Língua portuguesa é riqueza económica. Melchior Moreira. José Pavão. Paulo Pereira

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1 ranking das 100 maiores empresas portuguesas exportadoras Nº 113 Mensal Fevereiro # (IVA incluído) Melchior Moreira Presidente da Entidade Regional de Turismo do Porto e Norte de Portugal José Pavão Cônsul da Guiné-Bissau no Porto Paulo Pereira Presidente Câmara Portuguesa do Rio Grande do Sul Brasil Língua portuguesa é riqueza económica Miguel Anacoreta Correia, Secretário-Geral da UCCLA, destaca o papel das cidade capitais de língua portuguesa no mundo como ativos na promoção cultural e económica Fevereiro 2012 País conómico 1

2 Índice Grande Entrevista Miguel Anacoreta Correia é o Secretário- -Geral da UCCLA União das Cidades Capitais de Língua Portuguesa, e em entrevista à País conómico refere que está por apurar o quanto a língua contribuirá para o PIB português, mas assegura que será certamente um valor bastante significativo. As cidades são cada vez mais importantes, e o histórico dirigente português que agora lidera os destinos da UCCLA no quotidiano, sublinham que a organização vai reforçar a cooperação entre os seus membros e continua aberta a receber mais cidades no seu seio. pág. 24 a 28 Ainda nesta edição 12 Sofid apoia a internacionalização das empresas portuguesas 22 EPUL é a melhor empresa de construção em Portugal 23 Porto de Sines com mais contentores 32 Comércio luso brasileiro atingiu valor recorde 33 Américo Amorim entrou no Banco Luso Brasileiro 34 Bordallo Pinheiro acelera internacionalização 35 Empresários mineiros vêem a Portugal 44 Redtel cresce em tempo de crise 48 Câmara de Castro Marim aposta no turismo 58 Empresários de Viana do Castelo apostam na Bahia 58 Semana da Comunidade Portuguesa em Porto Alegre Grande Plano As exportações constituem uma peça chave para Portugal na ultrapassagem da crise económica e recessiva que atravessamos. Nesta edição apresentamos o ranking das 100 Maiores Empresas Portuguesas Exportadoras com dados de 2010, numa parceria que estabelecemos com a Coface. O ano de 2010 não foi particularmente brilhantes para as exportações portuguesas, embora o 2011 tenha permitido um forte crescimento nas nossas exportações, com a ajuda na balança de pagamentos da diminuição das importações. Realce para o fato da TAP ter constituído a principal empresa exportadora em 2010, uma empresa que este ano deverá ser privatizada, e onde importa que não seja apenas o puro encaixe financeiro a determinar a decisão de quem atribuir a venda da empresa. pág. 06 a 21 4 País conómico Fevereiro 2012 Fevereiro 2012 País conómico 5

3 Miguel Anacoreta Correia, Secretário-Geral da UCCLA «Ainda não determinámos o valor económico da Língua Portuguesa» Numa entrevista à País conómico, Miguel Anacoreta Correia, Secretário-Geral da UCCLA União das Cidades Capitais de Língua Portuguesa, abordou o papel da UCCLA no Mundo Lusófono. Neste encontro que decorreu na sede da organização em Lisboa, esta figura relevante da vida portuguesa abordou diversas questões relacionadas com o trajecto da sua instituição. E a determinada altura foi acutilante ao afirmar que neste momento ainda não está determinado qual é o valor económico da Língua Portuguesa, «mas ele representará com toda a certeza um valor considerável do PIB». Miguel Anacoreta Correia acredita que em Portugal vamos ter surpresas quando este valor for determinado, e lamenta que uma boa parte das grandes empresas portuguesas ainda não tenha percebido que existem fora do país (no Brasil e nos Palops) oportunidades importantes, porque a Língua Portuguesa está em forte expansão e cada vez mais viva. Texto VALDEMAR BONACHO FOTOGRAFIA RUI ROCHA REIS Miguel Anacoreta Correia é um defensor acérrimo da Lusofonia, e a sua vivência simboliza um pouco aquilo que nós próprios pensámos encontrar no encontro que com ele tivemos no passado dia 17 de Janeiro na sede da UCCLA, na Rua de São Bento, em Lisboa, precisamente dezasseis dias depois desta figura ilustre ter comemorado o seu 67º aniversário. Na altura, não conseguimos esconder uma onda de felicidade por finalmente conhecermos pessoalmente um homem cuja experiência de vida é vasta e invejável, e que em Março de 2009 decidiu assumir o cargo de Secretário-Geral da UCCLA. Como o próprio Miguel Anacoreta Correia fez questão de nos dizer, preferia que esta conversa com o País conómico saísse um pouco do rigor da pergunta e resposta, e caminhasse mais para um diálogo aberto e descomplexado, que explicasse o que é a UCCLA, que lembrasse o que a UCCLA fez em acções de cooperação em geral nas suas cidades e nas suas empresas e, finalmente, dedicasse um espaço a Timor onde a UCCLA tem as Jóias da Coroa. «Nós fizemos ali a recuperação do Liceu (hoje é a Universidade), o processo de execução do Palácio Presidencial em Dili é quase cem por cento nosso, é da nossa autoria o projecto de saúde primária que atingiu cerca de 150 mil pessoas» recordou Miguel Anacoreta Correia, para nos segredar que a nível empresarial o Encontro de Turismo é a grande ambição. «Em 2012 estamos completamente tapados e rejeitámos propostas de colaboração, sobretudo aquelas que implicariam despesa. As pessoas só em Janeiro é que se lembraram que estavam em 2012, quando nós já estávamos em 2012 em Setembro», faz questão de não esconder. Nesta conversa com os jornalistas da P, Miguel Anacoreta Correia recorda que a UCCLA não tem um plano voluntarista, «porque como não temos fundos próprios que nos permitam fazer isto ou aquilo, estamos dependentes do ganhar ou não ganhar cojcursos internacionais. Em larga medida somos uma agência de execução», ilustra o Secretário-Geral da UCCLA, um homem cujo percurso académico passou pela Engenharia Civil, tendo-se especializado no sector dos Transportes. Aliás, Miguel Anacoreta Correia fez parte como deputsado e Secretário de Estado dos Transportes no VI Governo Constitucional chefiado por Franscisco Sá Carneito, e foi convidado também para incluir o VII Governo Constitucional como Secretário de Estado da Defesa Nacional. A UCCLA está rodeada de 39 empresas amigas que com ela colaboram em diversas áreas. E será que a tendência de adesão de cempresas à UCCLA é para aumentar? Miguel Anacoreta Correia diz que sim. «Vamos com toda a certeza continuar a aumentar esse número de empresas. Ainda hoje de manhã estive a trabalhar aqui com o nosso Vice-Presidente para a Área Empresarial, Dr. Carlos Bayan Ferreira que também é o Paresidente da Câmara de Comércio e Iandústria Portugal-Angola (CCIPA) a vermos processos de meia dúzia de empresas que vamos convidar para participarem na UCCLA. Mas nós não te- 24 País conómico Fevereiro 2012 Fevereiro 2012 País conómico 25

4 mos muita pressa...», exemplificou o nosso entrevistado. A UCCLA foi oficialmente constituída a 28 de Junho de Fará este ano 27 anos de existência. E Miguel Anacoreta Correia exerce o cargo de Secretário-Geral desde Março de «Estou aqui há três anos e não espero estar muito mais, diz meio a sério e meio a brincar. «Espero é deixar a UCCLA com sustentabilidade financeira».. Trabalhar para a Lusofonia Assumiu o cargo por missão? Anacoreta Correia não hesita na resposta. «Foi um bocado por missão. Não o nego. Tenho os quatro filhos criados, cada um deles no seu continente. Aqui há um mês tinha uma filha a trabalhar para a Cruz Vermelha que já fez uma missão no Paquistão e no Afeganistão. Tenho outra a trabalhar nos EUA, outro a trabalhar em Angola e outro em Portugal. Tenho, portanto, os quatro filhos criados, não precisaram de cunhas para arranjarem emprego, e agora estou a fazer o que gosto, que é trabalhar para a Lusofonia», faz questão de nos contar. Sendo os mandatos na UCCLA de dois anos, perguntámos a Miguel Anacoreta Correia se não se sentia com forças para fazer mais um mandato à frente dos destinos da UCCLA. «Termino o meu mandato para o ano e estou a pensar não parar porque ainda não está conseguída a sustentabilidade financeira da UCCLA. Estamos agora mais próximos dessa sustentabilidade, mas ainda não a atingimos. Até lá penso ficar...», garantiu Anacoreta Correia que no seu vasto curriculo também desempenhou os cargos de Alto Funcionário da União Europeia, no quadro das relações com os países ACP (África, Caraibas e Pacífico e Director para a América Latina, chegando, a ser igualmente Conselheiro de Estado a convite do Presidente Cavaco Silva. Um reconhecimento à CPLP A Lusofonia pairava nesta conversa com Miguel Anacoreta Correia, até que o nome de Malangatana Valente, prestigiado artista plástico moçambicano de renome mundial, falecido recentemente, veio à baila. E Quando o tema Malangatana foi abordado o Secretário-Geral da UCCLA teve uma reacção muito interessante. «Sabe, eu acredito nos espíritos, fruto da minha quota parte africana». Será que o Poder instalado reconhece o esforço do trabalho que a UCCLA e a própria CPLP têm desenvolvido ao longo de todos estes anos? Um breve olhar, uma breve pausa, para uma resposta clarividente. «Acho que o reconhecimento é competente, é mais recente que antigo. Mas nós só beneficiamos que o ranking da CPLP suba no número dos países que a constituem. Eu devo-lhe dizer que o Secretário-Geral da CPLP, O Dr. Domingos Simões Pereira tem tido um trabalho extraordinário, e por isso aproveito o ensejo para o cumprimentar efusivamente. É um homem completamente articulado e verticalizado, e um grande amigo de Portugal», referiu Anacoreta Correia. Escutaramos estas palavras do Secretário- -Geral da UCCLA e lembramo-nos de imediato que a UCCLA foi em certa medida percursora nas relações inter-municipais no vasto e pluricontinental espaço Lusófono, e que nesse sentido constitui um estímulo gerador da grande realidade emergente que é hoje a CPLP. UCCLA nos 50 anos de Lichinga Hoje a UCCLA engloba 36 cidades e. segundo o seu Secretário-Geral está limitada estatutariamente a 40 cidades. «E isto porque nós entendemos que a partir desse número é difícil termos uma atenção e uma relação personalizada com cada uma destas cidades. Era fácil criar uma associação com centenas de cidades (outro tipo de associações que não é a nossa), mas o tipo de relações nunca poderia ser tão intenso», diz Miguel Anacoreta Correia para acrescentar, a propósito, «que há cidades que querem ser membros, há cidades que temos aconselhado a que mantenham connosco uma relação, e temos hoje actividades que são abertas para cidades não UCCLA, que é o caso das Redes Temáticas. Um exemplo de uma cidade que eu sei que o meu amigo tem um grande carinho por ela, e eu também, e que gostaria de ser da UCCLA mas que eu julgo que não tem grande vantagem nisso, é Lichinga (Moçambique), antiga Vila Cabral. As relações vêm da simpatia do Presidente do Conselho Municipal e eu pessoalmentetenho tenho uma razão especial: As minhas primeiras memórias são da antiga Vila Cabral porque vivi lá dos dois aos quatro anos de idade, e como sabe bem, em Africa estas coisas marcam muito mais. Mas nós estamos neste momento a fazer com Lichinga muitas sugestões sobre coisas concretas da vida municipal de natureza técnica. Por exemplo, acabámos de elaborar (e eu até dei o visto e o acordo do Presidente do Conselho Municipal) uma brochura sobre os 50 anos de Lichinga que são comemorados este ano. Foi a UCCLA que arranjou o financiamento para esta publicação e, portanto, muita gente que em Lichinga não conhecia a verdadeira história da terra, fica a conhecê-la. Nessa altura pretendemos dar um sinal de que não temos nada contra as cidades não UC- CLA, o que temos é aquela nossa família que, inclusivamente, prevê fazer a nossa Comissão Executiva (que é uma cerimónia que tem lugar duas vezes por anos, em Lichinga. Temos estado em contactos com o Presidente do Conselho Municipal de Maputo, David Simão, para que façamos essa reunião do Conselho Executivo nos primeiros dias de Outubro e, concerteza, que para Lichinga não deixará de ser um evento por ter a presença do Presidente da Câmara Municipal de Lisboa, a presença do Governador ou do Vice-Governador da Província de Luanda, ou ter o Perfeito ou o Vice-Perfeito de Salvador da Baía. E como temos uma excelente relação com a Fundação Malangatana, pedimos para fazermos uma exposição em Lichinga, e nós também estamos neste momento a pensar, inclusivamente num espectáculo. Portanto, Lichinga é uma cidade que não é membro da UCCLA, a quem de repente levamos visitantes ilustres que podem dar uma mostra das realidade das suas cidades. Eu não queria que eles fossem a Lichinga, ir e voltar. Queria que eles lá fossem conhecer Metangula, o Lago Niassa, a Reserva do Niassa e outros locais de grande significado», comentou o Secretário- -Geral da UCCLA. Chamar outras cidades à UCCLA Referindo-se às cidades membros da UC- CLA, Miguel Anacoreta Correia lembrou que a UCCLA tem todas as capitais lusófonas, «temos todas as ex-capitais lusófonas com a excepção de duas: Angra do Heroísmo que foi capital portuguesa nos tempos de D. António Prior do Crato, e Goa, que hoje não é país lusófono mas que está numa situação de ter sido uma grande capital lusófona. E temos, portanto, que deixar lugar para estas...», sublinhou o Secretário-Geral da UCCLA. Para o Secretário-Geral da CPLP a Língua Portuguesa é o cimento agregador e sublinha que a lusofonia é um espaço cada vez mais integrado e solidário. A UCCLA compartilha com estes ideais? O valor económico da Língua Portuguesa «Nós partilhamos inteiramente esses ideais», diz Anacoreta Correia, para acrescentar a este propósito que não temos ainda neste momento determinado qual é o valor económico da Língua Portuguesa. Há estudos feitos noutros países, designadamente em Espanha, que apontam para valores consideráveis do PIB. O que é que os espanhóis devem aos seus negócios pelo facto de terem uma língua falada por milhões?. Acredito que aqui em Portugal também vamos ter surpresas quando tudo isso ficar determinado. Hoje em dia olhamos para uma série de empresas consideradas muito grandes em Portugal e vemos que os mercados onde elas estão concentradas são os mercados lusófonos: Brasil, África, etc., etc. O que é lamentável é que uma boa parte dessas empresas (não digo a totalidade) ainda não perceberam que existem fora do seu país porque a Língua Portuguesa está em expansão e bem viva», chamou a atenção o Secretário-Geral da UCCLA que aproveitaria para avançar com alguns exemplo sobre esta matéria tão importante. «O homem que estudou melhor essas questões foi o Prof. Ernani Lopes. Há uns livros muito interessantes publicados por ele sobre a Lusofonia, que não tiveram a difusão que mereciam (foram editados pela Revista SOL), e onde ele dá conselhos muito interessantes. Por exemplo, o progresso do Português em Moçambique nos últimos dez anos foi qualquer coisa de fantástico. E esse progresso em Moçambique está a passar-se das cidades para o campo, e está a passar-se das faixas mais novas para as faixas mais velhas. Em Maputo (e isto é significativo) cerca de País conómico Fevereiro 2012 Fevereiro 2012 País conómico 27

5 por cento dos mais jovens já afirmam o Português como língua materna. E em Angola mais de 30 por cento das pessoas declaram o Português como língua materna. A UCCLA tem desenvolvido aos longo da sua existência um amplo conjunto de projectos e acções de carácter institucional, de cooperação, e acções empresariais. Em termos de cooperação há que salientar a intervenção da UCCLA em projectos sociais, culturais, em infra-estruturas e na reabilitação do património. Seria fastidioso enumerar o número de projectos sob a égide da UCCLA, mas lembramos que foi posto em marcha o Programa Agir para Prevenir no âmbito do URBÁFRICA; que a UCCLA participou na concretização da Unidade de Gestão do Plano Director de Águas Ilha de São Tomé; que em Bissau decorreu um projecto das iniciativas locais de higierne e limpeza no interior dos bairros da capital; que houve lugar à descentralização e participação comunitária na gestão dos resíduos sólidos na cidade de S.Tomé; que a UCCLA participou no projecto de mobilização da Comunidade para a melhoria das condições ambientais na Ilha de Moçambique; e que em Bafaté e Gabua houve uma intervenção ao nível da Produção, Transformação, e Comercialização. Estas iniciativas entre muitas outras. 28 País conómico Fevereiro 2012 Fevereiro 2012 País conómico 29

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