CARTA N.º 000 / DIPRE Brasília, 11 de julho de 2016

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "CARTA N.º 000 / DIPRE Brasília, 11 de julho de 2016"

Transcrição

1 CARTA N.º 000 / DIPRE Brasília, 11 de julho de 2016 Assunto: Início das operações das emissoras de Classe A na Torre de TV Digital de Brasília. Prezado Senhor, Viemos através desta, cumprimentá-los e dar continuidade ao processo de início das operações das emissoras de Classe A na Torre de TV Digital de Brasília. Após o envio da primeira carta sobre o assunto tratado, além do interesse previamente já manifestado das emissoras CBI e Cable Link, foram recebidas manifestações de algumas emissoras de Classe A para começarem a operação na Torre de TV Digital. No dia 21/06/2016, houve uma reunião na Terracap com as emissoras que manifestaram interesse e algumas dúvidas foram levantadas principalmente em relação aos custos. Com base nestas dúvidas, foi realizada pela Diretoria Comercial da Terracap, avaliação de locação dos boxes das emissoras e das antenas. Conforme laudos de avaliação os valores de locação são os seguintes: Imóvel Área(m²) Valor/mês Sala de Transmissão 7 (Box 7) 151,31 R$ 3.840,00 Sala de Transmissão 8 (Box 8) 154,23 R$ 3.910,00 Equipamento Cota em relação ao lago(m) Valor/mês Antena de Transmissão 346,3 R$ ,00 Parabólica 341,1 R$ ,00 Além dos valores das locações, a taxa de condomínio, ou manutenção da Torre de TV Digital está atualmente, na ordem de R$ ,00 (quinze mil reais) por sala de transmissão (Box). Destacamos que os valores da locação dos boxes, assim como da taxa de manutenção serão calculados para cada emissora, de acordo com a quantidade de interessados e proporcionais à área ocupada por cada emissora na sala de transmissão (box).

2 Quanto ao valor apresentado de locação de espaço para antena de transmissão é importante salientar que caso haja interesse de instalação de antena individual, o valor será cobrado integralmente de cada emissora. Caso haja compartilhamento de antena entre as emissoras os valores de locação serão rateados entre os interessados. Quanto ao valor da locação da parabólica, informamos que o valor mencionado será rateado entre o total de emissoras interessadas. Destaca-se que os valores apresentados para locação de antenas de transmissão e parabólicas poderão apresentar variação de valores de acordo com os projetos que serão apresentados. Dessa forma, com base nas novas informações apresentadas, fica reaberto o prazo de 10 (dez) dias para pronunciamento das emissoras interessadas, a partir do recebimento desta, nas condições apresentadas acima para que possamos dar continuidade à formalização e instalação das emissoras de Classe A na Torre de TV Digital. Esse prazo está estendido às emissoras que ainda não se pronunciaram. Salientamos que juntamente com essa carta, será realizado um chamamento público no Diário Oficial do Distrito Federal. Informamos que após esse prazo, as emissoras que tiverem manifestado interesse, deverão apresentar as seguintes documentações: 1. Documento do Ministério das Comunicações relativo à outorga da frequência a ser utilizada para transmissão: para garantir que a emissora possui autorização legal para transmitir. 2. Manifestação quanto à instalação de antena de transmissão individual ou compartilhada. Se compartilhada, indicar quais emissoras participarão do compartilhamento. 3. Documento do Ministério das Comunicações relativo à aprovação do projeto da antena transmissora: Para garantir que o projeto de transmissão atende às determinações técnicas e não criará interferência para as outras antenas instaladas. 4. Projeto da alocação dos espaços de racks com discriminação do consumo de energia e calor a ser emitido: para avaliação das instalações elétricas e do arcondicionado local. 5. Laudo por empresa de engenharia sobre a viabilidade de instalação das antenas na Torre Metálica: Para avaliar a viabilidade da instalação das antenas na estrutura da Torre metálica. 6. Anotação de Responsabilidade Técnica (ART) da empresa de engenharia responsável pelo projeto, devidamente registrada no CREA. 7. Laudo de avaliação da implantação do projeto (realizado após toda a implantação) realizado por empresa de engenharia demonstrando a conformidade entre o projeto e a instalação da estrutura.

3 No caso de instalação de antena individual, o interessado deverá apresentar todos os itens acima individualmente. No caso de instalação compartilhada, os requisitos acima deverão ser realizados em conjunto. Em todos os casos, individual e/ou compartilhada, os projetos das antenas deverão apresentar compatibilidade técnica entre si. A divisão de espaços das salas de transmissão será realizada após a manifestação dos interessados, momento no qual deverá ser apresentado o item 4 acima citado. Para maiores detalhes sobre as avaliações, os processos que tratam sobre as questões estarão disponíveis para consulta nesta empresa. Atenciosamente, Mario Henrique Siqueira Silva e Lima Diretor de Prospecção e Formatação de Novos Empreendimentos

4 PERGUNTAS ENCAMINHADAS 1. Quais são as condições para instalação dos equipamentos de retransmissão do sinal na Torre Digital? Ser outorgada a transmitir sinal de TV Digital no DF; Estar adimplente com a Terracap e demais entes do DF e da União; Concordar com os termos ajustados nas reuniões e comunicados previamente aos interessados; 2. Qual espaço disponível para instalação de antena? Será avaliado conforme Laudo que será apresentado pela interessada. 3. Qual a possibilidade de instalação de cabo: individual ou coletivo? Será conforme interesse de cada emissora, considerando as questões financeiras e técnica. 4. Qual a regra de entrada de funcionários para manutenção? Os funcionários das emissoras que transmitem sinal a partir da torre de TV Digital devem ser credenciados previamente pela Terracap (por meio da empresa de segurança contratada) e possuirão acesso livre às áreas técnicas comuns de segunda a sexta. Nos dias de visitação (sábados, domingos e feriados) as manutenções programadas devem ser evitadas, mas manutenções emergenciais, devidamente comprovadas, podem ser executadas. 5. Qual estimativa de valores administrativos iniciais como valor mensal de aluguel? 6. Quais são os custos efetivos da ocupação (se possível em formato de planilha)? 7. Como é o texto do Regimento Interno e como será o condomínio da Torre de TV Digital? As regras serão estabelecidas no contrato. 8. Qual o custo do condomínio e como será o rateio dos custos comuns? 9. Como é o fornecimento de energia elétrica: individualizado ou coletivo? O fornecimento de energia será individualizado por box.

5 10. Como será as condições para manutenções dos equipamentos? Cada emissora, individual será responsável pela manutenção de seus equipamentos. Caso exista antena coletiva, as emissoras deverão pactuar entre si os procedimentos e responsabilidades de manutenção dos equipamentos compartilhados. 11. Qual o horário de funcionamento da Torre de TV Digital? A Torre de TV Digital funciona 24 horas por dia, durante toda a semana. As visitações aos mirantes e aberturas das lojas no térreo acontecem aos sábados, domingos e feriados das 9 ás 17hrs. 12. Quais as condições detalhadas de instalação da antena e cabos? As condições serão apresentadas conforme laudo apresentado por cada emissora. 13. Qual a previsão de custo para a implantação de todo o sistema de transmissão? O custo de implantação ficará a cargo das emissoras. 14. Quais demais condições de contrato com a Terracap para efetiva prestação do serviço de RTVD em atendimento às Normas vigentes? Todas as condições estarão estabelecidas em contrato.

Art. 2 Para os fins e efeitos desta Resolução são considerados os seguintes termos e respectivas definições:

Art. 2 Para os fins e efeitos desta Resolução são considerados os seguintes termos e respectivas definições: AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA ANEEL RESOLUÇÃO NORMATIVA N o 56, DE 6 DE ABRIL DE 2004. Estabelece procedimentos para acesso das centrais geradoras participantes do PROINFA, regulamentando o art.

Leia mais

DEOP DIRETORIA DE ENGENHARIA E OPERAÇÕES EPE PLANEJAMENTO E ENGENHARIA MANUAL DE TUBULAÇÕES TELEFÔNICAS PREDIAIS

DEOP DIRETORIA DE ENGENHARIA E OPERAÇÕES EPE PLANEJAMENTO E ENGENHARIA MANUAL DE TUBULAÇÕES TELEFÔNICAS PREDIAIS CAPÍTULO 1: DISPOSIÇÕES GERAIS FINALIDADE Este manual estabelece os critérios, padrões e procedimentos a serem seguidos na elaboração de projeto e construção de tubulações telefônicas em edifícios. A SERCOMTEL

Leia mais

CONCORRÊNCIA Nº 2016/02373 (7421) REGISTRO DE PREÇOS ESCLARECIMENTO 3

CONCORRÊNCIA Nº 2016/02373 (7421) REGISTRO DE PREÇOS ESCLARECIMENTO 3 CONCORRÊNCIA Nº 2016/02373 (7421) REGISTRO DE PREÇOS ESCLARECIMENTO 3 OBJETO: Registro de Preços para eventuais e futuras contratações visando à instalação, relocalização e adequações diversas em agências

Leia mais

DIRETRIZES PARA ELABORAÇÃO

DIRETRIZES PARA ELABORAÇÃO OBJETIVO DIRETRIZES PARA ELABORAÇÃO Definir critérios para elaboração de Simulação Hidráulica para Sistemas de Abastecimento de Água de Pequeno Porte (até 12.500 ligações), Médio Porte (até 62.500 ligações)

Leia mais

Ofício Circ. n o 96/2008-ADADM-Anatel Brasília/DF, 18 de julho de Às empresas interessadas em participar do Pregão Amplo nº 11/2008.

Ofício Circ. n o 96/2008-ADADM-Anatel Brasília/DF, 18 de julho de Às empresas interessadas em participar do Pregão Amplo nº 11/2008. SAUS Quadra 6 Bloco H Brasília/DF CEP: 70070-940 (61) 2312-2000 e (Fax 2312-2002) http//www.anatel.gov.br Ofício Circ. n o 96/2008-ADADM-Anatel Brasília/DF, 18 de julho de 2008. Às empresas interessadas

Leia mais

ANEXO I FORMULÁRIO PADRONIZADO PARA SOLICITAÇÃO DE RTV SECUNDÁRIA. Excelentíssimo Sr. Ministro de Estado das Comunicações,

ANEXO I FORMULÁRIO PADRONIZADO PARA SOLICITAÇÃO DE RTV SECUNDÁRIA. Excelentíssimo Sr. Ministro de Estado das Comunicações, ANEXO I FORMULÁRIO PADRONIZADO PARA SOLICITAÇÃO DE RTV SECUNDÁRIA 1. REQUERIMENTO Excelentíssimo Sr. Ministro de Estado das Comunicações, A , CNPJ nº , com endereço na

Leia mais

ANEXO I - ORIENTAÇÕES GERAIS E INFORMAÇÕES NECESSÁRIAS A SEREM APRESENTADAS NO PROJETO PROVISÓRIO DE INSTALAÇÃO (PPI)

ANEXO I - ORIENTAÇÕES GERAIS E INFORMAÇÕES NECESSÁRIAS A SEREM APRESENTADAS NO PROJETO PROVISÓRIO DE INSTALAÇÃO (PPI) ANEXO I - ORIENTAÇÕES GERAIS E INFORMAÇÕES NECESSÁRIAS A SEREM APRESENTADAS NO PROJETO PROVISÓRIO DE 1. A EMPRESA, após a realização da Vistoria Inicial Conjunta, deverá elaborar e enviar o Projeto Provisório

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PIAUÍ PREFEITURA UNIVERSITÁRIA SOLICITAÇÃO DE PROJETOS Projeto de Arquitetura e Engenharia

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PIAUÍ PREFEITURA UNIVERSITÁRIA SOLICITAÇÃO DE PROJETOS Projeto de Arquitetura e Engenharia UNIVERSIDADE FEDERAL DO PIAUÍ PREFEITURA UNIVERSITÁRIA SOLICITAÇÃO DE PROJETOS Projeto de Arquitetura e Engenharia COMO SOLICITAR UM PROJETO? Para solicitações de projetos de arquitetura e engenharia,

Leia mais

CENTRAIS GERADORAS EÓLICAS, SOLAR FOTOVOLTAICAS E TERMELÉTRICAS A BIOMASSA.

CENTRAIS GERADORAS EÓLICAS, SOLAR FOTOVOLTAICAS E TERMELÉTRICAS A BIOMASSA. INSTRUÇÕES PARA REQUERIMENTO AO ONS DE PARECER OU DOCUMENTO EQUIVALENTE DE ACESSO AO SISTEMA DE TRANSMISSÃO PARA FINS DE CADASTRAMENTO NA EPE COM VISTAS À HABILITAÇÃO TÉCNICA AO LEILÃO DE ENERGIA DE RESERVA

Leia mais

Não Conformidade, Ação Corretiva e Ação Preventiva

Não Conformidade, Ação Corretiva e Ação Preventiva 1. HISTÓRICO DE REVISÕES Revisão: 02 Página 1 de 6 DATA REVISÃO RESUMO DE ALTERAÇÕES 20/08/2013 00 Emissão inicial 21/08/2014 01 03/12/2015 02 Definição mais clara da sistemática de tratativa de cargas

Leia mais

GERÊNCIA DE NORMAS E PADRÕES ORIENTAÇÃO TÉCNICA OT-003/2015 (NT , NT , NT

GERÊNCIA DE NORMAS E PADRÕES ORIENTAÇÃO TÉCNICA OT-003/2015 (NT , NT , NT 1 OBJETIVO A presente Orientação Técnica altera e complementa as normas de fornecimento contemplando as mudanças ocorridas em conformidade com as alterações da REN 414/2010 da ANEEL, implementadas através

Leia mais

NORMAS DA COMISSÃO DE PESQUISA DO CENTRO DE CIÊNCIAS NATURAIS E HUMANAS. Universidade Federal do ABC

NORMAS DA COMISSÃO DE PESQUISA DO CENTRO DE CIÊNCIAS NATURAIS E HUMANAS. Universidade Federal do ABC NORMAS DA COMISSÃO DE PESQUISA DO CENTRO DE CIÊNCIAS NATURAIS E HUMANAS Universidade Federal do ABC Santo André, Abril de 2014 SUMÁRIO TÍTULO I DA COMISSÃO DE PESQUISA DO CCNH... 3 TÍTULO II DA COMPOSIÇÃO...

Leia mais

1) A quem devo me reportar para solicitar esclarecimentos sobre o conteúdo dos documentos da Chamada Pública.

1) A quem devo me reportar para solicitar esclarecimentos sobre o conteúdo dos documentos da Chamada Pública. Objetivo: Divulgar respostas a questionamentos específicos apresentados pelas partes interessadas na Chamada Pública, de forma a garantir a ampla divulgação de todas as informações relevantes e pertinentes

Leia mais

AVISO DE PROCURA DE IMÓVEL

AVISO DE PROCURA DE IMÓVEL AVISO DE PROCURA DE IMÓVEL A União, por intermédio do Delegado da Receita Federal do Brasil em Feira de Santana/BA, torna público que necessita locar imóvel, pelo prazo de 60 (sessenta) meses, para instalar

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA LOCAÇÃO DE ESCORAMENTOS METÁLICOS. Setor de Diversões Sul SDS CONIC Lotes T2, T3 e T4, Subsolos BRASÍLIA/RA-I - DF

TERMO DE REFERÊNCIA LOCAÇÃO DE ESCORAMENTOS METÁLICOS. Setor de Diversões Sul SDS CONIC Lotes T2, T3 e T4, Subsolos BRASÍLIA/RA-I - DF TERMO DE REFERÊNCIA LOCAÇÃO DE ESCORAMENTOS METÁLICOS Setor de Diversões Sul SDS CONIC Lotes T2, T3 e T4, Subsolos BRASÍLIA/RA-I - DF DITEC Diretoria Técnica NUINF / GEREN Brasília JANEIRO / 2016 SAM BLOCO

Leia mais

Ministério de Minas e Energia Gabinete do Ministro

Ministério de Minas e Energia Gabinete do Ministro Ministério de Minas e Energia Gabinete do Ministro PORTARIA N o 172, DE 10 DE MAIO DE 2016 O MINISTRO DE ESTADO DE MINAS E ENERGIA, no uso das atribuições que lhe confere o art. 87, parágrafo único, incisos

Leia mais

PORTARIA n.º 475 de 12 de dezembro de 2008.

PORTARIA n.º 475 de 12 de dezembro de 2008. Data de Publicação do D.O.U 15 de dezembro de 2008 PORTARIA n.º 475 de 12 de dezembro de 2008. A SECRETÁRIA DE SERVIÇOS DE COMUNICAÇÃO ELETRÔNICA DO MINISTÉRIO DAS COMUNICAÇÕES, no uso de suas atribuições,

Leia mais

CAPITULO I OBJETIVOS. Art. 1º Implantar o crachá de identificação e sua utilização para registro do ponto;

CAPITULO I OBJETIVOS. Art. 1º Implantar o crachá de identificação e sua utilização para registro do ponto; CAPITULO I OBJETIVOS Art. 1º Implantar o crachá de identificação e sua utilização para registro do ponto; Art. 2º Estabelecer as normas de registro das horas trabalhadas do ponto eletrônico; Art. 3º Normatizar

Leia mais

Prestação de serviço de manutenção e reparo em equipamentos de rede Roteadores.

Prestação de serviço de manutenção e reparo em equipamentos de rede Roteadores. TERMO DE REFERÊNCIA DADOS CADASTRAIS 1-IDENTIFICAÇÃO SOLICITANTE 1.1 Diretoria DR 1.2 Unidade SOR-PB 1.3 Endereço completo da unidade solicitante: AV. Presidente Carlos Luz, 1275 1.5 - Cidade: 1.6 - UF:

Leia mais

PLANO DE SERVIÇO TV POR ASSINATURA

PLANO DE SERVIÇO TV POR ASSINATURA 1. Aplicação PLANO DE SERVIÇO TV POR ASSINATURA Plano nº 207 Pacote Família HD Max Este Plano de Serviço de TV é aplicável a autorizatária Embratel TV Sat Telecomunicações S.A., denominada doravante como

Leia mais

CONSELHO REGIONAL DE ENFERMAGEM DE SANTA CATARINA

CONSELHO REGIONAL DE ENFERMAGEM DE SANTA CATARINA Processo Licitatório 029/2011 Pregão Presencial 014/2011 Empresa: Oi RESPOSTA A QUESTIONAMENTO Conforme recebidas por via eletrônica as seguintes questões, após consulta à área técnica do Conselho Regional

Leia mais

É POSSÍVEL MEDIR A OCUPAÇÃO EFICIENTE DO ESPECTRO?

É POSSÍVEL MEDIR A OCUPAÇÃO EFICIENTE DO ESPECTRO? A OCUPAÇÃO DE ESPECTRO, O COMPARTILHAMENTO E OUTRAS QUESTÕES CONCEITUAIS É POSSÍVEL MEDIR A OCUPAÇÃO EFICIENTE DO ESPECTRO? SUPERINTENDÊNCIA DE OUTORGA E RECURSOS À PRESTAÇÃO 43º ENCONTRO TELE.SÍNTESE

Leia mais

MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, QUALIDADE E TECNOLOGIA INMETRO

MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, QUALIDADE E TECNOLOGIA INMETRO Serviço Público Federal MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, QUALIDADE E TECNOLOGIA INMETRO Portaria Inmetro/Dimel n.º 059, de 04 de março de 2016.

Leia mais

MIT Manual de Infraestrutura

MIT Manual de Infraestrutura Copel Telecom MIT Manual de Infraestrutura BEL Fibra 04 de junho de 2014 Sumário Requisitos mínimos de infraestrutura para o cliente... 3 Instruções Gerais... 3 Passos para instalação... 3 Edificações

Leia mais

OPORTUNIDADE DE NEGÓCIO PROCEDIMENTO PARA EXPLORAÇÃO DE ÁREAS COMERCIAIS NAS ESTAÇÕES DO METRÔ MEDIANTE CREDENCIAMENTO RECEMPE E REGULAMENTO GERAL

OPORTUNIDADE DE NEGÓCIO PROCEDIMENTO PARA EXPLORAÇÃO DE ÁREAS COMERCIAIS NAS ESTAÇÕES DO METRÔ MEDIANTE CREDENCIAMENTO RECEMPE E REGULAMENTO GERAL OPORTUNIDADE DE NEGÓCIO PROCEDIMENTO PARA EXPLORAÇÃO DE ÁREAS COMERCIAIS NAS ESTAÇÕES DO METRÔ MEDIANTE CREDENCIAMENTO RECEMPE E REGULAMENTO GERAL A Companhia do Metropolitano de São Paulo Metrô, com base

Leia mais

REGULAMENTO CENTRO DE EVENTOS FIERGS ALIMENTAÇÃO

REGULAMENTO CENTRO DE EVENTOS FIERGS ALIMENTAÇÃO O Centro de Eventos FIERGS oferece serviços de alimentação por intermédio de empresas credenciadas que possuem cozinhas próprias para a produção de alimentos e estabelecimentos para atendimento ao cliente.

Leia mais

Planejamento de aquisição de bens e serviços na Administração Pública. Magno Subtil

Planejamento de aquisição de bens e serviços na Administração Pública. Magno Subtil Planejamento de aquisição de bens e serviços na Administração Pública Magno Subtil Registro de Preços Decreto Estadual 7.437/2011 Sistema de Registro de Preços é o conjunto de procedimentos para registro

Leia mais

PLANO DE SERVIÇO TV POR ASSINATURA NET ESSENCIAL

PLANO DE SERVIÇO TV POR ASSINATURA NET ESSENCIAL PLANO DE SERVIÇO TV POR ASSINATURA NET ESSENCIAL 1. Aplicação Plano de Serviço Este Plano de Serviço de TV é aplicável a autorizatária Claro S/A (Sucessora por incorporação da Net Serviços de Comunicação

Leia mais

APROVAÇÃO E LICENÇA - RESIDENCIAL UNIFAMILIAR

APROVAÇÃO E LICENÇA - RESIDENCIAL UNIFAMILIAR APROVAÇÃO E LICENÇA - RESIDENCIAL UNIFAMILIAR 1. Formulário Padrão (fornecido pelo IMPLURB) devidamente preenchido, sendo imprescindível conter o nome do interessado, número do telefone, número do celular

Leia mais

PLANO DE SERVIÇO TV POR ASSINATURA NET ESSENCIAL HD

PLANO DE SERVIÇO TV POR ASSINATURA NET ESSENCIAL HD PLANO DE SERVIÇO TV POR ASSINATURA NET ESSENCIAL HD 1. Aplicação Plano de Serviço Este Plano de Serviço de TV é aplicável a autorizatária Claro S/A (Sucessora por incorporação da Net Serviços de Comunicação

Leia mais

2ª CHAMADA AO I EDITAL DE CREDENCIAMENTO DE CONSULTORES CERNE 2 12 a 18 de janeiro de 2016

2ª CHAMADA AO I EDITAL DE CREDENCIAMENTO DE CONSULTORES CERNE 2 12 a 18 de janeiro de 2016 2ª CHAMADA AO I EDITAL DE CREDENCIAMENTO DE CONSULTORES CERNE 2 12 a 18 de janeiro de 2016 1. APRESENTAÇÃO A Associação Nacional de Entidades Promotoras de Empreendimentos Inovadores (ANPROTEC), com sede

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE OSÓRIO SECRETARIA MUNICIPAL DE ADMINISTRAÇÃO SETOR DE LICITAÇÕES

PREFEITURA MUNICIPAL DE OSÓRIO SECRETARIA MUNICIPAL DE ADMINISTRAÇÃO SETOR DE LICITAÇÕES PREFEITURA MUNICIPAL DE OSÓRIO SECRETARIA MUNICIPAL DE ADMINISTRAÇÃO SETOR DE LICITAÇÕES EDITAL DE CHAMAMENTO PÚBLICO 009/2011 Secretaria Municipal de Administração Processos: 100094/2011 ROMILDO BOLZAN

Leia mais

Política de Controles Internos

Política de Controles Internos Política de Controles Internos Introdução Esta política tem por objetivo estabelecer regras, procedimentos e descrição dos controles internos a serem observados para o fortalecimento e funcionamento dos

Leia mais

MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL PROCURADORIA DA REPÚBLICA NO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL

MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL PROCURADORIA DA REPÚBLICA NO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL ANEXO II MEMORIAL DESCRITIVO Sistema de Ar-Condicionado Tipo Split. ÌNDICE 1. INTRODUÇÃO 1.1 NORMAS TÉCNICAS 1. 2 ORIENTAÇÕES INICIAIS 2. SERVIÇOS 3. EQUIPAMENTOS E MATERIAIS 4. REQUISITOS PARA FORNECEDORES

Leia mais

EDITAL 086/2014 PRORROGAÇÃO DE PRAZO PARA SELEÇÃO DE PROPOSTAS DE IDEIAS NOS DIFERENTES SEGMENTOS DA ECONOMIA CRIATIVA

EDITAL 086/2014 PRORROGAÇÃO DE PRAZO PARA SELEÇÃO DE PROPOSTAS DE IDEIAS NOS DIFERENTES SEGMENTOS DA ECONOMIA CRIATIVA EDITAL 086/2014 PRORROGAÇÃO DE PRAZO PARA SELEÇÃO DE PROPOSTAS DE IDEIAS NOS DIFERENTES SEGMENTOS DA ECONOMIA CRIATIVA O Centro Universitário Metodista IPA e a Prefeitura Municipal de Porto Alegre, por

Leia mais

Condições Gerais para Prestação de Serviços Analíticos e de Amostragem

Condições Gerais para Prestação de Serviços Analíticos e de Amostragem Condições Gerais para Prestação de Serviços Analíticos e de Amostragem I. Apresentação A ACQUALAB Laboratório e Consultoria Ambiental S/S Ltda. atua, desde a sua constituição, nas diversas áreas da ciência

Leia mais

PERGUNTAS E RESPOSTAS CRA

PERGUNTAS E RESPOSTAS CRA PERGUNTAS E RESPOSTAS CRA 1. O que é a CRA? A CRA é a Central de Relacionamento com o Aluno. Um departamento criado para atender às solicitações acadêmicas e financeiras, através de diversificados canais

Leia mais

MÓDULO CAPITAL GESTÃO DE RECURSOS LTDA. Política de Controles Internos

MÓDULO CAPITAL GESTÃO DE RECURSOS LTDA. Política de Controles Internos MÓDULO CAPITAL GESTÃO DE RECURSOS LTDA. Política de Controles Internos Junho de 2016 ÍNDICE POLÍTICA DE CONTROLES INTERNOS... 2 (A) Objetivo... 2 (B) Abrangência... 2 (C) Princípios Gerais... 2 (D) Diretrizes...

Leia mais

POLÍTICA DE TREINAMENTO E DESENVOLVIMENTO

POLÍTICA DE TREINAMENTO E DESENVOLVIMENTO POLÍTICA DE TREINAMENTO E DESENVOLVIMENTO Última atualização: 18/03/2014 Versão A EXCLUSIVO PARA USO INTERNO Produzido pela área de RH Aprovado e revisado pela Gerência de RH A reprodução e a distribuição

Leia mais

CARTILHA DE INFORMAÇÕES SOBRE O BENEFÍCIO CREDITÍCIO

CARTILHA DE INFORMAÇÕES SOBRE O BENEFÍCIO CREDITÍCIO SECRETARIA DE ESTADO DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO SUBSECRETARIA DE PROMOÇÃO DO DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO Programa de Apoio ao Empreendimento Produtivo do Distrito Federal CARTILHA DE INFORMAÇÕES SOBRE

Leia mais

SECRETARIA DE ESTADO DO MEIO AMBIENTE

SECRETARIA DE ESTADO DO MEIO AMBIENTE REPUBLICADA NO DOE DE 04-02-2014 SEÇÃO I PÁG 63-64 RESOLUÇÃO SMA Nº 03, DE 24 DE JANEIRO DE 2014. Estabelece orientações para a instrução de processos de convênios com municípios e entidades da sociedade

Leia mais

MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA CENTRAIS ELÉTRICAS BRASILEIRAS S

MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA CENTRAIS ELÉTRICAS BRASILEIRAS S 1 MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA CENTRAIS ELÉTRICAS BRASILEIRAS S.A. - ELETROBRÁS PREGÃO PRESENCIAL Nº 21/2009 ANEXO I - ESPECIFICAÇÃO DOS SERVIÇOS 2 ÍNDICE 1 OBJETO...3 2 OBJETIVO...3 3 EQUIPE...3 4 CONDIÇÕES

Leia mais

ESTADO DO ACRE Secretaria de Estado da Gestão Administrativa - SGA Secretaria Adjunta de Compras e Licitações. Comissão Permanente de Licitação CPL 03

ESTADO DO ACRE Secretaria de Estado da Gestão Administrativa - SGA Secretaria Adjunta de Compras e Licitações. Comissão Permanente de Licitação CPL 03 01ª RETIFICAÇÃO PREGÃO SRP Nº 728/2015 CPL 03 CGE Objeto: Contratação de pessoa jurídica para prestação de serviços de agenciamento de passagens aéreas em voo nacionais, solicitado através do OF Nº. 541/CGE/GAB

Leia mais

SOLICITAÇÃO DE SERVIÇO Divulgação:

SOLICITAÇÃO DE SERVIÇO Divulgação: SOLICITAÇÃO DE SERVIÇO Divulgação: 304-16 Em conformidade com o Regulamento de Compras e Contratações de Obras e Serviços da Organização Social de Cultura Associação Amigos do Projeto Guri, decreto nº.

Leia mais

CONVITE PARA APRESENTAÇÃO DE CANDIDATURA À INICIATIVA COMPETIR XXI

CONVITE PARA APRESENTAÇÃO DE CANDIDATURA À INICIATIVA COMPETIR XXI CONVITE PARA APRESENTAÇÃO DE CANDIDATURA À INICIATIVA COMPETIR XXI 30-03-2016 Iniciativa Competir XXI CONVITE PARA APRESENTAÇÃO DE CANDIDATURA Na sequência da qualificação da Sotecnisol, S.A. como Empresa

Leia mais

MUNICÍPIO DE CUBA Câmara Municipal

MUNICÍPIO DE CUBA Câmara Municipal MUNICÍPIO DE CUBA Câmara Municipal CADERNO DE ENCARGOS Cessão da Exploração do Estabelecimento de Bebidas Bar das Piscinas Municipais Descobertas de Cuba I PARTE CLÁUSULAS GERAIS Artº. 1º Âmbito de aplicação

Leia mais

LIGAÇÃO NOVA OU ALTERAÇÃO DE CARGA PARA UNIDADES CONSUMIDORAS COMPREENDIDAS EM VIA PÚBLICA

LIGAÇÃO NOVA OU ALTERAÇÃO DE CARGA PARA UNIDADES CONSUMIDORAS COMPREENDIDAS EM VIA PÚBLICA LIGAÇÃO NOVA OU ALTERAÇÃO DE CARGA PARA UNIDADES CONSUMIDORAS COMPREENDIDAS EM VIA PÚBLICA Condições de atendimento Coordenação de Engenharia Gerência de Planejamento da Expansão e Engenharia da Distribuição

Leia mais

INTEGRANTE DA PORTARIA Nº 0, DE DE DE

INTEGRANTE DA PORTARIA Nº 0, DE DE DE ANEXO III - R.E.F. MODELO E INSTRUÇÕES PARA ELABORAÇÃO DE RELATÓRIO DE EXECUÇÃO FINANCEIRA REF - DA META DE MOBILIZAÇÃO SOCIAL PARA OCUPAÇÃO EM FORMAÇÃO ARTÍSTICA E CULTURAL DO PROGRAMA CENTROS DE ARTES

Leia mais

RESOLUÇÃO CNSP N 25, DE 17 DE FEVEREIRO DE 2000.

RESOLUÇÃO CNSP N 25, DE 17 DE FEVEREIRO DE 2000. RESOLUÇÃO CNSP N 25, DE 17 DE FEVEREIRO DE 2000. Dispõe sobre escritório de representação, no País, de ressegurador admitido, e dá outras providências. A SUPERINTENDÊNCIA DE SEGUROS PRIVADOS - SUSEP, no

Leia mais

Ofício Circular nº 856/2008 SFF/ANEEL. Brasília, 28 de abril de A Sua Senhoria o (a) Senhor (a) Nome Cargo Empresa Cidade Estado

Ofício Circular nº 856/2008 SFF/ANEEL. Brasília, 28 de abril de A Sua Senhoria o (a) Senhor (a) Nome Cargo Empresa Cidade Estado Ofício Circular nº 856/2008 SFF/ANEEL Brasília, 28 de abril de 2008. A Sua Senhoria o (a) Senhor (a) Nome Cargo Empresa Cidade Estado Assunto: Contabilização dos gastos da Administração Central. Prezado

Leia mais

MANUAL RISCO DE LIQUIDEZ

MANUAL RISCO DE LIQUIDEZ MANUAL DE RISCO DE LIQUIDEZ ANO 2013 COOPERATIVA DE ECONOMIA 1 E CRÉDITO MÚTUO CECREB 1. ESTRUTURA ORGANIZACIONAL - Diretoria Define as Regras de Operacionalização. - Gerência Executa as determinações

Leia mais

MANUAL PARA LOCAÇÃO DO SEU IMÓVEL

MANUAL PARA LOCAÇÃO DO SEU IMÓVEL MANUAL PARA LOCAÇÃO DO SEU IMÓVEL Sediada na Av. Central do Kobrasol, Grande Florianópolis, a imobiliária Vento Norte existe há mais de 20 anos no mercado imobiliário. Primando sempre pelo BOM ATENDIMENTO

Leia mais

PLANO ALTERNATIVO DE SERVIÇO NET FONE LOCAL ON NET PLANO ALTERNATIVO N LC

PLANO ALTERNATIVO DE SERVIÇO NET FONE LOCAL ON NET PLANO ALTERNATIVO N LC PLANO ALTERNATIVO DE SERVIÇO NET FONE LOCAL ON NET PLANO ALTERNATIVO N 113 - LC Empresa Empresa Claro S/A, autorizada do STFC na modalidade Local, com sede na Rua Flórida, nº 1970, CEP 04565-907 inscrita

Leia mais

CARTA DE SERVIÇOS AO CIDADÃO

CARTA DE SERVIÇOS AO CIDADÃO Administração Regional do Itapoã CARTA DE SERVIÇOS AO CIDADÃO Gerência de Aprovação e Licenciamento 1 GERÊNCIA DE APROVAÇÃO E LICENCIAMENTO Departamento é responsável por dar encaminhamento ao cidadão

Leia mais

VOTO. INTERESSADO: Companhia Paulista de Força e Luz CPFL Paulista.

VOTO. INTERESSADO: Companhia Paulista de Força e Luz CPFL Paulista. VOTO PROCESSO: 48500.005137/2015-31. INTERESSADO: Companhia Paulista de Força e Luz CPFL Paulista. RELATOR: Diretor Reive Barros dos Santos. RESPONSÁVEL: Superintendência de Concessões, Permissões e Autorizações

Leia mais

Política de Controles Internos

Política de Controles Internos Política de Controles Internos Junho/2016 Edge Brasil Gestão de Ativos Ltda. 1. Objetivo Esta política tem por objetivo estabelecer regras, procedimentos e descrição dos controles a serem observados para

Leia mais

RESOLUÇÃO IBA N 02/2008 RESOLVE

RESOLUÇÃO IBA N 02/2008 RESOLVE INSTITUTO BRASILEIRO DE ATUÁRIA RESOLUÇÃO IBA N 02/2008 Dispõe sobre a Certificação do Atuário Responsável Técnico e do Atuário Independente O Instituto Brasileiro de Atuária - IBA, por decisão de sua

Leia mais

ND CÁLCULO DE DEMANDA

ND CÁLCULO DE DEMANDA ND-5-2 5-1 1. CONSIDERAÇÕES GERAIS CÁLCULO DE DEMANDA O dimensionamento dos componentes de entrada de serviço (ramais de ligação e de entrada, alimentadores) das edificações de uso coletivo e dos agrupamentos

Leia mais

POLÍTICA DE CONTROLES INTERNOS

POLÍTICA DE CONTROLES INTERNOS POLÍTICA DE CONTROLES INTERNOS JUNHO / 2016 SUMÁRIO POLÍTICA DE CONTROLES INTERNOS... Erro! Indicador não definido. 1.1. Objetivo...1 1.2. Abrangência...2 1.3. Princípios...2 1.4. Diretrizes...2 1.5. Responsabilidades...3

Leia mais

TERMO DE ADESÃO E COMPROMISSO 2013

TERMO DE ADESÃO E COMPROMISSO 2013 PROGRAMA CULTURA É CURRICULO PROJETO: LUGARES DE APRENDER: A ESCOLA SAI DA ESCOLA PROJETO: ESCOLA EM CENA TERMO DE ADESÃO E COMPROMISSO 2013 A Escola Estadual, CIE nº e a Diretoria Regional de Ensino,

Leia mais

FACULDADES ADAMANTINENSES INTEGRADAS NÚCLEO DE PSICOLOGIA

FACULDADES ADAMANTINENSES INTEGRADAS NÚCLEO DE PSICOLOGIA FACULDADES ADAMANTINENSES INTEGRADAS NÚCLEO DE PSICOLOGIA EDITAL das Atribuições de Estágio em Psicologia Educacional, Psicologia do Trabalho, Psicologia Clínica e Psicologia Institucional/Social 1º semestre

Leia mais

Reunião entre a ANP e representantes dos produtores de etanol

Reunião entre a ANP e representantes dos produtores de etanol Reunião entre a ANP e representantes dos produtores de etanol Apresentação da Resolução que regulamenta a produção de etanol no País 6 de outubro de 2014 SRP Ementa Estabelece a regulação e a obrigatoriedade

Leia mais

São apresentadas a seguir as principais características do comportamento da carga:

São apresentadas a seguir as principais características do comportamento da carga: A diversidade de comportamento dos consumidores de energia elétrica é uma característica que ameniza variações bruscas na curva de carga do sistema. Mas o que pode acontecer se, em todo o país, todos os

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 28, DE 08 DE JUNHO DE 2004.

RESOLUÇÃO Nº 28, DE 08 DE JUNHO DE 2004. MINISTÉRIO DA JUSTIÇA COMISSÃO NACIONAL DE SEGURANÇA PÚBLICA NOS PORTOS, TERMINAIS E VIAS NAVEGÁVEIS - CONPORTOS RESOLUÇÃO Nº 28, DE 08 DE JUNHO DE 2004. Dispõe sobre a concessão de Declaração de Proteção

Leia mais

NORMAS DE FUNCIONAMENTO DO ATELIER DE ARTES PLÁSTICAS

NORMAS DE FUNCIONAMENTO DO ATELIER DE ARTES PLÁSTICAS NORMAS DE FUNCIONAMENTO DO ATELIER DE ARTES PLÁSTICAS O Atelier de Artes Plásticas é um serviço que se encontra ao dispor de todos os interessados, visando instruí-los e dotá-los das ferramentas básicas

Leia mais

QUALIFICAÇÃO DE EMPRESAS INTERESSADAS EM DESENVOLVER E HOMOLOGAR LIMITADOR HÍBRIDO DE BAIXA TENSÃO.

QUALIFICAÇÃO DE EMPRESAS INTERESSADAS EM DESENVOLVER E HOMOLOGAR LIMITADOR HÍBRIDO DE BAIXA TENSÃO. PROJETO BÁSICO Nº 28/13 UO SEITEC SSituação Recebido pelo SECOM Objeto Data da Criação: 18/12/2013 Data da Autorização pela UO: 01/09/2015 QUALIFICAÇÃO DE EMPRESAS INTERESSADAS EM DESENVOLVER E HOMOLOGAR

Leia mais

Curso Técnico Segurança do Trabalho. Programa de Condições e Meio Ambiente de Trabalho MÄdulo 5 VisÇo Geral

Curso Técnico Segurança do Trabalho. Programa de Condições e Meio Ambiente de Trabalho MÄdulo 5 VisÇo Geral Curso Técnico Segurança do Trabalho Programa de Condições e Meio Ambiente de Trabalho MÄdulo 5 VisÇo Geral A NR18 é a norma que regulamenta a Segurança e Medicina do Trabalho na Indústria da Construção

Leia mais

EMPREENDIMENTOS IMOBILIÁRIOS EMPREENDIMENTOS IMOBILIÁRIOS

EMPREENDIMENTOS IMOBILIÁRIOS EMPREENDIMENTOS IMOBILIÁRIOS EMPREENDIMENTOS IMOBILIÁRIOS incorporadora EMPREENDIMENTOS IMOBILIÁRIOS construtora Manual do Proprietário Prezado Cliente, O Manual do Proprietário é elaborado com a finalidade de transmitir orientações

Leia mais

PROPOSTA COMERCIAL Renovação dos Serviços de Suporte Avançado e Manutenção Anual LUMIS PORTAL PLATAFORMA LUMIS PORTAL

PROPOSTA COMERCIAL Renovação dos Serviços de Suporte Avançado e Manutenção Anual LUMIS PORTAL PLATAFORMA LUMIS PORTAL SÃO PAULO, 20 DE OUTUBRO DE 2015. PROPOSTA COMERCIAL Renovação dos Serviços de Suporte Avançado e Manutenção Anual LUMIS PORTAL PLATAFORMA LUMIS PORTAL LUM 1053v3-15 AOS CUIDADOS DE: Lorena Brasil Cirilo

Leia mais

Sistema Radioestrada FM

Sistema Radioestrada FM Sistema Radioestrada FM O que é o Serviço Radiovias.. Trata-se de Sistema inédito por apresentar características exclusivas. É o primeiro serviço em FM Sincronizado, via satélite, dedicado a uma única

Leia mais

DIRETRIZES PARA PROJETO

DIRETRIZES PARA PROJETO ELABORAÇÃO EQUIPE TÉCNICA USHI: Ely Carlos de Alvarenga Josete de Fátima de Sá Nicolás Lopardo 1 INTRODUÇÃO Esta Diretriz tem como função principal indicar critérios técnicos necessários para permitir

Leia mais

CADERNO DE ENCARGOS PROCEDIMENTO DE AJUSTE DIRETO PARA A CONCESSÃO DE EXPLORAÇÃO DOS SERVIÇOS DE BAR BAR DO AUDITÓRIO FUNDAÇÃO DE SERRALVES

CADERNO DE ENCARGOS PROCEDIMENTO DE AJUSTE DIRETO PARA A CONCESSÃO DE EXPLORAÇÃO DOS SERVIÇOS DE BAR BAR DO AUDITÓRIO FUNDAÇÃO DE SERRALVES CADERNO DE ENCARGOS PROCEDIMENTO DE AJUSTE DIRETO PARA A CONCESSÃO DE EXPLORAÇÃO DOS SERVIÇOS DE BAR BAR DO AUDITÓRIO FUNDAÇÃO DE SERRALVES 1. Âmbito O presente concurso tem como objecto a concessão de

Leia mais

Avaliação de Demanda em Unidades Residenciais

Avaliação de Demanda em Unidades Residenciais Avaliação de Demanda em Unidades Residenciais 22/05/2014 Agenda Conceitos do Ambiente Regulado Metodologia de Avaliação: fundamentos Processo da RECON BT Nova realidade? Ponto de Atenção: Tarifa Branca

Leia mais

TERMO DE PARTICIPAÇÃO NO PROGRAMA DE RELACIONAMENTO COM CLIENTES DE ENCOMENDAS

TERMO DE PARTICIPAÇÃO NO PROGRAMA DE RELACIONAMENTO COM CLIENTES DE ENCOMENDAS TERMO DE PARTICIPAÇÃO NO PROGRAMA DE RELACIONAMENTO COM CLIENTES DE ENCOMENDAS 1 OBJETO DO TERMO Com o intuito de retribuir a preferência dos clientes de serviços de encomendas dos CORREIOS que possuem

Leia mais

Manutenção volante. A DDS SERVIÇOS possui muita experiência com este modelo de manutenção com resultados altamente satisfatórios.

Manutenção volante. A DDS SERVIÇOS possui muita experiência com este modelo de manutenção com resultados altamente satisfatórios. Manutenção volante O que é a Manutenção Volante? A Manutenção Volante é uma modalidade de manutenção móvel que visa atender clientes que possuam várias unidades prediais distribuídas por uma determinada

Leia mais

A seguir são apresentadas as informações básicas referentes às características técnicas e de operação das UHEs integrantes do Lote C.

A seguir são apresentadas as informações básicas referentes às características técnicas e de operação das UHEs integrantes do Lote C. ANEXO II CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS E INFORMAÇÕES BÁSICAS PARA A EXPLORAÇÃO DAS USINAS HIDRELÉTRICAS INTEGRANTES DO LOTE C O Lote C é composto pelas Usinas Hidrelétricas Garcia, Bracinho, Cedros, Salto e

Leia mais

ARES Associação Recreativa e Esportiva Sanjoanense Atividades Sociais e Esportivas

ARES Associação Recreativa e Esportiva Sanjoanense Atividades Sociais e Esportivas ARES Associação Recreativa e Esportiva Sanjoanense Atividades Sociais e Esportivas Regimento Interno do Clube REGIMENTO INTERNO DO CLUBE 1 HORÁRIO DE FUNCIONAMENTO DO CLUBE: - De Terça-Feira a Domingo.

Leia mais

TERMO ADITIVO AO ACORDO COLETIVO DE TRABALHO /2009 PROCESSO Nº /

TERMO ADITIVO AO ACORDO COLETIVO DE TRABALHO /2009 PROCESSO Nº / TERMO ADITIVO AO ACORDO COLETIVO DE TRABALHO - 2007/2009 PROCESSO Nº 46218.001339/2009-25 EMPRESA BRASILEIRA DE TELECOMUNICACOES S.A - EMBRATEL, CNPJ n. 33.530.486/0001-29, com sede na Av. Presidente Vargas,

Leia mais

FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO GWI RENDA IMOBILIÁRIA

FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO GWI RENDA IMOBILIÁRIA I. OBJETO DO FUNDO Relatório da Instituição Administradora Período janeiro a junho 2014 Fundo de Investimento Imobiliário GWI Renda Imobiliária O Fundo de Investimentos Imobiliário GWI Renda Imobiliária,

Leia mais

POP Nº XII VISTORIA PRÉVIA

POP Nº XII VISTORIA PRÉVIA Procedimentos Operacionais Padronizados: POP Nº XII VISTORIA PRÉVIA Revisão Adrianne Paixão Silvia Liane Versão 2.0 Procedimentos Operacionais Padronizados: POP Nº XII VISTORIA PRÉVIA Elaboração/Revisão:

Leia mais

Campeonato Brasileiro Adulto (43º) e Master (24º) 20 pontos no Ranking Nacional. Campeonato Brasileiro de Faixas Coloridas

Campeonato Brasileiro Adulto (43º) e Master (24º) 20 pontos no Ranking Nacional. Campeonato Brasileiro de Faixas Coloridas Campeonato Brasileiro Adulto (43º) e Master (24º) 20 pontos no Ranking Nacional Campeonato Brasileiro de Faixas Coloridas Organização e Realização: CBTKD. Federação Paraibana de Taekwondo Olimpico Apoio:

Leia mais

Plano de Cargos, Carreiras e Remuneração SUREH / A-GRH

Plano de Cargos, Carreiras e Remuneração SUREH / A-GRH Plano de Cargos, Carreiras e Remuneração SUREH / A-GRH DEZ/2013 Busca do equilíbrio interno e externo. Equilíbrio Interno Equilíbrio Externo Metodologia Strata de Avaliação de Cargos PwC. DESCRIÇÕES DE

Leia mais

MANUAL DE SERVIÇO. Condicionadores de Ar Split High-Wall. Modelos LX-HX

MANUAL DE SERVIÇO. Condicionadores de Ar Split High-Wall. Modelos LX-HX Condicionadores de Ar Split High-Wall Modelos LX-HX Prezado Assistente Técnico, Este documento foi desenvolvido com o objetivo de proporcionar a você, o maior número de informações possíveis, buscando

Leia mais

ESCLARECIMENTO N 002/ EMAP PREGÃO PRESENCIAL Nº 020/2013-EMAP

ESCLARECIMENTO N 002/ EMAP PREGÃO PRESENCIAL Nº 020/2013-EMAP ESCLARECIMENTO N 002/2014 - EMAP PREGÃO PRESENCIAL Nº 020/2013-EMAP O Pregoeiro da Empresa Maranhense de Administração Portuária - EMAP, designado pela Portaria nº 149/2013-PRE, de 29 de agosto de 2013,

Leia mais

XP CORPORATE MACAÉ (XPCM11) FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO FII

XP CORPORATE MACAÉ (XPCM11) FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO FII XP CORPORATE MACAÉ (XPCM11) FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO FII Relatório Gerencial 3º Trimestre de 2015 ÍNDICE 1. OBRAS DA 2ª CUSTOMIZAÇÃO 1.1. Assembleia dos Cotistas 1.2. Aditivo ao Contrato de Locação

Leia mais

BONSUCESSO ASSET ADMINISTRADORA DE RECURSOS LTDA

BONSUCESSO ASSET ADMINISTRADORA DE RECURSOS LTDA ELABORAÇÃO: APROVAÇÃO: GERÊNCIA DE RISCOS JULIANA PENTAGNA GUIMARÃES Diretoria da Sociedade LEANDRO SALIBA Diretoria da Sociedade INDICE 1. OBJETIVO... 2 2. REFERÊNCIAS... 2 3. CONCEITO... 2 4. ABRANGÊNCIA...

Leia mais

Jornada de Trabalho. Esta Politica seguirá as regras constantes no Acordo de Banco de Horas celebrado entre a LBH e os Sindicatos dos colaboradores.

Jornada de Trabalho. Esta Politica seguirá as regras constantes no Acordo de Banco de Horas celebrado entre a LBH e os Sindicatos dos colaboradores. Assunto: Política de Jornada de Trabalho Página: 1 / 5 Descrição: Política de Jornada de Trabalho. A DIRETORIA da LBH BRASIL, no uso de suas atribuições legais, e tendo em vista a elaboração do presente

Leia mais

Ref.: Processo n.º / Objeto: Aquisição de câmeras para compor o sistema de monitoramento e atender as necessidades deste conselho.

Ref.: Processo n.º / Objeto: Aquisição de câmeras para compor o sistema de monitoramento e atender as necessidades deste conselho. SELIC/COLOG, em 11 / 02 / 2014. Ref.: Processo n.º 01300.001494/2013-9 Objeto: Aquisição de câmeras para compor o sistema de monitoramento e atender as necessidades deste conselho. Informamos que o pedido

Leia mais

RESOLUÇÃO N Parágrafo 2º São de responsabilidade da diretoria da instituição:

RESOLUÇÃO N Parágrafo 2º São de responsabilidade da diretoria da instituição: RESOLUÇÃO N 2554 Dispõe sobre a implantação e implemenação de sistema de controles internos. O BANCO CENTRAL DO BRASIL, na forma do art. 9º da Lei nº 4.595, de 31.12.64, torna público que o CONSELHO MONETÁRIO

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE SUMARÉ ESTADO DE SÃO PAULO ANEXO 5 ESTRUTURA TARIFÁRIA TARIFA DE ÁGUA E ESGOTO ESGOTAMENTO SANITÁRIO

PREFEITURA MUNICIPAL DE SUMARÉ ESTADO DE SÃO PAULO ANEXO 5 ESTRUTURA TARIFÁRIA TARIFA DE ÁGUA E ESGOTO ESGOTAMENTO SANITÁRIO ANEXO 5 ESTRUTURA TARIFÁRIA TARIFA DE ÁGUA E ESGOTO ESGOTAMENTO SANITÁRIO A seguir é apresentada a Estrutura Tarifária a ser praticada pela Concessionária durante o período de vigência do Contrato de Concessão.

Leia mais

CAMPANHA DOMINO S JORNAL EXTRA REGULAMENTO

CAMPANHA DOMINO S JORNAL EXTRA REGULAMENTO CAMPANHA DOMINO S JORNAL EXTRA REGULAMENTO 1. Esta campanha é uma promoção realizada em parceria pela INFOGLOBO COMUNICAÇÃO E PARTICIPAÇÕES S.A. (Infoglobo), empresa sediada na capital do estado do Rio

Leia mais

EDITAL PROGRAMA DE ACELERAÇÃO DE NEGÓCIOS DA ICEI PUC MINAS - 12 EDIÇÃO/2016

EDITAL PROGRAMA DE ACELERAÇÃO DE NEGÓCIOS DA ICEI PUC MINAS - 12 EDIÇÃO/2016 EDITAL PROGRAMA DE ACELERAÇÃO DE NEGÓCIOS DA ICEI PUC MINAS - 12 EDIÇÃO/2016 O Programa de Pré-Aceleração de Negócios da Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC Minas) e o programa de empreendedorismo

Leia mais

AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA - ANEEL AGÊNCIA NACIONAL DE TELECOMUNICAÇÕES - ANATEL

AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA - ANEEL AGÊNCIA NACIONAL DE TELECOMUNICAÇÕES - ANATEL AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA - ANEEL AGÊNCIA NACIONAL DE TELECOMUNICAÇÕES - ANATEL RESOLUÇÃO CONJUNTA N o 4, DE 16 DE DEZEMBRO DE 2014. Aprova o preço de referência para o compartilhamento de postes

Leia mais

ANEXO I - TERMO DE REFERÊNCIA

ANEXO I - TERMO DE REFERÊNCIA ANEXO I - TERMO DE REFERÊNCIA 1. OBJETO: Contratação de empresa especializada para instalação de 04 (quatro) reservatórios P190, em regime de comodato, e fornecimento de Gás GLP pelo período de 12 (doze)

Leia mais

1. PROCESSO DE PREPARAÇÃO PARA DEFESA DE DISSERTAÇÃO OU TESE

1. PROCESSO DE PREPARAÇÃO PARA DEFESA DE DISSERTAÇÃO OU TESE PROCEDIMENTOS PARA DEFESA DE DISSERTAÇÃO/TESE E DIPLOMAÇÃO STRICTO SENSU 1. PROCESSO DE PREPARAÇÃO PARA DEFESA DE DISSERTAÇÃO OU TESE Aluno: Após integralizar os requisitos necessários para obtenção do

Leia mais

19/02/2013. RSQM-DC MASTER- Apresentação-ANATEL-Processos- Português

19/02/2013. RSQM-DC MASTER- Apresentação-ANATEL-Processos- Português RSQM-DC-007-02-MASTER- Apresentação-ANATEL-Processos- Português DESIGNAÇÃO Ato nº 57.860, de 26 de abril de 2006 Exerce, em nome da Agência Nacional de Telecomunicações ANATEL, as funções de Organismo

Leia mais

PROCESSO SELETIVO ENEM EDITAL Nº 02

PROCESSO SELETIVO ENEM EDITAL Nº 02 PROCESSO SELETIVO ENEM 2016.2 EDITAL Nº 02 SUMÁRIO 1. Da Validade... 3 2. Das Inscrições... 3 3. Da Avaliação... 4 4. Do Resultado... 4 5. Da Matrícula... 4 6. Do regime escolar e semestralidade... 5 7.

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº x.xxx, DE xx DE xxxx DE 2013

RESOLUÇÃO Nº x.xxx, DE xx DE xxxx DE 2013 RESOLUÇÃO Nº x.xxx, DE xx DE xxxx DE 2013 Dispõe sobre as normas para a padronização, implementação e operação do sistema de Arrecadação Eletrônica de Pedágio nas rodovias federais reguladas pela ANTT.

Leia mais

REGULAMENTO DE CERT IFICAÇÃO UNIDADE FISCO-CONTÁBIL VIASOFT

REGULAMENTO DE CERT IFICAÇÃO UNIDADE FISCO-CONTÁBIL VIASOFT REGULAMENTO DE CERT IFICAÇÃO UNIDADE FISCO-CONTÁBIL VIASOFT 1 A CERTIFICAÇÃO Art. 1º A Viasoft Softwares Empresariais realizará nos meses de Março/Abril de 2014, nos dias 31/03, 01/04, 02/04, 03/04 e 04/04

Leia mais

SERVIÇO SOCIAL DO COMÉRICO SESC ESTAÇÃO 504 SUL AV. W3 SUL ENTREQUADRA 504/505 BRASÍLIA - DF

SERVIÇO SOCIAL DO COMÉRICO SESC ESTAÇÃO 504 SUL AV. W3 SUL ENTREQUADRA 504/505 BRASÍLIA - DF SERVIÇO SOCIAL DO COMÉRICO SESC ESTAÇÃO 504 SUL AV. W3 SUL ENTREQUADRA 504/505 BRASÍLIA - DF ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS DAS CORTINAS PARA O AUDITÓRIO E SALA DE VIDEOTECA DA UNIDADE. Página 1 1.1 - OBJETIVO

Leia mais