E de cooperação em saúde pública, associando o Brasil e a França

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "E de cooperação em saúde pública, associando o Brasil e a França"

Transcrição

1 Diretor Haiumi Dr Takahashi Cosihek Abilio 4 ISSN Tiragem: exemplares Periodicida: 95 Editoriais SUMARIO Dossiê Biotecnologia aplicada saú...p. 6 Pesquisa Projeto...p. 8 Entrevista Pascal Brandys...p.9 Eventos Breves...p. 11 As matérias ste boletim pom ser reproduzidas livremente, bastando citar fonte. e sistemas sse título um tanto geral recobre uma original e ambiciosa missão E cooperação em saú pública, associando o Brasil e a França em um empreendimento pragmático cujo objetivo é aumentar a eficácia do sistema básico saúno Brasil. A idéia sse tema cooperação provém diretamente do primeiro congresso franco-brasileiro gestão hospitalar (Brasília, zembro 1993). Ele correspon a uma intensa dos dirigentes sanitários brasileiros, empenhados, em nome sua Constituição, num processo scentralização e universalização do sistema saú. Duas missões francesas no Brasil e uma missão brasileira na França possibilitaram a implantação um ambicioso programa experiências nos quatro locais pilotos que são os municípios Fortaleza, Niterói e somando no total cerca quatro milhões habitantes. O acompanhamento e a avaliação sses programas, iniciados em 1994, vem prosseguir em 1995 e Os interesses em jogo para o Brasil (o principal les, "melhorar a eficácia global das res municipais saú", é vital para milhões cidadãos brasileiros) são imediatamente perceptíveis leitura dos programas escolhidos; paralelamente, o safio que eles representam para a parte francesa é um extraordinário estimulante intelectual e um incentivo imaginação em matéria das instituições saú.

2 Brasília zembro 1993 Encerrando o primeiro projeto franco-brasileiro cooperação em gestão hospitalar realizou-se em Brasília o primeiro congresso franco-brasileiro gestão hospitalar. A exposição dos resultados ssa cooperação e a apresentação da obra "Um safio para o hospital brasileiro" constituíram os pontos fortes sse encontro inédito; mas os bates e os intercâmbios que ele possibilitou e facilitou foram igualmente fecundos. Naquela oportunida os dirigentes sanitários brasileiros expressaram a idéia que o hospital público, além ser um ponto-chave do dispositivo sanitário e para o qual se via sistematicamente procurar e experimentar tudo o que pusse melhorar-lhe o funcionamento, encontrava-se no centro uma re complexa procedimentos e instituições que convinha coornar melhor. Assim, os pores públicos brasileiros pediram oficialmente França que, no período , participasse uma iniciativa cooperação técnica que visaria a administrar, em um município brasileiro, toda uma re saú articulada em tomo do hospital; e que proporia experimentações para melhorar-lhe o funcionamento, tanto em termos eficácia cada unida como em termos coornação global. Um sistema unificado saú Des 1988, quando adotou sua nova Constituição, o Brasil possui objetivos claros em matéria saú: universalida do atendimento; igual acesso ao atendimento; integração dos serviços e das atividas saú. Os meios escolhidos para atingir esses objetivos estão bem finidos: scentralização; hierarquização dos serviços; complementarida da re privada. Porém não é menos verda que, conforme observou Rosa Maria Castelar, "o sistema Único saú apresentou algumas ficiências, ou mais exatamente alguns pontos estrangulamento." Entre estes, os mais evintes são a forma financiamento do sistema, a falta formação em gestão, a falta instrumentos gerenciamento direcionados para a ação. Assim, hoje um gran número municípios estão investidos importantes qualificações em todo dispositivo saú primário (unidas básicas saú, postos saú, atendimento das urgências) e nos hospitais públicos gerais e vezes especialieados, porém sem por isso possuírem todas qualificações técnicas gestão e direção necessárias para a pilotagem tal re. Nessas condições, compreen-se melhor que uma priorida dos dirigentes brasileiros seja melhorar rapidamente as performances ssas res municipais saú - responsáveis pelo atendimento prestado maior parte da população brasileira, que é também a parte mais sfavorecida. Quatro locais, três anos, duas um Único objetivo Os quatro locais pilotos- quatro municípiosforam escolhidos pelo Ministério da Saú e constituem uma aniostragem das realidas do Brasil. com habitantes, é uma "cida nova" que senvolveu rapidamente na área metropolitana São Paulo. Fortaleza é a capital do estado do Ceará, na região norste, e conta com habitantes. Niterói é a antiga capital do estado do Rio Janeiro. com habitantes, é a capital do estado Amazonas, antiga cida da borracha que se readaptou ao comércio graças sua "zona franca". Três anos realizar experiências significativasem matéria e gestão das res saú. A primeira missão francesa no Brasil, em maio-junho 1994, tinha como objetivo terminar as expectativas e os objetivos específicos cada local. Um programa completo experiências veria ser adotado em novembro 1994, durante a segunda missão francesa do ano. Tal missão foi cancelada a pedido das autoridas brasileiras, para permitir a implantação das novas administrações correntes da eleição Femando Henrique Cardoso para a presidência. Em setembro 1994 uma missão brasileira na Franca (10 dirigentes, durante 10 dias) foi a uma apresentação todos os aspectos do sistema sanitário francês. um trabalho preparatório a distância no início 1995, uma segunda missão francesa no Brasil aconteceu recentemente, 12 a 23 junho ste ano. Ela possuía três objetivos fundamentais: encontrar e conhecer os novos responsáveis ferais brasileiros e em especial a Ana Teresa da Silva Pereira, diretora do Departamento Normas Técnicas do Ministério da Saú e coornadora geral do projeto para a parte brasileira;

3 estabelecer um programa experimental em cada local apresentar as especificidas francesas em matéria planejamento sanitário, procedimento-projeto e projeto institucional. Uma avaliação inicial autoriza a afirmar que tais objetivos foram atingidos. A missão encerrou-se em com um seminário geral doisdias, durante o qual todos os programas foram apresentados e discutidos por todos os locais. Ele tomou patente a gran intida visão que existe entre os coornadores brasileiros e franceses e sua vonta comum obter resultados concretos e tangíveis. A apresentação do processo francês foi feita por Jacques Feragus, do DRASS (Direção Regional dos Assuntos Sanitários e Sociais) da região Aquitaine e secretário-geral da ACODESS (Associação para Cooperação e Desenvolvimento das Estruturas Sanitárias). Em cada local, duas instituições estão ligadas ao projeto: naturalmente a Secretaria Municipal da Saú, responsável pela re; e também o centro... estudos saú pública ou comunitária da cida. Isso porque várias ou mesmo todas as experiências exigir um esforço metodologia e fomiação adaptadas. Portanto, é muito importante associar esses especialistas em saú pública própria finição dos programas. O Único objetivo que todos nós temos em vista é a melhora concreta da eficácia das res municipais saií. Uma próxima missão brasileira na (setembro ou outubro 1995) será a conferências apoio técnico ou em relação direta com as dificuldas encontradas em cada local para a execução das experiências propriamente ditas. Em zembro 1995 ou janeiro 1996, uma missão francesa no Brasil verá avaliar os primeiros resultados e estabelecer a programação Jean-Marie *Diretor Hospital das Res Saú Coornador francês do projeto Gestão O escalão regional passa a ser o núcleo da política hospitalar França Os dois principais instrumentos da oferta atendimento dos hospitais públicos e das privadas, tratados igualitariamente, 1.O mapa sanitário instituído pela lei 31 zembro 1970,que termina os limites das 22 francesas e os setores sanitários ntro do território das regiões; estes vem abranger no mínimo 200 mil habitantes, sem limite superior. O mapa sanitário oficializa e fixa a importância da infraestrutura a ser empregada para atenr às necessidas da população. Ele fine os quocientes referentes às capacidas alojamento e aos pesados com ao efetivo da população; também fixa as normas emprego das técnicas médicas dispendiosas. 2. O esquema regional sanitária, do pela lei 31 julho 1991 e que organiza,ntro cada mapa sanitário, a distribuição geográfica, a dos e das atividas. A extensão das regiões francesas varia entre e a nsida vai 42 habitantes por a 916em Ile-France (média 106 habitantes). Cada região finiu objetivos objetivos em questáo constituem as metas qualitativas e quantitativas para as quais ve tenr a oferta atendimento. Na maioria das regiões stacam-se os três critérios seguintes: Facilida acesso ao atendimento. A oferta atendimento ve ser organizada modo a facilitar e a melhorar o acesso físico e geográfico, e formalizada maneira compreensível para toda a Os profissionais e vem estar veis. bem como os necessários, das compatíveis com as habituais dos usuários. 3 Continuida do Deve ser assegurada no mínimo pela difusão das médicas úteis, contidas no prontuário do paciente; o admissáo ve facultar a cada pessoa cuidados hospitalares e atendimento das urgências com uma proximida conveniente. O atendimento permanente é dos dlnicos-gerais, que vem assegurar essa continuida pela dos plantões e pela com hospitais e clínicas. Proximida. A proximida espacial é avaliada em da patologia a tratar. Ela requer a implantação uma re ligando todos os estabelecimentos entre si, sobretudo com a telemedicina, permitindo a transmissão a distância imagense documentos.i3tempo acesso ve ser o seguinte: 30 minutos para o atendimento comum e para as urgências; uma hora para o atendimento especializado; duas horas para o atendimento altamente especializado. Gestão do montante regional recursos. Fixada a vel nacional, a taxa diretriz da das spesas hospitalares implica num trabalho distribuiqao,confiado ao regional do Estado: a DRASS Regional dos Assuntos e Sociais), com uma taxa média em 1995) qual se acrescentamalgumas medidas ficas relacionadas com objetivosdo esquema regional. Sempre respeitandoos campos competência territoriais da constata-seatualmente que, ao término dos proveitosos entendimentos com representantesdas instâncias profissionais e partamentais, o nível regional é uma garantia da da atendimento no território e do controle das spesas saú para a atribuição diferenciada das alocações recursos. 'DRASS ACODESS e

4 entre as Escalas Saú da e da No Brasil, encontramos realidas gestão na sua maioria pela improvisação, pelas ações voltadas para emergências, pela gran centralização e baixa autonomia dos dirigentes locais, pela ausência quasecompleta compromissos com os resultados finais, pela e sperdício recursos, etc. Nesse contexto, também poucos os dirigentes das organizações hospitalares públicas que encontram-se habilitados profissionalmente para funções gestão. Portanto, transformar tais organizações significará pouco mais do que a necessária, mas não suficiente, elevação do montante recursos a serem alocados. O tema da profissionalização gerencial para a área hospitalar, pública em especial, po parecer simples ser abordado. por acaso a sua importância foi questionada tanto para nantes, quanto para teóricos do campo da gerência ou mesmo para os atuais dirigentes, muito provavelmente uma unanimida seria cida favor da qualificação profissional. Porque será que tal realida ainda não ultrapassa algumas poucas iniciativas formação e talvez, em menor número ainda, sejam as instituições que estabeleceram tal princípio para a ocupação cargos gestão? O dirigente hospitalar configura ou po vir a configurar d e fato uma área profissional diferenciada? A condição gerente hospitalar é atributo particular do médico? Que estratégias adotar para senvolver a competência gerencial hospitalar? Que habilidas vem ser senvolvidas por este profissional? De forma distinta do nosso país, a função dirigente hospitalar público é uma realida na há mais 50 anos. Hoje, ela se conforma enquanto uma carreira pública específica, com diferença da função médica. Há uma imediata repercussão sobre a distribuição do por no interior do hospital. A direção hospitalar configura um por a mais, ao contrário do Brasil, on o diretor sendo médico, vai acabar por expressar a extensão do por médico sobre o hospital. Essa lógica um por a mais entre os mais pores (médico, enfermagem, mais corporações, representações Ribeiro cais funcionais, teria a função mediadora, uma vez que o Diretor representa o próprio Estado no interior do hospital francês. Suas atribuições são as seguintes: ele representa o hospital em todos os atos da vida civil e igualmente na justiça; eleprepara os trabalhos do Conselho Administração do hospital e executa nas liberações; ele prepara o projeto institucional (projet détablissement); ele ci sobre todos os assuntos do estabelecimento, que não façam parte daqueles sob a alçada do Conselho Administração, e assegura a gestão e a condução geral do estabelecimento; ele exerce sua autorida sobre o conjunto do pessoal ntro do respeito às regras ou profissionais que se imponham aos profissionais saú; ele recruta, nomeia, o conjunto do pessoal não ser os outros diretores e os médicos); ele o ornador spesas e das receitas. Um profissional com atribuições acima finidas ve ser especialmente capacitado. A École Nationale la Santé Publique, localizada na cida Rennes, Órgão autônomo vinculado ao Ministério da Saú, é responsável pela formação todos os diretores hospitais públicos franceses pois O ingresso na carreira diretor hospitalar se dá a partir um concurso público nacional, anualmente realizado para o curso formação profissional a cargo da Rennes. Já durante o curso, o aluno-diretor encontra-se no primeiro estágio da carreira pública diretor hospitalar. A formação dura 27 meses, intercalando momentos estágios em hospitais e empresas outros ramos econômicos com momentos teóricos no interior da No Brasil, a Escola forma Saú Pública/ especializados em gestão hospitalar As suas linhas fonnação evoluíram ao longo dos anos em função alguns grans nantes. De um lado, a experiência acumulada com o passar dos anos, que saguava especialmente numa forte motivação para superação algumas limitações: a infinição em relação à clientela, o distanciamento da prática gerencial e da Coornador do Gerentes Hospitalares edacooperaçdo com a Publique 4

5 - seus problemas e o relativo scompromisso com impactos da formação nas realidas hospitalares dos egressos. De outro lado, em 1991, a estabelece um Convênio Cooperação Técnica com a especialmente para intercâmbio profissional na área formação em gestão hospitalar. Um novo curso foi organizado, procurando obecer a novas estratégias e tendo os conteúdos bastante reformulados. A marca inteiramente nova ficou por conta da sua metodologia e da finição e captação da clientela. Essa nova linha formação, foi pensada como uma contraparte acadêmica do projeto maior senvolvimento dos sistemas gerenciais hospitais vinculados ao Sistema Unico Saú. Essa concepção impunha limites claros clientela do curso, agora não mais assumida como "profissionais avulsos interessados gestão hospitalar", mas especificada enquanto "profissionais que sempenham funções na alta direção hospitais média gran complexida vinculados ao Mas também náo era propósito receber candidatos quaisquer hospitais, modo que também especificou-se um processo seletivo em que próprio hospital estava sendo selecionado", uma vez que veria estar manifesto formalmente por dirigentes da instituição mantenedora do hospital que "háprocesso em curso para senvolvimento rencial da ainda que tal não se apresentasse com processo claro e formalizado. Pretenu-se assim, realçar um dado compromisso institucional marcando uma posição difundida pelo curso já no processo seleção, que a contraparte institucional, com necessária finição propósitos para a mudança gerencial na organização era um pré-requisito, assumida que estava a concepção que a formação profissional é limitada para promover mudanças per Ao contrário, o processo d e formação po contribuir para melhor sistematizar processos transformação, potencializando-os. Ainda que seja limitada a possibilida aferir a existência diretrizes e práticas favoráveis à mudança, a não ser que estejam em franco senvolvimento, o processo seletivo consta até hoje uma etapa conhecimento da realida hospitalar do candidato, modo que essa dimensão po excluir candidatos, mesmo que tenham o cargo mais elevado na organização. Dizse que não há apenas uma seleção dos candidatos, mas também seus hospitais. A outra dimensão inovadora fica por conta da metodologia formação, que aliada a terminados conteúdos específicos, confere uma característica própria ao Des o primeiro curso em 1992, nos momentos intermodulares (a concentração teórica se dá durante uma semana por mês na ENSP, durante 8 meses, modo que entre cada módulo restam em média três semanas, que o aluno-diretor retoma às suas funções trabalho), os alunos-diretores têm oportunida começar a senvolver novas práticas ntro suas funções origem. Amparado na metodologia do planejamento situacional Carlos Matus, eles são orientados para transformação seus sistemas gerenciais. Ao final do curso vem ter experimentado na sua realida a partir problemas situacionalmente postos, boa parte do arsenal metodológico e dos conceitos que alicercem uma nova cultura gerencial em hospital. docentes franceses tem participação em conteúdos natureza técnica inovativa (abordagens qualida na gestão, gestão e orçamentária-financeira a gestão recursos humanos), na perspectiva conhecer e adaptar-se práticas já consolidadas nos hospitais daquele país. Hoje o programa já conta com cursos em semelhantes bases, scentralizados nas cidas Fortaleza (realizando o terceiro), Belo Horizonte (realizando o terceiro), Recife (realizando o primeiro) e tendo sido realizado em 94 um curso em Todos esses cursos são chanceladospela Escola do Rio, que mantém importante supervisão sobre eles e obecendo à regra que para a abertura cada scentralizado é condição básica a sua coornação local ser por docente dirigente formado nos cursos do Rio Janeiro. Esse programa até o final 1995 terá formado mais 300 (trezentos) dirigentes, relativos a cerca 70 (setenta) hospitais. Não há dados precisos disponíveis, mas estima-se que entre 70 a 80%dos egressos continuam em cargos direção nos seus ou em outros hospitais. Igualmente, a maioria dos hospitais seguem linhas aprimoramento seus mecanismos gestão, ainda que não exclusivamente baixo das lógicas preconizadas nos cursos. No campo da gerencial, a conta também com a linha formação resintes em gestão hospitalar. A Cooperação recém renovada por mais dois anos envolve ainda diversas outrasatividas no campo gestão hospitalar, stacando-se o intercâmbio através visitas-estágios entre dirigentes hospitalares dos dois países, o intercâmbio docente, o aprimoramento pedagógico e a possibilida estudos/ pesquisas comuns. 5

6 França... aplicada saú na Rhône-Alpes a segunda região industrial francesa, não apenas por seu instrumental produção como também pelo dinamismo. Ela combina vários trunfos: nsida industrial, relativa resistência às reviravoltas da conjuntura econômica e capacida Lír da indústria farmacêutica Após Ile--France, Rhóne-Alpes a principal região em termos indústria medicamentos:seus representam cerca 15%da produção francesa do setor, do qual emprega 10%dos assalariados (8.000 pessoas). As exportações, que ultrapassam 3 bilhões francos, constituem do total das exportações francesas produtos farmacêuticos. Apoiada em uma longa tradição médica e química e cm uma nsa malha estruturas pesquisa e ensino superior, a indústria farmacêutica regional cobre um amplo espectro atividas. âmbitos arrolados pela AFIPRAL (Associaçãodos Fabricantes da Indústria Farmacêutica da Região Rhône-Alpes e Lyon) abrangem todos tipos produtosdo setor saú: produtos químicos orgânicos básicos, produtos sintéticos, tos'injetáveis, biologia aplicada medicina e â veterinária, patia, oftalmologia. Paralelamente senvolveu-se um conjunto indústrias direcionadas a saú: fabricação excipientes, materiais e instrumentos médicos; engenharia médica; e materiais laboratório; animais laboratório; toxicologia etc. Em outubro último, o partamento Rhône e o Ministério da Saú assinaram uma convenção pela qual a Agência do Medicamento instala em Lyon toda sua ativida na área das vacinas, consagrando assim a competência da região nesse âmbito. Densida dos centros pesquisa No plano da pesquisa, a região é favorecida pelo gran número universidas científicas, escolas nível superior, centros pesquisa nacionais e internacionais, hospitais universitários, companhias farmacêuticas e químicas. Constitui um dos mais conceituados pólos europeus em biomedicina e farmácia. contexto altamente propício possibilitou a eclosão pesquisas e inovaçõesque fazem da região uma pioneira nas grans terapêuticas ste milênio: primeiros testes clínicos terapia gênica da e do câncer; primeiras vacinas resultantes da engenharia genética; primeiros anticorpos nais humanos; primeiros programas imunoterapia e pia do câncer; primeiros rons para criação um antitumoral sintético nova geração, o Taxotere, a partir um rivado vegetal; criação substitutos cutâneos e molos pele artificial para queimaduras graves etc. O pólo da vacina articula-se sobre uma forte tradição industrial que dinamiza a pesquisa; ele continua a mobilizar as qualificações numerosas equipes públicas e privadas, que senvolvem estudos fundamentais sobre vacinologia e mecanismos tários, bem como asduas empresas líres do setor: o Instituto eux (vacinologia e biologia humana) e a (vacinas para uso veterinário). As pesquisas em imunologia constituem um dos pontos fortes da região e envolvem cerca 20 que souberam ocupar um lugar importante em múltiplos campos: pia do câncer pelas citoquinas, imunoterapia gênica, tratamento linfomas, anticorpos nais, caracterização molecular novas citoquinas humanas, pos monoclonais humanos, aplicaauto-imunes, notoxicologia, estudo dos mecanismos ação novos ladores e anticorpos, estudo dos mediadores lipídicos da inflamação, transplantes medula óssea e Órgãos. A cosmetologiae a farmácia cutânea constituem do potencial nacional: ais, substituto cutâneo e pele artificial, biocosmética, pesquisa sobre rivados placentários, colágeno, biologia e química das proteínas e numerosas colaborações industriais. Para isso a região possui os centros públicos e privados empenhados pesquisa sobre colágeno e biorivados, o Instituto da Pele, o Centro Pesquisa em Biologia e em imunopatologia Cutânea, entidas que trabalham na valorização dos rivados As indústrias da saú contam com um consirável potencial formação em Rhône-Alpese Lyon: não apenas cursos tradicionais (faculdas Lyon e também muitas formações técnicas especializadas, capacitaem marketing e gerenciamento das indústrias saú, capacitaem testes clínicos e etc. Terreno fértil para a bintecnologia Na região Rhône-Alpes, mais pessoas, entre as quais 400 6

7 trabalham nas indústrias e nos laboratórios públicos e privados biotecnologia. Evintemente, a saú é o setor privilegiado e constitui u m meio muito receptivo para o florescimento da biotecnologia. Hemorivados e vacinas Pólo Engenharia Biológica e Médica -criado em Incentiva pesquisas, transfere para as indústrias, exerce uma prontidão e sempenha um papel motor no ensino da engenharia biológica e módica. 25%da ativida sse segmento na França. Através da Feração dos Pólos, iniciou em escala regional uma colaboração contínua entre os diversos pólos do setor. Também se estabelecem cooperações internacionais em pesquisa, ensino e transferência tecnologia entre o Rhbne-Alpes e os laboratórios e indústrias das regiões européias irmanadas com Catalunha, Lombardia, te, Ba Würtemberg, Suíça Românica, Finlândia, Irlanda do Norte, Portugal. Tais cooperações são feitas através programas europeus Comett, Comac e acordos bilaterais (com Ontário, Quebec, o Rhône-Alpes 2 avenue BP L cex. Instituto Mérieux pessoas. Um dos primeiros produtores mundiais vacinas e produtos biológicos, sem fronteiras entre as medicinas humana e veterinária, que são senvolvidas por suas duas principais filiais: Pasteur Mérieux Soros e Vacinas e Executa maneira transversa e universalista pesquisas que seguem duastendências: prevenção infecciosas e parasitárias, terapia gênica. Cobrindo o mais amplo espectro humana e nária do mundo, tém quase 35%do mercado. Institui Mérieux 17 rue Lyon. Pasteur Mérieux Soros e Vacinas (PMSV) pessoas. A biomedicina humana representa mais meta das vendas do Instituto Mérieux e mobiliza hoje cinco grans companhias na França e na América: (vacinas e hemorivados), Transgène (pesquisa em genética molecular e celular, terapia gênica, animais...flash Saú Virogenctics (biotecnologia, res virais, pox-vírus), da alergia) e Imex (valorização dos rivados biomateriais). Pasteur Mérieux Vaccins 58 avenue Lyon. InstitutoPasteur Lyon e dosuste vacinação humana, diagnóstico, imunoalergologia, Institui Pasteur Lyon Ton Lyon pessoas, oitavo lugar em saú animal. Desenvolve uma linha produtos para prevenção e tratamento das espécies animais criação e companhia (vacinas, soros, diagnóstico, anti-infecciosos, inflamatórios, anestésicos, vitaminas). Rhône Mérieux 29 Tony BP Lyon cex pessoas na França. O grupo atua em sete áreas terapêuticas ligadas aosgrans interesses da medicina atual: doenças cardiovasculares; distúrbios do sistema nervoso central e dores; e alergias; distúrbios do metabolismo e reumatologia; doenças infecciosas e aids; câncer; doenças hereditárias. Possui em Genis uma unida produção (320 pessoas) que reúne o instrumental industrial dos laboratórios farmacêuticos Spécia, Théraplix, Pharmuka e Roger du Saint Genis Laval. Biorreagentes Rhône-Alpes é o primeiro francês ssa especialida, com grupos como Api-Système (antibiograma e meios cultura) e padronizados). Produtos Centro Regional Sanguínea - produtos rivados. 93 Gran Lyon. sangue e Roussel Uclaf 800 assalariados. Divi suas atividas entre o fornecimento princípios ativos a indústria farmacêutica e a formulagão produtos agroveterinários. Roussel Cosméticos - setor colágeno e biomateriais está muito senvolvido em Lyon, resultando em aplicações com valorizações e criações industriais em diversas áreas pessoas. Elabora, produz e comercializa biomateriais origem natural. Porém a saú(20%) r6 tornar-se futuramente seu principal setor; hoje a companhia produz ataduras base colágeno, ataduras e produtos reconstituição e sea, membranas regeneração tissular, fios colágeno curtido Para preenchimento etc. 32 rue Saint Lyon. Gattefossé pessoas. Fabrica matérias-primas para as indústrias farmacêutica, cosmética e dietética. A tem três eixos principais: (farmácia e cosméticos),formas retardo, solubilizantes em farmácia e novos elementos ativos em cosmética.o grupo está na dianteira em um mercado em que ainda há poucos tidores. Também se interessa por tos para substituir o colágeno humano e animal: lançou uma linha proteínas colagênicas origem marinha. BP nas Saint Saduc-extração e purificagão cromoléculas colágeno, a partir tecidos animais, para uso em farmácia e em cosméticos. Filial Saduc Troques Imex - 40 pessoas, filial do Instituto Mérieux. Criada em 1987 para trabalhar na do tecido centário humano, em com a PMSV e a Marcel Mérieux. oftalmologia, farmacotoxicologia in vitro. les ues BP Outros enreços Úteis: s es et L Lyon Association 20 Ia Lyon cex 02. Fonte: BIO 11 du Paris, (33.1) (33.1) 20 75

8 PESQUISA "Genetic Há um ano, o presinte da Associação Francesa contra as Miopatias apresentavao projeto thon-industries. Objetivo: reunir companhias biotecnologia em um mesmo.local, perto Paris, a fim um tecnopólo terapia gênica, cujo mercado será 300 bilhões francos por volta do ano2010. Recentemente, a Genset e a AFM abriram em Evry o laboratório TGS. Outras companhias francesas e americanas planejam juntar-se a ponte". No ano 2000 o projeto Généthon- Industries verá constituir um dos grans pólos internacionais da otecnologia e da indústria medicamentos. A história toda em Daniel Cohen, geneticista francês, ci dar início cartografia do genoma humano. Convém lembrar que no interior cada célula humana há um núcleo contendo macromoléculas portadoras nossa hereditarieda, o DNA. Esse genoma, como é chamado, é uma espécie texto escrito com quatro letras, as bases cleotídicas (anina, guanina, citosina). Apenas cerca 2% seja, a genes dispersos ao acaso ao longo ssa macromolécula enrolada na forma 23 pares somos-representam a parte significativa, a parte que uma mensagem. Compreen-se por que tal projeto parecia insensato. Procurar localizar essa parte significativa, isto é, intificar os genes e codificarsua mensagem na cromolécula dois metros comprimento, e isso na escala do a fim o mapa completo do genoma humano, constitui uma verdaira Entretanto, Daniel Cohen conseguiu vencer esse louco safio, sobretudo ao Bernard Barataud, presinte da A AFM organiza os famosos maratonas audiovisuais que todo ano fazem entrar em seus cofres até 350 milhões francos. Objetivo: senvolver terapias gênicas Os resultados não se fazem esperar. No francês final 1993, o laboratório Généthon, financiado em 85% pelas receitas do Téléthon, conclui uma cartografia que abrange 60%do genoma humano. O trabalho, realizado em tempo recor, permite que a AFM pense em passar para uma segunda etapa: o senvolvimento terapias gênicas. De fato, o da associação é curar o mais pressa possível genéticas como as miopatias, a mucoviscidose, e doenças mais complexas como certos fipos câncer. Por isso é lançado o programa Généthon 2, dirigido pelo professor Weissenbach, a fim intificar nes responsáveis por tais doenças e cobrir como tratar os genes feituosos por meio da outros genes. Para dominar a dos genes reparadores, a AFM, em parceria com a Genset, ci então construir o laboratório TGS ou Muito Gran A set, criada em 1989, é o primeiro produtor mundial DNA sintético. Para seus fundadores, é preciso antes mais nada codificar os genes pela dos programas genéticos, pois é o conhecimento ssas partes do genoma que abrirácaminho para as terapias gênicas. Des abril último, o TGS, usando recursos automatizados, está seqüenciando e analisando o ma, razão um milhão bases por dia. No final do genoma humano terão sido seqiienciados e analisados. Uma capital da biotecnologia perto Paris Em termos saú pública, esse programa, que verá levar a medicamentos, constitui uma aposta alta: segundo um estudo do BIPE (Birô e Previsões o mercado mundial resultante do conhecimento dos genes porá chegar a 300 bilhões francos por volta do ano Portanto, fundamental não "perr o no momento mesmo em que a intificação dos genes avança a passos largos. Aliás, Bernard Barataud não hesitou em clarar que não reagirmos, ntro em breve estaremos comprando em dólares medicamentos americanos, para tratar nossos sempregados". 8 a pela qual a AFM cidiu instalar uin "Biotechnical Valley" perto Paris, no partamento Essonne, inspirando-se no quejá se faz nos Estados Unidos, perto São Francisco. O projeto tem como tivo em torno do projeto Généthon uma indústrias tecnologia. Com o tempo, várias empresas francesase também americanas verão juntar-se ao Généthon e ao formando uma verdaira capital das tecnologias genéticas, um "Genetic ley" agrupando centros pesquisa fundamental e aplicada, além unidas produçáo industrial tos. Várias empresas interessadas Birambeau, secretário-geral da AFM e encarregado do projeto Généthon-Industries, está confiante no futuro; mas por enquanto não seja falar muito sobre os novos passos que porão ser dados ntro em breve. como for, várias companhias francesas que trabalham com ou que senvolvem sistemas para asterapias por exemplo) parecem muito interessadas no projeto e ansiosas por participar le. Uma das mais citadas é a Protéine Performance, uma empresa biofannacêuticí que porá uma nova tecnologia baseada na expressão e na proteínas recombinadas em células insetos; também a Cerep, que elabora testes farmacologia e celular; e outras. Com o apoio financeiro da região, do partamento Essonne e da palida Evry, o "Genetic Valley" está pouco a pouco se senvolvendo. "Vai dar clara com Brandys, presinte e geral da Genset. No momento, tomouum importante mundial, e isso verá contribuir para seu futurosenvolvimento. Fonte: Tel

9 ENTREVISTA... Dascai e Genset Terapias i a contagem regressiva A Genset, lír mundial na produção sintético (mais 30% do mercado), realiza atualmente pesquisas sobre a regulação dos genes. Pouco se sabe sobre os elementos regulação que condicionam a expressão genética, nominados promotores. O conhecimento ssas partes do genoma verá levar ao verdairo avanço das terapias gênicas. A fim realizar esse trabalho análise das regiões reguladoras do genoma humano, a Genset, em colaboração com o Généthon- criado em 1990 pela AFM (Associação Francesa contra as e pelo CEPH (Centro Estudo do Polimorfismo Humano) acaba abrir um laboratório na região parisiense, em on se senvolve o pólo francês terapia gênica. Tal laboratório, o Grand ou Muito Gran Seqüenciamento), é hoje o mais eficiente do mundo, com recursos que lhe permitem analisar milhão bases por dia. Graças a essa extraordinária ferramenta, o mapa do genoma regulação verá estar pronto no final 1996; e levará ao senvolvimento aplicações terapêuticas específicas. Pascal Brandys,presinte e diretor-geral da Genset, apresenta-nos essa companhia efala seus projetosfuturos. Entrevista Desessard Desessard - O senhor poria rememorar para como senvolveu a Genset? Brandys A companhia foi criada em fundadores vêm ao mesmo tempodas da universidae do CNRÇ. Creio que essa se entre o capital risco e o mundo da ciência uma boa Um dos grans princípios da companhia foi senvolver paralelamente atividas comerciais e produção e atividas pesquisa e senvolvimento; manter um bom equilibrio entre as duas, ao contrário outras sociedas gia, sobretudo americanas, que no início um volume enorme pesquisas sem nenhuma ativida comercial. Hoje nós continuamos a funcionar acordocom essalógica. Das 110 pessoas que trabalham na companhia, mais da meta (cerca 60) ocupam-se pesquisa e senvolvimento. Um dos aspectos importantes é que a Genset internacionalizou-se muito rapidamente. Em matéria síntese do DNA, possuímos hoje uma re mundial filiais no exterior. Há pouco mais dois anos e meio, criamos nos Estados Unidos (em Diego, uma filial que produz e comercializa. Mais recentemente, há cerca um ano, renovamos essa experiência em Tóquio, no Japão. Também refletindo sobre industriais na Com relação síntese do DNA, somos hoje o lír mundial, com cerca um do mercado, que este ano verá chegar a cerca 150 milhões francos. A Genset está muito presente nos principais mercados, que são os Estados Unidos, a França e o Japão. Como teve inicio colaboração com o Généthon? Pascal Brandys - Como se sabe, na França a pesquisa em genética é dominadapelo Généthon e pelo Centro Estudo do Polimorfismo Humano. Assim, como somos uma indústria do DNA, logo estabelecemos com esses organismos pesquisa. Esses grans jetos cartografiaou to do genoma humano precisam DNA em quantidas muito grans. Em biologia e em genética, o DNA sintético é hoje uma verdaira "ferramenta Foi assim que senvolvemosa primeira unida produção realmente industrial com um grau Isso levou-nos a senvolver também nossas próprias tecnologias, que resultaram em diversas patentes. Historicamente, atenmos dae do Généthon com relaqão ao mapa físico Cohen e ao mapa genético Weissenbach. Também fornecemos para todo um conjunto projetos a nível mundial, sobretudo nos Estados Unidos. Ao lado ssa ativida, a Genset tinha trabalhos sobreo uso do DNA sintético diretamente como medicamento. fato, senvolvemos uma abordagem que consiste em utilizar DNA, os, que na verda são autênticas iscas e vão interferir a expressão dos nes. Esses trabalhos fizeramque nos envolvêssemos cada vez mais na regulados genes. Com a AFM o thon, compreenmosentão que era gente realizar um esforço bastante fundamental pesquisa análise da ina nível do genoma. Pois na verda até o momento nada tinha sido feito nesse setor. Ora, a é tão importante quanto os próprios genes. Posiiuindo instrumentos muito interessantes, cidimos assim projetar uma primeira unida qiienciamento em muito gran escala, principal função é fazer a análise completa do sistema regulação do Esse programa, que verá encerrar-se no final 1996, levou-nos, em com a AFM, a construir em Ewy o laboratório TGS (Muito Gran qiienciamento). Hoje esse laboratório, o Único no gênero, é capaz analisar até um milhão bases por dia. Para nós, o é na verda uma ativida piloto com a senvolvemos todo um know-how que pois poremos aplicar outros programas análise do Existem hoje no mundo outros do tipo TGS? Pascal Brandys Existem projetos públicos, sobretudo nos Estados Unidos, como o do NIH e o do Department of Energy. Mas não estão sistematizados e industrializados. estão em -

10 França... Saú senvolvimento outros projetos, originários companhias privadas. Mas todos eles se interessam apenas pelas regiões expressas, isto é, pelos próprios genes. Trata-se portanto trabalhos muito diferentes dos que executando sobre a regulação. No entanto esses dois procedimentos são muito complementares. Uma coisa é evinte: o TGS é hoje a unida mais eficiente do mundo. - Como o senhor vê o futuro da Genset? Pascal Brandys Sempre fomos uma companhia prestadora verda que venmos produtos; mas cada molécula que sai da Genset é uma feita por encomenda. Hojc, amos centenas moléculas, cada uma com sua especificida. Portanto, nosso trabalho é muito próximo uma Contacto: GENSET Pascal Brandys Tel. Fax Assim, nossa meta é senvolver os dutos e sobretudo os serviços indispensáveis para a indústria farmacêutica amanhã. Não temos a ambição fabricar o produto final. Existe um gran número companhias muito tes para executar essa tarefa. - As companhias biotecnologia não cowem o risco ser "voradas" pelos grans farmacêuticos? Pascal Brandys Na verda não. Se olharmos o que se passou até agora entre o setor da biotecnologia e a indústria farmacêutica,perceberemos que, embora tenha havido aquisições, pois absorvidas as companhias biotecnologia continuaram bastante inpenntes. Veja a Genentech com a por exemplo. A biotecnologia é tão específica que não é preciso perr suas com a fusão. O da Gcnset não associar-se exclusiva com um grupo farmacêutico. Penso mesmo que isso é justamente o contrário do que quisemos lizar até hoje. De fato, a Genset foi criada sobre um molo, que é o da dência com relação indústria, alnientc inpendência em termos capital. E creio que estávamos certos. O que preciso, na verda, é chegar a um certo grau maturidaa fim por realizar programas forma autônoma, e colaborar com a indústria farmacêutica mas talvez não maneira De fato, po-se ter vários parceiros industriais. O mais importante manter o controle dos programas c das para que haja uma ca rentabilida no interior da companhia, e não fora la. EVENTOS Primeira Jornada Médica Amazônica a O 2/12/1995 da Câmara Comércio e da Indústria Temas: Saú Pública, Pneumologia, Doenças infecciosas, Gastrenterologia e Doenças da nutrição. Incluída uma com Toulouse no contexto do Congresso Mundial Telemedicina. Informações: Secrétanat s Joumées Amazoniennes - Docteur H. Bartoletti - Centre Hospitalier Cayenne Tel.: Congresso Mundial 10 o senvolvimento da Socieda Global da Informação para a Saú Data: a 01/12/1995 Local:Toulouse Organização: Université Paul Sabatier e Centre Hospitalier Universitaire Informações: Prof. Louis CHU Toulouse Dieu Saint-Jacques 2, rue Toulouse Céx France

11 BREVES Um produto para o cirúrgico da retina ADIT Morte neurônios e inflamação cerebral Em caso da retina, antes da cirurgia é preciso empurrá-la contra a pare do olho. Para isso injeta-se um produto que substitui o humor vítreo; ele força a retina contra a pare, na qual o cirurgião a fixará por raio ser. Químicos da Universida louse, em colaboração com o partamento oftalmologia do Centro Hospitalar Universitário Rangueil e com a companhia farmacêutica Opsia, acabam criar um rivado misto, do e hidrogenado, que po ser injetado antes do tratamento cirúrgico e mantido no período pós-operatório para facilitar a cicatrização. Essa inovação recebeu o prêmio "Innovation Midi-Pyrénées" na categoria laboratórios e equipes pesquisa. O mercado mundial é 10 mil frascos ml por ano. Contactos: Laboraioire s inieractions réactivité chimique et ckimique CNRS- Paul Sabatier Rico- Lattes, Brigitie - ou Service d'ophtalmolo ie CHU Rangueil Mathis Laboratoire Processos cerebrais agudos ou crônicos sempenhar um papel cisivo no sofrimento e morte segundo uma recente do Laboratório biologia do Desenvolvimento (Instituto CNRS-Universida Paris do Laboratório e Auto- Imunida Paris) e dos laboratórios farmacêuticos Hoffman-Laroche (Basiléia). Esse resultado foi obtido analisando o cérebro ratos normais, após um estímulo rio, e o cérebro ratos tantes que apresentavam neurogenerescência. Nos ratos mutantes a morte associa-se, forma crônica, a um estado inflamatório e a uma alteração do metabolismo da molécula precursora da proteína amilói, que sempenha um papel fundamental nas doenças vas, como o mal mer. Ora, mudanças semelhantes foram observadas, forma transitória, quando ratos normais foram submetidosa um estresse inflamatório. Esses trabalhos abrem caminho para novas pesquisas sobre as múltiplas origens das doenças Fonte:CNRÇ INFO O processamento cerebral do som Quando chega a nossos ouvidos, o som nãoé compreendido imediatamente. Antes ser assimilado pela consciência ele é armazenado passivamente na memória ecóica, localizada no córtex auditivo do cérebro. Aunida INÇERM pesquisa sobresinais e processos cerebrais mostrou que nessa memória as diferentes características físicas do som (intensida, duração, freqüência) são codificadas em áreas neuroniais separadas. Fonte: Boletim INSERM Alta resolução para tecção O "Micro-imager" é um radioimagem alta que tecta do gene em lâminas tecidos. Foi projetado por uma equipe plinar do Instituto Física Nuclear e da Universida Denis Paris 7; a comercialização está a cargo da companhia Biospace. O aparelho 400 vezes mais rápido que as e m 1s e s autoradiográficas tradicionais, Fonte:CNRS Um único gene para várias doenças; neurológicas? Em 1993, uma equipe SERM do Hospital infantil Necker localizou no braço curto do 19um gene implicado na enxaqueca hemiplégica familiar e na síndrome CADAÇIL hereditária que provoca infartos cerebrais). Agora a mesma equipe comprovou que no curto do cromossomo 19situa-se também o gene responsável pela ataxia belar paroxística, que causa distúrbios do equilibrio eda Seo gene das três patologias for o mesmo, um medicamento usado no tratamento da ataxia cerebelar porá ser contra as duas doenqas. Fonte: INÇERM Progesterona:o caminho A unida INSERM hormonais monstrou que as células produzem gesterona. Suas pesquisas convidam a uma "releitura" do modo ação ssas células e da função da em um dosmecanismos fundamentais do sistema nervoso: a síntese Fonte: Vestígios um sistema imunitário primitivo? Estudando as cromograninas (proteínas produzidas em situações estresse), uma INSERM scobriu que algumas las senvolvem intensa ativida antibacteriana. Constataram uma analogia seqüência com as pinas, proteínas função é neutralizar as ções bacterianas insetos. Assim, as cromograninas humanas poriam ser um vestígio um sistema imunitário arcaico e atuariam quando o sistema falhasse nos estados Fonte: INSERM Novas perspectivas sobre doenças imunes A FAS, uma proteína da superfície dos tem uma (já conhecida no animal) na apoptose, a normal das células imunitárias pois sempenharem seu papel. Agora pesquisadores ÇERM do Hospital Necker comprovaramque uma anomalia FAÇ po sencaar também no homem a síndrome va, uma doença imunitária. que do gene FAS sejam fatores susccptibilidadc responsáveis por outras doenqas auto-imunes, como lúpus, diabetes e artrite reumatói. Fonte: Boletim INSERM

12 O CENDOTEC tem por técnica e aos projetos cooperaç Os boletins França-Fias Ponta), que o constituem um seus Maiores informações CENDOTEC. CENDOTEC Centro Franco-Brasileiro Documentação Técnica e Clentffica Av. Walmar Ferrelra, Paulo SP IMPRESSO

THOMSON REUTERS INTEGRITY CONHECIMENTO ESSENCIAL PARA APRIMORAR A DESCOBERTA E O DESENVOLVIMENTO DE FÁRMACOS DIREITOS DA IMAGEM: REUTERS/MAX ROSSI

THOMSON REUTERS INTEGRITY CONHECIMENTO ESSENCIAL PARA APRIMORAR A DESCOBERTA E O DESENVOLVIMENTO DE FÁRMACOS DIREITOS DA IMAGEM: REUTERS/MAX ROSSI THOMSON REUTERS INTEGRITY CONHECIMENTO ESSENCIAL PARA APRIMORAR A DESCOBERTA E O DESENVOLVIMENTO DE FÁRMACOS DIREITOS DA IMAGEM: REUTERS/MAX ROSSI 2 THOMSON REUTERS INTEGRITY DIREITOS DA IMAGEM: istockphoto

Leia mais

Pesquisas brasileiras sobre câncer e doenças cardíacas e cerebrais colocam o País na vanguarda da medicina mundial

Pesquisas brasileiras sobre câncer e doenças cardíacas e cerebrais colocam o País na vanguarda da medicina mundial ISTOÉ - Independente Imprimir Especial BRASIL POTÊNCIA Edição: 2095 30.Dez.09-15:00 Atualizado em 06.Fev.13-12:48 Na Dianteira Do Conhecimento Pesquisas brasileiras sobre câncer e doenças cardíacas e cerebrais

Leia mais

TERAPIA GÊNICA. Brasília DF, Julho de 2010.

TERAPIA GÊNICA. Brasília DF, Julho de 2010. Apresentação desenvolvida pelas graduandas em Ciências Farmacêuticas: Ana Carolina Macedo Lima, Ariane Mugnano Castelo Branco, Caroline Cardoso Mendes Souza, Clarisse Danielli Silva Albergaria, Jéssica

Leia mais

Governador Geraldo Alckmin entrega o maior laboratório destinado a pesquisas sobre o câncer da América Latina

Governador Geraldo Alckmin entrega o maior laboratório destinado a pesquisas sobre o câncer da América Latina MATEC ENGENHARIA ENTREGA O MAIOR LABORATORIO PARA PESQUISA DE CÂNCER DA AMÉRICA LATINA Qui, 14/04/11-11h00 SP ganha maior laboratório para pesquisa de câncer da América Latina Instituto do Câncer também

Leia mais

INFORMAÇÃO EM RELAÇÕES PÚBLICAS a pesquisa empírica em Portais Corporativos

INFORMAÇÃO EM RELAÇÕES PÚBLICAS a pesquisa empírica em Portais Corporativos INFORMAÇÃO EM RELAÇÕES PÚBLICAS a pesquisa empírica em Portais Corporativos Cláudia Peixoto de Moura Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul PUCRS E-mail: cpmoura@pucrs.br Resumo do Trabalho:

Leia mais

RESOLUÇÃO CGRAD 011/09, DE 27 DE MAIO DE 2009

RESOLUÇÃO CGRAD 011/09, DE 27 DE MAIO DE 2009 RESOLUÇÃO CGRAD 011/09, DE 27 DE MAIO DE 2009 Aprova o Regulamento Geral das Atividas Curriculares Complementares dos Cursos Graduação do CEFET-MG A PRESIDENTE DO DO CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA

Leia mais

EDITAL N 107/2015 Referente ao Aviso N 78/2015, publicado no D.O.E de 06.10.2015

EDITAL N 107/2015 Referente ao Aviso N 78/2015, publicado no D.O.E de 06.10.2015 EDITAL N 107/25 Referente ao Aviso N 78/25, publicado no D.O.E 06.10.25 O Reitor da Universida do Estado da Bahia (UNEB), no uso suas atribuições legais e regimentais, torna público, para conhecimento

Leia mais

UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAI CENTRO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE MEDICINA - BACHARELADO

UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAI CENTRO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE MEDICINA - BACHARELADO UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAI CENTRO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE MEDICINA - BACHARELADO EMENTAS DISCIPLINAS MATRIZ 3 1º AO 3º PERÍODO 1 º Período C.H. Teórica: 90 C.H. Prática: 90 C.H. Total: 180 Créditos: 10

Leia mais

TABELA DE EQUIVALÊNCIA Curso de Odontologia

TABELA DE EQUIVALÊNCIA Curso de Odontologia TABELA DE EQUIVALÊNCIA Curso de Odontologia Disciplina A Disciplina B Código Disciplina C/H Curso Disciplina C/H Código Curso Ano do Currículo 64823 MICROBIOLOGIA GERAL 17/34 ODONTOLOGIA MICROBIOLOGIA

Leia mais

QUESTÕES ENVOLVENDO ASPECTOS GERAIS DA CITOLOGIA COM ÊNFASE NA IMPORTÂNCIA DAS MEMBRANAS BIOLÓGICAS PARA O MUNDO VIVO. Prof.

QUESTÕES ENVOLVENDO ASPECTOS GERAIS DA CITOLOGIA COM ÊNFASE NA IMPORTÂNCIA DAS MEMBRANAS BIOLÓGICAS PARA O MUNDO VIVO. Prof. Questão 01 QUESTÕES ENVOLVENDO ASPECTOS GERAIS DA CITOLOGIA COM ÊNFASE NA IMPORTÂNCIA DAS MEMBRANAS BIOLÓGICAS PARA O MUNDO VIVO Prof. Cláudio Góes O mundo vivo é construído de tal forma que podemos estabelecer

Leia mais

FEFUC - FOLDER EXPLICATIVO DE FUNCIONAMENTO DE CURSOS CURSO DE FARMÁCIA 1ª LINHA CONCEITUAL: CARACTERIZAÇÃO DO PROFISSIONAL DE FARMÁCIA

FEFUC - FOLDER EXPLICATIVO DE FUNCIONAMENTO DE CURSOS CURSO DE FARMÁCIA 1ª LINHA CONCEITUAL: CARACTERIZAÇÃO DO PROFISSIONAL DE FARMÁCIA 1 FEFUC - FOLDER EXPLICATIVO DE FUNCIONAMENTO DE CURSOS CURSO DE FARMÁCIA 1ª LINHA CONCEITUAL: CARACTERIZAÇÃO DO PROFISSIONAL DE FARMÁCIA O PROFISSIONAL FARMACÊUTICO O Farmacêutico é um profissional da

Leia mais

ANEXO I DEMOSTRATIVO DE VAGAS POR CARGO, ÁREA DE ATUAÇÃO, PERFIL, ESCOLARIDADE EXIGIDA E LOCALIZAÇÃO. N O. DE VAGAS POR PERFIL PERFIL

ANEXO I DEMOSTRATIVO DE VAGAS POR CARGO, ÁREA DE ATUAÇÃO, PERFIL, ESCOLARIDADE EXIGIDA E LOCALIZAÇÃO. N O. DE VAGAS POR PERFIL PERFIL ANEXO I DEMOSTRATIVO DE CARGO, ÁREA DE ATUAÇÃO,, ESCOLARIDADE EXIGIDA E LOCALIZAÇÃO. CARGO: TECNOLOGISTA JUNIOR Cód. ÁREA DE ATUAÇÃO N O DE ÁREA 32 Arquitetura 12 Conservação e restauração de conjuntos

Leia mais

BIOLOGIA MOLECULAR APLICADA AO ESTUDO DE DOENÇAS

BIOLOGIA MOLECULAR APLICADA AO ESTUDO DE DOENÇAS ! Universidade Federal de Pernambuco Centro de Ciências da Saúde Departamento de Patologia Laboratório de Imunopatologia Keizo Asami Prof. Dr. Lucas Brandão BIOLOGIA MOLECULAR APLICADA AO ESTUDO DE DOENÇAS

Leia mais

EDITAL N.º 08/2014 - SELEÇÃO DE PROJETOS

EDITAL N.º 08/2014 - SELEÇÃO DE PROJETOS EDITAL N.º 08/2014 - SELEÇÃO DE PROJETOS A Coordenação de Pesquisa e Extensão das Faculdades Integradas de Patos FIP torna público o lançamento do presente Edital e convida os professores da respectiva

Leia mais

Pesquisa. 40 INCA Relatório Anual 2005 Pesquisa

Pesquisa. 40 INCA Relatório Anual 2005 Pesquisa Pesquisa A pesquisa no INCA compreende atividades de produção do conhecimento científico, melhoria dos procedimentos diagnósticos e terapêuticos do câncer e formação de recursos humanos em pesquisa oncológica.

Leia mais

LINHAS DE PESQUISA EMPREENDEDORISMO, TECNOLOGIA E INOVAÇÃO

LINHAS DE PESQUISA EMPREENDEDORISMO, TECNOLOGIA E INOVAÇÃO LINHAS DE PESQUISA EMPREENDEDORISMO, TECNOLOGIA E INOVAÇÃO Nos países desenvolvidos e, em menor grau, nos países em desenvolvimento, assiste-se ao surgimento de padrões tecno-econômicos onde os resultados

Leia mais

Experiência: Projeto de implementação das cirurgias cardíacas no Estado do Rio de Janeiro

Experiência: Projeto de implementação das cirurgias cardíacas no Estado do Rio de Janeiro 1 Experiência: Projeto de implementação das cirurgias cardíacas no Estado do Rio de Janeiro Instituto Nacional de Cardiologia Laranjeiras Responsável: Regina Maria de Aquino Xavier Integrantes da Equipe:

Leia mais

LEI Nº 445 DE 07 DE JUNHO DE 2004. O GOVERNADOR DO ESTADO DE RORAIMA: Faço saber que a Assembléia Legislativa aprovou e eu sanciono a seguinte Lei:

LEI Nº 445 DE 07 DE JUNHO DE 2004. O GOVERNADOR DO ESTADO DE RORAIMA: Faço saber que a Assembléia Legislativa aprovou e eu sanciono a seguinte Lei: LEI Nº 445 DE 07 DE JUNHO DE 2004 Dispõe sobre a Educação Ambiental, institui a Política Estadual de Educação Ambiental, cria o Programa Estadual de Educação Ambiental e complementa a Lei Federal nº 9.795/99,

Leia mais

DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM MEDICINA

DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM MEDICINA DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM MEDICINA 1. PERFIL DO FORMANDO EGRESSO/PROFISSIONAL Médico, com formação generalista, humanista, crítica e reflexiva. Capacitado a atuar, pautado

Leia mais

A Escola. Com uma média de 1.800 alunos por mês, a ENAP oferece cursos presenciais e a distância

A Escola. Com uma média de 1.800 alunos por mês, a ENAP oferece cursos presenciais e a distância A Escola A ENAP pode contribuir bastante para enfrentar a agenda de desafios brasileiros, em que se destacam a questão da inclusão e a da consolidação da democracia. Profissionalizando servidores públicos

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO 1 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO Resolução n 95/ 2011 Aprova o Projeto Pedagógico do Curso de Graduação em, Bacharelado, do Centro

Leia mais

RELATÓRIO DE GESTÃO DA FACULDADE DE CIÊNCIAS MÉDICAS 2004

RELATÓRIO DE GESTÃO DA FACULDADE DE CIÊNCIAS MÉDICAS 2004 RELATÓRIO DE GESTÃO DA FACULDADE DE CIÊNCIAS MÉDICAS 2004 1. Apreciação Global A existência de um Contrato de Desenvolvimento para a Medicina, celebrado entre a UNL e o Governo, em Dezembro de 2001, permitiu

Leia mais

RELATÓRIO DE GESTÃO DA FACULDADE DE CIÊNCIAS MÉDICAS 2003

RELATÓRIO DE GESTÃO DA FACULDADE DE CIÊNCIAS MÉDICAS 2003 RELATÓRIO DE GESTÃO DA FACULDADE DE CIÊNCIAS MÉDICAS 2003 A justificação da proposta de orçamento da Faculdade de Ciências Médicas para 2003 começava com uma nota introdutória na qual se reforçava de novo,

Leia mais

Roche apresenta fortes resultados em 2013: crescimento de 6%

Roche apresenta fortes resultados em 2013: crescimento de 6% Roche apresenta fortes resultados em 2013: crescimento de 6% Demanda no Brasil registra aumento de 9,4%. Vendas totais do Grupo alcançam 46,8 bilhões de francos suíços A Roche anunciou hoje os seus resultados

Leia mais

REGULAMENTO DE ATIVIDADES COMPLEMENTARES DO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO DA FACULDADE DE CIÊNCIAS ECONÔMICAS DO TRIÂNGULO MINEIRO - FCETM CAPÍTULO I

REGULAMENTO DE ATIVIDADES COMPLEMENTARES DO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO DA FACULDADE DE CIÊNCIAS ECONÔMICAS DO TRIÂNGULO MINEIRO - FCETM CAPÍTULO I REGULAMENTO DE ATIVIDADES COMPLEMENTARES DO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO DA FACULDADE DE CIÊNCIAS ECONÔMICAS DO TRIÂNGULO MINEIRO - FCETM CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art. 1º O presente regulamento

Leia mais

REGULAMENTO DE ATIVIDADES COMPLEMENTARES DO CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS DA FACULDADE DE CIÊNCIAS ECONÔMICAS DO TRIÂNGULO MINEIRO - FCETM CAPÍTULO I

REGULAMENTO DE ATIVIDADES COMPLEMENTARES DO CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS DA FACULDADE DE CIÊNCIAS ECONÔMICAS DO TRIÂNGULO MINEIRO - FCETM CAPÍTULO I REGULAMENTO DE ATIVIDADES COMPLEMENTARES DO CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS DA FACULDADE DE CIÊNCIAS ECONÔMICAS DO TRIÂNGULO MINEIRO - FCETM CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art. 1º O presente regulamento

Leia mais

Aula 01 -Processo de Trabalho na Saúde e na Enfermagem

Aula 01 -Processo de Trabalho na Saúde e na Enfermagem PROCESSO DE TRABALHO NA SAÚDE E NA OBJETIVOS DA AULA - Esclarecer sobre o cenário atual do Processo trabalho em Saú e na Enfermagem. - Caracterizar o trabalho do enfermeiro nas instituições saú. - Aborr

Leia mais

ÍNDICE - 12/06/2005 O Estado de S.Paulo... 2 O Estado de S.Paulo... 2 Vida&...2 Revista IstoÉ...4 MEDICINA & BEM-ESTAR/Epidemia...

ÍNDICE - 12/06/2005 O Estado de S.Paulo... 2 O Estado de S.Paulo... 2 Vida&...2 Revista IstoÉ...4 MEDICINA & BEM-ESTAR/Epidemia... ÍNDICE - 12/06/2005 O Estado de S.Paulo...2 O Estado de S.Paulo...2 Vida&...2 Rede de bancos poderá facilitar transplantes...2 Revista IstoÉ...4 MEDICINA & BEM-ESTAR/Epidemia...4 Nem tão exemplar...4 O

Leia mais

NOTA TÉCNICA Perguntas e respostas referentes às Resoluções do CFF nº 585 e nº 586, de 29 de agosto de 2013.

NOTA TÉCNICA Perguntas e respostas referentes às Resoluções do CFF nº 585 e nº 586, de 29 de agosto de 2013. NOTA TÉCNICA Perguntas e respostas referentes às Resoluções do CFF nº 585 e nº 586, de 29 de agosto de 2013. Assessoria da Presidência Assessoria técnica Grupo de consultores ad hoc Conselho Federal de

Leia mais

1ª Série. 5EST222 ESTÁGIO INTEGRATIVO DE BIOMEDICINA I Atividades práticas e de pesquisa nas várias disciplinas da área de biomedicina.

1ª Série. 5EST222 ESTÁGIO INTEGRATIVO DE BIOMEDICINA I Atividades práticas e de pesquisa nas várias disciplinas da área de biomedicina. 1ª Série 5MOR018 ANATOMIA DOS ANIMAIS DE LABORATÓRIO Estudo da anatomia de alguns animais utilizados em laboratório e considerados de grande importância para o futuro profissional biomédico, utilizando-se,

Leia mais

FUNDAÇÃO GUIMARÃES ROSA

FUNDAÇÃO GUIMARÃES ROSA João Guimarães Rosa está entre os homens ilustres que fazem a história da Polícia Militar Minas Gerais. O escritor mineiro atuou como médico voluntário a serviço do Setor do Túnel da Mantiqueira, na Revolução

Leia mais

UNIFACEX CENTRO UNIVERSITÁRIO FACEX EDITAL N 01-20 DE JANEIRO 2015 PROCESSO SELETIVO PARA ADMISSAO DE PROFESSORES EM 2015.1

UNIFACEX CENTRO UNIVERSITÁRIO FACEX EDITAL N 01-20 DE JANEIRO 2015 PROCESSO SELETIVO PARA ADMISSAO DE PROFESSORES EM 2015.1 I IF I CENTRO UNIVERSITÁRIO FACEX EDITAL N 01-20 DE JANEIRO 2015 PROCESSO SELETIVO PARA ADMISSAO DE PROFESSORES EM 2015.1 O CENTRO UNIVERSITÁRIO FACEX-, torna público, para conhecimento dos interessados

Leia mais

UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAZONAS CONSELHO UNIVERSITÁRIO RESOLUÇÃO Nº. 040/2011-CONSUNIV Aprova o Projeto Pedagógico do Curso Superior de Tecnologia

UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAZONAS CONSELHO UNIVERSITÁRIO RESOLUÇÃO Nº. 040/2011-CONSUNIV Aprova o Projeto Pedagógico do Curso Superior de Tecnologia UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAZONAS CONSELHO UNIVERSITÁRIO RESOLUÇÃO Nº. 040/2011-CONSUNIV Aprova o Projeto Pedagógico do Curso Superior Tecnologia em Gestão, da Universida do Estado do Amazonas (UEA).

Leia mais

MINISTÉRIO DA SAÚDE GABINETE DO MINISTRO PORTARIA Nº 44, DE 10 DE JANEIRO DE 2001

MINISTÉRIO DA SAÚDE GABINETE DO MINISTRO PORTARIA Nº 44, DE 10 DE JANEIRO DE 2001 MINISTÉRIO DA SAÚDE GABINETE DO MINISTRO PORTARIA Nº 44, DE 10 DE JANEIRO DE 2001 DO 9-E, de 12/1/01 O Ministro de Estado da Saúde, no uso de suas atribuições, Considerando a Portaria SAS/MS nº 224, de

Leia mais

Concurso Público - FIOCRUZ 2010 Relação Candidato/Vaga

Concurso Público - FIOCRUZ 2010 Relação Candidato/Vaga Belo Horizonte/ MG A103 Assistente Técnico de Gestão em Saúde Assistente Técnico de Gestão em Saúde 765 3 255,00 Belo Horizonte/ MG A204 Técnico em Saúde Pública Manutenção de Insetário 49 1 49,00 Belo

Leia mais

CURSO DE TECNOLOGIA EM BIOTECNOLOGIA

CURSO DE TECNOLOGIA EM BIOTECNOLOGIA CURSO DE TECNOLOGIA EM BIOTECNOLOGIA Departamento de Biotecnologia, Genética e Biologia Celular Centro de Ciências Biológicas Universidade Estadual de Maringá Coordenador: Prof. Dr. João Alencar Pamphile

Leia mais

CURSO DE GRADUAÇÃO EM FARMÁCIA PROPOSTA DE DIRETRIZES CURRICULARES

CURSO DE GRADUAÇÃO EM FARMÁCIA PROPOSTA DE DIRETRIZES CURRICULARES CURSO DE GRADUAÇÃO EM FARMÁCIA PROPOSTA DE DIRETRIZES CURRICULARES 1 1. PERFIL DO FORMANDO EGRESSO/PROFISSIONAL 1.1. Perfil Comum: Farmacêutico, com formação generalista, humanista, crítica e reflexiva.

Leia mais

MEDICINA. Nome IES: UNIVERSIDADE DE CUIABÁ - UNIC 1

MEDICINA. Nome IES: UNIVERSIDADE DE CUIABÁ - UNIC 1 MEDICINA Nome IES: UNIVERSIDADE DE CUIABÁ - UNIC 1 CURSO: MEDICINA Dados de identificação da Universidade de Cuiabá - UNIC Dirigente da Mantenedora Presidente: Ed. Rodrigo Calvo Galindo Base legal da Mantenedora

Leia mais

POR UMA POLÍTICA NACIONAL DE ATENÇÃO À SAÚDE EM GENÉTICA CLÍNICA JÁ!

POR UMA POLÍTICA NACIONAL DE ATENÇÃO À SAÚDE EM GENÉTICA CLÍNICA JÁ! POR UMA POLÍTICA NACIONAL DE ATENÇÃO À SAÚDE EM GENÉTICA CLÍNICA JÁ! O próximo dia 28 de Outubro será uma data triste para a genética médica brasileira e para 140 milhões de brasileiros que são dependentes

Leia mais

Formação de Recursos Humanos na área de fármacos e medicamentos

Formação de Recursos Humanos na área de fármacos e medicamentos Formação de Recursos Humanos na área de fármacos e medicamentos A formação em Farmácia Seminário do BNDES 7 de maio de 2003 Por que RH para Fármacos e Medicamentos? Fármacos e Medicamentos como campo estratégico

Leia mais

As bactérias operárias

As bactérias operárias A U A UL LA As bactérias operárias Na Aula 47 você viu a importância da insulina no nosso corpo e, na Aula 48, aprendeu como as células de nosso organismo produzem insulina e outras proteínas. As pessoas

Leia mais

Plano Brasil Maior 2011/2014

Plano Brasil Maior 2011/2014 Plano Brasil Maior 2011/2014 Inovar para competir. Competir para crescer. Agenda Tecnológica Setorial ATS 18 de junho de 2013 Sumário PBM e CIS Objetivo da ATS Focos das ATS Roteiro Metodologia para Seleção

Leia mais

Portaria nº 339 de 08 de Maio de 2002.

Portaria nº 339 de 08 de Maio de 2002. Portaria nº 339 de 08 de Maio de 2002. O Secretário de Assistência à Saúde, no uso de suas atribuições legais, Considerando a Portaria GM/MS nº 866, de 09 de maio de 2002, que cria os mecanismos para organização

Leia mais

Câncer: mais 500 mil casos

Câncer: mais 500 mil casos Página 1 de 5 Quarta, 18 de Maio de 2011 ENTREVISTA Câncer: mais 500 mil casos O oncologista afirma que o Brasil não tem estrutura física e médica para tratar outro meio milhão de pessoas com câncer em

Leia mais

SUS: princípios doutrinários e Lei Orgânica da Saúde

SUS: princípios doutrinários e Lei Orgânica da Saúde Universidade de Cuiabá - UNIC Núcleo de Disciplinas Integradas Disciplina: Formação Integral em Saúde SUS: princípios doutrinários e Lei Orgânica da Saúde Profª Andressa Menegaz SUS - Conceito Ações e

Leia mais

ESCOLA SECUNDÁRIA DR. SOLANO DE ABREU ABRANTES. DISCIPLINA: Biologia TURMAS : A/B/C ANO: 12º ANO LECTIVO 2010/2011 ACTIVIDADES ESTRATÉGIAS

ESCOLA SECUNDÁRIA DR. SOLANO DE ABREU ABRANTES. DISCIPLINA: Biologia TURMAS : A/B/C ANO: 12º ANO LECTIVO 2010/2011 ACTIVIDADES ESTRATÉGIAS ESCOLA SECUNDÁRIA DR. SOLANO DE ABREU ABRANTES SECUNDÁRIO DISCIPLINA: Biologia TURMAS : A/B/C ANO: 12º ANO LECTIVO 2010/2011 COMPETÊNCIAS CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS ACTIVIDADES ESTRATÉGIAS AULAS PREVISTAS

Leia mais

Plano de Ação da CPA

Plano de Ação da CPA Centro Universitário do Estado do Pará - CESUPA Plano de Ação da CPA Ano 2014 CPA/CESUPA 2014 C o m i s s ã o P r ó p r i a d e A v a l i a ç ã o C P A / C E S U P A APRESENTAÇÃO O plano de ações da CPA

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 670, DE 10 DE AGOSTO DE 2000

RESOLUÇÃO Nº 670, DE 10 DE AGOSTO DE 2000 RESOLUÇÃO Nº 670, DE 10 DE AGOSTO DE 2000 Conceitua e estabelece condições para o funcionamento de estabelecimentos médicos veterinários, e dá outras providências. O CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA VETERINÁRIA

Leia mais

Bacharelado em Medicina Veterinária

Bacharelado em Medicina Veterinária Bacharelado em Medicina Veterinária INFORMAÇÕES Duração do Curso: 05 anos (10 semestres) Horário: Manhã Número de Vagas: 100 anuais Coordenador: Profº Dr. Carlos Tadeu Bandeira de Lavor O CURSO O Curso

Leia mais

MINISTÉRIO DA SAÚDE FUNDAÇÃO OSWALDO CRUZ

MINISTÉRIO DA SAÚDE FUNDAÇÃO OSWALDO CRUZ MINISTÉRIO DA SAÚDE FUNDAÇÃO OSWALDO CRUZ Cristiane Quental Analista de C&T da Fiocruz 17/outubro/2006 FUNDAÇÃO OSWALDO CRUZ Conselho Deliberativo Congresso Interno Presidência Chefe de Gabinete Comité

Leia mais

LUTA MÉDICA ENTREVISTA: JORGE SOLLA Entrevista publicada na Revista Luta Médica nº 02 (janeiro/fevereiro de 2007)

LUTA MÉDICA ENTREVISTA: JORGE SOLLA Entrevista publicada na Revista Luta Médica nº 02 (janeiro/fevereiro de 2007) LUTA MÉDICA ENTREVISTA: JORGE SOLLA Entrevista publicada na Revista Luta Médica nº 02 (janeiro/fevereiro de 2007) Médico Pesquisador do Instituto de Saúde Coletiva (ISC) da Universidade Federal da Bahia.Ex-Coordenador

Leia mais

INFORMAÇÃO - PROVA DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA DO ENSINO SECUNDÁRIO - 2015

INFORMAÇÃO - PROVA DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA DO ENSINO SECUNDÁRIO - 2015 Prova de Biologia Prova 302 1. INTRODUÇÃO O presente documento visa divulgar as características da prova de equivalência à frequência do ensino secundário, a realizar em 2015 pelos alunos que se encontram

Leia mais

Diversidade Genética das Populações Amazônicas

Diversidade Genética das Populações Amazônicas PAINEL I Particularidades genéticas das populações amazônicas e suas possíveis implicações Coordenação de Mesa: Wim Degrave. Diversidade Genética das Populações Amazônicas Sidney dos Santos Será apresentado

Leia mais

Universidade CEUMA REITORIA Gerência de Pós-Graduação, Pesquisa e Extensão Mestrado em Biologia Parasitária

Universidade CEUMA REITORIA Gerência de Pós-Graduação, Pesquisa e Extensão Mestrado em Biologia Parasitária EDITAL No. 012/GPG/2015 Estabelece Normas e Procedimentos de Seleção simplificada para o Programa de Pós- Graduação Stricto Sensu em Biologia Parasitária, nível de mestrado, para ingresso no 2º semestre

Leia mais

São Paulo, Ano I, n. 01, jan./abr. de 2014 ISSN 2358-0224. Podemos falar de ética nas práticas de consumo?

São Paulo, Ano I, n. 01, jan./abr. de 2014 ISSN 2358-0224. Podemos falar de ética nas práticas de consumo? São Paulo, Ano I, n. 01, jan./abr. de 2014 ISSN 2358-0224 9 772358 022003 Podemos falar de ética nas práticas de consumo? Universidade, uma usina de força intelectual Paulo Alonso 1 universidade novas

Leia mais

Aprovado no CONGRAD: 14.02.06 Vigência: ingressos a partir de 2006/2 CÓD. 1548 CURSO DE MEDICINA

Aprovado no CONGRAD: 14.02.06 Vigência: ingressos a partir de 2006/2 CÓD. 1548 CURSO DE MEDICINA Aprovado no CONGRAD: 14..06 Vigência: ingressos a partir de 2006/2 CÓD. 48 CURSO DE MEDICINA EIXOS TRANSVERSAIS E ÁREAS DO CONHECIMENTO DO CURRÍCULO PLENO ACADÊMI COS I FUNDAMENTOS CONCEITUAIS DO CURSO

Leia mais

PROJETO PILOTO DE GESTÂO COMPARTILHADA

PROJETO PILOTO DE GESTÂO COMPARTILHADA Ministério da Educação. Secretaria de Educação a Distância Departamento de Planejamento e Desenvolvimento de Projetos Especiais. Coordenação Geral de Planejamento de Educação a Distância. PROGRAMA TV ESCOLA

Leia mais

PANORAMA DA INDÚSTRIA FARMACÊUTICA

PANORAMA DA INDÚSTRIA FARMACÊUTICA UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO CENTRO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS FARMACÊUTICAS LABORATÓRIO DE TECNOLOGIA DOS MEDICAMENTOS PANORAMA DA INDÚSTRIA FARMACÊUTICA Prof. Pedro Rolim PANORAMA

Leia mais

b. Completar a implantação da Rede com a construção de hospitais regionais para atendimentos de alta complexidade.

b. Completar a implantação da Rede com a construção de hospitais regionais para atendimentos de alta complexidade. No programa de governo do senador Roberto Requião, candidato ao governo do estado pela coligação Paraná Com Governo (PMDB/PV/PPL), consta um capítulo destinado apenas à universalização do acesso à Saúde.

Leia mais

CURSO DE PÓS GRADUAÇÃO LATU SENSU EM: PRÁXIS ENFERMAGEM ESTÉTICA

CURSO DE PÓS GRADUAÇÃO LATU SENSU EM: PRÁXIS ENFERMAGEM ESTÉTICA Faculdade Campo Limpo Paulista CURSO DE PÓS GRADUAÇÃO LATU SENSU EM: PRÁXIS ENFERMAGEM ESTÉTICA PROJETO PEDAGÓGICO 2015 Sumário 1. Curso e Área de Conhecimento 2.Objetivo 3.Público-Alvo 4.Coordenador 5.Duração

Leia mais

RESOLUÇÃO CREMEC nº 44/2012 01/10/2012

RESOLUÇÃO CREMEC nº 44/2012 01/10/2012 RESOLUÇÃO CREMEC nº 44/2012 01/10/2012 Define e regulamenta as atividades da sala de recuperação pós-anestésica (SRPA) O Conselho Regional de Medicina do Estado do Ceará, no uso das atribuições que lhe

Leia mais

WP Board No. 980/05 Rev. 1

WP Board No. 980/05 Rev. 1 WP Board No. 980/05 Rev. 1 International Coffee Organization Organización Internacional del Café Organização Internacional do Café Organisation Internationale du Café 12 janeiro 2006 Original: inglês Projetos/Fundo

Leia mais

TRIBUNAL DE JUSTIÇA MILITAR DE MG Rua Tomaz Gonzaga 686 Bairro de Lourdes CEP 30180 140 Belo Horizonte MG RESOLUÇÃO

TRIBUNAL DE JUSTIÇA MILITAR DE MG Rua Tomaz Gonzaga 686 Bairro de Lourdes CEP 30180 140 Belo Horizonte MG RESOLUÇÃO TRIBUNAL DE JUSTIÇA MILITAR DE MG Rua Tomaz Gonzaga 686 Bairro de Lourdes CEP 30180 140 Belo Horizonte MG RESOLUÇÃO RESOLUÇÃO N. 162/2015 Institui o Regimento Interno da Escola Judicial Militar do Estado

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos DECRETO Nº 5.622, DE 19 DE DEZEMBRO DE 2005. Vide Lei n o 9.394, de 1996 Regulamenta o art. 80 da Lei n o 9.394, de 20 de dezembro

Leia mais

LIDERANÇA 11. Quadro I 1.1 a. Presidente

LIDERANÇA 11. Quadro I 1.1 a. Presidente 1 Lirança LIDERANÇA 11 1.1 SISTEMA DE LIDERANÇA 1.1 a) O Tribunal Justiça do Estado Minas Gerais (TJMG), incluindo a Secretaria do TJMG, é lirado pelo seu, que compartilha a gestão com os Vice-s, o Corregedor-

Leia mais

Os primeiros indícios de que o DNA era o material hereditário surgiram de experiências realizadas com bactérias, sendo estas indicações estendidas

Os primeiros indícios de que o DNA era o material hereditário surgiram de experiências realizadas com bactérias, sendo estas indicações estendidas GENERALIDADES Todo ser vivo consiste de células, nas quais está situado o material hereditário. O número de células de um organismo pode variar de uma a muitos milhões. Estas células podem apresentar-se

Leia mais

Regulamenta o art. 26 da Lei n.º 10.205, de 21/3/2001 - Decreto 3990 de 30/10/2001

Regulamenta o art. 26 da Lei n.º 10.205, de 21/3/2001 - Decreto 3990 de 30/10/2001 Regulamenta o art. 26 da Lei n.º 10.205, de 21/3/2001 - Decreto 3990 de 30/10/2001 Ementa: Regulamenta o art. 26 da Lei n.º 10.205, de 21 de março de 2001, que dispõe sobre a coleta, processamento, estocagem,

Leia mais

Área de Biologia Craniofacial e Biomateriais

Área de Biologia Craniofacial e Biomateriais Bibliografia e tópicos para a prova de seleção 2013 (Mestrado / Doutorado) Área de Biologia Craniofacial e Biomateriais Tópicos - Mestrado e Doutorado (prova teórica*) *O candidato poderá excluir um número

Leia mais

A Câmara Superior de Ensino do Conselho Universitário da Universidade Federal de Campina Grande, no uso de suas atribuições;

A Câmara Superior de Ensino do Conselho Universitário da Universidade Federal de Campina Grande, no uso de suas atribuições; SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE CONSELHO UNIVERSITÁRIO CÂMARA SUPERIOR DE ENSINO RESOLUÇÃO Nº /2010 Altera a estrutura curricular do Curso de Graduação em Medicina, do Centro

Leia mais

GESTÃO ESCOLAR DEMOCRÁTICA:O DESAFIO DO CONSELHO DE ESCOLA 1

GESTÃO ESCOLAR DEMOCRÁTICA:O DESAFIO DO CONSELHO DE ESCOLA 1 GESTÃO ESCOLAR DEMOCRÁTICA:O DESAFIO DO CONSELHO DE ESCOLA 1 CALIL, Cristina Professora Coornadora Pedagógica da E.E Castro Alves - Vera Cruz SP, licenciada pela Universida Estadual Paulista ( UNESP -

Leia mais

13º - AUDHOSP AUDITORIA NO SUS VANDERLEI SOARES MOYA 2014

13º - AUDHOSP AUDITORIA NO SUS VANDERLEI SOARES MOYA 2014 13º - AUDHOSP AUDITORIA NO SUS VANDERLEI SOARES MOYA 2014 AUDITORIA NA SAÚDE Na saúde, historicamente, as práticas, as estruturas e os instrumentos de controle, avaliação e auditoria das ações estiveram,

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos DECRETO Nº 5.622, DE 19 DE DEZEMBRO DE 2005. Vide Lei n o 9.394, de 1996 Regulamenta o art. 80 da Lei n o 9.394, de 20 de dezembro

Leia mais

Biotecnologia e medicina. Denise Machado

Biotecnologia e medicina. Denise Machado Biotecnologia e medicina Denise Machado Biotecnologia 325 milhões de pessoas no mundo fazem uso de 130 drogas ou vacinas produzidas pelas técnicas da biotecnologia. 70% de tais drogas ou vacinas foram

Leia mais

Clonagem A Medicina regenerativa vai ser uma realidade nos próximos anos

Clonagem A Medicina regenerativa vai ser uma realidade nos próximos anos Clonagem A Medicina regenerativa vai ser uma realidade nos próximos anos Entrevista concedida pelo Prof. Carolino Monteiro à revista Oxigénio A classe científica dividiu-se perante o anúncio do nascimento

Leia mais

Dispõe sobre as normas de farmacovigilância para os detentores de registro de medicamentos de uso humano.

Dispõe sobre as normas de farmacovigilância para os detentores de registro de medicamentos de uso humano. Resolução da Diretoria Colegiada RDC nº 4 ANVISA de 10 de fevereiro de 2009 Dispõe sobre as normas de farmacovigilância para os detentores de registro de medicamentos de uso humano. A Diretoria Colegiada

Leia mais

ENCONTRO ESTADUAL DE FARMACÊUTICOS PREPARATÓRIO PARA A 15ª CONFERÊNCIA NACIONAL DE SAÚDE RELATÓRIO FINAL OFICINA AMAZONAS

ENCONTRO ESTADUAL DE FARMACÊUTICOS PREPARATÓRIO PARA A 15ª CONFERÊNCIA NACIONAL DE SAÚDE RELATÓRIO FINAL OFICINA AMAZONAS ENCONTRO ESTADUAL DE FARMACÊUTICOS PREPARATÓRIO PARA A 15ª CONFERÊNCIA NACIONAL DE SAÚDE RELATÓRIO FINAL OFICINA AMAZONAS Informações gerais Estado Amazonas Organizadores (sindicato e Sindicato dos Farmacêuticos

Leia mais

São reconhecidos aos índios sua organização social, costumes, línguas, crenças e tradições,

São reconhecidos aos índios sua organização social, costumes, línguas, crenças e tradições, A Constituição Federal de 1988 reconhece aos povos indígenas suas especificidades étnicas e culturais bem como estabelece seus direitos sociais. Dentre as inúmeras proteções conferidas aos povos indígenas

Leia mais

LEI N. 9.795, DE 27 DE ABRIL DE 1999

LEI N. 9.795, DE 27 DE ABRIL DE 1999 LEI N. 9.795, DE 27 DE ABRIL DE 1999 Dispõe sobre a educação ambiental, institui a Política Nacional de Educação Ambiental e dá outras providências O Presidente da República Faço saber que o Congresso

Leia mais

Missão. - Estimular a capacidade de análise dos problemas que se apresentam no campo da Saúde Pública e Privada;

Missão. - Estimular a capacidade de análise dos problemas que se apresentam no campo da Saúde Pública e Privada; CURSO: Farmácia Missão O curso tem como missão formar profissionais farmacêuticos capazes de exercer atividades referentes aos fármacos e aos medicamentos, às análises clínicas e toxicológicas, ao controle,

Leia mais

RELATÓRIO ANUAL DE ATIVIDADES 2010 Derdic / PUC-SP

RELATÓRIO ANUAL DE ATIVIDADES 2010 Derdic / PUC-SP RELATÓRIO ANUAL DE ATIVIDADES 2010 RELATÓRIO ANUAL DE ATIVIDADES 2010 Missão 03 Valores Institucionais 03 Escola Especial de Educação Básica 04 Clínica de Audição, Voz e Linguagem Prof. Dr. Mauro Spinelli

Leia mais

RESENHA BIBLIOGRÁFICA

RESENHA BIBLIOGRÁFICA RESENHA BIBLIOGRÁFICA Elaborada por Khallin Tiemi SEO Discente do 4 o ano do Curso da Faculda Ciências da Saú FASU/FAEF Intida da obra SIMONTON, O. C.; SIMONTON, S. M.; CREIGHTON, J. L. Com a vida novo:

Leia mais

SUMÁRIO. Sobre o curso Pág. 3. Etapas do Processo Seletivo Pág. 5. Cronograma de Aulas Pág. 9. Coordenação Programa e metodologia; Investimento

SUMÁRIO. Sobre o curso Pág. 3. Etapas do Processo Seletivo Pág. 5. Cronograma de Aulas Pág. 9. Coordenação Programa e metodologia; Investimento 1 SUMÁRIO Sobre o curso Pág. 3 Coordenação Programa e metodologia; Investimento 3 4 5 Etapas do Processo Seletivo Pág. 5 Matrícula 7 Cronograma de Aulas Pág. 9 2 PÓS-GRADUAÇÃO EM NUTRIÇÃO NAS DOENÇAS CRÔNICAS

Leia mais

DOCUMENTO 03 ENSINO SUPERIOR NO BRASIL

DOCUMENTO 03 ENSINO SUPERIOR NO BRASIL DOCUMENTO 03 ENSINO SUPERIOR NO BRASIL Com o advento da nova Constituição em 1988 e a promulgação e da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional em fins de 1996, novas perspectivas foram colocadas

Leia mais

ANEXO I DIRETRIZES PARA O CONTEÚDO PROGRAMÁTICO DOS CURSOS

ANEXO I DIRETRIZES PARA O CONTEÚDO PROGRAMÁTICO DOS CURSOS ANEXO I DIRETRIZES PARA O CONTEÚDO PROGRAMÁTICO DOS CURSOS 1. Introdução As instituições porão propor o senvolvimento três cursos formação, na modalida cursos extensão: a) curso formação inicial para os

Leia mais

EDITAL DE CONVOCAÇÃO DO CONCURSO PARA O PROGRAMA DE APRIMORAMENTO PROFISSIONAL EM MEDICINA VETERINÁRIA DO CURSO DE MEDICINA VETERINÁRIA FMU

EDITAL DE CONVOCAÇÃO DO CONCURSO PARA O PROGRAMA DE APRIMORAMENTO PROFISSIONAL EM MEDICINA VETERINÁRIA DO CURSO DE MEDICINA VETERINÁRIA FMU EDITAL DE CONVOCAÇÃO DO CONCURSO PARA O PROGRAMA DE APRIMORAMENTO PROFISSIONAL EM MEDICINA VETERINÁRIA DO CURSO DE MEDICINA VETERINÁRIA FMU A Coordenadora do Curso de Medicina Veterinária e a Comissão

Leia mais

EDITAL DE ABERTURA DO SEGUNDO PROCESSO SELETIVO PARA DOUTORADO 2015

EDITAL DE ABERTURA DO SEGUNDO PROCESSO SELETIVO PARA DOUTORADO 2015 EDITAL DE ABERTURA DO SEGUNDO PROCESSO SELETIVO PARA DOUTORADO 2015 1. PREÂMBULO 1.1 A Comissão Coordenadora do Programa de Pós-Graduação em Ciências da Saúde, no uso de suas atribuições legais, torna

Leia mais

EDITAL nº 103/2009 - ANEXO I CONCURSO PÚBLICO PARA O MAGISTÉRIO SUPERIOR DA UEA. Escola Superior de Ciências da Saúde

EDITAL nº 103/2009 - ANEXO I CONCURSO PÚBLICO PARA O MAGISTÉRIO SUPERIOR DA UEA. Escola Superior de Ciências da Saúde EDITAL nº 103/2009 - ANEXO I CONCURSO PÚBLICO PARA O MAGISTÉRIO SUPERIOR DA UEA Escola Superior de Ciências da Saúde Período de Inscrição: 18 de janeiro de 2010 a 19 de fevereiro de 2010. Local de Inscrição:

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU PESQUISA CLÍNICA EM DOENÇAS INFECCIOSAS

REGIMENTO INTERNO DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU PESQUISA CLÍNICA EM DOENÇAS INFECCIOSAS REGIMENTO INTERNO DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU PESQUISA CLÍNICA EM DOENÇAS INFECCIOSAS (Regimento Interno aprovado pela Comissão de Pós-graduação do IPEC em 25/08/2010 e pelo Conselho Deliberativo

Leia mais

Regulamenta a validação e registro das Atividades Complementares dos cursos de Graduação das Faculdades Projeção.

Regulamenta a validação e registro das Atividades Complementares dos cursos de Graduação das Faculdades Projeção. RESOLUÇÃO Nº 01/2011 Regulamenta a validação e registro das Atividades Complementares dos cursos de Graduação das Faculdades Projeção. O Conselho Superior da Faculdade Projeção, com base nas suas competências

Leia mais

Easy PDF Creator is professional software to create PDF. If you wish to remove this line, buy it now.

Easy PDF Creator is professional software to create PDF. If you wish to remove this line, buy it now. Programa de Residência Médica em Alergia e Imunologia Clínica A - Objetivos gerais da ASBAI para o programa de Residência Médica em Alergia e Imunologia Clínica. 1- Aprimorar as habilidades técnicas, o

Leia mais

MATERIAL DE DIVULGAÇÃO DA EDITORA MODERNA

MATERIAL DE DIVULGAÇÃO DA EDITORA MODERNA MATERIAL DE DIVULGAÇÃO DA EDITORA MODERNA Professor, nós, da Editora Moderna, temos como propósito uma educação de qualidade, que respeita as particularidades de todo o país. Desta maneira, o apoio ao

Leia mais

Histórico da Educação Farmacêutica no Brasil

Histórico da Educação Farmacêutica no Brasil Universidade Federal do Paraná Setor de Ciências da Saúde Departamento de Farmácia Programa de Educação Tutorial Histórico da Educação Farmacêutica no Brasil Renata Camargo Bolsista PET-Farmácia/UFPR Sumário

Leia mais

Audiência Pública Senado Federal Comissão de Assuntos Econômicos Subcomissão de Marcos Regulatórios. Brasília, 1º de outubro de 2007

Audiência Pública Senado Federal Comissão de Assuntos Econômicos Subcomissão de Marcos Regulatórios. Brasília, 1º de outubro de 2007 Audiência Pública Senado Federal Comissão de Assuntos Econômicos Subcomissão de Marcos Regulatórios Brasília, 1º de outubro de 2007 A ANVISA Autarquia sob regime especial Independência administrativa e

Leia mais

POLÍTICA NACIONAL DE ATENÇÃO INTEGRAL EM GENÉTICA CLÍNICA

POLÍTICA NACIONAL DE ATENÇÃO INTEGRAL EM GENÉTICA CLÍNICA NOTA TÉCNICA 05 2007 POLÍTICA NACIONAL DE ATENÇÃO INTEGRAL EM GENÉTICA CLÍNICA Versão preliminar Brasília, 20 de março de 2007. POLÍTICA NACIONAL DE ATENÇÃO INTEGRAL EM GENÉTICA CLÍNICA 1. Antecedentes

Leia mais

QUESTIONÁRIO PARA O SEGURO DE RESPONSABILIDADE CIVIL PROFISSIONAL PARA HOSPITAIS, CLÍNICAS, LABORATÓRIOS E DEMAIS PRESTADORAS DE SERVIÇOS MÉDICOS

QUESTIONÁRIO PARA O SEGURO DE RESPONSABILIDADE CIVIL PROFISSIONAL PARA HOSPITAIS, CLÍNICAS, LABORATÓRIOS E DEMAIS PRESTADORAS DE SERVIÇOS MÉDICOS QUESTIONÁRIO PARA O SEGURO DE RESPONSABILIDADE CIVIL PROFISSIONAL PARA HOSPITAIS, CLÍNICAS, LABORATÓRIOS E DEMAIS PRESTADORAS DE SERVIÇOS MÉDICOS O objetivo deste questionário é analisar as atividades

Leia mais

Perspectivas para a indústria farmacêutica brasileira, seus investimentos e suas pesquisas. Ministério da Saúde Brasília, 12 de agosto de 2015

Perspectivas para a indústria farmacêutica brasileira, seus investimentos e suas pesquisas. Ministério da Saúde Brasília, 12 de agosto de 2015 Perspectivas para a indústria farmacêutica brasileira, seus investimentos e suas pesquisas Ministério da Saúde Brasília, 12 de agosto de 2015 POLÍTICA NACIONAL DE ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA Define a assistência

Leia mais

Infraestrutura de informações geoespaciais e georreferenciadas

Infraestrutura de informações geoespaciais e georreferenciadas Infraestrutura de informações geoespaciais e georreferenciadas 1. Apresentação do Problema Epitácio José Paes Brunet É cada vez mais expressiva, hoje, nas cidades brasileiras, uma nova cultura que passa

Leia mais

MODELO DE TERMO DE REFERÊNCIA

MODELO DE TERMO DE REFERÊNCIA (Usar papel timbrado da instituição) MODELO DE TERMO DE REFERÊNCIA. IDENTIFICAÇÃO (máximo 0 folha) Título da Proposta: Instituição Proponente: CNPJ: Enreço: CEP: Telefone: Fax: Responsável pela Instituição

Leia mais