EDUARDO RAFAEL WICHINHEVSKI A APLICAÇÃO DOS PRINCÍPIOS DA UNIVERSALIDADE E DA PRECEDÊNCIA DA FONTE DE CUSTEIO NA SEGURIDADE SOCIAL

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "EDUARDO RAFAEL WICHINHEVSKI A APLICAÇÃO DOS PRINCÍPIOS DA UNIVERSALIDADE E DA PRECEDÊNCIA DA FONTE DE CUSTEIO NA SEGURIDADE SOCIAL"

Transcrição

1 EDUARDO RAFAEL WICHINHEVSKI A APLICAÇÃO DOS PRINCÍPIOS DA UNIVERSALIDADE E DA PRECEDÊNCIA DA FONTE DE CUSTEIO NA SEGURIDADE SOCIAL CURITIBA 2013

2 2 SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO UNIVERSALIDADE DE COBERTURA E ATENDIMENTO PRECEDÊNCIA DO CUSTEIO EM RELAÇÃO AO BENEFÍCIO OU SERVIÇO CONCLUSÃO... 7 REFERÊNCIAS... 8

3 3 1 INTRODUÇÃO O Direito Previdenciário, ramo autônomo do Direito, é dotado de princípios gerais e específicos. O estudo sistemático dos princípios, assim como em outros ramos do direito, é peça fundamental para a compreensão das regras constitucionais atinentes à seguridade social. Compreender de forma isolada um princípio é assumir o risco de cometer erros irreparáveis. É nesse contexto que o presente trabalho se propõe a demonstrar, por intermédio de dispositivos legais e entendimento doutrinário, como ocorre à aplicação dos princípios da universalidade e da precedência da fonte de custeio no sistema da seguridade social.

4 4 2 UNIVERSALIDADE DE COBERTURA E ATENDIMENTO. O princípio da Universalidade de Cobertura e Atendimento, previsto no artigo 194, parágrafo único, I, da Constituição Federal de 1988, afirma que, em relação à saúde e assistência social, qualquer cidadão pode participar e ser atendido pela proteção social prestada pelo Estado. No entanto, em relação à previdência social este princípio somente é respeitado em sua integralidade por conta da figurado segurado facultativo, pois se assim não fosse sua aplicação estaria restrita apenas a quem exerce atividade remunerada 1. Esse princípio, Segundo o doutrinador Fabio Zambitte Ibrahim, deve ser estudado e compreendido em suas duas dimensões: objetiva e subjetiva, nos seguintes termos: sendo a primeira voltada a alcançar todos os riscos sociais que possam gerar o estado de necessidade (universalidade de cobertura), enquanto a segunda busca tutelar toda a pessoa pertencente ao sistema protetivo (universalidade de atendimento). 2 Deste modo, por universalidade de cobertura entende-se que a proteção tem o fim de manter a subsistência de quem dela eventualmente precisar. Já a Universalidade de atendimento, corresponde à entrega de prestações, ações e serviços a todos os que necessitem, na seguridade social como um todo 3. Discorrendo sobre objetivo da Universalidade de cobertura e atendimento, o Doutrinador Wagner Balera também destacou a dúplice dimensão do comando, elevado à dignidade de princípio constitucional, senão vejamos: 1 IBRAHIM, Fabio Zambitte. Curso de Direito Previdenciário.17.ed. Rio de Janeiro Ed. Impetus, 2012 p IBRAHIM, Fabio Zambitte. Curso de Direito Previdenciário.17.ed. Rio de Janeiro Ed. Impetus, 2012 p KRAVCHYCYN, Jefferson Luis; KRAVCHYCYN, Gisele Lemos; CASTRO, Carlos Alberto Pereira; LAZZARI, João Batista. Prática processual e previdenciária: administrativa e judicial.4.ed. Rio de Janeiro Ed. Forense, 2012 p.27.

5 5 A primeira universalidade de cobertura se refere às situações de necessidade. Todas as contingências da vida, que podem gerar necessidade, estão cobertas pela seguridade social. Já a segunda dimensão universalidade do atendimento está a se referir aos sujeitos protegidos. Significa que todas as pessoas indistintamente, são credoras da proteção social. Donde, a universalidade abrange sujeitos protegidos e objetos protetores. Ou, dito no linguajar técnico apropriado: coletividade de beneficiários e elenco de prestações. Consiste, pois, a universalidade do atendimento e da cobertura na específica dimensão do princípio da isonomia (garantia estatuída no art. 5o, da Lei Maior), na Ordem Social. É a igual proteção para todos. Foi deliberado o intento do constituinte, ao colocar a universalidade como o primeiro dos objetivos da seguridade social. Trata-se de princípio informador, do qual derivam todos os demais objetivos insculpidos na Lei das Leis. Enquanto no sistema de previdência social somente serão protegidos os que contribuem, aqui não existem barreiras à proteção. A seguridade é um programa de atuação do Estado na Ordem Social e a universalidade é a garantia de que esse programa se ajusta aos objetivos da justiça e do bem-estar, fins traçados para aquela mesma ordem. 4 Por intermédio deste princípio, toda a sociedade, sem qualquer exceção, deve ser protegida. Entretanto, por razões óbvias e também em respeito ao princípio de Preexistência do Custeio em Relação ao Benefício ou Serviço, é realizável de acordo com os recursos financeiros existentes. 4 BALERA, Wagner.A Seguridade Social na Constituição de 1988, São Paulo Ed. Revista dos Tribunais, 1989, p

6 6 3PRECEDÊNCIA DO CUSTEIO EM RELAÇÃO AO BENEFÍCIO OU SERVIÇO. Este princípio, previsto no artigo 195, parágrafo 5º, da Constituição Federal, busca o equilíbrio atuarial e financeiro do sistema da seguridade social, e, por conta disso a criação ou até mesmo a extensão de um benefício já existente dependerá da existência prévia de receita para arcar com tais ônus 5. Diante deste cenário, resta evidente que este princípio não precisaria estar disposto em nossa Constituição, mas como bem destacado pelo doutrinador Fabio Zambitte Ibrahim a concessão de novo benefício ou ampliação de já existente é algo por demais tentador para os governantes em certos períodos e por isso, a disposição deste princípio na Carta Magna é de fundamental importância 6. Nesse sentido, torna-se inconstitucional a criação de benefício previdenciário sem a previsão da origem dos recursos. Esse entendimento, como destacado pelo Doutrinador Wagner Balera coaduna-se com o caráter sinalagmático das contribuições sociais, que pressupõe contraprestação a ser ofertada pelo Estado. Vai, ainda, ao encontro do princípio da irredutibilidade do valor do benefício e com a noção de caixa da Previdência Social tão bem exprimida pela denominada regra da contrapartida 7. Fabio Zambitte Ibrahim, diferentemente do entendimento do doutrinador Wagner Balera, defende que este princípio não pode ser denominado de regra da contrapartida, pois visa à manutenção de um estado ideal de coisas, porém admite a ponderação com outros princípios 8. O desrespeito a este princípio fará com que Previdência Social Pública não tenha condições de conceder as prestações previstas, sob pena, de em pouco tempo, quebrar a confiança dos segurados em relação ao sistema securitário e com isso haverá por consequência a migração definitiva à privatização de tal 9. 5 IBRAHIM, Fabio Zambitte. Curso de Direito Previdenciário.17.ed. Rio de Janeiro Ed. Impetus, 2012 p IBRAHIM, Fabio Zambitte. Curso de Direito Previdenciário.17.ed. Rio de Janeiro Ed. Impetus, 2012 p BALERA, Wagner.A Seguridade Social na Constituição de 1988, São Paulo Ed. Revista dos Tribunais, 1989, p IBRAHIM, Fabio Zambitte. Curso de Direito Previdenciário.17.ed. Rio de Janeiro Ed. Impetus, 2012 p KRAVCHYCYN, Jefferson Luis; KRAVCHYCYN, Gisele Lemos; CASTRO, Carlos Alberto Pereira; LAZZARI, João Batista. Prática processual e previdenciária: administrativa e judicial.4.ed. Rio de Janeiro Ed. Forense, 2012 p

7 7 4 CONCLUSÃO Pelo exposto, os dois princípios abordados no presente estudo são próprios do Direito Previdenciário. Tanto a universalidade de cobertura e atendimento quanto apreexistência do custeio em relação ao benefício ou serviço são princípios e por isso devem ser entendidos como ideias nas quais servem de alicerce para normas jurídicas do Direito Previdenciário. A observância sistemática de princípios gerais e específicos é de fundamental importância para a atuação do Direito Previdenciário, pois há como aplicar um princípio de forma isolada, ante a constante interação com os demais. Portanto, no caso de eventual conflito entre os dois princípios abordados no presente estudo, a aplicação da ponderação torna-se inevitável e por isso uma diretriz conciliatória é fundamental para o respeito de ambas as determinações, mesmo que haja limitações ao alcance dos princípios envolvidos.

8 8 REFERÊNCIAS BALERA, Wagner.A Seguridade Social na Constituição de 1988, São Paulo Ed. Revista dos Tribunais, IBRAHIM, Fabio Zambitte. Curso de Direito Previdenciário.17.ed. Rio de Janeiro Ed. Impetus, KRAVCHYCYN, Jefferson Luis; KRAVCHYCYN, Gisele Lemos; CASTRO, Carlos Alberto Pereira; LAZZARI, João Batista. Prática processual e previdenciária: administrativa e judicial.4.ed. Rio de Janeiro Ed. Forense, 2012.

EDUARDO RAFAEL WICHINHEVSKI COMENTÁRIOS AO ACÓRDÃO DO STJ RESP 1322945

EDUARDO RAFAEL WICHINHEVSKI COMENTÁRIOS AO ACÓRDÃO DO STJ RESP 1322945 EDUARDO RAFAEL WICHINHEVSKI COMENTÁRIOS AO ACÓRDÃO DO STJ RESP 1322945 CURITIBA 2013 2 SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO... 3 2 DISCUSSÃO ANALISADA NO RECURSO ESPECIAL NÚMERO 1.322.945-DF.. 4 3 NÃO INCIDÊNCIA DE CONTRIBUIÇÃO

Leia mais

EDUARDO RAFAEL WICHINHEVSKI NOÇÕES ELEMENTARES DA APOSENTADORIA POR IDADE

EDUARDO RAFAEL WICHINHEVSKI NOÇÕES ELEMENTARES DA APOSENTADORIA POR IDADE EDUARDO RAFAEL WICHINHEVSKI NOÇÕES ELEMENTARES DA APOSENTADORIA POR IDADE CURITIBA 2013 2 SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO... 3 2 APOSENTADORIA POR IDADE... 4 3 APOSENTADORIA POR IDADE DO TRABALHADOR RURAL... 6 4

Leia mais

PROJETO RETA FINAL QUESTÕES COMENTADAS. INSS - FCC www.beabadoconcurso.com.br Todos os direitos reservados. - 1 -

PROJETO RETA FINAL QUESTÕES COMENTADAS. INSS - FCC www.beabadoconcurso.com.br Todos os direitos reservados. - 1 - INSS - FCC www.beabadoconcurso.com.br Todos os direitos reservados. - 1 - DIREITO PREVIDENCIÁRIO SÚMARIO UNIDADE 1 Seguridade Social (Origem e evolução legislativa no Brasil; Conceituação; Organização

Leia mais

DISCIPLINA: Direito Previdenciário CH total: 72h SEMESTRE DE ESTUDO: 9º Semestre

DISCIPLINA: Direito Previdenciário CH total: 72h SEMESTRE DE ESTUDO: 9º Semestre DISCIPLINA: Direito Previdenciário CH total: 72h SEMESTRE DE ESTUDO: 9º Semestre TURNO: Matutino / Noturno CÓDIGO: DIR163 1. EMENTA: Introdução ao Direito da Seguridade Social: evolução histórica, fontes,

Leia mais

EDUARDO RAFAEL WICHINHEVSKI MANUTENÇÃO E PERDA DA QUALIDADE DE SEGURADO À LUZ DA FIGURA DO DESEMPREGO

EDUARDO RAFAEL WICHINHEVSKI MANUTENÇÃO E PERDA DA QUALIDADE DE SEGURADO À LUZ DA FIGURA DO DESEMPREGO EDUARDO RAFAEL WICHINHEVSKI MANUTENÇÃO E PERDA DA QUALIDADE DE SEGURADO À LUZ DA FIGURA DO DESEMPREGO CURITIBA 2013 2 SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO... 3 2 MANUTENÇÃO DA QUALIDADE DE SEGURADO PERÍODO DE GRAÇA...

Leia mais

PREVIDÊNCIA SOCIAL I RISCO SOCIAL 04/08/2014. Aula 1. RISCO SOCIAL Incapacidade ou impossibilidade de trabalhar. Saúde. Assistência Social

PREVIDÊNCIA SOCIAL I RISCO SOCIAL 04/08/2014. Aula 1. RISCO SOCIAL Incapacidade ou impossibilidade de trabalhar. Saúde. Assistência Social PREVIDÊNCIA SOCIAL Aula 1 - RISCO SOCIAL - CONCEITOS DE SAÚDE, ASSISTÊNCIA SOCIAL E PREVIDÊNCIA SOCIAL - PRINCÍPIOS DA SEGURIDADE SOCIAL I RISCO SOCIAL Trata-se de acontecimentos, pela natureza das coisas

Leia mais

O CÔMPUTO DO TEMPO DE PERCEBIMENTO DO SEGURO-DESEMPREGO PARA FINS DE APOSENTADORIA

O CÔMPUTO DO TEMPO DE PERCEBIMENTO DO SEGURO-DESEMPREGO PARA FINS DE APOSENTADORIA O CÔMPUTO DO TEMPO DE PERCEBIMENTO DO SEGURO-DESEMPREGO PARA FINS DE APOSENTADORIA * Juliana de Oliveira Xavier Ribeiro 1) Introdução A finalidade do presente texto é demonstrar a natureza jurídica do

Leia mais

EDUARDO RAFAEL WICHINHEVSKI A POSSIBILIDADE DE CONCESSÃO DE PENSÃO POR MORTE PARA O MENOR SOB GUARDA À LUZ DO PRINCÍPIO DA ISONOMIA

EDUARDO RAFAEL WICHINHEVSKI A POSSIBILIDADE DE CONCESSÃO DE PENSÃO POR MORTE PARA O MENOR SOB GUARDA À LUZ DO PRINCÍPIO DA ISONOMIA EDUARDO RAFAEL WICHINHEVSKI A POSSIBILIDADE DE CONCESSÃO DE PENSÃO POR MORTE PARA O MENOR SOB GUARDA À LUZ DO PRINCÍPIO DA ISONOMIA CURITIBA 2013 2 SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO... 3 2 PENSÃO POR MORTE... 4 3 DEPENDENTES

Leia mais

A ATUAL TAXATIVIDADE DO CNIS. Em 1989, o Governo Federal determinou a criação do CTN Cadastro

A ATUAL TAXATIVIDADE DO CNIS. Em 1989, o Governo Federal determinou a criação do CTN Cadastro A ATUAL TAXATIVIDADE DO CNIS E a inversão do ônus da prova em favor do segurado? Por Anna Carla M. Fracalossi 1 Em 1989, o Governo Federal determinou a criação do CTN Cadastro Nacional do Trabalhador,

Leia mais

Trataremos nesta aula das contribuições destinadas ao custeio da seguridade social

Trataremos nesta aula das contribuições destinadas ao custeio da seguridade social 1.4.7.3. Contribuições do art.195 CF Trataremos nesta aula das contribuições destinadas ao custeio da seguridade social (previdência, saúde e assistência social), espécies de contribuições sociais, como

Leia mais

Dando prosseguimento à aula anterior, neste encontro, encerraremos o

Dando prosseguimento à aula anterior, neste encontro, encerraremos o Dando prosseguimento à aula anterior, neste encontro, encerraremos o art.195, CF, comentando os seus principais parágrafos, para fins de concurso público! Alberto Alves www.editoraferreira.com.br 1º As

Leia mais

O REGIME PRÓPRIO DE PREVIDÊNCIA SOCIAL DO MUNICÍPIO DE TAQUARITINGA

O REGIME PRÓPRIO DE PREVIDÊNCIA SOCIAL DO MUNICÍPIO DE TAQUARITINGA O REGIME PRÓPRIO DE PREVIDÊNCIA SOCIAL DO MUNICÍPIO DE TAQUARITINGA 1. INTRODUÇÃO A previdência social no Brasil pode ser divida em dois grandes segmentos, a saber: Regime Geral de Previdência Social (RGPS):

Leia mais

Superintendência Regional da Receita Federal do Brasil da 1ª RF

Superintendência Regional da Receita Federal do Brasil da 1ª RF Fls. 1 Superintendência Regional da Receita Federal do Brasil da 1ª RF Solução de Consulta Interna nº 1 Data 15 de junho de 2012 Origem DIFIS/SRRF01 (e processo nº 10166.725012/2012 53) Assunto: Contribuições

Leia mais

PLANO DE ENSINO. 5. RELAÇÕES INTERDISCIPLINARES Direito Constitucional, Direito do Trabalho e Direito Processual Civil.

PLANO DE ENSINO. 5. RELAÇÕES INTERDISCIPLINARES Direito Constitucional, Direito do Trabalho e Direito Processual Civil. PLANO DE ENSINO 1. DADOS DE IDENTIFICAÇÃO Instituição: Universidade Alto Vale do Rio do Peixe Curso: Direito Professor: Rodrigo Barzotto Pereira de Souza rodrigo@uniarp.edu.br Período / Fase: 10º Semestre:

Leia mais

A proteção previdenciária do brasileiro no exterior

A proteção previdenciária do brasileiro no exterior A proteção previdenciária do brasileiro no exterior Hilário Bocchi Junior Especialista em Previdência Social 1 A Seguridade Social está prevista no capítulo II do título VIII (Da Ordem Social) da Constituição

Leia mais

PROVA DE DIREITO PREVIDENCIÁRIO TCE-CE FCC 2015

PROVA DE DIREITO PREVIDENCIÁRIO TCE-CE FCC 2015 PROVA DE DIREITO PREVIDENCIÁRIO TCE-CE FCC 2015 Direito Previdenciário 67. (Auditor de Controle Externo/TCE-CE/FCC/2015): O princípio constitucional estipulando que a Seguridade Social deve contemplar

Leia mais

BuscaLegis.ccj.ufsc.br

BuscaLegis.ccj.ufsc.br BuscaLegis.ccj.ufsc.br Revisão de Benefício Acidentário e Aplicação da Lei Nova mais Benéfica Luciane E.C. Melluso Teixeira de Freitas REVISÃO DE BENEFÍCIO ACIDENTÁRIO LEI 9.032/95 E SUA APLICAÇÃO IMEDIATA

Leia mais

PROJETO DE LEI N o, DE 2009

PROJETO DE LEI N o, DE 2009 PROJETO DE LEI N o, DE 2009 (Do Sr. Dr. Nechar ) Obriga as pessoas jurídicas inscritas no Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas do Ministério da Fazenda - CNPJ/M.F - à contratação de seguro de vida para

Leia mais

O Regime Geral de Previdência Social RGPS

O Regime Geral de Previdência Social RGPS O Regime Geral de Previdência Social RGPS Capítulo 5 O Regime Geral de Previdência Social RGPS Sumário 1. Introdução 2. Os beneficiários do RGPS: 2.1 Os segurados obrigatórios; 2.2. O segurado facultativo;

Leia mais

A NOVA SISTEMÁTICA DO SEGURADO ESPECIAL, APÓS O ADVENTO DA LEI N. 11.718/2008

A NOVA SISTEMÁTICA DO SEGURADO ESPECIAL, APÓS O ADVENTO DA LEI N. 11.718/2008 A NOVA SISTEMÁTICA DO SEGURADO ESPECIAL, APÓS O ADVENTO DA LEI N. 11.718/2008 O presente artigo tem o desiderato de analisar as alterações trazidas com o advento da Lei n. 11.718/08, dentre as quais destacam-se

Leia mais

Proposição: Projeto de Lei e Diretrizes Orçamentárias. a) O Excelentíssimo Relator da Lei de Diretrizes

Proposição: Projeto de Lei e Diretrizes Orçamentárias. a) O Excelentíssimo Relator da Lei de Diretrizes NOTA TÉCNICA CONJUNTA Associação Nacional dos Procuradores da República Associação Nacional dos Procuradores do Trabalho Associação do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios Associação Nacional

Leia mais

2. O que a Funpresp Exe traz de modernização para o sistema previdenciário do Brasil?

2. O que a Funpresp Exe traz de modernização para o sistema previdenciário do Brasil? Perguntas Frequentes 1. O que é a Funpresp Exe? É a Fundação de Previdência Complementar do Servidor Público Federal do Poder Executivo, criada pelo Decreto nº 7.808/2012, com a finalidade de administrar

Leia mais

APOSENTADORIA INTEGRAL X INTEGRALIDADE

APOSENTADORIA INTEGRAL X INTEGRALIDADE APOSENTADORIA INTEGRAL X INTEGRALIDADE Alex Sandro Lial Sertão Assessor Jurídico TCE/PI alex.sertao@tce.pi.gov.br Até o advento da EC nº 41/03, era direito do servidor público aposentar-se com base na

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS CÃMPUS JATAÍ PLANO DE ENSINO

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS CÃMPUS JATAÍ PLANO DE ENSINO PLANO DE ENSINO I. IDENTIFICAÇÃO Unidade Acadêmica: Câmpus Jataí Curso: Direito Disciplina: Direito Previdenciário Carga horária semestral: 48 horas Semestre/ano:2º semestre de 2013 Turma/Turno: 8418/A

Leia mais

WWW.CONTEUDOJURIDICO.COM.BR

WWW.CONTEUDOJURIDICO.COM.BR A APOSENTADORIA POR TEMPO DE CONTRIBUIÇÃO DO PROFESSOR SERVIDOR PÚBLICO EFETIVO DE ENTE FEDERATIVO QUE NÃO TENHA REGIME PRÓPRIO DE PREVIDÊNCIA SOCIAL Daescio Lourenço Bernardes de Oliveira 1 - INTRODUÇÃO

Leia mais

Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso do Sul GAB. CONS. MARISA JOAQUINA MONTEIRO SERRANO

Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso do Sul GAB. CONS. MARISA JOAQUINA MONTEIRO SERRANO RELATÓRIO VOTO : REV-G.MJMS-1196/2015 PROCESSO TC/MS : TC/116662/2012 PROTOCOLO : 2012 ÓRGÃO : INSTITUTO MUNICIPAL DE PREVIDÊNCIA SOCIAL DE ROCHEDO ASSUNTO DO PROCESSO : CONSULTA RELATOR : CONS. JERSON

Leia mais

Direito Previdenciário e Seguridade Social. Prof. Dante Alighiere Pereira da Silva CARGA HORÁRIA

Direito Previdenciário e Seguridade Social. Prof. Dante Alighiere Pereira da Silva CARGA HORÁRIA CURSO DISCIPLINA DOCENTE PERÍODO CARGA HORÁRIA EMENTA OBJETIVOS DIREITO Direito Previdenciário e Seguridade Social Prof. Dante Alighiere Pereira da Silva 9 P 80 h Introdução ao Estudo do Direito Previdenciário.

Leia mais

QUADRO COMPARATIVO DA LEGISLAÇÃO PREVIDENCIÁRIA

QUADRO COMPARATIVO DA LEGISLAÇÃO PREVIDENCIÁRIA ESTUDO ESTUDO QUADRO COMPARATIVO DA LEGISLAÇÃO PREVIDENCIÁRIA Cláudia Augusta Ferreira Deud Consultora Legislativa da Área XXI Previdência e Direito Previdenciário ESTUDO ABRIL/2007 Câmara dos Deputados

Leia mais

AUXÍLIO-ACIDENTE LABORAL

AUXÍLIO-ACIDENTE LABORAL AUXÍLIO-ACIDENTE LABORAL SILVA, José Arnaldo (G/FACINAN) 1 MARTINS, Eduardo (D/FACINAN/FENA/FANOVA/FINAV) 2 RESUMO: O presente artigo aborda uma temática de caráter informativo acerca dos critérios da

Leia mais

26. Seguridade social: conceituação, organização e princípios constitucionais. 28. Empresa e empregador doméstico: conceito previdenciário.

26. Seguridade social: conceituação, organização e princípios constitucionais. 28. Empresa e empregador doméstico: conceito previdenciário. AULÃO EVP RECEITA FEDERAL Direito Previdenciário Prof. Hugo Goes 26. Seguridade social: conceituação, organização e princípios constitucionais. 27. Segurados do RGPS 28. Empresa e empregador doméstico:

Leia mais

A OBRIGATORIEDADE DE APLICAÇÃO DO REGIME DE APURAÇÃO DA CONTRIBUIÇÃO PREVIDENCIÁRIA SOBRE A RECEITA BRUTA, QUANDO DESFAVORÁVEL AO CONTRIBUINTE

A OBRIGATORIEDADE DE APLICAÇÃO DO REGIME DE APURAÇÃO DA CONTRIBUIÇÃO PREVIDENCIÁRIA SOBRE A RECEITA BRUTA, QUANDO DESFAVORÁVEL AO CONTRIBUINTE 1 A OBRIGATORIEDADE DE APLICAÇÃO DO REGIME DE APURAÇÃO DA CONTRIBUIÇÃO PREVIDENCIÁRIA SOBRE A RECEITA BRUTA, QUANDO DESFAVORÁVEL AO CONTRIBUINTE Wagner Balera PUC-SP EQUIDADE V - Equidade na Forma de Participação

Leia mais

APOSENTADORIA ESPECIAL E A CONVERSÃO DO TEMPO DE SERVIÇO ESPECIAL EM COMUM

APOSENTADORIA ESPECIAL E A CONVERSÃO DO TEMPO DE SERVIÇO ESPECIAL EM COMUM APOSENTADORIA ESPECIAL E A CONVERSÃO DO TEMPO DE SERVIÇO ESPECIAL EM COMUM Catiana Miller 1 Marcio Roberto Paulo 2 SUMÁRIO 1. Introdução; 2. Seguridade Social; 3. Previdência social; 4. Aposentadoria;

Leia mais

APOSENTADORIA ESPECIAL DO POLICIAL CIVIL

APOSENTADORIA ESPECIAL DO POLICIAL CIVIL APOSENTADORIA ESPECIAL DO POLICIAL CIVIL José Heitor dos Santos Promotor de Justiça/SP Silvio Carlos Alves dos Santos Advogado/SP A Lei Complementar Paulista nº. 1.062/08, que disciplina a aposentadoria

Leia mais

BuscaLegis.ccj.ufsc.Br

BuscaLegis.ccj.ufsc.Br BuscaLegis.ccj.ufsc.Br A isenção da contribuição previdenciária dos servidores públicos (abono de permanência) Luís Carlos Lomba Júnior* O presente estudo tem como objetivo traçar breves considerações

Leia mais

ABONO DE PERMANÊNCIA E APOSENTADORIA DO PROFESSOR DA EDUCAÇÃO INFANTIL, DO ENSINO FUNDAMENTAL E DO ENSINO MÉDIO

ABONO DE PERMANÊNCIA E APOSENTADORIA DO PROFESSOR DA EDUCAÇÃO INFANTIL, DO ENSINO FUNDAMENTAL E DO ENSINO MÉDIO ABONO DE PERMANÊNCIA E APOSENTADORIA DO PROFESSOR DA EDUCAÇÃO INFANTIL, DO ENSINO FUNDAMENTAL E DO ENSINO MÉDIO VANIA MARIA DE SOUZA ALVARIM (Advogada, Estudante de pós-graduação em Direito Público, Mestre

Leia mais

FONTES DO DIREITO DA SEGURIDADE SOCIAL

FONTES DO DIREITO DA SEGURIDADE SOCIAL Seguridade Social Profª Mestre Ideli Raimundo Di Tizio p 8 FONTES DO DIREITO DA SEGURIDADE SOCIAL As fontes do Direito da Seguridade Social podem ser material e formal. As fontes formais são as formas

Leia mais

Tema 4.2. Art. 201, 11:

Tema 4.2. Art. 201, 11: IX SIMPÓSIO DE DIREITO TRIBUTÁRIO APET JURISPRUDÊNCIA DOS TRIBUNAIS ADMINISTRATIVOS CARF / TIT São Paulo/SP, 18 de novembro de 2011 Tributação pelas contribuições previdenciárias no plano de previdência

Leia mais

O regime complementar do servidor público

O regime complementar do servidor público O regime complementar do servidor público Leandro Madureira* RESUMO: O servidor que ingressou ou venha a ingressar no serviço publico a partir de 4 de fevereiro de 2013 tem a aposentadoria limitada ao

Leia mais

PARECER Nº, DE 2015. RELATOR: Senador BENEDITO DE LIRA

PARECER Nº, DE 2015. RELATOR: Senador BENEDITO DE LIRA PARECER Nº, DE 2015 1 Da COMISSÃO DE ASSUNTOS SOCIAIS, em decisão terminativa, sobre o Projeto de Lei do Senado nº 218, de 2011, do Senador EUNÍCIO OLIVEIRA, que dispõe sobre o empregador arcar com os

Leia mais

NOTA JURÍDICA N.º 004/2006 Cuiabá/MT, 06 de dezembro de 2006.

NOTA JURÍDICA N.º 004/2006 Cuiabá/MT, 06 de dezembro de 2006. NOTA JURÍDICA N.º 004/2006 Cuiabá/MT, 06 de dezembro de 2006. LEGALIDADE DA CONFISSÃO E PARCELAMENTO DE DÉBITOS ORIUNDOS DAS CONTRIBUIÇÕES PREVIDENCIÁRIAS RETIDAS DOS SERVIDORES PÚBLICOS ATÉ O MÊS DE DEZEMBRO

Leia mais

b) o 13º salário é quitado no decorrer do ano. Nos casos de haver parcela variável, o valor decorrente disso terá seu saldo quitado em janeiro;

b) o 13º salário é quitado no decorrer do ano. Nos casos de haver parcela variável, o valor decorrente disso terá seu saldo quitado em janeiro; 16/11/2011 (Artigo)13º SALÁRIO - ADIANTAMENTOS, PROVISÃO E BAIXA 1. Considerações Iniciais O 13º salário é um direito que o empregado vai adquirindo ao longo do ano, proporcionalmente ao número de meses

Leia mais

COMISSÃO DE SEGURIDADE SOCIAL E FAMÍLIA. PROJETO DE LEI N o 117, DE 2011 I - RELATÓRIO

COMISSÃO DE SEGURIDADE SOCIAL E FAMÍLIA. PROJETO DE LEI N o 117, DE 2011 I - RELATÓRIO COMISSÃO DE SEGURIDADE SOCIAL E FAMÍLIA PROJETO DE LEI N o 117, DE 2011 (Apensos: Projetos de Lei n os 130, 289, 561, 747, 911, 1.389, 1.629, 2.238 e 2.543, de 2011) Altera dispositivos da Lei nº 8.742,

Leia mais

Teoria Geral do Processo II Matrícula: 11/0115791 Vallisney de Souza Oliveira O ÔNUS DA PROVA NO CÓDIGO DE DEFESA DO CONSUMIDOR

Teoria Geral do Processo II Matrícula: 11/0115791 Vallisney de Souza Oliveira O ÔNUS DA PROVA NO CÓDIGO DE DEFESA DO CONSUMIDOR UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA Aluno: Endrigo Araldi Teoria Geral do Processo II Matrícula: 11/0115791 Vallisney de Souza Oliveira O ÔNUS DA PROVA NO CÓDIGO DE DEFESA DO CONSUMIDOR Brasília, 30 de Maio de 2013

Leia mais

Meio Ambiente do Trabalho Saudável como Direito Fundamental

Meio Ambiente do Trabalho Saudável como Direito Fundamental XI Salão de Iniciação Científica PUCRS Meio Ambiente do Trabalho Saudável como Direito Fundamental João Pedro Ignácio Marsillac (apresentador), Denise Pires Fincato (orientadora) Faculdade de Direito -

Leia mais

A PROTEÇÃO SOCIAL NA CONSTITUIÇÃO DE 1988 1

A PROTEÇÃO SOCIAL NA CONSTITUIÇÃO DE 1988 1 A PROTEÇÃO SOCIAL NA CONSTITUIÇÃO DE 1988 1 Zélia Luiza Pierdoná 2 A Constituição de 1988, visando dar efetividade aos fundamentos do Estado brasileiro, em especial, o da dignidade da pessoa humana, bem

Leia mais

DIREITOS FUNDAMENTAIS. Exame - 16.06.2015. Turma: Dia. Responda, sucintamente, às seguintes questões:

DIREITOS FUNDAMENTAIS. Exame - 16.06.2015. Turma: Dia. Responda, sucintamente, às seguintes questões: DIREITOS FUNDAMENTAIS Exame - 16.06.2015 Turma: Dia I Responda, sucintamente, às seguintes questões: 1. Explicite o sentido, mas também as consequências práticas, em termos de densidade do controlo judicial,

Leia mais

A criação do fundo de pensão dos servidores públicos federais Primeiras impressões sobre a Lei no 12.618/12

A criação do fundo de pensão dos servidores públicos federais Primeiras impressões sobre a Lei no 12.618/12 A criação do fundo de pensão dos servidores públicos federais Primeiras impressões sobre a Lei no 12.618/12 PREVIDENCIÁRIO, 11/09/2012 FÁBIO ZAMBITTE, PROFESSOR DE DIREITO DA FGV-RIO Introdução No dia

Leia mais

Prof. Marcus Tomasi UDESC/ESAG

Prof. Marcus Tomasi UDESC/ESAG Prof. Marcus Tomasi UDESC/ESAG O QUE É... É a síntese do contrato firmado entre o governo e a sociedade, onde as contribuições da sociedade (receitas) são transformadas em ações do governo (despesas) para

Leia mais

CONSELHO SUPERIOR DA JUSTIÇA DO TRABALHO ATO CONJUNTO Nº 3/TST.CSJT, DE 1º DE MARÇO DE 2013

CONSELHO SUPERIOR DA JUSTIÇA DO TRABALHO ATO CONJUNTO Nº 3/TST.CSJT, DE 1º DE MARÇO DE 2013 CONSELHO SUPERIOR DA JUSTIÇA DO TRABALHO ATO CONJUNTO Nº 3/TST.CSJT, DE 1º DE MARÇO DE 2013 Uniformiza o Programa de Assistência Pré-Escolar no âmbito do Tribunal Superior do Trabalho e da Justiça do Trabalho

Leia mais

O QUE FAZER COM OS RECURSOS SEM DESPESAS CORRESPONDENTES NA LOA EM RAZÃO DE VETO, EMENDA OU REJEIÇÃO?

O QUE FAZER COM OS RECURSOS SEM DESPESAS CORRESPONDENTES NA LOA EM RAZÃO DE VETO, EMENDA OU REJEIÇÃO? O QUE FAZER COM OS RECURSOS SEM DESPESAS CORRESPONDENTES NA LOA EM RAZÃO DE VETO, EMENDA OU REJEIÇÃO? Robison Carlos Miranda Pereira Aluno do 7º período do curso de Direito do Unicentro Newton Paiva, graduado

Leia mais

Resumo de Direito Previdenciário de Servidores Públicos. Atualizado até a EC n. 70/2012

Resumo de Direito Previdenciário de Servidores Públicos. Atualizado até a EC n. 70/2012 Resumo de Direito Previdenciário de Servidores Públicos Atualizado até a EC n. 70/2012 Dânae Dal Bianco Procuradora do Estado de São Paulo, mestre em Direito da Seguridade Social pela Universidade de

Leia mais

CONCEITO E EVOLUÇÃO HISTÓRICA DO DIREITO ECONÔMICO CONCEITO DE DIREITO ECONÔMICO SUJEITO - OBJETO

CONCEITO E EVOLUÇÃO HISTÓRICA DO DIREITO ECONÔMICO CONCEITO DE DIREITO ECONÔMICO SUJEITO - OBJETO CONCEITO E EVOLUÇÃO HISTÓRICA DO DIREITO ECONÔMICO CONCEITO DE DIREITO ECONÔMICO SUJEITO - OBJETO CONCEITO DIREITO ECONÔMICO É O RAMO DO DIREITO QUE TEM POR OBJETO A JURIDICIZAÇÃO, OU SEJA, O TRATAMENTO

Leia mais

PARECER JURÍDICO N.º 027/2005. CONSULENTE: Instituto Municipal de Previdência Social dos Servidores de Cuiabá CUIABÁ-PREV.

PARECER JURÍDICO N.º 027/2005. CONSULENTE: Instituto Municipal de Previdência Social dos Servidores de Cuiabá CUIABÁ-PREV. PARECER JURÍDICO N.º 027/2005 CONSULENTE: Instituto Municipal de Previdência Social dos Servidores de Cuiabá CUIABÁ-PREV. ASSUNTO: Aplicabilidade do instituto da paridade as pensões derivadas de proventos

Leia mais

37. Garantias do preso (Art. 104 GG)

37. Garantias do preso (Art. 104 GG) 37. Garantias do preso (Art. 104 GG) GRUNDGESETZ Art. 104 (Garantias do preso) 1 (1) A liberdade da pessoa só pode ser cerceada com base em uma lei formal e tão somente com a observância das formas nela

Leia mais

LEGISLAÇÃO APLICADA A AQUICULTURA

LEGISLAÇÃO APLICADA A AQUICULTURA LEGISLAÇÃO APLICADA A AQUICULTURA C O N T E Ú D O : N O Ç Õ E S D E D I R E I T O : I N T R O D U Ç Ã O A O E S T U D O D O D I R E I T O A M B I E N T A L C A R A C T E R Í S T I C A S D A L E G I S L

Leia mais

ANA CECÍLIA SOUSA VILARINHO A INCOMPATIBILIDADE DO INSTITUTO DA DESAPOSENTAÇÃO COM O ORDENAMENTO JURÍDICO VIGENTE E SEUS PRINCÍPIOS

ANA CECÍLIA SOUSA VILARINHO A INCOMPATIBILIDADE DO INSTITUTO DA DESAPOSENTAÇÃO COM O ORDENAMENTO JURÍDICO VIGENTE E SEUS PRINCÍPIOS Centro Universitário de Brasília-UniCEUB Faculdade de Ciências Jurídicas e Sociais-FAJS ANA CECÍLIA SOUSA VILARINHO A INCOMPATIBILIDADE DO INSTITUTO DA DESAPOSENTAÇÃO COM O ORDENAMENTO JURÍDICO VIGENTE

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL DE 1988 Emendas Constitucionais Emendas Constitucionais de Revisão Ato das Disposições

Leia mais

PERGUNTAS E RESPOSTAS SOBRE RPPS

PERGUNTAS E RESPOSTAS SOBRE RPPS PERGUNTAS E RESPOSTAS SOBRE RPPS 1 - O que vem a ser regime próprio de previdência social (RPPS)? R: É o sistema de previdência, estabelecido no âmbito de cada ente federativo, que assegure, por lei, ao

Leia mais

A Câmara Municipal de Foz do Iguaçu, Estado do Paraná, Aprova:

A Câmara Municipal de Foz do Iguaçu, Estado do Paraná, Aprova: PROJETO DE LEI Nº 131/2010 Dispõe sobre a criação do Fundo Especial dos Procuradores, Consultores Jurídicos, Assessores Técnicos Jurídicos e Advogados Públicos Municipais de Foz do Iguaçu. Autor: Vereador

Leia mais

RESOLUÇÃO CNSP N o 81, de 2002.

RESOLUÇÃO CNSP N o 81, de 2002. RESOLUÇÃO CNSP N o 81, de 2002. Dispõe sobre a atividade dos corretores de seguros de ramos elementares e dos corretores de seguros de vida, capitalização e previdência, bem como seus prepostos. A SUPERINTENDÊNCIA

Leia mais

CERTIFICAÇÃO DE ENTIDADES BENEFICENTES DE ASSISTÊNCIA SOCIAL NO ÂMBITO DO MDS

CERTIFICAÇÃO DE ENTIDADES BENEFICENTES DE ASSISTÊNCIA SOCIAL NO ÂMBITO DO MDS MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO SOCIAL E COMBATE À FOME MDS SECRETARIA NACIONAL DE ASSISTÊNCIA SOCIAL SNAS CERTIFICAÇÃO DE ENTIDADES BENEFICENTES DE ASSISTÊNCIA SOCIAL NO ÂMBITO DO MDS DEPARTAMENTO DA REDE

Leia mais

Assunto: Comparando o Regime Próprio de Previdência Social com o INSS. ANÁLISE

Assunto: Comparando o Regime Próprio de Previdência Social com o INSS. ANÁLISE Assunto: Comparando o Regime Próprio de Previdência Social com o INSS. ANÁLISE A Previdência Social no Brasil é um direito previsto pela Constituição Federal e se organiza por três regimes previdenciários

Leia mais

Concessão de plano de saúde e auxílio-alimentação a servidores

Concessão de plano de saúde e auxílio-alimentação a servidores Concessão de plano de saúde e auxílio-alimentação a servidores RELATOR: CONSELHEIRO SIMÃO PEDRO TOLEDO Em acréscimo, pondero que, também, o pretendido plano de saúde deva ser estendido a todos os servidores

Leia mais

Média aritmética dos 80% maiores salários de contribuição, multiplicado pelo fator previdenciário.

Média aritmética dos 80% maiores salários de contribuição, multiplicado pelo fator previdenciário. 1) Cálculo de Benefícios - Continuação 1.1) Aposentadoria por tempo de contribuição Média aritmética dos 80% maiores salários de contribuição, multiplicado pelo fator previdenciário. Fator Previdenciário

Leia mais

Stock Optionse HiringBonus: sua tributação e a incidência de contribuições da seguridade social. Carla de Lourdes Gonçalves Mestre e doutora PUC/SP

Stock Optionse HiringBonus: sua tributação e a incidência de contribuições da seguridade social. Carla de Lourdes Gonçalves Mestre e doutora PUC/SP Stock Optionse HiringBonus: sua tributação e a incidência de contribuições da seguridade social Carla de Lourdes Gonçalves Mestre e doutora PUC/SP CONSTITUIÇÃO FEDERAL Art. 195. A seguridade social será

Leia mais

CONCORRÊNCIA AA 03/2015 QUESTIONAMENTO 12. Pergunta: No que tange ao Anexo II Critérios de elaboração e julgamento da proposta técnica:

CONCORRÊNCIA AA 03/2015 QUESTIONAMENTO 12. Pergunta: No que tange ao Anexo II Critérios de elaboração e julgamento da proposta técnica: CONCORRÊNCIA AA 03/2015 QUESTIONAMENTO 12 Pergunta: No que tange ao Anexo II Critérios de elaboração e julgamento da proposta técnica: Item A.I.c: Poderá a apresentação também se dar em pen drive (com

Leia mais

CONSTITUCIONALIZAÇÃO DOS DIREITOS TRABALHISTAS: O PRINCÍPIO DA PROTEÇÃO AO TRABALHADOR

CONSTITUCIONALIZAÇÃO DOS DIREITOS TRABALHISTAS: O PRINCÍPIO DA PROTEÇÃO AO TRABALHADOR CONSTITUCIONALIZAÇÃO DOS DIREITOS TRABALHISTAS: O PRINCÍPIO DA PROTEÇÃO AO TRABALHADOR Luciana Santos Trindade Capelari Advogada trabalhista e empresarial, Especialista em Direito Processual, e em Direito

Leia mais

DELIBERAÇÃO Nº 72 / 2006. I - Introdução

DELIBERAÇÃO Nº 72 / 2006. I - Introdução DELIBERAÇÃO Nº 72 / 2006 I - Introdução A Comissão Nacional de Protecção de Dados (CNPD) tem recebido, com muita frequência, um grande número de pedido de acessos a dados pessoais de saúde de titulares

Leia mais

NOTA TÉCNICA JURÍDICA

NOTA TÉCNICA JURÍDICA 1 NOTA TÉCNICA JURÍDICA Obrigatoriedade de dispensa motivada. Decisão STF RE 589998 Repercussão geral. Aplicação para as sociedades de economia mista e empresas Públicas. Caso do BANCO DO BRASIL e CAIXA

Leia mais

RELAÇÃO DO DIREITO CONSTITUCIONAL COM OUTRAS DISCIPLINAS OU CIÊNCIAS.

RELAÇÃO DO DIREITO CONSTITUCIONAL COM OUTRAS DISCIPLINAS OU CIÊNCIAS. RELAÇÃO DO DIREITO CONSTITUCIONAL COM OUTRAS DISCIPLINAS OU CIÊNCIAS. 1. RELAÇÃO COM O DIREITO ADMINISTRATIVO: Classificado no Direito Público Interno, de quem é um de seus ramos, o Direito Administrativo,

Leia mais

2 Evolução Legislativa da Previdência Social no Brasil, 4 Quadro esquemático, 8 Questões, 12

2 Evolução Legislativa da Previdência Social no Brasil, 4 Quadro esquemático, 8 Questões, 12 Nota, xi 1 Origens da Seguridade Social, 1 1.1 Poor Law, 1 1.2 Seguros privados, 2 1.3 Seguros sociais, 2 Quadro esquemático, 3 2 Evolução Legislativa da Previdência Social no Brasil, 4 Quadro esquemático,

Leia mais

: MIN. ROBERTO BARROSO TRABALHO DA 11ª REGIÃO - AMAZONAS E RORAIMA - SITRAAM

: MIN. ROBERTO BARROSO TRABALHO DA 11ª REGIÃO - AMAZONAS E RORAIMA - SITRAAM MANDADO DE INJUNÇÃO 3.750 DISTRITO FEDERAL RELATOR IMPTE.(S) ADV.(A/S) ADV.(A/S) : MIN. ROBERTO BARROSO :SINDICATO DOS SERVIDORES DA JUSTIÇA DO TRABALHO DA 11ª REGIÃO - AMAZONAS E RORAIMA - SITRAAM : JANNE

Leia mais

A Aposentadoria dos Servidores Públicos Federais

A Aposentadoria dos Servidores Públicos Federais A Aposentadoria dos Servidores Públicos Federais Carlos Alberto Pereira de Castro Curitiba, junho de 2008 Introdução Estudo da aposentadoria dos servidores públicos passou a ser relevante com as reformas

Leia mais

LIMITES À REALIZAÇÃO DE LICITAÇÕES E CONTRATOS ADMINISTRATIVOS EM ANO ELEITORAL

LIMITES À REALIZAÇÃO DE LICITAÇÕES E CONTRATOS ADMINISTRATIVOS EM ANO ELEITORAL LIMITES À REALIZAÇÃO DE LICITAÇÕES E CONTRATOS ADMINISTRATIVOS EM ANO ELEITORAL 1. INTRODUÇÃO Em anos de eleições municipais, estaduais e federais, devem ser observadas várias limitações à realização de

Leia mais

Material de Apoio. Destes benefícios, os que terminam com "ão" são devidos aos dependentes, todos os demais são devidos aos segurados.

Material de Apoio. Destes benefícios, os que terminam com ão são devidos aos dependentes, todos os demais são devidos aos segurados. Material de Apoio Benefícios Previdenciários Benefício X Prestação: Prestação é um gênero que derivam duas espécies: - benefícios: obrigação de pagar. Todos os benefícios têm caráter remuneratório. - serviços:

Leia mais

As diversas opções de aposentadoria para os Servidores Públicos Federais

As diversas opções de aposentadoria para os Servidores Públicos Federais As diversas opções de aposentadoria para os Servidores Públicos Federais Secretaria de Estudos, Pesquisas e Políticas Públicas e Secretaria de Formação Política e Sindical. SINDICATO DOS TRABALHADORES

Leia mais

Algumas Considerações sobre Assistência à Saúde

Algumas Considerações sobre Assistência à Saúde 254 Algumas Considerações sobre Assistência à Saúde Luiz Eduardo de Castro Neves 1 Nos dias atuais, em que há cada vez mais interesse em bens de consumo, é, sem dúvida, nos momentos em que as pessoas se

Leia mais

PARECER DECRETO CALL CENTER

PARECER DECRETO CALL CENTER PARECER DECRETO CALL CENTER PARECER DECRETO 6.523/2008 Elizabeth Costa de Oliveira Góes Trata-se de parecer com vistas a analisar a aplicabilidade do Decreto 6.523/2008, de 31 de julho de 2008, no que

Leia mais

Brasília (DF), 14 de outubro de 2004. REF.: LEI N.º 8.955, DE 15.12.94. PROPOSTA DE ALTERAÇÃO DO ART. 9º. ENTIDADE

Brasília (DF), 14 de outubro de 2004. REF.: LEI N.º 8.955, DE 15.12.94. PROPOSTA DE ALTERAÇÃO DO ART. 9º. ENTIDADE Brasília (DF), 14 de outubro de 2004. À FEDERAÇÃO NACIONAL DOS AUDITORES-FISCAIS DA PREVIDENCIÁRIA SOCIAL - FENAFISP, A/C do Ilustríssimo Dr. LUÍS RONALDO MARTINS ANGOTI, Digníssimo DIRETOR JURÍDICO. REF.:

Leia mais

IX ENCONTRO NACIONAL DE VEREADORES

IX ENCONTRO NACIONAL DE VEREADORES IX ENCONTRO NACIONAL DE VEREADORES Previdência Pública Servidores e Agentes Políticos Geilton Costa da Silva Conceito primitivo de previdência A raiz da palavra aponta para a faculdade ou ação de prever,

Leia mais

Questões Dissertativas (máximo 15 linhas)

Questões Dissertativas (máximo 15 linhas) Questões Dissertativas (máximo 15 linhas) 1) O que é tributo? Considerando a classificação doutrinária que, ao seguir estritamente as disposições do Código Tributário Nacional, divide os tributos em "impostos",

Leia mais

ARTIGO: O direito à saúde e a judicialização da política

ARTIGO: O direito à saúde e a judicialização da política ARTIGO: O direito à saúde e a judicialização da política Carlos Roberto Pegoretti Júnior 1 RESUMO: Os entes políticos, por vezes, encontram-se no pólo passivo de demandas judiciais referentes à entrega

Leia mais

BuscaLegis.ccj.ufsc.br

BuscaLegis.ccj.ufsc.br BuscaLegis.ccj.ufsc.br O direito à saúde na Constituição Federal de 1988: caracterização e efetividade Alexandre Gonçalves Lippel* 1. Caracterização do direito à saúde O direito à saúde emerge no constitucionalismo

Leia mais

ACUMULAÇÃO DE CARGOS PÚBLICOS POR MILITARES

ACUMULAÇÃO DE CARGOS PÚBLICOS POR MILITARES ACUMULAÇÃO DE CARGOS PÚBLICOS POR MILITARES 1. INTRODUÇÃO O presente estudo tem por finalidade analisar a possibilidade de um militar exercer, na ativa ou na reserva remunerada, outro cargo público e receber,

Leia mais

DIREITO PENAL MILITAR

DIREITO PENAL MILITAR DIREITO PENAL MILITAR Objetivos: Definir direito penal e direito penal militar; Distinguir direito penal militar das demais denominações do direito e dos demais direitos e ciências afins; Distinguir lei

Leia mais

Conceitos básicos de. Previdência Complementar

Conceitos básicos de. Previdência Complementar CALVO E FRAGOAS ADVOGADOS Conceitos básicos de Previdência Complementar Advogado: José Carlos Fragoas ROTEIRO DE APRESENTAÇÃO 1. Apresentação 2. Embasamento Legal 3. Princípios da Previdência Privada contidos

Leia mais

CARTILHA Previdência. Complementar REGIMES TRIBUTÁRIOS

CARTILHA Previdência. Complementar REGIMES TRIBUTÁRIOS CARTILHA Previdência Complementar REGIMES TRIBUTÁRIOS Índice 1. Os planos de Previdência Complementar e os Regimes Tributários... Pág. 3 2. Tratamento tributário básico... Pág. 4 3. Características próprias

Leia mais

COMISSÃO DE SEGURIDADE SOCIAL E FAMÍLIA

COMISSÃO DE SEGURIDADE SOCIAL E FAMÍLIA COMISSÃO DE SEGURIDADE SOCIAL E FAMÍLIA PROJETO DE LEI N o 1.638, DE 2011 (Apenso o Projeto de Lei nº 294, de 2011) Altera a Lei nº 8.213, de 24 de julho de 1991, para dispor sobre o período de carência

Leia mais

Prova Comentada TRT/SP Direito Previdenciário. XX. (Analista Judiciário Área Judiciária/TRT-2/FCC/2014):

Prova Comentada TRT/SP Direito Previdenciário. XX. (Analista Judiciário Área Judiciária/TRT-2/FCC/2014): Prova Comentada TRT/SP Direito Previdenciário XX. (Analista Judiciário Área Judiciária/TRT-2/FCC/2014): 54. Uma vez criados por lei do ente federativo, vinculam-se aos regimes próprios de previdência social

Leia mais

PROVIMENTO nº 09/2007-CGJ

PROVIMENTO nº 09/2007-CGJ PROVIMENTO nº 09/2007-CGJ Dispõe sobre a nomeação de defensor dativo nas Comarcas onde não exista Defensoria Pública e dá outras providências atribuições legais, O CORREGEDOR-GERAL DA JUSTIÇA, no uso de

Leia mais

WWW.CONTEUDOJURIDICO.COM.BR

WWW.CONTEUDOJURIDICO.COM.BR » Cacildo Baptista Palhares Júnior Advogado em Araçatuba (SP) Questões comentadas de direito previdenciário da prova objetiva do concurso de 2010 para Defensor da União Com base no direito previdenciário,

Leia mais

As políticas de Inclusão Social no Brasil apresentam

As políticas de Inclusão Social no Brasil apresentam DESENVOLVIMENTO SOCIAL: POLÍTICA PÚBLICA PARA A INCLUSÃO PREVIDENCIÁRIA DO TRABALHADOR DE BAIXA RENDA ELIANE ROMEIRO COSTA Resumo: estudo do Sistema de Seguridade Social e das políticas sociais. Palavras-chave:

Leia mais

APOSENTADORIA ESPECIAL DO SERVIDOR PÚBLICO

APOSENTADORIA ESPECIAL DO SERVIDOR PÚBLICO Direito Previdenciário APOSENTADORIA ESPECIAL DO SERVIDOR PÚBLICO Rafael Gabarra www.gabarra.adv.br ROTEIRO I. RGPS x RPPS II. Aposentadoria Especial III. Servidor Público - RPPS IV. Omissão MI s Súmula

Leia mais

O RETORNO AO TRABALHO DO APOSENTADO PELA APOSENTADORIA ESPECIAL

O RETORNO AO TRABALHO DO APOSENTADO PELA APOSENTADORIA ESPECIAL 1- Conceito O RETORNO AO TRABALHO DO APOSENTADO PELA APOSENTADORIA ESPECIAL * Juliana de Oliveira Xavier Ribeiro ** Cibeli Espíndola dos Santos A aposentadoria especial é o benefício previdenciário concedido

Leia mais

CONTRIBUIÇÕES SOCIAIS DO EMPREGADO A LUZ DAS NORMAS DO REGIMENTO GERAL DE PREVIDÊNCIA SOCIAL RGPS

CONTRIBUIÇÕES SOCIAIS DO EMPREGADO A LUZ DAS NORMAS DO REGIMENTO GERAL DE PREVIDÊNCIA SOCIAL RGPS CONTRIBUIÇÕES SOCIAIS DO EMPREGADO A LUZ DAS NORMAS DO REGIMENTO GERAL DE PREVIDÊNCIA SOCIAL RGPS Ricardo Benevenuti Santolini 1 Resumo: A norma jurídica possui como princípio basilar regulamentar a conduta

Leia mais

CARTILHA DO PLANO D FUNDAÇÃO DE SEGURIDADE SOCIAL BRASLIGHT

CARTILHA DO PLANO D FUNDAÇÃO DE SEGURIDADE SOCIAL BRASLIGHT CARTILHA DO PLANO D Cartilha - Plano D INTRODUÇÃO Você está recebendo a Cartilha do Plano D. Nela você encontrará um resumo das principais características do plano. O Plano D é um plano moderno e flexível

Leia mais

EMENTA: Auditoria Hospitalar Relação Contratual entre Hospitais e Operadoras de Saúde CONSULTA

EMENTA: Auditoria Hospitalar Relação Contratual entre Hospitais e Operadoras de Saúde CONSULTA PARECER Nº 2442/2014 CRM-PR PROCESSO CONSULTA N. º 157/2010 PROTOCOLO N. º 20097/2010 ASSUNTO: AUDITORIA HOSPITALAR RELAÇÃO CONTRATUAL ENTRE HOSPITAIS E OPERADORAS DE SAÚDE PARECERISTA: CONS.º DONIZETTI

Leia mais

Desaposentação. Essa r. decisão é de inquestionável importância jurídica e social, haja vista o hodierno conjunto normativo previdenciário.

Desaposentação. Essa r. decisão é de inquestionável importância jurídica e social, haja vista o hodierno conjunto normativo previdenciário. Desaposentação A possibilidade de renúncia à aposentadoria, com vistas à obtenção de novo benefício, mais vantajoso, com aproveitamento do tempo de contribuição posterior ao ato administrativo, sem restituição

Leia mais