ffi" Polltica de I nvestimento 20L4 a Plano BD Fundação Cepisa de Seguridode Social - FACEPI !b-

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2 TfESt'Íà fieìã;g=fo {'inkr lreiina * P! :flp 64.t{.i1-4m - tel. 8632i5350ü - fàì. $6 32: ryffii4r.sr H,CffiI *.{ * rruriltüdlltt*

3 fiilc=pl 1 Introd ução A Fundação Cepisa de Seguridade Social - FACEPI é uma Entidade Fechada de Previderrcia Complementâr,constituida na [ornra dalegislaçãoperti rrenteernvigor, decaráter nãoeconòmicoe sem fins lucrativos. corìì âutünomia administrativa e fi nanceira. Sua Íunção é administraf e executâr planos de beneíícios de natureza previcjencidria. Responsável pela gestào e administração do plam BD, com benefício definiclo. Conforrn estabetece a Ler Complernentâr 109/2001 e Resolução CMN nc 3lg2l7}Og que contérn as diretrìzes de apiicação dos recursos garantidores clos planos de beneíícios adrninistrados pelas Enticlades Fechaclas cle Previdencia Complementar (EFPC). as Entidades Fechadas de Prevìclència Complernentar clevem definir a Politica de Investimento pârâ cada um dos planos por elâ ad ministrados. 2 Governança Corporativa A adoção das melhores práticas de Governança Corporativa garânte que os envolüdos no processo decisório da Entidade cumprâítì seus códigos de ccrnduta pré-acordados a fim de rninimlzar coníl itos de interesse ou qurebra dos deveres. Assim, corïì as responsabilirlades bem definiclas. cornpete à Diretoria Executìva, que é a responsável pela administraçãa da Entidade, a elaboração da Política de Investimento. devendo surbmetê-la para ãprovação ao Conselho tleliberativo. o principal agente nas deíinições das políticas e das estratégias gerais da Entidade. Cabe ainda ao Conselho Fiscal, o efetivo controle da gestão dè entidade. de acordo com o Art. 19e. da Resolução CGPC n.s 13, de 1p de outubro de 2004, que deve ernitir relâtório cle controle interno em periodicìdade semestral sobre a aderència clâ gestão dê recursos às n()rmas em vigor e iì esta PCIlítica de Investimento. Esta strutura târânte a adoçào das rnelhores práticâs de gcvernança corporiìtiva. evidenciando a segregação de funções adôtadâ inclusive pelos órgàos estàtutàrios. Ainda de acordo com os norrnàtivos. estã Políticè de Investimento (Pl) estabelece os principios e diretrizes â serenì seguidos na gestão dos recursos correspondentes as rêservãs tecnicas, fundos e provisões. sob a administração desta entidade. visando atingir e preservâr o equilíbrio atuarial e a solvência do Plano BD. As diretrizes aqui estabelecidas são complenìentâres, isto é, coexistem corn aquelas estabelecidàs pela legislação aplicávelr. sendo os administradores e gestores incunrbidos da responsabilidade de observálas concoíììitanteíììente, ainda que não este,aín transcritas neste docuríìento..ie LB j3 crì',ììër1ür.rl!. 9:'q-rrdt:.:ô.::iaìrft'ii : fì!:t C.'rc! Llt'Tlr(t'clrìÌ:'ìi;Í rei,lltr +s rìnr:rt:ts :ìir: â.:)lle:-çfd d*s rl:trs*t rits,:l; rct rk f,t {:irt,tr ltrl i üü:tltlìi ïèìê:iflc \.:tlè'ì1. t}:''::ê'tirel :cli ;lrhc;tiú di (f5olilciìüfljì\ì',]l!i?],]lìíj!i,.o'ìè'ìclc;.cdrr:rtzrs.: c;:: t::sìcr-lc:rc:.t l.]:iìêd'5ç qirrvtdc.tit:!cn; ertt.t:.:ri-.ìlì\ctlc:[i -ì.1: 't$r5ìin a:t :li r a s: d: rn d w :l:,tcs :sr çl : : drit,rt::r; d c: t 4esol.ric \c J.llt2. df,.l,i dc sr:crì:tcdc lli,r!. dc!è.ìscl,ìü \. ü"ìc:.1.rll \;!rüì;1, {ìic r;r;rridcrrs do::larc r,lntrtnr:rll! Jlia -i -\ '. 'dl.c:õt sslrt;: dnt:tt:cs dc r:lt:l{.ìc dc:; rr:t-tr:c: C^^-

4 tmr 1ã.c=Fl 3 Diretrizes Gerais Os princípios, metodologias e parâmetros estabelecidos nestê Pl buscam garantir. ao longo do tempo, a sêëurançâ, liquidez e rentabilìdade adequadas e suíìcientes ao equilíbrio entre ativos e passivos do plano, bem como procuram evitar a exposição excessiva riscos para os quais os prêmios pagos pelo mercado não sejam atraentes ou adequados aos obietivos do Plano. Esta PolÍtica de Investimento entrârá em vigor em 01" de janeiro de O horizonte de planejamento utilizàdo na sua elaboraçãcompreende o período de 60 meses que se estende de janeiro de 2014 a dezembro de conforme especifica a Resoluçào CGPC No 7, de 4 de dezembro cle Esta política está de acordo com a Resolução CMN mais especil'icamente em seu Capítulo 5 "Da PolÍtica de Investimento" que dispõe sobre parãmetros mínirnos como alocação de recursos e limites, utilização de instrumentos derivâtivos, taxa rninima atuarial ou indices de referência do plano, as metas de rentâbilidade, rnetodologias adotadas pâra o ãpreçamento dos ativos financeiros e gerenciamento de riscos, alem dos princípios de responsabilidade socioambiental adotados. Havendo mudanças na legislaçào que de alguma forma tornem estas diretrizes inadequadas, durante a vigência deste instrumento, estâ Pl e os seus procedimentos serâo alterados gradativamente, de forma a eütar perdas de rentabilidade ou exposição desnecessária a riscos. Caso seja necessário, deve ser elaborado um plano de adequação com criterios e prazos parâ a sua execução, sempre com o objetivo de preservar os interesses do Plano. 5e nesse plano de adequação o prâzo de enquadramento estabelecido pelas disposições tíansitóriàs da nova legislação for excedido, a Entidade der'erá realizar consulta Íormal ao Órgão regulador e Íìscalizador de acordo com a Instrução Normativa da PREVIC ne 4, de 6 de iulho de 2010 que disciplina ô encâminhamento de consultas à Superintendència Nacional de Preüdência Complementar * PREVIC. 4 Plano de Benefícios 4.7 ldentificação do Plana de Eeneficias Estâ políticâ de investimento âpresentas diretrizes parâ a aplicação dos recursos garantidores do Plano BD, administrado pela Fundação Cepisa de Seguridade Social - FACEPI cujas principais características são: Tipo de Plano: BenefÍcio Definido CNPB: Administrador Responsáwl pelo Planode Beneficios (ARPB)r:Benício Olímpio de Melo Neto 'tgpt ib. de It de n;rçc de ILYJü q'jr '5Èr*r ìr;ì;: ;re -ri:o d.. rrsiorç:ldrde dü ',li:rü{rìtdoí c.r dc rìs:njrdor. ; ;dèç;c ü :rhrãçic d5s iìoiìcscs 5ürÌdÌfici5, der'ìè,ìrijr,cèí. rcünüìrrãí r ;rrl-rirrr;s:ic dê rfsaü'ì5ìct *ldc dtr nrìrrats círrì,il:rrlüs clii!lèt ì; túrrr: dé!ért tíii:íio. equaldëverértoltr;r.de'xre osrrcn:ro:dll.fjtre:cni -xe(:tìtïë.rdnr"ris:rrclcrrc:ce.rsátel celeol".rodrccreiicic:' r 'r, :Jl.:: 1.ì:.i --!.1 ì.ì., 8'^^ W

5 Fd lãfl. Administrâdoí Estatutário TecnicaÌïente Qualificado (AFfQlo: Lídia Francis.. t.,.u" a.ru" ho Airemoraes 5 A Carteira Atual A cârteira atual, de acordo com a tabela abaixo, dernonstra os percentuais de alocação assim como os limites legais observados por s gmento na data 30/09/ Alocação de recursos e os limites por segmento de aplicação A Supervisão Baseada em Riscos apresentada pela PREVIC verifìca a exposição a riscos e os controle sobre eles exercidos, atua de forma prudencial sobre as origens dos riscos e induz uma gestão proativa das entidades. A análise e avaliação das adversidades e das oportunidades, observadas em cenários futuros, contribuem para a formação de uma visão ampla do sistema de previdència complementar fechado e do ambiente em que este se insere, visando assim à estabilidade solidez do sistema. A modalidade do plano de benefícios, seu grau de maturação, suas especificidades e as características de suas obrigações. bem como o cenário macroeconômico. determinam as seguintes diretrizes dos investimêntos: as m tâs de resultado do plano de benefícios e dos segmentos de aplicação; a alocação dos recursos nos diversos segmentos; os limites máximos de aplicação em cada seg,mento e âtivos; os indexadores e prau os de vencirnentos dos investimentos; a escolha por ativos que possuem ou não amortizações ou pâgãmento de juros periódicos; dentre outros. 6.X Etçectativos de Retorno A expectativa de retorno dos investimentos passa pela definição de um cenário econômico que deve levar em consideração as possíveis variações que os principais indicadores podem sofrer, mensuradas através de um modelo estocástìco que observa a volatilidade histórica apresentada por eles para estimâr as possíveis variações, dada urna expectativa de retorno. A correlação entre os ativos que já se encontram na carteira e os que são passiveis de aplicação também é uma variável irnportante pâra esta definição..0câ9iiu ol;dflìê5ú!çèaú\fi\]l5?q.f!r':i:..i.'?i5l;.jil irl/l5lj1ìfl.''pi.l i. çrlij0í:,)5;.tl(1.,'s5 7'.;5e ìulntf:ortelriaçèo:.'1lifc.êuu..cej'q]:6l.il,tu-an:,nl53ü ìltè.j:fìüúslì!tfì*:ünl'l'.{ü;u;lìl.fúúiii ÌQjp(]rL. trèudtr npsta,ì!-sofu f,ï 9,' t*

6 ffic#i O resultado desta análise se encontra no quadro abaixo, que demonstra a expectativa de retorno da Entidade em relação a cada segmënïo de aplicação, bem como os compara com o que foi observado nos últimos pwíodos. Conrolidado 15,7796 x,82x ReÍda Filã 17.53?6-47:t% xx,6996 Renda Variâvel 10,$'x -9,75 YIAffi lnveüümentos E$ruturados rx,(f* s,6s 14,Í)09{ lnvesümentos no Ër(eÍioÍ lmóyeis 1, i6 1t,6916 Openções com Participantes r9,53x 9,759( 11,69t( 6.2 Limites por segmento A tabela a seguir apresenta a alocaçào-objetiw e os limites de aplicação em cada um dos segmentos definidos pela Resolução CMN ne 3792/2009. Essa alocação foi definida com base em estudo de macro-alocação de ativos, elaborado com o intuito de determinar a alocação estratégicã a ser perseguida ao longo do exercicio desta Política de Investimento que melhor reflita as necessidades do passivo. Estâ definição está em linha com os itens 54 e 55 do Guia de Melhores Práticas oara I nvestimentos Previc. A alocaçãobjetivo foi definida considerando cenário macroeeonômico e âs expectativas de mercado vigentès quando da elaboração desta politìca de investimento" conforme descrito no item anterior. 7 limites Na aplicação dos recursos, o plarc observa os lirnìtes estabelecidos por esta Política de Investimento e pela Resolução CMN ne 3.792, conformestabelas abaixo. 7.X. Por modolidode de investímento k /L'"'

7 fficffii RmdlFha Tfulus da dí,ida ÍÍrti[áia bd ral 100!6 100!6 10{t Aü\os de rerda ixa. eceb tljos da diida nnbláda fudsd 80x 80?6 btras FirÊmd ras (Lf), Ceilf cadm de Depódb Barcáio (CtE) e È$dbs a Pram com Ganrla Especial(DPGE) g!% 8016 DebêrtJes g,? Fhbs PÍtrÌis ódâs ú,à Cedúasde ÊréÍlb bmáno [CCB) e cerltcadg de ceddas de crédb banái0 (CCCB) ZTM xt6 l-hbs de cródb â e:porteb (NCE) e céilas de crédb à oçortqtu (CCB rà Cobs de frídos deirvestn rb emdií itos cí diüirios (FIDC) e de frrdo de cobs de FDCs 20x 20)6 CeÍüfcdc de retebí isi rmtilâi0ç(crl) 2M 2M Céddas de rrérìb i ÍrEtitário (CCf) 20?6 2C,6 ïfr.los do agrorqório (CFR;CDCA; CRA eì/yilíaíìagmpecúi0) fumis tfuilos e ldores nnü láios (e>ceb debèntue$ de conptfias abeíàs, e)cdo de secdlaòns 2M 2M RüdnVarbv.l 70% 19,349( Âções de cunpa*ias áerbs adnildas à rrgaì{ih rn *gnenb Nurt lih$ado & Eií&.FEo\Éspa 7(M 19,3416 Âçoes dê c ompilfias aòeíes adííildõ à regoci4ib m segíïêrto N[Êl? da BìI&F8o\'rsps 60x 19,34% Ações de crnpr*ias deíhs adíritdg â ÍEgori4à m segmnb Eocspa Mds & Bfrl&FBoieça 50?ú 19,34% Açôes de corprfias àeíbs adííildas à mgmi4fu rn segírenb Nial 1 da Bìd&FBorespa 4596 x},349d Àçõesem dasdlcação de güêmârça c üpoíal\a + coh de frnüs de Írlces È açôx (FIFs) ïülos e ralores noh[âios de eríissão de Sociedades de Pro$tito Espec lco (SPEs) 35*,0v 19,34% 19,!1496 hbêrüres compat. ms lrms + Ceú PoÈrrialÂdciord de C0r6tl{ão +CÍéüto de híüúro +O,m hvëtimnbs r3tuírndos 2096 t4,7m FLrdG de paíldpa$ão lo't 14,70?5 Fudos tvlhios rh Incslmrüs emenpesas Emergenbs 20v6 t4,7m Fudos Innliüáios {t9ú Fmdos mjlmmado cln0s regüamenhs úservem exlurivamnb a leíisbção esbbdecitla pela CVM 10fi 1üÁ hvgtl nbs no o(t rioí 10% tn" hrhr.is a?6 896 Oprrqôrs om pailhhartlr 159ú 159{ 7.2 Alocação por Emissor h$tü g b I ntrtrd ra ar$íi iada a frrf,i orer pd o B acen fesouo Esbfud nr Mricinal )-

8 Ffcãi"i PaÍod raúr do Plano de Beneftios (n6 FDCf NFDC Ftndos de írdce Refurenido un Ceú de Âções de hnparlias Âberbs Sodedadx Prqôsib EEetlco-SPE FltrlC Cla$dícad0s rd SegrÍEdDs de bvesiírerüos EfiLüÍados 10% xo6 10i6 1{tì6 ltm 10x 7.3 Coneentrdção por Emissor S ú caíiblvdtìe de una ncsnb Oa.AbeÈ S ú cadblhtd de LnÊ mesín Oa. ÂbeÍb 0u de uírìa nesína SPE 96 ú PL de uns msnu krsüti çto tirurrd n % ú PL de F$ú de hüce Refrrerriado em Cesb de a$õ s de Oa. ÂbeÍh % ú PLde Fuú de Íri"úrÍErü0 dasiícd0 m SegÍIErlo & lvestmrh Estuirados 96 do PLde Futr de h,e$rmrtos clasilcadosrn Segntnb ò Ìveslmnbsm Extsdor % fr FL de F wüs de índce no E>Gioregociadrem Bdsa de ValoÍes m Bra{il S ft Fati norio SeFarado de Ceúftados de Recebids comref ne ti úriái o " O linite passã a ser de 30-r:, Dâra!!rL coìsriiridã ex(lltsivdrìêì!è DèrË Ètilãr cortg cotrcessioniria. txrlìlsidnirlà, rmíornì redaçè o expressa Ìa ilss oluçâ o Lì è[èrì tl.:]7i de 31 dè È-ÊubrF dë 1Ìi:. l- âríelìdaláíia V.4 Concentração por lnvestimento B de una mesm scie de ttlm ou\alresmdil iiios S de Lrm mesír c hsse ou sede de cotas de t IDC % de un íesntr empeerrlrnrto innblátio I Restrições Na aplicação dos recursos, o plâno observa âs vedações estâbelecidas pela Resolução CMN ne para as modalidades de investimento elegíveis. Cabe ressaltar que as restrições para âplicação em títulos e valores mobiliários estabelecidas nos tópims a seguir são válidas somente para os ve{culos de investimento exclusivos. As aplicações em cotas de fundos abertos condominiait realizadas diretamente ou por intermédio de carteira própria, estão sujeitas somente à legislação aplicável e âos seus regulamentos e mandatos especificos. I Derivativos As operações com derivâtivosão permitidas, desde que respeitados os limites, restrições e demais condições estabelecìdas pela Resolução CMN ns e regulamentações posteriores. N

9 O controle da exposição em derivatir,ros será feito por meio do monitoramento: ffics,;'i dos níveis de margern depositada como gârantia de operações com derivativos; e das despesas com â cornpra deopções. 0 controle da exposição a derivatiros dere ser realizado individualmente por veículo de investimento. Os limites devem ser medidos em relação as alocações ern: Títulos da díüda pública federal; Títulos de emissão de instituições financeiras {CDB, RDB, DPGE, etci; e Ações integrantes do Índice Bovespa. A soma dos investimentos Resses ativos deve ser considerada como denominador na conta da exposição, que devem respeìtar os seguìntes limites: Até L5% {quinze por cento) de deposito de margem para operaçôes corn derivativos; Até 5% (cinco por cento) de despesas com comprã de opções. 10 Apreçamento de atívos financeiros Os títulos e valores mobiliários ìntegrãntes das carteiras e fundos de investimentos, exclusivos ou não, nosquais o plano aplica recursos devem ser marcados a valor de mercado. de acordo ccm os critérios recomendados pela CVM e pela ANBIMA. lsso não exclui a possibilidade, porem, de o plano contabilìzar os títulos que pretende cârregâr ate o vencimento pela taxa de compra do papel, método chamado de marcação na curvâ. A metodologia para âpreçamento deve observar as possíveis classificações dos ativos adotados pela EFPC (para negociaçãou mantidos até o rencimento), observado adicionalmente o disposto na Res. CGPC n e 04, de 30 de janeiro de metodo e as fontes de referênci adotada pâra apreçamento dos ativos pela Entidade são os mesmos estabelecidos por seu custodiante e estão disponíveis no Manual de apreçarnento do custodiante. E recomendável que todas as negociações sejam realizadas através de plataformas eletrônicas au em bolsas de valores, mercadorias e futuros, visando maior transparência e maior proximidade da valor real de mercado. De acordo com o rnanual de boas práticas da Previc "A verificação do equilibrio ecorúmico e fìnanceiro dos planos de benefícios depende da precificação dos ativos, ou seja, e preciso que a entidade busque, diretamente ou por meìo de seus prestadores de servìços, modelos adequaclos cle apreçamento. A forma de avaliação deve seguir as melhores práticas do mercado financeiro na busca do preço justq considerando-se ainda a modalidade do Blano de benefícios". O controle da marcação dos papeis é feito por meio de relatórios gerados mensalmente por consul tores co ntratados. À-./, hj-\ E 9

10 ffir#i LL Benchmarks por segmento e metas de rentabilidade/atuarial A Resolução CMN ne exige que as entidades fechadas de previdência complementar definam índices de referêncialbenchmo*s) e metas de rentabilidade para cada segmento de a$icação. Entende-se como Índice de referência, ou benchmorí<, para determinado segmento de apìicação índice que melhor reflete a rentabilidade esperadâ pâra o curto prazo, isto e, para horizontes mensais ou anuais, conforme as características do investimento. Esse índice está sujeito às wriações momentáneâs do mercado. Por outro iado, a meta reflete â expectativa de rentabilidade de lcngo prazo dos investimentas realizados em cada um dos segmentos listadcs a seguir, rentabilidadestã que pode apresentar menor wlatilidade e maior aderênciaos objetivos de longo prazo do plano. i tttpc + F,5(D6 aa Renda tlariável i lbrx + 59{aa lilprc + 6,2496 aa lf{pc + 5,5096 aa Operaçõescom Participãnte5 i ttlpc + 5,509( aa lilfc +8,889( a. lì{fc + 7,1896 aa INFC + 6,2496 aa INFC + 5,50?6 aa llìlfë +5"5096 aa 12 Mandatos A despeito da organização de seus investirnentos baseada nos segmêntos propostos pela legislação aplicável, a Entidade adota a estruturâ gerencial de rnandatos pâra o monitoramento de seus investimentos. Um mandato pode ser entendido como a consolidação de investimentos corn caracterisücas semelhantes em termos de risco, rentabilidadesperada, prazo etc. Alem de servir de referência pâra a gestão dos recursos, tal estrutura de investimento serve como parâmetro para o controle e rnonitoramento dos riscos financeiros inerentes a cada mandato. O quadro a seguir apresentâ a estrutura de mandatos adotada, com seus respectivos benchmarks. Os índices de referência e as metas de rentabilidad estabelecidas anteriormente, para cada segmento, representam uma estimatiw da consolidação dos mandatos. \ 10

11 IF lãc= l A seguir, detalha-se resurnidamente â estrutura de cada um dos rnanclatos observados: ALM: esse mandato contempla os veículos de investirnento que carregârn os títulos de longo prazo destinados a cobrir as obrigações atuariais do plano. Multimercado Estruturado: esse rnandato reúne os fundos rnultirnercadôs que não obedecem, necessariamente. â todosos pontos da legislação aplicável às EFPCs. Por outro lado, os fundos que compõem esse mandato não devem utilizar as prerrogativas de investimentos destinados a investidores qualificados, de acordo corn a exigència da Resolução CMN ns AA9. Renda Variável Ativa: esse mandâto engloba os investirnentüs eín ativos de renda variável com Ínenor correlação com os Índices tradicionais do mercado, e que buscarn atingir retornos diferenciados no longo prâ Gestão de Risco Em linha com o que estàbelêce o Capítr-rlo lll, "Dos Controles Internos e de Avaliação de Risco", da Resolução CMN ns 3792/2A09. este tópico estabelece quais serão os criterios, parâmetros e limites de gestão de risco dos inr,estimentos. Reforçado pelo Guia de Melhores Práticas da PREVIC a verificação e controle dos riscos inerentes à gestão do plano de benefícios devern ser realizados de forrna proativa pela Entidade. estabelecendo os alicerces para a implementação do modelo de Superüsão Baseada em Risco. Õ objetivo deste capítulo e demonstrar a análise dos prìncìpais riscos destacando a importância de estabelecer regras que permitam identillcar, âvâliâr, rïìensurâr, controlar e monitorar os riscos aos quais os recursos do plano estão expostos, entre eles os riscos de rédito, de mercado, de liquidez. atuarial, operacional, legal, sistèmico e terceirização. A definição dos limites de riscos depende de alguns fatores, como: DeÍìnição rjas formas de medir e comunicar sobre o volume de risco (VaR, B-VaR, duratíon, gop, etc.). Como a estrutura de investimentos de um plano pode atribuir discricionariedade de parte da adrninistração dos recursos â terceiros contratâdos, o controle de alguns dos riscos identificados será feito pelos próprios gestores exterrìos, por meio de modelos que devem contemplar, rx: mínimo, os itens e parâmetros estabelecidos neste documento. Esse tópico discipl ina, ainda, o controle de riscos referente ao rnonìtorarnento dos lirnites de alocação estabelecidos pela Resolução CMN np 3792/2009 e por esta política de investirnento Risco lntegrado O fato da Resolução CMN np 3792/2OO9 dispensar a Fundação tjo cálculo da Divergência-Não- Planejada (DNP). que consiste na verilicação da diíerença entre o resultado dos investimentos e o wlor projetado para os mesmos, ratiíica a importáncia da implementação de um modelo próprio que reforça o que está descrito neste capítulo. A identificação dos riscos e a observância dos controles apresentados passam a ser primeirâ etiìpa para implementação de uma matriz de riscos pela Entidade. ìi: -[l '-.. ir...:l :-'- :,/) g/-tu' 1'1 -rí\!.

12 .ffir* + draorüìâdül tshd! Cradno :àed!lnim x tè da ll$ldè r at6dr Mffido r nn & Ì.Elrtrdo -ütõêrúíüfuiëo - ilrc Ltt -ãsoüëbn{ aao nrxll oa ta xt fr&!âtstt. llêo a! (.rüo ò Ílh.c dr hrl6 " nl.ó ò úqldü { ihêq dr ilre!úq lruso da l{ulrf.rée - Êbco Erts Ëghq 'f,lo tr d - Fl&ê! Q$dml o.ó r üõ Conforrne podemos observar, a matriz acima representa uma média da relação entre frequência e impacto para cada um dos risccs abordados neste documento, dentro de uma amostra representativa da Indús$ia de Fundos de Pensão, as Entidades devem apresentar controles eficientes que permitam reduãlos, em especial os gue apresentam maior impacto e maior frequência {área vermd ha). Para minirnizar possíveis ônus financeiros decorrentes da não observância destes riscos, foram determinados modelos de mensuração, descritos de forma mais detalhadas nos capítulos seguintes Risco Atuuriol Ëntende-se por risco atuarial o risco decorrente das obrigações da Entidade pare corn seus participantes. O monitoramento desse risco e feito a partir da araliação do passivo atuarial de cada planq quando cabível, e tarnbém a partir da realização de simulação dos valores de beneficios {tanto dos atuais

13 ffirrëiei aposentados corno futuros) que deve ser pago ano a âno, descontado do valor das contribuições a serem reeebidas idesembolsos anuais) utilizando a mêtcidológia estocástica. A ideia central da metodologia é tratar os eventüs relevantes para deterrninação do passiw líquido como variável, cuja evolução temporal e rnodelada separadamente. O efeito das variáveìs (mortalidade de válidos. mortâlidade de ìnválidos, entrada em invalidez, natâlidàde estado civil) e oque determina o passivo líquido" A partir da modelagem das possíveis evoluções das premissas atuariais são utilizadas âs mesíïìas parâ gerâr diversos fluxos de caixa (benefícios e contribuições) íuturôs. Todos os eì/entos cluê impactam no passivo do plano são binomiais e o prccesso de simulação irá definir seqüencialmente (por sorteio) a ocorrència desses eìiêntos para cada participanle e resp cti\ro grupo de dependentes (de acordo com a probabilidadesperada) até que cessem os direitos com relação ao Plano. Depois de simular todos os rjireitos de todos Õs pârtie ipantes, agregam-se os resultados e obtèm-se uma simulação completa do fluxo de caixa do plano como um todo. O cálculo da Reserva Matemática para acompanhamento e feito através do valor presente dos fluxos de caixa futuros {simulados}. A ferramenta utilizada permite cálculo da Reserva MaÌemática para diferentes cenários (inclusive utilizando taxa atuarial escalonada) e diferenles curvds de mercado. I3.3 frísco de Mercado Segundo Art. L3 da Resolução CMN ns 3792/ZAO9, ôs entidãdes derem acompanhar e gerenciar cr rìsco e o retorno esperados dos investimentos diretos e indiretos com uso de rnodelo que lirnite as perdas rnáximas toleradâs pâra os investimentos. Em atendimento ao qlte estabelece a legislação. o acompanhamento do risco de mercado será feito através do Volue-ot-rïisk {VaR} que estima, com base nos dados historicos de volatilidade e correlação dos ativos presentes na carteira analisada, a perda esperada. Também será utilizado o Benchmo* Vqíue-at-Risk (8-VoR), modelo que aponta, com um grau de confìança e parâ um horizonte de ternpo pr+definido, qual a perda esperada em relação à carteira teórica do indice de referência. Cabe apontar que os modelos de controle âpresentados nos tópicos a seguir foram delìnidos com diligência, mas estão sujeitos a imprecisões típicas de modelos estatísticos frente a situações anormais de mereado VaR Para o consolidado dos segmentos, o controle de risco cle mercado será feito por meio do Voiue-r:t- Risk {yor)com o objetivo da Entidade controlâr a volatilidade da cota do plano de beneficios. Este será calculado corn os seguintes parametros: Model o; não-para metrico. Intervalo de Con[iança: 95% Horizonte: 2L dias úteis. t: -li: i )*

14 O controle de riscos deve ser feito de acordo com os seguìntes limites: Benchmark-VaR Para os investimentos em mandatos ou para â carteìra que tenha como objetivo o Eenchmat* Atuarial, o controle de risco será feito por meio da B-VnR, um modelo indicado para avaliar a aderência da gestão. Ele pode ser entendido como uma medida da diferença entre o retorno esperado do fundo ou carteirâ em relação ao retorno esperado para o benchmork definido. 0 cálculo do B-VaR considerará: r Modelo:não-parametrico.. Intervalo de Confiança: 95%. 0 controle de riscos deve ser feito de acordo com os seguintes limites: Os limites e os objetivos estipulados foram encontrâdos atravês da expectativa de retorno deíìnida no cenário para cada mandato/segmento, ou ainda do spread exigido para que se obtenha um equilibrio entre o passivo e o ativo. A relação enüe retorno e risco é uma das premissas inseridas neste modelo de mensuração que ainda conta com a definição do horizcnte de tempo e do intervalo de confiança utilìzado. I3J.3 AnálisedeStress A avalìação dos investimentos em análises de stress passa pela definição de cenários de stress, que podem considerar mudanças bruscas em variáveis importantes pârâ o apreçãmento dos ativos, como taxas de juros e preços de determinados ativos. Embora as projeções considerem as variações históricas dos indicadores, os cenários de síress não precisam apresentar relação com o passado, umâ \rez que buscam simular futuras variações adversas. Para o monitoramento do valor de stress da cârteira, serão utilizados os seguintes parâmetros: o Cenário: BM&F. r Periodicidade:mensal. O modelo adotado parâ as análises de stress e realizado por meio do cálculo do valor a mercado da carteira, considerand o cenário atipico de mercado e a estimativa de perda que isso pode gerar. ' í-..: :-ìì:'.',t_i --. I t.b Jl ::. J jí-r! =;;..ffimi- idfl:ljlfl- 14 *â* 7

15 ffic-=ei r úê l- (*r. I t1.,j.n..-.d,,r" Cabe registrar que essas análises não são parametrizadas por limites, urna vez que a metodologia considerada pode apresentar variações que não implicam, necessariamente, em posibilidade de perda. O acompanhâmento terá como finalidade avaliar o comportamento da carteirâ em cenários adversos para que os administradores possam, dessa forma, balancear melhor as exposições Rísco de CrédÍto O risco de crédito dos investimentos do plano será avaliado com base em estudos e análises produzidos por gêstores exclusir,os de crédito, pela propria Entidade ou contratados junto a prestadores de serviço. A Ëntidade utilizará para essa avaliação os rotrngs atribuídos por agência classificadora de risco de crédito atuante no Brasil. Os ativos serão enquadrados em duas categorias:. Grau de inrestimento;. Grau especulatirnc. Para checagem do enquadramento, os títulos primdos devrem, a principio, ser separados de acordo com suas caracteristicas. ïiìulos emitidos par instituição n-o tìnà n(eirt '1";tulos emitidos pcr ;nstituiçõo lrntrrcei.t É preciso verificar se a emissão ou emissor possui rating por uma das agências elegiveis e se a nota g de acordo com a escala da agência, igual ou superior à classificação mínima apresentada na tâbela a seguir. üs títulos emitidos por instituições não financeiras podem ser analisados pelo rctlng da ernissã ou do emissor. No caso de apresentarem notas distintas entre estâs duas classificações, será considerado, para Íì ns de enq uadramento, o pior rating. Os investimentos que possuírem rating igual ou superior às notas indicadas na tabela serão enquadrados na câteg,oria grau de investimento, desde que obserrradas as seguintes condições: N(/ Ft -ltt 1s

16 ffiëgpi Os titulos ou emissores que não possuem ratìng pelas agências elegíveis (ou que tenham classificação inferior às que cünstãm na tàbelà) devern ser enquadrados na categoria grau especulativo; Caso duas agências elegíveis classifiquem o mesmo papel ou emissor, será considerado, para fins de enquadramento. o pior mting; 0 enquadramento dos títulos ou emissoreserá feito com base no rcrting vigente na data da verificação da aderência das asicações à política de investimento Expoüção d Crédtto 0 controle da exposição a credìto privado e feito ãtraves do percentual de recursos alocados em títulos privados, considerada a categoria de risco dos papéis. CI controle do risco de credito deve ser feito em relação aos recursos garantidores, de acordo com os seguintes limites: Gr;u de Ì nvestlneirto. Gr;r: especuiattve CI limite para títulos classiíicado na categoria grau especulativo visa â comportar eventuais rebaixamentos de rotíngs de papeis já integrantes da carteira consolidada de investimentos, papéis que já se enquadram nesta categoria e eventuais ativos presentes em fundos de investimentcs condominiais (mandato não-discrìcionário). Nesse sentido, o limite acima previsto não deve ser entendido, em nenhuma hipótes,e. como aval para aquisição de títulos que se enquadrem na categoria "grau especulatirm" por parte dos gestores exclusivos das carteiras e fundos Risco & Liquidez O risco de liquidez pode ser dividido em duas classes: r r possibilidade de indisponibilidade de recursos para pagamento de obrigações; possibilidade de redução da demanda de rnercado. Os itens a seguir detalham as caracteristicas destes riscos e a forma como eles serão geridos. É importante registrar que os instrumentos de controle apresentado são baseados em modelos estatísticos, qlrê por definição estão sujeitos a desvios decorrentes de aproximações, ruídos de informações ou de condições anormais de mercado Reduçãode demanfu de mercada A segunda classe de risco de liquidez pode ser entendida corno â possibilidade de redução ou ìnexistência de demanda pelos titulos e ralores mobiliários integrantes da carteira. A gestão deste risco será feita com base no seguinte indicador: À- g/l/ 16

17 e Percentual da carteira que pode ser negociada em condições adrersas; ffic: i O controle do risco de liquidez de demanda de mercado será feito por meio dc controle do percentual da carteira que, em condições adversas (20%dovolurne rnédio de negócios), podeser negociada em um determinado horizonte de tempo. Ësses valores deverão obedecer acs seguintes limites mínimos: 1 {umj cla úrti9 21 ivínte e um) dí65 u1s 5 15% 73.6 Risco Operacional Como Risco operacional é "a possibilidade de ocorrência de perdas resultantes de falha, deíìciència ou inadequação de processos internos, pessoas e sistemas, ou de eventos externos"', a gestão realizará ações que garantam a adoção de normas e procedimentos de controles internos, alinhados com a legislação aplicável. Dentre os procedimentos de controle podem ser destacados:. A deíinição de rotinas de acompanhâmento e análise dos relatórios de monitoramento dos riscos descritos nos tópicos anteriores;. O estabelecimento de gocedimentos formais para tomada de decisão de investimentos: I Acompanhamento da formação, desenvülümento e certificação dos participantes do processo decisório de in\restimento; e. Formalização e acompanhamento das atribuições e responsabilidade de todos os envolvidos no processo pianejamento, execução e controle de investirnento Risco & Terceírizoção Na administração dos recursos financeiros há a possibilidade da terceiriração totâl ou parcial dos investimentos da Entidade. Esse tipo de operação delega determinadas responsabilidades a gestores externos, porém não Ìsenta a Ëntidade de responder legalmente perante os órgãos fiscalizadores. Neste contexto, o modelo de terceirização exige que a fundação tenha um processo forrnalìrado para escolha e acompanhamento de seus Bestores externos, exatâmente em linha com o que estabelece o Guia de Melhores Práticâs parã Investimentos Previc em seu item 63:,,0 procedlmento de seleção dos gestores. pela EFPC, deve conter histórico. justificatlval docurnentação relacionada, entre outros." Mesmo que a Entidade possua um modelo de gestão interna, o risco de terceirização está presente pelo fato do processo operacional da gestão depender de alguns terceiros em determinadas etapas. Na execução das ordens de cornpra e venda e necessária utilização de uma corretorâ de títulos e valores mobiliários e na precificação e guarda dos ativos é necessário um âgente custodiante. Deste modo e importante a fundação tambem possuir um processo formalizado para escolha e acompanhamento destes prestadores de serviço.

18 73.V.1 Processo de Seleção e Avaliação de Gesfores Hc=ei Na gestão dos investimentos há espaço para duas formas básicas rle gestão: passiva e ativa. Na gestão passiva, o objetivo é acompanhar de perto o desempenho de um índice de referência" ou seja, de um benchrnark. A melhor gestão passiva produz exâtamente o resultarlo desse indice. Normalmente os mandatos de gestão passiva são relati\âmente fáceìs de implementar e, portanto, possuem baixo custo. Na gestão ativa, o objetiw é superar o desempenho de um indice de reíerência, ou seja, de um benchrnark. A melhor gestão êtiva produz resultados consistentemente superiores âos do índice de referência. Normalmente os mandatos de gestão ativa são relativamente dificeis de implementar e. portantof possuem custos mais elevados. Por esses rnotivos. a avaliação do desempenho dos gestores de recursos deve revar em consideração essas carâcterísticas dos mandatos e rnétricas de desempenho. O processo de seleção e avaliação de gestores deve levar em consideração aspectos qualitativos e quàntitativos na análise. de forma que consiga diferencraros gestores âtravés da mensuração de seus indicadores. A escolha de uma amostrâ comparável é essencial neste tipo rje análise, urna v z que distorções podern ocorrer em virtude do número amplo de estrategiâs utilizadas pelo mercado. A segregação em mandatos mencionaeja neste documento contribui para esta diferenciação. A metodologia escolhida deve conter diversas variáveis: lndicadores Quali tativos; e Indi cadores Qua nti tativos Risco Legol O risco legal está relacionado à não-conformidade coíìì normativos internos e externos, podendo gerêr perdas financeiras procedentes de autuações, processos judiciais ou eventuais questiona mentos. O controle dos riscos dessa natureza. que incidem sobre atividades e investimentos, será íêito por meio:. Da realização de relatórios de corlplionce que permitam verificar a aderência dos investimentos às diretrizm da legislação em vigor e à politica rje inr,estimento, realizaclos com periodicidade mensale analisados pelo Conselho Fiscal; Da revisão dos regulamentos dos veículos de inrcstirnentos exclusivos, realieados corn periodicidade anual e analisados pela Diretoria Executiva; Da utilização de pareceres jurídicos parü contratos conr terceiros. quando necessário.

19 73.9 Risco Sistêmico.ffimi- O risco sistêmico se caracteriza pela possibilidade de que o sistema frnanceiro seja contaminado por eventos pontuais, como a falència de um banc ou de uma empresa. Apesar da dificuldade de gerenciamento deste risco, ele não deve ser relevado. É importante que ele seja considerado em cenários, premissas e hipóteses para análise desenvolümento mecanismos de antecipação aos eventos de risco. Parâ tentar reduzir a suscetibilidade dos investimentos à êsse risco, a alocação dos recursos deve levar em consideração os âspectos referentes à diversificação de setores e emissores, bem como â diversiíìcação de gestores externos de ìnvestimento, visando mitigar a possibilidade de inoperância desses prestadores de serviço em um evento de crise. 14 Resumo dos Procedimentos Aadoção dos procedimentos aqui descritos üsa a atender às melhors práticas, no que se refere ao controle de riscos em uma ËFPC, não som nte ao que se refere aos inrtestimentos, mas também em relação às demais questões operacionaìs. )P 19

20 ffitnã#.i O gestor que everìtuâlmente extrapolar algurn dos lirnites de risco estabelecidos nestiì PolÍtica de Investimento deve comunicar a Entidade, que deve tornar a medida mais adequada diante do cenário e das condìções de mercado cla ocasiào. A fundação pode eventualmentestabelecer jurrto a cac. a gestor um prêzo rtráxi rlo pard o reerrquaclranrento das operações. Os limites de risco estabelecidos nestâ política de investimento tarnirem podern ser rnonitorados pela propria Entielade, com eventual auxílicr de consultoria externa, urna vez que a EFPC resporrde pelos se us i nvesti mentos periì nte orgã os I i sca I iza dores. l- :- ìt'...i:l L r1u

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