REESTRUTURACAO FACULDADE DE DIREITO DE COIMBRA

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1 REESTRUTURACAO DA FACULDADE DE DIREITO DE COIMBRA Relatorio da Comissao de Reestrutura~ao sabre as altera~6es a introduzir no ensino em 1975 Coimbra, Novembro de 1974

2 llacti lo gra fauo c impressa em offset JOAO A HRAN TES Rua Pedro ~lo n t eiro, z8 - T e l ef. :20:240 Coi m bra

3 A Comissao de Reestruturagao da Faculdade de Direito de Coimbra, constitulda paritariamente por docentes e estudantes e que foi eleita em Outubro para apresentar urn proje~ to de alteragao ao esquema do ensino actualmente em vigor, traz a publico o resultado do seu trabalho. Esse trabalho incidiu, como naturalmente se impunha, sobre tres aspectos fundamentais: o plano de estudos,a tran mlssao e aquisigao de conhecimentos e a avaliagao de conheci mentos. 0 presente relatorio versa precisamente estes tres pontos e fa-lo pela ordem que acaba de indicar-se. Antes dis so formulam-se algumas breves considera~oes, que ajudarao a compreender os propositos da Comissao e a julgar as conclusoes, a que a mesma chegou. A Comissao de Reestrutura~ao

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5 5 1. CONSIDERA~OES PR~VIAS Entendeu a Comissao, alias de acordo com a assembleia que a mandatou, que lhe nao cumpria estudar e propor medidas em ordem a uma reforma total e "definitiva" da Faculdade. Se guramente que se impoe uma tao profunda remodelagao, mas, p~ la sua mesma amplitude, ela demanda tempo e meios de que ag~ ra obviamente se nao dispoe. Semelhante remodelagao nao podia pois ser o objectivo da Comissao. 0 seu objectivo foio~ tro, e mais modesto: foi o de propor, no tocante ao ensino, medidas imediatas ou a curto prazo que permitam fazer funci~ nar a Faculdade no presente ano lectivo, em moldes que, nao sendo os ideais, sejam todavia superiores ao estado de coisas anterior. Nao pode mais a faculdade seguir o trilho que era o seu antes de 25 de Abril. Mas nao cabendo para ja, fora de toda a duvida, nas suas p ossibilidades uma modificagao radic a l da situagao anterior, dada a angustiante carencia de pe~ s oal docente, a estreiteza do quadro administrativo da Facu! dade, a exiguidade e deficiencia das suas instalagoes, para alem de outras condigoes de ordem mais geral, nao resta outra alternativa que nao seja a de, em vez de tentar 0 imposs1vel, buscar o praticavel. E como dizer: ha que fazer tudo quanto seja poss1vel para operar uma modificagao em todo o c~ so ampla e significativa, que bern merega o nome de "r~estruturagao".

6 6 Ora este objectivo supoe a Comissao te-lo alcan~ado. Por urn lado, propoem-se para o plano de estudos modi fica~oes de certa mont a. Por outro lado - e sobretudo - su gerem-se' no tocante a transmiss~o' aquisi~ao e avalia~ao de conhecimentos, altera~oes que todos os membros da Comissao julgam ser de grande relevo. Reconhe?e-se, pelas razoes a seguir spontadas (no n ), que convem ser bastante come dido quanto as modifica~oes no elenco de disciplinas. Mas igualmente se reconhece que os inconvenientes que haja nisso nao serao moti vo de seria preocupa~ao' pois se rep uta mais ije portante - muito mais importante - introduzir no conteudo das disciplinas e no regime de transmissao, aquisi~ao e avalia~ao de conhecimentos altera~oes profundas. E essas profundas altera~oes ai estao, como se vera. 2. PLANO DE ESTUDOS EZenco das discipzinas Ideia geraz A Comissao partiu do princ:l:pio de que o plano de cur so deve ser determinado pela existencia de urn c i czo basico de 3 anos, completado por urn ou varios ciczos compzementares de 2 anos. Em favor deste ponto de partida a Comissao considerou nao so ser esta desde ha anos a posi~ao mais progressista defendida dentro da Faculdade, como tambem ser a posi~ao que disfruta de ampla aceita~ao a n:l:vel internacional nas Uni versidades mais avan~adas, tendo sido aconselhada inclusivamente em reunioes internacionais sobre ensino universitario.

7 7 Esta considera~ao de princ1pio levou a Comissao a afastar a hipotese -- que inicialmente chegou a considerar como medida transitoria-- de voltar ao plano de estudos, de o qual aliiis ainda esta em vigor para os 49 e 59 anos --, embora com algumas adapta~oes, a semelhan~a do que foi proposto pela Faculdade de Direito de Lisboa. A adop~ao desse plano para todos os anos teria certa mente a vantagem nao so de aproximar as propostas das Faculdades de Direito de Coimbra e Lisboa e de permitir uma repr~ senta~ao mais vincada de cadeiras propedeuticas nos primeiros anos, mas tambem de evitar as dificuldades que a Comissao e~ controu em estruturar desde ja urn plano de estudos baseado num ciclo basico unico e num ciclo complementar diversificado. Mas a Comissao conclui u que essas "vantagens" nao sobr levam de modo algum a desvantagem de por em vigor o plano de 1945, mesmo com altera~oes, durante o ano lectivo de , para vir depois, em , com urn esquema de ciclo basico e varias licenciaturas. Por outro lado, a Comissao considerou que as dificu! dades em propor des de j a urn plano de estudos para 0 ciclo basico e OS ciclos complementares, nao sao inultrapassaveis. Em primeiro lugar, nao ha necessidade de des de j a assentar no ng mero de ciclos complementares e na sua configura~ao, pois h~ vendo alunos aptos a entrar nele apenas no proximo ano lect~ vo; nao faltara assim tempo para preparar cuidadosamente 0 f~ turo esquema. Em segundo lugar, nao se ve necessidade ou VaQ tagem em alterar o plano dos actuais 49 e 59 anos -- que e o plano de em rela~ao aos estudantes que os irao frequentar no presente ano lectivo. Finalmente, naopareceu inviavel introduzir algumas altera~oes que melhorem o plano do ciclo basico da reforma "de 1972, prevendo uma ulterior adap-

8 8 ta~ao aquando da estrutura~ao dos ciclos complementares. Por estas razoes, a Comissao propoe urn plano de estu dos apenas para o ciclo basico Esquema das disciplinas do ciclo basico Justifica~ao na generalidade 0 problema fundamental do ciclo basico e que e le tera de concentrar em tres anos nao so urn numero de disciplinas propedeuticas que permitam situar o Direito economica,s~ cial, polltica, ideologica e historicamente, mas tambem todas aquelas materias j ulgadas imprescindlveis a urn j urista, qualquer que seja a especialidade a que venha a dedicar-se. A dificuldade princip~l esta e~ que ~ distribui~ao das materias j urldicas por urn certo elenco tradicional de dis ciplinas se adapta mal a necessidade de as concentrar num ci clo de tres anos, juntamente com as necessarias auxiliares e propedeuticas. disciplinas Esta dificuldade nao e ultrapa~ savel sem urn estudo mais aprofundado, que a Comissao conside rou nao ter tempo nem meios para empreender. Foi tendo em conta este limite material que a Comissao se decidiu pelo esquema apresentado no mapa anexo, j ulgando aceitavel qualquer das alternativas que ele, cialidade, comporta. na espe- Entendeu-se que o esquema propos to, satisfazendo an cessidade de urn curso bern organizado, pode praticar-s~ imediatamente, com urn mlnimo de exigencias de adapta~ao pela Fe culdade, e e portanto aceitavel como solu~ao provisoria para o ano lectivo de

9 9 ~ao Nao se ignora a falta de outros semestres de forma basica que deveriam ser incluidos, ou no primeiro ano ou ao longo dos tres anos, para que se pudesse obter urn autent~ co ciclo basico. Todavia, a inclusao desses semestres naop~ receu viavel em tao curto espa~o de tempo e com tao limitados meios humanos e materiais. Alias, pareceu icomissao que a carencia de outros semestres de forma~ao " basicapoderiaser de uma maneira diferente de encarar todas asdisciplinas, quer no que toea ao seu conteudo, quer relativamente ao tipo de aulas, como se dira adiante, deste modo se vindo a superar a semelhan~a, suprida nao s6 atrav~s de cursos paralelos, mas tamb~m atrav~s que existe ao nivel dos nomes das discipl~ nas, entre o plano agora apresentado e o plano da reforma de Acresce que so a adop~ao do plano de estudos proposto parece ser suportavel administrativamente pela Faculdade. f facii de constatar a debilidade dos servi~os, sem pessoal, sem instala~oes, incapazes de responder com eficiencia as s~ licita~oes do quotidiano, pelo menos durante as fases do ano em que ha maior movimento. A aceita~ao de urn plano de disc~ plinas muito diferente implicaria uma grande sobrecarga bur~ cratica, numct altura em que OS Servi~OS ja trabalham intensi vamente e mesmo no limite das suas possibilidades. Evidentemente que a pequena capacidade dos servi~os administrativos nao e razao impeditiva de que se reforme,me mo provisoriamente, o que ha muito carece de modifica~ao. P~ r~m, as limitadas capacidades de absorver altera~oes impoem uma escalade prioridades. Neste sentido, a Comissao entendeu que mais valia exigir a Faculdade esfor~os importantesno dominio do tipo de aulas e da avalia~ao de conhecimentos do que sobrecarrega-la com modifica~oes profundas, e sempre pr~

10 10 visorias, do elenco das disciplinas Justificagao na especialido de 19 ano A Comissao entende que o estudo da disciplina de Te ria Geral so deve ter lugar depois de adquiridas as no<_;oes i~ trodutorias ao estudo do Direito. Assim, concentra-se a dis ciplina de Introdugao no 19 semestre e a de Teoria Geral no 29 semestre. Na primeira al ternativa, tendo em conta a redu<_;ao que o ano lectivo vai sofrer, com grave prejufzo dessas discipl ~ nas, propoe-se que disponham de urn numero de aulas superior ao das outras. Isto nao sobrecarregara demasiado OS alunos, que so sao obrigados a seis semestres. Na segunda alternativ~, todas as disciplinas t~m o mesmo numero de horas semanais e incluem- se dois semestres de Historia do Direito. 0 elevado interesse proped~utico de~ ta disciplina justifica- o, mas a escassez de docentes, em co~ traste com 0 elevado numero de alunos, pode frustrar as asp~ ra<_;oes que levam a sua integra<;ao imediata no ciclo basico. Na terceira alternativa, o tratamento mais favoravel e concedido a Ciencia Pol{tica e ao Di reito Constitucional, que ocupam quatro semestres. A importancia proped~utica des tas materias pode justifica-lo.

11 11 29 ano A primeira a1ternativa que se apresenta corresponde, sem a1teragoes, ao 2? ano da Reforma de Na segunda a1ternativa, comprimem-se as discip1inas de Fam{lia e de Sucessoes, que ocupam urn so semestre. Trata -se de urn recurso para fazer recuar a discip1ina de Finan~as do 3? para o 2? ano, inc1uindo-se depois, 1 0 3? ano, urn semestre de Direito Fiscal. Note-se que esta discip1ina nao constava, na r eforma de 19 72, dos tres primeiros anos. Na terceira a1ternativa, a nota dominante e a introdug~o de urn semestre dedicado aos Sistemas Ec on~mi cos e outro ao Direito Internacional Publico. Para issl, comprimem- -se a Fam{lia e as Sucessoes num semestre e reduz-se o Direi to Penal..39 ano A primeira a1 ternativa que se propoe coincide com o 3? ano da reforma de 1972; exc1ui-se, natura1mentc, a referencla ao Direito Corpo r ativo. A segunda a1ternativa, preve urn semestre dedicado ao Direito Fiscal, sendo de notar que o semestre de Finan~as re cuou para o 2? ano (na segunda a 1 ternativa em que e ste se apr~ senta). Na terceira a1ternativa, mantem-se a discip1ina de F'f:. nan~as mas o Direito Fiscal entra no mesmo semestre.

12 Disciplinas nao inclu{das Tal como acontecia no plano vigente desde 1972, os tres primeiros anos nao incluem a disciplina de Direito Internacional Privado. 0 mesmo se pode dizer quanto ao Direi - to Internacional Publico e ao Direito Fiscal, nas alternativas que as ndo preveem. Isto, porem, nao significa menospr~ zo por estas disciplinas, nem corresponde a ideia de que elas nao deverao caber num ciclo basico. 0 que s ucede e que nao se julgou poss1vel integra-las no plano sem grande alteragao de todo 0 elenco, coisa que se quis evi tar pelas razoes atras expostas. Recomenda-se, no entanto, que nas outras discipl~ nas onde isso caiba se lhes faga uma adequada referencia Plani[ica9ao das materias A Comissao considerou que tao importante como a selecgao do elenco de disciplinas e a selecgao e planificagao das materias em cada dis~ip li na e a sua coordenagao global.o plano de estudos proposto, asslm como o regime de aulas e me~ mo a forma de avaliagao de conhecimentos adiante referido~so contribuirao efectivamente para urn ensino dinamico e nao rotineiro se os temas basicos das disciplinas forem ao encontro das aspiragoes dos que sobre eles terao que reflectir. Neste sentido e tempo de avangar, em moldes necessariamente diferentes, com uma iniciativa que j a estava previ2 ta na legislagao vigente, mas nao era cumprida : a limitagao da liberdade de cada docente escolher a natureza e extensao das materias a leccionar na " sua" disciplina. A planificagao deve ter lugar por grupos de discipl~

13 13 nas afi ns e ne1a devem participar os docentes do grupo e urn ngmero igua1 de estudantes. essencia1 a Com i ss~o respectivo Nestes termos, j u1ga q ue, antes do in{ cio do pr6xi mo ano le~ tivo, sejam constit u{das comissoes paritarias de a1unos (estes e1eit os no prazb de uma semana ap6s a docentes e aprova ~~o, em P1enario, da reestrutura~~o da Facu1dade ), com vista a determina~~o da materia das diversas disci p1inas. Sugere - se a constitui~~o de 7 comissoes, correspondendo a 7 grupos de materias, a saber: 1. Introdu~~o ao estudo do Direito 2. Ciencias econ6micas e jur{dico- econ6mi cas 3. Ciencias jur{dico- po1{ticas 4. Ciencias hist6rico- jur{dicas 5. Ciencias jur{d i co- privadas 6. Ciencias jur{dico- proces s uais 7. Ci encias jur{dico - cri minais Cada co mi ss~o ocupar - se- a das discip1inas que se lntegr am no respectivo grupo, devendo, no prazo de quinze dias apos a sua const itu i~~o, submeter as suas propostas a Comis s~o de Gestao p a ra que esta as aprove. Se for sancionado o e1enco de dis c ip1inas propos top : 1a Comissao de Reestrutura~ao, que assenta na ideia de urn c~ c1o basico, desembocando em varias 1icenciaturas, as comis soe s paritarias dever~o ter em conta que no ambito de cada discip1ina do ci~1o " basico s6 serao dadas as materias consideradas ver.dadeiramente essenciais, reservando- se o aprofundamento dos temas para os cic1os comp 1ementares.

14 Fbrma9ao compz.ementar A Comissao considerou que o plano de estudos curricu lar de uma Faculdade nao esgota de modo algum as possibilide des de forwa~ao que ela deve oferecer. Por isso os cursos c\.lrriculares devem ser complementados por ciclos de conferen cias, coloquios e seminarios sobre temas extra-curriculares, e dirigidos quer a uma forma~ao em domrnios do direito nao contidos no plano curricular, quer a uma participa~ao na vida colectiva nacional atraves da discussao de leis ou projectos de lei social ou politicamente mais importantes,quer, enfim, a uma diversifica~ao teorica das materias curriculares atraves de cursos paralelos. Considerou-se tambem que tais cursos seriam ainda urn meio de abrir a Faculdade ao exterior, quer convidando especialistas estranhos a Faculdade para reger Ou orientar esses cursos ou ciclos, quer facultando o acesso a estes a pessoas alheias a Faculdade (advogados, julzes, sindicalistas, estudantes de outras Faculdades, etc.). Neste sentido a Comissao prop~e a constitui~ao imediata de urn grupo de estudo que recolha sugest~es e elabore propostas exequrveis ja no ano lectivo de TRANSMISSAO E AQUISI~AO DE CONHECIMENTOS Regime de auz.as Entendeu a Comissao ser fundamental reduzir substan- cialmente a importancia atribulda as aulas teoricas, desval~ rizando ao mesmo tempo quer a li~ao magistral, quer a sua ve

15 15 lha e fiel aliada, a sebenta. Deste modo pareceu conveniente fixar para cada cadeira e p or semana, uma unica aula teorica de hora e~ meia (sempre que poss1vel). Procurar-se-a que, antes de cadaaula teorica sejam distribu1dos aos alunos pequenos textos que lhes permitam acompanhar de perto a expos~ ~ao do professor. Em princ 1pio, est es t extos constituirao elementos basicos de estudo dos alunos que, sobre os temas expostos e a partir da bibliografia ci tada, farao os seus tra balhos pessoais de investigagao e cr1tica. A par da aula teorica assim estruturada, havera natu ralmente outras unidades lectivas (as aulas praticas, os colo quios, os seminaries, etc.). As aulas praticas, duas por se mana (como se acentuara, as turmas deverao ter a volta de 50 alunos cada), reserva-se no novo esquema de ensino urn papel altamente representativo,pela sua contribuigao para urn ensino cada vez mais activo e integrante. Nas aulas praticas d~ vera ter lugar a "ilustragao" e discussao dos temas que fazero parte da materia, devendo ao mesmo tempo estabelecer-se urn esquema de relagoes docente-estudante que possibilite uma real contribuigao para a avaliagao de c onhecimentos. Uma aula teorica e duas aulas praticas por semana constituirao 0 nucleo essencial da nova organizagao de ensino. Assim se libertam os estudantes (pouco sobrecarregados com horas-de-aula) para urn trabalho (que se pretende dinamico e vivificante) de investigagao e cr1tica pessoal das mat~ rias no ambito de cada disciplina, trabalho que constituira, como propomos abaixo, o elemento fundamental da avaliagao de conhecimentos. De res to, mesmo reduzindo a catorze horas - como ag9 ra se propoe - o tempo lectivo por semana e por a1uno, ainda assim a Faculdade fica confrontada com graves problemas no

16 1 6 proximo ano lectivo, quer no que respeita a instala~oes no que respeita a docentes, como se demonstra a seguir. quer InstaZa~oes, azunos e docentes. AZguns numeros e azgumas re Z a~oes InstaZa~o es escozar es proprias -- 9 salas (duas delas co-utilizadas com a Faculdade de Economia). Respectivas capacidades: sal a n alunos sal a n s ala n sal a n. -o sal a n sal a n sal a n sal a n s ala n (Obser v a~ao: operaremos apenas com o numero medio de sa1as pass1veis de utiliza~ao integral -- 8 ) sal as permanentemente ocupadas permitem, por dia, as seguintes horas de aula: 1~ hipotese: Funcionando 6 h. por dia (9-13; 15-17).. 48 horas (6 X 8) H hipotese: Funcionando 7 h. por dia (9-13; 15-18). 56 horas (7 X 8) 3~ hipotese: Funcionando 8 h. por dia (8-13; 14,30-17,30). 64 horas (8 X 8) 4~ hipotese: Funcionando 9 h. por dia (9-13; 15-19; 21-22) 72 horas (9 X 8) 5~ hipotese: Funcionando 10 h. por dia (9-13; 15-19; 21-23) 80 horas (10 X 8 )

17 1 7 e por semana: 1~ hipotese a) semana de 5 dias 240 h. semanais 48 h. b) " " 6 " (sabado apenas de por dia manha) 272,h. " c) " " 6 " comp1etos 288 h. " 2? hipotese a) semana de 5 dias 280 h. semanais 56 h. b) " " 6 " (sabado apenas. de por dia manha) 312 h. " c) " " 6 " comp1etos 336 h. " 3? hipotese a) semana de 5 dias 320 h. semanais 64 h. b) " " 6 " (sabado apenas de por dia manha) 360 h. " c) " " 6 " comp1etos 384 h. " 4? hipotese a) semana de 5 dias 360 h. semanais 72 h. b) " " 6 " (sabado apenas de por dia manha) 392 h. " c) " " 6 " comp1etos 432 h. " s? hipotese a) semana de 5 dias 400 h. semanais 80 h. b) " " 6 " (sabado apenas de por dia manha) 432 h. " c) " " 6 " comp1etos 480 h. " Alunos Numero de inscri~oes previsto: 19 ano - l. 000 ordinarios (300 voluntarios) 29 ano ano " 49 ano " 59 ano " Total - 2.3"5

18 18 Numero de alunos por turma: aulas teoricas - me nos de 206 aulas praticas - cerca de 50 Nilmero de turmas por ano por cadeira: anos aulas teoricas aulas praticas l<? ano 5 (200) 20 (50) 29 ano (51) 39 ano 2 075) 7 (50) 49 ano 2 (143) 5 (57) 59 ano ) 5 (51) Total Numero de cadeiras por ano: 4 (4 anuais ou 8 semestrais) Numer~ de aulas por semana por cadeira: hipoteses teoricas praticas l~ hipotese 3 (l h.) 2 (l h.) 2~ hipotese 2 (l h.) 3 (l h.) 3~ hipotese l (l h.) 3 (l h.) 4~ hipotese l ( l h.) 2 (l h.) 5C: hipotese l (l, 30 h.) 2 (l h.)

19 1 9 Numero de horas de aulas po r semana: 1~ hipotese (536 haras) 19 ana: teoricas (5 t. X 4 c. X 3 h.) 60 }220 praticas (20 t. X 4 c. X 2 h.) ana: teoricas (3 t. X 4 c. X 3 h.) 36 }108 praticas (9 t. X 4 c. X 2 h.) ana: teoricas (2 t. X 4 c. X 3 h.) 24 } praticas 80 (7 t. X 4 c. X 2 h.) ana: teoricas (2 t. X 4 c. X 3 h.) 24 } praticas (5 t. X 4 64 c. X 2 h.) ana: teoricas (2 t. X 4 c. X 3 h.) 24 } praticas (5 t. X 4 c. X 2 h.) TOTAL 536 2~ hipotese (664 haras) 19 ana: teoricas (5 t. X 4 c. X 2 h.) 40 }280 praticas (20 t. X 4 c. X 3 h.) 240 2Q ana: teoricas (3 t. X 4 c. X 2 h.) 24 }132 praticas (9 t. X 4 c. X 3 h.) ana: teoricas (2 t. X 4 c. X 2 h.) 16 }loo praticas (7 t. X 4 c. X 3 h.) ana: teoricas (2 t. X 4 c. X 2 h.) 16 } 76 pr~t~cas (5 t. X 4 c. X 3 h.) ana: tear~ cas (2 t. X 4 c. X 2 h.) 16 } 76 praticas (5 t. X 4 c. X 3 h.) 60 TOTAL 664 3~ hipotese (608 haras) 19 ana: teoricas (5 t. X 4 c. X 1 h.) 20 }260 praticas (20 t. X 4 c. X 3 h.) ana: teoricas (3 t. X 4 c. X 1 h.) 12 }120 praticas (9 t. X 4 c. X 3 h.) ana: teoricas (2 t. X 4 c. X 1 h.) 8 } 92 praticas (7 t. X 4 c. X 3 h.) ana: teoricas (2 t. X 4 c. X 1 h.) 8 } 68 praticas (5 t. X 4 c. X 3 h.) ana: teoricas (2 t. X 4 c. X 1 h.) 8 } 68 praticas (5 t. X 4 c. X 3 h.) 60 - TOTAL 608

20 20 4~ hipotese (424 horas) 19 ano: teoricas (5 t. X 4 c. X 1 h.) 20 h8o praticas (20 t. X 4 c. X 2 h.) ano: teoricas (3 t. X 4 c. X 1 h.) 12 } 84 praticas (9 t. X 4 c. X 2 h.) ano: teoricas (2 t. X 4 c. X 1 h.) 8 } 64 praticas (7 t. X 4 c. X 2 h,) ano: teoricas (2 t. X 4 X ~ 1 h.) 8 } 48 praticas (5 t. X 4 c. X 2 h.) ano: teoricas (2 t. X 4 c. X 1 h.) 8 } 48 praticas (5 t. X 4 c. X 2 h.) 40 TOTAL 424 5~ hipotese (452 horas) 19 ano: teoricas (5 t, X 4 C, X 1,5 h.) 30 }190 praticas (20 t. X 4 C, X 2 h.) ano: teoricas (3 t. X 4 C, X 1,5 h.). 18 } 90 praticas (9 t, X 4 C, X 2 h.) ano: teoricas (2 t, X 4 c, X 1,5 h.) 12 } 68 praticas (7 t, X 4 C, X 2 h.) ano: teoricas (2 t. X 4 C, X 1 h.) 12 } 52 praticas (5 t. X 4 C. X 2 h.) ano: teoricas (2 t. X 4 c, X 1,5 h.) 12 } 52 praticas (5 t. X 4 c. x 2 h.) 40 ' TOTAL 452 Observagao : na mais razoavel das hipoteses de utili zagao das salas Chipotese n9 3, alfnea b),~ ngmero de horas max1mo -. que pod em cobrir por semana e de 360. Comparemos este numero com 0 total mfnimo de horas de aula do quadro anterior A diferenga e de 64 horas semanais ( ). Quantas salas mais seriam necessarias (e funcionando que ' tempo por dia) para cobrir esta diferenga? Eis as varias hipoteses de solugao do problema:

21 2l 2 SALAS 3 SALAS 4 SALAS funcionando permane~ funcionando- permanen- funcionando permanentemente 6,30 h. por temente 4,30 h. por temente 3,30 h. por dia (5 dias por sema dia (5 dias por sema- dia (5 dias por semana). na) na) i 6 h. por dia (5 dias 3,30 h..por dia (5 2, 30 h. ' por di a (5 i por s emana 4 h.de sa dias por semana 4 h. dias por semana 4 bado) sabado) sabado) h., 5,30 h. por dia (6 4 h. por dia (6 dias 3 h. por dia (6 dias I dias por semana) por semana) por semana) i Perante estes numeros (e a exi guidad e abs oluta de' i r: ~ tala~oes) pode Vlr a haver restri~ao d o numero d e lnscrl ~OeS no l? ano, de acordo com a inten~ao governament al plblicamente anunciada. Para o mapa seguinte d e o r g a nizac;ac. de ensino ( aulas teoricas por semana -- 1, de 1, 30 h. ; allas praticas -- 2, de l h. cada) o numero maxlf'10 ordinaries no l? ano comportavel pelas 8 salas de alunos f u nci ona~ do permanentemente 8 h. por d i a ( 5 dias comple tes por seoana, mais a manha de Sabado), seria d e 500 ( 3 turr!las de a u l as t eo ricas; 1 0 turmas de aulas praticas): 6~ hipotese (360 horas) 1? ano: teoricas (3 t. X 4 c. X 1,30 h.) 18 } 98 praticas (10 t. x 4 c. X 2 h.) 80 2? ano: teoricas (3 t. x 4 c. X 1,30 h.) 18 J 90 praticas (9 t. x 4 c. X 2 h.) ano: teoricas (2 t. x 4 c. X 1,30 h.) 12 } 68 praticas (7 t. x 4 e. X 2 h.) ano: teoricas (2 t. x 4 c. X 1,30 h.) 12 } 52 praticas (5 t. x 4 c. X 2 h.) ano: teoricas (2 t. x 4 c. X 1,30 h.) 12 } 52 praticas (5 t. x 4 c. X 2 h.) 40 TOTAL 360

22 Docentes Para 2356 alunos ordinaries, eis as varias proporgoes "ideais" de razao professor/aluno: razao 1/10 (necessaries aproximadamente) 235 do centes 1/15 ( " ) 157 " 1/20 ( ) 117 1/25 ( " ) 90 1/30 ( " ) 78 1/35 ( ) 67 1/40 ( ) 58 1/45 ( ) 52 1/50 ( ) 47 Ern face do nurnero reduzidissirno de docentes ao servi go, cujo nurnero nao atinge sequer a relagao rnenos favoravel professorial uno referida no quadro supra ( l/50), a Comissao de Gestae tornou a iniciativa de abrir concurso para o preenchirnento de lugares de assistente- eventual e monitor. Ate a data responderarn ao convite respectivarnente 13 candidates a assistente-eventual e cerca de 30 a monitor. A escassez do pessoal docente e, sern duvida, o principal obstacul o a organizagao do ensino que resulta das propostas da Comissao Apetrechamento bibliografico e tecnico 0 regime de aulas e de avaliagao de conhecirnentos ag~ ra proposto irnplica, entre outras coisas, a desvalorizagao fundamental do papel da sebenta como fonte de conhecimento. A utilizagao de fontes diversas, a pesquisa autonorna do estu

23 23 dante, ganham um papel que ate agora nao tinham. Mas esse objective ver-se-ia frustrado na sua realiza~ao prat~ca se nao se pusessem a disposi~ao dos estudantes elementos bibliograficos e. condigoes materais que nao existem no moment.o. Nestes termos, a Comissao propoe a imediata organiz~ ~ao de urn fundo especial de livros, constitufdo por urn numero adequado de exemplares das obras que para cada disciplina sej am j ulgados de primeira importancia como elementos de con sulta. De acordo com as disponibilidades financeiras da Faculdade, o numero de exemplares de cada livro deveria ser o necessaria para permi tir tambem 0 emprestimo para consul tad~ miciliaria durante curtos perfodos de tempo. Por outro lado, entende a Comissa9 que, em ordem a evitar grandes obstaculos de natureza tecnica a dinamizagao do ensino (sobretudo no que toea a impressao e divulgagao dos textos-de-apoio), se impoe que a Faculdade seja conveniente mente apetrechada em condigoes humanas e materiais (nomeadamente montando urn eficaz servigo de fotocopias e dactilografia). 4. AVALIA~AO DE CONHECIMENTOS Princ{pio geral Quanto a este importante ponto, a Comissao considerou terem as solugoes de encontrar-se dentro de dois limites fundamentais. Por urn lado, na rejeigao das formas.tradicionais de exame, cuja certidao de obito lhes foi passado apes o 25 de Abril. Por outro lado, na rejeigao de formas de ava

24 24 liac;ao "espontaneas", "permanentes", que nao apresentam nas actuais condic;oes das universidades portuguesas qualquer po~ sibilidade seria de urn control o minimamente digno. A Comissao considerou que as formulas ensai adas desde o 25 de Abri l se manifestaram suscept.lveis de aperfeic;oamento, em termos de deverem constituir a base de qualquer es q uema de avaliac;ao de conhecimentos adequado as condic;oes ac tuais Elementos de avalia~ao Trabalho de investiga~ao Cons i derou- se que os trabalhos individuais ou de gr~ po -- elemento essencial desse esquema deverao ser elabocomo aconteceu rados durante 0 per.lodo lectivo, e nao num per.lodo final, apos o per.lodo lectivo. Ern favor destaso luc;ao argumentou- se que ela e a unica que permite distribuir o esforc;o do estudante por todo o ano escolar, alem de so ela permi tir maxi mizar a utilizac;ao da bibliografia e outros elementos de trabalho que a Faculdade possa por a disposic;ao dos alunos. Nestes termos, os trabalhos deverao incidir sobre te mas constantes de uma lista elaborada pelo enca'rregado da di~ ciplina de acordo com os cursos, listas a apresentar ate uma data- limite, que nao devera ultrapassar 0 ponto intermedio do per.lodo lectivo da disciplina. Do mesmo modo, devera estab~ lecer- se uma data-limite para a entrega dos trabalhos, que normalmente devera preceder de a lgum tempo o final do resp e~ tivo per.lodo l ectivo. Por outro lado, deverao estabelecer-se limi tes nao so

25 25 para 0 n umero maximo de alunos por cada grupo -- q~e se propoe seja tres --, mas tambern para a dimensao maxima dos tra.balhos -- que se propoe sej a 20, 30 ou 40 paginas dactilogr9 fadas a 2 espagos (ou o seu equivalente em milhares de palavras), consoante se trate de urn, dois ou tres alunos. A Comissao entende que o trabalho so pode ser classi ficado apos a sua discussao. Em condigoes optimas,a d i scus sao dos trabalhos deveria ser feita durante o per1odo lectivo, em aulas praticas ou seminaries, sendo mesmo de desejar que os trabalhos pudessem vir a ser elaborados com acompanh9 mento permanente do encarregado da disciplina ou dos seus au xiliares. Mas, dada a inexistencia actual de me i os humanos e materiais que permi tam a elaboragao e discus sao de todos os trabalhos (ou sequer de uma parte substancial deles) nessas condigoes, a Comissao entendeu que pelo menos no proximo ano escolar, a discus sao dos trabalhos tera de ficar para depois do per1odo lectivo. A classificagao do trabalho sera sempre individual, mas a sua discussao sera individual ou colectiva, conforme s e trate de trabalhos individuais ou de grupo Prova escrita complementar Assente que os trabalhos escritos deverao ser o elemento basico da avaliagao de conhecimentos, a Comissao e nten deu porem que eles nao satisfazem uma outra exigencia que CO!] siderou essencial: o controlo do dom1nio dos quadros fundamentais da materia,, isto e, do conhecimento por parte do alu no dos princ ipais conceitos e da sua capacidade de qualific9 gao de situagoes a luz desses conceitos. Entendeu-se,por ou

26 26 tro lado, que o alarg~mento da discussao oral dos trabalhos a materias nao directamente relacionadas com estes, embora pudesse satisfaze~ aquele objective, nao seria pratic~vel por razoes de tempo. Considerou-se asslm necess~ria a existencia de uma prova escrita complementar, especialmente destinada a apreciagao daqueles conhecimentos' e a qual se atribuiria urn factor de 'llalorizagao inferior - porventura metade - ao do tra balho. Esta prova escrita dever~ ser de curta duragao (por ex., 1 hora) e realizar-se imediatamente apos o termo do perlodo lectivo propriamente dito, havendo duas chamadas Elemento auxiliar de avalia~ao Ao lado destes dois elementos de avaliagao o trabalho e a prova escri ta - a Comissao entendeu que se deve va lorizar tambem a participagao dos alunos nas aulas pr~ticas, -...,. quer pela sua intervengao nas discussoes, quer pela feitura de pequenos testes individuais a real,izar eventualmente durante O ano. A valorizagao deste elemento, contudo, dever~ ser levada em conta apenas como elemento auxiliar de atribui gao da nota final Modos de classifica~ao A avaliagao final dever~ expressar-se pole' riteio de uma notagao unica, resultado da combinagao dos tres elementmac ~ rna indicados, e dever~ constar apenas de uma das seguintes i~ formagoes: "insuficiente", "suficiente", "born", "mui to born".

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