Na operação de montagem de produtos por estabelecimento

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1 Boletim Manual de Procedimentos Federal IPI - Montagem fora do estabelecimento industrial 1. INTRODUÇÃO Determinados produtos, como, por exemplo, máquinas e equipamentos industriais, devido ao seu grande porte, necessitam ser montados no local do estabelecimento adquirente. Neste texto veremos o tratamento fiscal previsto na legislação do IPI para as operações de montagem realizadas fora do estabelecimento industrial. 2. CARACTERIZAÇÃO DA MONTAGEM COMO INDUSTRIALIZAÇÃO Caracteriza industrialização, sujeitando-se, portanto, à incidência do IPI, a operação de montagem que consista na reunião de produtos, peças ou partes (fornecidos pelo próprio executor) e da qual resulte um novo produto ou unidade autônoma, ainda que sob a mesma classificação fiscal. Ao examinar questão da espécie, a Câmara Superior de Recursos Fiscais pronunciou-se de modo favorável à incidência do imposto na operação de montagem de sistema de produção de frio central por empresa com atividade de instalação de equipamentos frigoríficos, ainda quando realizada no local da obra de edificação (Acórdão n o CSRF/02.413, em sessão de , divulgado no DOU de ). (RIPI/2002, art. 4 o, III) 2.1 Fato gerador - Momento da ocorrência Na operação de montagem de produtos por estabelecimento industrializador no próprio local onde Na operação de montagem de produtos por estabelecimento industrializador no próprio local onde eles serão utilizados, o fato gerador do IPI ocorre na conclusão da operação industrial eles serão utilizados, o fato gerador do IPI ocorre na conclusão da operação industrial, assim considerada: a) a data da entrega do produto final objeto da montagem ao adquirente; ou b) a data em que se iniciar o consumo ou a utilização do bem, caso seja anterior à formalização da entrega do produto. (RIPI/2002, art. 35, VII e parágrafo único) 2.2 Valor tributável - Frete e demais despesas acessórias Para fins de determinação do valor tributável do IPI nas operações de montagem fora do estabelecimento industrial, devem ser incluídas todas as despesas relacionadas à colocação ou à montagem do produto no local, ainda que a título de serviço. O Parecer Normativo CST n o 253/1970, que julgamos oportuno reproduzir, traz importantes esclarecimentos a esse respeito: Parecer Normativo CST n o 253/ IPI CÁLCULO DO IMPOSTO VALOR TRIBUTÁVEL É o preço da operação de que decorrer o fato gerador, excluídas apenas as parcelas expressamente autorizadas na lei. O valor cobrado pela montagem é incluído no valor tributável: irrelevantes as alegações de que se estaria cobrando Imposto Sobre Serviços, mão-de-obra etc. A exclusão prevista no 1 o do art. 8 o do Decreto-lei n o 406, de , se refere ao ICM e não ao IPI. Boletim IOB - Manual de Procedimentos - Out/ Fascículo 40 RS 1

2 Regra geral para a fixação do valor tributável do IPI é a estabelecida no art. 20, inciso III, do regulamento do mencionado imposto (RIPI) aprovado pelo Decreto n o , de 12 de outubro de 1967, verbis : o preço da operação de que decorrer o fato gerador, incluídas todas as despesas acessórias debitadas ao comprador ou destinatário, salvo, quando escrituradas em separado, as de transporte e seguro (omissis). Conforme já foi dito (v. Parecer Normativo CST n o 39, de ), se a lei enuncia taxativamente quais as parcelas que podem ser excluídas do valor tributável, resulta que nele estarão incluídas quaisquer outras. Em outras palavras, constitui valor tributável o preço da operação, aí incluídas todas as parcelas, salvo aquelas cuja exclusão seja expressamente autorizada por lei. Isto posto, temos que no caso do cálculo do imposto sobre produtos resultantes de montagem é evidente que também se inclui no valor tributável o preço cobrado por essa operação. Absolutamente irrelevante a invocação de que se estaria cobrando imposto sobre mão-de-obra, serviços e não sobre produtos. Preliminarmente, como já se disse, nenhuma norma legal autoriza a exclusão desses itens: se tais parcelas são cobradas ao adquirente, estão, automaticamente, incluídas no preço da operação e, pois, no valor tributável. Por outro lado, a se aceitar a exclusão no caso de montagem, teria que ser admitida em todos os casos, pois que em todo o processo de produção figuram aqueles custos, que afinal vão compor o preço do produto. Improcedente, ainda, a alegação de que se estaria invadindo a área do Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza, de competência dos Municípios, cuja incidência excluiria a de qualquer outro tributo, inclusive a do IPI, por força do Decreto-lei n o 406, de Primeiramente, esse diploma legal, conforme sua ementa, estabelece normas gerais de direito financeiro aplicáveis aos Impostos sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Serviços de Qualquer Natureza. Restrito, pois, ao ICM e ISS. De acordo com o disposto no art. 8 o deste Decreto-lei, o ISS tem como fato gerador a prestação de serviço constante de uma lista que anexa, declarando o 1 o do citado artigo: os serviços incluídos na lista ficam sujeitos apenas ao imposto previsto neste artigo (omissis), evidentemente no sentido de excluir o ICM, que é outro imposto regulado no referido Decreto-lei. Não assim o IPI ou outros tributos federais. Assim, deve ser declarado que quaisquer custos relativos a mão-de-obra, montagens etc. são incluídos no valor tributável dos produtos. Ver, ainda, sobre valor tributável os Pareceres Normativos CST n o s 12, 14, 26, 27, 29 e 39. O valor tributável compreende o preço do produto acrescido do valor do frete e das demais despesas acessórias, cobradas ou debitadas pelo contribuinte ao comprador ou destinatário. (RIPI/2002, art. 131, 1 o ; e Parecer Normativo CST n o 253/1970) Assistência técnica A questão da inclusão ou não das despesas a título de assistência técnica no valor tributável do IPI foi analisada pelo Parecer Normativo CST n o 370/1971, em que se admitiu a exclusão de tais parcelas quando sejam inteiramente desvinculadas da operação de venda do produto montado fora do estabelecimento industrial. Veja a íntegra do citado Parecer Normativo: Parecer Normativo CST n o 370/ IPI CÁLCULO DO IMPOSTO VALOR TRIBUTÁVEL Despesas a título de colocação ou montagem do produto compõem o valor tributável. Idem de assistência técnica: quando prestada como condição da venda ou a título de garantia, inclui-se no VT o preço desses serviços; somente excluído quando prestada já fora da garantia, sem que seja condição de venda, recebido ou debitado o preço após a respectiva prestação. Pelos Pareceres Normativos n o s 39 e 539, de 1970, 116 e 141 de 1971, e, especialmente, pelo de n o 253, de 1970, foram examinadas questões relativas ao valor tributável no que diz respeito às parcelas a serem ou não computadas nesse valor. Reitere-se, como está dito em síntese nos aludidos Pareceres, que somente podem ser excluídas do referido valor tributável as despesas expressamente autorizadas na lei. 2. Irrelevante será o fato de que as despesas decorram de colocação ou montagem do produto no local, ainda que a título de serviços: se debitadas ao comprador ou destinatário tais despesas não poderão ser excluídas do valor tributável. Admite-se, apenas, a exclusão das relativas a transporte e seguro, atendidas, ainda, as normas do inciso III do art. 20 do RIPI. 3. Despesas cobradas ou debitadas a título de assistência técnica para proporcionar o bom funcionamento do produto (máquinas e aparelhos) somente podem ser excluídas do valor tributável na hipótese de ser a assistência em questão inteiramente desvinculada da operação de venda de produto, isto é, que não seja condição desta. Quando prestado como condição da venda, ou a título de garantia, inclui-se no VT o preço desses serviços. Por isso que a lei já exclui da tributação as partes e peças fornecidas em substituição, quando a operação for executada gratuitamente em virtude de garantia dada pelo fabricante (RIPI, art. 1 o, 4 o, inciso II). Todavia, se a assistência for prestada já fora da garantia, sem que seja condição da venda, recebido ou debitado o seu preço após a respectiva prestação, não há como se cogitar de sua inclusão no valor tributável. (Parecer Normativo CST n o 370/1971) Projetos, plantas e desenhos As despesas relativas a projetos, plantas e desenhos que precedem e são necessários a determinadas instalações e montagens poderão deixar de ser 2 RS Manual de Procedimentos - Out/ Fascículo 40 - Boletim IOB

3 computadas no valor tributável do IPI, conforme entendimento prescrito nos itens 8 e 9 do Parecer Normativo CST n o 526/1971, que a seguir transcrevemos: Parecer Normativo CST n o 526/ Quanto ao valor tributável, como já foi dito, examinemse os Pareceres Normativos n o s 141/71, 253/70 e 370/71. Entretanto, há a considerar questão ainda não examinada nesse particular, que são as despesas relativas a projetos, plantas e desenhos que precedem e são necessários a determinadas instalações e montagens. Pensamos que tais despesas poderão deixar de ser computadas no valor tributável, desde que observadas, cumulativamente, as seguintes condições relativamente aos referidos projetos, plantas e desenhos: a) que sejam referentes a instalações ou montagens fora do estabelecimento industrial; b) que sejam necessários à execução das referidas operações; c) que sejam feitos por profissional ou firma legalmente habilitados (inclusive pelo próprio executor da instalação ou montagem, nas mesmas condições). 9 - Quando o estabelecimento industrial autor da instalação ou montagem encomendar a terceiros a execução dos referidos projetos, plantas ou desenhos, servirá de comprovante da respectiva despesa, para efeitos de sua exclusão do VT, o respectivo recibo; no caso de ser executado esse serviço pelo próprio estabelecimento industrial, o valor correspondente, para os demais efeitos, não poderá exceder do que for usualmente cobrado por serviço semelhante, independentemente da prova de sua execução nas condições descritas na alínea c do item precedente.... (Parecer Normativo CST n o 526/1971) 2.3 Remessa de insumos com suspensão do IPI As matérias-primas e os produtos intermediários a serem empregados na operação de montagem, quando fornecidos pelo próprio executor, poderão sair do estabelecimento industrial com suspensão do imposto. Conforme já foi visto no subitem 2.1, o imposto torna-se exigível no momento da conclusão da operação de montagem fora do estabelecimento industrial. Na remessa dos insumos com suspensão do IPI, o estabelecimento emitirá nota fiscal na qual serão indicados, além dos demais requisitos regulamentares, a classificação fiscal própria de cada matéria-prima ou produto intermediário, a natureza da operação e, no quadro Dados Adicionais do campo Informações Complementares, a expressão Saído com Suspensão do IPI - Art. 42, VIII, do RIPI/2002. Concluída a operação de montagem fora do estabelecimento industrial, será emitida nota fiscal com lançamento do imposto, observando-se o valor tributável na forma indicada no subitem 2.2. (RIPI/2002, arts. 42, VIII, 333, I e XIII, e 341, III) 3. DESCARACTERIZAÇÃO DA INDUSTRIALIZAÇÃO Não caracteriza industrialização a operação de montagem fora do estabelecimento industrial consistente na reunião de produtos, peças ou partes de que resulte: a) edificação (casas, edifícios, pontes, hangares, galpões e semelhantes e suas coberturas); b) instalação de oleodutos, usinas hidrelétricas, torres de refrigeração, estações e centrais telefônicas ou outros sistemas de telecomunicação e telefonia, estações, usinas e redes de distribuição de energia elétrica e semelhantes; e c) fixação de unidades ou complexos industriais ao solo. Note-se que o Parecer Normativo CST n o 57/1973, entre outras considerações aplicáveis à operação de montagem fora do estabelecimento industrial, esclareceu que o que caracteriza a sua exclusão do conceito de industrialização é a fixação ao solo da unidade ou complexo industrial, quando assim exige o seu funcionamento. Em relação à exclusão citada na letra a (edificação), o Parecer Normativo CST n o 81/1977 faz um extenso estudo a respeito do seu significado e da sua abrangência, sendo oportuna a sua reprodução: Parecer Normativo CST n o 81/1977 O significado da expressão edificação constante da alínea a do inciso VI do 4 o do art. 1 o do RIPI é o de ato de edificar-se. Conseguintemente, ex vi daquela norma, excluem-se do conceito regulamentar de industrialização não só as operações de que resultem as obras exemplificadas na norma, bem como as que tenham como resultado bens semelhantes, quais sejam: pavilhões, abrigos de terminais ferroviários ou rodoviários, arquibancadas completas ou suas escadarias, garagens, silos, passarelas e viadutos. Esclarece-se aqui o campo de abrangência da exclusão do conceito de industrialização prevista na alínea a do inciso VI do 4 o do art. 1 o do RIPI a que se refere o Decreto n o , de 18 de fevereiro de O dispositivo em análise está assim redigido: 4 o - Não se considera industrialização, para os efeitos deste artigo: Boletim IOB - Manual de Procedimentos - Out/ Fascículo 40 RS 3

4 ... VI - a operação, ressalvado o disposto no 6 o, efetuada fora do estabelecimento industrial, consistente na reunião de produtos, peças ou partes e de que resulte: a) edificação (casas, edifícios, pontes, hangares, galpões e semelhantes e suas coberturas); b) instalação de... c) fixação de Dos diversos significados da expressão edificação constantes do Novo Dicionário da Língua Portuguesa, de Aurélio Buarque de Holanda Ferreira, destacam os seguintes: Edifício, construção, casa, prédio Construção de edifício Ato ou efeito de edificar-se. 4. A primeira acepção há de ser ab limine recusada em face da estrutura do inciso que, nas alíneas b e c, refere-se inquestionavelmente a ações; donde a conclusão de que na hipótese da alínea a, edificação também deve ter o sentido de ato de fazer algo Inaceitável também construção de edifício de vez que não só este último vocábulo tem significado próprio em direito civil, significado inclusive emprestado pela Lei n o 5.172, de 25 outubro de 1966 (CTN), na definição do fato gerador do Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural, como também porque na exemplificação constante do dispositivo questionado figuram também espécies que não se enquadram necessariamente na conceituação de edifício Conseguintemente, o RIPI, no dispositivo em análise, não considera industrialização a operação consistente na reunião de produtos, peças ou partes e de que resulte ato de edificar-se casas, edifícios, pontes, hangares, galpões e semelhantes e suas coberturas. 5. Outrossim, chamando-se à colação a Portaria n o 80, de 25 de março de 1970, ato do qual se originou o dispositivo em análise, verifica-se que o seu objetivo é o de restringir a extensão e o alcance atribuídos pelo RIPI ao conceito de montagem, o qual, ex vi do inciso III do 2 o do art. 1 o, outro não é que reunião de produtos, peças ou partes. 6. Portanto o que realmente determina a norma analisada é que não constitui montagem (e conseqüentemente industrialização), para efeitos de incidência do imposto, a reunião de produtos, peças e partes, efetuada fora do estabelecimento industrial, e de que resulte casas, edifícios, pontes, hangares, galpões e semelhantes e suas coberturas. 7. Diante do exposto, hão que se considerar excluídas do conceito de industrialização não só as operações de que resultem as obras exemplificadas na norma, bem como as que tenham como resultado bens semelhantes, quais sejam: pavilhões, abrigos de terminais ferroviários ou rodoviários, arquibancadas completas ou suas escadarias, garagens, silos, passarelas e viadutos, sendo absolutamente irrelevante, in casu, a conceituação legal de edifício retrocitada, que exige incorporação permanente ao solo, de modo que não se possa retirar sem destruição, modificação, fratura ou dano. (RIPI/2002, art. 5 o, VIII; e Parecer Normativo CST n o 81/1977) 3.1 Fornecimento de partes e peças Quando as partes e peças utilizadas em qualquer uma das operações referidas nas letras a a c do item 3 forem da própria fabricação ou importação do executor da operação de montagem, será exigido o imposto sobre esses fornecimentos, e o valor tributável será o valor da operação. Na nota fiscal emitida pelo executor das operações constará, destacadamente, o valor dos produtos, das partes ou das peças e o dos serviços efetuados (mão-de-obra). Na hipótese em que as partes e as peças utilizadas forem adquiridas de terceiros, não há de se cogitar em incidência do IPI, inclusive em relação ao custo da mão-de-obra. (RIPI/2002, arts. 5 o, parágrafo único, e 335) 4. CONSIDERAÇÕES SOBRE O ICMS E O ISS Quanto ao ICMS e ao ISS, o tratamento fiscal dispensado às operações de montagem resume-se no seguinte: a) se as mercadorias forem fornecidas pelo próprio executor da montagem, o ICMS incidirá sobre o valor total da operação, ou seja, sobre as mercadorias e a mão-de-obra; b) caso as mercadorias sejam fornecidas pelo próprio usuário final (autor da encomenda), a operação de montagem estará sujeita ao ISS, de competência dos municípios, nos termos do item da Lista de Serviços anexa à Lei Complementar n o 116/2003, que dispõe: Instalação e montagem de aparelhos, máquinas e equipamentos, inclusive montagem industrial, prestados ao usuário final do serviço, exclusivamente com material por ele fornecido. (Lei Complementar n o 87/1996, art. 2 o, IV, art. 12, VIII, a, e art. 13, IV, a ; e Lista de Serviços anexa à Lei Complementar n o 116/2003, item 14.06) 4 RS Manual de Procedimentos - Out/ Fascículo 40 - Boletim IOB

5 Estadual ICMS - Serviços de comunicação SUMÁRIO 1. Introdução 2. Fato gerador 3. Contribuinte 4. Local da prestação 5. Base de cálculo 6. Base de cálculo reduzida 7. Isenção do imposto 8. Alíquota 9. Regime especial de tributação 10. Provedores de acesso à Internet 11. Crédito do imposto 12. Modelos de notas fiscais (Comunicação e Telecomunicação) 13. Código Fiscal de Operação e Prestação (CFOP) 14. Penalidades 15. Jurisprudência 1. INTRODUÇÃO O ICMS é um imposto que incide sobre operações relativas à circulação de mercadorias, prestações de serviço de transporte interestadual, intermunicipal e serviços de comunicação, ainda que as operações e as prestações se iniciem no exterior. Nesta matéria, veremos os principais aspectos relacionados à incidência do imposto sobre as prestações de serviços de comunicação. (Constituição Federal de 1988, art. 155, II) 2. FATO GERADOR O ICMS tem como fato gerador as prestações onerosas de serviços de comunicação por qualquer meio, por pessoa física ou jurídica, inclusive geração, emissão, recepção, transmissão, retransmissão, repetição e ampliação de comunicação de qualquer natureza. O imposto também incide sobre o serviço prestado no exterior ou cuja prestação tenha início no exterior. (RICMS-RS/1997, Livro I, art. 5 o, III) Nota Na Instrução Normativa DRP n o 45/1998, Título I, Capítulo XXI, com base no Convênio ICMS n o 126/1998, concede-se regime especial para o cumprimento das obrigações tributárias relativas ao ICMS às empresas prestadoras de serviços de telecomunicações nele relacionadas. Com a concessão de regime especial, os prestadores de serviços de telecomunicações observarão regras específicas quanto a: a) base de cálculo; b) centralização da apuração e pagamento do imposto; c) inscrição dos estabelecimentos no Cadastro Geral de Contribuintes de Tributos Estaduais (CGC/TE); d) emissão de documentos fiscais; e) escrituração fiscal; f) demonstrativos para fins de apuração dos índices de participação dos municípios na arrecadação do ICMS; g) emissão de outros documentos fiscais. 2.1 Pagamento por meio de ficha, cartão ou assemelhado Para os serviços disponibilizados por meio de ficha, cartão ou assemelhados, ainda que por meios eletrônicos, o fato gerador do imposto ocorrerá, na hipótese de disponibilização: a) para utilização exclusiva em terminais de uso público ou para uso múltiplo em terminais de uso público ou particular, por ocasião do seu fornecimento a usuário ou a terceiro intermediário para fornecimento a usuário; b) de créditos passíveis de utilização. Neste caso, a disponilibilização de créditos ocorre no momento de seu reconhecimento ou ativação pela empresa de telecomunicação, que possibilite o seu consumo em terminal. (RICMS-RS/1997, Livro I, art. 5 o, IV) 3. CONTRIBUINTE Contribuinte do imposto é qualquer pessoa física ou jurídica que realize, com habitualidade ou em volume que caracterize intuito comercial, prestações de serviço de comunicação, ainda que essas se iniciem no exterior. No caso da prestação de serviço de comunicação, será considerado contribuinte, para fins de recolhimento do imposto, o prestador do serviço de comunicação e o destinatário do serviço de comunicação, caso tenha iniciado ou prestado no exterior. (RICMS-RS/1997, Livro I, art. 12) 4. LOCAL DA PRESTAÇÃO O local da prestação, para efeitos de cobrança do imposto e definição do estabelecimento responsável, nas prestações onerosas de serviço de comunicação, é: a) o da prestação de serviço de radiodifusão sonora e de som e imagem, assim entendido Boletim IOB - Manual de Procedimentos - Out/ Fascículo 40 RS 5

6 o de geração, emissão, transmissão, retransmissão, repetição, ampliação e recepção do serviço; b) o do estabelecimento da concessionária ou da permissionária que forneça ficha, cartão ou assemelhados com que o serviço é pago, exceto no caso de disponibilização de créditos passíveis de utilização em terminal de uso particular, hipótese em que o imposto é devido ao Estado onde o terminal estiver habilitado; c) o do estabelecimento destinatário do serviço, na hipótese da utilização, por contribuinte, de serviço cuja prestação se tenha iniciado em outro Estado ou no Distrito Federal e não esteja vinculada à operação ou prestação subseqüente, para fins de pagamento do diferencial de alíquota a que se refere o RICMS-RS/1997, Livro I, art. 17, III, nota; d) o do estabelecimento ou do domicílio do tomador do serviço, quando prestado por meio de satélite; e) onde seja cobrado o serviço, nos demais casos. Nos serviços prestados ou iniciados no exterior, considera-se local da prestação, para efeito de cobrança do imposto, o do estabelecimento ou, na falta deste, o do domicílio do destinatário, nos casos de serviços prestados ou iniciados no exterior. (RICMS-RS/1997, Livro I, art. 7 o, II e III) 4.1 Serviços não medidos que envolvam outros Estados Nas prestações de serviços não medidos, envolvendo diferentes Unidades da Federação, e cujo preço é cobrado por períodos definidos, o imposto devido deverá ser recolhido em partes iguais para os Estados onde estiverem localizados o prestador e o tomador. (RICMS-RS/1997, Livro I, art. 7 o, II e III, parágrafo único) 5. BASE DE CÁLCULO A base de cálculo do imposto devido nas prestações de serviços de comunicação é: a) o preço do serviço; b) o valor da prestação do serviço, acrescido, se for o caso, de todos os encargos relacionados com a sua utilização, na hipótese de recebimento, pelo destinatário, de serviço prestado no exterior; c) o valor da prestação na Unidade da Federação de origem, na hipótese de utilização, por contribuinte, de serviço cuja prestação se tenha iniciado em outra Unidade da Federação e não esteja vinculada à operação ou prestação subseqüente. Ressaltamos que as empresas enquadradas em regime especial devem observar, quanto à base de cálculo do imposto, as disposições contidas na Seção 2.0 do Capítulo XXI do Título I da Instrução Normativa DRP n o 45/1998. (RICMS-RS/1997, Livro I, art. 17, Instrução Normativa DRP n o 45/1998, Título I, Capítulo XXI, Seção 2.0) 5.1 Cálculo do ICMS por dentro O ICMS integra a sua própria base de cálculo sendo que o seu destaque no documento fiscal constitui mera indicação para fins de controle. (RICMS-RS/1997, Livro I, art. 18, I) 6. BASE DE CÁLCULO REDUZIDA O valor da base de cálculo é reduzido para: a) 48%, nas prestações de serviços de televisão por assinatura, sendo que: a.1) a sua adoção é facultativa em substituição à base de cálculo integral, prevista no art. 17 do Livro I, e implica vedação à utilização de quaisquer créditos aos quais o contribuinte teria direito; a.2) o prestador de serviço de comunicação deverá enviar, mensalmente, ao Departamento da Receita Pública Estadual (DRP), relação contendo nome e endereço do tomador do serviço localizado neste Estado, e os valores da prestação do serviço e do correspondente ICMS; b) 40%, nas prestações de serviços de radiochamada; c) 20%, nas prestações de serviços de comunicação onerosas, na modalidade de provimento de acesso à Internet, realizadas por provedor de acesso, conforme citado no item 10 deste texto; d) 60%, nas prestações de serviços de telefonia fixa a empresas de call center, para execução de serviços terceirizados, a seguir relaciona- 6 RS Manual de Procedimentos - Out/ Fascículo 40 - Boletim IOB

7 dos, desde que sejam atendidas as condições e os procedimentos estabelecidos na Instrução Normativa DRP n o 45/1998, Título I, Capítulo III, Seção 7.0: d.1) serviço de atendimento ao consumidor; d.2) televendas; d.3) agendamento de visitas; d.4) pesquisa de mercado; d.5) cobrança; d.6) help desk d.7) retenção de clientes; Nota Essa redução de base de cálculo está condicionada a que o prestador do serviço emita a Nota Fiscal de Serviços de Telecomunicações em nome da empresa de call center. e) 48%, nas prestações de serviços de monitoramento e rastreamento de veículo e carga, cujo imposto é devido ao Estado onde se localizar o tomador do serviço. Para esse tipo de serviço: e.1) o pagamento do imposto deverá ser feito por meio da GNRE, caso o prestador se localize em Estado diverso do tomador do serviço; e.2) o prestador deverá enviar mensalmente, a cada Unidade da Federação de localização do tomador do serviço, relação contendo: razão social do tomador do serviço e inscrição no CNPJ e no CGC/TE, período de apuração (mês e ano), o valor total faturado do serviço prestado, a base de cálculo e o valor do ICMS cobrado. Nota Essa redução de base de cálculo é opcional, implicando, em caso de adoção desta em substituição à base integral prevista no RICMS-RS/1997, Livro I, art. 17, vedação ao aproveitamento de quaisquer créditos fiscais a que o contribuinte teria o direito. Na hipótese de o contribuinte optar pela adoção da base de cálculo reduzida, deverá ser lavrado termo no Livro modelo 6. O retorno ao regime de tributação sobre o valor integral só poderá ser efetuado no primeiro dia de um novo ano-calendário, devendo permanecer no regime normal pelo menos até 31 de dezembro do mesmo ano. (RICMS-RS/1997, Livro I, arts. 17, 24, II a VI, 1 o e 3 o ) 7. ISENÇÃO DO IMPOSTO São isentas do imposto as prestações de serviços: a) de telecomunicação utilizados por órgãos da Administração Pública Estadual Direta, Fundações e Autarquias mantidas pelo Poder Público Estadual, Ministério Público Estadual e pelos órgãos dos Poderes Legislativo e Judiciário Estaduais, desde que o benefício seja transferido aos beneficiários, mediante a redução do valor da prestação, no montante correspondente ao imposto dispensado; devem ser observadas as disposições contidas na Instrução Normativa DRP n o 45/1998, Título I, Capítulo I, Seção 15.0; b) de telecomunicação destinados a missões diplomáticas, repartições consulares e representações de organismos internacionais, de caráter permanente, desde que sejam obedecidas as disposições contidas na Instrução Normativa DRP n o 45/1998, Título I, Capítulo I, Seção 9.0. Essa isenção está condicionada à existência de reciprocidade de tratamento tributário, declarada, anualmente, pelo Ministério das Relações Exteriores; c) locais de difusão sonora, cuja aplicação está condicionada, nos termos de instruções do DRP, à divulgação, pelos prestadores beneficiados, de matéria destinada a informar e conscientizar a população, visando o combate à sonegação fiscal, sem ônus para o Erário; d) de comunicação referentes a acesso à Internet e conectividade em banda larga, no âmbito do Programa Governo Eletrônico de Atendimento do Cidadão (GESAC), instituído pelo Governo Federal. (RICMS-RS/1997, Livro I, art. 10, I, II, IV, X; Instrução Normativa DRP n o 45/1998, Título I, Capítulo I, Seção 9.0 e Título I, Capítulo I, Seção 15.0) 8. ALÍQUOTA A alíquota do imposto nas prestações internas, inclusive nos casos de serviços de comunicação iniciados ou prestados no exterior, e a não-contribuintes de outros Estados é de 25%. Nas prestações interestaduais que destinem serviços de comunicação a contribuintes do imposto, as alíquotas são: a) 12%, quando o destinatário estiver localizado nos Estados de Santa Catarina, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e São Paulo; b) 7%, quando o destinatário estiver localizado nos demais Estados e no Distrito Federal. (RICMS-RS/1997, Livro I, art. 28, I e art. 29, II) Boletim IOB - Manual de Procedimentos - Out/ Fascículo 40 RS 7

8 9. REGIME ESPECIAL DE TRIBUTAÇÃO Às empresas prestadoras de serviços de comunicação, relacionadas no Ato Cotepe/ICMS n o 10/2008, é concedido regime especial para apuração e pagamento do imposto e cumprimento das obrigações acessórias, que devem observar as disposições contidas no Capítulo XXI do Título I da Instrução Normativa DRP n o 45/1998. (Instrução Normativa DRP n o 45/1998, Título I, Capítulo XXI) 10. PROVEDORES DE ACESSO À INTERNET O serviço de conexão à Internet constitui prestação de serviço de comunicação, que configura, quando onerosa, hipótese de incidência do ICMS. O valor da base de cálculo é reduzido para 20% na prestação onerosa de comunicação, na modalidade de provimento de acesso à Internet, realizada por provedor de acesso. Entretanto, a opção do contribuinte em adotar essa base de cálculo reduzida em substituição à base integral, prevista no art. 17 do Livro I, implica vedação à utilização de quaisquer créditos fiscais aos quais teria direito. Ressaltamos que, na hipótese de o prestador do serviço se localizar em Estado diferente daquele onde se localizar o tomador, o imposto devido deverá ser pago na proporção de 50% para o Estado de localização do tomador e 50% para o Estado onde o prestador estiver localizado. (RICMS-RS/1997, Livro I, art. 17 e art. 24, IV) 11. CRÉDITO DO IMPOSTO Até , só está permitida a apropriação do crédito relativo ao recebimento de serviços de comunicação pelo estabelecimento: a) ao qual tenham sido prestados na execução de serviços da mesma natureza; b) quando sua utilização resultar em operação de saída ou prestação para o exterior, na proporção desta sobre as saídas ou prestações totais. Assim, a partir de 1 o , caso não haja prorrogação desse prazo, todo e qualquer estabelecimento poderá realizar o crédito do ICMS relativo ao serviço de comunicação. (RICMS-RS/1997, Livro I, art. 31, I, d, e art. 33, XV) 12. MODELOS DE NOTAS FISCAIS (COMUNICAÇÃO E TELECOMUNICAÇÃO) Os contribuintes devem utilizar os documentos fiscais de acordo com o tipo de operação ou a prestação realizada. Ressaltamos que mesmo o prestador de serviço deve manter a Nota Fiscal, modelo 1 ou 1-A, que deverá ser emitida antes da saída da mercadoria do estabelecimento, entre as quais citamos: remessa para conserto, devolução de mercadoria adquirida, venda de bens do Ativo Imobilizado etc. Para documentar as prestações de serviços de comunicações, o contribuinte emitirá, conforme o caso, a: a) Nota Fiscal de Serviços de Comunicação, modelo 21; b) Nota Fiscal de Serviços de Telecomunicação, modelo 22. A emissão desses documentos fiscais deve ser feita de acordo com o disposto no RICMS-RS/1997, Livro II, arts. 135 a 137, e nos arts. 138 a 141, nas prestações de serviços de comunicação e de telecomunicações, respectivamente. Na hipótese de emissão pelo sistema eletrônico de processamento de dados, devem ser observadas as disposições contidas nos arts.181 e seguintes do Livro II, e em instruções baixadas pelo Departamento da Receita Pública Estadual (DRP), constantes no Capítulo XVI do Título I da Instrução Normativa DRP n o 45/1998. (RICMS-RS/1997, Livro II, art. 8 o, III, e arts. 181 ao 192; Instrução Normativa DRP n o 45/1998, Título I, Capítulo XVI) 13. CÓDIGO FISCAL DE OPERAÇÃO E PRESTAÇÃO (CFOP) A seguir, apresentamos em forma de tabela os Códigos Fiscais de Operação e Prestação (CFOP) relacionados à prestação de serviço de comunicação. AQUISIÇÕES DE SERVIÇOS DE COMUNICAÇÃO CFOP Descrição (prestações internas) (prestações interestaduais) Aquisição de serviço de comunicação para execução de serviço da mesma natureza Classificam-se neste código as aquisições de serviços de comunicação utilizados nas prestações de serviços da mesma natureza (prestações internas) (prestações interestaduais) Aquisição de serviço de comunicação por estabelecimento industrial 8 RS Manual de Procedimentos - Out/ Fascículo 40 - Boletim IOB

9 AQUISIÇÕES DE SERVIÇOS DE COMUNICAÇÃO CFOP Descrição Classificam-se neste código as aquisições de serviços de comunicação utilizados por estabelecimento industrial. Também serão classificadas neste código as aquisições de serviços de comunicação utilizados por estabelecimento industrial de cooperativa (prestações internas) (prestações interestaduais) Aquisição de serviço de comunicação por estabelecimento comercial Classificam-se neste código as aquisições de serviços de comunicação utilizados por estabelecimento comercial. Também serão classificadas neste código as aquisições de serviços de comunicação utilizados por estabelecimento comercial de cooperativa (prestações internas) (prestações interestaduais) Aquisição de serviço de comunicação por estabelecimento de prestador de serviço de transporte Classificam-se neste código as aquisições de serviços de comunicação utilizados por estabelecimento prestador de serviço de transporte (prestações internas) (prestações interestaduais) Aquisição de serviço de comunicação por estabelecimento de geradora ou de distribuidora de energia elétrica Classificam-se neste código as aquisições de serviços de comunicação utilizados por estabelecimento de geradora ou de distribuidora de energia elétrica (prestações internas) (prestações interestaduais) Aquisição de serviço de comunicação por estabelecimento de produtor rural Classificam-se neste código as aquisições de serviços de comunicação utilizados por estabelecimento de produtor rural. PRESTAÇÕES DE SERVIÇOS DE COMUNICAÇÃO CFOP Descrição Classificam-se neste código as prestações de serviços de comunicação a estabelecimento de geradora ou de distribuidora de energia elétrica (prestações internas) (prestações interestaduais) Prestação de serviço de comunicação por estabelecimento de produtor rural Classificam-se neste código as prestações de serviços de comunicação a estabelecimento de produtor rural (prestações internas) (prestações interestaduais) Prestação de serviço de comunicação a não-contribuinte Classificam-se neste código as prestações de serviços de comunicação a pessoas físicas ou a pessoas jurídicas não indicadas nos códigos anteriores. (RICMS-RS/1997, Apêndice VI) 14. PENALIDADES O descumprimento das obrigações, principal ou acessórias, sujeita o infrator às penalidades previstas na legislação, entre as quais citamos a multa equivalente a 5% do valor das mercadorias, não inferior a 5 UPF-RS, aplicada ao contribuinte que emitir documento fiscal sem as indicações exigidas. (Lei n o 6.537/1973, arts. 7 o e 11, II, e ) PRESTAÇÕES DE SERVIÇOS DE COMUNICAÇÃO CFOP Descrição (prestações internas) (prestações interestaduais) Prestação de serviço de comunicação para execução de serviço da mesma natureza Classificam-se neste código as prestações de serviços de comunicação destinados às prestações de serviços da mesma natureza (prestações internas) (prestações interestaduais) Prestação de serviço de comunicação por estabelecimento industrial Classificam-se neste código as prestações de serviços de comunicação a estabelecimento industrial. Também serão classificados neste código os serviços de comunicação prestados a estabelecimento industrial de cooperativa (prestações internas) (prestações interestaduais) Prestação de serviço de comunicação a estabelecimento comercial Classificam-se neste código as prestações de serviços de comunicação a estabelecimento comercial. Também serão classificados neste código os serviços de comunicação prestados a estabelecimento comercial de cooperativa (prestações internas) (prestações interestaduais) Prestação de serviço de comunicação a estabelecimento de prestador de serviço de transporte Classificam-se neste código as prestações de serviços de comunicação a estabelecimento prestador de serviço de transporte (prestações internas) (prestações interestaduais) Prestação de serviço de comunicação a estabelecimento de geradora ou de distribuidora de energia elétrica 15. JURISPRUDÊNCIA A seguir, transcrevemos o Acórdão n o 274/2008 extraído do site da Secretaria da Fazenda e cuja utilização prescinde de busca do texto original publicado no diário oficial. Esse Acórdão versa sobre questão polêmica relativa à tributação do ICMS na prestação de serviço prestado pelo provedor de acesso à Internet. ACÓRDÃO N o 274/08 RECURSO N o 1076/07 RECORRENTE: (...) E FAZENDA ESTADUAL RECORRIDA: AS MESMAS (Proc. n o /07-2) PROCEDÊNCIA: PORTO ALEGRE - RS DECISÃO DE 1 a INSTÂNCIA N o : AUTO DE LANÇAMENTO N o : EMENTA: Recurso Voluntário. ICMS. Prestação de Serviço de Comunicação. internet BANDA LARGA - ADSL (serviço de comunicação multimídia - SCM). Incidência. Serviço de Valor Adicionado. Inaplicabilidade. Recurso de Ofício. Multa. Reclassificação para a de natureza material básica. Procedência. Boletim IOB - Manual de Procedimentos - Out/ Fascículo 40 RS 9

10 O ICMS incide sobre todas as espécies de prestação de serviços de comunicação possíveis e existentes, à exceção daquelas formas expressamente afastadas pelo legislador constituinte ou às prestadas de forma graciosa, sem a contrapartida característica da bilateralidade das transações. É da exegese do art. 155, II, combinado com os arts. 150 e 155, 2 o, X, a e d da Carta Magna, e art. 2 o, III da LC 87/96. A classificação de determinadas espécies de serviços como sendo de valor adicionado, como realizado pelo art. 61 da Lei Geral das Telecomunicações (Lei 9.472/97), não tem o condão de suprimir espécies, formas e/ou modalidades de serviços de comunicação do campo de incidência do imposto. A modalidade de comunicação internet BANDA LARGA - ADSL (serviço de comunicação multimídia - SCM) caracterizase e qualifica-se como espécie de serviço de comunicação e, face ser prestada em caráter oneroso, amolda-se perfeitamente à hipótese de incidência insculpida no art. 2 o, III da LC 87/96, cujo espelho estadual encontra-se inserido no art. 3 o, III da Lei 8.820/89. A infração tributária material consubstanciada em valores acobertados por documento fiscal e cujo fato infringente não se enquadra nas tipificações prescritas para as espécies privilegiada ou qualificada há de ser classificada como de natureza básica. Recursos Voluntário e de Ofício não providos. Unânime, quanto ao recurso de ofício, e por maioria, em relação ao recurso voluntário. ACÓRDÃO Vistos, relatados e discutidos estes autos, ACORDAM os membros da Segunda Câmara do Tribunal Administrativo de Recursos Fiscais do Rio Grande do Sul, por UNANIMIDADE DE VOTOS, em negar provimento ao recurso oficial e por maioria, vencido o juiz Dr. Fúlvio Araújo Santos, negar provimento ao recurso voluntário. Participaram do julgamento, ainda, os Juízes Fúlvio Araújo Santos, Fábio Weber Nowaczyk e Ademir Costa Monteiro. Presentes os Defensores da Fazenda Marcolina Maria Gerevini Dias e Abel Henrique Ferreira. RA Porto Alegre, 26 de março de LUIZ ANTÔNIO BINS - JUIZ RELATOR ENIO AURÉLIO LOPES FRAGA - PRESIDENTE DA CÂMA- Relatório. Trata-se de recursos voluntário e de ofício contra a decisão da Primeira Instância n o , que julgou parcialmente procedente o Auto de Lançamento n o Contra ( ) foi lavrado, em 03/07/07, o Auto de Lançamento supra referido, para constituição, a favor da Fazenda Pública, de crédito tributário representado por ICMS, juros moratórios e multa material qualificada, no valor total de R$ ,60 (sete milhões, quinhentos e setenta e seis mil, vinte e três reais e sessenta centavos). O libelo acusatório consigna que a infração se consubstancia na não tributação com o ICMS, por parte do sujeito passivo acima qualificado, da prestação dos serviços de telecomunicações na modalidade internet BANDA LARGA - ADSL a seus usuários relativamente ao período compreendido entre 01/10/02 e 31/12/05. Ainda, diz o acusatório fiscal que a empresa ( )... passou a adotar de forma unilateral e sem qualquer suporte técnico, doutrinário ou judicial, o procedimento de não tributar com o ICMS a prestação destes novos serviços de telecomunicações, considerando-os como se fossem os chamados serviços de provimento de acesso à internet, referidos nas normas da ANA- TEL. A notificação do lançamento foi efetuada em 16/07/07, mediante Aviso de Recebimento - AR (fl. 36). Irresignado com o procedimento fiscal, o sujeito passivo, tempestivamente e por procurador devidamente habilitado, impugnou o lançamento na sua integralidade, propugnando pelo seu cancelamento. Discorda do entendimento fiscal, sob o fundamento de que a disponibilização do acesso à internet através da infra-estrutura cognominada de banda larga não configura prestação de serviço de comunicação, eis que, por si só, não viabiliza a troca de informações entre emissor e destinatário determinados, sendo necessária a presença de um serviço de comunicação que lhe sirva de suporte físico e de um provedor de acesso. Alega que o ICMS incide somente sobre a prestação onerosa de serviços de comunicação, na qual não se enquadra a denominada banda larga, que é classificada como serviço de valor adicionado, a teor do art. 61 da Lei 9.472/97, da mesma forma que a atividade desenvolvida pelos provedores de internet, cuja incidência do ICMS já foi afastada pela doutrina e jurisprudência. Ainda, contesta a multa, porquanto não cometeu nenhuma das condutas descritas como infração material qualificada pelos arts. 7 o e 8 o da Lei 6.537/73. A Primeira Instância Administrativa, em extensa e fundamentada decisão, julgou parcialmente procedente o crédito tributário constituído. Concluiu que o serviço de banda larga integra o campo de incidência do imposto estadual, haja vista caracterizar-se como prestação de serviço de comunicação e ser prestado de forma onerosa. Quanto à multa, julgou por bem revê-la, eis que, em seu entender, não caracterizada qualquer conduta tipificadora das infrações de natureza privilegiada ou qualificada, havendo, portanto, de ser tida como básica a ilicitude fiscal cometida, com a conseqüente aplicação da penalidade da mesma grandeza. Assim, a multa foi reduzida de R$ ,56 (três milhões, seiscentos e sessenta e oito mil, oitocentos e noventa e cinco reais e cinqüenta e seis centavos), para R$ ,78 (hum milhão, oitocentos e trinta e quatro mil, trezentos e noventa e sete reais e setenta e oito centavos). Ao final, recorreu de ofício a esta Colenda Corte Administrativa, com fulcro no art. 41 da Lei 6.537/73. O recorrente, no prazo e forma legais, protocolou duas petições: a primeira, consistente em uma MANIFESTAÇÃO na qual requer seja negado provimento ao recurso de ofício, eis que não praticou qualquer infração material qualificada; a segunda, representativa de seu RECURSO VOLUNTÁRIO, no qual reitera seus argumentos de que o serviço de banda larga não configura prestação de serviço de comunicação e, portanto, não representa hipótese de incidência do ICMS-Comunicação. 10 RS Manual de Procedimentos - Out/ Fascículo 40 - Boletim IOB

11 A Defensoria da Fazenda manifestou-se pela manutenção da decisão singular, pelos seus próprios fundamentos e, em decorrência, pelo desprovimento de ambos os apelos. É o relatório. VOTO A Constituição da República, ao proceder a discriminação de rendas entre as diversas pessoas políticas da Federação, atribuiu aos Estados e ao Distrito Federal a competência para a instituição do imposto sobre operações relativas à circulação de mercadorias e sobre as prestações de serviços de transporte interestadual e intermunicipal e de comunicação, o cognominado ICMS (art. 155, II da CF/88). Ou seja, uma das hipóteses de incidência do imposto estadual consiste na prestação de serviço de comunicação, o qual, a toda prova, há de ser considerado - o serviço de comunicação - em toda a sua amplitude, haja vista a inexistência de qualquer restrição quanto à espécie, à natureza ou a qualquer outra qualidade do mesmo na Carta Magna, à exceção das eventuais imunidades previstas nos arts. 150 e 155, 2 o, X, a e d da Lei das Leis. De forma um pouco diversa prescreveu a Lei Complementar 87/96, norma nacional informadora dos princípios reguladores e harmonizadores do ICMS. Sem adentrar-se no seu mérito, a Lei Kandir restringiu o campo de incidência do ICMS-Comunicação para as prestações onerosas de serviços da espécie. Eis, ipsis litteris, o art. 2 o, III da LC 87/96: Art. 2 o. O imposto incide sobre: (...) III - prestações onerosas de serviços de comunicação, por qualquer meio, inclusive a geração, a emissão, a recepção, a transmissão, a retransmissão, a repetição e a ampliação de comunicação de qualquer natureza; (grifei) (...) A legislação gaúcha procedeu da mesma forma ao instituir a imposição estadual de consumo, através da Lei 8.820/89, intitulada de Lei Básica do ICMS. E, nem poderia ser diferente, haja vista o sistema jurídico-tributário vigente, em especial pelas normas de superior hierarquia. Assim, o ICMS incide sobre todas as espécies de prestação de serviços de comunicação possíveis e existentes, à exceção daquelas formas expressamente afastadas pelo legislador constituinte ou às prestadas de forma graciosa, sem a contrapartida característica da bilateralidade das transações. A classificação de determinadas espécies de serviços como sendo de valor adicionado, como realizado pelo art. 61 da Lei Geral das Telecomunicações (Lei 9.472/97), não tem o condão de suprimir espécies, formas e/ou modalidades de serviços de comunicação do campo de incidência do imposto. E por diversas razões. Justifico. Primeiro, porque cabe à Constituição Federal, e somente a esta, a atribuição, às Pessoas Políticas, das competências tributárias, bem como a definição das hipóteses e bases de incidência dos tributos que lhes são atribuídos (arts. 148, 149, 149-A, 153, 154, 155, 156, 195, 212, 5 o e 239 da CF/88). Tratase, indubitavelmente, de matéria de foro exclusivamente constitucional, sem qualquer possibilidade de regramento por norma de inferior hierarquia. Segundo, porque é vedado à União a instituição de isenção heterônoma, ou seja, desonerar a exigência fiscal em relação aos tributos de competência dos Estados, do Distrito Federal ou dos Municípios, a teor do disposto no art. 151, III da Carta Política. Terceiro, porque, em domínio de ICMS, qualquer desoneração relativa ao imposto, seja mediante isenção, redução de base de cálculo, crédito presumido, devolução total ou parcial ou qualquer outro benefício ou favor fiscal, bem como a concessão de anistia, remissão, transação, moratória, parcelamento e ampliação de prazo de recolhimento, só pode ser efetivada sob o beneplácito unânime da totalidade dos Estados e do Distrito Federal através de convênios celebrados no âmbito do Conselho Nacional de Política Fazendária - CONFAZ, a teor do contido nos arts. 150, 6 o e 155, 2 o, XII, g da CF/88 e nos arts. 1 o e 10 da LC 24/75. Quarto, porque nem a lei tributária pode alterar a definição, o conteúdo e o alcance de institutos, conceitos e formas de direito privado, utilizados, expressa ou implicitamente, pela Constituição Federal, pelas Constituições dos Estados, ou pelas Leis Orgânicas do Distrito Federal ou dos Municípios, para definir ou limitar competências tributárias. É da dicção do art. 110 do Código Tributário Nacional (Lei 5.172/66). E nem poderia ser diferente, sob pena de subverter-se totalmente a discriminação de rendas na Federação, tão arduamente construída pela Constituição Cidadã de 1988, em que pese já bastante alterada pela exacerbada exploração, pela União, das contribuições sociais, em detrimento dos impostos sobre a renda e sobre produtos industrializados, que são partilhados com os Entes Políticos Subnacionais. Nesta esteira, repita-se, o campo de incidência do ICMS abrange todas as espécies de prestação de serviços de comunicação, exceto aquelas expressamente afastadas pela Lex Fundamentalis ou prestadas em regime não oneroso. Assim, a modalidade de comunicação internet BANDA LARGA - ADSL (serviço de comunicação multimídia - SCM) caracteriza-se e qualifica-se como espécie de serviço de comunicação e, face ser prestada em caráter oneroso, amolda-se perfeitamente à hipótese de incidência insculpida no art. 2 o, III da LC 87/96, cujo espelho estadual encontra-se inserido no art. 3 o, III da Lei 8.820/89. No âmbito da discussão sobre a natureza desta espécie de serviço, o subitem III.2 - DEFINIÇÃO DE SERVIÇO DE CO- MUNICAÇÃO MULTIMÍDIA, do Anexo do Auto de Lançamento n o (fls. 9 e 10) deixa rotundamente clara tal situação, ao colacionar algumas definições do que seja serviço de comunicação multimídia. Conforme o site <www.teleco.com.br/scm.asp>, seria um serviço fixo de telecomunicações de interesse coletivo, prestado em âmbito nacional e internacional, no regime privado, que possibilita a oferta de capacidade de transmissão, emissão e recepção de informações multimídia (dados, voz e imagem), utilizando quaisquer meios, a assinantes dentro de uma área de prestação de serviços. Boletim IOB - Manual de Procedimentos - Out/ Fascículo 40 RS 11

12 Na mesma linha de raciocínio, o próprio Regulamento do Serviço de Comunicação Multimídia, aprovado pela Resolução ANATEL n o 272, de 9/8/2002, do qual é parte anexa, define, em seu art. 3 o, o Serviço de Comunicação Multimídia como sendo um serviço fixo de telecomunicações de interesse coletivo, prestado em âmbito nacional e internacional, no regime privado, que possibilita a oferta de capacidade de transmissão, emissão e recepção de informações multimídia, utilizando quaisquer meios, a assinantes dentro de uma área de prestação de serviço. São elucidativos, também, os ensinamentos trazidos no item IV - FUNCIONAMENTO DA internet, do anexo do AL (fls. 11 a 18), obtidos no site <www.teleco.com.br/tutoriais.asp>, os quais, em que pese já deveras conhecido, a seguir os reproduzimos na íntegra: (...) O acesso pessoal à internet na residência ou em uma pequena empresa ocorre através de um provedor de acesso a Serviços internet (PASI). O PASI tem a função de conectar um computador (PC) à internet permitindo a navegação na World Wide Web e acesso a serviços como envio e recebimento de . Para utilizar estes serviços, o usuário precisa primeiro acessar o PASI. Há duas formas de acesso: Acesso discado Esta conexão é feita, na maior parte dos casos, através das operadoras de telefonia fixa (operadoras do Serviço Telefônico Fixo Comutado - STFC) na forma de uma ligação telefônica. O usuário origina uma chamada telefônica destinada ao PASI, utilizando o modem do seu computador. Ao receber esta chamada, através de um modem, o PASI inicia a troca de informações o computador e estabelece uma conexão em protocolo IP. Este tipo de conexão é chamada de acesso discado e permite a comunicação via modem entre computador do usuário e o PASI, enquanto durar a ligação telefônica. Esta comunicação está limitada a taxas de 56 Kbit/s. Acesso Banda Larga Existem alternativas para prover a conexão entre usuário e PASI que buscam estabelecer uma conexão permanente (always on) e com taxas maiores de comunicação de dados. O serviço é pago com uma taxa única independentemente do tempo e número de conexões. Esses serviços são conhecidos como acesso Banda Larga. As principais são: ADSL, implementado pelas operadoras de STFC; Cable Modem, implementado pelas operadoras de TV a cabo; acesso wireless via redes celulares, ou rádios em sistemas multiponto (Wi-Fi, Wimax, etc.); Banda Larga via satélite. Internet: acesso Discado No acesso discado à internet, o usuário está se relacionando com duas entidades: a operadora de telefonia (STFC) e o provedor de acesso a Serviços internet (PASI), considerado um provedor de serviço de valor adicionado. O custo de acesso à internet tem, portanto, dois componentes: Custo da ligação telefônica, que pode ser cobrado por tempo de conexão em minutos de acordo com o plano de serviço da operadora, ou por valor fixo mensal, no plano conhecido como internet ilimitada, que não tem contagem de tempo de conexão; Custo do provedor de acesso, em geral um valor fixo independente da utilização ou igual a zero no caso de provedores de internet Grátis.... Internet: acesso Banda Larga No acesso banda larga à internet, o usuário também está se relacionando com duas entidades: a operadora de serviço de comunicação multimídia (SCM) e o provedor de acesso a Serviços internet (PASI), que em alguns casos pode ser a própria operadora SCM. Os diversos tipos de acesso Banda Larga são apresentados a seguir. Mais detalhes sobre os serviços banda larga podem ser encontrados no tutorial Meios de acesso à internet. Acesso ADSL O acesso ADSL é feito através de uma operadora de serviços de telefonia fixa, que também tem licença SCM para esses serviços, e que usa sua rede de acesso para fornecer a conexão de banda larga, conforme ilustra a figura a seguir. O acesso a internet é feito através de um PASI escolhido pelo usuário, e que deve ter interconexão com a operadora de telefonia fixa local. Os serviços oferecido é do tipo conexão permanente (always on) e tem taxas de comunicação de dados que variam de 128 kbit/s a 10 Mbit/s. O usuário normalmente paga pelo serviço ADSL para a operadora de telefonia fixa, e pelo serviço de acesso a internet para o PASI. Apesar de algumas operadoras estipularem uma franquia ou limite máximo de consumo mensal em bytes (quantidade de bytes transferidos pelo usuário em downloads ou acesso a sites) incluído no valor do serviço e um valor adicional caso o limite seja ultrapassado, normalmente os valores praticados são suficientes para os usuários típicos de cada plano. Acesso Cable Modem O acesso Cable Modem é feito através de uma operadora de serviços de TV por Assinatura, que também tem licença SCM para esses serviços, e que usa sua rede de TV a cabo para fornecer a conexão de banda larga, conforme ilustra a figura a seguir. 12 RS Manual de Procedimentos - Out/ Fascículo 40 - Boletim IOB

13 O acesso a internet é feito através da própria operadora de TV a cabo, se for um PASI também, ou através de um dos PASI que tenha interconexão com essa operadora. O serviço oferecido é do tipo conexão permanente (always on) e tem taxas de comunicação de dados que variam de 128 kbit/s a 8 Mbit/s. Se a operadora de TV por assinatura for também o PASI, o usuário paga para essa operadora por todo serviço de acesso a internet. Caso o PASI seja uma outra operadora, o usuário para pelo serviço cable mode para a operadora de TV por Assinatura, e pelo serviço de acesso a internet para o PASI. Acesso Rádio e Satélite O acesso Rádio é feito através de uma operadora de serviços SCM que usa sua rede Rádio para fornecer a conexão de banda larga, conforme ilustra a figura a seguir. O acesso Rádio pode ser fornecido através de operadoras que utilizam as seguintes tecnologias: Rede Celular: as operadoras de Telefonia Celular também oferecem serviços de acesso banda larga através das tecnologias 2,5G e 3G implementadas em suas redes; Wi-Fi: são operadoras que normalmente estão presentes em locais públicos de grande acesso, tais como aeroportos, cybercafés, shoppings, etc., e que oferecem o serviço banda larga principalmente para usuários de notebooks ou pdas; Wimax: são operadoras que estão usando a nova tecnologia de rádios em sistemas mutliponto como alternativa aos serviços ADSL ou Cable Modem nos grandes centros urbanos, ou para oferecer o serviço de banda larga em locais onde exista pouca ou nenhuma oferta desse serviços (pequenas localidades ou áreas rurais, por exemplo). Existem operadoras que usam tecnologias pré-wimax para a oferta de serviços banda larga, e que estão migrando também para a nova tecnologia. O acesso a internet é feito através da própria operadora de Rádio, se for um PASI também, ou através de um dos PASI que tenha interconexão com essa operadora. O serviço oferecido é do tipo conexão permanente (always on) e tem taxas de comunicação de dados que podem variar de 128 kbit/s a 622 Mbit/s (esta última quando do uso de rádios digitais). Se a operadora de Rádio for também o PASI, o usuário paga para essa operadora por todo serviço de acesso a internet. Caso o PASI seja uma outra operadora, o usuário para pelo serviço de acesso banda larga para a operadora de de Rádio, e pelo serviço de acesso a internet para o PASI. O acesso Satélite é similar ao acesso Rádio. O usuário contrata o serviços de uma operadora de acesso Satélite e recebe um dispositivo que faz a comunicação com o Satélite da operadora e pode acessar a internet através dessa operadora, se ela mesma for o PASI, ou através de um dos PASI que tenha interconexão com essa operadora. As taxas de transmissão de dados variam de 200 kbit/s até 600 kbits/s, e a forma de pagamento dos serviços é similar ao acesso Rádio. Sobre a matéria, conclui a autoridade autuante no mesmo item IV - FUNCIONAMENTO DA internet, do anexo do AL (fls. 17 a 18), verbis: Pelo que expusemos acima, fica claro que para acessar à internet a partir de uma residência ou de uma pequena empresa estão envolvidos dois tipos de prestadores de serviço: - provedor de acesso à internet, é provedor de serviços de valor adicionado, que tem a função de conectar um computador (PC por exemplo) à internet permitindo a navegação na World Wide Web e acesso a serviços como envio e recebimento de ; - provedor de serviço de telecomunicações que fornece a conexão entre a residência (ou escritório) e o local onde estão localizados os servidores do provedor de acesso a internet. Esta conexão pode ser Discada, fornecida pelas operadoras de telefonia fixa, ou Banda larga, oferecida pelas operadoras do Serviço de Comunicação Multimídia SCM. As principais conexões Banda Larga são:. ADSL, fornecidas pelas operadoras de telefonia fixa que também possuam autorização da ANATEL para prestarem Serviços de Comunicação Multimídia;. Cable Modem, fornecido pelas operadoras de TV a cabo, que também possuam autorização da ANATEL para prestarem Serviços de Comunicação Multimídia;. acesso Wireless, fornecido pelas operadoras de telefonia celular e pelas operadoras de rádios em sistemas multiponto (Wi-Fi, Wimax, etc.), que também possuam autorização da ANATEL para prestarem Serviços de Comunicação Multimídia;. Banda Larga via Satélite, pelas operadoras autorizadas pela ANATEL para também prestarem Serviços de Comunicação Multimídia. A figura a seguir ilustra o papel dos dois tipos de provedores. Fonte: <http://www.teleco.com.br/internet_prov.asp> acesso em 19/06/2007 Conclui-se, portanto, que o uso da internet pressupõe a utilização de duas prestações de serviço de natureza distintas, a saber: - a primeira é a prestação do serviço de telecomunicações que é utilizado como suporte, infra-estrutura ou meio físico, a partir do qual será possível a prestação do segundo serviço. Este serviço de telecomunicação utilizado como suporte ou canal físico, através do qual irão circular os sinais eletromagnéticos representativos da comunicação, pode ser o serviço prestado pela operadora de telefonia fixa (acesso discado) ou pode ser o serviço prestado pela prestadora do serviço de comunicação multimídia (SCM), como nos casos da Banda Larga ADSL, cabos coaxias das TVs a cabo, Rádio etc. - a segunda é a prestação do serviço do provedor de acesso à internet, que possibilita a conexão do usuário à internet. Boletim IOB - Manual de Procedimentos - Out/ Fascículo 40 RS 13

14 O meio físico ou canal físico, através do qual a informação trafega na forma de sinais eletromagnéticos, considerado isoladamente, não é capaz de possibilitar que esta informação chegue ao seu destinatário. Para que isto ocorra, é necessário o concurso de um outro serviço de natureza diversa, prestado pelo provedor de acesso. É correto se afirmar que cada um dos prestadores fornece suas utilidades dentro de sua esfera de capacidades - fornecimento do meio físico pela prestadora do serviço telefônico fixo comutado (acesso discado) ou pela prestadora do serviço de comunicação multimídia (banda larga ADSL, TV a cabo, rádio, etc) e fornecimento do meio lógico pelo provedor de acesso à internet, sendo cada um remunerado por cada serviço específico - a prestadora do serviço telefônico fixo comutado ou a prestadora do serviço de comunicação multimídia pelo serviço de telecomunicação e o provedor de acesso pela conexão à internet. (grifei) Ainda, são também esclarecedores os serviços prestados pela ( ), constantes do próprio site da empresa na rede mundial de computadores, os quais se encontram sobejamente demonstrados no item V - SERVIÇOS DE TELECOMUNICAÇÕES E DE provedor DE acesso PRESTADOS PELA ( ), do mesmo Anexo do Auto de Lançamento. Assim, parafraseando o eminente Julgador Singular, não é possível excluir o serviço de banda larga do campo de incidência do ICMS. Contanto que onerosas, todas as prestações de serviços de comunicação estão sujeitas à tributação do ICMS. Quanto à multa, assiste razão à querelante, devendo ser confirmada a bem prolatada manifestação do Juízo a quo, que reclassificou a penalidade para a de natureza material básica com a conseqüente redução do valor imputado, porquanto se trata de infração apurada a partir de valores acobertados por documento fiscal e cujo fato infringente não se enquadra nas tipificações prescritas para as infrações materiais privilegiadas ou qualificadas. À conta do exposto, é de confirmar-se, na íntegra, a bem prolatada e fundamentada decisão da Primeira Instância de Julgamento Administrativo-Tributário. Nestes termos, nego provimento a ambos os recursos. Luiz Antônio Bins, Juiz Relator. IOB Setorial FEDERAL Setor bancário - ISS - Tributação das atividades bancárias A atividade bancária e financeira encontra-se disciplinada pela Lei n o 4.595/1964, a qual conceitua como instituição financeira a pessoa jurídica, pública ou privada, que tenha como atividade principal ou acessória a coleta, a intermediação ou a aplicação de recursos financeiros próprios ou de terceiros, em moeda nacional ou estrangeira, e a custódia de valor de propriedade de terceiros. Entre as diversas atividades realizadas pelas instituições financeiras, podemos citar a concessão de créditos, depósitos bancários e investimentos. Esses serviços são prestados para os seus correntistas, caracterizando-se assim uma relação jurídica entre os bancos (instituições financeiras) e seus correntistas (clientes). A Lei Complementar n o 116/2003, que dispõe sobre a cobrança do Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISS), no seu item 15, prevê as hipóteses em que incidirá o imposto sobre os serviços prestados pelo setor bancário, conforme tabela reproduzida a seguir. 14 RS Manual de Procedimentos - Out/ Fascículo 40 - Boletim IOB

15 Item da Lista de Serviços Descrição do serviço Serviços relacionados ao setor bancário ou financeiro, inclusive aqueles prestados por instituições financeiras autorizadas a funcionar pela União ou por quem de direito. Administração de fundos quaisquer, de consórcio, de cartão de crédito ou débito e congêneres, de carteira de clientes, de cheques pré-datados e congêneres. Abertura de contas em geral, inclusive conta corrente, conta de investimentos e aplicação e caderneta de poupança, no País e no exterior, bem como a manutenção das referidas contas ativas e inativas. Locação e manutenção de cofres particulares, de terminais eletrônicos, de terminais de atendimento e de bens e equipamentos em geral. Fornecimento ou emissão de atestados em geral, inclusive atestado de idoneidade, atestado de capacidade financeira e congêneres. Cadastro, elaboração de ficha cadastral, renovação cadastral e congêneres, inclusão ou exclusão no Cadastro de Emitentes de Cheques sem Fundos - CCF ou em quaisquer outros bancos cadastrais. Emissão, reemissão e fornecimento de avisos, comprovantes e documentos em geral; abono de firmas; coleta e entrega de documentos, bens e valores; comunicação com outra agência ou com a administração central; licenciamento eletrônico de veículos; transferência de veículos; agenciamento fiduciário ou depositário; devolução de bens em custódia. Acesso, movimentação, atendimento e consulta a contas em geral, por qualquer meio ou processo, inclusive por telefone, fac-símile, Internet e telex, acesso a terminais de atendimento, inclusive vinte e quatro horas; acesso a outro banco e a rede compartilhada; fornecimento de saldo, extrato e demais informações relativas a contas em geral, por qualquer meio ou processo. Emissão, reemissão, alteração, cessão, substituição, cancelamento e registro de contrato de crédito; estudo, análise e avaliação de operações de crédito; emissão, concessão, alteração ou contratação de aval, fiança, anuência e congêneres; serviços relativos à abertura de crédito, para quaisquer fins. Arrendamento mercantil (leasing) de quaisquer bens, inclusive cessão de direitos e obrigações, substituição de garantia, alteração, cancelamento e registro de contrato, e demais serviços relacionados ao arrendamento mercantil (leasing). Serviços relacionados a cobranças, recebimentos ou pagamentos em geral, de títulos quaisquer, de contas ou carnês, de câmbio, de tributos e por conta de terceiros, inclusive os efetuados por meio eletrônico, automático ou por máquinas de atendimento; fornecimento de posição de cobrança, recebimento ou pagamento; emissão de carnês, fichas de compensação, impressos e documentos em geral. Devolução de títulos, protesto de títulos, sustação de protesto, manutenção de títulos, reapresentação de títulos, e demais serviços a eles relacionados Custódia em geral, inclusive de títulos e valores mobiliários Serviços relacionados a operações de câmbio em geral, edição, alteração, prorrogação, cancelamento e baixa de contrato de câmbio; emissão de registro de exportação ou de crédito; cobrança ou depósito no exterior; emissão, fornecimento e cancelamento de cheques de viagem; fornecimento, transferência, cancelamento e demais serviços relativos a carta de crédito de importação, exportação e garantias recebidas; envio e recebimento de mensagens em geral relacionadas a operações de câmbio. Fornecimento, emissão, reemissão, renovação e manutenção de cartão magnético, cartão de crédito, cartão de débito, cartão salário e congêneres. Compensação de cheques e títulos quaisquer; serviços relacionados a depósito, inclusive depósito identificado, a saque de contas quaisquer, por qualquer meio ou processo, inclusive em terminais eletrônicos e de atendimento. Emissão, reemissão, liquidação, alteração, cancelamento e baixa de ordens de pagamento, ordens de crédito e similares, por qualquer meio ou processo; serviços relacionados à transferência de valores, dados, fundos, pagamentos e similares, inclusive entre contas em geral Emissão, fornecimento, devolução, sustação, cancelamento e oposição de cheques quaisquer, avulso ou por talão Serviços relacionados a crédito imobiliário, avaliação e vistoria de imóvel ou obra, análise técnica e jurídica, emissão, reemissão, alteração, transferência e renegociação de contrato, emissão e reemissão do termo de quitação e demais serviços relacionados a crédito imobiliário. Saliente-se que não haverá a incidência do ISS sobre o valor intermediado no mercado de títulos e valores mobiliários, sobre o valor dos depósitos bancários, o principal, e sobre os juros e acréscimos moratórios relativos a operações de crédito realizadas por instituições financeiras. (Lei n o 4.595/1964, art. 17, e Lei Complementar n o 116/2003, arts. 1 o e 2 o, III, e Lista de Serviços a ela anexa, item 15) Boletim IOB - Manual de Procedimentos - Out/ Fascículo 40 RS 15

16 IOB Perguntas e Respostas IPI - Isenção - Nota fiscal 1) Quando a operação é isenta do IPI, o contribuinte precisa indicar o fundamento legal concessivo da isenção na nota fiscal? R.: O contribuinte deve indicar, no campo Informações Complementares do quadro Dados Adicionais da nota fiscal, o fundamento legal que concede o benefício fiscal do IPI. (RIPI/2002, art. 341, I) IPI - Recolhimento do imposto - Valor inferior a R$ 10,00 2) Qual a forma de recolhimento do IPI apurado com o valor inferior a R$ 10,00? R.: É vedada a utilização de Darf para o recolhimento do IPI inferior a R$ 10,00. Na hipótese de o imposto a recolher resultar inferior a R$ 10,00, ele deverá ser adicionado ao imposto correspondente aos períodos subseqüentes, até que o total seja igual ou superior a R$ 10,00, quando, então, será recolhido no prazo estabelecido na legislação para o último período de apuração. (RIPI/2002, art. 367) IPI - Denúncia espontânea - Procedimentos 3) Contribuinte que comete erro perante a legislação do IPI pode apresentar denúncia ao Fisco e se isentar de penalidade? R.: É um direito do contribuinte, porém, cabe aqui alguns comentários. A formulação de uma denúncia espontânea ao Fisco só produz efeitos se for antes de qualquer procedimento fiscal. As infrações praticadas pelo contribuinte podem ser decorrentes de uma ação ou uma omissão, seja ela voluntária ou involuntária, que importe em inobservância dos procedimentos previstos na legislação. O contribuinte que verificar qualquer incorreção poderá procurar o Fisco, desde que não esteja sob fiscalização para, espontaneamente, denunciar o fato, ficando assim a salvo das penalidades. Havendo imposto a pagar, o contribuinte deverá cumprir com essa obrigação, inclusive com os acréscimos legais, se for o caso. Assim sendo, não será considerada espontânea a denúncia apresentada após o início de qualquer procedimento administrativo ou medida de fiscalização relacionados com a infração. A denúncia espontânea deve ser formalizada por meio de termo lavrado pelo contribuinte no livro Registro de Utilização de Documentos Fiscais e Termos de Ocorrências, modelo 6, e de comunicação feita à Secretaria da Receita Federal do Brasil de jurisdição do contribuinte. (RIPI/2002, arts. 465 a 467 e 486, I) IPI - Chocolates - Tributação para chocolates 4) Qual é a tributação de IPI para chocolates fabricados no País? R.: Os chocolates são sujeitos aos seguintes valores de IPI fixados em reais: a) os classificados no código da TIPI/2006: R$ 0,09/kg; e b) os classificados nas subposições , e (exceto o Ex 01 ) da TIPI/2006, acondicionados em embalagem para consumo inferior a 2 kg: R$ 0,12/kg. (RIPI/2002, arts. 139 e 146; e TIPI/2006, Notas Complementares (NC) (17-1) e (18-1)) IPI - Infrações e penalidades - Aplicação 5) Como serão aplicadas as infrações à legislação do IPI? R.: As infrações serão punidas com as seguintes penas, aplicáveis separada ou cumulativamente: a) multa; b) perdimento da mercadoria; c) cassação de regimes ou controles especiais estabelecidos em benefício de contribuintes ou de outras pessoas obrigadas ao cumprimento dos dispositivos do RIPI/2002. (RIPI/2002, art. 473) 16 RS Manual de Procedimentos - Out/ Fascículo 40 - Boletim IOB

17 ICMS/RS - Substituição tributária - Apuração do imposto retido pelo substituto tributário 6) De que forma deve ser escriturado, no livro Registro de Apuração, o ICMS retido pelo substituto tributário? R.: O substituto tributário apurará os valores relativos ao imposto retido, no último dia do respectivo período, no livro Registro de Apuração do ICMS, em folha subseqüente à destinada à apuração referente às suas próprias operações, fazendo constar a expressão Substituição tributária, utilizando, no que couber, os quadros Débito do Imposto, Crédito do Imposto e Apuração dos Saldos, devendo lançar: a) o total do imposto retido, no campo Débitos por saída ; b) o total do imposto retido referente à devolução ou ao retorno, no campo Crédito por entradas ; c) as operações interestaduais, em folha subseqüente à das operações internas, pelos valores totais, detalhando os valores relativos a cada Unidade da Federação nos quadros Entradas e Saídas, nas colunas Valores Contábeis, para identificação da Unidade da Federação de destino, nas colunas Base de Cálculo (para base de cálculo do imposto retido), Imposto Creditado e Imposto Debitado, para imposto retido. (RICMS-RS/1997, Livro III, art. 31) ICMS/RS - Substituição tributária - Escrituração da nota fiscal de entrada pelo contribuinte substituído 7) De que forma devem ser escrituradas as notas fiscais de entrada pelo contribuinte substituído? R.: O contribuinte substituído escriturará as notas fiscais de entrada de mercadorias sujeitas ao regime de substituição tributária no livro Registro de Entradas, usando as colunas Valor contábil e Outras, não sendo permitida a inclusão, nesta última coluna, do valor relativo ao imposto retido, o qual será indicado na coluna Observações. (RICMS-RS/1997, Livro III, art. 32) ICMS/RS - Substituição tributária - Escrituração da nota fiscal de saída pelo contribuinte substituído 8) De que forma devem ser escrituradas as notas fiscais de saída pelo contribuinte substituído? R.: O contribuinte substituído escriturará as notas fiscais de saída de mercadorias sujeitas ao regime de substituição tributária, usando as colunas Valor Contábil e Outras, não sendo permitida a inclusão, nesta última coluna, do valor relativo ao imposto retido, o qual será indicado na coluna Observações, quando for o caso. (Decreto n o /1997, Livro III, art. 32) ICMS/RS - Diferimento - Saídas internas de óleo vegetal 9) No Rio Grande do Sul, há diferimento nas saídas de óleo vegetal? R.: Sim. Há o diferimento nas saídas internas de óleo vegetal destinado a estabelecimento industrial produtor de biodiesel, realizadas desde 1 o O pagamento do imposto devido na operação fica adiado para etapa posterior, devendo ser pago pelo destinatário da mercadoria no momento expressamente previsto na legislação. (RICMS-RS/1997, Livro III, art. 1 o, e Apêndice II, Seção I, item LXXI) Boletim IOB - Manual de Procedimentos - Out/ Fascículo 40 RS 17

18 Informativo Eletrônico IOB IOB Atualiza FEDERAL IPI - Alteração do período de apuração e inclusão de bens e beneficiário no Reporto Por meio da Lei n o /2008 (resultante da conversão, com emendas, da Medida Provisória n o 428/2008), foram alterados diversos dispositivos da legislação tributária federal, entre os quais citamos: a) alteração do período de apuração do IPI, de decendial para mensal, para os fatos geradores ocorridos a partir de 1 o , relativamente ao imposto devido nas operações com as bebidas classificadas no Capítulo 22 e os produtos classificados nas posições 84.29, 84.32, 84.33, a e (máquinas, aparelhos, tratores, veículos automóveis, motocicletas e chassis) da TIPI; b) aplicação dos incentivos fiscais previstos no Regime Tributário para Incentivo à Modernização e à Ampliação da Estrutura Portuária (Reporto), instituído pelo art. 13 da Lei n o /2004, aos bens utilizados na execução de serviços de transporte de mercadorias em ferrovias, classificados nas posições 86.01, e da NCM e aos trilhos e demais elementos de vias férreas, classificados na posição da NCM, relacionados pelo Poder Executivo; c) possibilidade de o concessionário de transporte ferroviário ser beneficiário do Reporto; d) extensão dos benefícios fiscais previstos no Programa de Apoio ao Desenvolvimento Tecnológico da Indústria de Semicondutores (Padis), instituído pela Lei n o /2007, a máquinas, aparelhos, instrumentos e equipamentos usados; e e) suspensão da incidência do IPI na aquisição, realizada por estaleiros navais brasileiros, de materiais e equipamentos, inclusive partes, peças e componentes, destinados ao emprego na construção, conservação, modernização, conversão ou reparo de embarcações pré-registradas ou registradas no Registro Especial Brasileiro (REB), que se converterá em alíquota 0% após a implementação dessa condição (anteriormente as operações eram beneficiadas com a isenção do IPI). Clique aqui e veja a íntegra do referido ato legal no Site do Cliente IOB. IOF - Operações de câmbio - Redução da alíquota para 0% Por meio do Decreto n o 6.566/2008, foi alterada a redação do inciso XVIII do 1 o do art. 15 do Regulamento do Imposto sobre Operações de Crédito, Câmbio e Seguros, ou relativas a Títulos e Valores Mobiliários (RIOF), aprovado pelo Decreto n o 6.306/2007, para reduzir a 0% a alíquota do imposto nas operações de câmbio realizadas para ingresso no País de doações em espécie recebidas por instituições financeiras públicas controladas pela União e destinadas a ações de prevenção, monitoramento e combate ao desmatamento e de promoção da conservação e do uso sustentável das florestas brasileiras. Clique aqui e veja a íntegra do referido ato legal no Site do Cliente IOB. ICMS - Regime especial para prestações de serviços públicos de telecomunicações - Relação de empresas beneficiárias - Alterações Síntese Este ato altera o Anexo Único do Ato Cotepe/ICMS n o 10/2008, que divulga a relação de empresas beneficiárias do regime especial de escrituração e apuração do ICMS para prestações de serviços públicos de telecomunicações, previsto no Convênio ICMS n o 126/1998. Informativo - Out/ N o 40 RS 1

19 Informativo Eletrônico IOB Ato Cotepe/ICMS n o 25, de DOU 1 de Altera o Anexo Único do Ato Cotepe ICMS n o 10/08, que relaciona as empresas prestadoras de serviços de telecomunicações beneficiadas com regime especial de apuração e escrituração do ICMS de que trata o Convênio ICMS 126/98, que dispõe sobre a concessão de regime especial, na área do ICMS, para prestações de serviços públicos de telecomunicações. O Secretário Executivo do Conselho Nacional de Política Fazendária - CONFAZ, no uso das atribuições que lhe confere o art. 12, XIII, do Regimento da Comissão Técnica Permanente do ICMS - COTEPE/ ICMS, de 12 de dezembro de 1997, por este ato, torna público que a Comissão, na sua 134 a reunião ordinária, realizada nos dias 09 a 11 de setembro de 2008, em Brasília, DF com base na cláusula primeira do Convênio ICMS 126/98, de 11 de dezembro de 1998, resolveu: Art. 1 o Fica acrescido dos itens 104 e 105, com a seguinte redação, o Anexo Único do Ato COTEPE ICMS n o 10/08, de 23 de abril de 2008: ITEM EMPRESA SEDE ÁREA DE ATUAÇÃO ; HOJE SISTEMAS DE INFORMÁTICA LTDA. AMIGO TELECOMUNI- CAÇÕES LTDA São Paulo - SP Vitória - ES SP (STFC Local, LDN, LDI) Todo o território nacional (STFC Local, LDN, LDI) Art. 2 o Ficam alterados os itens 04 e 101, com a seguinte redação, do Anexo Único do Ato COTEPE ICMS n o 10/08: ITEM EMPRESA SEDE ÁREA DE ATUAÇÃO 04 ALPHA NOBILIS CON- SULTORIA E SERVI- ÇOS LTDA Santana de Parnaíba - SP 101 ALOTELECOM S/A Rio de Janeiro - RJ. SP (SFTC local, LDN e LDI) Municípios relacionados no Ato Anatel n o de , Ato Anatel n o de , Ato Anatel n o de , Ato Anatel n o de , Ato Anatel n o de , Ato Anatel n o de , Ato Anatel n o de , Ato Anatel n o de , Ato Anatel n o de e Ato Anatel n o de (STFC Local, LDN, LDI) Art. 3 o Este Ato entra em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial da União. MANUEL DOS ANJOS MARQUES TEIXEIRA ICMS - ECF - Especificações técnicas para geração de arquivo eletrônico - Alterações Síntese Este ato altera o item 2 do Anexo I do Ato Cotepe/ICMS n o 17/2004, que dispõe sobre as especificações técnicas para geração do arquivo eletrônico a que se refere o item 20 do inciso III da cláusula sétima do Protocolo ICMS n o 41/2006 (análise estrutural inicial do ECF), relativamente ao arquivo XML para configuração dos modelos de ECF. Ato Cotepe/ICMS n o 26, de DOU 1 de Altera o Ato COTEPE/ICMS 17/04, que dispõe sobre as especificações técnicas para geração do arquivo eletrônico a que se refere o item 20, do inciso III da cláusula sétima do Protocolo ICMS 41/06. O Secretário Executivo do Conselho Nacional de Política Fazendária - CONFAZ, no uso das atribuições que lhe confere o art. 12, XIII, do Regimento da Comissão Técnica Permanente do ICMS - COTEPE/ ICMS, de 12 de dezembro de 1997, por este ato, torna público que a Comissão, na sua 134 a reunião ordinária, realizada nos dias 09 a 11 de setembro de 2008, em Brasília, DF, aprovou as alterações do Ato COTEPE/ICMS 17/04, de 29 de março de 2004, referentes às especificações técnicas para geração do arquivo eletrônico a que se refere o item 20 do inciso III da cláusula sétima do Protocolo ICMS 41/06, de 15 de dezembro de Art. 1 o O item 2 do Anexo I do Ato COTEPE/ICMS 17/04, de 29 de março de 2004, passa a vigorar com a redação que se segue: 2 - ARQUIVO XML PARA CONFIGURAÇÃO DOS MODELOS DE ECF: O arquivo XML deve ser criado conforme exemplo abaixo: <?xml version= 1.0?> <fabricante> <dll> <nome>fabricante1.dll</nome> <chave> <modulo>modulo</modulo> <expoente_publico>expoente publico</expoente_publico> </chave> <modelo>modelo 1</modelo> <modelo>modelo 2</modelo> <modelo>modelo 3</modelo> <modelo>modelo n</modelo> </dll> </fabricante>. Art. 2 o Os fabricantes de equipamentos ECF deverão informar às Unidades Federadas até o dia 31 de outubro de 2008, os dados a serem inseridos no campo chave ( modulo e expoente publico ) do 2 RS Informativo - Out/ N o 40

20 Informativo Eletrônico IOB arquivo XML a que se refere o item 2 do Anexo I deste ato, ficando as Unidades Federadas autorizadas a suspender novas autorizações de uso de equipamento ECF produzido por fabricante que não atender ao disposto neste artigo. Art. 3 o Este ato entra em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial da União. MANUEL DOS ANJOS MARQUES TEIXEIRA ICMS - ECF - Programa Aplicativo Fiscal - Emissor de Cupom Fiscal (PAF-ECF) e Sistema de Gestão - Especificações de requisitos - Alterações Ato Cotepe/ICMS n o 29, de DOU 1 de Síntese Este ato altera o Anexo I (Requisitos Técnicos Funcionais) do Ato Cotepe/ICMS n o 6/2008, que divulgou a especificação dos requisitos do Programa Aplicativo Fiscal - Emissor de Cupom Fiscal (PAF-ECF) e do Sistema de Gestão (SG), utilizados por estabelecimento usuário de equipamento Emissor de Cupom Fiscal (ECF). Clique aqui e veja a íntegra do referido ato legal no Site do Cliente IOB. ICMS/IPI - Manual de Orientação do Leiaute da Escrituração Fiscal Digital (EFD) - Alterações Ato Cotepe/ICMS n o 30, de DOU 1 de Síntese Este ato altera o Anexo Único do Ato Cotepe/ICMS n o 9/2008, que instituiu o Manual de Orientação do Leiaute da Escrituração Fiscal Digital (EFD), que deve ser observado pelos contribuintes do ICMS e do IPI para a geração de arquivos digitais a partir de 1 o Clique aqui e veja a íntegra do referido ato legal no Site do Cliente IOB. ICMS - Controle de operações interestaduais com combustíveis derivados de petróleo e álcool etílico anidro combustível (AEAC) - Manual de Instruções - Alterações Síntese Este ato altera o Manual de Instruções aprovado pelo Ato Cotepe/ICMS n o 23/2008, que contêm orientações para o preenchimento dos relatórios com informações relativas às operações interestaduais com combustíveis derivados de petróleo em que o imposto tenha sido retido anteriormente, ou com álcool etílico anidro combustível (AEAC), cuja operação tenha ocorrido com diferimento ou suspensão do imposto, relativamente aos itens (Saídas de Gasolina C Adquirida de Terceiros) e (Base de Cálculo). Ato Cotepe/ICMS n o 31, de DOU 1 de Altera o Manual de Instruções aprovado pelo Ato COTEPE/ ICMS n o 23/08, que aprova o Manual de Instruções de que trata a cláusula décima quinta do Convênio ICMS 54/02, que estabelece procedimentos para o controle de operações interestaduais com combustíveis derivados de petróleo e álcool etílico anidro combustível - AEAC. O Secretário Executivo do Conselho Nacional de Política Fazendária - CONFAZ, no uso das atribuições que lhe confere o art. 12, XIII, do Regimento da Comissão Técnica Permanente do ICMS - COTEPE/ ICMS, de 12 de dezembro de 1997, por este ato, torna público que a Comissão, na sua 134 a reunião ordinária, realizada nos dias 09 a 11 de setembro de 2008, em Brasília, DF, aprovou as seguintes alterações no Manual de Instrução, objeto do Ato COTEPE/ICMS n o 23/08, de 14 de agosto de 2008, como segue: Art. 1 o Os itens e do Manual de Instrução, objeto do Ato COTEPE/ICMS n o 23/08, de 14 de agosto de 2008, passam a vigorar com as seguintes redações: Saídas de Gasolina C Adquirida de Terceiros - Corresponderá ao somatório dos campos Estoque Inicial e Recebimentos (Entradas) do Quadro Base de Cálculo: Será o resultado da aplicação da seguinte fórmula: (Quantidade Proporcional de AEAC na Gasolina C x Preço Médio). Art. 2 o Este ato entra em vigor na data de sua publicação do Diário Oficial da União, com efeitos retroativos a 1 o de julho de MANUEL DOS ANJOS MARQUES TEIXEIRA Informativo - Out/ N o 40 RS 3

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