MARINHA DO BRASIL DIRETORIA DE PORTOS E COSTAS

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "MARINHA DO BRASIL DIRETORIA DE PORTOS E COSTAS"

Transcrição

1 MARINHA DO BRASIL DIRETORIA DE PORTOS E COSTAS CURSO DE OPERADOR DE CONTROLE DE LASTRO - COPL DISCIPLINA: CONTROLE DE ESTABILIDADE DE UNIDADES OFFSHORE - II MÓDULO II SIGLA: CTE-II CARGA HORÁRIA: 48 HORAS SUMÁRIO 1) OBJETIVO GERAL DA DISCIPLINA Proporcionar ao aluno conhecimentos e habilidades para o exercício das atividades de Operador de Controle de Lastro em uma Unidade Offshore. 2) LISTA E PROPÓSITOS DAS UNIDADES DE ENSINO 1. NOÇÕES DE OCEANOGRAFIA E METEOROLOGIA HORAS compreender os elementos meteorológicos: pressão atmosférica; temperatura e umidade do ar; os efeitos do vento nas superfícies estruturais e dentro da estabilidade estática e dinâmica; e os efeitos das correntes e marés, e as forças na amarração da unidade offshore; acessar ao sistema de dados meteorológicos local (se disponível); definir as características de ondas e efeitos na estrutura; identificar os estados do mar e seus efeitos na unidade flutuante; 1.5- descrever a aplicação dos procedimentos operacionais de segurança para a estabilidade em caso de mau tempo, a partir da previsão meteorológica; 2. ALTERAÇÕES DA ESTABILIDADE E PLANOS DE CONTINGÊNCIA HORAS compreender a influência do peso das âncoras e das linhas de ancoragem na força vertical e na estabilidade; analisar as situações críticas para a estabilidade na força de ancoragem; compreender, na estabilidade, as influências das Cargas de Perfuração, da Carga no gancho, tensões de risers, cabos guia e outros; analisar as situações críticas das cargas de perfuração na estabilidade; compreender, na estabilidade, as influências das Cargas de produção, das Operações de pull-in, pull-out e tensões de risers; analisar as situações críticas das cargas de produção para a estabilidade; interpretar o Boletim de Estabilidade e as variáveis registradas; realizar o preenchimento correto do Boletim de Estabilidade; planejar alternativas de contingência em caso de mau tempo e avaria; listar os principais tipos de planos de contingência; citar os principais esforços que afetam a resistência estrutural das plataformas; e compreender os efeitos da estrutura dos tanques decorrentes de: pressão, temperatura e superfície livre. 3. ANCORAGEM E MOVIMENTAÇÃO DE PLATAFORMA...08 HORAS citar as atribuições do Operador de Lastro relativas à ancoragem; mencionar os procedimentos para desancoragem movimentação e ancoragem; citar os procedimentos e os Sistemas de Apoio quanto ao posicionamento sobre Locações; descrever os tipos de Embarcações de Apoio Offshore; - 1 -

2 3.5 - descrever os procedimentos e recursos necessários em uma ancoragem com Sistema Misto e Sistema Pré-lançado; explanar os recursos necessários para pescaria; identificar os procedimentos de operação, tipos de guinchos e componentes principais nos guinchos de âncoras; identificar os procedimentos e tarefas, sistemas de ancoragem e guinchos, arranjo do sistema de reboque e calado de sobrevivência no reboque oceânico de plataformas semisubmersíveis (SS): comunicação com o rebocador líder; vistorias prévias; e segurança da tripulação; identificar os sistemas de ancoragem de unidades FPSO; identificar os procedimentos e tarefas, e sistema de reboque de Jackup; detalhar os procedimentos em emergência de plataforma à deriva ; e identificar controle da deriva em um sistema de ancoragem distribuída. 4. CERTIFICAÇÃO E CLASSIFICAÇÃO NAVAL...04 HORAS apresentar o Histórico das Sociedades Classificadoras e da IMO; listar as Entidades Reguladoras e Estatutárias (IACS, IMO, Bandeiras e Port State Control); listar os Principais Códigos e Convenções (MODU, SOLAS, ILLC, MARPOL, STCW, Resolução A.891); comparar Certificação com Classificação; compreender as Sistemáticas das Vistorias de Manutenção de Classe; identificar os pontos críticos nas vistorias de unidades semi-submersíveis, FPSO, Jackup e Monocoluna; e Comentar as Normas da Autoridade Marítima Brasileira (NORMAM) de maior aplicação nas UOM : NORMAM-01; NORMAM-04; NORMAM-07; NORMAM-08; NORMAM- 15, etc. 5. SISTEMAS DE ARMAZENAGEM DE ÓLEO...08 HORAS descrever a propriedade do petróleo, do gás, o perigo de incêndio e explosões. Regras instrucionais (STCW Code, Seção A-V/1); identificar tanques de armazenagem de carga, limites de pressão, projeto, ventilação, descarga, válvulas e respiros; descrever os principais sistemas e operações da FPSO; - carregamento e descarregamento (óleo cru e derivados); - operações de alívio (offloading) estabilidade e prevenção da poluição; - limpeza de tanques e recirculação; - lastro de tanques; - gás inerte (GI); - suspiro fechado dos tanques de carga; - desgaseificação dos tanques; - sistema de fechamento e de estanqueidade; - sistema de descarga dos tanques de sobra (slop); e - sistema de esgoto da praça de máquinas citar as medidas preventivas para o acesso a compartimentos confinados (NR-33) visando realizar limpezas, manutenção ou reparos, utilizando material que produza centelhas, solda, lixadeira. 6. PREVENÇÃO E MEDIDAS DE CONTROLE DA POLUIÇÃO...08 HORAS definir meio ambiente (equilíbrio e proteção); exemplificar licenciamento ambiental; apresentar a Lei do óleo implantação, laudos, multas, detenção e crime ambiental; - 2 -

3 6.4 - citar os agentes poluidores; explicar as consequências da poluição por lixo, óleo, água, esgoto, água de lastro (MARPOL 73 e emendas); identificar o sistema de informações; listar os procedimentos de emergência e prevenção da poluição em FPSO; descrever o controle de poluição em plataformas de produção de petróleo (SOPEP); explicar gerenciamento de resíduos; mostrar os equipamentos para combate e controle da poluição a bordo (Kit SOPEP); identificar derramamento de óleo: convés, no mar, no cais ou no porão; identificar o vazamento de gases tóxicos; citar a técnica para minimizar e retirar hidrocarbonetos da água; e registrar as medidas adotadas para a prevenção ou controle da poluição. 3) DIRETRIZES ESPECÍFICAS ESTÁGIO EMBARCADO a) a parte prática será realizada obrigatoriamente em três (03) embarques, totalizando, no mínimo, quarenta (40) dias de embarque; b) por questões de segurança, é indicado que o número de estagiários a bordo para parte prática seja de até três (03) alunos por unidade offshore; c) após concluir com aproveitamento a parte teórica, o aluno terá até três meses para iniciar o estágio embarcado, caso não inicie não receberá o certificado em face dessa lacuna de conhecimentos; d) caberá à Instituição de Ensino realizar os contatos com as Empresas operadoras que ofereceram o estágio na fase de matrícula, e encaminhar um documento contendo: declaração de que o aluno foi aprovado na parte teórica do curso; relação das disciplinas, unidades de ensino; e instruções sobre o estágio e o preenchimento do livro/relatório do estágio; e) ao longo do período do Estágio Embarcado o aluno acompanhará o orientador técnico, designado formalmente junto à Instituição de Ensino pela empresa operadora da plataforma, durante a realização de procedimentos técnicos, os quais deverão ser registrados em livro/relatório específico do estágio. Após a conclusão deste período, o aluno deverá levar à Instituição de Ensino o livro/relatório do estágio, que conterão o registro das tarefas realizadas com resultado: satisfatório ou insatisfatório, rubricados pelo orientador técnico designado. Após o registro das tarefas e avaliações deverá ser feita uma declaração de capacitação e aprovação técnica para operar o lastro, obrigatória, que conste: "O Senhor..., CPF..., ID..., foi qualificado para as atividades de Operador de Controle de Lastro.", a qual será assinada pelo orientador técnico e o GIO ou GEPLAT; f) após completar o Estágio embarcado, o aluno deverá levar o livro/relatório, em até quinze (15) dias, ao Coordenador do Curso para avaliar os trabalhos realizados durante a prática. Caberá a Instituição de Ensino avaliar o livro/relatório e esclarecer quaisquer dúvidas quanto às informações contidas junto ao orientador ou ao aluno; e verificar se o aluno cumpriu as tarefas atribuídas. 4) AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM E APROVAÇÃO. a) as avaliações teóricas serão realizadas por meio de quatro (04) provas escritas, duas (02) em cada módulo, dispondo de dezesseis (16) tempos, valendo 60% da nota total; b) poderá ser aplicado um trabalho individual das matérias que compõem cada uma das provas. A nota deste trabalho equivalerá a 40% do total da nota de cada prova; c) estão previstos quatro (04) tempos de aula para a apresentação de trabalhos individuais selecionados pela coordenação do curso; - 3 -

4 d) para a aprovação, o aluno terá que obter nota igual ou superior a 6,0 (seis), em uma escala de 0 a 10 (zero a dez) em cada uma das quatro(4) avaliações teóricas. Caso o aluno não obtenha nota igual ou superior a 6,0 (seis) em cada avaliação teórica, mas tenha obtido nota igual ou superior a 3,0 (três), terá oportunidade a uma segunda chamada; e a avaliação prática será realizada ao longo do desenvolvimento do Estágio Embarcado, por meio de atividades práticas a bordo, lançada no livro/relatório. Para a aprovação, o aluno terá que obter o conceito SATISFATÓRIO em, no mínimo, 60% das tarefas realizadas ao final do Estágio Embarcado. Ao final do Estágio, o Gerente da Unidade atestará a capacitação prática do aluno, conforme modelo de atestado e responsabilidade técnica. e) se cumpridas todas as exigências de aprovação previstas, a Instituição de Ensino poderá expedir o certificado de acordo com a NORMAM-24, para homologação pela Capitania dos Portos. Mantendo em arquivo os relatórios de notas e frequência. 5) RECURSOS INSTRUCIONAIS a) slides (Power Point); b) transparências; c) vídeos; d) folha de exercícios; e) calculadora científica; f) diagrama dos sistemas de Carga e Lastro (Load and OffLoad); g) manual de Operações de FPSO e SS; e h) caso disponível, o uso de simulador de estabilidade facilitará as tarefas do aluno embarcado, embora não seja obrigatório. 6) REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS a) M. HANCOX, Stability And Ballast Control (The Oilfield Seamanship Series by Oilfield Publications Limited Herefordshire England). b) P. SPRINGETT, An Introduction to Offshore Safety And Survival (The Oilfield Publication Limited Herefordshire England). c) The International Convention on Standards of Training, Certifications and Watchkeeping for Seafarers, 1995 (STCW 1995). d) International Convention for the Safety of Life at Sea, 1974 (SOLAS 1974), as emended. e) IMO Life-Saving Appliances Code (LSA Code). f) Resolution A.414(XI) - Code for the Construction and Equipment of Mobile Offshore Drilling Units (MODU CODE) London IMO, g) Resolution A.863(16) - Code for the Construction and Equipment of Mobile Offshore Drilling Units (MODU CODE) London IMO, h) Resolution A.863(20) - Code of Safe Practice for the Carriege of Cargoes and Persons by Offshore Supply Vessels (OSV Code), i) International Safety Management Code (ISM CODE) London IMO,

5 j) Code on Alarms and Indicators London IMO, k) Resolution A.891(21) Recommendations on Training of Personnel on Mobile Offshore Units (MOUs) London IMO, l) International Convention for the Prevention of Pollution from Ships, 1973 (MARPOL 73/78). m) International Conference on Load Line, (Load Line 66) - London IMO, n) Diretoria de Portos e Costas. Normas da Autoridade Marítima. Disponível em: <http://www.dpc.mar.mil.br/normam/tabela_normam.htm>. ILQUES BARBOSA JUNIOR Vice-Almirante Diretor - 5 -

CFMA CENTRO DE FORMAÇÃO MARITIMA DE ANGOLA. Prospecto do curso 2013/14

CFMA CENTRO DE FORMAÇÃO MARITIMA DE ANGOLA. Prospecto do curso 2013/14 CFMA CENTRO DE FORMAÇÃO MARITIMA DE ANGOLA Prospecto do curso 2013/14 Patrocinado pela: Índice STCW Primeiros Socorros Básicos... 4 STCW Prevenção de Incêndios e Combate a Incêndios... 5 STCW Segurança

Leia mais

I Conferencia Hemisférica sobre Protección Ambiental Portuaria. Agência Nacional de Transportes Aquaviários BRASIL

I Conferencia Hemisférica sobre Protección Ambiental Portuaria. Agência Nacional de Transportes Aquaviários BRASIL I Conferencia Hemisférica sobre Protección Ambiental Portuaria Agência Nacional de Transportes Aquaviários BRASIL Maria Luíza Almeida Gusmão Panama - Abril 2007 Política Nacional Meio Ambiente Recursos

Leia mais

Projeto de Nacionalização de Baleeiras - PROMINP E&P 11

Projeto de Nacionalização de Baleeiras - PROMINP E&P 11 Projeto de Nacionalização de Baleeiras - PROMINP E&P 11 Sergio Granati Rib Offshore Serviços Técnicos de Petróleo Ltda. Garibaldi - RS Novembro/2007 Rib Offshore Fabricante de embarcações e produtos voltados

Leia mais

MATRIZ DE GERENCIAMENTO DE RISCOS

MATRIZ DE GERENCIAMENTO DE RISCOS UNIDADE MARÍTIMA Unidade Marítima de Perfuração Alaskan Star REV. 00 DATA Ago/2008 FOLHA 1 / 14 M1 Seguir programa de inspeção e manutenção dos equipamentos e linhas. Inspeções Periódicas e Programas de

Leia mais

INTRODUÇÃO. Tradução: fora da terra. Mais empregado como a área da plataforma continental até uma lâmina d água de 2000 metros, no caso do Brasil.

INTRODUÇÃO. Tradução: fora da terra. Mais empregado como a área da plataforma continental até uma lâmina d água de 2000 metros, no caso do Brasil. INTRODUÇÃO 1. OFF-SHORE Tradução: fora da terra. Mais empregado como a área da plataforma continental até uma lâmina d água de 2000 metros, no caso do Brasil. 2. O MEIO AMBIENTE Vento Age nas partes expostas

Leia mais

MARINHA DO BRASIL DIRETORIA DE PORTOS E COSTAS ENSINO PROFISSIONAL MARÍTIMO CURSO DE OPERAÇÃO COM RETROESCAVADEIRA SINOPSE GERAL DO CURSO

MARINHA DO BRASIL DIRETORIA DE PORTOS E COSTAS ENSINO PROFISSIONAL MARÍTIMO CURSO DE OPERAÇÃO COM RETROESCAVADEIRA SINOPSE GERAL DO CURSO MARINHA DO BRASIL DIRETORIA DE PORTOS E COSTAS ENSINO PROFISSIONAL MARÍTIMO CURSO DE OPERAÇÃO COM RETROESCAVADEIRA SIGLA: CORE SINOPSE GERAL DO CURSO DURAÇÃO MÍNIMA: 7 dias MÁXIMA: 17 dias CARGA HORÁRIA

Leia mais

EMPRESA GERENCIAL DE PROJETOS NAVAIS - EMGEPRON CARGO: VISTORIADOR NAVAL

EMPRESA GERENCIAL DE PROJETOS NAVAIS - EMGEPRON CARGO: VISTORIADOR NAVAL EMPRESA GERENCIAL DE PROJETOS NAVAIS - EMGEPRON CONCURSO PÚBLICO - EDITAL N 0 03/2008 CARGO: VISTORIADOR NAVAL INSTRUÇÕES GERAIS I. Nesta prova, você encontrará 5 (cinco) páginas numeradas seqüencialmente,

Leia mais

II WORKSHOP TECNÓLOGICO RBNA PORTO ALEGRE MAR 2013. Barcos de Apoio LDM 05.04.06

II WORKSHOP TECNÓLOGICO RBNA PORTO ALEGRE MAR 2013. Barcos de Apoio LDM 05.04.06 II WORKSHOP TECNÓLOGICO LDM 05.04.06 Barcos de Apoio PORTO ALEGRE MAR 2013 Obrigatoriedade da classificação Todas as embarcações de maior porte e as unidades flutuantes são de classificação obrigatória.

Leia mais

PC PERFURAÇÃO E COMPLETAÇÃO

PC PERFURAÇÃO E COMPLETAÇÃO PC PERFURAÇÃO E COMPLETAÇÃO Introdução: As atividades de perfuração de poços de petróleo são do seguimento upstream, que consiste em métodos que visam a segurança e a produtividade do poço. Para tais operações

Leia mais

Segurança Marítima: Busca e Salvamento

Segurança Marítima: Busca e Salvamento Segurança, condição essencial para a segurança marítima Escola Naval, 30 de Abril de 2014 : Busca e João 05-05-2014 Frade 2 1989 Introdução EXXON VALDEZ 1912 TITANIC CATÁSTROFE 2012 COSTA CONCORDIA 3 Gestão

Leia mais

MARINHA DO BRASIL DIRETORIA DE PORTOS E COSTAS ENSINO PROFISSIONAL MARÍTIMO

MARINHA DO BRASIL DIRETORIA DE PORTOS E COSTAS ENSINO PROFISSIONAL MARÍTIMO MARINHA DO BRASIL DIRETORIA DE PORTOS E COSTAS ENSINO PROFISSIONAL MARÍTIMO CURSO DE GESTÃO OPERACIONAL EM TERMINAIS ROLL-ON/ROLL-OFF SIGLA: CGTRR SINOPSE GERAL DO CURSO DURAÇÃO: 1 SEMANA CARGA HORÁRIA

Leia mais

REGULAMENTO TÉCNICO DO SISTEMA DE GERENCIAMENTO DA SEGURANÇA OPERACIONAL DAS INSTALAÇÕES MARÍTIMAS DE PERFURAÇÃO E PRODUÇÃO DE PETRÓLEO E GÁS NATURAL

REGULAMENTO TÉCNICO DO SISTEMA DE GERENCIAMENTO DA SEGURANÇA OPERACIONAL DAS INSTALAÇÕES MARÍTIMAS DE PERFURAÇÃO E PRODUÇÃO DE PETRÓLEO E GÁS NATURAL REGULAMENTO TÉCNICO DO SISTEMA DE GERENCIAMENTO DA SEGURANÇA OPERACIONAL DAS INSTALAÇÕES MARÍTIMAS DE PERFURAÇÃO E PRODUÇÃO DE PETRÓLEO E GÁS NATURAL ÍNDICE CAPÍTULO 1 DISPOSIÇÕES GERAIS 1 OBJETIVO...

Leia mais

COMISSÃO DE MEIO AMBIENTE E DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL

COMISSÃO DE MEIO AMBIENTE E DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL COMISSÃO DE MEIO AMBIENTE E DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL PROJETO DE DECRETO LEGISLATIVO N o 348, DE 2007 (MENSAGEM N o 437, de 2006) Aprova o texto consolidado da Convenção Internacional para a Prevenção

Leia mais

MARINHA DO BRASIL DIRETORIA DE PORTOS E COSTAS ENSINO PROFISSIONAL MARÍTIMO

MARINHA DO BRASIL DIRETORIA DE PORTOS E COSTAS ENSINO PROFISSIONAL MARÍTIMO MARINHA DO BRASIL DIRETORIA DE PORTOS E COSTAS ENSINO PROFISSIONAL MARÍTIMO CURSO DE OPERAÇÃO DE TRATOR E DE PÁ-CARREGADEIRA SIGLA: COTPC SINOPSE GERAL DO CURSO DURAÇÃO: 2 SEMANAS CARGA HORÁRIA TOTAL:

Leia mais

II.7.6. PROJETO DE DESATIVAÇÃO. 1. Justificativa

II.7.6. PROJETO DE DESATIVAÇÃO. 1. Justificativa II.7.6. PROJETO DE DESATIVAÇÃO 1. Justificativa A desativação de um campo de produção de petróleo contempla uma série de procedimentos que devem ser adotados, com vista à proteção e à manutenção da qualidade

Leia mais

ANÁLISE PRELIMINAR DE PERIGO PORTO DO PECEM

ANÁLISE PRELIMINAR DE PERIGO PORTO DO PECEM ANÁLISE PRELIMINAR DE PERIGO PORTO DO PECEM Perda de carga e equipamentos Falhas ao estudar as condições meteoceanográficas. Falha mecânica (Guindastes, empilhadeiras,. Encalhe em bancos de areia e/ou

Leia mais

MARINHA DO BRASIL DIRETORIA DE PORTOS E COSTAS PORTARIA N O 393/DPC, DE 23 DE DEZEMBRO DE 2013.

MARINHA DO BRASIL DIRETORIA DE PORTOS E COSTAS PORTARIA N O 393/DPC, DE 23 DE DEZEMBRO DE 2013. WS/FB/22.1 080.1 DIRETORIA DE PORTOS E COSTAS PORTARIA N O 393/DPC, DE 23 DE DEZEMBRO DE 2013. Celebra acordo de delegação de competência firmado entre a AUTORIDADE MARÍTIMA BRASILEIRA e a Sociedade Classificadora

Leia mais

CURSO BÁSICO DE VIGILÂNCIA PORTUÁRIA

CURSO BÁSICO DE VIGILÂNCIA PORTUÁRIA MARINHA DO BRASIL DIRETORIA DE PORTOS E COSTAS CURSO BÁSICO DE VIGILÂNCIA PORTUÁRIA (CBVP) 2006 MARINHA DO BRASIL DIRETORIA DE PORTOS E COSTAS ENSINO PROFISSIONAL MARÍTIMO CURSO BÁSICO DE VIGILÂNCIA PORTUÁRIA

Leia mais

GESTÃO DE RISCOS NA OPERAÇÃO DE PLATAFORMAS DE PETRÓLEO

GESTÃO DE RISCOS NA OPERAÇÃO DE PLATAFORMAS DE PETRÓLEO 2, 3 e 4 de Julho de 2009 ISSN 1984-9354 GESTÃO DE RISCOS NA OPERAÇÃO DE PLATAFORMAS DE PETRÓLEO Mauricio de Paula Oliveira UFF Eduardo Qualharini UFRJ Resumo Com o afundamento da plataforma de petróleo

Leia mais

COMPANHIA DOCAS DO ESTADO DE SÃO PAULO - CODESP AUTORIDADE PORTUÁRIA DE SANTOS

COMPANHIA DOCAS DO ESTADO DE SÃO PAULO - CODESP AUTORIDADE PORTUÁRIA DE SANTOS RESOLUÇÃO DP Nº. 116.2013, DE 21 DE OUTUBRO DE 2013. ESTABELECE PROCEDIMENTOS PARA OS SERVIÇOS DE LAVAGEM DE PORÕES DE NAVIOS GRANELEIROS NAS ÁREAS DO PORTO ORGANIZADO DE SANTOS O DIRETOR-PRESIDENTE DA

Leia mais

NORMAS REGULAMENTADORAS - NR ABAIXO ESTÃO AS NORMAS REGULAMENTADORAS VIGENTES DO MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO

NORMAS REGULAMENTADORAS - NR ABAIXO ESTÃO AS NORMAS REGULAMENTADORAS VIGENTES DO MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO NORMAS REGULAMENTADORAS - NR ABAIXO ESTÃO AS NORMAS REGULAMENTADORAS VIGENTES DO MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO NR 1 - Disposições Gerais As Normas Regulamentadoras são de observância obrigatória por

Leia mais

IMO ORGANIZAÇÃO MARÍTIMA INTERNACIONAL

IMO ORGANIZAÇÃO MARÍTIMA INTERNACIONAL IMO ORGANIZAÇÃO MARÍTIMA INTERNACIONAL Criação: Março de1948, em Genebra. Órgão: Agência especializada e vinculada à ONU. Possui 167 Estados Membros. O Brasil integra a IMO desde 1963. Objetivo: Padronizar,

Leia mais

Curso Embarcações de Apoio Marítimo Logística Offshore

Curso Embarcações de Apoio Marítimo Logística Offshore Curso Embarcações de Apoio Marítimo Logística Offshore Autor: Prof. Josué Octávio Plácido Mathedi Instituição de Ensino: METHODUS - Ensino a Distância Descrição: O curso aborda os princípios básicos de

Leia mais

MARINHA DO BRASIL DIRETORIA DE PORTOS E COSTAS ENSINO PROFISSIONAL MARÍTIMO

MARINHA DO BRASIL DIRETORIA DE PORTOS E COSTAS ENSINO PROFISSIONAL MARÍTIMO MARINHA DO BRASIL DIRETORIA DE PORTOS E COSTAS ENSINO PROFISSIONAL MARÍTIMO CURSO DE OPERAÇÃO DE EMPILHADEIRA DE GRANDE PORTE SIGLA: COEGP SINOPSE GERAL DO CURSO DURAÇÃO: 2,5 SEMANAS CARGA HORÁRIA TOTAL:

Leia mais

1 - O novo capítulo IX que se segue é adicionado ao anexo: «CAPÍTULO IX Gestão para a exploração segura dos navios. Regra 1 Definições

1 - O novo capítulo IX que se segue é adicionado ao anexo: «CAPÍTULO IX Gestão para a exploração segura dos navios. Regra 1 Definições Decreto n.º 21/98 Emendas ao anexo da Convenção Internacional para a Salvaguarda da Vida Humana no Mar, 1974 (SOLAS 74), adoptadas pela Conferência SOLAS 1994, que se referem à introdução dos novos capítulos

Leia mais

PLATAFORMAS MARÍTIMAS. Aula 13. Logística de transferência de petróleo

PLATAFORMAS MARÍTIMAS. Aula 13. Logística de transferência de petróleo PLATAFORMAS MARÍTIMAS Aula 13 Logística de transferência de petróleo INTRODUÇÃO Logística Colocar-se o produto certo, no local correto, no momento adequado e ao menor preço possível, desde as fontes de

Leia mais

CPMI PETRO. Requerimentos n. 539/2014 e 456/2014. Diretora-Geral da ANP Magda Chambriard 26/11/2014

CPMI PETRO. Requerimentos n. 539/2014 e 456/2014. Diretora-Geral da ANP Magda Chambriard 26/11/2014 CPMI PETRO Requerimentos n. 539/2014 e 456/2014 Diretora-Geral da ANP Magda Chambriard 26/11/2014 Segurança Operacional Marítima 1 Atribuições de fiscalização do Estado brasileiro 2 Segurança operacional

Leia mais

RESOLUÇÃO No 273 DE 29 DE NOVEMBRO 2000

RESOLUÇÃO No 273 DE 29 DE NOVEMBRO 2000 RESOLUÇÃO No 273 DE 29 DE NOVEMBRO 2000 O Conselho Nacional do Meio Ambiente-CONAMA, no uso das competências que lhe foram conferidas pela Lei no 6.938, de 31 de agosto de 1981, regulamentada pelo Decreto

Leia mais

FASCÍCULO 4 PARTE II REGRAS PARA CONSTRUÇÃO E CLASSIFICAÇÃO DE NAVIOS IDENTIFICADOS POR SUAS MISSÕES

FASCÍCULO 4 PARTE II REGRAS PARA CONSTRUÇÃO E CLASSIFICAÇÃO DE NAVIOS IDENTIFICADOS POR SUAS MISSÕES FASCÍCULO 4 PARTE II REGRAS PARA CONSTRUÇÃO E CLASSIFICAÇÃO DE NAVIOS IDENTIFICADOS POR SUAS MISSÕES PARTE II REGRAS PARA CONSTRUÇÃO E CLASSIFICAÇÃO DE NAVIOS IDENTIFICADOS POR SUAS MISSÕES TÍTULO 12 NAVIOS

Leia mais

DESCRIÇÃO DE CURSOS E TREINAMENTOS

DESCRIÇÃO DE CURSOS E TREINAMENTOS Empresas Prestação Serviços e Escaladores em Plataformas Navios AV. Luiz Lírio, 519, Barra Macaé Macaé RJ DESCRIÇÃO DE CURSOS E TREINAMENTOS Aulas ministradas pelo SINDPRESP-BR em parceria com a UNILAGOS

Leia mais

CÓDIGO DE PRÁTICA PARA CARREGAMENTO E DESCARREGAMENTO SEGUROS DE GRANELEIROS

CÓDIGO DE PRÁTICA PARA CARREGAMENTO E DESCARREGAMENTO SEGUROS DE GRANELEIROS CÓDIGO DE PRÁTICA PARA CARREGAMENTO E DESCARREGAMENTO SEGUROS DE GRANELEIROS O texto, no anexo da Resolução A.862(20) é uma consolidação do Código BLU, que inclui a sua única emenda, adotada pela Resolução

Leia mais

Agência Nacional de Transportes Aquaviários. Superintendência de Portos Gerência de Meio Ambiente

Agência Nacional de Transportes Aquaviários. Superintendência de Portos Gerência de Meio Ambiente Superintendência de Portos Gerência de Meio Ambiente Brasília, setembro de 2007 Sistema Integrado de Gestão Ambiental Processo contínuo e adaptativo, por meio do qual uma organização define (e redefine)

Leia mais

MANUAL DE SEGURANÇA NO TRABALHO A BORDO DOS NAVIOS SINDICATO DE CAPITÃES E OFICIAIS DE MARINHA MERCANTE - SINCOMAR

MANUAL DE SEGURANÇA NO TRABALHO A BORDO DOS NAVIOS SINDICATO DE CAPITÃES E OFICIAIS DE MARINHA MERCANTE - SINCOMAR MANUAL DE SEGURANÇA NO TRABALHO A BORDO DOS NAVIOS SINDICATO DE CAPITÃES E OFICIAIS DE MARINHA MERCANTE - SINCOMAR Nº1/2012 Catalogação Recomendada: Almeida, José Manuel Manual de segurança no trabalho

Leia mais

ANEXO IV AO PROTOCOLO AO TRATADO PARA A ANTÁRTIDA SOBRE A PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE PREVENÇÃO DA POLUIÇÃO MARINHA. Artigo 1.

ANEXO IV AO PROTOCOLO AO TRATADO PARA A ANTÁRTIDA SOBRE A PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE PREVENÇÃO DA POLUIÇÃO MARINHA. Artigo 1. ANEXO IV AO PROTOCOLO AO TRATADO PARA A ANTÁRTIDA SOBRE A PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE PREVENÇÃO DA POLUIÇÃO MARINHA Para efeitos do presente Anexo: Artigo 1 Definições a) "Descarga" significa qualquer forma

Leia mais

MARPOL 73/78 ANEXO III REGRAS PARA A PREVENÇÃO DA POLUIÇÃO POR SUBSTÂNCIAS DANOSAS TRANSPORTADAS POR MAR SOB A FORMA DE EMBALAGENS

MARPOL 73/78 ANEXO III REGRAS PARA A PREVENÇÃO DA POLUIÇÃO POR SUBSTÂNCIAS DANOSAS TRANSPORTADAS POR MAR SOB A FORMA DE EMBALAGENS MARPOL 73/78 ANEXO III REGRAS PARA A PREVENÇÃO DA POLUIÇÃO POR SUBSTÂNCIAS DANOSAS TRANSPORTADAS POR MAR SOB A FORMA DE EMBALAGENS Regra 1 Aplicação 1 A menos que expressamente disposto em contrário, as

Leia mais

MARPOL 73/78 ANEXO III REGRAS PARA A PREVENÇÃO DA POLUIÇÃO POR SUBSTÂNCIAS DANOSAS TRANSPORTADAS POR MAR SOB A FORMA DE EMBALAGENS

MARPOL 73/78 ANEXO III REGRAS PARA A PREVENÇÃO DA POLUIÇÃO POR SUBSTÂNCIAS DANOSAS TRANSPORTADAS POR MAR SOB A FORMA DE EMBALAGENS MARPOL 73/78 ANEXO III REGRAS PARA A PREVENÇÃO DA POLUIÇÃO POR SUBSTÂNCIAS DANOSAS TRANSPORTADAS POR MAR SOB A FORMA DE EMBALAGENS Regra 1 Aplicação 1 A menos que expressamente disposto em contrário, as

Leia mais

2 Sistemas de Produção Offshore

2 Sistemas de Produção Offshore 2 Sistemas de Produção Offshore 2.1. Introdução O conjunto de equipamentos utilizados para a prospecção e exploração marinha de petróleo é conhecido como Sistema Offshore e compreende basicamente quatro

Leia mais

Incêndio em Navios INCÊNDIO 1ª ANALÍTICO. Seção POP

Incêndio em Navios INCÊNDIO 1ª ANALÍTICO. Seção POP 1/5 1. FINALIDADE A presente norma de procedimento operacional tem por finalidade padronizar a conduta das guarnições das Unidades do CBMERJ que operam com embarcações de combate a incêndio, dando subsídios

Leia mais

MARINHA DO BRASIL DIRETORIA DE PORTOS E COSTAS ENSINO PROFISSIONAL MARÍTIMO

MARINHA DO BRASIL DIRETORIA DE PORTOS E COSTAS ENSINO PROFISSIONAL MARÍTIMO MARINHA DO BRASIL DIRETORIA DE PORTOS E COSTAS ENSINO PROFISSIONAL MARÍTIMO CURSO DE OPERAÇÃO DE EMPILHADEIRA DE PEQUENO PORTE SIGLA: COEPP SINOPSE GERAL DO CURSO DURAÇÃO: 2 SEMANAS CARGA HORÁRIA TOTAL:

Leia mais

Marinha do Brasil Diretoria de Portos e Costas

Marinha do Brasil Diretoria de Portos e Costas Diretrizes para o Controle e Gerenciamento da Água de Lastro dos Navios, para Minimizar a Transferência de Organismos Aquáticos Nocivos e Agentes Patogênicos Resolução A.868(20)-IMO Marinha do Brasil Diretoria

Leia mais

22 º CONGRESSO NACIONAL DE TRANSPORTE AQUAVIÁRIO, CONSTRUÇÃO NAVAL E OFFSHORE - SOBENA 2008

22 º CONGRESSO NACIONAL DE TRANSPORTE AQUAVIÁRIO, CONSTRUÇÃO NAVAL E OFFSHORE - SOBENA 2008 22 º CONGRESSO NACIONAL DE TRANSPORTE AQUAVIÁRIO, CONSTRUÇÃO NAVAL E OFFSHORE - SOBENA 2008 O PERFIL PROFISSIONAL LEGAL DOS GESTORES DE SEGURANÇA, MEIO AMBIENTE E SAÚDE OCUPACIONAL (SMS) NA ÁREA NAVAL

Leia mais

REGULAMENTO UNICO PARA O TRANSPORTE DE MERCADORIAS SOBRE O CONVÉS EM EMBARCAÇÕES DA HIDROVIA ÍNDICE

REGULAMENTO UNICO PARA O TRANSPORTE DE MERCADORIAS SOBRE O CONVÉS EM EMBARCAÇÕES DA HIDROVIA ÍNDICE REGULAMENTO UNICO PARA O TRANSPORTE DE MERCADORIAS SOBRE O CONVÉS EM EMBARCAÇÕES DA HIDROVIA ÍNDICE Assunto página 1. Normas Aplicáveis 2 2. Tipo de Carga 2 3. Embarcações Excluídas 2 4. Estabilidade 2

Leia mais

Empresa: MS/Vigilância em Saúde Ambiental. Contribuinte: Eric Fischer. CAPÍTULO I - Do Objeto. Descrição da Contribuição:

Empresa: MS/Vigilância em Saúde Ambiental. Contribuinte: Eric Fischer. CAPÍTULO I - Do Objeto. Descrição da Contribuição: Empresa: MS/Vigilância em Saúde Ambiental Contribuinte: Eric Fischer CAPÍTULO I - Do Objeto Recomendação: Esta norma legal não deve ser aprovada antes da promulgação do decreto que regulamentará a PNRS,

Leia mais

PARTE A - IMPLEMENTAÇÃO 1 GERAL. 1.1 Definições. As seguintes definições se aplicam às Partes A e B deste Código.

PARTE A - IMPLEMENTAÇÃO 1 GERAL. 1.1 Definições. As seguintes definições se aplicam às Partes A e B deste Código. PREÂMBULO 1 O propósito deste Código é estabelecer um padrão internacional para a operação e gerenciamento seguros de navios e para a prevenção da poluição. 2 A Assembleia adotou a Resolução A.443(XI),

Leia mais

MARINHA DO BRASIL DIRETORIA DE PORTOS E COSTAS ENSINO PROFISSIONAL MARÍTIMO

MARINHA DO BRASIL DIRETORIA DE PORTOS E COSTAS ENSINO PROFISSIONAL MARÍTIMO MARINHA DO BRASIL DIRETORIA DE PORTOS E COSTAS ENSINO PROFISSIONAL MARÍTIMO CURSO DE GESTÃO OPERACIONAL EM TERMINAIS DE CARGA GERAL SIGLA: CGTCG SINOPSE GERAL DO CURSO DURAÇÃO: 4 SEMANAS CARGA HORÁRIA

Leia mais

Seção 1 Disposições gerais

Seção 1 Disposições gerais Código Marítimo Internacional para Cargas Sólidas à Granel (IMSBC) Como adotado pela Resolução MSC.268(85) em caráter obrigatório a partir de 01/01/2011, de acordo com a Regra VI/1-2 da Convenção SOLAS.

Leia mais

PROCEDIMENTO. IT-0401-00014 - Livre Acesso aos Terminais

PROCEDIMENTO. IT-0401-00014 - Livre Acesso aos Terminais PROCEDIMENTO Nº Revisão: 3 Data: 20/05/2013 1 OBJETIVO 2 2 ABRANGÊNCIA 2 3 REFERÊNCIAS 2 4 DEFINIÇÕES 3 5 INSTRUÇÕES 4 Nº Revisão 3 Data: 20/05/2013 1 1 OBJETIVO Este procedimento tem como objetivo definir

Leia mais

PROGRAMA CAMINHO DA ESCOLA

PROGRAMA CAMINHO DA ESCOLA PROGRAMA CAMINHO DA ESCOLA Parte l Rev TRANSPORTE DE ALUNOS ATIVIDADES DIDÁTICAS EM TRÂNSITO ATIVIDADES DIDÁTICAS TEMÁTICAS Arquitetura Naval catamarã para transporte de passageiros/alunos embarcação de

Leia mais

ANEXO II.8.8.3-2 PROCEDIMENTO ADMINISTRATIVO COMPETÊNCIA E TREINAMENTO (AP-202)

ANEXO II.8.8.3-2 PROCEDIMENTO ADMINISTRATIVO COMPETÊNCIA E TREINAMENTO (AP-202) AP 202: COMPETÊNCIA E TREINAMENTO PÁG : 1 de 11 ANEXO II.8.8.3-2 PROCEDIMENTO ADMINISTRATIVO COMPETÊNCIA E TREINAMENTO (AP-202) AP 202: COMPETÊNCIA E TREINAMENTO PÁG : 2 de 11 AP 202 COMPETÊNCIA E TREINAMENTO

Leia mais

CAPITANIA DO PORTO DA HORTA

CAPITANIA DO PORTO DA HORTA S. R. MINISTÉRIO DA DEFESA NACIONAL MARINHA AUTORIDADE MARÍTIMA NACIONAL CAPITANIA DO PORTO DA HORTA EDITAL N.º 1/2009 INSTRUÇÕES PARA A NAVEGAÇÃO E PERMANÊNCIA NO ESPAÇO DE JURISDIÇÃO MARÍTIMA DA CAPITANIA

Leia mais

PLATAFORMAS MARÍTIMAS Desenvolvimento das estruturas offshore Plataformas Fixas Parte 1

PLATAFORMAS MARÍTIMAS Desenvolvimento das estruturas offshore Plataformas Fixas Parte 1 PLATAFORMAS MARÍTIMAS Desenvolvimento das estruturas offshore Plataformas Fixas Parte 1 INTRODUÇÃO Com o declínio das reservas onshore e offshore em águas rasas, a exploração e produção em águas profundas

Leia mais

MARINHA DO BRASIL DIRETORIA DE PORTOS E COSTAS ENSINO PROFISSIONAL MARÍTIMO

MARINHA DO BRASIL DIRETORIA DE PORTOS E COSTAS ENSINO PROFISSIONAL MARÍTIMO MARINHA DO BRASIL DIRETORIA DE PORTOS E COSTAS ENSINO PROFISSIONAL MARÍTIMO CURSO DE ATUALIZAÇÃO NA OPERAÇÃO DE EMPILHADEIRA DE GRANDE PORTE SIGLA: CAOEGP SINOPSE GERAL DO CURSO DURAÇÃO: 2 SEMANAS CARGA

Leia mais

Capítulo 3 Informações e Procedimentos de Resposta

Capítulo 3 Informações e Procedimentos de Resposta Capítulo 3 Informações e Procedimentos de Resposta INTRODUÇÃO O PEI - PORTO DO FORNO está estruturado para prover o primeiro atendimento de emergências até o Nível I, conforme definido no Anexo A. Isto

Leia mais

Código Internacional de Proteção para Navios e Instalações Portuárias ISPS CODE

Código Internacional de Proteção para Navios e Instalações Portuárias ISPS CODE Código Internacional de Proteção para Navios e Instalações Portuárias ISPS CODE Conferência Interamericana de Transportes de Produtos Perigosos CITRANSPPE São Paulo Setembro de 2004 11 Set/2001 Torres

Leia mais

Regulamentação e Licenciamento Ambiental. Oscar Graça Couto Lobo & Ibeas

Regulamentação e Licenciamento Ambiental. Oscar Graça Couto Lobo & Ibeas Regulamentação e Licenciamento Ambiental Oscar Graça Couto Lobo & Ibeas Matriz Constitucional "Todos têm direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado, bem de uso comum do povo e essencial à sadia

Leia mais

MARINHA DO BRASIL DIRETORIA DE PORTOS E COSTAS ENSINO PROFISSIONAL MARÍTIMO

MARINHA DO BRASIL DIRETORIA DE PORTOS E COSTAS ENSINO PROFISSIONAL MARÍTIMO MARINHA DO BRASIL DIRETORIA DE PORTOS E COSTAS ENSINO PROFISSIONAL MARÍTIMO CURSO DE TÉCNICAS DE OPERAÇÕES EM TERMINAIS DE CONTÊINERS SIGLA: CTOTC SINOPSE GERAL DO CURSO DURAÇÃO: 3,5 SEMANAS CARGA HORÁRIA

Leia mais

SUMÁRIO CURSO DE FORMAÇÃO DE AQUAVIÁRIOS MARINHEIRO AUXILIAR DE CONVÉS OU MARINHEIRO AUXILIAR DE MÁQUINAS (CFAQ-I-C/M) DISCIPLINA:

SUMÁRIO CURSO DE FORMAÇÃO DE AQUAVIÁRIOS MARINHEIRO AUXILIAR DE CONVÉS OU MARINHEIRO AUXILIAR DE MÁQUINAS (CFAQ-I-C/M) DISCIPLINA: PARTE B: SUMÁRIO CURSO DE FORMAÇÃO DE AQUAVIÁRIOS MARINHEIRO AUXILIAR DE CONVÉS OU MARINHEIRO AUXILIAR DE MÁQUINAS (CFAQ-I-C/M) DISCIPLINA: NOÇÕES DE SEGURANÇA E DE RESPONSABILIDADES PRÉ-REQUISITO: n/a

Leia mais

PLATEC FPSO. 1º WORKSHOP TECNOLÓGICO Campinas 24 e 25/04/2012. Floating Production Storage and Offloading. Realização: Apoio:

PLATEC FPSO. 1º WORKSHOP TECNOLÓGICO Campinas 24 e 25/04/2012. Floating Production Storage and Offloading. Realização: Apoio: Floating Production Storage and Offloading 1º WORKSHOP TECNOLÓGICO Campinas 24 e 25/04/2012 Realização: Apoio: Brasil - mundo Demanda brasileira nos estaleiros do mundo PLATEC FPSO 2 Plataformas Tecnológicas

Leia mais

MARINHA DO BRASIL DIRETORIA DE PORTOS E COSTAS ENSINO PROFISSIONAL MARÍTIMO

MARINHA DO BRASIL DIRETORIA DE PORTOS E COSTAS ENSINO PROFISSIONAL MARÍTIMO MARINHA DO BRASIL DIRETORIA DE PORTOS E COSTAS ENSINO PROFISSIONAL MARÍTIMO CURSO DE OPERAÇÃO DE VEÍCULOS LEVES SIGLA: COVL SINOPSE GERAL DO CURSO DURAÇÃO: 1 SEMANA CARGA HORÁRIA TOTAL: 20 HORAS 1 - PRÓPOSITO

Leia mais

EMERGENCIAS OFFSHORE ACIDENTES EM PLATAFORMAS DE PETRÓLEO. Prof. Osni Guaiano

EMERGENCIAS OFFSHORE ACIDENTES EM PLATAFORMAS DE PETRÓLEO. Prof. Osni Guaiano EMERGENCIAS OFFSHORE ACIDENTES EM PLATAFORMAS DE PETRÓLEO Prof. Osni Guaiano Rio de Janeiro, 2014 RESUMO A exploração e a produção de petróleo e gás natural são atividades que visam suprir à crescente

Leia mais

(Código INF) Capítulo 1. Generalidades. 1.1 Definições. 1.1.1 Para os efeitos deste Código:

(Código INF) Capítulo 1. Generalidades. 1.1 Definições. 1.1.1 Para os efeitos deste Código: CÓDIGO INTERNACIONAL PARA O TRANSPORTE SEGURO DE COMBUSTÍVEL NUCLEAR IRRADIADO, PLUTÔNIO E RESÍDUOS COM ELEVADO NÍVEL DE RADIOATIVIDADE, SOB A FORMA EMBALAGEM, A BORDO DE NAVIOS (Código INF) Capítulo 1

Leia mais

Salvaguarda da Vida Humana no Mar, 1974 (SOLAS)

Salvaguarda da Vida Humana no Mar, 1974 (SOLAS) Salvaguarda da Vida Humana no Mar, 1974 (SOLAS) Prof. Manuel Ventura Projecto de Navios I Mestrado em Engenharia e Arquitectura Naval SOLAS História e Documentos Convenção, 1974 Protocolo, 1978 Emendas,

Leia mais

CURSO PARA CONDUTORES DE VEÍCULOS DE TRANSPORTE DE PRODUTOS PERIGOSOS

CURSO PARA CONDUTORES DE VEÍCULOS DE TRANSPORTE DE PRODUTOS PERIGOSOS CURSO PARA CONDUTORES DE VEÍCULOS DE TRANSPORTE DE PRODUTOS PERIGOSOS Carga horária: 50 (cinqüenta) horas aula Requisitos para matrícula Ser maior de 21 anos; Estar habilitado em uma das categorias B,

Leia mais

MARINHA DO BRASIL DIRETORIA DE PORTOS E COSTAS ENSINO PROFISSIONAL MARÍTIMO CURSO DE GESTÃO OPERACIONAL EM TERMINAIS DE GRANÉIS SÓLIDOS SIGLA: CGTGS

MARINHA DO BRASIL DIRETORIA DE PORTOS E COSTAS ENSINO PROFISSIONAL MARÍTIMO CURSO DE GESTÃO OPERACIONAL EM TERMINAIS DE GRANÉIS SÓLIDOS SIGLA: CGTGS MARINHA DO BRASIL DIRETORIA DE PORTOS E COSTAS ENSINO PROFISSIONAL MARÍTIMO CURSO DE GESTÃO OPERACIONAL EM TERMINAIS DE GRANÉIS SÓLIDOS SIGLA: CGTGS SINOPSE GERAL DO CURSO DURAÇÃO: 2 SEMANAS CARGA HORÁRIA

Leia mais

MARINHA DO BRASIL DIRETORIA DE PORTOS E COSTAS INCIDENTE OCORRIDO COM A PLATAFORMA PETROBRAS XXXIII. 14 de julho de 2010

MARINHA DO BRASIL DIRETORIA DE PORTOS E COSTAS INCIDENTE OCORRIDO COM A PLATAFORMA PETROBRAS XXXIII. 14 de julho de 2010 MARINHA DO BRASIL DIRETORIA DE PORTOS E COSTAS INCIDENTE OCORRIDO COM A PLATAFORMA PETROBRAS XXXIII 14 de julho de 2010 RELATÓRIO DE INVESTIGAÇÃO DE SEGURANÇA MARÍTIMA Plataforma Petrobras P XXXIII Referência:

Leia mais

INSPETOR NAVAL. Diretoria de Portos e Costas - DPC LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES INSTRUÇÕES - PROVA OBJETIVA AGENDA

INSPETOR NAVAL. Diretoria de Portos e Costas - DPC LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES INSTRUÇÕES - PROVA OBJETIVA AGENDA Diretoria de Portos e Costas - DPC INSPETOR NAVAL G2 LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES AGENDA 1 - A duração da prova é de 3(três) horas, já incluído o tempo de preenchimento do cartão de respostas. 2 - O

Leia mais

MARINHA DO BRASIL DIRETORIA DE PORTOS E COSTAS ENSINO PROFISSIONAL MARÍTIMO CURSO ESPECIAL DE SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO EM ALTURA (NR 35)

MARINHA DO BRASIL DIRETORIA DE PORTOS E COSTAS ENSINO PROFISSIONAL MARÍTIMO CURSO ESPECIAL DE SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO EM ALTURA (NR 35) CURSO ESPECIAL DE SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO EM ALTURA (NR 35) SIGLA: CE-NR35 2012 CURSO ESPECIAL DE SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO EM ALTURA (NR35) SIGLA: CE-NR35 SINOPSE GERAL DO CURSO DURAÇÃO: Mínima

Leia mais

O Código INF e navios construídos com um propósito

O Código INF e navios construídos com um propósito WNTI W O R L D N U C L E A R T R A N S P O RT I N S T I T U T E FICHA DESCRITIVA O Código INF e navios construídos com um propósito Dedicado ao transporte seguro, eficiente e confiável de materiais radioativoss

Leia mais

de Segurança de Produtos Químicos

de Segurança de Produtos Químicos 1. IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA: Nome do Produto: CONCRECOR. Fornecedor:. Av Eng Juarez de Siqueira Britto Wanderley, 380 Jd Vale do Sol CEP: 12.238-565 São José dos Campos - SP e-mail: concrecor@concrecor.com.br

Leia mais

ANEXO II.7-1 - ANÁLISE PRELIMINAR DE PERIGOS - APP

ANEXO II.7-1 - ANÁLISE PRELIMINAR DE PERIGOS - APP ANEXO II.7-1 - ANÁLISE PRELIMINAR DE PERIGOS Pág. 1/19 ANÁLISE PRELIMINAR DE PERIGOS CLIENTE PETROBRAS REV. 00 DATA Out/2010 FOLHA 1/19 INSTALAÇÃO Unidade Marítima de Perfuração NS-21 (Ocean Clipper)

Leia mais

A Organização Marítima Internacional e a regulação da Segurança Marítima a nível Internacional ESCOLA NAVAL 30 DE ABRIL DE 2014

A Organização Marítima Internacional e a regulação da Segurança Marítima a nível Internacional ESCOLA NAVAL 30 DE ABRIL DE 2014 A Organização Marítima Internacional e a regulação da Segurança Marítima a nível Internacional ESCOLA NAVAL 30 DE ABRIL DE 2014 Agenda IMO Safe, secure and efficent shipping on cleaner oceans, through

Leia mais

1 e 2... devem contemplar no Programa de Prevenção de Riscos Ambientais, além dos requisitos previstos na Norma Regulamentadora n.

1 e 2... devem contemplar no Programa de Prevenção de Riscos Ambientais, além dos requisitos previstos na Norma Regulamentadora n. ANEXO I da NR-20 1 e 2.... devem contemplar no Programa de Prevenção de Riscos Ambientais, além dos requisitos previstos na Norma Regulamentadora n.º 9: a) o inventário e características dos inflamáveis

Leia mais

AGÊNCIA NACIONAL DO PETRÓLEO, GÁS NATURAL E BIOCOMBUSTÍVEIS

AGÊNCIA NACIONAL DO PETRÓLEO, GÁS NATURAL E BIOCOMBUSTÍVEIS AGÊNCIA NACIONAL DO PETRÓLEO, GÁS NATURAL E BIOCOMBUSTÍVEIS PORTARIA ANP Nº 251, DE 7.11.2000 - DOU 8.11.2000 - REPUBLICADA DOU 4.2.2002 E 7.2.2002 Estabelece critérios para o livre acesso, por terceiros

Leia mais

ADENDO A DO APÊNDICE V AO ANEXO E CONCEITO DA OPERAÇÃO DO PLANO DE COOPERAÇÃO DE BUSCA E SALVAMENTO

ADENDO A DO APÊNDICE V AO ANEXO E CONCEITO DA OPERAÇÃO DO PLANO DE COOPERAÇÃO DE BUSCA E SALVAMENTO PLAO DE AUXÍLIO MÚTUO MARÍTIMO PAM-M ADEDO A DO APÊDICE V AO AEXO E COCEITO DA OPERAÇÃO DO 1. Conceituação: 1.1. AR - abreviatura do inglês "search and rescue" - Busca e alvamento - correspondente a socorro,

Leia mais

PROTOCOLO SOBRE PREPARO, RESPOSTA E COOPERAÇÃO PARA INCIDENTES DE POLUIÇÃO POR SUBSTÂNCIAS POTENCIALMENTE PERIGOSAS E NOCIVAS, 2000

PROTOCOLO SOBRE PREPARO, RESPOSTA E COOPERAÇÃO PARA INCIDENTES DE POLUIÇÃO POR SUBSTÂNCIAS POTENCIALMENTE PERIGOSAS E NOCIVAS, 2000 PROTOCOLO SOBRE PREPARO, RESPOSTA E COOPERAÇÃO PARA INCIDENTES DE POLUIÇÃO POR SUBSTÂNCIAS POTENCIALMENTE PERIGOSAS E NOCIVAS, 2000 AS PARTES DO PRESENTE PROTOCOLO, SENDO PARTES da Convenção Internacional

Leia mais

II.3 - INFORMAÇÕES E PROCEDIMENTOS PARA RESPOSTA. II.3.1 - Sistema de alerta de derramamento de óleo

II.3 - INFORMAÇÕES E PROCEDIMENTOS PARA RESPOSTA. II.3.1 - Sistema de alerta de derramamento de óleo 1 / 19 II.3 - INFORMAÇÕES E PROCEDIMENTOS PARA RESPOSTA II.3.1 - Sistema de alerta de derramamento de óleo II.3.1.1 - Sistema de alerta de derramamento de óleo da P-55 Todos os alertas de derramamento

Leia mais

Anexo B Diretrizes Ambientais para Embarcações

Anexo B Diretrizes Ambientais para Embarcações Anexo B Diretrizes Ambientais para Embarcações Apêndice I Lista de Verificação para Recebimento de Óleo Lubrificante e Retirada de Resíduos Oleosos das Embarcações. 1.0 OBJETIVO Estabelecer as orientações

Leia mais

APOIO TECNOLÓGICO PARA A INDÚSTRIA BRASILEIRA DE NAVIPEÇAS

APOIO TECNOLÓGICO PARA A INDÚSTRIA BRASILEIRA DE NAVIPEÇAS Programa Plataformas Tecnológicas PLATEC II Workshop Tecnológico APOIO TECNOLÓGICO PARA A INDÚSTRIA BRASILEIRA DE NAVIPEÇAS Instituto de Pesquisas Tecnológicas do Estado de São Paulo IPT Apoio tecnológico

Leia mais

NORMA REGULAMENTADORA n.º 20 SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO COM INFLAMÁVEIS E COMBUSTÍVEIS

NORMA REGULAMENTADORA n.º 20 SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO COM INFLAMÁVEIS E COMBUSTÍVEIS NORMA REGULAMENTADORA n.º 20 SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO COM INFLAMÁVEIS E COMBUSTÍVEIS SUMÁRIO 20.1 Introdução 20.2 Abrangência 20.3 Definições 20.4 Classificação das Instalações 20.5 Projeto da Instalação

Leia mais

RESOLUÇÃO No 273 DE 29 DE NOVEMBRO 2000

RESOLUÇÃO No 273 DE 29 DE NOVEMBRO 2000 RESOLUÇÃO No 273 DE 29 DE NOVEMBRO 2000 O Conselho Nacional do Meio Ambiente-CONAMA, no uso das competências que lhe foram conferidas pela Lei no 6.938, de 31 de agosto de 1981, regulamentada pelo Decreto

Leia mais

Informações do Porto de Ilha Guaíba

Informações do Porto de Ilha Guaíba Informações do Porto de Ilha Guaíba Sumário 1. Introdução... 3 2. História e Desenvovimento do Porto... 3 3. Vista Panorâmica de Ilha Guaíba... 4 4. Infra-Estrutura Portuária... 4 4.1. Localização... 4

Leia mais

EXPLORAÇÃO E PRODUÇÃO- EQUIPAMENTOS UTILIZADOS

EXPLORAÇÃO E PRODUÇÃO- EQUIPAMENTOS UTILIZADOS PROCESSOS INDUSTRIAIS ORGÂNICOS EXPLORAÇÃO E PRODUÇÃO- EQUIPAMENTOS UTILIZADOS PERFURAÇÃO - INTRODUÇÃO A perfuração de um poço de petróleo é realizada através de uma sonda, conforme ilustrado nas figuras

Leia mais

Anexo Diretrizes Técnicas e Parâmetros do Arrendamento

Anexo Diretrizes Técnicas e Parâmetros do Arrendamento Anexo Diretrizes Técnicas e Parâmetros do Arrendamento 1. Introdução 1.1. O presente Anexo Diretrizes Técnicas e Parâmetros do Arrendamento tem por objetivo tratar dos seguintes aspectos do Arrendamento:

Leia mais

Definições (NORMAM-2)

Definições (NORMAM-2) Definições (NORMAM-2) Embarcação - Qualquer construção, inclusive as plataformas flutuantes e as fixas quando rebocadas, sujeita a inscrição na autoridade marítima e suscetível de se locomover na água,

Leia mais

MAPA DE COMPETÊNCIAS DOS INSTRUTORES DOS CURSOS DO ENSINO PROFISSIONAL MARÍTIMO- 2014

MAPA DE COMPETÊNCIAS DOS INSTRUTORES DOS CURSOS DO ENSINO PROFISSIONAL MARÍTIMO- 2014 MARINHA DO BRASIL CAPITANIA DOS PORTOS DO RIO GRANDE DO SUL DEPARTAMENTO DE ENSINO PROFISIONAL MARÍTIMO MAPA DE COMPETÊNCIAS DOS INSTRUTORES DOS CURSOS DO ENSINO PROFISSIONAL MARÍTIMO- 2014 CURSO DISCIPLINA

Leia mais

MARINHA DO BRASIL DIRETORIA DE PORTOS E COSTAS. 1º Seminário sobre Cabotagem Brasileira ANTAQ

MARINHA DO BRASIL DIRETORIA DE PORTOS E COSTAS. 1º Seminário sobre Cabotagem Brasileira ANTAQ MARINHA DO BRASIL DIRETORIA DE PORTOS E COSTAS 1º Seminário sobre Cabotagem Brasileira ANTAQ 12 e 13 AGO 2009 Formação de Profissionais para a Marinha Mercante CALTE (RM1) Luiz Antonio M. de Malafaia Superintendente

Leia mais

GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ Conselho de Políticas e Gestão do Meio Ambiente Superintendência Estadual do Meio Ambiente SEMACE

GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ Conselho de Políticas e Gestão do Meio Ambiente Superintendência Estadual do Meio Ambiente SEMACE 1. OBJETIVO: Este Termo de Referência têm como objetivo estabelecer diretrizes para elaboração do Plano de Emergência para Transporte de Produtos Perigosos. O plano deverá garantir de imediato, no ato

Leia mais

Informações do Porto de Sepetiba

Informações do Porto de Sepetiba Sumário 1. Introdução... 03 2. História e Desenvolvimento do Porto... 03 3. Vista Paronâmica de Sepetiba... 04 4. Infra-Estrutura Portuária... 04 4.1. Localização... 04 4.2. Cartas de Navegação... 05 4.3.

Leia mais

MARINHA DO BRASIL DIRETORIA DE PORTOS E COSTAS

MARINHA DO BRASIL DIRETORIA DE PORTOS E COSTAS MARINHA DO BRASIL DIRETORIA DE PORTOS E COSTAS NORMAS DA AUTORIDADE MARÍTIMA PARA CREDENCIAMENTO DE INSTITUIÇÕES PARA MINISTRAR CURSOS PARA PROFISSIONAIS NÃO TRIPULANTES E TRIPULANTES NÃO AQUAVIÁRIOS -

Leia mais

CERTIFICADO DE GERENCIAMENTO DA SEGURANÇA

CERTIFICADO DE GERENCIAMENTO DA SEGURANÇA Certificado Nº ANEXO CERTIFICADO DE GERENCIAMENTO DA SEGURANÇA Expedido de acordo com as disposições da Convenção Internacional para Salvaguarda da Vida Humana no Mar, 1974, como emendada, (daqui em diante

Leia mais

LIDERANÇA. Gardline Marine

LIDERANÇA. Gardline Marine LIDERANÇA A OceanPact é uma empresa brasileira dedicada ao gerenciamento e resposta a emergências e ao desenvolvimento e implantação de soluções ligadas ao meio ambiente marinho e costeiro, principalmente

Leia mais

http://www81.dataprev.gov.br/sislex/paginas/05/mtb/20.htm

http://www81.dataprev.gov.br/sislex/paginas/05/mtb/20.htm Page 1 of 5 20.1 Líquidos combustíveis. NR 20 - Líquidos combustíveis e inflamáveis (120.000-3) 20.1.1 Para efeito desta Norma Regulamentadora - NR fica definido "líquido combustível" como todo aquele

Leia mais

Com estrutura voltada para atendimento no mercado de Óleo e Gás contemplando:

Com estrutura voltada para atendimento no mercado de Óleo e Gás contemplando: A Gavea Logística é uma operadora logística que oferece soluções de logística Portuária, Marítima e Terrestre, em seus terminais localizados no Rio de, e. Com estrutura voltada para atendimento no mercado

Leia mais

NORMAS REGULAMENTADORAS

NORMAS REGULAMENTADORAS NORMAS REGULAMENTADORAS As Normas Regulamentadoras estabelecem critérios e procedimentos obrigatórios relacionados à segurança e medicina do trabalho, que devem ser seguidos por empresas de acordo com

Leia mais

ESCOLA SUPERIOR NÁUTICA INFANTE D. HENRIQUE. Navios-Tanque

ESCOLA SUPERIOR NÁUTICA INFANTE D. HENRIQUE. Navios-Tanque ESCOLA SUPERIOR NÁUTICA INFANTE D. HENRIQUE DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA MARÍTIMA Navios-Tanque Crude Oil Washing Maio 2010 Índice 1 Introdução 1 2 Lavagem com crude 2 3 Vantagens e desvantagens do COW 4

Leia mais

Estabelece os requisitos mínimos e o termo de referência para realização de auditorias ambientais.

Estabelece os requisitos mínimos e o termo de referência para realização de auditorias ambientais. RESOLUÇÃO Nº 306, DE 5 DE JULHO DE 2002 Estabelece os requisitos mínimos e o termo de referência para realização de auditorias ambientais. O CONSELHO NACIONAL DO MEIO AMBIENTE-CONAMA, no uso das competências

Leia mais

II.3 - INFORMAÇÕES E PROCEDIMENTOS PARA RESPOSTA. II.3.1 - Sistema de alerta de derramamento de óleo

II.3 - INFORMAÇÕES E PROCEDIMENTOS PARA RESPOSTA. II.3.1 - Sistema de alerta de derramamento de óleo 1 / 23 II.3 - INFORMAÇÕES E PROCEDIMENTOS PARA RESPOSTA II.3.1 - Sistema de alerta de derramamento de óleo II.3.1.1 - Sistema de alerta de derramamento de óleo do FPSO PETROJARL Cidade de Itajaí Todos

Leia mais

TABELA A DISTÂNCIA MÍNIMA DO TANQUE À LINHA DE DIVISA DA PROPRIEDADE ADJACENTE

TABELA A DISTÂNCIA MÍNIMA DO TANQUE À LINHA DE DIVISA DA PROPRIEDADE ADJACENTE NR 20 - Líquidos combustíveis e inflamáveis Publicação D.O.U. Portaria GM n.º 3.214, de 08 de junho de 1978 06/07/78 20.1 Líquidos combustíveis. 20.1.1 Para efeito desta Norma Regulamentadora - NR fica

Leia mais

REGULAÇÃO AMBIENTAL NO SETOR DE PETRÓLEO NO BRASIL

REGULAÇÃO AMBIENTAL NO SETOR DE PETRÓLEO NO BRASIL REGULAÇÃO AMBIENTAL NO SETOR DE PETRÓLEO NO BRASIL Garcia, Katia Cristina 1 1 Programa de Planejamento Energético, PPE/COPPE/UFRJ Endereço: Centro de Tecnologia, Bloco C, sala 216, Ilha do Fundão 21945-970

Leia mais