Acidentes de Trabalho - Acidentes de Trajeto

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Acidentes de Trabalho - Acidentes de Trajeto"

Transcrição

1 Acidentes de Trabalho - Acidentes de Trajeto Conforme o artigo 19, da Lei Federal nº 8.213, de 24 de julho de 1991, Acidente do trabalho é o que ocorre pelo exercício do trabalho a serviço da empresa ou pelo exercício do trabalho dos segurados referidos no inciso VII do art. 11 desta Lei, provocando lesão corporal ou perturbação funcional que cause a morte ou a perda ou redução, permanente ou temporária, da capacidade para o trabalho. Outrossim, de acordo com o artigo 21 da mesma norma Equiparam-se também ao acidente do trabalho, para efeitos desta Lei: (...) IV - o acidente sofrido pelo segurado ainda que fora do local e horário de trabalho: (...) d) no percurso da residência para o local de trabalho ou deste para aquela, qualquer que seja o meio de locomoção, inclusive veículo de propriedade do segurado. O Acidente de Trajeto é uma interpretação da lei que equipara acidente de trabalho ao acidente ocorrido pelo empregado no trajeto da residência para o trabalho ou deste para aquela, independente do modo de locomoção. No entanto, é necessário observar algumas regras conforme os termos dos artigos 138 a 177 do Regulamento dos Benefícios que a Previdência Social definiu para caracterizar o acidente de trajeto.

2 Para ser considerado acidente de trajeto o trabalhador deverá estar no trajeto normal, isto é, o caminho percorrido pelo empregado diariamente, não necessariamente o mais curto, mas o obrigatório. Então caso o empregado resolva num determinado dia mudar o seu trajeto, visitar um parente que mora em outro local, neste caso poderá haver a descaracterização do acidente. Outro fator a ser considerado é o tempo normal de percurso. Assim, se o empregado resolve seguir o seu trajeto normal, mas no caminho tinha um bar, e ele resolve beber com os amigos, poderá perder o direito de ser considerado acidente de trajeto, se no caso sofrer um acidente. Resumindo, qualquer que seja o trajeto, se não for o trajeto normal de casa para o trabalho e do trabalho para casa não será qualificado como acidente de trajeto. Por fim, para a aplicação da regra do artigo 21 da Lei Federal nº 8.213/1991, denominada de acidente de trabalho in itinere, necessário se faz que o contrato de trabalho entre o empregador e seu funcionário não se encontre, por alguma razão, suspenso ou interrompido. Suspensão do pacto laboral é a paralisação da relação de emprego, de maneira temporária, sem terminar com o respectivo vínculo contratual, e ocorre, por exemplo, quando o empregado encontrar-se em greve, suspenso disciplinarmente, no exercício de cargo sindical (se houver afastamento da sua atividade profissional), prestando o serviço militar, afastado do serviço por enfermidade ou acidente de trabalho após os quinze primeiros dias de afastamento, aposentadoria por invalidez antes de cinco anos, entre outras situações. A interrupção do contrato de trabalho, por sua vez, acontece quando o empregado não exerce a sua atividade profissional, porém detém o direito de receber integralmente o seu salário correspondente ao período de inatividade laboral; sendo exemplo de causas interruptivas quando o empregado estiver nos primeiros quinze dias de afastamento por enfermidade ou acidente de trabalho (os quais são remunerados pelo empregador), em gozo de férias, em dias de folga, em caso de

3 matrimônio do funcionário, de nascimento de filhos, falecimento de familiar (cônjuge, pais, filhos ou dependentes legais), quando doar sangue, na hipótese de alistamento eleitoral, se o empregado estiver em greve (existindo o pagamento de salários) etc. Portanto, para que se reconheça o acidente de trabalho in itinere, necessário se faz que a relação de emprego se dê entre empresa ou profissional liberal e seu funcionário (excluídos os empregados domésticos) e que o contrato laboral esteja em vigor na data em que ocorrer o acidente de trabalho (sem causas suspensivas ou interruptivas), pois o empregado deverá estar em serviço ou a disposição no seu local de trabalho ou no trajeto entre sua residência e o lugar onde trabalha ou o inverso, dentro de um tempo razoável e habitual para o percurso, sem que ocorram quaisquer desvios no itinerário. Por ora pode parecer que o acidente de percurso caracterizado como acidente de trabalho não possui relevância estatística, no entanto, Mais de um terço dos acidentes de trânsito que ocorreram no Brasil em 2010 foram computados como acidentes de trabalho. Das 252 mil pessoas envolvidas em acidentes de trânsito, foram registradas pela Previdência Social como vítimas de acidentes de trajeto. Classificado como acidente de trabalho, o acidente de trajeto engloba danos causados à saúde do funcionário no caminho de casa para o trabalho ou vice-versa. O número registrado em 2010 representa acréscimo de 4 mil em relação ao ano anterior. O aumento vai na contramão do total de acidentes de trabalho, que apresentou redução de 4% (9.042 registros) no mesmo período, de acordo com dados do INSS.

4 2. Comunicação de Acidente de Trabalho CAT Art. 22. A empresa deverá comunicar o acidente do trabalho à Previdência Social até o 1º (primeiro) dia útil seguinte ao da ocorrência e, em caso de morte, de imediato, à autoridade competente, sob pena de multa variável entre o limite mínimo e o limite máximo do salário-decontribuição, sucessivamente aumentada nas reincidências, aplicada e cobrada pela Previdência Social. 1º Da comunicação a que se refere este artigo receberão cópia fiel o acidentado ou seus dependentes, bem como o sindicato a que corresponda a sua categoria. 2º Na falta de comunicação por parte da empresa, podem formalizá-la o próprio acidentado, seus dependentes, a entidade sindical competente, o médico que o assistiu ou qualquer autoridade pública, não prevalecendo nestes casos o prazo previsto neste artigo. 3º A comunicação a que se refere o 2º não exime a empresa de responsabilidade pela falta do cumprimento do disposto neste artigo. 4º Os sindicatos e entidades representativas de classe poderão acompanhar a cobrança, pela Previdência Social, das multas previstas neste artigo. 5º A multa de que trata este artigo não se aplica na hipótese do caput do art. 21-A. É ainda dever do empregador comunicar à Previdência Social o acidente de trabalho ocorrido com o segurado empregado, exceto o doméstico, e o trabalhador avulso, até o primeiro dia útil seguinte ao da ocorrência, e, em caso de morte, de imediato, à autoridade competente, sob pena de multa. A CAT pode ser emitida pela internet (www.previdenciasocial.gov.br), devendo serem distribuídas 4 vias: 1. INSS 2. empregado acidentado 3. Sindicato 4. Empresa., conforme formulário disponível no site (http://www.previdencia.gov.br/forms/formularios/form001.html), segundo as normas de preenchimento também dispostas no site (http://www.previdencia.gov.br/forms/formularios/form002_instrucoes.html) No caso do empregador negar-se em emitir o documento, em seu lugar poderá formalizar o próprio acidentado, os seus dependentes, a entidade sindical competente, o médico que o atendeu ou qualquer autoridade pública.

5 Infelizmente como é comum as empresas evitarem a emissão do documento, De modo a corrigir essa distorção, a Lei nº /2006, introduziu o art. 21-A na Lei nº 8.213/1991 que dispõe o seguinte: Art. 21-A. A perícia médica do INSS considerará caracterizada a natureza acidentária da incapacidade quando constatar ocorrência de nexo técnico epidemiológico entre o trabalho e o agravo, decorrente da relação entre a atividade da empresa e a entidade mórbida motivadora da incapacidade elencada na Classificação Internacional de Doenças - CID, em conformidade com o que dispuser o regulamento. 1º A perícia médica do INSS deixará de aplicar o disposto neste artigo quando demonstrada a inexistência do nexo de que trata o caput deste artigo. 2º A empresa poderá requerer a não aplicação do nexo técnico epidemiológico, de cuja decisão caberá recurso com efeito suspensivo, da empresa ou do segurado, ao Conselho de Recursos da Previdência Social. O Nexo Técnico Epidemiológico Previdenciário NTEP permite o reconhecimento pelo INSS da incapacidade como sendo derivada do trabalho através da simples correlação entre a atividade econômica da empresa e a doença ocupacional manifestada pelo segurado. Como se sabe, os riscos ambientais do trabalho são classificados pela atividade econômica desenvolvida pela empresa conforme apontado pela Classificação Nacional das Atividades Econômicas - CNAE. Esse critério será utilizado para se verificar o nexo epidemiológico, ou seja, quando houver estatística significativa da associação entre o código da Classificação Internacional de Doenças-CID, e o da Classificação Nacional de Atividade Econômica-CNAE. Trata-se de presunção relativa favorável ao trabalhador na medida em que estabelece a correlação entre a atividade da empresa e a entidade mórbida motivadora da incapacidade. O NTEP permite abandonar o CAT como único instrumento de informação no caso dos acidentes de trabalho. Com isso, verificada a existência do referido nexo técnico epidemiológico, não cabe mais ao empregado (segurado) provar ou demonstrar que a doença foi produzida ou desencadeada pelo exercício do trabalho

6 peculiar a determinada atividade, ou que a doença foi adquirida ou desencadeada em função de condições especiais em que o trabalho é realizado e com ele se relacione diretamente. Presente o nexo técnico epidemiológico, a presunção é de se tratar de doença do trabalho ou profissional. Em todo o caso, a empresa poderá discordar do enquadramento feito pela perícia médica mediante a demonstração de inexistência de nexo entre o trabalho e o agravo apresentado (art. 337, 7.º, RPS). Nesse caso, a empresa deverá apresentar as provas com que pretende demonstrar a inexistência de nexo entre o trabalho e o agravo podendo utilizar-se de laudos periciais, rol das CAT s emitidas, mapeamento de riscos e sinistros, exames e outros. O segurado deverá ser informado sobre a contestação da empresa para, querendo, impugná-la. Nesse aspecto, o NTEP pode contribuir significativamente para a fixação do índice do Fator Acidentário de Prevenção - FAP previsto como critério de avaliação e controle dos acidentes de trabalho influenciando a redução ou incremento da alíquota da contribuição previdenciária devida a título de Seguro de Acidente de Trabalho SAT, a qual poderá ser fixada em 1%, 2% ou 3%, conforme o grau de risco que a empresa oferece, segundo o anexo V do DEC 3048/99. De acordo com o art. 10 da Lei nº /2006, a alíquota do SAT pode aumentar em até cem por cento caso a empresa não atenda às expectativas de investimentos em prevenção e controle de acidentes do trabalho. De outro lado, poderá reduzir em até cinqüenta por cento as referidas alíquotas de acordo com os resultados positivos obtidos pelo estabelecimento em matéria de medicina e segurança do trabalho. 3. Consequências do acidente do trabalho na relação de emprego A constatação de que a incapacidade laboral do empregado decorreu de acidente do trabalho ou de doença ocupacional ou profissional gera consequências na relação de emprego causando obrigações para a empresa ou empregador a ela equiparado. Por isso, em determinados casos, há certa hesitação do empregador em

7 formalizar a comunicação de acidente de trabalho à Previdência Social, razão pela qual a Lei /2006 criou o Nexo Técnico Epidemiológico Previdenciário - NTEP. A mais conhecida conseqüência da incapacidade oriunda de acidentes do trabalho é a estabilidade provisória introduzida pelo art. 118 da Lei 8.213/91. Trata-se de hipótese específica de garantia de emprego assegurada ao trabalhador que sofreu acidente de trabalho por 12 meses apos a cessação do auxilio doença acidentário, conforme dispositivo acima citado: Art O segurado que sofreu acidente do trabalho tem garantida, pelo prazo mínimo de doze meses, a manutenção do seu contrato de trabalho na empresa, após a cessação do auxíliodoença acidentário, independentemente de percepção de auxílioacidente. Outro direito inerente a situação do acidentado é o deposito regular do FGTS por parte do empregador, conforme dispõe o art. 15, paragrafo 5º da Lei nº 8036/90. Além disso, não é considerada falta ao serviço, para efeito do direito de aquisição das férias, a ausência do empregado por motivo de acidente do trabalho (art. 131, inc. III, da CLT). No entanto, não terá direito a férias o empregado que, no curso do período aquisitivo, tiver percebido da Previdência Social prestações de acidente do trabalho por mais de seis meses, ainda que descontínuos (art. 133, inc. IV, da CLT). Saliente-se que tais benefícios não se configuram quando o beneficio de auxilio doença é comum. Na esfera civil, o acidente do trabalho, bem como a doença profissional ou do trabalho, podem acarretar lesões de ordem material e moral, sendo devida a respectiva indenização pelo empregador, quando se tem por violado direito da personalidade do empregado. A Constituição Federal tratou do assunto no art. 7º, inc. XXVIII, parte final, verbis:

8 seguro contra acidentes de trabalho, a cargo do empregador, sem excluir a indenização a que está obrigado, quando incorrer em dolo ou culpa. Conforme mencionado acima, o dano a ser reparado pode ter natureza patrimonial ou extrapatrimonial. O dano patrimonial é aquele de ordem material, referindo-se à violação de direitos de natureza puramente pecuniária do empregado. Entende-se como dano expatrimonial aquele de ordem moral que viola a honra, a dignidade, a intimidade, a imagem ou outros direitos da personalidade do trabalhador. A responsabilidade civil é a obrigação de responder pelas consequências decorrentes do ato ilícito praticado, reparando o prejuízo causado. Dessa forma, ocorrendo o dano de ordem moral ou material, presente o nexo de causalidade e o dolo ou a culpa do empregador, surge o dever de indenizar. Por último, há de se falar da responsabilidade objetiva do empregador em face do previsto no art. 927, parágrafo único do Código Civil. De acordo com esse dispositivo, haverá obrigação de reparar o dano, independentemente de culpa, nos casos especificados em lei, ou quando a atividade normalmente desenvolvida pelo autor do dano implicar, por sua natureza, risco para os direitos de outrem. 4. Benefícios previdenciários 4.1 Auxílio Doença acidentário trata-se de um benefício concedido ao segurado impedido de trabalhar em função de acidente por mais de 15 dias consecutivos. No caso dos trabalhadores com carteira assinada, os primeiros 15 dias são pagos pelo empregador, e a Previdência Social paga a partir do 16º dia de afastamento do trabalho, sendo necessário o requerimento administrativo encaminhado pelo empregador ou pelo próprio empregado.

9 Para concessão de auxílio-doença é necessária a comprovação da incapacidade em exame realizado pela perícia médica da Previdência Social. Para ter direito ao benefício acidentário, diferentemente como ocorre nos demais casos de auxilio-doenca comum, o trabalhador não precisa cumprir a carência de 12 meses de contribuição. Basta apenas ter qualidade de segurado quando do início da incapacidade. Têm direito ao auxílio-doença acidentário o empregado, o trabalhador avulso, o médico-residente e o segurado especial. Não tem direito ao auxílio-doença quem, ao se filiar à Previdência Social, já tiver doença ou lesão que geraria o benefício, a não ser quando a incapacidade resulta do agravamento da enfermidade. O trabalhador que recebe auxílio-doença é obrigado a realizar exame médico periódico e, se constatado que não poderá retornar para sua atividade habitual, deverá participar do programa de reabilitação profissional para o exercício de outra atividade, prescrito e custeado pela Previdência Social, sob pena de ter o benefício suspenso. Quando o trabalhador perder a qualidade de segurado, as contribuições anteriores só serão consideradas para concessão do auxílio-doença se, após nova filiação à Previdência Social, houver pelo menos quatro contribuições que, somadas às anteriores, totalizem, no mínimo, a carência exigida (12 meses). O auxílio-doença deixa de ser pago quando o segurado recupera a capacidade e retorna ao trabalho ou quando o benefício se transforma em aposentadoria por invalidez. O valor do benefício corresponde a 91% do salário de benefício e o salário de benefício é calculado mediante a média dos 80% maiores salários de contribuição, corrigidos monetariamente, desde julho de 1994 até a data do requerimento administrativo. Neste ponto não há diferenças em relação ao auxilioacidente comum.

10 4.2. Aposentadoria por invalidez decorrente de acidente de trabalho Benefício concedido aos trabalhadores que, por acidente, forem considerados pela perícia médica da Previdência Social incapacitados para exercer suas atividades ou outro tipo de serviço que lhes garanta o sustento. Não tem direito à aposentadoria por invalidez quem, ao se filiar à Previdência Social, já tiver doença ou lesão que geraria o benefício, a não ser quando a incapacidade resultar no agravamento da enfermidade. Neste caso, as regras para aposentadoria são as mesmas para o beneficio de auxilio doença, sendo que neste caso devera ser comprovada a incapacidade total e permanente do trabalhador para exercicico de atividades laborais, enquanto que no auxilio doença basta a incapacidade temporária. O valor do benefício de aposentadoria por invalidez corresponde a 100% do salário de benefício, o qual corresponderá à média dos 80% maiores salários de contribuição, corrigidos monetariamente, desde julho de 1994 ate a data do requerimento, sendo que para aqueles que já estejam recebendo auxilio-doenca, o valor da aposentadoria sera calculado mediante conversão de um beneficio para o outro. Para o segurado especial (trabalhador rural) terá direito a um salário mínimo, se não contribuiu facultativamente. Se o trabalhador necessitar de assistência permanente de outra pessoa, atestada pela perícia médica, o valor da aposentadoria será aumentado em 25% a partir da data do seu pedido.

11 4.3. Auxílio Acidente Benefício pago ao trabalhador que sofre um acidente e fica com sequelas que reduzem sua capacidade de trabalho. É concedido para segurados que recebiam auxílio-doença acidentario. Têm direito ao auxílio-acidente o trabalhador empregado, o trabalhador avulso e o segurador especial. O empregado doméstico, o contribuinte individual e o facultativo não recebem o benefício. Para concessão do auxílio-acidente não é exigido tempo mínimo de contribuição, mas o trabalhador deve ter qualidade de segurado e comprovar a impossibilidade de continuar desempenhando suas atividades, por meio de exame da perícia médica da Previdência Social. O auxílio-acidente, por ter caráter de indenização, pode ser acumulado com outros benefícios pagos pela Previdência Social exceto aposentadoria. O benefício deixa de ser pago quando o trabalhador se aposenta. O Pagamento inicia partir do dia seguinte em que cessa o auxíliodoença e o valor do benefício corresponde a 50% do salário de benefício que deu origem ao auxílio-doença corrigido até o mês anterior ao do início do auxílioacidente. Algumas situações em que o beneficio é devido são individualizadas pelo Decreto nº 3048/99, conforme tabela abaixo: ANEXO III RELAÇÃO DAS SITUAÇÕES QUE DÃO DIREITO AO AUXÍLIO-ACIDENTE

12 QUADRO Nº 2 Aparelho auditivo TRAUMA ACÚSTICO a) perda da audição no ouvido acidentado; b) redução da audição em grau médio ou superior em ambos os ouvidos, quando os dois tiverem sido acidentados; c) redução da audição, em grau médio ou superior, no ouvido acidentado, quando a audição do outro estiver também reduzida em grau médio ou superior. NOTA 1 - A capacidade auditiva em cada ouvido é avaliada mediante audiometria apenas aérea, nas freqüências de 500, 1.000, e Hertz. NOTA 2 - A redução da audição, em cada ouvido, é avaliada pela média aritmética dos valores, em decibéis, encontrados nas freqüências de 500, 1.000, e Hertz, segundo adaptação da classsificação de Davis & Silvermann, Audição normal - até vinte e cinco decibéis. Redução em grau mínimo - vinte e seis a quarenta decibéis; Redução em grau médio - quarenta e um a setenta decibéis; Redução em grau máximo - setenta e um a noventa decibéis; Perda de audição - mais de noventa decibéis. QUADRO Nº 1 Aparelho visual Situações: a) acuidade visual, após correção, igual ou inferior a 0,2 no olho acidentado; b) acuidade visual, após correção, igual ou inferior a 0,5 em ambos os olhos, quando ambos tiverem sido acidentados; c) acuidade visual, após correção, igual ou inferior a 0,5 no olho acidentado, quando a do outro olho for igual a 0,5 ou menos, após correção; d) lesão da musculatura extrínseca do olho, acarretando paresia ou paralisia; e) lesão bilateral das vias lacrimais, com ou sem fístulas, ou unilateral com fístula. NOTA 1 - A acuidade visual restante é avaliada pela escala de Wecker, em décimos, e após a correção por lentes. NOTA 2 - A nubécula e o leucoma são analisados em função da redução da acuidade ou do prejuízo estético que acarretam, de acordo com os quadros respectivos. QUADRO Nº 3 Aparelho da fonação Situação: Perturbação da palavra em grau médio ou máximo, desde que comprovada por métodos clínicos objetivos.

13 QUADRO Nº 5 Perdas de segmentos de membros Situações: a) perda de segmento ao nível ou acima do carpo; b) perda de segmento do primeiro quirodáctilo, desde que atingida a falange proximal; (Redação dada pelo Decreto nº 4.032, de 2001) c) perda de segmentos de dois quirodáctilos, desde que atingida a falange proximal em pelo menos um deles; (Redação dada pelo Decreto nº 4.032, de 2001) d) perda de segmento do segundo quirodáctilo, desde que atingida a falange proximal; (Redação dada pelo Decreto nº 4.032, de 2001) e) perda de segmento de três ou mais falanges, de três ou mais quirodáctilos; f) perda de segmento ao nível ou acima do tarso; g) perda de segmento do primeiro pododáctilo, desde que atingida a falange proximal; (Redação dada pelo Decreto nº 4.032, de 2001) h) perda de segmento de dois pododáctilos, desde que atingida a falange proximal em ambos; (Redação dada pelo Decreto nº 4.032, de 2001) i) perda de segmento de três ou mais falanges, de três ou mais pododáctilos. NOTA: Para efeito de enquadramento, a perda parcial de parte óssea de um segmento equivale à perda do segmento. A perda parcial de partes moles sem perda de parte óssea do segmento não é considerada para efeito de enquadramento. QUADRO Nº 4 Prejuízo estético Situações: Prejuízo estético, em grau médio ou máximo, quando atingidos crânios, e/ou face, e/ou pescoço ou perda de dentes quando há também deformação da arcada dentária que impede o uso de prótese. NOTA 1 - Só é considerada como prejuízo estético a lesão que determina apreciável modificação estética do segmento corpóreo atingido, acarretando aspecto desagradável, tendo-se em conta sexo, idade e profissão do acidentado. NOTA 2 - A perda anatômica de membro, a redução de movimentos articulares ou a alteração da capacidade funcional de membro não são considerados como prejuízo estético, podendo, porém, ser enquadradas, se for o caso, nos quadros respectivos.

14 QUADRO Nº 6 Alterações articulares Situações: a) redução em grau médio ou superior dos movimentos da mandíbula; b) redução em grau máximo dos movimentos do segmento cervical da coluna vertebral; c) redução em grau máximo dos movimentos do segmento lombo-sacro da coluna vertebral; d) redução em grau médio ou superior dos movimentos das articulações do ombro ou do cotovelo; e) redução em grau médio ou superior dos movimentos de pronação e/ou de supinação do antebraço; f) redução em grau máximo dos movimentos do primeiro e/ou do segundo quirodáctilo, desde que atingidas as articulações metacarpo-falangeana e falange-falangeana; g) redução em grau médio ou superior dos movimentos das articulações coxo-femural e/ou joelho, e/ou tíbio-társica. NOTA 1 - Os graus de redução de movimentos articulares referidos neste quadro são avaliados de acordo com os seguintes critérios: Grau máximo: redução acima de dois terços da amplitude normal do movimento da articulação; Grau médio: redução de mais de um terço e até dois terços da amplitude normal do movimento da articulação; Grau mínimo: redução de até um terço da amplitude normal do movimento da articulação. NOTA 2 - A redução de movimentos do cotovelo, de pronação e supinação do antebraço, punho, joelho e tíbio-társica, secundária a uma fratura de osso longo do membro, consolidada em posição viciosa e com desvio de eixo, também é enquadrada dentro dos limites estabelecidos. QUADRO Nº 7 Encurtamento de membro inferior Situação: Encurtamento de mais de 4 cm (quatro centímetros). NOTA: A preexistência de lesão de bacia deve ser considerada quando da avaliação do encurtamento. QUADRO Nº 8 Redução da força e/ou da capacidade funcional dos membros Situações: a) redução da força e/ou da capacidade funcional da mão, do punho, do antebraço ou de todo o membro superior em grau sofrível ou inferior da classificação de desempenho muscular; b) redução da força e/ou da capacidade funcional do primeiro quirodáctilo em grau sofrível ou inferior;

15 c) redução da força e/ou da capacidade funcional do pé, da perna ou de todo o membro inferior em grau sofrível ou inferior. NOTA 1 - Esta classificação se aplica a situações decorrentes de comprometimento muscular ou neurológico. Não se aplica a alterações decorrentes de lesões articulares ou de perdas anatômicas constantes dos quadros próprios. NOTA 2 - Na avaliação de redução da força ou da capacidade funcional é utilizada a classificação da carta de desempenho muscular da The National Foundation for Infantile Paralysis, adotada pelas Sociedades Internacionais de Ortopedia e Traumatologia, e a seguir transcrita: Desempenho muscular Grau 5 - Normal - cem por cento - Amplitude completa de movimento contra a gravidade e contra grande resistência. Grau 4 - Bom - setenta e cinco por cento - Amplitude completa de movimento contra a gravidade e contra alguma resistência. Grau 3 - Sofrível - cinqüenta por cento - Amplitude completa de movimento contra a gravidade sem opor resistência. Grau 2 - Pobre - vinte e cinco por cento - Amplitude completa de movimento quando eliminada a gravidade. Grau 1 - Traços - dez por cento - Evidência de leve contração. Nenhum movimento articular. Grau 0 (zero) - zero por cento - Nenhuma evidência de contração. Grau E ou EG - zero por cento - Espasmo ou espasmo grave. Grau C ou CG - Contratura ou contratura grave. NOTA - O enquadramento dos casos de grau sofrível ou inferior abrange, na prática, os casos de redução em que há impossibilidade de movimento contra alguma força de resistência além da força de gravidade. QUADRO Nº 9 Outros aparelhos e sistemas Situações: a) segmentectomia pulmonar que acarrete redução em grau médio ou superior da capacidade funcional respiratória; devidamente correlacionada à sua atividade laborativa. b) perda do segmento do aparelho digestivo cuja localização ou extensão traz repercussões sobre a nutrição e o estado geral. DOENÇAS PROFISSIONAIS E AS DO TRABALHO As doenças profissionais e as do trabalho, que após consolidações das lesões resultem seqüelas permanentes com redução da capacidade de trabalho, deverão ser enquadradas conforme o art. 104 deste Regulamento.

16 5. Ação regressiva do INSS em face do empregador O art. 120 da Lei nº 8.213/92 prevê que, nos casos de negligência quanto às normas padrão de segurança e higiene do trabalho, existe a possibilidade de o INSS propor ação regressiva contra os responsáveis para se restituir dos valores gastos nos benefícios pagos. Ora, o fato de a empresa contribuir solidariamente no financiamento do SAT não exclui sua responsabilidade previdenciária quando gerar benefícios pagos pela Previdência Social em razão de sua má conduta. Art Nos casos de negligência quanto às normas padrão de segurança e higiene do trabalho indicados para a proteção individual e coletiva, a Previdência Social proporá ação regressiva contra os responsáveis. A pretensão ressarcitória do INSS em face do empregador ocorre nas hipóteses de culpa, aí incluída a inobservância das normas de higiene e segurança do trabalho. Mesmo que o art. 120 da Lei 8.213/91 refira-se apenas à negligência, a culpabilidade deve ser interpretada em caráter lato sensu, abrangendo eventuais condutas dolosas e outras modalidades de culpa em sentido estrito. Deve se observar que constitui contravenção penal, punível com multa, deixar a empresa de cumprir as normas de segurança e higiene do trabalho (art. 19, 2º, da Lei 8.213/91). 6. bibliografia ARES, regis Cardoso. Acidente de trabalho "in itinere". Disponível em: <http://veritasverbis.blogspot.com.br/2009/06/acidente-de-trabalho-in-itinere.html> acesso em ROCHA, Daniel Machado da. Comentarios a Lei de benefícios da Previdência Social. 7 ed. Porto Alegre: Livraria do advogado, OLIVEIRA, Paulo Rogerio Albuquerque de. Nexo Tecnico Epidemiologico Previdenciario. 2 ed. São Paulo: LTR, ROESLER, Átila da Rold. Acidentes do trabalho: repercussões previdenciárias e trabalhistas. Disponível em: <http://www.ambitojuridico.com.br/site/?n_link=revista_artigos_leitura&artigo_id=9487&revista_cadern o=25> acesso em

17 VASCONCELLOS, Marcos de. Aumenta número de acidentes de trajeto no Brasil. Disponivel em: <http://www.conjur.com.br/2011-dez-26/cada-tres-acidentes-transitoconsiderado-acidente-trabalho> acesso em VIANNA, Claudia Salles Vilela e outro. Fator acidentário de prevenção (FAP). 1ª ed. Curitiba: Jurua, VIANNA, Claudia Salles Vilela. Previdência Social. Custeio e benefícios. 2ª ed. São Paulo: LTR, 2008.

ACIDENTES DO TRABALHO. Caracterização administrativa e repercussões previdenciárias e trabalhistas. Cláudia Salles Vilela Vianna claudia@vvf.adv.

ACIDENTES DO TRABALHO. Caracterização administrativa e repercussões previdenciárias e trabalhistas. Cláudia Salles Vilela Vianna claudia@vvf.adv. ACIDENTES DO TRABALHO Caracterização administrativa e repercussões previdenciárias e trabalhistas Cláudia Salles Vilela Vianna claudia@vvf.adv.br Acidente do Trabalho Lei 8.213/91, art. 19: Ocorre pelo

Leia mais

ASSUNTOS PREVIDENCIÁRIOS ASSUNTOS TRABALHISTAS ANO XXI - 2010-3ª SEMANA DE NOVEMBRO DE 2010 BOLETIM INFORMARE Nº 47/2010

ASSUNTOS PREVIDENCIÁRIOS ASSUNTOS TRABALHISTAS ANO XXI - 2010-3ª SEMANA DE NOVEMBRO DE 2010 BOLETIM INFORMARE Nº 47/2010 ANO XXI - 2010-3ª SEMANA DE NOVEMBRO DE 2010 BOLETIM INFORMARE Nº 47/2010 ASSUNTOS PREVIDENCIÁRIOS CAT - CADASTRO DA COMUNICAÇÃO DE ACIDENTE DE TRABALHO - CONSIDERAÇÕES Introdução - Conceito - Cuidados

Leia mais

Carência para o recebimento do benefício pensão por morte?

Carência para o recebimento do benefício pensão por morte? 1 Carência para o recebimento do benefício pensão por morte? A MP 664 de dezembro de 2014 previu uma carência de 24 meses para a obtenção do benefício pensão por morte. Depois de muita discussão no Congresso

Leia mais

APOSENTADORIA POR INVALIDEZ - Aspectos Previdenciários e Trabalhistas

APOSENTADORIA POR INVALIDEZ - Aspectos Previdenciários e Trabalhistas APOSENTADORIA POR INVALIDEZ - Aspectos Previdenciários e Trabalhistas Matéria elaborada com base na legislação vigente em: 13/10/2011. Sumário: 1 - Introdução 2 - Aposentadoria por Invalidez 2.1 - Concessão

Leia mais

O Fator Acidentário Previdenciário (FAP) e o Nexo Técnico Epidemiológico (NTE) - Leonardo Bianchini Morais

O Fator Acidentário Previdenciário (FAP) e o Nexo Técnico Epidemiológico (NTE) - Leonardo Bianchini Morais O Fator Acidentário Previdenciário (FAP) e o Nexo Técnico Epidemiológico (NTE) - Leonardo Bianchini Morais MORAIS, Leonardo Bianchini. O Fator Acidentário Previdenciário (FAP) e o Nexo Técnico Epidemiológico

Leia mais

Quais os documentos exigidos para a concessão da aposentadoria por tempo de contribuição?

Quais os documentos exigidos para a concessão da aposentadoria por tempo de contribuição? Aposentadoria por Tempo de Contribuição Quem tem direito? Para ter direito à aposentadoria integral o trabalhador homem deve comprovar pelo menos 35 anos de contribuição e a trabalhadora mulher, 30 anos.

Leia mais

Denilson Cazuza dos Santos

Denilson Cazuza dos Santos LEGISLAÇÃO E NORMAS. SEGURANÇA E MEDICINA NO TRABALHO Denilson Cazuza dos Santos denilsoncazuza@terra.com.br NORMAS APLICAVEIS CF - Constituição Federal 88 Código Civil, art. 186 e 927 Código Penal ART.

Leia mais

APRENDENDO OS CAMINHOS DA PERÍCIA MÉDICA NO INSS E OS BENEFÍCIOS POR INCAPACIDADE

APRENDENDO OS CAMINHOS DA PERÍCIA MÉDICA NO INSS E OS BENEFÍCIOS POR INCAPACIDADE APRENDENDO OS CAMINHOS DA PERÍCIA MÉDICA NO INSS E OS BENEFÍCIOS POR INCAPACIDADE SEGURIDADE SOCIAL SAÚDE PREVIDÊNCIA SOCIAL ASSISTÊNCIA SOCIAL Definição de Seguridade Social É um conjunto de ações destinado

Leia mais

Dr. José Carlos Steola

Dr. José Carlos Steola n t e p f a p r a t (s a t) Dr. José Carlos Steola Médico do Trabalho Coordenador do Depto de Proteção no Trabalho ( UNIMED de Araras) Médico do Trabalho da Usina Sta Lúcia Araras Médico Coordenador de

Leia mais

ACIDENTE DO TRABALHO - Aspectos Previdenciários e Trabalhistas. Matéria atualizada com base na legislação vigente em: 23/08/2011.

ACIDENTE DO TRABALHO - Aspectos Previdenciários e Trabalhistas. Matéria atualizada com base na legislação vigente em: 23/08/2011. ACIDENTE DO TRABALHO - Aspectos Previdenciários e Trabalhistas Matéria atualizada com base na legislação vigente em: 23/08/2011. Sumário: 1 - Introdução 2 - Acidente do Trabalho 2.1 - Doença Profissional

Leia mais

ACIDENTE DE TRABALHO

ACIDENTE DE TRABALHO O QUE É É o que ocorre pelo exercício da atividade a serviço da empresa ou pelo exercício do trabalho, provocando lesão corporal ou perturbação funcional que cause a morte ou perda ou redução, permanente

Leia mais

Alterações no auxílio doença e trabalho e regras do seguro desemprego -Uma abordagem. destaque.

Alterações no auxílio doença e trabalho e regras do seguro desemprego -Uma abordagem. destaque. Alterações no auxílio doença e trabalho e regras do seguro desemprego -Uma abordagem empresarial dos temas em destaque. Professora: Luciana Saldanha Advogada, especialista em direito trabalhista e previdenciário.

Leia mais

O fator acidentário previdenciário (FAP) e o nexo técnico epidemiológico (NTE)

O fator acidentário previdenciário (FAP) e o nexo técnico epidemiológico (NTE) Página 1 de 5 O fator acidentário previdenciário (FAP) e o nexo técnico epidemiológico (NTE) Texto extraído do Jus Navigandi http://jus2.uol.com.br/doutrina/texto.asp?id=10065 Leonardo Bianchini Morais

Leia mais

BENEFÍCIOS POR INCAPACIDADE

BENEFÍCIOS POR INCAPACIDADE BENEFÍCIOS POR INCAPACIDADE BENEFÍCIOS POR INCAPACIDADE Art. 201. A previdência social será organizada sob a forma de regime geral, de caráter contributivo e de filiação obrigatória, observados critérios

Leia mais

Tabela Fundamental de indenizações. Portaria nº 4-11/06/59. CABEÇA. a) Crânio e face.

Tabela Fundamental de indenizações. Portaria nº 4-11/06/59. CABEÇA. a) Crânio e face. Tabela Fundamental de indenizações. Portaria nº 4-11/06/59. CABEÇA a) Crânio e face. A classificação será feita aplicando-se os critérios relativos ao prejuízo estético alterações psíquicas e neurológicas

Leia mais

DIREITOS PREVIDENCIÁRIOS

DIREITOS PREVIDENCIÁRIOS DIREITOS PREVIDENCIÁRIOS 1. INTRODUÇÃO O direito previdenciário é o ramo do Direito que disciplina a estrutura das organizações, o custeio, os benefícios e os beneficiários do sistema previdenciário. A

Leia mais

CAT. Perguntas e Respostas sobre a. Telefones úteis:

CAT. Perguntas e Respostas sobre a. Telefones úteis: Telefones úteis: Perguntas e Respostas sobre a CAT SUBDELEGACIA DO TRABALHO: (19) 3433-9563 INSS: 0800-780191 / 135 MINISTÉRIO PÚBLICO DO TRABALHO: (19) 3796-9600 DELEGACIA SECCIONAL: (19) 3434-4133 SERVIÇO

Leia mais

Matéria atualizada com base na legislação vigente em: 03/08/2011.

Matéria atualizada com base na legislação vigente em: 03/08/2011. AUXÍLIO-DOENÇA - Considerações Gerais Matéria atualizada com base na legislação vigente em: 03/08/2011. Sumário: 1 - Introdução 2 - Auxílio-doença 2.1 - Exclusão do Benefício 3 - Carência 3.1 - Dispensa

Leia mais

BuscaLegis.ccj.ufsc.br

BuscaLegis.ccj.ufsc.br BuscaLegis.ccj.ufsc.br A doença do empregado e o contrato de trabalho Rodrigo Ribeiro Bueno*. A COMPROVAÇÃO DA DOENÇA DO EMPREGADO A justificação da ausência do empregado motivada por doença, para a percepção

Leia mais

SAT, NTEP E FAP. Decreto Nº 6.042: NTEP & FAP - Como se Preparar e Atuar Frente à Nova Legislação

SAT, NTEP E FAP. Decreto Nº 6.042: NTEP & FAP - Como se Preparar e Atuar Frente à Nova Legislação SAT, NTEP E FAP Decreto Nº 6.042: NTEP & FAP - Como se Preparar e Atuar Frente à Nova Legislação SAT, NTEP E FAP Airton Kwitko: Médico. Consultor de Empresas. Colunista da Revista CIPA (Coluna "O Ruído

Leia mais

Fator Acidentário de Prevenção - FAP

Fator Acidentário de Prevenção - FAP Fator Acidentário de Prevenção - FAP Lei nº 10.666 De 8 de maio de 2003. quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010 Constituição Federal Direitos e Garantias Fundamentais (Título II) Direitos Sociais (Capítulo

Leia mais

19/02/2015. Auxílio Doença

19/02/2015. Auxílio Doença Lei 8213/91 (alterada pela MP 664) Auxílio Doença Art. 60. O auxílio-doença será devido ao segurado que ficar incapacitado para seu trabalho ou sua atividade habitual, desde que cumprido, quando for o

Leia mais

LEGISLAÇÃO PREVIDENCIÁRIA

LEGISLAÇÃO PREVIDENCIÁRIA AUXÍLIO-DOENÇA - PROCEDIMENTOS LEGISLAÇÃO PREVIDENCIÁRIA Sumário 1. Introdução 2. Conceito Auxílio-doença 2.1 Tipos de auxílio-doença 3. pagamento 4. Carência - Conceito 4.1 Independe de carência 4.2 Depende

Leia mais

ACIDENTE DE TRABALHO

ACIDENTE DE TRABALHO ACIDENTE DE TRABALHO Conselho Federal de Medicina (CFM) RESOLUÇÃO CFM nº 1488/1988 É responsabilidade do médico estabelecer a relação causal ou o nexo técnico entre a doença e o trabalho História clínica

Leia mais

DIREITOS PREVIDENCIÁRIOS 1. APOSENTADORIA

DIREITOS PREVIDENCIÁRIOS 1. APOSENTADORIA DIREITOS PREVIDENCIÁRIOS 1. APOSENTADORIA 1.1 Aposentadoria por invalidez Destina-se aos professores cuja incapacidade ao trabalho é confirmada pelo setor de perícias médicas do INSS. Uma vez concedida

Leia mais

ACIDENTE DE TRABALHO

ACIDENTE DE TRABALHO CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA (CFM) RESOLUÇÃO CFM nº 1488/1988 É responsabilidade do médico estabelecer a relação causal ou o nexo técnico entre a doença e o trabalho História clínica e ocupacional Exame

Leia mais

Aposentadoria por invalidez pressupõe a existência de uma incapacidade total e definitiva para o trabalho

Aposentadoria por invalidez pressupõe a existência de uma incapacidade total e definitiva para o trabalho A. Aposentadoria por invalidez Decreto Federal nº 3.048, de 06 de maio de 1999 (Regulamento da Previdência Social), que regulamentou a Lei Federal nº 8.122, de 24 de julho de 1991 (Lei Orgânica da Seguridade

Leia mais

Disciplina: Saúde e Trabalho

Disciplina: Saúde e Trabalho Disciplina: Saúde e Trabalho AULA: ACIDENTES DE TRABALHO Isabel Braga Rio de Janeiro Setembro / 2010 Definição: Acidente de trabalho é o que ocorre pelo exercício do trabalho a serviço da empresa, ou ainda

Leia mais

AUXÍLIO-DOENÇA. Prof. DANILO CÉSAR SIVIERO RIPOLI

AUXÍLIO-DOENÇA. Prof. DANILO CÉSAR SIVIERO RIPOLI AUXÍLIO-DOENÇA Prof. DANILO CÉSAR SIVIERO RIPOLI Lei nº. 8.213/91, art. 59 à 63 e RPS, art. 71 à 80. Contingência: incapacidade temporária do segurado para o seu trabalho habitual. Porém, somente será

Leia mais

AS AÇÕES REGRESSIVAS E A IMPORTÂNCIA DAS

AS AÇÕES REGRESSIVAS E A IMPORTÂNCIA DAS DEPARTAMENTO SINDICAL - DESIN AS AÇÕES REGRESSIVAS E A IMPORTÂNCIA DAS NORMAS REGULAMENTADORAS BRASIL 4º em ACIDENTES FATAIS 15º EM NUMEROS DE ACIDENTES GERAIS 83 ACIDENTES A CADA HORA 3,5 MORTES DIA DADOS

Leia mais

Curso de Extensão em Direito Previdenciário

Curso de Extensão em Direito Previdenciário Curso de Extensão em Direito Previdenciário Benefícios Previdenciários em Espécie Benefícios a serem estudados no dia: 1) Benefícios decorrentes de sinistros: a) Auxílio-doença b) Auxílio-acidente c) Aposentadoria

Leia mais

RETA FINAL DEFENSORIA PÚBLICA DA UNIÃO Disciplina: Direito Previdenciário Tema: Exercícios do Professor II Prof.: André Studart Data: 29/10/2007

RETA FINAL DEFENSORIA PÚBLICA DA UNIÃO Disciplina: Direito Previdenciário Tema: Exercícios do Professor II Prof.: André Studart Data: 29/10/2007 ACIDENTE DO TRABALHO 1 - (ADVOGADO DA UNIÃO 2004 CESPE) Para fins previdenciários, não é considerado acidente de trabalho aquele que deixa o empregado incapacitado para o trabalho e tenha sido sofrido

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA INSS Nº 31, DE 10 DE SETEMBRO DE 2008

INSTRUÇÃO NORMATIVA INSS Nº 31, DE 10 DE SETEMBRO DE 2008 INSTRUÇÃO NORMATIVA INSS Nº 31, DE 10 DE SETEMBRO DE 2008 Dispõe sobre procedimentos e rotinas referentes ao Nexo Técnico Previdenciário, e dá outras providências. FUNDAMENTAÇÃO LEGAL: Lei nº 8.212, de

Leia mais

Orientações Básicas ao Trabalhador sobre Questões Previdenciárias Envolvendo Afastamento do Trabalho

Orientações Básicas ao Trabalhador sobre Questões Previdenciárias Envolvendo Afastamento do Trabalho Orientações Básicas ao Trabalhador sobre Questões Previdenciárias Envolvendo Afastamento do Trabalho 2 Orientações Básicas ao Trabalhador sobre Questões INSS: O bancário/a deve buscar tratamento médico

Leia mais

Série Concursos Públicos Direito Previdenciário Wagner Balera Cristiane Miziara Mussi 11ª para 12ª edição

Série Concursos Públicos Direito Previdenciário Wagner Balera Cristiane Miziara Mussi 11ª para 12ª edição p. 32 Substituir pelo texto abaixo: 45. 2009 (15/06) Ratificada pelo Brasil, a Convenção 102, de 1952, da OIT, aprovada pelo Decreto Legislativo 269, de 19.09.2008, do Congresso Nacional. 1 46. 2011 Lei

Leia mais

A D V O G A D O S A S S O C I A D O S

A D V O G A D O S A S S O C I A D O S A D V O G A D O S A S S O C I A D O S O QUE DEVO SABER SOBRE ACIDENTES DE TRABALHO Acidentes de Trabalho são aqueles que ocorrem durante o período no qual o trabalhador está exercendo a atividade que lhe

Leia mais

PRESTAÇÕES BENEFICIÁRIAS. Benefícios e Serviços

PRESTAÇÕES BENEFICIÁRIAS. Benefícios e Serviços Seguridade Social Profª Mestre Ideli Raimundo Di Tizio p 20 PRESTAÇÕES BENEFICIÁRIAS Benefícios e Serviços As prestações compreendidas pelo Regime Geral de Previdência Social são expressas em benefícios

Leia mais

A PRESIDENTA DA REPÚBLICA, no uso da atribuição que lhe confere o art. 62 da Constituição, adota a seguinte Medida Provisória, com força de

A PRESIDENTA DA REPÚBLICA, no uso da atribuição que lhe confere o art. 62 da Constituição, adota a seguinte Medida Provisória, com força de MEDIDA PROVISÓRIA Nº 664 DE 30.12.2014 (DOU 30.12.2014 ED. EXTRA; REP. DOU DE 02.01.2015) Altera as Leis nº 8.213, de 24 de julho de 1991, nº 10.876, de 2 junho de 2004,nº 8.112, de 11 de dezembro de 1990,

Leia mais

AUXÍLIO-ACIDENTE LABORAL

AUXÍLIO-ACIDENTE LABORAL AUXÍLIO-ACIDENTE LABORAL SILVA, José Arnaldo (G/FACINAN) 1 MARTINS, Eduardo (D/FACINAN/FENA/FANOVA/FINAV) 2 RESUMO: O presente artigo aborda uma temática de caráter informativo acerca dos critérios da

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 16/INSS/PRES, DE 27 DE MARÇO DE 2007

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 16/INSS/PRES, DE 27 DE MARÇO DE 2007 INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 16/INSS/PRES, DE 27 DE MARÇO DE 2007 Dispõe sobre procedimentos e rotinas referentes ao Nexo Técnico Epidemiológico Previdenciário NTEP, e dá outras providências. FUNDAMENTAÇÃO LEGAL:

Leia mais

EMENTA: Na falta da comunicação de

EMENTA: Na falta da comunicação de PARECER CONSULTA Nº 02/2015 CRM/PA - PROCESSO CONSULTA Nº 014/2014 PROTOCOLO Nº 5684/2014 INTERESSADO: A.C.P.C. PARECERISTA: CONSELHEIRA MARIA CRISTINA V. CHEGÃO M. ROCHA. EMENTA: Na falta da comunicação

Leia mais

2º ENCONTRO DE CIPAs URBANITÁRIAS RESPONSABILIDADES EM ACIDENTES DE TRABALHO. Santos (SP), 24/04/12

2º ENCONTRO DE CIPAs URBANITÁRIAS RESPONSABILIDADES EM ACIDENTES DE TRABALHO. Santos (SP), 24/04/12 2º ENCONTRO DE CIPAs URBANITÁRIAS RESPONSABILIDADES EM ACIDENTES DE TRABALHO Santos (SP), 24/04/12 LEGISLAÇÃO Artigo 7. Da Constituição Federal: São direitos dos trabalhadores urbanos e rurais, além de

Leia mais

Categorias de Segurados

Categorias de Segurados INSTITUTO NACIONAL DA SEGURALIDADE SOCIAL - INSS A Previdência Social é o seguro social para a pessoa que contribui. É uma instituição pública que tem como objetivo reconhecer e conceder direitos aos seus

Leia mais

Nexo Técnico Epidemiológico Previdenciário - NTEP. Profa. Juliana Ribeiro

Nexo Técnico Epidemiológico Previdenciário - NTEP. Profa. Juliana Ribeiro Nexo Técnico Epidemiológico Previdenciário - NTEP Profa. Juliana Ribeiro Meio Ambiente Lei 6.938/81, Art. 3º, I O conjunto de condições, leis, influências e alterações de ordem física, química e biológica,

Leia mais

Unidade II DIREITO SOCIAL. Profa. Ligia Vianna

Unidade II DIREITO SOCIAL. Profa. Ligia Vianna Unidade II DIREITO SOCIAL Profa. Ligia Vianna 1 - Benefícios da previdência social - Segurados Aposentadoria por Invalidez; Aposentadoria por Idade; Aposentadoria por Tempo de Contribuição; Aposentadoria

Leia mais

Conteúdo: Suspensão e Interrupção do Contrato de Trabalho. Jornada de Trabalho: Compensação de Jornada; Banco de Horas.

Conteúdo: Suspensão e Interrupção do Contrato de Trabalho. Jornada de Trabalho: Compensação de Jornada; Banco de Horas. Turma e Ano: Flex A (2014) Matéria / Aula: Direito do Trabalho / Aula 05 Professor: Leandro Antunes Conteúdo: Suspensão e Interrupção do Contrato de Trabalho. Jornada de Trabalho: Compensação de Jornada;

Leia mais

Acidente de Trabalho Aspectos gerais e prevenção

Acidente de Trabalho Aspectos gerais e prevenção Acidente de Trabalho Aspectos gerais e prevenção Cássio Ariel Moro Estatísticas No Brasil: 2003: 340.000 acidentes de trabalho; 2009: 653.000 acidentes; 2010: 723.000 acidentes, com 2.496 mortes. No Espírito

Leia mais

SAÚDE E SEGURANÇA DO TRABALHO. Repercussão Trabalhista, Previdenciária, Cível e Penal

SAÚDE E SEGURANÇA DO TRABALHO. Repercussão Trabalhista, Previdenciária, Cível e Penal SAÚDE E SEGURANÇA DO TRABALHO Repercussão Trabalhista, Previdenciária, Cível e Penal ÓBITOS NO MUNDO METODOLOGIA OIT BRASIL - 2009 92,7 milhões 2.496 ÓBITOS 2,693 BRASIL - 2008 92,4 milhões 2.817 ÓBITOS

Leia mais

d) condições ergonômicas não ensejam aposentadoria especial e) o trabalho penoso é aceito para enquadramento para aposentadoria especial.

d) condições ergonômicas não ensejam aposentadoria especial e) o trabalho penoso é aceito para enquadramento para aposentadoria especial. QUESTÕES DE PROVA BENEFÍCIOS PREVIDENCIÁRIOS 1. Considerando a análise do direito ao auxílio doença, analise as situações abaixo e assinale S (sim) ou N (não) quanto a essa concessão. A seguir, assinale

Leia mais

Orientações sobre conduta em caso de acidente em serviço ou do trabalho

Orientações sobre conduta em caso de acidente em serviço ou do trabalho UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE PROGEPE PRO REITORIA DE GESTÃO DE PESSOAS CASQ COORDENAÇÃO DE ATENÇÃO INTEGRAL À SAÚDE E QUALIDADE DE VIDA DPVS DIVISÃO DE PROMOÇÃO E VIGILÂNCIA DA SAÚDE STSO SEÇÃO DE SEGURANÇA

Leia mais

Benefícios Previdenciários do INSS Como são concedidos e calculados. Prof. Hilário Bocchi Júnior hilariojunior@bocchiadvogados.com.

Benefícios Previdenciários do INSS Como são concedidos e calculados. Prof. Hilário Bocchi Júnior hilariojunior@bocchiadvogados.com. Benefícios Previdenciários do INSS Como são concedidos e calculados Prof. Hilário Bocchi Júnior hilariojunior@bocchiadvogados.com.br SEGURIDADE SOCIAL Sistema de Seguridade Social Múltipla filiação Filiação

Leia mais

Revista de Direito das Faculdades Integradas de Jaú ISSN 2318-566X

Revista de Direito das Faculdades Integradas de Jaú ISSN 2318-566X Revista de Direito das Faculdades Integradas de Jaú ISSN 2318-566X CONCEITO LEGAL E PREVENCIONISTA DO ACIDENTE DO TRABALHO FABIO EMPKE VIANNA RESUMO Analisando as relações trabalhistas verifica-se que

Leia mais

PALAVRAS -CHAVE: auxílio-doença, incapacidade, trabalho.

PALAVRAS -CHAVE: auxílio-doença, incapacidade, trabalho. AUXÍLIO-DOENÇA Robson Seino Bier dos Santos 1 RESUMO O presente artigo tem como objeto a análise o benefício previdenciário Auxílio- Doença. Discorre sobre o seu conceito, as suas características e à comprovação

Leia mais

AÇÕES COLETIVAS PREVIDENCIÁRIAS SINPRO/RS. a) Repetição de Indébito incidência de contribuição previdenciária em verba indenizatória

AÇÕES COLETIVAS PREVIDENCIÁRIAS SINPRO/RS. a) Repetição de Indébito incidência de contribuição previdenciária em verba indenizatória AÇÕES COLETIVAS PREVIDENCIÁRIAS SINPRO/RS a) Repetição de Indébito incidência de contribuição previdenciária em verba indenizatória A contribuição previdenciária só incide sobre o salário (espécie) e não

Leia mais

A MP revogou o 5º, porém na sua conversão em lei a revogação não se manteve.

A MP revogou o 5º, porém na sua conversão em lei a revogação não se manteve. 1 DIREITO PREVIDENCIÁRIO PONTO 1: Aposentadoria Especial PONTO 2: Aposentadoria por invalidez, Auxílio-Doença e Auxílio-Acidente PONTO 3: Aposentadoria por Idade PONTO 4: Salário Família PONTO 5: Salário

Leia mais

AS NOVAS MUDANÇAS SOBRE O AUXÍLIO-DOENÇA

AS NOVAS MUDANÇAS SOBRE O AUXÍLIO-DOENÇA AS NOVAS MUDANÇAS SOBRE O AUXÍLIO-DOENÇA *Juliana de Oliveira Xavier Ribeiro **Cibeli Espíndola dos Santos 1- Introdução O governo anunciou no final do mês de março um pacote de medidas, cujas principais

Leia mais

XVII Congresso Brasileiro de Perícia Médica. Isenção de Carência do INSS Temporário x Definitivo

XVII Congresso Brasileiro de Perícia Médica. Isenção de Carência do INSS Temporário x Definitivo INSS - DIRETORIA DE BENEFÍCIOS XVII Congresso Brasileiro de Perícia Médica Isenção de Carência do INSS Temporário x Definitivo Filomena Maria Bastos Gomes Coordenadora Geral de Benefícios por Incapacidade

Leia mais

Acidente no Trabalho. Telmo Francisco C. Cirne Jr. Advogado Especialista em Direito Civil e Direito do Trabalho. 24/04/2013

Acidente no Trabalho. Telmo Francisco C. Cirne Jr. Advogado Especialista em Direito Civil e Direito do Trabalho. 24/04/2013 Acidente no Trabalho Telmo Francisco C. Cirne Jr. Advogado Especialista em Direito Civil e Direito do Trabalho. 24/04/2013 Atual panorama da Justiça do Trabalho (empresa x empregador): a) Defere indenização

Leia mais

A D V O G A D O S A S S O C I A D O S

A D V O G A D O S A S S O C I A D O S A D V O G A D O S A S S O C I A D O S QUEM É SEGURADO PELO INSS? É toda pessoa que contribui para a Previdência Social, mantida pelo INSS. Podem também ser beneficiários do Regime Geral da Previdência

Leia mais

RESPONSABILIDADE CIVIL E PENAL NA ÁREA DA SEGURANÇA DO TRABALHO

RESPONSABILIDADE CIVIL E PENAL NA ÁREA DA SEGURANÇA DO TRABALHO RESPONSABILIDADE CIVIL E PENAL NA ÁREA DA SEGURANÇA DO TRABALHO RESPONSABILIDADE CIVIL E CRIMINAL DECORRENTE DE ACIDENTES DE TRABALHO Constituição Federal/88 Art.1º,III A dignidade da pessoa humana. art.5º,ii

Leia mais

ACIDENTE DE TRABALHO

ACIDENTE DE TRABALHO ACIDENTE DE TRABALHO Definição: Acidente de trabalho é o que ocorre pelo exercício do trabalho a serviço da empresa, provocando lesão corporal ou perturbação funcional, de caráter temporário ou permanente.

Leia mais

SALÁRIO MÍNIMO NOVO VALOR A PARTIR DE 1º DE JANEIRO DE 2015 DECRETO Nº 8.381 - DOU de 30.12.2014

SALÁRIO MÍNIMO NOVO VALOR A PARTIR DE 1º DE JANEIRO DE 2015 DECRETO Nº 8.381 - DOU de 30.12.2014 Data do boletim informativo Volume 1, Edição 1 Di Informativo 01/2015 SALÁRIO MÍNIMO NOVO VALOR A PARTIR DE 1º DE JANEIRO DE 2015 DECRETO Nº 8.381 - DOU de 30.12.2014 Foi publicado no Diário Oficial da

Leia mais

BENEFÍCIOS PREVIDENCIÁRIOS

BENEFÍCIOS PREVIDENCIÁRIOS MÓDULO 7 BENEFÍCIOS PREVIDENCIÁRIOS 7.1 ACIDENTE DO TRABALHO DEPARTAMENTO DE PESSOAL MANUAL DE PROCEDIMENTOS ÍNDICE ASSUNTO PÁGINA 7.1. ACIDENTE DO TRABALHO 3 7.1.1. INTRODUÇÃO 3 7.1.2. ACIDENTE DO TRABALHO

Leia mais

PANORAMA DOS RECURSOS JUNTO À PREVIDÊNCIA SOCIAL. Salvador Marciano Pinto Presidente do CRPS

PANORAMA DOS RECURSOS JUNTO À PREVIDÊNCIA SOCIAL. Salvador Marciano Pinto Presidente do CRPS PANORAMA DOS RECURSOS JUNTO À PREVIDÊNCIA SOCIAL Salvador Marciano Pinto Presidente do CRPS O CRPS é um órgão integrante da estrutura do MPS, subordinado diretamente ao Ministro de Estado da Previdência

Leia mais

LEI Nº 6.194, DE 19 DE DEZEMBRO DE 1974. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, faço saber que o CONGRESSO NACIONAL decreta e eu sanciono a seguinte Lei:

LEI Nº 6.194, DE 19 DE DEZEMBRO DE 1974. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, faço saber que o CONGRESSO NACIONAL decreta e eu sanciono a seguinte Lei: LEI Nº 6.194, DE 19 DE DEZEMBRO DE 1974 Dispõe sobre Seguro Obrigatório de Danos Pessoais causados por veículos automotores de via terrestre, ou por sua carga, a pessoas transportadas ou não. O PRESIDENTE

Leia mais

INVALIDEZ PERMANENTE TOTAL OU PARCIAL POR ACIDENTE

INVALIDEZ PERMANENTE TOTAL OU PARCIAL POR ACIDENTE INVALIDEZ PERMANENTE TOTAL OU PARCIAL POR ACIDENTE 1. OBJETIVO DA COBERTURA O objetivo desta cobertura é garantir o pagamento de uma indenização ao segurado, em caso de sua invalidez permanente total ou

Leia mais

NOTA TÉCNICA 034/2000

NOTA TÉCNICA 034/2000 MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO SECRETARIA DE INSPEÇÃO DO TRABALHO DEPARTAMENTO DE SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO COORDENAÇÃO DE NORMALIZAÇÃO Brasília, 20 de julho de 2000. NOTA TÉCNICA 034/2000 ASSUNTO:

Leia mais

Parecer Consultoria Tributária Segmentos É devido auxilio pelo INSS quando o empregador estiver de férias

Parecer Consultoria Tributária Segmentos É devido auxilio pelo INSS quando o empregador estiver de férias É devido auxilio pelo INSS quando o empregador 02/04/2014 Sumário Título do documento 1. Questão... 3 2. Normas apresentadas pelo cliente... 3 3. Análise da Legislação... 4 3.1 Licença Maternidade... 7

Leia mais

Curso de Extensão em Direito Previdenciário

Curso de Extensão em Direito Previdenciário Curso de Extensão em Direito Previdenciário 2º Encontro Teoria Básica dos Benefícios Previdenciários do RGPS Requisitos para a concessão de benefícios previdenciários 1) Requisitos Genéricos a) Adquirir

Leia mais

Média aritmética dos 80% maiores salários de contribuição, multiplicado pelo fator previdenciário.

Média aritmética dos 80% maiores salários de contribuição, multiplicado pelo fator previdenciário. 1) Cálculo de Benefícios - Continuação 1.1) Aposentadoria por tempo de contribuição Média aritmética dos 80% maiores salários de contribuição, multiplicado pelo fator previdenciário. Fator Previdenciário

Leia mais

Tem direito aos benefícios previdenciários os BENEFICIÁRIOS, ou seja, todos os segurados e seus dependentes.

Tem direito aos benefícios previdenciários os BENEFICIÁRIOS, ou seja, todos os segurados e seus dependentes. CARTILHA DE DIREITO PREVIDENCIÁRIO O REGIME GERAL DA PREVIDENCIA SOCIAL É REGIDO PELAS LEIS 8.212 E 8.213/91 E TEM POR FINALIDADE ASSEGURAR À SEUS FILIADOS RECEBER BENEFÍCIOS QUE SUBSTITUAM SUA RENDA.

Leia mais

PROGRAMA DE INCLUSÃO DAS PESSOAS COM DEFICIÊNCIA DA SUPERINTENDÊNCIA REGIONAL DO TRABALHO E EMPREGO EM SÃO PAULO SRTE/SP

PROGRAMA DE INCLUSÃO DAS PESSOAS COM DEFICIÊNCIA DA SUPERINTENDÊNCIA REGIONAL DO TRABALHO E EMPREGO EM SÃO PAULO SRTE/SP 14º ENCONTRO NACIONAL DE ENFERMAGEM DO TRABALHO - ANENT PROGRAMA DE INCLUSÃO DAS PESSOAS COM DEFICIÊNCIA DA SUPERINTENDÊNCIA REGIONAL DO TRABALHO E EMPREGO EM SÃO PAULO SRTE/SP DADOS DEMOGRÁFICOS Brasil

Leia mais

DIREITO DO TRABALHO Prof. Rodolpho Bacchi www.facebook.com/direitodotrabalhobatista www.rodolphobacchi.com.br

DIREITO DO TRABALHO Prof. Rodolpho Bacchi www.facebook.com/direitodotrabalhobatista www.rodolphobacchi.com.br DIREITO DO TRABALHO Prof. Rodolpho Bacchi www.facebook.com/direitodotrabalhobatista www.rodolphobacchi.com.br Interrupção e Suspensão do Contrato de Trabalho A interrupção e a suspensão do contrato de

Leia mais

- CURSO DE DEPARTAMENTO PESSOAL -

- CURSO DE DEPARTAMENTO PESSOAL - - CURSO DE DEPARTAMENTO PESSOAL - Copyright -Todos os direitos reservados. A reprodução não autorizada destes materiais, no todo ou em parte, constitui violação do direitos autorais. (Lei nº 9.610). 4.

Leia mais

Prof. Alexsandro C Cruz Direito Previdenciário

Prof. Alexsandro C Cruz Direito Previdenciário Prof. Alexsandro C Cruz Direito Previdenciário BENEFÍCIOS PREVIDENCIÁRIOS Resumo para Prova AFRF 1. Beneficiários Segurados Obrigatórios Facultativos Empregado Empregado Doméstico Trabalhador Avulso Segurado

Leia mais

CLÁUSULA ADICIONAL DE INVALIDEZ PERMANENTE TOTAL OU PARCIAL POR ACIDENTE

CLÁUSULA ADICIONAL DE INVALIDEZ PERMANENTE TOTAL OU PARCIAL POR ACIDENTE CLÁUSULA ADICIONAL DE INVALIDEZ PERMANENTE TOTAL OU PARCIAL POR ACIDENTE 1. COBERTURA ADICIONAL DE INVALIDEZ PERMANENTE TOTAL OU PARCIAL (IPA): 1.1. É a garantia do pagamento de uma indenização referente

Leia mais

ILEGALIDADES E IRREGULARIDADES

ILEGALIDADES E IRREGULARIDADES Melissa Folmann melissa@vvf.adv.br INCONSTITUCIONALIDADES, ILEGALIDADES E IRREGULARIDADES DO FAP COMO PROCEDER? Melissa Folmann Breve histórico do SAT CF/88, art. 7: Art. 7º - São direitos dos trabalhadores

Leia mais

Guia prático auxiliar para a realização de perícias médicas INSS.

Guia prático auxiliar para a realização de perícias médicas INSS. 1 Guia prático auxiliar para a realização de perícias médicas INSS. Segurados do RGPS página 02. Benefícios do RGPS (página 05); Aposentadoria por idade (página 05); Aposentadoria por invalidez (página

Leia mais

1.1 Segurança do trabalho

1.1 Segurança do trabalho 1.1 Segurança do trabalho A Segurança do Trabalho pode ser entendida como o conjunto de medidas adotadas, visando minimizar os acidentes de trabalho, doenças ocupacionais, bem como proteger a integridade

Leia mais

Impactos dos Acidentes do Trabalho e Afastamentos Previdenciários

Impactos dos Acidentes do Trabalho e Afastamentos Previdenciários Impactos dos Acidentes do Trabalho e Afastamentos Previdenciários Gustavo Nicolai Gerente de Saúde e Medicina Ocupacional 1. Sistema de Gestão Integrada de QMSR Ciência 2. Política de QMSR 3. Estrutura

Leia mais

MÓDULO 7 BENEFÍCIOS PREVIDENCIÁRIOS

MÓDULO 7 BENEFÍCIOS PREVIDENCIÁRIOS MÓDULO 7 BENEFÍCIOS PREVIDENCIÁRIOS 7.4 AUXÍLIO-DOENÇA ESTE FASCÍCULO SUBSTITUI O DE IGUAL NÚMERO ENVIADO ANTERIORMENTE AOS NOSSOS ASSINANTES. RETIRE O FASCÍCULO SUBSTITUÍDO, ANTES DE ARQUIVAR O NOVO,

Leia mais

SEGURO DE ACIDENTES PESSOAIS INDIVIDUAL. Condições Especiais

SEGURO DE ACIDENTES PESSOAIS INDIVIDUAL. Condições Especiais SEGURO DE ACIDENTES PESSOAIS INDIVIDUAL Condições Especiais Processo SUSEP 10.005473/99-33 0 ÍNDICE CLÁUSULA ADICIONAL DE INVALIDEZ PERMANENTE TOTAL OU PARCIAL POR ACIDENTE IPA 1. Objetivo do Seguro 2.

Leia mais

VERITAE TRABALHO PREVIDÊNCIA SOCIAL SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO ORIENTAÇÕES PREVIDÊNCIA SOCIAL SUMÁRIO

VERITAE TRABALHO PREVIDÊNCIA SOCIAL SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO ORIENTAÇÕES PREVIDÊNCIA SOCIAL SUMÁRIO VERITAE TRABALHO PREVIDÊNCIA SOCIAL SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO 1. Direitos Constitucionais ORIENTAÇÕES PREVIDÊNCIA SOCIAL SUMÁRIO Orientador Empresarial 2. Caracterização do Acidente do Trabalho 2.1

Leia mais

Férias Proporcionais Até 5 faltas 6 a 14 faltas 15 a 23 faltas 24 a 32 faltas

Férias Proporcionais Até 5 faltas 6 a 14 faltas 15 a 23 faltas 24 a 32 faltas FÉRIAS ASPECTOS GERAIS Férias é o período de descanso anual, que deve ser concedido ao empregado após o exercício de atividades por um ano, ou seja, por um período de 12 meses, período este denominado

Leia mais

SEGURO DE ACIDENTE DE TRABALHO

SEGURO DE ACIDENTE DE TRABALHO 34 SEGURO DE ACIDENTE DE TRABALHO Roudou saigai hoshou hoken Entende-se por acidente de trabalho ferimentos, doenças, sequelas físico-mentais ou morte do trabalhador decorrentes de atividades laborais

Leia mais

AÇÕES REGRESSIVAS INSS

AÇÕES REGRESSIVAS INSS AÇÕES REGRESSIVAS INSS Salim Jorge Curiati São Paulo, 28 de outubro de 2008 Com fundamento no quanto disposto nos artigos 120 e 121 da 8.213/91 (Dispõe sobre os Planos de Benefícios da Previdência Social

Leia mais

Perguntas Frequentes - Trabalhista

Perguntas Frequentes - Trabalhista Perguntas Frequentes - Trabalhista 01) O empregador poderá descontar do empregado as importâncias correspondentes a danos por eles causados? 1º do art. 462 da CLT prevê a possibilidade de que, em caso

Leia mais

RGPS Regime Geral da Previdência Social

RGPS Regime Geral da Previdência Social RGPS Regime Geral da Previdência Social Como funciona e quais os benefícios do RGPS para as pessoas que trabalham com carteira assinada Prof.ª Vera Lúcia Cruz A seguridade social compreende um conjunto

Leia mais

Atualização: 27.07.2015 De acordo com a LC 150, a Lei 13.135 e a MP 676, de 2015.

Atualização: 27.07.2015 De acordo com a LC 150, a Lei 13.135 e a MP 676, de 2015. Auxílio-doença Arts. 59 a 63 da Lei nº 8.213/91 Arts. 71 a 80 do RPS O auxílio-doença exige a comprovação da incapacidade do segurado para o seu trabalho ou para a sua atividade habitual por mais de 15

Leia mais

ALTERAÇÕES DIREITO PREVIDENCIÁRIO LEI N.º 13.135/2015 E MEDIDA PROVISÓRIA N.º 676/2015

ALTERAÇÕES DIREITO PREVIDENCIÁRIO LEI N.º 13.135/2015 E MEDIDA PROVISÓRIA N.º 676/2015 ALTERAÇÕES DIREITO PREVIDENCIÁRIO LEI N.º 13.135/215 E MEDIDA PROVISÓRIA N.º 676/215 1. Na Lei n.º 8.213/1991 foi alterada a definição dos dependentes da 3.ª Classe: Art. 16. São beneficiários do Regime

Leia mais

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS» LEGISLAÇÃO «21. A Previdência Social, mediante contribuição, tem por fim assegurar aos seus beneficiários meios indispensáveis de manutenção. NÃO é segurado obrigatório da Previdência

Leia mais

www.adrianamenezes.com.br www.facebook.com/profadrianamenezes DICAS DE OUTUBRO / 2014

www.adrianamenezes.com.br www.facebook.com/profadrianamenezes DICAS DE OUTUBRO / 2014 DICAS DE OUTUBRO / 2014 DICA 01 É de dez anos o prazo de decadência de todo e qualquer direito ou ação do segurado ou beneficiário para a revisão do ato de concessão de benefício, a contar do dia primeiro

Leia mais

VERITAE TRABALHO PREVIDÊNCIA SOCIAL SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO ARTIGOS

VERITAE TRABALHO PREVIDÊNCIA SOCIAL SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO ARTIGOS TRABALHO PREVIDÊNCIA SOCIAL SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO Orientador Empresarial ARTIGOS FAP: AS MUDANÇAS PARA AS EMPRESAS COM A FLEXIBILIZAÇÃO DAS ALÍQUOTAS PARA O CUSTEIO DOS RISCOS AMBIENTAIS DO TRABALHO

Leia mais

SÍNTESE DOS BENEFÍCIOS DO REGIME GERAL DE PREVIDÊNCIA SOCIAL RGPS 1

SÍNTESE DOS BENEFÍCIOS DO REGIME GERAL DE PREVIDÊNCIA SOCIAL RGPS 1 SÍNTESE DOS BENEFÍCIOS DO REGIME GERAL DE PREVIDÊNCIA SOCIAL RGPS 1 APOSENTADORIA POR INVALIDEZ legal Artigos 42 a 47, da Lei 8.213/91 Segurado incapaz e insusceptível de reabilitação para o exercício

Leia mais

3) a doença proveniente de contaminação acidental do empregado no exercício de sua atividade;

3) a doença proveniente de contaminação acidental do empregado no exercício de sua atividade; Normas e Legislações Material III Prof. Silvaney - ACIDENTE DO TRABALHO Conceito Acidente do trabalho é o que ocorre pelo exercício do trabalho a serviço da empresa, ou ainda pelo exercício do trabalho

Leia mais

PUBLICADAS MEDIDAS PROVISÓRIAS QUE ALTERAM A LEGISLAÇÃO TRABALHISTA E PREVIDENCIÁRIA

PUBLICADAS MEDIDAS PROVISÓRIAS QUE ALTERAM A LEGISLAÇÃO TRABALHISTA E PREVIDENCIÁRIA Rio de Janeiro, 07 de janeiro de 2015. CIRCULAR 01/2015 JURÍDICO PUBLICADAS MEDIDAS PROVISÓRIAS QUE ALTERAM A LEGISLAÇÃO TRABALHISTA E PREVIDENCIÁRIA Publicadas no Diário Oficial da União de 30/12/2014,

Leia mais

ALTERAÇÕES MEDIDAS PROVISÓRIAS Nº 664 E 665 E LEI Nº 13.063/2014 Melissa FOLMANN

ALTERAÇÕES MEDIDAS PROVISÓRIAS Nº 664 E 665 E LEI Nº 13.063/2014 Melissa FOLMANN ALTERAÇÕES MEDIDAS PROVISÓRIAS Nº 664 E 665 E LEI Nº 13.063/2014 Melissa FOLMANN 1 Lei nº 13.063/2014 1.1 Conteúdo da Lei: - Altera a Lei nº 8.213, de 24 de julho de 1991, para isentar o aposentado por

Leia mais

Direito do Trabalho I

Direito do Trabalho I Direito do Trabalho I Princípio: continuidade do emprego Art.471 a 476 da CLT. Tanto na interrupção quanto na suspensão do contrato laboral há uma paralisação transitória da prestação de serviço e não

Leia mais