DEPARTAMENTO DE TAQUIGRAFIA, REVISÃO E REDAÇÃO NÚCLEO DE REDAÇÃO FINAL EM COMISSÕES TEXTO COM REDAÇÃO FINAL

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "DEPARTAMENTO DE TAQUIGRAFIA, REVISÃO E REDAÇÃO NÚCLEO DE REDAÇÃO FINAL EM COMISSÕES TEXTO COM REDAÇÃO FINAL"

Transcrição

1 CÂMARA DOS DEPUTADOS DEPARTAMENTO DE TAQUIGRAFIA, REVISÃO E REDAÇÃO NÚCLEO DE REDAÇÃO FINAL EM COMISSÕES TEXTO COMISSÃO DE LEGISLAÇÃO PARTICIPATIVA EVENTO: Audiência Pública N : 1668/09 DATA: 01/10/200 9 INÍCIO: 09h40min TÉRMINO: 12h39min DURAÇÃO: 02h59min TEMPO DE GRAVAÇÃO: 02h59min PÁGINAS: 65 QUARTOS: 36 DEPOENTE/CONVIDADO - QUALIFICAÇÃO MARCELO BONES Diretor do Centro de Artes Cênicas da Fundação Nacional de Artes FUNARTE. AUGUSTO CHAGAS Presidente da União Nacional dos Estudantes UNE. LÚCIO DOS SANTOS OLIVEIRA Presidente da Associação Brasileira dos Promotores de Eventos ABRAPE. DANILO MOREIRA Secretário-Adjunto da Secretaria Nacional de Juventude, da Secretaria- Geral da Presidência da República. ISMAEL CARDOSO Presidente da União Brasileira dos Estudantes UBES MARBO GIANNACCINI Professor, representante da classe artística. SHEILA ARAGÃO Produtora de eventos culturais em Brasília, Distrito Federal. JOSÉ FORTES - Representante da Associação Brasileira de Empresários Artísticos ABEART. SUMÁRIO: Debate sobre projeto de regulamentação da cobrança da meia entrada para o ingresso de estudantes em eventos e espetáculos culturais. OBSERVAÇÕES Houve intervenções fora do microfone. Inaudíveis.

2 O SR. PRESIDENTE (Deputado Roberto Britto) - Havendo número legal, declaro aberta a presente reunião de audiência pública da Comissão de Legislação Participativa, originada pelo Requerimento nº 85, de 2009, de autoria do Deputado Sebastião Bala Rocha, para debater o PLS nº 188, de 2007, do Senado Federal, atualmente em tramitação nesta Casa, na forma do PL nº 4.571, de 2008, que estabelece cotas para estudantes em eventos artísticos e culturais. Convido a fazer parte da Mesa o Sr. Marcelo Bones, Diretor do Centro de Artes Cênicas da Fundação Nacional de Artes FUNARTE e representante do Ministério da Cultura; o Sr. Augusto Chagas, Presidente da União Nacional dos Estudantes UNE; o Sr. Lúcio dos Santos Oliveira, Presidente da Associação Brasileira dos Promotores de Eventos ABRAPE; o Sr. Danilo Moreira, Secretário- Adjunto da Secretaria Nacional de Juventude da Secretaria-Geral da Presidência da República; o Sr. Ismael Cardoso, Presidente da União Nacional dos Estudantes Secundaristas UBES; e o Sr. Marbo Giannaccini, professor universitário e representante da classe artística. Sras. e Srs. Deputados, senhoras e senhores convidados, a Câmara dos Deputados, por meio da Comissão de Legislação Participativa, possibilita a consecução deste evento. Esta Comissão tem o objetivo maior de trazer a sociedade organizada, suas reivindicações e seus problemas para o seio desta Casa. Este é o meio mais curto para que os projetos e os anseios da comunidade possam ser transformados em lei no Parlamento. Este encontro representa um dos momentos importantes para esta Casa, porque é a oportunidade que a Nação brasileira tem de participar desta audiência pública por intermédio de seus representantes legais. Cumprimento a todos e manifesto a disposição da Casa de contribuir para o aprofundamento do debate sobre a questão em pauta, uma questão que impacta diretamente os estudantes e os idosos do País. As propostas contidas no PL nº 4.571, de 2088, são bem divididas e complexas. Estamos seguros de que as explanações de nossos convidados contribuirão sobremaneira para dirimir dúvidas e elucidar as questões controversas. Por exemplo, argumenta-se que apenas 40% dos ingressos totais de cada evento artístico, cultural e esportivo devem ser destinados à meia-entrada. O projeto de lei 1

3 estaria propondo, in casu, um retrocesso, ou seja, a suplantação de um direito amparado na Constituição brasileira e já consolidado em nossa sociedade: a livre aquisição da meia-entrada por estudantes e idosos. Além disso, há outros pontos obscuros que demandam esclarecimentos e que requerem o aprofundamento do debate. Por certo, os trabalhos aqui realizados serão relevantes para que tenhamos a oportunidade de esclarecer esses pontos obscuros do projeto. Agradeço, antecipadamente, a todos os componentes da Mesa, aos Deputados e também às pessoas interessadas nesse tema tão importante a participação. Gostaria de avisar aos componentes da Mesa que cada debatedor ou expositor terá o prazo de 15 minutos, não podendo ser aparteado pela plateia. Somente após a exposição, serão abertos os debates, para que tenhamos a oportunidade de esclarecer as dúvidas porventura existentes. Os interessados em participar dos debates poderão se inscrever na Secretaria e terão 3 minutos para fazer suas perguntas aos expositores. Dando início aos trabalhos, passo a palavra ao Sr. Marcelo Bones, Diretor do Centro de Artes Cênicas da FUNARTE e representante do Ministério da Cultura, para fazer sua exposição. O SR. MARCELO BONES - Bom dia a todos. É um prazer participar deste debate. Agradeço à Comissão, aos Deputados e Deputadas presentes o convite e, antecipadamente, peço desculpas pela ausência do Ministro da Cultura, Juca Ferreira, que está no Encontro Ibero-Americano de Cultura. O Ministro gostaria muito de estar presente, mas, infelizmente, aquela agenda previamente acertada não o permitiu. Este debate é mais uma ação fundamental na grande movimentação da cultura, neste ano de Aliás, o debate sobre a cultura no Brasil tem forte tonalidade aqui no Congresso. Há poucos dias, houve a aprovação da PEC nº 150 na Comissão; está tramitando o projeto do Vale Cultura, que, de alguma maneira, pode ser uma mudança substancial no acesso à cultura no País; também foi aprovado há alguns dias o Plano Nacional de Cultura, que tenta organizar e planejar a cultura nos próximos 10 anos, e, há alguns meses, vivemos um debate muito 2

4 intenso sobre a reformulação da Lei Rouanet, ainda um dos principais mecanismos de subsídio e fomento à cultura, mas que, depois de 18 anos, está passando por um processo amplo de debate, um debate vibrante e fundamental de renovação de que participamos. Realmente, trata-se de um debate apaixonado, muito vivo, com muitas posições, mas que retrata exatamente essa vivacidade com que a cultura está se colocando hoje para o País de maneira geral. Acredito o debate sobre a lei que disciplinará a meia-entrada faz parte exatamente dessa grande mobilização, desse grande debate e da importância que a cultura tem para a população brasileira, para o Governo e, claro, para o Congresso Nacional. Também é fundamental que este debate aconteça, inclusive nesta Casa, porque envolve muitas posições definidas, históricas, claras. Portanto, entendemos que deve haver um espaço fundamental para o debate, e o Congresso Nacional é exatamente a Casa que deve abrigá-lo. Foram colocadas questões de fundo, a exemplo do acesso à cultura. Por outro lado, também, há a questão da organização da produção cultural no País. São esses elementos o pano de fundo desse grande debate. Vemos que hoje há uma completa desorganização quanto à meia-entrada. Há a questão do acesso, das carteiras falsas, da grande nuvem que se colocou sobre quem pode e quem não pode, quem deve, quem tem direito e quem organiza a meia-entrada no País. Por outro lado, há a falta clara de um marco regulatório, de uma especificação do que é permitido e do que não é permitido. Esse debate já vem sendo travado há algum tempo. Basicamente, há 2 posições. Encontramos argumentos vigorosos. É indiscutível a importância do acesso da juventude às artes, ao entretenimento acho que isso é um pressuposto. Também devemos considerar o processo da luta histórica da meia-entrada em um país que, sabemos, ainda tem muito pouco tempo de efetiva democracia; enfim, está engatinhando na consolidação das suas posições, das suas histórias. Por outro lado, sabemos também que o ônus desse acesso não pode cair na cabeça dos produtores e dos artistas. Essa é uma posição injusta. 3

5 E também não há nenhuma lógica em que o Estado não deva interferir no processo produtivo, na economia. Ele pode e deve fazê-lo. Mas, nesse caso específico, essa lógica é inadequada no setor cultural, no setor das artes. Não caberia aqui essa ação do Estado, exercendo o papel de arbítrio sobre a produção da cultura no País. Temos aqui, então, essas 2 posições. Acho que foi exatamente a grandeza delas que provocou um acordo no ano passado. Sentaram-se todas as partes envolvidas e conseguiram elaborar um acordo, com uma posição que, creio, seja intermediária entre essas 2 vertentes. Acho que esse é o caminho do meio. A posição do Ministério é no sentido de que esse acordo seja considerado no debate. Temos clareza de que as partes, tanto os produtores como os estudantes, tiveram de abrir mão de posturas mais radicais, que faziam parte dessa retrospectiva histórica. É importante avançarmos nesse acordo e tê-lo como referência. Não como um pacto de sangue, mas como referência de um grande diálogo que ocorreu e que, neste momento, tem de ser mantido e encaminhado, exatamente para podermos avançar nestas 2 questões: possibilitar o acesso à meia-entrada aos estudantes e idosos e, por outro lado, garantir a organização da produção cultural no País. Agradeço a todos. Ficamos à disposição para o debate seguinte. O SR. PRESIDENTE (Deputado Roberto Britto) - Agradeço ao Sr. Marcelo Bones a brilhante exposição. Passo a palavra ao Sr. Augusto Chagas, Presidente da União Nacional dos Estudantes UNE, para que faça sua exposição. S.Sa. dispõe de 15 minutos. O SR. AUGUSTO CHAGAS - Bom dia a todos e a todas. Cumprimento os membros da Mesa, na pessoa do Presidente desta Comissão tão importante, Deputado Roberto Britto. De fato, retomar o diálogo, o esforço para avançar nessa questão é muito importante para a UNE. Esse é um tema muito valioso para os estudantes, porque se trata de uma questão histórica para nós. Acho importante retomar a ideia de valorizar os mecanismos de acesso dos estudantes e da juventude às artes, ao lazer e à cultura. Esse direito conquistado pelos estudantes há tantas décadas tem muito a ver com a ideia de um país em que 4

6 o acesso à educação ainda é apresentado de maneira muito desigual e injusta. Os mecanismos pelos quais a juventude tem acesso à educação ainda são muito limitados. Os números da nossa educação mostram isso. Os últimos dados do IBGE mostraram que, no Brasil, ainda há 14 milhões de analfabetos; que a idade média da escolarização da nossa sociedade é de apenas 7 anos; que a nossa escola ainda é de qualidade para uma pequena parcela da população e de pouca qualidade para a imensa maioria, com professores não valorizados, mal remunerados, com infraestrutura muito precária; que as políticas de acesso dos estudantes à sua formação, portanto, ainda têm muita limitação. Mecanismos que garantem como ocorre com a meia-entrada no Brasil, um direito conquistado pelos estudantes acesso às artes, ao lazer, à cultura possibilitam a esses estudantes ter acesso a uma formação mais completa. É disso que trata o direito à meia-entrada. Por isso, eu gostaria de valorizar esse instrumento. É muito positivo para um país valorizar a sua juventude, os seus estudantes, criar mecanismos que possibilitem a eles acesso a uma formação que vá além de suas salas de aula, que têm tanta limitação no Brasil. Portanto, esse é um direito que possibilita à juventude brasileira, aos nossos estudantes ter acesso a uma formação mais completa, mais cidadã. Por isso, inicio a minha fala valorizando esse direito, o instrumento da meia-entrada. Para a UNE, é um direito valioso, porque é o instrumento mais eficaz, hoje. Ele possibilita aos estudantes brasileiros ter acesso a esse conjunto de espaços para conquistarem sua formação de maneira mais completa. É muito importante também, ao fazermos este debate, retomar certo histórico acerca da regulamentação que trata desse tema no Brasil, no último período. Eu não gostaria de retomar aos primórdios, de onde vem o direito da consolidação disso, novamente, no processo de redemocratização. Quero falar sobre a última grande regulamentação que tivemos no Brasil, que foi a Medida Provisória nº 2.208, de Na opinião da UNE, essa regulamentação divide águas e começa a construir problemas sérios, quando trata da questão do acesso à meia-entrada no País. Essa legislação, que foi feita de maneira pouco democrática, inclusive, porque não foi debatida com a sociedade, com os estudantes por trás de bandeiras que 5

7 pareciam mais avançadas, pois democratizariam o acesso a esse direito, sob justificativas que, na nossa opinião, tinham pouca consistência, mas que se apresentavam dessa maneira trouxe muitos problemas para a meia-entrada no Brasil. Foi a partir dessa legislação que se passou a desenvolver no Brasil uma certa indústria de falsificação de carteiras poderíamos chamar assim, a proliferação de entidades estudantis cartoriais para construir essas carteiras. Para ter acesso à meia-entrada, é preciso que haja um instrumento que comprove a situação de estudante. Isso começou a gerar absoluto descontrole sobre o acesso a esse direito. Aquilo que deveria ser direito dos estudantes passou a ser acessado por outros segmentos da sociedade, que, por meio dessas carteiras falsificadas, começaram a submeter o sistema das bilheterias dos cinemas, dos teatros, de outros tipos de espetáculos, de shows a um descontrole. Os promotores de eventos poderiam, depois, falar um pouco mais sobre como isso descontrolou a relação entre bilhetes inteiros e meia-entrada, que passou a ser estabelecida. Tivemos acesso a uma série de estudos que demonstram a explosão da meia-entrada. A falsificação começou a gerar a ideia de que todo mundo paga meia-entrada. Quer dizer, a meia-entrada, no Brasil, passou a ser algo vulgar. Todos passaram a ter acesso a ela, e não só os estudantes. Isso fez com que os preços nas bilheterias fossem aumentados. Ou seja, os produtores foram obrigados a também aumentar os seus bilhetes, porque, se todo mundo paga meia, ela passou a ser inteira. E esse direito dos estudantes de pagarem meia para terem acesso a esses espaços passou, na prática, a ser questionado. Se todos pagam meia, todos pagam inteira. Essa foi a situação que o nosso sistema passou a gerar. Isso, inclusive, num instrumento mais recente, passou a estimular os produtores a fazerem outros convênios. Temos acompanhado os outros convênios, ligados a correntistas de banco, clientes de telefonia celular, bandeiras de cartão de crédito. Temos visto muita propaganda na televisão, inclusive, mostrando que toda essa turma tem direito à meia-entrada: Eu pago a meia para você. A situação em que chegamos é muito ruim. Na prática, do ponto de vista estudantil, a situação é esta: a meia-entrada está absolutamente vulgarizada. Todos pagam meia. Portanto, esse direito dos estudantes deixou de existir na prática. 6

8 Eu gostaria de valorizar uma ideia. Na nossa opinião, a situação hoje é a pior possível. Há uma grande unidade em relação a isso. Precisamos avançar. Essa é uma ideia importante. Não podemos perder-nos nesse raciocínio. É por isso que estudantes, artistas e produtores, juntos, têm lutado há alguns anos por uma nova legislação da meia-entrada no Brasil. É importante identificar isso. No último processo, que nos levou à criação do Projeto de Lei nº 4.571, em determinados momentos, pôde-se verificar que estávamos em lados opostos. Mas esse não é o histórico da luta pela regulamentação. A luta pela regulamentação de uma nova legislação tem envolvido estudantes, artistas e produtores culturais no Brasil, e nos trouxe até aqui. É esse projeto de lei aprovado no Senado Federal e que está sendo debatido na Câmara dos Deputados. Gostaria de apresentar algumas ponderações da UNE em relação a esse projeto. Os aperfeiçoamentos, na nossa opinião, devem existir, mas dentro do espírito de que o projeto deve prosseguir seu trâmite. O PL precisa avançar. Precisamos aprovar uma nova regulamentação. Os estudantes não têm nenhuma dúvida disso. Na nossa opinião, do jeito que está não pode ficar. Nós temos ponderações porque, na nossa opinião, é preciso fazer uma boa regulamentação, senão corremos o risco de aprovar uma lei e as coisas permanecerem como estão. Na nossa opinião, isso não resolveria o problema. Haveria pouco avanço. E o pior: as coisas permaneceriam como estão. Isso seria muito ruim. Por isso, temos algumas ponderações. Uma delas já é pública. Todos sabem a opinião da UNE a respeito das cotas. O projeto de lei insinua submeter às bilheterias uma cota de apenas 40% dos bilhetes para o acesso à meia-entrada. É importante dizer que há Estados que inclusive trabalham com esse tipo de política. Na nossa opinião existe... E isso levou a UNE a se posicionar de maneira dura contra essa política. Não foi apresentado aos estudantes nenhum instrumento capaz de fiscalizar essa questão. Portanto, na nossa opinião, é inconcebível que numa legislação haja um instrumento que impeça os estudantes de ter acesso à meia, por algum tipo de mentira, por algum tipo de instrumento que não seja público, para garantir que o estudante tenha acesso a esse direito. 7

9 Naturalmente os estudantes têm opinião contra qualquer tipo de cota. Se é um direito, vão lutar para que ele seja aplicado a 100% dos bilhetes. Então, a UNE se posiciona contra a questão das cotas. Na nossa opinião, a situação se agrava porque, se a pessoa não tem instrumentos de fiscalização eficazes, na prática isso pode ser um instrumento que impede o estudante a ter acesso ao seu direito, que anula o direito à meia-entrada. É isso que agrava a questão das cotas. Os estudantes têm um posicionamento que já é histórico: ser contra esse instrumento. Isso agrava, e muito, a proposta de se estabelecer algum limite desse tipo. Há uma outra questão, que eu gostaria de ponderar aqui também. Ela nos preocupa muito no projeto. Na nossa opinião, deveria ser aperfeiçoada. Refiro-me à aplicação sobre outros convênios. Vou até ler o projeto de lei, na parte em que trata disso: O benefício previsto no caput não será cumulativo com quaisquer outras promoções e convênios, como também não se aplica ao valor dos serviços adicionais eventualmente oferecidos em camarotes, áreas e cadeiras especiais. Na nossa opinião, esse trecho do projeto é razoavelmente importante para nós, porque não está claro o que isso quer dizer. Há 2 problemas sérios. O primeiro diz respeito à segunda metade desse trecho. Ele estabelece, quando cria algum tipo de limitação ao acesso a outras áreas de uma possível casa de show, por exemplo... Isso poderia categorizar que o acesso à meia-entrada só ocorreria em espaços menos privilegiados nos teatros, nas casas de exibição. Vi até fazerem sinal ali, referindo-se a comidas, a serviços. Isso, na nossa opinião, precisaria ficar mais claro. Não poderia ser uma legislação que dissesse: nessas áreas onde não haja meia. Na nossa opinião, isso seria um retrocesso importante. Colocaria os estudantes no Credicard Hall, naquele auditório, naquele pavilhão lá no final. Isso, na prática, também estaria acabando com o nosso direito. Agora, há um problema mais grave nesse trecho, que é justamente já estou finalizando a questão de outros convênios e promoções que são estabelecidas. 8

10 Da maneira como eu vejo, a luta dos estudantes, dos artistas e dos produtores é para regulamentar a meia-entrada para que esse seja um direito conquistado pelos estudantes, para que de fato eles paguem meia, e para regulamentar, para não vulgarizar a meia, como ocorre hoje. Hoje todo mundo paga meia-entrada. Ela deixou de existir. Na nossa opinião, deveria ser o contrário a redação desse termo. Deveria dizer que ele se aplica a outros convênios e promoções. É que o estudante paga meia em relação ao que os outros pagam. É isso que de fato garante que a meia-entrada seja meia. Se houver a meia do estudante, a meia do correntista do banco, a meia do cara do cartão de crédito, a meia do cara do telefone celular, se houver a meia para todo mundo, ela vai continuar sendo inteira. Na prática, o avanço que a legislação vai trazer será muito pequeno. Os estudantes gostariam muito de debater essa questão, de aperfeiçoar essa regulamentação. Isso é algo com que a UNE deve se comprometer, porque há um avanço na legislação, que é justamente regulamentar a distribuição das identificações estudantis, recolocar o movimento estudantil brasileiro... Na nossa opinião, é quem, de direito, deve coordenar esse processo das emissões das identificações. Eu acho que nós podemos avançar mais ainda na redação do nosso projeto, no que toca à distribuição, aos mecanismos de fiscalização sobre as identificações estudantis. A UNE está disposta a debater qualquer instrumento que possa ser garantido nessa lei, que assegure a eficácia e impeça o processo de falsificação de carteiras. O instrumento tão importante para isso, que nós estamos debatendo, é justamente a identificação estudantil. Que ela possa, de fato, chegar apenas às mãos dos estudantes. Esse projeto precisa tramitar. E nós precisamos retomar a capacidade de dialogar, de retomar esse espírito de que todos estamos lutando pelo avanço dessa legislação. Deve ser um esforço comum da sociedade, de todos esses setores envolvidos, dos estudantes, dos artistas, dos produtores, em conjunto com o Congresso Nacional, para que possamos avançar em relação a esse tema. Obrigado. 9

11 O SR. PRESIDENTE (Deputado Roberto Britto) - Agradeço ao Sr. Augusto Chagas a brilhante exposição. Concedo a palavra ao Sr. Lúcio dos Santos Oliveira, Presidente da Associação Brasileira dos Promotores de Eventos ABRAPE, para que faça sua exposição. S.Sa. dispõe de 15 minutos. O SR. LÚCIO DOS SANTOS OLIVEIRA - Bom dia a todos. Agradeço-lhes o convite para participar de forma democrática desta discussão tão importante. Quero endossar as palavras do Presidente da UNE, no sentido de que essa é uma luta coletiva. Hoje, todas as partes envolvidas no processo estão extremamente prejudicadas pela forma equivocada com que essa política pública estabeleceu-se no Brasil. Inicio minha fala, com todo respeito ao Deputado Roberto Britto, corrigindo o que S.Exa. disse no início de sua fala: que existe o direito constitucional da meia-entrada. Não existe. Não existe uma lei federal que cuide do assunto. Esse é o primeiro grande equívoco, quando falamos da meia-entrada. O assunto é tão desordenado que todo mundo acha que existe. Não existe lei federal no Brasil que fale sobre meia-entrada. A medida provisória que o Presidente da UNE citou aqui não fala a palavra meia-entrada em nenhum momento. Fala de eventuais descontos que sejam concedidos. Precisamos encarar esse fantasma. Precisamos dar corpo a esse assunto de forma legítima. O que existe no Brasil é um emaranhado de leis regionais, estaduais e municipais, inclusive simultâneas (São Paulo, por exemplo, tem lei municipal e estadual juntas), contraditórias (a lei estadual de São Paulo contraria a municipal), e assim por diante. Em Porto Alegre existe uma política de meia-entrada legal completamente diferente da de Curitiba, que é diferente da de Brasília. Este é o primeiro ponto: não há uma lei no Brasil que reze sobre meia-entrada. Segundo ponto: não está em discussão a legitimidade da meia-entrada. Ninguém é contra esse direito. Concordamos que é um direito histórico. Agora, é 10

12 preciso que se normatize isso e que se feche de determinada maneira uma questão sobre quem de fato tem direito a esse benefício. Hoje, no Brasil, têm direito à meia-entrada o estudante, o idoso, o doador de sangue, os funcionários públicos, em algumas leis regionais, os professores e uma série de outras categorias. Ela são inseridas no benefício de uma maneira praticamente aleatória eu diria até irresponsável. Chega-se à grande pergunta: quem paga por esse benefício? O benefício não está em questão. A questão é: quem paga por ele? E vão começar a analisar os setores da economia brasileira. O transporte público é subvencionado. Então, existe uma verba de governo que financia empresa, de forma que o cidadão possa pagar menos para ser transportado. Quando ocorre a discussão do passe livre, por exemplo, há uma resistência dos órgãos públicos. Por quê? Porque eles não querem pagar a conta. Se um taxista compra o carro dele mais barato, é porque o Governo tirou o IPI do carro. É assim que funciona em todos os setores da economia. Existe uma grande discussão sobre o IPI, que foi reduzido está voltando hoje. As pessoas estão sentindo no bolso o que significa isso. A cultura tem uma nuança secular, vem de séculos e séculos, e é tratada como diletantismo. Então, é muito natural você pedir um ingresso de cortesia para ir a um espetáculo em que o Marcelo Bones está encenando. O Marcelo é um grande encenador de Minas Gerais, por sinal. É muito natural. As pessoas, inclusive, se sentem ofendidas se você disser que não tem uma cortesia para dar a elas dependendo de quem está pedindo a cortesia. Eu não conheço uma história de alguém chegar em uma loja de roupas e pedir uma calça jeans de cortesia. Isso é uma coisa cultural. Precisamos entender que o momento da criação do artista é imensurável. E deve ser assim. É um princípio. Agora, a partir do momento em que se pinta um quadro e ele vai para a galeria, passa a ser um produto de mercado. O artista tem contas para pagar, como todo mundo. Para encenar um espetáculo, há custos. Você tem de pagar o som, a luz, o ator, a publicidade, os impostos. Não há nenhuma regalia sobre impostos na nossa área. Ao contrário. Fomos alijados agora do processo do SIMPLES. Estamos tentando retomar isso. 11

13 A pergunta é: como essa conta vai fechar? Da forma como está hoje, concordando com o que a UNE disse, a grande maioria está pagando meia-entrada. E o que acontece? Há um processo ainda mais cruel, sob o aspecto de cidadania, que é o seguinte: o cidadão que não tem direito à meia-entrada por nenhum dos processos que acabamos de citar e tem um caráter tal que o torna incapaz de falsificar uma carteirinha concordamos que hoje a coisa mais fácil é comprar uma carteirinha sem ser estudante estará alijado do processo de acesso à cultura no Brasil. Por quê? Porque o preço da inteira subiu de tal maneira que se tornou inviável. Há uma lei superior a todas essas de que estamos falando: a lei da oferta e da procura. Trata-se do poder aquisitivo. Se a meia entrada custa 50 reais, a inteira custa 100 reais. É muito caro para o cidadão. Para ele e a esposa, são 200 reais. Ele não vai. Fica em casa. Estamos assistindo a um processo que precisa de ajustes em todas as instâncias. Como está, perdem as entidades, porque hoje a carteirinha está vulgarizada, e as entidades clandestinas não há outro nome para isso estão se proliferando com o intuito de ganhar dinheiro com carteirinha. A grande maioria da população brasileira é não pagadora da meia entrada. Não é o que sempre se vê na bilheteria. Se fizermos uma pesquisa, veremos que a grande maioria da população não tem direito ao benefício da lei. Então, simplesmente não está tendo acesso à cultura, o que é um direito constitucional. O cidadão paga os impostos para que o Estado faça política pública. Da forma como está, na hora em que tiver de subvencionar de novo a meia-entrada, estará pagando 2 vezes, o que também é um equívoco. Então, estamos no momento histórico de discutir isso, de tentar corrigir essas coisas. Na verdade, estamos caminhando juntos há algum tempo nesse processo. Vou citar um documento que fizemos em Foi um manifesto assinado coletivamente por nossas entidades e pelos estudantes. Na ocasião, estava tramitando na Câmara dos Deputados um projeto que, em suma, tem os mesmos conteúdos do projeto que foi para o Senado Federal e que agora vem para esta Casa. 12

14 Esse manifesto fala basicamente dessas preocupações. Vou ler apenas os pontos essenciais, para os senhores entenderem que ele está absolutamente atual, em relação ao que estamos falando aqui hoje: Fórum Brasileiro em Defesa da Cultura e do Entretenimento Manifesto em Defesa da Regulamentação da Meia- Entrada Esse manifesto faz referência a 4 ou 5 pontos. 1 - Acreditamos na meia-entrada como importante mecanismo de acesso à cultura e ao entretenimento por parte dos estudantes e idosos. 2 - É necessária a votação em caráter de urgência do PL nº 5.205/05, ou a promulgação de decreto ou medida provisória por parte do Executivo, considerando o interesse comum na regulamentação da questão em todo o País. Era, então, o projeto que estava em tramitação, de autoria do Deputado Eduardo Paes. 3 - Cobrar das devidas instâncias governamentais uma posição em relação à contrapartida referente à perda de receita causada pelo benefício da meia-entrada aos agentes e promotores de cultura e entretenimento, pois, como em qualquer outra atividade da economia, necessita e tem o direito à contrapartida do Estado, de acordo com a Constituição. 4 - A validação apenas das carteiras emitidas pelas entidades estruturadas e reconhecidas nacionalmente, mediante apresentação de documentos que comprovem sua atuação legal e legítima. 5 - Criação de um fórum formado por representantes das entidades representativas dos 13

15 estudantes e do fazer cultural e de entretenimento no País, para gerenciamento e controle desse mecanismo. Isso foi feito em 1º de agosto de O então Presidente da UNE (Gustavo Petta), Thiago Franco, Augusto Chagas, enfim, representantes de uma série de entidades e vários artistas assinaram o manifesto. Caetano Veloso e diversos outros artistas importantes firmaram esse manifesto. Enfim, estamos reafirmando junto a esta Comissão que não estamos trazendo aqui um assunto novo. Já avançamos bastante. Foram feitas inúmeras discussões que resultaram no projeto votado e aprovado no Senado, como lembrou muito bem o Sr. Marcelo Bones. Precisamos ter o cuidado de não partir da estaca zero, como se nada tivesse acontecido. Hoje há consenso sobre vários e vários pontos. Concordo com a UNE. Tanto quanto a UNE, nós, entidades representativas dos estudantes, dos artistas e dos produtores, também temos observações importantes a fazer. A primeira preocupação é com a questão do subsídio, embora ele não esteja contemplado no texto. Estava no texto original, mas foi retirado. Eu posso citar para a Mesa um parecer interessante feito na Câmara dos Deputados, em relação a diversos projetos que tinham a propositura de meia-entrada e de descontos: Projeto de Lei nº 4.637, de 2001, apensados os Projetos nºs 1.671, de 2003, 2.394, de 2003, 3.235, de 2004, etc. Há uma série de projetos. Basicamente, esses projetos têm o mesmo conteúdo, que é dar desconto ao estudante, ao idoso, ao professor, a esse, àquele e àquele outro. Todos foram vetados pela Comissão de Constituição e Justiça, exatamente porque não definem a fonte pagadora do subsídio. Até para que não caiamos novamente no mesmo erro, essa questão tem de ser abordada. É importante. No voto final, o Relator diz que se manifesta pela inconstitucionalidade dos projetos de leis tais, tais e tais, restando prejudicadas... Fala sobre a inconstitucionalidade desses projetos. Diz o seguinte: Resta claro, portanto, que a intervenção estatal na economia como atuação de exceção só 14

TOBY MENDEL (Consultor Internacional da Unesco): [pronunciamento em outro idioma] INTÉRPRETE: Deixa eu começar agradecendo para os apresentadores.

TOBY MENDEL (Consultor Internacional da Unesco): [pronunciamento em outro idioma] INTÉRPRETE: Deixa eu começar agradecendo para os apresentadores. TOBY MENDEL (Consultor Internacional da Unesco): [pronunciamento em outro idioma] INTÉRPRETE: Deixa eu começar agradecendo para os apresentadores. Aqui, a gente tem uma apresentação muito importante, e

Leia mais

DEPARTAMENTO DE TAQUIGRAFIA, REVISÃO E REDAÇÃO NÚCLEO DE REVISÃO DE COMISSÕES TEXTO COM REDAÇÃO FINAL

DEPARTAMENTO DE TAQUIGRAFIA, REVISÃO E REDAÇÃO NÚCLEO DE REVISÃO DE COMISSÕES TEXTO COM REDAÇÃO FINAL CÂMARA DOS DEPUTADOS DEPARTAMENTO DE TAQUIGRAFIA, REVISÃO E REDAÇÃO NÚCLEO DE REVISÃO DE COMISSÕES TEXTO COMISSÃO ESPECIAL - PL 203/91 - POLÍTICA NACIONAL DE RESÍDUOS EVENTO: Reunião Ordinária N : 000638/01

Leia mais

MARGEM DE CONTRIBUIÇÃO: QUANTO SOBRA PARA SUA EMPRESA?

MARGEM DE CONTRIBUIÇÃO: QUANTO SOBRA PARA SUA EMPRESA? MARGEM DE CONTRIBUIÇÃO: QUANTO SOBRA PARA SUA EMPRESA? Que nome estranho! O que é isso? Essa expressão, Margem de Contribuição, pode soar estranha aos ouvidos, mas entender o que significa ajudará muito

Leia mais

SENADO FEDERAL Comissão de Assuntos Sociais

SENADO FEDERAL Comissão de Assuntos Sociais SENADO FEDERAL Comissão de Assuntos Sociais AUDIÊNCIA PÚBLICA REALIZADA NA COMISSÃO DE ASSUNTOS SOCIAIS EM 28 DE JUNHO DE 2006 PARA INSTRUIR O PROJETO DE LEI DO SENADO Nº25, DE 2002, QUE DISPÕE SOBRE O

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Coordenação de Biblioteca 15 Discurso na cerimónia de sanção

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Coordenação de Biblioteca 77 Discurso na cerimónia de lançamento

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Coordenação de Biblioteca 21 Discurso na cerimónia de instalação

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Coordenação de Biblioteca 70 Cerimónia de sanção do projeto

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Coordenação de Biblioteca Pronunciamento na primeira reunião

Leia mais

Entrevista. Por DANIELA MENDES

Entrevista. Por DANIELA MENDES Entrevista ''O Estado não pode tutelar a sociedade'' O presidente da Frente Parlamentar de Comunicação diz que a Constituição estabelece só cinco pontos a serem normatizados: tabaco, álcool, medicamentos,

Leia mais

TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL DO RIO DE JANEIRO Escola Judiciária Eleitoral

TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL DO RIO DE JANEIRO Escola Judiciária Eleitoral TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL DO RIO DE JANEIRO Escola Judiciária Eleitoral Abril 2013 TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO Presidente Desembargadora Letícia De Faria Sardas Corregedor

Leia mais

Sempre estou tranquilo nesta Casa, mas aqui temos posição política. Eu fico admirado de ver

Sempre estou tranquilo nesta Casa, mas aqui temos posição política. Eu fico admirado de ver SESSÃO: 255-S0 DATA: 27/08/15 FL: 1 DE 5 O SR. TONINHO VESPOLI (PSOL) - Boa tarde novamente a todos e a todas. Sempre estou tranquilo nesta Casa, mas aqui temos posição política. Eu fico admirado de ver

Leia mais

PROJETO DE LEI N o 197, DE 2011 (Apensos os PLs nºs 2.320/11, 2.560/11, 3.330/12, 3.780/12 e 3.816/12)

PROJETO DE LEI N o 197, DE 2011 (Apensos os PLs nºs 2.320/11, 2.560/11, 3.330/12, 3.780/12 e 3.816/12) COMISSÃO DE CULTURA 1 PROJETO DE LEI N o 197, DE 2011 (Apensos os PLs nºs 2.320/11, 2.560/11, 3.330/12, 3.780/12 e 3.816/12) Dispõe sobre o desconto de 50% (cinquenta por cento) em eventos culturais e

Leia mais

Projeto de Lei de Iniciativa Popular para uma mídia Democrática

Projeto de Lei de Iniciativa Popular para uma mídia Democrática Projeto de Lei de Iniciativa Popular para uma mídia Democrática Comunicação é um direito de todos No Brasil, os meios de comunicação estão concentrados nas mãos de poucas empresas familiares que têm a

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Coordenação de Biblioteca Discurso na cerimónia de regulamentação

Leia mais

Mobilização: 5% do Orçamento para Assistência Social. [Projeto de Emenda à Lei Orgânica do Município nº 02/09]

Mobilização: 5% do Orçamento para Assistência Social. [Projeto de Emenda à Lei Orgânica do Município nº 02/09] Mobilização: 5% do Orçamento para Assistência Social [Projeto de Emenda à Lei Orgânica do Município nº 02/09] Apresentação O retrato social da cidade de São Paulo revela uma lógica contraditória: a cidade

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Coordenação de Biblioteca 69 Discurso na cerimônia de assinatura

Leia mais

ACS Assessoria de Comunicação Social

ACS Assessoria de Comunicação Social O tempo e a espera Ministro fala de projetos em andamento e ações do governo para a área educacional Entrevista do ministro publicada na Revista Educação no dia 26 de maio de 2004. Tarso Genro é considerado

Leia mais

Pra que serve tudo isso?

Pra que serve tudo isso? Capítulo 1 Pra que serve tudo isso? Parabéns! Você tem em mãos a base para o início de um bom planejamento financeiro. O conhecimento para começar a ver o dinheiro de outro ponto de vista, que nunca foi

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Coordenação de Biblioteca 106 Discurso na cerimónia de entrega

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Coordenação de Biblioteca 11 Discurso na cerimónia de posse

Leia mais

CONSTRUINDO A DEMOCRACIA SOCIAL PARTICIPATIVA

CONSTRUINDO A DEMOCRACIA SOCIAL PARTICIPATIVA CONSTRUINDO A DEMOCRACIA SOCIAL PARTICIPATIVA Clodoaldo Meneguello Cardoso Nesta "I Conferência dos lideres de Grêmio das Escolas Públicas Estaduais da Região Bauru" vamos conversar muito sobre política.

Leia mais

COMISSÃO DE DEFESA DO CONSUMIDOR

COMISSÃO DE DEFESA DO CONSUMIDOR COMISSÃO DE DEFESA DO CONSUMIDOR PROJETO DE LEI N o 3.323, DE 2012 Dispõe sobre a regulamentação da cobrança de taxa de conveniência pelas empresas prestadoras de serviço de venda de ingressos pela internet

Leia mais

PARECER Nº, DE 2009. RELATORA: Senadora ROSALBA CIARLINI I RELATÓRIO

PARECER Nº, DE 2009. RELATORA: Senadora ROSALBA CIARLINI I RELATÓRIO PARECER Nº, DE 2009 Da COMISSÃO DE ASSUNTOS SOCIAIS, sobre o Projeto de Lei da Câmara nº 221, de 2009 (PL nº 5.798, de 2009, na origem), de iniciativa do Presidente da República, que institui o Programa

Leia mais

Histórico das ações sobre Carga Horária de psicólogos no município do Rio de Janeiro pelo Conselho Regional de Psicologia do Rio de Janeiro - CRP/05

Histórico das ações sobre Carga Horária de psicólogos no município do Rio de Janeiro pelo Conselho Regional de Psicologia do Rio de Janeiro - CRP/05 Histórico das ações sobre Carga Horária de psicólogos no município do Rio de Janeiro pelo Conselho Regional de Psicologia do Rio de Janeiro - CRP/05 Dezembro/2003 - A discussão sobre carga horária para

Leia mais

DEPARTAMENTO DE TAQUIGRAFIA, REVISÃO E REDAÇÃO NÚCLEO DE REDAÇÃO FINAL EM COMISSÕES TEXTO COM REDAÇÃO FINAL

DEPARTAMENTO DE TAQUIGRAFIA, REVISÃO E REDAÇÃO NÚCLEO DE REDAÇÃO FINAL EM COMISSÕES TEXTO COM REDAÇÃO FINAL CÂMARA DOS DEPUTADOS DEPARTAMENTO DE TAQUIGRAFIA, REVISÃO E REDAÇÃO NÚCLEO DE REDAÇÃO FINAL EM COMISSÕES TEXTO COMISSÃO DE DIREITOS HUMANOS E MINORIAS EVENTO: AUDIÊNCIA PÚBLICA N : 1381/04 DATA: 24/11/2004

Leia mais

PESQUISA DIAGNÓSTICA - SISTEMATIZAÇÃO. - Sim, estou gostando dessa organização sim, porque a gente aprende mais com organização das aulas.

PESQUISA DIAGNÓSTICA - SISTEMATIZAÇÃO. - Sim, estou gostando dessa organização sim, porque a gente aprende mais com organização das aulas. ESCOLA MUNICIPAL BUENA VISTA Goiânia, 19 de junho de 2013. - Turma: Mestre de Obras e Operador de computador - 62 alunos 33 responderam ao questionário Orientador-formador: Marilurdes Santos de Oliveira

Leia mais

PROJETO DE LEI. I - possibilitar o acesso e a fruição dos produtos e serviços culturais;

PROJETO DE LEI. I - possibilitar o acesso e a fruição dos produtos e serviços culturais; PROJETO DE LEI Institui o Programa de Cultura do Trabalhador, cria o Vale-Cultura e dá outras providências. O CONGRESSO NACIONAL decreta: Art. 1 o Fica instituído, sob a gestão do Ministério da Cultura,

Leia mais

O SR. RAUL CUTAIT - Ministro Gilmar Mendes, estimado. caro Ministro Gilmar Mendes que seu convite, para mim, foi

O SR. RAUL CUTAIT - Ministro Gilmar Mendes, estimado. caro Ministro Gilmar Mendes que seu convite, para mim, foi O SR. RAUL CUTAIT - Ministro Gilmar Mendes, estimado Ministro Cezar Peluso, senhoras e senhores. Inicialmente, quero dizer ao meu caro Ministro Gilmar Mendes que seu convite, para mim, foi uma convocação.

Leia mais

RELATÓRIO DA REUNIÃO DO GTT -TRABALHO E TRIBUTAÇÃO DIA 13 DE SETEMBRO DE 2006 MINISTÉRIO DA CULTURA BRASÍLIA-DF

RELATÓRIO DA REUNIÃO DO GTT -TRABALHO E TRIBUTAÇÃO DIA 13 DE SETEMBRO DE 2006 MINISTÉRIO DA CULTURA BRASÍLIA-DF RELATÓRIO DA REUNIÃO DO GTT -TRABALHO E TRIBUTAÇÃO DIA 13 DE SETEMBRO DE 2006 MINISTÉRIO DA CULTURA BRASÍLIA-DF 1 SUMÁRIO 1. Enquadramento das produtoras no Simples 6 2. Priorização das demandas para o

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Coordenação de Biblioteca 62 Discurso na cerimónia de apresentação

Leia mais

ESTADO DE GOIÁS MINISTÉRIO PÚBLICO 12ª

ESTADO DE GOIÁS MINISTÉRIO PÚBLICO 12ª RECOMENDAÇÃO Goiânia, 17 de maio de 2007. O Ministério Público do Estado de Goiás, por intermédio dos promotores de justiça titulares das 12 e 70 promotorias de justiça desta capital Promotorias de Defesa

Leia mais

PROPOSTA DE EMENDA À CONSTITUIÇÃO Nº 17, DE 2012

PROPOSTA DE EMENDA À CONSTITUIÇÃO Nº 17, DE 2012 PROPOSTA DE EMENDA À CONSTITUIÇÃO Nº 17, DE 2012 Primeira sessão de discussão, em primeiro turno, da Proposta de Emenda à Constituição nº 17, de 2012, tendo como primeiro signatário o Deputado Maurício

Leia mais

Pronunciamento à nação do Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, na cerimônia de posse Palácio do Planalto, 1º de janeiro de 2007

Pronunciamento à nação do Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, na cerimônia de posse Palácio do Planalto, 1º de janeiro de 2007 Pronunciamento à nação do Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, na cerimônia de posse Palácio do Planalto, 1º de janeiro de 2007 Meus queridos brasileiros e brasileiras, É com muita emoção

Leia mais

PARECER Nº, DE 2013. RELATOR: Senador ARMANDO MONTEIRO

PARECER Nº, DE 2013. RELATOR: Senador ARMANDO MONTEIRO PARECER Nº, DE 2013 Da COMISSÃO DE CONSTITUIÇÃO, JUSTIÇA E CIDADANIA, sobre o Projeto de Lei do Senado nº 368, de 2012, da Senadora Ana Amélia, que altera a Lei nº 12.651, de 25 de maio de 2012, para dispor

Leia mais

Remuneração de Dirigentes de Entidades Sem Fins Lucrativos

Remuneração de Dirigentes de Entidades Sem Fins Lucrativos Remuneração de Dirigentes de Entidades Sem Fins Lucrativos Tomáz de Aquino Resende Promotor de Justiça. Coordenador do Centro de Apoio Operacional das Promotorias de Tutela de Fundações de Minas Gerais.

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Coordenação de Biblioteca 11 Pronunciamento sobre a questão

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Coordenação de Biblioteca 40 Discurso na solenidade de sanção

Leia mais

Lanches ser hoje uma referência gastronômica em Londrina.

Lanches ser hoje uma referência gastronômica em Londrina. EntreVISTA Fotos: Divulgação/Shutterstock O grande empreendedor encara os desafios Entre esperar o livro pronto e escrevê-lo, o comerciante Arnaldo Tsuruda preferiu seguir pela segunda opção. A história

Leia mais

8 Passos para o Recrutamento Eficaz. Por Tiago Simões

8 Passos para o Recrutamento Eficaz. Por Tiago Simões 8 Passos para o Recrutamento Eficaz Por Tiago Simões Uma das coisas que aprendi na indústria de marketing de rede é que se você não tem um sistema de trabalho que comprovadamente funcione, muito provavelmente

Leia mais

MANUAL DO JOVEM DEPUTADO

MANUAL DO JOVEM DEPUTADO MANUAL DO JOVEM DEPUTADO Edição 2014-2015 Este manual procura expor, de forma simplificada, as regras do programa Parlamento dos Jovens que estão detalhadas no Regimento. Se tiveres dúvidas ou quiseres

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Coordenação de Biblioteca 41 Discurso na cerimónia de celebração

Leia mais

Copa do Mundo de Futebol Brasil 2014

Copa do Mundo de Futebol Brasil 2014 Copa do Mundo de Futebol Brasil 2014 Pesquisa de opinião pública nacional Janeiro/Fevereiro 2012 População não quer bebida alcoólica na Copa De acordo com pesquisa realizada pelo DataSenado, 80% dos brasileiros

Leia mais

DICA 1. VENDA MAIS ACESSÓRIOS

DICA 1. VENDA MAIS ACESSÓRIOS DICA 1. VENDA MAIS ACESSÓRIOS Uma empresa sem vendas simplesmente não existe, e se você quer ter sucesso com uma loja você deve obrigatoriamente focar nas vendas. Pensando nisso começo este material com

Leia mais

COMISSÃO DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO

COMISSÃO DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO COMISSÃO DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO PROJETO DE LEI N o 4.804-A, DE 2001 Dispõe sobre a atividade de empresa emissora de cartão de crédito, e dá outras providências. Autor: Deputado

Leia mais

MUNICÍPIO DE CUIABÁ) Excelentíssimo Senhor Presidente do. Supremo Tribunal Federal, Doutor Professor Gilmar Ferreira

MUNICÍPIO DE CUIABÁ) Excelentíssimo Senhor Presidente do. Supremo Tribunal Federal, Doutor Professor Gilmar Ferreira O SR. JOSÉ ANTÔNIO ROSA (PROCURADOR-GERAL DO MUNICÍPIO DE CUIABÁ) Excelentíssimo Senhor Presidente do Supremo Tribunal Federal, Doutor Professor Gilmar Ferreira Mendes, na pessoa de quem cumprimento todos

Leia mais

DEPARTAMENTO DE TAQUIGRAFIA, REVISÃO E REDAÇÃO NÚCLEO DE REDAÇÃO FINAL EM COMISSÕES TEXTO COM REDAÇÃO FINAL

DEPARTAMENTO DE TAQUIGRAFIA, REVISÃO E REDAÇÃO NÚCLEO DE REDAÇÃO FINAL EM COMISSÕES TEXTO COM REDAÇÃO FINAL CÂMARA DOS DEPUTADOS DEPARTAMENTO DE TAQUIGRAFIA, REVISÃO E REDAÇÃO NÚCLEO DE REDAÇÃO FINAL EM COMISSÕES TEXTO TRANSCRIÇÃO IPSIS VERBIS CPI - SIVAM EVENTO: Reunião Ordinária N : 0454/02 DATA: 21/05/02

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Coordenação de Biblioteca 53 Discurso na reunião do Fórum de

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Coordenação de Biblioteca 108 Solenidade de Entrega do 7a Prémio

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Coordenação de Biblioteca 104 Discurso no II Encontro Nacional

Leia mais

COMISSÃO DE EDUCAÇÃO E CULTURA. PROJETO DE LEI N o 197, DE 2011 (Apensos os PLs nºs 2.320/11, 2.560/11, 3.330/12, 3.780/2012 e 3.

COMISSÃO DE EDUCAÇÃO E CULTURA. PROJETO DE LEI N o 197, DE 2011 (Apensos os PLs nºs 2.320/11, 2.560/11, 3.330/12, 3.780/2012 e 3. COMISSÃO DE EDUCAÇÃO E CULTURA PROJETO DE LEI N o 197, DE 2011 (Apensos os PLs nºs 2.320/11, 2.560/11, 3.330/12, 3.780/2012 e 3.816/2012) Dispõe sobre o desconto de 50% (cinquenta por cento) em eventos

Leia mais

Grêmio em Forma: o fomento à participação dos jovens na escola como estratégia de prevenção da violência

Grêmio em Forma: o fomento à participação dos jovens na escola como estratégia de prevenção da violência Grêmio em Forma: o fomento à participação dos jovens na escola como estratégia de prevenção da violência (Artigo publicado no livro Violência & Juventude, editora Hucitec, 2010) Este texto pretende apresentar

Leia mais

Subseção I Disposição Geral

Subseção I Disposição Geral Subseção I Disposição Geral Art. 59. O processo legislativo compreende a elaboração de: I - emendas à Constituição; II - leis complementares; III - leis ordinárias; IV - leis delegadas; V - medidas provisórias;

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Coordenação de Biblioteca 29 Discurso na cerimónia de lançamento

Leia mais

DIREÇÃO NACIONAL DA CUT APROVA ENCAMINHAMENTO PARA DEFESA DA PROPOSTA DE NEGOCIAÇÃO DO SALÁRIO MÍNIMO, DAS APOSENTADORIAS E DO FATOR PREVIDENCIÁRIO

DIREÇÃO NACIONAL DA CUT APROVA ENCAMINHAMENTO PARA DEFESA DA PROPOSTA DE NEGOCIAÇÃO DO SALÁRIO MÍNIMO, DAS APOSENTADORIAS E DO FATOR PREVIDENCIÁRIO DIREÇÃO NACIONAL DA CUT APROVA ENCAMINHAMENTO PARA DEFESA DA PROPOSTA DE NEGOCIAÇÃO DO SALÁRIO MÍNIMO, DAS APOSENTADORIAS E DO FATOR PREVIDENCIÁRIO A CUT e as centrais sindicais negociaram com o governo

Leia mais

Companheiros e companheiras,

Companheiros e companheiras, Companheiros e companheiras, Utilizada sob o falso argumento de modernizar as relações de trabalho e garantir a especialização no serviço, a terceirização representa na realidade uma forma de reduzir o

Leia mais

REGIÃO AUTÓNOMA DOS AÇORES ASSEMBLEIA LEGISLATIVA REGIONAL Gabinete do Presidente

REGIÃO AUTÓNOMA DOS AÇORES ASSEMBLEIA LEGISLATIVA REGIONAL Gabinete do Presidente Diário da Sessão n.º 070 de 18/03/03 Presidente: Passamos ao ponto seguinte da nossa ordem de trabalhos Proposta de Decreto Legislativo Regional que aplica à Região Autónoma dos Açores o Decreto-Lei nº

Leia mais

ORDEM DO DIA PROJETO DE LEI Nº 031/2005, conforme emendado VEREADOR MARCO ANTÔNIO GRILLO

ORDEM DO DIA PROJETO DE LEI Nº 031/2005, conforme emendado VEREADOR MARCO ANTÔNIO GRILLO ATA DA QUADRAGÉSIMA SÉTIMA SESSÃO, EXTRAORDINÁRIA, DA 1ª SESSÃO LEGISLATIVA, DA 5ª LEGISLATURA DA CÂMARA MUNICIPAL DE VENDA NOVA DO IMIGRANTE, ESTADO DO ESPÍRITO SANTO... Aos vinte e sete dias do mês de

Leia mais

Participação Social como Método de Governo. Secretaria-Geral da Presidência da República

Participação Social como Método de Governo. Secretaria-Geral da Presidência da República Participação Social como Método de Governo Secretaria-Geral da Presidência da República ... é importante lembrar que o destino de um país não se resume à ação de seu governo. Ele é o resultado do trabalho

Leia mais

- GUIA DO EMPRESÁRIO - Lucros Bons e Lucros Ruins

- GUIA DO EMPRESÁRIO - Lucros Bons e Lucros Ruins - GUIA DO EMPRESÁRIO - Lucros Bons e Lucros Ruins Planeta Contábil 2008 Todos os Direitos Reservados (www.planetacontabil.com.br) 1/5 Lucros Bons e Lucros Ruins Podemos pensar que lucrar é sempre bom,

Leia mais

LEI DA MÍDIA DEMOCRÁTICA

LEI DA MÍDIA DEMOCRÁTICA LEI DA MÍDIA DEMOCRÁTICA (versão simples da Lei da Comunicação Social Eletrônica) CAPÍTULO 1 PARA QUE SERVE A LEI Artigo 1 - Esta lei serve para falar como vai acontecer de fato o que está escrito em alguns

Leia mais

Você já teve a experiência de enviar um email e, em pouco tempo, ver pedidos de orçamento e vendas sendo concretizadas?

Você já teve a experiência de enviar um email e, em pouco tempo, ver pedidos de orçamento e vendas sendo concretizadas? 2 Você já teve a experiência de enviar um email e, em pouco tempo, ver pedidos de orçamento e vendas sendo concretizadas? É SOBRE ISSO QUE VOU FALAR NESTE TEXTO. A maioria das empresas e profissionais

Leia mais

Análise do Edital AFRFB 2014

Análise do Edital AFRFB 2014 Análise do Edital AFRFB 2014 Olá amigos concurseiros, Hoje (dia 10/03/2014) saiu o edital para o concurso de AUDITOR FISCAL DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL (AFRFB). Serão 278 vagas. Entretanto, já sabemos

Leia mais

DEPARTAMENTO DE TAQUIGRAFIA, REVISÃO E REDAÇÃO NÚCLEO DE REDAÇÃO FINAL EM COMISSÕES TEXTO COM REDAÇÃO FINAL TRANSCRIÇÃO IPSIS VERBIS

DEPARTAMENTO DE TAQUIGRAFIA, REVISÃO E REDAÇÃO NÚCLEO DE REDAÇÃO FINAL EM COMISSÕES TEXTO COM REDAÇÃO FINAL TRANSCRIÇÃO IPSIS VERBIS CÂMARA DOS DEPUTADOS DEPARTAMENTO DE TAQUIGRAFIA, REVISÃO E REDAÇÃO NÚCLEO DE REDAÇÃO FINAL EM COMISSÕES TEXTO TRANSCRIÇÃO IPSIS VERBIS CPI - GRUPOS DE EXTERMÍNIO NO NORDESTE EVENTO: Reunião ordinária

Leia mais

AS RECENTES MUDANÇAS NAS VAGAS DOS LEGISLATIVOS MUNICIPAIS DO BRASIL

AS RECENTES MUDANÇAS NAS VAGAS DOS LEGISLATIVOS MUNICIPAIS DO BRASIL Encontro de Ensino, Pesquisa e Extensão, Presidente Prudente, 18 a 22 de outubro, 2010 770 AS RECENTES MUDANÇAS NAS VAGAS DOS LEGISLATIVOS MUNICIPAIS DO BRASIL Tiago Valenciano Mestrando do Programa de

Leia mais

Onde você vai encontrar as suas futuras iniciadas?????

Onde você vai encontrar as suas futuras iniciadas????? Há 16 anos quando entrou na MK, a consagrada Diretora Nacional, Gloria Mayfield, não sabia como chegar ao topo, hoje ela dá o seguinte conselho. As lições que eu aprendi na Mary Kay para me tornar uma

Leia mais

Temas relevantes da agenda federativa Agosto de 2012

Temas relevantes da agenda federativa Agosto de 2012 Relatório produzido nos termos do Acordo de Cooperação Técnica firmado entre o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) e a Secretaria de Relações Institucionais da Presidência da República, 2011.

Leia mais

E-COMMERCE: implicações jurídicas das relações virtuais * : entrevista

E-COMMERCE: implicações jurídicas das relações virtuais * : entrevista E-COMMERCE: implicações jurídicas das relações virtuais * : entrevista RUY ROSADO DE AGUIAR JÚNIOR** Ministro do Superior Tribunal de Justiça O Ministro Ruy Rosado de Aguiar, do Superior Tribunal de Justiça,

Leia mais

COMUNICADO LEGISLATIVO Nº 1/2013. Projetos de Lei e Trâmites 1ª quinzena de novembro/2013

COMUNICADO LEGISLATIVO Nº 1/2013. Projetos de Lei e Trâmites 1ª quinzena de novembro/2013 Matérias na Câmara PEC 185/2012 Acrescenta parágrafos ao art. 37 da Constituição Federal para estabelecer data certa para a revisão geral anual da remuneração dos servidores públicos e dá outras providências.

Leia mais

Elas formam um dos polos mais dinâmicos da economia brasileira, e são o principal sustentáculo do emprego e da distribuição de renda no país.

Elas formam um dos polos mais dinâmicos da economia brasileira, e são o principal sustentáculo do emprego e da distribuição de renda no país. Fonte: http://www.portaldaindustria.org.br 25/02/2015 PRONUNCIAMENTO DO PRESIDENTE DO CONSELHO DELIBERATIVO NACIONAL (CDN) DO SERVIÇO BRASILEIRO DE APOIO ÀS MICRO E PEQUENAS EMPRESAS (SEBRAE), NA SOLENIDADE

Leia mais

Resumo Executivo da 142 a Reunião da Comissão Intergestores Tripartite

Resumo Executivo da 142 a Reunião da Comissão Intergestores Tripartite Resumo Executivo da 142 a Reunião da Comissão Intergestores Tripartite Data: 03 de Setembro de 2015 Local: Sala de Reunião do CNAS, Esplanada dos Ministérios, Anexo do Bloco F, Ala A, 1 o andar, Brasília-DF.

Leia mais

No entanto, a efetividade desses dispositivos constitucionais está longe de alcançar sua plenitude.

No entanto, a efetividade desses dispositivos constitucionais está longe de alcançar sua plenitude. A MULHER NA ATIVIDADE AGRÍCOLA A Constituição Federal brasileira estabelece no caput do art. 5º, I, que homens e mulheres são iguais em direitos e obrigações e reconhece no dispositivo 7º a igualdade de

Leia mais

O Antídoto para o Manual do Comprador Marc Burbridge e Sérgio Costa

O Antídoto para o Manual do Comprador Marc Burbridge e Sérgio Costa O para o Manual do Comprador Marc Burbridge e Sérgio Costa Recebemos uma cópia do chamado Manual do Comprador e concluímos que precisávamos apresentar o antídoto, conforme indicado abaixo. Dica 1. Nunca

Leia mais

MEU TIO MATOU UM CARA

MEU TIO MATOU UM CARA MEU TIO MATOU UM CARA M eu tio matou um cara. Pelo menos foi isso que ele disse. Eu estava assistindo televisão, um programa idiota em que umas garotas muito gostosas ficavam dançando. O interfone tocou.

Leia mais

Dpto. Jurídico do Direito Administrativo da ANSEF/RJ

Dpto. Jurídico do Direito Administrativo da ANSEF/RJ Dpto. Jurídico do Direito Administrativo da ANSEF/RJ É bom saber... LEI Nº 12.618, DE 30 DE ABRIL DE 2012. Institui o regime de previdência complementar para os servidores públicos federais titulares de

Leia mais

Salários são baixos. Mudança não é consensual

Salários são baixos. Mudança não é consensual Fonte: Agência Câmara de Notícias, por Noéli Nobre e Patricia Roedel 13.09.2013 Reportagem especial mostra dificuldades dos deficientes no mercado de trabalho. Conheça os aspectos legais, os projetos de

Leia mais

3. Os erros têm sido cometidos exatamente onde há maior dificuldade...

3. Os erros têm sido cometidos exatamente onde há maior dificuldade... Entrevista com PEDRO MANDELLI Consultor na área de mudança organizacional, Pedro Mandelli é um dos maiores especialistas em desenho e condução de processos de mudança em organizações. É professor da Fundação

Leia mais

03 Passos para o Seu Dinheiro da Poupança

03 Passos para o Seu Dinheiro da Poupança 03 Passos para o Seu Dinheiro da Poupança Render 5 Vezes Mais por Leandro Sierra Índice Apresentação...03 Introdução... 04 Passo 1...05 Passo 2... 08 Educação Financeira para a Segurança do seu Investimento...

Leia mais

PROPOSTA DE FISCALIZAÇÃO E CONTROLE Nº DE 2014 (Do Sr. Luiz Fernando Machado)

PROPOSTA DE FISCALIZAÇÃO E CONTROLE Nº DE 2014 (Do Sr. Luiz Fernando Machado) PROPOSTA DE FISCALIZAÇÃO E CONTROLE Nº DE 2014 (Do Sr. Luiz Fernando Machado) Propõe que a Comissão de Fiscalização Financeira e Controle com o auxílio do Tribunal de Contas da União e do Ministério Público

Leia mais

PRONUNCIAMENTO SOBRE VIGÊNCIA DA PORTARIA 1.220/2007, DO MINISTÉRIO DA JUSTIÇA, QUE ATRASA A PROGRAMAÇÃO DA

PRONUNCIAMENTO SOBRE VIGÊNCIA DA PORTARIA 1.220/2007, DO MINISTÉRIO DA JUSTIÇA, QUE ATRASA A PROGRAMAÇÃO DA PRONUNCIAMENTO SOBRE VIGÊNCIA DA PORTARIA 1.220/2007, DO MINISTÉRIO DA JUSTIÇA, QUE ATRASA A PROGRAMAÇÃO DA TELEVISÃO ABERTA NOS ESTADOS DO AMAZONAS, MATO GROSSO DO SUL, PARÁ, RONDÔNIA, RORAIMA E ACRE

Leia mais

Diagnosticando os problemas da sua empresa

Diagnosticando os problemas da sua empresa Diagnosticando os problemas da sua empresa O artigo que você vai começar a ler agora é a continuação da matéria de capa da edição de agosto de 2014 da revista VendaMais. O acesso é restrito a assinantes

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Coordenação de Biblioteca 68 Discurso na cerimónia de lançamento

Leia mais

OS 3 PASSOAS PARA O SUCESSO NA SEGURANÇA PATRIMONIAL

OS 3 PASSOAS PARA O SUCESSO NA SEGURANÇA PATRIMONIAL WWW.SUPERVISORPATRIMONIAL.COM.BR SUPERVISOR PATRIMONIAL ELITE 1 OS 3 PASSOS PARA O SUCESSO NA CARREIRA DA SEGURANÇA PATRIMONIAL Olá, companheiro(a) QAP TOTAL. Muito prazer, meu nome e Vinicius Balbino,

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Coordenação de Biblioteca Pronunciamento após sanção do projeto

Leia mais

Geração Graças Peça: A ressurreição da filha de Jairo

Geração Graças Peça: A ressurreição da filha de Jairo Geração Graças Peça: A ressurreição da filha de Jairo Autora: Tell Aragão Personagens: Carol (faz só uma participação rápida no começo e no final da peça) Mãe - (só uma voz ela não aparece) Gigi personagem

Leia mais

Carta Aberta dos estudantes do ProUni ao Ministro de Estado da Educação

Carta Aberta dos estudantes do ProUni ao Ministro de Estado da Educação Carta Aberta dos estudantes do ProUni ao Ministro de Estado da Educação Senhor Ministro, Nós, estudantes bolsistas do ProUni, reunidos na cidade de São Paulo, dedicamos algumas palavras a Vossa Excelência,

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Coordenação de Biblioteca 38 Solenidade de Regulamentação do

Leia mais

Então, é difícil para a gente afirmar um número ainda, mas vai estar nesse intervalo entre estabilidade e alguma coisa perto de 2% ou 3%.

Então, é difícil para a gente afirmar um número ainda, mas vai estar nesse intervalo entre estabilidade e alguma coisa perto de 2% ou 3%. Q&A de Teleconferência Resultado 3T08 ALL América Latina Logística 13 de novembro de 2008 Na redução de guidance de vocês, essa expressão interessante, um crescimento marginal de yield. Em um crescimento

Leia mais

2013/2016, REALIZADA NA CÂMARA MUNICIPAL DE MURIAÉ, EDIFÍCIO MANUEL CORRÊA DO PRADO, SITUADA À PRAÇA CORONEL PACHECO DE MEDEIROS, S

2013/2016, REALIZADA NA CÂMARA MUNICIPAL DE MURIAÉ, EDIFÍCIO MANUEL CORRÊA DO PRADO, SITUADA À PRAÇA CORONEL PACHECO DE MEDEIROS, S ATA DA 9 a REUNIÃO EXTRAORDINÁRIA DA 2ª SESSÃO LEGISLATIVA DA 33 a LEGISLATURA, 2013/2016, REALIZADA NA CÂMARA MUNICIPAL DE MURIAÉ, EDIFÍCIO MANUEL CORRÊA DO PRADO, SITUADA À PRAÇA CORONEL PACHECO DE MEDEIROS,

Leia mais

COMISSÃO DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO

COMISSÃO DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO COMISSÃO DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO PROJETO DE LEI N o 1.529, DE 2015 Dispõe sobre a renovação das frotas das empresas prestadoras de serviço de locação de veículos. Autor: Deputado

Leia mais

DEPARTAMENTO DE TAQUIGRAFIA, REVISÃO E REDAÇÃO

DEPARTAMENTO DE TAQUIGRAFIA, REVISÃO E REDAÇÃO DEPARTAMENTO DE TAQUIGRAFIA, REVISÃO E REDAÇÃO SESSÃO: 017.4.54.N DATA: 27/05/14 TURNO: Matutino TIPO DA SESSÃO: Solene - CN LOCAL: Plenário Principal - SF INÍCIO: 11h43min TÉRMINO: 11h54min DISCURSOS

Leia mais

Teleconferência Novo Diretor-Presidente 15 de Junho de 2015

Teleconferência Novo Diretor-Presidente 15 de Junho de 2015 Operadora: Bom dia. Sejam bem-vindos à teleconferência da TOTVS. Estão presentes os senhores Laércio Cosentino, CEO e Membro do Conselho da Administração, Rodrigo Kede, Diretor-presidente, e Gilsomar Maia,

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Coordenação de Biblioteca 53 Discurso na solenidade de lançamento

Leia mais

DA ELABORAÇÃO PARTICIPATIVA À GESTÃO DEMOCRÁTICA: CONSIDERAÇÕES SOBRE A IMPLEMENTAÇÃO DO PLANO DIRETOR MUNICIPAL *

DA ELABORAÇÃO PARTICIPATIVA À GESTÃO DEMOCRÁTICA: CONSIDERAÇÕES SOBRE A IMPLEMENTAÇÃO DO PLANO DIRETOR MUNICIPAL * DA ELABORAÇÃO PARTICIPATIVA À GESTÃO DEMOCRÁTICA: CONSIDERAÇÕES SOBRE A IMPLEMENTAÇÃO DO PLANO DIRETOR MUNICIPAL * Nathan Belcavello de Oliveira 1 Fabiana Borges da Silva Moreira 2 Oficina: Gestão Democrática

Leia mais

Discurso do Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, na audiência com personalidades do mundo do livro

Discurso do Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, na audiência com personalidades do mundo do livro , Luiz Inácio Lula da Silva, na audiência com personalidades do mundo do livro Brasília - DF, 21 de setembro de 2006 Eu poderia deixar você falar, Paim, mas o microfone é alto e você não vai alcançar aqui.

Leia mais

MONITORAMENTO DE POLÍTICAS PÚBLICAS 2013

MONITORAMENTO DE POLÍTICAS PÚBLICAS 2013 A PARTICIPAÇÃO DO CIDADÃO NA CONSTRUÇÃO E NO MONITORAMENTO DE POLÍTICAS PÚBLICAS AGENDA CICLO ORÇAMENTÁRIO 2013 MONITORAMENTO DE POLÍTICAS PÚBLICAS 2013 MESA DA ASSEMBLEIA Deputado Dinis Pinheiro Presidente

Leia mais

PROJETO DE LEI N.º 285, DE 2011 (Apensado: PL nº 1.328, de 2011)

PROJETO DE LEI N.º 285, DE 2011 (Apensado: PL nº 1.328, de 2011) COMISSÃO DE EDUCAÇÃO E CULTURA PROJETO DE LEI N.º 285, DE 2011 (Apensado: PL nº 1.328, de 2011) Acrescenta 3º ao art. 23 da Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, que estabelece as diretrizes e bases

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Coordenação de Biblioteca 42 Discurso no Hotel Tropical MANAUS,

Leia mais

Como conversar com possíveis iniciadas

Como conversar com possíveis iniciadas Como conversar com possíveis iniciadas Convidar outras mulheres a tornarem-se consultoras é uma atividade chave para quem quer tornar-se diretora. Aprenda como fazer a entrevista de iniciação, ou seja:

Leia mais

COMISSÃO DE MEIO AMBIENTE E DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL

COMISSÃO DE MEIO AMBIENTE E DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL COMISSÃO DE MEIO AMBIENTE E DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL PROJETO DE LEI N o 266, DE 2007 (Apensos: PLs n os 453/2007, 701/2007, 6.519/2009 e 3.729/2012) Altera a Lei nº 9.985, de 2000, que regulamenta o

Leia mais