A CENTRALIDADE DE DUQUE DE CAXIAS NA OFERTA DE SERVIÇOS DE SAÚDE PARA BELFORD ROXO NA BAIXADA FLUMINENSE

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1 A CENTRALIDADE DE DUQUE DE CAXIAS NA OFERTA DE SERVIÇOS DE SAÚDE PARA BELFORD ROXO NA BAIXADA FLUMINENSE Autor: Celso Guilherme de Souza Silva Estudante de Geografia da Universidade do Estado do Rio de Janeiro UERJ Orientador: Prof. Dr. Miguel Ângelo Ribeiro UERJ RESUMO O trabalho se encontra em estágio inicial e está sendo desenvolvido com a orientação do Professor Doutor Miguel Ângelo Ribeiro dentro do Programa de Educação Tutorial-PET de Geografia na Universidade do Estado do Rio de Janeiro, sobre a centralidade que o Município de Duque de Caxias exerce sobre a população Belford Roxo na oferta de serviços de saúde. O objetivo principal desta pesquisa é analisar quais são os motivos que levam a essa centralidade, levando em consideração a preferência pelos serviços de saúde de Duque de Caxias em detrimento dos de Belford Roxo. O foco desta pesquisa é trabalhar essa centralidade voltada para a oferta de serviços públicos, seja nas esferas municipal, estadual e federal. A pesquisa será desenvolvida tendo como base uma bibliografia referente a teorias de Centralidade, serviços de saúde e de organização do espaço Urbano. Além de dados do Sistema Único de Saúde (SUS), das secretarias de Saúde de Belford Roxo e Duque de Caxias. A pesquisa contará com ida a campo, nos hospitais, prontos socorros e postos de saúde. Serão organizados quadros, tabelas gráficos que complementem o texto. Por ainda esta em estágio inicial a pesquisa ainda não possui resultados preliminares. Palavras-chave: Localidades centrais; Espaço urbano; Serviços de saúde, Municípios

2 de Duque de Caxias e Belford Roxo e Baixada Fluminense. INTRODUÇÃO Ao analisarmos a espacialização dos serviços públicos oferecidos a população, percebemos claramente a maior oferta de serviços em um local em detrimento de outro. Isso se reflete também nos serviços de saúde, tema desta pesquisa. Essa diferenciação na oferta de serviços pode ser identificada como uma hierarquização dos mesmos. Esta hierarquização pode ser explicada através da Teoria da Localidade Central. A Teoria citada se baseia no fato de que a centralidade de uma localidade seria dada pela importância dos bens e serviços funções centrais oferecidos IBGE, (1993). Desta forma, o espaço se organiza segundo um padrão de centros hierarquizados, que se diferenciam de acordo com as suas centralidades. A Teoria das Localidades Centrais aplicadas aos serviços de Saúde indica como é necessário o entendimento, de que para alcançar o serviço de saúde necessário, o paciente deve se deslocar até a instalação de saúde apropriada em busca deste serviço. Deslocamento esse, que em muitos casos ultrapassam os limites Municipais e/ou Estaduais. Corrêa (1997) nos chama atenção que as interações espaciais não devem ser vistas apenas como deslocamento de capital, pessoas, informações e mercadorias. Mas como parte integrante do processo de produção/reprodução social. Segundo o autor: As interações espaciais refletem as diferenças de lugares face às necessidades historicamente identificadas [...],caracterizam-se, predominantemente, por assimetria, isto é, por relações que tendem a favorecer um lugar em detrimento do outro, ampliando as diferenças já existentes, isto é, transformando os lugares (CORRÊA,1997, p.280) Seguindo a Teoria da localidade central na área de saúde, podemos citar o Sistema Único de Saúde (SUS), onde sua hierarquização favorece um lugar em detrimento do outro. O SUS funciona de um modo descentralizado e hierarquizado, significa que a gestão do sistema de saúde passa para os municípios, com consequente transferência de recursos da União. Segundo o próprio SUS existe uma estratégia de atendimento que é chamado referencialização, onde cada tipo de enfermidade tem um

3 local de referencia para o serviço. O sistema entende que deve haver centros de referencias hierarquizados de redes, onde existem diferentes locais onde os serviços são oferecidos de acordo com usa complexidade. Isso não significa que os municípios devem ter todos os serviços de saúde, pois em muitos casos estes não tem condições de ofertar na integridade os serviços. Para que o sistema funcione é necessário que haja uma estratégia regional de atendimentos (entre os municípios vizinhos e o Estado). OBJETIVOS A centralidade de Duque de Caxias na oferta de serviços de saúde pode ser percebida no deslocamento da população belford-roxense em busca de tais serviços. Esta pesquisa tem por objetivo analisar quais são os motivos que levam a essa centralidade, levando em consideração a referencia pelos serviços de saúde de Duque de Caxias em detrimento dos de Belford Roxo. Também é preocupação desta pesquisa analisar as consequências desta centralidade para o município de Duque de Caxias. METODOLOGIA A pesquisa esta sendo desenvolvida tendo como base em uma bibliografia referente às teorias de centralidade, serviços de saúde e de organização do espaço urbano, além de dados do Sistema Único de Saúde (SUS), das Secretarias de Saúde de Belford Roxo e Duque de Caxias. Foram realizados dois trabalhos de campo no Posto Médico Sanitário do Pilar. Devido a dificuldade de obter dados diretos da Secretaria de Saúde de Duque de Caxias, optamos nesta etapa da pesquisa por entrevistar pessoas que estavam dando entrada no Posto Médico do Pilar, que por recomendação da própria secretaria, pois de outra forma não seria possível obter tais dados. OS MUNICÍPIOS DE BELFORD ROXO E DUQUE DE CAXIAS A área de estudo abrange os municípios de Duque de Caxias e Belford Roxo (Figura 1), localizados na Região Metropolitana do Estado do Rio de Janeiro. Ambos fazem parte dos 12 municípios que compões a Baixada Fluminense. O Município de Duque de Caxias teve sua emancipação do município de Iguaçu

4 (atual Nova Iguaçu) onde era Distrito, em 31 de dezembro de 1943, através do decretolei Posteriormente Belford Roxo, que também era Distrito de Nova Iguaçu, tem sua emancipação em 03 de abril de 1990, através do decreto-lei estadual Em 01 de Janeiro de 1993, é instalado o Município de Belford Roxo. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Caxias tem uma população estimada de hab. (IBGE CENSO 2010), em uma área de 468 km2. Duque de Caxias limitar-se com Miguel Pereira, Petrópolis, Magé, Rio de Janeiro, São João de Meriti e Nova Iguaçu, além de Belford Roxo. Ainda segundo o Censo 2010, a população de Belford Roxo é cerca de , em uma área de 78 km2. Belford Roxo limita-se com Nova Iguaçu, Mesquita, São João de Meriti e Duque de Caxias. Figura 1: Localização dos Municípios de Belford Roxo e Duque de Caxias dentro do Estado do Rio de Janeiro Fonte:

5 O SISTEMA DE SAÚDE NOS MUNICÍPIOS DE DUQUE DE CAXIAS E BELFORD ROXO Em ambos os municípios, a organização dos serviços de saúde são da maneira exposta na Introdução. Vale ressaltar que esta distribuição e organização se mostram de maneiras diferentes em distintos municípios. No Município de Duque de Caxias, segundo o IBGE existem 59 estabelecimentos de saúde municipais e 1 estadual, distribuídos nos quatro distritos que compõem o município, sendo eles, Centro, Campos Elíseos, Imbariê e Xerém. No distrito de Campos Elíseos que está localizado o Posto Médico Sanitário do Pilar, que será abordado posteriormente nesta pesquisa. Ainda segundo o IBGE no Município de Belford Roxo, existem 40 estabelecimentos de saúde municipais e 1 estadual. Belford Roxo esta subdivido em cinco subprefeituras, sendo elas, Areia Branca, Nova Aurora, Jardim Redentor, Parque São José e Lote XV. Os dois municípios adotam um sistema, onde ao procurar atendimento nos estabelecimentos de saúde é necessário apresentação do comprovante de residência o que limita o atendimento da população de outros municípios. Porém em casos de emergência o paciente é atendido diretamente sem a apresentação do comprovante de residência pelo mesmo. O CASO DO POSTO MÉDICO SANITÁRIO DO PILAR O Posto Médico Sanitário do Pilar, localizado no bairro Pilar é segundo a Secretaria de Saúde de Duque de Caxias um dos estabelecimentos de saúde com maior índice de atendimentos de pacientes oriundos de Belford Roxo. Para analisar esse grau de atendimento, foram realizadas duas idas a campo, realizadas nos dias 21/06/2012 e 26/06/2012, onde foram feitas entrevistas com os pacientes que estavam dando entrada na emergência. Quando perguntados qual seu município de origem, cerca de 39% dos entrevistados disseram ser oriundos do Municípios de Belford Roxo,59% de Duque de Caxias e 2% de outros Municípios da Baixada Fluminense (Gráfico 1).

6 Origem dos Entrevistados Atendidos na Emergência (%) 2% 54% 44% Belford Roxo Duque de Caxias Outros Municípios Gráfico 1: Pesquisa realizada por Souza Silva (2012) Podemos perceber no gráfico acima que a porcentagem de atendimentos nos dois dias de entrevistas, que existe uma quantidade expressiva de atendimentos de pacientes oriundos de Belford Roxo em relação aos demais atendimentos. O motivo da procura de atendimento neste posto medico, varia de acordo com o entrevistado. Os motivos mais frequentes, segundo os entrevistados, são o menor tempo de espera, em relação a os hospitais localizados no município de Belford Roxo, além de ter um profissional de saúde especializado sempre no local. Segundo os pacientes alguns exames são feitos ali mesmo no local, o que facilita o tratamento. Dentre as especialidades mais procuradas na emergência são pediatria e clínica médica (Gráfico 2).

7 Especialidades Procuradas por Pacientes Oriundos de Belford Roxo (%) 6% 44% 50% Pediatria Clínica Médica Outras especialidades Gráfico 2: Pesquisa realizada por Souza Silva (2012) Esses dados foram obtidos apenas com as entrevistas, pois ainda não foi possível obter os dados específicos fornecidos pela Secretaria de Saúde do Município de Duque de Caxias. A partir das entrevistas percebemos que no caso do Posto Médico do Pilar, Duque de Caxias funciona como uma centralidade na oferta de serviços de saúde que ultrapassam os seus limites, exercendo influência sobre outros municípios que a procuram para tais serviços. CONSIDERAÇÕES FINAIS A aplicação da Teoria das Localidades Centrais relacionada aos serviços de saúde representa um grande campo de investigação que pode ser útil para um efetivo investimento por parte das prefeituras na oferta de serviços de saúde. A partir das entrevistas feitas no posto Médico Sanitário do Pilar, podemos observar minimamente a centralidade exercida por Duque de Caxias na oferta de serviço de saúde para Belford Roxo. A pesquisa encontra-se em estagio inicial, por esse motivo não foi possível alcançar os objetivos propostos, a fim de obter respostas para os questionamentos principais.

8 Os dados de atendimentos nos hospitais municipais de Duque de Caxias estão nos banco de dados específicos de cada unidade de saúde, o que dificultou a obtenção desses dados. As unidades de saúde por sua vez, apenas fornece dados para pesquisa com a autorização da Secretaria de Saúde. Segundo a Secretaria de Saúde, os dados serão fornecidos, assim que o Secretário de Saúde do Município autorizar a disponibilidade destes. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS CORRÊA, R. L. O Espaço Urbano. São Paulo: Ática,1995. CORRÊA, R. L. Interações Espaciais. In CASTRO, I. E. de; GOMES, P. C.; CORRÊA, R. L. Explorações Geográficas. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, p. 297 IBGE. Regiões de Influência das Cidades. Departamento de Geografia. Rio de Janeiro: IBGE, p IBGE, CENSO Dados preliminares. Disponível na internet: 01 Junho 2012 NOVIDADES MAPAS ILUSTRADOS. Disponível na internet: 20 junho 2012 PORTAL DA SAÚDE Disponivel na internet: 01 junho 2012

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