AmLight SDN: Uma plataforma aberta para experimentação de redes

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "AmLight SDN: Uma plataforma aberta para experimentação de redes"

Transcrição

1 AmLight SDN: Uma plataforma aberta para experimentação de redes V Workshop de Tecnologias de Redes do PoP- BA 29 de Setembro de 2014 Salvador, Bahia, Brasil Jeronimo Bezerra

2 Quem somos? AMPATH: Ponto de Troca de Tráfego Internacional em Miami, operado pela Florida InternaPonal University, responsável por interconectar as redes acadêmicas lapno americanas com a Internet2, ESNET e outras redes acadêmicas pelo mundo SouthernLight Ponto de Troca de Tráfego Internacional em São Paulo, responsável por conectar RNP, ANSP e RedClara à AmLight AmLight: Conjunto de links internacionais uplizados para conectar o SouthernLight, REUNA e AURA/Chile à AMPATH 2

3 AmLight Atual Um conjunto de 4 links de 10G com duas topologias: Anel Acadêmico Layer 2 (azul e rosa) Anel Acadêmico Layer 3 (verde e vermelho) 2 x 10G em São Paulo interconectandos os anéis acadêmicos Até o final do ano: link de 100G entre Sao Paulo e Miami (OpenWave) Números: 13 RENs Mais de 1000 universidades e centros de pesquisa 3

4 Anel Acadêmico Layer 2 Antes do SDN Usado primariamente para tráfegos acadêmicos Configuração baseada em VLANs estápcas MulPplas instâncias do Brocade per- VLAN RSTP Recebe redundância do Anel Acadêmico Layer 3: IEEE 802.1ad (QinQ) implementado em São Paulo com duas portas 10G dedicadas Uma porta 10G dedicada na AMPATH para implementar a redundância 100% de disponibilidade em 2013 (assumindo pelo menos um link de 10Gbps em funcionamento) Se estava funcionando bem, por que mudar? 4

5 Por que a AmLight pensa em SDN? Duas Mo8vações: O"mizar a Operação Programabilidade 5

6 MoPvação 01: O8mizar a Operação QuanPdade de circuitos Layer 2 solicitados e redes envolvidas transforma o provisionamento em um processo complexo: Algum circuitos envolvem até 7 redes acadêmicas Alto nível de coordenação MúlPplas tecnologias envolvidas De redes óppcas a MPLS Diversos cenários de proteção Alguns circuitos levam semanas ou meses para serem provisionados Era necessário encontrar uma maneira de o8mizar esse processo. 6

7 MoPvação 02: Programabilidade A falta de suporte para programabilidade de rede compromete as demonstrações e aplicações network- aware Big Data, Science DMZ, etc. Pesquisadores atualmente possuem apenas visualização da rede, via SNMP 7

8 Como SDN poderia ajudar a Amlight? (1) É possível uplizar SDN/Openflow para trabalhar nessas mopvações? É o momento certo para pensar em SDN? Meus disposipvos suportam Openflow 1.0? E perderíamos funcionalidades? 8

9 Como SDN poderia ajudar a Amlight? (2) É possível uplizar SDN/Openflow para trabalhar nessas mopvações? Sim! É o momento certo para pensar em SDN? Para a AmLight, que opera apenas com circuitos Layer 2, Sim! Meus disposipvos suportam Openflow 1.0? Após diversos testes e simulações, concluímos: Sim! E perderíamos funcionalidades? Sim Alguns módulos de rede legados possuem limitações LACP não é suportado Mas nós temos soluções de contorno. Vamos em frente!! 9

10 Mas o que é SDN mesmo? SoHware- Defined Network remove o plano de controle dos equipamentos de rede Decisões de encaminhamento são gerenciadas por uma enpdade externa, chamado de Orquestrador ou Controlador Uso de um protocolo padronizado para estabelecer a comunicação entre o Controlador externo e os equipamentos de rede Protocolo mais famoso: Openflow Openflow 1.0 é suportador por diversos fabricantes Maioria dos switches suportam o Modo Híbrido Algumas portas usando Openflow, algumas usando protocolos legados Alguns switches suportam Portas Híbridas Openflow e tráfego legado na mesma porta Facilita Implementação gradual Está no início, mas o futuro é promissor 10

11 Mas o que é SDN mesmo? (2/2) Com SDN, o controlador seria responsável por gerenciar: A conecpvidade da rede, incluindo proteções contra loops; Rate- limits, priorização de tráfego, esta{spcas; E novos serviços/implementações: Segurança, novos protocolos, novas aplicações, etc. Mas os procedimentos de resolução de problemas vão mudar: Em vez de engenheiros de redes, vamos precisar de engenheiros de sistemas! 11

12 AmLight (1) Disposi8vos: Brocade MLXe, XMR e CES O8mização da Operação Internet2 s OESS Programabilidade: Final: Internet2 s FlowSpace Firewall Openflow 1.0 SouthernLight possui uma porta Híbrida Chile trabalha no modo full SDN Controladores instalados em Miami, replicados em SP Integração com a Internet2 via OSCARS NSI no futuro Tráfego não acadêmico via portas híbridas 7 novas conexões 10G necessárias Rede SDN em paralelo a Rede Legada 12

13 AmLight (2) OESS UI: Esta{sPcas de Tráfego da rede SDN: Pico de 7,3Gbps Apenas interfaces Openflow! 13

14 Resultados (1) A. OPmização da Operação * - Não testado ainda 14

15 B. Programabilidade Resultados (2) 15

16 B. Programabilidade Resultados (3) Programabilidade é a principal conquista desse projeto: Aplicações network- aware terão a AmLight como uma plataforma de inovação Com Openflow implementado, os pesquisadores podem ter "fapas" da rede: Links e portas reais para simular aplicações reais As fapas são isoladas entre si 16

17 Lições Aprendidas Protocolos e módulos de comutação legados podem aumentar a complexidade da solução LACP, Contadores, Ethertypes A falta da funcionalidade de porta híbrida pode atrapalhar a implementação do SDN A rede de Control Plane pode ser um desafio extra Ter um ambiente de desenvolvimento com os mesmos disposipvos de produção é mandatório Métodos de convergência precisam ser opmizados Especialmente em links internacionais 17

18 Próximos Passos Encontrar pesquisadores envolvidos com aplicações network- aware para uplizarem a AmLight como plataforma de pesquisa hp://www.sdn.amlight.net Criação de um SoHware- Defined Internet Exchange (SDX) que permita a interconexões de redes SDN via AmLight e AtlanPcWave Encontrar pesquisadores envolvidos com pesquisas em Internet do Futuro para parpciparem de outros projetos colaborapvos SwitchON hp://switchon.ampath.net 18

19 AmLight SDN: Uma plataforma aberta para experimentação de redes V Workshop de Tecnologias de Redes do PoP- BA 29 de Setembro de 2014 Salvador, Bahia, Brasil Jeronimo Bezerra

Experiência da AmLight com SDN: Desafios, Resultados e Futuro

Experiência da AmLight com SDN: Desafios, Resultados e Futuro Experiência da AmLight com SDN: Desafios, Resultados e Futuro GTER 39 29 de Maio de 2015 Rio de Janeiro, RJ Jeronimo Bezerra e Humberto Galiza {jab,galiza}@amlight.net Quem somos? AMPATH: Ponto de Troca

Leia mais

Experiência da AmLight com SDN: Desafios, Resultados e Futuro.

Experiência da AmLight com SDN: Desafios, Resultados e Futuro. Experiência da AmLight com SDN: Desafios, Resultados e Futuro. LACNIC 24 / LACNOG 2015 Bogotá, Colombia - 02 Outubro 2015 Humberto Galiza Senior Network Engineer galiza@amlight.net Quem somos? AMPATH Ponto

Leia mais

AmLight SDN: Futuro da Colaboração Acadêmica Internacional

AmLight SDN: Futuro da Colaboração Acadêmica Internacional AmLight SDN: Futuro da Colaboração Acadêmica Internacional Palestrante: Jerônimo Aguiar Bezerra AmLight Project Florida International University Agenda Apresentação dos Atores Envolvidos Topologias da

Leia mais

Automatização de redes para experimentação: o caso da AmLight. Humberto Galiza.::. Senior Network Engineer Salvador, Brasil, 28 de Setembro 2015

Automatização de redes para experimentação: o caso da AmLight. Humberto Galiza.::. Senior Network Engineer Salvador, Brasil, 28 de Setembro 2015 Automatização de redes para experimentação: o caso da AmLight Humberto Galiza.::. Senior Network Engineer Salvador, Brasil, 28 de Setembro 2015 Quem somos? AMPATH Ponto de Troca de Tráfego (PTT ou IXP)

Leia mais

Automatização de redes para experimentação: o caso da AmLight. Humberto Galiza.::. Senior Network Engineer Salvador, Brasil, 28 de Setembro 2015

Automatização de redes para experimentação: o caso da AmLight. Humberto Galiza.::. Senior Network Engineer Salvador, Brasil, 28 de Setembro 2015 Automatização de redes para experimentação: o caso da AmLight Humberto Galiza.::. Senior Network Engineer Salvador, Brasil, 28 de Setembro 2015 Quem somos? AMPATH Ø Ponto de Troca de Tráfego (PTT ou IXP)

Leia mais

Comunicação Industrial: Algumas características importantes em Switches Industriais.

Comunicação Industrial: Algumas características importantes em Switches Industriais. Comunicação Industrial: Algumas características importantes em Switches Industriais. O uso de switches ethernet é cada vez maior em redes industriais, não resta dúvida, e essa utilização não é de agora.

Leia mais

LAN Design. LAN Switching and Wireless Capítulo 1. Version 4.0. 2006 Cisco Systems, Inc. All rights reserved. Cisco Public 1

LAN Design. LAN Switching and Wireless Capítulo 1. Version 4.0. 2006 Cisco Systems, Inc. All rights reserved. Cisco Public 1 LAN Design LAN Switching and Wireless Capítulo 1 Version 4.0 2006 Cisco Systems, Inc. All rights reserved. Cisco Public 1 Objetivos do Módulo Compreender os benefícios e do uso de uma organização hierárquica

Leia mais

Software-Defined Networks e Openflow: conceitos e tecnologias emergentes

Software-Defined Networks e Openflow: conceitos e tecnologias emergentes Software-Defined Networks e Openflow: conceitos e tecnologias emergentes III Workshop de Tecnologia de Redes do PoP-BA Ponto de Presença da RNP na Bahia Italo Valcy 27 e 28 de setembro

Leia mais

Fundamentos de Carrier Ethernet. Jerônimo A. Bezerra

Fundamentos de Carrier Ethernet. Jerônimo A. Bezerra <jab@rnp.br> Fundamentos de Carrier Ethernet Jerônimo A. Bezerra 1 Índice Crescimento das redes metropolitanas Ethernet e seus desafios Metro Ethernet Forum - papel, aevidades e envolvimento Introdução

Leia mais

SDN: Evolução das Redes Programáveis

SDN: Evolução das Redes Programáveis SDN: Evolução das Redes Programáveis Marcelo Fernandes Systems Engineer Setembro, 2013 SDN: O que há de novo? Redes que conhecem as aplicações Aplicações que conhecem as redes Redes provêem serviços e

Leia mais

Switch de Acesso Fast Ethernet Modelo de Referência - Cisco SRW224G4

Switch de Acesso Fast Ethernet Modelo de Referência - Cisco SRW224G4 Switch de Acesso Fast Ethernet Modelo de Referência - Cisco SRW224G4 Switch Fast Ethernet com as seguintes configurações mínimas: capacidade de operação em camada 2 do modelo OSI; 24 (vinte e quatro) portas

Leia mais

Roteamento e Comutação

Roteamento e Comutação Roteamento e Comutação Design de Rede Local Design Hierárquico Este design envolve a divisão da rede em camadas discretas. Cada camada fornece funções específicas que definem sua função dentro da rede

Leia mais

PTTMetro. Interconexão de Sistemas Autônomos (AS) 15 Agosto 2010. Equipe de Engenharia PTTMetro

PTTMetro. Interconexão de Sistemas Autônomos (AS) 15 Agosto 2010. Equipe de Engenharia PTTMetro <eng@ptt.br> PTTMetro Interconexão de Sistemas Autônomos (AS) 15 Agosto 2010 Equipe de Engenharia PTTMetro 1 Sobre o CGI.br Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br) Criado em maio de 1995 Pela Portaria

Leia mais

Agregação de enlace ethernet e balanceamento de carga

Agregação de enlace ethernet e balanceamento de carga Agregação de enlace ethernet e balanceamento de carga Sobre LAG na terminologia ethernet: Agregação de enlace (link aggregation), balanceamento de carga (load balancing), ligação de enlace (link bonding)

Leia mais

Link Aggregation IEEE 802.3ad Uma Visão Geral

Link Aggregation IEEE 802.3ad Uma Visão Geral Link Aggregation IEEE 802.3ad Uma Visão Geral Marcelo Fernandes Systems Engineer Dezembro, 2013 Introdução Link Aggregation (LA): Combinação de múltiplos enlaces físicos funcionando como um único enlace

Leia mais

3.Faça uma breve descrição sobre a topologia da rede e o Active Directory-AD DISCIPLINA DE ARQUITETURA FECHADA WINDOWS SERVER

3.Faça uma breve descrição sobre a topologia da rede e o Active Directory-AD  DISCIPLINA DE ARQUITETURA FECHADA WINDOWS SERVER 3.Faça uma breve descrição sobre a topologia da rede e o Active Directory-AD Para ter um bom desempenho do AD e aconselhável separar uma rede em sites, especialmente se ela tiver locais geograficamente

Leia mais

Science DMZ: Experiências no desenvolvimento e implantação do modelo de DMZ Científica!

Science DMZ: Experiências no desenvolvimento e implantação do modelo de DMZ Científica! Science DMZ: Experiências no desenvolvimento e implantação do modelo de DMZ Científica! Agenda Introdução DMZ Cien1fica da RNP Resultados em laboratório Problemas enfrentados Considerações Finais Introdução

Leia mais

Roteamento e Comutação

Roteamento e Comutação Roteamento e Comutação Uma estação é considerada parte de uma LAN se pertencer fisicamente a ela. O critério de participação é geográfico. Quando precisamos de uma conexão virtual entre duas estações que

Leia mais

Administração de Redes e Conectividade ao PoP-BA. III WTR do PoP-BA Luiz Barreto luiz@pop-ba.rnp.br PoP-BA: Ponto de Presença da RNP na Bahia

Administração de Redes e Conectividade ao PoP-BA. III WTR do PoP-BA Luiz Barreto luiz@pop-ba.rnp.br PoP-BA: Ponto de Presença da RNP na Bahia Administração de Redes e Conectividade ao PoP-BA III WTR do PoP-BA Luiz Barreto luiz@pop-ba.rnp.br PoP-BA: Ponto de Presença da RNP na Bahia Sumário Fundamentos Arquitetura OSI e TCP/IP Virtual LAN: Dispositivos

Leia mais

INTERNET Edital de Licitação. Anexo I Termo de Referência PREGÃO CONJUNTO Nº. 39/2007 PROCESSO N 14761/2007

INTERNET Edital de Licitação. Anexo I Termo de Referência PREGÃO CONJUNTO Nº. 39/2007 PROCESSO N 14761/2007 INTERNET Edital de Licitação Anexo I Termo de Referência PREGÃO CONJUNTO Nº. 39/2007 PROCESSO N 14761/2007 Anexo I - página 1 Índice 1. OBJETIVO... 3 2. VISÃO GERAL DO ESCOPO DO SERVIÇO... 3 3. ENDEREÇOS

Leia mais

Centro Tecnológico de Eletroeletrônica César Rodrigues. Atividade Avaliativa

Centro Tecnológico de Eletroeletrônica César Rodrigues. Atividade Avaliativa 1ª Exercícios - REDES LAN/WAN INSTRUTOR: MODALIDADE: TÉCNICO APRENDIZAGEM DATA: Turma: VALOR (em pontos): NOTA: ALUNO (A): 1. Utilize 1 para assinalar os protocolos que são da CAMADA DE REDE e 2 para os

Leia mais

PRIMEIRA LISTA DE EXERCÍCIOS CAR. 48 Hosts Link C 6 Hosts

PRIMEIRA LISTA DE EXERCÍCIOS CAR. 48 Hosts Link C 6 Hosts CTRA C U R S O SUPERIOR EM REDES E AMBIENTES OPERACIONAIS CAR Componentes Ativos de Rede Prof.: Roberto J.L. Mendonça PRIMEIRA LISTA DE EXERCÍCIOS CAR 1. De acordo com a figura abaixo determine os endereços

Leia mais

Application Notes: VRRP. Aplicabilidade do Virtual Router Redundancy Protocol no DmSwitch

Application Notes: VRRP. Aplicabilidade do Virtual Router Redundancy Protocol no DmSwitch Application Notes: VRRP Aplicabilidade do Virtual Router Redundancy Protocol no DmSwitch Parecer Introdução Desenvolvimento inicial Setup básico Setup com roteamento dinâmico Explorando possibilidades

Leia mais

Faculdade Integrada do Ceará FIC Graduação em Redes de Computadores

Faculdade Integrada do Ceará FIC Graduação em Redes de Computadores Faculdade Integrada do Ceará FIC Graduação em Redes de Computadores Disciplina Redes de Banda Larga Prof. Andrey Halysson Lima Barbosa Aula 7 Metro Ethernet Sumário IEEE 802.3ae 10 Gbit/s Ethernet - Metro

Leia mais

Projeto hierárquico de uma rede. Projeto Lógico da Rede. Projeto de Redes de Computadores. Projeto de Redes de Computadores

Projeto hierárquico de uma rede. Projeto Lógico da Rede. Projeto de Redes de Computadores. Projeto de Redes de Computadores Projeto Lógico da Rede Projeto da Topologia da Rede Uma topologia é um mapa de uma rede que indica: segmentos de rede (redes de camada 2) pontos de interconexão comunidades de usuários Queremos projetar

Leia mais

Projeto Lógico da Rede

Projeto Lógico da Rede Projeto Lógico da Rede Projeto da Topologia da Rede Uma topologia é um mapa de uma rede que indica: segmentos de rede (redes de camada 2) pontos de interconexão comunidades de usuários Queremos projetar

Leia mais

Prof. Samuel Henrique Bucke Brito

Prof. Samuel Henrique Bucke Brito - Metro-Ethernet (Carrier Ethernet) www.labcisco.com.br ::: shbbrito@labcisco.com.br Prof. Samuel Henrique Bucke Brito - Ethernet na LAN www.labcisco.com.br ::: shbbrito@labcisco.com.br Prof. Samuel Henrique

Leia mais

São Paulo, Brasil 24 de Novembro de 2014

São Paulo, Brasil 24 de Novembro de 2014 São Paulo, Brasil 24 de Novembro de 2014 PTT.br Definição de Conexão PTT Fórum 8 Galvão Rezende Equipe de Engenharia PTT.br PTT.br Referência IXP - Internet exchange Point

Leia mais

Interconexão de Redes

Interconexão de Redes Interconexão de Redes Romildo Martins Bezerra CEFET/BA Redes de Computadores II Introdução... 2 Repetidor... 2 Hub... 2 Bridges (pontes)... 3 Switches (camada 2)... 3 Conceito de VLANs... 3 Switches (camada

Leia mais

Equipamentos de Redes de Computadores

Equipamentos de Redes de Computadores Equipamentos de Redes de Computadores Romildo Martins da Silva Bezerra IFBA Estruturas Computacionais Equipamentos de Redes de Computadores... 1 Introdução... 2 Repetidor... 2 Hub... 2 Bridges (pontes)...

Leia mais

Apresentação do grupo UFSCar/USP/CPqD/UFES. Workshop REVIR 15/03/2012

Apresentação do grupo UFSCar/USP/CPqD/UFES. Workshop REVIR 15/03/2012 Apresentação do grupo UFSCar/USP/CPqD/UFES Workshop REVIR 15/03/2012 Grupo Cesar Augusto C. Marcondes (UFSCar) Cesar Augusto C. Teixeira (UFSCar) Maria da Graça Pimentel (USP) Magnos Martinello (UFES)

Leia mais

Prof. Samuel Henrique Bucke Brito

Prof. Samuel Henrique Bucke Brito - Anéis Ópticos em Backbone www.labcisco.com.br ::: shbbrito@labcisco.com.br Prof. Samuel Henrique Bucke Brito Introdução Em 1980 foi formado o grupo de trabalho ANSI X3T9.5 com a finalidade de desenvolver

Leia mais

RCO2. WAN: MetroEthernet

RCO2. WAN: MetroEthernet RCO2 WAN: MetroEthernet 1 Carrier Ethernet Carrier Ethernet: definido pelo MEF como: Uma rede e serviços de transmissão ubíquos e padronizados definidos por cinco atributos que os diferem de LANs Ethernet

Leia mais

Objetivo: Criar redes locais virtuais (VLANs) usando switches e computadores

Objetivo: Criar redes locais virtuais (VLANs) usando switches e computadores Laboratório de IER 7 o experimento Objetivo: Criar redes locais virtuais (VLANs) usando switches e computadores Introdução LANs Ethernet (padrão IEEE 802.3 e extensões) atualmente são construídas com switches

Leia mais

TELECOMUNICAÇÕES BRASILEIRAS S.A. TELEBRAS

TELECOMUNICAÇÕES BRASILEIRAS S.A. TELEBRAS 1 Item 1.2.2.3 e 1.2.2.4 Duvida / Sugestão Duvida 2 4,3 Duvida 3 5,7 Sugestão ANEXO I Asga Questionamento Qualificação Justificativa Gostaríamos de saber se as especificações técnicas são iguais para os

Leia mais

OpenFlow: abrindo portas para inovações nas redes de nossos campi

OpenFlow: abrindo portas para inovações nas redes de nossos campi 1 OpenFlow: abrindo portas para inovações nas redes de nossos campi Leandro Haruo Aoyagi Universidade Federal de São Carlos, Campus Sorocaba Sorocaba, São Paulo Email: aoyagi.haruo@gmail.com Resumo A comunidade

Leia mais

Rio de Janeiro, Brasil 29 de Maio de 2015. CIX Uma categoria Intermediária GTER 39 29 e 30 de Maio de 2015 Rio de Janeiro - BR - PTT.

Rio de Janeiro, Brasil 29 de Maio de 2015. CIX Uma categoria Intermediária GTER 39 29 e 30 de Maio de 2015 Rio de Janeiro - BR - PTT. Rio de Janeiro, Brasil 29 de Maio de 2015 CIX Uma categoria Intermediária GTER 39 29 e 30 de Maio de 2015 Rio de Janeiro - BR - PTT.br PTT.br CIX Uma nova categoria GTER 39 Antonio Galvão de Rezende Filho

Leia mais

Ao escolher os protocolos nesta fase do projeto, você terá subsídio para listar as características funcionais dos dispositivos a ser adquiridos

Ao escolher os protocolos nesta fase do projeto, você terá subsídio para listar as características funcionais dos dispositivos a ser adquiridos Seleção de Protocolos de Switching e Roteamento Protocolos de switching/roteamento diferem quanto a: Características de tráfego gerado Uso de CPU, memória e banda passante O número máximo de roteadores

Leia mais

Objetivos: i) Verificar o impacto de loops em redes locais ii) Configurar o protocolo STP para remover loops da rede

Objetivos: i) Verificar o impacto de loops em redes locais ii) Configurar o protocolo STP para remover loops da rede Laboratório de Redes de Computadores 2 8 o experimento Objetivos: i) Verificar o impacto de loops em redes locais ii) Configurar o protocolo STP para remover loops da rede Introdução A interligação de

Leia mais

Série Connect. Switches e Conversores Industriais. www.altus.com.br

Série Connect. Switches e Conversores Industriais. www.altus.com.br Série Connect Switches e Conversores Industriais www.altus.com.br Conectividade e simplicidade Compacto: design robusto e eficiente para qualquer aplicação Intuitivo: instalação simplificada que possibilita

Leia mais

Dimensionamento e Engenharia de Tráfego: Optimização de Redes de Telecomunicações

Dimensionamento e Engenharia de Tráfego: Optimização de Redes de Telecomunicações Dimensionamento e Engenharia de Tráfego: Optimização de Redes de Telecomunicações Prof. Amaro F. de Sousa asou@ua.pt, DETI-UA, gab.325 23 de Abril de 2008 Objectivos Desenvolvimento e implementação de

Leia mais

Date: 23 de outubro de 2009 #773rthyydgf

Date: 23 de outubro de 2009 #773rthyydgf Nós investimos na filosofia de que serviços pessoais e relações pessoa a pessoa não podem ser substituídos por tecnologia, mas podem ser melhorados por ela, e de que o cliente é mais do que uma pessoa

Leia mais

Maestro. Arthur Kazuo Tojo Costa 317497. Universidade Federal de São Carlos Campus Sorocaba Bacharelado em Ciência da Computação

Maestro. Arthur Kazuo Tojo Costa 317497. Universidade Federal de São Carlos Campus Sorocaba Bacharelado em Ciência da Computação Maestro Arthur Kazuo Tojo Costa 317497 Universidade Federal de São Carlos Campus Sorocaba Bacharelado em Ciência da Computação Introdução Sistema Operacional de Redes Detalhes do hardware Multiplexação

Leia mais

ISP Redundancy e IPS Utilizando Check Point Security Gateway. Resumo

ISP Redundancy e IPS Utilizando Check Point Security Gateway. Resumo ISP Redundancy e IPS Utilizando Check Point Security Gateway Radamés Bett Curso de Especialização em Redes e Segurança de Sistemas Pontifícia Universidade Católica do Paraná Curitiba, outubro de 2010 Resumo

Leia mais

ANEXO 5 AO CONTRATO DE INTERCONEXÃO DE REDES CLASSE V ENTRE SAMM E XXX NºXXX

ANEXO 5 AO CONTRATO DE INTERCONEXÃO DE REDES CLASSE V ENTRE SAMM E XXX NºXXX ANEXO 5 AO CONTRATO DE INTERCONEXÃO DE REDES CLASSE V ENTRE SAMM E XXX NºXXX PROCEDIMENTOS OPERACIONAIS, PROCEDIMENTOS DE TESTES E PARÂMETROS DE QUALIDADE 1. PROCEDIMENTOS OPERACIONAIS 1.1 As Partes observarão

Leia mais

Por ser uma funcionalidade comum a diversos switches de mercado, sugerimos adicionar os seguintes requisitos:

Por ser uma funcionalidade comum a diversos switches de mercado, sugerimos adicionar os seguintes requisitos: ((TITULO))ATA DA CONSULTA PÚBLICA N.º 10/2014 (PERGUNTAS E RESPOSTAS) A ATA REGISTRO PREÇOS FUTURA E EVENTUAL AQUISIÇÃO SWITCH ÓPTICA E SWITCH BORDA A ADMINISTRAÇÃO DIRETA E INDIRETA DO MUNICÍPIO SÃO PAULO

Leia mais

Software EMS Manual do usuário. CTS2780

Software EMS Manual do usuário. CTS2780 Software EMS Manual do usuário. CTS2780 V2-11/07/2014 1 SUMÁRIO APRESENTAÇÃO... 4 GERENCIAMENTO DO OLT CTS2780... 4 1. ADICIONANDO A OLT NO EMS... 4 2. GERENCIAMENTO DO CHASSI... 7 2.1. Device Information...

Leia mais

Segmentação de Redes com VLAN. Leonardo Haffermann. Pós Graduação em Redes e Segurança de Sistemas Pontifícia Universidade Católica do Paraná

Segmentação de Redes com VLAN. Leonardo Haffermann. Pós Graduação em Redes e Segurança de Sistemas Pontifícia Universidade Católica do Paraná Segmentação de Redes com VLAN Leonardo Haffermann Pós Graduação em Redes e Segurança de Sistemas Pontifícia Universidade Católica do Paraná Curitiba, Novembro de 2009 Resumo Este artigo foi desenvolvido

Leia mais

Curso de extensão em Administração de Redes

Curso de extensão em Administração de Redes Curso de extensão em Administração de Redes Italo Valcy da Silva Brito1,2 1 Gestores da Rede Acadêmica de Computação Departamento de Ciência da Computação Universidade Federal da Bahia 2 Ponto de Presença

Leia mais

Solução para controle de conexão com a Internet em uma rede doméstica com SDN/OpenFlow

Solução para controle de conexão com a Internet em uma rede doméstica com SDN/OpenFlow Solução para controle de conexão com a Internet em uma rede doméstica com SDN/OpenFlow Benevid Felix da Silva 1 1 Programa de Pós-Graduação em Informática Universidade Federal do Paraná (UFPR) Caixa Postal

Leia mais

Arquiteturas e redundâncias em redes Ethernet Equipe de engenharia da Schweitzer Engineering Laboratories (SEL)

Arquiteturas e redundâncias em redes Ethernet Equipe de engenharia da Schweitzer Engineering Laboratories (SEL) 56 Capítulo IV Arquiteturas e redundâncias em redes Ethernet Equipe de engenharia da Schweitzer Engineering Laboratories (SEL) As atuais soluções de automação de subestações um relé de proteção 99,9945%

Leia mais

SNPTEE SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA

SNPTEE SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA SNPTEE SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA GTL 06 14 a 17 Outubro de 2007 Rio de Janeiro - RJ GRUPO XVI GRUPO DE ESTUDO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO E TELECOMUNICAÇÃO PARA SISTEMAS

Leia mais

Spanning Tree Protocol: Evoluções

Spanning Tree Protocol: Evoluções Spanning Tree Protocol: Evoluções Fast Switching PVST Per VLAN Spanning Tree (Cisco) PVST+ Per VLAN Spanning Tree plus (Cisco) MSTP Multiple Spanning Tree Protocol - IEEE 802.1s RSTP Rapid Spanning Tree

Leia mais

PREGÃO ELETRÔNICO Nº 2013/023 ESCLARECIMENTOS

PREGÃO ELETRÔNICO Nº 2013/023 ESCLARECIMENTOS Esclarecimento I PERGUNTA 1: PREGÃO ELETRÔNICO Nº 2013/023 ESCLARECIMENTOS 7.5.3. documentação técnica do fabricante dos componentes cotados, incluindo partes de manuais e catálogos, que comprovem o atendimento

Leia mais

TECNOLOGIA NACIONAL: SOLUÇÕES DE INFRAESTRUTURA DE COMUNICAÇÕES PARA GESTÃO DO SERVIÇO PÚBLICO

TECNOLOGIA NACIONAL: SOLUÇÕES DE INFRAESTRUTURA DE COMUNICAÇÕES PARA GESTÃO DO SERVIÇO PÚBLICO TECNOLOGIA NACIONAL: SOLUÇÕES DE INFRAESTRUTURA DE COMUNICAÇÕES PARA GESTÃO DO SERVIÇO PÚBLICO Maio / 2014 AGENDA DEMANDAS DA GESTÃO PÚBLICA SOBRE A TI E AS COMUNICAÇÕES SOLUÇÕES COM TECNOLOGIA NACIONAL

Leia mais

ANEXO I-a ARQUITETURA DA REDE INFOSUS II

ANEXO I-a ARQUITETURA DA REDE INFOSUS II ANEXO I-a ARQUITETURA DA REDE INFOSUS II 1. Descrição da rede INFOSUS II A Rede INFOSUS II, Infovia Integrada do Sistema Único de Saúde (SUS), consistirá em infra-estrutura de telecomunicações, a ser utilizada

Leia mais

Redes de Computadores. Prof. José Gonçalves Pereira Filho Departamento de Informática zegonc@inf.ufes.br

Redes de Computadores. Prof. José Gonçalves Pereira Filho Departamento de Informática zegonc@inf.ufes.br Redes de Computadores Prof. José Gonçalves Pereira Filho Departamento de Informática zegonc@inf.ufes.br Classificação de Redes Redes de Computadores Conjunto de nós processadores capazes de trocar informações

Leia mais

SISTEMA DE ARMAZENAMENTO (STORAGE)

SISTEMA DE ARMAZENAMENTO (STORAGE) SISTEMA DE ARMAZENAMENTO (STORAGE) Possuir capacidade instalada, livre para uso, de pelo menos 5.2 (cinco ponto dois) TB líquidos em discos SAS/FC de no máximo 600GB 15.000RPM utilizando RAID 5 (com no

Leia mais

Controle de congestionamento em TCP

Controle de congestionamento em TCP Controle de congestionamento em TCP Uma das funções principais do TCP é gerenciar o fluxo de mensagens entre origem e destino, adaptando a taxa de transmissão da origem à taxa de recepção no destino de

Leia mais

PROJETO DE REDES www.projetoderedes.com.br

PROJETO DE REDES www.projetoderedes.com.br PROJETO DE REDES www.projetoderedes.com.br Curso de Tecnologia em Redes de Computadores Disciplina: Redes I Fundamentos - 1º Período Professor: José Maurício S. Pinheiro Material de Apoio IV TOPOLOGIAS

Leia mais

Tópicos Especiais em Redes de Telecomunicações

Tópicos Especiais em Redes de Telecomunicações Tópicos Especiais em Redes de Telecomunicações Redes definidas por software e Computação em Nuvem Prof. Rodrigo de Souza Couto Informações Gerais Prof. Rodrigo de Souza Couto E-mail: rodsouzacouto@ieee.org

Leia mais

Expansão de rede Gigabit Ethernet

Expansão de rede Gigabit Ethernet UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ CAMPUS CURITIBA DEPARTAMENTO ACADÊMICO DE ELETRÔNICA DAELN CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM TELEINFORMÁTICA E REDES DE COMPUTADORES Expansão de rede Gigabit Ethernet

Leia mais

Software-Defined Networks e Openflow: conceitos e tecnologias emergentes

Software-Defined Networks e Openflow: conceitos e tecnologias emergentes Software-Defined Networks e Openflow: conceitos e tecnologias emergentes Semana de Computação UFBA (SEMCOMP 2012) Universidade Federal da Bahia Italo Valcy 05 de outubro de 2012 Licença

Leia mais

Características: Switch Industrial Ethernet: Cisco Secure Agent: É isolado de todas as outras redes por um firewall ou por uma lista de acesso

Características: Switch Industrial Ethernet: Cisco Secure Agent: É isolado de todas as outras redes por um firewall ou por uma lista de acesso O switch Industrial Ethernet Cisco Catalyst 2955 garante a confiabilidade o determinismo e a segurança fundamentais para uma rede de controle de produção. A confiabilidade é obtida evitando que PLCs e

Leia mais

Planejamento e Projeto de Redes

Planejamento e Projeto de Redes Planejamento e Projeto de Redes Carlos Sampaio Identificação das Necessidades e Objetivos do Cliente Análise dos objetivos e restrições de negócio Análise dos objetivos e restrições técnicos Caracterização

Leia mais

Tópicos Especiais em Redes de Telecomunicações

Tópicos Especiais em Redes de Telecomunicações Tópicos Especiais em Redes de Telecomunicações Redes definidas por software e Computação em Nuvem Prof. Rodrigo de Souza Couto PARTE 1 REDES DEFINIDAS POR SOFTWARE (SDN) 2 Bibliografia Esta aula é baseada

Leia mais

Gerenciamento de Redes de Computadores. Introdução ao Gerenciamento de Redes

Gerenciamento de Redes de Computadores. Introdução ao Gerenciamento de Redes Introdução ao Gerenciamento de Redes O que é Gerenciamento de Redes? O gerenciamento de rede inclui a disponibilização, a integração e a coordenação de elementos de hardware, software e humanos, para monitorar,

Leia mais

Redes de Computadores

Redes de Computadores Redes de Computadores Redes Locais Virtuais - VLANs Paulo Coelho 005 Versão 1.0 1 Segmentação de LANs As redes são normalmente segmentadas de modo a reflectir a estrutura administrativa da empresa aumentar

Leia mais

PTTMetro. 11 Jan 2010

PTTMetro. 11 Jan 2010 PTTMetro 11 Jan 2010 Antonio Galvao de Rezende Filho Eduardo Ascenço Reis Milton Kaoru Kashiwakura PTTMetro http://ptt.br/ Apresentação 1 Sobre o CGI.br

Leia mais

Roberto Adão radao@multirede.co.ao

Roberto Adão radao@multirede.co.ao Roberto Adão radao@multirede.co.ao A Empresa Multirede 16 anos de experiência em consultoria e educação em tecnologia da informação Casos de sucesso em projetos pioneiros nas maiores redes de comunicação

Leia mais

Guia Básico para Configuração de Switches

Guia Básico para Configuração de Switches RD Press Guia Básico para Configuração de Switches Alta Disponibilidade Switches 3Com, H3C e HPN Serie-A Diego Dias R D PR E S S Guia Básico para Configuração de Switches Alta Disponibilidade RD Press

Leia mais

Pontes. Aula 14. VLANs. Pontes (bridges) Virtual LANs (VLANs) 2005-2006

Pontes. Aula 14. VLANs. Pontes (bridges) Virtual LANs (VLANs) 2005-2006 Aula 14 (bridges) Virtual LANs () FCUL 2005-2006 Nível 1/2 vs nível 3 A interligação de redes é, de acordo com os modelos OSI ou TCP/IP, feita no nível 3. Vantagens da interligação nível 3 Genérica, pois

Leia mais

Há dois tipos de configurações bidirecionais usados na comunicação em uma rede Ethernet:

Há dois tipos de configurações bidirecionais usados na comunicação em uma rede Ethernet: Comunicação em uma rede Ethernet A comunicação em uma rede local comutada ocorre de três formas: unicast, broadcast e multicast: -Unicast: Comunicação na qual um quadro é enviado de um host e endereçado

Leia mais

Universidade Federal do Acre. Centro de Ciências Exatas e Tecnológicas

Universidade Federal do Acre. Centro de Ciências Exatas e Tecnológicas Universidade Federal do Acre Centro de Ciências Exatas e Tecnológicas Universidade Federal do Acre Centro de Ciências Exatas e Tecnológicas Pós-graduação Lato Sensu em Desenvolvimento de Software e Infraestrutura

Leia mais

Avaliação de Desempenho de Fluxo Multimídia em Redes Definidas por Software (SDN)

Avaliação de Desempenho de Fluxo Multimídia em Redes Definidas por Software (SDN) Modeling of Distributed and Concurrent Systems - MoDCS Avaliação de Desempenho de Fluxo Multimídia em Redes Definidas por Software (SDN) JACKSON NUNES DA SILVA Orientador: Prof. Eduardo Tavares Abril de

Leia mais

Djamel Sadok DI-UFPE jamel@di.ufpe.br

Djamel Sadok DI-UFPE jamel@di.ufpe.br Nível de Redes Djamel Sadok DI-UFPE jamel@di.ufpe.br 1 Nível de Redes Funções do Nível da Rede Estabelecimento de um caminho de conexão entre entidades de transporte usando circuitos virtuais e datagramas

Leia mais

2.1 Perímetro com a WAN

2.1 Perímetro com a WAN ANEXO I. Projeto Básico 1 ESCOPO O escopo desse projeto é implementar soluções de switch core, switch de borda, sistema de controle de acesso à rede, access points, sistemas de gerenciamento wireless,

Leia mais

PTTMetro/PTT.br. Evolução, Atualizações e Planejamento http://ptt.br/ Encontro PTT-BA. 25 Setembro 2013

PTTMetro/PTT.br. Evolução, Atualizações e Planejamento http://ptt.br/ Encontro PTT-BA. 25 Setembro 2013 PTTMetro/PTT.br Evolução, Atualizações e Planejamento http://ptt.br/ Encontro PTT-BA 25 Setembro 2013 Julimar Lunguinho Mendes Equipe PTT.br 1 CGI.br NIC.br - PTT.br CGI.br

Leia mais

Ter conhecimentos de Redes IP (nível básico) ou ter concluído o curso EaD "Redes IP Protocolos e Aplicações".

Ter conhecimentos de Redes IP (nível básico) ou ter concluído o curso EaD Redes IP Protocolos e Aplicações. Fundado em 1965, o Instituto Nacional de Telecomunicações - Inatel - é um centro de excelência em ensino e pesquisa na área de Engenharia, e tem se consolidado cada vez mais, no Brasil e no exterior, como

Leia mais

Aplicando segurança em redes locais através de gerenciamento de ativos de rede. Edson Venicius Jung, Ricardo Rafael Pellis

Aplicando segurança em redes locais através de gerenciamento de ativos de rede. Edson Venicius Jung, Ricardo Rafael Pellis Aplicando segurança em redes locais através de gerenciamento de ativos de rede Edson Venicius Jung, Ricardo Rafael Pellis Pós-graduação em Redes e Segurança de Sistemas Pontifícia Universidade Católica

Leia mais

O Outsourcing de TI que entende o seu negócio. Descomplique!

O Outsourcing de TI que entende o seu negócio. Descomplique! O Outsourcing de TI que entende o seu negócio Descomplique! CENÁRIO ATUAL TI Saúde Suporte processos burocráticos Agências Reguladoras Muito papel e baixa informatização no ecossistema Muito foco em tecnologia

Leia mais

PTTMetro Informações e Destaques

PTTMetro Informações e Destaques PTTMetro Informações e Destaques 3 o PTT Forum 3 Dez 2009 Antonio Galvao de Rezende Filho Eduardo Ascenço Reis Milton Kaoru Kashiwakura 3o PTT Forum

Leia mais

As Redes Definidas por Software Atendem aos Requisitos do Sistema de Controle

As Redes Definidas por Software Atendem aos Requisitos do Sistema de Controle As Redes Definidas por Software Atendem aos Requisitos do Sistema de Controle Rakesh Bobba, University of Illinois at Urbana-Champaign Donald R. Borries, Rod Hilburn e Joyce Sanders, Ameren Illinois Mark

Leia mais

15.565 Integração de esystems: Fatores Tecnológicos, Estratégicos e Organizacionais

15.565 Integração de esystems: Fatores Tecnológicos, Estratégicos e Organizacionais MASSACHUSETTS INSTITUTE OF TECHNOLOGY SLOAN SCHOOL OF MANAGEMENT 15.565 Integração de esystems: Fatores Tecnológicos, Estratégicos e Organizacionais 15.578 Sistemas de Informação Global: Comunicações e

Leia mais

FACSENAC Banco de questões Documento de Projeto Lógico de Rede

FACSENAC Banco de questões Documento de Projeto Lógico de Rede FACSENAC Banco de questões Documento de Projeto Lógico de Versão: 1.3 Data: 20 de novembro de 2012 Identificador do documento: GTI Soluções Versão do Template Utilizada na Confecção: 1.0 Localização: www.gestaotisolucoes.com.br

Leia mais

Migração de rede Frame Relay para MPLS. Adônis Raphael Bunn. Curso de Especialização em Redes e Segurança de Sistemas

Migração de rede Frame Relay para MPLS. Adônis Raphael Bunn. Curso de Especialização em Redes e Segurança de Sistemas Migração de rede Frame Relay para MPLS Adônis Raphael Bunn Curso de Especialização em Redes e Segurança de Sistemas Pontifícia Universidade Católica do Paraná Curitiba, fevereiro de 2010 Resumo O objetivo

Leia mais

SISGEP SISTEMA GERENCIADOR PEDAGÓGICO

SISGEP SISTEMA GERENCIADOR PEDAGÓGICO FACSENAC SISTEMA GERENCIADOR PEDAGÓGICO Projeto Lógico de Rede Versão: 1.2 Data: 25/11/2011 Identificador do documento: Documento de Visão V. 1.7 Histórico de revisões Versão Data Autor Descrição 1.0 10/10/2011

Leia mais

Capítulo 5: Roteamento Inter-VLANS

Capítulo 5: Roteamento Inter-VLANS Unisul Sistemas de Informação Redes de Computadores Capítulo 5: Roteamento Inter-VLANS Roteamento e Comutação Academia Local Cisco UNISUL Instrutora Ana Lúcia Rodrigues Wiggers 1 Capítulo 5 5.1 Configuração

Leia mais

Wireless WDS Mesh com MIKROTIK

Wireless WDS Mesh com MIKROTIK Wireless WDS Mesh com MIKROTIK Rede em WDS Mesh: A topologia de rede em formato Mesh possui comunicação bidirecional entre seus nós. Dessa forma, todos os nós na rede (Access Point) podem acessar outra(s)

Leia mais

A EMPRESA. A Future Technology é uma divisão da Do Carmo voltada para o mercado de soluções em tecnologia.

A EMPRESA. A Future Technology é uma divisão da Do Carmo voltada para o mercado de soluções em tecnologia. A EMPRESA A Future Technology é uma divisão da Do Carmo voltada para o mercado de soluções em tecnologia. A experiência da Future Technology nas diversas áreas de TI disponibiliza aos mercados público

Leia mais

A velocidade dos negócios

A velocidade dos negócios A velocidade dos negócios Índice Obstáculos para a velocidade nas empresas...... 2 Construindo blocos para na velocidade nas empresas... 3 Implementação de serviços 27 vezes mais rápida... 3 Avançando

Leia mais

Curso de Sistemas de Informação 8º período Disciplina: Tópicos Especiais Professor: José Maurício S. Pinheiro V. 2009-1

Curso de Sistemas de Informação 8º período Disciplina: Tópicos Especiais Professor: José Maurício S. Pinheiro V. 2009-1 Curso de Sistemas de Informação 8º período Disciplina: Tópicos Especiais Professor: José Maurício S. Pinheiro V. 2009-1 Aula 2 Arquitetura de Data Center Ambientes Colaborativos A história dos sistemas

Leia mais

UNINGÁ UNIDADE DE ENSINO SUPERIOR INGÁ FACULDADE INGÁ CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO TOPOLOGIAS. Profº Erinaldo Sanches Nascimento

UNINGÁ UNIDADE DE ENSINO SUPERIOR INGÁ FACULDADE INGÁ CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO TOPOLOGIAS. Profº Erinaldo Sanches Nascimento UNINGÁ UNIDADE DE ENSINO SUPERIOR INGÁ FACULDADE INGÁ CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO TOPOLOGIAS Profº Erinaldo Sanches Nascimento Objetivos Examinar as várias maneiras para projetar a infraestrutura de cabo para

Leia mais

INSTITUTO NACIONAL DE ESTUDOS E PESQUISAS EDUCACIONAIS ANÍSIO TEIXEIRA PORTARIA Nº 197, DE 12 DE JULHO DE

INSTITUTO NACIONAL DE ESTUDOS E PESQUISAS EDUCACIONAIS ANÍSIO TEIXEIRA PORTARIA Nº 197, DE 12 DE JULHO DE INSTITUTO NACIONAL DE ESTUDOS E PESQUISAS EDUCACIONAIS ANÍSIO TEIXEIRA PORTARIA Nº 197, DE 12 DE JULHO DE 2011 A Presidenta do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep),

Leia mais

Implantação de QoS no fone@rnp

Implantação de QoS no fone@rnp III Workshop VoIP Marcel R. Faria & Fábio Okamura Maio 2008 Agenda Introdução Backbone RNP rede Ipê QoS na rede Ipê - Serviço Premium Aplicação no fone@rnp Introdução A fim de atender a crescente demanda

Leia mais

Acesso Ethernet com Hubs

Acesso Ethernet com Hubs Acesso Ethernet com Hubs O dado é enviado de um por vez Cada nó trafega a 10 Mbps Acesso Ethernet com Bridges Bridges são mais inteligentes que os hubs Bridges reuni os quadros entre dois segmentos de

Leia mais

Implantação de HVPLS (Hierarchical Virtual Private LAN Services) na rede GIGA

Implantação de HVPLS (Hierarchical Virtual Private LAN Services) na rede GIGA Implantação de HVPLS (Hierarchical Virtual Private LAN Services) na rede GIGA Adelmo Avancini Luciano Martins 08 de dezembro de 2006 www.cpqd.com.br Agenda Projeto GIGA Topologia da rede GIGA VPLS no mercado

Leia mais

A rede Multiserviços da AcessoLINE Introdução ao MPLS

A rede Multiserviços da AcessoLINE Introdução ao MPLS 2015 1 A rede Multiserviços da AcessoLINE Introdução ao MPLS Marcelo Balbinot marcelo@alt.net.br Acessoline Telecom Agenda 2 Apresentação. A Empresa. Evolução do backbone. A tecnologia MPLS. Os serviços

Leia mais

Especificaça o Te cnica

Especificaça o Te cnica Especificaça o Te cnica Esta especificação técnica tem como objetivo possibilitar a implantação da infraestrutura de rede lógica (nível de acesso) na nova sede da DME Distribuição. A solução deverá ser

Leia mais