PLANO DE GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS DE SERVIÇOS DE SAÚDE - PGRSS (MODELO BÁSICO)

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1 PLANO DE GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS DE SERVIÇOS DE SAÚDE - PGRSS (MODELO BÁSICO)

2 PLANO DE GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS DE SERVIÇOS DE SAÚDE (MODELO BÁSICO) I DADOS DE IDENTIFICAÇÃO DO ESTABELECIMENTO DE SAÚDE 1- RAZÃO SOCIAL: 2- NOME FANTASIA: 3- CNPJ: 4- ENDEREÇO : RUA: Nº COMP.: BAIRRO: MUNICÍPIO: ESTADO: CEP: FONE/FAX: 5- ATIVIDADE DESENVOLVIDA: 6- DATA DE INÍCIO DE FUNCIONAMENTO: 7- NÚMERO DE PACIENTES ATENDIDOS POR DIA: 8- NÚMERO DE FUNCIONÁRIOS: 9- HORÁRIO DE FUNCIONAMENTO: 10- TIPO DE ESTABELECIMENTO: PÚBLICO PRIVADO FILANTRÓPICO OUTROS 11- PORTE DO ESTABELECIMENTO: PEQUENO MÉDIO GRANDE EXTRA 12- TIPO DE ASSISTÉNCIA PRESTADA: GERAL ESPECIALIZADA QUAL? 13- N DE LEITOS: CAPACIDADE PLANEJADA: CAPACIDADE OPERACIONAL: LEITOS DESATIVADOS: 14- N DE LEITOS POR ESPECIALIDADE: CLÍNICA MÉDICA: CLÍNICA CIRÚRGICA: GINECO-OBSTETRÍCIA: PEDIATRIA: PSIQUIATRIA: ISOLAMENTO: QUEIMADOS: UTI ADULTOS: UTI PEDIÁTRICO: UTI NEONATAL: BERÇARIO: OUTROS: 1

3 15- ÁREA TOTAL DO TERRENO: m ² ÁREA CONSTRUÍDA: m ² II - DADOS DE RESPONSABILIDADE TÉCNICA 1- RESPONSÁVEL TÉCNICO PELO PLANO DE GERENCIAMENTO: NOME: RG: PROFISSÃO: REGISTRO NO CONSELHO: ENDEREÇO RESIDENCIAL: BAIRRO: CEP: CIDADE: ESTADO: FONE/FAX: ART: ASSINATURA: 2- RESPONSÁVEL (POR TURNO) PELA IMPLANTAÇÃO, EXECUÇÃO E OPERAÇÃO DAS ETAPAS CONTEMPLADAS NO PGRSS: NOME: PROFISSÃO: ENDEREÇO: FONE: 3- DIRETOR GERAL: NOME: RG: PROFISSÃO: TEL/FAX: III - CARACTERIZAÇÃO E QUANTIFICAÇÃO DOS RESÍDUOS DE ACORDO COM A RESOLUÇÃO RDC 306 DE 08 / 12 / 2004 E CONAMA 358 DE 29/04/ GRUPO A (INFECTANTES) - Kg/ mês 2- GRUPO B (QUÍMICOS) - Kg/ mês 3- GRUPO C (RADIOATIVOS) - Kg/ mês (Segundo a resolução CNEN-6.05) - ESTIMATIVA DA ATIVIDADE RESIDUAL DOS RADIONUCLÍDEOS PRESENTES - DATA: / /. - DATA PREVISTA PARA DESCARTE: / /. 4- GRUPO D (Reciclável) - Kg/ mês (Úmido)- Kg/ mês 2

4 5- GRUPO E (Perfurocortante) - Kg/ mês OBS: A CARACTERIZAÇÃO GRAVIMETRICA DEVERÁ SER DOCUMENTADA, ASSINADA PELO RESPONSAVEL E INDICADA POR KG OU LITROS / MÊS. IV - GERAÇÃO E FLUXO 1- PLANTA BAIXA DA UNIDADE, (ESCALA 1:100), COM FLUXO DE RESÍDUOS OBEDECENDO A LEGENDA DE CORES E SIMBOLAGIA CONFORME SE SEGUE: GRUPO A SIMBOLOGIA GA FLUXO SETA VERMELHA GRUPO B SIMBOLOGIA GB FLUXO SETA VERDE GRUPO C SIMBOLOGIA GC FLUXO SETA AMARELA GRUPO D SIMBOLOGIA GD FLUXO SETA PRETA GRUPO E FLUXO COM CADA GRUPO A QUE SE CORRESPONDER Seta vermelha EXEMPLO: ABRIGOS EXTERNOS RESÍDUOS COMUNS ADMINISTRACÃO GD FARMÁCIA GB GD RES. QUÍMICO CENTRO GA CIRURGICO GC GA RADIOTERAPIA GE ENFERMARIA Seguir orientações do CNEN OBS: Detalhar em planta baixa (escala 1:100) RES. BIOLÓGICO V MANUSEIO E ACONDICIONAMENTO 1- GRUPO A1 RESÍDUO GERADO: TRATAMENTO? QUAL? TIPO DE RECIPIENTE: (COR, CAPACIDADE, SIMBOLOGIA/IDENTIFICAÇÃOPOR SUBGRUPOS). MANUSEIO EPI UTILIZADO: HORARIO DA COLETA INTERNA: FREQUENCIA DA COLETA INTERNA: EQUIPAMENTO UTILIZADO: PROCEDIMENTO NO CASO DE ACIDENTE: 3

5 GRUPO A2 RESIDUO GERADO: TRATAMENTO? QUAL? TIPO DE RECIPIENTE: (COR, CAPACIDADE, SIMBOLOGIA/IDENTIFICAÇÃOPOR SUBGRUPOS). MANUSEIO EPI UTILIZADO: HORÁRIO DA COLETA INTERNA: FREQUENCIA DA COLETA INTERNA: EQUIPAMENTO UTILIZADO: PROCEDIMENTO NO CASO DE ACIDENTE: GRUPO A3 RESIDUO GERADO: TRATAMENTO? QUAL? TIPO DE RECIPIENTE: (COR, CAPACIDADE, SIMBOLOGIA/IDENTIFICAÇÃOPOR SUBGRUPOS). MANUSEIO EPI UTILIZADO: HORARIO DA COLETA INTERNA: FREQUENCIA DA COLETA INTERNA: EQUIPAMENTO UTILIZADO: PROCEDIMENTO NO CASO DE ACIDENTE: GRUPO A4 RESIDUO GERADO: TRATAMENTO? QUAL? TIPO DE RECIPIENTE: (COR, CAPACIDADE, SIMBOLOGIA/IDENTIFICAÇÃOPOR SUBGRUPOS). MANUSEIO EPI UTILIZADO: HORARIO DA COLETA INTERNA: FREQUENCIA DA COLETA INTERNA: EQUIPAMENTO UTILIZADO: PROCEDIMENTO NO CASO DE ACIDENTE: GRUPO A5 RESIDUO GERADO: TRATAMENTO? QUAL? TIPO DE RECIPIENTE: (COR, CAPACIDADE, SIMBOLOGIA/IDENTIFICAÇÃOPOR SUBGRUPOS). MANUSEIO EPI UTILIZADO: _ HORARIO DA COLETA INTERNA: REQUENCIA DA COLETA INTERNA: EQUIPAMENTO UTILIZADO: PROCEDIMENTONTO NO CASO DE ACIDENTE: 2- GRUPO B RESIDUO GERADO: - TRATAMENTO? QUAL? TIPO DE RECIPIENTE: 4

6 (COR, CAPACIDADE, SIMBOLOGIA/IDENTIFICAÇÃO). MANUSEIO EPI UTILIZADO: HORARIO DA COLETA INTERNA: FREQUENCIA DA COLETA INTERNA: EQUIPAMENTO UTILIZADO: PROCEDIMENTO NO CASO DE ACIDENTE: 3- GRUPO C TIPO DE RESÍDUO: TIPO DE RECIPIENTE POR RADIONUCLÍDEO: (COR, CAPACIDADE, IDENTIFICAÇÃO/SINALIZAÇÃO DE RADIOATIVO). OBS: DESCREVER OS TIPOS DE RECIPIENTES POR RADIONUCLÍDEO, DEMONSTRANDO QUE OFERECEM BLINDAGEM ADEQUADA AO TIPO E AO NÍVEL DE RADIAÇÃO EMITIDA. (VERIFICAR Resolução CNEN-6.05). 4- GRUPO D - ÚMIDOS RESÍDUO GERADO: TIPO DE RECIPIENTE: (COR, CAPACIDADE, SIMBOLOGIA/IDENTIFICAÇÃO). MANUSEIO EPI UTILIZADO: HORARIO DA COLETA INTERNA: FREQUENCIA DA COLETA INTERNA: EQUIPAMENTO UTILIZADO: GRUPO D - RECICLÁVEIS RESÍDUO GERADO: TIPO DE RECIPIENTE: (COR, CAPACIDADE, SIMBOLOGIA/IDENTIFICAÇÃO). MANUSEIO EPI UTILIZADO: HORARIO DA COLETA INTERNA: FREQUENCIA DA COLETA INTERNA: EQUIPAMENTO UTILIZADO: 5- GRUPO E RESIDUO GERADO: TRATAMENTO? QUAL? TIPO DE RECIPIENTE: (COR, CAPACIDADE, SIMBOLOGIA/IDENTIFICAÇÃO). MANUSEIO EPI UTILIZADO: HORARIO DA COLETA INTERNA: FREQUENCIA DA COLETA INTERNA: EQUIPAMENTO UTILIZADO: PROCEDIMENTO NO CASO DE ACIDENTE: 5

7 VI - ARMAZENAMENTO ASSINALAR EM PLANTA BAIXA (escala 1:100) OS ABRIGOS INTERNOS /SALAS DE RESÍDUOS e ABRIGOS EXTERNOS. PARA CADA ABRIGO INTERNO / SALA DE RESÍDUOS e ABRIGO EXTERNO EXITENTES OU A CONSTRUIR, INFORMAR POR GRUPOS E SUBGRUPOS: ABRIGOS INTERNOS: PARA O GRUPO A - DIMENSÃO: - CONDIÇÕES, HORÁRIOS E MODOS DE HIGIENIZAÇÃO: ABRIGOS INTERNOS: PARA O GRUPO B - CONDIÇÕES, HORÁRIOS E MODOS DE HIGIENIZAÇÃO: ABRIGOS INTERNOS: PARA O GRUPO C - CONDIÇÕES, HORÁRIOS E MODOS DE HIGIENIZAÇÃO: (Segundo a resolução CNEN-6.05) 6

8 ABRIGOS INTERNOS: PARA O GRUPO D - ÚMIDO - CONDIÇÕS, HORARIOS E MODOS DE HIGIENIZAÇÃO: ABRIGOS INTERNOS: PARA GRUPO D - RECICLÁVEIS - CONDIÇÕES, HORARIOS E MODOS DE HIGIENIZAÇÃO: ABRIGOS INTERNOS: PARA O GRUPO E - CONDIÇÕES, HORARIOS E MODOS DE HIGIENIZAÇÃO: ABRIGOS EXTERNOS: PARA O GRUPO A 7

9 - REDE DE ESGOTO PARA COLETA DE AGUAS RESIDUARIAS: SIM NÃO - CONDIÇÕES, HORARIOS E MODOS DE HIGIENIZAÇÃO: ABRIGOS EXTERNOS: PARA O GRUPO B - PORTA COM PROTEÇÃO: SIM NÃO - REDE DE ESGOTO PARA COLETA DE AGUAS RESIDUARIAS: SIM NÃO - CONDIÇÕES, HORARIOS E MODOS DE HIGIENIZAÇÃO: ABRIGOS EXTERNOS: PARA O GRUPO C - REDE DE ESGOTO PARA COLETA DE AGUAS RESIDUARIAS: SIM NÃO - CONDIÇÕES, HORARIOS E MODOS DE HIGIENIZAÇÃO: ABRIGOS EXTERNOS PARA O GRUPO D - ÚMIDO - REDE DE ESGOTO PARA COLETA DE AGUAS RESIDUARIAS: SIM NÃO - CONDIÇÕES, HORARIOS E MODOS DE HIGIENIZAÇÃO: 8

10 ABRIGOS EXTERNOS PARA O GRUPO D - RECICLÁVEIS - REDE DE ESGOTO PARA COLETA DE AGUAS RESIDUARIAS: SIM NÃO - CONDIÇÕES, HORARIOS E MODOS DE HIGIENIZAÇÃO: ABRIGOS EXTERNOS: PARA O GRUPO E - REDE DE ESGOTO PARA COLETA DE AGUAS RESIDUARIAS: SIM NÃO - CONDIÇÕES, HORARIOS E MODOS DE HIGIENIZAÇÃO: VII - COLETA INTERNA DESCREVER SUCINTAMENTE COMO É EFETUADA A COLETA DO PONTO DE GERAÇÃO, AO ABRIGO INTERNO E DO ABRIGO INTERNO PARA O ABRIGO EXTERNO, DE CADA GRUPO DE RESÍDUO ABRANGENDO OS SEGUINTES ASPECTOS: PARA O GRUPO A: EQUIPAMENTO UTILIZADO: (TIPO, CAPACIDADE SEGUIR NOEMATIZAÇÕES) EQUIPAMENTODE PROTEÇÃO INDIVIDUAL: QUAIS? TRANSPORTE DENTRO DA UNIDADE GERADORA: PARA O GRUPO B: 9

11 EQUIPAMENTO UTILIZADO: (TIPO, CAPACIDADE; SEGUIR NORMATIZAÇOES). EQUIPAMENTODE PROTEÇÃO INDIVIDUAL: QUAIS? TRANSPORTE DENTRO DA UNIDADE GERADORA: PARA O GRUPO C: EQUIPAMENTO UTILIZADO: (TIPO, CAPACIDADE; SEGUIR NORMATIZAÇOES). EQUIPAMENTODE PROTEÇÃO INDIVIDUAL: QUAIS? TRANSPORTE DENTRO DA UNIDADE GERADORA: PARA O GRUPO D - ÚMIDOS: EQUIPAMENTO UTILIZADO: (TIPO, CAPACIDADE; SEGUIR NORMATIZAÇOES). EQUIPAMENTODE PROTEÇÃO INDIVIDUAL: QUAIS? TRANSPORTE DENTRO DA UNIDADE GERADORA: PARA O GRUPO D - RECICLÁVEIS: TIPOS DE RESÍDUOS QUE SÃO RECICLADOS: EQUIPAMENTO UTILIZADO: (TIPO, CAPACIDADE; SEGUIR NORMATIZAÇOES). EQUIPAMENTODE PROTEÇÃO INDIVIDUAL: QUAIS? TRANSPORTE DENTRO DA UNIDADE GERADORA: PARA O GRUPO E: EQUIPAMENTO UTILIZADO: (TIPO, CAPACIDADE - SEGUIR NORMATIZAÇOES). EQUIPAMENTODE PROTEÇÃO INDIVIDUAL: QUAIS? TRANSPORTE DENTRO DA UNIDADE GERADORA: 10

12 VIII - COLETA EXTERNA DESCREVER SUCINTAMENTE COMO É EFETUADA A COLETA EXTERNA DE CADA GRUPO DE RESÍDUO ABRANGENDO OS SEGUINTES ASPECTOS: COLETA EXTERNA PARA O GRUPO A: FREQÜÊNCIA: EMPRESA RESPONSÁVEL: VEICULO UTILIZADO: TRATAMENTO: UNIDADE DE DESTINAÇÃO FINAL: PARA O GRUPO B: FREQÜÊNCIA: EMPRESA RESPONSÁVEL: VEICULO UTILIZADO: TRATAMENTO: UNIDADE DE DESTINAÇÃO FINAL: PARA O GRUPO C: EMPRESA RESPONSAVEL: VEICULO UTILIZADO: TRATAMENTO: DISPOSIÇÃO FINAL: _ EQUIPAMENTO DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL: SIM NÃO QUAIS? EM QUE ETAPA É RETIRADO O SÍMBOLO DE RADIAÇÃO? PARA ONDE SÃO ENCAMINHADOS OS RECIPIENTES DE CHUMBO: UNIDADE DE DESTINAÇÃO FINAL: PARA O GRUPO D - ÚMIDOS: EMPRESA RESPONSAVEL: VEICULO UTILIZADO: TRATAMENTO: UNIDADE DE DESTINAÇÃO FINAL: PARA O GRUPO D - RECICLÁVEIS: EMPRESA RESPONSAVEL: 11

13 VEICULO UTILIZADO: TRATAMENTO: UNIDADE DE DESTINAÇÃO FINAL: PARA O GRUPO E: EMPRESA RESPONSÁVEL: VEICULO UTILIZADO: TRATAMENTO: UNIDADE DE DESTINAÇÃO FINAL: VIII- TRATAMENTO INTRA- UNIDADE DESCREVER E ASSINALAR EM PLANTA BAIXA QUANDO FOR O CASO, O TIPO DE TRATAMENTO PARA CADA GRUPO DE RESÍDUO. TIPO DE TRATAMENTO DO RESÍDUO DO GRUPO A: EQUIPAMENTO UTILIZADO: PRINCÍPIO DE FUNCIONAMENTO DO SISTEMA EM SITUAÇÃO NORMAL: TIPO DE TRATAMENTO DO RESÍDUO DO GRUPO B: EQUIPAMENTO UTILIZADO: PRINCÍPIO DE FUNCIONAMENTO DO SISTEMA EM SITUAÇÃO NORMAL: QUANDO SE TRATAR DO GRUPO C (RADIOATIVO), DESCREVER O SISTEMA DE ENTRADA /SAÍDA DE REJEITOS RADIOATIVOS NO LOCAL DE ARMAZENAMENTO PROVISÓRIO. OBS: APÓS A SAÍDA DO ARMAZENAMENTO PROVISÓRIO, ATENDIDO OS LIMITES PERMITIDOS, O REJEITO NÃO É MAIS CONSIDERADO RADIOATIVO, DEVENDO SER TRATADO COMO RESÍDUO INFECTANTE, ARMAZENADO E DISPOSTO COMO TAL, APÓS A RETIRADA DE QUALQUER IDENTIFICAÇÃO QUE DENOTE A PRESENÇA DE RADIAÇÃO IONIZANTE. XI - TRATAMENTO EXTRA UNIDADE ESPECIFICAR O TIPO DE TRATAMENTO PARA CADA GRUPO: GRUPO A: EQUIPAMENTO: TIPO: MARCA: MODELO: CARACTERÍSTICAS: CAPACIDADE NOMINAL: CAPACIDADE OPERACIONAL: PRINCÍPIO DE FUNCIONAMENTO DO SISTEMA EM REGIME NORMAL: INSTALAÇÕES DE APOIO: 12

14 LOCALIZAÇÃO DA UNIDADE DE TRATAMENTO: ENDEREÇO: TELEFONE: CAPACIDADE TOTAL DA UNIDADE DE TRATAMENTO (Kg/h): RESPONSÁVEL TÉCNICO PELO SISTEMA DE TRATAMENTO: NOME: RG: PROFISSÃO: REGISTRO PROFISSIONAL: EMPRESA RESPONSÁVEL PELA OPERAÇÃO: GRUPO B: EQUIPAMENTO: TIPO: MARCA: MODELO: CARACTERÍSTICAS: CAPACIDADE NOMINAL: CAPACIDADE OPERACIONAL: PRINCÍPIO DE FUNCIONAMENTO DO SISTEMA EM REGIME NORMAL: INSTALAÇÕES DE APOIO: LOCALIZAÇÃO DA UNIDADE DE TRATAMENTO: ENDEREÇO: TELEFONE: CAPACIDADE TOTAL DA UNIDADE DE TRATAMENTO (Kg/h): RESPONSÁVEL TÉCNICO PELO SISTEMA DE TRATAMENTO: NOME: RG: PROFISSÃO: REGISTRO PROFISSIONAL: EMPRESA RESPONSÁVEL PELA OPERAÇÃO: GRUPO C: EQUIPAMENTO: TIPO: MARCA: MODELO: CARACTERÍSTICAS: CAPACIDADE NOMINAL: CAPACIDADE OPERACIONAL: PRINCÍPIO DE FUNCIONAMENTO DO SISTEMA EM REGIME NORMAL: INSTALAÇÕES DE APOIO: LOCALIZAÇÃO DA UNIDADE DE TRATAMENTO: ENDEREÇO: TELEFONE: CAPACIDADE TOTAL DA UNIDADE DE TRATAMENTO (Kg/h): RESPONSÁVEL TÉCNICO PELO SISTEMA DE TRATAMENTO: NOME: RG: PROFISSÃO: 13

15 REGISTRO PROFISSIONAL: EMPRESA RESPONSÁVEL PELA OPERAÇÃO: GRUPO E EQUIPAMENTO: TIPO: MARCA: MODELO: CARACTERÍSTICAS: CAPACIDADE NOMINAL: CAPACIDADE OPERACIONAL: PRINCÍPIO DE FUNCIONAMENTO DO SISTEMA EM REGIME NORMAL: INSTALAÇÕES DE APOIO: LOCALIZAÇÃO DA UNIDADE DE TRATAMENTO: ENDEREÇO: TELEFONE: CAPACIDADE TOTAL DA UNIDADE DE TRATAMENTO (Kg/h): RESPONSÁVEL TÉCNICO PELO SISTEMA DE TRATAMENTO: NOME: RG: PROFISSÃO: REGISTRO PROFISSIONAL: EMPRESA RESPONSÁVEL PELA OPERAÇÃO: XIII - SAÚDE E SEGURANÇA DO TRABALHADOR NÚMERO DE FUNCIONÁRIOS POR TURNO: MANHÃ: TARDE: NOITE: INSTITUIÇÃO E SETOR A QUE ESTÃO SUBORDINADOS: CHEFIA DO SETOR: NOME: FONE: DURANTE O MANUSEIO DOS RESIDUOS, O FUNCIONÁRIO UTILIZA OS SEGUINTES EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL: APÓS A COLETA INTERNA, O FUNCIONÁRIO LAVA AS MÃOS AINDA ENLUVADAS, RETIRANDO AS LUVAS E COLOCANDO-AS EM LOCAL APROPRIADO: SIM NÃO O FUNCIONÁRIO LAVA AS MÃOS ANTES DE CALÇAR AS LUVAS E DEPOIS DE RETIRÁ-LAS: SIM NÃO Obs: EM CASO DE RUPTURA DAS LUVAS, O FUNCIONÁRIO DEVE DESCARTÁ-LAS IMEDIATAMENTE, NÃO AS REUTILIZANDO. ESTES EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL DEVEM SER LAVADOS E DESINFETADOS DIARIAMENTE. SEMPRE QUE HOUVER CONTAMINAÇÃO OS EPIS, DEVEM SER SUBSTITUIDOS IMEDIATAMENTE, LAVADOS E DESINFETADOS. Não fumar e não se alimentar durante o manuseio com resíduos, retirar as luvas e lavar as mãos sempre que exercer outra atividade não relacionada aos resíduos (ir ao sanitário, atender ao telefone, beber água, etc.). LIBERAÇÃO PARA REJEITOS RADIOATIVOS PARA A COLETA EXTERNA: NÚMERO DE FUNCIONÁRIOS POR TURNO: MANHÃ: TARDE: NOITE: 14

16 INSTITUIÇÃO E SETOR A QUE ESTÃO SUBORDINADOS: DESCREVER SUCINTAMENTE COMO SÃO EFETUADAS AS AÇÕES PREVENTIVAS DA ATUAÇÃO DA COMISSÃO INTERNA DE PREVENÇÃO DE ACIDENTES (CIPA) E DA COMISSÃO DE CONTROLE DE INFECÇÃO HOSPITALAR (CCIH). XIV - CRONOGRAMA DE IMPLANTAÇÃO DO PGRSSS APRESENTAR UM CRONOGRAMA DE IMPLANTAÇÃO, EXECUÇÃO E OPERAÇÃO DAS ETAPAS CONTEMPLADAS NO PGRSS. TODOS OS ITENS QUE NÃO ATENDEM A NORMATIZAÇÃO OU LEGISLAÇÃO DEVEM SER CONTEMPLADOS COM OS RESPECTIVOS PRAZOS PREVISTOS PARA ADEQUAÇÃO. XV - INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES: PRODUTOS USADOS NA HIGIENIZAÇÃO/LIMPEZA (por setor): DETETIZAÇÃO: LIMPEZA DE CAIXA D ÁGUA: TREINAMENTO/RECICLAGEM: FREQÜÊNCIA: PUBLICO ALVO: DOCUMENTAÇÃO: RESPONSÁVEL PELO TREINAMENTO: XVI EXAMES PERIÓDICOS: AS PESSOAS ENVOLVIDAS COM O MANUSEIO DE RESÍDUOS SÃO SUBMETIDAS A EXAME ADMISSIONAL PERIÓDICO, DE RETORNO AO TRABALHO, MUDANÇA DE FUNÇÃO E ADMISSIONAL. EXAMES E AVALIAÇÕES A QUE SÃO SUBMETIDOS: XXX - CONSIDERAÇÕES FINAIS Este estabelecimento se compromete a seguir as disposições e implantar as medidas contidas neste plano. Local: Data: Assinatura do responsável pelo estabelecimento gerador (carimbo) 15

17 Assinatura do responsável técnico pela elaboração do PGRSS (carimbo) Assinatura do responsável técnico pelo monitoramento do PGRSS (carimbo) XVI - BIBLIOGRAFIA XVII - ASSINATURA DE TODOS OS FUNCIONÁRIOS, INCLUSIVE OS QUE ATUAM TEMPORARIAMENTE: XV - ANEXOS CÓPIA DA LICENÇA AMBIENTAL DAS EMPRESAS CONTRATADAS PARA COLETA, TRANSPORTE, TRATAMENTO E DISPOSIÇÃO FINAL DOS RESÍDUOS DE SERVIÇOS DE SAÚDE (item 2.6 RDC 306/2004 ANVISA); CÓPIA DE CONTRATOS DAS EMPRESAS RESPONSÁVEIS PELAS ATIVIDADES RELACIONADAS AO DESENVOLVIMENTO DO PGRSS (ELABORAÇÃO DO PLANO, COLETA, TRANSPORTE, TRATAMENTO E DISPOSIÇÃO FINAL DOS RESÍDUOS DE SERVIÇOS DE SAÚDE); DOCUMENTO DE RESPONSABILIDADE TÉCNICA PELA ELEBORAÇÃO E IMPLANTAÇÃO DO PGRSS. ALTERAÇÕES NO PGRSS SEMPRE QUE NECESSÁRIO. OUTROS PRECONIZADOS PELA LEGISLAÇÃO VIGENTE. 16

18 ORIENTAÇÕES PARA O PREENCHIMENTO PGRSS MUNICIPIO DE BETIM 1 - Os estabelecimentos prestadores de serviços de saúde, novos ou em funcionamento, sejam da administração pública ou privada, deverão apresentar o Plano de Gerenciamento de Resíduos de Serviços de Saúde (PGRSS) à Prefeitura do Município de Betim - Protocolo Geral, para fins de análise e manifestação por parte das autoridades municipais sanitárias e ambientais, em atendimento à legislação vigente. 2 - Os estabelecimentos prestadores de serviços de saúde, novos ou em funcionamento,sejam da administração pública ou privada, considerados como de pequeno porte (até 30 litros/semana) poderão usar o modelo de PGRSS oferecido pela Secretaria Adjunta de Meio Ambiente - Betim, desde que não deletem, nem tampouco deixem em branco os campos que ultrapassarem a realidade do estabelecimento gerador. Porte pequeno até 50 leitos Médio entre 51 e 150 leitos Grande entre 151 e 500 leitos Extra grande com mais de 500 leitos. 3 - IDENTIFICAÇÃO DOS RESÍDUOS: Grupo A: Resíduos infectantes Resíduos que apresentam risco potencial à saúde pública e ao meio ambiente devido à presença de agentes biológicos. Grupo B: Resíduos químicos - Resíduos que apresentam risco potencial à saúde publica ou ao meio ambiente, dependendo de suas características de inflamabilidade, corrosividade, reatividade e toxidade. GRUPO C: Quaisquer materiais resultantes de atividades humanas que contenham radionuclídeos em quantidades superiores aos limites de eliminação especificados nas normas da Comissão Nacional de Energia Nuclear - CNEN e para os quais a reutilização é imprópria ou não prevista. GRUPO D: Resíduos que não apresentam risco biológico, químico ou radiológico à saúde ou ao meio ambiente, podendo ser equiparados aos resíduos domiciliares. Grupo E: Materiais perfurocortantes ou escarificantes. 17

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