BEM-VINDO. Ao Seminário Estadual sobre Segurança em Máquinas com NR 12. TEMA Conceitos Fundamentais

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1 BEM-VINDO Ao Seminário Estadual sobre Segurança em Máquinas com NR 12 TEMA Conceitos Fundamentais

2 Marcelo Vandresen, Dr.Eng.Mec Tecnico em Mecânica Manutenção Engenheiro Mecânico Engenheiro de Segurança do Trabalho Mestrado Frezamento de Cavidades Doutorado Cavidades por Prototipagem Rápida

3 Segurança de Máquinas NR12 Soluções em Prensas Unidade em Joinville

4 Atividades Análise de Risco NR10 E NR12 Conceito de Segurança Certificação NR12 para Fabricantes Distribuição de EPCs Projeto e Instalação de EPCs Conversão de Prensas Laudos Técnicos e ART

5 Cenário Por quê?

6 4º em Acidentes de Trabalho fatais; 15º em Acidentes gerais; 83 acidentes a cada hora; 3,5 Mortes ao Dia; El Salvador, Coréia e Índia (fonte Conselho Nacional de Saúde)

7 NR-12 HARMONIZA PROCEDIMENTOS DE FISCALIZAÇÃO DETERMINA AS MEDIDAS A SEREM ADOTADAS PARA O CONTROLE DOS RISCOS EM PRENSAS E SIMILARES IDENTIFICA AS NORMAS TÉCNICAS QUE DEVEM SER ADOTADAS NBR ENTRE OUTRAS Obrigatoriedade desde 2005 (NT16) Prazo de Carência de adequação de 2 anos foi encerrado em 2007

8 Sumário: 12.1 Princípios Gerais 12.3 Instalações e dispositivos elétricos 12.4 Dispositivos de partida, acionamento e parada 12.5 Sistemas de segurança em máquinas e equipamentos 12.6 Dispositivos de parada de emergência 12.7 Meios de acesso permanentes a máquinas e equipamentos 12.8 Componentes pressurizados

9 Princípios Gerais

10 12.2. As disposições desta Norma referem-se a máquinas e equipamentos novos e usados, exceto nos itens em que houver menção específica quanto à sua aplicabilidade O empregador deve adotar medidas de proteção para o trabalho em máquinas e equipamentos, capazes de garantir a saúde e a integridade física dos trabalhadores, e medidas apropriadas sempre que houver pessoas com deficiência envolvidas direta ou indiretamente no trabalho.

11 12.4. São consideradas medidas de proteção, a ser adotadas nessa ordem de prioridade: a) medidas de proteção coletiva; b) medidas administrativas ou de organização do trabalho; e c) medidas de proteção individual A concepção de máquinas deve atender ao princípio da FALHA SEGURA.

12 Falha segura: o princípio de falha segura requer que um sistema entre em estado seguro, quando ocorrer falha de um componente relevante à segurança. A principal pré-condição para a aplicação desse princípio é a existência de um estado seguro em que o sistema pode ser projetado para entrar nesse estado quando ocorrerem falhas.

13 De acordo com a Norma NBRNM 213-1, podese dizer que uma máquina é segura se é possível: Continuar em Operação, Ser Ajustada, Sofrer Manutenção, Ser Desmontada sob Condições Normais Previstas. Tudo sem causar acidentes ou prejuízo à saúde.

14 Os métodos para alcançar são: Redução dos riscos através do projeto; Medidas de proteção; Informações para uso (avisos, advertências, instruções); E.P.I s.; Medidas de segurança como procedimentos de trabalho seguro, meios organizacionais com respeito à segurança.

15 Prazos

16 II Máquinas usadas Itens e Subitens: a Capacitação. Itens até e a Segurança Elétrica, Hidráulica e Sinalização Itens e Subitens: ; e NR10 e Inventário das Máquinas Itens e Subitens: ; a Manutenção

17 Importante todos Segmentos industriais e comerciais onde existem maquinas e equipamentos Máquinas e equipamentos que não constam nos anexos, se enquadrarão em maquinas e equipamentos de uso geral ou seja TODOS EQUIPAMENTOS.

18 Os prazos estabelecidos para a vigência dos itens às e envolvem somente as máquinas ou equipamentos em que a situação foi constatada. NECESSÁRIA ADEQUAÇÃO IMEDIATA

19 Requisitos de Instalação Elétrica

20 Devem ser aterrados, conforme as normas técnicas oficiais vigentes, as instalações, carcaças, invólucros, blindagens ou partes condutoras das máquinas e equipamentos que não façam parte dos circuitos elétricos, mas que possam ficar sob tensão São proibidas nas máquinas e equipamentos: a) a utilização Chaves de Partida ou de chave geral como dispositivo de partida e parada; b) a utilização de chaves tipo faca nos circuitos elétricos; e c) existência de partes energizadas expostas.

21 Os componentes de partida, parada, acionamento e outros controles que compõem a interface de operação das máquinas devem: a) operar em tensão extrabaixa até 60V (sessenta volts) em corrente contínua; e b) possibilitar a instalação e funcionamento do sistema de parada de emergência, conforme itens a e seus subitens.

22 O circuito elétrico do comando da partida e parada do motor elétrico de máquinas deve possuir, no mínimo, dois contatores com contatos positivamente guiados, ligados em serie, monitorados por interface de seguranca de acordo com normas técnicas nacionais vigentes (Novo) Utilizar inversor ou servoacionamento, que possua entrada de segurança de acordo com categoria de segurança requerida

23 Paralisação segura do torque - Função STO, SLS Velocidade segura limitada - Função SSM Categorias de parada 0, 1 e 2 Parada segura

24 Definição de Proteção por meio de barreira física, podendo ser: a) proteção fixa, que deve ser mantida em sua posição de maneira permanente ou por meio de elementos de fixação que só permitam sua remoção ou abertura com o uso de ferramentas específicas; e b) proteção móvel, que pode ser aberta sem o uso de ferramentas, geralmente ligada por elementos mecânicos à estrutura da máquina ou a um elemento fixo próximo, e deve se associar a dispositivos de intertravamento.

25 Chaves de Segurança em Categoria 4. Caso sejam utilizadas chaves de segurança eletromecânicas, com atuador mecânico, no intertravamento das proteções móveis, devem ser instaladas duas chaves de segurança com ruptura positiva por proteção / porta, ambas monitoradas por rele de segurança, duplo canal, conforme Norma NR12 itens a e seus subitens, atendendo ainda requisitos de vibração

26 Generalidades

27 Qualquer alteração e ou reforma no sistema de comando elétrico de máquinas somente deve ser realizada mediante projeto elétrico elaborado por profissional legalmente habilitado, acompanhado de Anotação de Responsabilidade Técnica ART. ART Mecânica ART Elétrica ART de Segurança

28 item e sub itens, a empresa deve fornecer o projeto, diagrama ou representação esquemática dos sistemas de segurança de proteções mecânicas, esquema elétrico, pneumático e hidráulico das máquinas. Quando a máquina não possuir a documentação técnica exigida, o seu proprietário deve constituí-la, sob a responsabilidade de profissional legalmente habilitado e com respectiva Anotação de Responsabilidade Técnica do Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura ART/CREA.

29 Por Representante Representante é Responsável pela Máquina Fornecer Máquina, Manuais, Identificação, Sinalização Laudo de Segurança para Liberação Ideal é fazer a Certificação NR12 cada Familia de Produtos Importação direta pelo Cliente Cliente é Responsável pela Máquina, Adequação a NR12 e Liberação

30 Todos os componentes de segurança utilizados devem ser certificados por organismos internacionais certificadores reconhecidos: Instituto alemão TÜV Rheinland e seus selos de segurança: TÜV, TÜV SUD, TÜV NORD Instituto alemão DGUV com selo BG (BIA) Laboratório USA Underwritters Laboratories Inc. e seu selo de segurança UL

31 Componente de Segurança precisa ter certificado TUV de Segurança

32 A SUA SEGURANÇA EM NOSSAS MÃ0S! OBRIGADO PELA ATENÇÃO Dúvidas?

33 Perito Judicial Dr. Eng. Mec. Marcelo Vandresen, Juscelino Domingues /

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