ARBITRAGEM NO CAMPO IMOBILIÁRIO LOCAÇÃO DE IMÓVEIS

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "ARBITRAGEM NO CAMPO IMOBILIÁRIO LOCAÇÃO DE IMÓVEIS"

Transcrição

1 ARBITRAGEM NO CAMPO IMOBILIÁRIO LOCAÇÃO DE IMÓVEIS ADEVANIR TURA Considerando que a Arbitragem cuida de bens disponíveis, a locação de imóveis se enquadra nesta modalidade. Assim, não podemos descaracterizar, em nenhum momento, a Lei n , de 18 de outubro de 1991 que rege o Inquilinato. Contudo, podemos hoje aplicá-la em conjunto com a Lei Federal no /96, ora em estudos, que normatizou a Arbitragem no Brasil. No artigo 5o da Lei 8.245/91, temos no caput o seguinte: "Seja qual for o fundamento da locação, a ação para reaver esse imóvel é de despejo". Nesta altura surge a interrogação de como postular uma Ação de Despejo na Arbitragem. Pois bem, o Procedimento Arbitral, conforme explicitado, cabe em qualquer ocasião envolvendo Direitos Disponíveis e funciona da seguinte maneira: O primeiro passo é a formalização do pedido para o Procedimento Arbitral junto ao Tribunal Arbitral, como qualquer tipo de ação, nos mesmos moldes de uma ação que seria proposta perante o Judiciário Estatal. Após o Protocolo da Inicial, o pedido é autuado pela Secretaria do Tribunal, e, em seguida, é despachada pelo Árbitro Presidente, o qual designará dia e hora da Audiência, solicitando o comparecimento das partes através de Notificação, esta feita por via postal pelo sistema de AR (aviso de recebimento) em "todos" os casos. No dia e hora da audiência designada é instituída a Arbitragem, surgindo, então, 02 (dois) caminhos ou duas alternativas à opção pelas partes, que são: Conciliação ou Decretação do Despejo. Veja-se o quadro: 1 - Formalização do pedido; 2 - Protocolo da Inicial pela Secretaria do Tribunal; 3 - Despacho pelo Árbitro Presidente; 4 - Dia e hora da Audiência, via Notificação por AR (Correio); 5 - Audiência, onde se escolhe: Conciliação ou Decretação do Despejo.

2 CONTRATO DE LOCAÇÃO "COM" CLÁUSULA COMPROMISSÓRIA Lei n , de 23/09/1996: art. 4º caput: A cláusula compromissória é a convenção através da qual as partes em um contrato comprometem-se a submeter à arbitragem os litígios que possam vir a surgir, relativamente a tal contrato. Existindo o pacto anterior através da "Cláusula Compromissória" constante do Contrato de Locação, o Árbitro proporá a conciliação entre as partes para colocar fim ao litígio. Não havendo conciliação, fluirá então, a partir desta data, o prazo de 15 (quinze) dias para interposição de defesa. Findo este prazo, com ou sem defesa, o Árbitro proferirá a Sentença Arbitral, não cabendo nenhum recurso, a não ser para análise de omissão, obscuridade ou contradições encontradas no Processo. Após o término de todo o Procedimento Arbitral, a parte interessada poderá retirar na Secretaria do Tribunal cópia da Sentença proferida, que é considerado por força de Lei Título Executivo Judicial, podendo, então, impetrar junto ao Poder Judiciário Estatal a execução do Despejo. Observação: Não caberá ao Judiciário analisar o que já foi prolatado pelo Tribunal Arbitral, e, sim, somente executar a Sentença. CONTRATO DE LOCAÇÃO "SEM" CLÁUSULA COMPROMISSÓRIA Não existindo o pacto da "Cláusula Compromissória", a tramitação processual é idêntica à situação anterior, porém, na data da respectiva Audiência, o Árbitro explicará à parte requerida, sobre a aceitação do Tribunal Arbitral para solução da questão e a controvérsia, visto que o Contrato de Locação originário seria da competência de outro foro (Judiciário), para fins de julgamento. Com

3 a aceitação, será imediatamente lavrado o respectivo Termo de Compromisso Arbitral, nomeando um ou mais Árbitros para exame, apreciação e dirimir as dúvidas ou questiúnculas do Petitório Inicial. Com a não-aceitação da Arbitragem, o Tribunal Arbitral não poderá dar continuidade ao procedimento e o processo deverá ser extinto e arquivado. Baseados nestes pressupostos, nota-se claramente que, para que um Procedimento Arbitral possa alcançar o sucesso desejado, deve-se inserir em todos os Contratos de Locação a Cláusula Compromissória, porquanto na verificação de qualquer controvérsia, a aludida cláusula "obrigará" a outra parte ao comparecimento perante o Tribunal Arbitral e firmar o termo de Compromisso Arbitral. A Arbitragem poderá solucionar "todas" as Ações de Despejo, bem como outros tipos de controvérsias que possam a surgir em contratos de natureza Imobiliária, relacionados em dispositivos da Lei n /91. Os casos mais polêmicos e que abarrotam os Tribunais Estatais, levando uma morosidade excessiva para serem solucionados, são aqueles relacionados às ações de despejo por falta de pagamento. Neste caso, o procedimento será idêntico aos anteriores, adotando, ainda, os benefícios do artigo 62 da referida Lei do Inquilinato, no qual o Locatário poderá solicitar autorização para pagamento do débito, ou seja, poderá "purgar a mora". Com respectivo pagamento e a integralização do débito, extingue-se o Procedimento Arbitral, caso contrário, decreta-se o despejo. Quanto ao fiador, este poderá ser cientificado do Procedimento Arbitral requerido, para não alegar ignorância futura em uma eventual execução da dívida discutida no Processo. Ação de despejo e purgação da mora: Mora é a delonga na execução de uma obrigação. As duas expressões, aliadas em aplicação na área locatícia, corresponde a uma espécie de regeneração jurídica diante do retardamento no cumprimento de um

4 dever, que, no caso, vem ser o pagamento de aluguéis com atraso, evitando-se, assim, a medida judicial. CLÁUSULA COMPROMISSÓRIA NOS CONTRATOS DE LOCAÇÃO Como já explicitado, a Cláusula Compromissória na contratação deverá estar realçada em "negrito", uma vez que significa um "contrato dentro de outro contrato". Para maior garantia, o proprietário ao locar sua propriedade imobiliária deverá inserir no documento esta cláusula, para que Locatário assine em ação conjunta ao Fiador, incluindo neste contexto a "outorga uxória", sendo o mesmo casado ou em regime de convivência com a atual companheira. Neste tipo de Cláusula Compromissória o Fiador não poderá alegar o seu desconhecimento em litígio futuro, portanto, sem condições de requerimento de nulidade de contrato, tampouco eximir ou escusar-se ao pagamento da dívida locatária, no lugar do inquilino, se for o caso. VANTAGENS DA ARBITRAGEM NAS LOCAÇÕES DE IMÓVEIS Evidentemente, sem menosprezar o Poder Judiciário e nem seria o caso na exposição desta matéria, a morosidade no andamento processual gera um certo desconforto às partes, possibilitando o chamado "recurso judicial", transformando-se a justiça numa "espécie" de injustiça, em virtude da demora na solução do litígio. A Sentença Arbitral depois de proferida não propicia recurso, fazendo com que se obtenha a solução em curto período de tempo, ou seja, a Sentença é irrecorrível. Como já vimos, a Lei Arbitral não permite duplo grau de jurisdição. Com isso, evitam-se demandas prolongadas que causariam prejuízos enormes e irreparáveis às partes, principalmente para o Requerente. A obrigação do Tribunal Arbitral é

5 trabalhar insistentemente no propósito de convencimento das partes, sem "forçá-las" ou "constrangê-las" à decisão e acordarem sobre o pleito, a razão fundamental da declaração de Constitucionalidade da Lei Arbitral Brasileira. A Arbitragem é usada em quase todos os países do mundo. Na Europa, na América do Norte e América Central já é aplicada normalmente, e vem sendo usada também pelos países integrantes do Mercosul, não somente na área de locação de imóveis, como também em outros tipos de negociação onde haja necessidade de intervenção de um Tribunal ou Foro, para fins de dirimir litígios ou controvérsias inerentes a contratos.

REGULAMENTO Nº 001 Rev.04-A PROCEDIMENTO ARBITRAL NA ÁREA TRABALHISTA

REGULAMENTO Nº 001 Rev.04-A PROCEDIMENTO ARBITRAL NA ÁREA TRABALHISTA TAESP Arbitragem & O Mediação, com sede nesta Capital do Estado de São Paulo, na Rua Santa Isabel, 160 cj.43, nos termos dos Artigos 5º, 13, 3º e 21 da Lei 9.307/96, edita o presente REGULAMENTO PARA PROCEDIMENTOS

Leia mais

SUPERINTENDÊNCIA NACIONAL DE PREVIDÊNCIA COMPLEMENTAR DIRETORIA COLEGIADA INSTRUÇÃO Nº 10, DE 20 DE JUNHO DE 2014

SUPERINTENDÊNCIA NACIONAL DE PREVIDÊNCIA COMPLEMENTAR DIRETORIA COLEGIADA INSTRUÇÃO Nº 10, DE 20 DE JUNHO DE 2014 SUPERINTENDÊNCIA NACIONAL DE PREVIDÊNCIA COMPLEMENTAR DIRETORIA COLEGIADA INSTRUÇÃO Nº 10, DE 20 DE JUNHO DE 2014 Instala a Comissão de Mediação, Conciliação e Arbitragem da Superintendência Nacional de

Leia mais

Númeração Única: 7965592-59.2005.8.13.0024 Relator:

Númeração Única: 7965592-59.2005.8.13.0024 Relator: Inteiro Teor Número do processo: 1.0024.05.796559-2/001(1) Númeração Única: 7965592-59.2005.8.13.0024 Relator: MÁRCIA DE PAOLI BALBINO Relator do Acórdão: MÁRCIA DE PAOLI BALBINO Data do Julgamento: 03/08/2006

Leia mais

REGULAMENTO DE ARBITRAGEM EXPEDITA DO CENTRO DE MEDIAÇÃO E ARBITRAGEM DE PERNAMBUCO - CEMAPE

REGULAMENTO DE ARBITRAGEM EXPEDITA DO CENTRO DE MEDIAÇÃO E ARBITRAGEM DE PERNAMBUCO - CEMAPE REGULAMENTO DE ARBITRAGEM EXPEDITA DO CENTRO DE MEDIAÇÃO E ARBITRAGEM DE PERNAMBUCO - CEMAPE DEFINIÇÕES 1. CONVENÇÃO DE ARBITRAGEM refere-se tanto à cláusula compromissória quanto ao compromisso arbitral.

Leia mais

FACULDADE DOM BOSCO Credenciada através da Portaria nº. 2.387 de 11/08/2004, publicada no D.O.U. de 12/08/2004. Resolução nº 001/011

FACULDADE DOM BOSCO Credenciada através da Portaria nº. 2.387 de 11/08/2004, publicada no D.O.U. de 12/08/2004. Resolução nº 001/011 Resolução nº 001/011 Regulamentar a Arbitragem Expedita. do Curso de Direito; - Considerando a necessidade de Regulamentar a Arbitragem Expedita O Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão aprovou, e eu

Leia mais

Arbitragem. Respostas objetivas para soluções rápidas

Arbitragem. Respostas objetivas para soluções rápidas 2 8 8 9 9 9 10 10 10 11 11 11 12 12 12 12 13 Respostas objetivas para soluções rápidas O que é a? Como surgiu o Instituto da? A é constitucional? A sentença arbitral tem validade jurídica? Quais são as

Leia mais

Site Jurídico S.O.S Estagiários (www.sosestagiarios.com) Trabalhos Prontos Gratuitos LEI DE ARBITRAGEM EVOLUÇÃO HISTÓRICA

Site Jurídico S.O.S Estagiários (www.sosestagiarios.com) Trabalhos Prontos Gratuitos LEI DE ARBITRAGEM EVOLUÇÃO HISTÓRICA LEI DE ARBITRAGEM EVOLUÇÃO HISTÓRICA Nos primórdios da sociedade romana, surgiu o instituto da arbitragem como forma de resolver conflitos oriundos da convivência em comunidade, como função pacificadora

Leia mais

CÂMARA DE ARBITRAGEM, CONCILIAÇÃO E MEDIAÇÃO CAMARCOM REGULAMENTO PARA ARBITRAGEM

CÂMARA DE ARBITRAGEM, CONCILIAÇÃO E MEDIAÇÃO CAMARCOM REGULAMENTO PARA ARBITRAGEM CÂMARA DE ARBITRAGEM, CONCILIAÇÃO E MEDIAÇÃO CAMARCOM REGULAMENTO PARA ARBITRAGEM Dispõe sobre os procedimentos a serem cumpridos no procedimento da Arbitragem A Câmara de Arbitragem, Conciliação e Mediação

Leia mais

01 JULHO 2014 LISBOA GJ AIP-CCI

01 JULHO 2014 LISBOA GJ AIP-CCI 01 JULHO 2014 LISBOA GJ AIP-CCI 1 CENTRO DE MEDIAÇÃO, CONCILIAÇÃO E ARBITRAGEM 2 PONTOS DA INTERVENÇÃO: SOBRE O CENTRO DE ARBITRAGEM PROPRIAMENTE DITO: GÉNESE LEGAL DESTE CENTRO ESTRUTURA ORGÂNICA ÂMBITO

Leia mais

Lei 9.307/96. Lei de Arbitragem

Lei 9.307/96. Lei de Arbitragem Lei 9.307/96 Lei de Arbitragem LEI n.º 9.307 de 23 de setembro de 1996 Dispõe sobre a arbitragem O Presidente da República Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei: CAPÍTULO

Leia mais

REGULAMENTO DE INFORMAÇÃO, MEDIAÇÃO E ARBITRAGEM DE CONFLITOS DE CONSUMO

REGULAMENTO DE INFORMAÇÃO, MEDIAÇÃO E ARBITRAGEM DE CONFLITOS DE CONSUMO REGULAMENTO DE INFORMAÇÃO, MEDIAÇÃO E ARBITRAGEM DE CONFLITOS DE CONSUMO CAPÍTULO I Serviço de Informação e Mediação SECÇÃO I Disposições gerais Artigo 1.º Composição O Serviço de Informação e Mediação

Leia mais

Fiança não é aval. Entrega das chaves

Fiança não é aval. Entrega das chaves Para a maioria das pessoas, gera desconforto prestar fiança a amigos ou parentes. Não é pra menos. Ser a garantia da dívida de alguém é algo que envolve riscos. Antes de afiançar uma pessoa, é preciso

Leia mais

Câmara de Mediação e Arbitragem do Conselho Regional de Administração do Rio Grande do Sul

Câmara de Mediação e Arbitragem do Conselho Regional de Administração do Rio Grande do Sul REGULAMENTO DA ARBITRAGEM PREÂMBULO DA CLÁUSULA COMPROMISSÓRIA PADRÃO O modelo de Cláusula Compromissória recomendado pela CMA-CRA/RS tem a seguinte redação: Qualquer litígio originado do presente contrato

Leia mais

PORTARIA MJ Nº 2.523, DE 17 DE DEZEMBRO DE 2008 DOU 18.12.2008. O MINISTRO DE ESTADO DA JUSTIÇA, no uso das suas atribuições, resolve:

PORTARIA MJ Nº 2.523, DE 17 DE DEZEMBRO DE 2008 DOU 18.12.2008. O MINISTRO DE ESTADO DA JUSTIÇA, no uso das suas atribuições, resolve: PORTARIA MJ Nº 2.523, DE 17 DE DEZEMBRO DE 2008 DOU 18.12.2008 O MINISTRO DE ESTADO DA JUSTIÇA, no uso das suas atribuições, resolve: Art. 1º Aprovar as Normas Procedimentais da Comissão de Anistia, na

Leia mais

BuscaLegis.ccj.ufsc.br

BuscaLegis.ccj.ufsc.br BuscaLegis.ccj.ufsc.br Panorama da arbitragem internacional Tatiana Scholai* A Arbitragem é um método que foi adotado por diversos países, conquistando seu espaço cada dia mais e provando que ser meio

Leia mais

Art. 1º. As pessoas capazes de contratar poderão valer-se da arbitragem para dirimir litígios relativos a direitos patrimoniais disponíveis.

Art. 1º. As pessoas capazes de contratar poderão valer-se da arbitragem para dirimir litígios relativos a direitos patrimoniais disponíveis. Dispõe sobre a arbitragem. O Presidente da República: Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte lei: CAPÍTULO I Disposições Gerais Art. 1º. As pessoas capazes de contratar poderão

Leia mais

REGULAMENTO DE ARBITRAGEM da Câmara de Conciliação, Mediação e Arbitragem de Porto Alegre Federasul

REGULAMENTO DE ARBITRAGEM da Câmara de Conciliação, Mediação e Arbitragem de Porto Alegre Federasul REGULAMENTO DE ARBITRAGEM da Câmara de Conciliação, Mediação e Arbitragem de Porto Alegre Federasul 1. Da sujeição ao presente regulamento [Denominação da Câmara] 1.1. As partes que resolverem submeter

Leia mais

REGRAS MODELO DE PROCEDIMENTO PARA OS TRIBUNAIS ARBITRAIS AD HOC DO MERCOSUL

REGRAS MODELO DE PROCEDIMENTO PARA OS TRIBUNAIS ARBITRAIS AD HOC DO MERCOSUL MERCOSUL/CMC/DEC. Nº 30/04 REGRAS MODELO DE PROCEDIMENTO PARA OS TRIBUNAIS ARBITRAIS AD HOC DO MERCOSUL TENDO EM VISTA: O Tratado de Assunção, o Protocolo de Olivos para a Solução de Controvérsias no MERCOSUL

Leia mais

O CONGRESSO NACIONAL decreta:

O CONGRESSO NACIONAL decreta: Altera a Lei nº 8.245, de 18 de outubro de 1991, que dispõe sobre as locações de imóveis urbanos e os procedimentos pertinentes. O CONGRESSO NACIONAL decreta: Art. 1º Esta Lei introduz alteração na Lei

Leia mais

A garantia em dinheiro nas locações urbanas

A garantia em dinheiro nas locações urbanas Geraldo Beire Simões, advogado Rua do Carmo n 17, 9 andar - Centro - Rio de Janeiro RJ CEP 20.011-020 Tel/fax (21) 2222-9457 e-mail: geraldobeire@globo.com A garantia em dinheiro nas locações urbanas Geraldo

Leia mais

Vistos, relatados e discutidos estes autos de. AGRAVO DE INSTRUMENTO n 501.512-4/4-00, da Comarca de SÃO

Vistos, relatados e discutidos estes autos de. AGRAVO DE INSTRUMENTO n 501.512-4/4-00, da Comarca de SÃO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DE SÃO PAULO ACÓRDÃO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DE SÃO PAULO ACÓRDÃO/DECISÃO MONOCRATICA REGISTRADO(A) SOB N *01319002* Vistos, relatados e discutidos estes autos de AGRAVO DE INSTRUMENTO

Leia mais

i i min um um um mu um im 111111

i i min um um um mu um im 111111 TRIBUNAL DE JUSTIÇA DE SÃO PAULO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DE SAO PAULO ACÓRDÃO/DECISÃO MONOCRÁTiCA «REGISTRADO(A) SOB N ^ ACÓRDÃO iiiiiiiiimiii i i i min um um um mu um im 111111 ^3 *01193984* 2. 2 Vistos,

Leia mais

TRIBUNAL DE CONCILIAÇÃO, MEDIAÇÃO E JUSTIÇA ARBITRAL DA REGIÃO METROPOLITANA DE CAMPINAS ESTADO DE SÃO PAULO TJAMESP-

TRIBUNAL DE CONCILIAÇÃO, MEDIAÇÃO E JUSTIÇA ARBITRAL DA REGIÃO METROPOLITANA DE CAMPINAS ESTADO DE SÃO PAULO TJAMESP- TRIBUNAL DE CONCILIAÇÃO, MEDIAÇÃO E JUSTIÇA ARBITRAL DA REGIÃO METROPOLITANA DE CAMPINAS ESTADO DE SÃO PAULO TJAMESP- Regimento Interno TÍTULO I DISPOSIÇÕES INTRODUTÓRIAS Capítulo I DO ÂMBITO DE APLICAÇÃO

Leia mais

PROTOCOLO DE CRIAÇÃO. 10 de Maio de 2006

PROTOCOLO DE CRIAÇÃO. 10 de Maio de 2006 PROTOCOLO DE CRIAÇÃO 10 de Maio de 2006 Quem é parte no Protocolo? A criação do Centro de Informação, Mediação e Arbitragem de Dívidas Hospitalares CIMADH é iniciada através de um Protocolo promovido pelo

Leia mais

O QUE É MEDIAÇÃO? Exemplos práticos: Conflitos de vizinhança, separação, divórcio, conflitos trabalhistas, etc...

O QUE É MEDIAÇÃO? Exemplos práticos: Conflitos de vizinhança, separação, divórcio, conflitos trabalhistas, etc... O QUE É MEDIAÇÃO? A Mediação é uma forma de tentativa de resolução de conflitos através de um terceiro, estranho ao conflito, que atuará como uma espécie de "facilitador", sem entretanto interferir na

Leia mais

Administração Pública no século XXI. Modelos de organização administrativa e vinculação ao Direito ORGANIZAÇÃO DOS TRIBUNAIS

Administração Pública no século XXI. Modelos de organização administrativa e vinculação ao Direito ORGANIZAÇÃO DOS TRIBUNAIS Administração Pública no século XXI Modelos de organização administrativa e vinculação ao Direito ORGANIZAÇÃO DOS TRIBUNAIS Síntese Comparativa Local: Universidade Católica de Angola Data: 18 de Setembro

Leia mais

PARECER CONJUR / MCIDADES Nº 1796/2007. Processo nº 80000.014403/2007-50

PARECER CONJUR / MCIDADES Nº 1796/2007. Processo nº 80000.014403/2007-50 PARECER CONJUR / MCIDADES Nº 1796/2007 CONSULTA EFETUADA PELA CAIXA. ANÁLISE DE ESCRI- TURA DE ÁREA DE INTERVENÇÃO, REFERENTE A CON- TRATO DE REPASSE CELEBRADO COM O MUNICÍPIO DE (...). IMÓVEL ORIUNDO

Leia mais

DESPACHO CFM n.º 021/2014

DESPACHO CFM n.º 021/2014 DESPACHO CFM n.º 021/2014 Exp. CFM n.º 211/2014 Trata-se de expediente encaminhado pela COMSU-CFM protocolizado em 25/09/2013, no qual solicita manifestação do SEJUR/CFM acerca da Consulta Pública da ANS

Leia mais

Advogada com registro na OAB/RS nº 87025, Pós-Graduada em Direito e Processo Penal com Ênfase em Segurança Pública pela UNIRITTER, e em Direito do

Advogada com registro na OAB/RS nº 87025, Pós-Graduada em Direito e Processo Penal com Ênfase em Segurança Pública pela UNIRITTER, e em Direito do Fabiana Barcellos Gomes Advogada com registro na OAB/RS nº 87025, Pós-Graduada em Direito e Processo Penal com Ênfase em Segurança Pública pela UNIRITTER, e em Direito do Trabalho pela UNINTER Descrição

Leia mais

Superior Tribunal de Justiça

Superior Tribunal de Justiça CONFLITO DE COMPETÊNCIA Nº 139.519 - RJ (2015/0076635-2) RELATOR : MINISTRO NAPOLEÃO NUNES MAIA FILHO SUSCITANTE : PETRÓLEO BRASILEIRO S/A PETROBRAS ADVOGADO : RAFAEL DE MATOS GOMES DA SILVA SUSCITADO

Leia mais

REGULAMENTO DE ARBITRAGEM Câmara de Arbitragem Digital CAD. CAPÍTULO I. Sujeição ao Presente Regulamento e Princípios

REGULAMENTO DE ARBITRAGEM Câmara de Arbitragem Digital CAD. CAPÍTULO I. Sujeição ao Presente Regulamento e Princípios REGULAMENTO DE ARBITRAGEM Câmara de Arbitragem Digital CAD CAPÍTULO I. Sujeição ao Presente Regulamento e Princípios Art. 1º. As partes que avençarem, mediante convenção de arbitragem, submeter qualquer

Leia mais

REPERCUSSÕES DA ALIENAÇÃO FIDUCIÁRIA DE IMÓVEL NA LOCAÇÃO

REPERCUSSÕES DA ALIENAÇÃO FIDUCIÁRIA DE IMÓVEL NA LOCAÇÃO REPERCUSSÕES DA ALIENAÇÃO FIDUCIÁRIA DE IMÓVEL NA LOCAÇÃO NELSON KOJRANSKI Ex-Presidente do Instituto dos Advogados de São Paulo 1.- LEASING IMOBILIÁRIO: A Lei n 9.514, de 20.11.97, que dispõe sobre o

Leia mais

REGULAMENTO. Capítulo I Disposições gerais

REGULAMENTO. Capítulo I Disposições gerais REGULAMENTO DO CENTRO DE ARBITRAGEM VOLUNTÁRIA INSTITUCIONALIZADA DO INSTITUTO DOS VALORES MOBILIÁRIOS Capítulo I Disposições gerais Artigo 1º O presente Regulamento aplica-se às arbitragens que decorram

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 01/2015 R E S O L V E:

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 01/2015 R E S O L V E: ESTADO DO PARANÁ INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 01/2015 O Desembargador Fernando Wolff Bodziak, 2º Vice-Presidente e Supervisor-Geral dos Juizados Especiais, no uso de suas atribuições legais e CONSIDERANDO o

Leia mais

CARTILHA DE ARBITRAGEM CMA COMISSÃO DE MEDIAÇÃO E ARBITRAGEM DA OAB/MG

CARTILHA DE ARBITRAGEM CMA COMISSÃO DE MEDIAÇÃO E ARBITRAGEM DA OAB/MG CARTILHA DE ARBITRAGEM CMA COMISSÃO DE MEDIAÇÃO E ARBITRAGEM DA OAB/MG Direito autoral OAB/MG 2009 REPRODUÇÃO PERMITIDA, DESDE QUE CITADA A FONTE Direito autoral OAB/MG 2009 Elaboração Comissão de Mediação

Leia mais

LOCAÇÃO NÃO RESIDENCIAL

LOCAÇÃO NÃO RESIDENCIAL LOCAÇÃO NÃO RESIDENCIAL AÇÃO DE DESPEJO POR FALTA DE PAGAMENTO ARBITRAMENTO DO ALUGUEL INTERPRETAÇÃO DOS ARTS. 3.º, PARÁGRAFO ÚNICO, E 6.º E PARÁGRAFOS DO DECRETO LEI N.º 4, DE 7 DE FEVEREIRO DE 1966 Sérgio

Leia mais

André Luís Monteiro. Fernanda Medina Pantoja

André Luís Monteiro. Fernanda Medina Pantoja OAB/RJ Comissão de Arbitragem Impactos do Novo Código de Processo Civil na Arbitragem André Luís Monteiro Advogado de Andrade & Fichtner Advogados. Mestrando em Direito Processual Civil pela PUC-SP SP.

Leia mais

i iiiiii um mu um um um um mu mi mi

i iiiiii um mu um um um um mu mi mi PODER JUDICIÁRIO DE SÃO PAULO ACÓRDÃO DE SÃO PAULO ACÓRDÃO/DECISÃO MONOCRATICA REGISTRADO(A) SOB N i iiiiii um mu um um um um mu mi mi Vistos, relatados e discutidos estes autos de Agravo de Instrumento

Leia mais

Câmara Portuguesa de Comércio no Brasil - São Paulo

Câmara Portuguesa de Comércio no Brasil - São Paulo REGULAMENTO DO CENTRO DE MEDIAÇÃO E ARBITRAGEM DA CÂMARA PORTUGUESA DE COMÉRCIO NO BRASIL SÃO PAULO Artigo 1º O Centro de Arbitragem 1.1. O Centro de Mediação e Arbitragem da Câmara Portuguesa de Comércio

Leia mais

(ANEXO DA DECISÃO PLENÁRIA N P 057/2003, DE 7/11/2003)

(ANEXO DA DECISÃO PLENÁRIA N P 057/2003, DE 7/11/2003) (ANEXO DA DECISÃO PLENÁRIA N P 057/2003, DE 7/11/2003) REGULAMENTO DE ARBITRAGEM DA CÂMARA DE MEDIAÇÃO E ARBITRAGEM DO CONSELHO REGIONAL DE ENGENHARIA, ARQUITETURA E AGRONOMIA DO RIO GRANDE DO SUL (Crea-RS)

Leia mais

Tribunal de Justiça de Minas Gerais

Tribunal de Justiça de Minas Gerais Número do 1.0521.08.078581-4/001 Númeração 0785814- Relator: Relator do Acordão: Data do Julgamento: Data da Publicação: Des.(a) Wagner Wilson Des.(a) Wagner Wilson 13/07/2011 22/07/2011 EMENTA: APELAÇÃO

Leia mais

O recurso à Arbitragem e as suas vantagens

O recurso à Arbitragem e as suas vantagens O recurso à Arbitragem e as suas vantagens Modo de resolução jurisdicional de controvérsias em que, com base na vontade das partes, a decisão é confiada a um terceiro. Para este efeito, considera-se terceiro

Leia mais

PROTOCOLO DE COOPERAÇÃO E ASSISTÊNCIA JURISDICIONAL EM MATÉRIA CIVIL, COMERCIAL, TRABALHISTA E ADMINISTRATIVA - PROTOCOLO DE LAS LEÑAS -

PROTOCOLO DE COOPERAÇÃO E ASSISTÊNCIA JURISDICIONAL EM MATÉRIA CIVIL, COMERCIAL, TRABALHISTA E ADMINISTRATIVA - PROTOCOLO DE LAS LEÑAS - PROTOCOLO DE COOPERAÇÃO E ASSISTÊNCIA JURISDICIONAL EM MATÉRIA CIVIL, COMERCIAL, TRABALHISTA E ADMINISTRATIVA - PROTOCOLO DE LAS LEÑAS - Os Governos da República Argentina, da República Federativa do Brasil,

Leia mais

Guia para redação de cláusulas de resolução de disputas internacionais

Guia para redação de cláusulas de resolução de disputas internacionais Guia para redação de cláusulas de resolução de disputas internacionais Introdução O acesso mais freqüente à arbitragem, à mediação e a outras formas de solução de disputas alternativas ao contencioso judicial

Leia mais

MÉTODOS ALTERNATIVOS DE SOLUÇÃO DE CONFLITOS

MÉTODOS ALTERNATIVOS DE SOLUÇÃO DE CONFLITOS MÉTODOS ALTERNATIVOS DE SOLUÇÃO DE CONFLITOS DÉBORA CAXIN DE DEUS 1 Resumo Há muito em nosso sistema jurídico a Mediação já se fazia presente, os seres humanos utilizaram formas de solução de controvérsias,

Leia mais

Apresentação: Leandro Ibagy. Vitória, mar/2010

Apresentação: Leandro Ibagy. Vitória, mar/2010 Apresentação: Leandro Ibagy Vitória, mar/2010 Ao proteger excessivamente o locatário, restringindo a reprise, ninguém mais se interessava adquirir imóveis para destiná-los a locação. Nível de aquisição

Leia mais

COMISSÃO DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO. PROJETO DE LEI Nº 71, DE 2007.

COMISSÃO DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO. PROJETO DE LEI Nº 71, DE 2007. 1 COMISSÃO DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO. PROJETO DE LEI Nº 71, DE 2007. Dispõe sobre as locações de imóveis urbanos e os procedimentos a ela pertinentes, alterando a Lei nº 8.245,

Leia mais

INFORMAÇÕES. INQUILINOS Information for Tenants Portuguese

INFORMAÇÕES. INQUILINOS Information for Tenants Portuguese PODER JUDICIÁRIO DE NOVA JERSEY NEW JERSEY JUDICIARY INFORMAÇÕES PARA INQUILINOS Information for Tenants Portuguese Tribunal de Justiça de Nova Jersey Divisão Jurídica Seção Especial Cível Setor de Proprietários/Inquilinos

Leia mais

REGULAMENTO - PROCEDIMENTO ARBITRAL NA ÁREA TRABALHISTA

REGULAMENTO - PROCEDIMENTO ARBITRAL NA ÁREA TRABALHISTA REGULAMENTO - PROCEDIMENTO ARBITRAL NA ÁREA TRABALHISTA A CMAC CÂMARA DE MEDIAÇÃO E ARBITRAGEM DE CAMPINAS, com sede nesta Cidade, na Rua Barbosa da Cunha, 03 Jd. Guanabara Campinas - SP PARTE I DAS DISPOSIÇÕES

Leia mais

VALOR ATUAL IGPM ACUMULADO CORREÇÃO PARTE GERAL: 1 - Ações de Jurisdição Contenciosa ou que assumam este caráter: 2.084,74 3,8476 80,21 2.

VALOR ATUAL IGPM ACUMULADO CORREÇÃO PARTE GERAL: 1 - Ações de Jurisdição Contenciosa ou que assumam este caráter: 2.084,74 3,8476 80,21 2. 2 0 0 7 PARTE GERAL: 1 - Ações de Jurisdição Contenciosa ou que assumam este caráter: 2.084,74 3,8476 80,21 2.164,95 2 - Recursos: A) interposição de qualquer recurso 1.042,37 3,8476 40,11 1.082,47 B)

Leia mais

1. Multa pela quebra do contrato. (Lei 8.245/91- art. 4º)

1. Multa pela quebra do contrato. (Lei 8.245/91- art. 4º) Efeitos e reflexos da Lei no. 12.112/09 ao introduzir alterações na Lei n o 8.245/91 que dispõe sobre as locações de imóveis urbanos (por conseqüência não se aplica às locações regidas pelo código civil).

Leia mais

REGULAMENTO DE ARBITRAGEM REGULAMENTO DE MEDIAÇÃO

REGULAMENTO DE ARBITRAGEM REGULAMENTO DE MEDIAÇÃO REGULAMENTO DE ARBITRAGEM REGULAMENTO DE MEDIAÇÃO SUMÁRIO ESTATUTO DO CENTRO DE ARBITRAGEM E MEDIAÇÃO AMCHAM...3 SEÇÃO 1 - CENTRO DE ARBITRAGEM E MEDIAÇÃO AMCHAM...4 Artigo 1... 4 Artigo 2...4 Artigo 3...4

Leia mais

ÍNDICE. Esta oportunidade... Prefácio... PARTE I LOCAÇÃO DE IMÓVEL URBANO: CONCEITO, CARACTERES GERAIS E ELEMENTOS ESSEN CIA IS...

ÍNDICE. Esta oportunidade... Prefácio... PARTE I LOCAÇÃO DE IMÓVEL URBANO: CONCEITO, CARACTERES GERAIS E ELEMENTOS ESSEN CIA IS... ÍNDICE Esta oportunidade... Prefácio... PARTE I LOCAÇÃO DE IMÓVEL URBANO: CONCEITO, CARACTERES GERAIS E ELEMENTOS ESSEN CIA IS... XXI XXV I PARTE II CO M EN TÁ RIO S À L E I N. 8.245, DE 18 DE OUTUBRO

Leia mais

Os atos do juiz podem caracterizar-se como sentença, decisão interlocutória ou despacho. A nossa primeira questão trata da sentença.

Os atos do juiz podem caracterizar-se como sentença, decisão interlocutória ou despacho. A nossa primeira questão trata da sentença. CURSO DE RESOLUÇÃO DE QUESTÕES DE PROCESSO CIVIL PONTO A PONTO PARA TRIBUNAIS MÓDULO 6 ATOS DAS PARTES E ATOS DO JUIZ. SENTENÇA E COISA JULGADA. Professora: Janaína Noleto Curso Agora Eu Passo () Olá,

Leia mais

A responsabilidade do inquilino pelo pagamento do IPTU Imposto Predial e Territorial Urbano, relativo ao imóvel locado.

A responsabilidade do inquilino pelo pagamento do IPTU Imposto Predial e Territorial Urbano, relativo ao imóvel locado. A responsabilidade do inquilino pelo pagamento do IPTU Imposto Predial e Territorial Urbano, relativo ao imóvel locado. RONALDO MARTON Consultor Legislativo da Área III Tributação, Direito Tributário MARÇO/2006

Leia mais

O Prefeito Municipal de Resende, no exercício das atribuições, que lhe são conferidas pela Lei Orgânica do Município, em seu artigo 74, inciso XV,

O Prefeito Municipal de Resende, no exercício das atribuições, que lhe são conferidas pela Lei Orgânica do Município, em seu artigo 74, inciso XV, DECRETO Nº 5218 DE 09 DE NOVEMBRO DE 2011. EMENTA: Regulamenta os procedimentos de declaração, avaliação, emissão de guias de recolhimento, processo de arbitramento e a instauração do contencioso fiscal

Leia mais

ALTERAÇÕES À LEI DE LOCAÇÃO Lei nº. 12.112/2009

ALTERAÇÕES À LEI DE LOCAÇÃO Lei nº. 12.112/2009 ALTERAÇÕES À LEI DE LOCAÇÃO Lei nº. 12.112/2009 SWISSCAM - Câmara de Comércio Suíço-Brasileira - São Paulo, Brasil - 13 de agosto de 2010 MULTA CONTRATUAL Lei nº. 8.245/91 O locatário poderia devolver

Leia mais

PODER JUDICIÁRIO SÃO PAULO

PODER JUDICIÁRIO SÃO PAULO APELAÇÃO SEM REVISÃO N º 590.556-0/9 - SÃO VICENTE Apelante: Elisabetta Maiorano (ou Elisabetta Maiorano Errico) Apelada : Manayara de Azambuja Luz AÇÃO DE DESPEJO. NOTIFICAÇÃO. Art. 47, inc. V, da Lei

Leia mais

A Lei do Inquilinato e o novo Código Civil Questões Polêmicas

A Lei do Inquilinato e o novo Código Civil Questões Polêmicas A Lei do Inquilinato e o novo Código Civil Questões Polêmicas José Fernando Simão, Bacharel e mestre em direito pela Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo, onde atua como monitor nas aulas

Leia mais

MUNICÍPIO DE SANTA ROSA

MUNICÍPIO DE SANTA ROSA CONTRATO Nº 099/2015 CONTRATO DE LOCAÇÃO DE BEM IMÓVEL URBANO RESIDENCIAL QUE ENTRE SI CELEBRAM A FUNDAÇÃO MUNICIPAL DE SAÚDE DE SANTA ROSA E CRISTIANE PREISSLER. LOCADOR (A): CRISTIANE PREISSLER, brasileira,

Leia mais

PODER JUDICIÁRIO SÃO PAULO

PODER JUDICIÁRIO SÃO PAULO APELAÇÃO SEM REVISÃO Nº 579.006-0/1 - Apelantes: Mikar Locações e Participações S.A. Sérgio da Silva Antunes (Adesivo) Apelados : Idem AÇÃO DE COBRANÇA. CORRETOR. MEDIAÇÃO. CERCEAMENTO DE DEFESA. Não ocorrência.

Leia mais

FICHA CADASTRAL PARA LOCAÇÃO Organizações Paulo Bio Ltda CRECI/SP 12.512-J

FICHA CADASTRAL PARA LOCAÇÃO Organizações Paulo Bio Ltda CRECI/SP 12.512-J 1) Imóvel Pretendido Valor do Aluguel: R$ Valor do IPTU: R$ Valor do Condomínio: R$ Valor do Seguro de Incêndio: R$ 2) Pessoas que irão residir no imóvel (Apenas para imóvel residencial) 3) Locatário Pessoa

Leia mais

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL VICE-PRESIDÊNCIA DE GESTÃO DE ATIVOS DE TERCEIROS FATO RELEVANTE

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL VICE-PRESIDÊNCIA DE GESTÃO DE ATIVOS DE TERCEIROS FATO RELEVANTE CAIXA ECONÔMICA FEDERAL VICE-PRESIDÊNCIA DE GESTÃO DE ATIVOS DE TERCEIROS FATO RELEVANTE Informamos aos senhores cotistas do FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO CAIXA TRX LOGÍSTICA RENDA, CNPJ nº 12.887.506/0001-43

Leia mais

Decreto n.º 6/95 Acordo de Promoção e Protecção Mútua de Investimentos entre o Governo da República Portuguesa e o Governo da República da Venezuela

Decreto n.º 6/95 Acordo de Promoção e Protecção Mútua de Investimentos entre o Governo da República Portuguesa e o Governo da República da Venezuela Decreto n.º 6/95 Acordo de Promoção e Protecção Mútua de Investimentos entre o Governo da República Portuguesa e o Governo da República da Venezuela Nos termos da alínea c) do n.º 1 do artigo 200.º da

Leia mais

1 - AÇÕES DE JURISDIÇÃO CONTENCIOSA OU QUE ASSUMAM ESTE CARÁTER

1 - AÇÕES DE JURISDIÇÃO CONTENCIOSA OU QUE ASSUMAM ESTE CARÁTER Tabela de honorários de advogados dativos - 2013 (Resolução-Conjunta TJMG/AGE/ OAB 001/2013) ANEXO I - PARTE ESPECIAL 1 - AÇÕES DE JURISDIÇÃO CONTENCIOSA OU QUE ASSUMAM ESTE CARÁTER Salvo outra disposição

Leia mais

CONTRATOS INTERNACIONAIS

CONTRATOS INTERNACIONAIS FACULDADE DE TECNOLOGIA DA ZONA LESTE CONTRATOS INTERNACIONAIS HILTON DA SILVA - PROFESSOR DE DIREITO hiltonds@ig.com.br hilton@cavalcanteesilva.com.br CONSIDERAÇÕES INICIAIS O contrato é o instrumento

Leia mais

HÁ LIMITES PARA O CRESCIMENTO DO SETOR IMOBILIÁRIO? A locação de imóveis sem as garantias tradicionais. Jaques Bushatsky

HÁ LIMITES PARA O CRESCIMENTO DO SETOR IMOBILIÁRIO? A locação de imóveis sem as garantias tradicionais. Jaques Bushatsky A locação de imóveis sem as garantias tradicionais. Jaques Bushatsky A Lei 12.112 de 09/12/2009 Aperfeiçoou a Lei 8.245/91. Manteve o bom espírito da lei de 1.991. Trouxe para o direito positivo, a experiência

Leia mais

TÉCNICAS ALTERNATIVAS

TÉCNICAS ALTERNATIVAS Revista F@pciência, Apucarana-PR, ISSN 1984-2333, v.7, n. 6, p. 56 64, 2010. 56 TÉCNICAS ALTERNATIVAS RESUMO FEGURI, R. 1 FEGURI FILHO, R. 2 O presente trabalho da Lei de Arbitragem oferece suas vantagens

Leia mais

Como recorrer ao Julgado de Paz

Como recorrer ao Julgado de Paz A defesa em juízo é um princípio geral reconhecido pelo ordenamento jurídico italiano no artigo 24º da Constituição. De um modo geral, a representação é necessária, devendo, portanto, o requerente ser

Leia mais

Tribunal de Justiça de Nova Jersey Divisão Jurídica Seção Especial Cível Setor de Proprietários/Inquilinos

Tribunal de Justiça de Nova Jersey Divisão Jurídica Seção Especial Cível Setor de Proprietários/Inquilinos PODER JUDICIÁRIO DE NOVA JERSEY NEW JERSEY JUDICIARY INFORMAÇÕES PARA PROPRIETÁRIOS Information for Landlords Portuguese Tribunal de Justiça de Nova Jersey Divisão Jurídica Seção Especial Cível Setor de

Leia mais

PARECER CÍVEL 2/6468/2015 MANDADO DE SEGURANÇA 202771-19.2015.8.090000 (201592027717)

PARECER CÍVEL 2/6468/2015 MANDADO DE SEGURANÇA 202771-19.2015.8.090000 (201592027717) PARECER CÍVEL 2/6468/2015 MANDADO DE SEGURANÇA 202771-19.2015.8.090000 (201592027717) IMPETRANTE IMPETRADO RELATOR SUBPROCURADOR-GERAL DE JUSTIÇA PARA ASSUNTOS JURÍDICOS MARCIO CAMARGO CAMPOS PRESIDENTE

Leia mais

S UMÁRIO LOCAÇÕES E DESPEJO DOUTRINA CAPÍTULO I TEORIA GERAL DAS LOCAÇÕES IMOBILIÁRIAS

S UMÁRIO LOCAÇÕES E DESPEJO DOUTRINA CAPÍTULO I TEORIA GERAL DAS LOCAÇÕES IMOBILIÁRIAS S UMÁRIO LOCAÇÕES E DESPEJO DOUTRINA CAPÍTULO I TEORIA GERAL DAS LOCAÇÕES IMOBILIÁRIAS 1.1. Generalidades... 17 1.2. Conceito, requisitos e características... 37 1.3. Natureza jurídica do contrato de locação...

Leia mais

REGULAMENTO DA ARBITRAGEM E DA MEDIAÇÃO DA CÂMARA DE MEDIAÇÃO E ARBITRAGEM DA REGIÃO METROPOLITANA DO VALE DO ITAJAÍ - MEDIARVI TÍTULO I DA ARBITRAGEM

REGULAMENTO DA ARBITRAGEM E DA MEDIAÇÃO DA CÂMARA DE MEDIAÇÃO E ARBITRAGEM DA REGIÃO METROPOLITANA DO VALE DO ITAJAÍ - MEDIARVI TÍTULO I DA ARBITRAGEM REGULAMENTO DA ARBITRAGEM E DA MEDIAÇÃO DA CÂMARA DE MEDIAÇÃO E ARBITRAGEM DA REGIÃO METROPOLITANA DO VALE DO ITAJAÍ - MEDIARVI TÍTULO I DA ARBITRAGEM CAPITULO I DAS PARTES Art. 1º - O Regulamento da Câmara

Leia mais

Processo n 177.130.2014-4 Acórdão 115/2015 Recurso AGR/CRF-060/2015 AGRAVANTE: FSEG CURSOS EM FORMAÇAO DE VIGILANTES LIMITADA - ME

Processo n 177.130.2014-4 Acórdão 115/2015 Recurso AGR/CRF-060/2015 AGRAVANTE: FSEG CURSOS EM FORMAÇAO DE VIGILANTES LIMITADA - ME GOVERNO DA PARAÍBA Secretaria de Estado da Receita Conselho de Recursos Fiscais Processo n 177.130.2014-4 Acórdão 115/2015 Recurso AGR/CRF-060/2015 AGRAVANTE: FSEG CURSOS EM FORMAÇAO DE VIGILANTES LIMITADA

Leia mais

AGRAVO DE INSTRUMENTO: Conceito: é o recurso adequado para a impugnação das decisões que denegarem seguimento a outro recurso.

AGRAVO DE INSTRUMENTO: Conceito: é o recurso adequado para a impugnação das decisões que denegarem seguimento a outro recurso. AGRAVO DE INSTRUMENTO: Conceito: é o recurso adequado para a impugnação das decisões que denegarem seguimento a outro recurso. Por que se diz instrumento: a razão pela qual o recurso se chama agravo de

Leia mais

VISTOS, relatados e discutidos, os autos acima

VISTOS, relatados e discutidos, os autos acima ESTADO DA PARAÍBA PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA Gab. Des. Gen ésio Gomes Pereira Filho ACÓRDÃO AGRAVO DE INSTRUMENTO N 001.2011.015750-81001 RELATOR : Dr. Aluízio Bezerra Filho, Juiz Convocado para

Leia mais

Apresentação Parceria Fiança Locatícia.

Apresentação Parceria Fiança Locatícia. Apresentação Parceria Fiança Locatícia. Fiança Locatícia. O seguro de fiança locatícia facilita a vida dos proprietários dos imóveis, das imobiliárias e inquilinos, substituindo com vantagens o fiador.

Leia mais

CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS PARA ADMINISTRAÇÃO DE BENS IMÓVEIS

CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS PARA ADMINISTRAÇÃO DE BENS IMÓVEIS CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS PARA ADMINISTRAÇÃO DE BENS IMÓVEIS CONTRATANTE inscrito no CPF sob nº, RG, estado civil, profissão, domiciliado a BH/MG, CEP E-mail: TEL: Pelo presente Contrato, o(a)

Leia mais

Exposição. 1. Município de Londrina ajuizou execução fiscal em face de Alessandro

Exposição. 1. Município de Londrina ajuizou execução fiscal em face de Alessandro APELAÇÃO CÍVEL N. 638896-9, DA COMARCA DE LONDRINA 2.ª VARA CÍVEL RELATOR : DESEMBARGADOR Francisco Pinto RABELLO FILHO APELANTE : MUNICÍPIO DE LONDRINA APELADO : ALESSANDRO VICTORELLI Execução fiscal

Leia mais

AÇÃO DE CONSIGNAÇÃO EM PAGAMENTO

AÇÃO DE CONSIGNAÇÃO EM PAGAMENTO AÇÃO DE CONSIGNAÇÃO EM PAGAMENTO 1 1) O DIREITO MATERIAL DE PAGAMENTO POR CONSIGNAÇÃO a) Significado da palavra consignação b) A consignação como forma de extinção da obrigação c) A mora accipiendi 2 c)

Leia mais

Regimento Interno da. 2ª Corte de Conciliação e Arbitragem de Goiânia, Estado de Goiás (2ª CCA-GO)

Regimento Interno da. 2ª Corte de Conciliação e Arbitragem de Goiânia, Estado de Goiás (2ª CCA-GO) Regimento Interno da 2ª Corte de Conciliação e Arbitragem de Goiânia, Estado de Goiás (2ª CCA-GO) A 2ª Corte de Conciliação e Arbitragem de Goiânia, Estado de Goiás, doravante denominada 2ª CCA-GO, usando

Leia mais

BRADESCO SEGURO FIANÇA LOCATÍCIA

BRADESCO SEGURO FIANÇA LOCATÍCIA BRADESCO SEGURO FIANÇA LOCATÍCIA Seguro Fiança Locatícia O que é o Seguro Fiança Locatícia O Mercado Partes envolvidas Coberturas Tipos de Imóveis Processo de Contratação Acesso ao Sistema O que é o Seguro

Leia mais

www.caesp.org.br Rua Pará, nº 50 conjunto 91. Higienópolis São Paulo SP (11) 3258-2139 contato@caesp.org.br

www.caesp.org.br Rua Pará, nº 50 conjunto 91. Higienópolis São Paulo SP (11) 3258-2139 contato@caesp.org.br www.caesp.org.br Rua Pará, nº 50 conjunto 91. Higienópolis São Paulo SP (11) 3258-2139 contato@caesp.org.br Regulamento do CAESP Conselho Arbitral do Estado de São Paulo I Disposições Preliminares 1. De

Leia mais

DIREITO CIVIL E DIREITO PROCESSUAL CIVIL

DIREITO CIVIL E DIREITO PROCESSUAL CIVIL DIREITO CIVIL E DIREITO PROCESSUAL CIVIL PEÇA PROFISSIONAL José, brasileiro, por intermédio da Administradora de Imóveis Maranhão Ltda., sociedade civil, representada por Aluísio, contratou a locação da

Leia mais

1.ª CÂMARA DE CONCILIAÇÃO E ARBITRAGEM DO ESTADO DE PERNAMBUCO - 1.ª CCA-PE - REGIMENTO INTERNO PARTE I CAPÍTULO ÚNICO DAS FUNÇÕES E DA ESTRUTURA

1.ª CÂMARA DE CONCILIAÇÃO E ARBITRAGEM DO ESTADO DE PERNAMBUCO - 1.ª CCA-PE - REGIMENTO INTERNO PARTE I CAPÍTULO ÚNICO DAS FUNÇÕES E DA ESTRUTURA Página 1 de 19 1.ª CÂMARA DE CONCILIAÇÃO E ARBITRAGEM DO ESTADO DE PERNAMBUCO - 1.ª CCA-PE - REGIMENTO INTERNO PARTE I CAPÍTULO ÚNICO DAS FUNÇÕES E DA ESTRUTURA Art. 1º. O presente Regimento Interno estabelece

Leia mais

- 2 - Olá, eu sou o. Zé Virtual. e estou aqui para tirar suas dúvidas quanto ao Juizado Central

- 2 - Olá, eu sou o. Zé Virtual. e estou aqui para tirar suas dúvidas quanto ao Juizado Central - 2 - Olá, eu sou o Zé Virtual e estou aqui para tirar suas dúvidas quanto ao Juizado Central - 3 - JUIZADO CENTRAL uma Justiça mais rápida e acessível O Juizado Central foi criado para solucionar, de

Leia mais

Superior Tribunal de Justiça

Superior Tribunal de Justiça RECURSO ESPECIAL Nº 1.297.974 - RJ (2011/0240991-9) RECORRENTE : ITARUMÃ PARTICIPAÇÕES S/A ADVOGADO : ROBERTO THEDIM DUARTE CANCELLA E OUTRO(S) RECORRIDO : PARTICIPAÇÕES EM COMPLEXOS BIOENERGÉTICOS S/A

Leia mais

INFORMATIVO JURÍDICO SEMANAL Nº XLIII- AN0 2010 DIREITO TRABALHISTA NOVAS MODALIDADES E POSTOS DE TRABALHO

INFORMATIVO JURÍDICO SEMANAL Nº XLIII- AN0 2010 DIREITO TRABALHISTA NOVAS MODALIDADES E POSTOS DE TRABALHO 1 INFORMATIVO JURÍDICO SEMANAL Nº XLIII- AN0 2010 DIREITO TRABALHISTA NOVAS MODALIDADES E POSTOS DE TRABALHO Com o avanço da globalização, o mundo contemporâneo se viu forçado a criar novas formas de trabalho,

Leia mais

APELAÇÃO SEM REVISÃO Nº 863.771-0/2 Mogi das Cruzes Apelante: Maurício Guina Pires Apelado: Arnaldo Rufino Lopes Parte: Wagner Alves da Silva

APELAÇÃO SEM REVISÃO Nº 863.771-0/2 Mogi das Cruzes Apelante: Maurício Guina Pires Apelado: Arnaldo Rufino Lopes Parte: Wagner Alves da Silva APELAÇÃO SEM REVISÃO Nº 863.771-0/2 Mogi das Cruzes Apelante: Maurício Guina Pires Apelado: Arnaldo Rufino Lopes Parte: Wagner Alves da Silva EMBARGOS À EXECUÇÃO. AÇÃO DE DESPEJO POR FALTA DE PAGAMENTO

Leia mais

Processo de arbitragem n.º 78/2015. Sentença

Processo de arbitragem n.º 78/2015. Sentença Processo de arbitragem n.º 78/2015 Demandante: A Demandada: B Árbitro único: Jorge Morais Carvalho Sentença I Processo 1. O processo correu os seus termos em conformidade com o Regulamento do Centro Nacional

Leia mais

PROTOCOLO DE COOPERAÇÃO E ASSISTÊNCIA JURISDICIONAL EM MATÉRIA CIVIL, COMERCIAL, TRABALHISTA E ADMINISTRATIVA (PR. DE LAS LEÑAS)

PROTOCOLO DE COOPERAÇÃO E ASSISTÊNCIA JURISDICIONAL EM MATÉRIA CIVIL, COMERCIAL, TRABALHISTA E ADMINISTRATIVA (PR. DE LAS LEÑAS) MERCOSUL/CMC/DEC. N 05/92 PROTOCOLO DE COOPERAÇÃO E ASSISTÊNCIA JURISDICIONAL EM MATÉRIA CIVIL, COMERCIAL, TRABALHISTA E ADMINISTRATIVA (PR. DE LAS LEÑAS) TENDO EM VISTA: O Tratado de Assunção assinado

Leia mais

2 - Qualquer pessoa pode reclamar seu direito nos Juizados Especiais Cíveis?

2 - Qualquer pessoa pode reclamar seu direito nos Juizados Especiais Cíveis? Tribunal de Justiça do Estado de Goiás Juizados Especias Perguntas mais freqüentes e suas respostas 1 - O que são os Juizados Especiais Cíveis? Os Juizados Especiais Cíveis são órgãos da Justiça (Poder

Leia mais

Superior Tribunal de Justiça

Superior Tribunal de Justiça RECURSO ESPECIAL Nº 1.412.372 - SC (2013/0351751-5) RELATOR : MINISTRO PAULO DE TARSO SANSEVERINO RECORRENTE : ADMINISTRADORA E EMPREENDIMENTOS IMOBILIÁRIOS FONSECA LTDA ADVOGADO : CRISTIANO IMHOF E OUTRO(S)

Leia mais

1. Ação de Despejo por Falta de Pagamento Autos do processo nº 29.195/00 Requerente: Carlos Batoco Requerido: Colégio Pioneiro S/C Ltda.

1. Ação de Despejo por Falta de Pagamento Autos do processo nº 29.195/00 Requerente: Carlos Batoco Requerido: Colégio Pioneiro S/C Ltda. APELAÇÃO COM REVISÃO N º 712.871-0/7 SÃO PAULO Apelante: Colégio Pioneiro S/C Ltda. Apelado: Carlos Batoco Referências: 1. Ação de Despejo por Falta de Pagamento Autos do processo nº 29.195/00 Requerente:

Leia mais

1 - AÇÕES. Modelo: AÇÃO ANULATÓRIA DE DÉBITO FISCAL - DÍVIDA ATIVA ESTADUAL (PROCEDIMENTO ORDINÁRIO)

1 - AÇÕES. Modelo: AÇÃO ANULATÓRIA DE DÉBITO FISCAL - DÍVIDA ATIVA ESTADUAL (PROCEDIMENTO ORDINÁRIO) Modelo: AÇÃO ANULATÓRIA DE DÉBITO FISCAL - DÍVIDA ATIVA ESTADUAL (PROCEDIMENTO ORDINÁRIO) ESC.DIV.ATIVA EST. 1106-4 211,76 Recolhimento das custas referentes ao ato dos escrivães no valor de R$ 211,76,

Leia mais

CASO RELATIVO À CONVENÇÃO DE VIENA SOBRE AS RELAÇÕES CONSULARES (Paraguai v. Estados Unidos da América)

CASO RELATIVO À CONVENÇÃO DE VIENA SOBRE AS RELAÇÕES CONSULARES (Paraguai v. Estados Unidos da América) CASO RELATIVO À CONVENÇÃO DE VIENA SOBRE AS RELAÇÕES CONSULARES (Paraguai v. Estados Unidos da América) (MEDIDAS CAUTELARES) Decisão de 9 de abril de 1998 Histórico do caso e exposição das demandas (parágrafo

Leia mais

PORTARIA n 072 /2014/GAB/SEDAM Porto Velho-RO, de de 2014.

PORTARIA n 072 /2014/GAB/SEDAM Porto Velho-RO, de de 2014. PORTARIA n 072 /2014/GAB/SEDAM Porto Velho-RO, de de 2014. Estabelece procedimento para conversão de multas simples em serviços de preservação, melhoria e recuperação da qualidade do meio ambiente, e dá

Leia mais

PREPARATÓRIO 2ª ETAPA Direito Civil Parte Geral e Contratos Professor: Marcu Antonio Gonçalves

PREPARATÓRIO 2ª ETAPA Direito Civil Parte Geral e Contratos Professor: Marcu Antonio Gonçalves PREPARATÓRIO 2ª ETAPA Direito Civil Parte Geral e Contratos Professor: Marcu Antonio Gonçalves QUESTÃO 01 Partindo-se da premissa da instrumentalidade do processo, há diferença ontológica entre a jurisdição

Leia mais