I JUSTIFICATIVA DO PROJETO 2 II OBJETIVO DO PROJETO 2 III METODOLOGIA 3 IV DESENVOLVIMENTO 4 1. UNIDADES DE PRONTO ATENDIMENTO 4

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2 I JUSTIFICATIVA DO PROJETO 2 II OBJETIVO DO PROJETO 2 III METODOLOGIA 3 IV DESENVOLVIMENTO 4 1. UNIDADES DE PRONTO ATENDIMENTO 4 2. REQUISITOS LEGAIS APLICÁVEIS 7 3. RESÍDUOS DE SERVIÇOS DE SAÚDE 7 4. VISITAS TÉCNICAS DESCRIÇÃO DAS UNIDADES DE PRONTO ATENDIMENTO DOCUMENTAÇÃO RELATIVA AO GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS ANÁLISE DOS DADOS SEGUNDO AS EXIGÊNCIAS DA ANVISA RDC 306/ PLANO DE GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS DE SERVIÇOS DE SAÚDE PGRSS TREINAMENTO DOS COLABORADORES MANEJO DE RSS GRUPO A MANEJO DE RSS GRUPO B MANEJO DE RSS GRUPO D MANEJO DE RSS GRUPO E ARMAZENAMENTO EXTERNO SEGURANÇA OCUPACIONAL ANÁLISE DAS ÁREAS ANTES DA IMPLANTAÇÃO DAS UPAS 23 V CONSIDERAÇÕES FINAIS 24 Página 1 de 25

3 AVALIAÇÃO AMBIENTAL E SOCIAL DAS UNIDADES DE PRONTO ATENDIMENTO NO ESTADO DO RIO DE JANEIRO I JUSTIFICATIVA DO PROJETO O Banco se encontra preparando, junto com o Governo do Estado do Rio de Janeiro, o Programa de Desenvolvimento Econômico, Social e de Sustentabilidade Fiscal para o Estado do Rio de Janeiro DPL. O Projeto tem como objetivo o suporte do Banco às políticas econômicas e fiscais e sociais, desenvolvidas para o Estado. Estas últimas se concentram nos setores de saúde, educação e melhoria do clima de negócios. No Setor da Saúde, as principais políticas apoiadas pelo DPL se concentram na cobertura de qualidade dos serviços, nos casos de urgência e emergência, através das Unidades de Pronto Atendimento UPAs, que vem se mostrando eficientes e eficazes na ampliação dessa cobertura. Adicionalmente, maior eficiência na prestação de serviços de saúde é buscada através da reorganização do Sistema Estadual de Saúde, com a implantação das Fundações Estaduais de Saúde. Apresentar as condições gerais relativas ao atendimento de requisitos legais básicos ao correto gerenciamento dos resíduos sólidos e líquidos, gerados em UPAs, no estado do Rio de Janeiro, para salvaguardas do Banco Mundial em projetos na área da saúde do RJ. Como parte da preparação do Projeto, o Banco Mundial necessita investigar se o processo de construção das UPAs se baseou na legislação ambiental e social vigente no Brasil. Para tanto, faz se necessária a elaboração de um relatório avaliando as condições ambientais e sociais em que as mesmas foram construídas. II OBJETIVO DO PROJETO O Projeto tem como objetivo principal, a elaboração de um relatório de avaliação ambiental e social das unidades de pronto atendimento do Estado do Rio de Janeiro, incluindo os seguintes tópicos: Página 2 de 25

4 Avaliação dos Resíduos de Serviços de Saúde produzidos pelas UPAs; Avaliação do sistema de coleta interno, acondicionamento, transporte externo, tratamento e destinação final, com vistas ao atendimento aos requisitos legais aplicáveis: ANVISA, IBAMA, INEA, bem como os requisitos contidos nas Diretrizes Especificas do Banco Mundial para o tema; Avaliação da estrutura interna para o gerenciamento dos resíduos gerados nas UPAs. Inspeção no limite da amostragem de quatro UPAs, relatando o estado em que se encontram em relação ao atendimento da legislação ambiental vigente e normas técnicas aplicáveis, bem como os requisitos contidos nas Diretrizes Específicas do Banco Mundial para o Meio Ambiente, Saúde e Segurança, e; Avaliação das áreas onde foram construídas as UPAs, especificamente no estado de ocupação anterior às suas implantações. III METODOLOGIA Na elaboração do Projeto, foram estabelecidos procedimentos básicos e atividades específicas para direcionar todos os trabalhos desenvolvidos. As principais atividades para a elaboração do trabalho seguem ordenadas abaixo: Análise da Legislação Ambiental e da Vigilância Sanitária aplicáveis para o gerenciamento de resíduos de serviços de saúde, bem como a preparação de material para as visitas técnicas nas UPAs e na Secretaria de Estado de Saúde e Defesa Civil do Rio de Janeiro SESDEC. Realização da Reunião de Abertura do Projeto para identificação dos stakeholders e definições de escopo, premissas e restrições, cronograma para elaboração do projeto e agendamento das visitas. O Anexo I traz uma ata da Reunião de Abertura do Projeto, bem como o Termo de Abertura do Projeto. Realização de Visitas em algumas Unidades de Pronto atendimento, escolhidas de acordo com sua localização geográfica, para levantamento de informações relativas ao processo de gerenciamento de resíduos, com vistas ao descarte, acondicionamento, coleta interna, acondicionamento temporário em abrigo de resíduos, coleta externa, tratamento e destinação final. Página 3 de 25

5 Realização de visita técnica na SESDEC, para análise de documentação relativa aos projetos básicos de implantação das UPAs com vistas a determinação do estado de ocupação anterior à construção. Realização de visita técnica na SESDEC, para análise de documentação relativa aos contratos de prestação de serviços de terceiros no âmbito do tema abordado, principalmente da coleta, do transporte, do tratamento e da destinação final dos resíduos gerados nas UPAs. Análise da estrutura e dos procedimentos observados durante as visitas técnicas nas UPAs em relação ao gerenciamento de resíduos e dos documentos avaliados na SESDEC, em função do atendimento aos requisitos técnicos e Legais aplicáveis às atividades. Elaboração do relatório final contendo as considerações finais da análise realizada. IV DESENVOLVIMENTO 1. UNIDADES DE PRONTO ATENDIMENTO As Unidades de Pronto Atendimento UPAs são unidades ambulatoriais de baixa e média complexidade assistencial, com alto nível de resolutividade e alguns leitos de observação, destinadas atender urgências e emergências, estabilizar pacientes e transferi los para níveis de maior complexidade (hospitais) quando necessário. Estas unidades de saúde atendem a um grande vazio assistencial no Estado e especialmente na Região Metropolitana do Rio de Janeiro, dada a inexistência de unidades ambulatoriais resolutivas funcionando 24 horas por dia para atender as necessidades da população mais pobre do Estado. A construção das UPAs é baseada em projetos arquitetônicos modulares e customizados ás necessidades das regiões onde se implantam. O Estado do Rio de Janeiro construiu até o momento 22 UPAs e pretende construir outras até o final do Governo, situando as em áreas estratégicas para o atendimento das necessidades de urgência e emergência da população mais carente. No dia 30 de maio de 2007, o Estado do Rio ganhou sua primeira Unidade de Pronto Atendimento 24 Horas, na Favela da Maré. A UPA é um serviço de pronto atendimento que funciona em horário integral, inclusive nos fins de semana. A unidade está equipada tanto para atender a pequenas e médias emergências quanto a pacientes graves, até que sejam removidos para um hospital. Página 4 de 25

6 Desde então, foram abertas mais vinte e duas UPAs 24 Horas: Irajá, Santa Cruz, Bangu, Campo Grande, Belford Roxo, Tijuca, Duque de Caxias, Ricardo de Albuquerque, Botafogo, Cabuçú, Marechal Hermes, Vila Sarapuí, Ilha do Governador, Barra Mansa, Jacarepaguá, Penha, Campo Grande II, Realengo, Engenho Novo, Volta Redonda e Manguinhos. Cada uma delas tem consultórios de pediatria, clínica médica, ortopedia e odontologia. Além disso, há salas de nebulização e medicação, sutura, raios X e gesso e laboratório de análises clínicas, onde são realizados na hora os exames pedidos pelos médicos. As salas de observação têm leitos para adultos e crianças. Na sala vermelha, existem todos os recursos médicos disponíveis para estabilizar pacientes graves até serem removidos para um hospital. Toda UPA tem uma ambulância do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) de prontidão para fazer essa transferência. A previsão do Governo do Estado é abrir 30 UPAs até 2010, com capacidade para 12 mil atendimentos por mês em cada uma, com uma média diária de 400 atendimentos. O projeto da UPA 24 horas foi baseado na Política Nacional de Urgência e Emergência do Ministério da Saúde e, também, nas necessidades identificadas pelo estado do Rio de Janeiro. Ela não substitui o posto de saúde. É um conceito novo de unidade de saúde, intermediário entre o posto convencional e o hospital. Desta forma, a UPA 24 horas contribui para que toda a rede de saúde possua atendimentos mais eficientes e com maior rapidez. A UPA 24 horas diminui o número de pacientes nas filas dos hospitais porque tem condições de resolver muitos problemas de saúde que levam as pessoas a procurar as emergências hospitalares. Sete em cada dez pacientes que chegam aos hospitais não são casos de emergência, mas acabam superlotando essas unidades. Estes casos são tão importantes quanto os mais graves, mas podem e devem ser atendidos na UPA 24 horas. Toda UPA 24 horas tem consultórios de clínica médica, pediatria, ortopedia e odontologia, além de laboratório e Raio X. Também conta com leitos de observação para adultos e crianças; uma sala de emergência, para estabilização de pacientes graves; uma sala de medicação e nebulização, uma de gesso e uma para pequenas suturas. As unidades seguem o seguinte procedimento operacional para atendimento aos pacientes: Casos graves são encaminhados diretamente à sala vermelha, onde recebem o atendimento necessário até que seu quadro clínico seja estabilizado e ele possa ser removido para um hospital por uma ambulância do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU). Todos os demais pacientes deverão se dirigir à recepção da UPA 24 horas, onde serão atendidos não por ordem de chegada, e sim conforme a gravidade do caso. Quem faz esta Página 5 de 25

7 triagem, chamada de classificação de risco, são profissionais de saúde qualificados e treinados. Ninguém sairá da UPA 24 horas sem ser atendido. As 22 unidades seguem listadas abaixo: UNIDADE Unidade de Pronto Atendimento 24h Maré Unidade de Pronto Atendimento 24h Irajá Unidade de Pronto Atendimento 24h Santa Cruz Unidade de Pronto Atendimento 24h Campo Grande Unidade de Pronto Atendimento 24h Bangu Unidade de Pronto Atendomento 24h Belford Roxo Unidade de Pronto Atendimento 24h Tijuca Unidade de Pronto Atendimento 24h Duque de Caxias Unidade de Pronto Atendimento 24h Ricardo de Albuquerque Unidade de Pronto Atendimento 24h Botafogo Unidade de Pronto Atendimento 24h Nova Iguaçu Unidade de Pronto Atendimento 24h Marechal Hermes Unidade de Pronto Atendimento 24h Sarapuí Unidade de Pronto Atendimento 24h Ilha do Governador Unidade de Pronto Atendimento 24h Barra Mansa Unidade de Pronto Atendimento 24h Jacarepaguá Unidade de Pronto Atendimento 24h Penha Unidade de Pronto Atendimento 24h Campo Grande II Unidade de Pronto Atendimento 24h Realengo Unidade de Pronto Atendimento 24h Engenho Novo ENDEREÇO Rua Nove s/nº, esquina com a Rua Cinco Vila do João, Rio de Janeiro Rua Monsenhor Félix, 380 Irajá Rio de Janeiro Av. Cesário de Melo, Conjunto Cesarão, Santa Cruz Rio de Janeiro Estrada do Medanha, em frente ao nº 848, esquina com as ruas Tupã e Solânia Campo Grande. Rua Figueiredo de Camargo, S/N esquina com a Rua Dunquerque Bangu Rio de Janeiro Estrada Belford Roxo (em frente ao nº 2137) Bairro Jardim Bom Pastor, Belford Roxo Rua Conde de Bonfim, nº 289, esquina com a rua Pareto Tijuca Prox. à Pça Saens Peña, Rio de Janeiro Rua Joaquim Peçanha, nº Parque Lafaiete, paralela com a Rua Nilo Peçanha Duque de Caxias Estrada Marechal Alencastro, s/nº Pça Vicente de Oliveira e Silva, Rio de Janeiro Rua São Clemente, s/nº esquina com Rua Nelson Madela nº 10, Rio de Janeiro Rua Abílio Augusto Távora, nº 1600 Cabuçu Nova Iguaçu Rua Xavier Curado, s/nº Marechal Hermes Rio de Janeiro Rua República do Paraguai, s/nº Vila Sarapuí Duque de Caxias Parque Poeta Manoel Bandeira, s/nº. Cocotá Ilha do Governador, Rio de Janeiro Rua Luíz Ponce, 263 Centro, Barra Mansa Rua André Rocha, nº 20 Taquerá Jacarepaguá Rio de Janeiro Av Lobo Júnior com Av Bráz de Pina, s/nº Penha Rio de Janeiro Av. Cesario de Melo, s/nº no Regimento da Policia Montada da PM São Jorge. Campo Grande Rio de Janeiro Rua Marechal Joaquim Inácio, s/nº Realengo Rio de Janeiro Rua Souza Barros, nº 70. Engenho Novo Rio de Janeiro Página 6 de 25

8 2. REQUISITOS LEGAIS APLICÁVEIS AVALIAÇÃO AMBIENTAL E SOCIAL DAS UNIDADES DE PRONTO ATENDIMENTO NO ESTADO DO RIO DE JANEIRO Os principais requisitos aplicáveis para o gerenciamento de resíduos sólidos gerados em unidades de saúde: Resolução da Diretoria Colegiada RDC nº 33, de 25 de fevereiro de 2003 dispõe sobre o regulamento técnico para o gerenciamento de resíduos. Resolução da Diretoria Colegiada RDC nº 306, de 07 de dezembro de Resolução CONAMA nº 358, de 29 de abril de Resolução CONAMA nº 283, de 12 de julho de Resolução CONAMA nº 05, de janeiro de Resolução CONAMA 275/01 Estabelece o código de cores para os diferentes tipos de resíduos, a ser adotado na identificação de coletores e transportadores, bem como nas campanhas informativas para coleta seletiva; Resolução CONAMA 313/02 Dispõe sobre o inventário Nacional de Resíduos. Relaciona as empresas obrigadas à apresentação do Inventário. DZ 1310 Diretriz do sistema de manifesto de resíduos; DZ 1311 Diretriz de destinação de resíduos; LEI ESTADUAL Nº 4191/2003 RJ Política estadual de Resíduos sólidos Evironmental, Health and Safety Guidelines for Health Care Facilities International Finance Corporation World Bank Group. 3. RESÍDUOS DE SERVIÇOS DE SAÚDE Os resíduos gerados nas unidades de serviços de saúde serão apresentados neste trabalho através da classificação adotada pela ANVISA RDC 306/2004. Esta subdivide os grupos de resíduos de forma a facilitar a sua identificação, risco e na sua avaliação em relação aos métodos de empregados para manuseio, coleta, acondicionamento, tratamento e disposição final de resíduos. Os Grupos de resíduos e a descrição de cada um deles, seguem detalhados. GRUPO A1 Culturas e estoques de microrganismos resíduos de fabricação de produtos biológicos, exceto os hemoderivados; meios de cultura e instrumentais utilizados para transferência, inoculação ou mistura de culturas; resíduos de laboratórios de manipulação genética. Página 7 de 25

9 GRUPO A2 Carcaças, peças anatômicas, vísceras e outros resíduos provenientes de animais submetidos a processos de experimentação com inoculação de microorganismos, bem como suas forrações, e os cadáveres de animais suspeitos de serem portadores de microrganismos de relevância epidemiológica e com risco de disseminação, que foram submetidos ou não a estudo anátomo patológico ou confirmação diagnóstica. GRUPO A3 Peças anatômicas (membros) do ser humano; produto de fecundação sem sinais vitais, com peso menor que 500 gramas ou estatura menor que 25 centímetros ou idade gestacional menor que 20 semanas, que não tenham valor científico ou legal e não tenha havido requisição pelo paciente ou seus familiares. GRUPO A4 Kits de linhas arteriais, endovenosas e dialisadores; filtros de ar e gases aspirados de área contaminada; membrana filtrante de equipamento médico hospitalar e de pesquisa, entre outros similares; sobras de amostras de laboratório e seus recipientes contendo fezes, urina e secreções, provenientes de pacientes que não contenham e nem sejam suspeitos de conter agentes Classe de Risco 4, e nem apresentem relevância epidemiológica e risco de disseminação, ou microrganismo causador de doença emergente que se torne epidemiologicamente importante ou cujo mecanismo de transmissão seja desconhecido ou com suspeita de contaminação com príons; tecido adiposo proveniente de lipoaspiração, lipoescultura ou outro procedimento de cirurgia plástica que gere este tipo de resíduo; recipientes e materiais resultantes do processo de assistência à saúde, que não contenham sangue ou líquidos corpóreos na forma livre; peças anatômicas (órgãos e tecidos) e outros resíduos provenientes de procedimentos cirúrgicos ou de estudos anátomo patológicos ou de confirmação diagnóstica; carcaças, peças anatômicas, vísceras e outros resíduos provenientes de animais não submetidos a processos de experimentação com inoculação de microorganismos, bem como suas forrações; cadáveres de animais provenientes de serviços de assistência; Bolsas transfusionais vazias ou com volume residual pós transfusão. GRUPO A5 Órgãos, tecidos, fluidos orgânicos, materiais perfurocortantes ou escarificantes e demais materiais resultantes da atenção à saúde de indivíduos ou animais, com suspeita ou certeza de contaminação com príons. GRUPO B Resíduos contendo substâncias químicas que podem apresentar risco à saúde pública ou ao meio ambiente, dependendo de suas características de inflamabilidade, corrosividade, reatividade e toxicidade. Produtos hormonais e produtos antimicrobianos; citostáticos; antineoplásicos; imunossupressores; digitálicos; imunomoduladores; anti retrovirais, quando descartados por serviços de saúde, farmácias, drogarias e distribuidores de medicamentos ou apreendidos e os resíduos e insumos farmacêuticos dos Medicamentos controlados pela Portaria MS 344/98 e suas atualizações. Resíduos de saneantes, desinfetantes, desinfestantes; resíduos contendo metais pesados; reagentes para laboratório, inclusive os recipientes contaminados por estes. Efluentes de processadores de imagem (reveladores e fixadores). Efluentes dos equipamentos automatizados utilizados em análises clínicas Demais produtos considerados perigosos, conforme classificação da NBR da ABNT (tóxicos, corrosivos, inflamáveis e reativos). Página 8 de 25

10 GRUPO C Quaisquer materiais resultantes de atividades humanas que contenham radionuclídeos em quantidades superiores aos limites de isenção especificados nas normas do CNEN e para os quais a reutilização é imprópria ou não prevista. Enquadram se neste grupo os rejeitos radioativos ou contaminados com radionuclídeos, provenientes de laboratórios de análises clinicas, serviços de medicina nuclear e radioterapia, segundo a resolução CNEN GRUPO D Resíduos que não apresentem risco biológico, químico ou radiológico à saúde ou ao meio ambiente, podendo ser equiparados aos resíduos domiciliares. Papel de uso sanitário e fralda, absorventes higiênicos, peças descartáveis de vestuário, resto alimentar de paciente, material utilizado em anti sepsia e hemostasia de venóclises, equipo de soro e outros similares não classificados como A1, sobras de alimentos e do preparo de alimentos, resto alimentar de refeitório, resíduos provenientes das áreas administrativas, resíduos de varrição, flores, podas e jardins. Gesso provenientes de assistência à saúde GRUPO E Materiais perfurocortantes ou escarificantes, tais como: Lâminas de barbear, agulhas, escalpes, ampolas de vidro, brocas, limas endodônticas, pontas diamantadas, lâminas de bisturi, lancetas; tubos capilares; micropipetas; lâminas e lamínulas; espátulas; e todos os utensílios de vidro quebrados no laboratório (pipetas, tubos de coleta sanguínea e placas de Petri) e outros similares. 4. VISITAS TÉCNICAS Foram realizadas visitas técnicas com o objetivo de coletar informações sobre o gerenciamento de resíduos nas UPAs. Para tanto, foram escolhidas algumas unidades, dentre as 22 implantadas, em função da sua localização com a seguinte abrangência: Zona Oeste, Zona Norte, Zona Sul e Região Central. Por conseguinte, em reunião de abertura com os envolvidos no Projeto, foram determinadas as UPAs que seriam visitadas, sendo Campo Grande Zona Oeste, Tijuca Zona Central, Botafogo Zona Sul e Maré Zona Norte. Através dos dados coletados, foram reunidas informações suficientes para obter um diagnóstico do gerenciamento de resíduos no conjunto de todas as unidades, sendo analisadas principalmente as regras sugeridas pela ANVISA RDC nº 306, de 07 de dezembro de As visitas foram realizadas seguindo se um roteiro, o qual foi preenchido em função das respostas obtidas pelas várias entrevistas com os profissionais locais de cada UPA. Os relatórios de visita técnica, preenchidos, encontram se no Anexo II, trazendo todas as informações coletadas e que formam o subsídio principal para a elaboração desta análise. As visitas técnicas seguiram o procedimento descrito na sequência: Abertura da Visita com apresentação dos participantes e definição de objetivos. Página 9 de 25

11 Entrevista com o Gerente Administrativo para levantamento da infra estrutura, e detalhes de funcionamento da UPA. Vistoria dos pontos de geração de resíduos, observando se principalmente quais tipologias de resíduos são gerados, formas de acondicionamento, procedimentos de coleta interna. Vistoria da área de acondicionamento temporário de resíduos, observando o atendimento às diretrizes da RDC 306/2004, quanto a sua construção. Levantamento de dados sobre a parte de recursos humanos e segurança ocupacional da UPA. Levantamento da documentação relacionada ao gerenciamento de resíduos, com destaque ao sistema de manifesto de resíduos, inventário nacional de resíduos, controle de pesagens, controle de coleta. Levantamento de dados sobre a coleta externa, transporte, tratamento e destinação final DESCRIÇÃO DAS UNIDADES DE PRONTO ATENDIMENTO As unidades visitadas apresentavam uma padronização de estrutura de serviços oferecidos à sociedade, comprovando a uniformidade dos procedimentos encontrados durante a coleta de dados e inclusive, por esse motivo, foi descartada a última visita que seria realizada na UPA Maré. As UPAs oferecem serviços de atendimento e pronto atendimento de baixa e média complexidade. Elas são compostas de consultórios médico (clínica geral, pediatria) e odontológico. As salas de apoio são compostas de salas de classificação e risco, raio X, medicamento e observação, laboratório de análises clínicas, almoxarifado, farmácia, assistência social, rouparia, armazenamento de resíduos. A quantidade de funcionários varia de acordo com a quantidade de salas de cada UPA, mas em média, trabalham aproximadamente 200 pessoas e são realizados cerca de 450 atendimentos diários ao público. Todas as unidades possuem área externa para o acondicionamento de resíduos, os efluentes líquidos gerados pelas unidades estão interligados à rede coletora de esgoto. Dessa forma, o foco principal foi voltado aos resíduos sólidos, pois apenas através das visitas nas Unidades, seria impossível avaliar o tratamento que é dado aos seus efluentes já que o mesmo entra na rede coletora através de ligações subterrâneas. Os resíduos gerados nas UPAs, abrangem os seguintes grupos de resíduos, segundo a ANVISA, RDC 306/2004: grupo A4, grupo B, grupo D e grupo E. A seguir, apresentamos um quadro com as características e informações referentes aos locais visitados no interior das UPA s (salas e consultórios). Página 10 de 25

12 LOCAL RESÍDUOS ACONDICIONAMENTO OBSERVAÇÕES Consultório de Odontologia Consultório de Clínica Médica Farmácia A4; D; E D B; D; E 02 Coletores para infectantes com sacos brancos leitosos e símbolo de infectante; 01 coletor descarpack para resíduo perfuro cortante 01 coletor para lixo extraordinário com saco azul/cinza 01 coletor de resíduo extraordinário com saco azul/cinza 01 coletor de lixo extraordinário com sacos azuis/cinzas; 01 caixa descarpack para descarte de ampolas quebradas; 01 caixa de papelão para segregação de resíduos de medicamentos vencidos, com identificação; Almoxarifado D 01 coletor para lixo extraordinário com saco azul/cinza Sala de Sutura A4; D; E 01 coletor para infectantes com sacos brancos leitosos e símbolo de infectante; 02 coletores descarpack para resíduo perfuro cortante 01 coletor para lixo extraordinário com saco azul/cinza Apesar do procedimento de acondicionar os resíduos em diferentes cores, (branco infectante e azul/cinza lixo extraordinário), todos os coletores da sala incluindo o comum, estava com o saco branco leitoso e símbolo de infectante. A coleta interna é realizada diariamente, várias vezes ao dia, e também, de acordo com a necessidade. Os resíduos gerados são descartados somente como lixo extraordinário. Os resíduos recicláveis gerados, mesmo que em pequena quantidade, são descartados no mesmo coletor. O colaborador entrevistado não recebeu treinamento para segregação dos resíduos recicláveis. Nas unidades visitadas, os medicamentos vencidos são separados e encaminhados a Coordenação Geral de Armazenagem CGA, onde estes resíduos são acondicionados para posterior descarte. Os manifestos de resíduos não são elaborados para este resíduo, mas sim um ofício de devolução de material. As caixas de papelão geradas são descartadas como lixo extraordinário. Os funcionários não foram orientados a praticar a segregação do material, que tem a maior contribuição de geração de recicláveis junto com o almoxarifado. O almoxarifado é responsável por armazenar todos os materiais de utilização a serem distribuídos por todas as salas de acordo com a atividade de cada uma delas. Os resíduos gerados são praticamente os resíduos extraordinários e os recicláveis. As embalagens de papelão são os materiais que mais geram resíduos nessa sala, mas apesar disso, todo o quantitativo é descartado como lixo extraordinário. O funcionário não recebeu treinamento para segregação dos resíduos. Os principais resíduos gerados são gazes, agulhas e seringas, embalagens dos materiais utilizados. Página 11 de 25

13 Laboratório de Análises A4; D; E 02 coletores para infectantes com sacos brancos leitosos e símbolo de infectante; 01 coletor descarpack para resíduo perfuro cortante 01 coletor para lixo extraordinário com saco azul/cinza Sacos de autoclavagem para tubinhos de amostras No coletor descarpack são coletados lâminas e seringas. Os tubinhos de ensaio são colocados em sacos de autoclavagem e encaminhados à sede do laboratório, por veículo de frota própria, para a realização da autoclavagem e posterior descarte. Essas coletas são realizadas diariamente. Não são emitidos manifestos para essas retiradas. Sala de Raio X B; D 02 recipientes onde são realizadas a recuperação de prata e também acondicionam o material químico. 01 coletor de lixo extraordinário. 02 bombonas para transferência dos líquidos. Os resíduos de fixadores e reveladores são coletados por empresa específica de recuperação de prata. Os recipientes são trocados semanalmente. Não são emitidos os manifestos de resíduos para a coleta deste material. Os líquidos estão sendo armazenados em bombonas, no abrigo de resíduos. A sala de medicação passou a impressão de muita movimentação de pacientes. Os resíduos gerados vão desde as embalagens de medicamentos, algodão, seringas, frascos de soro, luvas, e outros materiais utilizados na atividade que certamente geram a maior quantidade de resíduos da UPA. A coleta é realizada diariamente, várias vezes ao dia. Sala de Medicação A4; D; E 01 coletor para infectante com saco branco leitoso e símbolo de infectante; 02 coletores descarpack para resíduo perfuro cortante 02 coletores para lixo extraordinário com sacos verdes Sala Vermelha (atendimento à emergências de alta complexidade) A4; B; D 02 coletores para infectantes com sacos brancos leitosos e símbolo de infectante; 01 coletor descarpack para resíduo perfuro cortante 01 coletor para lixo extraordinário com saco azul A sala, apesar de ser equipada para pequenos procedimentos cirúrgicos, mas a intenção maior é de estabilizar a situação do paciente e realizar a transferência para um hospital, através de ambulâncias. Os resíduos são coletados diariamente, mais de uma vez ao dia, ou quando necessário, devido ao atendimento. O abrigo de resíduo possui duas salas distintas para resíduos infectantes e para resíduos extraordinários devidamente identificadas. Suas paredes e base são revestidos por azulejos brancos. Possuem uma abertura para ventilação na parte superior. Há nas duas salas, portas de acesso pela área interna da unidade para que seja realizada o descarte interno dos resíduos através de funcionários específicos da limpeza, e um acesso para a área externa à unidade para a coleta externa dos contêineres pela empresa de transporte externo. Todos os abrigos possuíam ponto de luz interno. Uma das UPAs possuía ponto de água internamente e outras possuíam ponto de água externo, mas próximo às salas permitindo a sua higienização e a dos contêineres que são realizadas internamente às salas de resíduos. Os efluentes de lavagem seguem para a rede coletora de esgotos. Área de Acondicionamento Temporário Abrigo de Resíduos Efluente de lavagem de contêineres de 240 litros Sala 01 Infectantes: Contêineres de 240 litros na cor branca. Sala 02 Lixo Extraordinário Contêineres de 240 litros na cor azul. Página 12 de 25

14 4.2. DOCUMENTAÇÃO RELATIVA AO GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS Foi observado durante as visitas nas unidades, que as atividades de gerenciamento são realizadas, com uma constante preocupação sobre os resíduos infectantes e com o lixo extraordinário. Da mesma forma, a documentação apresentada nas unidades se baseia principalmente no controle de manifesto de resíduos, atendendo a DZ 1310 para essas duas tipologias de resíduos, e no controle de coletas externas, realizados pelos transportadores. Em Anexo III, apresentamos duas listagens de controle de coleta de resíduos apresentadas como forma de controle mensal de geração de resíduos na unidade. Nenhuma das unidades apresentou o Inventário Nacional de Resíduos, seguindo as orientações do CONAMA. As unidades também não apresentavam o Plano de Gerenciamento de Resíduos de Serviços de Saúde PGRSS, mas existe um programa da SESDEC, com o objetivo de implantar o referido plano, em todas as unidades, onde os seus gestores serão treinados e terão auxílio de uma consultoria externa para sua elaboração. O cronograma para a implantação do PGRSS está no Anexo IV. Apesar da falta do PGRSS, algumas unidades possuem uma sistemática de treinamento para os colaboradores e terceiros que se iniciam na atividade de coleta interna. Foi apresentado em uma das UPAs, um documento definido como Descrição do Processo de Coleta de Lixo, o qual é utilizado para este tipo de treinamento e informação dos colaboradores. O documento segue no Anexo III. Os gerentes administrativos da UPAs são os responsáveis locais pela documentação do sistema de gerenciamento de resíduos. Durante a entrevista, todos afirmaram ter participado de treinamentos e palestras ministrados na SESDEC ou em hospitais da rede estadual, sobre a questão dos resíduos infectantes e a importância de sua segregação. Os próprios gerentes são responsáveis pela emissão do manifesto de resíduos e seu armazenamento, bem como a cobrança sobre a devolução das quartas vias dos manifestos pelos transportadores que se responsabilizam por essas atividades. Foi observado nas unidades, o arquivamento dos manifestos gerados, desde o início de suas atividades, comprovando que a coleta é regular nestes pontos geradores. Entretanto, as formas de disposição dos resíduos vêm sendo alteradas ao longo desse período. São apresentados abaixo, os dados de alguns manifestos que foram consultados e que foram coletados como a evidência de atendimento ao sistema de manifestos de resíduos, mas que também registra uma variação no campo receptor, que apresentam as formas de tratamento e destino final adotados em cada unidade. Página 13 de 25

15 Evidências coletadas durante as visitas nas unidades. MANIFESTO DATA TRANSPORTADOR LO TRANSP. RECEPTOR LO RECEPTOR OBSERVAÇÕES Resíduo Infectante 17/09/2009 Multi Ambiental FE Aterro Metropolitano de Gramacho Não Possui Resíduo Infectante 02/06/2008 Multi Ambiental FE Trusher Serviços de Esterelização LTDA FE Resíduo Infectante / 02/2009 Multi Ambiental FE Aborgama do Brasil FE 0099/2008 Observadas as 1ª e 4ª vias dos manifestos Resíduo Infectante 02/06/2008 Multi Ambiental FE Trusher Serviços de Esterelização LTDA FE Resíduo Infectante /07/08 Resíduo Infectante 18/07/09 Ambiental Seletiva FE Multi Ambiental FE Aterro Metropolitano de Gramacho Não Possui Aterro Metropolitano de Gramacho Não Possui Todas as vias (1ª e 4ª) carimbadas e assinadas pelo receptor Foram vistos os manifestos do período de Maio 2008 até presente data. Lixo Extraordinário 23/07/2009 Ambiental Seletiva FE Central de Tratamento de Resíduos Nova Iguaçu S/A FE Lixo Extraordinário 05/05/2009 Koleta Ambiental S/A FE Central de Tratamento de Resíduos Nova Iguaçu S/A FE Resíduo Infectante 15/05/2009 Koleta Ambiental S/A FE Aborgama do Brasil FE 0099/2008 Página 14 de 25

16 De acordo com os dados observados nos manifestos, evidencia se a existência de várias empresas contratadas para a realização da coleta de resíduos e o seu transporte até o destino final. Tais empresas utilizam caminhões compactadores que obedecem a rotas específicas, passando por várias unidades geradoras. Nesse tipo de veículo, a compactação permitida para coleta de infectantes deve ser aquela que mantém a integridade dos sacos mesmo quando aplicada sobre a carga. Igualmente a atividade de transporte, evidencia se a existência de várias empresas de tratamento ou destinação final. Entre elas, estão unidades de tratamento de resíduos por autoclavagem (Aborgama do Brasil e Trusher Serviços de Esterelização LTDA), um aterro sanitário licenciado (Central de Tratamento de Resíduos Nova Iguaçu S/A) e um aterro controlado (Aterro Metropolitano de Gramacho). As empresas que atualmente prestam serviços, estão diretamente contratadas pela SESDEC ou são subcontratadas para prestação de serviços específicos. Os contratos apresentados pela SESDEC, são do período de 29 de Junho de 2007, com validade de 180 dias, foram adjudicados junto as seguintes empresas: PRESTAÇÃO DOS SERVIÇOS DIÁRIOS DE COLETA E TRANSPORTE DE RSS DOS GRUPOS: A, B, D e E RAZÃO SOCIAL LO INÍCIO PRAZO OBSERVAÇÕES Ambiental Seletiva LTDA Multiambiental Coletas e Transportes LTDA Locanty Com e Serviços LTDA Koleta Ambiental S/A FE Válida até 11/02/2009 FE Válida até 03/05/2010 IN /08/ /07/ /07/ /07/ dias 180 dias 180 dias Os contratos estão sendo renovados desde o período de assinatura, cujo prazo é de 180 dias. As empresas devem coletar e transportar os resíduos para unidades de tratamento e destino final que possuem contratos à parte. Uma das empresas se encontra em processo de obtenção da Licença de Operação e outra se encontra com a Licença de Operação vencida. LI FE /07/ dias PRESTAÇÃO DOS SERVIÇOS DE TRATAMENTO POR ESTERILIZAÇÃO E DESTINO FINAL DE RSS DOS GRUPOS: A, B e E. Trusher Serviços de Esterilização LTDA Central de Tratamento de Resíduos Nova Iguaçu S/A Essencis Co Processamento e Incineração LTDA FE Válida até 16/10/2011 FE Válida até 22/09/2010 FE Válida até 13/11/ /07/ dias subcontratada Na subcontratada Na A empresa tem licença para realizar os serviços de esterilização de resíduos sólidos de saúde e correlatos (Grupo A), sendo o tratamento de resíduos químicos e a disposição final dos resíduos tratados, realizados em empresas subcontratadas. A Central de Tratamento de Resíduos Nova Iguaçu S/A possui licença para operação de aterro sanitário (Grupo D e A após tratamento). A Essencis Co Processamento e Incineração realiza os serviços de tratamento de resíduos do Grupo B. Página 15 de 25

17 4.3. ANÁLISE DOS DADOS SEGUNDO AS EXIGÊNCIAS DA ANVISA RDC 306/2004. Segundo a ANVISA RDC 306/2004, o gerenciamento dos RSS constitui se em um conjunto de procedimentos de gestão, planejados e implementados a partir de bases científicas e técnicas, normativas e legais, com o objetivo de minimizar a produção de resíduos e proporcionar aos resíduos gerados, um encaminhamento seguro, de forma eficiente, visando à proteção dos trabalhadores, a preservação da saúde pública, dos recursos naturais e do meio ambiente dessa forma, este trabalho irá analisar as atividades realizadas nas UPAs para o atendimento dos seus principais objetivos, de acordo com a definição supra Plano de Gerenciamento de Resíduos de Serviços de Saúde PGRSS. As unidades de pronto atendimento ainda não possuem um PGRSS que atendam as suas necessidades em criar procedimentos específicos e regras, para a realização de suas atividades de segregação, acondicionamento, identificação, transporte interno, armazenamento temporário, coleta e transporte externo, tratamento e a disposição final. Entretanto, a SESDEC apresenta um cronograma para elaboração e implantação do PGRSS em cada uma das UPAs. A SESDEC informou que o trabalho será realizado envolvendo todos os gerentes administrativos das UPAs e uma consultoria externa para auxiliar na elaboração dos planos e no treinamento dos colaboradores. A criação do PGRSS e o posterior treinamento dos funcionários envolvidos no gerenciamento de resíduos das UPAs pode trazer grandes benefícios como por exemplo, a implantação de um sistema de coleta seletiva para aproveitamento de recicláveis, o que não é feito atualmente, aumentando o volume de materiais que são descartados como lixo extraordinário, mesmo podendo ser reciclados Treinamento dos Colaboradores. Os colaboradores receberam nos últimos anos, treinamentos relacionados ao gerenciamento de resíduos, sendo constatados os seguintes encontros ou treinamentos, cujas chamadas e as respectivas listas de presença se encontram no Anexo V. II Encontro das Gerências de Resíduos de Serviços de Saúde da SESDEC. Realizado no dia 29 de Outubro de 2008 no Auditório do Laboratório Central de Saúde Pública Noel Nutels. A Programação trouxe profissionais de diversas áreas onde foram expostos os seguintes assuntos: gerenciamento de resíduos de serviços de saúde; disposição final dos RSS; revelador, fixador e filmes de raios x; plano de gerenciamento de resíduos e biossegurança; gerenciamento de resíduos na rede SESDEC relatos. Página 16 de 25

18 O mesmo evento deverá ser realizado no mesmo período, no ano de 2009, já que é um evento anual promovido pela SESDEC aos seus colaboradores responsáveis pelo gerenciamento de Resíduos em suas respectivas unidades, o que demonstra uma preocupação com a capacitação e conhecimento dos seus colaboradores. Na área de limpeza interna, onde são terceirizados os serviços, os treinamentos de capacitação são exigidos em contrato, como forma de prevenir a ocorrência de acidentes e não conformidades relacionadas à suas atividades Manejo de RSS Grupo A4. De acordo com a RDC 306/2004, estes resíduos devem ser acondicionados em sacos plásticos brancos leitosos, com o símbolo de infectante estampado, devem ser preenchidos até 2/3 de seu volume e trocados diariamente ou até que seja atingido o seu volume máximo. A sua disposição final poderá ser realizada em aterros licenciados para recepção de RSS. As UPAs visitadas atendem plenamente o item de acondicionamento, pois todas utilizam sacos plásticos de acordo com a especificação. A coleta também é realizada de forma regular e atende aos requisitos preconizados na RDC 306/2004. Os funcionários conhecem os resíduos infectantes e ainda realizam a segregação de forma correta, segundo as fontes consultadas nas entrevistas realizadas nas diversas salas das UPAs. A questão da disposição final ainda é tratada de forma dispersa, pois cabe ao transportador optar por encaminhar os resíduos ao tratamento antes da disposição final ou ao aterro controlado de Jardim Gramacho. Conseqüentemente, o que foi constatado em três unidades visitadas, foi a existência de três empresas diferentes realizando a coleta dos resíduos e, três empresas diferentes realizando o tratamento dos resíduos, conforme se evidencia no quadro do item 4.2, relacionado à documentação dos resíduos. As unidades utilizadas para tratamento e destinação final de resíduos são licenciadas e atuam na esterilização de resíduos por meio de autoclavagem. Depois dos resíduos tratados, estes são encaminhados ao aterro sanitário também licenciado. O Aterro Metropolitano de Gramacho, dentre as opções de disposição final apresentadas, se torna a mais questionável por não possuir licença de operação e ser um aterro controlado que vem ganhando muitos investimentos para mitigação de seus impactos ambientais, mas ainda sim, possui desvantagens em relação ao aterro sanitário licenciado. As licenças ambientais das empresas seguem no Anexo VI. Página 17 de 25

19 Manejo de RSS Grupo B. Os resíduos químicos gerados nas UPAs podem ser listados facilmente, pois são gerados especificamente na sala de raios x, o fixador e o revelador e na farmácia, os medicamentos vencidos. Outro resíduo que pode ser considerado do grupo B, é a lâmpada fluorescente, que contém mercúrio sob a forma vapor. O fixador e o revelador são coletados por empresa responsável pela coleta e pelo transporte de resíduos de cada unidade e às encaminham até o tratamento, cujo mais utilizado é a recuperação de prata. No caso das UPAs, é utilizado um equipamento para recuperação da prata na própria sala de raios x, cujo recipiente que abriga os líquidos é trocado de tempos em tempos e os líquidos acondicionados em bombonas como na figura abaixo. Figura 01: Acondicionamento do revelador / fixador dentro do abrigo de resíduos. As bombonas utilizadas são adequadas ao acondicionamento deste tipo de resíduo, pois possuem características necessárias especificadas na RDC 306/2004, como serem resistentes, rígidas e estanques, com tampa rosqueada e vedante. O material que compõe os recipientes, também é compatível com o armazenamento do revelador e do fixador. A questão da identificação pode ser melhorada com a utilização de identificação da simbologia padrão para produtos químicos seguindo a ABNT NBR Apesar da segregação, não foi constatado o manifesto para a retirada dos resíduos químicos grupo B. Dessa forma, o PGRSS ainda terá o papel de especificar estes controles, sendo mais um benefício que poderá ser trazido com a sua implantação. As lâmpadas estão sendo encaminhadas à empresa Essencis, conforme a declaração de prestação de serviços datada do dia 05 de Maio de A empresa ainda realiza o tratamento dos resíduos de medicamentos fora de validade. Em uma das unidades, foi constatado o fato de que todos os medicamentos próximos ao vencimento ou vencidos, são encaminhados a uma Coordenação Geral de Armazenagem CGA e registradas através de ofícios. Não foi possível evidenciar que estes medicamentos fora do prazo de validade ou Página 18 de 25

20 próximo a este prazo são encaminhados para incineração ou aterro classe I, pela CGA, mas no mesmo documento emitido pela Essencis, consta o recebimento deste tipo de resíduo, gerado por diversas unidades da SESDEC Manejo de RSS Grupo D. Os resíduos do grupo D são em sua maioria descartados como lixo extraordinário, sem a sua correta segregação. Estes resíduos tem um grande potencial para serem reciclados pois existem diversos materiais como papelão que são gerados diariamente e poderia ter um destino mais nobre e ainda: diminuir o custo com o descarte de resíduos, aumentar a vida útil de aterros, aumentar a reciclagem de materiais, reduzir a utilização de recursos naturais. As unidades têm pontos geradores específicos de papelão, são elas: a farmácia e o almoxarifado, sendo este último, certamente o maior gerador desse tipo de resíduo. Infelizmente, esse material é descartado junto ao lixo extraordinário. O lixo extraordinário, propriamente dito, é descartado em recipientes com sacos verdes ou cinzas ou azuis, adotados em cada unidade visitada. Como forma de facilitar o entendimento de cores da coleta seletiva, esses sacos poderiam ser padronizados para uma única cor, além do modelo para infectante, facilitando o processo de descarte, e atendendo a Legislação através da CONAMA nº. 275/2001 que estabelece as cores para a coleta seletiva. Entretanto, quando não se estabelece a coleta seletiva em um ambiente, a própria RDC 306/2004 não estabelece uma padronização de cores. A parte de resíduos orgânicos, varrição, poda e jardinagem gerados nas UPAs, também são destinadas como resíduo extraordinário e apesar de ser interessante a sua utilização para a compostagem, a quantidade gerada é pequena para viabilizar a sua coleta em separado para uma unidade que realize este procedimento, pois toda refeição realizada provém de alimento preparado externamente e entregue à UPA. Por outro lado, as UPAs não possuem área interna para implantação do sistema, e nem pessoal qualificado para realizar tal atividade. Conseqüentemente, entendemos recomendável a continuidade quanto ao tratamento dado a estes materiais. A coleta desses resíduos ocorre diariamente e o procedimento de coleta acontece quando os sacos estão com até 2/3 de seu volume preenchido, obedecendo às recomendações da DRC 306/2004. Quanto aos efluentes líquidos gerados na unidade, estes são interligados à rede pública coletora, que fazem a interligação às elevatórias e/ou estações de tratamento de cada região. Ainda sim, entendese que o Estado ainda é carente no tratamento de efluentes e que, apesar de não ter sido verificado mais detalhadamente, por questões de prazo e escopo deste projeto, fica a impressão de que alguma Página 19 de 25

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