USO DE TERRA DIATOMÁCEA COMO CONTROLE ALTERNATIVO DO

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1 USO DE TERRA DIATOMÁCEA COMO CONTROLE ALTERNATIVO DO Oryzaephilus surinamensis EM MILHO ARMAZENADO RESUMO Michell Barros de Morais Flavio Luis Simões Crespo Valdinar Bezerra dos Santos Fábio Barbosa Ferraz, Diego Araújo da Silva Duas marcas comerciais de terra de diatomáceas foram usadas para testar milho a granel nas dosagens de 0,50, 0,75, 1,00, 1,25 e 1,50 g.kg -1. Foram utilizados insetos adultos do Oryzaephilus surinamensis. O experimento foi dividido em duas amostras, tendo a primeira passado pelo processo de expurgo imediatamente antes do experimento e a segunda não expurgada. Os insetos foram acondicionados em cada tratamento e mantidos a temperatura e umidade do ambiente de armazenagem. Foram feitas 4 repetições para cada tratamento, checando-se após 7 dias da aplicação o número de insetos mortos. A analise estatística dos dados foi efetuada pelo programa estatístico System of Statistical Analysis e as médias foram comparadas pelo teste de Tukey com (P 0,05). A terra de diatomácea de marca comercial B, foi mais eficiente no controle de Oryzaephilus surinamensis no milho armazenado do que o produto da marca comercial A, pois eliminou maior numero de insetos. A terra de diatomácea mostrou-se menos eficiente no controle de Oryzaephilus surinamensis nas amostras de milho expurgado do que nas amostras não expurgadas. Podemos concluir que a terra de diatomácea é eficaz no controle do Oryzaephilus surinamensis em milho armazenado. Palavras-chave: Manejo integrado de pragas, Terra diatomácea, Oryzaephilus surinamensis. ABSTRACT Two trademarks diatomaceous powder were used to test bulk corn in dosages 0,5; 0,75; 1,0; 1,25 e 1,5 g.kg -1. It was used adult insects of Oryzaephilus surinamensis. The experiment was divided in two samples, the first one was cleaned immediately before the experiment and the second one wasn t. The insects were packed in each treatment and kept at ambient temperature and humidity of storage. It was made 4 replicates for each treatment and checked after 7 days of the application the quantity of dead insects. The statistical analysis of data was performed by the statistical program System of Statistical Analysis and the means were compared by Tukey test with (P 0,05). The trademark B of diatomaceous powder was more efficient in controlling Oryzaephilus surinamensis on bulk corn than the trademark A, because eliminated greatest number of insects. The diatomaceous powder proved to be less efficient in controlling Oryzaephilus surinamensis in samples of corn cleaned than in samples not cleaned. We can conclude that the diatomaceous powder is effective in controlling Oryzaephilus surinamensis in stored corn.

2 Keywords: Integrated pest management, diatomaceous powder, Oryzaephilus surinamensis. INTRODUÇÃO O controle integrado de pragas está diretamente ligado à qualidade do grão armazenado nos galpões convencionais. Os grãos de milho e demais cereais armazenados são infestados por diversas espécies de insetos sendo essencialmente atacados por pragas que, dependendo da infestação e do tipo, tornam-se nocivas a esses produtos. No Brasil o Oryzaephilus Surinamensis (Coleóptera, silvanidae) é um inseto secundário, que ataca grãos já infestados ou defeituosos, prefere a região do embrião. Nos grãos inteiros causam riscos ou cicatrizes, é encontrado praticamente em todas as unidades armazenadoras de grãos e pelos danos que causam, contribuem para deterioração destes, podendo chegar a 20% do produto armazenado, o controle químico desta praga é efetuado através de inseticidas fumegante e protetores, que, apesar de eficazes podem causar intoxicações aos aplicadores e deixam resíduos tóxicos nos grãos, alem de seleção de populações resistentes. (LORINI 2003, BENHALIMA et al, 2004). O controle químico divide-se em dois tipos de tratamento, expurgos e pulverizações. Ambos a base de produtos de principio ativo químico de ação imediata, a base de fosfeto de alumínio, piretroides e organofosforados, produtos recomendados e ainda muito utilizados no controle fitossanitário de armazéns graneleiros. Como forma alternativa de controle está se adotando um produto novo no mercado, a Terra Diatomácea, um pó inerte rico em sílica, proveniente de algas diatomáceas fossilizadas encontradas no fundo dos oceanos. Existem aproximadamente espécies de algas diatomáceas cujas carapaças ricas em sílica foram depositadas a pelo menos 20 milhões de anos (KORUNIC 1998). A Terra Diatomácea é um pó inerte e muito eficiente no controle de uma grande variedade de pragas de armazenamento quando misturada à massa de grãos em doses aproximadas de 1,00 kg/t (Jayas et. al. 1995). Sua eficácia foi comprovada para o controle das espécies Sitophilus oryzae, Tribolium castaneum, Oryzaephilus surinamensis e Cryptolestes ferrugineus, não havendo resultados sobre sua eficácia para o controle do Zabrotes subfasciatus. Sua ação sobre a praga é por aderência a epicutícula dos insetos, por forma física de contato, e por abrasão e absorção de lipídios epicuticulares, levando os insetos à morte por desidratação, essa morte ocorre quando o inseto perde 60% de água e 30% de massa corporal total segundo (EBELING et. al. 1966). Assim, o objetivo deste trabalho foi avaliar a eficiência de dois produtos comerciais à base de terra de diatomácea no controle do Oryzaephilus surinamensis utilizando-se cinco doses, (dose

3 comercial recomendada de 1 g.kg -1 de grãos, e 25% e 50% a menos e a mais da dose comercial recomendada). MATERIAL E MÉTODOS O experimento foi realizado na Companhia Nacional de Abastecimento/CONAB-Piauí, Unidade Armazenadora de Parnaíba Armazém Convencional, em condições naturais de ambiente de armazenagem, com milho adquirido da Agricultura Familiar através do Programa de Aquisição de Alimentos - PAA, no mês de maio de Populações de Oryzaephilus surinamenses (L.) foram coletadas no próprio armazém no dia de seu uso. Foram testadas duas marcas comerciais à base de terra de diatomácea, que chamamos de produto A e B. Os tratamentos foram dispostos em um delineamento de blocos ao acaso, em arranjo fatorial de 5 x 2 x 2 (cinco doses, de duas formas com e sem expurgo e dois tipos de marcas comerciais), com quatro repetições. As doses utilizadas foram: dose comercial recomendada (1,00 g kg-¹ de grãos), 25% e 50% a menos e mais da dose recomendada. Cada amostra de pó inerte de cada origem foi pesada de acordo com as doses testadas em balança analítica de precisão e foi homogeneizada em 500 g de grãos de milho através de agitação vigorosa em sacos plásticos por dois minutos, segundo PINTO Jr. et al. (2005). Após a agitação, cada amostra correspondente a cada tratamento foi colocada em recipiente de garrafa PET adaptados com PVC na borda. Cada recipiente PET recebeu 20 adultos do Oryzaephilus surinamensis e foi fechado com filó-volta ao mundo, presos com borrachas e mantido em condições do ambiente de armazenagem. Após uma semana foi avaliados por peneiramento dos grãos, a contagem do número de insetos vivos, os quais foram considerados mortos os insetos que não reagiram ao toque de uma pinça. A mortalidade da espécie de inseto foi avaliada através de análise de variância e Teste de Tukey a 5% de probabilidade, para comparação entre médias. Os dados foram analisados pelo programa System of Statistical Analysis. RESULTADOS E DISCUSSÃO Não houve interação significativa no controle de milho armazenado entre as doses e as duas marcas comerciais de Terra Diatomácea, entre doses e expurgo e tão pouco entre doses inseticidas e expurgo. Isto significa dizer que a dose da terra diatomácea a ser aplicada independe de qualquer marca comercial e de se fazer ou não expurgo. vivos (Figura 1). Observou-se uma resposta linear negativa entre as doses aplicadas e número de insetos Figura 1. Número de insetos vivos no milho armazenado em função das doses de terra diatomácea aplicadas em (g). Média de duas marcas comerciais com ou sem expurgo.

4 Número de insetos y = -6,8531x + 11,984 R 2 = 0, ,25 0,5 0,75 1 1,25 1,5 DOSES Pela derivação da equação, observa-se que a dosagem maior que 1,5 g kg -1 de qualquer um dos produtos testados é o suficiente para matar todos os insetos, demonstrando a eficácia da terra diatomácea como controle alternativo do Oryzaephilus surinamensis. JUNIOR ET AL. (2007) verificaram que, em altas dosagens se alcançou um nível satisfatório de controle de pragas de grãos armazenados em curto período de exposição à terra de diatomácea. De acordo com SUBRAMANYAM E ROESLI (2000), a morte dos insetos pela terra de diatomácea é atribuída à dessecação provocada pela adsorção e abrasividade deste pó inerte que rompe a camada de cera da epicutícula dos insetos, fazendo com que eles percam água do corpo até morrerem. Portanto, em altas dosagens, a adsorção e a abrasividade causadas pela terra de diatomácea ocorrem mais rapidamente, causando a morte num curto intervalo de tempo. A Tabela 1 apresenta a mortalidade de insetos em amostras tratadas com inseticidas das marcas comerciais A e B. Tabela 1. Número de insetos mortos no milho armazenado com a utilização de duas marcas comerciais de terra diatomácea. Média de seis doses, com e sem expurgo. TUKEY GRUPOS NÚMERO DE INSETOS MORTOS UNID. EXP. MARCA COMERCIAL A B Observando-se a média de insetos mortos, em relação à quantidade de unidades experimentais, verificou-se que o produto B foi mais eficiente no controle da praga alvo nas doses testadas. Isso provavelmente, porque pode ter ocorrido diferenças de umidade nos grãos. Deve-se lembrar que os grãos a serem tratados devem estar secos (13% de umidade), para que a umidade do grão não neutralize o efeito da terra de diatomáceas (LORINI 2001). Para algumas espécies de pragas dos grãos armazenados a eficiência do produto depende do tipo de adesivo

5 utilizado e da duração do tempo de exposição do inseto à terra de diatomácea (LOSCHIAVO, 1988). A Tabela 2 mostra a mortalidade de insetos em relação ao tratamento, ou não tratamento prévio, do milho com fosfina (expurgo). Tabela 2. Número de insetos mortos no milho armazenado com a utilização de terra de diatomácea com e sem expurgo. Média de seis doses, e duas marcas comerciais de Terra Diatomácea. TUKEY GRUPOS MÉDIA/ MARCA N. UNID. EXP EXPURGO COMERCIAL 1 13 (A) 48 COM 2 15 (B) 48 SEM Observando-se a média de insetos mortos, em relação à quantidade de unidades experimentais, verificou-se que as unidades experimentais que foram expurgadas apresentaram uma menor quantidade de insetos mortos, em relação às unidades experimentais não expurgadas, tal fato pode estar ligado à resistência da praga em relação à fosfina. Em ensaio de proteção de milho armazenado com infestações de Sitophilus zeamais de diferentes procedências, BITRAN & KASTRUP (1981) verificaram que, embora aumente a efetividade da fosfina pela elevação da dosagem e do período de exposição, há uma variação nessa eficiência de acordo com a origem das infestações. Levantamentos e experimentos realizados utilizando-se método da FAO n 16 (ANON, 1975), detectou-se resistência à fosfina na maioria das populações testadas de Sitophilus oryzae (L.), Rhyzopertha dominica (Fabr.) Tribolium castaneum (Herbst), Cryptolestes spp. e Oryzaephilus surinamensis (L.) com indícios de elevados níveis de resistência em algumas populações (PACHECO et al. 1990, SARTORI et al., 1990, MILLS, ATHIÉ, 2000, SAVVIDOU et al., 1994). CONCLUSÃO A terra de diatomácea de marca comercial B, foi mais eficiente no controle de Oryzaephilus surinamensis no milho armazenado do que o produto da marca comercial A, pois eliminou maior numero de insetos. A terra de diatomácea mostrou-se menos eficiente no controle de Oryzaephilus surinamensis nas amostras de milho expurgado do que nas amostras não expurgadas. A terra de diatomácea é eficaz no controle do Oryzaephilus surinamensis em milho armazenado. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

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9 Sobre os Autores Michell Barros de Morais Engº Agrônomo pela Universidade Estadual do Piauí-UESPI Flavio Luis Simões Crespo Engº Agrônomo pela Universidade Estadual do Piauí-UESPI Valdinar Bezerra dos Santos Engº Agrônomo pela Universidade Estadual do Piauí-UESPI Fabio Barbosa Ferraz Engº Agrônomo da Conab /Parnaiba - PI Diego Araújo da Silva Estudante de Engenharia Agronômica Universidade Estadual do Piauí

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