Plano de ação sectorial de racionalização das TIC no Ministério da Saúde v2.0

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Plano de ação sectorial de racionalização das TIC no Ministério da Saúde v2.0"

Transcrição

1 Plano de ação sectorial de racionalização das TIC no v2.0 Horizonte Grupo de Projeto para as Tecnologias de Informação e Comunicação 1

2 Título: Plano de ação sectorial de racionalização das TIC no Autoria: Serviços Partilhados do, E.P.E. Data de edição da 2ª versão: Julho 2014 Versão 2.1 2

3 SUMÁRIO EXECUTIVO A SPMS - Serviços Partilhados do, EPE (SPMS), como organismo do responsável pela coordenação da área das tecnologias de informação e comunicação (TIC) do, foi incumbida de desenvolver o Plano Ação Setorial de Racionalização das TIC para a área da Saúde (PAS MS) e estimar as poupanças potencialmente geradas por este plano de acção, aprovado pela Tutela em dezembro de Decorridos cerca de 18 meses de execução do PAS MS, considerou-se relevante proceder a uma revisão do plano. Esta revisão visa incluir no plano um conjunto de iniciativas inicialmente não elencadas e rever as metas de poupança. Tendo como objetivo último desenvolver um serviço público de qualidade que comporte custos mais reduzidos, quer para o cidadão quer para o Estado, são propostas para a área da Saúde 15 medidas de racionalização, organizadas em 5 eixos prioritários: i) melhoria dos mecanismos de governabilidade, ii) redução de custos, iii) implementação de soluções TIC comuns, iv) utilização das TIC para potenciar a mudança e a modernização administrativa e v) estímulo ao crescimento económico. No que concerne à melhoria dos mecanismos de governabilidade, são propostas 5 medidas que se prendem com a criação de um modelo e estratégia transversal, a efetiva centralização da função informática, a conceptualização de um modelo para a transformação da arquitetura de sistemas de informação, adopção de uma política de segurança e a consolidação das aplicações core da Saúde. Para a redução dos custos, propõe-se a consolidação do mecanismo de avaliação dos projetos a desenvolver no âmbito das TIC no sector da Saúde, a definição de um modelo de implementação de uma rede de comunicações de voz e dados, a diminuição do número de centros de dados nos organismos do e instituições SNS e a centralização tecnológica e normalização de procedimentos com vista à racionalização de recursos e custos. No que respeita à utilização das TIC para potenciar a mudança e a modernização administrativa, recomenda-se a definição e utilização de normas, metodologias e requisitos que garantam a interoperabilidade e interconexão dos sistemas de informação da saúde, entre si e com os sistemas de informação transversais à Administração Pública, a promoção do uso do Cartão de Cidadão para autenticação electrónica, a disseminação de mecanismos eletrónicos de comunicação direta com o utente e a modernização administrativa dentro dos organismos públicos através de desmaterialização de processos. 3

4 Para o estímulo ao crescimento económico, propõe-se a adoção de software aberto em detrimento do proprietário, sempre que a maturidade e custo o justifiquem e a aquisição centralizada de bens e serviços TIC. Após disponibilização dos dados contabilísticos consolidados, verificou-se que a despesa TIC do do em 2011 rondou cerca de 160 milhões de euro, superior ao que tinha sido inicialmente estimado pelo GPTIC (cerca de 136 M ). Assim, redefiniu-se como meta de poupança a atingir em 2016 um valor de 24 milhões de euros/ano. É o objetivo atingir 50% dos benefícios no 1º ano de realização do Plano. Nos 4 anos de vigência do Plano, estima-se uma poupança de cerca de 73 milhões de euros. Ano Estiamtiva de Despesa (M ) ,0 143,2 139,6 136 Estimativa de Poupança em referência a 2011 (M ) 12,0 16,8 20,4 24 Poupança Acumulada (M ) 12,0 28,8 49,2 72,9 Optou-se por não apresentar o detalhe da estimativa de poupança por cada medida proposta por estar ainda em análise a metodologia da sua aferição. Os benefícios indiretos na área da Saúde pelo uso das TIC não foram alvo de estimativa, podendo ascender a valores da ordem de 100 M. Este valor, meramente indicativo, dá uma ideia do potencial de poupança mas é necessário ter em consideração que a saúde é uma área com especificidades muito próprias, cujo grande objetivo é garantir o bem-estar e curar ou atenuar a doença, não se tendo calculado o valor deste tipo de benefícios. 4

5 ÍNDICE SUMÁRIO EXECUTIVO INTRODUÇÃO ENQUADRAMENTO LINHAS ESTRATÉGICAS PARA A RACIONALIZAÇÃO DAS TIC AVALIAÇÃO DE EXECUÇÃO DO PAS MS JAN 2013 JUN PRINCIPAIS ALTERAÇÕES INTRODUZIDAS NA ATUAL VERSÃO MEDIDAS DE RACIONALIZAÇÃO SECTORIAIS NA AFETAÇÃO DE RECURSOS TIC DEFINIÇÃO E IMPLEMENTAÇÃO DA GOVERNANCE DAS TIC RACIONALIZAÇÃO, ORGANIZAÇÃO E GESTÃO DA FUNÇÃO INFORMÁTICA ARQUITETURA, NORMAS E GUIDELINES DE TECNOLOGIAS E SISTEMAS DE INFORMAÇÃO SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO DEFINIÇÃO E IMPLEMENTAÇÃO DE PLANOS DE AÇÃO SETORIAIS DE RACIONALIZAÇÃO TIC AVALIAÇÃO DE PROJETOS E DESPESAS TIC RACIONALIZAÇÃO DE COMUNICAÇÕES RACIONAIZAÇÃO DE CENTROS DE DADOS MEDIDAS DE RACIONALIZAÇÃO TRANSVERSAIS POTENCIADAS PELAS TIC INTEROPERABILIDADE AUTENTICAÇÃO E ASSINATURA ELETRÓNICAS DA PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS PÚBLICOS POR MEIOS ELETRÓNICOS RACIONALIZAÇÃO DAS TIC E MODERNIZAÇÃO ADMINISTRATIVA ADOÇÃO DE SOFTWARE ABERTO NOS SISTEMAS DE INFORMAÇÃO DO ESTADO AQUISIÇÃO DE BENS E SERVIÇOS TIC PRINCIPAIS CONCLUSÕES ANEXO MAPEAMENTO MEDIDAS PAS MS E OBJETIVOS OPERACIONAIS DA SPMS

6 1. INTRODUÇÃO 1.1. ENQUADRAMENTO O presente documento enquadra-se no Plano Global Estratégico de Racionalização e Redução de Custos com as Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC) na Administração Pública (AP), previsto na alínea b) do nº 3 da Resolução de Conselho de Ministros nº46/2011, de 14 de novembro, e aprovado pela Resolução do Conselho de Ministros n.º 12/2012, de 7 de Fevereiro. Este plano propõe 25 medidas tendo em vista dois objetivos concretos: a melhoria do serviço público prestado e a redução dos custos dessa prestação de serviço, ou seja, pretende-se prestar um serviço público melhor com um menor custo através da racionalização das TIC. A Medida 5 definição e implementação de planos de ação sectoriais, pretende identificar, priorizar e implementar iniciativas e projetos de índole setorial que contribuam para os objectivos do plano global. No contexto das atribuições concedidas à SPMS Serviços Partilhados do, EPE (SPMS) 1 pelo Decreto-Lei nº 108/2011, de 17 de novembro, na área das TIC no sector da Saúde, esta empresa foi designada, pelo despacho nº3591/2012, de 12 de março, de Sua Excelência, o Secretário e Estado da Saúde, como o organismo do responsável pela coordenação da área das TIC, nos termos do disposto nos nºs 2 e 5 da RCM 12/2012, de 7 de fevereiro. Neste âmbito, a SPMS elaborou o Plano de Ação Setorial do (PAS MS), elencando medidas e poupanças potencialmente geradas. O PAS MS foi aprovado por Despacho de Sua Excelência, o Secretário e Estado da Saúde datado de 03 de dezembro de Nos primeiros 18 meses de vigência do plano a SPMS coordenou a operacionalização do PAS MS através do desenvolvimento de projectos, da dinamização de iniciativas na rede de organizações do SNS / MS e da contínua articulação com o grupo GPTIC. Com o acumular de experiência, a coordenação do GPTIC considerou útil a elaboração de uma revisão do plano global, incorporando os planos setoriais. Aproveitou-se este momento para proceder à revisão do PAS MS. 1 O Decreto-Lei nº 108/2011, de 17 de novembro, atribui à SPMS competências no domínio dos sistemas e tecnologias de informação e comunicação. A SPMS, por força do disposto no presente decreto-lei, passou a ser a entidade responsável pelo desenvolvimento, manutenção e operação de vários sistemas integrados de informação na área do sector da saúde. 6

7 1.2. LINHAS ESTRATÉGICAS PARA A RACIONALIZAÇÃO DAS TIC O plano global estratégico de racionalização e redução de custos nas TIC na AP define eixos de acção e objectivos estratégicos representados nas Figura 1 e Figura 2. Redução de Custos Utilização das TIC para potenciar a mudança e a modernização administrativa Melhor Serviço Público com um menor custo Implementação de Soluções TIC Comuns Estímulo ao crescimento económico Melhoria dos mecanismos de Governabilidade Figura 1 Eixos do Plano Global Estratégico de racionalização e redução de custos com as TIC na AP Figura 2 Mapa estratégico para a função informática da AP ( ) 7

8 1.3. AVALIAÇÃO DE EXECUÇÃO DO PAS MS JAN 2013 JUN 2014 Na generalidade, ao fim dos primeiros 18 meses de vigência do PAS MS, verifica-se que as iniciativas previstas foram desenvolvidas de acordo com o espectável. Ao nível das medidas do eixo conducente à melhoria dos mecanismos de governabilidade, foram cumpridos os seguintes principais objetivos: Definição e implementação da governance das TIC foi definido e aprovado um modelo de governança das TIC para o no âmbito do Plano de Desenvolvimento do Sistema de Informação da Saúde (PD-SIS); Foi iniciado o Programa de Melhoria de Governança e Gestão do SIS que visa enquadrar a participação dos diversos stakeholders na estratégia do SIS; Racionalização, organização e gestão da função informática foi centralizado na SPMS as funções de estratégia e planeamento do SIS, gestão de fornecedores e aquisição de bens e serviços TIC, definição de requisitos técnicos e de interoperabilidade dos sistemas, desenvolvimento de software transversal ao SNS e gestão de infraestruturas centrais e da rede de dados da saúde (RIS); Arquitetura, normas e guidelines de tecnologias e sistemas de informação as normas técnicas comuns à AP são cumpridas no MS; a SPMS está a definir e adoptar normas, códigos e terminologias de referência específicas na área da saúde, como por exemplo ICD 10, HL7 e SNOMED CT; Definição e implementação de planos de ação sectoriais de racionalização das TIC a SPMS elaborou o PAS MS, o mesmo foi aprovado pela Tutela e está a ser implementado, em articulação com a AMA e GPTIC; No que concerna as medidas do eixo redução de custos foram atingidas as seguintes principais metas: Avaliação de projetos e despesas TIC foi estabelecido e adotado o modelo de avaliação de projectos e despesas TIC. A SPMS tem vindo a emitir o seu parecer como entidade sectorial com vista à garantia do alinhamento estratégico e tecnológico dos objectos de aquisição com o plano estratégico assim como a sua racionalidade, sustentabilidade económica e cumprimento de requisitos legais. A tabela abaixo apresenta um resumo desta actividade da SPMS e seus resultados. Período Tabela 1 Resumo da actividade M6 da SPMS (abril 2013 a jun 2014) Nº pedidos Valor da despesa (M ) Parecerer SPMS favorável Parecer SPMS favorável com condições e recomendações Despesa não autorizada (M ) Demora média (dias úteis) 01 abril dezembro ,8 76% 7% 1, janeiro março ,2 81% 12% 0, abril jun % 5% 0,088 3 Total (15 meses) % 8% 1,

9 Racionalização de comunicações A SPMS gere a rede de dados da saúde (RIS) estando em processo de aquisição para novo triénio; A SPMS desenvolveu procedimentos de aquisição centralizada de serviços de comunicações de voz fixa e móvel; Estima-se uma poupança nesta rúbrica de cerca de 2,6 M em 2013 e 2014 associada aos contratos centrais; Racionalização dos centros de dados A solução RHV (recursos humanos) foi migrada para arquitectura central; Têm vindo a ser consolidados os centros de dados dos Centros Hospitalares; Deu-se a consolidação dos centros de dados dos Centros de Saúde da região Norte num único Centro de Dados; Medidas de racionalização transversais potenciadas pelas TIC deu-se a centralização do processamento de vencimentos para todas as ARS e Hospitais (apenas faltam 3); Em relação às medidas para potenciar a modernização administrativa, atingiram-se os seguintes objectivos: Interoperabilidade desenvolvimento de iniciativas conducentes a interoperabilidade semântica (lideradas pela CIC- Comissão para a Informatização Clínica e, numa segunda fase, pela CAIC Comissão de Acompanhamento da Informatização Clínica); Autenticação e assinatura electrónicas utilização do Cartão do Cidadão para identificação electrónica de profissionais e Utentes perante sistemas centrais (Portal do Utente e Prescrição Eletrónica Médica); Racionalização da prestação de serviços públicos por meios electrónicos uniformização de sítios; desenvolvimento e publicação de diversos serviços no Portal do Utente (registo de hábitos e medições de saúde, registo de contactos de emergência, marcação de consultas para o Centro de Saúde, renovação do receituário crónico, consulta do Resumo Clínico Único do Utente, consulta do cronograma do historial clínico, eboletim Saúde Infantil e Juvenil, consulta do Testamento Vital; Por fim, no que se refere ao estímulo ao crescimento económico foi desenvolvido: Adoção de software aberto nos sistemas de informação do Estado desenvolvimento de piloto de posto de trabalho open source nos Cuidados de Saúde Primérios; adopção de diversos produtos OSS; A SPMS foi galardoada com o Prémio Abertura 2013 entregue pela ESOP Associação de Empresas Software Open Source Portuguesas como reconhecimento do contributo para a dinamização do software Open Source e Tecnologias Abertas. 9

10 A Figura 3 representa uma avaliação do impato previsto com as medidas do PAS MS nos 5 eixos do Plano Global Estratégico, seu grau de atingimento face ao planeado para o período em análise e comparação com impato previsto no Plano Global. ESTIM. ECONOM TIC COMUNS GOVER- NANCE MODER. ADMIN. RED. CUSTOS PGE AP PREVISÃO PAS MS EXECUÇÃO PAS MS Figura 3 Impato previsto das medidas por eixos de atuação Em relação à redução de despesa com as TIC verificou-se logo em 2012, com o início da execução das medidas, uma redução da ordem de 14%, num montante de 22,5 milhões de euro (Tabela 2), muito acima do objectivo definido no PAS MS (Tabela 3). À data de realização desta revisão não estão disponíveis os valores da despesa de Tabela 2 Execução orçamental nas rúbricas TIC Despesa e poupança TIC MS (*) (k ) Despesa Redução (baseline 2011) 27% 38% Poupança (baseline 2011) Poupança acumulada % despesa central 22% 38% 35% (*) Não inclui DGS, INFARMED, SICAD, INEM, IGAS 10

11 1.4. PRINCIPAIS ALTERAÇÕES INTRODUZIDAS NA ATUAL VERSÃO Após 18 meses de experiência de implementação do PAS MS e à luz de dados actualizados, considerou-se útil proceder a revisão do PAS MS, enquadrando iniciativas que não estavam anteriormente elencadas, reformulando a calendarização de acções, recalculando metas de poupança e incorporando o mapeamento das Medidas com a estratégia da SPMS. As principais alterações são as seguintes: Incorporação da Medida 4 Segurança da informação, uma vez que se considerou prioritário o desenvolvimento de iniciativas neste domínio; Incorporação da Medida 14 - Modernização Administrativa, uma vez que estão a ser desenvolvidas diversas iniciativas neste domínio, nomeadamente a desmaterialização da receita médica; Incorporação da Medida 22 uma vez que a SPMS está a desenvolver iniciativas de Aquisição Centralizada de bens e produtos TIC para as instituições do Ministério da Saúde; Remoção da Medida 16 Catalogação de Recursos Humanos, uma vez que já não está planeado o desenvolvimento das actividades previstas; Enriquecimento e actualização do detalhe das actividades e metas das medidas; Atualização em alta dos objectivos de poupança uma vez que se verificou que a estimativa inicial de despesa TIC em 2011 não era exacta. 11

12 2. MEDIDAS DE RACIONALIZAÇÃO SECTORIAIS NA AFETAÇÃO DE RECURSOS TIC As medidas identificadas neste plano de racionalização das TIC no sector da Saúde, encontramse alinhadas com o plano global estratégico de racionalização e redução de custos das TIC na AP, tendo sido priorizadas para intervenção de âmbito sectorial 15 das 25 medidas propostas, de acordo com o que se indica na Tabela abaixo: Medida M1 Definição e implementação da governance das TIC M2 Racionalização, organização e gestão da função informática M3 Arquitetura, normas e guidelines de tecnologias e sistemas de informação M4 Segurança de Informação Descrição Melhoria dos mecanismos de governance das TIC no sector da Saúde, através da definição de modelo e estratégia transversal e respetiva execução e monitorização Centralização da função informática dos diversos organismos do MS na SPMS em matéria de infraestruturas tecnológicas, comunicações, sistemas de informação, gestão de aquisições, licenciamento e apoio a utilizadores, reforço de competências TIC e adopção de boas práticas alinhadas ao ITIL Definição de uma Arquitetura de SI, que promova a Interoperabilidade dos diversos componentes do Sistema de Informação da Saúde (SIS) entre si e com os com sistemas de informação transversais à AP e que permita o alinhamento com as estratégias dos organismos do Definição de uma Política de Segurança da Informação transversal ao SNS M5 Definição e implementação de planos de ação sectoriais de racionalização das TIC M6 Avaliação de projetos e despesas TIC M7 Racionalização de comunicações Implementação de ações no âmbito das plataformas core do sector da Saúde que contribuem para o aumento da eficácia e eficiência na prestação de serviços aos utentes do SNS e para a inerente redução de custos; Revisão do PD-SIS Consolidação do mecanismo de avaliação de projectos e despesas, de modo a que apenas sejam viabilizados aqueles que estejam em alinhamento estratégico e tecnológico e apresentem um custo/benefício que justifique o investimento Rede de comunicações integradas de voz e dados no SNS a partir da RIS M8 Racionalização de Centros de Dados Racionalização dos centros de dados do MS M10 Medidas de racionalização transversais potenciadas pelas TIC M11 Interoperabilidade M12 Autenticação e assinatura eletrónicas Centralização tecnológica RHV e SICC e normalização de procedimentos com vista à racionalização de outros recursos e custos Definição e utilização de normas, metodologias e requisitos, nos níveis semântico, técnico e legal, que garantam a interoperabilidade aplicacional e interconexão dos sistemas de informação da saúde, entre si e com os sistemas de informação transversais à AP Disseminar o uso das vertentes eletrónicas do Cartão do Cidadão pelos profissionais e Cidadão/Utente 12

13 M13 Racionalização da prestação de serviços públicos por meios eletrónicos M 14 Racionalização das TIC e modernização administrativa dentro dos organismos públicos M 21 Adoção de software aberto nos sistemas de informação do Estado M22 Aquisição de bens e serviços de TIC Racionalização e coerência da presença do na Internet e disseminação de mecanismos eletrónicos de comunicação direta e de serviços ao utente Desmaterialização de processos internos e de documentos e promoção da Telemedicina e reuniões por Videoconferência Adoção de software aberto em detrimento do proprietário, sempre que o primeiro corresponda às necessidades e a maturidade e custo o justifiquem Aquisição centralizada de bens e serviços TIC e gestão centralizada de fornecedores 13

14 2.1. DEFINIÇÃO E IMPLEMENTAÇÃO DA GOVERNANCE DAS TIC SUMÁRIO Esta medida visa a melhoria dos mecanismos de governance das TIC no sector da Saúde, incluindo adequada articulação com os outros sectores da Admnistração Pública, através da adopção de um modelo de governance e estratégia transversal às organizações do Ministério da Saúde. O alinhamento estratégico e operacional das TIC do com a Administração Pública é garantido pelo modelo de Governance do Plano Global Estratégico de Racionalização e Redução de Custos nas TIC na Administração Pública, aprovado pela Resolução do Conselho de Ministros n.º 60/2012, de 10 de Julho, abaixo representado. A SPMS é a entidade coordenadora das TIC no Minstério da Saúde e o seu Presidente do Conselho de Administração assume o papel de Representante Ministerial de Execução do 2. Figura 3 Modelo de Governance do Plano Global Estratégico de racionalização e redução de custos com as TIC na AP 2 Despacho n.º 3591/2012 do Gabinete do Secretário de Estado da Saúde de 12 de março 14

15 O modelo organizativo das TIC do foi alterado em 2011, tendo sido atribuídas à SPMS as competências de desenvolvimento, manutenção e operação dos vários sistemas integrados de informação na área do sector da saúde assim como a definição e utilização de normas, metodologias e requisitos que garantam a interoperabilidade e interconexão dos sistemas de informação da saúde, entre si e com os sistemas de informação transversais à Administração Pública 3. A SPMS desempenha o papel de Chief Information Officer (CIO) do (MS) assegurando a compatibilização, integração e consolidação dos requisitos do Sistema de Informação da Saúde (SIS), entendido como o conjunto dos subsistemas de informação centrais, locais nas entidades do Serviço Nacional de Saúde (SNS) e integrações com terceiros, com vista a disponibilizar aos diversos utilizadores toda a informação útil à auto-gestão da saúde (cidadão), prestação de cuidados (profissionais de saúde), gestão do sistema (gestores locais e centrais), investigação em saúde e necessidades transversais à Administração Pública. No âmbito do planeamento do SIS, a SPMS garante o alinhamento das iniciativas TIC com as estratégias de saúde formuladas aos níveis internacional 4, nacional 5 e local 6. No que concerne às estratégias para as TIC, a SPMS garante o alinhamento com a estratégia europeia 7, interministerial 8, das instituições do SNS 9 e dos demais intervenientes (Figura 4). Está em elaboração por cada entidade do SNS, em articulação com a SPMS, um Documemnto de Estratégia TIC que visa garantir o alinhamento das actividades e investimentos centrais e locais em torno de objectivos comuns. Da compilação e análise destes documentos, poderá ser enriquecida a estratégia central e identificados novos contributos para os objectivos deste PAS MS V2. Por outro lado, foi recentemente elaborado o Plano Estratégico da SPMS , que contempla objectivos e iniciativas alinhadas com o PGE e PAS MS, apresentando-se no Anexo I uma Tabela de relação entre as Medidas do PAS MS V2 e os objectivos estratégicos da SPMS. 3 Decreto-Lei nº 108/2011 de 17 de Novembro 4 Health 2020: a European policy framework supporting action across government and society for health and wellbeing, World Health Organization Regional Office for Europe, Plano Nacional de Saúde , Direção-Geral da Saúde, Planos Estratégicos das Entidades do SNS e Regionais 7 Plano de ação para a saúde em linha, Cuidados de saúde inovadores para o século XXI, COMUNICAÇÃO DA COMISSÃO AO PARLAMENTO EUROPEU, AO CONSELHO, AO COMITÉ ECONÓMICO E SOCIAL EUROPEU E AO COMITÉ DAS REGIÕES COM(2012) 736 final, Comissão Europeia e Multi-Annual Work Plan Plano global estratégico de racionalização e redução de custos nas TIC, na Administração Pública, GPTIC e Agenda Portugal Digital 9 Documento de Estratégia para os Sistemas e Tecnologias de Informação das Entidades do SNS e Plano Estratégico da SPMS, Horizonte

16 No Plano Estretégico da SPMS pode ser retirada informação complementar e detalhada à apresentada neste PAS MSV2. ESTRATÉGIAS SAÚDE ESTRATÉGIAS TIC NA SAÚDE WHO Eur Health Estratégia Europeia ehealth 2020 Plano Nacional de Saúde 2016 Planos Estratégicos Entidades e Regionais Estratégia nacional para ehealth / SI/TIC 2020 Estratégias SI/TI das entidades SNS Plano Estratégico SPMS 2016 Plano de Ação Setorial da Saúde GPTIC 2016 Plano Global GPTIC Agenda Portugal Digital 2016 ESTRATÉGIAS TIC NA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA Estratégias de outras entidades (stakeholders) Figura 4 Enquadramento para Planeamento das TIC na Saúde No âmbito específico do desenvolvimento e manutenção das aplicações informáticas, a SPMS assegura a participação das competências sectoriais, nomeadamente clínica, administrativa e financeira (as autoridades em saúde e demais instituições), para a identificação e formulação dos requisitos funcionais dos sistemas de informação operacionais ou a operacionalizar. No âmbito da definição de estratégias de informatização clínica no SNS, a SPMS apoia-se na Comissão de Acompanhamento da Informatização Clínica (CAIC) e respectivos grupos técnicos de trabalho 10. Esta Comissão desempenha o papel de Chief Clinical Information Officer (CCIO) do, garantindo aprovação da especificação dos requisitos clínicos do SIS e a coordenação da normalização semântica e de conceitos da componente clínica do SIS, como é o caso das normas de orientação clínica (NOC) de apoio aos profissionais de saúde da responsabilidade da DGS. Pretende-se desenvolver um Programa de Melhoria da Governance e Gestão do SIS tendo em vista a definição de estruturas organizacionais que enquadrem a participação dos diversos stakeholders do SIS, em alinhamento com as boas práticas internacionais, nomeadamente com o referencial de boas práticas COBIT Despacho n.º 9725/2013 do Gabinete do Secretário de Estado da Saúde de 24 de julho 16

17 IMPACTO ESTIMADO Esta medida, pela sua abrangência e transversalidade a todas as ações planeadas para área das TIC na Saúde, estima-se que tenha um impacto na redução de custos elevado, embora indireto e não passível de quantificação. Impacto da Medida ao nível Baixo Médio Elevado Melhoria dos mecanismos de Governance Redução de custos Utilização das TIC para potenciar a mudança e a modernização administrativa Implementação de soluções TIC comuns Estímulo ao Crescimento Económico OBJETIVOS DE REDUÇÃO DE CUSTOS Não foi efetuada uma estimativa de redução de custos para esta medida por não se considerar adequado, dado a sua natureza OBJETIVOS QUALITATIVOS Pretende-se com esta medida criar uma base coerente e sustentável para o planeamento, gestão, implementação e utilização das TIC no sector da saúde ENTIDADES ENVOLVIDAS Entidade responsável pelo controlo dos benefícios: SPMS e Secretaria de Estado da Saúde (SES). Entidades envolvidas na execução: entidades do MS /SNS e outros stakeholders AÇÕES, RESPONSABILIDADES E PRAZOS Ação Responsabilidade Programa de Melhoria de Governance e Gestão do SIS SPMS/SES 17

18 REQUISITOS, PRESSUPOSTOS E CONSTRANGIMENTOS Para a implementação da medida é fundamental a publicação do suporte legislativo apropriado bem como o compromisso de alocação dos recursos humanos e financeiros perspetivados como necessários. Identifica-se como possível constrangimento a não participação efetiva de todos as entidades envolvidas na identificação de requisitos de informação, na atribuição das prioridades e no processo de gestão e monitorização das TIC. 18

19 2.2. RACIONALIZAÇÃO, ORGANIZAÇÃO E GESTÃO DA FUNÇÃO INFORMÁTICA SUMÁRIO Com esta medida pretende-se garantir uma efetiva centralização da função informática dos diversos organismos que integram o (sob responsabilidade direta ou indireta) na SPMS, em matéria de infraestruturas tecnológicas, comunicações, sistemas de informação, gestão de aquisições, licenciamento e apoio a utilizadores. Numa segunda fase pretende-se melhorar os processos da função informática adequando-os ao referencial de boas práticas ITIL. De acordo com os Estatutos da SPMS, aprovados pelo Decreto-Lei nº 19/2010, de 22 de março, com as alterações introduzidas pelo Decreto-Lei nº 108/2011, de 17 de novembro, deve esta empresa garantir a operacionalidade e segurança das infraestruturas tecnológicas e dos sistemas de informação do e promover a definição e utilização de normas, metodologias e requisitos que garantam a interoperabilidade e interconexão dos sistemas de informação da saúde entre si e com os sistemas de informação transversais à Administração Pública. Esta medida visa a criação de um modelo de centralização progressiva. As ações de centralização a efetuar pela SPMS ao nível das funções TIC passam por: Centralização das componentes de estratégia, Governance e Arquitetura das TIC; Centralização do relacionamento com os fornecedores; Centralização dos serviços de infraestruturas e comunicações; Gestão centralizada dos serviços de administração e desenvolvimento aplicacional de soluções globais; Consolidação do Centro de Suporte da SPMS (suporte 24*7). Em algumas entidades centrias e regionais do, a SPMS poderá também centralizar os serviços de microinformática, ou de desenvolvimento e manutenção de aplicações específicas, nomeadamente na Administração Central do Sistema de Saúde, I. P., no Instituto Nacional de Saúde Dr. Ricardo Jorge e na Direção-Geral da Saúde. 19

20 Numa segunda fase pretende-se incorporar as melhores práticas nos processos do ciclo de vida dos sistemas por forma a garantir satisfação dos utilizadores através de alinhamento com o referencial ITIL V3 e posterior certificação. Esta iniciativa será acompanhada de um programa de reforço de competências dos profissionais TIC do MS, passendo por definição de matriz de competências, gap analysis, formação, certificação e partilha de serviços IMPACTO ESTIMADO Prevê-se com esta medida impactos expressivos ao nível de redução de custos, originados pela racionalização dos recursos físicos, humanos e tecnológicos existentes e pelo poder negocial dos contratos a uma escala mais global. Impacto da Medida ao nível Baixo Médio Elevado Melhoria dos mecanismos de Governance Redução de custos Utilização das TIC para potenciar a mudança e a modernização administrativa Implementação de soluções TIC comuns Estímulo ao Crescimento Económico OBJETIVOS DE REDUÇÃO DE CUSTOS Não foi efectuada quantificação, por estar em análise a metodologia da sua determinação OBJETIVOS QUALITATIVOS Para além dos objetivos quantitativos de poupanças, com a centralização da função informática ambiciona-se agilizar processos e melhorar a prestação de serviços na área das TIC aos organismos do ENTIDADES ENVOLVIDAS Entidade responsável pelo controlo dos benefícios: SPMS. Entidades envolvidas na execução: SPMS e entidades do MS. 20

21 AÇÕES, RESPONSABILIDADES E PRAZOS Ação Responsabilidade / 16 1 Planificação e prioridade das áreas SPMS 2 Centralização das funções prioritárias SPMS / Instituições MS 3 Reforço de competências e melhoria dos SPMS/Instituições processos SNS REQUISITOS, PRESSUPOSTOS E CONSTRANGIMENTOS Para a efetiva centralização como base de racionalização é necessário resolver alguns constrangimentos: a) Poderá em alguns casos ser necessário proceder a alterações de leis orgânicas; b) As entidades do SNS podem ter gestão pública ou privada, sendo necessário normalizar com os respetivos contrato-programa ou contratos PPP esta centralização; c) Garantir modelo de financiamento à SPMS ou a neutralidade fiscal para que a prestação de serviços por entidades externas, que eram antigamente asseguradas com recursos internos, não implique um custo acrescido de IVA; d) A grande diversidade de soluções adotadas no terreno dificulta a centralização de competências, pelo que é essencial garantir uma gestão de mudança gradual e participada. 21

22 2.3. ARQUITETURA, NORMAS E GUIDELINES DE TECNOLOGIAS E SISTEMAS DE INFORMAÇÃO SUMÁRIO Esta medida prende-se com a definição de uma Arquitetura de Sistemas de Informação, que promova a Interoperabilidade dos diversos componentes do Sistema de Informação da Saúde entre si e com os com sistemas de informação transversais à Administração Pública e que permita o alinhamento com as estratégias dos organismos do. O sector da Saúde possui características específicas que determinam a necessidade urgente de evolução do modelo informacional e do sistema de informação que o suporta. A definição da Arquitetura de Sistema de Informação da Saúde constitui a referência para orientar, gerir e coordenar o desenvolvimento das TIC na Saúde de forma estruturada para dar resposta aos requisitos informacionais decorrentes das constantes evoluções e múltiplos desafios. A Arquitetura obedece aos seguintes princípios gerais: a) É orientada a serviços (SOA) separando com clareza processos, tecnologias e informação e valoriza a multidisciplinaridade, a cooperação e a interoperabilidade para alcançar resultados; b) Organiza as aplicações em componentes estruturadas; c) Estrutura e regula os fluxos de informação de acordo com as relações formais entre as entidades do sistema de saúde e com o ; d) Identifica os processos de acordo com as competências e responsabilidades organizacionais e desenha as aplicações de acordo com os processos a que dão suporte de acordo com a competência e ownership do negócio; e) Determina a unicidade de dados e de informação identificando os pontos de recolha e a competência de manutenção da respectiva fiabilidade e qualidade; f) Define os processos de autenticação e identidade de utilizadores, de ergonomia, de rastreabilidade, de segurança e de confidencialidade e sigilo; g) Desenha e define o processo de interoperabilidade nos três níveis que compõem as suas camadas de intervenção Organizacional, Semântica e Tecnológica correspondentes às suas quatro dimensões básicas: Pessoas, Processos, Informação e Tecnologias. 22

23 Na primeira fase será definida a Visão de arquitectura, definindo fronteiras da sua aplicação e prioridades. A arquitectura definirá requisitos a aplicar aos sistemas centrais e locais (fornecidos pela SPMS ou por fornecedores externos) assim como às integrações intra e extra SNS, assegurando compatibilidade com a arquitectura de referência da AP e com normas de Interoperabilidade técnica e semântica internacionais. A arquitetura funcional é a segunda etapa da arquitetura do SIS. Os passos subsequentes que esta disciplina tem de percorrer para a modernização do conjunto aplicacional em exploração e para a elaboração do desenho dos novos aplicativos e funcionalidades a desenvolver são a arquitetura das aplicações e a arquitetura técnica que materializam a arquitetura funcional. Da arquitetura técnica resultarão os normativos e as orientações de referência para a introdução da infraestrutura tecnológica dos níveis físico e lógico do sistema de informação. Também nesta área se verifica a tendência centralizadora destes recursos numa lógica de serviços partilhados. A arquitetura é um trabalho prioritário no desenvolvimento do SIS, contudo o seu desenvolvimento será efectuado de acordo com a prioridade de implementação das funcionalidades aplicacionais. Este princípio aplica-se a todos os desenvolvimentos vindouros. A resultante deste princípio racionaliza custos e introduz por si só um mecanismo de adaptabilidade e aferição das necessidades funcionais e das respectivas prioridades. Os investimentos a efetuar surgem, assim, enquadrados numa perspectiva transversal permitindo implementar as funcionalidades novas ou resultantes da transformação dos sistemas legados, juntamente com as componentes infraestruturais alinhadas com a arquitetura do SIS IMPACTO ESTIMADO Com a definição e normalização de metodologias e requisitos transversais, que potenciam uma uniformização e convergência entre sistemas, estima-se uma melhoria da interoperabilidade e interconexão entre sistemas, aumento da eficiência na resolução de problemas e a redução de custos de implementação e manutenção. 23

24 Impacto da Medida ao nível Baixo Médio Elevado Melhoria dos mecanismos de Governance Redução de custos Utilização das TIC para potenciar a mudança e a modernização administrativa Implementação de soluções TIC comuns Estímulo ao Crescimento Económico OBJETIVOS DE REDUÇÃO DE CUSTOS A arquitetura a implementar prevê a centralização de sistemas aplicacionais e respetivas tecnologias de suporte, com consequentes poupanças diretas incluídas na Medida 2) OBJETIVOS QUALITATIVOS A adopção de uma arquitectura de referência permite tornar mais eficiente o desenvolvimento de aplicações e respectivas integrações, facilita o relacionamento com os fornecedores e, em última análise, permite obter sistemas mais adequados à prática do negócio ENTIDADES ENVOLVIDAS Entidade responsável pelo controlo dos benefícios: SPMS. Entidades envolvidas na execução: SPMS/Institutições do SNS AÇÕES, RESPONSABILIDADES E PRAZOS Ação Responsabilidade Desenvolver a Visão da Arquitetura SPMS 2 Desenvolver arquitectura de negócio, SPMS informação e tecnológica 3 Gap analysis SPMS 4 Planos de migração SPMS e entidades SNS 5 Adopção e comunicação de normas, códigos e SPMS e entidades terminologias conducentes à SNS interoperabilidade 6 Comunicação de requisitos a fornecedores de aplicações de terceiros e avaliação de conformidadee SPMS e entidades SNS * As medidas prioritárias desde já identificadas e que estão em curso são: A atualização tecnológica do sistema de informação das UPCS; 24

25 Partilha de dados através da Plataforma de Dados da Saúde; Adoção de normas, códigos, catálogos e terminologias de interoperabilidade (HL7, ICD10, CPARA, CPAL e SNOMED CT) REQUISITOS, PRESSUPOSTOS E CONSTRANGIMENTOS Tendo em conta critérios de simplicidade, fiabilidade, flexibilidade, eficiência e reduzidos os impactos inerentes às possíveis evoluções das TIC, identificam-se os seguintes princípios e pressupostos: O modelo de arquitetura de aplicações deve ser 100% centralizado; As aplicações de canais (utentes, serviços, outros) devem dialogar com esta arquitetura num padrão de troca de mensagens, deixando a camada de apresentação isolada para poder interagir com este servidor centralizado; Deverão existir camadas lógicas: Apresentação, Integração, Back-end Aplicacional; Deverá ser definido e adotado um modelo sintático e semântico standard, para a definição de layouts das mensagens que serão processadas por serviços back-end. Constrangimentos: Boa parte das soluções adotadas no terreno não estão alinhadas com a arquitectura proposta, pelo que terão de ser desenvolvidas ações de migração/compatibilização. 25

26 2.4. SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO SUMÁRIO Esta medida visa a formalização de políticas de segurança de informação nas organizações do MS em alinhamento com boas práticas internacionais. A SPMS estabelecerá um documento orientador das políticas de segurança contendo requisitos mínimos e promoverá workshops de sensibilização e acções formativas. Numa segunda fase serão estabelecidos mecanismos de monitorização e avaliação contínua. Serão adoptadas as recomendações que vierem a ser indicadas pelo CEGER para alinhamento com a Estratégia Nacional de Segurança da Informação IMPACTO ESTIMADO Prevê-se a o aumento da governance das TIC e a redução do risco, podendo reflectir-se em redução de custos associados a indisponibilidade dos sistemas ou quebra de segurança. Impacto da Medida ao nível Baixo Médio Elevado Melhoria dos mecanismos de Governance Redução de custos Utilização das TIC para potenciar a mudança e a modernização administrativa Implementação de soluções TIC comuns Estímulo ao Crescimento Económico OBJETIVOS DE REDUÇÃO DE CUSTOS Não origina redução de custos diretos OBJETIVOS QUALITATIVOS Aumento da governasse e mitigação de riscos. 26

27 ENTIDADES ENVOLVIDAS Entidade responsável pelo controlo dos benefícios: SPMS. Entidades envolvidas na execução: SPMS e entidades do MS/SNS AÇÕES, RESPONSABILIDADES E PRAZOS Ação Responsabilidade Desenvovimento de guidelines SPMS 2 Planos de acção e mecanismos de monitorização SPMS 3 Workshops e formação SPMS 4 Auditorias SPMS 27

28 2.5. DEFINIÇÃO E IMPLEMENTAÇÃO DE PLANOS DE AÇÃO SETORIAIS DE RACIONALIZAÇÃO TIC SUMÁRIO Com esta medida pretende-se definir um plano de acção para o SIS e respectivo mecanismo de monitorização e avaliação com vista ao aumento da qualidade da informação e serviços disponibilizados para que, em última análise se contribua para a eficácia e eficiência na prestação de serviços aos utentes do SNS e para a inerente redução de custos. A nível setorial, está identificado um conjunto de iniciativas prioritárias a desenvolver/em desenvolvimento, elencadas no Plano de Desenvolvimento do Sistema de Informação da Saúde (PD-SIS), nomeadamente: Consolidação da espinha dorsal do Sistema de Informação da Saúde que contém: os Registos Nacionais de Utentes, Profissionais, Entidades, Carteira de Serviços, etc.; os Registos de Produção que reúnem informação relativa à produção do SNS (prescrições, cirurgias, consultas, GDH, facturação, entre outros); os repositórios e as aplicações de suporte da normalização semântica, de conceitos, de referências e de codificações (CIR); as componentes analíticas para a gestão administrativa e financeira e para a gestão clínica e o portal de serviços de saúde - o Portal SNS, que reúne os serviços interativos para Cidadãos e Utentes, Profissionais e Instituições disponibilizados na Internet, incluindo a Plataforma de Dados da Saúde (PDS); Modernização, simplificação e desmaterialização de processos da Administração Pública, exemplos: Prescrição Eletrónica de Medicamentos e desmaterialização do ciclo prescrição dispensa conferência; marcação online de consultas nos Cuidados de Saúde Primários (eagenda); desmaterialização dos boletins de vacinas (evacinas); desmaterialização do processo de certificação de óbito (SICO); Redução de custos das TIC através de: centralização de aquisições de hardware e software; introdução de ferramentas opensource e consequente redução de custos de licenciamento de produtos de software; centralização de sistemas na lógica utilitária de serviço partilhado (RHV); internalização do serviço da Rede Informática da Saúde (RIS) e implementação de VoIP; centralização nos centros de dados existentes; 28

29 centralização de aplicações core dos cuidados primários e hospitalares; racionalização da gestão dos recursos materiais e humanos das TIC. Pretende-se rever a estratégia do SIS definindo uma visão para o horizonte 2020, promovendo o alinhamento com o Plano Nacional de Saúde (PNS) e a estratégia Health 2020 da OMS-EUR. Este trabalho será realizado em colaboração com a OMS e tendo em conta o framework para estratégia de ehealth 11. Também se pretende orientar a avaliação dos projectos a métricas de impacto (outcomes em saúde, segurança clínica, etc), em alinhamento organizações internacionais, nomeadamente com a HIMSS IMPACTO ESTIMADO Impacto da Medida ao nível Baixo Médio Elevado Melhoria dos mecanismos de Governance Redução de custos Utilização das TIC para potenciar a mudança e a modernização administrativa Implementação de soluções TIC comuns Estímulo ao Crescimento Económico OBJETIVOS DE REDUÇÃO DE CUSTOS Espera-se com esta medida a obtenção de poupanças indiretas e, especialmente, a focalização de investimento para iniciativas de maior valor aportado. Os benefícios indiretos na área da saúde pelo uso das TIC não foram alvo de estimativa rigorosa, no entanto, para valores de benchmarketing pode indicar-se que potencialmente pode ascender a 115 milhões de euro: 1) Deteção de fraude e desperdício em prescrições de medicamentos e meios complementares de diagnóstico e terapêutica (MCDT) redução em 2% sobre um montante de 2,5 mil milhões de euros (50 milhões de euros); 2) Diminuição de exames por uso de imagens em memória do historial clínico 5% a 10% em 500 milhões de euros (35 milhões de euros); 3) Diminuição do custo de transporte - 5% a 10% em 150 milhões de euros (10 milhões de euros; 11 national ehealth Strategy Toolkit, WHO e ITU,

30 4) Redução das horas-extra - 5% em 400 milhões de euros (20 milhões de euros);apesar de estarem contemplados todos os eixos, as poupanças estimadas incidem sobretudo sobre a centralização da função informática, a consolidação das aplicações core da saúde (planos sectoriais), o desenvolvimento de uma rede unificada de comunicações de voz e dados e a diminuição e a centralização de centros de dados OBJETIVOS QUALITATIVOS Esta medida sobre as aplicações core da Saúde contribui em grande escala para a melhoria da qualidade e circulação da informação entre diferentes unidades, com a consequente beneficio nos processos de acompanhamento dos seus pacientes e, consequentemente uma melhoria da prestação de serviços aos utentes e simplificação do acesso ao SNS ENTIDADES ENVOLVIDAS Entidade responsável pelo controlo dos benefícios: SPMS e CAIC. Entidades envolvidas na execução: SPMS e CAIC AÇÕES, RESPONSABILIDADES E PRAZOS Ação Responsabilidade Definição Visão 2020 SPMS, CAIC 2 Iniciativas com stakeholders SPMS 3 Estratégia nacional ehealth SPMS/CAIC 4 Avaliação de benefícios SPMS/CAIC REQUISITOS, PRESSUPOSTOS E CONSTRANGIMENTOS Para o cumprimento desta medida, é necessário o compromisso positivodos diversos stakeholders do SIS. 30

31 2.6. AVALIAÇÃO DE PROJETOS E DESPESAS TIC SUMÁRIO Com esta medida prende-se consolidar o mecanismo de avaliação dos projetos a desenvolver no âmbito das TIC no sector da Saúde, de modo a que apenas sejam implementados os que apresentem um custo/benefício que justifique o investimento e que se integrem na política definida para esta área. No seguimento do Despacho nº 1760/2012 do, publicado a 7 de fevereiro, a SPMS passou a coordenar todas as aquisições e utilização de tecnologias de informação nas instituições do Serviço Nacional de Saúde, recebendo dos organismos do e das Instituições do Serviço Nacional de Saúde informação prévia relativa à intenção de aquisição ou locação de bens ou serviços de informática e emitindo um parecer relativo à mesma. Este mecanismo permite à SPMS identificar e avaliar os projetos TIC a desenvolver nos serviços e organismos do e instituições do SNS, garantindo o seu alinhamento estratégico e tecnológico e a racionalização dos recursos. Por outro lado, ao abrigo do Decreto-Lei n.º 107/2012 de 18 de maio, foi criado um processo de avaliação prévia, obrigatório e vinculativo, dos investimentos com a aquisição de bens e serviços no âmbito das TIC, transversal a todas as entidades da Administração Pública e sob a gestão centralizada da AMA, I.P. Com vista a coordenar os pareceres de ambas as entidades (SPMS e AMA) e evitar duplicação de trabalho pelas entidades requerentes, fixou-se um procedimento de comunicação entre a AMA e a SPMS e envio de parecer da SPMS no âmbito da tramitação prevista no processo de avaliação da AMA IMPACTO ESTIMADO Esta medida permite uma acentuada redução de custos bem como um alinhamento dos projetos a desenvolver com o modelo de Governance definido para o setor. Impacto da Medida ao nível Baixo Médio Elevado Melhoria dos mecanismos de Governance Redução de custos Utilização das TIC para potenciar a mudança e a modernização administrativa Implementação de soluções TIC comuns Estímulo ao Crescimento Económico 31

32 OBJETIVOS DE REDUÇÃO DE CUSTOS A garantia do alinhamento estratégico e tecnológico e a centralização na SPMS do relacionamento com o mercado induz economias de escala já quantificadas na Medida OBJETIVOS QUALITATIVOS Esta medida permite a coordenação e melhoria da alocação de recursos no âmbito das TIC na Saúde, bem como o aumento da transparência sobre a despesa ENTIDADES ENVOLVIDAS Entidade responsável pelo controlo dos benefícios: SPMS e AMA. Entidades envolvidas na execução: SPMS e AMA AÇÕES, RESPONSABILIDADES E PRAZOS Ação Responsabilidade Estabelecimento de normas e circuitos AMA/SPMS 2 Monitorização SPMS/AMA REQUISITOS, PRESSUPOSTOS E CONSTRANGIMENTOS A total implementação desta medida apenas é possível se todos os organismos envolvidos cumprirem o Despacho nº 1760/2012 e submeterem pedido de parecer à SPMS. 32

33 2.7. RACIONALIZAÇÃO DE COMUNICAÇÕES SUMÁRIO Com esta medida pretende-se definir um modelo de implementação de uma rede de comunicações integradas de voz e dados (VoiP) no SNS, a partir da RIS. Atualmente, encontra-se em vigor um contrato com a ONI-RIS estando a decorrer um procedimento aquisitivo para a reformulação das comunicações no sector da Saúde. É necessário evitar dependências de momento com VoIP, encontrando-se experiências em avaliação IMPACTO ESTIMADO Estima-se com esta medida uma diminuição expressiva dos custos operacionais em comunicações dado o maior poder negocial decorrente do fator escala bem como uma maior integração entre organismos do MS. Impacto da Medida ao nível Baixo Médio Elevado Melhoria dos mecanismos de Governance Redução de custos Utilização das TIC para potenciar a mudança e a modernização administrativa Implementação de soluções TIC comuns Estímulo ao Crescimento Económico OBJETIVOS DE REDUÇÃO DE CUSTOS Não foi efectuada a quantificação por ainda estar em análise a metodologia da sua aferição OBJETIVOS QUALITATIVOS Esta medida permitirá o aumento da eficiência operacional e a consequente melhoria dos serviços prestados ENTIDADES ENVOLVIDAS 33

34 Entidade responsável pelo controlo dos benefícios: SPMS. Entidades envolvidas na execução: SPMS AÇÕES, RESPONSABILIDADES E PRAZOS Ação Responsabilidade Análise exaustivo do levantamento dos SPMS contratos de comunicação efetuado no âmbito do GPTIC 2 Diálogo Concorrencial SPMS 3 Pilotos VoIP SPMS REQUISITOS, PRESSUPOSTOS E CONSTRANGIMENTOS Para a concretização desta medida é necessário ter consideração todo o enquadramento legal no domínio da concorrência e regras de mercado de comunicações. 34

35 2.8. RACIONAIZAÇÃO DE CENTROS DE DADOS SUMÁRIO Esta medida visa diminuir o número de centros de dados nos organismos do Ministério da Saúde e instituições SNS. Já se encontra em curso um plano de diminuição do número de centros de dados nos organismo do e instituições do SNS. Já existem aplicações centrais da responsabilidade da SPMS que vieram substituir aplicações locais. Está prevista a consolidação dos sistemas de suporte aos Cuidados de Saúde Primários ao nível dos ACES (actualmente existe uma infra-estrutura e base de dados em cada um dos 365 centros de saúde) a centralização destas infraestruturas tecnológicas nas sedes das ARS. Está a decorrer a consolidação dos sistemas e centros de dados dos Centros Hospitalares IMPACTO ESTIMADO A centralização das infraestruturas de dados e consequente diminuição de equipamentos e aquisições de serviços de manutenção dos sistemas permite uma redução de custos considerável. Esta medida, contribui de forma expressiva para a implementação de soluções TIC comuns. Impacto da Medida ao nível Baixo Médio Elevado Melhoria dos mecanismos de Governance Redução de custos Utilização das TIC para potenciar a mudança e a modernização administrativa Implementação de soluções TIC comuns Estímulo ao Crescimento Económico 35

36 OBJETIVOS DE REDUÇÃO DE CUSTOS Não foi efectuada a quantificação por ainda estar em análise a metodologia da sua aferição OBJETIVOS QUALITATIVOS A centralização dos centros de dados permitirá o aumento da eficiência e eficácia das equipas de prestação de serviços TIC aos organismos do MS e instituições do SNS, nomeadamente na vertente de Service Operation ENTIDADES ENVOLVIDAS Entidade responsável pelo controlo dos benefícios: SPMS Entidades envolvidas na execução: SPMS, ARS s e Centros Hospitalares AÇÕES, RESPONSABILIDADES E PRAZOS Ação Responsabilidade Implementação da concentração nas ARS SPMS, ARS 2 Implementação de centros de partilha entre SPMS, hospitais Hospitais 3 Implementação de soluções centrais SPMS, hospitais REQUISITOS, PRESSUPOSTOS E CONSTRANGIMENTOS Para a efetiva centralização dos centros de dados é necessário resolver alguns constrangimentos: b) A alteração de arquitectura deverá ser comunicada e aprovada pela CNPD; c) O uso cada vez maior de imagens (PACS, RIS) nos Centros Hospitalares tem exigências de largura de banda que numa centralização pode implicar acréscimo oneroso de custo de comunicações; d) Sendo os sistemas clínicos parte do processo produtivo, há que garantir a sua redundância e exploração mesmo em condições de degradação dos níveis de serviço. 36

37 2.9. Não utilizado. 37

38 2.10. MEDIDAS DE RACIONALIZAÇÃO TRANSVERSAIS POTENCIADAS PELAS TIC SUMÁRIO Esta medida visa a centralização tecnológica e normalização de procedimentos com vista à racionalização de outros recursos e custos. A SPMS está a desenvolver a centralização tecnológica de serviços no RHV (recursos humanos) e SICC (contabilidade) a nível nacional IMPACTO ESTIMADO Com esta medida implementa-se uma política de serviços partilhados que permite uma redução de custos e normalização de procedimentos. Impacto da Medida ao nível Baixo Médio Elevado Melhoria dos mecanismos de Governance Redução de custos Utilização das TIC para potenciar a mudança e a modernização administrativa Implementação de soluções TIC comuns Estímulo ao Crescimento Económico OBJETIVOS DE REDUÇÃO DE CUSTOS Resultado desta medida estima-se uma redução de custo quantificada na Medida OBJETIVOS QUALITATIVOS Esta medida permitirá normalização de procedimentos entre instituições e maior agilidade na adopção de novos requisitos ENTIDADES ENVOLVIDAS Entidade responsável pelo controlo dos benefícios: SPMS. Entidades envolvidas na execução: SPMS, ACSS e entidades do SNS. 38

39 AÇÕES, RESPONSABILIDADES E PRAZOS Ação Responsabilidade Centralização RHV em todas as ARS s SPMS, ARS 2 Centralização RHV em todas as instituições MS SPMS, instituições MS 3 Centralização SICC pilotos SPMS, ACSS, instituições MS 4 Centralização SICC em todas as instituições MS s SPMS, instituições MS REQUISITOS, PRESSUPOSTOS E CONSTRANGIMENTOS Não se perpetivam constrangimentos. 39

40 2.11. INTEROPERABILIDADE SUMÁRIO Com esta medida ambiciona-se promover a definição e utilização de normas, metodologias e requisitos, no que concerne aos níveis semântico, técnico e legal, que garantam a interoperabilidade aplicacional e interconexão dos sistemas de informação da saúde, entre si e com os sistemas de informação transversais à Administração Pública. Em alinhamento com a Agenda Digital para a Europa (Europe ) definida pela Comissão Europeia, Portugal tem vido a planear e executar um conjunto de medidas que visam uma maior harmonização nacional e europeia. Em particular, a Action 77: Foster EU-wide standards, interoperability testing and certification of ehealth 13, visa a resolução de um problema observado em diversos países da Europa, nomeadamente A inexistência de normas comuns sobre interoperabilidade, frameworks de teste e certificação, resultando na proliferação de sistemas de informação desalinhados e num mercado desfragmentado. Compreendendo o papel que Portugal pode desempenhar no âmbito desta linha de ação, urge a necessidade de apoiar a criação de massa crítica sobre interoperabilidade em sistemas de informação para a Saúde, que permita um maior alinhamento entre os vários agentes no setor da saúde em Portugal (e.g. organismos de governação, regulação e implementação, academia, industria e organizações de prestação de cuidados de saúde). Esta perspetiva de harmonização à base de standards reconhecidos a nível mundial, para além das mais-valias para o setor da saúde a nível nacional, irá propiciar uma maior maturidade agentes de mercado envolvidos para atuação em mercados externos (até ao momento interditos pela falta de adoção de standards de interoperabilidade). Por forma a materializar esta estratégia, um conjunto de iniciativas de médio e longo prazo encontra-se em fase de arranque de implementação, nomeadamente: Organização de eventos que promovam conhecimento sobre standards de interoperabilidade para sistemas de informação e saúde, bem como apoiar a criação de massa crítica por parte dos diversos agentes de mercado: o Evento O papel do IHE e casos de Estudo, 11 de Julho de 2014, com a presença de representante internacional do IHE-Europe; 12 Digital Agenda for Europe: 13 Action 77: 40

41 o o Evento HL7 Mora Than You Can Think, 1 de Outbro de 2014, com a presença de representante internacional do HL7 Internacional, bem como do Presidente do HL7 Spain; Evento ehti Workshop (ehealth Technical Interoperability co-located with HCist 2014 International Conference on Health and Social Care Information Systems and Technologies), 15 de Outubro de 2014, com a presença de empresas Portuguesas com experiência neste contexto. Fundação de organismos nacionais que promovam e giram as atividades necessárias (e.g. promoção,formação, certificação e apoio à implementação) dos standards reconhecidos mundialmente ao nível da interoperabilidade em sistemas de informação para a saúde (e.g. HL7, IHE, DICOM, LOINC, etc.) Harmonização de iniciativas nacionais ao nível da Interoperabilidade Semântica para os sistemas de informação clínicos: o o o o Desde 1 Janeiro 2014, a SPMS representa Portugal na IHTSDO (International Health Terminology Standards Development Organisation), organização responsável pela uniformização e uso de terminologia clínica em SNOMED-CT. Portugal junta-se assim um grupo de 27 países que utilizam o SNOMED CT como terminologia clínica de referência. Esta competência foi confirmada por Ofício nº5409 do Gabinete do Secretario de Estado da Saúde, de 26 de maio de O SNOMED CT pelas suas características que o aproximam de uma linguagem natural, foi identificada como uma terminologia de excelência que permite dar uma resposta mais efetiva às necessidades de registo clínico, de reutilização da informação e para apoio à prestação de cuidados, possibilitando a interoperabilidade semântica entre os diferentes profissionais / regiões/ países. A participação na IHTSDO como national releaser center, confere a exclusividade para licenciamento do SNOMED CT em todo o território nacional. A estruturação do National Release Centre está a ser planeada no sentido de permitir (através de um modelo de governação inclusivo e representativo, bem como dos meios técnicos mais adequados) que os serviços prestados no âmbito deste centro de competências possam abranger diversas terminologias e classificações clínicas, para além do SNOMED CT. Com esta perspetiva, para além dos ganhos que possam ocorrer ao nível da racionalização do investimento, pretende-se criar condições para uma harmonização nacional no âmbito da interoperabilidade semântica da informação clínica registada nos sistemas de informação do SNS. Um dos órgãos nacionais que mais tem contribuído para esta criação e conehcimneto é a Comissão de Acompanhamento da Informatização Clínica (CAIC) que coordena a normalização semântica e de conceitos da componente clínica. Principais iniciativas a destacar: 41

42 Em preparação, em colaboração com a Ordem dos Médicos, a Normalização das Consultas Médicas. Implementação (articulada com ACSS) do Catálogo Português de Análises Laboratoriais (CPAL), baseado no sistema internacional de nomenclatura de análises LOINC. Catálogo está pronto e foi mostrado aos principais fornecedores no país de - SOFTWARE DE ANALISES LABORATORIAIS - em Março epsos MVC (Master Value Catalogue) que consiste no catálogo de terminologias de referência que podem ser utilizadas no âmbito da preparação de um sumário clínico ou prescrição eletrónica de medicamentos cujo propósito passa pela consultado/utilização na prestação de cuidados de saúde transfronteiriços (fora do território nacional); A criação do Catálogo Português de Alergias e Reações Adversas (CPARA) teve por base termos de referência SNOMED CT. Atualmente encontra-se em curso a prepração da terceira versão deste catálogo onde ser prevê, para além de uma maior granularidade dos conceitos incluídos, uma plena harmonização com a terminologia SNOMED CT. O trabalho e resultados obtidos no âmbito da criação do CPARA foi alvo de submissão (entretanto aceite) de um artigo para a conferência ciêntifica a realizar em Outubro de 2014 organizada pelo IHTSDO, onde o trabalho será apresentado aos diversos países e organizações presentes no evento como caso de estudo. Encontra-se em curso uma iniciativa com o objetivo de estabelecer um catálogo nacional, baseado em SNOMED CT, para os registos de Anatomia Patológica - vertente Neoplasias Malignas. Trabalho que se encontra a ser realizado em conjunto com a Rede Nacional de Banco de Tumores. Em 6 de Setembro de 2014 foi dando o pontapé de saída (através de um evento público promovido pela APMGF Associação Portuguesa de Medicina Geral e Familiar) num trabalho de colaboração entre Portugal e a WICC/ Primary Health Care Classification Consortium, cujo objetivo passa por compreender as reais mais-valias da adoção do SNOMED CT no âmbito da prática clínica nos cuidados de saúde primários. Existe em curso trabalho exploratório sobre a possibilidade de utilização da terminologia SNOMED CT, para efeitos de estruturação e harmonização dos registos clínicos realizados no âmbito da vacinação, nutrição e psicologia. Das atividades planeadas para o sector da Saúde, destacam-se na vertente estruturante, as iniciativas que se relacionam com o modelo de governação, a construção da arquitetura do SIS 42

43 e a manutenção das estruturas de informação transversais a todo o sistema, nomeadamente no que concerne as estruturas de informação de suporte à normalização semântica de conceitos e referências, com impacto na interoperabilidade aplicacional: tabelas de referência, codificações, reações alérgicas, locais de prescrição, etc.. Ao nível inter-setorial, pretende-se estabelecer compatibilidade entre as iniciativas em curso no setor da Saúde e a plataforma de interoperabilidade da AP IMPACTO ESTIMADO Os impactos esperados com esta medida incidem essencialmente sobre a modernização administrativa e implementação de soluções TIC comuns, que terão repercussões na redução dos custos. Impacto da Medida ao nível Baixo Médio Elevado Melhoria dos mecanismos de Governance Redução de custos Utilização das TIC para potenciar a mudança e a modernização administrativa Implementação de soluções TIC comuns Estímulo ao Crescimento Económico (preparação dos agentes de mercado para atuação no mercado internacional) Promoção de conhecimento e apoio à criação e massa crítica sobre o tem OBJETIVOS DE REDUÇÃO DE CUSTOS A quantificação da poupança obtida por utilização de soluções TIC comuns foi incluída na Medida 2 Racionalização, Organização e Gestão da Função Informática OBJETIVOS QUALITATIVOS Esta medida, ao permitir uma interoperabilidade e transversalidade entre sistemas específicos da saúde e os da administração pública, potencia uma melhoria dos serviços prestados ENTIDADES ENVOLVIDAS Entidade responsável pelo controlo dos benefícios: SPMS e AMA. 43

44 Entidades envolvidas na execução: SPMS, ACSS, DGS e AMA AÇÕES, RESPONSABILIDADES E PRAZOS Ação Responsabilidade Estabelecer compatibilidade semântica entre AMA, SPMS SPMS e AMA 2 Desenvolver serviços de IO com a iap AMA, SPMS, outros Ministérios 3 Estabelecer e adoptar normas de SPMS, CAIC interoperabilidade em saúde 4 Estabelecer e dinamizar Centro de SPMS, CAIC Terminologias Clínicas em PT para disponibilização de terminologias internacionais (SNOMED CT, ICD, LOINC ) 4 Dinamizar e apoiar a criação de grupos de competências em PT em interoperabilidade técnica (HL7 e IHE) SPMS, CAIC REQUISITOS, PRESSUPOSTOS E CONSTRANGIMENTOS Para a implementação desta medida é necessário um enquadramento legal que torne obrigatório a Plataforma de interoperabilidade. 44

45 2.12. AUTENTICAÇÃO E ASSINATURA ELETRÓNICAS SUMÁRIO Esta medida visa disseminar o uso das vertentes eletrónicas do Cartão do Cidadão. Concretamente, pretende-se com esta medida potenciar o uso do Cartão do Cidadão na autenticação dos profissionais e do Cidadão IMPACTO ESTIMADO O uso das vertentes eletrónicas do Cartão do Cidadão apresenta impactos expressivos na redução de custos pela desmaterialização de processos, maior controlo e combate à fraude, possibilidade de cruzamento de informação relevante, implementação de soluções TIC comuns e modernização administrativa. Impacto da Medida ao nível Baixo Médio Elevado Melhoria dos mecanismos de Governance Redução de custos Utilização das TIC para potenciar a mudança e a modernização administrativa Implementação de soluções TIC comuns Estímulo ao Crescimento Económico OBJETIVOS DE REDUÇÃO DE CUSTOS Não se estima impato significativo desta medida nos custos diretos com TIC. Contudo a medida concorre para a poupança indireta associada à redução de fraude, já quantificada na Medida OBJETIVOS QUALITATIVOS Para além da redução de custos, esta medida é uma forma segura do cidadão optar por serviços eletrónicos que permitem agilizar processos ENTIDADES ENVOLVIDAS Entidade responsável pelo controlo dos benefícios: SPMS, AMA. Entidades envolvidas na execução: SPMS, AMA. 45

46 AÇÕES, RESPONSABILIDADES E PRAZOS Ação Responsabilidade SPMS, AMA 1 Autenticação com o Cartão de Cidadão no Portal do Utente 2 Autenticação com o Cartão de Cidadão no e- SPMS, AMA dispensing e e-prescription 3 Campanhas de sensabilização SPMS, AMA REQUISITOS, PRESSUPOSTOS E CONSTRANGIMENTOS Para a implementação desta medida é necessário o enquadramento legal que reforce o uso do Cartão de Cidadão no e-dispensing e e-prescription. 46

47 2.13. DA PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS PÚBLICOS POR MEIOS ELETRÓNICOS SUMÁRIO Esta medida visa a racionalização e coerência da presença do na Internet, assim como a disseminação de mecanismos eletrónicos de comunicação direta e serviços ao utente. A medida consiste na consolidação de portais do, implementando uma estratégia integrada de disponibilização de informação e prestação de serviços eletrónicos do. Com esta ação pretende-se obter redução de encargos administrativos para os utentes, profissionais de saúde e público em geral e racionalização de custos para a Administração. Numa segunda fase, esta medida compreende a disponibilização de novos Cidadão / Utente. serviços ao Para efeitos de planificação da estratégia de consolidação, consideraram-se três tipos de portais: i) institucionais; ii) serviços para o utente; e iii) serviços para o profissional. Relativamente aos portais institucionais, a estratégia passa pela integração dos conteúdos de caratér institucional das diferentes entidades/setores do Ministério no Portal da Saúde, permitindo, assim, uma a eliminação gradual dos diferentes portais atualmente existentes e a centralização de toda a informação num único Portal. No que diz respeito à prestação de serviços, a Plataforma de Dados da Sáude agrega o Portal do Utente e o Portal do Profissional, os quais se posicionam como os pontos únicos agregadores dos serviços informativos e transacionais orientados para as necessidades dos utentes e dos profissionais da saúde, respetivamente. A curto, médio prazo, a estratégia preconizada passa por: a) Eliminar o site 30 Anos do Serviço Nacional de Saúde; b) Disponibilizar no Portal da Saúde uma área de identificação e caraterização de cada uma das entidades/setores do Ministério, incluindo os Agrupamento de Centros de Saúde (ACES) e as Unidades de Saúde Familiar (USF), que crie condições para a eliminação gradual dos sites das várias entidades; c) Eliminar a plataforma dos Portais das USF; 47

48 d) Eliminar o portal da Rede de Cuidados Continuados, após a integração dos respetivos conteúdos no Portal da Saúde e nos Portais do Utente e Profissional; e) Continuar a disponibilização dos serviços atualmente prestados pelo site da Administração Central do Sistema de Saúde (ACSS) nos Portais do Utente e do Profissional; f) Disponibilizar os serviços atualmente prestados nos restantes portais de prestação de serviços do Ministério nos Portais do Utente e do Profissional. Pretende-se desenvolver/consolidar um conjunto de serviços ao Utente de consulta de informação e interacção, nomeadamente: Registo de contactos; Marcação de consultas; Registo de informação clínica; Consulta do resumo Clínico do Utente; Requisição de renovação de prescrição; Consulta de Boletins (infantil/juvenil, vacinas, testamento vital) IMPACTO ESTIMADO A consolidação da presença na Internet das diversas entidades do permite obter redução de custos associados ao desenvolvimento e gestão destes sistemas e, por outro lado, enriquece os portais centrais, conduzindo ao aumento do recurso a estes canais de comunicação. Os serviços electrónicos potenciam uma melhoria dos serviços prestados, a modernização administrativa e a implementação de soluções TIC comuns e consequente redução e custos. Estima-se, ainda, uma diminuição do desperdício pela diminuição do absentismo às consultas. Impacto da Medida ao nível Baixo Médio Elevado Melhoria dos mecanismos de Governance Redução de custos Utilização das TIC para potenciar a mudança e a modernização administrativa Implementação de soluções TIC comuns Estímulo ao Crescimento Económico 48

49 OBJETIVOS DE REDUÇÃO DE CUSTOS Incluido na Medida 2 Racionalização, Organização e Gestão da Função Informática OBJETIVOS QUALITATIVOS Melhorar a prestação de serviços e o acesso do cidadão ao SNS ENTIDADES ENVOLVIDAS Entidade responsável pelo controlo dos benefícios: SPMS e AMA. Entidades envolvidas na execução: SPMS e AMA AÇÕES, RESPONSABILIDADES E PRAZOS Ação Responsabilidade Estratégia e Planificação das ações SPMS 2 Consolidação de conteúdos e serviços nos SPMS Portal da Saúde, do Utente e do Profissional 3 Implementação de novos serviços SPMS REQUISITOS, PRESSUPOSTOS E CONSTRANGIMENTOS Esta medida depende da adesão de pessoas e serviços aos canais de comunicação que se pretendem desenvolver. 49

50 2.14. RACIONALIZAÇÃO DAS TIC E MODERNIZAÇÃO ADMINISTRATIVA SUMÁRIO Esta medida visa implementar a desmaterialização de processos e documentos dentro das entidades do MS e nas relações entre si, com o Utente e terceiros. A medida consiste na desmaterialização de atestados, prescrições, requisições e exmes e relatórios e no incentivo à prática de Telemedicina e de reuniões por Videoconferência IMPACTO ESTIMADO A desmaterialização de processos potencia a agilidade e correcção processual e induz benefícios financeiros nas instituições, Utentes e agentes económicos. Impacto da Medida ao nível Baixo Médio Elevado Melhoria dos mecanismos de Governance Redução de custos Utilização das TIC para potenciar a mudança e a modernização administrativa Implementação de soluções TIC comuns Estímulo ao Crescimento Económico OBJETIVOS DE REDUÇÃO DE CUSTOS Incluido na Medida 2 Racionalização, Organização e Gestão da Função Informática OBJETIVOS QUALITATIVOS Melhorar a eficiência e correcção processual Aumentar a agilidade dos processos; Diminuir custos de contexto; Diminur custos dos serviços ENTIDADES ENVOLVIDAS Entidade responsável pelo controlo dos benefícios: SPMS. 50

51 Entidades envolvidas na execução: SPMS e instituições do MS AÇÕES, RESPONSABILIDADES E PRAZOS Ação Responsabilidade Estratégia e Planificação das acções SPMS 2 Prescrição e dispensa electrónica de SPMS medicamentos 3 Desmaterialização de MCDT e integração no SPMS e instituições PCE MS 4 Desmaterialização de processos intenos SPMS, SGMS e instituições MS 4 Promoção da Telemedicina e videoconferência SPMS, SGMS e instituições MS REQUISITOS, PRESSUPOSTOS E CONSTRANGIMENTOS Esta medida depende da adesão de pessoas aos serviços eletrónicos. 51

52 2.15. Não usado Não usado Não usado Não usado Não usado Não usado 52

53 2.21. ADOÇÃO DE SOFTWARE ABERTO NOS SISTEMAS DE INFORMAÇÃO DO ESTADO SUMÁRIO Esta medida visa a adoção de software aberto em detrimento do proprietário, sempre que o primeiro corresponda às necessidades e a maturidade e custo o justifiquem. Encontra-se atualmente em estudo a substituição de ferramentas Office proprietárias, dandose prioridade ao software aberto. Está em curso um projeto inovador de substituição do software de base no terminal de enduser (nos cuidados de saúde primários) por soluções opensource, livres de licenciamento. Os objetivos principais desta medida prendem-se com: Redução do licenciamento, em três áreas distintas: i) postos de trabalho; ii) servidores; iii) consolidação de serviços de datacenters; Normalização de postos de trabalho, distribuição e atualização; Gestão da mudança de TI para implementação em sistemas abertos; Dinamização da colaboração de soluções TI entre as entidades de saúde IMPACTO ESTIMADO Com a adoção de software livre e consequente diminuição do licenciamento espera-se um redução expressiva dos custos anuais com TI. Prevê-se, também, um estímulo ao crescimento económico, dando-se a oportunidade a empresas nacionais de integrarem o mercado das TIC, até então dominado pelos grandes grupos multinacionais. Esta medida, poderá também acarretar impactos negativos decorrentes da mudança, que se esperam ultrapassados num período de tempo reduzido. Impacto da Medida ao nível Baixo Médio Elevado 53

54 Melhoria dos mecanismos de Governance Redução de custos Utilização das TIC para potenciar a mudança e a modernização administrativa Implementação de soluções TIC comuns Estímulo ao Crescimento Económico OBJETIVOS DE REDUÇÃO DE CUSTOS A quantificação da redução de custos com o licenciamento de software está incluida na Medida 2 Racionalização, Organização e Gestão da Função Informática OBJETIVOS QUALITATIVOS Aumento da autonomia em relação aos fornecedores de software ENTIDADES ENVOLVIDAS Entidade responsável pelo controlo dos benefícios: SPMS. Entidades envolvidas na execução: SPMS AÇÕES, RESPONSABILIDADES E PRAZOS Ação Responsabilidade Identificação do software aberto a adquirir SPMS 2 Controlo de reporting de licenciamentos SPMS 3 Criação de uma comunidade SPMS 4 Criação de planos de comunicação e SPMS colaboração 5 Divulgação de normas de aquisição de produtos SPMS licenciados 6 Formação SPMS REQUISITOS, PRESSUPOSTOS E CONSTRANGIMENTOS Para a implementação desta medida é necessário um a publicação de legislação de suporte nos primeiros meses após publicação de lista de software aberto obrigatório. 54

55 2.22. AQUISIÇÃO DE BENS E SERVIÇOS TIC SUMÁRIO Esta medida visa a aquisição centralizada pela SPMS de bens e serviços TIC para o Ministério da Saúde e a gestão centralizada de forncedeores com vista a redução de custos, alinhamento com arquitectura e gestão de riscos. A SPMS é a Unidade Ministerial de Compras (UMS) do para a área TIC. nesse contexto desenvolve procedimentos de aquisição centralizada recorrendo sempres que possível aos AQ ESPAP. Boa parte das soluções específicas da saúde (por exemplo LIS, RIS, PACS) são soluções proprietárias com necessidade de actualização permanente. Pare estes sistemas a SPMS promove a aquisição centralizada dos serviços de manutenção com vista a garantir: Incorporação de requisitos de alinhamento com normas de interoperabilidade técnica e semântica (em alinhamento com a Medida 3); Adaptações decorrentes de alterações legais e regulamentares; Economias de escala; Normalização de SLA (em alinhamento com a Medida 2); Agilidade processual; Optimização da relação com os fornecedores. Está em curso um programa de melhoria da gestão de fornecedores que pretende implementar mecanismos de partilha de informação de gestão de contratos e avaliação de conformidade dos produtos adquiridos e de satisfação com os serviços prestados IMPACTO ESTIMADO Prevê-se a redução de custos de aquisição e processuais, englobados na Medida M2. Prevê-se, também, um estímulo ao crescimento económico, facilitando processos aquisitivos e promovendo a concorrência. 55

56 Impacto da Medida ao nível Baixo Médio Elevado Melhoria dos mecanismos de Governance Redução de custos Utilização das TIC para potenciar a mudança e a modernização administrativa Implementação de soluções TIC comuns Estímulo ao Crescimento Económico OBJETIVOS DE REDUÇÃO DE CUSTOS A quantificação da redução de custos está incluida na Medida 2 Racionalização, Organização e Gestão da Função Informática OBJETIVOS QUALITATIVOS Aumento do alinhamento das soluções com a arquitectura, redução de risco e melhoria da relação com os fornecedores ENTIDADES ENVOLVIDAS Entidade responsável pelo controlo dos benefícios: SPMS. Entidades envolvidas na execução: SPMS e entidades do MS/SNS AÇÕES, RESPONSABILIDADES E PRAZOS Ação Responsabilidade Aquisições Centralizadas SPMS 2 Normalização de templates e SLA SPMS 3 Criação de repositório central de KPI SPMS 4 Auditorias SPMS 56

57 3. PRINCIPAIS CONCLUSÕES O presente plano setorial, elaborado no âmbito do plano global estratégico de racionalização e redução de custos nas TIC na Administração Pública, identifica as medidas propostas para o sector da Saúde para alcançar os 5 eixos de ação prioritários. No total, estima-se uma poupança de 15% dos gastos TIC na área da Saúde quando o plano estiver plenamente operacional (em 2016), face ao ano de referência (2011). Nos 4 anos de vigência do Plano (2013 a 2016) estima-se uma poupança total de 72,9 milhões de euros. Os benefícios indiretos na área da saúde pelo uso das TIC não foram alvo de estimativa rigorosa, no entanto, para valores de benchmarketing pode indicar-se que potencialmente pode ascender a 115 milhões de euro. Ano Estiamtiva de Despesa (M ) ,0 143,2 139,6 136 Estimativa de Poupança em referência a 2011 (M ) 12,0 16,8 20,4 24 Poupança Acumulada (M ) 12,0 28,8 49,2 72,9 57

58 4. ANEXO I MAPEAMENTO MEDIDAS PAS MS E OBJETIVOS OPERACIONAIS DA SPMS Medida PAS x Objetivos Operacionais SPMS OOP 1 Melhorar a governança e gestão do SIS OOP 2 Rever a estratégia do SIS OOP 3 Definir a arquitetura do SIS OOP 4 Estabelecer política segurança transversal ao SIS OOP 8 Melhorar a qualidade da informação clínica OOP 9 Melhorar sistemas administrativos e financeiros OOP 10 Melhorar a qualidade da informação de gestão OOP 11 Desmaterializar e simplificar processos da saúde OOP 12 Melhorar a comunicação e serviços ao utente OOP 13 Criar e consolidar registos nacionais OOP 18 Promover a Infraestrutura (IE) adequada ao SIS OOP 19 Melhorar a gestão de fornecedores do SNS (g. centralizada) OOP 35 Melhorar processos internos, adequando à ITIL OOP 36 Melhorar a segurança dos sistemas de informação OOP 37 Otimizar e evoluir tecnologicamente os atuais sistemas do SNS OOP 43 Estabelecer um modelo de gestão da inovação do SIS OOP 45 Reforçar a participação em projetos internacionais OOP 46 Identificar programas europeus ou internacionais OOP 51 Melhorar as competências e colaboração dos gestores TIC OOP 52 Estabelecer e dinamizar competências em Interoperabilidade M1 Definição e implementação da governance das TIC x x x x x x x x x M2 Racionalização, organização e gestão da função informática x x x x x x x x x x M3 Arquitetura, normas e guidelines de tecnologias e sistemas de informação x x x x x x x M4. Segurança da Informação x x x x x M5 Definição e implementação de planos de ação sectoriais de racionalização das TIC x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x M6 Avaliação de projetos e despesas TIC x x M7 Racionalização de comunicações x x M8 Racionalização dos Centros de Dados x x x x x M10 Medidas de racionalização transversais potenciadas pelas TIC x M11 Interoperabilidade x x x x x x x M12 Autenticação e assinatura eletrónicas x x M13 Racionalização da prestação de serviços públicos por meios eletrónicos M 14 Racionalização das TIC e modernização administrativa dentro dos organismos públicos M 21 Adoção de software aberto nos sistemas de informação do Estado x x x x x x M22 Aquisição de bens e serviços de TIC x x x x x Grupo de Projeto para as Tecnologias de Informação e Comunicação 58

59

60 Plano global estratégico de racionalização e redução de custos nas TIC, na Administração Pública Avenida João Crisóstomo nº9, Lisboa, PORTUGAL Grupo de Projeto para as Tecnologias de Informação e Comunicação 60

Plano Nacional de Saúde 2012-2016

Plano Nacional de Saúde 2012-2016 Plano Nacional de Saúde 2012-2016 Roteiro de Intervenção em Tecnologias de Informação e Comunicação (Julho de 2014) Plano Nacional de Saúde 2012-2016 Plano Nacional de Saúde 2012-2016 Roteiro de Intervenção

Leia mais

ANEXO AO ROTEIRO DE INTERVENÇÃO EM

ANEXO AO ROTEIRO DE INTERVENÇÃO EM ANEXO AO ROTEIRO DE INTERVENÇÃO EM TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO DEBATE SOBRE TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO RELATÓRIO DA SESSÃO Organizador: Henrique Martins (SPMS,EPE) Convidados:

Leia mais

Definição e Implementação de Metodologia, Modelo e Ferramentas para Avaliação de Projectos e Despesas TIC

Definição e Implementação de Metodologia, Modelo e Ferramentas para Avaliação de Projectos e Despesas TIC Definição e Implementação de Metodologia, Modelo e Ferramentas para Avaliação de Projectos e Despesas TIC Overview do Processo de Avaliação de Projectos e Despesas TIC www.ama.pt Índice 1. Enquadramento

Leia mais

Identificação da empresa. Missão

Identificação da empresa. Missão Identificação da empresa SPMS - Serviços Partilhados do Ministério da Saúde, EPE, pessoa coletiva de direito público de natureza empresarial, titular do número único de matrícula e de pessoa coletiva 509

Leia mais

Jornada - Gestão da informação arquivística numa Administração Pública renovada 20 de Outubro de 2011

Jornada - Gestão da informação arquivística numa Administração Pública renovada 20 de Outubro de 2011 Jornada - Gestão da informação arquivística numa Administração Pública renovada 20 de Outubro de 2011 António Bento Planeamento e Gestão da Qualidade www.ama.pt Agenda A AGÊNCIA PARA A MODERNIZAÇÃO ADMINISTRATIVA

Leia mais

PLANO DE AÇÃO DOS SISTEMAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO DA AP REGIONAL

PLANO DE AÇÃO DOS SISTEMAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO DA AP REGIONAL PLANO DE AÇÃO DOS SISTEMAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO DA AP REGIONAL (2012-2015) SETEMBRO DE 2012 Conteúdo 1 SUMÁRIO EXECUTIVO... 2 2 LINHAS ESTRATÉGICAS PARA A RACIONALIZAÇÃO DAS TIC... 4 3 MEDIDAS DE

Leia mais

SPMS, E.P.E 1º Trimestre 2012

SPMS, E.P.E 1º Trimestre 2012 1º Trimestre 2012 Indicadores de Gestão Interna 0 Indicadores de Gestão 1º Trimestre 2012 Enquadramento No presente documento apresentam-se os Indicadores de Gestão Interna da SPMS, EPE, relativos ao primeiro

Leia mais

M6 - Avaliação de Projetos e Despesas TIC. Dicionário de termos e conceitos

M6 - Avaliação de Projetos e Despesas TIC. Dicionário de termos e conceitos M6 - Avaliação de Projetos e Despesas TIC Dicionário de termos e conceitos Folha de Controlo Nome do Documento: Regulamento para submissão de pedidos de parecer prévio Evolução do Documento Versão Autor

Leia mais

Câmara Municipal de Cascais é uma boa prática no relacionamento com os cidadãos

Câmara Municipal de Cascais é uma boa prática no relacionamento com os cidadãos 27 LEADERSHIP AGENDA a inovação na gestão do relacionamento compensa Câmara Municipal de Cascais é uma boa prática no relacionamento com os cidadãos A participação activa dos cidadãos é vital para a promoção

Leia mais

AS TIC E A SAÚDE NO PORTUGAL DE HOJE

AS TIC E A SAÚDE NO PORTUGAL DE HOJE AS TIC E A SAÚDE NO PORTUGAL DE HOJE 18 MARÇO 2015 Centro Hospitalar Psiquiátrico de Lisboa PATROCINDADORES Apoio Patrocinadores Globais APDSI SIG / Plataforma de Gestão de MCDT (Glintt) Evolução nos modelos

Leia mais

PROGRAMA NACIONAL DE ACREDITAÇÃO EM SAÚDE

PROGRAMA NACIONAL DE ACREDITAÇÃO EM SAÚDE PROGRAMA NACIONAL DE ACREDITAÇÃO EM SAÚDE 2009 3 ÍNDICE I INTRODUÇÃO 4 II MODELO NACIONAL DE ACREDITAÇÃO EM SAÚDE 5 III ÂMBITO DE APLICAÇÃO 8 IV OBJECTIVO GERAL 8 V OBJECTIVOS ESPECÍFICOS 8 VI ESTRATÉGIAS

Leia mais

OPERAÇÕES INDIVIDUAIS E OPERAÇÕES TRANSVERSAIS

OPERAÇÕES INDIVIDUAIS E OPERAÇÕES TRANSVERSAIS AVISO PARA APRESENTAÇÃO DE CANDIDATURAS N.º 01/ SAMA/ 2012 SISTEMA DE APOIOS À MODERNIZAÇÃO ADMINISTRATIVA (SAMA) OPERAÇÕES INDIVIDUAIS E OPERAÇÕES TRANSVERSAIS Nos termos do Regulamento do SAMA, a apresentação

Leia mais

Definição e Implementação de Metodologia, Modelo e Ferramentas para Avaliação de Projetos e Despesas TIC

Definição e Implementação de Metodologia, Modelo e Ferramentas para Avaliação de Projetos e Despesas TIC Definição e Implementação de Metodologia, Modelo e Ferramentas para Avaliação de Projetos e Despesas TIC Overview do Processo de Avaliação de Projetos e Despesas TIC www.ama.pt Índice 1. Enquadramento

Leia mais

2012 Plano Actividades

2012 Plano Actividades 2012 Plano Actividades Índice 1. Enquadramento... 2 2. Órgãos Sociais... 4 3. Organograma... 4 4. Recursos Existentes... 6 5. Objectivos Estratégicos, Operacionais e Actividades... 7 1 Plano de Actividades

Leia mais

AVISO PARA APRESENTAÇÃO DE CANDIDATURAS N.º 02/SAMA2020/2015

AVISO PARA APRESENTAÇÃO DE CANDIDATURAS N.º 02/SAMA2020/2015 AVISO PARA APRESENTAÇÃO DE CANDIDATURAS N.º 02/SAMA2020/2015 REFERENCIAL DE ANÁLISE DE MÉRITO DA OPERAÇÃO SISTEMA DE APOIO À MODERNIZAÇÃO E CAPACITAÇÃO DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA (SAMA2020) Página 1 de 16

Leia mais

Definição e Implementação de Metodologia, Modelo e Ferramentas para Avaliação de Projectos e Despesas TIC. FAQs

Definição e Implementação de Metodologia, Modelo e Ferramentas para Avaliação de Projectos e Despesas TIC. FAQs Definição e Implementação de Metodologia, Modelo e Ferramentas para Avaliação de Projectos e Despesas TIC FAQs Folha de Controlo Nome do Documento: FAQs Evolução do Documento Versão Autor Data Comentários

Leia mais

ANÁLISE DE SUSTENTABILIDADE DA EMPRESA NOS DOMÍNIOS, ECONÓMICO, SOCIAL E AMBIENTAL

ANÁLISE DE SUSTENTABILIDADE DA EMPRESA NOS DOMÍNIOS, ECONÓMICO, SOCIAL E AMBIENTAL ANÁLISE DE SUSTENTABILIDADE DA EMPRESA NOS DOMÍNIOS, ECONÓMICO, SOCIAL E AMBIENTAL 1. Sustentabilidade económica A linha estratégica seguida em 2011 e que continuará em 2012 passa por tomada de ações que

Leia mais

1. Agência Nacional de Compras Públicas - Enquadramento. 2. Estratégia para as Compras Públicas. 3. Modelo de Compras Públicas Electrónicas

1. Agência Nacional de Compras Públicas - Enquadramento. 2. Estratégia para as Compras Públicas. 3. Modelo de Compras Públicas Electrónicas Agenda 1. Agência Nacional de Compras Públicas - Enquadramento 2. Estratégia para as Compras Públicas 3. Modelo de Compras Públicas Electrónicas 4. Desafios para 2009 2 Propósito Estratégico: Agência Nacional

Leia mais

Tipologia de Intervenção 6.4

Tipologia de Intervenção 6.4 Documento Enquadrador Tipologia de Intervenção 6.4 Qualidade dos Serviços e Organizações Acções de consultoria inseridas no processo que visa conferir uma certificação de qualidade às organizações que

Leia mais

Jornadas Saúde. Contributo das TIC. mais Racional e Adequada

Jornadas Saúde. Contributo das TIC. mais Racional e Adequada Unidades de Saúde : Processos de Integração e Partilha de Informação Contributo das TIC para uma Prestação de Cuidados de Saúde mais Racional e Adequada Espinho, 26 de Outubro de 2005 José Castanheira,

Leia mais

Diagnóstico de Competências para a Exportação

Diagnóstico de Competências para a Exportação Diagnóstico de Competências para a Exportação em Pequenas e Médias Empresas (PME) Guia de Utilização DIRECÇÃO DE ASSISTÊNCIA EMPRESARIAL Departamento de Promoção de Competências Empresariais Índice ENQUADRAMENTO...

Leia mais

Decreto-Lei n.º 107/2012 de 18 de maio

Decreto-Lei n.º 107/2012 de 18 de maio Decreto-Lei n.º 107/2012 de 18 de maio As tecnologias de informação e comunicação (TIC) constituem um pilar essencial da estratégia de modernização da Administração Pública. A sua utilização intensiva

Leia mais

INFORMATIZAÇÃO CLÍNICA DOS SERVIÇOS DE URGÊNCIA LINHAS BÁSICAS DE ORIENTAÇÃO

INFORMATIZAÇÃO CLÍNICA DOS SERVIÇOS DE URGÊNCIA LINHAS BÁSICAS DE ORIENTAÇÃO INFORMATIZAÇÃO CLÍNICA DOS SERVIÇOS DE URGÊNCIA LINHAS BÁSICAS DE ORIENTAÇÃO FUNCIONALIDADES TÉCNICAS INFORMATIZAÇÃO CLÍNICA DOS SERVIÇOS DE URGÊNCIA OBJECTIVO Dispor de um sistema de informação, que articule

Leia mais

Interoperabilidade Semântica nas TIC para a Saúde:

Interoperabilidade Semântica nas TIC para a Saúde: Interoperabilidade Semântica nas TIC para a Saúde: um olhar para as classificações e Terminologias 2015/07/10 Agenda Interoperabilidade (Iop) na Saúde IoP Semântica em PT Centro de Terminologias Clínicas

Leia mais

PARA ONDE VAI O SEU DINHEIRO?

PARA ONDE VAI O SEU DINHEIRO? PARA ONDE VAI O SEU DINHEIRO? Como preparar um orçamento da saúde que o cidadão contribuinte entenda? Os Medicamentos e o Orçamento José A. Aranda da Silva Auditório da Faculdade de Direito da Universidade

Leia mais

As TIC e a Saúde no Portugal de 2013

As TIC e a Saúde no Portugal de 2013 As TIC e a Saúde no Portugal de 2013 20 de fevereiro de 2014 Centro Hospitalar Psiquiátrico de Lisboa Patrocinadores Bronze Apoios Patrocinadores Globais Conferência As TIC e a Saúde no Portugal de 2013

Leia mais

Estratégia para os Sistemas e Tecnologias de Informação

Estratégia para os Sistemas e Tecnologias de Informação Estratégia para os Sistemas e Tecnologias de Informação A transcrição ou reprodução deste documento não é permitida sem a prévia autorização escrita do IGIF PRINCIPAIS MENSAGENS O IGIF, na vertente SI,

Leia mais

SAMA2020 OPERAÇÕES TEMÁTICAS SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO E SISTEMAS DE GESTÃO DE INFORMAÇÃO

SAMA2020 OPERAÇÕES TEMÁTICAS SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO E SISTEMAS DE GESTÃO DE INFORMAÇÃO AGÊNCIA PARA A MODERNIZAÇÃO ADMINISTRATIVA SAMA2020 OPERAÇÕES TEMÁTICAS SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO E SISTEMAS DE GESTÃO DE INFORMAÇÃO 1 DE JULHO DE 2015 OPERAÇÕES TEMÁTICAS COLABORATION SIMPLIFICATION INNOVATION

Leia mais

«O vírus da fraude no SNS»... Para quando a vacina?

«O vírus da fraude no SNS»... Para quando a vacina? 1 GESTÃO DE FRAUDE > > Estão sob investigação 245 casos de fraude no Sistema Nacional de Saúde (SNS), os quais lesaram o Estado em 229 milhões de euros. O mesmo será dizer que todos os meses o SNS é lesado

Leia mais

Medida 21 - A adoção do OSS@AP

Medida 21 - A adoção do OSS@AP Medida 21 - A adoção do OSS@AP Ana Branco ana.branco@ama.pt Esta medida visa incentivar a avaliação rigorosa, pelo Estado, das soluções de software mais eficientes, promovendo a utilização de software

Leia mais

Plano de ação setorial de racionalização das TIC no Ministério das Finanças (versão 2.0)

Plano de ação setorial de racionalização das TIC no Ministério das Finanças (versão 2.0) Plano de ação setorial de racionalização das TIC no (versão 2.0) Horizonte 2012-2016 Grupo de Projeto para as Tecnologias de Informação e Comunicação 1 Título: Plano de ação setorial de racionalização

Leia mais

A SECRETARIA-GERAL DO ME

A SECRETARIA-GERAL DO ME Conferência Anual de Serviços Partilhados e Compras Públicas NOVOS DESAFIOS PARA AS COMPRAS PÚBLICAS A DO ME Mª Ermelinda Carrachás 26 de novembro de 2014 MINISTÉRIO DA ECONOMIA O Ministério da Economia

Leia mais

SAMA2020 OPERAÇÕES TEMÁTICAS ONLY ONCE E ADESÃO À IAP

SAMA2020 OPERAÇÕES TEMÁTICAS ONLY ONCE E ADESÃO À IAP SAMA2020 OPERAÇÕES TEMÁTICAS ONLY ONCE E ADESÃO À IAP 1 DE JULHO DE 2015 OPERAÇÕES TEMÁTICAS COLABORATION SIMPLIFICATION INNOVATION AGENCY FOR THE PUBLIC SERVICES REFORM OPERAÇÃO TEMÁTICA M/C DOTAÇÃO ORÇAMENTAL

Leia mais

AVISO DE CONCURSO PARA APRESENTAÇÃO DE CANDIDATURAS AVISO Nº ALT20 42 2015 13 INVESTIMENTOS NA ÁREA DOS EQUIPAMENTOS SOCIAIS E DA SAÚDE

AVISO DE CONCURSO PARA APRESENTAÇÃO DE CANDIDATURAS AVISO Nº ALT20 42 2015 13 INVESTIMENTOS NA ÁREA DOS EQUIPAMENTOS SOCIAIS E DA SAÚDE AVISO DE CONCURSO PARA APRESENTAÇÃO DE CANDIDATURAS AVISO Nº ALT20 42 2015 13 INVESTIMENTOS NA ÁREA DOS EQUIPAMENTOS SOCIAIS E DA SAÚDE INVESTIMENTOS NA ÁREA DA SAÚDE DOMÍNIO DA INCLUSÃO SOCIAL E EMPREGO

Leia mais

Compras Públicas para um Estado Inteligente

Compras Públicas para um Estado Inteligente Compras Públicas para um Estado Inteligente Princípios de um Estado Inteligente Agimos de modo a assegurar um legado para as gerações futuras, através da racionalidade da gestão e proteção dos recursos

Leia mais

ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA

ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA 596 Diário da República, 1.ª série N.º 27 7 de fevereiro de 2012 ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA Resolução da Assembleia da República n.º 12/2012 Recomenda ao Governo a alteração de normas do Decreto -Lei n.º

Leia mais

O Sistema de Compras Electrónicas

O Sistema de Compras Electrónicas Seminário Novas Perspectivas na Contratação Pública Tribunal de Contas, INA, CCSCI 20-21 Nov 2006 O Sistema de Compras Electrónicas Luis Magalhães Programa Nacional de Compras Electrónicas (PNCE) Aprovado

Leia mais

Regras gerais. Entidades Utilizadoras de produto de software de prescrição electrónica de medicamentos no Sistema de Saúde

Regras gerais. Entidades Utilizadoras de produto de software de prescrição electrónica de medicamentos no Sistema de Saúde Entidades Utilizadoras de produto de software de prescrição electrónica de medicamentos no Sistema de Saúde Unidade Operacional de Normalização e Certificação de Sistemas e Tecnologias da Informação Os

Leia mais

Os Sistemas de Informação Regionais das Cidades e Regiões Digitais na vertente Infraestrutural

Os Sistemas de Informação Regionais das Cidades e Regiões Digitais na vertente Infraestrutural Os Sistemas de Informação Regionais das na vertente Infraestrutural 1, 2 1 Instituto Politécnico de Tomar Tomar, Portugal 2 Centre of Human Language Tecnnology and Bioinformatics Universidade da Beira

Leia mais

www.ctcpt.net Uma vida em cada palavra.

www.ctcpt.net Uma vida em cada palavra. www.ctcpt.net Uma vida em cada palavra. SPMS Serviços Partilhados do Ministério da Saúde Comunicação Segura (Interoperabilidade das Tecnologias de Informação e Comunicação) Anabela Santos 23 de outubro

Leia mais

Plano Nacional de Saúde 2012-2016. Brochura PNS

Plano Nacional de Saúde 2012-2016. Brochura PNS Plano Nacional de Saúde 2012-2016 Brochura PNS OBJETIVOS GERAIS DO PLANO NACIONAL DE SAÚDE O Plano Nacional de Saúde 2012-2016 (PNS 2012-2016) propõe-se reforçar a capacidade de planeamento e operacionalidade

Leia mais

Implementação do conceito. Balcão Único na Administração Pública. Janeiro de 2008

Implementação do conceito. Balcão Único na Administração Pública. Janeiro de 2008 Implementação do conceito Balcão Único na Administração Pública Janeiro de 2008 Janeiro 2008 1 Índice 1. Enquadramento e Objectivos...3 1.1. Enquadramento...3 1.2. Objectivos...7 2. Conceitos...7 3. Recomendações

Leia mais

Agenda Norte Região Digital: Diagnóstico, Estratégia e Plano de Acção

Agenda Norte Região Digital: Diagnóstico, Estratégia e Plano de Acção : Diagnóstico, Estratégia e Plano de Acção Mário Jorge Leitão INESC Porto / FEUP Sumário Enquadramento e-governo Local e Regional Cartão do Cidadão e Plataforma de Serviços Comuns da Administração Pública

Leia mais

Programa do X Governo Regional. Programa do X Governo dos Açores - Área da Saúde

Programa do X Governo Regional. Programa do X Governo dos Açores - Área da Saúde Programa do X Governo dos Açores - Área da Saúde Ponta Delgada, 26 de Novembro de 2008 6 Saúde A saúde é um factor essencial no desenvolvimento do bem-estar da população, e a qualidade neste sector aparece

Leia mais

Combate à Fraude na Saúde

Combate à Fraude na Saúde Combate à Fraude na Saúde Estratégia adotada no Combate à Fraude Carla Costa, Adjunta do Ministro da Saúde Auditório da ACSS, IP Parque de Saúde de Lisboa, 22 de julho de 2015 Programa 1 - Estratégia 2

Leia mais

Enquadramento. Uma vida em cada palavra 24-03-2015

Enquadramento. Uma vida em cada palavra 24-03-2015 Enquadramento Uma vida em cada palavra 24-03-2015 Vocabulários Controlados NECESSIDADE 24/03/2015 CTC.PT - Enquadramento Vocabulários Controlados Um dos maiores desafios para os SI na saúde é a representação

Leia mais

2.c.1 Melhorar os níveis de disponibilidade de serviços públicos on-line

2.c.1 Melhorar os níveis de disponibilidade de serviços públicos on-line AVISO PARA APRESENTAÇÃO DE CANDIDATURAS PROGRAMA OPERACIONAL REGIONAL 2014-2020 (MADEIRA14-20) EIXO PRIORITÁRIO 2 Melhorar o Acesso às Tecnologias de Informação e da Comunicação, bem como a sua Utilização

Leia mais

ACSS Administração Central do Sistema de Saúde

ACSS Administração Central do Sistema de Saúde ACSS Administração Central do Sistema de Saúde Projecto: Definição do Plano de Transformação dos Sistemas de Informação Integrados da Saúde (PTSIIS) Sumário executivo Versão final (v3.0) Lisboa, 30 de

Leia mais

Arquitectura Global de Interoperabilidade PNAGIA Proximidade, Diversidade e Eficiência da Oferta de Serviços ao Cidadão

Arquitectura Global de Interoperabilidade PNAGIA Proximidade, Diversidade e Eficiência da Oferta de Serviços ao Cidadão MTTI/CNTI 2015 Ministério das Telecomunicações e Tecnologias de Informação Centro Nacional das Tecnologias de Informação Arquitectura Global de Interoperabilidade PNAGIA Proximidade, Diversidade e Eficiência

Leia mais

As TIC na Administração Pública Que Futuro?

As TIC na Administração Pública Que Futuro? As TIC na Administração Pública Que Futuro? André Vasconcelos Agência para a Modernização Administrativa, I.P. www.ama.pt Os organismos públicos têm tido a liberdade necessária para adquirir e gerir autonomamente

Leia mais

SInASE <> Carla Gonçalves Pereira Fernando Rodrigues

SInASE <<TITULO APRESENTAÇÃO>> Carla Gonçalves Pereira Fernando Rodrigues Lisboa 28 28 de Junho 2011 Museu do Oriente Qualidade Risco em Saúde Carla Gonçalves Pereira Fernando Rodrigues 1º Estudo Nacional 11,1% admissões

Leia mais

SISTEMA DE CERTIFICAÇÃO DE ENTIDADES FORMADORAS ASPECTOS PRINCIPAIS DA MUDANÇA

SISTEMA DE CERTIFICAÇÃO DE ENTIDADES FORMADORAS ASPECTOS PRINCIPAIS DA MUDANÇA SISTEMA DE CERTIFICAÇÃO DE ENTIDADES FORMADORAS ASPECTOS PRINCIPAIS DA MUDANÇA O Sistema de Certificação de Entidades Formadoras, consagrado na Resolução do Conselho de Ministros nº 173/2007, que aprova

Leia mais

Plano Estratégico de Sistemas de Informação 2009

Plano Estratégico de Sistemas de Informação 2009 v.1.6. Plano Estratégico de Sistemas de Informação 2009 Versão reduzida Hugo Sousa Departamento de Tecnologias PESI 2009 Calendário de Projectos Calendário Direcção de projectos para 2009Projecto Licenciamento

Leia mais

A experiência no domínio dos Serviços Partilhados em Saúde

A experiência no domínio dos Serviços Partilhados em Saúde A experiência no domínio dos Serviços Partilhados em Saúde Joaquina Matos Vilamoura, 23 Maio 2009 Quem Somos O que Somos? Visão Missão Ser referência como entidade de Serviços Partilhados na área da Saúde,

Leia mais

Medida 21 - A adoção do OSS@AP

Medida 21 - A adoção do OSS@AP Medida 21 - A adoção do OSS@AP Ana Branco ana.branco@ama.pt Medida 21 - A adoção do OSS@AP Ana Branco ana.branco@ama.pt 2ª Sessão e-mail e Groupware ( 6 de Setembro de 2013) 9:30 Operacionalização da M21

Leia mais

a emergência das tecnologias open source no SIG municipal de guimarães

a emergência das tecnologias open source no SIG municipal de guimarães a emergência das tecnologias open source no SIG municipal de guimarães processo de modernização administrativa prestação de um melhor serviço aos cidadãos utilização mais eficiente dos seus recursos no

Leia mais

Decreto-Lei n.º 107/2012, de 18 de maio, com a alteração da LOE para 2014

Decreto-Lei n.º 107/2012, de 18 de maio, com a alteração da LOE para 2014 Decreto-Lei n.º 107/2012, de 18 de maio, com a alteração da LOE para 2014 (a bold e a cor diferente encontram-se as alterações efetuadas pela LOE de 2014) Artigo 1.º Objeto 1- O presente decreto-lei regula

Leia mais

Sistema de Incentivos à Inovação e I&DT (Sector Automóvel) Quadro de Referência Estratégico Nacional [QREN]

Sistema de Incentivos à Inovação e I&DT (Sector Automóvel) Quadro de Referência Estratégico Nacional [QREN] Sistema de Incentivos à Inovação e I&DT (Sector Automóvel) Quadro de Referência Estratégico Nacional [QREN] Frederico Mendes & Associados Sociedade de Consultores Lda. Frederico Mendes & Associados é uma

Leia mais

Resolução do Conselho de Ministros n.º 12/2012

Resolução do Conselho de Ministros n.º 12/2012 Resolução do Conselho de Ministros n.º 12/2012 A Resolução do Conselho de Ministros n.º 46/2011, de 14 de novembro, constituiu o Grupo de Projeto para as Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC),

Leia mais

DSCI 2015: Modernizar e racionalizar para servir melhor

DSCI 2015: Modernizar e racionalizar para servir melhor DSCI 2015: Modernizar e racionalizar para servir melhor Seminário Diplomático; 07 de Janeiro de 2015 Direcção de Serviços de Cifra e Informática (DSCI) Direcção de Serviços (única, todas redes MNE) - Gestão

Leia mais

Medidas intersectoriais 2010/11

Medidas intersectoriais 2010/11 Medidas intersectoriais 2010/11 IS01 BALCÃO DO EMPREENDEDOR DISPONIBILIZAÇÃO DE SERVIÇOS Objectivos: Inventariar, introduzir e manter permanentemente actualizados no Balcão do Empreendedor vários serviços,

Leia mais

MINISTÉRIO DA SAÚDE. 2792 Diário da República, 1.ª série N.º 96 18 de Maio de 2011

MINISTÉRIO DA SAÚDE. 2792 Diário da República, 1.ª série N.º 96 18 de Maio de 2011 2792 Diário da República, 1.ª série N.º 96 18 de Maio de 2011 MINISTÉRIO DA SAÚDE Portaria n.º 198/2011 de 18 de Maio O objectivo essencial definido no programa do XVIII Governo Constitucional em matéria

Leia mais

Relatório de Análise de Processos e Fluxos de Informação

Relatório de Análise de Processos e Fluxos de Informação Início do contrato: Maio 2004 Duração: Coordenador: Parceiros: 32 meses Hospital Infante D. Pedro Universidade de Aveiro (Responsável por este Documento) Hospital Distrital de Águeda Sub Região de Saúde

Leia mais

Procedimentos de Aquisição de Bens e Serviços na AP

Procedimentos de Aquisição de Bens e Serviços na AP PROGRAMA DE ESTÁGIOS PROFISSIONAL NA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA 3ª EDIÇÃO Procedimentos de Aquisição de Bens e Serviços na AP Cristino Sanches Praia 12 a 26 de Abril 2011-1- OBJECTIVOS 1 Conhecer o quadro legislativo

Leia mais

A implementação do balcão único electrónico

A implementação do balcão único electrónico A implementação do balcão único electrónico Departamento de Portais, Serviços Integrados e Multicanal Ponte de Lima, 6 de Dezembro de 2011 A nossa agenda 1. A Directiva de Serviços 2. A iniciativa legislativa

Leia mais

Grupo detrabalho dereflexão deum Modelode RSE. versão 1.0

Grupo detrabalho dereflexão deum Modelode RSE. versão 1.0 2010 2012 2015 2009 Grupo detrabalho dereflexão deum Modelode RSE versão 1.0 2010 2012 2015 2009 Linhas deacção / Caminho a Percorrer Monitorização e acompanhamento permanentes, para que as actividades

Leia mais

Global Incentives Solutions*

Global Incentives Solutions* Incentives Solutions Global Incentives Solutions* Informação sobre incentivos ao investimento Número 6, Outubro de 2007 *connectedthinking What s hot Assinatura dos Programas Operacionais (PO) No passado

Leia mais

AVISO DE CONCURSO PARA APRESENTAÇÃO DE CANDIDATURAS AVISO Nº NORTE-50-2015-10

AVISO DE CONCURSO PARA APRESENTAÇÃO DE CANDIDATURAS AVISO Nº NORTE-50-2015-10 AVISO DE CONCURSO PARA APRESENTAÇÃO DE CANDIDATURAS AVISO Nº NORTE-50-2015-10 SISTEMA DE APOIO À MODERNIZAÇÃO E CAPACITAÇÃO DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA PROGRAMA APROXIMAR: ESTRATÉGIA PARA A REORGANIZAÇÃO

Leia mais

PROGRAMA OPERACIONAL FATORES DE COMPETITIVIDADE E PROGRAMAS OPERACIONAIS REGIONAIS DO CONTINENTE SISTEMA DE APOIOS À MODERNIZAÇÃO ADMINISTRATIVA

PROGRAMA OPERACIONAL FATORES DE COMPETITIVIDADE E PROGRAMAS OPERACIONAIS REGIONAIS DO CONTINENTE SISTEMA DE APOIOS À MODERNIZAÇÃO ADMINISTRATIVA PROGRAMA OPERACIONAL FATORES DE COMPETITIVIDADE E PROGRAMAS OPERACIONAIS REGIONAIS DO CONTINENTE Deliberações CMC POFC: 16/10/2007, 14/08/2009, 10/09/2010, 7/12/2010, 4/04/2011, 11/04/2012 e 10/08/2012

Leia mais

PLANO ESTRATÉGICO NACIONAL DE PREVENÇÃO E CONTROLO DA DOR (PENPCDor)

PLANO ESTRATÉGICO NACIONAL DE PREVENÇÃO E CONTROLO DA DOR (PENPCDor) PLANO ESTRATÉGICO NACIONAL DE PREVENÇÃO E CONTROLO DA DOR (PENPCDor) 1. Introdução A dor é uma perceção pessoal que surge num cérebro consciente, tipicamente em resposta a um estímulo nóxico provocatório,

Leia mais

SAMA2020 OPERAÇÕES TEMÁTICAS

SAMA2020 OPERAÇÕES TEMÁTICAS AGÊNCIA PARA A MODERNIZAÇÃO ADMINISTRATIVA SAMA2020 OPERAÇÕES TEMÁTICAS 1 DE JULHO DE 2015 OPERAÇÕES TEMÁTICAS OPERAÇÃO TEMÁTICA M/C DOTAÇÃO ORÇAMENTAL CAPACITAÇÃO PARA AVALIAÇÕES DE IMPACTO REGULATÓRIO

Leia mais

Maria Júlia Ladeira 26 de Maio 2007

Maria Júlia Ladeira 26 de Maio 2007 Jornadas dos Administrativos da Saúde A estratégia té do IGIF para as TI na Saúde Maria Júlia Ladeira 26 de Maio 2007 A estratégia do IGIF para as TI na Saúde Programa de Transformação dos SI da Saúde

Leia mais

ÍNDICE ENQUADRAMENTO... 3 1- CARACTERIZAÇÃO DO AGRUPAMENTO... 4

ÍNDICE ENQUADRAMENTO... 3 1- CARACTERIZAÇÃO DO AGRUPAMENTO... 4 ÍNDICE ENQUADRAMENTO... 3 1- CARACTERIZAÇÃO DO AGRUPAMENTO... 4 1.1- DOCENTES:... 4 1.2- NÃO DOCENTES:... 5 1.2.1- TÉCNICAS SUPERIORES EM EXERCÍCIO DE FUNÇÕES... 5 1.2.2- ASSISTENTES OPERACIONAIS EM EXERCÍCIO

Leia mais

O nosso ADN Quem Somos Somos um instituto público integrado na administração indireta do Estado, dotado de autonomia administrativa e financeira e património próprio, com intervenção sobre todo o território

Leia mais

CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS

CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS PROGRAMA OPERACIONAL REGIONAL DE LISBOA Deliberações CMC POR: 9/10/2007, 15/07/2008, 30/01/2012 e 8/08/2012 SAÚDE (LISBOA) ENTRADA EM VIGOR DA ÚLTIMA ALTERAÇÃO EM 9/08/2012 NA REDAÇÃO DADA PELA DELIBERAÇÃO

Leia mais

Monitorização da Prescrição de Medicamentos Indicadores Nacionais Setembro 2011

Monitorização da Prescrição de Medicamentos Indicadores Nacionais Setembro 2011 Monitorização da Prescrição de Medicamentos Indicadores Nacionais Setembro 2011 Ministério da Saúde Lisboa, 19 de Setembro de 2011 0 1. Enquadramento A denominada prescrição electrónica de medicamentos

Leia mais

PARLAMENTO EUROPEU PROJECTO DE PARECER. Comissão dos Orçamentos PROVISÓRIO 2002/0211(COD) 13 de Janeiro de 2003. da Comissão dos Orçamentos

PARLAMENTO EUROPEU PROJECTO DE PARECER. Comissão dos Orçamentos PROVISÓRIO 2002/0211(COD) 13 de Janeiro de 2003. da Comissão dos Orçamentos PARLAMENTO EUROPEU 1999 Comissão dos Orçamentos 2004 PROVISÓRIO 2002/0211(COD) 13 de Janeiro de 2003 PROJECTO DE PARECER da Comissão dos Orçamentos destinado à Comissão da Indústria, do Comércio Externo,

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA (TR) GAUD 4.6.8 01 VAGA

TERMO DE REFERÊNCIA (TR) GAUD 4.6.8 01 VAGA INSTITUTO INTERAMERICANO DE COOPERAÇÃO PARA A AGRICULTURA TERMO DE REFERÊNCIA (TR) GAUD 4.6.8 01 VAGA 1 IDENTIFICAÇÃO DA CONSULTORIA Contratação de consultoria pessoa física para serviços de preparação

Leia mais

AGENDA 21 LOCAL CONDEIXA-A-NOVA

AGENDA 21 LOCAL CONDEIXA-A-NOVA AGENDA 21 LOCAL CONDEIXA-A-NOVA PLANO DE COMUNICAÇÃO E DIVULGAÇÃO Deliverable 4 Fase 2 Novembro 2008 1 P á g i n a Índice 1. Objectivos... 3 2. Públicos-alvo... 4 3. Estratégia de Comunicação... 5 3.1

Leia mais

MODERNIZAÇÃO ADMINISTRATIVA Da AP Central à AP Local

MODERNIZAÇÃO ADMINISTRATIVA Da AP Central à AP Local Da AP Central à AP Local PAULO NEVES PRESIDENTE DO CONSELHO DIRETIVO 01 JULHO 2014 COMO OS CIDADÃOS VÊEM O SETOR PÚBLICO? 2 3 MAS SERÁ QUE PODEMOS FALAR NUMA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA? 4 DIVERSIDADE DA ADMINISTRAÇÃO

Leia mais

O desafio de informar melhor. Juntos, uma comunicação de sucesso

O desafio de informar melhor. Juntos, uma comunicação de sucesso O desafio de informar melhor Juntos, uma comunicação de sucesso Janeiro 2006 1.Introdução Dar a conhecer à população (e sensibilizar os potenciais beneficiários) o papel que os financiamentos comunitários

Leia mais

O e-gov em Portugal. Fórum Vale do Minho Digital Melgaço 30 de Setembro de 2008

O e-gov em Portugal. Fórum Vale do Minho Digital Melgaço 30 de Setembro de 2008 O e-gov em Portugal Fórum Vale do Minho Digital Melgaço 30 de Setembro de 2008 O Plano Tecnológico é uma estratégia de mudança da base competitiva através do conhecimento, tecnologia e inovação 2 Conhecimento

Leia mais

Inovar em rede. A cidadania na Gestão Pública. www.quidgest.com quidgest@quidgest.com

Inovar em rede. A cidadania na Gestão Pública. www.quidgest.com quidgest@quidgest.com www.quidgest.com quidgest@quidgest.com Inovar em rede A cidadania na Gestão Pública Quidgest Portugal R. Castilho n.º 63 6.º 1250-068 Lisboa Portugal tel. (+351) 213 870 563 / 652 / 660 fax. (+351) 213

Leia mais

Direcção-Geral da Saúde Circular Informativa

Direcção-Geral da Saúde Circular Informativa Assunto: Para: Organização de Serviços de Segurança e Saúde do Trabalho/Saúde Ocupacional (SST/SO) nos Cuidados Primários de Saúde - ACES e Sede de ARS(s) Todos os serviços do Ministério da Saúde Nº: 05/DSPPS/DCVAE

Leia mais

PROTOCOLO SIMPLEX AUTÁRQUICO

PROTOCOLO SIMPLEX AUTÁRQUICO CONSIDERANDO QUE: PROTOCOLO SIMPLEX AUTÁRQUICO A simplificação administrativa e a administração electrónica são hoje reconhecidas como instrumentos fundamentais para a melhoria da competitividade e da

Leia mais

Programa de Reestruturação da Administração Central do Estado MODELO DE REESTRUTURAÇÃO DA ADMINISTRAÇÃO CENTRAL DO ESTADO

Programa de Reestruturação da Administração Central do Estado MODELO DE REESTRUTURAÇÃO DA ADMINISTRAÇÃO CENTRAL DO ESTADO Programa de Reestruturação da Administração Central do Estado MODELO DE REESTRUTURAÇÃO DA ADMINISTRAÇÃO CENTRAL DO ESTADO MARÇO DE 2006 SUMÁRIO EXECUTIVO Pela Resolução de Conselho de Ministros nº 124/2005,

Leia mais

FAQs PEM - Receita sem papel

FAQs PEM - Receita sem papel FAQs PEM - Receita sem papel A Receita sem Papel, ou Desmaterialização Eletrónica da Receita, é um novo modelo eletrónico que inclui todo o ciclo da receita, desde da prescrição no médico, da dispensa

Leia mais

FICHA TÉCNICA. TÍTULO Instituto Nacional de Aviação Civil, I.P. Relatório de Sustentabilidade 2008

FICHA TÉCNICA. TÍTULO Instituto Nacional de Aviação Civil, I.P. Relatório de Sustentabilidade 2008 FICHA TÉCNICA TÍTULO Instituto Nacional de Aviação Civil, I.P. Relatório de Sustentabilidade 2008 EDITOR INAC Instituto Nacional de Aviação Civil, I.P. Rua B Edifícios 4 e Santa Cruz Aeroporto de Lisboa

Leia mais

Processo de declaração de conformidade de software PEM

Processo de declaração de conformidade de software PEM Processo de declaração de conformidade de software agosto, 2015 Versão 2,0 Este trabalho não pode ser reproduzido ou divulgado, na íntegra ou em parte, a terceiros nem utilizado para outros fins que não

Leia mais

Resolução do Conselho de Ministros n.º 34/2012

Resolução do Conselho de Ministros n.º 34/2012 Resolução do Conselho de Ministros n.º 34/2012 A Resolução do Conselho de Ministros n.º 16/2012, de 14 de fevereiro, que aprova os critérios de determinação do vencimento dos gestores públicos, estabelece

Leia mais

Visão Global de Operacionalização da Estratégia para as TIC na PSP 2013-2016

Visão Global de Operacionalização da Estratégia para as TIC na PSP 2013-2016 Visão Global de Operacionalização da Estratégia para as TIC na PSP 2013-2016 Outubro de 2013 Visão Global de Operacionalização da Estratégia para as TIC na PSP 2013-2016 Ciente da relevância estratégica

Leia mais

ALIANÇA ESTRATÉGICA DA SAÚDE E AMBIENTE PARA A IMPLEMENTAÇÃO DA DECLARAÇÃO DE LIBREVILLE

ALIANÇA ESTRATÉGICA DA SAÚDE E AMBIENTE PARA A IMPLEMENTAÇÃO DA DECLARAÇÃO DE LIBREVILLE ALIANÇA ESTRATÉGICA DA SAÚDE E AMBIENTE PARA A IMPLEMENTAÇÃO DA DECLARAÇÃO DE LIBREVILLE Projecto IMCHE/2/CP2 1 ALIANÇA ESTRATÉGICA DA SAÚDE E AMBIENTE PARA A IMPLEMENTAÇÃO DA DECLARAÇÃO DE LIBREVILLE

Leia mais

Linhas de Ação para o Plano de Atividade de 2014

Linhas de Ação para o Plano de Atividade de 2014 Linhas de Ação para o Plano de Atividade de 2014 As entidades de supervisão do sistema financeiro internacional procederam ao longo dos últimos anos a profundas adaptações, por via legislativa e organizacional,

Leia mais

EDIÇÃO 2011/2012. Introdução:

EDIÇÃO 2011/2012. Introdução: EDIÇÃO 2011/2012 Introdução: O Programa Formação PME é um programa financiado pelo POPH (Programa Operacional Potencial Humano) tendo a AEP - Associação Empresarial de Portugal, como Organismo Intermédio,

Leia mais

ANTE PROJECTO DA PROPOSTA DE LEI DE BASES DO PLANEAMENTO ECONÓMICO E SOCIAL. CAPITULO I Princípios Gerais e Objectivos.

ANTE PROJECTO DA PROPOSTA DE LEI DE BASES DO PLANEAMENTO ECONÓMICO E SOCIAL. CAPITULO I Princípios Gerais e Objectivos. Nota explicativa O actual quadro jurídico do planeamento económico e social, aprovado pela Lei nº 52/II/85, de 10 de Janeiro, encontra-se desactualizado face à nova realidade jurídica, política, económica

Leia mais

SIBS PROCESSOS cria solução de factura electrónica com tecnologias Microsoft

SIBS PROCESSOS cria solução de factura electrónica com tecnologias Microsoft SIBS PROCESSOS cria solução de factura electrónica com tecnologias Microsoft A solução MB DOX oferece uma vantagem competitiva às empresas, com a redução do custo de operação, e dá um impulso à factura

Leia mais

EIXO PRIORITÁRIO VI ASSISTÊNCIA TÉCNICA

EIXO PRIORITÁRIO VI ASSISTÊNCIA TÉCNICA EIXO PRIORITÁRIO VI ASSISTÊNCIA TÉCNICA Convite Público à Apresentação de Candidatura no Domínio da Assistência Técnica aos Organismos Intermédios Eixo Prioritário VI - Assistência Técnica Convite para

Leia mais

::ENQUADRAMENTO ::ENQUADRAMENTO::

::ENQUADRAMENTO ::ENQUADRAMENTO:: ::ENQUADRAMENTO:: :: ENQUADRAMENTO :: O actual ambiente de negócios caracteriza-se por rápidas mudanças que envolvem a esfera politica, económica, social e cultural das sociedades. A capacidade de se adaptar

Leia mais

Portaria n.º 605/99, de 5 de Agosto Regulamento do Sistema Nacional de Farmacovigilância (Revogado pela Decreto-Lei n.º 242/2002, de 5 de Novembro)

Portaria n.º 605/99, de 5 de Agosto Regulamento do Sistema Nacional de Farmacovigilância (Revogado pela Decreto-Lei n.º 242/2002, de 5 de Novembro) Regulamento do Sistema Nacional de Farmacovigilância (Revogado pela Decreto-Lei n.º 242/2002, de 5 de Novembro) O sistema de avaliação e autorização de introdução no mercado de medicamentos, que tem vindo

Leia mais