EXCELENTÍSSIMO SENHOR DOUTOR JUIZ DE DIREITO DA VARA ÚNICA DA COMARCA DE CARMO DO CAJURU (MG)

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1 EXCELENTÍSSIMO SENHOR DOUTOR JUIZ DE DIREITO DA VARA ÚNICA DA COMARCA DE CARMO DO CAJURU (MG) AÇÃO CIVIL PÚBLICA (QUESTÃO DE RELEVÂNCIA SOCIAL): PROTEÇÃO DO IDOSO; NECESSIDADE DE PRIORIDADE NA TRAMITAÇÃO PROCESSUAL (arts A, 1211-B e 1211-C, todos do CPC, c/c o art. 71 do Estatuto do Idoso Lei /2003). DEFICIENTES- PASSE LIVRE NO TRANSPORTE URBANO É bom observar que atitudes de inércia do Poder Público ante nãoefetivação das condições para que as pessoas idosas possam exercer seus direitos básicos de cidadãos (liberdade de locomoção, educação, saúde, lazer, trabalho, aposentadoria digna, assistência social, entre outros) traduzem, além de imperdoável desrespeito ao ser humano e à Constituição que os reconhece e os quer ver efetivados, uma inominável atitude racista, só comparável à insanidade de Hitler, muito bem demonstrada no documentário Arquitetura da destruição, no qual se pode ver que as vítimas preferenciais do Füher não eram somente os judeus, mas também os idosos. Paulo Roberto Barbosa Ramos (Direito à velhice: a proteção constitucional da pessoa idosa. In Os novos direitos no Brasil: natureza e perspectivas. WOLKMER, Antonio Carlos; LEITE, José Rubens Morato, orgs. São Paulo: Saraiva, 2003, pp. 147). O MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DE MINAS GERAIS, através da Promotora de Justiça, que ao final subscreve, com atribuições perante a curadoria da Defesa dos Direitos dos Deficientes e Idosos, vem, com fundamento nos arts. 5º, inciso XXXV, 129, inciso III, 230, 2º, 1º, III, todos da CR/88 e arts. 1º, inciso II e IV, 5º, caput, da Lei n.º 7.347/85 e art. 74, inciso I da Lei /03 Estatuto do Idoso, artigo 3º da Lei nº 7.853/89 e arts. 220 e 225 da lei orgânica municipal de Carmo do Cajuru, propor a presente AÇÃO CIVIL PÚBLICA, com pedidos cumulados de condenação em obrigações específicas de fazer e não fazer (abster-se), com REQUERIMENTO DE ANTECIPAÇÃO DOS EFEITOS DA TUTELA COLETIVA FINAL PRETENDIDA, em face da empresa demandada VIAÇÃO EMPRESA BRAULINO F. OLIVEIRA LTDA, pessoa jurídica de direito privado, inscrita no CNPJ nº , sediada na Rua Maranhão, nº 560, Divinópolis, C.E.P. : , fone (37) , pelas razões fáticas e fundamentos jurídicos abaixo aduzidos: 1. BREVES ASPECTOS INTRODUTÓRIOS DA DEMANDA COLETIVA E DOS PEDIDOS: A presente demanda coletiva tem o escopo de obter o pronunciamento jurisdicional favorável no sentido de conceder antecipação de tutela e ainda condenar, ao final, a empresa demandada, às obrigações específicas de fazer e de não fazer consistentes em fornecer transporte coletivo aos maiores de 65 (sessenta e cinco) anos e deficientes físicos, nos seus ônibus urbanos e naqueles que compõem a linha Divinópolis-Carmo do Cajuru, denominado semi-urbano e de se abster de fazer qualquer restrição ou discriminação nesse sentido. 1 Z:\CAODH\Idosos\Ações\ACP - transporte urbano e semi-urbano aos

2 Ocorre que mesmo após o advento da Lei /2003 Estatuto do Idoso, a empresa demandada recusa-se a fornecer o transporte gratuito aos idosos, nos referidos veículos, ao argumento de que estaria dispensada de fazê-lo com base em orientação do Departamento de Estradas de Rodagem de Minas Gerais DER. Da mesma forma, encontra-se noticiado nos autos que a empresa ré também recusa-se a fornecer transporte urbano gratuito aos deficientes físicos, na linha intramunicipal. Destarte, preceitua a Constituição Federal, art. 230, 2º: Aos maiores de sessenta e cinco anos é garantida a gratuidade dos transportes coletivos urbanos Por sua vez, o art. 39 da Lei /2003, preconiza: Aos maiores de sessenta e cinco anos fica assegurada a gratuidade de transportes coletivos públicos urbanos e semi-urbanos, exceto nos serviços seletivos e especiais, quando prestados paralelamente aos serviços regulares. (sublinhou-se) No que tange aos portadores de deficiência e idosos, a lei orgânica municipal, com a redação da emenda , dentro da competência constitucional que lhe foi outorgada (art. 23, II e, 30, I e V e 175, CF) estende o benefício da gratuidade de transporte público urbano aos primeiros, ex vi dos arts. 220 e 225, in verbis: Art. 220-Aos maiores de 65 (sessenta e cinco) anos é garantida a gratuidade do transporte coletivo urbano, semi-urbano e rural.... Art. 225 À pessoa portadora de necessidades especiais será assegurado o acesso ao transporte coletivo urbano, semi-urbano e rural, observando ainda o seguinte: A o portador de necessidades especiais terá sempre consigo o cartão de passe livre, de caráter permanente, personalizado e intransferível, a ser expedido pelo órgão gerenciador do sistema de transporte coletivo, após seleção e indicação do beneficiário, que ficará ao cargo e sob inteira responsabilidade do CMT (Conselho Municipal de Trânsito de Carmo do Cajuru-MG); B do cartão de passe livre constará a necessidade de acompanhante, conforme exigir o grau de deficiência do seu beneficiário; C o cartão de passe livre será obrigatoriamente exibido pelo usuário no ato do embarque.. No que tange ao transporte gratuito de idosos e deficientes, no trajeto intermunicipal preleciona a lei estadual 10419, de 16/01/1991: Art. 1º- O art. 1º da Lei nº 9.760, de 20 de abril de 1989, passa a vigorar com a seguinte redação: "Art. 1º- Fica concedido passe livre aos deficientes físicos, mentais e visuais e às pessoas com idade superior a 65 anos no transporte coletivo intermunicipal. Diante disso, em face das representações que chegaram a esta Promotoria de Justiça e uma vez esgotadas todas as formas de negociação com a empresa demandada, ao Ministério Público outra opção não restou, senão o ajuizamento da presente Ação Civil Pública. 2 Z:\CAODH\Idosos\Ações\ACP - transporte urbano e semi-urbano aos

3 O que se pretende nesta demanda coletiva, portanto, é que a requerida cumpra os preceitos legais e constitucionais, fornecendo o transporte gratuito aos maiores de sessenta e cinco (65) anos, bem como aos deficientes físicos, na linha urbana e semi-urbana, inclusive nos seus ônibus mais confortáveis, caso existentes. 2. PRELIMINARMENTE: TÍTULO ÚNICO: DA COMPETÊNCIA DO JUÍZO LOCAL PARA O PROCESSAMENTO E JULGAMENTO DA PRESENTE DEMANDA COLETIVA; No que tange à competência, aplicável na espécie o art. 80 da Lei /03 Estatuto do Idoso, que versa sobre a proteção judicial dos interesses difusos, coletivos e individuais indisponíveis ou homogêneos, em transcrição literal: Art. 80. Lei /2003. As ações previstas neste capítulo serão propostas no foro do domicílio do idoso, cujo juízo terá competência absoluta para processar a causa, ressalvadas as causas da Justiça Federal e a competência originária dos Tribunais Superiores. Outrossim, nos termos do demais dispositivos legais pertinentes, o juízo da Comarca de Carmo do Cajuru (MG) é competente para a propositura da presente ação civil pública, ex vi do art. 2º e Parágrafo único da Lei 7.347/85, in verbis: "As ações previstas nesta lei serão propostas no foro do local onde ocorrer o dano, cujo juízo terá competência funcional para processar e julgar a causa. Parágrafo único. A propositura da ação prevenirá a jurisdição do juízo para todas as ações posteriormente intentadas que possuam a mesma causa de pedir ou o mesmo objeto. Adotou-se aqui o critério especial de competência territorial que já era previsto no art. 100, V, a, do CPC, onde está fixado que é do juízo do lugar do ato ou fato a competência para a ação de reparação de dano. Por sua vez, o art. 2º da LACP, dispõe que o juízo do foro do local do dano tem competência funcional para processar e julgar a causa, de sorte que o referido dispositivo em epígrafe, diversamente daquele elencado no CPC, dispõe sobre regra de competência territorial-absoluto, portanto, absoluta por se tratar de critério também apontado na disposição legal como funcional. Observa-se no caso em tela que a empresa demandada desempenha suas atividades de transporte de passageiros dentro e entre os Municípios de Carmo do Cajuru e Divinópolis, o que faz gerar danos coletivos generalizados, abrangendo territorialmente mais de um foro e juízo. Entretanto, entende-se que neste presente caso, o dano é âmbito local, sem qualquer dimensão de natureza regional ou nacional. Desse modo, pelo critério especial de fixação de prevenção do juízo, aplicável às demandas coletivas, também por força do art. 93, I, do CDC, a presente ação pode ser ajuizada em qualquer das comarcas onde tenha ocorrido ou possa vir a ocorrer o dano, que é de âmbito local. Sobre a matéria, nesse sentido, colhe-se ensinamento de Nelson Nery Junior e de Rosa Maria de Andrade Nery: 1. Foro Competente: A competência é do foro do local onde ocorreu ou deva ocorrer o dano. Caso o dano se verifique em mais de uma comarca, é competente qualquer uma delas, resolvendo-se a questão pela 3 Z:\CAODH\Idosos\Ações\ACP - transporte urbano e semi-urbano aos

4 prevenção(cpc 106, 107, 219 e 263). Mesmo para os demais casos, sejam cautelares, de execução ou de conhecimento, é competente o foro do lugar onde o dano possa ou deva ocorrer(v. CDC 93 I e ECA 209) 1. No caso, ainda que a empresa demandada também exerça suas atividades industriais, consistente em transporte de passageiros em outros municípios, nada obsta que a demanda coletiva que vise a assegurar direitos e garantias constitucionalmente instituídos em favor dos idosos seja ajuizada nesta da Comarca, conforme motivos supra aduzidos. 3. DAS RAZÕES FÁTICAS ENSEJADORAS DA PRESENTE DEMANDA COLETIVA Da causa de pedir remota: 3.1. ASPECTOS FÁTICOS INTRODUTÓRIOS: Como é de conhecimento genérico, o estreito trajeto entre as cidades de Divinópolis e Carmo do Cajuru, bem como dentro do município, é feito maciçamente pelo transporte de ônibus, delegado à empresa ré. Esse transporte representa muita valia para os seus usuários idosos e deficientes, desprovidos de recursos financeiros, sobretudo porque facilita o acesso à cidade vizinha (Divinópolis), onde vão também em busca de maiores opções de tratamento médico especializado. A gratuidade do transporte público, portanto, representa uma significativa economia para esses idosos e deficientes carentes, os quais mereceram a devida assistência legal em comento. Assim, decorrido certo tempo desde a entrada em vigor da lei municipal em destaque, bem como do Estatuto do Idoso, a empresa demandada simplesmente absteve-se de fornecer a gratuidade de transporte coletivo aos idosos e deficientes desta comarca e região, ao argumento de que o trajeto entre as cidades de Carmo do Cajuru e Divinópolis seria considerado intermunicipal. Quanto ao transporte municipal, da mesma forma, apenas recusase a cumprir os preceitos legais pertinentes. Espancando quaisquer dúvidas sobre a natureza do trajeto Carmo do Cajuru e Divinópolis, o DER informou, em resposta ao ofício encaminhado por esta Promotoria que o trecho explorado pela empresa Braulino F. Oliveira Ltda., que faz a linha entre os Municípios Carmo do Cajuru e Divinópolis, pode ser considerado semi-urbano.(fls. 93 do inquérito civil). Destarte, expressamente inserida pelos dispositivos legais em comento DAS RECLAMAÇÕES ADVINDAS DA AUSÊNCIA DO FORNECIMENTO DE TRANSPORTE COLETIVO NOS DITOS ÔNIBUS: Em razão da representação de inúmeros cidadãos desta comarca, sobre o pleito em epígrafe, foi instaurado em 11 de novembro de 2003, o inquérito civil 03 de 2003 com o escopo de averiguar as denúncias, bem como sanar extrajudicialmente a transgressão legal. Todas as reclamações convergiam a uma só reivindicação: o fornecimento gratuito aos idosos e deficientes nos ônibus da linha urbana e da semi-urbana, Carmo do Cajuru-Divinópolis, cujo serviço é delegado à empresa demandada. 1 Código de Processo Civil Comentado e Legislação Processual Civil Extravagante em Vigor. 5ª ed. revi. e ampli. São Paulo: Editora Revista dos Tribunais, 2001, p Z:\CAODH\Idosos\Ações\ACP - transporte urbano e semi-urbano aos

5 Ante os fatos apresentadas, a Promotoria de Justiça desta comarca, na curadoria dos direitos dos portadores de deficiência e dos idosos, procedeu à instauração do inquérito civil suso mencionado, o qual, embora devidamente instruído, não obteve êxito na composição extrajudicial do gravame, em razão da irresignação da empresa requerida. Destarte, a referida documentação passa a fazer parte integrante da presente demanda coletiva, com o objetivo de fazer cumprir judicialmente, os dispositivos legais respectivos. Como se depreende da farta documentação carreada aos autos do inquérito civil, a empresa demandada esquivou-se reiteradamente de cumprir as disposições legais, embora tenha havido intervenção, neste sentido, pelo município, delegado de polícia civil e Promotoria de Justiça desta comarca. Também o DER-MG foi notificado a manifestar-se, especialmente para estabelecer a natureza do trajeto entre Divinópolis-Carmo do Cajuru, oportunidade em que informou à fls. 93, 94 dos autos que se trata de transporte semi-urbano. Desse modo, rechaçada está qualquer justificativa da empresa demandada para continuar a descumprir os preceitos legais cogentes em comento, eis que não restam quaisquer dúvidas de que o trajeto é considerado semi-urbano, portanto expressamente declarado gratuito para portadores de deficiência e idosos. Após infrutíferas tentativas de composição amigável da querela, através da proposta de celebração de Termo de Ajustamento de Conduta, a requerida mantém-se firme no propósito do descumprimento da lei, donde socorre-se ao poder judiciário, guardião da legalidade. Assim, diante da impossibilidade de acordo amigável entre as partes e considerando a tutela urgente dos interesses dos idosos e portadores de deficiência, os quais estão sendo preteridos em seus direitos legais e constitucionais, determinou-se a conclusão das investigações para o ajuizamento da ação civil pública respectiva. pedir próxima. 4. DOS FUNDAMENTOS JURÍDICOS DO PEDIDO Da causa de A dignidade, o bem-estar, o direito à vida e principalmente o amparo e proteção dos idosos pelo Estado, pela sociedade e pela família foram alvos de determinação constitucional por parte do Constituinte originário (arts. 1º, III, 3º, I, II, II, e IV, 230, caput, 2º, todos da CF/88). Prevê expressamente o 2º do art. 230 da CF: Aos maiores de sessenta e cinco anos é garantida a gratuidade dos transportes coletivos urbanos. Não há na disposição constitucional transcrita qualquer espécie de discriminação ou exceção que abrigue sequer, as malsinadas exceções previstas no art. 39, caput, da Lei /2003, no que tange ao transporte nos ônibus seletivos e especiais, caso fornecidos pela demandada. Obviamente, o que pretendeu o legislador constituinte foi conferir e assegurar o efetivo direito de locomoção, dentro dos limites do território nacional, a todos os maiores de sessenta e cinco anos. Outrossim, quanto aos portadores de necessidades especiais, a lei municipal em epígrafe apenas reproduz, a nível de sua competência, o disposto na lei federal 8899 de , que concede passe livre às pessoas portadoras de deficiência no sistema de 5 Z:\CAODH\Idosos\Ações\ACP - transporte urbano e semi-urbano aos

6 transporte coletivo interestadual, e leis estaduais e que prevêem o benefício para o transporte intermunicipal. Segundo orientação pretoriana correlata: TJMG ) MANDADO DE SEGURANÇA. CONCESSÃO DE GRATUIDADE DE TRANSPORTE COLETIVO PARA PRÉ- UNIVERSITÁRIOS. LEI MUNICIPAL. ISONOMIA. INTERESSE LOCAL. Não padece de inconstitucionalidade lei municipal que estende o benefício da gratuidade do transporte coletivo aos estudantes de cursos "préuniversitários", dado que o município é detentor de competência estabelecida na Constituição Federal para legislar sobre assuntos de interesse local, incluído o de transporte coletivo. Rejeitadas as preliminares, nega-se provimento ao recurso. (Apelação Cível nº /00, 3ª Câmara Cível do TJMG, Patos de Minas, Rel. Des. Kildare Carvalho. j , un.). TJMG ) [... Ao Município compete legislar sobre matéria de interesse local (CR, art. 30, I), incumbindo-lhe a competência para "organizar e prestar, diretamente ou sob regime de concessão ou permissão, os serviços públicos de interesse local, incluído o de transporte coletivo, que tem caráter essencial" (CR, art. 30, V), cabendo-lhe o exercício do poder de polícia administrativa de trânsito, como dispõe o art. 24 do Código de Trânsito Brasileiro. (Apelação Cível nº /00, 4ª Câmara Cível do TJMG, Contagem, Rel. Des. Carreira Machado. j , un.). TJMG ) MUNICÍPIO. COMPETÊNCIA PARA LEGISLAR E REGULAMENTAR, ORGANIZAR E PRESTAR, DIRETAMENTE OU POR CONCESSÃO, PERMISSÃO, SERVIÇO PÚBLICO DE SEU PECULIAR INTERESSE, COMO O TRANSPORTE COLETIVO MUNICIPAL. Arts. 30, I e V e 175, da CF/88. Sentença reformada, em reexame necessário. Prejudicado o recurso voluntário, quanto ao mérito. (Apelação Cível nº /00, 3ª Câmara Cível do TJMG, Belo Horizonte, Rel. Des. Isalino Lisbôa. j , un.). Com relação ao flagrante desrespeito as determinações constitucionais, as quais decorrem do compromisso firmado pelo constituinte originário de proteção e de proibição de discriminação aos idosos e deficientes, faz-se menção aos arts. 3º, IV, 7º, XXX, 201, I, 203, I, 229 e 230, todos da CF. Dispõe ao art. 3º, IV, da CF/88: Art. 3º. Constituem objetivos fundamentais da República Federativa do Brasil: IV promover o bem-estar de todos, sem preconceito de origem, raça, sexo, cor, idade e quaisquer outras formas de discriminação. (sublinhou-se). Os direitos fundamentais, os quais estão em jogo na hipótese em questão, como a dignidade humana, a proibição de discriminação negativa ou restritiva de direitos, possuem aplicabilidade imediata por imposição constitucional ( 1º do art. 5º da CF/88), além de representarem conquistas inalienáveis da sociedade brasileira. 6 Z:\CAODH\Idosos\Ações\ACP - transporte urbano e semi-urbano aos

7 É de se ressaltar, assim, que a presente demanda coletiva, pelas razões já apresentadas, visa tutelar direitos ou interesses sociais dos idosos e deficientes, cuja defesa, também por imposição constitucional (art. 127, caput, da CF/88), é dever atribuído ao Ministério Público. Por outro lado, tem-se por imensurável a atuação do Poder Judiciário nesse contexto, o qual representa a garantia do cumprimento da leis no estado democrático de direito, conforme já salientado: O Poder Judiciário, no direito processual coletivo comum, além de protetor do Estado Democrático de Direito e de seus valores fundamentais (controle difuso ou incidental da constitucionalidade das leis), é também órgão de efetivação material dos direitos e garantias constitucionais coletivos consagrados constitucionalmente. Pelo direito processual comum é que o Poder judiciário poderá determinar a reparação dos danos causados ao erário, ao patrimônio moral, ao patrimônio histórico e cultural, ao meio ambiente, além de tutelar coletivamente também os direitos do consumidor, da criança e do adolescente, do idoso e do deficiente físico. É via extremamente potencializada tendo em vista que em um único processo o Poder Judiciário poderá resolver um grande conflito social ou uma gama enorme de conflitos interindividuais que podem receber a tutela jurisdicional coletiva em decorrência de laços comuns de homogeneidade fática ou jurídica que os unem DA FUNDAMENTAL PROTEÇÃO AOS IDOSOS E DEFICIENTES, DA NECESSIDADE DE SE COMBATER SUAS CONDIÇÕES MARGINALIZANTES QUE SE AGRAVAM AINDA MAIS COM ATITUDES QUE OS SEGREGAM E DIFICULTAM SUA INTERAÇÃO COM AS DEMAIS PARCELAS DA SOCIEDADE. Pelo princípio da igualdade, o ordenamento jurídico vigente deve criar condições tais que possam propiciar um equilíbrio de tratamento e oportunidades em relação àquelas pessoas que se encontram em idade avançada ou portadoras de necessidades especiais. Exigir-se um tratamento com isonomia constitui a pedra basilar num Estado Democrático de Direito eis que, após décadas e décadas sob a vigência do regime ditatorial, restou consagrado como conquista primordial da sociedade brasileira. Outrossim, inúmeras são as restrições físicas e sociais enfrentadas pelos idosos e deficientes, conforme bem destacado pelo doutrinador Hugo Nigro Mazzilli: Entre as chamadas condições marginalizantes, estão também os problemas decorrentes da idade avançada. Além dos problemas naturais decorrentes das limitações físicas e até mentais que a idade avançada pode trazer, as pessoas idosas ainda costumam sofrer discriminações e preconceitos. Não são raros os casos em que são abandonadas pela própria família ou esquecidas em asilos ou clínicas; o planejamento econômico e social dificilmente leva na devida conta suas necessidades peculiares; o mercado de trabalho as recusa. Em alguns casos, podem estar efetivamente compreendidas em situação precária que atinge boa parte da população: o termo pessoas deficientes refere-se a qualquer pessoa incapaz de assegurar por si mesma, total ou parcialmente, as necessidades de uma 2 Op. cit. nota anterior, p Z:\CAODH\Idosos\Ações\ACP - transporte urbano e semi-urbano aos

8 vida individual ou social normal, em decorrência de uma deficiência, congênita ou não, em suas capacidades físicas ou mentais 3. Apesar de terem sido elaboradas várias leis de cunho protetivo aos idosos e deficientes, não há verdadeira efetivação dos direitos e garantias que lhe são asseguradas. Dentre os principais dispositivos legais, cita-se a avançada Política Nacional do Idoso, Lei nº 8.842/94, a qual prevê várias disposições garantidoras de direitos, princípios, diretrizes e ações governamentais a serem executadas, elencadas nos dez primeiros artigos da referida norma. Destacam-se algumas das principais balizes: a) Criar condições para promover sua autonomia, integração e participação efetiva na sociedade (art. 1º); b) Defesa por parte da família, sociedade e estado da dignidade e bemestar dos idosos (art. 2º, I); c) Proibição de discriminação de qualquer natureza (art. 2º, III); d) Viabilização de formas alternativas de participação e convívio do idoso, que proporcionem sua integração às demais gerações (art. 4º, I); e) Promover e defender os direitos da pessoa idosa, zelando pela aplicação das normas sobre o idoso, determinando ações para evitar abusos e lesões a seus direitos (art.10, VI, a e b ). Além disso, o próprio Estatuto do Idoso veda a discriminação que se verifica em seu art. 39, caput, quando alude em seu art. 4º Nenhum idoso será objeto de qualquer tipo de negligência, discriminação, violência, crueldade ou opressão, e todo ato atentado aos seus direitos, por ação ou omissão, será punido na forma da lei. E com relação à necessidade de se garantir também a inviolabilidade de sua integridade física, são claros os parágrafos 2º e 3º do art º O direito ao respeito consiste na inviolabilidade de sua integridade física, psíquica e moral, abrangendo a preservação da imagem, da identidade, da autonomia, de valores, idéias e crenças, dos espaços e dos objetos sociais. 3º É dever de todos zelar pela dignidade do idoso, colocando-o a salvo de qualquer tratamento desumano, aterrorizante, vexatório ou constrangedor. Quanto aos portadores de necessidades especiais, a lei federal DE , estabelece normas gerais que asseguram o pleno exercício dos direitos individuais e sociais das pessoas portadoras de deficiência, e sua efetiva integração social, os quais pela própria condição que lhes são inerentes, dependem de efetiva assistência do poder público. 5. CONCLUSÃO DO REQUERIMENTO DE ANTECIPAÇÃO DOS EFEITOS DA TUTELA JURISDICIONAL COLETIVA FINAL PRETENDIDA, DO PEDIDO E DOS REQUERIMENTOS FINAIS: 5.1. DO REQUERIMENTO DE ANTECIPAÇÃO DOS EFEITOS DA TUTELA JURISDICIONAL COLETIVA FINAL PRETENDIDA: Inicialmente, convém destacar que o Egrégio Tribunal de Justiça do Estado 3 A Defesa dos Interesses Difusos em Juízo, 15ª ed., revi., ampli. e atuali, São Paulo: Ed. Saraiva, 2002, p Z:\CAODH\Idosos\Ações\ACP - transporte urbano e semi-urbano aos

9 de Minas Gerais admite a concessão da antecipação dos efeitos da tutela em sede de ação de ação civil pública, pois: não há antinomia evidente dessa lei contra qualquer medida que, de imediato, busque prevenir danos e/ou perigo relevante, principalmente quando se considera que, por ocasião de sua edição, o instituto ainda não fazia parte do arsenal jurídico das medidas tutelares ou de antecipação dos provimentos jurisdicionais (Agravo de Instrumento /00, Relator Wander Marotta, data do acórdão 08/04/2002, data da publicação 19/04/2002). Assim, considerando que na balança dos interesses, há que preponderar a proteção dos idosos e portadores de deficiência em detrimento dos interesses econômicos, até mesmo em razão do princípio da solidariedade coletiva (art. 3º, I, da CF), conclui-se pela absoluta admissibilidade legal da concessão imediata da tutela pretendida. Considerando, ainda, o disposto no art. 84, 3º, do Código de Defesa do Consumidor, que estabelece: sendo relevante o fundamento da demanda e havendo justificado receio de ineficácia do provimento final, é lícito ao juiz conceder a tutela liminarmente ou após justificação prévia, citado o réu. Considerando, também, que a disposição acima transcrita é aplicável à Ação Civil Pública por força do que estabelece o art. 21 da Lei n /85: Aplicam-se à defesa dos direitos e interesses difusos, coletivos e individuais, no que for cabível, os dispositivos do Título III da Lei 8.078, de 11 de setembro de 1990, que instituiu o Código de Defesa do Consumidor. Considerando o disposto o art. 12, caput, da Lei n.º 7.347/85: Poderá o juiz conceder mandado liminar, com ou sem justificação prévia, em decisão sujeita a agravo. Considerando os ensinamentos doutrinários de Nelson Nery Junior e Rosa Maria de Andrade Nery, que arrematam sobre a tutela pleiteada: Adiantamento da tutela de mérito. A norma permite que o juiz adiante a tutela de mérito. Esta tutela antecipatória significa que o juiz poderá conceder, liminarmente e provisoriamente, o pedido mesmo deduzido em juízo. É como se estivesse julgando procedente, provisoriamente, o pedido (Nery, DC 1/206). Somente estará autorizado a fazê-lo se estiverem presente, cumulativamente, dois requisitos: a) se for relevante, o fundamento da demanda; b) se houver justificado receio de ineficácia do provimento final. O adiantamento da tutela de mérito é possível em todas as ações coletivas fundadas no CDC e na LACP. A partir de é possível a tutela antecipatória em qualquer ação civil, consoante o CPC 273, com a redação dada pela L 8.952/94 1º V. coments. CDC 83; CPC (sublinhou-se). Levando-se em conta, por oportuno, a máxima instrumentalidade substancial e a efetividade do processo coletivo, de acordo com o princípio da imediata e adequada tutela jurisdicional dos direitos e interesses difusos e coletivos, consagrado no art. 83, caput, do CDC, que assim dispõe: Para a defesa dos direitos e interesses protegidos por este Código são admissíveis todas as espécies de ações capazes de propiciar a sua adequada e efetiva tutela. Ainda, na lição de Kazuo Watanabe et alli : 4 Código de Processo Civil Comentado e Legislação Processual Civil Extravagante em Vigor, 5º ed. revi. e ampli., São Paulo: Editora Revista dos Tribunais, 2001, p Z:\CAODH\Idosos\Ações\ACP - transporte urbano e semi-urbano aos

10 A segunda, que é consectária da anterior, é a da interpretação do sistema processual pátrio de modo a dele retirar a conclusão de que nele existe, sempre uma ação capaz de propiciar, pela adequação de seu provimento, a tutela efetiva e completa de todos os direitos dos consumidores. Uma outra conseqüência importante, que vem se empenhando no sentido da mudança da visão do mundo, fundamentalmente economicística, impregnada no sistema processual pátrio, que procura privilegiar o ter mais que o ser, fazendo com que todos os direitos, inclusive os não patrimoniais, principalmente os pertinentes à vida, à saúde, à integridade física e mental e à personalidade (imagem, intimidade, honra etc.) tenham uma tutela processual mais efetiva e adequada 5 (sublinhou-se). Considerando, ademais, a farta prova documental existente nos autos do inquérito civil anexo, que demonstra a verossimilhança dos fatos alegados, bem como a relutância da parte requerida em cumprir os mandamentos legais vigentes. Considerando, outrossim, que a antecipação dos efeitos da tutela constitui-se no único meio eficaz de sanar de pronto a ilegalidade reiterada pela demandada, eis que como é de notória sapiência, a instrução processual para entrega da prestação jurisdicional ao final, requer significativo período temporal, mormente quando procrastinada por manobras protelatórias dos réus. Considerando, por sua vez, a presença do periculum in mora, tendo em vista que, com a falta de transporte coletivo gratuito adequado, muitos idosos e deficientes estão impossibilitados de terem acesso à locomoção urbana e à cidade vizinha, Divinópolis, onde muitos deles realizam inclusive tratamento periódico, ininterrupto e permanente de saúde. Postula-se, destarte, a antecipação dos efeitos da tutela, inclusive inaudita altera pars, como forma de sanar o reiterado descumprimento da legislação vigente, determinando-se à empresa demandada que: a) passe imediatamente a fornecer o transporte coletivo gratuito aos idosos e deficientes, na forma legal, em todos os ônibus de sua propriedade que façam parte do sistema de transporte coletivo urbano e semi-urbano disciplinado pelo Poder Público, em todos os locais de seus itinerários nesta região, abstendo-se de fazer qualquer restrição ou discriminação, caso na frota haja veículos considerados especiais e seletivos sob pena de multa diária de R$ 1.000,00 (um mil reais), nos termos do art. 84, 4º, da Lei n.º 8.078/90, c/c art. 21 da Lei n.º 7.347/85, sem prejuízo de responsabilização por crime de desobediência pelo descumprimento da ordem judicial, de eficácia mandamental na espécie, expedindo-se o imediato mandado judicial. b) promova, no prazo de 10 (dez) dias, a contar da intimação da decisão, a orientação de todos os seus funcionários sobre a determinação judicial, esclarecendo-os dos direitos e garantias referentes aos idosos e deficientes, e principalmente acerca dos deveres dos referidos funcionários em promover um tratamento digno e respeitoso a todos os passageiros e usuários de seus serviços, sob pena de multa diária de R$ 1.000,00 (um mil reais), nos termos do art. 84, 4º, da Lei n.º 8.078/90, c/c art. 21 da Lei n.º 7.347/85, sem prejuízo de responsabilização por crime de desobediência pelo descumprimento da ordem judicial, de eficácia mandamental na espécie, expedindo-se o imediato mandado judicial c) afixe imediatamente, pelo prazo contínuo e ininterrupto de 45 (quarenta e cinco) dias, no interior de todos os seus veículos, cópia da decisão judicial que antecipou 5 Código de Defesa do Consumidor: Comentado pelos Autores do Anteprojeto, 8ª ed. revi., ampli. e atuali. conforme o novo Código Civil, Rio de Janeiro: Ed. Forense Universitária, 2004, p Z:\CAODH\Idosos\Ações\ACP - transporte urbano e semi-urbano aos

11 parcialmente os efeitos da tutela final pretendida, bem como do mandado judicial expedido, como forma de dar maior publicidade e divulgação dos efeitos da decisão, conforme se interpreta da orientação prevista no art. 4º, VI, da Lei 8.842/94: Constituem diretrizes da política nacional do idoso a implementação de sistema de informações que permita a divulgação da política, dos serviços oferecidos, dos planos programas e projetos em cada nível de governo, sob pena de multa diária de R$ 1.000,00 (um mil reais), nos termos do art. 84, 4º, da Lei n.º 8.078/90, c/c art. 21 da Lei n.º 7.347/85, sem prejuízo de responsabilização por crime de desobediência pelo descumprimento da ordem judicial, de eficácia mandamental na espécie, expedindo-se o imediato mandado judicial. Em sendo concedida a liminar de antecipação parcial dos efeitos da tutela final pretendida, requer-se que seja imediatamente oficiado ao DER-MG, requisitando-se a fiscalização do seu cumprimento, bem como apresentação de relatório circunstanciado nos autos DOS PEDIDOS E SUAS ESPECIFICAÇÕES: Ante o exposto, após a citação, defesa e instrução da causa postula-se: a) a condenação da demandada à obrigação específica de fazer, consistente no fornecimento imediato do transporte coletivo gratuito aos idosos e deficientes, na forma legal, em todos os ônibus de sua propriedade que façam parte do sistema de transporte coletivo urbano e semi-urbano disciplinado pelo Poder Público, em todos os locais de seus itinerários nesta região e à obrigação específica de se abster de fazer qualquer restrição ou discriminação, especialmente nos ônibus considerados especiais e seletivos, caso existentes, sob pena de multa diária de R$ 1.000,00 (um mil reais), nos termos do art. 84, 4º, da Lei n.º 8.078/90, c/c art. 21 da Lei n.º 7.347/85, sem prejuízo de responsabilização por crime de desobediência pelo descumprimento da ordem judicial, de eficácia mandamental na espécie, expedindo-se o imediato mandado judicial, nos termos já pleiteados em sede de liminar. b) a condenação da demandada à obrigação específica de fazer, consistente em promover a orientação de todos os seus funcionários, no prazo de 15 (quinze) dias, a contar da intimação da decisão, sobre a determinação judicial, esclarecendo-os dos direitos e garantias referentes aos idosos, e principalmente acerca dos deveres dos referidos funcionários em promover um tratamento digno e respeitoso a todos os passageiros e usuários de seus serviços, sob pena de multa diária de R$ 1.000,00 (um mil reais), nos termos do art. 84, 4º, da Lei n.º 8.078/90, c/c art. 21 da Lei n.º 7.347/85, sem prejuízo de responsabilização por crime de desobediência pelo descumprimento da ordem judicial, de eficácia mandamental na espécie, expedindo-se o imediato mandado judicial, nos termos já pleiteados em sede de liminar. c) a condenação da demandada à obrigação específica de fazer, consistente na afixação imediata, pelo prazo contínuo e ininterrupto, de 45 (quarenta e cinco) dias, no interior de todos os seus veículos, cópia da decisão judicial ou acórdão transitado em julgado que vier a julgar procedente pedido contida na letra a desta demanda, bem como do mandado judicial expedido, como forma de dar maior publicidade e divulgação dos efeitos da decisão, conforme se extrai da interpretação decorrente do art. 4º, VI da Lei 8.842/94: Constituem diretrizes da política nacional do idoso a implementação de sistema de informações que permita a divulgação da política, dos serviços oferecidos, dos planos programas e projetos em cada nível de governo, sob pena de multa diária de R$ 1.000,00 (um mil reais), nos termos do art. 84, 4º, da Lei n.º 8.078/90, c/c art. 21 da Lei n.º 7.347/85, sem prejuízo de responsabilização por crime de desobediência pelo descumprimento da ordem 11 Z:\CAODH\Idosos\Ações\ACP - transporte urbano e semi-urbano aos

12 judicial, de eficácia mandamental na espécie, expedindo-se o imediato mandado judicial, nos termos já pleiteados na liminar. Em sendo julgados procedentes os pedidos anteriormente formulados, requer-se que seja imediatamente oficiado ao DER-MG, requisitando-se a fiscalização do seu cumprimento, o qual deverá apresentar relatório circunstanciado nos autos, nos termos da liminar pleiteada DOS OUTROS REQUERIMENTOS FINAIS: Requer-se, por fim: a) após a distribuição e registro de praxe da presente demanda coletiva, seja a mesma autuada com a documentação que a instrui; b) a citação da empresa demandada, na pessoa de seu representante legal, (art. 222, alínea f, do CPC c/c o art. 19, da Lei n.º 7.347/85), no endereço supramencionado, para, querendo, apresentar contestação na forma da lei, sob pena de revelia e da incidência de seus efeitos processuais e materiais; c) a condenação da empresa demandada ao pagamento das custas e demais despesas processuais; d) a juntada do inquérito civil em anexo, juntamente com a documentação que o instrui, a fim de que passem a fazer parte integrante da presente demanda coletiva; e) a produção de todas as provas admitidas em direito, como a juntada de novos documentos, além dos já constantes do procedimento administrativo anexo, o depoimento pessoal dos representantes legais das empresas demandadas, periciais e testemunhais, cujo rol segue abaixo, além daquelas que, embora atípica, sejam moralmente legítimas para a comprovação da verdade. f) a publicação de edital no órgão oficial e demais meios de comunicação da imprensa local, a fim de que se dê a plena publicidade à presente ação coletiva de interesse social, bem como para que dela tomem ciência potenciais vítimas interessadas, as quais poderão se valer da transferência in utilibus dos efeitos decorrentes de futura coisa julgada coletiva, em caso de procedência dos pedidos (arts. 103, 3º, do CDC, aplicável à Ação Civil Pública em decorrência do disposto no art. 21 da Lei n.º 7.347/85). g) a concessão da prioridade na tramitação processual, nos termos do arts A, 1211-B e 1211-C, todos do CPC, e art. 71 do Estatuto do Idoso (Lei /2001), já que se trata de ação coletiva de relevância social, nos termos dos fundamentos de fato e de direito apresentados. reais). 6. DO VALOR ATRIBUÍDO À CAUSA: Atribui-se à presente causa o valor de R$ ,00 (cento e cinqüenta mil 7. ROL DAS TESTEMUNHAS A SEREM INQUIRIDAS NO DECORRER DA INSTRUÇÃO PROCESSUAL: 1. padre Francisco Cota, paróquia, praça Vigário José Alexandre, 103, nesta cidade; 2. Maria José de melo, rua Quatro, n. 148, bairro Jardim Alvorada, nesta cidade (fls. 34) 3. Valdeir Paiva Matos, rua Doze, n. 211, bairro Jardim Alvorada, nesta cidade, (fls. 35; 72); 12 Z:\CAODH\Idosos\Ações\ACP - transporte urbano e semi-urbano aos

13 4. Cloves da Cruz Machado, rua Hum, n. 40, bairro Jardim Alvorada, nesta cidade, (fls. 36); 5. Jesus Pereira Gonçalves, rua Professor Francisco. N. 842, bairro nações, Divinópolis (fls. 38); 6. Silvério Nogueira Alves, rua Três, n. 110, bairro Jardim Alvorada, nesta cidade (fls. 48); 7. Geraldo Dimas Gonçalves, Av. José Marra da Silva, n. 674, centro, nesta cidade (fls. 49); 8. Maria José de Melo, rua Quatro, n. 148, bairro Jardim Alvorada, nesta cidade (fls. 88). Termos em que, pede-se deferimento. Carmo do Cajuru (MG), aos 10 de outubro de Cleide Pereira da Silva Promotora de Justiça Peça processual adaptada, de lavra do Dr. GREGÓRIO ASSAGRA DE ALMEIDA com licença do autor. 13 Z:\CAODH\Idosos\Ações\ACP - transporte urbano e semi-urbano aos

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