Gerência de Desenvolvimento Roland Anton Zottele. Coordenação Técnica Priscila dos Santos. Apoio Técnico Patrícia Vivaldo dos Santos.

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2 Administração Regional do Senac no Estado de São Paulo Gerência de Desenvolvimento Roland Anton Zottele Coordenação Técnica Priscila dos Santos Apoio Técnico Patrícia Vivaldo dos Santos Senac-SP 2008 Elaboração do material didático Alexandre Tertuliano da Costa Lenira Castelucci Joaquim Atualização Celso Felix de Souza Claudimir Gonçalves Dias Paulo Sebastião Calado Revisão Gramatical Rosane Friedrick Camara Edição e Produção Edições Jogo de Amarelinha Atualização: Virtual Diagramação

3 Agosto / 2008

4 SUMÁRIO 1. LEGISLAÇÃO TRIBUTÁRIA / 5 2. COMPETÊNCIA TRIBUTÁRIA / 8 3. TRIBUTOS / FATO GERADOR / BASE DE CÁLCULO / LIMITAÇÕES AO PODER DE TRIBUTAR / CRÉDITOS TRIBUTÁRIOS / ANÁLISE E CONFERÊNCIA DE LANÇAMENTOS E DOCUMENTOS FISCAIS / SUBSTITUIÇÃO tributária do icms e sua sistemática de cálculo / REGIME TRIBUTÁRIO FEDERAL PIS E COFINS / RETENÇÕES DE CONTRIBUIÇÕES FEDERAIS 4,65% / GUIA DE INFORMAÇÃO DO ISS DES OU GIS / DCTF DECLARAÇÃO DE DÉBITOS E CRÉDITOS TRIBUTÁRIOS FEDERAIS / DACON DEMONSTRATIVO DE APURAÇÃO DE CONTRIBUIÇÕES SOCIAIS / PER/DCOMP PEDIDO ELETRÔNICO DE RESTITUIÇÃO, RESSARCIMENTO E COMPENSAÇÃO / 50 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS / 52 4

5 CAPÍTULO 1 Legislação Tributária Para uma convivência em sociedade há a necessidade de normas e regras. Estas, uma vez documentadas, escritas e positivas, tornam-se matéria de Direito Objetivo. Na ramificação da ciência do Direito, dentro do segmento Público encontramos o Direito Tributário de onde extraímos os aspectos legais das questões relativas aos tributos. A Legislação Tributária compreende as leis, os tratados e as convenções internacionais, os decretos e as normas complementares que versam, no todo ou em parte, sobre tributos e relações jurídicas a eles pertinentes. (art. 96 da Lei 5.172/66 de 25/10/1966). Em contrapartida, devemos atentar para o fato de que o Estado, na qualidade de pessoa jurídica de poder público, tem entre um de seus objetivos, o de prestar serviços ao seu povo, como os de saúde, educação, moradia etc. Para tanto, necessita de receitas que possam viabilizar a prestação desses serviços. Uma das fontes destas receitas é justamente a arrecadação tributária. Mas, o que aconteceria se o Estado, na qualidade de poder público, arrecadasse tributos de forma indiscriminada? Tente imaginar... 5

6 A lei máxima de um país é a sua Constituição Federal CF. A nossa possui artigos específicos que tratam da criação de leis, incluindo a legislação tributária, que regulamenta a arrecadação e a fiscalização de tributos. A mais recente Constituição Federal do Brasil foi promulgada em 5/10/1988. Observe a pirâmide... O que ela representa? CONSTITUIÇÃO FEDERAL... EMENDAS À CONSTITUIÇÃO... LEI COMPLEMENTAR... LEI ORDINÁRIA... LEI DELEGADA... MEDIDAS PROVISÓRIAS... DECRETOS LEGISLATIVOS... RESOLUÇÕES... Veja a posição da Constituição Federal na hierarquia das leis: Emendas à Constituição: Atos que alteram o texto original da constituição Federal. Lei Complementar: Complementa a Constituição Federal. É votada pelo Congresso Nacional. Lei Ordinária: Instrumento formal através do qual se exercita a competência tributária. Aumenta ou extingue os tributos. Lei Delegada: Elaborada pelo Presidente da República sobre matérias específicas, objeto de delegação do Congresso Nacional. Medidas Provisórias: A CF/88 as criou em substituição ao Decreto Lei. Têm força de Lei Ordinária. Com validade de 60 dias (podendo ser prorrogada uma única vez por igual período) para serem apreciadas pelo Congresso Nacional. Decretos Legislativos: São atos do Congresso Nacional para disciplinar matéria privativa do Congresso Nacional, tais como tratados internacionais. 6

7 Resoluções: São atos privativos do Senado Federal, da Câmara dos Deputados ou do Congresso Nacional, que não necessitam de sanção presidencial. Uma lei é criada, elaborada, votada e sancionada de acordo com procedimento estabelecido. No caso, a legislação tributária considera competências tributárias da União, dos Estados, dos Municípios e do Distrito Federal, que determinam a carga tributária que compete a cada um arrecadar. Para a aplicação correta da legislação tributária deve-se ainda considerar regras do Sistema Tributário Nacional. Para melhor entender, verifique os elementos deste Sistema: I. Lei II. Fato Gerador III. Sujeito Ativo IV. Sujeito Passivo V. Objeto O sujeito ativo no Sistema Tributário Nacional é o próprio Estado, a quem compete legislar, arrecadar e aplicar os recursos oriundos da arrecadação tributária. Podemos concluir, assim, que: Legislação Tributária é o conjunto de normas, legalmente estabelecidas pelo poder competente, atribuindo a criação e a arrecadação tributária para os fins a que se destina. 7

8 CAPÍTULO 2 Competência Tributária Fig02 As competências tributárias, como vimos, são determinadas na Constituição Federal e consideram quatro entes, determinados pela União, Estados, Municípios e Distrito Federal. Vamos, então, atentar a outros aspectos importantes sobre o tema. Você sabe quais os tributos que competem a cada ente? São vários, mas vamos apresentar os que nos interessam no momento: União Estados Municípios Distrito Federal Competência Tributo IPI/PIS/COFINS ICMS ISS Competência igual à dos Estados 8

9 Outro fator importante a ser observado é que, ao se determinar competência, está se determinando limites, ou seja, restringe-se até onde se pode tributar. Por exemplo: é vedado à União instituir tributo que não seja uniforme em todo o território nacional. Assim, podemos concluir que competência tributária é o ato constitucional em que se atribuiu a determinados entes de poder público o poder e o limite de tributar. Para saber mais sobre Competências Tributárias, consulte os artigos 153 a 156 da Constituição Federal. 9

10 CAPÍTULO 3 Tributos Impostos: o fato gerador ocorre independentemente de atividade estatal específica. Ex.: ICMS, IPI, ISS e IRPJ. Taxas: decorre da utilização do poder de polícia ou de serviços públicos. Ex.: asfalto, taxa de licença, custas e emolumentos judiciais. Contribuições: instituída para fazer face ao custo de obras públicas de que decorre valorização imobiliária. Ex.: pavimentação e calçamento. 10

11 Principais tributos que norteiam as atividades das empresas: Tributo Competência Característica Contribuinte ISS Municipal Indireto; Cumulativo. Prestador de Serviços. ICMS Estadual Indireto; Não cumulativo; seletivo e real. Compõem a sua própria base de cálculo. IPI Federal Indireto; Não Cumulativo; Seletivo e real. Comerciantes e todo aquele que pratica com habitualidade operações de circulação de mercadorias e a prestação de serviços de transportes interestaduais, intermunicipais e de comunicação. Industriais e Equiparados. PIS Federal Indireto; possui regimes diferentes de apuração. (Cumulativo, Não Cumulativo), (Monofásico e Substituição). COFINS Federal Indireto; Possui regimes diferentes de apuração (Cumulativo, Não Cumulativo, Monofásico e Substituição). IRPJ Federal Direto; possui regimes de apuração diferentes, tais como Lucro Real (podendo ser feita à apuração por estimativa) e Lucro Presumido. CSLL Federal Direto; Possui regimes de apuração diferentes, tais como Lucro Real (podendo ser feita à apuração por estimativa) e Lucro Presumido. Todas as pessoas jurídicas e as que lhe são equiparadas pela legislação. Todas as pessoas jurídicas e as que lhe são equiparadas pela legislação. Todas as pessoas jurídicas e as que lhe são equiparadas pela legislação. Todas as pessoas jurídicas e as que lhe são equiparadas pela legislação. 11

12 CAPÍTULO 4 Fato Gerador Como já vimos, existe todo um procedimento para que haja a tributação. O Fato Gerador é de grande importância na relação tributária. Fato gerador é o momento em que nasce a obrigação tributária. Uma vez criada uma lei tributária, observados todos os ditames para a sua elaboração, é preciso que algo ocorra para que a norma que está no abstrato possa se materializar na vida fática. Este momento também não pode ser isolado de legislação e nem sofrer prejuízo de conduta. Para tanto, deve ser expresso na própria legislação. Em outras palavras, o momento em que a tributação vai acontecer deve ser previsto legalmente, ou seja, deve existir o momento do fato gerador previsto em lei. Tal momento determinará a incidência tributária. Assim, fato gerador é a ação que, quando praticada, provocará a tributação. Não é uma ação qualquer, é aquela prevista na lei do tributo que a mencionar. Com isto, vale esclarecer que todo tributo terá o seu fato gerador. Ou seja: a ação, quando praticada, determinará a incidência tributária. 12

13 Temos dois fatos geradores específicos no Código Tributário Nacional CTN: Da obrigação principal: situação definida em lei como necessária e suficiente à sua ocorrência (art. 114 do CTN). Ex.: recolhimento de imposto. Da obrigação acessória: qualquer situação que, na forma da legislação, impõe a prática ou abstenção de ato que não configure obrigação principal (art. 115 CTN). Ex.: Declaração de Débito e Crédito de Tributos Federais DCTF, escrituração de livros. 13

14 CAPÍTULO 5 Base de Cálculo Base de calculo é o valor sobre o qual será aplicada a alíquota do respectivo tributo, atendendo-se as exigências legais. As alíquotas existem para garantir o princípio de tributar segundo a capacidade econômica de cada contribuinte. 14

15 CAPÍTULO 6 SITUAÇÕES E LIMITAÇÕES AO PODER DE TRIBUTAR Situações Tributárias Incidência: Ocorre quando no fato descrito pela lei estão presentes os pressupostos necessários para gerar o nascimento da obrigação tributária. Não incidência: São todos os fatos que ocorrem fora do campo da incidência dentro do ordenamento jurídico tributário. Isenção: Dispensa legal de pagamento do tributo por disposição definida em lei. Suspensão: Deixar de cobrar o tributo por determinado período. Diferimento: Postergar, adiar o pagamento do tributo; melhor dizendo: é a transferência do momento de ocorrência do fato gerador. Imunidade: Decorre de previsão constitucional (art. 150 CF). Limitações ao poder de Tributar Princípios Constitucionais: Fundamentados na Constituição Federal (CF), nos artigos 150 e 151. Princípio da Isonomia: Todos possuem tratamento igual perante a Lei (artigo 150 II CF). Princípio da Legalidade: É proibido exigir ou aumentar tributo sem que a lei estabeleça (art. 150 CF). Princípio da Anterioridade: Não é permitido cobrar tributo no mesmo exercício financeiro em que haja sido publicada a lei que os instituiu ou aumentou (art. 150 III, b CF). Princípio da Irretroatividade: É proibido cobrar impostos antes da vigência da lei (art. 150 III CF). Princípio da Imunidade: Trata da impossibilidade de tributar a renda das obrigações da dívida pública dos Estados, do Distrito Federal ou dos Municípios (art. 151 CF). 15

16 CAPÍTULO 7 Créditos Tributários O que são créditos tributários? Depende do ponto de vista: Se do Estado, diremos que créditos tributários são aqueles em que pesem ao contribuinte o dever de recolher. Logo o crédito tributário para o Estado é o Débito ou o Saldo Devedor para o contribuinte. Se do contribuinte, diremos que créditos tributários são os valores que expressam a redução do tributo a pagar. É possível, que o crédito tributário do contribuinte seja superior ao valor a pagar, gerando Saldo Credor ou Tributos a Recuperar. 16

17 Será que todos os tributos geram créditos tributários? Para que um determinado tributo gere um crédito tributário é necessário que ele seja de natureza não cumulativa como é o caso do ICMS, IPI, PIS e da COFINS recolhidos nesta modalidade. Já o ISS por exemplo é um tributo de natureza cumulativa, portanto, não gera créditos tributários. Mas e se um contribuinte recolher um imposto maior do que o devido, não terá um crédito tributário a seu favor? Se o tributo for de natureza cumulativa o contribuinte terá a seu favor um imposto a ser restituído ou ressarcido. Todavia, precisamos verificar se o tributo poderá gerar um crédito. Vejamos algumas situações de crédito do ICMS: a) as entradas de mercadorias que gerem posterior saída tributada; b) lançamento de crédito efetuado mediante a primeira via da nota fiscal; c) a nota fiscal considerada um documento fiscal idôneo; d) a nota fiscal deverá ainda ter sido emitida por um contribuinte em situação regular, sob o risco de glosa do crédito. Vamos fazer uma breve análise no ICMS? Portanto, não basta o tributo ser compensável, deve-se ainda seguir outras formalidades para ter garantido o direito a determinado crédito. Estando o crédito seguro e documentado, o mesmo poderá ser objeto de compensação, de forma a reduzir o valor a pagar, e até mesmo evitar o pagamento do imposto. Com isso verificamos que o crédito está sempre vinculado a uma operação futura tributada, de outra maneira não poderíamos falar de compensação. No caso do ICMS existe ainda os Créditos Acumulados que poderão, em alguns casos, serem menores que o saldo credor. 17

18 O RICMS/SP determina que será considerado crédito acumulado aquele que resultar de: I. aplicação de alíquotas diversificadas em operações de entrada e de saída de mercadoria ou em serviço tomado ou prestado; II. operação ou prestação efetuada com redução de base de cálculo; III. operação ou prestação realizada sem o pagamento do imposto, tais como isenção ou não incidência com manutenção de crédito, ou, ainda, abrangida pelo regime jurídico da substituição tributária com retenção antecipada do imposto ou do diferimento. Com isto, vemos que as transferências de créditos que têm previsão legal são as de Créditos Acumulados, previstas no RICMS/SP. Sabe-se que uma empresa pode ter créditos básicos do ICMS, IPI, PIS e COFINS no caso de apuração não cumulativa. Porém... Como definir os créditos a que uma empresa terá direito? A resposta deve considerar alguns requisitos: a) verificar a legislação vigente para aquele tributo específico; b) observar a finalidade da aquisição, da compra ou da despesa; c) todo crédito, via de regra, virá por uma entrada (compra, aquisição ou despesa). Existem regras estabelecidas na legislação, porém devemos observar a situação específica para cada empresa para avaliarmos a possibilidade de seus créditos. Vejamos, por exemplo, no caso de compra de mercadoria para revenda, pois tal aquisição gera crédito do ICMS, do PIS e da COFINS. Contudo, não necessariamente, aquela mercadoria que seria destinada à revenda em uma empresa terá o mesmo fim em outra empresa. Dessa forma, a observação da legislação se fará à luz da atividade da empresa. 18

19 Todos os materiais podem ser creditados? Vejamos a classificação dos materiais do ponto de vista fiscal. Tomemos como exemplo uma confecção: Geram créditos Ativo fixo: É o maquinário da empresa, utilizado para transformar e/ou guardar os produtos. Ex.: Maquinas de costura. Não geram créditos Material de uso e consumo: É aquele utilizado na empresa, muitas vezes essencial, mas que não faz parte do produto final (acabado). Ex.: material de limpeza. Matéria-prima: É o elemento que sofrerá transformação ou agregação para o surgimento de outro bem diferente. Ex.:Tecido. Insumo: É o material que agrega o produto final, mas que não sofre transformação. Ex.: botões. Embalagem: É o material que auxilia na apresentação do produto final, isto é, embala o produto acabado. Ex.: caixas Material intermediário: É o material que não compõem o produto final, mas auxilia na transformação da matéria-prima em produto acabado. Ex.: agulhas de maquina de costura. 19

20 CAPÍTULO 8 Análise e Conferência de Lançamentos e Documentos Fiscais Como deve ser feita a conferência de lançamentos e documentos fiscais? Deve ser feita sobre os lançamentos fiscais, à luz da legislação tributária, observada a atividade da empresa. Os aspectos principais a serem observados são: Escrituração de todos os documentos, observando os livros de entradas, saídas, prestação de serviços etc.; Escrituração fiscal e encadernação dentro do prazo; Escrituração com a exata expressão do documento fiscal; Verificação da idoneidade do documento escriturado. 20

21 Também devemos observar se todas as informações dos documentos fiscais: estão preenchidas de forma correta; expressam a realidade ocorrida; são claras e precisas; guardam consonância entre as suas próprias informações. Exemplo: na nota fiscal cujo remetente esteja em São Paulo e o destinatário na mesma Unidade da Federação, verificar se o CFOP expressa que é uma saída interna. Os documentos fiscais devem apresentar conteúdo e forma específicos aos previstos legalmente. Uma análise pormenorizada deve ser realizada, além do exemplo citado. 21

22 CAPÍTULO 9 substituição tributária e sua sistemática de cálculo ICMS O ICMS (imposto sobre operações relativas à circulação de mercadorias e sobre prestações de serviços de transporte interestadual, intermunicipal e de comunicação) é de competência dos Estados e do Distrito Federal e sua regulamentação constitucional está prevista na Lei Complementar 87/1996 (a chamada Lei Kandir ), alterada posteriormente pelas Leis Complementares 92/97, 99/99 e 102/2000. Ele incide sobre movimentações de mercadorias e serviços e é calculado com base em uma alíquota % determinada pelos governos Estaduais (cada Estado pode ter uma alíquota específica). Alíquotas ICMS Originalmente a legislação definia que, o ICMS teria uma única alíquota para operações internas (dentro do Estado) de 17% e, no caso de operações interestaduais, uma única alíquota de 12%. Porém, após muitas alterações na legislação passou-se a ter situações diversas, dependendo da origem/destino da operação, sendo que o valor de ICMS é devido ao Estado em que ocorre o fato gerador (venda, transferência, doação, etc). O quadro a seguir demonstra quais as alíquotas devem ser usadas em cada uma das situações. O R I G E M Interno Sul DESTINO Sudeste (menos ES) Norte, Nordeste, Centro-Oeste e ES RJ 19% 12% 12% 7% SP, MG, PR 18% 12% 12% 7% SC, RS 17% 12% 12% 7% Norte, Nordeste, Centro- Oeste e ES 17% 12% 12% 12% 22

23 Para identificar a alíquota a ser utilizada em cada uma das operações, deve-se considerar que as linhas da tabela indicam a origem da mercadoria e as colunas indicam o destino. Basta combinar a origem e destino de uma venda para identificar a alíquota de ICMS a ser utilizada na operação. Exemplo: Em uma venda de mercadoria do Estado do Rio de Janeiro para qualquer Estado do Sul do país a alíquota utilizada será 12% (Origem-RJ/Destino-Sul). No caso de uma venda de mercadoria do Estado do Rio de Janeiro para um cliente dentro do mesmo Estado a alíquota será 19% (Origem-RJ/Destino-Interno). Para calcular o valor do ICMS basta aplicar a alíquota sobre o preço de venda da mercadoria. Apuração de ICMS Destaca-se, também, que o ICMS é um imposto não cumulativo, ou seja, o valor do ICMS pago na operação anterior pode ser abatido (creditado) do valor devido (débito) de ICMS na operação de venda atual. A seguir um exemplo de cálculo de apuração do ICMS para compreender como ele é calculado, recolhido e porque ele é considerado não cumulativo. Substituição tributária Conforme mencionamos anteriormente, todas as empresas devem recolher o ICMS sobre os produtos movimentados. No mercado a tarefa de recolher o ICMS devido pelo cliente da indústria foi delegada à própria indústria, criando, dessa forma, a figura do substituto tributário. 23

24 Para entender melhor o que é a substituição tributária, abaixo vê-se exemplo de cálculo, considerando uma venda no Estado de São Paulo (destino e origem interno):! Na emissão de uma nota fiscal tem-se que somar o ICMS devido pela indústria com o ICMS devido pelo comércio. Vale ressaltar que, como o ICMS não é um imposto cumulativo, o valor de ICMS devido pelo comércio é calculado através do sistema de apuração de ICMS a recolher (subtraindo-se o débito da operação de venda da indústria para o comércio, do valor do ICMS devido pelo comércio, haja vista que o crédito se refere ao recolhimento gerado pelas vendas da Indústria e Fornecedor, que já foram recolhidas pelos mesmos). É importante destacar que um dos pré-requisitos para se calcular a substituição tributária é saber a que preço o comerciante irá vender os produtos e onde está o seu cliente. No exemplo acima o comerciante vendeu os produtos por R$ 400,00 dentro do próprio Estado. Mas como saber qual alíquota de ICMS deve ser considerada e qual preço o vendedor irá comercializar o produto? Alíquotas ICMS-ST As alíquotas do ICMS-ST são determinadas de acordo com o Estado em que o cliente da indústria está situado, como ilustrado abaixo. Essa definição leva em consideração que o cliente irá vender os produtos dentro do próprio Estado. Apuração do ICMS ST O preço que o comerciante irá vender o produto, que é a base de cálculo do ICMS-ST, é determinado por cada Estado através de uma margem de ganho estimada do comerciante (Margem de Valor Agregado-MVA). 24

25 Exemplo: Tabela com todos os Estados em que a indústria de ração animal (cães e gatos) é o substituto tributário de seus clientes, bem como as respectivas margens de ganho para apuração da base de cálculo do ICMS-ST. Destino % Margem AC 63.59% AL 63.59% AM 63.59% AP 63.59% BA CE 63.59% DF 63.59% ES 63.59% GO Destino % Margem MA 63.59% MG 56.68% MS 63.59% MT 63.59% PA 63.59% PB 63.59% PE 63.59% PI 63.59% PR Destino % Margem RJ 58.62% RN 63.59% RO 63.59% RR 63.59% RS SC SE 63.59% SP TO 63.59% O bom entendimento do funcionamento da substituição tributária é de suma importância, uma vez que ela faz parte do cálculo do preço faturado final dos produtos. Exemplo de cálculo de Substituição Tributária: Ração 25

26 Cálculo Preço Faturado Final O preço faturado final é formado pelo preço de tabela (com ICMS) menos descontos mais substituição tributária. Uma vez analisado o cálculo do ICMS e ICMS-ST, tem-se condições de calcular o preço final de nota fiscal. Preço de Tabela (com ICMS) Descontos Substituição + = (GPR & TTS) tributária ST Valor Faturado Final 26

27 Assistente Fiscal Exemplo com ICMS-ST Cálculo do preço de ração para cliente localizado no Estado de Minas Gerais, faturando de São Paulo. Preço tabela c/ ICMS Descontos Base ICMS ICMS Normal Margem Base ICMSST ICMS ST Preço FINAL R$ 49,09 6,9% R$ 3,39 R$ 45,70 R$ 5,48 R$ 56,68 R$ 71,60 R$ 7,41 R$ 53,11 27

28 Segue abaixo nota fiscal com base no exemplo anterior. Dessa forma liga-se o exemplo de uma Nota Fiscal. EMITENTE NOTA FISCAL Nº NOME / RAZÃO SOCIAL SAÍDA ENTRADA LOGOTIPO ENDEREÇO BAIRRO/DISTRITO MUNICÍPIO UF 1ª VIA FONE / FAX CEP DESTINATÁRIO / CGC REMETENTE NATUREZA DA OPERAÇÃO CFOP INSCRIÇÃO ESTADUAL DO SUBSTITUTO TRIBUTÁRIO INSCRIÇÃO ESTADUAL DATA LIMITE PARA EMISSÃO DESTINATÁRIO REMETENTE NOME / RAZÃO SOCIAL CGC / CPF DATA DA EMISSÃO ENDEREÇO BAIRRO / DISTRITO CEP DATA DA SAÍDA / ENTRADA MUNICÍPIO FONE / FAX UF INSCRIÇÃO ESTADUAL HORA DA SAÍDA FATURA DADOS DO PRODUTO CÓDIGO DESCRIÇÃO DOS PRODUTOS CLASSIFICAÇÃ SITUAÇÃO UNIDADE QUANTIDADE VALOR UNITÁRIO VALOR TOTAL ALÍQUOTAS VALOR DO IPI O PRODUTO FISCAL TRIBUTÁRIA ICMS IPI CÁLCULO DO IMPOSTO BASE DE CÁLCULO DO ICMS 685,54 VALOR DO ICMS 82,26 BASE DE CÁLCULO ICMS SUBSTITUIÇÃO 1.074,10 VALOR DO ICMS SUBSTITUIÇÃO 111,07 VALOR TOTAL DOS PRODUTOS 685,54 VALOR DO FRETE VALOR DO SEGURO OUTRAS DESPESAS ASSESSÓRIAS VALOR TOTAL DO IPI VALOR TOTAL DA NOTA 796,61 TRANSPORTADOR / VOLUMES TRANSPORTADOS NOME / RAZÃO SOCIAL FRETE POR CONTA 1 EMITENTE 2 DESTINATÁRIO PLACA DO VEÍCULO UF CGC / CPF ENDEREÇO MUNICÍPIO UF INSCRIÇÃO ESTADUAL QUANTIDADE ESPÉCIE MARCA NÚMERO PESO BRUTO PESO LÍQUIDO DADOS ADICIONAIS INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES RESERVADO AO FISCO Nº DE CONTROLE DO FORMULÁRIO DADOS DA AIDF E DO IMPRESSOR AUTENTICAÇÃO MECÂNICA NOTA FISCAL RECEBEMOS DE (RAZÃO SOCIAL DO EMITENTE) OS PRODUTOS CONSTANTES DA NOTA FISCAL AO LADO DATA DO RECEBIMENTO IDENTIFICAÇÃO E ASSINATURA DO RECEBEDOR Nº

29 Isenção do ICMS no frete intermunicipal de bens e mercadorias (revogado a partir de 1º/setembro/2008) De acordo com a decisão normativa CAT - 7, de , acrescentou o artigo 139 ao Anexo I do RICMS/SP Artigo 139 (TRANSPORTE INTERMUNICIPAL DE CARGAS) - Prestação de serviço de transporte intermunicipal rodoviário, ferroviário ou aquaviário de bem ou mercadoria, destinada a contribuinte do imposto neste Estado, desde que o serviço de transporte tenha início e término em território paulista (Convênio ICMS-04/04). O benefício previsto aplica-se: 1. Ao transportador autônomo, qualquer que seja o seu domicílio, e à empresa transportadora estabelecida fora do território paulista e não inscrita no Cadastro de Contribuintes deste Estado. 2. não se aplica à prestação de serviço de transporte de valores. Para fins de fruição da referida isenção devem ser atendidos, cumulativamente, os seguintes requisitos: A. que a prestação de serviço de transporte seja realizada sob as modalidades rodoviária, ferroviária ou aquaviária, isoladas ou combinadas; B. que se trate de transporte de bem ou mercadoria; C. que o remetente e o destinatário do bem ou mercadoria estejam localizados em território paulista; D. que o tomador do serviço e o destinatário do bem ou mercadoria sejam contribuintes paulistas, regularmente inscritos no Cadastro de Contribuintes do ICMS. Revogado a Isenção De acordo com o Decreto Estadual nº 3.361/2008, revogou o Art. 139 do Anexo I do Regulamento do Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação - RICMS, aprovado pelo Decreto nº , de 30 de novembro de As empresas de transporte rodoviário, enquadradas nos códigos da Classificação Nacional de Atividades Econômicas - CNAEs /01, /02, /03 e /04, deverão recolher o imposto previsto nos Arts. 112 e 283 do Regulamento do ICMS, sem os acréscimos legais, nos seguintes prazos: 29

30 1. até o dia 28 do segundo mês subseqüente ao da ocorrência dos fatos geradores que ocorrerem durante os meses de setembro a dezembro de 2008; 2. até o dia 28 do mês subseqüente ao da ocorrência dos fatos geradores que ocorrerem durante os meses de janeiro a junho de Não será exigido o estorno do crédito do imposto relativo à prestação do serviço de transporte beneficiada com a isenção prevista no Art. 139 do Anexo I do Regulamento do ICMS. A Secretaria da Fazenda poderá estabelecer disciplina específica em relação às prestações de serviço de transporte ocorridas nos meses de agosto e setembro de 2008, sem prejuízo do recolhimento do imposto devido. O decreto entra em vigor a partir 1º de setembro de

31 CAPÍTULO 10 Regime tributário federal PIS e COFINS Nas decisões tributárias da empresa os tributos federais são de grande peso, exigindo que se tenha uma perfeita análise de suas implicações. Os regimes tributários federais integram as apurações de tributos diretos e indiretos. Especificamente vamos relatar os casos de PIS e COFINS com relação a apuração do IRPJ (Imposto de Renda Pessoa Jurídica) e CSLL (Contribuição Social sobre o Lucro Líquido). Que opções existem para recolhimento do IRPJ e da CSLL? Uma providência que deve ser tomada na hora de optar por uma das formas de recolhimento do IR é verificar o nível de lucratividade em relação à receita bruta. Essa conta pode ser o primeiro passo para se decidir entre o lucro presumido e o real. Regime do Lucro Real A empresa paga o Imposto de Renda sobre o lucro apurado nos seus balanços. Dentro do lucro real, as opções são: lucro real trimestral ou lucro real anual. No lucro real trimestral, a empresa faz o balanço de três em três meses. No lucro real anual, o balanço contábil considerado é o ano-calendário de 1º de janeiro a 31 de dezembro. Regime do Lucro Presumido É muito utilizado por ser considerado mais simples e também exigir menos documentação. Recebe o nome de presumido exatamente porque nesse regime o Imposto de Renda não é calculado sobre o lucro efetivo. Tanto o IR como a CSLL são calculados sobre uma base presumida de lucro. O cálculo é feito em períodos trimestrais, que se encerram em 31 de março, 30 de junho, 30 de setembro e 31 de dezembro. 31

32 Nem toda empresa pode optar pelo Lucro Presumido. A regra geral determina que a base de cálculo para o IR seja de 8% da receita bruta. A esse valor são feitas adições e exclusões, conforme previsão legal. O resultado é o lucro presumido, sobre o qual será aplicado o IR. O imposto tem 15% de alíquota básica e 10% de alíquota adicional. Somente sobre o valor acima de R$ 60 mil, no trimestre, é pago o adicional de IR de 10%. Observe que no Lucro Presumido o cálculo do IR tem sua base alterada conforme a atividade. Entre as situações vetadas, destacam-se: Tiveram receita bruta superior a R$ 48 milhões no ano-calendário anterior; Tiveram atividades de bancos comerciais, bancos de investimentos, bancos de desenvolvimento, caixas econômicas, sociedades de crédito, financiamento e investimento, entre outras do setor financeiro; Autorizadas pela legislação tributária que queiram aproveitar benefícios fiscais relativos à isenção ou redução do IR; Tenham lucros, rendimentos ou ganhos de capital do exterior; Tenham reduzido ou suspendido o pagamento do imposto durante o ano-calendário, inclusive efetuado pagamentos por estimativa; Explorem atividade de prestação de serviço cumulativa e contínua de serviços de assessoria creditícia, mercadológica, gestão de crédito, administração de contas a pagar e a receber, entre outras. A questão é simples: no presumido, indústria e comércio pagam, regra geral, IR de 25% sobre 8% da receita bruta. Isso, considerando a alíquota básica mais a adicional. Ou seja, presume-se que o lucro da empresa tenha sido de 8% da receita. Um percentual considerado atualmente pelo mercado como uma relação lucro/receita invejável. Portanto, se a empresa for muito lucrativa, com ganhos efetivos acima de 8% da receita, há uma boa possibilidade de que o lucro presumido seja a melhor escolha. 32

33 Se os lucros forem menores que 8% da receita, o lucro real deverá ser estudado com cuidado. É bom lembrar que, ao fazer o cálculo, a empresa deve levar em consideração a cobrança da CSLL. No presumido, ela é calculada em 9% sobre os 12% da receita bruta. Regime do Lucro Arbitrado Ocorre quando a fiscalização da Receita Federal identificar na empresa, irregularidades em relação à opção, recolhimento e procedimentos contábeis/fiscais. Por exemplo, quando: a empresa obrigada ao lucro real não estiver em dia ou em ordem com a escrituração; a documentação contiver vícios, erros ou deficiências que a tornem insuficiente para verificar o lucro da empresa; a opção for indevida pelo lucro presumido. PIS e COFINS O PIS e a COFINS são tributos de competência federal, conforme artigo 149 e 195 da Constituição Federal. Vejamos, então, o significado das siglas que denominam as contribuições que são objeto de nosso estudo: PIS - Programa de Integração Social; PASEP - Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público; COFINS - Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social. A contribuição para o PIS foi instituida pela Lei Complementar nº 7, de 07 de setembro de Já a contribuição para o PASEP foi instituída pela Lei Complementar nº 8 de 03 de dezembro de A unificação PIS/PASEP se deu pela Lei Complementar nº 26, de 11 de setembro de 1975, e a partir de então são tratados como uma única contribuição. Após a Constituição Federal de 1988, tais contribuições, uma vez mantidas, passaram a financiar o seguro-desemprego, programas de desenvolvimento econômico (através do BNDES) e o benefício de abono anual para empregados de baixa renda. Já a COFINS foi instituída pela Lei Complementar nº 70, de 30 de dezembro de Vale frisar que, historicamente, essas contribuições passaram por diversas modificações legislativas, o que tem sido motivo de um considerado número de lides em discussões judiciárias. 33

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