PRODUTO INTERNO BRUTO E ÍNDICE DE PREÇOS NO CONSUMIDOR

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "PRODUTO INTERNO BRUTO E ÍNDICE DE PREÇOS NO CONSUMIDOR"

Transcrição

1 PRODUTO INTERNO BRUTO E ÍNDICE DE PREÇOS NO CONSUMIDOR

2 Q PIB a Preços correntes da REGIÃO AUTÓNOMA DOS AÇORES Unidade: 1000 Contos Sectores/Ramos de Actividade (***) (***) (***) (***) (***) (***) (***) (***) (***) Primário Agricultura e Pescas Secundário Indústria Electricidade e Água Construção Civil Terciário Comércio, Restaurantes e Hotéis Transportes e Comunicações Banca, Seguros e Operações sobre Imóveis Outros Serviços PIB (*) (1) (*) (*) (*) (*) (*) (**) (**) (**) (**) (**) (**) (**) (**) (**) Transferências do SIVA para a Região IMPOSTO sobre IMPORTAÇÕES (1) O total não corresponde à soma das parcelas (*) A Preços de Mercado (**) A Preços Quase de Mercado(não inclui imposto sobre Importações nem o IVA) (***) Estimativas

3 Q ESTIMATIVA do PIB a Preços constantes de 1986 Unidade: 1000 Contos Sectores/Ramos de Actividade Primário Agricultura e Pescas Secundário Indústria Electricidade e Água Construção Civil Terciário Comércio, Restaurantes e Hotéis Transportes e Comunicações Banca, Seguros e Operações sobre Imóveis Outros Serviços TOTAL Produção imputada dos Bancos (*) (*) (*) (*) PIB (**) (*) Não foi calculada a Produção imputada dos Bancos pela impossiblidade em deflacionar as taxas de juro devido a mudanças constantes (**) A Preços Quase de Mercado(não inclui imposto sobre Importações nem o IVA)

4 Q Índice de Preços no Consumidor e taxas de variação anuais Série base 1977/78 compatibilizada com a série base de 1991 CONTINENTE AÇORES MADEIRA ANOS ÍNDICES VAR % ÍNDICES VAR % ÍNDICES VAR % ,5 16,6% 18,8 23,0% 18,7 20,2% ,2 20,0% 23,6 25,9% 22,8 22,2% ,1 22,4% 28,3 19,9% 27,4 20,0% ,0 25,5% 34,6 22,2% 35,4 29,5% ,0 29,3% 45,6 31,8% 47,6 34,3% ,5 19,3% 54,6 21,0% 56,6 18,9% ,6 11,7% 62,6 14,6% 64,9 14,8% ,1 9,4% 69,7 11,4% 72,1 11,0% ,3 9,6% 74,2 6,6% 76,3 5,8% ,2 12,6% 79,2 6,6% 83,1 8,9% ,8 13,4% 89,5 13,0% 91,7 10,3% ,0 11,4% 100,0 10,7% 100,0 9,0% ,8 8,9% 108,5 8,5% 107,0 7,0% ,0 6,5% 116,9 7,7% 115,5 6,5% ,8 5,2% 124,9 5,5% 120,7 5,2% ,0 4,1% 128,5 5,2% 126,3 4,4% ,2 3,1% 130,2 2,5% 129,0 2,2% ,2 2,2% 134,4 1,5% 131,6 2,5% Nota: Os índices de preços até 1990 são resultado de estimativa, a fim de tornar disponível uma série na mesma base

5 Q Índice de preços no consumidor por classes de despesa por anos e meses Base: Preços médios de Julho de 1977 a Junho de 1978=100 AÇORES Total s/ habitação nas cidades de: Anos / Meses Total s/ Alimentação Vestuário e Despesas de Angra do Ponta habitação e bebidas calçado habitação Diversos Heroismo Horta Delgada ,1 558,6 627,4 553,8 523,6 568,0 537,4 553,6 Janeiro 522,6 520,4 598,9 547,7 482,0 532,2 507,8 520,6 Fevereiro 527,7 527,9 598,9 554,4 482,0 542,2 508,9 523,5 Março 535,8 535,5 598,9 554,4 499,3 552,0 517,2 530,4 Abril 549,4 556,0 618,2 554,4 502,9 559,2 521,4 551,3 Maio 555,3 554,4 618,2 559,2 530,9 568,6 536,9 551,9 Junho 555,5 554,3 618,2 559,2 532,3 570,0 528,2 554,0 Julho 562,6 565,4 628,5 559,2 532,3 576,7 540,2 559,7 Agosto 560,4 561,5 628,5 559,2 532,3 571,5 542,6 558,2 Setembro 569,9 575,0 628,5 579,2 541,1 582,8 548,2 567,6 Outubro 579,1 584,2 667,2 559,2 545,4 591,7 559,4 576,4 Novembro 577,1 582,9 667,2 550,6 545,4 587,9 561,2 574,6 Dezembro 579,0 585,4 667,2 550,6 547,7 589,2 566,2 575, ,4 637,2 718,7 555,9 578,2 626,2 602,9 619,8 Janeiro 594,7 611,3 680,0 550,3 548,8 599,5 571,5 597,3 Fevereiro 596,9 614,6 680,0 546,5 553,6 607,5 582,9 594,0 Março 605,8 627,0 680,0 546,5 562,7 611,1 586,5 608,0 Abril 616,5 642,0 703,4 546,5 564,7 628,6 594,3 615,0 Maio 624,1 653,4 703,4 551,8 567,1 644,8 600,7 617,0 Junho 631,6 661,4 703,4 551,8 581,6 639,9 609,9 632,6 Julho 620,0 636,3 723,3 551,8 584,1 623,9 603,5 622,3 Agosto 619,9 633,3 723,3 563,3 584,1 621,3 607,3 622,8 Setembro 626,2 641,0 723,3 563,3 593,1 630,5 611,8 627,6 Outubro 631,7 644,5 766,3 563,3 593,3 635,9 616,0 633,7 Novembro 627,8 636,4 766,3 566,9 593,3 630,8 616,3 629,3 Dezembro 633,4 644,3 766,3 566,9 598,9 639,6 619,4 633, ,6 658,6 822,7 576,1 659,9 667,9 660,7 654,7 Janeiro 647,0 659,1 792,1 568,9 612,3 648,7 626,5 652,0 Fevereiro 647,9 657,7 792,1 574,7 616,2 653,0 642,9 645,9 Março 660,7 665,2 792,1 574,7 656,3 670,0 661,7 654,0 Abril 663,5 667,0 809,8 574,7 657,9 669,2 667,4 658,5 Maio 658,5 657,3 809,8 574,0 659,9 667,9 671,5 648,1 Junho 654,6 646,5 809,8 574,0 669,8 665,7 665,8 643,7 Julho 658,2 652,0 814,9 574,0 670,2 666,6 670,6 648,7 Agosto 659,6 653,6 814,9 577,7 670,2 671,5 662,0 650,7 Setembro 663,9 659,3 814,9 577,7 675,4 672,6 663,0 658,3 Outubro 668,6 658,9 873,9 577,7 675,4 673,8 663,7 666,5 Novembro 671,6 663,0 873,9 582,7 675,4 678,1 663,4 659,7 Dezembro 672,6 663,2 873,9 582,7 679,7 678,0 669,9 669,

6 Q Índice de preços no consumidor por classes de despesa por anos e meses Base: Preços médios de Julho de 1977 a Junho de 1978=100 AÇORES Total s/ habitação nas cidades de: Anos / Meses Total s/ Alimentação Vestuário e Despesas de Angra do Ponta habitação e bebidas calçado habitação Diversos Heroismo Horta Delgada ,0 698,2 918,6 591,2 711,7 706,2 708,9 701,0 Janeiro 678,8 669,2 889,2 584,1 685,7 678,7 684,2 677,2 Fevereiro 682,8 675,3 889,2 588,7 685,6 680,6 690,7 682,0 Março 696,4 694,5 889,2 588,7 699,4 697,0 709,0 692,3 Abril 702,8 702,6 905,7 588,7 701,5 700,7 714,5 700,7 Maio 699,8 696,6 905,7 591,2 701,5 705,1 707,4 693,9 Junho 699,9 692,4 905,7 591,2 712,6 706,8 712,9 691,2 Julho 700,6 692,5 912,9 591,2 712,6 705,2 710,0 694,5 Agosto 705,8 701,2 912,9 593,7 712,6 711,1 711,2 700,4 Setembro 716,2 712,4 912,9 593,7 732,1 721,4 709,2 714,7 Outubro 721,0 712,9 966,5 593,7 732,1 720,0 714,7 723,5 Novembro 719,5 710,0 966,5 595,0 732,1 719,4 716,7 720,4 Dezembro 724,4 718,8 966,5 595,0 732,4 728,5 725,7 721, ,5 794,0 1048,8 658,2 800,1 790,3 806,2 798,1 Janeiro 762,3 764,2 992,9 663,1 755,3 762,0 764,6 761,8 Fevereiro 775,0 784,0 992,9 645,0 755,3 770,9 780,3 776,3 Março 785,0 791,7 992,9 645,0 781,7 779,9 777,8 790,7 Abril 795,0 799,0 1063,7 645,0 781,7 783,8 788,1 804,7 Maio 798,8 804,6 1063,7 649,5 781,7 788,0 795,1 807,2 Junho 792,8 785,7 1063,7 649,5 802,6 783,9 802,7 795,9 Julho 793,2 789,4 1037,4 649,5 805,1 786,1 808,4 793,4 Agosto 792,9 787,0 1037,4 656,5 805,1 786,7 814,2 790,7 Setembro 801,8 790,2 1037,4 669,7 829,1 797,2 823,2 801,8 Outubro 815,1 804,7 1101,0 669,7 829,1 808,6 836,4 813,2 Novembro 818,5 808,4 1101,0 678,2 829,1 811,2 837,6 817,6 Dezembro 827,7 818,8 1101,0 678,2 845,2 825,7 845,5 823, Janeiro 834,3 817,6 1152,6 678,2 858,7 700,1 829,8 825,0 Fevereiro 843,7 831,0 1152,6 692,2 858,7 852,2 848,0 836,7 Março 865,9 846,9 1152,6 711,8 907,1 866,3 872,2 863,7 Abril 862,2 837,3 1172,0 711,8 907,1 861,2 876,2 858,6 Maio 871,5 852,5 1172,0 717,8 907,1 866,7 883,8 870,9 Junho 872,1 851,0 1172,0 717,8 913,9 868,1 880,8 872,2 Julho 887,1 875,2 1191,5 717,8 913,9 869,0 894,5 897,3 Agosto 891,7 881,7 1191,5 724,7 913,9 879,5 889,5 900,8 Setembro 903,8 897,6 1191,5 724,7 928,6 891,0 913,4 909,5 Outubro 906,6 892,7 1257,9 724,7 928,6 896,6 920,4 909,2 Novembro 903,0 884,3 1257,9 732,2 928,6 894,4 920,6 903,6 Dezembro 923,2 908,3 1257,9 732,2 960,2 906,6 938,0 930,

7 Q Índice de preços no consumidor por classes de despesa por anos e meses Base (100): Preços médios de 1991 AÇORES Variação % (a) Anos / Meses Total Alimenta- Vestuário Conforto Transpor- Ensino, Tabaco e Outros Total sem ção e e da Saúde tes e comu- cultura e despesas bens e excepto habitação bebidas calçado habitação nicações distração do fumador serviços habitação 1992 Janeiro 103,9 104,0 105,2 103,9 105,3 103,3 101,4 101,6 104,1 9,6 Fevereiro 104,4 103,6 105,2 107,5 105,8 104,1 101,4 102,0 104,6 8,8 Março 106,0 104,0 108,3 109,4 107,4 109,0 104,2 107,4 96,7 7,6 Abril 108,9 109,3 108,7 111,1 107,7 109,7 104,7 109,7 97,8 9,1 Maio 109,2 108,9 109,1 113,8 108,6 109,7 103,9 111,1 98,2 9,2 Junho 110,1 109,1 109,7 114,1 109,5 110,9 105,0 111,4 106,9 10,0 Julho 110,2 109,1 110,1 113,4 110,0 112,2 103,5 112,9 107,8 8,9 Agosto 110,0 108,2 110,2 113,9 110,3 112,2 104,3 112,9 108,2 8,2 Setembro 110,0 107,4 111,2 113,8 110,5 113,1 105,1 112,9 115,5 7,8 Outubro 110,2 106,8 113,7 113,5 111,2 113,8 107,7 112,9 112,0 8,6 Novembro 109,7 105,2 115,1 113,5 111,8 114,2 107,7 112,9 112,0 7,5 Dezembro 109,9 104,9 117,1 113,7 114,2 115,2 107,6 112,9 108,5 7, Janeiro 113,1 109,2 116,6 117,2 115,9 119,2 109,3 112,9 109,3 8,5 Fevereiro 113,1 108,7 117,2 117,6 116,3 119,7 109,1 112,9 109,7 8,5 Março 115,9 108,6 118,6 120,0 120,0 123,8 148,0 114,7 108,9 8,6 Abril 116,6 109,9 118,5 119,5 120,4 124,5 148,4 114,7 109,6 8,4 Maio 116,8 110,3 118,5 119,6 120,2 124,4 148,6 114,7 110,0 8,2 Junho 117,5 109,3 118,9 121,7 120,3 128,3 149,0 117,7 110,9 8,0 Julho 117,6 108,7 120,2 122,2 121,0 129,1 148,6 119,6 112,2 7,8 Agosto 117,8 108,8 120,4 122,5 121,4 129,4 148,7 119,6 112,6 7,7 Setembro 117,9 108,1 120,7 123,2 121,9 129,7 148,7 119,6 116,9 7,6 Outubro 118,8 109,3 121,0 124,0 122,7 130,2 151,8 120,2 116,4 7,6 Novembro 118,7 108,6 121,5 124,1 123,0 130,4 152,0 121,2 116,4 7,6 Dezembro 118,6 108,4 122,4 123,8 127,4 130,6 151,7 121,2 111,6 7,7 a): Variação dos últimos 12 meses

8 Q Índice de preços no consumidor por classes de despesa por anos e meses Base (100): Preços médios de 1991 AÇORES Variação % (a) Anos / Meses Total Alimenta- Vestuário Conforto Transpor- Ensino, Tabaco e Outros Total sem ção e e da Saúde tes e comu- cultura e despesas bens e excepto habitação bebidas calçado habitação nicações distração do fumador serviços habitação 1994 Janeiro 121,3 112,5 123,5 127,4 128,3 161,6 151,6 121,2 111,8 7,5 Fevereiro 121,9 113,9 123,5 126,5 129,1 132,2 151,2 121,2 112,1 7,5 Março 123,2 114,8 123,5 128,4 133,6 133,8 152,2 125,0 112,2 7,2 Abril 122,9 113,9 123,8 128,2 133,5 134,2 152,5 125,4 112,6 7,1 Maio 122,8 113,9 124,1 127,3 135,0 134,1 152,6 126,5 112,9 6,9 Junho 123,0 113,4 124,4 128,4 135,5 133,9 152,0 126,5 118,3 6,8 Julho 123,1 113,3 124,5 128,5 136,5 142,1 152,0 128,0 119,6 6,6 Agosto 123,6 114,2 124,5 127,7 136,5 141,9 152,4 128,0 119,7 6,4 Setembro 124,3 114,4 125,7 128,8 137,0 142,5 152,9 128,0 124,8 6,3 Outubro 124,5 114,5 125,8 129,2 136,7 142,7 156,9 128,0 123,5 6,0 Novembro 124,5 114,4 126,8 128,4 136,8 142,7 157,4 128,0 123,6 5,7 Dezembro 124,9 114,9 128,3 129,8 137,1 142,4 157,9 128,0 118,0 5, Janeiro 128,0 119,3 129,2 131,6 140,2 139,4 158,2 128,0 119,7 5,4 Fevereiro 128,9 121,6 129,2 130,6 141,7 139,4 158,7 128,0 119,7 5,2 Março 129,8 121,1 130,3 134,0 142,2 141,2 161,6 128,0 119,7 5,2 Abril 129,7 120,4 130,5 134,2 142,5 141,5 161,6 131,1 120,9 5,2 Maio 128,9 119,0 130,9 133,2 142,5 141,4 161,6 131,1 121,3 5,2 Junho 130,7 118,0 130,8 135,5 143,3 141,9 199,8 131,2 126,9 5,3 Julho 130,1 116,4 131,1 135,8 143,4 142,1 199,8 131,2 127,8 5,4 Agosto 130,0 116,7 131,1 134,4 143,5 141,9 199,8 131,2 127,6 5,4 Setembro 130,1 116,5 131,6 135,4 143,9 142,5 200,3 131,2 124,3 5,3 Outubro 131,1 118,0 133,4 136,0 144,3 142,7 201,6 131,2 123,8 5,4 Novembro 131,3 118,4 133,7 136,2 144,3 142,7 201,8 131,2 123,6 5,4 Dezembro 128,5 118,7 134,4 136,2 144,6 142,4 126,6 131,2 121,0 5, Janeiro 130,0 121,6 134,7 137,4 146,1 142,3 125,5 131,2 120,8 4,6 Fevereiro 130,1 121,3 134,7 137,4 146,4 143,6 125,8 131,2 121,2 4,2 Março 132,9 126,8 135,1 137,0 146,5 145,7 123,3 131,3 124,1 4,1 Abril 132,5 125,7 134,6 137,6 147,3 145,8 123,6 128,1 124,3 3,9 Maio 130,9 121,9 134,7 137,4 148,0 146,6 123,8 128,2 125,0 3,7 Junho 130,1 120,3 134,8 137,6 148,3 144,9 124,1 128,2 126,3 3,4 Julho 130,9 119,6 134,9 138,0 148,3 151,0 124,8 128,2 127,5 3,2 Agosto 130,9 119,7 134,9 138,0 147,7 151,1 124,3 128,2 127,4 3,2 Setembro 130,8 118,9 135,0 138,0 149,2 151,3 124,1 129,7 128,1 3,1 Outubro 131,0 119,7 134,4 137,4 149,7 150,7 124,9 133,5 126,8 2,9 Novembro 130,0 117,7 134,2 137,3 149,7 150,6 125,1 134,7 126,4 2,7 Dezembro 130,2 117,9 133,6 138,5 150,5 151,1 125,0 139,6 120,2 2,5 a): Variação dos últimos 12 meses

PRODUTO INTERNO BRUTO (ÓPTICA DA PRODUÇÃO) Preços correntes

PRODUTO INTERNO BRUTO (ÓPTICA DA PRODUÇÃO) Preços correntes Preços correntes CAErev1 1953 1954 1955 1956 1957 1958 1959 1960 1961 1962 1963 1964 11+12 Agricultura caça silvicultura e exploração florestal... 15 660 16 752 17 649 15 996 18 025 18 609 17 364 17 900

Leia mais

Produto Interno Bruto

Produto Interno Bruto DESIGNAÇÃO Valores em 10^6 STD, a Preços Correntes TOTAL PRODUTO INTERNO BRUTO 638668 731901 900583 1043317 1332354 1673609 1974030 2786141 3121072 3610485 4229269 5064433 5638912 6230813 VALOR ACRESCENTADO

Leia mais

Série Longa do Índice de Preços no Consumidor

Série Longa do Índice de Preços no Consumidor Série Longa do Índice de Preços no Consumidor 1948-2013 DCN 10.04.2014 Índice Introdução: o que é o IPC Cronologia do IPC Construção da série longa Principais resultados Conclusão O que é o IPC? Indicador

Leia mais

PORTUGAL - INDICADORES ECONÓMICOS. Evolução Actualizado em Dezembro de Unid. Fonte Notas 2010

PORTUGAL - INDICADORES ECONÓMICOS. Evolução Actualizado em Dezembro de Unid. Fonte Notas 2010 Evolução 2004-2010 Actualizado em Dezembro de 2010 Unid. Fonte 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 Notas 2010 População a Milhares Hab. INE 10.509 10.563 10.586 10.604 10.623 10.638 10.638 3º Trimestre

Leia mais

PORTUGAL - INDICADORES ECONÓMICOS. Evolução Actualizado em Março Unid. Fonte Notas

PORTUGAL - INDICADORES ECONÓMICOS. Evolução Actualizado em Março Unid. Fonte Notas Evolução 2007-2013 Actualizado em Março 2013 Unid. Fonte 2007 2008 2009 2010 2011 2012 2013 Notas População a Milhares Hab. INE 10.604 10.623 10.638 10.636 10.647 10.600 População tvh % INE 0,2 0,2 0,1

Leia mais

A RAA em números. Geografia

A RAA em números. Geografia 09 Foto: Espectro A RAA em números Geografia O arquipélago dos Açores é constituído por nove ilhas dispersas no Atlântico Norte ao longo de 600 km, segundo uma orientação noroeste-sudeste e enquadrado

Leia mais

Índice de Preço no Consumidor. Folha de informação Rápida - I Trimestre 2015

Índice de Preço no Consumidor. Folha de informação Rápida - I Trimestre 2015 Índice de Preço no Consumidor Folha de informação Rápida - I Trimestre 2015 Abril-2015 1 Índice I.PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS DO ÍNDICE... 4 1 - Amostra de bens e serviços seleccionados... 4 2 - Amostra

Leia mais

O presente questionário foi concebido de forma a apoiar uma organização de produção (fabril) a avaliar a sua posição competitiva.

O presente questionário foi concebido de forma a apoiar uma organização de produção (fabril) a avaliar a sua posição competitiva. O presente questionário foi concebido de forma a apoiar uma organização de produção (fabril) a avaliar a sua posição competitiva. : Ao preencher o questionário é importante ser honesto e objectivo. Respostas

Leia mais

Produto Interno Bruto Estado de São Paulo Fevereiro de 2016

Produto Interno Bruto Estado de São Paulo Fevereiro de 2016 Produto Interno Bruto Estado de São Paulo Fevereiro de 2016 Diretoria Adjunta de Análise e Disseminação de Informações Gerência de Indicadores Econômicos Em fevereiro de 2016, no acumulado de 12 meses,

Leia mais

Medindo o Custo de Vida. 23. Medindo o Custo de Vida. Medindo o Custo de Vida. O Que é Um Índice? Calculando o Índice e a Inflação

Medindo o Custo de Vida. 23. Medindo o Custo de Vida. Medindo o Custo de Vida. O Que é Um Índice? Calculando o Índice e a Inflação 23. Medindo o Custo de Vida Medindo o Custo de Vida Para determinar o custo de vida, o governo ou os institutos definem uma cesta de bens e serviços que um consumidor típico adquire Anualmente essas instituições

Leia mais

3º Trimestre de 2011

3º Trimestre de 2011 Contas Nacionais Trimestrais Indicadores de Volume e Valores Correntes 3º Trimestre de 2011 Coordenação de Contas Nacionais 06 de dezembro de 2011 Revisões nas Contas Nacionais Trimestrais No 3º trimestre

Leia mais

Econômico Contabilidade Nacional

Econômico Contabilidade Nacional Tabela 3.7.1 - Produto Interno Bruto a preço de mercado corrente (milhões de R$), do e Estados da região Norte - 2008-2011 Acre Roraima 3.032.205 3.239.404 3.770.085 4.143.013 154.251 163.207 201.511 230.011

Leia mais

ANÁLISE MENSAL - IPCA

ANÁLISE MENSAL - IPCA ANÁLISE MENSAL - IPCA Fevereiro/ 2015 O índice de fevereiro seguiu a tendência do mês anterior e apresentou crescimento bastante significativo nos preços. Com variação de 1,22%, a taxa supera a expectativa

Leia mais

Evolução dos coeficientes de exportação e importação da Indústria de Transformação

Evolução dos coeficientes de exportação e importação da Indústria de Transformação Evolução dos coeficientes de exportação e importação da Indústria de Transformação Gráfico 1 CE e PI da Indústria de transformação e taxa de câmbio real CE e PI(%) 20 A taxa média de câmbio efetiva real

Leia mais

2.1 - SISTEMA ECONÔMICO

2.1 - SISTEMA ECONÔMICO Sistemas Econômicos 2.1 - SISTEMA ECONÔMICO Um sistema econômico pode ser definido como a forma na qual uma sociedade está organizada em termos políticos, econômicos e sociais para desenvolver as atividades

Leia mais

COTAÇÃO DIÁRIA DAS AÇÕES DA SANEPAR - JANEIRO DE 2017

COTAÇÃO DIÁRIA DAS AÇÕES DA SANEPAR - JANEIRO DE 2017 DIÁRIA DAS AÇÕES DA SANEPAR - JANEIRO DE 2017 29/12/16 10,75 1,60% 2.776 4.633.800 0,75% ABERTURA 10,48-2,51% 0,75% 02/01/17 10,54 0,57% 2.255 1.131.700-1,06% 03/01/17 10,60 0,56% 4.985 2.903.200 3,73%

Leia mais

Índice de Preço no Consumidor. Folha de informação Rápida - IV Trimestre 2014

Índice de Preço no Consumidor. Folha de informação Rápida - IV Trimestre 2014 Índice de Preço no Consumidor Folha de informação Rápida - IV Trimestre 2014 Janeiro-2015 1 Índice I.PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS DO ÍNDICE... 4 1 - Amostra de bens e serviços seleccionados... 4 2 - Amostra

Leia mais

Contas Nacionais Trimestrais

Contas Nacionais Trimestrais Contas Nacionais Trimestrais Indicadores de Volume e Valores Correntes 2º Trimestre de 2013 Coordenação de Contas Nacionais 30 de agosto de 2013 Tabela Resumo Principais resultados do PIB a preços de mercado

Leia mais

DIRETORIA DE PESQUISAS DPE COORDENAÇÃO DE CONTAS NACIONAIS CONAC

DIRETORIA DE PESQUISAS DPE COORDENAÇÃO DE CONTAS NACIONAIS CONAC DIRETORIA DE PESQUISAS DPE COORDENAÇÃO DE CONTAS NACIONAIS CONAC Nota metodológica da série retropolada 2002-2009 PIB dos Municípios - Referência 2010 (versão para informação e comentários) Versão 1 outubro

Leia mais

IGP-M registra variação de 0,51% em março

IGP-M registra variação de 0,51% em março Segundo Decêndio Março de 2014 IGP-M registra variação de 0,51% em março O Índice Geral de Preços Mercado (IGP-M) variou 0,51%, em março. Em fevereiro, o índice variou 1,29%. Em março de 2015, a variação

Leia mais

A taxa de desemprego estimada para o 1º trimestre de 2014 foi 15,1%

A taxa de desemprego estimada para o 1º trimestre de 2014 foi 15,1% 09 de maio de 2014 Estatísticas do Emprego 1º trimestre de 2014 A taxa de desemprego estimada para o 1º trimestre de 2014 foi 15,1 A taxa de desemprego estimada para o 1º trimestre de 2014 foi 15,1. Este

Leia mais

Características do Emprego Formal RAIS 2014 Principais Resultados: CEARÁ

Características do Emprego Formal RAIS 2014 Principais Resultados: CEARÁ MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO Características do Emprego Formal RAIS 2014 Principais Resultados: CEARÁ O número de empregos formais no estado alcançou 1,552 milhão em dezembro de 2014, representando

Leia mais

Características do Emprego Formal RAIS 2014 Principais Resultados: SANTA CATARINA

Características do Emprego Formal RAIS 2014 Principais Resultados: SANTA CATARINA MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO Características do Emprego Formal RAIS 2014 Principais Resultados: SANTA CATARINA O número de empregos formais no estado alcançou 2,274 milhões em dezembro de 2014, representando

Leia mais

CALENDÁRIO DE ANIMAÇÃO TURÍSTICA

CALENDÁRIO DE ANIMAÇÃO TURÍSTICA 2016-2020 2016 3 a 10 fevereiro 6 fevereiro 9 fevereiro - Exposições e 7 a 17 abril 9 abril 10 abril 17 abril 4, 11, 18 e 25 junho 28 agosto a 11 setembro 4 setembro 5 a 11 setembro 10 setembro 15 a 17

Leia mais

Observatório Negócios, Insolvências, Créditos Vencidos, Constituições maio 2016

Observatório Negócios, Insolvências, Créditos Vencidos, Constituições maio 2016 Observatório Negócios, Insolvências, Créditos Vencidos, Constituições maio 216 I. Volume de Negócios PORTUGAL Volume de Negócios variação homóloga 215/214 acumulado março (ac3)-abril (ac4) de 216 (fonte:

Leia mais

Produto Interno Bruto 2º trimestre de de agosto de 2015

Produto Interno Bruto 2º trimestre de de agosto de 2015 Produto Interno Bruto 2º trimestre de 2015 28 de agosto de 2015 Crescimento do PIB no 2º Trimestre de 2015 2 Var. % pela ótica da produção 2º tri 2015 contra 1º tri 2015 2º tri 2015 contra 2º tri 2014

Leia mais

Taxa de variação homóloga do IPC situou-se em 3,6%

Taxa de variação homóloga do IPC situou-se em 3,6% 12 de março de 2012 ÍNDCE DE PREÇOS NO CONSUMDOR Fevereiro de 2012 Taxa de variação homóloga do PC situou-se em 3,6% Em fevereiro de 2012, o Índice de Preços no Consumidor (PC) registou uma variação homóloga

Leia mais

SÍNTESE DE CONJUNTURA

SÍNTESE DE CONJUNTURA SÍNTESE DE CONJUNTURA Mensal março 2016 - Newsletter ÍNDICE EVOLUÇÃO DA ATIVIDADE ECONÓMICA... 2 Atividade global... 2 Atividade setorial... 3 - Produção... 3 - Volume de negócios... 4 Comércio internacional...

Leia mais

Fluxos de Caixa. Recebimentos

Fluxos de Caixa. Recebimentos Recebimentos Saldo da Gerência Anterior 1.977.731,45 Total das Receitas Orçamentais Execução Orçamental 1.926.829,23 Operações de Tesouraria 50.902,22 7.402.141,92 Receitas Correntes 5.078.741,85 01 Impostos

Leia mais

Dados mensais. Barómetro sectorial. Barómetro distrital. Análise fenómeno a fenómeno. Análise de tendências. Nascimentos. Mensal

Dados mensais. Barómetro sectorial. Barómetro distrital. Análise fenómeno a fenómeno. Análise de tendências. Nascimentos. Mensal Período 2009-2013 Dados mensais Análise fenómeno a fenómeno Análise de tendências Barómetro sectorial Barómetro distrital Nascimentos Nascimentos vs encerramentos Mensal Acumulado Mensal Acumulado Encerramentos

Leia mais

2. OPERAÇÕES DE CRÉDITO (PARTICULARES) ( ÍNDICE)

2. OPERAÇÕES DE CRÉDITO (PARTICULARES) ( ÍNDICE) 2.1. Crédito à habitação e contratos conexos 1. Comissão de Gestão de Processo 300,00 2. Comissão de Contrato 200,00 3. Comissão de Avaliação 250,00 Crédito Habitação - Residentes (Contratos de crédito

Leia mais

Taxa de variação homóloga do IPC situou-se em 0,4%

Taxa de variação homóloga do IPC situou-se em 0,4% 10 de março de 2016 Índice de Preços no Consumidor Fevereiro de 2016 Taxa de variação homóloga do IPC situou-se em 0,4% Em fevereiro de 2016, a variação homóloga do IPC situou-se em 0,4%, taxa inferior

Leia mais

A taxa de desemprego estimada foi 13,5%

A taxa de desemprego estimada foi 13,5% 4 de fevereiro de 2015 Estatísticas do Emprego 4º trimestre de 2014 A taxa de desemprego estimada foi 13,5 A taxa de desemprego estimada para o 4º trimestre de 2014 foi 13,5. Este valor é superior em 0,4

Leia mais

Taxa de variação homóloga do IPC situou-se em 0,6%

Taxa de variação homóloga do IPC situou-se em 0,6% 11 de dezembro de 2015 Índice de Preços no Consumidor Novembro de 2015 Taxa de variação homóloga do IPC situou-se em 0,6% Em novembro de 2015, a variação homóloga do IPC manteve-se em 0,6%. O indicador

Leia mais

Como fazer o IRS? 10 MARÇO DE 2012

Como fazer o IRS? 10 MARÇO DE 2012 Como fazer o IRS? 10 MARÇO DE 2012 Incidência do IRS O IRS incide sobre os rendimentos obtidos por pessoas singulares RESIDENTES São tributados pela globalidade dos rendimentos obtidos (em Portugal e

Leia mais

GRANDES OPÇÕES DO PLANO PARA O QUADRIÉNIO

GRANDES OPÇÕES DO PLANO PARA O QUADRIÉNIO Junta Freguesia Castelo Branco Município Castelo Branco GRANDES OPÇÕES DO PLANO PARA O QUADRIÉNIO 2008/2011 APROVADO PELA JUNTA DE FREGUESIA Em reunião / / PELA ASSEMBLEIA DE FREGUESIA Em sessão / / Fl.

Leia mais

INSTITUTO REGIONAL DE EMPREGO

INSTITUTO REGIONAL DE EMPREGO INSTITUTO REGIONAL DE EMPREGO INDICADORES DO MERCADO DE EMPREGO SÍNTESE SETEMBRO-2007 SETEMBRO/06 AGOSTO/07 SETEMBRO/07 VARIAÇÃO % V.A. % V.A. % V.A. % Mês Homólogo Mês Anterior DESEMPREGO REGISTADO 7946

Leia mais

Sistema de Contabilidade Nacional: CEIs e TRUs. Daiana I. da Silva Doutoranda em Economia Aplicada

Sistema de Contabilidade Nacional: CEIs e TRUs. Daiana I. da Silva Doutoranda em Economia Aplicada Sistema de Contabilidade Nacional: CEIs e TRUs Daiana I. da Silva Doutoranda em Economia Aplicada Sistema de Contabilidade Nacional Contas Econômicas Integradas Conjunto de contas de operações e de ativos/passivos

Leia mais

A taxa de variação média do IPC foi 0,5% em 2015 e a taxa de variação homóloga situou-se em 0,4% em dezembro

A taxa de variação média do IPC foi 0,5% em 2015 e a taxa de variação homóloga situou-se em 0,4% em dezembro 13 de janeiro de 2016 Índice de Preços no Consumidor Dezembro de 2015 A taxa de variação média do IPC foi 0,5% em 2015 e a taxa de variação homóloga situou-se em 0,4% em dezembro Em 2015, o Índice de Preços

Leia mais

PAINEL REGIONAL DA INDÚSTRIA MINEIRA REGIONAIS FIEMG. Vale do Rio Grande

PAINEL REGIONAL DA INDÚSTRIA MINEIRA REGIONAIS FIEMG. Vale do Rio Grande PAINEL REGIONAL DA INDÚSTRIA MINEIRA REGIONAIS FIEMG Vale do Rio Grande Julho/2016 Objetivo Prover informações econômicas básicas sobre a caracterização da indústria no Estado de Minas Gerais e nas Regionais

Leia mais

IGP-M registra variação de 0,33% em abril

IGP-M registra variação de 0,33% em abril Segundo Decêndio Março de 2014 IGP-M registra variação de 0,33% em abril O Índice Geral de Preços Mercado (IGP-M) variou 0,33%, em abril. Em março, o índice variou 0,51%. Em abril de 2015, a variação foi

Leia mais

INQUÉRITO. Garantimos a total confidencialidade dos dados. MUITO OBRIGADO PELA SUA COLABORAÇÃO! PARTE I

INQUÉRITO. Garantimos a total confidencialidade dos dados. MUITO OBRIGADO PELA SUA COLABORAÇÃO! PARTE I INQUÉRITO Nas páginas seguintes encontramse uma série de perguntas elaboradas no sentido de explorar as suas principais necessidades em diversas áreas da sua vida. Os dados obtidos servem então para compor

Leia mais

A taxa de variação média do IPC foi 0,3% em 2013 e a taxa de variação homóloga situou-se em 0,2% em dezembro

A taxa de variação média do IPC foi 0,3% em 2013 e a taxa de variação homóloga situou-se em 0,2% em dezembro 13 de janeiro de 2014 ÍNDICE DE PREÇOS NO CONSUMIDOR Dezembro de 2013 A taxa de variação média do IPC foi 0,3% em 2013 e a taxa de variação homóloga situou-se em 0,2% em dezembro Em 2013, o Índice de Preços

Leia mais

FOLHETO DE TAXAS DE JURO

FOLHETO DE TAXAS DE JURO FOLHETO DE TAXAS DE JURO Clientes Particulares Outros clientes 17 CONTAS DE DEPÓSITO 19 CONTAS DE DEPÓSITO 17.1. Depósitos à ordem 19.1. Depósitos à ordem 17.2. Depósitos a prazo 19.2. Depósitos a prazo

Leia mais

A taxa de desemprego estimada para o 2º trimestre de 2014 foi 13,9%

A taxa de desemprego estimada para o 2º trimestre de 2014 foi 13,9% 05 de agosto de 2014 Estatísticas do Emprego 2º trimestre de 2014 A taxa de desemprego estimada para o 2º trimestre de 2014 foi 13,9 A taxa de desemprego estimada para o 2º trimestre de 2014 foi 13,9.

Leia mais

D Informações particulares sobre a. Economia e a Sociedade Espanhola. e alguns indicadores do mesmo tipo para Portugal

D Informações particulares sobre a. Economia e a Sociedade Espanhola. e alguns indicadores do mesmo tipo para Portugal D Informações particulares sobre a Economia e a Sociedade Espanhola e alguns indicadores do mesmo tipo para Portugal Oferta e Procura de água em Espanha, 1992-2012 1992 2002 2012 Hm 3 /ano % Hm 3 /ano

Leia mais

Custo de Vida. Copyright 2004 South-Western

Custo de Vida. Copyright 2004 South-Western Custo de Vida 16 Custo de Vida Inflação é o aumento do nível de preços geral da economia. A taxa de inflação é a mudança percentual do nível de preço em relação ao período anterior. Índice de Preço ao

Leia mais

Taxa de variação homóloga do IPC manteve-se em 0,4%

Taxa de variação homóloga do IPC manteve-se em 0,4% 12 de abril de 2016 Índice de Preços no Consumidor Março de 2016 Taxa de variação homóloga do IPC manteve-se em 0,4% Em março de 2016, a variação homóloga do IPC manteve-se em 0,4%. O indicador de inflação

Leia mais

ANEXO DE METAS FISCAIS PARA 2010

ANEXO DE METAS FISCAIS PARA 2010 ANEXO DE METAS FISCAIS PARA 2010 METAS RECEITAS DESPESAS VALORES VALORES CONSTANTES 2010 2010 2011 2011 PIB 2012 PIB 2012 PIB Nota : O cálculo das metas acima descritas foi realizado considerando-se o

Leia mais

INDICE HARMONIZADO DOS PREÇOS NO CONSUMIDOR (IHPC) PAISES MEMBROS DA UEMOA BISSAU Dezembro 2014

INDICE HARMONIZADO DOS PREÇOS NO CONSUMIDOR (IHPC) PAISES MEMBROS DA UEMOA BISSAU Dezembro 2014 Republica da Guine-Bissau Ministerio de Economia e Finanças Instituto Nacional de Estatistica-INE Av. Amilcar Lopes Cabral, Porta N.37 A, CP 06 INDICE HARMONIZADO DOS PREÇOS NO CONSUMIDOR (IHPC) PAISES

Leia mais

DESTAQUE ELEMENTOS DE CARACTERIZAÇÃO ELEMENTOS AUXILIARES PONTOS FORTES PONTOS FRACOS

DESTAQUE ELEMENTOS DE CARACTERIZAÇÃO ELEMENTOS AUXILIARES PONTOS FORTES PONTOS FRACOS INDICADORES GLOBAIS DA EVOLUÇÃO DA ACTIVIDADE ECONÓMICA 7,4% 20,4% 11,1% 25,9% 16,7% 13,0% 5,6% Indicador de Confiança dos Consumidores da região do (3º trimestre de 2003): - 41 Variação homologa do Índice

Leia mais

FEVEREIRO DE 2014 * Aumenta a taxa de desemprego

FEVEREIRO DE 2014 * Aumenta a taxa de desemprego MERCADO DE TRABALHO NA REGIÃO METROPOLITANA DE SÃO PAULO FEVEREIRO DE 2014 * Aumenta a taxa de desemprego Nível de ocupação diminui nos Serviços, na Indústria de Transformação e na Construção e se eleva

Leia mais

PIB apresentou estabilidade em relação a 2013 (+0,1%).

PIB apresentou estabilidade em relação a 2013 (+0,1%). PIB apresentou estabilidade em relação a 2013 (+0,1%). O PIB encerrou o ano de 2014 com variação de 0,1%. Nessa comparação, a Agropecuária (0,4%) e os Serviços (0,7%) cresceram e a Indústria caiu (- 1,2%).

Leia mais

EXAME NACIONAL DO ENSINO SECUNDÁRIO VERSÃO 1

EXAME NACIONAL DO ENSINO SECUNDÁRIO VERSÃO 1 EXAME NACIONAL DO ENSINO SECUNDÁRIO 10.º/11.º ou 11.º/12.º Anos de Escolaridade (Decreto-Lei n.º 286/89, de 29 de Agosto Programas novos e Decreto-Lei n.º 74/2004, de 26 de Março) PROVA 712/12 Págs. Duração

Leia mais

Curso técnico Integrado de Administração

Curso técnico Integrado de Administração Curso técnico Integrado de Administração Inflação Inflação é a queda do valor de mercado ou poder de compra do dinheiro. Porém, é popularmente usada para se referir ao aumento geral dos preços. Medir a

Leia mais

Ceará: Resultados do PIB Trimestral 3 0 Trimestre/2007

Ceará: Resultados do PIB Trimestral 3 0 Trimestre/2007 Ceará: Resultados do PIB Trimestral 2003-2007 eloisa@ipece.ce.gov.br rogerio.soares@ipece.ce.gov.br Fortaleza 2009 CEARÁ: COMPOSIÇÃO Ceará: DO Resultados PRODUTO INTERNO do PIB BRUTO Trimestral A PREÇOS

Leia mais

13 o salário deve injetar R$ 84,8 bilhões na economia

13 o salário deve injetar R$ 84,8 bilhões na economia 1 São Paulo, 10 de novembro de 2009 NOTA À IMPRENSA 13 o salário deve injetar R$ 84,8 bilhões na economia Até dezembro de 2009 devem ser injetados na economia brasileira cerca de R$ 85 bilhões em decorrência

Leia mais

Evolução dos edifícios por ilha e município nos Açores

Evolução dos edifícios por ilha e município nos Açores Evolução dos edifícios por ilha e município nos Açores análise aos dados do Recenseamento Geral da Habitação 1981, 1991, 2001 & 2011 Vasco Silva Lisboa, 1 Dezembro 2014 1 RESUMO Com base nos dados recolhidos

Leia mais

Ciências Humanas e Suas Tecnologias - Geografia Ensino Médio, 3º Ano SETORES DA ECONOMIA. Prof. Esp. Claudimar Fontinele

Ciências Humanas e Suas Tecnologias - Geografia Ensino Médio, 3º Ano SETORES DA ECONOMIA. Prof. Esp. Claudimar Fontinele Ciências Humanas e Suas Tecnologias - Geografia Ensino Médio, 3º Ano SETORES DA ECONOMIA Prof. Esp. Claudimar Fontinele ATIVIDADE ECONÔMICA PRIMÁRIA OU SETOR PRIMÁRIO DA ECONOMIA Denomina-se como Setor

Leia mais

Estudo de Mercado sobre Distribuição e Logística em Angola

Estudo de Mercado sobre Distribuição e Logística em Angola Estudo de Mercado sobre Distribuição e Logística em Angola 1.População e Território 2.Modelo de Desenvolvimento 3.O Desafio da Diversificação 4.O Papel da Logística 5.A Rede de Distribuição 6.O Novo Quadro

Leia mais

GOVERNADOR DIX-SEPT ROSADO

GOVERNADOR DIX-SEPT ROSADO 1 DADOS GERAIS - Data de emancipação: 04/04/1963 - Distância da capital: 320 km - Área: 1.129 Km 2 - Localização Mesorregião: Oeste Potiguar Microrregião: Chapada do Apodi - População: 12.374 (IBGE/2007)

Leia mais

Balanço Energético da Região Autónoma da Madeira. 2014Po (Continua)

Balanço Energético da Região Autónoma da Madeira. 2014Po (Continua) Balanço Energético da Região Autónoma da Madeira 204Po (Continua) Unid: tep Petróleo Bruto Refugos e Produtos Intermédios GPL Gasolinas Petróleos Jets Gasóleo Fuelóleo Nafta Coque de Petróleo Petróleo

Leia mais

Todas as informações fornecidas serão tratadas com a mais estrita confidencialidade.

Todas as informações fornecidas serão tratadas com a mais estrita confidencialidade. 01 BENCHMARKING ÍNDICE DE BENCHMARKING Todas as informações fornecidas serão tratadas com a mais estrita confidencialidade. Nome da Empresa Pessoa de Contacto Cargo Consultor Data INTRODUÇÃO O questionário

Leia mais

EXAME FINAL NACIONAL DO ENSINO SECUNDÁRIO. Duração da Prova: 120 minutos. Tolerância: 30 minutos.

EXAME FINAL NACIONAL DO ENSINO SECUNDÁRIO. Duração da Prova: 120 minutos. Tolerância: 30 minutos. EXAME FINAL NACIONAL DO ENSINO SECUNDÁRIO Prova Escrita de Economia A 11.º Ano de Escolaridade Decreto-Lei n.º 139/2012, de 5 de julho Prova 712/2.ª Fase 15 Páginas Duração da Prova: 120 minutos. Tolerância:

Leia mais

MATEMÁTICA PARA A VIDA. Nome: Grupo: Data:

MATEMÁTICA PARA A VIDA. Nome: Grupo: Data: Centro Novas Oportunidades Agrupamento de Escolas Mestre Domingos Saraiva Formação Complementar MV 3 A - Estatística Nome: Grupo: Data: ESTATÍSTICA Significado de algumas designações estatísticas relevantes:

Leia mais

Outline. I. Introdução. II. Importância do algodão na economia. III. A Cadeia de valor do algodão. VI. Análise SWOT. V. Factores de competitividade

Outline. I. Introdução. II. Importância do algodão na economia. III. A Cadeia de valor do algodão. VI. Análise SWOT. V. Factores de competitividade Outline I. Introdução II. Importância do algodão na economia III. A Cadeia de valor do algodão VI. Análise SWOT V. Factores de competitividade VI. Conclusões I. Introdução A cultura do algodão constitui

Leia mais

FOLHETO DE TAXAS DE JURO

FOLHETO DE TAXAS DE JURO FOLHETO DE TAXAS DE JURO Clientes Particulares Outros clientes 17 CONTAS DE DEPÓSITO 19 CONTAS DE DEPÓSITO 17.1. Depósitos à ordem 19.1. Depósitos à ordem 17.2. Depósitos a prazo 18 OPERAÇÕES DE CRÉDITO

Leia mais

Coeficientes de Exportação e Importação

Coeficientes de Exportação e Importação Coeficientes de Exportação e Importação Resultados de 2011 Roberto Giannetti da Fonseca Diretor Titular São Paulo, 07 de fevereiro de 2012 Departamento de Relações Internacionais e Comércio Exterior -

Leia mais

Fluxos de Caixa. Recebimentos

Fluxos de Caixa. Recebimentos Recebimentos Saldo da Gerência Anterior 592.154,72 Total das Receitas Orçamentais Execução Orçamental 232.368,83 Operações de Tesouraria 359.785,89 26.261.687,72 Receitas Correntes 10.913.270,69 01 Impostos

Leia mais

Taxa de variação homóloga do IPC situou-se em 0,8%

Taxa de variação homóloga do IPC situou-se em 0,8% 10 de fevereiro de 2016 Índice de Preços no Consumidor Janeiro de 2016 Taxa de variação homóloga do IPC situou-se em 0,8% Em janeiro de 2016, a variação homóloga do IPC situou-se em 0,8%, taxa superior

Leia mais

Portugal : Retrato Económico e Social em gráficos

Portugal : Retrato Económico e Social em gráficos Portugal 198-1: Retrato Económico e Social em gráficos E.E.F. Mercados Financeiros Setembro 15 Perante o processo de ajustamento efectuado nos últimos quatro anos, é nosso propósito mostrar e realçar que

Leia mais

PRODUTO INTERNO BRUTO CRESCEU EM VOLUME 0,9% NO 1º TRIMESTRE DE 2008

PRODUTO INTERNO BRUTO CRESCEU EM VOLUME 0,9% NO 1º TRIMESTRE DE 2008 09 de Junho de 2008 Contas Nacionais Trimestrais (Base 2000) 1º Trimestre de 2008 PRODUTO INTERNO BRUTO CRESCEU EM VOLUME 0,9% NO 1º TRIMESTRE DE 2008 No 1º trimestre de 2008, o Produto Interno Bruto (PIB)

Leia mais

SISTEMA DE INFORMAÇÃO CONSELHO LOCAL DE ACÇÃO SOCIAL DE SINES DEMOGRAFIA E INDICADORES DEMOGRÁFICOS

SISTEMA DE INFORMAÇÃO CONSELHO LOCAL DE ACÇÃO SOCIAL DE SINES DEMOGRAFIA E INDICADORES DEMOGRÁFICOS DEMOGRAFIA E INDICADORES DEMOGRÁFICOS 1 INDICADOR: População residente e taxa de variação, 1991 e 2001 População Variação 1991 2001 Portugal 9867147 10356117 5,0 Alentejo 782331 776585-0,7 Alentejo Litoral

Leia mais

FOLHETO DE TAXAS DE JURO

FOLHETO DE TAXAS DE JURO FOLHETO DE TAXAS DE JURO Clientes Particulares 17 CONTAS DE DEPÓSITO 19 17.1. Depósitos à ordem 17.2. Depósitos a prazo CONTAS DE DEPÓSITO 19.1. Depósitos à ordem 19.2. Depósitos a prazo Outros clientes

Leia mais

Conjuntura Nacional e Internacional Escola Florestan Fernandes, Guararema, 3 de julho de º. PLENAFUP

Conjuntura Nacional e Internacional Escola Florestan Fernandes, Guararema, 3 de julho de º. PLENAFUP Conjuntura Nacional e Internacional Escola Florestan Fernandes, Guararema, 3 de julho de 2015 5º. PLENAFUP Economia Brasileira I.54 - Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br) Período Índice

Leia mais

: a Economia Portuguesa na União Europeia

: a Economia Portuguesa na União Europeia 1986-2010: a Economia Portuguesa na União Europeia NOVAS TECNOLOGIAS E TRANSFORMAÇÃO DA ESTRUTURA PRODUTIVA C A R L O S C A R R E I R A F A C U L D A D E D E E C O N O M I A D A U N I V E R S I D A D E

Leia mais

501121242 - ASSOCIACAO HUMANITARIA DOS BOMBEIROS VOLUNTARIOS VIMIOSO DATA TIPO DOC. NUMERO DOCUMENTO DETALHE VENC. DÉBITO CRÉDITO SALDO OBSERVAÇÕES

501121242 - ASSOCIACAO HUMANITARIA DOS BOMBEIROS VOLUNTARIOS VIMIOSO DATA TIPO DOC. NUMERO DOCUMENTO DETALHE VENC. DÉBITO CRÉDITO SALDO OBSERVAÇÕES CMV TIPO SELEÇÃO: Procura todos os docs de Despesa, Procura em Faturação de DE 2013/01/02 A 2013/12/31 2014/01/29 2013 1 ACUMULADOS ANT.... 2013/01/18 OPG 35 5.600,34 5.600,34 \TRANSFERENCIA CONFORME PROTOCOLO

Leia mais

Fluxos de Caixa. Recebimentos

Fluxos de Caixa. Recebimentos Recebimentos Saldo da Gerência Anterior 353.206,61 Total das Receitas Orçamentais Execução Orçamental 248.002,69 Operações de Tesouraria 105.203,92 5.238.131,18 Receitas Correntes 4.287.790,85 01 Impostos

Leia mais

F L U X O S D E C A I X A ANO 2010 ENTIDADE CM MORA MUNICIPIO DE MORA Pág. 1 PERÍODO JANEIRO A DEZEMBRO /12/31 R E C E B I M E N T O S

F L U X O S D E C A I X A ANO 2010 ENTIDADE CM MORA MUNICIPIO DE MORA Pág. 1 PERÍODO JANEIRO A DEZEMBRO /12/31 R E C E B I M E N T O S 10:37 2011/04/02 Fluxos de caixa Pag. 1 ENTIDADE CM MORA MUNICIPIO DE MORA Pág. 1 PERÍODO JANEIRO A DEZEMBRO - 2010/12/31 R E C E B I M E N T O S SALDO DA GERÊNCIA ANTERIOR... 165.362,24 EXECUÇÃO ORÇAMENTAL...

Leia mais

No mês de junho em 2015 a Produção Física do setor têxtil caiu 1,1% e o vestuário apresentou recuo de 0,4%. (Comparando Jun/15 com Maio/15).

No mês de junho em 2015 a Produção Física do setor têxtil caiu 1,1% e o vestuário apresentou recuo de 0,4%. (Comparando Jun/15 com Maio/15). 1- Comércio Exterior As Importações de têxteis e confeccionados em jan-jul.15 caíram, em valor (US$), 5,93%, as exportações caíram 8,66%, enquanto a queda do déficit na Balança Comercial foi de 5,38% em

Leia mais

IGP-M. Abril/ de abril de Secretaria de Política Econômica

IGP-M. Abril/ de abril de Secretaria de Política Econômica IGP-M Abril/2016 28 de abril de 2016 abr 99 out 99 abr 00 out 00 abr 01 out 01 abr 02 out 02 abr 03 out 03 abr 04 out 04 abr 05 out 05 abr 06 out 06 abr 07 out 07 abr 08 out 08 abr 09 out 09 abr 10 out

Leia mais

INSTITUTO REGIONAL DE EMPREGO

INSTITUTO REGIONAL DE EMPREGO INSTITUTO REGIONAL DE EMPREGO INDICADORES DO MERCADO DE EMPREGO SÍNTESE JANEIRO/07 DEZEMBRO/07 JANEIRO/08 VARIAÇÃO % V.A. % V.A. % V.A. % Mês Homólogo Mês Anterior DESEMPREGO REGISTADO 8895 100,0 8773

Leia mais

ÍNDICE DE QUADROS... ÍNDICE DE FIGURAS... ÍNDICE DE GRÁFICOS... NOTA INTRODUTÓRIA... 1

ÍNDICE DE QUADROS... ÍNDICE DE FIGURAS... ÍNDICE DE GRÁFICOS... NOTA INTRODUTÓRIA... 1 ÍNDICE DE QUADROS ÍNDICE ÍNDICE DE QUADROS... ÍNDICE DE FIGURAS... ÍNDICE DE GRÁFICOS... ix xiii xiv NOTA INTRODUTÓRIA... 1 Parte 1O «ACIDENTE TÍPICO» EM TODOS OS SECTORES DE ACTIVIDADE (PERÍODO 2001-2003)...

Leia mais

Portugal. Turismo Interno. Mercados em Números. Rodapé

Portugal. Turismo Interno. Mercados em Números. Rodapé Turismo Interno Mercados em Números 1 Rodapé Designação oficial: República Portuguesa Capital: Lisboa Localização: Sudoeste da Europa Fronteiras terrestres: Espanha (1.241 km) Fronteiras marítimas: Madeira(1076,6

Leia mais

INFLAÇÃO - IPCA ANUAL Em % , , , , , , , , , , ,00*

INFLAÇÃO - IPCA ANUAL Em % , , , , , , , , , , ,00* INFLAÇÃO - IPCA ANUAL Em % 1994 916,43 1995 22,41 1996 9,56 1997 5,22 1998 1,66 1999 8,94 2000 5,97 2001 7,67 2002 12,53 2003 9,30 2004 7,00* * Previsão Fonte: Estado de Minas, 1 o Julho de 2004 - Especial

Leia mais

Projeto de Lei Orçamentária Anual 2017

Projeto de Lei Orçamentária Anual 2017 Projeto de Lei Orçamentária Anual 2017 Henrique Meirelles Ministro da Agosto 2016 Cenário de Referência 2 Foi observado o limite de crescimento da despesa contido na Proposta de Emenda Constitucional 241/2016

Leia mais

ANEXO V ESTRUTURA TARIFÁRIA

ANEXO V ESTRUTURA TARIFÁRIA ANEXO V ESTRUTURA TARIFÁRIA ESTRUTURA TARIFÁRIA 1. Estão sujeitos às tarifas relativas aos serviços de água e/ou saneamento todos os utilizadores finais que disponham de contrato, sendo as mesmas devidas

Leia mais

ONDE NASCE O NOVO EMPREGO?

ONDE NASCE O NOVO EMPREGO? ONDE NASCE O NOVO EMPREGO? Informa D&B - Maio 2013 UNIVERSO DO ESTUDO Os dados referem-se ao período de 2007 a 2011 Fontes: Análise Informa D&B; dados ministério da justiça: portal da justiça, I.E.S.;

Leia mais

Incentivos financeiros Portugal 2020

Incentivos financeiros Portugal 2020 Incentivos financeiros Portugal 2020 Lisboa, 08-10-2015 Paulo Carpinteiro Licks & Associados POCI Programa Operacional Competitividade e Internacionalização POSEUR e PORegionais Norte, Centro, LVT, Alentejo,

Leia mais

Fig. 1-1 Procura e oferta agregadas no longo prazo. Produto (Y)

Fig. 1-1 Procura e oferta agregadas no longo prazo. Produto (Y) 1. INTRODUÇÃO 1. A macroeconomia 1.1. Estuda o comportamento da economia como um todo as expansões e as recessões, o produto total da economia em bens e serviços, o crescimento do produto, as taxas de

Leia mais

IGP-M. Junho/ de junho de Secretaria de Política Econômica

IGP-M. Junho/ de junho de Secretaria de Política Econômica IGP-M Junho/2016 29 de junho de 2016 jun 99 dez 99 jun 00 dez 00 jun 01 dez 01 jun 02 dez 02 jun 03 dez 03 jun 04 dez 04 jun 05 dez 05 jun 06 dez 06 jun 07 dez 07 jun 08 dez 08 jun 09 dez 09 jun 10 dez

Leia mais

Fluxos de Caixa. Recebimentos

Fluxos de Caixa. Recebimentos Recebimentos Saldo da Gerência Anterior 674.613,26 Total das Receitas Orçamentais Execução Orçamental 268.351,04 Operações de Tesouraria 406.262,22 12.859.762,56 Receitas Correntes 9.296.958,84 01 Impostos

Leia mais

Portugal. Turismo Interno. Mercado em Números. Rodapé

Portugal. Turismo Interno. Mercado em Números. Rodapé Turismo Interno Mercado em Números 1 Rodapé Designação oficial: República Portuguesa Capital: Lisboa Localização: Sudoeste da Europa Fronteiras terrestres: Espanha (1.241 km) Fronteiras marítimas: Madeira(1076,6

Leia mais

Taxa de desemprego mantém-se relativamente estável

Taxa de desemprego mantém-se relativamente estável MERCADO DE TRABALHO NA REGIÃO METROPOLITANA DE SÃO PAULO Resultados de janeiro de 2015 Taxa de desemprego mantém-se relativamente estável RESULTADOS DO MÊS 1. As informações da Pesquisa de Emprego e Desemprego

Leia mais

Região Autónoma da Madeira

Região Autónoma da Madeira Região Autónoma da Madeira Área () km 2 801,0 Densidade populacional () Hab/Km 2 309,0 População residente (31.12.) Nº 247.568 População < 15 anos Nº 42.686 População > 65 anos Nº 32.188 Taxa conclusão

Leia mais

IGP-M. Fevereiro/ de fevereiro de Secretaria de Política Econômica

IGP-M. Fevereiro/ de fevereiro de Secretaria de Política Econômica IGP-M Fevereiro/2016 26 de fevereiro de 2016 fev 99 ago 99 fev 00 ago 00 fev 01 ago 01 fev 02 ago 02 fev 03 ago 03 fev 04 ago 04 fev 05 ago 05 fev 06 ago 06 fev 07 ago 07 fev 08 ago 08 fev 09 ago 09 fev

Leia mais

EMISSÕES DE GASES DE EFEITO DE ESTUFA DE ORIGEM ENERGÉTICA. Matriz Energética Sumária do MédioTejo e Pinhal Interior Sul

EMISSÕES DE GASES DE EFEITO DE ESTUFA DE ORIGEM ENERGÉTICA. Matriz Energética Sumária do MédioTejo e Pinhal Interior Sul EMISSÕES DE GASES DE EFEITO DE ESTUFA DE ORIGEM ENERGÉTICA Matriz Energética Sumária do MédioTejo e Pinhal Interior Sul Emissões de CO 2 Relativas ao Consumo de Energia Eléctrica por Sector de Actividade

Leia mais

PRESTAÇÃO DE CONTAS ANEXOS DOCUMENTAIS

PRESTAÇÃO DE CONTAS ANEXOS DOCUMENTAIS PRESTAÇÃO DE CONTAS ANEXOS DOCUMENTAIS ANEXOS DA EXECUÇÃO ORÇAMENTAL 3 Mapa Controlo Orçamental da Despesa por Classificação Económica 4 Mapa Controlo Orçamental da Despesa por Classificação Orgânica 6

Leia mais

PARTICIPAÇÃO DA AGRICULTURA FAMILIAR PARTICIPAÇÃO DA AGRICULTURA FAMILIAR. R$ 54 bilhões VALOR BRUTO DA PRODUÇÃO TOTAL DE ESTABELECIMENTOS

PARTICIPAÇÃO DA AGRICULTURA FAMILIAR PARTICIPAÇÃO DA AGRICULTURA FAMILIAR. R$ 54 bilhões VALOR BRUTO DA PRODUÇÃO TOTAL DE ESTABELECIMENTOS Os dados mostram uma estrutura agrária ainda concentrada no país: os estabelecimentos não familiares, apesar de representarem 15,6% do total dos estabelecimentos, ocupavam 75,7% da área ocupada. A área

Leia mais

Dezembro dá trégua na inflação

Dezembro dá trégua na inflação 1 São Paulo, 8 de janeiro de 2013. NOTA À IMPRENSA Dezembro dá trégua na inflação O aumento do custo de vida em dezembro, no município de São Paulo, foi de 0,43%, taxa menor em 0,14 ponto percentual (pp.)

Leia mais