A BÍblia. de Segurança

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "A BÍblia. de Segurança"

Transcrição

1 A BÍblia de Segurança

2 Copyright da Katoen Natie e da Dicky para as ilustrações. Esta publicação não pode ser reproduzida ou transmitida, no todo ou em parte, sob qualquer forma ou por qualquer meio eletrônico ou mecânico, impressão personalizada, fotocópia, microfilme ou outros, para qualquer finalidade, sem prévia autorização escrita do editor. Composição, impressão e encadernação a cargo da tipografia Lannoo nv, Tielt Bélgica.

3 Uma edição da Katoen Natie Um grupo diferente e melhor: nossas pessoas fazem a diferença. Conceito: Fernand Huts Design & ilustrações: Dicky

4 4

5 Política de Segurança da Katoen Natie É a aspiração da Katoen Natie de criar para os seus colaboradores, clientes e fornecedores um ambiente de trabalho que ofereça o máximo de segurança. Para essa finalidade, criamos o KATOEN NATIE SAFETY SYSTEM (Sistema de Segurança da Katoen Natie). Através dos 10 Mandamentos de Segurança da Katoen Natie, queremos prevenir acidentes, contribuindo assim, para o bem-estar dos nossos funcionários e parceiros e para o meio ambiente. 5

6 Os 10 Mandamentos de Segurança da KTN têm prioridade a todos os procedimentos da KTN, métodos operacionais de trabalho e rendimentos. Estes mandamentos de segurança estão baseados em todas as legislações aplicáveis. Na prática, isso significa que nunca podemos esquecer-nos dos mesmos e que são sempre aplicáveis, independentemente da situação. 6

7 MANDAMENTO 1 Segurança em 1 lugar 7

8 Todos os níveis de liderança (diretoria, gerentes, supervisores encarregados, líderes, etc.) subscrevem os 10 Mandamentos de Segurança da KTN, que são prioridade absoluta na estratégia e na gestão diária das empresas. A aplicação e o cumprimento dos 10 Mandamentos de Segurança são alguns dos critérios de avaliação mais importantes das lideranças e são discutidos em todas as reuniões gerenciais. Os engenheiros e técnicos de segurança, ao trabalharem nas diferentes áreas, elaborarão um número suficiente de ferramentas para que a política de segurança possa ser implantada e avaliada na busca constante de melhoria dos resultados. 8

9 MANDAMENTO A segurança é de responsabilidade de toda a liderança da empresa 2 9

10 Todo equipamento deve cumprir todas as disposições legais e, caso necessário, é testado e inspecionado periodicamente. Na aquisição e manutenção de equipamentos e materiais, a segurança é o critério principal. 10

11 MANDAMENTO A segurança tem um lugar de destaque no que diz respeito à aquisição e à utilização dos equipamentos 3 11

12 Todos os riscos no local de trabalho devem ser identificados, inventariados e avaliados, na base de Análises de Risco de Trabalho (ART s). Com base nestas ART s, as medidas necessárias deverão ser tomadas para promover a segurança no local de trabalho (portanto, após a avaliação seguese, caso necessário, uma adequação do lugar de trabalho, dos procedimentos, dos EPI s, etc.). 12

13 MANDAMENTO Identificar, inventariar e avaliar os riscos 4 13

14 Cada terminal deve elaborar um procedimento para a comunicação e o registro de acidentes e incidentes, assim como publicar periodicamente os respectivos resultados. Os custos dos acidentes e incidentes devem ser registrados e acompanhados pela gerência. A gerência deverá elaborar um procedimento para a apuração das causas dos incidentes e acidentes e para a apresentação das medidas preventivas e corretivas. 14

15 MANDAMENTO 5 Comunicação e registro de incidentes e acidentes 15

16 16 Todos os locais de trabalho são inspecionados e observados periodicamente pela gerência com base num sistema de fiscalização elaborado (ver a esse respeito o KTN Safety System Checklist (o Checklist de Segurança da KTN)), de modo que as situações de risco possam ser identificadas e tratadas. As constatações destas inspeções devem resultar em planos de ação para a melhoria da segurança no local de trabalho. Analises devem demonstrar que estas inspeções e observações diminuem os casos de acidentes e incidentes.

17 MANDAMENTO 6 Inspeções do local de trabalho 17

18 18 Todos os funcionários devem receber treinamento adequado suficiente no que diz respeito à segurança no local de trabalho e à sensibilização em relação à segurança, com o objetivo de reduzir o número de incidentes e acidentes a zero. Os colaboradores que trabalham num ambiente com maior risco receberão treinamentos adicionais. Esta medida abrange tanto colaboradores novos, temporários assim como efetivos. Os colaboradores novos e temporários recebem uma pasta de boas-vindas, a qual dá atenção especial à segurança.

19 MANDAMENTO Treinamentos de segurança para todos 7 19

20 20 Todas as unidades de negócio disponibilizam Equipamentos de Proteção Individual e Coletiva (EPI s e EPC s) em função das necessidades específicas de cada atividade. Os funcionários são responsáveis pelo uso correto dos EPI s e EPC s. Os responsáveis locais providenciam treinamento para o uso correto dos EPI s e EPC s e verificam a sua utilização correta.

21 MANDAMENTO 8 Equipamentos de Proteção Individual e Coletiva (EPI s e EPC s) 21

22 22 Também para terceiros, presentes em nossos locais de trabalho, a segurança deve ser uma prioridade absoluta.

23 MANDAMENTO Segurança para terceiros 9 23

24 A elaboração e implementação de um plano de tráfego e a organização regular de treinamentos de combate a incêndio e de evacuação nos nossos terminais fazem parte do cargo de cada responsável local. 24

25 MANDAMENTO Plano de emergência e tráfego 10 25

26 26

27 A prática Em cada unidade de negócio, em cada companhia do grupo e mesmo em cada terminal, os 10 Mandamentos de Segurança da KTN devem ser transformados em planos de ação concretos e práticos, procedimentos, métodos de trabalho, acompanhamentos, fiscalizações, Esta é a responsabilidade de toda a linha hierárquica, isto significa, de cada diretor, gerente de uma unidade de negócio, gerente regional, supervisor de terminal e responsável local, em conjunto com os engenheiros e técnicos de segurança. Cada responsável local deve verificar de uma forma contínua que estes 10 Mandamentos estejam sendo cumpridos. 27

28

Políticas Organizacionais

Políticas Organizacionais Políticas Organizacionais Versão 1.4 Histórico de Revisões Data Versão Descrição Autor 11/10/2012 1.0 Revisão das políticas EPG 26/11/2012 1.1 Revisão do Item de customização EPG 24/10/2013 1.2 Revisão

Leia mais

MANUAL DE POLÍTICA DE SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO PILARESO GESTORA DE RECURSOS LTDA. 02 DE MARÇO DE 2016

MANUAL DE POLÍTICA DE SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO PILARESO GESTORA DE RECURSOS LTDA. 02 DE MARÇO DE 2016 MANUAL DE POLÍTICA DE SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO DA PILARESO GESTORA DE RECURSOS LTDA. 02 DE MARÇO DE 2016 ÍNDICE GERAL 1. INTRODUÇÃO... 2 2. APLICAÇÃO... 2 3. DISPOSIÇÕES GERAIS... 2 3.1 DISPOSIÇÕES INICIAIS...

Leia mais

Código: MSFC-P-004 Versão: 05 Emissão: 10/2011 Última Atualização em: 02/2016

Código: MSFC-P-004 Versão: 05 Emissão: 10/2011 Última Atualização em: 02/2016 Política de Controles Internos Código: MSFC-P-004 Versão: 05 Emissão: 10/2011 Última Atualização em: 02/2016 OBJETIVO Garantir a aplicação dos princípios e boas práticas da Governança Corporativa, e que

Leia mais

PROCEDIMENTO DA QUALIDADE

PROCEDIMENTO DA QUALIDADE Pág.: 1 de 6 1. OBJETIVO Estabelecer procedimentos para identificação de não-conformidades, assim como a implantação de ação corretiva e ação preventiva, a fim de eliminar as causas das não-conformidades

Leia mais

Cadastro de Fornecedores de Bens e Serviços

Cadastro de Fornecedores de Bens e Serviços Famílias Todos Todos Todas Critério SMS Critério CONJUNTO DE REQUISITOS DE SMS PARA CADASTRO CRITÉRIO DE NOTAS DO SMS Portal do Cadastro SMS MEIO AMBIENTE Certificação ISO 14001 - Sistema de Gestão Ambiental

Leia mais

POLÍTICA DE CONTINGÊNCIA

POLÍTICA DE CONTINGÊNCIA POLÍTICA DE CONTINGÊNCIA Este material foi elaborado pela DOMO INVEST Gestora de Ativos Financeiros e Valores Mobiliários Ltda. ( DOMO Invest ou Gestora ) e não pode ser copiado, reproduzido ou distribuído

Leia mais

Política de Auditoria Interna

Política de Auditoria Interna Política de Auditoria Interna 22 de outubro 2013 Define a missão, a independência, a objetividade, as responsabilidades e regulamenta a função da auditoria interna. ÍNDICE 1. OBJETIVO... 3 2. PÚBLICO ALVO...

Leia mais

POLÍTICA DE GERENCIAMENTO

POLÍTICA DE GERENCIAMENTO NORTE INVESTIMENTOS ADMINISTRADORA DE RECURSOS LTDA. POLÍTICA DE GERENCIAMENTO DE RISCO OPERACIONAL Versão 1.0 Vigência Agosto / 2016 Classificação das Informações [ X ] Uso Interno [ ] Uso Público Conteúdo

Leia mais

Não Conformidade, Ação Corretiva e Ação Preventiva

Não Conformidade, Ação Corretiva e Ação Preventiva 1. HISTÓRICO DE REVISÕES Revisão: 02 Página 1 de 6 DATA REVISÃO RESUMO DE ALTERAÇÕES 20/08/2013 00 Emissão inicial 21/08/2014 01 03/12/2015 02 Definição mais clara da sistemática de tratativa de cargas

Leia mais

Armazenagem Responsável Sistema de Gestão Outubro 2016 rev. 00

Armazenagem Responsável Sistema de Gestão Outubro 2016 rev. 00 Armazenagem Responsável Sistema de Gestão Outubro 2016 rev. 00 Brasil: uma vocação natural para a indústria química País rico em petróleo, gás, biodiversidade, minerais e terras raras Objetivo Desenvolver

Leia mais

Gerenciamento de Riscos

Gerenciamento de Riscos Técnico em Segurança do Trabalho Gerenciamento de Riscos Professor: Maia AULA 04 3.5) Tratamento de Riscos 3.6) Teoria Geral do Seguro 3.7) Mercado de Seguros 3.8) Seguros x Gerência de Riscos 3.9) Resumindo:

Leia mais

Procedimento Operacional

Procedimento Operacional 1/ 7 Nº revisão Descrição da Revisão 00 Elaboração inicial do documento 01 Revisão e Adequação integral do PO 02 Revisão integral do procedimento e adequação dos registros e padrões 03 Adequação da ISO

Leia mais

nº 08/2016 PMAS - Pense no Meio Ambiente SIRTEC Tema: PREO

nº 08/2016 PMAS - Pense no Meio Ambiente SIRTEC Tema: PREO nº 08/2016 PMAS - Pense no Meio Ambiente SIRTEC Tema: PREO POLÍTICA INTEGRADA DE SEGURANÇA, SAÚDE E MEIO AMBIENTE POLÍTICA INTEGRADA Disponíveis nos murais e no site da empresa PRINCÍPIOS REQUISITOS LEGAIS:

Leia mais

Não Conformidades, Ações Corretivas e Preventivas

Não Conformidades, Ações Corretivas e Preventivas 1 Objetivo Estabelecer diretrizes para o tratamento de não conformidades detectadas na unidade de gestão, e estabelecer um método para realizar ações corretivas e ações preventivas que possam ser executadas

Leia mais

MANUAL DE PESSOAL CAPÍTULO 2: CONSTITUIR COMISSÃO INTERNA DE PREVENÇÃO DE ACIDENTES CIPA

MANUAL DE PESSOAL CAPÍTULO 2: CONSTITUIR COMISSÃO INTERNA DE PREVENÇÃO DE ACIDENTES CIPA 1 MÓDULO 20: SEGURANÇA NO TRABALHO CAPÍTULO 2: CONSTITUIR COMISSÃO INTERNA DE PREVENÇÃO DE ACIDENTES CIPA ANEXOS: 1 Fluxo do Subprocesso Constituir Comissão Interna de Prevenção de Acidentes CIPA 2 Formulário

Leia mais

Manutenção Revisão: 02 Página 1 de 6

Manutenção Revisão: 02 Página 1 de 6 Manutenção Revisão: 02 Página 1 de 6 1. HISTÓRICO DE REVISÕES DATA REVISÃO RESUMO DE ALTERAÇÕES 20.08.2013 00 Emissão inicial. Revisão para maior clareza no texto do documento. Adequação da responsabilidade

Leia mais

Avaliação Global. Empresa: TRANSGLOBAL SERVIÇOS LTDA. Responsável Técnico: Reginaldo Beserra Alves Engº Segurança no Trabalho CREA 5907-D/PB

Avaliação Global. Empresa: TRANSGLOBAL SERVIÇOS LTDA. Responsável Técnico: Reginaldo Beserra Alves Engº Segurança no Trabalho CREA 5907-D/PB Avaliação Global VIGÊNCIA: SETEMBRO DE 2015 à SETEMBRO DE 2016. Empresa: TRANSGLOBAL SERVIÇOS LTDA. Responsável Técnico: Reginaldo Beserra Alves Engº Segurança no Trabalho CREA 5907-D/PB Avaliação Global

Leia mais

Higiene, Saúde e Segurança no Trabalho

Higiene, Saúde e Segurança no Trabalho ESCOLA BÁSICA E INTEGRADA DE ANGRA DO HEROÍSMO Ano Letivo 2016/2017 PLANIFICAÇÃO Higiene, Saúde e Segurança no Trabalho PROFIJ Nível II, Tipo 2 2ºano Curso Operador de Informática ENQUADRAMENTO LEGAL Portaria

Leia mais

MÓDULO CAPITAL GESTÃO DE RECURSOS LTDA. Política de Controles Internos

MÓDULO CAPITAL GESTÃO DE RECURSOS LTDA. Política de Controles Internos MÓDULO CAPITAL GESTÃO DE RECURSOS LTDA. Política de Controles Internos Junho de 2016 ÍNDICE POLÍTICA DE CONTROLES INTERNOS... 2 (A) Objetivo... 2 (B) Abrangência... 2 (C) Princípios Gerais... 2 (D) Diretrizes...

Leia mais

REGULAMENTO DA CEPA. Regulamentação da Comissão Escolar de Prevenção de Acidentes Revisão. 03

REGULAMENTO DA CEPA. Regulamentação da Comissão Escolar de Prevenção de Acidentes Revisão. 03 REGULAMENTO DA CEPA SUMÁRIO Regulamentação Centro Integrado SESI/SENAI Dona Nenem Scariolli/ETFG... 3 CEPA Comissão Escolar De Prevenção de Acidentes... 3 Objetivo:... 3 Da Constituição:... 3 Da Organização:...

Leia mais

OBJETIVO ESTRATÉGICO 1: Identificar 80% do quadro de pessoal técnico-administrativo da UERJ em 6 meses.

OBJETIVO ESTRATÉGICO 1: Identificar 80% do quadro de pessoal técnico-administrativo da UERJ em 6 meses. SRH - SUPERINTENDÊNCIA DE RECURSOS HUMANOS MISSÃO DA UNIDADE: Promover as políticas de recursos humanos contribuindo para o funcionamento e aprimoramento das atividades desenvolvidas pela Universidade.

Leia mais

Política de Controles Internos

Política de Controles Internos Política de Controles Internos Junho/2016 Edge Brasil Gestão de Ativos Ltda. 1. Objetivo Esta política tem por objetivo estabelecer regras, procedimentos e descrição dos controles a serem observados para

Leia mais

5725/17 cp/jv 1 DGD 1A

5725/17 cp/jv 1 DGD 1A Conselho da União Europeia Bruxelas, 27 de janeiro de 2017 (OR. en) Dossiê interinstitucional: 2016/0354 (NLE) 5725/17 SCH-EVAL 31 COMIX 66 RESULTADOS DOS TRABALHOS de: Secretariado-Geral do Conselho data:

Leia mais

GESTÃO DA QUALIDADE COORDENAÇÃO DA QUALIDADE

GESTÃO DA QUALIDADE COORDENAÇÃO DA QUALIDADE Primeira 1/7 CONTROLE DE APROVAÇÃO ELABORADO REVISADO POR APROVADO Marcelo de Sousa Marcelo de Sousa Marcelo de Sousa Silvia Helena Correia Vidal Aloísio Barbosa de Carvalho Neto HISTÓRICO DE MODIFICAÇÕES

Leia mais

Implantação de Sistema Gestão Integrado SGI integração dos Sistemas de Gestão da Qualidade. Gestão da Segurança e Saúde Ocupacional

Implantação de Sistema Gestão Integrado SGI integração dos Sistemas de Gestão da Qualidade. Gestão da Segurança e Saúde Ocupacional IMPLANTAÇÃO DE UM SISTEMA DE GESTÃO INTEGRADO - QUALIDADE, MEIO AMBIENTE, SEGURANÇA E SAÚDE OCUPACIONAL Empresa: Cristal Raidalva Rocha OBJETIVO Implantação de Sistema Gestão Integrado SGI integração dos

Leia mais

POLÍTICA DE CONTROLES INTERNOS

POLÍTICA DE CONTROLES INTERNOS POLÍTICA DE CONTROLES INTERNOS JUNHO / 2016 SUMÁRIO POLÍTICA DE CONTROLES INTERNOS... Erro! Indicador não definido. 1.1. Objetivo...1 1.2. Abrangência...2 1.3. Princípios...2 1.4. Diretrizes...2 1.5. Responsabilidades...3

Leia mais

POLÍTICA. Sistema de Gestão de Segurança da Informação POLÍTICA DE SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO. Referência do Documento PL03 SGSI _V5

POLÍTICA. Sistema de Gestão de Segurança da Informação POLÍTICA DE SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO. Referência do Documento PL03 SGSI _V5 POLÍTICA POLÍTICA DE SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO Referência do Documento PL03 SGSI _V5 D Público 1 PL03 SGSI_V5 ÍNDICE 1. Referências Pág. 3 2. Documentos Associados Pág. 3 3. Registos Associados Pág. 3 4.

Leia mais

Protocolo de Atuação no Relacionamento com funcionários públicos e autoridades públicas. Endesa Brasil

Protocolo de Atuação no Relacionamento com funcionários públicos e autoridades públicas. Endesa Brasil Protocolo de Atuação no Relacionamento com funcionários públicos e autoridades públicas Endesa Brasil ÍNDICE 3 3 3 3 4 6 6 1. Objeto 2. Alcance 3. Aplicação 4. Conceitos 5. Conteúdo 6. Responsabilidades

Leia mais

Sistema da Gestão da Qualidade. Agradecimentos ao Prof. Robson Gama pela criação da apresentação original

Sistema da Gestão da Qualidade. Agradecimentos ao Prof. Robson Gama pela criação da apresentação original Sistema da Gestão da Qualidade Agradecimentos ao Prof. Robson Gama pela criação da apresentação original 1 CONCEITO QUALIDADE O que é Qualidade? 2 Qualidade Conjunto de características de um objeto ou

Leia mais

VIX LOGÍSTICA S/A COMITÊ DE GOVERNANÇA CORPORATIVA E GESTÃO DE PESSOAS

VIX LOGÍSTICA S/A COMITÊ DE GOVERNANÇA CORPORATIVA E GESTÃO DE PESSOAS VIX LOGÍSTICA S/A COMITÊ DE GOVERNANÇA CORPORATIVA E GESTÃO DE PESSOAS 1. Objetivo O Comitê de Governança Corporativa e Gestão de Pessoas é um órgão acessório ao Conselho de Administração (CAD) da VIX

Leia mais

RESOLUÇÃO N Parágrafo 2º São de responsabilidade da diretoria da instituição:

RESOLUÇÃO N Parágrafo 2º São de responsabilidade da diretoria da instituição: RESOLUÇÃO N 2554 Dispõe sobre a implantação e implemenação de sistema de controles internos. O BANCO CENTRAL DO BRASIL, na forma do art. 9º da Lei nº 4.595, de 31.12.64, torna público que o CONSELHO MONETÁRIO

Leia mais

ITAÚ UNIBANCO HOLDING S.A.

ITAÚ UNIBANCO HOLDING S.A. ITAÚ UNIBANCO HOLDING S.A. CNPJ 60.872.504/0001-23 Companhia Aberta NIRE 35300010230 RELATÓRIO DE ACESSO PÚBLICO GESTÃO INTEGRADA DE RISCO OPERACIONAL, CONTROLES INTERNOS E COMPLIANCE Objetivo Este documento

Leia mais

DESCRIÇÃO DAS REVISÕES REV DATA ALTERAÇÃO OBSERVAÇÃO 00 11/01/10 Emissão Inicial N/A

DESCRIÇÃO DAS REVISÕES REV DATA ALTERAÇÃO OBSERVAÇÃO 00 11/01/10 Emissão Inicial N/A Página 1 de 9 DESCRIÇÃO DAS REVISÕES REV DATA ALTERAÇÃO OBSERVAÇÃO 11/01/10 Emissão Inicial N/A Documento via original Assinada OBSERVAÇÃO: O USUÁRIO É RESPONSÁVEL PELA ELIMINAÇÃO DAS REVISÕES ULTRAPASSADAS

Leia mais

AÇÃO PREVENTIVA Secretaria de Educação

AÇÃO PREVENTIVA Secretaria de Educação 1. Objetivo Esta norma estabelece o procedimento para elaboração e implementação de ações preventivas no Sistema de Gestão da Qualidade da (Seduc). 2. Documentos complementares 2.1 Norma EDSGQN003 Registros

Leia mais

Insper Instituto de Ensino e Pesquisa Certificate in Business and People Management - CBPM. Nome completo

Insper Instituto de Ensino e Pesquisa Certificate in Business and People Management - CBPM. Nome completo Certificate in Business and People Management - CBPM Nome completo PLANO DE DESENVOLVIMENTO DE EQUIPE: TÍTULO DO PROJETO São Paulo 2016 Nome do Autor(a) PLANO DE DESENVOLVIMENTO DE EQUIPE: TÍTULO DO PROJETO

Leia mais

MODELO DE AVALIAÇÃO DA QUALIDADE. 9 de Janeiro de

MODELO DE AVALIAÇÃO DA QUALIDADE. 9 de Janeiro de MODELO DE AVALIAÇÃO DA QUALIDADE 9 de Janeiro de 2010 1 Modelo CRITÉRIOS RIOS MEIOS CRITÉRIO 1. LIDERANÇA, PLANEAMENTO E ESTRATÉGIA Como a gestão desenvolve e prossegue a missão, a visão e os valores da

Leia mais

Registro de Acidentes, Incidentes, Nãoconformidades, Revisão: 04 Ações Corretivas e Preventivas Página:

Registro de Acidentes, Incidentes, Nãoconformidades, Revisão: 04 Ações Corretivas e Preventivas Página: PROCEDIMENTO DO SMS PR-99-991-CPG-005 Registro de Acidentes, Incidentes, Nãoconformidades, Revisão: 04 Ações Corretivas e Preventivas Página: 1/6 1. OBJETIVO Definir metodologia e responsabilidades para

Leia mais

CURSO DE FORMAÇÃO DE RESPONSÁVEIS TÉCNICOS E AUDITORES DA PRODUÇÃO INTEGRADA DE FRUTAS. Campinas, 08 de novembro de 2011

CURSO DE FORMAÇÃO DE RESPONSÁVEIS TÉCNICOS E AUDITORES DA PRODUÇÃO INTEGRADA DE FRUTAS. Campinas, 08 de novembro de 2011 CURSO DE FORMAÇÃO DE RESPONSÁVEIS TÉCNICOS E AUDITORES DA PRODUÇÃO INTEGRADA DE FRUTAS Campinas, 08 de novembro de 2011 BOAS PRÁTICAS DE AUDITORIA NBR ISO 19011 Nívea Maria Vicentini, DSc. Pesquisadora

Leia mais

O TRANSPORTE FERROVIÁRIO EM ANGOLA - SITUAÇÃO ACTUAL E PERSPECTIVAS DE DESENVOLVIMENTO

O TRANSPORTE FERROVIÁRIO EM ANGOLA - SITUAÇÃO ACTUAL E PERSPECTIVAS DE DESENVOLVIMENTO A MISSÃO DO REGULADOR FERROVIÁRIO HOJE E NUM CONTEXTO DE UMA REDE ONDE PODERÃO CIRCULAR MÚLTIPLOS OPERADORES FERROVIÁRIOS DECRETO PRESIDENCIAL 195/10 SEMINÁRIO O TRANSPORTE FERROVIÁRIO EM ANGOLA - SITUAÇÃO

Leia mais

Matriz de Registros Controlados Revisão: 03 Página 1 de 9

Matriz de Registros Controlados Revisão: 03 Página 1 de 9 Matriz de Registros Controlados Revisão: 03 Página 1 de 9 Análise de Riscos Rede informatizada Senha Por produto Até revisar Ata de Reunião de Análise Crítica Qualidade Pasta Cronológica 2 anos Atas de

Leia mais

Plano de Trabalho Docente Ensino Técnico

Plano de Trabalho Docente Ensino Técnico Plano de Trabalho Docente 2014 Ensino Técnico Etec Etec: Monsenhor Antonio Magliano Código: 088 Município: Garça/SP Eixo Tecnológico: Ambiente, Saúde e Segurança Habilitação Profissional: Técnico em Segurança

Leia mais

Sistema de Gestão da Prevenção em

Sistema de Gestão da Prevenção em Sistema de Gestão da Prevenção em SST Trabalho realizado por: André Andrade nº18990 Curso: Engenharia do Ambiente Data: 29/10/2008 Disciplina: PARP Índice Introdução... 3 Sistema de gestão da prevenção

Leia mais

Organização da Aula. Auditoria em Certificação Ambiental. Aula 4. Aplicação de Auditoria. Contextualização. Aplicação de auditoria. Instrumentalização

Organização da Aula. Auditoria em Certificação Ambiental. Aula 4. Aplicação de Auditoria. Contextualização. Aplicação de auditoria. Instrumentalização Auditoria em Certificação Ambiental Organização da Aula Preparação para uma Aula 4 As fases que compõem uma ambiental Prof. Luiz Antonio Forte Aplicação de Auditoria Contextualização O sucesso da depende

Leia mais

Boas Práticas da Distribuição - Da regulamentação à prática -

Boas Práticas da Distribuição - Da regulamentação à prática - Boas Práticas da Distribuição - Da regulamentação à prática - 27 de outubro de 2016 Carmen Bessa Diretora de Logística AGENDA 1. Enquadramento 2. As principais alterações das BPD 3. A implementação 4.

Leia mais

PROC. 04 ANÁLISE CRÍTICA

PROC. 04 ANÁLISE CRÍTICA 1 de 7 ANÁLISE CRÍTICA MACROPROCESSO GESTÃO DE PROCESSOS PROCESSO ANÁLISE CRÍTICA ANÁLISE CRÍTICA 1. OBJETIVO... 2 2. ABRANGÊNCIA... 2 3. DOCUMENTOS RELACIONADOS... 2 4. PROCEDIMENTOS... 2 4.1 DEFINIÇÕES...

Leia mais

Este procedimento tem por objetivo descrever a sistemática do monitoramento, mensuração e inspeção do Sistema de Gestão de SMS da SMART EXPRESS.

Este procedimento tem por objetivo descrever a sistemática do monitoramento, mensuração e inspeção do Sistema de Gestão de SMS da SMART EXPRESS. 1. OBJETIVO Este procedimento tem por objetivo descrever a sistemática do monitoramento, mensuração e inspeção do Sistema de Gestão de SMS da SMART EXPRESS. Nas inspeções, procura-se identificar, registrar

Leia mais

Políticas de Segurança, Saúde, Meio Ambiente e Qualidade

Políticas de Segurança, Saúde, Meio Ambiente e Qualidade Políticas de Segurança, Saúde, Meio Ambiente e Qualidade A Elétrica Sena Campos, empresa prestadora de serviços no ramo de manutenção elétrica tem como principal valor preservar a integridade física, mental

Leia mais

A Importância da Liderança na Cultura da Excelência

A Importância da Liderança na Cultura da Excelência XIX Seminário de Boas Práticas CIC Caxias do Sul A Importância da Liderança na Cultura da Excelência Msc. Eng. Irene Szyszka 04/ABR/2013 O negócio, o mercado e a sociedade Pressão dos clientes e mercado;

Leia mais

SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE PO Procedimento Operacional

SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE PO Procedimento Operacional E AÇÃO PREVENTIVA PO. 09 10 1 / 5 1. OBJETIVO Descrever a forma como o produto ou serviço não conforme deve ser controlado, a fim de se prevenir a sua utilização ou entrega não intencional ao cliente.

Leia mais

Carta de Missão. Gabinete de Prevenção e Investigação de Acidentes com Aeronaves

Carta de Missão. Gabinete de Prevenção e Investigação de Acidentes com Aeronaves Carta de Missão Ministério da Economia e do Emprego Gabinete de Prevenção e Investigação de Acidentes com Aeronaves Diretor De de de 201. a.. de. de 201 1. Missão do organismo O Gabinete de Prevenção e

Leia mais

Gestão de Desempenho: a experiência do Grupo Águas do Brasil

Gestão de Desempenho: a experiência do Grupo Águas do Brasil Gestão de Desempenho: a experiência do Grupo Águas do Brasil Agenda Objetivos da G. Desempenho Conceitos estruturantes O Modelo concebido para o grupo Águas do Brasil Relato da Experiência e dos Resultados

Leia mais

Estratégias para as Compras Públicas Sustentáveis. Paula Trindade LNEG

Estratégias para as Compras Públicas Sustentáveis. Paula Trindade LNEG Estratégias para as Compras Públicas Sustentáveis Paula Trindade LNEG Conferência Compras Públicas Sustentáveis LNEG, 25 Março 2010 Muitas organizações têm experiências em compras sustentáveis! Mas sem

Leia mais

Regimento Interno da Auditoria Interna Regimento Interno

Regimento Interno da Auditoria Interna Regimento Interno da Auditoria Interna da Auditoria Interna Versão 1.0 Data de criação 08/06/2015 Data de modificação N/A Tipo de documento Índice 1. Objetivo... 4 2. Atuação... 4 3. Missão da Auditoria Interna... 4 4.

Leia mais

ESTRUTURA ORGANIZACIONAL DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO ORGANOGRAMA

ESTRUTURA ORGANIZACIONAL DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO ORGANOGRAMA ESTRUTURA ORGANIZACIONAL DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO ORGANOGRAMA ATRIBUIÇÕES DOS CARGOS DAS ATIVIDADES ESTÁGIOSUPERVISIONADO INTEGRADO AO TRABALHO DE CURSO Colegiado: -Validar o

Leia mais

Plano de Continuidade de Negócios (PCN)

Plano de Continuidade de Negócios (PCN) Plano de Continuidade de Negócios (PCN) K&C INVESTIMENTOS LTDA. Responsável: Diretor de Compliance e Riscos Data da atualização: 17 de junho de 2016 Aviso Legal: Este documento pode conter informações

Leia mais

SEGURANÇA PARA TERCEIROS

SEGURANÇA PARA TERCEIROS 1 de 8 PROTOCOLO Data de Emissão: Histórico de revisão e Versões Data Versão/Revisões Descrição Autor 1.00 Proposta inicial J.S.C 1 Objetivo Este protocolo fixa os requisitos a serem observados quando

Leia mais

ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE CAPITAL Resolução 3.988/2011. Área Responsável: Risco de Crédito e Capital Gerência de Capital

ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE CAPITAL Resolução 3.988/2011. Área Responsável: Risco de Crédito e Capital Gerência de Capital ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE CAPITAL Área Responsável: Risco de Crédito e Capital Gerência de Capital Sumário RELATÓRIO DE ACESSO PÚBLICO ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE CAPITAL... 3 1. INTRODUÇÃO... 3

Leia mais

ESPECIFICAÇÃO DE PROJETO AUTOR(ES) : João

ESPECIFICAÇÃO DE PROJETO AUTOR(ES) : João AUTOR(ES) : João AUTOR(ES) : João NÚMERO DO DOCUMENTO : VERSÃO : 1.1 ORIGEM STATUS : c:\projetos : Acesso Livre DATA DO DOCUMENTO : 22 novembro 2007 NÚMERO DE PÁGINAS : 13 ALTERADO POR : Manoel INICIAIS:

Leia mais

Workshop de Gestão de Recursos Humanos Objetivos Gerais Dotar os participantes de técnicas, métodos e instrumentos que vão fazer melhorar o planeamento, o acompanhamento e a Gestão dos Recursos Humanos.

Leia mais

PLANO DE TRABALHO DA CIPA Gestão 2015 / 2016

PLANO DE TRABALHO DA CIPA Gestão 2015 / 2016 PLANO DE TRABALHO DA CIPA Gestão 2015 / 2016 1. INTRODUÇÃO A Faculdade de Medicina Veterinária/UNESP Câmpus de Araçatuba, é uma instituição que possui como principais atividades: o Ensino e a Pesquisa.

Leia mais

Anexo I REGIMENTO INTERNO DO COMITÊ DE GESTÃO DE PESSOAS E GOVERNANÇA CORPORATIVA

Anexo I REGIMENTO INTERNO DO COMITÊ DE GESTÃO DE PESSOAS E GOVERNANÇA CORPORATIVA Anexo I REGIMENTO INTERNO DO COMITÊ DE GESTÃO DE PESSOAS E GOVERNANÇA CORPORATIVA Artigo 1 : O Comitê de Gestão de Pessoas e Governança Corporativa ( Comitê ) é um órgão de apoio ao Conselho de Administração

Leia mais

Plano de Continuidade de Negócios (PCN)

Plano de Continuidade de Negócios (PCN) Plano de Continuidade de Negócios (PCN) KAETÉ INVESTIMENTOS LTDA. Órgão responsável: Comitê de Compliance e Controles Internos Data da atualização: 17 de junho de 2016 Aviso Legal: Este documento pode

Leia mais

Certificação e Auditoria Ambiental

Certificação e Auditoria Ambiental Certificação e Auditoria Ambiental Auditoria Ambiental - 5 Prof. Gustavo Rodrigo Schiavon Eng. Ambiental Auditoria Ambiental Questionário Pré-Auditoria É um instrumento utilizado na etapa de pré-auditoria,

Leia mais

Este programa tem o patrocínio exclusivo do Millenium BCP.

Este programa tem o patrocínio exclusivo do Millenium BCP. Duração: 15-20 semanas Público-Alvo: 18-30 anos Descrição: Com o apoio e orientação de professores e voluntários/consultores de negócio, o programa Start-Up fornece uma formação empreendedora a alunos

Leia mais

DuPont, sua Cultura de Segurança e PSM

DuPont, sua Cultura de Segurança e PSM DuPont, sua Cultura de Segurança e PSM Eduardo Francisco Gerente Corporativo SSMA Líder PSM América Latina A Cultura DuPont em Segurança, Saúde e Meio Ambiente 1802 Início das operações fábrica de pólvora

Leia mais

ATA DA REUNIÃO DE ANÁLISE CRÍTICA DO SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE PELA DIREÇÃO

ATA DA REUNIÃO DE ANÁLISE CRÍTICA DO SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE PELA DIREÇÃO DATA: 28 / 02 / 2014 ATA DA REUNIÃO DE ANÁLISE CRÍTICA DO SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE PELA DIREÇÃO PARTICIPANTES: JOÃO LUIZ GARCIA DIRETORIA NILSON MERINO DIRETORIA ODAIR ROCHA REPRESENTANTE DA DIREÇÃO

Leia mais

DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE

DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE Prof. Sales Filho GERÊNCIA DE PROJETOS AULA 04 1 Objetivos Apresentar a gerência de projetos de software e descrever as suas características particulares; Discutir o planejamento

Leia mais

Módulo 5 Implementação, operação, verificação e análise crítica do SGSSO, exercícios.

Módulo 5 Implementação, operação, verificação e análise crítica do SGSSO, exercícios. Módulo 5 Implementação, operação, verificação e análise crítica do SGSSO, exercícios. 4.4 - Implementação e operação 4.4.1 - Recursos, papéis, responsabilidades e autoridade 4.4.2 - Competência, treinamento

Leia mais

No. Revisão Data. Autor TRATAMENTO DE APELAÇÕES, RECLAMAÇÕES, DISPUTAS E DENÚNCIAS.

No. Revisão Data. Autor TRATAMENTO DE APELAÇÕES, RECLAMAÇÕES, DISPUTAS E DENÚNCIAS. Procedimentos Operacionais No. Revisão Data 1764/00 08 30/04/2012 SGS do Brasil Ltda. Manual de Procedimentos Industrial Autor Aprovado por Fabiane Vencato Marcelo Stenzel TRATAMENTO DE APELAÇÕES, RECLAMAÇÕES,

Leia mais

PLANO DE AÇÃO - PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS. Data: 30/03/2015 Rev.: 04. Ação Quem faz Por que faz Como faz Quanto ($) Prazo Status Comentário

PLANO DE AÇÃO - PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS. Data: 30/03/2015 Rev.: 04. Ação Quem faz Por que faz Como faz Quanto ($) Prazo Status Comentário Data: 3/3/ Rev.: 4 1 Contratação de empresa realização de serviços limpeza de caixa SAO Para evitar transbordamento/cont aminação Contratação - licitação 2 de CFTV Monitoramento e vigilância Contratado

Leia mais

1. Esta Política Institucional de Comunicação e Marketing do Sicoob:

1. Esta Política Institucional de Comunicação e Marketing do Sicoob: 1. Esta Política Institucional de Comunicação e Marketing do Sicoob: a) visa estabelecer diretrizes sistêmicas aplicáveis à execução do Planejamento Estratégico em vigência, no que se refere às ações de

Leia mais

GOIÁS PREVIDÊNCIA - GOIASPREV PROC002 Processo de Emissão de Certidão de Tempo de Contribuição PROPOSTA DE MELHORIA

GOIÁS PREVIDÊNCIA - GOIASPREV PROC002 Processo de Emissão de Certidão de Tempo de Contribuição PROPOSTA DE MELHORIA GOIÁS PREVIDÊNCIA - GOIASPREV PROC002 Processo de Emissão de Certidão de Tempo de Contribuição PROPOSTA DE MELHORIA FINALIDADE DO PROCESSO: Emitir Certidão de Tempo de Contribuição a fim de certificar

Leia mais

CURSO: CST EM SEGURANÇA DO TRABALHO

CURSO: CST EM SEGURANÇA DO TRABALHO CURSO: CST EM SEGURANÇA DO TRABALHO OBJETIVOS DO CURSO Objetivos Gerais Formar profissionais com conhecimentos teóricos e práticos, críticos e reflexivos capazes de desenvolver e implementar projetos de

Leia mais

ISO 17025: POSSÍVEL DE SER IMPLANTADA EM UM LABORATÓRIO DE EMPRESA?

ISO 17025: POSSÍVEL DE SER IMPLANTADA EM UM LABORATÓRIO DE EMPRESA? ISO 17025: POSSÍVEL DE SER IMPLANTADA EM UM LABORATÓRIO DE EMPRESA? DORY WORCMAN BARNINKA GARANTIA DA QUALIDADE ALIMENTOS IX Simpósio Internacional ABRAPA de Inocuidade de Alimentos 15 de junho de 2010

Leia mais

Conceitos e ferramentas da qualidade. PROFESSORA: Erika Liz

Conceitos e ferramentas da qualidade. PROFESSORA: Erika Liz Conceitos e ferramentas da qualidade PROFESSORA: Erika Liz Introdução e Definições As organizações, ao longo de suas existências, sempre buscaram, ainda que de modo empírico, caminhos para suas sobrevivência

Leia mais

Programa Operacional Regional do Algarve Critérios de Seleção das Candidaturas e Metodologia de Análise

Programa Operacional Regional do Algarve Critérios de Seleção das Candidaturas e Metodologia de Análise Programa Operacional Regional do Algarve Critérios de Seleção das Candidaturas e Metodologia de Análise Assistência Técnica Aprovada em 11-05-2015, após procedimento de consulta escrita aos membros da

Leia mais

RECLAMAÇÕES, APELAÇÕES E SUGESTÕES DE MELHORIAS

RECLAMAÇÕES, APELAÇÕES E SUGESTÕES DE MELHORIAS Pág: 1/6 Itens de Revisão: 00 Inicial 01 Revisão Geral do Procedimento 02 Revisão no nome do PR e acréscimos dos itens 3.5 Disputas e 3.6 Informações Gerais. 03 Revisão Geral do Procedimento 04 Revisão

Leia mais

ABNT NBR ISO Sistemas de Gestão da Segurança Manual do SGS

ABNT NBR ISO Sistemas de Gestão da Segurança Manual do SGS OBJETIVO DO SGS Para aumentar a segurança dos clientes e seus colaboradores, a Alaya Expedições montou um sistema de gestão baseado no princípio da melhoria contínua e na conformidade com a norma ABNT

Leia mais

Planejamento Estratégico

Planejamento Estratégico PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO AMAZONAS DIVISÃO DE GESTÃO DA QUALIDADE Sistema de Gestão da Qualidade PROCEDIMENTO P.TJAM 67 Planejamento Estratégico Elaborado por: Carla Winalmoller

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO DIRETORIA DE ASSISTÊNCIA A PROGRAMAS ESPECIAIS

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO DIRETORIA DE ASSISTÊNCIA A PROGRAMAS ESPECIAIS MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO DIRETORIA DE ASSISTÊNCIA A PROGRAMAS ESPECIAIS TERMO DE REFERÊNCIA PARA CONTRATAÇÃO DE PESSOA FÍSICA - CONSULTOR POR PRODUTO - TOR/OEI/MEC/FNDE/DIPRO/

Leia mais

POLÍTICA DE MANUTENÇÃO E AQUISIÇÃO DE EQUIPAMENTOS

POLÍTICA DE MANUTENÇÃO E AQUISIÇÃO DE EQUIPAMENTOS POLÍTICA DE MANUTENÇÃO E AQUISIÇÃO DE EQUIPAMENTOS Laboratórios da Área da Informática Política de Manutenção e Aquisição de Equipamentos Laboratórios da Área de Informática Universidade Anhembi Morumbi

Leia mais

Município de Vila Nova de Poiares Natal em Atividade. MUNICÍPIO DE VILA NOVA DE POIARES CÂMARA MUNICIPAL DAG Desporto, Juventude e Associativismo

Município de Vila Nova de Poiares Natal em Atividade. MUNICÍPIO DE VILA NOVA DE POIARES CÂMARA MUNICIPAL DAG Desporto, Juventude e Associativismo MUNICÍPIO DE VILA NOVA DE POIARES CÂMARA MUNICIPAL DAG Desporto, Juventude e Associativismo NATAL EM ATIVIDADE NORMAS GERAIS DE FUNCIONAMENTO Nota introdutória A Câmara Municipal pretende desenvolver programas

Leia mais

A Implantação do Sistema do Sistema da Qualidade e os requisitos da Norma ISO NBR 9001:2000

A Implantação do Sistema do Sistema da Qualidade e os requisitos da Norma ISO NBR 9001:2000 1. A Norma NBR ISO 9001:2000 A Implantação do Sistema do Sistema da Qualidade e os requisitos da Norma ISO NBR 9001:2000 A ISO International Organization for Standardization, entidade internacional responsável

Leia mais

PROJETO DE LEI Nº, DE (Do Sr. Paulo Bornhausen) O Congresso Nacional decreta:

PROJETO DE LEI Nº, DE (Do Sr. Paulo Bornhausen) O Congresso Nacional decreta: PROJETO DE LEI Nº, DE 2007 (Do Sr. Paulo Bornhausen) Dispõe sobre o exercício da profissão de supervisor de segurança portuária. O Congresso Nacional decreta: Art. 1º A profissão de supervisor de segurança

Leia mais

Administração Central Unidade de Ensino Médio e Técnico - CETEC. Plano de Trabalho Docente Qualificação: Técnico em Administração Módulo :III -A

Administração Central Unidade de Ensino Médio e Técnico - CETEC. Plano de Trabalho Docente Qualificação: Técnico em Administração Módulo :III -A Plano de Trabalho Docente 2013 ETEC PAULINO BOTELHO Ensino Técnico Código: 091 Município: São Carlos Eixo tecnológico: Gestão Habilitação Profissional: Técnico em Administração Qualificação: Técnico em

Leia mais

CONCEITO E FÓRMULA DOS INDICADORES DE QUALIDADE DA CGE

CONCEITO E FÓRMULA DOS INDICADORES DE QUALIDADE DA CGE GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ CONTROLADORIA E OUVIDORIA GERAL DO ESTADO SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE CONCEITO E FÓRMULA DOS INDICADORES DE QUALIDADE DA CGE Processo Objetivo Indicador Meta/Prazo Conceito

Leia mais

ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DO RISCO OPERACIONAL

ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DO RISCO OPERACIONAL ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DO RISCO OPERACIONAL I. INTRODUÇÃO: O Risco Operacional pode ser entendido como a possibilidade de ocorrência de perdas resultantes de falhas, deficiência ou inadequação de processos

Leia mais

Gerência de Projetos de TI

Gerência de Projetos de TI Gerência de de TI Experiência da COPEL SIMPROS 2001 Paulo Henrique Rathunde phr@copel.com Agenda Introdução Gerência de Definição dos Processos Implantação Reflexões 2/33 São Paulo, Brasil 17-20/09/2001

Leia mais

Conhecendo alguns Conceitos PERIGOS E RISCOS

Conhecendo alguns Conceitos PERIGOS E RISCOS Conhecendo alguns Conceitos PERIGOS E RISCOS O que você já ouviu falar sobre risco? RISCOS AMBIENTAIS São considerados riscos ambientais os agentes: Físicos; Químicos; Biológicos. Ergonômicos Acidentes

Leia mais

1. OBJETIVO Estabelecer diretrizes para elaboração e controle dos documentos e registros do Sistema de Gestão da Qualidade (SGQ).

1. OBJETIVO Estabelecer diretrizes para elaboração e controle dos documentos e registros do Sistema de Gestão da Qualidade (SGQ). Sistema de Gestão da Qualidade SUPERINTENDÊNCIA DE VAPT VUPT E ATENDIMENTO AO PÚBLICO PROCEDIMENTO DE CONTROLE DE DOCUMENTOS E REGISTROS Responsável: Juliana Maria Gomes de Almeida Alves Cópia Controlada

Leia mais

Regulamento. Artigo 1.º Âmbito. Artigo 2.º Objectivos

Regulamento. Artigo 1.º Âmbito. Artigo 2.º Objectivos Regulamento Artigo 1.º Âmbito O presente documento estabelece as normas de funcionamento da Loja Solidária da SocioHabitaFunchal, estabelecendo-se como medida de apoio aos inquilinos da Câmara Municipal

Leia mais

REGULAMENTO DA GERÊNCIA DE SERVIÇOS DO IMA/UFRJ

REGULAMENTO DA GERÊNCIA DE SERVIÇOS DO IMA/UFRJ REGULAMENTO DA GERÊNCIA DE SERVIÇOS DO IMA/UFRJ O presente regulamento visa estabelecer normas, procedimentos de funcionamento e atividades atribuídas à Gerência de Serviços, conforme estabelecido no Capítulo

Leia mais

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS ELIAS GARCIA CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS ELIAS GARCIA CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR AGRUPAMENTO DE ESCOLAS ELIAS GARCIA CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR 2016/2017 A AVALIAÇÃO EM EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR 1 INTRODUÇÃO Enquadramento Normativo Avaliar o processo e os efeitos, implica

Leia mais

Manual. Representantes dos pais e encarregados de educação da turma e da sala

Manual. Representantes dos pais e encarregados de educação da turma e da sala Manual Representantes dos pais e encarregados de educação da turma e da sala Reuniões de Turma As reuniões com os diretores de turma (no 2.º e 3.º ciclos do ensino básico e no ensino secundário) ou com

Leia mais

Higiene, Saúde e Segurança no Trabalho

Higiene, Saúde e Segurança no Trabalho ESCOLA BÁSICA E INTEGRADA DE ANGRA DO HEROÍSMO Ano Letivo 2016/2017 PLANIFICAÇÃO Higiene, Saúde e Segurança no Trabalho PROFIJ Nível II, Tipo 2 1ºano Curso Acompanhante de Crianças ENQUADRAMENTO LEGAL

Leia mais

MANUAL DE PROCESSOS INF03 - ACOMPANHAR PROJETO DE OBRA

MANUAL DE PROCESSOS INF03 - ACOMPANHAR PROJETO DE OBRA MANUAL DE PROCESSOS INF03 - ACOMPANHAR PROJETO DE OBRA SUMÁRIO GLOSSÁRIO (SIGLAS, SIGNIFICADOS)... Erro! Indicador não definido. I. OBJETIVO DO PROCESSO... 5 II. ÁREAS ENVOLVIDAS... 5 III. DESCRIÇÃO DAS

Leia mais

PROCEDIMENTO Sistemática de Tratamento de Reclamações, Acidentes/Incidentes e Faltas Graves

PROCEDIMENTO Sistemática de Tratamento de Reclamações, Acidentes/Incidentes e Faltas Graves 1 de 2 Objetivo: Definir a sistemática das atividades relacionadas com o tratamento de reclamações, acidentes e incidentes e faltas graves das partes interessadas dentro do Sistema Qualinstal. 1. Aplicação:

Leia mais

Normas ISO:

Normas ISO: Universidade Católica de Pelotas Tecnólogo em Análise e Desenvolvimento de Sistemas Disciplina de Qualidade de Software Normas ISO: 12207 15504 Prof. Luthiano Venecian 1 ISO 12207 Conceito Processos Fundamentais

Leia mais

ALAIN AREAL LISBOA, 03 DE OUTUBRO 2016

ALAIN AREAL LISBOA, 03 DE OUTUBRO 2016 ALAIN AREAL LISBOA, 03 DE OUTUBRO 2016 Enquadramento Na Europa, 60% dos acidentes de trabalho de que resultam mortos são acidentes rodoviários, incluindo os acidentes de trajecto para o trabalho. Acidentes

Leia mais

Integrando Gestão de Pessoas à Gestão de Negócios

Integrando Gestão de Pessoas à Gestão de Negócios Nossa história Integrando Gestão de Pessoas 31 anos de existência Atua em 07 Estados + Distrito Federal 3355 colaboradores diretos Matriz RAO e 15 filiais 140 unidades de negócios 1300 colaboradores indiretos

Leia mais