DESMATAMENTO DA MATA CILIAR DO RIO SANTO ESTEVÃO EM WANDERLÂNDIA-TO

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1 DESMATAMENTO DA MATA CILIAR DO RIO SANTO ESTEVÃO EM WANDERLÂNDIA-TO Trabalho de pesquisa em andamento Sidinei Esteves de Oliveira de Jesus Universidade Federal do Tocantins INTRODUÇÃO Com o desmatamento da mata ciliar, o rio Santo Estevão vem sofrendo alterações em seu regime hídrico. Através de trabalho de campo observou-se que houve uma redução do seu volume de águas e um aumento da poluição nas suas margens. Neste norte, conseqüentemente, o desmatamento contínuo, pode tornar o rio santo Estevão inutilizável. O rio Santo Estevão está localizado no município de Wanderlândia no norte do Estado do Tocantins, precisamente na Região do Bico do Papagaio conforme figura 01. Este rio está as margem da BR 153 e 226, dividindo a região leste da cidade tendo a sua margem esquerda o setor charlene e na sua margem direita localiza chácaras de criação de bovinos e duas vilas: vila Planalto e vila Viana ambas localizadas na região leste na cidade de Wanderlândia. E ao longo do seu curso o rio Santo Estevão e cercados por propriedades rurais, até desaguar no rio Lages, ao centro - Sul do Município de Wanderlândia Tocantins. Este trabalho tem por objetivo principal analisar as causas da degradação das matas ciliares do córrego Santo Estevão em Wanderlândia-TO. (temporal Para nortear o trabalho, utilizamos de algumas bibliografias que trabalha a temática em discussão. Dentre este, temos: (MARTINS, 2001), que vai falar sobre as formações florestais ao longo dos rios, entorno das nascentes e reservatórios de águas; (PEREIRA, R. de C.; LEITE, H. G. 1996) e (ARAUJO, K. D. 2005), vai colocar causas do desmatamentos das matas ciliares ao longo dos cursos de água. A pesquisa de campo foi realizada através de uma parceria entre os alunos do Colégio José Luiz Siqueira, as comunidades ribeirinhas e a Associação dos Trabalhadores Rurais do Vale do Corda/Projeto Demonstrativo Ambiental (ATRVC/PDA) Ilha Verde, que 1

2 teve por objetivo sensibilizar a população local, alunos desta escola e ribeirinhos para atuar como participantes no processo de proteção das margens do rio Santo Estevão. Figura 01: Localização do Município de Wanderlândia 2

3 Fonte: Organizado pelo Autor DEGRADAÇÃO AMBIENTAL Entende-se que a degradação e a perturbação ambiental em matas ciliares tornaram-se entre os mais freqüentes e agravantes impactos ambientais na atualidade no Tocantins, principalmente quando próximas às cidades. A maioria das recentes cidades tocantinenses em seu processo de formação teve como conseqüência o desmatamento, e principalmente o desmatamento de matas ciliares, por ser a maioria das vezes essas cidades localizadas as margens dos recursos hídricos. Esse processo pode ser visto na cidade de Wanderlândia, onde, a falta de planejamento urbano continua sendo até hoje o principal fator responsável pelo desmatamento de áreas próximas aos recursos hídricos. Assim como na cidade, o meio rural deste Município, através da agricultura e pecuária contribui de forma incontrolável para o desaparecimento das matas nativas ao longo dos rios. Ao longo da história do País, a cobertura florestal nativa, representada pelos diferentes biomas, foi sendo fragmentada, cedendo espaço para as culturas agrícolas, as pastagens e as cidades (Martin, 2001). Como mostra imagem abaixo, fica claro que no período do levantamento dos estudos para desenvolver o trabalho, a pratica da queimada para a retirada da vegetação nativa (macega) vegetação não aceita pelos animais, para o plantio de capins para o desenvolvimento da pecuária. 3

4 Figura 02: Localização do Município de Wanderlândia Fonte: Organizado pelo Autor Pode se observar que o desmatamento desenfreado das matas ciliares e outras áreas de preservação, ocorrem com maior intensidade nas regiões economicamente mais desenvolvida, como o caso das regiões sul, sudeste, centro oeste e mais a região norte com a pecuária e a exploração da madeira ilegal. Este processo de eliminação das florestas resultou num conjunto de problemas ambientais, como a extinção de várias espécies da fauna e da flora, as mudanças climáticas locais, a erosão dos solos e o desmatamento de matas ciliares (MARTINS, 2001). O processo que vem ocorrendo nas margens do rio Santo Estevão (figura 04) na área urbana de Wanderlândia no Tocantins, não é diferente dos rios que margeiam outras cidades tocantinenses, pois durante sua formação, levou o desmatamento da mata ciliar, cujo problema se agrava cada vês mais. As matas ciliares também foram alvos de degradação, sobretudo do processo de urbanização, já que muitas cidades foram formadas as margens de rios, eliminando todo tipo de vegetação ciliar, tendo como conseqüência as inundações constantes em períodos de chuvas e elevada magnitude (SALVADOR, 1987). 4

5 Figura 04: Córrego Santo Estevão Fonte: Oliveira (2010) A intensa degradação da vegetação em função dos diversos usos da população, tem efeito sobre a área de preservação permanente (APP), inclusive a criação de animais. É considerada pela lei, como sendo área de preservação permanente. Segundo Ribeiro (2001, p.11), são florestas ou outros tipos de cobertura vegetal nativa, que margeiam rios, igarapés, lagos, olhos d água (minas, nascentes) e outros corpos de água, mesmo que temporários ou construídos pelo homem [...]. No município observa-se que tem chácaras, onde cercas de arame farpado e liso, margeiam o Córrego Santo Estevão, possibilitando que animais pisem as áreas da margem do rio dificultando o desenvolvimento das espécies nativas e recuperação da mata ciliar. 5

6 Em função disso, pode-se observar a destruição acelerado do recurso hídrico. A erosão e a poluição causadas pela quantidade de lixo jogado pela população as margens do córrego, os quais poderão causar o soterramento do mesmo. É importante sensibilizar a população sobre a preservação dos recursos hídricos do córrego Santo Estevão em Wanderlândia. Tendo em vista que essas áreas são protegidas por lei, e mesmo assim, muita das vezes indivíduos acaba ignorando-as, causando assim impacto ambiental ao derrubar as matas (figura 04) que encontram as margens desses corpos hídricos, principalmente para o uso da pecuária desordenada. Apesar da existência de legislação preservacionista específica, a vegetação ciliar ainda é submetida a ações de degradação intensas, como a retirada indiscriminada de madeira, a implantação de pequenos e grandes empreendimentos, a agricultura desordenada e ainda pela pecuária extensiva com animais em limites superiores a capacidade de suporte do ecossistema. Foto 05: Córrego Santo Estevão Fonte: Oliveira (2010) 6

7 O novo Código Florestal (Lei n /65) desde 1965 inclui as matas ciliares na categoria de áreas de preservação permanente. Assim toda a vegetação natural (arbórea ou não) presente ao longo das margens dos rios e ao redor de nascentes e de reservatórios deve ser preservada. De acordo com o artigo 2 desta lei, a largura da faixa de mata ciliar a ser preservada está relacionada com a largura do curso d'água Como é inevitável o desmatamento para que as cidades se desenvolvam, o ideal seria que não destruíssem toda a vegetação para permitir o equilíbrio entre o espaço geográfico e o natural, cuja conseqüência seria uma melhor qualidade de vida para todos. Como afirma Martins (2001): o processo de eliminação das florestas resultou num conjunto de problemas ambientais, como e extinção de varias espécies de fauna e da flora, mudanças climáticas locais, erosão dos solos e o assoreamento dos cursos d água. Nesse panorama as matas ciliares não escaparam da destruição pelo contrario, foram alvos de todo o tipo de degradações. Bastar considerar que muitas cidades formadas as margens dos rios, eliminando todo o tipo de vegetação ciliar, e muitos pagaram um preço alto por isso, através de inundações constantes (MARTINS, 2001, pg.16). De fato, percebemos que no entorno das zonas urbanas a vegetação nativa foi praticamente destruída, e o que nos resta agora é termos consciência e tentar recuperar o pouco que sobrou para servir no mínimo como uma pequena amostra de recuperação da vegetação degradada, em um ambiente urbano que poderia ser mais harmônico e saudável. CONSIDERAÇÕES FINAIS Pode-se afirmar que as matas ciliares e outras áreas de preservação permanente permitem a diminuição dos problemas de erosão do solo, manutenção da quantidade e qualidade das águas dos rios, córregos e lagos. Além de servir de alimentos para a fauna e o homem. É de grande importância saber que quando chove, a mata ciliar impede que uma grande quantidade de água caia diretamente sobre o solo formando enxurradas provocando lixiviação e erosão e até evitando o arraste de lixos, e conseqüentemente as enchentes. A 7

8 água das chuvas também pode trazer diversas substâncias estranhas, como excesso de adubos e outros produtos químicos aplicados nas áreas de cultivo agrícola e de formação pecuaristas. A vegetação também retém parte destas substâncias, evitando a contaminação dos rios que protege, tornando as águas dos rios saudáveis mesmo no período chuvoso. Segundo Portugal (1992), Se o terreno tem muita vegetação, o impacto da chuva será atenuado porque este estará mais protegido, bem como, a velocidade da chuva no solo ficará diminuída devido aos obstáculos (a própria vegetação "em pé e caída") e também a erosão ficará diminuída devido a que as raízes darão sustentação mecânica ao solo. A figura abaixo nos mostra isso. Ao trabalhar com os problemas ambientais do córrego Santo Estevão, tentamos mostrar para as comunidades que as matas que se formam às margens do rio servem de abrigo aos animais, facilitando sua reprodução e alimentação. Esses animais podem utilizar a mata ciliar, como um corredor entre florestas distantes entre si, sem precisar cruzar campos cultivados e, com isso, arriscar a vida. Os peixes acabam se servindo das árvores, que fornecem alimentos e favorecem temperaturas constantes, sem grandes oscilações; sendo que essas mesmas pessoas podem de maneira sensata se alimentar desses peixes. O equilíbrio ecológico só é possível com manejo adequado das florestas, matas e preservação do meio ambiente, pois a preservação dessas espécies vegetais é protegida por lei. Em virtude disso, o trabalho realizado no córrego Santo Estevão, servira para que órgãos ambientais tornem conhecedores do processo de degradação do córrego Santo Estevão e que tome as devidas providencias o mais rápido possível afim de que as matas ciliares do recurso hídrico trabalhado voltem a sua atividade que nada mais é de proteger o talvegue do rio. Outro ponto importante, é que a comunidade urbana, os ribeirinhas e principalmente os alunos envolvidos no trabalho, tomem conhecimento do problema e ajude a recuperar a mata ciliar do córrego Santo Estevão. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS. 8

9 ARAUJO, K. D. Variabilidade temporal das condições climáticas sobre as perdas de CO2 na encosta do açude Namorados, em São João do Cariri-PB. Dissertação (Mestrado em Manejo e Conservação do Solo e Água) Centro de Ciências Agrárias, Universidade Federal da Paraíba, Areia. 101p MARTINS, S. V. Recuperação de matas ciliares. Viçosa MG, Aprenda Fácil, PEREIRA, R. de C.; LEITE, H. G. Considerações sobre o manejo sustentável de matas ciliares. In: SIMPÓSIO INTERNACIONAL SOBRE ECOSSISTEMAS FLORESTAIS. Belo Horizonte. Anais... Belo Horizonte. p Caderno de resumos PORTUGAL, G. A agressão Ambiental. Revista AE, v.6, SALVADOR, J. do L. G. Considerações sobre matas ciliares e a implantação de reflorestamentos mistos nas margens de rios e reservatórios. São Paulo: CESP. (Série Divulgação e Informação, 105)

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