GERENCIAMENTO DOS RESÍDUOS NOS CONSULTÓRIOS ODONTOLÓGICOS. Prof. João Paulo Batista Lollobrigida de Souza - DDS., Msc., Phdn.

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1 GERENCIAMENTO DOS RESÍDUOS NOS CONSULTÓRIOS ODONTOLÓGICOS Prof. João Paulo Batista Lollobrigida de Souza - DDS., Msc., Phdn.

2 Verificar legislação e seguir orientação da Vigilância Sanitária Selecionar os tipos de resíduos Manuseio adequado Armazenagem EPI Coleta seletiva

3 Existem na odontologia vários tipos de resíduos devido à diversidade de materiais utilizados para seu exercício Os riscos relacionados com o transporte e eliminação são relevantes

4 Norma do Ministério do Trabalho que regulamenta a questão de segurança e saúde no trabalho, definindo diretrizes de proteção e prevenção aos riscos a que os profissionais estão expostos nos serviços de saúde. NR -32 Determina que todo trabalhador dos serviços de saúde seja informado dos riscos a que está submetido e tenha direito, gratuitamente, à imunização contra doenças transmissíveis. NR -32 Determina que nenhum profissional exerça suas atividades sem o uso do EPI. Proíbe ato de fumar, uso de adornos, calçados abertos...

5 Normas Técnicas ABNT nº , , e Regulamenta a questão da segurança e manejo quanto à coleta, acondicionamento, armazenamento, transporte interno e externo disposição e destinos finais dos resíduos. RDC Norma da ANVISA que regulamenta a questão da segurança e manejo dos resíduos dos serviços de saúde, definindo diretrizes de proteção, prevenção e obrigações.

6 Fontes de orientações referentes ao descarte adequado dos resíduos produzidos nas clínicas odontológicas Periódicos 10% (1) 36% (11) Entidade de Classe 0% 10% (3) Secretaria Municipal de saúde 40% (4) 3% (1) Secretaria Estadual de saúde 0% 6% (2) Ministério da Saúde 10% (1) 10% (3) Faculdades 30% (3) 32% (10) 0% 30% 60% Clínicas Públicas N = 10 Clínicas Particulares N = 31 Percentual de Clínicas Odontológicas Lollobrigida, 2008 Utilização de EPIs como rotina no descarte dos resíduos produzidos 15%(2) Incorreto Correto 0% 10%(1) 45%(14) 55%(17) 85%(11) 90%(9) 100%(10) Não utilizam N = 13 Formandos N = 10 Públicas N = 10 Particulares N = 31 0% 50% 100% Percentual de Clínicas Odontológicas Lollobrigida, 2008

7 Geral ou Comum Patológico Infeccioso Infeccioso Contundente Químico Farmacêutico Resíduos de Amálgama

8 Papéis, caixas, restos alimentares e demais substâncias Não apresenta riscos para saúde dispensando tratamento especial Tecidos, órgão, dentes e partes do corpo humano e animais utilizados em pesquisa, sangue e outros fluidos corporais Requerem esterilização ou incineração, antes serem enterrados ou descartados com o resíduo infeccioso

9 Resíduos como gaze, algodão, pontas de sucção de sangue descartável, luvas, máscaras, avental descartável e outros, contaminados com agentes patogênicos Seu acondicionamento no consultório deve ser feito em lixeira com tampa acionada por pedal e no seu interior deve ser colocado um saco especial (ABNT) na cor branca com identificação. Agulhas, seringas, lâminas de bisturi, Instrumentais cortantes em geral Acondicionados separadamente, em embalagens resistentes a perfurações com inscrição externa Quando na sua lotação (2/3 de sua capacidade), depositar junto ao resíduo infeccioso e destinado à vala séptica

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11 Restos de produtos químicos, principalmente as soluções para desinfecção e/ou esterilização química do instrumental, as soluções reveladoras e fixadoras de radiografias, as soluções desinfetantes do consultório e outras Envasados em recipientes plásticos resistentes, empacotados em saco específico e destinados a vala séptica ou reciclados quando da possibilidade.

12 Produtos farmacológicos: formocresol, tricresolformalina, eugenol, vernizes, cimentos, materiais restauradores, e demais medicamentos Devem ser embalados em recipiente plástico resistente e empacotados e destinados a vala séptica

13 O amálgama odontológico e a toxicidade do mercúrio. Mercúrio A exposição do mercúrio nos consultórios odontológicos.

14 A contaminação humana pelo mercúrio. 988) Vítimas da intoxicação por mercúrio Minamata Japão Fonte: Foto Kuawabara Shise

15 Conhecimento das orientações da vigilância sanitária referentes ao descarte adequado dos resíduos de amálgama odontológico 100%(10) Percentual de Clínicas Odontológicas 90% 60% 30% 0% 55%(17) 30%(3) 38%(5) 45%(14) 62%(8) 60%(6) 10%(1) 0% 0% 0% 0% Correto Incorreto Desconhecem Públicas N = 10 Particulares N = 31 Formandos N = 10 Não utilizam N = 13 Lollobrigida, 2008 Aplicação das orientações da vigilância sanitária referentes ao descarte adequado dos resíduos de amálgama odontológico 100% 100%(10) Percentual de Clínicas Odontológicas 80% 60% 40% 20% 0% 55%(17) 60%(6) 45%(14) 40%(4) Correto 0% Incorreto Públicas N = 10 Particulares N = 31 Formandos N = 10 Lollobrigida, 2008

16 Devem ser acondicionados em recipientes fechados com tampa sob uma lâmina de água ou solução fixadora, a fim de evitar a formação de vapores de mercúrio Podem ser reciclados, com aproveitamento de parte de seus componentes Devem ser direcionados!!!! Exposição da equipe de trabalho odontológica pelo manejo inadequado. Contaminação ambiental no desenvolvimento das atividades dentro da odontologia.

17 PGRSS COMO ELABORAR O PLANO DE GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS DE SERVIÇO DE SAÚDE (PGRSS) É necessário seguir os seguintes passos: 1 - Dados sobre o estabelecimento 2 - Caracterização dos aspectos ambientais: 2.1 Abastecimento de água 2.2 Efluentes líquidos 2.3 Emissões gasosas 3 - Tipos e quantidades de resíduos gerados Quantidade de resíduos coletados por unidade Quantidade de resíduos coletados por grupo de resíduos 4 - Segregação 5 - Tipo de acondicionamento

18 6 - Coleta e transporte interno dos RSS Coleta interna Roteiros de coleta Transporte interno 7 - Armazenamento temporário dos RSS 8 - Armazenamento para a coleta externa dos RSS 9 - Coleta e transporte externo dos RSS Empresas coletoras de resíduos Freqüência de coleta Tipos de veículos utilizados na coleta 10 - Tratamento dos RSS 11 - Disposição final dos RSS 12 - Outras avaliações de riscos 13 - Serviços especializados SESMT, CIPA, PPRA e PCMSO Recursos humanos, CCIH, CIPA, SESMT e Comissão de Biossegurança Responsabilidades e qualificações das equipes de CCIH, Cipa, SESMT e Comissão de Biossegurança 15 - Capacitação equipe de implantação do PGRSS

19 16 - Controle de insetos e roedores 17 - Situações de emergência e de acidentes 18 - Identificação e locação em esquemas ou fluxogramas 19 - Indicadores de execução e avaliação 20 - Validação Fonte: Manual Gerenciamento de Resíduos de Serviço de Saúde-ANVISA.

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