Curso de Introdução ao Ensino Religioso Subsídios do 4.º dia

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1 Curso de Introdução ao Ensino Religioso Subsídios do 4.º dia ÍNDICE Louvado sejas, meu Senhor Pela irmã Lua e as Estrelas Que no céu formastes claras E preciosas e belas. (Francisco de Assis) ORGANIZAÇÃO DOS CONTEÚDOS DO ENSINO RELIGIOSO SIMBOLOGIA ESPIRITUALIDADES RITOS E RITUAIS ESPAÇOS SAGRADOS VIDA ALÉM MORTE SUGESTÕES DE PLANEJAMENTO PARA O ENSINO RELIGIOSO SÍMBOLOS RELIGIOSOS E NÃO RELIGIOSOS ALGUNS SÍMBOLOS DAS TRADIÇÕES CRISTÃS O CRISTIANISMO E A EXPERIÊNCIA DO AMOR UM FILME SOBRE ELEMENTOS DA RELIGIÃO OCIDENTAL ASSINTEC - SME de Curitiba 2010

2 2 ORGANIZAÇÃO DOS CONTEÚDOS DO ENSINO RELIGIOSO (continuação) SIMBOLOGIA - O símbolo religioso é uma linguagem que comunica idéias do âmbito do sagrado. Tem também valor evocativo, mágico e místico. Desde as mais antigas civilizações até a atualidade, as tradições religiosas e místicas produziram uma vasta representação simbólica para comunicar suas ideias, perpetuar e reforçar valores e ensinamentos sobre o universo do sagrado. Essa linguagem se apresenta na forma do desenho, pintura, escultura, arquitetura, vestimenta, alimentos, elementos da natureza, como o fogo, a água, as flores, entre outros. Todo símbolo permite múltiplas interpretações. A cruz, por exemplo, é usada em diversas tradições cristãs como símbolo da redenção e da vitória de Cristo sobre a morte. Geralmente, a cruz vazia representa, para alguns grupos cristãos, a ressurreição. Entretanto, para algumas filosofias de vida de cunho místico, a cruz pode representar o ser humano em equilíbrio entre o ser e o ter, entre a matéria e o espírito. Assim, entre outros significados, a haste horizontal representa a matéria e o ter, a haste vertical representa o espírito e o ser. Para o fiel ou adepto de uma determinada tradição, o símbolo religioso pode evocar a presença do sagrado, sua proteção e auxílio divino. Na definição de Sandner (1997, p.22) o símbolo pode ser definido como...qualquer coisa que pode funcionar como veículo para uma concepção. Essa coisa pode ser uma palavra, uma notação matemática, um ato, um gesto, um ritual, um sonho, uma obra de arte ou qualquer elemento capaz de comportar um conceito. Este pode ser de ordem racional e linguística,

3 3 imagética e intuitiva, ou referir-se aos sentimentos e valores. Isso não faz diferença, desde que o símbolo o comunique de modo eficiente. O conceito é o significado do símbolo. (p.22). ESPIRITUALIDADES - As espiritualidades são métodos ou práticas que permitem aos adeptos uma relação imediata com o sagrado (PCNs Ensino Religioso, 1997). A prece ou oração, a leitura de um texto sagrado, a entoação de cânticos litúrgicos e a meditação são alguns exemplos de espiritualidades. RITOS E RITUAIS Segundo o Dicionário de Filosofia, (1970), o rito se refere a uma técnica mágica ou religiosa que objetiva controlar as forças naturais que as técnicas racionais não dão conta. O ser humano obtém relativa garantia de salvação em face dessas forças. Os ritos são gestos simbólicos, linguagens corpóreas, que muitas vezes dispensam palavras. O ser humano ritualiza para expressar seus desejos, sua fé e sentimentos. A foto ao lado é um exemplo de rito: o menino faz o gesto representativo da letra V, é o gesto da vitória. Uma série de ritos forma o que chamamos de ritual. Conforme o Diccionário del Cristianismo, (1974), o ritual designa um conjunto de ritos, como, por exemplo, o batismo. Os rituais são dinâmicos, mudam conforme a época e as circunstâncias. Muitas tradições possuem seus próprios rituais para celebrar os momentos importantes na vida de seus adeptos. Existem os rituais de passagem, litúrgicos, celebrativos, divinatórios, mortuários, entre outros. Os ritos de passagem se associam às grandes

4 4 mudanças na condição do indivíduo. As principais transições marcadas por esses ritos são o nascimento, a entrada na idade adulta, o casamento e a morte (HELLERN, NOTAKER e GAARDER 2000, p. 28). A foto acima é uma cerimônia de casamento na Umbanda. O casamento é um exemplo de ritual de passagem. Os mitos, as lendas e os grandes acontecimentos religiosos são revividos através de rituais, linguagens pelas quais muitas pessoas articulam e lidam com suas esperanças e temores. ESPAÇOS SAGRADOS Entre os diversos espaços considerados sagrados, alguns tiveram a sua origem a partir de uma história ou lenda que envolveu uma hierofania (manifestação do sagrado), outros foram construídos pelos homens e se tornaram centros de peregrinações ou romarias, são os templos, os santuários, as catedrais, as capelas, os locais de prece e meditação, as mesquitas, os terreiros, etc. Foto à esquerda: fachada de um edifício da Rosacruz em Curitiba, Paraná. Segundo Rosendahl (1999), os santuários paleolíticos são exemplos dos primeiros indícios de uma vida cívica. A caverna desempenhou uma função importante na expressão da arte e realização de rituais da época.

5 5 Os lugares sagrados, como rios, montanhas, cidades, florestas, cavernas, grutas, entre outros, sempre tiveram um forte poder de atração para muitas pessoas. A função desses lugares é ser a morada e a manifestação do sagrado (hierofania). Neles, o devoto peregrino ou romeiro pode, de um modo privilegiado, realizar a sua experiência de fé ou experiência do sagrado, por meio de práticas devocionais e pagamento de promessas. As práticas religiosas em espaços sagrados conferem-lhes uma característica própria, que tem no sagrado a sua expressão. Esses locais também podem apresentar outras funções além da religiosa, como a do turismo e do comércio. Foto ao lado: Aparecida do Norte, São Paulo, Brasil. Há tradições religiosas, como o Catolicismo, o Hinduísmo, o Islamismo, o Budismo e a Fé Bahá í, que incentivam seus adeptos a realizarem peregrinações, como motivação para o fortalecimento e a vivência mais intensa da espiritualidade. Muitas pessoas procuram esses lugares ou espaços sagrados para cumprir promessas ou fazer votos, pedir e agradecer benefícios ou graças alcançadas. VIDA ALÉM MORTE Cada religião e filosofia de vida interpreta a realidade última do ser humano de maneiras diversas, estando entre elas a ancestralidade, a reencarnação,a ressurreição e o nada. Ancestralidade: Crença defendida por algumas tradições antigas de que a vida dos antepassados continua presente de alguma forma. Nas diversas tradições ancestrais, os espíritos dos antepassados podem manifestar-se por meio dos elementos da natureza, como o vento, o fogo, a água, a borboleta, a onça, a coruja, entre outros. Para a ancestralidade, os antepassados são presenças constantes através das

6 6 gerações. No Confucionismo, por exemplo, a reverência aos ancestrais é a expressão da piedade filial que se torna fundamental na ordem social. Em várias sociedades, os mortos continuam existindo sob a forma de espíritos ancestrais, em íntima proximidade com os vivos. Eles oferecem aos vivos segurança e proteção, e em troca exigem que se façam sacrifícios (oferendas) em seus túmulos. (HELLERN, NOTAKER e GAARDER, 2000, p. 23). Reencarnação: É a doutrina que afirma que o indivíduo possui um elemento independente de seu ser físico que, após a morte, pode renascer em outro corpo, num processo de expiação, evolução e autorredenção. Para o Hinduísmo, a reencarnação é entendida como transmigração das almas. Nesse processo, pode ocorrer a evolução ou involução espiritual. O conceito de transmigração ocupa uma posição única. Os hinduístas acreditam que a alma se liga a este mundo pelos pensamentos, pelas palavras e ações humanas, e que quando um indivíduo morre, sua alma passa para o corpo de outra pessoa ou de um animal (no momento do nascimento destes). Portanto, a alma está presa nesse eterno ciclo, até que venha a salvação. (HELLERN, NOTAKER e GAARDER, 2000, p. 24). No Espiritismo, a reencarnação é vista como processo de aperfeiçoamento e evolução da alma. A alma passa, pois, por várias existências corporais? - Sim, todos nós passamos por várias existências físicas. (...) a alma, depois de deixar um corpo toma outro, ou, então, ela se reencarna em novo corpo; é assim que se deve entender? - É evidente. Qual é o objetivo da reencarnação? - Expiação, aprimoramento progressivo da Humanidade, sem o que, onde estaria a justiça? (O livro dos espíritos: perguntas 166 e 167, p. 104).

7 7 Ressurreição: Ação de voltar à vida. Tradições religiosas, como o Judaísmo, Cristianismo e Islamismo, entre outras, apresentam interpretações diferenciadas sobre a doutrina da ressurreição dos mortos. Para muitos cristãos, a garantia da ressurreição daqueles que morreram na fé de Cristo está justamente no fato de que Cristo ressuscitou e prometeu a vida eterna para eles. Crer na ressurreição de Cristo é muito importante para católicos, ortodoxos e evangélicos, anglicanos, entre outros. Algumas tradições religiosas acreditam que a ressurreição dos mortos acontecerá no que chamam dia do juízo final, quando todos ressuscitarão para serem julgados e recompensados segundo as suas obras. Os justos ressuscitarão para a felicidade eterna e os injustos para serem punidos. Quando se pergunta o que continua vivo, obtêm-se diversas respostas. Em geral, diz-se que algo chamado alma, mas em muitas tribos africanas não existe a divisão corpo e alma. Mesmo no cristianismo, a vida eterna não é associada a uma alma terrena. Menciona-se a ressurreição do corpo, ou, em outras palavras, a reconstituição da pessoa inteira. É verdade que o cristianismo fala num corpo espiritual, porém isso serve para enfatizar a idéia de que o homem, após a ressurreição, não se tornará um espírito indefinido. (HELLERN, NOTAKER e GAARDER, 2000, p. 24). Nada: É a negação da vida além morte, que recebe diferentes interpretações conforme o grupo social. Por exemplo, para alguns, a morte consiste uma dissolução completa daquilo que era e, para outros, esta dissolução é uma dispersão de partículas atômicas que retornam ao universo.

8 8 SUGESTÕES DE PLANEJAMENTO PARA O ENSINO RELIGIOSO SÍMBOLOS RELIGIOSOS E NÃO RELIGIOSOS Objetivo: Identificar alguns símbolos religiosos e não religiosos, compreendendo a sua função. Atividade de sensibilização: Professor(a), proponha que os alunos formem um círculo de mãos dadas. Explique que o círculo é um símbolo de união e de companheirismo entre pessoas que convivem e participam das mesmas atividades, como nós, na escola. Então, ensine os alunos a cantarem a canção e a realizarem a coreografia de acordo com ela. Depois que aprenderem, ligue a música e oriente-os a participar da vivência. Você pode também adaptar outra música se quiser para realizar essa atividade de integração. BRINCANDO DE RODA Maria Angélica Antunes Machado Quem quiser brincar de roda É só chegar Girando, girando pra direita Vai até o centro Retorna pro lugar E de mãos dadas Faço rodeios com meu par Pra lá, pra cá, pra lá, pra cá Pra lá, pra cá, pra lá Quem quiser brincar de roda É só chegar Girando, girando pra esquerda Vai até o centro Retorna pro lugar E de mãos dadas Faço rodeios com meu par Pra lá, pra cá, pra lá, pra cá Pra lá, pra cá, pra lá CD: Cantando e aprendendo Retirado de: < mangelica.html > Acesso em: 12/06/2010. Atividades de construção e socialização do conhecimento 1) Professor(a), apresente em sala diversos símbolos religiosos e não religiosos. Coloque-os sobre a mesa ou, se possível, no chão, tendo o cuidado de estender uma toalha ou outro recurso disponível, e disponha os símbolos de modo que fiquem misturados. Então explique aos alunos: Que os símbolos são linguagens que comunicam ideias.

9 9 Que existem muitos símbolos, representados de diversas formas e cores. Eles podem ser desenhados, pintados, bordados e esculpidos em forma de estátuas. Diversos elementos da natureza são também usados como símbolos, tais como flores, plantas, árvores, água, montanhas, rios, animais, estrelas, sol, lua, etc. Muitos alimentos, objetos de adorno, como correntinhas, medalhas, brincos, pulseiras, e vestimentas também podem ter valor simbólico para as pessoas. Os símbolos podem ser religiosos e não religiosos. Os religiosos são aqueles relacionados com as crenças religiosas ou são os símbolos usados pelas religiões. Esses símbolos estão relacionados às ideias do sagrado. Os símbolos não religiosos são aqueles que não estão vinculados às crenças religiosas, como os símbolos cívicos, os ligados aos esportes, etc. Os símbolos transmitem ideias, informações e importantes ensinamentos. Eles têm o poder de reunir as pessoas em torno de uma ideia, um pensamento ou objetivo de vida. Os símbolos religiosos em algumas religiões lembram as pessoas do sagrado, de sua crença e, por isso, as inspiram, transmitindo a elas segurança e proteção. 2) Conduza uma atividade de classificação dos símbolos expostos. Providencie duas tiras de papel e escreva, em uma, SÍMBOLOS RELIGIOSOS e, na outra, SÍMBOLOS NÃO RELIGIOSOS. Então, peça que os alunos classifiquem os dois tipos de símbolos. Explique a função dos símbolos expostos e peça que os alunos falem dos que eles conhecem. 3) No quadro de giz, elabore coletivamente uma lista de nomes de religiões ou igrejas da comunidade. Peça a participação dos alunos na elaboração dessa lista. Ao lado de cada religião ou igreja, registre alguns símbolos que elas utilizam. Então, organize equipes e oriente os alunos na confecção de cartazes com recortes ou com desenhos. Ajude-os a escrever o nome da religião ou igreja e a redigir uma breve descrição do significado dos respectivos símbolos em forma de legenda. Organize uma exposição dos cartazes na escola. 4) Oriente a realização das atividades sugeridas a seguir. Você poderá trazer cópias xerocadas dessas atividades.

10 10 ATIVIDADES 1) Escreva o nome de cada figura e circule os símbolos religiosos. 2) Desenhe dois símbolos religiosos que você conhece e escreva uma frase sobre cada um deles. 3) Ligue o nome da religião com seu símbolo correspondente: CRISTIANISMO BUDISMO HINDUÍSMO ISLAMISMO JUDAÍSMO ॐ

11 11 Síntese e proposição ética 1) Professor(a), oriente um momento de conversação sobre o que os alunos aprenderam a respeito dos símbolos. Lembre-lhes que o círculo é uma forma geométrica e também pode ser o símbolo de união e companheirismo entre pessoas que estudam ou trabalham juntas. 2) Os alunos poderão contornar, usando uma bacia ou outro recurso, um círculo sobre pedaços de papel-bobina e, em duplas, desenharão dentro do círculo as atitudes que demonstram companheirismo e união entre eles. Os que já dominam a escrita poderão também escrever frases sobre os desenhos. Organize uma exposição dos trabalhos dos alunos na escola. ALGUNS SÍMBOLOS DAS TRADIÇÕES CRISTÃS Objetivo: Identificar alguns símbolos das tradições de matriz cristã, estabelecendo o seu significado. Atividade de sensibilização: Cante ou recite a canção que segue fazendo a coreografia, ou, se quiser, adapte outra canção adequada ao tema. EU E VOCÊ Borres Guilouski EU TENHO MEU PRÓPRIO JEITO DE SER E DE ACREDITAR VOCÊ TAMBÉM TEM O TEU JEITO MAS JUNTOS VAMOS SONHAR LÁ, LÁ, LÁ, LÁ LAIA LÁ, LÁ, LÁ, LÁ... AS DIFERENÇAS SÃO RIQUEZAS NÃO TEMOS PORQUE BRIGAR VAMOS CAMINHAR JUNTOS UNIDOS SEMPRE A CANTAR LÁ, LÁ, LÁ, LÁ LAIA LÁ, LÁ, LÁ, LÁ...

12 12 Atividades de construção e socialização do conhecimento Professor(a), oriente leituras coletivas e individuais do texto que segue se os alunos já dominam a leitura, se, não, leia o texto para eles fazendo a interpretação. OS SÍMBOLOS SAGRADOS NAS TRADIÇÕES CRISTÃS Borres Guilouski Nós vivemos num mundo cheio de símbolos. Os símbolos estão presentes em nossa vida. Cada nação, cada time de futebol, cada escola, cada religião e igreja possui seus símbolos que as identificam e comunicam suas ideias e ensinamentos. O Cristianismo é uma grande tradição religiosa no mundo. Através dos tempos, dividiu-se em diversas igrejas e grupos. Cada igreja cristã criou seus símbolos com significados próprios para manter viva a sua crença e tradição através dos tempos. O crucifixo é um símbolo presente na Igreja Católica e representa o sacrifício de Jesus por amor à humanidade. A cruz ortodoxa reúne nela duas cruzes, a de Jesus e a de Santo André, um dos doze Apóstolos de Jesus. Santo André é considerado, na tradição das igrejas ortodoxas, como o Apóstolo dos povos eslavos. Segundo essa tradição, ele foi martirizado em Jerusalém, em uma cruz em forma de X. A cruz vazia é também usada em algumas igrejas evangélicas e representa a vitória de Jesus sobre a morte. A cruz vazia é símbolo da ressurreição de Cristo.

13 13 A vela acesa é também um símbolo muito importante para os cristãos católicos e ortodoxos. Ela representa, entre outros significados, a Luz de Cristo Ressuscitado e a fé dos cristãos em Deus. Na Igreja ortodoxa, a vela de cera de abelhas é símbolo da Trindade. A cera representa Deus Pai, o pavio Deus Filho e o fogo representa o Espírito Santo. A água é outro elemento da natureza presente na simbologia cristã. Representa vida nova, cura do corpo e da alma, purificação no batismo. O pão e o vinho em muitas tradições cristãs são usados na celebração da Comunhão ou Ceia do Senhor. E representam o corpo e o sangue de Cristo, oferecido na cruz pela salvação da humanidade.

14 14 2) Depois da interpretação oral do texto acima, organize, professor(a), os alunos em equipes. Distribua cartolinas ou pedaços de papel-bobina, canetinhas e giz de cera. Cada equipe confeccionará um cartaz sobre os símbolos mencionados no texto e depois as equipes farão uma exposição na escola em um varal didático. Síntese e proposição ética 1) Dialogar com os alunos fazendo perguntas sobre o significado dos símbolos estudados na aula anterior. Explicar que os símbolos são criados pelas pessoas para comunicar ideias. Cada um de nós pode criar seus próprios símbolos, representando, por meio deles, tudo o que quiser. 2) Proponha que cada aluno crie um símbolo de sua família ou mesmo um individual que represente a si próprio e seus sonhos de vida. Dê oportunidade para os alunos socializarem suas produções com os colegas e familiares. O CRISTIANISMO E A EXPERIÊNCIA DO AMOR Objetivo: Perceber o amor como valor máximo da expressão cristã. Atividade de sensibilização: Cantar com os alunos ou ler a letra da música: Monte Castelo - Legião Urbana Composição: Renato Russo (recortes do Apóstolo Paulo e de Camões). Ainda que eu falasse A língua dos homens E falasse a língua do anjos Sem amor, eu nada seria... É só o amor, é só o amor Que conhece o que é verdade O amor é bom, não quer o mal Não sente inveja Ou se envaidece... O amor é o fogo Que arde sem se ver É ferida que dói E não se sente É um contentamento Descontente É dor que desatina sem doer... Ainda que eu falasse A língua dos homens E falasse a língua dos anjos Sem amor, eu nada seria... É um não querer Mais que bem querer É solitário andar Por entre a gente É um não contentar-se De contente É cuidar que se ganha Em se perder... É um estar-se preso Por vontade É servir a quem vence O vencedor É um ter com quem nos mata A lealdade Tão contrário a si É o mesmo amor...

15 15 Estou acordado E todos dormem, todos dormem Todos dormem Agora vejo em parte Mas então veremos face a face É só o amor, é só o amor Que conhece o que é verdade... Ainda que eu falasse A língua dos homens E falasse a língua do anjos Sem amor, eu nada seria... Atividade de construção e socialização do conhecimento 1) Após a leitura da música, os alunos poderão fazer uma pesquisa em sua família a fim de encontrar exemplos de amor vivido por aqueles que são de alguma igreja cristã. Peça que procurem conhecer alguma história de pai, mãe, tios... e então transformar este relato em uma história em quadrinhos para ser compartilhada com os colegas de turma. Ex.: A história de uma tia que um dia cozinhou com amor para os desabrigados que estavam acampados na igreja. 2) Após os estudantes terem partilhado as histórias, professor(a), explique a ética cristã do amor para a turma. Pode-se utilizar como exemplo a história bíblica do bom samaritano. Texto extraído do site: < Evangelho Segundo São Lucas, apóstolo que foi médico, escritor e companheiro de missão, do apóstolo Paulo. Certo dia, um homem, intérprete da Lei, se levantou com o intuito de pôr Jesus a prova e disse-lhe: Mestre, que farei para herdar a vida eterna?" Jesus lhe respondeu com uma pergunta. O que está escrito na Lei? Respondeu ele: Amarás o Senhor teu Deus de todo o teu coração, de toda a tua alma, de todas as tuas forças e de todo o teu entendimento. E amarás o teu próximo como a ti mesmo. Disse Jesus: "Respondeste corretamente. Faze isto e viverás" "E quem é o meu próximo?" - perguntou o fariseu. Jesus então lhe contou a seguinte história. Certo homem descia de Jerusalém para Jericó e veio cair nas mãos de salteadores. Estes, depois de tudo lhe roubarem e lhe causar muitos ferimentos, retiraram-se, deixando-o semimorto. Descia por ali um Sacerdote, que vendo o homem ferido e caído ao chão, passou ao largo. Semelhante ao Sacerdote, passou um Levita, que descia por aquele lugar e vendo-o também passou ao largo.

16 16 Certo Samaritano, que seguia o seu caminho, passou perto e vendo-o compadeceu-se dele. Chegando-se tratou-lhe as feridas, colocou-o sobre o seu próprio animal, levou-o para uma hospedaria e tratou dele. No dia seguinte, tirou de sua bolsa dois denários e os entregou ao hospedeiro dizendo: cuida bem deste homem e, se alguma coisa a mais gastar, eu te indenizarei quando voltar. Qual destes três te parece ter sido o próximo do homem que caiu nas mãos dos salteadores? Respondeu-lhe o intérprete da Lei: O que usou de misericórdia para com o pobre homem. Disse Jesus: "Muito bem, então vai e procede tu de igual maneira.. Vemos nesta passagem Jesus falar de diversas personalidades da época. 3) Trabalhar com o glossário dessa parábola: Fariseus: A palavra vem do hebreu pha rash e significa separação. Para estes, a religião era antes um meio de prosperar do que objetivo de sincera fé. Acreditavam na imortalidade da alma, na ressurreição dos mortos e apegavam-se, ao pé da letra, aos ensinamentos do texto sagrado. Sacerdote: Era um ministro da religião e possuía a autoridade. Sua função era ser o mediador entre Deus e as pessoas. Suas obrigações eram ministrar no santuário os rituais e ensinar o povo a guardar a Lei Divina, para isto consultava o Urim e Thummim. Urim e Thummim: Urim e Thummim (cuja tradução é Luzes e Iluminações) eram uma pedra branca e outra preta que o sacerdote consultava quando precisava descobrir qual era a vontade de Deus em assuntos em que havia dúvida. A resposta vinha por meio de uma intuição (iluminação interna). Levitas: Descendentes de Levi, filho esse de Jacó. Tomavam conta do santuário e o transportavam. Eram pessoas consideradas especiais no desempenho de sua função. Samaritanos: O termo vem de samaria, que significa lugar de vigília, guardiã ou sentinela. Estes eram desprezados pelos judeus por serem resultado de uma mistura de raças (etnias), eles traziam um pouco de sangue babilônico e árabe em suas veias. Costumavam levantar imagens de seus deuses nos lugares altos de Israel, combinando assim a crença nesses deuses e a crença em Jeohvah (Deus). Eram muito discriminados pelos judeus da época. Mais tarde, Felipe falou-lhes dos milagres operados nele, o que mobilizou a crença dos samaritanos em Jesus, bem como o fato de Jesus admitir-lhes os mesmos privilégios que gozavam os judeus convertidos ao Evangelho. Síntese e proposição ética: Professor(a), proponha que seus alunos escrevam pequenas poesias sobre o tema: Cristianismo e Amor e as ilustrem com recortes de revistas. Crie, então, um momento no qual os alunos poderão ler seus poemas e você poderá apresentar a poesia de Francisco de Assis.

17 17 CÂNTICO DAS CRIATURAS Francisco de Assis Louvado sejas, meu Senhor Com todas as tuas criaturas. Especialmente o senhor irmão Sol Que clareia o dia E com sua luz nos ilumina E ele é belo e radiante, Com grande esplendor: De ti, Altíssimo, é a imagem. Louvado sejas, meu Senhor Pela irmã Lua e as Estrelas Que no céu formastes claras E preciosas e belas. Louvado sejas, meu Senhor Pelo irmão Vento Pelo Ar, nublado Ou sereno, e todo o tempo Pelo qual às tuas criaturas dás sustento. Louvado sejas, meu Senhor Pela irmã Água Que é muito útil e humilde E preciosa e casta. Louvado sejas, meu Senhor Pelo irmão Fogo Pelo qual iluminas a noite E ele é belo e jovial E vigoroso e forte. Louvado sejas, meu Senhor Por nossa irmã, a mãe Terra Que nos sustenta e governa E produz frutos diversos.

18 18 UM FILME SOBRE ELEMENTOS DA RELIGIÃO OCIDENTAL Objetivo: A partir do filme escolhido, elencar característica da religião em questão. Atividade de sensibilização: Segue uma listagem de filmes, conforme pesquisa em <www.gper.com.br>. Nesta lista, estão em negrito os filmes que tratam das tradições ocidentais. Escolha um destes filmes, após tê-los assistido anteriormente, para passar para os alunos. 1) Além da Eternidade (1989) Princípios do espiritismo 2) Um homem de família (2000) A procura da verdadeira felicidade 3) A fuga das galinhas (2004) As diversidades individuais em relação ao grupo 4) Lutero (2003) Reforma protestante 5) Pocahontas (1995) Tradições indígenas 6) Paixão de Cristo (2003) Releitura da via dolorosa 7) Madre Teresa Biografia de Madre Teresa de Calcutá 8) Irmão de fé (2004) Conversão de São Paulo 9) Irmão Sol, Irmão Lua (1973) Vida de São Francisco 10) Brincando nos Campos do Senhor Catequização indígena 11) Francesco (1989) Biografia de São Francisco de Assis 12) O espanta tubarões (2004) Liberdade para ser diferente 13) Formiguinhaz (1998) Sobre a solidariedade e o trabalho coletivo 14) Gandhi (1982) Biografia de Gandhi 15) Questão de honra (1992) Princípios de justiça 16) Amistad (1997) Cultura afro 17) Deus é brasileiro (2001) Cultura religiosa brasileira 18) Pacth Adams: o amor é contagioso (1998) Poder da cura pelo amor 19) As profecias de Nostradamus (1994) Biografia do profeta Nostradamus 20) A espera de um milagre ( 1999) História mediúnica 21) A sétima profecia (1988) Escatologia 22) O quinto elemento (1997) Confronto entre o bem e o mal 23) Energia pura (1995) Dom sobrenatural 24) O nome da Rosa (1986) Idade Média e o catolicismo 25) Linha mortal (1990) Entre a vida e as sensações pós-morte 26) Ecos do além (1999) Sem comentários 27) Contato (1997) Vida extraterrestre 28) História sem fim (1984) Magia 29) Voltar a morrer (1991) Sem comentários 30) O Auto da Compadecida (2000) Julgamento após a morte; a decisão entre céu e inferno 31) Destino em dose dupla (1990) Reencarnação 32) Manika: a menina que nasceu duas vezes (1988) Reencarnação hinduísta e cultura oriental 33) O corpo (2001) Antropologia e fé 34) A missão (1986) Cultura indígena e a catequização jesuítica 35) Em algum lugar do passado (1980) Sem comentários 36) A Odisséia (1997) Mitologia 37) Ghost: do outro lado da vida (1990) Mediunidade 38) Casamento grego (2002) Cultura grega 39) O último imperador (1987) Cultura chinesa

19 19 Atividade de construção e socialização do conhecimento 1) Conforme a escolha do filme, elaborar um quadro que aponta algumas características da religião abordada. Aprofundar a questão por meio de trabalhos de pesquisa. 2) Neste momento o(a) professor(a) pode apresentar, em sala de aula, um pouco da cultura religiosa cigana para ser melhor compreendida e refletida. Conforme site: <http://www.guardioesdaluz.com.br/ciganoshistoria.htm> Os ciganos fazem parte de uma etnia de cultura própria, rica, já que por variadas razões encontram-se dispersos por todo o mundo, tendo passado, em suas andanças, por diferentes países, legando e enriquecendo a sua cultura. Uma pequena parcela, hoje em dia, ainda é nômade. Segundo Arthur R. Ivatts, sociólogo, educador britânico e assessor da Comissão Consultiva para a Educação dos Ciganos e Outros Nômades, a concentração maior desse povo fica na Europa, ou seja, da população mundial cigana, mais ou menos a metade é residente na Europa, sendo que dois terços na Europa Oriental, e parte reside ainda no norte e no sul da África, no Egito, na Argélia e no Sudão. Nas Américas, o contingente está distribuído dos Estados Unidos à Argentina, tendo uma maior concentração no território brasileiro. Antes de desenvolver o tema, é preciso deixar claro que o termo cigano é genérico, assim como índio, ou seja, dentro dessa etnia existem subdivisões e, nelas, existem famílias que fazem das tradições uma cultura própria de acordo com o subgrupo ao qual pertencem. No Brasil, mais particularmente no Rio de Janeiro, existem dois grandes grupos de ciganos: o Rom e o Calom. O grupo Rom é mais disperso, pois, devido a sua origem extraibérica, é encontrado no mundo todo, da União Soviética à Argentina. São os considerados ciganos autênticos e tradicionais. No Rio de Janeiro, foram contactadas famílias de três grupos rons: o Kalderash, o Khorakhanè e o Ragare. Os nomes dos subgrupos são apresentados por força de uma profissão própria e predominante na família através dos tempos, como os kalderashès (ferreiros, caldeireiros, produtores de panelas, parafusos, utensílios, chaves, pregos, ferramentas, selas, cintos e outros objetos de couro). Alguns são exibidores de feras amestradas, os circenses (lovares e manushes). Outros ainda que eram antigos negociantes de cavalos, atualmente negociam com carros, sendo também exímios comerciantes, mecânicos e lanterneiros, como os ciganos do grupo Calom. Há também os que vendem ouro, joias, roupas, tapetes, que são os mercadores ambulantes ou feirantes. Conforme o site:<

20 20 O Povo cigano segue um lema muito conhecido: "O Céu é meu teto, a terra minha pátria, e a liberdade é a minha religião". Não há uma religião típica cigana, e sim uma ligação muito expressiva com a mãe natureza e com o universo. Eles seguem ciclos naturais, como as fases da lua e as estações do ano, etc., com grande respeito e seriedade. Um bom exemplo disso é a forte ligação que têm com Kali, a Deusa Negra da Mitologia Hindu, ligação que se relaciona com o Mistério das Virgens Negras", de Santa Sara a Santa Padroeira dos Ciganos, que na visão cristã é Sara, serva de Jacobina, Salomé e Madalena (as três Marias), que juntamente com José de Arimateia, em fuga da Palestina, levaram consigo o Santo Graal (mito do cálice sagrado, contendo o sangue de Cristo), com destino à Bretanha, onde o deixaram em um mosteiro. O dia de Santa Sara é comemorado anualmente no dia 24 de maio, quando ciganos de todo o mundo festejam e oram para a sua protetora. Percebe-se que a crença espiritual dos ciganos origina-se no xamanismo, assemelhando-se à Arte ou antiga Religião dos Druidas, da cultura Celta. Os ciganos reverenciam a Lua Cheia como maior símbolo de ligação do Universo, dentre vários símbolos, um dos mais importantes, sendo o "Pentagrama" a estrela de cinco pontas que demonstra os cinco sentidos da vida. Segundo um mito cigano, após criar o homem, Deus reuniu todos os povos do mundo num lindo gramado e deu direito a cada um de escolher o que quisesse. Alguns pediram casas, outros riquezas, enquanto os ciganos nada disseram. Como recompensa, Deus lhes deu o mundo. Daí vem o lema cigano: "A terra é minha pátria, o céu, o meu teto, a liberdade, a minha religião". Os ciganos têm a proteção da natureza como filosofia de vida. Vêem o planeta como seu lar e, por isso, o preservam. Síntese e proposição ética Professor(a), organize dramatizações com texto e direção do próprio grupo enfocando as religiões ocidentais. Exemplo: A parábola do samaritano. Salientar que a dramatização deve veicular uma mensagem importante, pautada nos valores de respeito a todas as pessoas em suas diferentes crenças. Organize também uma apresentação da dramatização na escola para todas as turmas. Elaboradores: Equipe Pedagógica da ASSINTEC: Borres Guilouski Emerli Schlögl Revisão: Diná Raquel D.Costa

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