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1 Cooperativismo e a formação de gestores na UFRB: uma experiência em construção Eliane Freitas Pereira Almeida Eliane Jesus da Silva Jesun Lopes dos Santos Ósia Alexandrina V. D. Passos (Orientadora) Resumo O artigo aponta a necessidade de formação de gestores sociais aptos a compreender a dinâmica das cooperativas. Seu objetivo é apresentar a experiência do Curso de da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia, o contexto do seu surgimento e os desafios à elaboração e implantação do mesmo. Para a elaboração do artigo, realizou-se revisão bibliográfica sobre cooperativismo e ensino, pesquisa documental - tendo como referência principal o projeto político pedagógico do Curso -, entrevistas semi-estruturadas e levantamento de dados secundários. O Curso possui uma proposta inovadora, abrangendo promovendo a formação para a economia solidária com ênfase no meio rural. Algumas estratégias estão sendo utilizadas para a formação de gestores de cooperativas, sendo uma delas uma estreita articulação entre ensino, pesquisa e extensão. Dentre os desafios enfrentados, destaca-se a infra-estrutura, bibliografia especializada e corpo docente qualificado. Palavras-chaves: gestão de cooperativas; ensino; UFRB. Temática: Ensino e Pesquisa em Gestão Social Introdução Desde os anos 80, a crise econômica que o Brasil e o mundo vêm atravessando deixou graves conseqüências econômicas e sociais, com redução no trabalho e sem opções no mercado formal. Como alternativa, muitos trabalhadores se inserem no mercado informal, que não traz segurança dos direitos trabalhistas e da renda fixa. Com o desemprego, atingindo índices cada vez maiores, o cooperativismo ganha importância no país. As cooperativas, associações e outras formas de organizações ganham espaço ao enfrentar os problemas causados por esta crise, resgatando a auto-estima e construção da cidadania na cooperação, com um grande desafio de formular e implantar alternativas de trabalho e renda através de empreendimentos solidários com gestão democrática que respeitem a diversidade racial, cultural, territorial e ambiental. O movimento da economia solidária no país vem ganhando força e estímulo através de políticas públicas implantadas a nível nacional. Destaca-se a criação da Secretaria Nacional de Economia Solidária - SENAES, no âmbito do Ministério do Trabalho e Emprego, em 2003, e a estruturação do Fórum Nacional e de Fóruns Estaduais de economia solidária, que possibilitam a troca de conhecimentos entre várias experiências presentes nos municípios brasileiros. Os Empreendimentos Econômicos Solidários EES são [...] as iniciativas que operam a economia solidária na ponta (FRANÇA FILHO, 2006, p. 60) e podem assumir 1/10

2 diversos formatos, tais como associação, empresa autogestionária, bancos comunitários e cooperativas, sendo as últimas expressivas no cenário da economia solidária no Brasil. O espaço para atuação das cooperativas vem sendo ampliado como alternativa à falta de oportunidades no mercado, destacando-se as que estão relacionadas ao desenvolvimento da agricultura familiar que fomentam, recebem, beneficiam, industrializam e comercializam os produtos de milhares de pequenos produtores rurais. O mapeamento da economia solidária realizado pela SENAES revelou que a economia solidária no Brasil é, essencialmente, rural. Segundo o Atlas da Economia Solidária no Brasil (2005), metade dos EES atua exclusivamente em área rural e 17% atua na área rural e na área urbana. Essa alta percentagem se dá, principalmente, em função da agricultura familiar. A Bahia é o estado que possui o maior número de agricultores familiares ( ), correspondendo a 15% do total nacional. As unidades representam 89,1% dos estabelecimentos agrícolas, com 37,9 % da área ocupada e contribuindo com 39,8% do valor bruto da produção agropecuária. No recôncavo baiano, os agricultores familiares têm participação significativa na produção. Como exemplo, no município de Cruz das Almas, cuja população é de , verifica-se de que dos estabelecimentos rurais, 90% têm área inferior a 10 hectares e, de acordo com o Banco de Dados da Agricultura Familiar, 92,4% são unidades familiares, ocupando 62% da área e contribuindo com quase 80% do valor bruto da produção. A organização comunitária e o trabalho coletivo através de associações e cooperativas tem se apresentado como importante ferramenta de desenvolvimento dessa região, ampliando as condições para assegurar a renda desses agricultores e gerando possibilidades para estes e seus filhos, que constantemente migram para as zonas urbanas em busca de oportunidades de educação, emprego e renda, o que contribui para o aumento da taxa de êxodo rural. Para responder a essas e outras demandas, foi criada recentemente a Universidade Federal do Recôncavo da Bahia - UFRB, com campi em quatro municípios do recôncavo baiano Cruz das Almas e Amargosa, Cachoeira, Santo Antônio de Jesus. A instalação da universidade nessa região é crucial para o desenvolvimento local por meio da formação de quadros científicos e técnicos que atendam as necessidades da sociedade. Uma das formas de cumprir com esta finalidade é oferecer a sociedade uma formação profissional de qualidade. Nesse sentido, em 2009 teve início o curso de Graduação Tecnológica em no Centro de Ciências Agrárias, Ambientais e Biológicas CCAAB. A primeira parte do trabalho apresenta de modo sucinto a cooperativa e a gestão como uma dimensão da mesma. Em seguida, o artigo trata do ensino da gestão de cooperativas, evidenciando a necessidade de formação e qualificação de profissionais para atuar nesta área. Na terceira parte do artigo, é apresentada a experiência da UFRB, abordando a criação do curso, o modo como se deu esse processo e os desafios à elaboração e implantação do mesmo. Por fim, são apresentadas as considerações finais. A Cooperativa como espaço da gestão O cooperativismo surgiu na Europa Ocidental, com o advento da Revolução Industrial (VEIGA; FONSECA, 2001), mas suas origens podem ser encontradas nas sociedades feudal, grega, romana e nos primórdios da civilização da espécie humana (COSTA, 2009). As cooperativas tiveram nasceram como reações defensivas de trabalhadores contra altos preços dos produtos de primeira necessidade. A primeira cooperativa de consumo foi fundada no bairro de Rochdale, na cidade de Manchester (Inglaterra), em 21 de dezembro de 2/10

3 1844, por um grupo de tecelões, sendo vinte e sete homens e uma mulher, como uma estratégia de sobrevivência após uma greve prolongada. Seus fundadores desejavam alimentos puros a preços justos, educação dos membros e familiares, acesso à moradia, trabalho (através da compra de terra e fábricas) para os desempregados e os mal remunerados. Desejavam também o estabelecimento de uma colônia cooperativa auto-suficiente (MAURER JUNIOR, 1996 apud CANÇADO; GONTIJO, 2004). A Cooperativa dos Probos Equitativos de Rochdale, como ficou conhecida, elaborou e colocou em prática os princípios do cooperativismo, um conjunto de normas que norteiam a constituição e o funcionamento de cooperativas. Os princípios do cooperativismo são as linhas orientadoras pelas quais as cooperativas levam à prática os seus valores. E são opostos aos do capitalismo porque invertem as relações entre a empresa e seus trabalhadores e a empresa e seus clientes (VEIGA; FONSECA, 2001, p. 43). Esses princípios foram preservados, contudo, diante das transformações econômicas e sociais do mundo, foram revistos e adaptados. Em 1995, durante o Congresso da Aliança Cooperativista Internacional ACI, ocorreu a última revisão dos princípios cooperativistas, que são: Adesão Livre e Voluntária; Gestão Democrática Pelos Membros; Participação Econômica dos Membros; Autonomia e Independência; Educação, Formação e Informação; Intercooperação; Preocupação com a Comunidade. Veiga e Fonseca (2001) relatam que o cooperativismo chegou ao Brasil no começo do século XX, trazido pelos imigrantes europeus. Aparece como um instrumento eficiente para a organização econômica da agricultura de exportação e da agricultura capitalizada voltada para o abastecimento interno e para comercialização dos produtos dos pequenos produtores. Segundo Singer (2002), é no final da década de 80 que o cooperativismo cresce no país, junto com as demais experiências de economia solidária. Com a crise social das décadas perdidas de 1980 de 1990, em que o país se desindustrializou, milhões de postos de trabalho foram perdidos, acarretando desemprego em massa e acentuada exclusão social, a economia solidária reviveu no Brasil. Ela assumiu em geral a forma de cooperativa ou associação produtiva, sob diferentes modalidades mas sempre autogestionárias, [...]. (SINGER, 2002, p.122) A Lei Cooperativista 5.764/71 foi criada no Brasil em 16 de dezembro de 1971 e define a cooperativa como: Uma sociedade de pessoas, com forma e natureza jurídica próprias, de natureza civil, não sujeita falência constituída para prestar serviços aos associados. (VEIGA; FONSECA, 2001, p.39). Para Veiga e Fonseca (2001), o cooperativismo é um instrumento de emancipação dos trabalhadores, que procura construir uma nova maneira de processar a economia baseando-se no trabalho e não no lucro; na ajuda mútua e não na concorrência e competição; nos valores e necessidades humanas e não na acumulação individual do dinheiro e na exploração do trabalho, aperfeiçoando o ser humano na sociedade cultural. Segundo esses autores, é reconhecido como sistema mais adequado, participativo, justo, democrático e indicado para atender as necessidades e interesses dos trabalhadores. O cooperativismo é um sistema de idéias, valores e forma de organização da produção de bens, serviços e consumo que reconhece as cooperativas como uma forma ideal de organização das atividades socioeconômicas. Seu objetivo não é o conjunto das pessoas, mas o indivíduo através das pessoas (GOUVEIA, 1997 apud VEIGA; FONSECA, 2001, p. 18). Nesse sentido, Singer (2002) entende que o cooperativismo é uma filosofia do homem na sociedade na qual está inserido; é uma forma plena de valores morais e sociais. 3/10

4 Para fins deste trabalho, utiliza-se a definição de Veiga e Fonseca (2001) para quem a cooperativa é uma associação voluntária com fins econômicos que exerce uma atividade com propósitos e objetivos comuns, contribuindo para formação do capital por meio de quotaspartes, assumindo igualitariamente riscos e benefícios. A cooperativa tem, portanto três características básicas: a gestão, a propriedade e a repartição das sobras cooperativas. (VEIGA; FONSECA, 2001, p. 39). Os princípios e as características das cooperativas moldam uma prática específica de gestão, compreendida aqui como uma dimensão da cooperativa. França Filho (2003) assevera que a gestão não é uma dimensão qualquer, pois ela se articula às demais, definindo-as também. A gestão se constitui uma dimensão fundamental do espaço dessas organizações, de acordo com a racionalidade que as motiva (SILVA; TEIXEIRA; MAGALHÃES, 2005) O trabalho de Silva, Teixeira e Magalhães (2005), que discute as especificidades da gestão praticada em organizações inseridas no campo da economia solidária, denuncia a necessidade de estudos e reflexões acerca do tema. As autoras compartilham da conclusão chegada por Andion (2001), para quem a gestão dessas organizações [...] é tão complexa e dinâmica quanto a própria natureza destas organizações, pois ela é composta por uma série de desafios e questões singulares que não podem ser mais negligenciadas, nem pelas pessoas que atuam nestes organismos, nem pelas teorias que tratam desta temática. (ANDION, 2001, p. 14). Ensino em Diante da complexidade da gestão de cooperativas, percebe-se no país uma grande necessidade de formação e qualificação de profissionais para atuar nesta área. Os cursos de tem se expandido no Brasil, contudo, certamente ainda está aquém da demanda por esse tipo de formação. As instituições de ensino que oferecem esse curso estão localizadas somente em três regiões do país. Considerando as instituições que oferecem uma formação no nível de graduação em (incluído as modalidades de graduação tecnológica, bacharelado e EAD), são, ao todo, 12 (doze) cursos, conforme apresentado no Quadro 1. Metade das instituições está localizada na Região Sudeste; 33%, na região Sul; e, 17% na Região Nordeste. Quadro 1: Oferta de Cursos de no Brasil INSTITUIÇÃO REGIÃO CURSO MODALIDADE Universidade Federal de Pelotas SUL Tecnologia em Graduação Tecnológica UFPEL Universidade Federal de Santa SUL Tecnologia em Graduação Tecnológica Maria - UFSM Universidade Luterana do Brasil - SUL Tecnologia em Graduação Tecnológica ULBRA EAD 4/10

5 Universidade do Sul de Santa SUL Gestão em Catarina - UNISUL Cooperativa Faculdade União de Campo SUL Tecnologia em Mourão - UNICAMPO Faculdade de Jandaia do Sul SUL Tecnologia em FAFIJAN Universidade Federal de Viçosa SUDESTE Tecnologia em UFV Universidade São Marcos - SUDESTE Tecnologia em UNIMARCO Faculdades Sumaré SUDESTE Tecnólogo em Faculdades Novos Horizontes SUDESTE Tecnólogo em Universidade Federal do NORDESTE Tecnologia em Recôncavo da Bahia Faculdade de Tecnologia de NORDESTE Alagoas - FAT Fonte: Elaboração própria i. Graduação/Virtual/ EAD Graduação Tecnológica Graduação Tecnológica Graduação Bacharelado Graduação Tecnológica Semipresencial EAD. Graduação Tecnológica EAD Graduação Tecnológica Graduação Tecnológica Graduação Percebe-se que, dentre os cursos de graduação em apresentados, mais de 80% são de graduação tecnológica. No Brasil, o Tecnólogo ii é um profissional de nível superior formado em um curso superior de tecnologia, para atender campos específicos do mercado de trabalho. Seu formato, portanto, é mais compacto, com duração média menor que a dos cursos de graduação tradicionais. Por ser um profissional de nível superior, os tecnólogos podem dar continuidade a seus estudos cursando a pósgraduação Stricto Sensu (Mestrado e Doutorado) e Lato Sensu (Especialização). A designação atual da profissão foi estabelecida pelo Decreto de 17 de abril de 1997 (Decreto de 23 de julho de 2004). O Ministério da Educação - MEC tem incentivado a educação profissional em nível tecnológico. Com o Decreto 2208/97 esta modalidade educacional abrange os cursos de nível superior na área tecnológica, destinados a egressos do ensino médio e técnico. Os cursos superiores tecnológicos considerados de graduação pela legislação vigente, tem como característica principal a capacitação técnica para atender aos diversos setores da economia e conferirão ao egresso o diploma de Tecnólogo. (ALMASSY JUNIOR E OUTROS, 2007, p. 43). Segundo o MEC, o Tecnólogo em é um profissional comprometido com o desenvolvimento social, economico e pessoal, estando qualificado a compreender o papel social das cooperativas, desenvolver, gerenciar e incentivar as diferentes atividades referente ao associativismo, respeitando os valores éticos morais, culturais sociais e ambientais. Este profissional deve aplicar a tecnologia para melhor implementar os conceitos e práticas fundamentais do cooperativismo, voltados à implementação e gerenciamento dos diversos setores de uma cooperativa. (ALMASSY JUNIOR E OUTROS, 2007) 5/10

6 Dentre os cursos oferecidos no país está o Curso Superior de Tecnologia em da UFRB, primeiro curso de tecnológico desta instituição. Considerando as características produtivas do território do recôncavo baiano, acredita-se que o cooperativismo deverá se tornar estratégia cada vez mais difundida de desenvolvimento sócio-econômico não somente nesta região geográfica como também em todo estado da Bahia. Neste contexto, o Projeto Pedagógico do Curso Superior de Tecnologia em da UFRB foi proposto pelo Centro de Ciências Agrárias, Ambientais e Biológicas. O curso tem como habilitação, ênfase e modalidade em Gestão e Comércio, oferecendo 70 vagas anuais. O curso é noturno e tem a carga horária total de horas integralizadas em três anos. As atividades do curso devem resultar de um processo integrado de ensino, pesquisa e extensão de qualidade, capaz de dotar os discentes de discernimento e habilidades para pesquisar, empreender, propor, gerenciar e conduzir mudanças. As disciplinas que compõe a organização curricular do curso são estruturadas da seguinte maneira: nos primeiros períodos são ofertadas as disciplinas de formação básica e instrumental; nos períodos seguintes, as disciplinas de formação profissional; em seguida, as disciplinas efetivas e complementares; e, por fim, o estágio supervisionado. O objetivo geral desse curso é formar profissionais capazes de promover a otimização organizacional e o bem-estar social por meio de sua atuação profissional, seja como empreendedor ou gestor. O curso deve possibilitar aos discentes: formação humanística; conhecimento da ; condições para o desenvolvimento de empreendedores capazes de desenvolver novos negócios; formação técnica permitindo a compreensão e interferência na realidade organizacional na qual está inserido; formação profissional para o desempenho de funções administrativas e gerenciais em organizações de natureza solidária, especialmente, nas rurais. Conforme o projeto pedagógico, o profissional formado deverá ser capaz de interagir nas especificidades regionais e locais, enfatizando empreendimentos com características rurais, em conexão ao contexto mundial, atuando como agente de mudança na gerência de sistemas organizacionais cooperativados, de forma inovativa e pautada nos princípios de justiça e ética profissional. Sendo assim, o gestor de cooperativas estará apto a desenvolver a educação cooperativista e a promover o desenvolvimento das cooperativas e de suas comunidades, orientando os empreendimentos dos associados no plano da promoção humana e da transformação das estruturas sociais estimulando a pesquisa prestando assessoria a cooperativas. Cumpre destacar que nem sempre os cursos de gestão de cooperativas abordam as cooperativas como empreendimento econômico solidário, seguindo uma linha tradicional do cooperativismo. A proposta da UFRB destaca-se por oferecer uma formação voltada para a atuação profissional no campo da economia solidária. Uma experiência de ensino da gestão de cooperativas em construção Entre janeiro e fevereiro de 2010 foram realizadas entrevistas semi-estruturadas com a Coordenadora do Curso de Tecnologia em, além de 2 (dois) professores do colegiado que participaram da elaboração do seu projeto político-pedagógico. Buscou-se conhecer a motivação para criação do curso, o modo como se deu esse processo e os desafios à elaboração e implantação do mesmo. Para essa reflexão, foi consultado também o Relatório de Atividades do Colegiado do curso. 6/10

7 De acordo com a entrevista concedida pelo presidente da comissão que elaborou o projeto político pedagógico, Prof. Alexandre Américo Almassy Junior iii, para compreender o início do processo de criação do curso é preciso rememorar a trajetória do Departamento de Ciências Sociais Aplicadas à Agricultura da antiga Escola de Agronomia da UFBA. A proposta do curso teve início em 2006 e partiu de um grupo de professores que desenvolviam trabalhos em grupos e comunidades nas mais diversas temáticas e viam a oportunidade de propor um curso que trabalhasse com empreendimentos solidários, que cresciam e se tornavam representativos na Bahia e no nordeste. O curso teve início em 2009, mas seu processo de criação se deu entre o segundo semestre de 2006 e início de Foi um trabalho minucioso com pesquisa sobre o funcionamento, a duração, o projeto político pedagógico na visão dos docentes e do MEC. No princípio, o curso seria voltado para associativismo, porém, tendo consultado o Catálogo Nacional de Cursos Superiores de Tecnologia do MEC, os professores identificaram o Curso Superior de Tecnologia em e consultaram o projeto do curso de da Universidade Federal de Viçosa/MG, que serviu como referência inicial. Na época, havia outra comissão criada para redigir o projeto político pedagógico de um curso tecnológico na área de gestão de agronegócios. Contudo, os estudantes se mobilizaram contra a oferta desse curso, em virtude da perspectiva de exclusão deste modelo, principalmente, em contraposição à proposta dos empreendimentos solidários. A direção do CCAAB, na época, era muito atenta e sensível às demandas dos discentes, que pressionaram o Conselho Diretor. Por fim, este projeto foi abandonado. O Prof. Alexandre Américo Almassy Junior (informação oral), explicou ainda que Com a criação da UFRB e do Centro de Artes, Humanidade e Letras (CAHL), em Cachoeira, havia um entendimento de que o Departamento de Ciências Sociais Aplicadas à Agricultura seria extinto e os professores ligados a este deveriam ser transferidos para o CAHL. Alguns professores consideravam que era fundamental a permanência da área de ciências sociais em Cruz das Almas para ministrar as disciplinas da área de ciências humanas e sociais nos cursos de agrárias e ambientais. Houve dificuldade em defender essa visão, pois nos cursos de ciências agrárias prevalece uma visão tecnicista muito voltada para a técnica em detrimento da formação humana ou social, sendo isso uma característica geral em todos os centros de ciências agrárias das universidades brasileiras. A criação de um curso de administração no CCAAB não parecia viável, por falta, principalmente, de corpo docente. Assim, o curso de tecnólogo se mostrou atrativo para o aluno - por ser de curta duração e para o Centro - por ser voltado aos empreendimentos envolvidos com o meio rural. O projeto político pedagógico foi construído tendo em vista as necessidades dos empreendimentos do meio rural. Sobre a importância do curso de Tecnologia em para o Recôncavo, a Profª Alessandra Bandeira Antunes de Azevedo iv (informação oral) esclareceu que se trata de um curso inovador, necessário pela carência de pessoas que contribuam com a gestão de empreendimentos econômicos solidários e também na gestão pública, na formulação de políticas públicas voltadas para a economia solidária. Segundo ela (informação oral), o mercado de trabalho não se limita às cooperativas, mas inclui instituições públicas, ONGs, dentre outros. O Prof. Alexandre Américo Almassy Junior (informação oral) destacou que o curso não é apenas vantajoso para o Recôncavo, mas para todo o estado, pois não há grande oferta de cursos semelhantes na Bahia, embora atraia principalmente pessoas da região, pelo número 7/10

8 de empreendimentos solidários que já existem. O estado da Bahia tem uma característica marcante quanto à presença de empreendimentos solidários e o curso procura responder a esta demanda social. Muitas dessas organizações não obtêm êxito devido à falta de gestores pessoa capacitada que tenha condição de compreender o funcionamento da cooperativa ou empreendimento. Além disso, por ser um curso noturno de curta duração, que permite que pessoas que estão inseridas no mercado de trabalho tenham acesso ao nível superior, o curso é bastante atrativo. A Profª Tatiana Velloso v (informação oral) acrescentou que o fortalecimento de organizações comunitárias através da capacitação profissional contribui para a construção de outro modelo de desenvolvimento. Contudo, faz-se necessária a atuação do estado exercendo o seu papel no fomento através de políticas publicas estruturadas para esse tipo de empreendimento, como o próprio curso de gestão de cooperativas e a Incubadora de Empreendimentos Econômicos Solidários INCUBA/ UFRB, ao qual ele se articula. A INCUBA/ UFRB, criada em 2007, integrada à Rede UNITRABALHO, tem como missão contribuir na promoção e no fortalecimento de empreendimentos solidários, valorizando a diversificação da produção, o resgate do conhecimento tradicional, as relações de gênero eqüitativas e a construção de políticas públicas territoriais sustentáveis, promovendo a melhoria da qualidade de vida a partir de atividades voltadas para geração de trabalho, renda e cidadania, a partir da indissociabilidade de ensino, pesquisa e extensão universitárias. Ela assessora, fomenta e qualifica empreendimentos de economia solidária de forma integrada. Ela foi criada anteriormente ao curso de Gestão em, com caráter multidisciplinar, mas possui uma estreita articulação com este curso, sendo um espaço importante de ensino-aprendizado mediante participação de docentes e discentes em projetos. Outra estratégia do curso para alcançar os objetivos propostos no que tange à formação de gestores, o Colegiado tem buscado estreitar a relação entre ensino, pesquisa e extensão e promover interdisciplinaridade. Isso tem ocorrido através de cursos de extensão, apoio à participação de discentes em eventos científicos e realização de visitas técnicas. Quanto à articulação entre ensino e extensão visando à melhoria pedagógica do Curso, cumpre comentar a contribuição do Grupo de Estudos Paulo Freire, criado como espaço de reflexão de práticas extensionistas a partir da revisão da obra de Paulo Freire. Os encontros do grupo foram agendados aos sábados a fim de possibilitar a participação de estudantes do Curso, em que obteve êxito. Os estudantes que participam demonstram grande crescimento no estudo de texto, na organização e sistematização de idéias. Cumpre destacar ainda o esforço do Colegiado em articular as atividades de pesquisa, fortalecendo uma linha de pesquisa em Tecnologia Social. No segundo semestre de 2009, foram entregues o laboratório de Metareciclagem e inclusão social (ainda em fase de montagem) e o laboratório de Tecnologia Social TS, cujo objetivo é a reprodução de TS encontradas nos bancos de dados visando testá-las, estudá-las e apresentar às comunidades onde a UFRB desenvolve projetos. Em 2009, foram aprovados 3 projetos que abordam a temática da tecnologia social, consolidando assim uma linha importante para o curso. São eles: 1) o Curso de Pós-Graduação Lato Sensu Sociedade, Inovação e Tecnologias Sociais, financiado pela Fapesb; 2) o projeto Tecnologias Sociais para a Inclusão Digital e o Desenvolvimento da Economia Solidária, financiado pela FINEP; e 3) Incuba - Tecnologia Sociais e Cidadania: Alternativa para a Inclusão Social, do edital do PRONINC 2009 financiado pela FINEP. Para o Prof. Alexandre Américo Almassy Junior (informação oral), alguns desafios foram enfrentados na elaboração; dentre eles, a resistência de alguns professores. Essa 8/10

9 resistência não foi encontrada somente dentro da universidade, mas também fora dela. A Profª Tatiana Velloso (informação oral) destacou que a implantação de um curso dessa natureza único no estado - tem como desafio a falta de compreensão acerca de sua importância, pois trabalha com um seguimento muito específico da sociedade. Além disso, embora o MEC reconheça o diploma de nível superior de graduação, há ainda pouco conhecimento sobre esta modalidade de ensino. Quanto ao processo de implantação, um dos desafios enfrentados é a necessidade de revisão e ajuste constante do projeto político pedagógico do curso, conforme afirma o Prof. Alexandre Américo Almassy Junior (informação oral). Considerando que o é curso noturno tendo em vista permitir o acesso de trabalhadores ao ensino superior, a Profª Tatiana Velloso (informação oral) apontou o desafio da estrutura e organização da universidade, que não funcionava à noite. Outro desafio apontado pela Profª Alessandra Bandeira Antunes de Azevedo é a estruturação do quadro docente. De modo geral, falta pessoal qualificado e especializado. Considerações Finais O artigo evidenciou que as cooperativas, como expressão da economia solidária, marcadas por princípios e especificidades que apontam a necessidade de repensar e elaborar novas práticas de gestão. Nesse contexto, a formação de gestores aptos a compreender a dinâmica das cooperativas e a contribuir com a sua gestão é um grande desafio. A oferta de cursos de formação profissional em gestão de cooperativas é ainda muito limitada no país; inclusive, essa oferta não abrange ainda todas as regiões do país. Isso pode indicar uma possível resistência a esse curso e à proposta da economia solidária, já que a maioria dos cursos de gestão forma pessoas para atuarem na gestão de empresas privadas. Nesse sentido, a experiência que está sendo implantada na Universidade Federal do Recôncavo da Bahia reafirma o compromisso dessa instituição com o desenvolvimento do território, reconhecido pela força dos movimentos populares e associativistas. É interessante notar que os desafios enfrentados pelo curso não são privilégio daquela instituição, mas são enfrentadas em todo o país, como a falta de pessoas e bibliografia especializada (SILVA; TEIXEIRA; MAGALHÃES, 2005). Isso sinaliza que a formação de gestores de cooperativas depende não só das atividades de ensino, mas também da ampliação de estudos e pesquisa nesse campo. Assim, a articulação entre ensino, pesquisa e extensão se imprescindível quando se pensa na formação desses gestores. Ensino, pesquisa e extensão em economia solidária precisam se consolidar nas universidades de todo país a fim de que os empreendimentos econômicos solidários tenham condições de sustentabilidade e sejam, de fato, uma via de desenvolvimento local. Referências: ALMASSY JUNIOR, Alexandre Américo et al. Projeto político pedagógico do curso superior de tecnologia em gestão de cooperativas. Cruz das Almas, BA: UFRB, p. ANDION, Carolina. As particularidades da gestão em organizações da economia solidária. In: Encontro Nacional da Associação Nacional dos Programas de Pós-Graduação e Pesquisa em Administração, 25., 2001, Campinas/SP. Anais..., Campinas/SP, CD- ROOM. 9/10

10 ATLAS DA ECONOMIA SOLIDÁRIA NO BRASIL (2005). Brasília: MTE, SENAES, p. BRASIL, Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento Cooperativismo, Secretaria de Desenvolvimento agropecuário e cooperativismo. Brasília: Mapa/SDC/DENACOOP, BRASIL, Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Disponível em: < Acesso em 24 jan BRASIL, Ministério da Educação e Cultura. Bancos de dado. Disponível em: <http://portal.mec.gov.br>. Acesso em 05 fev CANÇADO, Airton Cardoso; GONTIJO, Mário César Hamdan. Princípios cooperativistas: origem, evolução e influência na legislação brasileira. In: Encontro Latino Americano de pesquisadores da Aliança Cooperativa Internacional, 3., 2004, São Leopoldo/RS. Anais..., São Leopoldo, CD-ROOM COSTA, Luciano de Souza. O cooperativismo: uma breve reflexão teórica, Neva Cascavel/PR. Disponível em: Acesso em: 17 dez FRANÇA FILHO, Genauto C. de. A economia popular solidária no Brasil. In: et al. (Org.) Ação pública e economia solidária: uma perspectiva internacional. Porto Alegre: Editora da UFRGS, 2006, p FRANÇA FILHO, Genauto C. de. Gestão social: um conceito em construção. In: Colóquio Internacional sobre Poder Local, 9., 2003, Salvador. Anais..., Salvador, CD- ROOM. SILVA, M. R. ; TEIXEIRA, L. R. ; MAGALHÃES, Ó. A. V. O ensino de uma outra gestão : o caso da Escola de Administração da Universidade Federal da Bahia. In: Encontro Nacional da Associação Nacional dos Programas de Pós-Graduação em Administração, 29., 2005, Brasília. Anais..., Brasília, CD-ROOM. SINGER, Paul. Introdução a economia solidária. São Paulo: Editora Fundação Perseu Abramo, VEIGA, Sandra Mayrink; FONSECA, Isaque. Cooperativismo: uma revolução pacífica em ação. Rio de Janeiro: DP&A, FASE, i O quadro foi elaborado para fins deste trabalho a partir de dados obtidos no site do Ministério da Educação e na internet. ii O primeiro curso superior de tecnologia a funcionar no Brasil, em 1969, foi o de Construção Civil, nas modalidades: Edifícios, Obras Hidráulicas e Pavimentação da FATEC em São Paulo, reconhecido pelo Ministério da Educação em Os cursos de formação de tecnólogos passaram por uma fase de crescimento durante os anos 70. Ressurgindo em 1998 com uma nova legislação ao setor educacional atendendo as necessidades e demandas da sociedade brasileira. Em 1979, o Ministério da Educação mudou sua política de estímulo à criação de cursos de formação de tecnólogos nas instituições públicas federais e a partir dos anos 80 esses cursos foram extintos. iii Entrevista realizada no dia 19 de janeiro de 2010, em Cruz das Almas, com o Sr. Alexandre Américo Almassy Junior (Presidente da Comissão que elaborou o Projeto Político Pedagógico / Diretor do Centro de Ciências Agrárias, Ambientais e Biológicas / Membro do Colegiado do Curso de ). iv Entrevista realizada no dia 19 de janeiro de 2010, em Cruz das Almas, com a Sra. Alessandra Bandeira Antunes de Azevedo (Coordenadora do Curso de ). v Entrevista realizada no dia 04 de fevereiro de 2010, em Cruz das Almas, com o Sra. Tatiana Velloso (Membro do Colegiado do Curso de e Vice-Coordenadora da Incubadora de Empreendimentos Solidários). 10/10

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