MARINHA DO BRASIL DIRETORIA DE PORTOS E COSTAS

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1 ML/EB/ DIRETORIA DE PORTOS E COSTAS PORTARIA Nº 215/DPC, DE 08 DE OUTUBRO DE Altera as Normas da Autoridade Marítima para Embarcações Empregadas na Navegação Interior - NORMAM-02/DPC. O DIRETOR DE PORTOS E COSTAS, no uso das atribuições que lhe são conferidas pela Portaria nº 156, do Comandante da Marinha, de 03 de junho de 2004, e de acordo com o contido no artigo 4º da Lei nº 9.537, de 11 de dezembro de 1997 (Lesta), resolve: Art. 1º Alterar as Normas da Autoridade Marítima para Embarcações Empregadas na Navegação Interior (NORMAM-02/DPC), aprovada pela Portaria nº 85/DPC, de 14 de outubro de 2005, publicada no Diário Oficial da União (DOU) de 21 de outubro de 2005; alterada pela Portaria nº 89/DPC, de 04 de setembro de 2006, publicada no DOU de 6 de setembro de 2006 (Mod 1); pela Portaria nº 103/DPC, de 1º de novembro de 2006, publicada no DOU de 8 de novembro de 2006 (Mod 2); pela Portaria nº 114/DPC, de 30 de novembro de 2006, publicada no DOU de 13 de dezembro de 2006 (Mod 3); pela Portaria nº 127/DPC, de 22 de dezembro de 2006, publicada no DOU de 28 de dezembro de 2006 (Mod 4); pela Portaria nº 35/DPC, de 16 de março de 2007, publicada no DOU de 22 de março de 2007 (Mod 5); pela Portaria nº 111/DPC, de 19 de novembro de 2007, publicada no DOU de 20 de novembro de 2007 (Mod 6); pela Portaria nº 115/DPC, de 15 de setembro de 2009, publicada no DOU de 29 de setembro de 2009 (Mod 7); e pela Portaria nº 7/DPC, de 19 de janeiro de 2010, publicada no DOU de 25 de janeiro de 2010 (Mod 8), conforme abaixo especificado. Esta modificação é denominada Mod 9. I - No Capítulo 8 - VISTORIAS E CERTIFICAÇÕES : a) No item APLICAÇÃO : 1. No inciso 1) substituir o valor 100 pelo valor 50. b) No item TIPOS DE VISTORIAS : - 1 -

2 1. Na alínea c) Vistorias Especiais, inciso 2) Para Emissão, Renovação e Endosso de Certificados, subalínea II) Arqueação, acrescentar no 2º parágrafo a expressão... ou tecnólogo naval..., após a palavra Engenheiro Naval. NO CSN : c) No item PERIODICIDADE DAS VISTORIAS PREVISTAS 1. Na alínea b) Cronogramas, As vistorias serão realizadas conforme os cronogramas mencionados na alínea d), sendo: 1) VR - Vistorias de Renovação; 2) VI - Vistorias Intermediárias ; e 2. Na alínea d) Tabelas de Vistorias, substituir o título do inciso 3) Embarcações com propulsão não enquadradas nas alíneas b 1) e b 2) pelo seguinte: Embarcações com propulsão não enquadradas nas alíneas d 1) e d 2). d) No item EXECUÇÃO DE VISTORIAS : 1. Na alínea a) Certificado de Segurança da Navegação, inciso 4), 4) As Vistorias Intermediárias serão efetuadas por Entidades Especializadas (Sociedades Classificadoras ou Certificadoras), por Vistoriador Naval da GEVI, GVI ou por Vistoriador Auxiliar (exceto para as embarcações de passageiros) da CP, DL ou AG ; 2. Na alínea b) Casos especiais relacionados ao CSN, inciso 3-IV), IV) seja apresentado relatório comparativo entre as medições de espessura efetuadas e as espessuras originais, indicando os respectivos percentuais de redução, destacando aquelas acima de 20%. O relatório deverá ser assinado por profissional qualificado e certificado, com reconhecimento no Sistema Nacional de Qualificação e Certificação de Pessoal em Ensaios Não Destrutivos (SNQC/END), e acompanhado de documento que comprove a validade da citada habilitação na data de execução do serviço ; 3. Na alínea b) Casos especiais relacionados ao CSN, inciso 3-V), V) seja apresentado laudo, assinado por engenheiro naval ou tecnólogo naval, atestando que a embarcação está em condições estruturais satisfatórias, especificando as chapas que porventura necessitam ser substituídas e justificando, baseado no relatório comparativo de espessuras, citado no requisito anterior, eventual aceitação de chapas com redução de espessura superior a 20% da espessura original ; e 4. Na alínea b) Casos especiais relacionados ao CSN, inserir o inciso 4) com o seguinte texto: 4) Após análise dos requisitos citados anteriormente, na hipótese de a DPC conceder dispensa da vistoria em seco, por ocasião da VR, se a vistoria com a embarcação flutuando for realizada dentro do prazo previsto no inciso 2), alínea c) do item 0804, a data de aniversário do CSN permanecerá a mesma do certificado anterior. Na hipótese de ocorrer vencimento do prazo de validade do CSN, a data de aniversário do novo certificado será a do término da vistoria flutuando. e) No item PROCEDIMENTOS : - 2 -

3 1. Na alínea a) Emissão do Certificado, substituir o texto pelo seguinte: a) Emissão do Certificado 1) O Certificado deverá ser emitido em três vias por Sociedade Classificadora ou Certificadora ou, em duas vias, pelas CP, DL ou AG, após realização de uma Vistoria Inicial ou de uma Vistoria de Renovação ; 2. Na alínea b) Distribuição das Vias, b) Distribuição das Vias A distribuição dos certificados emitidos deverá atender aos seguintes critérios: 1) uma via do CSN deverá ser arquivada na CP, DL ou AG. Quando for emitido por uma Sociedade Classificadora ou Certificadora, a via a ser arquivada no Órgão de Inscrição da embarcação deverá ser encaminhada até trinta dias após sua emissão; 2) uma via do CSN será restituída ao interessado. 3) uma via do CSN deverá ser mantida em arquivo da Sociedade Classificadora ou Certificadora, quando o certificado for por elas emitido ; e 3. Na alínea c) Averbação das Vistorias, inciso 1), excluir da 1ª linha do texto a expressão... e Anuais.... f) No item VALIDADE DO CERTIFICADO : 1. Na alínea b), acrescentar a expressão... vistoria em seco no final do parágrafo; 2. Na alínea d), inciso 1-I-(c), (c) Se for realizada uma vistoria em seco e flutuando, a validade do novo Certificado deverá ser contada a partir da data da vistoria em seco. Caso não seja realizada a vistoria em seco, a data de validade do novo Certificado será coincidente com a data de validade do Certificado anterior, assim como os prazos para realização das Vistorias Intermediárias ; 3. Na alínea d), inciso 1-II-(d), (d) Se for realizada uma vistoria em seco e flutuando, a validade do novo Certificado deverá ser contada a partir da data da vistoria em seco. Caso não seja realizada a vistoria em seco, a data de validade do novo Certificado será coincidente com a data de validade do Certificado anterior, assim como os prazos para realização das Vistorias Intermediárias ; 4. Na alínea d), inciso 3-III, excluir da 3ª linha do texto a expressão... anuais e... ; e 5. Na alínea d), inciso 4), 4) Não realização das vistorias intermediárias no prazo especificado. O Certificado anterior deverá ser cancelado, devendo ser realizada nova Vistoria Inicial, em seco e flutuando, e emitido novo Certificado com a mesma validade do anterior. g) No item PRORROGAÇÃO DO CERTIFICADO DE SEGURANÇA DA NAVEGAÇÃO : 1. Na alínea d), - 3 -

4 d) A vistoria e a confecção do respectivo relatório para as embarcações classificadas ou certificadas por uma Entidade Especializada (Sociedade Classificadora ou Certificadora) deverá ser obrigatoriamente realizada por essas Entidades Especializadas. Para as embarcações EC1 e para as EC2, empregadas no transporte de passageiros ou de passageiros e cargas, a vistoria deverá ser efetuada pela GEVI/GVI. Para as demais embarcações EC2, a vistoria poderá ser realizada pelos Vistoriadores Navais Auxiliares das CP, DL ou AG. II - No Anexo 8-A LISTA DE VERIFICAÇÃO PARA VISTORIA INICIAL E RENOVAÇÃO DE EMBARCAÇÕES EMPREGADAS NA NAVEGAÇÃO INTERIOR : a) Na seção III VERIFICAÇÃO DO SETOR CASCO ANTES DA SAÍDA DO LOCAL DE DOCAGEM (EM SECO) : 1. No título - CASCO E CONVÉS PRINCIPAL, inciso 40), substituir o 2º parágrafo pelo seguinte texto: 40) Para as embarcações de casco metálico, a partir da segunda Vistoria de Renovação, deverá ser apresentado relatório de medição de espessura, assinado por profissional qualificado e certificado, com reconhecimento no Sistema Nacional de Qualificação e Certificação de Pessoal em Ensaios Não Destrutivos (SNQC/END), acompanhado de documento que comprove a validade da citada habilitação na data de execução do serviço. A medição deverá ser realizada, pelo menos, nos chapeamentos do casco e do convés principal, abrangendo um mínimo de dois pontos de medição para cada chapa. Deverá ainda ser apresentada declaração de um engenheiro naval ou tecnólogo naval, acompanhado da respectiva ART, fazendo referência ao relatório acima citado, atestando que a embarcação possui resistência estrutural satisfatória ; e 2. No título - CASCO E CONVÉS PRINCIPAL, inciso 40), inserir o 4º parágrafo com o seguinte texto: Para as embarcações de casco de madeira, a partir da primeira vistoria, verificar o calafeto. III - No Anexo 3-F - PLANOS E DOCUMENTOS : a) No inciso 3 - DESCRIÇÃO DOS PLANOS E DOCUMENTOS : 1. Na alínea r) Plano de Emergência Para Poluição por Óleo (SOPEP), substituir o título e o texto pelos seguintes: r) Plano de Emergência Para Poluição por Óleo Deverá conter as informações requeridas pelo item 0522, alínea e), inciso 1). IV - No Anexo 3-G - MEMORIAL DESCRITIVO : a) No inciso 6 - TRIPULAÇÃO E PASSAGEIROS : 1. No tópico - Passageiros, acrescentar linha relativa aos subtotais das colunas C. Principal, 1º Convés, 2º Convés e outros, se houver; e 2. Inserir o tópico - Lotação: Tripulação + Passageiros

5 Art. 2º Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação em DOU. EDUARDO BACELLAR LEAL FERREIRA Vice-Almirante Diretor VALFRIDO PASSOS DE FREITAS Capitão-Tenente (AA) Encarregado da Secretaria e Comunicações AUTENTICADO DIGITALMENTE Distribuição: Listas: 5, 1 (exceto: CPO e CIM), 80, 8130, 8230, 8330, 8430, 8530, 860, 873, 8831, 890 (exceto CCEMSP) e 003. Interna: DPC-SE02, DPC-014, DPC-02, DPC-03, DPC-04, DPC-05, DPC-06, DPC-06.4, DPC- 07, DPC-08, DPC-09, DPC-10, DPC-20, DPC-202, DPC-203, DPC-204, DPC-21, DPC-22, DPC-23 e Arquivo. Organizações Extra Marinha: ABS, ABS Group, Abeam, Arcon, Antaq, Autoship, BC, BV, Centronave, DNV, Fenamar, Galena, GL, LR, NK, Petrobras, RBNA, Rina, Sindarpa, Sindario, Syndarma e Transpetro

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