Comunicado do GAC Praga, República Checa

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Comunicado do GAC Praga, República Checa"

Transcrição

1 PT Comitê Assessor Governamental Comunicado do GAC Praga, República Checa Praga, 28 de junho de 2012 I. Introdução O Comitê Assessor Governamental (GAC) da Corporação para a Atribuição de Números e Nomes na Internet (ICANN) se reuniu em Praga durante a semana de 23 a 28 de junho de A reunião contou com a participação de cinquenta membros do GAC e seis observadores. O GAC agradece especialmente o apoio do anfitrião local, CZ.NIC. II. Assuntos Internos 1. O GAC dá a bem-vinda ao Vietnã na qualidade de membro. 2. O GAC dá a bem-vinda à Comissão da União Africana na qualidade de membro. 3. O GAC dá a bem-vinda à Organização Europeia para a Investigação Nuclear (CERN), o Escritório Internacional do Trabalho, a Corte Penal Internacional, a Agência Europeia do Espaço, e a União Europeia de Radiodifusão, na qualidade de observadores. III. Assuntos Tratados e Atividades das Distintas Unidades Constitutivas 1. GAC/Organização de Apoio para Nomes Genêricos (GNSO) O GAC se reuniu com a GNSO e debateu os impactos esperados sobre as unidades constitutivas da GNSO por causa do lançamento do programa de novos gtld, e a possibilidade do ingresso de novos participantes ao processo de múltiplas partes interessadas ou da mudança nas unidades constitutivas. Da mesma forma, o GAC recebeu uma atualização sobre a revisão do programa de novos gtld levada a cabo pelo Grupo de Trabalho sobre Confiança, Eleição e Competência do Consumidor, bem como sobre a metodologia subjacente às quarenta e cinco categorias de métricas diferentes relativas à confiança, eleição e competência do consumidor.

2 O GAC e a GNSO também realizaram um debate sobre a decisão adotada pela Comissão Diretiva da ICANN de rejeitar as recomendações do Conselho da GNSO referidas à proteção dos nomes do Comitê Olímpico Internacional e a Cruz/Meia Lua Vermelha, e acordaram que é necessário maior clareza sobre o estatus do trabalho realizado sobre este assunto. 2. Grupo de Trabalho do GAC e da Comissão Diretiva para a Implementação das Recomendações sobre Responsabilidade e Transparência (BGRI-WG) O Grupo de Trabalho do GAC e da Comissão Diretiva para a Implementação das Recomendações se reuniu para debater um maior desenvolvimento das recomendações apresentadas ao GAC pela Equipe de Revisão de Responsabilidade e Transparência (recomendações 9-14). O BGRI-WG acordou lançar o registro em linha de assessoramento do GAC [online register of GAC advice] e está disposto a dar os próximos passos para a utilização desta importante ferramenta como mecanismo de acompanhamento do assessoramento dado pelo GAC à Comissão Diretiva, e das solicitações de assessoramento apresentadas pela Comissão Diretiva ante o GAC. O BGRI-WG também debateu as diferenças entre os PDPs da GNSO e a ccnso, quanto a se devem procurar proativamente as contribuições do GAC sobre questões de políticas e sobre a maneira em que ditas contribuições estão sendo consideradas ou abordadas. O BGRI-WG acordou que deveria começar um trabalho adicional, incluindo tarefas de difusão orientadas a outras organizações auxiliares (SOs), a efeitos de identificar melhores maneiras de considerar as contribuições do GAC em uma instância inicial do PDP, e assinalou que a Comissão Diretiva é responsável por informar ao GAC sobre temas que possam afetar questões de políticas públicas. Durante a reunião celebrada em Praga, a Comissão Diretiva e o GAC avançaram respeito à recomendação 13, incrementando as interações presenciais com a Comissão Diretiva, e permitindo trocas adicionais e mais específicas durante as duas sessões com a Comissão Diretiva da ICANN. 3. GAC/Equipe Revisora de Segurança, Estabilidade e Flexibilidade (SSR-RT) O GAC recebeu uma atualização do SSR-RT sobre o relatório final da equipe revisora, dedicado ao desempenho da ICANN em prol de preservar e melhorar a estabilidade, segurança e flexibilidade do Sistema de Nomes de Domínio. O GAC apoia plenamente todas as recomendações da equipe revisora. O GAC percebeu que, em concordância com outras deliberações em curso dentro da comunidade, o relatório menciona a importância da área de Cumprimento Contratual, além das tarefas de difusão e alcance para a comunidade.

3 4. Sessão Informativa sobre o Mercado de Nomes de Domínio O GAC participou em uma sessão informativa a cargo da ICANN, os registradores e os registros sobre os entornos de registro para cctld e gtld, e sobre o ciclo de vida de um nome de gtld (como se registra, como funciona, e quais são as ações implementadas com posterioridade ao vencimento de um nome de domínio). Da mesma forma, o GAC recebeu uma breve explicação do mercado dos gtld por parte dos registradores; a explicação incluiu vários modelos de negócios para a indústria de nomes de domínio. A equipe também fez uma apresentação sobre um possível panorama do mercado a partir da introdução dos novos gtlds, e foi apresentada a preocupação decorrente da desigualdade na distribuição geográfica dos registradores habilitados pela ICANN, especialmente na América Latina e África. O GAC expressou seu especial interesse no papel da ICANN neste mercado. 5. Apresentação a cargo das Organizações Intergovernamentais (OIGs) A OCDE fez uma apresentação em nome de 38 OIGs sobre proteções ao programa de novos gtld. O GAC recebeu com agrado a apresentação realizada pelo Diretor de Assuntos Legais da OCDE em representação de 38 organizações intergovernamentais (OIGs). O GAC foi informado de que as OIGs são organizações regidas por tratados e reconhecidas pelo direito internacional; e que seus nomes e os acrônimos que as representam estão protegidos nos termos do Artigo 6 da Convenção de Paris, como também estão dentro de múltiplas jurisdições nacionais. Consciente do assessoramento que previamente apresentó à Comissão Diretiva sobre a proteção de nomes e acrônimos de organizações internacionais - protegidas a nível internacional mediante tratados, bem como por leis nacionais em múltiplas jurisdições como a Cruz/Meia Lua Vermelha e o Comitê Olímpico Internacional, e ao reconhecer a importância de garantir um tratamento equitativo às organizações internacionais que classifiquem segundo o mesmo critério, o GAC está considerando com muito cuidado esta questão, com o objetivo de dar maior assessoramento à Comissão Diretiva no momento adequado para sua consideração pela GNSO, o qual se espera para o mês de julho. 6. GAC/Comitê Assessor At-Large (ALAC) O GAC celebrou uma reunião com o ALAC para analisar o plano do ALAC para a apresentação de objeções aos novos gtld, e recebeu uma palestra sobre ditos processos. Além disso, debateram a maneira em que o GAC e o ALAC podem trabalhar de forma conjunta para estudar a demanda derivada do impacto que o lançamento do programa de gtld possa ter sobre os usuários da Internet; o ALAC realizou uma sessão informativa sobre a sua proposta de criar uma academia do ALAC para a criação de capacidades dentro e fora da ICANN.

4 7. Sessão Informativa sobre Variantes de IDN A equipe de Variantes de IDN informou ao GAC sobre seu trabalho; o GAC agradece à equipe de Variantes de IDN pela informação oferecida. 8. GAC/Comitê Assessor de Segurança e Estabilidade (SSAC) O GAC se reuniu com o SSAC para analisar seu trabalho com os organismos encarregados de cumprir a lei, bem como as implicações em matéria de segurança e estabilidade derivadas do processamento em lotes dentro do programa de novos gtld. 9. GAC/Organização de Apoio para Nomes de Domínio com Código de País (ccnso) O GAC se reuniu com a ccnso e recebeu uma atualização sobre o Grupo de Trabalho para o Marco de Interpretação, o Grupo de Estudo de Nomes de Países, e o Grupo de Trabalho da ccnso sobre Planejamento Estratégico e Operacional. O GAC compartilha a preocupação manifestada pela ccnso devido a que não será incluído no orçamento o relatório do Grupo sobre a Área de Gastos, o que tem graves consequências para a plena e adequada responsabilidade e transparência orçamentária. 10. GAC/Organização de Apoio para Endereços (ASO)/Organização de Recursos Numéricos (NRO) O GAC recebeu uma palestra sobre Recursos de Infraestrutura de Senha Pública (RPKI). *** O GAC agradece especialmente à ASO/NRO, à GNSO, ao SSR-RT, à Comissão Diretiva da ICANN, aos Registros e Registradores, ao ALAC, à Equipe de Variantes de IDN, ao SSAC, à ccnso, à OCDE, e a todos os integrantes da comunidade da ICANN que contribuíram a dialogar com o GAC em Praga. IV. Assessoramento do GAC à Comissão Diretiva 1 1. IDN cctlds 1 Para um registro dos antecedentes e progresso do assessoramento do GAC à Comissão Diretiva, visite o Registro em Linha do Assessoramento do GAC: https://gacweb.icann.org/display/gacadv/gac+register+of+advice

5 A princípio, o GAC considera que introduzir os IDN cctlds com celeridade é em favor do interesse público global. O GAC percebe que foi adotado um enfoque conservador com respeito às solicitações de IDN de dois caracteres. O GAC considera que as decisões provavelmente foram bastantes conservadoras. Com efeito, aplicou-se uma prova de confusão muito mais estrita entre códigos de traços latinos e não latinos que quando se realiza uma comparação entre códigos de traços latinos. Deveria ser adotado um enfoque prático que permitisse considerar o nível de confusão de maneira pragmática segundo cada caso, seguindo critérios documentados publicamente. Quando se adotarem decisões referidas a este tema, deverá existir transparência no processo e, junto com as decisões contrárias ao lançamento de uma cadeia de caracteres, deverão ser apresentados fundamentos detalhados. O GAC enviará considerações adicionais à Comissão Diretiva sobre a metodologia a implementar quando da avaliação dos IDNs de dois caracteres. Os IDNs rescentemente rejeitados, especialmente os nominados pelas autoridades públicas ou nacionais, devem ser reconsiderados com urgência em vista das considerações anteriores. Sem prejuízo do ponto anterior, e a efeitos da transparência e responsabilidade, o GAC recomenda que a Comissão Diretiva instale um mecanismo de apelações que permita impugnar as decisões sobre a confusão dos IDN cctlds propostos. 2. O Papel da ICANN como Organização Auto-Regulamentada na Indústria a. O GAC entende que o papel da ICANN compreende o seguinte: i. Supervisionar a indústria global do DNS e habilitar às organizações que participam em dita indústria. ii. Estabelecer relações com participantes específicos da indústria através de contratos. iii. Supervisionar e tornar efetivo o cumprimento de ditos contratos. b. O GAC recebe com beneplácito a sessão informativa sobre o papel da ICANN na supervisão da indústria global do DNS, e espera participar em futuras deliberações referidas a este tema. O GAC solicita que a Comissão Diretiva apresente informações em suporte escrito que explique o seguinte:

6 Os princípios gerais e mecanismos particulares utilizados pela ICANN ao supervisionar a indústria global do DNS, incluindo detalhes de cada um dos mecanismos de auto-regulamentação que a ICANN tenha desenvolvido para desempenhar este papel (contratos, código de conduta, etc.). Por que a ICANN optou por habilitar e contratar de forma direta a determinados participantes da indústria (por exemplo, registros e registradores) e não a outros (por exemplo, revendedores)? Como resolveria a ICANN uma situação na qual se detectasse que um revendedor infringiu uma política ou obrigação contratual da ICANN? Como se trataria um inadimplemento em matéria de privacidade/representação? Seria útil que estas situações hipotéticas refletissem procedimentos documentados, obrigações contratuais, e medidas para derivar essas questões a uma instância superior. 3. O papel da ICANN no Desenvolvimento de Contratos a. O GAC recebe com beneplácito a publicação pela ICANN da versão preliminar do novo Acordo de Habilitação de Registradores (RAA). Aparentemente, esta versão preliminar contém muitas mudança a partir do RAA atual, e claramente incorpora muitas das recomendações do GAC e dos organismos encarregados do cumprimento da lei (LEA). b. Continuam pendentes várias questões relativas à privacidade e proteção de dados e à responsabilidade dos revendedores. Tal como foi debatido na reunião pública com a Comissão Diretiva, o GAC está disposto a prestar sua colaboração nestas deliberações. O GAC incentiva à Comissão Diretiva a apresentar perguntas por escrito sobre questões de privacidade e retenção de dados para facilitar uma resposta antecipada do GAC. c. O GAC destaca a necessidade de que todos os contratos da ICANN devem ser claros, sem ambiguidades, e exigíveis; da mesma forma, o GAC recebe com beneplácito os esforços da ICANN para melhorar suas ferramentas de cumprimento e rescisão contratual como parte do processo de negociação do RAA. Os prazos deste trabalho são muito importantes. Este trabalho deve ser finalizado com caráter prioritário, e Todas as emendas e todos os procedimentos devem ficar implementados de forma antecipada à delegação de qualquer novo gtld.

7 O GAC reitera seu interesse e disponibilidade para cooperar com a resolução destes temas. 4. O Papel da ICANN em Matéria de Supervisão e Cumprimento Contratual a. Durante a reunião realizada em San José, o GAC solicitou à Comissão Diretiva uma atualização do estado das recomendações LEA/GAC relativas à averiguação de antecedentes por parte da ICANN, e agradeceriamos uma resposta. b. Uma efetiva função de supervisão da indústria e cumprimento contratual ganhará maior importância com a futura introdução dos novos gtlds e com o aumento dos contratos que a ICANN terá de supervisionar. Junto à possibilidade de novos ingressantes à indústria, será importante que a ICANN consiga garantir que suas políticas e processos de cumprimento são claros, de caráter público e de cumprimento constante. c. O GAC numerou exemplos à Comissão Diretiva de organizações que separaram suas responsabilidades regulatórias e operacionais (ver Anexo 1). Tal como foi aconselhado na reunião realizada em San José, o GAC considera que um enfoque baseado em princípios para estruturar as atividades de cumprimento da ICANN serviria de apoio a uma sólida função de supervisão e cumprimento. Finalizar as melhoras às funções de cumprimento e supervisão da indústria, antes do lançamento dos novos gtlds. 5. Equipe Revisora de WHOIS a. O GAC recebe com beneplácito o relatório final da Equipe Revisora de WHOIS, e manifesta que existe uma série de temas em comum identificados nas recomendações da Equipe Revisora de WHOIS, nas recomendações LEA/GAC, e no assessoramento do GAC relativo às funções de supervisão da indústria e cumprimento da ICANN. b. O GAC apoia as recomendações da Equipe Revisora de WHOIS, e realizará um cuidadoso monitoramento da resposta da Comissão Diretiva e suas posteriores atividades de implementação. Levar em conta as recomendações da Equipe Revisora de WHOIS como parte do processo de modificação do atual RAA. 6. Escalamento da Zona Raiz

8 a. O GAC recebe com beneplácito a versão preliminar do Relatório sobre o Impacto nas Operações e o Suprimento do Servidor Raiz devido aos Novos gtlds, e troca de pontos de vista iniciais com a Comissão Diretiva sobre o relatório. O GAC expressou sua preocupação devido a que ainda não foram definidos o processo e os procedimentos de tomada de decisões - incluindo métricas unificadas, mecanismos e cadeia de mando - para desacelerar, deter e ajustar o ritmo das inserções das cadeias de caracteres de TLD na raiz no caso de se detectarem anormalidades no sistema raiz. b. Da mesma forma, o GAC espera a publicação de dados mais abrangentes para sua revisão externa segundo o planejado. Ocupar-se deste tema com a suficiente antecipação à delegação de novos gtlds. 7. Informação Financeira e Orçamentária a. O GAC considera que a transparência e a responsabilidade em matéria de orçamento financeiro e a atribuição de recursos entre as diferentes unidades constitutivas da ICANN, como também dentro delas, são de fundamental importância. Fornecer ferramentas, de maneira urgente, para informar a atribuição e distribuição de recursos financeiros entre as unidades constitutivas da ICANN, e também dentro delas, a efeitos de garantir transparência e responsabilidade nos assuntos financeiros. 8. Etica e Conflitos de Interesse a. O GAC recebe com beneplácito a tarefa em curso sobre ética e conflitos de interesse. Atuar com urgência e adotar todas as medidas necessárias para implementar uma política efetiva em matéria de ética e conflitos de interesse, para fortalecer o marco de governança da ICANN, tanto no contexto do processo dos novos gtld como em todas as demais áreas de sua atividade.

9 9. Novos gtlds Além do assessoramento oferecido previamente à Comissão Diretiva em 17 de junho de 2012: Analisar e planejar ações para a próxima rodada a efeitos de garantir que não se repita a baixa proporção de solicitações provenientes de países em desenvolvimento. Ainda há uma importante tarefa pela frente para completar o funcionamento do Centro de Informação e Proteção de Marcas Comerciais. Portanto, o GAC solicita a remissão de um relatório de estado para a sua consideração, com uma antecipação mínima de duas semanas à reunião de Toronto. Solicita um maior esclarecimento respeito ao estado da solicitação pendente, na qual pedia melhoras na proteção dos nomes do Comitê Olímpico Internacional e da Cruz/Meia Lua Vermelha no nível superior, e no segundo nível, em vista da rejeição pela Comissão Diretiva das recomendações da GNSO que apontavam a ajustar as melhoras de dita proteção no nível superior, em abril de V. Próxima Reunião O GAC reunir-se-á novamente durante a reunião No. 45 da ICANN a realizar em Toronto, Canadá. Durante o encontro No. 45 da ICANN em Toronto, realizar-se-á uma reunião de alto nível do GAC.

10 ANEXO I ASX Um exemplo de organização australiana que separou as responsabilidades de cumprimento de suas responsabilidades operacionais é o Grupo ASX, o que resulta da fusão entre a Bolsa de Valores da Austrália e a Bolsa de Futuros de Sidney. Igual que a ICANN, o Grupo ASX é responsável pela regulamentação da indústria da qual obtém financiamento. O Grupo ASX desempenha esta tarefa mediante sua subsidiária, ASX Compliance PTY LTD, a qual é responsável pelo monitoramento das normas operacionais da ASX e seu efetivo cumprimento. ASX Compliance é 100% propriedade do Grupo ASX, mas tem uma Comissão Diretiva independente das Comissões das demais entidades do Grupo ASX. Para maior informação sobre ASX Compliance, consultar: Ofcom A Ofcom é a autoridade regulatória e de competência da indústria das comunicações do Reino Unido. É independente do governo e do desenvolvimento de políticas. A Ofcom tem uma série de funções e obrigações relativas à identificação de condutas ilegais, anti-competitivas, ou em detrimento dos interesses dos consumidores; como também relativas às respostas às condutas identificadas. Desde a criação da Ofcom em 2003, a tarefa de cumprimento e exigibilidade da organização se desenvolveu de forma significativa e agora está nas mãos de duas equipes: a Equipe de Investigações Grupais em Matéria de Competência, e a Equipe de Proteção ao Consumidor, as quais se encarregam do descumprimento de normas regulatórias ou leis pertinentes. As faculdades da Ofcom, os processos para levar a cabo investigações de cumprimento das normas regulatórias, as questões relativas à proteção do consumidor, as questões relativas à competência, e os conflitos por temas regulatórios, são descritos na página web da organização:

Anexo F: Ratificação de compromissos

Anexo F: Ratificação de compromissos Anexo F: Ratificação de compromissos 1. Este documento constitui uma Ratificação de compromissos (Ratificação) do Departamento de Comércio dos Estados Unidos ("DOC") e da Corporação da Internet para Atribuição

Leia mais

Versão preliminar Revisão da implementação do programa

Versão preliminar Revisão da implementação do programa Versão preliminar Revisão da implementação do programa 16 de setembro de 2015 Este relatório, apresentado na forma preliminar para comentário público, tem como objetivo fornecer uma visão geral de alto

Leia mais

Fundamentos do novo gtld Novas extensões de Internet

Fundamentos do novo gtld Novas extensões de Internet Fundamentos do novo gtld Novas extensões de Internet Pauta Visão geral sobre nomes de domínio, cronograma de gtld e o novo programa gtld Por que a ICANN está fazendo isso; impacto potencial desta iniciativa

Leia mais

Conformidade contratual Novo Contrato de Registro 2014 Relatório de Auditoria. Corporação da Internet para Atribuição de Nomes e Números

Conformidade contratual Novo Contrato de Registro 2014 Relatório de Auditoria. Corporação da Internet para Atribuição de Nomes e Números Conformidade contratual Novo Contrato de Registro Relatório de Auditoria Corporação da Internet para Atribuição de Nomes e Números Histórico A missão da equipe de Conformidade Contratual da ICANN é garantir

Leia mais

49 o CONSELHO DIRETOR 61 a SESSÃO DO COMITÊ REGIONAL

49 o CONSELHO DIRETOR 61 a SESSÃO DO COMITÊ REGIONAL ORGANIZAÇÃO PAN-AMERICANA DA SAÚDE ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DA SAÚDE 49 o CONSELHO DIRETOR 61 a SESSÃO DO COMITÊ REGIONAL Washington, D.C., EUA, 28 de setembro a 2 de outubro de 2009 CD49.R10 (Port.) ORIGINAL:

Leia mais

Corporaç ão da Interne t para Atribu ição de No mes e Númer os. Comitê para a obtenção de novos TLDs da GNSO. Relatório Final - Rascunho

Corporaç ão da Interne t para Atribu ição de No mes e Númer os. Comitê para a obtenção de novos TLDs da GNSO. Relatório Final - Rascunho ICANN ORIGINAL: inglês DATA: 16/03/2007 PT STATUS: FINAL - RASCUNHO Corporaç ão da Interne t para Atribu ição de No mes e Númer os Comitê para a obtenção de novos TLDs da GNSO Relatório Final - Rascunho

Leia mais

cctld/gtld - domínios em concorrência? Papel do ICANN Marta Moreira Dias marta.dias@dns.pt

cctld/gtld - domínios em concorrência? Papel do ICANN Marta Moreira Dias marta.dias@dns.pt cctld/gtld - domínios em concorrência? Papel do ICANN Marta Moreira Dias marta.dias@dns.pt AGENDA Visão geral sobre os nomes de domínio; Novos gtld s - o papel do ICANN: Quem? Quando? O quê? Como? Quanto?

Leia mais

Equipe da Revisão de Responsabilidade e Transparência 2 (ATRT2) Relatório de recomendações preliminares para comentários públicos

Equipe da Revisão de Responsabilidade e Transparência 2 (ATRT2) Relatório de recomendações preliminares para comentários públicos Equipe da Revisão de Responsabilidade e Transparência 2 (ATRT2) Relatório de recomendações preliminares para comentários públicos 15 de outubro de 2013 Relatório de recomendações preliminares da ATRT2

Leia mais

PRIMEIRA CONFERÊNCIA DOS ESTADOS PARTES DA CONVENÇÃO INTERAMERICANA CONTRA A CORRUPÇÃO. Buenos Aires, Argentina 2, 3 e 4 de maio de 2001

PRIMEIRA CONFERÊNCIA DOS ESTADOS PARTES DA CONVENÇÃO INTERAMERICANA CONTRA A CORRUPÇÃO. Buenos Aires, Argentina 2, 3 e 4 de maio de 2001 PRIMEIRA CONFERÊNCIA DOS ESTADOS PARTES DA CONVENÇÃO INTERAMERICANA CONTRA A CORRUPÇÃO Buenos Aires, Argentina 2, 3 e 4 de maio de 2001 DOCUMENTO DE BUENOS AIRES SOBRE O MECANISMO DE ACOMPANHAMENTO DA

Leia mais

Apresentação do comitê consultivo para assuntos governamentais (GAC) da ICANN

Apresentação do comitê consultivo para assuntos governamentais (GAC) da ICANN Apresentação do comitê consultivo para assuntos governamentais (GAC) da ICANN O que é o GAC? O GAC é um comitê consultivo da ICANN, criado de acordo com o estatuto da ICANN. Ele fornece aconselhamento

Leia mais

Parte 1. Resposta da comunidade de nomes de domínio

Parte 1. Resposta da comunidade de nomes de domínio Parte 1. Resposta da comunidade de nomes de domínio Resposta à solicitação de propostas do grupo de coordenação da transição de administração da IANA sobre a transição da administração da IANA do grupo

Leia mais

RESOLUÇÃO CFC Nº 1.036/05

RESOLUÇÃO CFC Nº 1.036/05 RESOLUÇÃO CFC Nº 1.036/05 Aprova a NBC T 11.8 Supervisão e Controle de Qualidade. O Conselho Federal de Contabilidade, no exercício de suas atribuições legais e regimentais, Considerando que as Normas

Leia mais

ESTATUTO DO COMITÊ DE AUDITORIA DO CONSELHO DIRETOR 23 DE OUTUBRO DE 2014

ESTATUTO DO COMITÊ DE AUDITORIA DO CONSELHO DIRETOR 23 DE OUTUBRO DE 2014 ESTATUTO DO COMITÊ DE AUDITORIA DO CONSELHO DIRETOR 23 DE OUTUBRO DE 2014 I. FINALIDADE A finalidade do Comitê de Auditoria da AGCO Corporation (a Empresa ) é auxiliar o Conselho Diretor (o Conselho )

Leia mais

CNPJ/MF nº 29.978.814/0001-87. Comitê de Auditoria Estatutário. Regimento Interno. Capítulo I Introdução

CNPJ/MF nº 29.978.814/0001-87. Comitê de Auditoria Estatutário. Regimento Interno. Capítulo I Introdução PÁGINA 1 DE 7 DO PÁGINA 1 DE 7 DO CNPJ/MF nº 29.978.814/0001-87 Comitê de Auditoria Estatutário Regimento Interno Capítulo I Introdução Artigo 1º. O Comitê de Auditoria Estatutário ( Comitê ou CAE ) da

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DO COMITÊ DE AUDITORIA

REGIMENTO INTERNO DO COMITÊ DE AUDITORIA REGIMENTO INTERNO DO COMITÊ DE AUDITORIA Art. 1º. O Comitê de Auditoria ( Comitê ) é órgão estatutário de assessoramento vinculado diretamente ao Conselho de Administração, de caráter permanente, regido

Leia mais

REGRAS DE PROCEDIMENTO DA CONFEDERAÇÃO PARLAMENTAR DAS AMÉRICAS

REGRAS DE PROCEDIMENTO DA CONFEDERAÇÃO PARLAMENTAR DAS AMÉRICAS REGRAS DE PROCEDIMENTO DA CONFEDERAÇÃO PARLAMENTAR DAS AMÉRICAS REGRAS DE PROCEDIMENTO DA CONFEDERAÇÃO PARLAMENTAR DAS AMÉRICAS 1. Desenvolvimento das reuniões do Comitê Executivo 1.1 Ordem do dia 1.2

Leia mais

www.imcdgroup.com CÓDIGO DE CONDUTA. IMCD

www.imcdgroup.com CÓDIGO DE CONDUTA. IMCD www.imcdgroup.com CÓDIGO DE CONDUTA. IMCD O SUCESSO DA IMCD É BASEADO NO ESTABELECIMENTO DE UM AMBIENTE QUE PROMOVE A RESPONSABILIDADE, CONFIANÇA E O RESPEITO. IMCD Código de Conduta 3 1. Introdução O

Leia mais

(JO L 113 de 30.4.2002, p. 1)

(JO L 113 de 30.4.2002, p. 1) 2002R0733 PT 11.12.2008 001.001 1 Este documento constitui um instrumento de documentação e não vincula as instituições B REGULAMENTO (CE) N. o 733/2002 DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO de 22 de Abril

Leia mais

ESTRUTURA ORGÂNICA E FUNCIONAL

ESTRUTURA ORGÂNICA E FUNCIONAL ESTRUTURA ORGÂNICA E FUNCIONAL Diretor Geral O Diretor Geral supervisiona e coordena o funcionamento das unidades orgânicas do Comité Olímpico de Portugal, assegurando o regular desenvolvimento das suas

Leia mais

ICC 114 8. 10 março 2015 Original: inglês. Conselho Internacional do Café 114. a sessão 2 6 março 2015 Londres, Reino Unido

ICC 114 8. 10 março 2015 Original: inglês. Conselho Internacional do Café 114. a sessão 2 6 março 2015 Londres, Reino Unido ICC 114 8 10 março 2015 Original: inglês P Conselho Internacional do Café 114. a sessão 2 6 março 2015 Londres, Reino Unido Memorando de Entendimento entre a Organização Internacional do Café, a Associação

Leia mais

Princípios Gerais para a Prevenção dos Riscos Penais Endesa Brasil

Princípios Gerais para a Prevenção dos Riscos Penais Endesa Brasil Princípios Gerais para a Prevenção dos Riscos Penais Endesa Brasil Introdução 5 INTRODUÇÃO A seguir, são descritos os comportamentos e princípios gerais de atuação esperados dos Colaboradores da Endesa

Leia mais

C O B I T. Gerenciamento dos Riscos Mitigação. Aceitação. Transferência. Evitar/Eliminar.

C O B I T. Gerenciamento dos Riscos Mitigação. Aceitação. Transferência. Evitar/Eliminar. C O B I T Evolução Estratégica A) Provedor de Tecnologia Gerenciamento de Infra-estrutura de TI (ITIM) B) Provedor de Serviços Gerenciamento de Serviços de TI (ITSM) C) Parceiro Estratégico Governança

Leia mais

RIO 2016 POLÍTICA DE COMPLIANCE

RIO 2016 POLÍTICA DE COMPLIANCE COMITÊ ORGANIZADOR DOS JOGOS OLÍMPICOS RIO 206 RIO 206 POLÍTICA DE 25/02/205 / 2 Sumário. OBJETIVO... 2 2. DEFINIÇÕES... 2 3. ATRIBUIÇÕES E RESPONSABILIDADES... 5 4. DIRETRIZES... 7 4. Programa Geral de...

Leia mais

Declaração de Posicionamento do IIA: AS TRÊS LINHAS DE DEFESA NO GERENCIAMENTO EFICAZ DE RISCOS E CONTROLES

Declaração de Posicionamento do IIA: AS TRÊS LINHAS DE DEFESA NO GERENCIAMENTO EFICAZ DE RISCOS E CONTROLES Declaração de Posicionamento do IIA: AS TRÊS LINHAS DE DEFESA NO GERENCIAMENTO EFICAZ DE RISCOS E CONTROLES JANEIRO 2013 ÍNDICE DE CONTEÚDOS Introdução...1 Antes das Três Linhas: Supervisão do Gerenciamento

Leia mais

CONFERÊNCIA DAS NAÇÕES UNIDAS SOBRE MEIO AMBIENTE E DESENVOLVIMENTO CAPÍTULO 30 FORTALECIMENTO DO PAPEL DO COMÉRCIO E DA INDÚSTRIA INTRODUÇÃO

CONFERÊNCIA DAS NAÇÕES UNIDAS SOBRE MEIO AMBIENTE E DESENVOLVIMENTO CAPÍTULO 30 FORTALECIMENTO DO PAPEL DO COMÉRCIO E DA INDÚSTRIA INTRODUÇÃO CONFERÊNCIA DAS NAÇÕES UNIDAS SOBRE MEIO AMBIENTE E DESENVOLVIMENTO CAPÍTULO 30 FORTALECIMENTO DO PAPEL DO COMÉRCIO E DA INDÚSTRIA INTRODUÇÃO 30.1. O comércio e a indústria, inclusive as empresas transnacionais,

Leia mais

Avenida Presidente Wilson, 231 11 andar 20030-905 Rio de Janeiro- RJ ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE RISCO OPERACIONAL

Avenida Presidente Wilson, 231 11 andar 20030-905 Rio de Janeiro- RJ ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE RISCO OPERACIONAL ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE RISCO OPERACIONAL MARÇO, 2015 ÍNDICE OBJETIVO 3 ESCOPO 3 DEFINIÇÕES Risco Inerente 4 DEFINIÇÕES Risco Operacional 4 DEFINIÇÕES Evento de Risco Operacional 4 FUNÇÕES E RESPONSABILIDADES

Leia mais

ICANN Versão preliminar do planejamento operacional de cinco anos

ICANN Versão preliminar do planejamento operacional de cinco anos ICANN Versão preliminar do planejamento operacional de cinco anos Versão 1: AF2016 AF2020 Introdução A ICANN preparou uma versão preliminar de uma estrutura de planejamento de vários anos com base em contribuições

Leia mais

implementação do Programa de Ação para a Segunda Década de Combate ao Racismo e à Discriminação Racial,

implementação do Programa de Ação para a Segunda Década de Combate ao Racismo e à Discriminação Racial, 192 Assembleia Geral 39 a Sessão suas políticas internas e exteriores segundo as disposições básicas da Convenção, Tendo em mente o fato de que a Convenção está sendo implementada em diferentes condições

Leia mais

POLÍTICA DE SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO

POLÍTICA DE SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO POLÍTICA DE SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO Classificação das Informações 5/5/2015 Confidencial [ ] Uso Interno [ X ] Uso Público ÍNDICE 1 OBJETIVO... 3 2 ABRANGÊNCIA... 3 3 CONCEITOS... 3 4 ESTRUTURA NORMATIVA...

Leia mais

LEI ANTICORRUPÇÃO [LEI NO. 12.846, DE 1º. DE AGOSTO DE 2013]

LEI ANTICORRUPÇÃO [LEI NO. 12.846, DE 1º. DE AGOSTO DE 2013] LEI ANTICORRUPÇÃO [LEI NO. 12.846, DE 1º. DE AGOSTO DE 2013] PROGRAMA DE COMPLIANCE E ACORDO DE LENIÊNCIA SÃO PAULO RIO DE JANEIRO BELO HORIZONTE BRASÍLIA SALVADOR www.scbf.com. br SUMÁRIO A Lei Anticorrupção

Leia mais

Muito obrigada aos participantes e ao GAC por nos ter recebido nessa bonita sala.

Muito obrigada aos participantes e ao GAC por nos ter recebido nessa bonita sala. PRAGUE GAC / ALAC Joint Session Tuesday, June 26, 2012 00:00 to 00:00 ICANN - Prague, Czech Republic Bom dia a todos! Não conseguimos realizar a pausa para o café às 10:00 mas tudo bem. Agora nos reuniremos

Leia mais

ICC 110-13 Rev. 1. 23 março 2015 Original: inglês. Termos de referência para Comitês e órgãos consultivos. Antecedentes

ICC 110-13 Rev. 1. 23 março 2015 Original: inglês. Termos de referência para Comitês e órgãos consultivos. Antecedentes ICC 110-13 Rev. 1 23 março 2015 Original: inglês P Termos de referência para Comitês e órgãos consultivos Antecedentes O presente documento contém os termos de referência atualizados para os seguintes

Leia mais

PROGRAMA COMPLIANCE VC

PROGRAMA COMPLIANCE VC Seguir as leis e regulamentos é ótimo para você e para todos. Caro Colega, É com satisfação que compartilho esta cartilha do Programa Compliance VC. Elaborado com base no nosso Código de Conduta, Valores

Leia mais

Jornal Oficial das Comunidades Europeias. (Actos cuja publicação é uma condição da sua aplicabilidade)

Jornal Oficial das Comunidades Europeias. (Actos cuja publicação é uma condição da sua aplicabilidade) L 113/1 I (Actos cuja publicação é uma condição da sua aplicabilidade) REGULAMENTO (CE) N. o 733/2002 DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO de 22 de Abril de 2002 relativo à implementação do domínio de topo.eu

Leia mais

Plano Operacional 2007-08

Plano Operacional 2007-08 Plano Operacional 2007-08 Fórum público Lisboa 26 de março de 2007 Ciclo de planejamento da ICANN Publicação do Plano Operacional preliminar: plano anual que descreve o trabalho a ser realizado durante

Leia mais

ENTIDADES AUTO-REGULADORAS DO MERCADO ESTRUTURA E FUNCIONAMENTO

ENTIDADES AUTO-REGULADORAS DO MERCADO ESTRUTURA E FUNCIONAMENTO BM&FBOVESPA A BM&FBOVESPA é muito mais do que um espaço de negociação: lista empresas e fundos; realiza negociação de ações, títulos, contratos derivativos; divulga cotações; produz índices de mercado;

Leia mais

UIPES/ORLA Sub-Região Brasil

UIPES/ORLA Sub-Região Brasil 1 A CARTA DE BANGKOK PARA A PROMOÇÃO DA SAÚDE NO MUNDO GLOBALIZADO 1 Introdução Área de atuação. A Carta de Bangkok (CB) identifica ações, compromissos e garantias requeridos para atingir os determinantes

Leia mais

Diretrizes de Governança Corporativa

Diretrizes de Governança Corporativa Diretrizes de Governança Corporativa DIRETRIZES DE GOVERNANÇA CORPORATIVA DA BM&FBOVESPA Objetivo do documento: Apresentar, em linguagem simples e de forma concisa, o modelo de governança corporativa da

Leia mais

O MERCOSUL E A REGULAÇÃO DO COMÉRCIO ELETRÔNICO: UMA BREVE INTRODUÇÃO

O MERCOSUL E A REGULAÇÃO DO COMÉRCIO ELETRÔNICO: UMA BREVE INTRODUÇÃO O MERCOSUL E A REGULAÇÃO DO COMÉRCIO ELETRÔNICO: UMA BREVE INTRODUÇÃO Ricardo Barretto Ferreira da Silva Camila Ramos Montagna Barretto Ferreira, Kujawski, Brancher e Gonçalves Sociedade de Advogados São

Leia mais

Política da IFC sobre Divulgação de Informações Análise e Atualização Visão Geral do Processo de Consulta e Participação

Política da IFC sobre Divulgação de Informações Análise e Atualização Visão Geral do Processo de Consulta e Participação Política da IFC sobre Divulgação de Informações Análise e Atualização Visão Geral do Processo de Consulta e Participação Corporação Financeira Internacional 26 de agosto de 2009 SUMÁRIO PÁGINA Resumo executivo...

Leia mais

Versão Preliminar do Plano Estratégico de Cinco Anos da ICANN (AF16 AF20) Página 1 de 32

Versão Preliminar do Plano Estratégico de Cinco Anos da ICANN (AF16 AF20) Página 1 de 32 Versão Preliminar do Plano Estratégico de Cinco Anos da ICANN (AF16 AF20) Página 1 de 32 Introdução (Preliminar) O valor central da ICANN é nosso compromisso com a abordagem ascendente, com várias partes

Leia mais

Política de Segurança da Informação

Política de Segurança da Informação Segurança da Informação BM&FBOVESPA Última revisão: maio de 2014 Uso interno Índice 1. OBJETIVO... 3 2. ABRANGÊNCIA... 3 3. CONCEITOS... 3 4. ESTRUTURA NORMATIVA... 3 5. DIRETRIZES... 4 6. RESPONSABILIDADES...

Leia mais

REGULAMENTO DO NÚCLEO DE INOVAÇÃO TECNOLOGICA NIT

REGULAMENTO DO NÚCLEO DE INOVAÇÃO TECNOLOGICA NIT RESOLUÇÃO CONSU Nº. 33/21 DE 3 DE AGOSTO DE 21. A Presidente do Conselho Superior Universitário da Universidade Estadual de Ciências da Saúde de Alagoas, no uso de suas atribuições regimentais, e consequente

Leia mais

Para. Sua Referência Sua Comunicação de Data Nossa Referência 11/07/2013 SG Q 188/2013

Para. Sua Referência Sua Comunicação de Data Nossa Referência 11/07/2013 SG Q 188/2013 Para Ex.mo Senhor Professor Luís Magalhães Instituto Superior Técnico Av. Rovisco Pais 1 1049-001 Lisboa +351.218.417.100 Email: luis.magalhaes@math.ist.utl.pt Sua Referência Sua Comunicação de Data Nossa

Leia mais

EDITAL DO LEILÃO Nº 2/2011 ANEXO 9 DO CONTRATO PLANO DE TRANSFERÊNCIA OPERACIONAL (PTO)

EDITAL DO LEILÃO Nº 2/2011 ANEXO 9 DO CONTRATO PLANO DE TRANSFERÊNCIA OPERACIONAL (PTO) EDITAL DO LEILÃO Nº 2/2011 CONCESSÃO PARA AMPLIAÇÃO, MANUTENÇÃO E EXPLORAÇÃO DOS AEROPORTOS INTERNACIONAIS BRASÍLIA CAMPINAS GUARULHOS EDITAL DO LEILÃO Nº 2/2011 ANEXO 9 DO CONTRATO PLANO DE TRANSFERÊNCIA

Leia mais

VERSÃO APROVADA Tradução de cortesia ANEXO 4

VERSÃO APROVADA Tradução de cortesia ANEXO 4 ANEXO 4 RELATÓRIO PRELIMINAR DO CEED AO CONSELHO DE DEFESA SUL- AMERICANO SOBRE OS TERMOS DE REFERÊNCIA PARA OS CONCEITOS DE SEGURANÇA E DEFESA NA REGIÃO SUL- AMERICANA O é uma instância de conhecimento

Leia mais

REGULAMENTO INTERNO DO COMITÊ DE AUDITORIA

REGULAMENTO INTERNO DO COMITÊ DE AUDITORIA PROPÓSITO E AUTORIDADE QUEPASA CORPORATION REGULAMENTO INTERNO DO COMITÊ DE AUDITORIA O comitê de auditoria da mesa diretiva do Quepasa Corporation (a Companhia ) se apresenta diante das responsabilidades

Leia mais

Conselho Geral e de Supervisão REGULAMENTO INTERNO COMISSÃO DE ESTRATÉGIA E PERFORMANCE

Conselho Geral e de Supervisão REGULAMENTO INTERNO COMISSÃO DE ESTRATÉGIA E PERFORMANCE Conselho Geral e de Supervisão REGULAMENTO INTERNO COMISSÃO DE ESTRATÉGIA E PERFORMANCE Aprovado em 18 de Junho de 2015 REGULAMENTO INTERNO DA COMISSÃO DE ESTRATÉGIA E PERFORMANCE ÍNDICE Artigo 1.º Instituição

Leia mais

A CARTA DE BANGKOK PARA A PROMOÇÃO DA SAÚDE EM UM MUNDO GLOBALIZADO

A CARTA DE BANGKOK PARA A PROMOÇÃO DA SAÚDE EM UM MUNDO GLOBALIZADO A CARTA DE BANGKOK PARA A PROMOÇÃO DA SAÚDE EM UM MUNDO GLOBALIZADO Introdução Escopo A Carta de Bangkok identifica ações, compromissos e promessas necessários para abordar os determinantes da saúde em

Leia mais

POLÍTICA DE RESPONSABILIDADE SOCIAL DAS EMPRESAS ELETROBRAS. Política de Responsabilidade Social das Empresas Eletrobras

POLÍTICA DE RESPONSABILIDADE SOCIAL DAS EMPRESAS ELETROBRAS. Política de Responsabilidade Social das Empresas Eletrobras Política de Responsabilidade Social das Empresas Eletrobras Versão 1.0 18/08/2014 1 Sumário 1. Objetivo... 3 2. Conceitos... 3 3. Diretrizes... 3 3.1. Diretrizes Gerais... 3 3.2. Diretrizes Específicas...

Leia mais

POLÍTICA DE DIVULGAÇÃO DE ATO OU FATO RELEVANTE RENAR MAÇÃS S/A

POLÍTICA DE DIVULGAÇÃO DE ATO OU FATO RELEVANTE RENAR MAÇÃS S/A POLÍTCA DE DVULGAÇÃO DE ATO OU FATO RELEVANTE RENAR MAÇÃS S/A A Política estabelece diretrizes e procedimentos a serem observados na divulgação de ato ou fato relevante e na manutenção do sigilo de tais

Leia mais

PERGUNTAS E RESPOSTAS RELATIVAS À CONSULTA PÚBLICA SOBRE A PROPOSTA DE REGULAMENTO-QUADRO DO BCE RELATIVO AO MECANISMO ÚNICO DE SUPERVISÃO

PERGUNTAS E RESPOSTAS RELATIVAS À CONSULTA PÚBLICA SOBRE A PROPOSTA DE REGULAMENTO-QUADRO DO BCE RELATIVO AO MECANISMO ÚNICO DE SUPERVISÃO PERGUNTAS E RESPOSTAS RELATIVAS À CONSULTA PÚBLICA SOBRE A PROPOSTA DE REGULAMENTO-QUADRO DO BCE RELATIVO AO MECANISMO ÚNICO DE SUPERVISÃO 1 QUANDO É QUE O BCE ASSUMIRÁ A SUPERVISÃO DOS BANCOS? O BCE assumirá

Leia mais

Novos gtld s e como tornar-se um Registrador acreditado na ICANN

Novos gtld s e como tornar-se um Registrador acreditado na ICANN Novos gtld s e como tornar-se um Registrador acreditado na ICANN Daniel Fink & Vanda Scartezini Conf. ABRANET 14 Maio 2015 Agenda 1 2 3 ICANN Programa de novos gtlds Estudos de caso 4 5 Acreditação de

Leia mais

Políticas e Padrões de Desempenho da IFC sobre Sustentabilidade Socioambiental Revisão e Atualização

Políticas e Padrões de Desempenho da IFC sobre Sustentabilidade Socioambiental Revisão e Atualização Políticas e Padrões de Desempenho da IFC sobre Sustentabilidade Socioambiental Revisão e Atualização Visão Geral do Processo de Consulta e Participação Corporação Financeira Internacional 26 de agosto

Leia mais

Artigo 1º - Aprovar revisão da Política de Segurança da PRODEB, que com esta se publica.

Artigo 1º - Aprovar revisão da Política de Segurança da PRODEB, que com esta se publica. Classificação: RESOLUÇÃO Código: RP.2007.077 Data de Emissão: 01/08/2007 O DIRETOR PRESIDENTE da Companhia de Processamento de Dados do Estado da Bahia - PRODEB, no uso de suas atribuições e considerando

Leia mais

TEXTO FINAL PROJETO DE LEI DO SENADO Nº 330, DE 2011

TEXTO FINAL PROJETO DE LEI DO SENADO Nº 330, DE 2011 TEXTO FINAL PROJETO DE LEI DO SENADO Nº 330, DE 2011 Dispõe sobre os contratos de integração, estabelece condições, obrigações e responsabilidades nas relações contratuais entre produtores integrados e

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 83, DE 30 DE OUTUBRO DE 2014

RESOLUÇÃO Nº 83, DE 30 DE OUTUBRO DE 2014 RESOLUÇÃO Nº 83, DE 30 DE OUTUBRO DE 2014 O CONSELHO UNIVERSITÁRIO da Universidade Federal do Pampa, em sessão de 30/10/2014, no uso das atribuições que lhe são conferidas pelo Artigo 19, Inciso XVII do

Leia mais

Profa. Gislaine Stachissini. Unidade III GOVERNANÇA DE TI

Profa. Gislaine Stachissini. Unidade III GOVERNANÇA DE TI Profa. Gislaine Stachissini Unidade III GOVERNANÇA DE TI Information Technology Infrastructure Library ITIL Criado pelo governo do Reino Unido, tem como objetivo a criação de um guia com as melhores práticas

Leia mais

Apresentação Plano de Integridade Institucional da Controladoria-Geral da União (PII)

Apresentação Plano de Integridade Institucional da Controladoria-Geral da União (PII) PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO Secretaria-Executiva Diretoria de Planejamento e Desenvolvimento Institucional Plano de Integridade Institucional (PII) 2012-2015 Apresentação Como

Leia mais

MMK EDITORIAL. Ética Corporativa e Compliance CGU LANÇA DIRETRIZES SOBRE PROGRAMAS DE INTEGRIDADE PARA EMPRESAS PRIVADAS

MMK EDITORIAL. Ética Corporativa e Compliance CGU LANÇA DIRETRIZES SOBRE PROGRAMAS DE INTEGRIDADE PARA EMPRESAS PRIVADAS EDITORIAL CGU LANÇA DIRETRIZES SOBRE PROGRAMAS DE INTEGRIDADE PARA EMPRESAS PRIVADAS EQUIPE: Thiago Jabor Pinheiro tjabor@mmk.com.br Maria Cecilia Andrade mcandrade@mmk.com.br Em 22.9.2015, a Controladoria-Geral

Leia mais

Princípios de Manila Sobre Responsabilidade dos Intermediários

Princípios de Manila Sobre Responsabilidade dos Intermediários Princípios de Manila Sobre Responsabilidade dos Intermediários Práticas Recomendadas Para Limitar a Responsabilidade dos Intermediários Pelos Conteúdos de Terceiros e Promover Liberdade de Expressão e

Leia mais

SETE BRASIL PARTICIPAÇÕES S.A.

SETE BRASIL PARTICIPAÇÕES S.A. SETE BRASIL PARTICIPAÇÕES S.A. CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO REGIMENTO INTERNO DOS COMITÊS COMITÊ DE FINANÇAS E ORÇAMENTO APROVADO PELO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO EM 24 DE SETEMBRO DE 2014 SUMÁRIO I INTRODUÇÃO

Leia mais

DECRETO Nº 6.617, DE 23 DE OUTUBRO DE

DECRETO Nº 6.617, DE 23 DE OUTUBRO DE DECRETO Nº 6.617, DE 23 DE OUTUBRO DE 2008: Promulga o Acordo entre o Governo da República Federativa do Brasil e o Governo da República da África do Sul no Campo da Cooperação Científica e Tecnológica,

Leia mais

REGULAMENTO SOBRE A PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS PELO REVISOR OFICIAL DE CONTAS E PELO AUDITOR EXTERNO DOS CTT-CORREIOS DE PORTUGAL, S.A. I.

REGULAMENTO SOBRE A PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS PELO REVISOR OFICIAL DE CONTAS E PELO AUDITOR EXTERNO DOS CTT-CORREIOS DE PORTUGAL, S.A. I. REGULAMENTO SOBRE A PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS PELO REVISOR OFICIAL DE CONTAS E PELO AUDITOR EXTERNO DOS CTT-CORREIOS DE PORTUGAL, S.A. I. Âmbito e Objetivo A Comissão de Auditoria ( CAUD ) no exercício das

Leia mais

Módulo 4. Visão geral dos controles do COBIT aplicáveis para implantação da Sarbanes, o papel de TI, a importância dos softwares e exercícios

Módulo 4. Visão geral dos controles do COBIT aplicáveis para implantação da Sarbanes, o papel de TI, a importância dos softwares e exercícios Módulo 4 Visão geral dos controles do COBIT aplicáveis para implantação da Sarbanes, o papel de TI, a importância dos softwares e exercícios Estruturas e Metodologias de controle adotadas na Sarbanes COBIT

Leia mais

Mandato do Comité de Auditoria

Mandato do Comité de Auditoria BCE-PÚBLICO Mandato do Comité de Auditoria O Comité de Auditoria de alto nível, estabelecido pelo Conselho do Banco Central Europeu (BCE) nos termos do artigo 9.º-A do Regulamento Interno do BCE, reforça

Leia mais

Corporação da Internet para Atribuição de Nomes e Números Atualização de conformidade contratual

Corporação da Internet para Atribuição de Nomes e Números Atualização de conformidade contratual Atualização de conformidade contratual de julho de 2013 1 Corporação da Internet para Atribuição de Nomes e Números Atualização de conformidade contratual Novembro de 2014 http://www.icann.org/en/resources/compliance

Leia mais

PARCERIA BRASILEIRA PELA ÁGUA

PARCERIA BRASILEIRA PELA ÁGUA PARCERIA BRASILEIRA PELA ÁGUA Considerando a importância de efetivar a gestão integrada de recursos hídricos conforme as diretrizes gerais de ação estabelecidas na Lei 9.433, de 8.01.1997, a qual institui

Leia mais

POLÍTICA DE SUSTENTABILIDADE

POLÍTICA DE SUSTENTABILIDADE POLÍTICA DE SUSTENTABILIDADE 1. OBJETIVO E ABRANGÊNCIA Esta Política tem como objetivos: Apresentar de forma transparente os princípios e as diretrizes de sustentabilidade que permeiam a estratégia e direcionam

Leia mais

Proposta de regulamentação do regime de dedicação exclusiva (DE)

Proposta de regulamentação do regime de dedicação exclusiva (DE) Proposta de regulamentação do regime de dedicação exclusiva (DE) [Segunda versão, 11.08.2009, a partir de construção evolutiva trabalhada com a Comissão de Autonomia da Andifes, sujeita à apreciação do

Leia mais

RECONHECENDO a geometria variável dos sistemas de pesquisa e desenvolvimento dos países membros do BRICS; ARTIGO 1: Autoridades Competentes

RECONHECENDO a geometria variável dos sistemas de pesquisa e desenvolvimento dos países membros do BRICS; ARTIGO 1: Autoridades Competentes MEMORANDO DE ENTENDIMENTO SOBRE A COOPERAÇÃO EM CIÊNCIA, TECNOLOGIA E INOVAÇÃO ENTRE OS GOVERNOS DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL, FEDERAÇÃO DA RÚSSIA, REPÚBLICA DA ÍNDIA, REPÚBLICA POPULAR DA CHINA E

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DA REUNIÃO DOS MINISTROS DA SAÚDE DA COMUNIDADE DOS PAÍSES DE LÍNGUA PORTUGUESA - CPLP

REGIMENTO INTERNO DA REUNIÃO DOS MINISTROS DA SAÚDE DA COMUNIDADE DOS PAÍSES DE LÍNGUA PORTUGUESA - CPLP REGIMENTO INTERNO DA REUNIÃO DOS MINISTROS DA SAÚDE DA COMUNIDADE DOS PAÍSES DE LÍNGUA PORTUGUESA - CPLP A Reunião dos Ministros da Saúde da CPLP tendo em consideração: A sua qualidade de órgão da CPLP,

Leia mais

Conselho Geral e de Supervisão REGULAMENTO SOBRE A PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS PELO REVISOR OFICIAL DE CONTAS E PELO AUDITOR EXTERNO DA EDP

Conselho Geral e de Supervisão REGULAMENTO SOBRE A PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS PELO REVISOR OFICIAL DE CONTAS E PELO AUDITOR EXTERNO DA EDP Conselho Geral e de Supervisão REGULAMENTO SOBRE A PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS PELO REVISOR OFICIAL DE CONTAS E PELO AUDITOR EXTERNO DA EDP 16.12.2010 REGULAMENTO SOBRE A PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS PELO REVISOR OFICIAL

Leia mais

ACORDO-QUADRO SOBRE MEIO AMBIENTE DO MERCOSUL

ACORDO-QUADRO SOBRE MEIO AMBIENTE DO MERCOSUL MERCOSUL/CMC/DEC. N o 02/01 ACORDO-QUADRO SOBRE MEIO AMBIENTE DO MERCOSUL TENDO EM VISTA: O Tratado de Assunção, o Protocolo de Ouro Preto, a Resolução N o 38/95 do Grupo Mercado Comum e a Recomendação

Leia mais

Os Princípios de Prevenção aos Crimes de Lavagem de Dinheiro para Bancos Correspondentes

Os Princípios de Prevenção aos Crimes de Lavagem de Dinheiro para Bancos Correspondentes Os Princípios de Prevenção aos Crimes de Lavagem de Dinheiro para Bancos Correspondentes 1 Introdução O Grupo de Instituições Financeiras Wolfsberg 1 ¹ considera que estes princípios constituem uma orientação

Leia mais

Obrigado, (Peru). (Espanha) com o relatório do grupo de trabalho, que analisa os métodos de trabalho.

Obrigado, (Peru). (Espanha) com o relatório do grupo de trabalho, que analisa os métodos de trabalho. LONDRES Atualizações do Grupo de Trabalho do GAC Domingo, 22 de junho de 2014 9:00 a 10:00 ICANN Londres, Inglaterra TRACY HACKSHAW: Bom dia para todos. Vamos ver a agenda. Bom dia a todos. Vamos passar

Leia mais

EB 3854/03. 15 novembro 2003 Original: espanhol. Projetos/Fundo Comum. Junta Executiva Londres, Inglaterra

EB 3854/03. 15 novembro 2003 Original: espanhol. Projetos/Fundo Comum. Junta Executiva Londres, Inglaterra EB 3854/03 International Coffee Organization Organización Internacional del Café Organização Internacional do Café Organisation Internationale du Café 15 novembro 2003 Original: espanhol Projetos/Fundo

Leia mais

138 a SESSÃO DO COMITÊ EXECUTIVO

138 a SESSÃO DO COMITÊ EXECUTIVO ORGANIZAÇÃO PAN-AMERICANA DA SAÚDE ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DA SAÚDE 138 a SESSÃO DO COMITÊ EXECUTIVO Washington, D.C., EUA, 19-23 de junho de 2006 Tema 6.2 da agenda provisória CE138/25 (Port.) 8 de junho

Leia mais

POLÍTICA ANTICORRUPÇÃO EVEN

POLÍTICA ANTICORRUPÇÃO EVEN POLÍTICA ANTICORRUPÇÃO EVEN 1 Introdução A EVEN conduz seus negócios de acordo com os altos padrões éticos e morais estabelecidos em seu Código de Conduta, não tolerando qualquer forma de corrupção e suborno.

Leia mais

Dar Crédito a Quem Merece:

Dar Crédito a Quem Merece: Série de Melhores Práticas da AJE Dar Crédito a Quem Merece: Melhores Práticas de Atribuição de Autoria Michaela Panter, PhD Sobre a autora A Dra. Panter é editora da AJE desde 2008. Ela se formou na Yale

Leia mais

NORMA DE AVALIAÇÃO DE DESENVOLVIMENTO FUNCIONAL - NOR 312

NORMA DE AVALIAÇÃO DE DESENVOLVIMENTO FUNCIONAL - NOR 312 MANUAL DE GESTÃO DE PESSOAS COD. 300 ASSUNTO: AVALIAÇÃO DE DESENVOLVIMENTO FUNCIONAL COD: NOR 312 APROVAÇÃO: Resolução DIREX Nº 009/2012 de 30/01/2012 NORMA DE AVALIAÇÃO DE DESENVOLVIMENTO 1/17 ÍNDICE

Leia mais

Western Asset Management Company Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários Limitada. Política de Gerenciamento de Risco Operacional

Western Asset Management Company Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários Limitada. Política de Gerenciamento de Risco Operacional Western Asset Management Company Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários Limitada Política de Gerenciamento de Risco Operacional Ratificada pela Reunião de Diretoria de 29 de abril de 2014 1 Introdução

Leia mais

Escola Nacional de Mediação e Conciliação faz treinamento virtual para capacitar órgãos públicos em resolução de conflitos

Escola Nacional de Mediação e Conciliação faz treinamento virtual para capacitar órgãos públicos em resolução de conflitos Escola Nacional de Mediação e Conciliação faz treinamento virtual para capacitar órgãos públicos em resolução de conflitos A Escola Nacional de Mediação e Conciliação (ENAM), da Secretaria de Reforma do

Leia mais

REGULAMENTO GERAL DO PROGRAMA BOLSAS IBERO-AMERICANAS. JOVENS PROFESSORES E INVESTIGADORES CONVOCATÓRIA 2015

REGULAMENTO GERAL DO PROGRAMA BOLSAS IBERO-AMERICANAS. JOVENS PROFESSORES E INVESTIGADORES CONVOCATÓRIA 2015 REGULAMENTO GERAL DO PROGRAMA BOLSAS IBERO-AMERICANAS. JOVENS PROFESSORES E INVESTIGADORES CONVOCATÓRIA 2015 A promoção da investigação através de programas que contribuam de maneria eficaz para a criação

Leia mais

ANEXO À RESOLUÇÃO Nº /2010 REGIMENTO DA DIRETORIA DE TECNOLOGIA DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO

ANEXO À RESOLUÇÃO Nº /2010 REGIMENTO DA DIRETORIA DE TECNOLOGIA DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO ANEXO À RESOLUÇÃO Nº /2010 REGIMENTO DA DIRETORIA DE TECNOLOGIA DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO Art. 1º - A Diretoria de Tecnologia de Informação e Comunicação DTIC da Universidade FEDERAL DO ESTADO DO RIO

Leia mais

Estatuto da Comissão Interamericana de Direitos Humanos

Estatuto da Comissão Interamericana de Direitos Humanos Estatuto da Comissão Interamericana de Direitos Humanos Aprovado pela resolução AG/RES. 447 (IX-O/79), adotada pela Assembléia Geral da OEA, em seu Nono Período Ordinário de Sessões, realizado em La Paz,

Leia mais

Estatutos da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa

Estatutos da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa Estatutos da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (com revisões de São Tomé/2001, Brasília/2002, Luanda/2005, Bissau/2006 e Lisboa/2007) Artigo 1º (Denominação) A Comunidade dos Países de Língua

Leia mais

2.1. Nesse contexto, o Pronunciamento visa a contribuir para as melhores práticas concernentes:

2.1. Nesse contexto, o Pronunciamento visa a contribuir para as melhores práticas concernentes: CODIM COMITÊ DE ORIENTAÇÃO PARA DIVULGAÇÃO DE INFORMAÇÃO AO MERCADO (ABRAPP - ABRASCA AMEC ANBIMA ANCORD - ANEFAC APIMEC BM&FBOVESPA CFC IBGC IBRACON IBRI) Proposta de Texto Final PRONUNCIAMENTO DE ORIENTAÇÃO

Leia mais

Centro de Informações de Marcas. Mecanismo de Proteção de Direitos

Centro de Informações de Marcas. Mecanismo de Proteção de Direitos Centro de Informações de Marcas Mecanismo de Proteção de Direitos O objetivo do Centro de Informações de Marcas é facilitar os Serviços de Período Experimental e os Serviços de Reivindicações (conforme

Leia mais

PROGRAMA BRASILEIRO PARA A SEGURANÇA OPERACIONAL DA AVIAÇÃO CIVIL PSO-BR

PROGRAMA BRASILEIRO PARA A SEGURANÇA OPERACIONAL DA AVIAÇÃO CIVIL PSO-BR PROGRAMA BRASILEIRO PARA A SEGURANÇA OPERACIONAL DA AVIAÇÃO CIVIL PSO-BR PROGRAMA BRASILEIRO PARA A SEGURANÇA OPERA- CIONAL DA AVIAÇÃO CIVIL PSO-BR ANTECEDENTES A Organização de Aviação Civil Internacional

Leia mais

NORMAS DE CONDUTA. Apresentação

NORMAS DE CONDUTA. Apresentação NORMAS DE CONDUTA Apresentação Adequando-se às melhores práticas de Governança Corporativa, a TITO está definindo e formalizando as suas normas de conduta ( Normas ). Estas estabelecem as relações, comportamentos

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ CAMPUS UNIVERSITÁRIO DO MARAJÓ BREVES FACULDADE DE MATEMÁTICA

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ CAMPUS UNIVERSITÁRIO DO MARAJÓ BREVES FACULDADE DE MATEMÁTICA SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ CAMPUS UNIVERSITÁRIO DO MARAJÓ BREVES FACULDADE DE MATEMÁTICA REGIMENTO INTERNO DA FACULDADE DE MATEMÁTICA, CAMPUS UNIVERSITÁRIO DO MARAJÓ BREVES, UFPA.

Leia mais

Instrumento que cria uma Rede de Cooperação Jurídica e Judiciária Internacional dos Países de Língua Portuguesa

Instrumento que cria uma Rede de Cooperação Jurídica e Judiciária Internacional dos Países de Língua Portuguesa Instrumento que cria uma Rede de Cooperação Jurídica e Judiciária Internacional dos Países de Língua Portuguesa TÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS Artigo 1.º Criação 1. A Conferência dos Ministros da Justiça

Leia mais

XEROX GLOBAL ETHICS HELPLINE

XEROX GLOBAL ETHICS HELPLINE ALCANCE: Xerox Corporation e suas subsidiárias. OBJETIVO: Este documento descreve a conduta ética que deve ser adotada durante as negociações pelos empregagos da Xerox Corporation. Todos os empregados

Leia mais

Chamada MCTI/CNPq Nº 09/2015 - Auxílio Promoção de Eventos Científicos, Tecnológicos e/ou de Inovação - ARC. Perguntas Mais Frequentes

Chamada MCTI/CNPq Nº 09/2015 - Auxílio Promoção de Eventos Científicos, Tecnológicos e/ou de Inovação - ARC. Perguntas Mais Frequentes Chamada MCTI/CNPq Nº 09/2015 - Auxílio Promoção de Eventos Científicos, Tecnológicos e/ou de Inovação - ARC Perguntas Mais Frequentes 1) Onde encontro o Formulário Online de Propostas? O formulário Online

Leia mais

Faço saber que a Assembléia Legislativa do Estado do Tocantins decreta e eu sanciono a seguinte Lei:

Faço saber que a Assembléia Legislativa do Estado do Tocantins decreta e eu sanciono a seguinte Lei: LEI Nº 1.374, DE 08 DE ABRIL DE 2003. Publicado no Diário Oficial nº 1.425. Dispõe sobre a Política Estadual de Educação Ambiental e adota outras providências. O Governador do Estado do Tocantins Faço

Leia mais

Regulamentação da Internet e seus impactos nos modelos de negócio

Regulamentação da Internet e seus impactos nos modelos de negócio Regulamentação da Internet e seus impactos nos modelos de negócio Virgilio Almeida Secretário de Política de Informática Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação Brasilia Setembro de 2015 Elementos

Leia mais

POLÍTICA DE RESPONSABILIDADE SOCIAL CORPORATIVA

POLÍTICA DE RESPONSABILIDADE SOCIAL CORPORATIVA POLÍTICA DE RESPONSABILIDADE SOCIAL CORPORATIVA 23 de julho de 2015 ÍNDICE Pág. Introdução... 3 Objetivos... 3 Princípios gerais de atuação... 4 Princípios específicos de atuação... 7 Mecanismos de desenvolvimento,

Leia mais

ONDE OBTER MAIS INFORMAÇÕES

ONDE OBTER MAIS INFORMAÇÕES ONDE OBTER MAIS INFORMAÇÕES Esta parte final do manual fornece a você referências para mais informações. Estão agrupadas sob diversos títulos, para possibilitar uma identificação mais fácil. Essas fontes

Leia mais

Estratégias para avaliação da segurança da computação em nuvens

Estratégias para avaliação da segurança da computação em nuvens Academia de Tecnologia da IBM White paper de liderança de pensamento Novembro de 2010 Estratégias para avaliação da segurança da computação em nuvens 2 Proteção da nuvem: do desenvolvimento da estratégia

Leia mais