GOVERNO DO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO PLANO ESTADUAL DE CONTINGÊNCIA PARA DESASTRES HIDRÍCOS

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1 GOVERNO DO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO PLANO ESTADUAL DE CONTINGÊNCIA PARA DESASTRES HIDRÍCOS

2 ÍNDICE 1. INTRODUÇÃO CARACTERIZAÇÃO DOS DESASTRES ESTIAGENS Sistema de Monitoramento, Alerta e Alarme Medidas Preventivas SECA Sistema de Monitoramento, Alerta e Alarme Medidas Preventivas INUNDAÇÕES GRADUAIS Sistema de Monitoramento, Alerta e Alarme Medidas Preventivas ENXURRADAS OU INUNDAÇÕES BRUSCAS Sistema de Monitoramento, Alerta e Alarme Medidas Preventivas ALAGAMENTOS EFEITOS DOS DESASTRES PROVOCADOS POR EVENTOS HÍDRICOS EXTREMOS COMITÊ ESTADUAL DE PREVENÇÃO E RESPOSTA ÀS ADVERSIDADES CLIMÁTICAS SECRETARIA DE ESTADO DA CASA MILITAR (SCM) SECRETARIA DE ESTADO DE ASSISTÊNCIA SOCIAL E DIREITOS HUMANOS (SEADH) SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE (SESA) SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO (SEDU) SECRETARIA DE ESTADO DA AGRICULTURA, ABASTECIMENTO, AQUICULTURA E PESCA (SEAG) SECRETARIA DE ESTADO DE SANEAMENTO, HABITAÇÃO E DESENVOLVIMENTO URBANO (SEDURB) SECRETARIA DE ESTADO DO MEIO AMBIENTE (SEAMA)\INSTITUTO ESTADUAL DE MEIO AMBIENTE E RECURSOS HÍDRICOS (IEMA) SECRETARIA DE ESTADO DOS TRANSPORTES E OBRAS PÚBLICAS (SETOP) DEPARTAMENTO DE ESTRADAS DE RODAGEM (DER) POLÍCIA MILITAR (PMES) CORPO DE BOMBEIROS MILITAR (CBMES)

3 4.12 COORDENAÇÃO ESTADUAL DE DEFESA CIVIL (CEDEC) COMPANHIA ESPÍRITO-SANTENSE DE SANEAMENTO (CESAN) ÓRGÃOS DE APOIO CENTRO DE GERENCIAMENTO DE DESASTRES COORDENADORIAS MUNICIPAIS DE DEFESA CIVIL AÇÕES PREVENTIVAS URGENTES

4 1. INTRODUÇÃO As mudanças climáticas têm provocado desastres naturais de grandes proporções em todo o mundo, muitos veiculados às questões de aspectos hídricos, como as secas e as enxurradas, e o alcance dos meios de comunicação difundem essas informações com uma velocidade espantosa. O passivo histórico materializado pela construção de cidades inteiras nas margens de importantes rios ou nas íngremes encostas das montanhas, além de grandes áreas de desmatamentos, com uso arcaico de tecnologia agropecuária, com parcela considerável do território caracterizada como área suscetível a desertificação, faz do Espírito Santo um Estado com muitas áreas de risco. Daí surge a demanda por estruturas institucionais para coordenação das diversas ações preventivas, de preparação para emergências, de socorro e reconstrução de áreas afetadas por desastres, essência do conceito de Defesa Civil. No Brasil, muitas pessoas morrem anualmente por desastres de veiculação hídrica. Outras tantas perdem todo o patrimônio familiar, alcançado com muitos anos de trabalho e esforço. Diante desse quadro o Espírito Santo apresenta um cenário preocupante, onde registram-se com frequência, principalmente no período de outubro a março, desastres relacionados com chuvas, como as enchentes, as enxurradas e os deslizamentos. Já em relação as estiagens e secas, que acontecem entre os meses de julho a outubro, constatamos também grandes danos e prejuízos, porém, por ser mais incidiosos e graduais, esses desastres não têm o apelo midiatico devido, mas os prejuízos sociais e economicos são tão ou mais severos que os causados pelas chuvas. Por ter um espectro mais amplo, os desastres causados pela seca e estiagens, necessita de medidas de prevenção e de preparação mais complexas e com um prazo mais amplo para surgir efeitos esperados. Além disso é necessário ações de diversos 3

5 segmentos da estrutura do governo estadual passando pelas instituições voltadas a agropecuária, ao meio ambiente, a saúde, ao serviço de água e esgoto e as instituições financeiras. Neste contexto, o Governo do Estado do Espírito Santo desenvolveu o Plano Estadual de Contingência para Desastres Hídricos, visando delinear as ações de preparação e resposta para a minimização de seus efeitos desastrosos, preservar o moral da população e restabelecer a normalidade social. 4

6 2. CARACTERIZAÇÃO DOS DESASTRES 2.1 ESTIAGENS As estiagens resultam da redução das precipitações pluviométricas, do atraso dos períodos chuvosos ou da ausência de chuvas previstas para uma determinada temporada. Nas estiagens, ocorre uma queda dos índices pluviométricos para níveis sensivelmente inferiores aos da normal climatológica, comprometendo necessariamente as reservas hidrológicas locais e causando prejuízos a agricultura e à pecuária. Quando comparadas com as secas, as estiagens caracterizam-se por serem menos intensas e por ocorrerem durante períodos de tempo menores. Embora o fenômeno seja menos intenso que a seca, produz reflexos extremamente importantes sobre o agrobussines, por ocorrer com relativa freqüência em áreas mais produtivas e de maior importância econômica que as áreas de seca Sistema de Monitoramento, Alerta e Alarme Os serviços meteorológicos têm condições de antecipar previsões de longo e de médio prazo sobre as condições climáticas e, de curto prazo, sobre as condições do tempo. Os serviços de acompanhamento hidrológico e hidrogeológico têm condições de informar sobre a evolução das reservas de superfície e de apresentar estimativas razoavelmente seguras sobre o potencial das reservas de subsuperfície Medidas Preventivas Manejo Integrado das Microbacias: Florestamento e/ou reflorestamento de áreas de preservação ambiental, como encostas íngremes, cumeadas de morros, matas ciliares e matas de proteção de nascentes; Cultivo em harmonia com as curvas de nível e técnicas de terraceamento, permitindo que sulcos abertos em sentido perpendicular ao do escoamento das águas, retenham a umidade, aumentem a infiltração e reduzam a erosão; Plantio de quebra-ventos, reduzindo a erosão eólica, a evaporação e o ressecamento do solo, nos períodos de estio; 5

7 Adubação orgânica, utilizando resíduos animais (esterco) e lixo orgânico das cidades que, além de promoverem a humificação do solo, melhoram as suas características físico-químicas (produção de colóides); Utilização de cobertura morta, como palhada, casca de arroz e serragem, bem como a incorporação ao solo dos restos culturais anteriores, diminuindo o efeito da evaporação e conservando a umidade natural do solo; Sempre que possível, roçar e não capinar, reduzindo a exposição do solo ao aquecimento e à perda da umidade; Culturas adensadas, reduzindo o espaçamento e a exposição do solo, ao concentrar um maior número de plantas por unidade de área; Utilização de culturas intercalares, plantando leguminosas, como feijão e soja, entre fileiras de milho e cana, permitindo o sombreamento pelas gramíneas, reduzindo a evapotranspiração, enquanto o rizóbio das leguminosas reduz a necessidade de adubação ao fixar o nitrogênio ao solo. A rotação de culturas, ao manter o solo permanentemente coberto, reduz a erosão e favorece a infiltração e a alimentação do freático. O fogo, ao destruir a camada humificada e os colóides orgânicos, contribui poderosamente para intensificar o problema. Plantio Direto O plantio direto visa diminuir a erosão, a evaporação e o processo de compactação do solo reduzindo a umidade, o consumo de água, a perda de solo por erosão. Redução da Vulnerabilidade da Pecuária Considerando que nos períodos de estiagens a massa verde reduz-se a aproximadamente 30%, a produtividade dos rebanhos de corte e leiteiro será intensamente reduzida. Incentivar a armazenagem de alimento para o gado para momentos de seca ou estiagem; Destinar áreas mais úmidas da propriedade para o plantio de campineiras; Difundir técnicas de produção de feno e de silagem. 6

8 2.2 SECA Do ponto de vista meteorológico, a seca é uma estiagem prolongada, caracterizada por provocar uma redução sustentada das reservas hídricas existentes. O desastre seca é também um fenômeno social, caracterizando-se como uma situação endêmica de pauperismo e estagnação econômica, sob o impacto do fenômeno meteorológico adverso. Nessas circunstâncias, a economia local, que sobrevive basicamente de uma pecuária extensiva e de uma agricultura de subsistência, sem a menor capacidade de gerar reservas financeiras ou de estocar alimentos e outros insumos, é completamente bloqueada Sistema de Monitoramento, Alerta e Alarme O acompanhamento das variações de temperatura das águas de superfície dos oceanos Pacífico Atlântico e Indico e, em especial, a monitoramento do fenômeno EI- Niño, permitem uma razoável previsão sobre períodos de seca e de inundações. O crescente aperfeiçoamento dos modelos matemáticos e estatísticos está permitindo uma evolução extremamente favorável das previsões climatológicas de longo prazo Medidas Preventivas Reduzir as vulnerabilidades, como o êxodo rural, otimizando as potencialidades regionais com a finalidade de promover o pleno desenvolvimento, reduzir as desigualdades sociais e regionais, incrementar o bem-estar social e a qualidade de vida da população; Promoção de pequenas empresas e de indústrias artesanais que contribuam para o incremento de uma economia que seja menos dependente das condições climáticas locais; Ampliação da oferta de empregos estáveis e não dependentes de ciclo das safras e das variações das condições meteorológicas, objetivando a fixação e a melhoria das condições de vida da população; Pleno aproveitamento do potencial hídrico armazenado no Estado, por intermédio de projetos de irrigação que utilizem racionalmente os recursos hídricos já reservados; 7

9 Viabilização da oferta permanente de água potável, para uso humano e animal, em todas as localidades; Incentivar a construção de pequenas obras hídricas, como cisternas, poços e pequenos açudes; Perenização de rios temporários ou intermitentes; Incremento do potencial de recursos hídricos, em áreas onde esses recursos são carentes; Intensificação das atividades de pesquisa, capacitação, extensão e assistência técnica agropecuária; Intensificação das ações de saúde, com ênfase para a promoção da saúde, a assistência médica primária e para a proteção de estratos populacionais mais vulneráveis, como os grupos materno-infantil, idosos e deficientes físicos; Intensificação de projetos de promoção do planejamento familiar, da paternidade responsável e de reforço da estrutura familiar, com o objetivo de reduzir os problemas relacionados com menores carentes e abandonados; Construção de linhas de pequenas barragens sucessivas, ao longo dos trajetos dos rios; Construção de passagens molhadas e obras de dragagem e de desenrocamento; O reflorestamento e a recomposição das matas ciliares; Bacias de captação de água construídas ao longo de estradas vicinais, com a finalidade de evitar que os leitos das mesmas sejam danificados por enxurradas e de aproveitar as águas pluviais, para alimentar o lençol freático. 2.3 INUNDAÇÕES GRADUAIS Nas enchentes, as águas elevam-se de forma paulatina e previsível; mantêm-se em situação de cheia durante algum tempo e, a seguir, escoam-se gradualmente. Normalmente, as inundações graduais são cíclicas e nitidamente sazonais. Relacionam-se muito mais com períodos demorados de chuvas contínuas do que com chuvas intensas e concentradas. O fenômeno caracteriza-se por sua abrangência e grande extensão. As inundações graduais são características das grandes bacias 8

10 hidrográficas e dos rios de planície. O fenômeno evolui de forma facilmente previsível e a onda de cheia desenvolve-se de montante para jusante, guardando intervalos regulares Sistema de Monitoramento, Alerta e Alarme De um modo geral, a previsibilidade das cheias periódicas e graduais facilita a convivência harmoniosa com o fenômeno. O mapeamento das cotas máximas das cheias, nos anos de inundações excepcionais, facilita o zoneamento urbano e periurbano e a definição de áreas de riscos intensificados Medidas Preventivas O manejo integrado de microbacias; Zoneamento Urbano e legislação; Acompanhamento de nível de rio e de condições pluviométricas; Mapeamento de áreas de risco; Planos de contingência locais; Educação da comunidade; Fiscalização de obras irregulares e áreas de risco; Limpeza de galerias, calhas de rios e sistema de drenagem; Obras estruturais; Remoção de famílias residentes em áreas de risco; Planejamento orçamentário. 2.4 ENXURRADAS OU INUNDAÇÕES BRUSCAS As enxurradas são provocadas por chuvas intensas e concentradas, em regiões de relevo acidentado, caracterizando-se por produzirem súbitas e violentas elevações dos caudais, os quais se escoam de forma rápida e intensa, provocando transbordamento. Esse fenômeno costuma surpreender por sua violência e menor previsibilidade, exigindo um monitoramento complexo. Normalmente, relacionam-se com chuvas intensas e concentradas, sendo o fenômeno circunscrito a uma pequena área. De um 9

11 modo geral, as enxurradas provocam danos materiais e humanos mais intensos do que as inundações graduais Sistema de Monitoramento, Alerta e Alarme Os serviços meteorológicos têm condições de acompanhar a evolução diária do tempo e informar, com antecipação de horas, sobre a provável ocorrência de chuvas concentradas. Radares meteorológicos permitem previsões sobre a magnitude das precipitações futuras, através do estudo das nuvens causadoras de chuvas Medidas Preventivas O manejo integrado de microbacias; Zoneamento Urbano e legislação; Acompanhamento de nível de rio e de condições pluviométricas; Mapeamento de áreas de risco; Planos de contingência locais; Educação da comunidade; Fiscalização de obras irregulares e áreas de risco; Limpeza de galerias, calhas de rios e sistema de drenagem; Obras estruturais; Remoção de famílias residentes em áreas de risco; Planejamento orçamentário. 2.5 ALAGAMENTOS São águas acumuladas no leito das ruas e nos perímetros urbanos por fortes precipitações pluviométricas, em cidades com sistemas de drenagem deficientes. Nos alagamentos o extravasamento das águas decorre muito mais de uma drenagem deficiente, que dificulta a vazão das águas acumuladas, do que das precipitações locais. O fenômeno relaciona-se com a redução da infiltração natural nos solos urbanos, a qual é provocada por: Compactação e impermeabilização do solo; 10

12 Pavimentação de ruas e construção de calçadas, reduzindo a superfície de infiltração; Construção adensada de edificações, que contribuem para reduzir o solo exposto e concentrar o escoamento das águas; Desmatamento de encostas e assoreamento dos rios que se desenvolvem no espaço urbano; Acumulação de detritos em galerias pluviais, canais de drenagem e cursos d água; Insuficiência da rede de galerias pluviais. Os alagamentos são frequentes nas cidades mal planejadas ou quando crescem explosivamente, dificultando a realização de obras de drenagem e de esgotamento de águas pluviais. Os Sistema de Monitoramento, Alerta e Alarme e as Medidas Preventivas são idênticas às da inundação gradual. 11

13 3. EFEITOS DOS DESASTRES PROVOCADOS POR EVENTOS HÍDRICOS EXTREMOS Os desastres veiculados às questões hídricas extremas provocam grandes danos materiais e, dependendo de sua intensidade, graves danos humanos, além de severos prejuízos sociais e econômicos. Na área rural as inundações e as secas destroem ou danificam plantações e exigem um grande esforço para garantir o salvamento de animais, especialmente bovinos, ovinos e caprinos. Em áreas densamente habitadas, podem danificar ou destruir habitações localizadas em área de risco, bem como danificar móveis e demais utensílios domésticos. Um efeito desastroso das precipitações, sejam elas bruscas ou graduais, é o deslizamento, grande responsável pelos danos humanos mais graves, que em muitas vezes está relacionados com mortes. No setor agropecuário, principalmente em relação às secas e estiagens, os locais afetados sofrem para voltar a normalidade, já que os efeitos se prolongam por períodos que vão entre ciclos de colheita ou de replantio, gerando enormes perdas financeiras e graves perturbações sócio econômicas. O desastre prejudica a atuação dos serviços essenciais, especialmente os relacionados com a distribuição de energia elétrica e com o saneamento básico, que inclui a distribuição de água potável, disposição de águas servidas e de dejetos, e coleta do lixo. Normalmente, o fluxo dos transportes e das comunicações telefônicas também é prejudicado. Os desastres também contribuem para intensificar a ocorrência de acidentes ofídicos e aumentar o risco de transmissão de doenças veiculadas pela água e pelos alimentos, por ratos (leptospirose), assim como a ocorrência de infecções respiratórias agudas. 12

14 As principais consequências dos eventos desastrosos provocados por desastres são: Vítimas fatais, feridos, desabrigados ou desalojados e deslocados; Prejuízos materiais e transtornos decorrentes da inutilização de bens particulares; Abatimento moral da comunidade e desilusão; Rompimento do ciclo social local; Queda nas atividades comerciais e consequentemente de arrecadação de impostos; Queda na qualidade das plantações e da pecuária; Interrupção ou destruição das vias de acesso; Danificação ou destruição de obras públicas; Eventos geológicos extremos, como erosão, deslizamentos e voçorocas; Inutilização de gêneros alimentícios estocados; Prejuízos à pecuária e a produção leiteira; Impossibilidade de escoamento da produção agrícola; Interrupção do sistema de abastecimento de gêneros; Congestionamento do trânsito; Suspensão temporária do trabalho; Danificação ou destruição dos serviços públicos essenciais (luz, gás, água, telefone, lixo, transportes). 13

15 4. COMITÊ ESTADUAL DE PREVENÇÃO E RESPOSTA ÀS ADVERSIDADES CLIMÁTICAS O Comitê Estadual de Prevenção e Resposta às Adversidades Climáticas se apresenta como um grupo executivo formado por representantes do Estado que possuem a função precípua de oferecer a melhor preparação e resposta aos desastres, agindo de acordo com a seguinte prioridade: Preservar vidas; Estabilizar os desastres, minimizando os seus efeitos; Preservar o meio ambiente e os sistemas coletivos; Proteger propriedades. Cada órgão integrado ao Comitê administrará seus recursos, utilizando-se da infraestrutura já existente e fornecerá informação continuada à CEDEC e a Casa Militar, para fins de controle e coordenação. O presente plano traça linhas gerais sobre as ações de prevenção e resposta a ocorrência de eventos hídricos extremos. Dessa forma, cada órgão, dentro de sua esfera de atribuição, deverá elaborar seu planejamento estratégico com foco na sua operacionalização diante do evento, delegando um servidor (ponto focal) com poder de decisão de acionar os meios e recursos atinentes a sua esfera de atribuições e que esteja disponível quando do seu acionamento. Os órgãos que compõe o Comitê são os seguintes: Secretaria de Estado da Casa Militar (SCM); Secretaria de Estado de Assistência Social e Direitos Humanos (SEADH); Secretaria de Estado da Saúde (SESA); Secretaria de Estado da Educação (SEDU); Secretaria de Estado da Agricultura, Abastecimento, Aquicultura e Pesca (SEAG); Secretaria de Estado de Saneamento, Habitação e Desenvolvimento Urbano (SEDURB); 14

16 Secretaria de Estado dos Transportes e Obras Públicas (SETOP); Secretaria de Estado do Meio Ambiente (SEAMA)\Instituto Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (IEMA); Departamento de Estradas de Rodagem (DER); Polícia Militar (PMES); Corpo de Bombeiros Militar (CBMES); Coordenação Estadual de Defesa Civil (CEDEC); Companhia Espírito-Santense de Saneamento (CESAN). SEAMA IEMA SESA SEDURB SEAG CASA MILITAR E CEDEC SETADES DER PMES CBMES CESAN SETOP SEDU Órgãos que compõem o Comitê Estadual de Resposta a Desastres As atribuições de cada um dos representantes do Comitê estão estabelecidas na sequência. É importante ressaltar que as entidades participantes deverão disponibilizar técnicos para compor equipes de atendimento nas situações de emergência, e estabelecer escala de plantão de forma a organizar esquema para possível demanda em finais de semana e fora do horário de expediente. 4.1 SECRETARIA DE ESTADO DA CASA MILITAR (SCM) Coordenar as ações desempenhadas pelo Comitê, em conjunto com a CEDEC, ativando os fluxos de informações e comunicações visando sua integração operacional, de acordo com a intensidade do desastre; Articular, junto às estruturas do governo estadual, as ações necessárias para o perfeito funcionamento do plano de combate a desastres. 15

17 4.2 SECRETARIA DE ESTADO DE ASSISTÊNCIA SOCIAL E DIREITOS HUMANOS (SEADH) Providenciar donativos para os municípios atingidos por desastres, a fim de assistir as pessoas afetadas com cestas básicas, kit-limpeza, colchões, cobertores e telhas de amianto. Orientar os municípios quanto às ações de assistência social, como por exemplo: o Acompanhamento psicossocial das famílias desalojadas ou desabrigadas; o Encaminhamento para os serviços, programas e projetos da administração municipal; o Coordenação de pesquisas e levantamentos sócio-econômicos de pessoas afetadas por desastre; o Cadastramento de famílias; o Inserção das famílias afetadas pelo desastre em programas de geração de trabalho e renda, por meio de parcerias estabelecidas com outros órgãos e outras esferas de governo. Designar, quando necessário, assistente social do quadro efetivo da SETADES para acompanhar a entrega dos materiais, bem como orientar a equipe municipal quanto ao acolhimento das famílias desabrigadas e desalojadas. 4.3 SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE (SESA) Avaliar os danos e identificar as necessidades em saúde; Reabilitar a rede de serviços de saúde; Acompanhar as ações de busca, resgate, socorro, evacuação e assistência médico hospitalar às vítimas; Intensificar as ações de prevenção, promoção proteção, educação, recuperação e reabilitação, previamente determinadas para o setor de saúde; Fortalecer o atendimento pré-hospitalar e hospitalar; Fortalecer fluxo de atendimento para agravos prioritários; Identificar e acompanhar as ações desenvolvidas nos abrigos; 16

18 Estabelecer fluxos de atendimento; Monitorar a morbimortalidade e outros impactos à saúde humana; Intensificar as ações de vigilância epidemiológica de doenças decorrentes de enchentes e inundações; Intensificar a necessidade de promover ações para a atenção psicossocial; Intensificar as ações de controle de vetores (mosquitos), reservatórios (roedores) e animais peçonhentos; Intensificar as ações de Vigilância Sanitária e executar medidas de controle e de higiene nos ambientes públicos, domiciliares e comércios; Apoiar e sistematizar o manejo e destino de animais mortos. 4.4 SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO (SEDU) Disponibilizar caminhões para as operações de apoio às comunidades afetadas; Providenciar as medidas necessárias para liberação de escolas estaduais para servir como abrigo temporário; Repassar para o comitê as relações de escolas e endereços, além de contatos da pessoa responsável pelo local. 4.5 SECRETARIA DE ESTADO DA AGRICULTURA, ABASTECIMENTO, AQUICULTURA E PESCA (SEAG) Acompanhar a atividade de agricultura do município atingido pelo desastre e avaliar possíveis danos e prejuízos no desenvolvimento do setor agrícola, agrário e pesqueiro; Coordenar a elaboração de planos afim de regular o desenvolvimento das atividades agropecuárias, da pesca e da aquicultura em áreas afetadas; Disponibilizar máquinas cedidas pelo Governo do Estado, por meio de concessão de uso, aos municípios para recuperação de estradas vicinais afetadas; Manter e disponibilizar informações e dados atualizados sobre o clima, por meio do Instituto Capixaba de Pesquisa, Assistência Técnica e Extensão Rural (INCAPER); 17

19 Propor, coordenar e executar ações emergenciais no setor rural para minimizar os efeitos das adversidades climáticas. Propor, coordenar e executar ações estruturantes para o setor rural que melhorem a convivência da população rural capixaba com as adversidades climáticas. 4.6 SECRETARIA DE ESTADO DE SANEAMENTO, HABITAÇÃO E DESENVOLVIMENTO URBANO (SEDURB) Realizar vistorias nas áreas afetadas por desastres; Verificar a possibilidade de execução de obras de estabilização ou contenção em áreas de risco; Atuar de forma preventiva, com apoio na elaboração de Planos Municipais de Redução de Risco, Planos de Macro Drenagem e de projetos para execução de obras de prevenção e de recuperação de danos causados por chuvas intensas ou de recuperação dos recursos hídricos para prevenção de seca. 4.7 SECRETARIA DE ESTADO DO MEIO AMBIENTE (SEAMA)\INSTITUTO ESTADUAL DE MEIO AMBIENTE E RECURSOS HÍDRICOS (IEMA) Atuar em locais de interesse ambiental que sofreram sinistros ou estão em risco; Garantir a fiscalização das áreas de interesse ambiental e de risco no sentindo de preservar o local; Vistoriar ocorrência de acidentes com vazamentos de produtos perigosos e outros materiais que possam causar danos às pessoas e ao meio ambiente, determinando ações pertinentes à regularização, bem como a identificação de possíveis áreas de risco. 18

20 4.7 SECRETARIA DE ESTADO DOS TRANSPORTES E OBRAS PÚBLICAS (SETOP) Assessorar municípios na confecção de projetos de engenharia de reconstrução de locais destruídos pelos desastres, como pontes, estradas, prédios públicos, dentre outros. 4.9 DEPARTAMENTO DE ESTRADAS DE RODAGEM (DER) Providenciar máquinas e equipamentos para atendimento de emergência em diversos tipos de áreas sinistradas (estradas vicinais, rodovias, bueiros, pontes, encostas, etc.); Manutenção da trafegabilidade das vias de modo a permitir o trânsito de pessoas (acesso aos serviços essenciais), bem como a chegada das ações de apoio aos afetados pelas enchentes, seja na zona rural ou urbana POLÍCIA MILITAR (PMES) Atuar como órgão de apoio em informações e resposta aos desastres, de forma descentralizada em todo o Estado; Contatar as COMDEC dos municípios atingidos por desastres; Intensificar o Policiamento Ostensivo nas áreas afetadas por desastres, visando a preservação da ordem pública e coibição de saques a comércios e residências; O Batalhão de Missões Especiais e o Batalhão de Polícia Ambiental disponibilizarão botes e barcos para auxiliar os órgãos de Defesa Civil; O Batalhão de Missões Especiais disponibilizará efetivo e cães treinados para busca de pessoas em áreas colapsadas no caso de deslizamentos de terra; Os quartéis poderão servir como base operacional para apoiar as ações de coordenação da Defesa Civil CORPO DE BOMBEIROS MILITAR (CBMES) Atuar como órgão de resposta aos desastres, de forma descentralizada, a partir dos OBM existentes no Estado. 19

21 4.12 COORDENAÇÃO ESTADUAL DE DEFESA CIVIL (CEDEC) Manter-se atualizado quanto às mudanças do clima, acompanhando as previsões climáticas emitidas pelo INCAPER; Manter os representantes do Comitê e as Coordenadorias Municipais de Defesa Civil (COMDEC) informados quanto a possibilidade de ocorrer desastres relacionados com as precipitações em todo o território capixaba; Coordenar as ações desempenhadas pelo Comitê, em conjunto com a Casa Militar, ativando os fluxos de informações e comunicações visando sua integração operacional, de acordo com a intensidade do desastre. O setor da CEDEC responsável por tal coordenação será o Centro de Gerenciamento de Desastres (CGD); Oferecer subsídios às COMDEC para o planejamento das ações municipais integradas às ações da comunidade; Manter o levantamento de toda população desabrigada e de pessoas possivelmente atingidas, de danos materiais e ambientais, prejuízos sociais e econômicos. Os dados repassados pelas COMDEC servirão como referência para o levantamento; Manter o Secretário-Chefe da Casa Militar informado de todos os dados alusivos aos desastres; Providenciar o relatório da situação dos desabrigados e das pessoas atingidas COMPANHIA ESPÍRITO-SANTENSE DE SANEAMENTO (CESAN) Orientar ações de controle da qualidade da água para consumo em situações de comprometimento da rede de abastecimento; Disponibilização de carro pipa e distribuição de água potável; Manutenção nas redes de abastecimento danificadas ou destruídas, assim como os sistemas de esgotamento sanitário, com a necessidade de consertos de tubulação, desentupimento de galerias, drenagem e limpeza de estações de tratamento, cloração e desinfecção de efluentes, dentre outros. 20

22 4.14 ÓRGÃOS DE APOIO Poderão ser convidados como órgãos de apoio instituições e agências com recursos e conhecimentos técnicos para participarem da estrutura deste plano. Os órgãos de apoio agirão dentro de suas respectivas áreas de atuação, e estarão aptos a fornecer informações e auxílio ao Comitê, com pessoal, viaturas e equipamentos, de acordo com a disponibilidade e operacionalidade desses recursos. 21

23 5. CENTRO DE GERENCIAMENTO DE DESASTRES A coordenação das ações do Comitê Estadual de Prevenção e Resposta às Adversidades Climáticas ficará a cargo do Centro de Gerenciamento de Desastres (CGD) da CEDEC, que poderá deslocar servidores para complementar as primeiras respostas, realizadas pelos municípios, in loco. Assim, estão relacionadas ao CGD as seguintes ações: O CGD coordenará tecnicamente o envio e atuação das equipes em suporte aos municípios atingidos pelas chuvas, conforme a evolução do desastre; A Seção Administrativa da CEDEC manterá o controle de diárias dos funcionários que compõem as equipes, confeccionando as escalas de prontidão e sobreaviso conforme o caso e demanda gerada pelo CGD; O CGD manterá atualizado os contatos com o Comitê, para acionamento dos seus integrantes no atendimento às demandas das equipes e dos municípios atingidos; O CGD coordenará os esforços do Comitê com os demais órgãos públicos, privados e com a sociedade, visando à prevenção e, se for o caso, execução de medidas destinadas a socorrer a área atingida bem como colaborar nos esforços das ações assistenciais e recuperativas; Todos os integrantes da CEDEC, em especial o CGD, assessorarão o Coordenador Estadual de Defesa Civil para o acionamento do Comitê, em casos de maior gravidade; O CGD deverá enviar à área atingida, após avaliação preliminar do nível do desastre, equipes de apoio ao município; Empregar as equipes em todos os municípios do Estado do Espírito Santo, considerando a magnitude dos desastres, estrutura da COMDEC e por determinação do Coordenador da CEDEC; Apoiar tecnicamente o município na confecção da documentação de situação de anormalidade, para encaminhamento à Secretaria Nacional de Defesa Civil (SEDEC), bem como para mensurar os danos e prejuízos causados pelo desastre em relatório próprio da CEDEC; Registrar os danos e prejuízos com máquina fotográfica digital e anexá-las aos processos dos municípios ou relatório da equipe; 22

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