Área do Conhecimento: Ciências Agrárias Recuperação de Áreas Degradadas CNPq.

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1 LEVANTAMENTO PEDOLÓGICO DETALHADO DO SOLO E ANÁLISE DO BANCO DE SEMENTES EM REMANESCENTES FLORESTAIS NA BACIA DO RIO DAS PEDRAS (BARÃO GERALDO-CAMPINAS/SP) PARA FINS DE QUANTIFICAÇÃO DA DEGRADAÇÃO AMBIENTAL Jéssica Caroline Morais Cunha Pontifícia Universidade Católica de Campinas SP Ceatec Centro de Ciências Exatas, Ambientais e de Tecnologias Regina Márcia Longo Sustentabilidade Ambiental nas Cidades Ceatec Centro de Ciências Exatas, Ambientais e de Tecnologias Resumo: Para o estudo de uma bacia hidrográfica e também de outros trabalhos em várias áreas do conhecimento, é preciso estabelecer indicadores de degradação ambiental e de sustentabilidade. Os indicadores utilizados para fins de quantificação da degradação ambiental foram análises físicas do solo e análise do banco de sementes. As amostras foram coletadas no remanescente florestal urbano Mata Santa Genebra Barão Geraldo, Campinas, SP, pertencente à bacia Rio das Pedras. Foram analisadas as áreas de borda do remanescente pois estas recebem influência do meio externo, decorrente do seu uso, ocupação e manejo. Foram coletadas 40 amostras, sendo cada um eqüidistante 200 metros uma da outra, e a uma distância de 20 metros da borda do remanescente.. Palavras-chave: análises físicas, banco de sementes, remanescente urbano, mata santa genebra. Área do Conhecimento: Ciências Agrárias Recuperação de Áreas Degradadas CNPq. Introdução A bacia Rio das Pedras nasce entre o Alto do Taquaral e o Jardim Primavera, passa entre os bairros Fazenda Santa Cândida, Jardim Santa Genebra, Barão Geraldo, Parque das Universidades; Shopping Parque Dom Pedro; uns dos principais hospitais da cidade o Hospital das Clínicas da Unicamp; por alguns condomínios de Barão Geraldo; entre outros locais de menor relevância. A bacia Rio das Pedras tem suas águas poluídas pelo esgoto (doméstico, hospital e comercial), parte de sua vegetação destruída pela urbanização, margens soterradas, solo contaminado, vazão aumentada, e muitos outros problemas causados pela urbanização desenfreada e desorganizada [1]. A bacia pertence à Bacia do Médio Tietê, é uma importante sub-bacia do Rio Anhumas, e está interligada a outras bacias e rios. É de suma importância ressaltar que o Rio Anhumas que atravessa uma grande parte da área urbanizada de Campinas, tendo boa parcela dos problemas ambientais da cidade que interferem na RMC. O remanescente florestal para a coleta das amostras é a Mata Santa Genebra, Barão Geraldo em Campinas- SP, sendo este maior fragmento florestal do município. Possui uma extensão de 251,7 hectares. Esse remanescente é também a segunda maior floresta urbana do Brasil, além de ser um remanescente Mata Atlântica, que é um dos biomas mais afetados do Brasil, que tem grande importância global devido a sua riqueza em números de espécies da fauna e flora. Também é a única área do Município que protege um remanescente de floresta paludosa ou floresta do brejo, sendo 8% da sua área formada por esse tipo de floresta. Esse tipo de floresta paludosa possui vegetação rara no estado de São Paulo. Esse remanescente é muito suscetível há vários problemas e ameaças, está localizada na transição entre a área urbana/rural do Distrito de Barão Geraldo, sofrendo diversas interferências antrópicas. Em relação aos

2 recursos hídricos, existem várias nascentes, que abastecem duas importantes bacias da região: do Ribeirão Quilombo e do Rio das Pedras, além de ter águas que influenciam outras bacias (bacia do Ribeirão Anhumas, bacia do Córrego da Fazenda Monte d Este) do Distrito de Barão Geraldo. [2]. Analisar o solo do remanescente da Bacia do Rio das Pedras, não apenas por ser a área que apresenta maior porcentagem de riscos no estudo realizado por [3]. É também devido ao um aspecto fundamental na recuperação de áreas degradadas que é o conhecimento do solo ou do substrato onde essa recuperação tem que ser conduzida. Os procedimentos específicos na recuperação dessas áreas dependem essencialmente das propriedades físicas, químicas e mineralógicas do solo ou substrato que, deverá apresentar condições para o adequado desenvolvimento das plantas [4]. Neste contexto, o presente trabalho tem por objetivo realizar um levantamento e analisar propriedades físicas do solo, e o banco de sementes nas bordas no remanescente Mata Santa Genebra, para fins de quantificação da degradação ambiental. Metodologia Para a realização deste trabalho foram utilizados 40 pontos, sendo cada ponto a 20 metros da borda e eqüidistantes a 200 metros. Para marcação da distância dos pontos foi utilizada uma trena (Figura 1). Para uma melhor análise os 40 pontos, foram divididos em parcelas sendo cada parcela trabalhando com uma média entre quatro pontos da parcela, totalizando dez parcelas. Em cada ponto a amostra de solo foi coletada no centro da sub-parcela de 1m². Para determinar essa sub-parcela foi utilizado um gabarito madeira de área 1m². O local foi previamente limpado. Figura 1: Pontos de coleta para amostragem. Imagens obtidas pelo Google Earth, sem valor cartográfico real. Elaborado pela autora. Análise física do solo: Utilizou para a coleta das amostras um anel metálico de diâmetro 4,6 e altura 4,8 cm. Com auxilio das mãos esse anel foi inserido no solo, e depois foi retirado com auxilio de uma faca. Todas as amostras foram acondicionadas em sacos plásticos e devidamente identificadas. Todas as análises foram feitas no laboratório de mecânica dos solos do CEATEC, PUC- CAMPINAS. Para a determinação da umidade do solo (W), da densidade do solo (DS), as amostras foram secas em estufa a ± 105 C por 24 h. E o peso específico natural (ɣn) foi calculado utilizando volume de solo conhecido. O peso da amostra de solo em condições naturais. E o Peso Aparente Seco (γ0), a porosidade (n), foram calculados por meio de fórmula de acordo com [5] As cores do solo foram comparadas com a coleção de cores do livro Munsell soil color charts, que contém apenas as cores necessárias para a identificação e caracterização do solo [5]. Banco de sementes: Para a coleta das amostras para o banco de sementes foi utilizado o mesmo local previamente limpo da coleta da amostra de solo para análise física. A metodologia é a mesma o que difere é o tamanho do anel metálico utilizado com diâmetro 11,1 cm e altura 11,5 cm. O anel foi introduzido no solo com um peso tendo o auxílio de uma haste, removendo-se a camada do solo de até a profundidade de 20 cm. (Figura 2). (A) (B) (C) Figura 2: (A) Peso sendo inserido na haste; (B) Equipamento para a coleta inserido no solo; (C) Anel metálico com o solo. Foto: LONGO, R.M., As amostras para análise do banco de sementes foram colocadas em jornal pra secar. Cada amostra de solo foi destorroada com o auxílio de água corrente em peneira com malha de 600 mm (Figura 4), até que água que passa pela peneira ficasse translucida. A água passava pela peneira com a parte do solo, dissolvendo-o e deixando retido na malha das peneiras apenas as sementes. Depois cada amostra foi colocada em folha branca (para melhor visualizar ao procurar as sementes) devidamente indicada com o número da amostra, para secagem ao ar. Resultados e Discussões Foi realizado o registro fotográfico das características de cada ponto nos dias de coleta de amostras (Fevereiro de 2013). Em alguns pontos notou-se a presença de bambu em excesso (Figura 5- A), e/ou trepadeiras (Figura 5- B) e presença de capim (Figura 5 - C), presença de lianas. Alguns pontos como o 17, 20, 25, são locais de brejo (Figura 5 - D). (A) (B)

3 % total de Sementes (C) (D) Figura 5 Algumas das características dos pontos de amostragem: (A) bambu em excesso; (B) trepadeiras; (C) capim em excesso; (D) local de brejo. Foto: por MENDES, D.R. e por LAMMOGLIA, R. (2013). A cor das amostras de solo da Mata Santa Genebra, apresentou 9 diferentes tonalidades apresentada na Tabela de Munsell. As amostras apresentaram relativa homogeneidade, com predominância de tonalidades de marrom e marrom avermelhada, algumas amostras apresentaram tonalidade cinza decorrente de locais de brejo. Na tabela 1 pode-se observar-se as médias com os valores dos índices físicos dos pontos estudados. Tabela 1. Médias dos índices físicos do solo, analisadas segundo o Teste de Scott-Knott nove, e dez desse presente trabalho. Comparando as densidades [6] com as encontradas na pesquisa a variação é pequena O presente trabalho chegou a resultados de densidade entre 0,6405 a 0,8832 g /cm³ estão próximos ao normal que é 1,0 g /cm³. Essa densidade baixa confere uma estrutura mais adequada para a percolação da água, sendo assim armazenada água em maiores profundidades. Essa maior capacidade de infiltração pode ser associada uma maior quantidade de matéria orgânica que melhora a estrutura do solo, favorecendo também a penetração das raízes. Os teores de umidade dependem do tipo do solo, geralmente situam-se entre 10 e 40%, como podem ser visto da Tabela 1, os valores do solo da Mata Santa Genebra, estão dentro dos padrões. Valores de coeficiente de variação abaixo de 10%, são classificados como valores baixos e conferem ao experimento alto precisão, de 10-20% médio, de 20-30% alto e valores acima de 30% muito alto [7]. O CV encontrado na análise de W e γ0, respectivamente de 21,19 % e 21,92% foram considerados altos, porém isso pode ter ocorrido por se tratar de um ambiente natural, no qual cada parcela tem suas características. Apenas n obteve CV baixo, e γn e DS obtiveram CV médio. Não houve diferença significativa entre as parcelas nas análises γn, W, DS, pelo teste Tukey a 5% de probabilidade, e nem por Scott-Knott. Apenas para γ0 houve diferenças significativas tanto em Tukey como Scott-Knott, o que também é comprovado pelo teste F no qual obteve-se 1% de significância. Provavelmente se deve pelo fato do cálculo do γ0 envolver outras análises como W e γn. BANCO DE SEMENTES: Pelo método da contagem direta foram encontrados no total 55 indivíduos. Os resultados em parcelas, sendo que uma parcela continha quatro repetições, no total são 40 amostrados distribuídos em 10 parcelas (Grafico 1) com 5% de significância. Onde: W=umidade; γn=peso específico natural; γ0=peso específico aparente seco; n=porosidade; DS= Densidade do solo. Médias seguidas da mesma letra maiúscula na Coluna não diferem segundo teste de Scott-Knott para P<0,05. Alguns autores, como [6] estudaram as analises fisico-hidricas do solo nos remanescentes florestais de Campinas, pertencentes à bacia do Rio Anhumas, e um pequeno fragmento da Santa Genebra pertence ao Rio Anhumas. Uma de suas análises foi a da densidade do solo, sendo valores no Horizonte A 1,25 Mg/m³, e no Horizonte B 1,41 Mg/m³. Analisou o que corresponde a aproximadamente as parcelas: um, Parcela Gráfico 1. Percentual de sementes verificadas pelo método da Contagem Direta em cada sub-parcela, nas amostras de solo da Mata Santa Genebra, Campinas SP, Conforme a Tabela 2 as parcelas 8 e 9 são próximas e estão entre as que apresentaram maior número de indivíduos. Analisando a proximidade entre elas e o número de sementes

4 nota-se que a região esta sofrendo influência da vegetação. A parcela 9, o ponto 34 que apresentou cerca de 60% de indivíduos da parcela notou-se que é constituído por um subbosque denso de árvores altas e médias, provável que o grande número de indivíduos se deve a essa vegetação densa. As parcelas 1 e 2 essas duas foram que apresentaram a mesma quantidade de indivíduos. Isso pode ser estar relacionado ao fato de além de estarem próximas, em campo notou-se uma vegetação bem parecida. As parcelas 7 e 10 foram as que apresentaram menor quantidade de indivíduos, em campo notou-se que tem em comum grande presença de bambu e capim. Os valores encontrados pela análise estatística confirmam a heterogeneidade nos resultados obtidos em cada parcela. Tabela 2. Densidade de sementes coletadas na área do anel e estimada para uma área de 1m², no banco de sementes da Mata Santa Genebra, do município de Campinas SP, Isso também pode ser verificado na Tabela 2, que apresenta dos resultados da análise estatística descritiva e teste de normalidade, da densidade de sementes, com estimada para sub-parcela de 1 m². Para calcular a densidade foi feito da seguinte forma: A densidade de sementes estimada para subparcela de 1 m², foi de 5729,17 sementes/m². Em estudos no mesmo local porém em anos diferentes, e com a mesma metodologia deste presente trabalho, estimou o número de sementes para uma área de 1m². Os valores respectivamente encontrados foram sementes/m² para o período com menor incidência de chuvas e sementes/m² no período chuvoso, e sementes/m² (seca) e sementes/m² (chuvosa) [8] Em estudo sobre a composição florística e a densidade do banco de sementes em povoamentos florestais puros sementes/m², e em remanescentes de Floresta Ombrófila aberta 405 sementes/m², na Paraíba, porém com a metodologia diferente do presente trabalho. [9] O coeficiente de variação encontrado foi de 36,62 % considerado alto (acima de 30%), porém isso pode ter ocorrido por se tratar de um ambiente natural, no qual cada sub-parcela tem sua forma de dispersão e produzem quantidades diferentes de sementes. Depois de encontradas as sementes em cada amostra elas foram separadas em grupo de morfo-espécies. As morfo-espécies não foram identificadas, realizando-se apenas análises quantitativas das mesmas, resultando em 11 morfo-espécies (M) sendo coletada em uma época de estação chuvosa. Após a quantificação das sementes, as mesmas foram medidas. As M5, M6, M7, M9, apresentaram-se menores que 5mm, que juntas representam cerca de 40% do total de sementes. No estudo de [8] todas as sementes apresentaram-se menores que 5mm. Na Tabela 3 pode-se verificar que aa maiores porcentagens de morfo-espécies são da M1 e a outra foi a M3 que juntas correspondem aproximadamente 40% da quantidade total de sementes encontradas. Assim como a quantidade de sementes verificadas em cada parcela está de forma heterogênea, a distribuição de morfoespécies também como pode ser verificada na Tabela 3. Nota-se também que as morfo-espécies que se apresentaram em boa parte das subparcelas foram a M1 e M3, que juntos representam aproximadamente 40% do total de sementes, mostrando uma maior adaptação ao ambiente e um grande número de sementes dispersas

5 [2]. PLANO DE MANEJO A.RI.E. MATA SANTA GENEBRA. Campinas, 2010 [3].DAGNINO, R. S Riscos Ambientais na bacia do Ribeirão das Pedras, Campinas - São Paulo p. Dissertação (Mestrado em Geografia) Universidade Estadual de Campinas, Campinas.. [4] FONTES, M.P.F Estudo pedológico reduz impacto da mineração. Rev. Cetesb de tec. AMBIENTE, São Paulo, p Conclusão Com a análise dos resultados obtidos pode-se concluir que as características físicas do solo e o banco de sementes analisado, apesar de apresentarem resultados relativamente bons para a manutenção da vegetação, e consequentemente para incorporação das sementes, a quantidade de indivíduos no banco de sementes apresentou-se deficiente, para evitar mais agravantes deve se tomar praticas de conservação e preservação das bordas desse remanescente, antes que o remanescente seja ainda mais afetado, pois quanto antes serem tomadas atitudes mais fácil e rápido será a recuperação. Agradecimentos Agradeço à Fapic/Reitoria pela bolsa de iniciação científica e à Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP), que colaboram para a execução desse projeto. A Pontifícia Universidade Católica de Campinas-SP pela oportunidade. À Profª Drª Regina Márcia Longo, orientadora por todo o auxilio prestado. Aos técnicos dos laboratórios, que sempre foram muito receptivos e colaboraram de forma nas análises. Ao grupo de Iniciação Cientifica, cujos integrantes apoiaram e ajudaram na coleta de amostras em campo, e nas análises em laboratório. Aos meus amados pais pelo apoio e pelo grande e permanente incentivo durante o desenvolvimento deste trabalho. Referências [1]. SEVÁ FILHO, A.O As águas de Barão Geraldo e as bacias dos rios das Pedras, Anhumas, Atibaia e Quilombo. Disponível em: < do.pdf>. Acesso em: 10 de Julho de [5] EMBRAPA Manual de métodos de análises de solo. 2ª Ed. Rio de Janeiro: Centro Nacional de Pesquisa de Solos, p. Disponível em: <http://www.cnps.embrapa.br/download/manual_ metodos_analise_solo.zip>. Acesso em 4 de Julho de [6] FERREIRA, I. C. de M Associações entre solos e remanescentes de vegetação nativa em Campinas, SP p. Dissertação (Mestrado em Agricultura Tropical e Subtropical Área de Concentração) Instituto Agronômico Campinas, Campinas. Disponível em: <www.iac.sp.gov.br/projetoanhumas/pdf/tese_iva n.pdf>. Acesso em 8 de julho de [7] GARCIA, C. H Tabela para classificação do coeficiente de variação. IPEF: Instituto de Pesquisas e Estudos Florestais. CIRCULAR TÉCNICA Nº 171, Novembro de Disponível em < >. Acesso em: 10 de Abril [8] DEDA, A.A.S Avaliação Quali Quantitativa do Banco de Sementes e Plântulas em Trecho de Mata Ciliar do Rio São Francisco SE. Monografia (Graduação Engenharia Florestal), Núcleo de Engenharia Florestal, Universidade Federal de Sergipe, São Cristóvão, 40p. [9] LOPES, K.P.; SOUZA,V.C.; ANDRADE,L.A.; DORNELAS, G.V.; BRUNO, R.L.A Estudo do banco de sementes em povoamento florestais e em uma capoeira de floresta ombrófila aberta, no município de Areia, PB, Brasil. Acta Bot. Bras. 20 (1) :

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