscar a filha na escola, às sextas-feiras, às 17:00 horas, devolvendo-a a casa materna, aos domingos, até às 20:00 horas. É o que espera, minimamente, por ora, o Requerente, de modo a permitir uma convivência com sua filha. X - DO PEDIDO Ante o exposto, requer o Requerente: a) O deferimento da tutela antecipada, na forma acima pretendida; b) Após a oitiva do Ministério Público, seja decretado o divórcio do Requerente com a Requerida, independentemente de partilha dos bens, se o caso, (art do Código Civil e Súmula 197 do STJ); c) A partilha dos bens do casal, nos termos acima propostos, sendo atribuído, integralmente ao Requerente, os direitos de aquisição do imóvel mencionado e dos bens móveis (veículos) aos respectivos titulares; d) A fixação de pensão alimentícia, por parte do Requerente à filha do casal nos termos acima ofertados; e) A homologação da guarda compartilhada e/ou regulamentação de visitas do Requerente para com a sua filha nas condições acima pretendidas. Requer, outrossim, a citação da Requerida, para, querendo contestar a presente ação. 20

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