Procedimentos. TRABALHO PREVIDÊNCIA e Legislação CENOFISCO ÍNDICE MANUAL DE. Destaques. Previdência Social Trabalhista... 12

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1 TRABALHO PREVIDÊNCIA e Legislação MANUAL DE Procedimentos 40 Destaques Destacamos nesta edição: Matéria sobre a elaboração da folha de pagamento mensal dos contribuintes individuais e seus aspectos previdenciários. Matéria referente ao uso de cigarros e similares e a criação de ambientes de uso coletivo livres de tabaco no Estado do Rio de Janeiro. Início e término do horário de verão. Cenofisco BD Legislação Ligia Bianchi Gonçalves Rosânia de Lima Costa Com segurança e confiabilidade nas informações, o Cenofisco disponibiliza, inteiramente grátis, o mais completo acervo de normas federais do País (de 1900 a 2009) com atualização diária, moderno sistema de pesquisa (por número, assunto e data) e normas legais do dia. Acesse e confira agora este benefício. ÍNDICE Previdência Social... 3 Folha de Pagamento de Contribuinte Individual Aspectos Previdenciários Trabalhista Uso de Cigarros e Similares Proibição Estado do Rio de Janeiro Hora de Verão Ano 2009/2010 Jurisprudência e Outros Contribuição Previdenciária Pagamento a Autônomo Doméstico Férias em Dobro Transferência do Empregado Requisitos Seguro-Desemprego Falta de Entrega de Guias Indenização Indevida Consultoria Cenofisco Rescisão Contratual Desconto de Empréstimo Rescisão Contratual Antes do Término do Prazo Determinado (Lei nº 9.601/98) Rescisão Contratual Descontos Permitidos Dano Causado pelo Empregado à Empresa Rescisão Contratual Documentos à Serem Entregues ao Empregado Rescisão Contratual Suspensão por mais de 30 dias Rescisão Contratual Prazo para Pagamento continua

2 TRABALHO PREVIDÊNCIA e Legislação Manual de Procedimentos ÍNDICE CONTINUAÇÃO Legislação FGTS Circular CAIXA nº 487/09 Procedimentos para Movimentação das Contas Vinculadas do FGTS Instruções Complementares Previdência Social Ato Declaratório PGFN nº 2/09 Apresentação de Contestação, de Interposição de Recursos e a Desistência dos já Interpostos Dispensa Portaria MPS nº 248/09 Fatores de Atualização dos Salários-de-Contribuição para Apuração do Salário-de-Benefício e Contribuições Vertidas para Cálculo do Pecúlio Setembro/2009 Súmula AGU nº 44/09 Cumulação do Benefício de Auxílio-Acidente com Benefício de Aposentadoria Dados Internacionais de Catalogação na Publicação (CIP) (Câmara Brasileira do Livro, SP, Brasil) Manual de procedimentos : trabalho, previdência e legislação. Curitiba, PR : Cenofisco Editora, ISBN Jurisprudência 2. Justiça do trabalho Brasil 3. Previdência social Leis e legislação Brasil 4. Trabalho Leis e legislação Brasil I. Título: Trabalho, previdência e legislação CDU-34:336.2 (81) Índices para catálogo sistemático: 1. Brasil: Direito fiscal 34:336.2 (81) 2 N o 40/09 Setembro 5 a semana

3 Manual de Procedimentos TRABALHO PREVIDÊNCIA e Legislação PREVIDÊNCIA SOCIAL Folha de Pagamento de Contribuinte Individual Aspectos Previdenciários SUMÁRIO 1. Introdução 1.1. Obrigações acessórias 2. Composição da Folha de Pagamento 3. Segurados Obrigatórios na Condição de Contribuinte Individual 3.1. Diretor empregado 3.2. Diretor não empregado 3.3. Equiparado a contribuinte individual 3.4. Pró-labore 3.5. Lucro 3.6. Base de cálculo da contribuição previdenciária 3.7. Fato gerador 4. Fiscalização Previdenciária 5. Comprovante de Pagamento 6. Encargos INSS/IRRF 7. Exemplos Práticos 7.1. Autônomos 7.2. Empresários 7.3. Preenchimento da folha de pagamento 1. Introdução Nos termos do art. 225 do Regulamento da Previdência Social (RPS), aprovado pelo Decreto nº 3.048/99, a empresa e a equiparada, sem prejuízo do cumprimento de outras obrigações acessórias previstas na legislação previdenciária, estão obrigadas: a) a elaborar folha de pagamento mensal da remuneração paga, devida ou creditada a todos os segurados a seu serviço, de forma coletiva por estabelecimento, por obra de construção civil e por tomador de serviços, com a correspondente totalização e resumo geral, nela constando: a.1) discriminados: o nome de cada segurado e respectivo cargo, função ou serviço prestado; a.2) agrupados por categoria: os segurados empregados, trabalhador avulso e contribuinte individual; a.3) identificados: o nome das seguradas em gozo de salário-maternidade; a.4) destacados: as parcelas integrantes e não integrantes da remuneração e os descontos legais; e a.5) indicados: o número de quotas de salário-família atribuídas a cada segurado empregado ou trabalhador avulso; b) lançar mensalmente em títulos próprios de sua contabilidade, de forma discriminada, os fatos geradores de todas as contribuições sociais a cargo da empresa, as contribuições sociais previdenciárias descontadas dos segurados, as decorrentes de sub-rogação, as retenções e os totais recolhidos; c) prestar ao INSS todas as informações cadastrais, financeiras e contábeis de interesse do mesmo, na forma por ele estabelecida, bem como os esclarecimentos necessários à fiscalização; d) exibir à fiscalização do INSS, quando intimada para tal, todos os documentos e livros relacionados com as contribuições sociais; e) informar mensalmente em Guia de Recolhimento do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço e Informações à Previdência Social (GFIP) emitida por estabelecimento da empresa, por obra de construção civil e por tomador de serviços, os seus dados cadastrais, os fatos geradores das contribuições sociais e outras informações de interesse do INSS, na forma estabelecida no Manual da GFIP Obrigações acessórias A empresa é também obrigada a: a) encaminhar ao sindicato representativo da categoria profissional mais numerosa entre seus empregados, até o dia 10 de cada mês, cópia da Guia da Previdência Social (GPS) relativamente à competência anterior; b) afixar cópia da GPS, relativamente à competência anterior, durante o período de um mês, no quadro de horário de que trata o art. 74 da CLT. c) informar, anualmente, à Secretaria da Receita Federal do Brasil (RFB), na forma por ela estabelecida, o nome, o número de inscrição na Previdência Social e o endereço completo dos segurados, por ela utilizados no período, a qualquer título, para distribuição ou comercialização de seus produtos, sejam eles de fabricação própria ou de terceiros, sempre que se tratar de empresa que realize vendas diretas. As informações prestadas na Guia de Recolhimento do FGTS e de Informações à Previdência Social (GFIP) servirão como base de cálculo das contribuições arrecadadas pelo Instituto Nacional do Setembro 5 a semana N o 40/09 3

4 TRABALHO PREVIDÊNCIA e Legislação Seguro Social, comporão a base de dados para fins de cálculo e concessão dos benefícios previdenciários, bem como constituir-se-ão em termo de confissão de dívida, na hipótese do não recolhimento. A entrega da GFIP deverá ser efetuada na rede bancária, conforme estabelecido pelo Ministério da Previdência e Assistência Social, até o dia 7 do mês seguinte àquele a que se referirem as informações, antecipando-se a entrega quando o dia 7 recair em dia em que não haja expediente bancário, sendo exigida relativamente a fatos geradores ocorridos a partir de janeiro/1999. O preenchimento, as informações prestadas e a entrega da GFIP são de inteira responsabilidade da empresa. Os lançamentos de que trata a letra b do item 1, devidamente escriturados nos livros Diário e Razão, serão exigidos pela fiscalização após 90 dias contados da ocorrência dos fatos geradores das contribuições, devendo, obrigatoriamente: a) atender ao princípio contábil do regime de competência; e b) registrar, em contas individualizadas, todos os fatos geradores de contribuições previdenciárias de forma a identificar, clara e precisamente, as rubricas integrantes e não integrantes do saláriode-contribuição, bem como as contribuições descontadas do segurado, as da empresa e os totais recolhidos, por estabelecimento da empresa, por obra de construção civil e por tomador de serviços. A referida exigência não desobriga a empresa do cumprimento das demais normas legais e regulamentares referentes à escrituração contábil. Nota Cenofisco: De acordo com o art 8º da Lei nº /03, a empresa que utiliza sistema de processamento eletrônico de dados para registro de negócios e atividades econômicas, escrituração de livros ou produção de documentos de natureza contábil, fiscal, trabalhista e previdenciária é obrigada a arquivar e conservar devidamente os certificados, os sistemas e os arquivos em meio digital ou assemelhado durante 10 anos, à disposição da fiscalização. Estão desobrigados de apresentação de escrita contábil: a) as pessoas físicas equiparadas a empresa, matriculadas no CEI; b) pequeno comerciante, nas condições estabelecidas pelo Decreto-Lei nº 486/69, e seu Regulamento; c) pessoa jurídica tributada com base no lucro presumido, de acordo com a legislação tributária federal, desde que, mantenha a escrituração do Livro Caixa e Livro de Registro de Inventário; e d) pessoa jurídica que optar pela inscrição no SIMPLES Nacional, desde que mantenha a escrituração do Livro Caixa e do Livro de Registro de Inventário. Manual de Procedimentos A empresa deverá manter à disposição da fiscalização, durante 10 anos, os documentos comprobatórios do cumprimento dessas obrigações, observadas as normas estabelecidas pelos órgãos competentes. Com base no exposto, iremos comentar a seguir os procedimentos cabíveis para a elaboração da folha de pagamento, e as devidas incidências. 2. Composição da Folha de Pagamento Na folha de pagamento do autônomo e empresário (contribuinte individual) elaborada mensalmente, deverão ser discriminados o nome, o número de inscrição, o serviço prestado, o valor do serviço, e o valor da contribuição. No caso da contratação de um autônomo, que não tenha a inscrição no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), cabe a empresa providenciar a sua inscrição. 3. Segurados Obrigatórios na Condição de Contribuinte Individual São segurados obrigatórios da Previdência Social como contribuinte individual, entre outros: a) a pessoa física, proprietária ou não, que explora atividade agropecuária ou pesqueira, em caráter permanente ou temporário, diretamente ou por intermédio de prepostos e com auxílio de empregados, utilizados a qualquer título, ainda que de maneira não contínua; b) a pessoa física, proprietária ou não, que explora atividade de extração mineral (garimpo), em caráter permanente ou temporário, diretamente ou por intermédio de prepostos, com ou sem o auxílio de empregados, utilizados a qualquer título, ainda que de maneira não contínua; c) o ministro de confissão religiosa e o membro de instituto de vida consagrada, de congregação ou de ordem religiosa; d) o brasileiro civil que trabalha no exterior para organismo oficial internacional do qual o Brasil é membro efetivo, ainda que lá domiciliado e contratado, salvo quando coberto por regime próprio de Previdência Social; e) o titular de firma individual urbana ou rural; f) o diretor não empregado e o membro de conselho de administração na sociedade anônima; g) todos os sócios, nas sociedades em nome coletivo e de capital e indústria; 4 N o 40/09 Setembro 5 a semana

5 Manual de Procedimentos h) o sócio gerente e o sócio cotista que recebam remuneração decorrente de seu trabalho e o administrador não empregado na sociedade por cotas de responsabilidade limitada, urbana ou rural; i) o associado eleito para cargo de direção em cooperativa, associação ou entidade de qualquer natureza ou finalidade, bem como o síndico ou administrador eleito para exercer atividade de direção condominial, desde que recebam remuneração; j) quem presta serviço de natureza urbana ou rural, em caráter eventual, a uma ou mais empresas, sem relação de emprego; k) a pessoa física que exerce, por conta própria, atividade econômica de natureza urbana, com fins lucrativos ou não; e l) o cooperado de cooperativa de produção que, nesta condição, presta serviço à sociedade cooperativa mediante remuneração ajustada ao trabalho executado Diretor empregado Considera-se diretor empregado àquele que, participando ou não do risco econômico do empreendimento, seja contratado ou promovido para cargo de direção das sociedades anônimas, mantendo as características inerentes à relação de emprego Diretor não empregado Considera-se diretor não empregado aquele que, participando ou não do risco econômico do empreendimento, seja eleito, por assembleia geral dos acionistas, para cargo de direção das sociedades anônimas, não mantendo as características inerentes à relação de emprego Equiparado a contribuinte individual Enquadram-se na qualidade de contribuinte individual, entre outros: a) o condutor autônomo de veículo rodoviário, assim considerado aquele que exerce atividade profissional sem vínculo empregatício, quando proprietário, co-proprietário ou promitente comprador de um só veículo; b) aquele que exerce atividade de auxiliar de condutor autônomo de veículo rodoviário, em automóvel cedido em regime de colaboração, nos termos da Lei nº 6.094/74; c) aquele que, pessoalmente, por conta própria e a seu risco, exerce pequena atividade comercial em via pública ou de porta em porta, como comerciante ambulante, nos termos da Lei nº 6.586/78; TRABALHO PREVIDÊNCIA e Legislação d) o trabalhador associado a cooperativa que, nessa qualidade, presta serviços a terceiros; e) o membro de conselho fiscal de sociedade por ações; f) aquele que presta serviço de natureza não contínua, por conta própria, a pessoa ou família, no âmbito residencial desta, sem fins lucrativos; g) aquele que, na condição de pequeno feirante, compra para revenda produtos hortifrutigranjeiros ou assemelhados; h) a pessoa física que edifica obra de construção civil; i) o médico residente de que trata a Lei nº 6.932/ Pró-labore O pró-labore caracteriza-se como uma remuneração mensal, fixa e predeterminada, de sócios, dirigentes, administradores, diretores ou conselheiros, correspondente à retribuição ao trabalho realizado ou à compensação pela incumbência que lhe foi cometida na empresa. Para efeitos previdenciários a retirada de pró-labore não é obrigatória, ou seja, dependerá apenas de previsão no contrato social. Assim, no contrato social poderá ser inserida uma cláusula, prevendo que, o administrador fará ou não jus à retirada do prólabore, bem como, previsão quanto à possibilidade de redução ou aumento da referida remuneração Lucro Nos termos dos arts e do Código Civil, lucro é o resultado do confronto das receitas com os custos e despesas, efetuado por meio do demonstrativo do resultado do exercício, podendo a partir daí, ter a destinação prevista no estatuto ou contrato social, ou o que vir a ser decidido pelos sócios/acionistas, inclusive ser distribuído, por meio de assembleia, devidamente consignado no livro de atas. Não existe na legislação previdenciária nenhum impedimento com relação à distribuição de lucros desde de que esteja estabelecida no contrato social da empresa, vez que pelo principio da liberdade contratual, livre iniciativa e a proteção à propriedade privada os empreendedores são livres para dispor de seu patrimônio quando licitamente amparado pela atividade empresarial. Especificamente no tocante a contribuição previdenciária, se os lucros distribuídos estiverem em conformidade com o estabelecido nas regras da contabilidade não haverá incidência, pois os lucros distribuídos não são considerados como parcela integrante da remuneração do empresário e, consequentemente, não compo- Setembro 5 a semana N o 40/09 5

6 TRABALHO PREVIDÊNCIA e Legislação rá a base de calculo do salário-de-contribuição. Conclusões que depreendemos da leitura do art. 214, 9º combinado com art. 201 do RPS, aprovado pelo Decreto nº 3.048/99, cujo texto, transcrevemos a seguir:... Art. 201 A contribuição a cargo da empresa, destinada à seguridade social, é de:... 1º São consideradas remuneração as importâncias auferidas em uma ou mais empresas, assim entendida a totalidade dos rendimentos pagos, devidos ou creditados a qualquer título, durante o mês, destinados a retribuir o trabalho, qualquer que seja a sua forma, inclusive os ganhos habituais sob a forma de utilidades, ressalvado o disposto no 9º do art. 214 e excetuado o lucro distribuído ao segurado empresário, observados os termos do inciso II do 5º Antecipação de lucro Um cuidado deve-se ter com a distribuição antecipada de lucro, pois o art. 201, 5º, do RPS, aprovado pelo Decreto nº 3.048/99 estabelece que, os valores totais pagos ou creditados aos sócios, ainda que a título de antecipação de lucro da pessoa jurídica, quando não houver discriminação entre a remuneração decorrente do trabalho e a proveniente do capital social ou tratar-se de adiantamento de resultado ainda não apurado por meio de demonstração de resultado do exercício será base de cálculo para a contribuição previdenciária. Assim, deve ficar demonstrado, contabilmente, que se trata de lucro, pois, caso contrário será tido pelo Auditor-fiscal como remuneração paga ou creditada ao empresário Distribuição de lucro Débito Proibição A empresa em débito para com a Previdência Social, com o FGTS e em débito salarial não pode distribuir bonificações ou dividendos a acionistas, bem como dar ou atribuir cota ou participação nos lucros a sócios cotistas, diretores ou outro membro de órgão dirigente, fiscal ou consultivo, ainda que a título de adiantamento, sob pena de ser autuada e sofrer a imposição de multa equivalente a 50% das quantias que tiverem sido pagas ou creditadas, a partir da data do evento. Porém, em se tratando apenas de débito previdenciário, poderá a empresa pagar pró-labore Base de cálculo da contribuição previdenciária Base de cálculo da contribuição social previdenciária é o valor sobre o qual incide uma alíquota definida em lei para determinar o montante da contribuição devida. Manual de Procedimentos As bases de cálculo das contribuições sociais previdenciárias da empresa e do equiparado, dentre outras, destacamos as seguintes: a) o total das remunerações pagas, devidas ou creditadas, a qualquer título, durante o mês, aos segurados empregados e trabalhadores avulsos que lhe prestam serviços, destinadas a retribuir o trabalho, qualquer que seja a sua forma, inclusive as gorjetas, os ganhos habituais sob a forma de utilidades e os adiantamentos decorrentes de reajuste salarial, quer pelos serviços efetivamente prestados, quer pelo tempo à disposição do empregador, nos termos da lei ou do contrato, ou ainda, de convenção ou de acordo coletivo de trabalho ou de sentença normativa; b) o total das remunerações pagas ou creditadas, a qualquer título, no decorrer do mês, aos segurados contribuintes individuais que lhe prestam serviços; c) o valor bruto da nota fiscal, da fatura ou do recibo de prestação de serviços em relação a serviços que lhe são prestados por cooperados por intermédio de cooperativa de trabalho Fato gerador Considera-se ocorrido o fato gerador da obrigação previdenciária principal e existentes seus efeitos, entre outros: a) em relação ao segurado, contribuinte individual, no mês em que lhe for paga ou creditada remuneração; b) em relação à empresa: b.1) no mês em que for paga ou creditada a remuneração, ou o que ocorrer primeiro, ao segurado contribuinte individual que lhe presta serviços; b.2) no mês da emissão da nota fiscal ou da fatura de prestação de serviços por cooperativa de trabalho. Salientamos que, para efeito previdenciário, nos termos do art. 66, 1º, da Instrução Normativa MPS/SRP nº 3/05, considera-se creditada a remuneração na competência em que a empresa contratante for obrigada a reconhecer contabilmente a despesa ou o dispêndio ou, no caso de equiparado ou empresa legalmente dispensada da escrituração contábil regular, na data da emissão do documento comprobatório da prestação de serviços. 4. Fiscalização Previdenciária A empresa deverá manter à disposição da fiscalização os códigos ou abreviaturas que identifiquem as respectivas rubricas utilizadas na elaboração da folha de pagamento, bem como, os utilizados na escrituração contábil. 6 N o 40/09 Setembro 5 a semana

7 Manual de Procedimentos Para apuração do valor da remuneração paga ou creditada ao empresário durante o mês, a fiscalização poderá, além do especificado anteriormente, examinar também as demonstrações financeiras, os registros contábeis, como exemplo o Livro Diário, conforme o caso, o Livro Caixa, os Comprovantes de Lançamento Contábil, os Documentos de Arrecadação de Receitas Federais (DARF), a Declaração do Imposto de Renda na Fonte (DIRF), a Declaração do Imposto de Renda Pessoa Jurídica e o Contrato Social e seus aditivos, como também as Atas de Assembleias Gerais, nas sociedades anônimas. O art. 235 do RPS, aprovado pelo Decreto nº 3.048/99 dispõe que, para as empresas sujeitas à escrituração contábil, se no exame dessa escrituração e de qualquer outro documento da empresa, a fiscalização constatar que a contabilidade não registra o movimento real da remuneração dos segurados a seu serviço, essa será desconsiderada, sendo apuradas e lançadas de ofício as contribuições devidas, cabendo à empresa o ônus da prova em contrário. Caso a empresa seja desobrigada a apresentar escrituração contábil conforme estabelece o 16 do art. 225 do RPS, aprovado pelo Decreto nº 3.048/99, e não havendo a comprovação dos valores pagos ou creditados aos empresários conforme determina o 3º do art. 201 do citado decreto, a contribuição mínima da empresa referente a esses segurados será de 20% sobre o respectivo salário-de-contribuição. Se não houver salário-de-contribuição em razão de estar o empresário contribuindo sobre o limite máximo na condição de empregado, o mesmo será estimado sobre a maior remuneração paga a empregados da empresa, e inexistindo as hipóteses anteriores, será considerado o salário mínimo. Se a fiscalização verificar que a empresa atribuiu a distribuição antecipada de lucro, sem que a demonstração do Resultado Financeiro não indicar que houve efetivamente lucro, emitirá um Auto de Infração e apurará o débito de forma indireta, considerando como base de cálculo o valor do lucro distribuído a título de antecipação. As empresas que estiverem com as suas atividades paralisadas, que não remunerarem seus segurados empresários, estarão desobrigadas da contribuição. Lembrando que a comprovação da paralisação será feita pelo Livro Diário, Livro Caixa, pelas entradas e saídas de mercadorias, consignando na respectiva competência a expressão Sem Movimento. 5. Comprovante de Pagamento O inciso XII do art. 216 do RPS, aprovado pelo Decreto nº 3.048/99 dispõe que, a empresa que remunera o autônomo e o empresário (contribuinte individual) é obrigada a fornecer a este o comprovante do pagamento do serviço prestado, consignando, TRABALHO PREVIDÊNCIA e Legislação além dos valores da remuneração e do desconto feito a título de contribuição previdenciária, o número da inscrição do segurado no INSS, a identificação completa da empresa, inclusive com o número do CNPJ. O comprovante anteriormente mencionado deverá estar à disposição da fiscalização previdenciária durante 10 anos em conformidade com o 5º do art. 225 do Regulamento da Previdência Social (RPS). Nota Cenofisco: Caso o contribuinte individual venha a prestar serviço no mesmo mês a mais de uma empresa, deverá comunicar o fato a cada empresa e o valor recebido o qual já tenha incidido o desconto da contribuição, para que seja observado o limite máximo do salário-de-contribuição. 6. Encargos INSS/IRRF A seguir, demonstraremos a apuração dos encargos de contribuição previdenciária e do IRRF. a) Contribuinte Individual A partir de 01/04/2003, com a publicação da Lei nº /03, a empresa é obrigada a arrecadar a contribuição previdenciária do contribuinte individual a seu serviço, mediante desconto na remuneração a ele paga ou creditada, ou o que ocorrer primeiro, e recolher o produto arrecadado juntamente com as contribuições a seu cargo até o dia 20 do mês seguinte ao do pagamento ou do crédito, antecipando-se o vencimento para o dia útil anterior quando não houver expediente bancário no dia 20. A contribuição supramencionada, em razão da dedução prevista no 4º do art. 30 da Lei nº 8.212/91, corresponde a 11% do total da remuneração paga ou creditada, a qualquer título, no decorrer do mês, ao segurado contribuinte individual, observado o limite máximo do salário-de-contribuição (atualmente R$ 3.218,90). O inciso III do art. 22 da Lei nº 8.212/91, com nova redação dada pela Lei nº 9.876/99, estabelece que, a contribuição a cargo da empresa destinada à Previdência Social é de 20% sobre o total das remunerações pagas ou creditadas, a qualquer título, no decorrer do mês, aos segurados contribuintes individuais. Observa-se que o encargo patronal (parte empresa) não está limitado ao teto máximo do salário-de-contribuição, incidindo a alíquota de 20%, sobre o valor total das remunerações pagas ou creditadas, a qualquer título, no decorrer do mês, aos segurados contribuintes individuais. Lembramos que a forma de quitação dos serviços prestados pelo contribuinte individual (trabalhador autônomo ou transportador autônomo), seja por meio de nota fiscal, Recibo de Pagamento a Setembro 5 a semana N o 40/09 7

8 TRABALHO PREVIDÊNCIA e Legislação Autônomo (RPA) ou Recibo de Prestação de Serviço (RPS) as contribuições para a Previdência Social são devidas, na forma, a seguir, descrita. Exemplo: Valor do serviço prestado R$ 4.000,00 Alíquota a ser descontada de contribuição 11%, limitado a R$ 3.218,90. Assim, temos: R$ 3.218,90 x 11% = R$ 354,08 (valor a ser descontado e recolhido no campo 6 da GPS). Além desse desconto, caberá a empresa contratante, o recolhimento de 20% sobre o total dos rendimentos pagos ou creditados a este contribuinte individual. Exemplo Valor do serviço prestado R$ 4.000,00 Alíquota a cargo da empresa 20% sem limite máximo. R$ 4.000,00 x 20% = R$ 800,00 (contribuição da empresa a ser lançado no campo 6 da GPS). A empresa não precisa preencher um documento específico para fazer o recolhimento das contribuições dos prestadores de serviço ou sócios. Basta usar a mesma Guia de Recolhimento da Previdência Social (GPS), já utilizada para fazer o recolhimento das demais contribuições ao INSS. Nota Cenofisco: O contribuinte individual que prestar serviços a pessoas físicas deverá permanecer como responsável por sua contribuição individual, porém, quando este prestar serviço à pessoa jurídica (empresas) terá o valor correspondente descontado de sua remuneração mensal, encarregando-se o contratante do repasse desse montante à instituição bancária. Quando o total da remuneração mensal, recebida pelo contribuinte individual por serviços prestados a uma ou mais empresas, for inferior ao limite mínimo do salário-de-contribuição (atualmente R$ 465,00), o segurado deverá recolher diretamente a complementação da contribuição incidente sobre a diferença entre o limite mínimo do salário-de-contribuição e a remuneração total recebida, aplicando sobre a parcela complementar a alíquota de 20%. O vencimento da contribuição incidente sobre essa parcela complementar dar-se-á no dia 15, prorrogando-se o vencimento para o dia útil subsequente, quando não houver expediente bancário no dia 15. Exemplo: Manual de Procedimentos Valor do serviço prestado R$ 100,00 R$ 100,00 x 11% = R$ 11,00 (valor a ser descontado e recolhido no campo 6 da GPS). Valor efetivamente pago pela empresa ao trabalhador = = R$ 100,00 - R$ 11,00 = R$ 89,00 Base de cálculo mínima para a contribuição previdenciária = = R$ 465,00 (salário mínimo). Valor a ser arrecadado pelo próprio trabalhador, em GPS, de forma a complementar o valor já descontado e recolhido pela empresa contratante será o seguinte: R$ 465,00 - R$ 100,00 = R$ 365,00 x 20% = R$ 73,00 b) Transportador autônomo Considera-se transportador rodoviário autônomo a pessoa física, proprietária ou co-proprietária de um só veículo, devidamente cadastrado em órgão competente que, com seu veículo, por sua conta e a seu risco, sem vínculo empregatício, contrata serviço de transporte a frete, de carga ou de passageiro, em caráter eventual ou continuado, com empresa de transporte rodoviário de bens, ou diretamente com os usuários desse serviço. Assim, se este transportador autônomo prestar serviços para uma pessoa jurídica, esta desconta 11% a título de contribuição previdenciária, e mais 2,5% de SEST e SENAT, referente a parte do segurado limitado ao teto máximo da Previdência Social, observado a base de cálculo reduzida a 20%. Esclarecemos que o inciso III do art. 22 da Lei nº 8.212/91, com nova redação dada pela Lei nº 9.876/99, estabelece que a contribuição a cargo da empresa, destinada a Previdência Social é de 20%, sobre o total das remunerações pagas ou creditadas a qualquer título, no decorrer do mês, aos segurados contribuintes individuais, considerando também, a redução da base de cálculo de 20%. A contribuição previdenciária incidente sobre as remunerações ou retribuições pagas ou creditadas ao Transportador Autônomo prevista no inciso II do art. 201 do Regulamento da Previdência Social (RPS), aprovado pelo Decreto nº 3.048/99, bem como aquela descontada do Transportador Autônomo devida ao SEST e ao SENAT, deverá ser recolhida na mesma Guia da Previdência Social (GPS). Dessa forma, a empresa lançará a contribuição previdenciária de 20%, a seu cargo, incidente sobre as remunerações ou retribuições (valor da mão de obra) pagas ou creditadas ao Transportador 8 N o 40/09 Setembro 5 a semana

9 Manual de Procedimentos TRABALHO PREVIDÊNCIA e Legislação Autônomo no campo 6 da GPS, junto com a contribuição previdenciária patronal e dos segurados incidente sobre a folha de pagamento (11%), e a contribuição descontada do Transportador Autônomo devida ao SEST e ao SENAT (2,5%) deverá ser lançada no campo 9 (Valor de Outras Entidades) juntamente com o recolhimento devido às demais entidades vinculadas à atividade principal da empresa, uma vez que, por meio das informações prestadas na GFIP, a Previdência Social terá condições suficientes de identificar o valor devido pela empresa quando da contratação dos referidos profissionais, caracterizando-se a GPS como mero documento de arrecadação. Exemplo: Se o valor do frete é de R$ 1.500,00, temos: Base de cálculo reduzida (valor do frete x 20%) R$ 1.500,00 x 20% = R$ 300,00 Contribuição da empresa R$ 300,00 x 20% = R$ 60,00 (parte da empresa lançamento no campo 6 da GPS). Além desse encargo, a tomadora dos serviços de frete, carreto ou transporte de passageiros, desconta e recolhe a contribuição devida pelo transportador autônomo ao SEST (1,5%) e ao SENAT (1%) sobre a mesma base de cálculo (20% do valor do frete), perfazendo um total de 2,5% sobre o valor apurado, nos termos da Lei nº 8.706/93, regulamentada pelo Decreto nº 1.007/93, com alterações introduzidas pelo Decreto nº 1.092/94. Exemplo: Se o valor do Frete é de R$ ,00, temos: Base de cálculo reduzida (valor do frete x 20%) R$ 1.500,00 X 20% = R$ 300,00 Terceiros: SEST/SENAT R$ 300,00 x 2,5% = R$ 7,50 (parte de terceiros SEST/SENAT lançamento no campo 9 da GPS). Este valor de Terceiros deve ser descontado do Transportador Autônomo e recolhido pela empresa. Parte Segurado R$ 300,00 x 11% = R$ 33,00 (parte do segurado descontado dele e, lançamento no campo 6 da GPS). c) IRRF Os valores pagos aos empresários e aos autônomos estão sujeitos à retenção do IRRF, mediante aplicação de alíquotas progressivas, observando o limite de isenção fixado na Tabela Progressiva. Tabela Progressiva Mensal 2009 Parcela a Base de Cálculo (R$) Alíquota (%) Deduzir do IR (R$) Até 1.434,59 De 1.434,60 até 2.150,00 7,5 107,59 De 2.150,01 até 2.866, ,84 De 2.866,71 até 3.582,00 22,5 483,84 Acima de 3.582,00 27,5 662,94 Valor da dedução por dependente: R$ 144,20 Nos termos do art. 629 do Decreto nº 3.000/99 (RIR/99), no caso de rendimentos pagos por pessoas jurídicas a pessoas físicas pela prestação de serviços de transporte, em veículo próprio, locado ou adquirido com reserva de domínio ou alienação fiduciária, o imposto na fonte incidirá sobre: a) 40% do valor do serviço, decorrente do transporte de carga; b) 60% do valor do serviço, decorrente do transporte de passageiros. Salientamos que o percentual referido na letra a aplica-se também sobre o rendimento bruto da prestação de serviços com trator, máquina de terraplenagem, colheitadeira e assemelhados. Exemplo: Base de Cálculo da Contribuição Previdenciária: 20% do valor do serviço = R$ 5.000,00 x 20% = R$ 1.000,00 Cálculo da Contribuição Previdenciária/Autônomo R$ 1.000,00 x 11% = R$ 110,00 Cálculo do IRRF: Valor do serviço de transporte de passageiros: R$ 5.000,00 Valor tributável: R$ 5.000,00 x 60% = R$ 3.000,00 Sobre o valor R$ 3.000,00 aplicar-se-á a retenção na fonte, utilizando a tabela progressiva, da seguinte forma: R$ 3.000,00 (-) R$ 110,00 (INSS) R$ 2.890,00 (x) 22,5% (Alíquota de IR) R$ 650,25 (-) R$ 483,84 ( Parcela a deduzir) R$ 166,41 (IRRF devido) Setembro 5 a semana N o 40/09 9

10 TRABALHO PREVIDÊNCIA e Legislação 7. Exemplos Práticos 7.1. Autônomos No mês de setembro/2009, a empresa A contratou autônomos para lhe prestarem os seguintes serviços: a) Antônio Paulo Silva (Serviço de pintor, sendo que receberá pelo serviço o valor de R$ 800,00) Remuneração bruta = R$ 800,00 Cálculo da Contribuição Previdenciária/Autônomo R$ 800,00 x 11% = R$ 88,00 Cálculo da Contribuição Previdenciária/Empresa R$ 800,00 x 20% = R$ 160,00 IRRF = Isento Valor líquido a receber R$ 800,00 R$ 88,00 = R$ 712,00 b) João Antônio Gomes (Serviço de transporte de cargas, sendo que receberá pelo serviço o valor de R$ 5.500,00) Valor do frete (Rendimento bruto) = R$ 5.500,00 Base de Cálculo da Contribuição Previdenciária: 20% do valor do frete = R$ 5.500,00 x 20% = R$ 1.100,00 Cálculo da Contribuição Previdenciária/Empresa R$ 1.100,00 x 20% = R$ 220,00 Cálculo da Contribuição Previdenciária/Autônomo R$ 1.100,00 x 11% = R$ 121,00 Cálculo do SEST R$ 1.100,00 x 1,5% = R$ 16,50 Cálculo do SENAT R$ 1.100,00 x 1% = R$ 11,00 Cálculo do IR: Rendimento Tributável R$ 5.500,00 x 40% = R$ 2.200,00 R$ 2.200,00 (-) R$ (INSS) R$ 2.079,00 (x) 7,5% (Alíquota de IR) R$ 155,93 (-) R$ 107,59 ( Parcela a deduzir) R$ 48,34 (IRRF devido) Valor Líquido a Pagar: Rendimento bruto = R$ 5.500,00 Dedução do INSS/Autônomo = R$ 121,00 Dedução SEST/SENAT = R$ 27,50 IRRF a recolher = R$ 48,34 Valor líquido a receber = R$ 5.303,16 Manual de Procedimentos c) Ana Paula Souza (Serviço de digitação, sendo que receberá pelo serviço o valor de R$ 3.300,00) Rendimento bruto = R$ 3.300,00 Contribuição Previdenciária/Autônomo R$ 3.218,90 (teto máximo) x 11% = R$ 354,08 Cálculo da Contribuição Previdenciária/Empresa R$ 3.300,00 x 20% = R$ 660,00 Cálculo do IR: R$ 3.300,00 (-) R$ 354,08 (INSS) R$ 2.945,92 (x) 22,5% (Alíquota de IR) R$ 662,83 (-) R$ 483,84 ( Parcela à deduzir) R$ 178,99 (IRRF devido) Valor Líquido a Pagar: Rendimento bruto = R$ 3.300,00 Dedução do INSS/Autônomo = R$ 354,08 IRRF a recolher = R$ 178,99 Valor líquido a pagar = R$ 2.766, Empresários No mês de setembro/2009, a Empresa A remunera os sócios que percebem pró-labore e gratificações: a) Eduardo Pedro Silva (Sócio-Diretor, com pró-labore no valor de R$ 6.500,00) Rendimento bruto = R$ 6.500,00 Contribuição Previdenciária/Sócio R$ 3.218,90 (teto máximo) x 11% = R$ 354,08 Cálculo da Contribuição Previdenciária/Empresa R$ 6.500,00 x 20% = R$ 1.300,00 Cálculo do IR: R$ 6.500,00 (-) R$ 354,08 (INSS) R$ 6.145,92 (x) 27,5% (Alíquota de IR) R$ 1.690,13 (-) R$ 662,94 ( Parcela à deduzir) R$ 1.027,19 (IRRF devido) 10 N o 40/09 Setembro 5 a semana

11 Manual de Procedimentos TRABALHO PREVIDÊNCIA e Legislação Valor Líquido a Pagar: Rendimento bruto = R$ 6.500,00 Dedução do INSS/Sócio = R$ 354,08 IRRF a recolher = R$ 1.027,19 Valor líquido a pagar = R$ 5.118,73 b) João Guimarães Rosa (Sócio-Gerente, com pró-labore no valor de R$ 2.500,00 e uma gratificação no valor de R$ 2.800,00) Rendimento bruto = R$ 5.300,00 Contribuição Previdenciária/Sócio R$ 3.218,90 (teto máximo) x 11% = R$ 354,08 Cálculo da Contribuição Previdenciária/Empresa R$ 5.300,00 x 20% = R$1.060,00 Cálculo do IR: R$ 5.300,00 (-) R$ (INSS) R$ 4.945,92 (x) 27,5% (Alíquota de IR) R$ 1.360,13 (-) R$ 662,94 ( Parcela à deduzir) R$ 697,19 (IRRF devido) Valor Líquido a Pagar: Rendimento bruto = R$ 5.300,00 Dedução do INSS/Autônomo = R$ 354,08 IRRF a recolher = R$ 697,19 Valor líquido a pagar = R$ 4.248, Preenchimento da folha de pagamento Folha de Pagamento Autônomos Empresa: A Endereço: Rua Barbacena, 0001 São Paulo Mês: Setembro/2009 Nome Serviço Valor do Retenção SEST SENAT Retenção Líquido Valor da Autônomo Prestado/nº Serviço INSS IR/Fonte a Pagar Contribuição de Inscrição INSS Empresa Antônio Paulo Pintor/ 800,00 88,00 712,00 160,00 Silva João Antônio Transporte/ Cargas 5.500,00 121,00 16,50 11,00 48, ,16 220,00 Gomes Ana Paula Digitação/ 3.300,00 354, , ,93 660,00 Souza Total 9.600,00 563,08 16,50 11,00 227, , ,00 Folha de Pagamento Empresários Empresa: A Endereço: Rua Barbacena, 0001 São Paulo Mês: setembro/2009 Nome do Atividade e/nº Valor Gratificação Retenção Retenção Líquido Valor da Empresário Inscrição Pró-Labore INSS IR/Fonte a Pagar Contribuição INSS Empresa Eduardo Pedro Silva Sócio-Diretor/ 6.500,00 354, , , , João Guimarães Rosa Sócio-Gerente/ 2.500, ,00 354,08 697, , , Total 9.000, ,00 708, , , ,00 Base legal: citada no texto. Setembro 5 a semana N o 40/09 11

12 TRABALHO PREVIDÊNCIA e Legislação Manual de Procedimentos TRABALHISTA Uso de Cigarros e Similares Proibição Estado do Rio de Janeiro SUMÁRIO 1. Introdução 2. Proibição no Território do Estado do Rio de Janeiro 2.1. Aviso de proibição 2.2. Proprietários ou responsáveis pelos estabelecimentos e veículos de transporte coletivo 3. Pena de Multa 3.1. Fixação da multa 3.2. Impugnação 4. Órgão de Vigilância Sanitária Órgão de Defesa do Consumidor Relato 5. Não Aplicabilidade 6. Tabacaria 7. Penalidade 8. Programa de Controle de Tabagismo nos Municípios lazer, de esporte ou de entretenimento, áreas comuns de condomínios, casas de espetáculos, teatros, cinemas, bares, lanchonetes, boates, restaurantes, praças de alimentação, hotéis, pousadas, centros comerciais, bancos e similares, supermercados, açougues, padarias, farmácias, drogarias, repartições públicas, instituições de saúde, escolas, museus, bibliotecas, espaços de exposições, veículos públicos ou privados de transporte coletivo, inclusive veículos sobre trilhos, embarcações e aeronaves, quando em território fluminense, viaturas oficiais de qualquer espécie e táxis Aviso de proibição Nos locais previstos, deverá ser afixado aviso da proibição, em pontos de ampla visibilidade, com indicação de telefone e endereço dos órgãos estaduais responsáveis pela vigilância sanitária e pela defesa do consumidor, bem como com a penalidade cabível em caso de descumprimento da presente lei. 1. Introdução Por meio da Lei Estadual nº 5.517, de 17/08/2009, DOE-RJ de 18/08/2009, fica proibido o consumo de cigarros, cigarrilhas, charutos, cachimbos ou de qualquer outro produto fumígeno, derivado ou não do tabaco, na forma que especifica, e cria ambientes de uso coletivo livres de tabaco no Estado do Rio de Janeiro. Assim, a citada lei estabelece normas de proteção à saúde e de responsabilidade por dano ao consumidor, nos termos do art. 24, incisos V, VIII e XII, da Constituição Federal, para criação de ambientes de uso coletivo livres de produtos fumígenos. 2. Proibição no Território do Estado do Rio de Janeiro Fica proibido no território do Estado do Rio de Janeiro, em ambientes de uso coletivo, públicos ou privados, o consumo de cigarros, cigarrilhas, charutos ou de qualquer outro produto fumígeno, derivado ou não do tabaco. A referida proibição aplica-se aos recintos de uso coletivo, total ou parcialmente fechados em qualquer dos seus lados por parede, divisória, teto ou telhado, ainda que provisórios, onde haja permanência ou circulação de pessoas. Compreendem recintos de uso coletivo, dentre outros, os ambientes de trabalho, de estudo, de cultura, de culto religioso, de 2.2. Proprietários ou responsáveis pelos estabelecimentos e veículos de transporte coletivo Os proprietários ou responsáveis pelos estabelecimentos e veículos de transporte coletivo mencionados no item 2 deverão fiscalizá-los e protegê-los, para que nos seus interiores não seja praticada infração ao disposto na referida lei. Verificada inobservância à proibição de uso de produtos fumígenos por parte dos consumidores ou usuários, caberá, ao proprietário ou responsável pelo estabelecimento ou pelos veículos de transporte coletivo, adverti-los sobre a proibição nela contida, bem como sobre a obrigatoriedade, caso persista na conduta coibida, de imediata retirada do local, se necessário mediante o auxílio de força policial. 3. Pena de Multa No caso de descumprimento da Lei Estadual n nº 5.517/09, o proprietário ou responsáveis pelo estabelecimento ou pelo meio de transporte coletivo em que ocorrer a infração ficarão sujeitos à pena de multa, que deverá ser fixada em quantia entre 1.548,63 UFIRs-RJ e ,27 UFIRs-RJ, sem prejuízo das sanções previstas na legislação sanitária. Nota Cenofisco: Por meio da Resolução SEFAZ nº 187, de 22/12/2008, o valor da UFIR-RJ instituída pelo Decreto nº /00 para o exercício de 2009, é de R$ 1, N o 40/09 Setembro 5 a semana

13 Manual de Procedimentos TRABALHO PREVIDÊNCIA e Legislação 3.1. Fixação da multa Na fixação do valor da multa, deverá ser levada em consideração, concomitantemente: a) o grau de relevância; b) a capacidade econômica do infrator; c) a extensão do prejuízo causado à saúde pública. No caso de reincidência, a multa será aplicada em dobro. Aplicada a multa, terá o infrator o prazo de 30 dias para formular impugnação, observada a ampla defesa e o contraditório Impugnação A impugnação será dirigida à autoridade imediatamente superior, que sobre ela decidirá no prazo de cinco dias, ressalvada a necessidade de diligências complementares para instrução do processo administrativo, com possibilidade de recurso para o Secretário de Estado de Saúde e Defesa Civil no caso de indeferimento. 4. Órgão de Vigilância Sanitária Órgão de Defesa do Consumidor Relato Qualquer pessoa poderá relatar, ao órgão de vigilância sanitária ou de defesa do consumidor da respectiva área de atuação, fato que tenha presenciado em desacordo com o disposto nesta lei. O relato conterá, simultaneamente: a) a exposição do fato e suas circunstâncias; b) a declaração, sob as penas da lei, de que o relato corresponde à verdade; c) a identificação do autor, com nome, prenome, número da cédula de identidade, seu endereço e assinatura. A critério do interessado, o relato poderá ser apresentado por meio eletrônico, no sítio de rede mundial de computadores, internet, dos órgãos mencionados. 5. Não Aplicabilidade A referida proibição não se aplica: a) aos cultos religiosos em que produtos fumígenos façam parte do ritual; b) às vias públicas e aos espaços ao ar livre; c) às residências; d) aos quartos ou suítes de hotéis, pousadas e afins; e) às tabacarias; f) às produções teatrais; g) aos locais de filmagens cinematográficas e televisivas. 6. Tabacaria Entende-se por tabacaria o estabelecimento que, segundo seu contrato social, seja destinado especificamente ao consumo no próprio local de cigarros, cigarrilhas, charutos, cachimbos ou de qualquer outro produto fumígeno, derivado ou não do tabaco, e que tenham mais de 50% de sua receita advinda da venda desses produtos. As tabacarias deverão anunciar, nas suas entradas e no seu interior, que naquele local há utilização de produto fumígeno. Nos locais indicados na letra e do item 5 deverão ser adotadas condições de isolamento, ventilação ou exaustão de ar que impeçam a contaminação de ambientes protegidos por esta lei. 7. Penalidade As penalidades decorrentes de infrações às disposições da Lei Estadual nº 5.517/09 serão impostas, nos respectivos âmbitos de atribuições, pelos órgãos estaduais ou municipais de vigilância sanitária ou de defesa do consumidor. O início da aplicação das penalidades será precedido de ampla campanha educativa, realizada pelo Governo do Estado nos meios de comunicação, como jornais, revistas, rádio e televisão, nas escolas e universidade públicas e privadas, com a distribuição de panfletos educativos nos locais explicitados no item 2, para esclarecimento sobre os deveres, proibições e sanções impostos pela Lei Estadual nº 5.517/09, além da nocividade do fumo à saúde. 8. Programa de Controle de Tabagismo nos Municípios Caberá ao Estado capacitar, monitorar e avaliar a implantação do Programa de Controle de Tabagismo nos Municípios. A Lei Estadual nº 5.517/09 entra em vigor no prazo de 90 dias após a data de sua publicação. Setembro 5 a semana N o 40/09 13

14 TRABALHO PREVIDÊNCIA e Legislação Manual de Procedimentos Hora de Verão Ano 2009/ Introdução 2. Estados 3. Início 4. Término 4.1. Carnaval SUMÁRIO f) Espírito Santo g) Minas Gerais h) Goiás i) Mato Grosso j) Mato Grosso do Sul l) Distrito Federal 1. Introdução Como todos os anos quando se aproxima a chegada do verão alguns Estados do Brasil têm que adiantar o relógio em uma hora para se adequar ao horário de verão. Desse modo, o Decreto nº 6.558/08 (DOU de 09/09/2008), determina que o horário de verão será fixo no Brasil e começará sempre a partir de zero hora do terceiro domingo do mês de outubro de cada ano, até à zero hora do terceiro domingo do mês de fevereiro do ano subsequente. 2. Estados O horário de verão terá abrangência nos seguintes Estados: a) Rio Grande do Sul b) Santa Catarina c) Paraná d) São Paulo e) Rio de Janeiro 3. Início Fica instituída a hora de verão, a partir de zero hora do terceiro domingo do mês de outubro de cada ano nos Estados especificados no item 2, devendo adiantar os relógios em 60 minutos em relação à hora legal. Assim, para o ano de 2009 o horário de verão iniciará em 18/10/ Término O horário de verão terminará à zero hora do terceiro domingo do mês de fevereiro do ano subsequente, ou seja, em 21/02/ Carnaval No ano em que houver coincidência entre o domingo previsto para o término do horário de verão e o domingo de carnaval, o encerramento do horário de verão dar-se-á no domingo seguinte. O Decreto nº 6.558/08 entrou em vigor na data de sua publicação, ou seja, em 09/09/2008. Base legal: citada no texto. JURISPRUDÊNCIA E OUTROS CONTRIBUIÇÃO PREVIDENCIÁRIA PAGAMENTO A AUTÔNOMO Quando se homologa acordo em que o réu paga certa quantia e com o recebimento dela as partes encerram toda e qualquer controvérsia acerca da relação havida entre as partes, que, portanto, não é de emprego, há a incidência da contribuição previdenciária do empregador de 20% sobre o referido valor. O inciso III do artigo 22 da Lei nº é expresso no sentido de que a contribuição a cargo da empresa, destinada à Seguridade Social é de 20% sobre o total das remunerações pagas ou creditadas a qualquer título, no decorrer do mês, aos segurados contribuintes individuais que lhe prestem serviços. Nesse caso, houve um segurado individual que prestou serviço à empresa. O pagamento é uma remuneração latu sensu. (Acórdão nº: , Processo nº: , Ano: 2008, Turma: 8ª TRT, Data de Publicação: 19/06/2009) 14 N o 40/09 Setembro 5 a semana

15 Manual de Procedimentos DOMÉSTICO FÉRIAS EM DOBRO O trabalhador doméstico faz jus à paga em dobro das férias não concedidas regularmente, nos termos do disposto no Decreto nº /1973, que regulamenta a Lei nº 5.859/1972, em seu art. 2º, ao preceituar que o capítulo referente a férias se aplica aos domésticos. Recurso da autora a que se dá provimento. (Acórdão nº: , Processo nº: , Ano: 2009, Turma: 11ª TRT, Data de Publicação: 14/07/2009) TRANSFERÊNCIA DO EMPREGADO REQUISITOS Mesmo havendo cláusula expressa de transferibilidade do empregado, e imprescindível a comprovação, a cargo da empresa, da necessidade de serviço que nao se presume, para que o TRABALHO PREVIDÊNCIA e Legislação empregador possa se eximir do pagamento do respectivo adicional. (Acórdão nº: , Processo nº: , Ano: 1994, Turma: 8ª TRT, Data de Publicação: 18/01/1996) SEGURO-DESEMPREGO FALTA DE ENTREGA DE GUIAS INDENIZAÇÃO INDEVIDA Indevidas a entrega de guias para levantamento do seguro desemprego ou indenização correspondente quando o desligamento do empregado não ocorreu por iniciativa do empregador, sem justa causa. Inteligência do artigo 3º caput da Lei nº 7.998/90. Recurso a que se nega provimento. (Acórdão nº: , Processo nº: , Ano: 2008, Turma: 8ª TRT, Data de Publicação: 14/07/2009) CONSULTORIA PERGUNTAS E RESPOSTAS Rescisão Contratual Desconto de Empréstimo No caso de rescisão contratual, como ficará o empréstimo consignado em folha de pagamento? Nos termos do art. 1º da Lei nº /03, ocorrendo a rescisão do contrato de trabalho do empregado antes do término da amortização do empréstimo, ressalvada disposição contratual em contrário, serão mantidos os prazos e encargos originalmente previstos, cabendo ao mutuário efetuar o pagamento mensal das prestações diretamente à instituição consignatária. Os contratos de empréstimo, financiamento ou arrendamento poderão prever a incidência de desconto de até 30% das verbas rescisórias, para a amortização total ou parcial do saldo devedor líquido para quitação na data de rescisão do contrato de trabalho do empregado. Rescisão Contratual Antes do Término do Prazo Determinado (Lei nº 9.601/98) Existe alguma penalidade quando o empregador ou o empregado resolvem rescindir o contrato antes do prazo final? Nessa hipótese, as convenções ou acordos coletivos é que estabelecerão as regras a serem seguidas pelas partes, inclusive, fixando a indenização cabível. Rescisão Contratual Descontos Permitidos Dano Causado pelo Empregado à Empresa Quais são os descontos permitidos na rescisão contratual? Na hipótese de dano causado pelo empregado a empresa poderá fazer o devido desconto? O art. 462, caput, da CLT veda qualquer desconto nos salários do empregado, salvo quando este resultar de adiantamentos, dispositivos de lei ou de contrato coletivo. Os descontos decorrentes de lei são os relativos à contribuições previdenciárias, contribuição sindical, etc. O desconto relativo à taxa assistencial para os sindicatos decorre de convenção ou acordo coletivo, ou ainda, de sentenças normativas. Podem ser descontados, ainda, os adiantamentos de salário concedidos ao empregado, observando-se, contudo, que na hipótese de rescisão contratual, qualquer compensação no pagamento não poderá exceder o equivalente a um mês de remuneração do empregado. Por outro lado, de acordo com o 1º do art. 462 da CLT, na hipótese de dano causado pelo empregado, o desconto será lícito, desde que esta possibilidade tenha sido acordada ou na ocorrência de dolo do empregado. Portanto, se o dano causado pelo empregado resultar da prática de ato doloso, ou seja, de ato praticado com o intuito Setembro 5 a semana N o 40/09 15

16 TRABALHO PREVIDÊNCIA e Legislação deliberado de prejudicar o empregador, é lícito o desconto, ainda que não previsto contratualmente. Salientamos que a legislação não estabelece, de forma clara, limite para desconto do empregado. Assim, aplica-se, por analogia, o art. 82 da CLT e, neste caso, orientamos que o desconto não poderá ultrapassar a 30% do salário pago. Os restantes 30% devem ser pagos em dinheiro, mesmo que o valor dos descontos supere 70%. Já no caso de dano decorrente de culpa do empregado, isto é, quando no exercício de suas funções, embora não tenha tido ele a intenção de praticá-lo, tenha agido, contudo, com imprudência, negligência ou imperícia, o desconto ficará condicionado à existência de acordo firmado para este fim. Diante disso, quando da admissão do empregado, torna-se conveniente a inserção de cláusula no seu contrato de trabalho que permita esse tipo de desconto salarial. Referida cláusula pode, por exemplo, ter a seguinte redação: Além dos descontos previstos em Lei, reserva-se a empregadora o direito de descontar do empregado as importâncias correspondentes aos danos causados por ele. O fato de estar sendo o empregado desligado do emprego, seja por vontade própria ou pela de seu empregador não é motivo impeditivo para que, de seus proventos, sejam procedidos os devidos descontos. Poderá o empregador efetuá-los normalmente, discriminando-os separadamente nos campos 41, 44 e 47 do Termo de Rescisão do Contrato de Trabalho (TRCT). Ressalte-se, entretanto, que em se tratando de rescisão contratual, qualquer compensação no pagamento das verbas rescisórias, ou seja, os descontos não poderá exceder o equivalente a um mês de remuneração do empregado, conforme assim determina o 5º do art. 477 da CLT. Rescisão Contratual Documentos a Serem Entregues ao Empregado Quais são os documentos que a empresa tem que fornecer ao empregado na rescisão do contrato de trabalho? Quando do pagamento da rescisão contratual deverá o empregador entregar ao ex-empregado os seguintes documentos: a) as três primeiras vias do Termo de Rescisão do Contrato de Trabalho, devidamente homologado, se for o caso; b) o extrato da conta vinculada do FGTS, quando estiver sendo paga a multa indenizatória de 40% ou 20% do saldo resultante de todos os depósitos efetuados pelo empregador a título de FGTS; Manual de Procedimentos c) o comprovante de rendimentos pagos e de retenção do IRRF para a declaração do Imposto de Renda; d) a Relação dos Salários-de-Contribuição (RSC), se solicitado; e) nas hipóteses de dispensa sem justa causa ou de dispensa motivada por paralisação, total ou parcial, das atividades do empregador, deverão ser fornecidos os formulários de Requerimento de Seguro-Desemprego (RSD) e a Comunicação de Dispensa (CD). Observa-se que o número da CD fornecida ao trabalhador deverá constar obrigatoriamente em sua Carteira de Trabalho e Previdência Social (CTPS); f) tendo exercido o empregado atividade que permita a concessão de aposentadoria especial, deverá o empregador emitir documento de comprovação de efetiva exposição aos agentes nocivos, fornecendo a este uma cópia do Perfil Profissiográfico Previdenciário (PPP). Rescisão Contratual Suspensão por mais de 30 dias Nos termos do art. 474 da CLT, a suspensão do empregado por mais de 30 dias consecutivos importa na rescisão injusta do contrato de trabalho? O empregador não poderá suspender o empregado do exercício de suas funções por mais de 30 dias, sob pena de sofrer uma rescisão indireta, ou seja, tal procedimento implica falta grave do empregador, possibilitando ao empregado o ingresso de ação trabalhista, pleiteando a rescisão indireta de seu contrato de trabalho, como preceitua o art. 483 da CLT, além de sujeitar-se ao recolhimento de multa administrativa por infringência ao art. 474 CLT, que estabelece a punição de 30 dias como limite máximo para a suspensão de empregado. Rescisão Contratual Prazo para Pagamento Quando o prazo para pagamento da Rescisão de Contrato recair em um sábado, domingo ou feriado qual o procedimento que a empresa deve tomar? O art. 11, 2º, da Instrução Normativa SRT/MTE nº 3/02 determina que, se o dia do vencimento do pagamento da rescisão contratual recair num sábado, domingo ou feriado, o termo final deve ser antecipado para o dia útil imediatamente anterior. 16 N o 40/09 Setembro 5 a semana

17 Manual de Procedimentos TRABALHO PREVIDÊNCIA e Legislação LEGISLAÇÃO A íntegra da legislação mencionada encontra-se disponível no Cenofisco BD On-line. CIRCULAR CAIXA Nº 487, DE 18/09/2009 DOU de 21/09/2009 FGTS Procedimentos para Movimentação das Contas Vinculadas do FGTS Instruções Complementares Sinopse: A Circular CAIXA nº 487/09 estabelece procedimentos para movimentação das contas vinculadas do FGTS, pelos trabalhadores e seus dependentes, diretores não empregados e seus dependentes, e empregadores, e baixa instruções complementares. Previdência Social ATO DECLARATÓRIO PGFN Nº 2, DE 01/09/2009 DOU de 14/09/2009 Apresentação de Contestação, de Interposição de Recursos e a Desistência dos já Interpostos Dispensa Sinopse: Por meio do Ato Declaratório PGFN nº 2/09 fica autorizada a dispensa de apresentação de contestação, de interposição de recursos e a desistência dos já interpostos, desde que inexista outro fundamento relevante nas decisões judiciais que menciona. Assim, nas decisões judiciais que adotam o entendimento firmado pelo E. Supremo Tribunal Federal, reconhecendo a inconstitucionalidade da expressão para os fatos geradores ocorridos a partir de 01/04/1997, constante do art. 35 da Lei nº 8.212/91, com a redação que lhe havia sido conferida pela Lei nº 9.528/97. Previdência Social PORTARIA MPS Nº 248, DE 16/09/2009 DOU de 17/09/2009 Fatores de Atualização dos Salários-de-Contribuição para Apuração do Salário-de-Benefício e Contribuições Vertidas para Cálculo do Pecúlio Setembro/2009 Sinopse: Por meio da Portaria MPS nº 248/09, o Ministro de Estado da Previdência Social, estabelece para o mês de setembro/2009, os fatores de atualizações referentes ao pecúlio (dupla cota), pecúlio (simples) e pecúlio (novo), bem como, os fatores para fins de concessão de benefícios no âmbito de acordos internacionais. Previdência Social SÚMULA AGU Nº 44, DE 14/09/2009 DOU de 16/09/2009 Cumulação do Benefício de Auxílio-Acidente com Benefício de Aposentadoria Sinopse: A Súmula AGU nº 44/09 dispõe que é permitida a cumulação do benefício de auxílio-acidente com benefício de aposentadoria quando a consolidação das lesões decorrentes de acidentes de qualquer natureza, que resulte em sequelas definitivas, nos termos do art. 86 da Lei nº 8.213/91, tiver ocorrido até 10/11/1997, inclusive, dia imediatamente anterior à entrada em vigor da Medida Provisória nº , convertida na Lei nº 9.528/97, que passou a vedar tal acumulação. Setembro 5 a semana N o 40/09 17

18 IMPOSTO DE RENDA PIS COFINS CSLL e Legislação MANUAL DE Procedimentos 40 Destaques Nesta edição examinaremos as hipóteses em que a pessoa jurídica optante pelo pagamento do imposto mensal por estimativa poderá suspender ou reduzir os pagamentos do Imposto de Renda e da CSLL com base no balanço ou balancete. Constam, também desta edição as normas relativas à tributação de rendimentos recebidos no Brasil por pessoa física não-residente no País. Benedita Bernardes Nepomuceno Carleto Renata Joyce Theodoro Cenofisco BD Legislação Com segurança e confiabilidade nas informações, o Cenofisco disponibiliza, inteiramente grátis, o mais completo acervo de normas federais do País (de 1900 a 2009) com atualização diária, moderno sistema de pesquisa (por número, assunto e data) e normas legais do dia. Acesse e confira agora este benefício. ÍNDICE Imposto de Renda... 3 Suspensão ou Redução dos Pagamentos Mensais por Estimativa, com Base em Balanço ou Balancete Rendimentos Recebidos no Brasil por Pessoa Física Não-Residente no País Despesas Operacionais Indedutíveis para Fins de Apuração do Lucro Real Jurisprudência e Outros COFINS Ação Fiscal Reintimação Prazo de Sessenta Dias Espontaneidade Recuperação DCTF Retificadora Confissão de Dívida Comercialização Proibida por Terceiros IRPJ Lucros no Exterior Emprego do Valor Disponibilização Imposto Sobre a Renda de Pessoa Jurídica IRPJ Exercício: 2001, 2002 IRPJ Termo Inicial Contagem do Prazo Decadencial Lucro Disponibilizado por Empresa Controlada Sediada no Exterior IRPJ Lucro Auferido Por Controlada no Exterior Taxa de Câmbio para Conversão para Reais PIS/PASEP Base de Cálculo Duplicidade Demonstração PIS Lançamento Compensação Ação Judicial Matéria Submetida ao Judiciário Reorganização Societária Verdadeira Alienção de Participação com Ganho de Capital Sujeição Passiva Erro Inexistência Legislação Ato Declaratório Executivo COSIT nº 28/09 IR Pessoas Físicas Rendimentos Recebidos de Fontes Situadas no Exterior no Mês de Outubro/2009

19 IMPOSTO DE RENDA PIS COFINS CSLL e Legislação Manual de Procedimentos Dados Internacionais de Catalogação na Publicação (CIP) (Câmara Brasileira do Livro, SP, Brasil) Imposto de renda : PIS, COFINS, CSLL e Legislação. Curitiba, PR : Cenofisco Editora, ISBN COFINS (Contribuição para financiamento da Seguridade Social) Leis e legislação Brasil 2. CSLL (Contribuição Social sobre Lucro Líquido) Leis e legislação Brasil 3. Imposto de renda Leis e legislação Brasil 4. PIS (Programa de Integração Social) Leis e legislação Brasil 5. Tributos Leis e legislação Brasil I. Título : PIS, COFINS, CSLL e legislação CDU-34:336.2 (81) Índices para catálogo sistemático : 1. Brasil : Direito fiscal 34:336.2 (81) 2 N o 40/09 Setembro 5 a semana

20 Manual de Procedimentos IMPOSTO DE RENDA PIS COFINS CSLL e Legislação IMPOSTO DE RENDA Suspensão ou Redução dos Pagamentos Mensais por Estimativa, com Base em Balanço ou Balancete SUMÁRIO 1. Hipóteses em que o Pagamento do Imposto Mensal pode Ser Suspenso ou Reduzido 2. Balanço ou Balancete para Fins de Suspensão ou Redução 2.1. Característica 2.2. Período de abrangência 2.3. Levantamento e avaliação de estoques 3. Apuração do Lucro Real do Período 3.1. Ajustes a serem efetuados no resultado apurado 3.2. Transcrição no LALUR 3.3. Compensação de prejuízos fiscais 3.4. Prazo para a escrituração do LALUR 4. Dedução de Incentivos Fiscais 5. Determinação do Valor do Imposto Devido 5.1. Imposto devido sobre o lucro real do período a que corresponder o balanço ou balancete 5.2. Imposto pago a ser comparado com o devido no período a que corresponder o balanço ou balancete 5.3. Opção pela aplicação de parcela do imposto no FI- NOR, FINAM e FUNRES 5.4. Apuração de imposto em valor maior que o calculado por estimativa 6. Exemplos 6.1. Hipótese de redução do imposto 6.2. Hipótese de suspensão do imposto 7. Contribuição Social sobre o Lucro 7.1. Cálculo da contribuição social sobre o lucro 7.2. Ajustes admitidos para determinação da CSLL devida com base em balanço ou balancete 7.3. Compensação de base de cálculo negativa 7.4. Exemplo 8. Pagamento do Imposto e da Contribuição 8.1. Prazo e códigos para pagamento 8.2. Pagamento fora do prazo 1. Hipóteses em que o Pagamento do Imposto Mensal pode Ser Suspenso ou Reduzido A pessoa jurídica que optar pelo pagamento do imposto mensal por estimativa poderá suspender ou reduzir os pagamentos do Imposto de Renda e da Contribuição Social sobre o Lucro devidos mensalmente, desde que demonstre, por meio de balanços ou balancetes que (art. 230 do RIR/99 e Instrução Normativa SRF nº 93/97): I o valor do imposto devido, inclusive o adicional, calculado com base no lucro real do período em curso é igual ou inferior à soma do Imposto de Renda pago correspondente aos meses do mesmo ano-calendário, anteriores àquele a que se refere o balanço ou balancete levantado, hipótese em que poderá suspender o pagamento do imposto e contribuição; II o valor do imposto corresponde à diferença positiva entre o imposto devido, no período em curso, e a soma do Imposto de Renda pago, correspondente aos meses do mesmo ano-calendário, anteriores àquele a que se refere o balanço ou balancete levantado, caso em que poderá reduzir o montante do imposto e a contribuição a serem pagos. Observe-se que esse balanço ou balancete poderá ser levantado em qualquer mês, a partir de janeiro do ano-calendário, podendo inclusive ser levantado em todos os meses do ano, sempre tomando-se por base o período em curso. 2. Balanço ou Balancete para Fins de Suspensão ou Redução 2.1. Característica Os balanços ou balancetes (art. 230, 1º, do RIR/99): a) deverão ser levantados com observância das leis comerciais e fiscais e transcritos no Diário; b) somente produzirão efeitos para determinação da parcela do imposto devido no decorrer do ano-calendário Período de abrangência Os balanços ou balancetes deverão ser levantados tomando-se por base sempre o período em curso, assim considerado o período compreendido entre 1º de janeiro ou o dia de início de atividade e o último dia do mês a que se referir o balanço ou balancete (Instrução Normativa SRF nº 93/97). Assim, no balanço de agosto não serão apurados apenas os resultados relativos ao mês de setembro, mas os relativos ao período de janeiro a agosto, caso não tenha sido levantado balanço anterior. Se a pessoa jurídica pretender suspender ou reduzir o valor do imposto devido, em qualquer outro mês do mesmo ano-calendário, deverá levantar novo balanço ou balancete. Setembro 5 a semana N o 40/09 3

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