PLURALISMO TEOLÓGICO E RELIGIOSO

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "PLURALISMO TEOLÓGICO E RELIGIOSO"

Transcrição

1 PLURALISMO TEOLÓGICO E RELIGIOSO Jair Dupont Introdução Vivemos na era da globalização. A tendência atual é a uniformização cultural. E poderia parecer uma contradição falar de culturas e de interculturalidade neste contexto. A globalização à moda ocidental, chamada de progresso histórico, não costuma fazer concessões às culturas locais, antes busca a uniformidade. Porém, este modelo de globalização encontra resistências em diversos movimentos nacionais e mundiais, que se insurgem à imposição de um caminho único, universal. A cultura está ligada à identidade de um povo. Falar em ser humano é falar em cultura. Não podemos chegar à universalidade, sem passar pelas culturas. Esta questão das culturas é tão pertinente e urgente que na celebreção da Páscoa deste ano, diante de cem mil fiéis que estavam na praça de São Pedro, o papa fez um apelo ao mundo para que evite uma guerra de culturas. Uma ameaça bem atual, sobretudo por causa da guerra contra o Iraque de Saddam Hussein. Mesmo que a causa primeira do conflito seja econômica ou ideológica, o mundo corre o risco de ser envolvido num suposto confronto entre o Ocidente e o Oriente, a cilivização cristã versus a civilização muçulmana. Mas se existe o perigo da colonização ou do conflito, existe o lado positivo que representa o encontro de culturas, em estar permanentemente confrontado com outros valores e princípios, que podem desafiar ao crescimento mútuo.

2 2 O que tudo isso tem a ver com a teologia? O cristianismo é uma religião do anúncio, nasceu do envio missionário do Ressuscitado a todos os povos. E quem diz povos diz culturas. Minha comunicação teológica parte do risco do colonialismo e da possibilidade do diálogo intercultural. A teologia está diante de um desafio e de um kairos. O desafio: retomar a universalidade e a unicidade cristã, a partir da interculturalidade, e o kairos : viver este encontro de culturas, como uma possibilidade de crescimento na verdade e na salvação. Passando de uma atitude exclusivista ou inclusivista para um pluralismo religioso e intercultural, que vê a pluralidade como lugar teológico. Num primeiro momento situo a pluralidade interna à teologia cristã. O fim do discurso universalista possibilitou o surguimento dos sujeitos teológicos, sujeitos culturais. Num segundo momento proponho o que seria um discurso pluricultural, numa perspectiva da teologia das religiões. E por fim, procuro repensar a unicidade e a universalidade cristã, a partir do diálogo intercultural: possibilidades e redefinições teológicas. 1 - Pluralidade dos Sujeitos teológicos A questão das culturas e o desafio do diálogo intercultural vieram à tona somente no final do século XX, após um longo período de esquecimento no âmbito teológico. Durante muito tempo a teologia se preocupou mais com o sujeito universal do que com os sujeitos concretos, históricos e locais. E o resultado desta preocupação foi um discurso universal, conceitualista e abstrato. Sem entrar nos méritos e nos detalhes de tal discurso teológico, que chamaremos aqui de universalista, o fato é que a partir do século XX, a teologia iniciou um retorno à história, aos sujeitos concretos. Com isso, o eixo central passou do universal ao particular, do ser humano aos seres humanos, situados num contexto histórico. O fim do discurso universalista, teve repercussões imediatas na questão dos conteúdos e nos sujeitos, tanto no âmbito interno, como no âmbito externo à teologia cristã, em relação com os outros discursos teológicos e tradições religiosas. Internamente todo o debate desembocou na pluralidade teológica e externamente no pluralismo religioso. As questões referentes ao âmbito externo, da relação com as outras religiões serão tratadas no segundo ponto de nossa comunicação e as questões de conteúdo, sobretudo a unicidade e a universalidade de Cristo serão abordadas no ponto final de nosso trabalho.

3 Pluralismo teológico A teologia pode ser definida como hermenêutica: re-interpretação da fé (Boa-nova) num contexto particular. A mensagem da salvação cristã, que passa pela revelação bíblica, dada uma vez por todas, necessita ser atualizada em cada momento da história humana, precisa ser re-editada em cada período histórico, pois é portadora de uma reserva de sentido escatológico, que não se exprime plenamente em nenhuma sistematização ou prática. Existe uma relação dialética entre o que é universal (normativo) e o particular, as culturas. Nesta dialética existem dois perigos, o do relativismo e o da uniformidade. O relativismo eliminaria as possibilidades de passarmos das culturas para o dado universal, isto é, ele afirma a impossibilidade do diálogo e do encontro intercultural. A ênfase dos aspectos locais e culturais, eliminaria toda possibilidade de transcendência de qualquer mensagem religiosa ou não. Por outro lado, com a uniformidade corre-se o risco de eliminar as questões pertinentes de cada cultura. Com isso corre-se o risco de afirmar uma norma objetiva e exterior à vida, sem nenhuma concretude histórica, caindo no puro formalismo e no vazio, no que daria no mesmo, isto é, elimina toda possibilidade de relação entre os povos. Nesta concepção, a essência cristã é pensada como algo a-histórico, capaz de ser definido abstratamente e passível de transferência para não importa aonde. Dada a complexidade das culturas e das realidades do mundo moderno, a universalidade teológica hoje é um problema bastante delicado. E o que muitas vezes é apresentado como a verdadeira e única teologia, nada mais é do que uma produção teológica de um momento histórico, condizente com uma cultura. Durante muitos anos a Igreja tentou impor uma teologia européia como sendo universal e a única legítima. Com isso impediu todos as inovações, as pesquisas e o aprofundamento da verdade. A universalidade foi substituída pela uniformidade de esquemas e padrões teológicos. O grande desafio teológico do século XXI, que é ao mesmo tempo sinal de esperança, está na pluralidade cultural dentro do cristianismo, que ao mesmo tempo fundamenta e desafia o diálogo interno e externo à Igreja. O desafio está em não perder de vista a dimensão da universalidade da revelação cristã, sempre partindo do encontro e do diálogo cultural e religioso. A pluralidade da qual falamos não é provisória ou um detalhe, ela é o lugar teológico (locus theologicus).

4 Sujeitos teológicos culturais No primeiro momento desta virada teológica histórica, em um contexto europeu, o debate foi dominado pela abertura ao mundo moderno. O desafio consistia em refletir as questões nascidas da sociedade moderna de então: o individualismo, o mundo do trabalho, a secularização, o ateísmo, a liberdade, o existencialismo, o nihilismo, etc. Houve um grande esforço de escuta e de compreensão destes temas, que desembocaram no concílio Vaticano II, marco histórico do diálogo com o mundo. E o resultado desta fase foram as ditas teologias do genitivo: teologia do trabalho, do mundo, política, etc. Sem dúvida esta fase de modernização ainda permace muito acadêmica e podemos dizer tradicional. Para muitos teólogos, ela é ainda marcada pelo pensamento a partir de um sujeito universal. Pensa-se ainda de um ponto de vista do homem moderno, da cultura secularizada. Apesar de todas as mudanças ocorridas, ainda carecia de historicidade e de pluralidade. A grande mudança e a abertura a alteridade teológica aconteceu no segundo momento, quando o debate foi deslocado aos poucos para outros continentes: América Latina, África, Ásia. Com a entrada no debate destes novos povos (que há muito tempo existiam como Igreja, mas de maneira dependentes das sistematizações produzidas no países do Norte), surgiram novos sujeitos teológicos culturais. Agora o debate não é feito a partir de um único interlocutor, ou de um sujeito universal moderno, mas da pluralidade de sujeitos, com nome, rosto e história. A história deixa de ser uma questão de método apenas, e entra em cena a historicidade, a concretude dos que crêem e que desejam refletir sua fé. Podemos afirmar que é neste momento que nasce a pluralidade teológica cultural: pobres, negros, indígenas, africanos de diversas realidades, asiáticos dos diversos países, sobretudo os indianos, etc. A diversidade é tanta, que é difícil elencar a totalidade dos nomes dos novos sujeitos teológicos. Esta caminhada teológica foi sendo sistematiza na década de 70 e culminou em torno do conceito de inculturação. Inculturação não entendida como adaptação ou aculturação da Boanova, mas processo de re-interpretação da fé a partir do universo cultural local. A definição do padre Arruda nos anos 70 expressa muito bem esta problemática: A inculturação é a encarnação da vida e da mensagem cristãs num ambiente cultural concreto, de tal modo que não somente esta experiência se exprima com os elementos própria à cultura em voga (o que não passaria de uma adaptação superficial), mais ainda, que esta mesma experiência se transforme num princípio de inspiração, ao mesmo tempo norma e força de unificação, que transforma e recria esta cultura, sendo assim o começo de uma nova cultura. 1 1 Bruno CHENU, Théologies chrétiennes des tiers mondes, Paris, Centurion, 1987, p. 142.

5 5 O desafio da inculturação vai além da simples adapatação de alguns ritos, conceitos ou da tradução dos dogmas. Ela penetra no âmago da identidade cristã e perpassa todas as esferas da manifestação da fé. Não se pode reduzir a inculturação a algumas áreas periféricas, pois estaríamos incorrendo o risco de eliminar o que de melhor existe na diversidade das culturas Sujeitos teológicos e universalidade cristã Se enterdermos cultura sob esta perspectiva, o debate teológico ganha outro contexto. O que acabamos de afirmar, transposto no âmbito religioso, nos leva a afirmar que existe uma ligação muito forte entre cultura e religião. Ligação essa tão profunda, que torna impossível pensar numa religião universal, sem passar por um definição cultural, isto é, parcial e local. O desafio é: Como pensar o universal na contextualidade, como valorizar a pluralidade, a diversidade e suas conseqüências. Os esforços feitos até agora têm alcançado alguns avanços teóricos e sobretudo práticos. Mas as dificuldades ainda são enormes. Ainda vivemos sob a ameaça constante do espectro da uniformidade, muitas vezes confundida com a unidade. A tradição ocidental, seja ela filosófica ou teológica, sempre foi marcada pela obseção do uno grego, pela mesmice, que tem dificuldades em aceitar a alteridade, o não padronizado ou simplesmente o diferente. E no que tange à fé cristã, a uniformização passou e passa pela pretensão à universalização de seu discurso. Um discurso que sempre se preocupou mais com a normatividade do que com a realidades particulares. E os espaços concedidos à pluralidade sempre foram limitados à questões secundárias, sem importância. O resultado dessa mentalidade se fazem sentir em todos os domínios da teologia: liturgia, moral, pastoral, sacramentos, etc. Os frutos colhidos após décadas de debate são ainda muito limitados. Se pegarmos o exemplo da liturgia, aspecto mais visível da Igreja, veremos que apesar dos esforços de todas as comissões de trabalho e das experiências de base nesta área, os resultados são ínfimos. Os avanços concedidos não vão além de alguns aspectos simbólicos e/ou externos à celebração. Ainda persiste uma estrutura modelar, que desde o início do 2 Antes de continuarmos no debate dos sujeitos teológicos, acho prudente definir o que penso por cultura. Dentre os conceitos presentes hoje no meio filosófico e teológico, me alinho com os que defendem a concepção de cultura como uma segunda natureza humana. Como diz Libânio, cultura é: o conjunto de sentidos e significações, de valores e padrões, incorporados e subjacentes aos fenômenos perceptíveis da vida de um grupo humano ou sociedade concreta. Este conjunto, consciente ou inconsciente, é vivido e assumido pelo grupo como expressão própria de sua realidade humana e passa de geração em geração, conservando assim como foi recebido ou transformado efetiva ou pretensamente pelo próprio grupo. (J.B. LIBÂNIO e Afonso MURAD, Introdução à Teologia Perfil, Enfoques, Tarefas, São Paulo, Loyola, 1996p. 275).

6 6 debate já é apresentada como intocável, como eterna. Da mesma maneira ocorre nos outros domínios, onde persiste a preocupação da uniformidade, que reduz as possibilidades de mudança de antemão. Esta postura da Igreja, mais do que da teologia, era até compreensível num discurso universalista, mas é impensável agora na pluralidade dos sujeitos teológicos. Uma conclusão provisória que chegamos sobre este ponto, que será retomado no final de nossa comunicação, é a de que a normatividade se dá num determinado contexto histórico, sempre parcial e relacional às outras definições. Podemos dizer que o que se define por essência do cristianismo não é uma verdade a-histórica, não cultural e abstrata. O que temos são valores e atitudes, que ao longo da história vêm se revelando como coerentes com o Espírito do Ressuscitado, e que servem de balizas para guiar a reflexão. Mas muito mais do que pontos de chegada são pontos de partida. E somente no conjunto das produções teológicas podemos atingir um maior grau de sentido e de universalidade. 1- O Pluralismo Religioso Como falamos de um pluralismo teológico, que busca refletir a pluralidade cultural no interior do cristianismo, podemos falar de um pluralismo religioso, que reflete a pluralidade cultural e dos sujeitos, no âmbito das tradições religiosas. São duas impostações do mesmo tema, que está na origem desta reflexão. Gostaríamos de partir de uma constatação e de uma afirmação. A constatação é que vivemos um contexto de pluralismo de fato. É comum nos depararmos com pessoas e grupos de diversas confissões religiosas não-cristãs. Nas últimas décadas o Ocidente foi invadido (ou se fez invadir) por diversas tradições religiosas orientais, entre outras. Estamos longe do espírito hegemônico que predominou por séculos na Cristandade. Hoje co-existem experiências religiosas de tradições milenares, com diversas matizes culturais. Todas elas se afirmam como caminhos de salvação. A afirmação que fazemos decorrente desta constatação é a de que mais importante que o pluralismo de fato é o pluralismo de princípio. Como afirma Claude Geffré: A partir do momento em que o pluralismo religioso em si não é a conseqüência da cegueira causada pelo pecado dos homens e nem o resultado do fracasso da missão

7 7 da Igreja, eu falaria em efeito de um pluralismo religioso, não mais simplesmente de fato, mas de princípio. 3 Se partimos desta afirmação, a questão do pluralismo religioso deixa de ser um tropeço histórico e passa a ser um sinal da riqueza do Mistério divino. A existência de outras religiões atesta ao mesmo tempo a abundância de Deus e a multiforme resposta da humanidade nas diversas culturas. Assim: O pluralismo religioso deve ser acolhido com gratidão, como um sinal das superabundantes riquezas do Mistério divino que transborda sobre a humanidade e como uma excepcional ocasião de enriquecimento recíproco, de fecundação cruzada e de transformação das próprias tradições. 4 O debate é pertinente e essencial para a identidade cristã, bem como para a questão da evangelização. Nos países asiáticos, o tema vem sendo refletido há muitos anos. No Ocidente, o tema vem ganhando importância na medida em que se enfraquece a hegemonia cristã e se afirmam outras confissões religiosas. É preciso aprofundar o diálogo na busca de uma nova teologia, que para o cristianismo precisa ser capaz de responder ao mesmo tempo à questão da centralidade cristológica (uma cristologia normativa) e à questão do pluralismo religioso. Como conciliar o pluralismo de revelações, com a afirmação da unicidade e universalidade de Jesus Cristo? Como se dá a presença de Cristo nas outras tradições religiosas, uma vez que a Bíblia afirma que Pois não há sob o céu outro nome dado aos homens pelo qual devemos ser salvos (At 4,12). Qual o papel reservado aos cristãos, especificamente à Igreja Católica, se afirmamos a ação de Cristo nas religiões? Quando partimos da positividade do pluralismo religioso, mudamos o enfoque da abordagem da problemática. Então aquilo que poderia ser impecilho instransponível para o diálogo entre as religiões, devido à distância cultural e religiosa, se torna uma oportunidade de crescimento mútuo. Não queremos chegar a uma religião mundial, que nada mais seria do que um amontoado de ritos superficiais e sem identidade. Queremos afirmar ao contrário, a manutenção da pluralidade, sob o diálogo religioso e teológico, a partir das pertenças religiosas e culturais. Assim podemos afirmar que é possível uma globalização na diversidade e no respeito das diferenças. Ao longo da história a reflexão sobre o tema passour por diversas transformações. Destacam-se algumas teorias: a teoria do cumprimento, também chamada de atitude exclusivista, e a teoria da presença de Cristo nas religiões, conhecida como inclusivista. É no interior deste segundo grupo que se trabalha um novo enfoque teológico, o pluralismo 3 Claude GEFFRE, Profession théologien. Quelle pensée chrétienne pour le XXI siècle?, Entretiens avec Gwendoline Jarczyk, Paris, Albin Michel, 1999, Jacques DUPUIS, Rumo a uma teologia cristã do Pluralismo Religioso, São Paulo: Paulinas, 1999, p. 278.

8 8 religioso, que afirma a presença de Cristo nas religiões, sem eliminar suas especifidades. O conceito chave é: diálogo inter-religioso; diálogo inter-cultural; teologia das religiões. Aqui retomamos o que já fora dito no ponto anterior a respeito dos sujeitos teológicos: a pluralidade vai além de um problema circunstancial, ela se constitui em lugar teológico (locus theologicus). A pertinência do diálogo inter-religioso, possibilidades e limites, será retomada na seqüência do trabalho, no que se refere à normatividade de Cristo dentro de uma possível teologia das religiões. 1- A Unicidade e Universalidade de Cristo A grande aporia atual da teologia cristã, em relação ao pluralismo teológico e religioso é a questão da unicidade e universalidade de Cristo. Esta afirmação cristológica precisa ser retomada agora sob nova ôtica. A possibilidade do diálogo interreligioso ou da teologia das religiões passa pela resolução desta questão crucial. O cristianismo se fundamenta na unicidade e na universalidade de Cristo. E é justamente este o ponto central do debate no que se refere ao diálogo interreligioso. Quando procuramos refletir esta afirmação face à pluralidade das religiões, nós somos obrigados a repenser a relação entre a pessoa de Jesus Cristo, sua particularidade e o alcance universal de seu ser (ontológico) e de sua ação (funcional). É o que se nomeia de normatividade cristã. A teologia das religiões retoma a cristologia, não mais a partir de Calcedônia, (concílio que definiu o dogma da divindade de Jesus no século V), mas a partir de Jesus Cristo que nos foi testemunhado na narratividade dos evangelhos. Assim sendo, o ponto central passa da ontologia abstrata e conceitualista para uma ontologia histórica e narrativa. E nesta perspectiva ganha força alguns aspectos que até então eram tidos como secundários: o paradoxo da inculturação, distinção entre o universalidade do Cristo e o cristianismo histórico, a dimensão escatológica do projeto de Deus, o pluralismo religioso, a pluralidade da verdade e a teoria do consenso O paradoxo da encarnação

9 9 O cristianismo sempre afirmou a humanidade de Jesus, sua encarnação na história de um povo concreto, numa tradição religiosa e cultural. Esta é a característica da fé cristã. Nós não falamos de um Deus que está num além, que envia sua lei para o mundo ou que estabelece mensageiros exteriores a Ele mesmo. O Deus cristão é um Deus que se fez homem, e que viveu em plenitude a condição humana. E é a encarnação que possibilita ao mesmo tempo a particularidade e a universalidade de Cristo, sem cair ou no imaginário abstrato ou num particularismo integrista. A afirmação de sua particularidade incorre no risco de reduzi-lo a uma situação histórica, de tal maneira que sua vida e obra não teriam pertinência para a humanidade. Vendo-o a partir desta particularidade, podemos perguntar: O que nos assegura sua pertinência universal? E que tipo de universalidade Ele trouxe? Sua universalidade deriva de sua obra particular e não de um princípio metafísico ou de um mito. Ele respondeu com sua vida às necessidades de um povo. Suas questões são as questões locais de seu tempo. Questões estas que correspondem as espectativas de toda a humanidade. Nele foi apresentado um caminho para aquilo que a humanidade procura desde sempre através dos tempos: o sentido da vida, de onde viemos, para onde vamos, etc... A revelação que Ele trouxe através de sua encarnação, ultrapassa a espectativa de Israel e tem valor universal por sua pertinência e sua profundidade de sentido. E o que nos permite afirmar ao mesmo tempo a particularidade de Jesus e sua universalidade, sem cair numa concepção totalitarista é sua kénose. Ele renunciou sua condição de Deus e se encarnou na história pela ação do Espírito Santo. E é justamente a kénose que nos permite afirmar a particularidade e a universalidade do cristianismo, numa relação dialética entre o particular e o universal, o que possibilita o diálogo interreligioso. Se o cristianismo tem um pretenção ao universal, o que poderia ser um problema para os não-cristãos, ele não abdica de sua particularidade, o que o situa sempre num contexto histórico e cultural. Este paradoxo da encarnação, que afirma que o particular é passagem obrigatória para o universal, é o elemento de equilíbrio para o diálogo interreligioso. Para Claude Geffré, não podemos pensar em teologia hoje sem levar a sério o paradoxo da encarnação. Ele diz: Eu chegaria mesmo a afirmar que o universal que não se fundamenta no particular é um universal abstrato que não me interessa. Toda a questão é de saber qual é o particular que pode ter um valor universal (...); esta religião é a que levaria ao máximo aquilo que Paul Tillich chamava de união paradoxal do universal e do particular. 5 5 Claude GEFFRE, Op. Cit., p. 98.

10 10 Mesmo afirmando a encarnação como elemento central do cristianismo, poderíamos incorrer numa atitude inclusivista em relação aos outros. Afinal, poderíamos pensar que temos a verdade e as outras tradições religiosas (e culturais) são meras coadjuvantes do diálogo religioso, pois o cristianismo é o único que provém de Deus mesmo. Os outros são caminhos incompletos e provisórios A universalidade do Cristo e do cristianismo histórico A economia do Verbo encarnado é o sacramento de uma economia mais vasta, que é aquela do Verbo eterno. E esta coincide com a história religiosa de toda a humanidade e nenhuma religião pode ser dar o direito de falar em nome exclusivo deste processo. A verdade absoluta não é alcançada por uma parcialidade, ela permanece mistério de Deus. Somente Ele poderá revelá-la na plenitude dos tempos. Assim sendo, toda revelação conta com a ação da graça divina, mesmo antes de ser aceita como mensagem revelada. E, como tais, as tradições religiosas podem dar testemunho, em graus diferentes, de uma auto-revelação de Deus na ação do Verbo. Em cada experiência religiosa é Deus revelado em Jesus Cristo que entra de modo escondido e secreto, na vida dos homens e das mulheres. Enquanto nas religiões proféticas se salienta o êxtase do encontro com Deus, na experiência de outras religiões orientais é salientada a dimensão de ínstase (a busca de um Absoluto desconhecido na gruta do coração ). E embora elas não se beneficiam da revelação particular de Deus na história de Israel, e a fortiori, da auto-revelação decisiva de Deus em Jesus Cristo 6, é sempre o Deus de Jesus Cristo que se comunica a eles. Nas várias tradições religiosas existem elementos de verdade, existem revelações divinas, que são fruto da economia da aliança cósmica. Como conciliar esta afirmação com a questão do evento-cristo, o revelador perfeito do Pai? Primeiramente, afirmando que ele é o revelador perfeito e definitivo do Pai. Ele revelou a salvação de Deus através de sua vida, paixão, morte e ressurreição, e nele Deus pronunciou sua palavra decisiva para toda a humanidade. A revelação atinge sua plenitude qualitativa no Filho de Deus. Isto é, nenhuma outra revelação pode se igualar àquela do Filho divino encarnado, que viveu numa consciência humana, a sua própria identidade de Filho de Deus. Porém, como homem, Jesus esteve limitado a seu contexto histórico-cultural e à realidade humana. Por isso que a revelação que ele trouxe não pode ser absoluta na quantidade. Ela 6 Jacques DUPUIS, Op. Cit., p. 335.

11 11 atinge a plenitude absoluta na qualidade e não na quantidade, pois Jesus tinha consciência humana e portanto limitada. Como diz Mário de França Miranda: Já foi observado que o mistério infinito de Deus não consegue se expressar como é na consciência humana de Jesus, sem falarmos da limitação imposta pelo contexto sócio-cultural. Consequentemente se reconhece em Jesus Cristo a plenitude da salvação, não quantitativa, mas qualitativa. 7 Limitado pelo contexto cultural e pela kénose, ele não poderia expressar plenamente o mistério infinito de Deus. Por isso que a afirmação da plenitude qualitativa da revelação em Jesus Cristo, abre a possibilidade de continuidade da auto-revelação divina, por meio dos profetas e sábios de outras tradições religiosas. Todas estas convergem para Cristo e nenhuma delas é superior à de Jesus, seja antes como depois de seu evento histórico. A expansividade da vida interna de Deus, que transborda para fora da Divindade, é, em última análise, a causa radical da existência, na história humana, de itinerários convergentes, que conduzem a uma única meta: o mistério absoluto da Divindade que atrai a si todos os itinerários no mesmo momento em que, primeiramente, os faz ser. 8 Assim se pode explicar a auto-manifestação de Deus nas culturas humanas e nas tradições religiosas fora da órbita de influência da mensagem cristã. Sempre é Deus se manifestando na universalidade da presença ativa do Verbo na história da salvação e, especificamente, nas tradições religiosas da humanidade. Ao longo da história houve uma identificação entre a universalidade de Cristo, o Filho de Deus, e a universalidade do cristianismo, como religião histórica. Tal identificação está na origem da atitude exclusivista do cristianismo. É Deus que é o centro do processo, que somente será pleno na parusia, o que dá uma certa relatividade à caminhada presente. Tudo o que podemos afirmar é provisório e relativo, no sentido de que depende de uma plenitude que não aconteceu ainda, e que somente acontecerá no final dos tempos e que está também presente nas outras religiões. Não cabe ao cristianismo histórico pronunciar a palavra final sobre o que é verdadeiro e bom ou não nas tradições religiosas. Somente Deus pode fazer isso e o fará no futuro O Projeto Divino da Salvação e as diversas mediações Ainda permanece a questão da possibilidade ou não de reconhecimento da verdade e da revelação nas outras religiões. Através do que vem sendo exposto, fica claro que não existe 7 Mário de França MIRANDA, Jesus Cristo, obstáculo ao diálogo inter-religioso?, in: REB/57, Fasc. 226, junho de 1997, p Jacques DUPUIS, Op. Cit., p. 293.

12 12 contradição nem relativismo, por parte do cristianismo, em aceitar a manifestação de Deus em outras tradições. Deus se manifestou de diversas maneiras ao mundo e em todas elas houve uma relação pessoal de Deus com suas criaturas; em todas elas houve uma intervenção divina na história dos povos, da qual as tradições religiosas da humanidade são as testemunhas privilegiadas. Em todos elas Deus é o mesmo, mas captado de forma humana, sempre parcial e imperfeita e sujeita a deformações múltiplas. Sob este enfoque universal, nenhuma aliança pode ser excluída a priori da pertença à história da salvação. Em todas elas se pressupõem eventos, que, em função de um carisma profético, são interpretados como intervenções divinas. Em todas elas a seu modo está presente a ação do Espírito Santo, manifestando certos traços do rosto de Deus. Ao afirmarmos que em todas as tradições religiosas se encontram expressões da automanifestação de Deus, e portanto fazem parte da revelação divina, não queremos situar essas revelações todas num mesmo patamar. Queremos afirmar que existe uma única história da salvação na diversidade. Todas elas são autênticas enquanto se constituem em mediações à resposta humana ao apelo divino de salvação. Através de suas práticas, elas exprimem, defendem e sustentam o encontro de seus fiéis com Deus. Essa relação de complementariedade se manifesta também nos livros sagrados das religiões. O Espírito Santo não está ausente desses livros, pois inspira tudo o que há de bom neles, tornando-os portadores de uma certa revelação de Deus. Neste sentido, eles são autênticos e dignos de respeito, embora não sejam perfeitos e completos. Claude Geffré se expressa assim a respeito: Sim, pode existir certas revelações - imperfeitas, inaptas, incompletas que poderiam ser uma chance para uma melhor interpretação da revelação cristã. 9 Na relação com essas religiões, ao contemplar seus escritos sagrados, os cristãos podem descobrir alguns aspectos do mistério divino que não cessa de manifestar suas virtualidades para a inteligência humana. Podemos falar aqui de revelação progressiva e diferenciada, conceito análogo ao de inspiração das escrituras. As culturas não são apenas lugares pacíficos de recepção do Evangelho. Elas são um lugar de re-interpretação do cristianismo. Elas despertam nele virtualidades que não foram até então evidenciadas e que estão presentes como possibilidade. E este encontro com o outro cultural e religioso é decisivo para a descoberta destas virtualidades, que não eram exprimidas na linguagem e que os meios culturais até então predominantes não permitiam. 9 Claude GEFFRE, Op. Cit., p

13 13 Conclusão A aceitação da positividade da pluralidade religiosa-cultural, introduz a humanidade numa nova fase, não mais da racionalidade grega e nem técnica, mas numa racionalidade comunicacional. Diante da definiva pluralidade dos discursos teológicos e religiosos, somos convidados a pensar num outro modelo de pensamento e ação, baseado mais na participação e no consenso, do que na exclusão e na totalidade. Todas as religiões são portadoras de verdades diferenciadas, que nascem dentro de um contexto cultural, e são chamadas à partilhar com os outros esta parcela da verdade. Nenhuma religião ou discurso teológico pode ter a pretensão de sistematizar toda a riqueza das manifestações de Deus e da verdade, pois incorreria o risco de tomar o lugar de Deus. E como diz Claude Geffré, Apesar de todos os erros, imperfeições e mesmo perversões de numerosas tradições religiosas da humanidade, parece legítimo pensar que existe mais de verdade de ordem religiosa na concerto polifônico das religiões do mundo que somente no cristianismo 10. O diálogo entre o cristianismo e as outras religiões deve se basear na busca conjunta do autêntico encontro com Deus. Assim sendo, podemos concluir que quanto à pluralidade religiosa, longe de se constituir um defeito de evangelização, ela manifesta a riqueza do mistério divino revelado, e a plenitude da verdade ainda por vir. E a pluralidade cultural, longe de ser um simples meio de manifestação e um empecilho ao diálogo, é um convite ao crescimento mútuo na busca de uma unidade na diversidade. Em ambos os casos, a pluralidade se contitui como locus theologicus. REFERENCIAS BIBLIOGRAFICAS Jacques DUPUIS, Rumo a uma teologia cristã do Pluralismo Religioso, São Paulo: Paulinas, Claude GEFFRE, Profession théologien. Quelle pensée chrétienne pour le XXI siècle?, Entretiens avec Gwendoline Jarczyk, Paris, Albin Michel, Claude Geffré, «Pour un christianisme mondial», Recherches de Sciences religieuses, janvier-mars, 1998, p Claude GEFFRE, «Pour un christianisme mondial», Recherches de Sciences religieuses, janviermars, 1998, p. 67.

14 14 Mário de França MIRANDA, Salvação ou Salvações? A Salvação cristão num contexto inter-religioso, in: REB/58 Fasc. 229, março de l998, pp Mário de França MIRANDA, Jesus Cristo, Obstáculo ao Diálogo Inter-religioso, in: REB/57 Fasc. 226, junho de l997, pp Faustino TEIXEIRA, Teologia das Religiões, Uma visão panorâmica, São Paulo: Paulinas, João Batista LIBÂNIO e Afonso MURAD, Introdução à Teologia Perfil, Enfoques, Tarefas, São Paulo, Loyola, 1996, pp Karl RAHNER, O Pluralismo na Teologia e a Unidade da Fé da Igreja in: CONCILIUM, 6(1969): Karl RAHNER, Le courage du théologien, Paris, Les éditions du CERF, 1985, pp e Bruno CHENU, Théologies chrétiennes des tiers mondes, Paris, Centurion, 1987.

Ficha 1 História: O QUE É UM CONCÍLIO?

Ficha 1 História: O QUE É UM CONCÍLIO? Ficha 1 História: O QUE É UM CONCÍLIO? A palavra Concílio significa assembleia reunida por convocação e, na Igreja, um concílio sempre teve como objetivo discutir, definir e deliberar sobre questões de

Leia mais

A Exortação Apostólica Verbum Domini

A Exortação Apostólica Verbum Domini A Exortação Apostólica Verbum Domini Texto escrito por Cássio Murilo Dias da Silva 1, em janeiro de 2011. Informação de copyright: Este texto pode ser utilizado para fins educacionais e não comerciais.

Leia mais

Escola Básica e Secundária Dr. Vieira de Carvalho

Escola Básica e Secundária Dr. Vieira de Carvalho Escola Básica e Secundária Dr. Vieira de Carvalho Planificação do 7º Ano - Educação Moral e Religiosa Católica Unidades Temáticas Conteúdos Competências Específicas Instrumentos de Avaliação UL1- AS ORIGENS

Leia mais

PARÂMETROS CURRICULARES NACIONAIS ENSINO RELIGIOSO

PARÂMETROS CURRICULARES NACIONAIS ENSINO RELIGIOSO PARÂMETROS CURRICULARES NACIONAIS DO ENSINO RELIGIOSO Parâmetros Curriculares Nacionais do Ensino Religioso Resumo: Os Parâmetros Curriculares Nacionais do Ensino Religioso constituem-se num marco histórico

Leia mais

TRADIÇÃO. Patriarcado de Lisboa JUAN AMBROSIO / PAULO PAIVA 2º SEMESTRE ANO LETIVO 2013 2014 1. TRADIÇÃO E TRADIÇÕES 2.

TRADIÇÃO. Patriarcado de Lisboa JUAN AMBROSIO / PAULO PAIVA 2º SEMESTRE ANO LETIVO 2013 2014 1. TRADIÇÃO E TRADIÇÕES 2. TRADIÇÃO JUAN AMBROSIO / PAULO PAIVA 2º SEMESTRE ANO LETIVO 2013 2014 1. TRADIÇÃO E TRADIÇÕES 2. A TRANSMISSÃO DO TESTEMUNHO APOSTÓLICO 3. TRADIÇÃO, A ESCRITURA NA IGREJA Revelação TRADIÇÃO Fé Teologia

Leia mais

FACULDADE MISSIONEIRA DO PARANÁ

FACULDADE MISSIONEIRA DO PARANÁ CURSO DE EXTENSÃO EM TEOLOGIA PARA LEIGOS A FAMIPAR tem como objetivo promover e criar cursos de Teologia, apropriado para atender leigos e religiosos, em vista dos ministérios diversos. O presente Curso

Leia mais

A missão no contexto asiático

A missão no contexto asiático A missão no contexto asiático Pe. Joachim Andrade SVD Introdução O continente asiático é tão grande e tão diverso é muito difícil dar uma visão clara e contextual da missão dentro de poucos minutos. Além

Leia mais

DISCÍPULOS E SERVIDORES DA PALAVRA DE DEUS NA MISSÃO DA IGREJA

DISCÍPULOS E SERVIDORES DA PALAVRA DE DEUS NA MISSÃO DA IGREJA DISCÍPULOS E SERVIDORES DA PALAVRA DE DEUS NA MISSÃO DA IGREJA DEUS SE REVELA Revelação é o diálogo entre Deus e seus filhos, cuja iniciativa vem de Deus (8). A Palavra de Deus não se revela somente para

Leia mais

ESCOLA BÁSICA E SECUNDÁRIA DR. VIEIRA DE CARVALHO Planificação Educação Moral e Religiosa Católica. Ano Letivo 2015/2016 3º Ciclo 7º Ano

ESCOLA BÁSICA E SECUNDÁRIA DR. VIEIRA DE CARVALHO Planificação Educação Moral e Religiosa Católica. Ano Letivo 2015/2016 3º Ciclo 7º Ano Unidade Letiva: 1 - As Origens Período: 1º 1. Questionar a origem, o destino e o sentido do universo e do ser humano. As origens na perspetiva científica L. Estabelecer um diálogo entre a cultura e a fé.

Leia mais

Eu acredito que a Bíblia é a melhor dádiva que Deus deu à humanidade. Todas as coisas boas do Salvador do mundo nos são ditas através deste Livro.

Eu acredito que a Bíblia é a melhor dádiva que Deus deu à humanidade. Todas as coisas boas do Salvador do mundo nos são ditas através deste Livro. A importância do estudo bíblico para a vida cristã 2 Pedro 1.12-2121 Pr. Fernando Fernandes Eu acredito que a Bíblia é a melhor dádiva que Deus deu à humanidade. Todas as coisas boas do Salvador do mundo

Leia mais

O que é Catequese? Paróquia Santo Cristo dos Milagres Fonseca Niterói RJ Pastoral da Comunicação

O que é Catequese? Paróquia Santo Cristo dos Milagres Fonseca Niterói RJ Pastoral da Comunicação Paróquia Santo Cristo dos Milagres Fonseca Niterói RJ Pastoral da Comunicação contato@paroquiasantocristodosmilagres.org O que é Catequese? Segundo a exortação apostólica Catechesi Tradendae do Papa João

Leia mais

A história da Igreja e sua problemática A história da Igreja na Idade Antiga

A história da Igreja e sua problemática A história da Igreja na Idade Antiga SUMÁRIO Introdução... 11 A história da Igreja e sua problemática... 17 A. Alguns pressupostos e indicações básicos antes de começar o caminho... 17 Trata-se de um ramo da ciência histórica ou da ciência

Leia mais

N.º de aulas (tempos letivos) 12 10 10. Apresentação/Avaliação diagnóstica 1 - - Instrumentos de avaliação 1 1 1. - A Liberdade

N.º de aulas (tempos letivos) 12 10 10. Apresentação/Avaliação diagnóstica 1 - - Instrumentos de avaliação 1 1 1. - A Liberdade Escola Secundária com 3.º CEB Poeta Al Berto Código 03192 7520-902 - Sines Ano letivo: 201/2015 Departamento: Ciências Humanas e Sociais Grupo disciplinar: 290 Disciplina: Educação Moral Religiosa Católica

Leia mais

A ESCOLA CATÓLICA, UMA INSTITUIÇAO DE ENSINO COM MÍSTICA EVANGELIZADORA

A ESCOLA CATÓLICA, UMA INSTITUIÇAO DE ENSINO COM MÍSTICA EVANGELIZADORA A ESCOLA CATÓLICA, UMA INSTITUIÇAO DE ENSINO COM MÍSTICA EVANGELIZADORA A escola católica será uma instituiçao com mística evangelizadora UMA ESCOLA A SERVIÇO DA PESSOA E ABERTA A TODOS UMA ESCOLA COM

Leia mais

A grande refeição é aquela que fazemos em torno da Mesa da Eucaristia.

A grande refeição é aquela que fazemos em torno da Mesa da Eucaristia. EUCARISTIA GESTO DO AMOR DE DEUS Fazer memória é recordar fatos passados que animam o tempo presente em rumo a um futuro melhor. O povo de Deus sempre procurou recordar os grandes fatos do passado para

Leia mais

Capitulo 3 ESPIRITUALIDADE DA RENOVAÇÃO CARISMÁTICA CATÓLICA

Capitulo 3 ESPIRITUALIDADE DA RENOVAÇÃO CARISMÁTICA CATÓLICA Capitulo 3 ESPIRITUALIDADE DA RENOVAÇÃO CARISMÁTICA CATÓLICA Deus nos alerta pela profecia de Oséias de que o Povo dele se perde por falta de conhecimento. Cf. Os 4,6 1ª Tm 4,14 Porque meu povo se perde

Leia mais

ESCOLA CATEQUÉTICA EIXOS TEMÁTICOS

ESCOLA CATEQUÉTICA EIXOS TEMÁTICOS ESCOLA CATEQUÉTICA EIXOS TEMÁTICOS Quando falamos de eixos temáticos temos que levar em consideração mais do que a divisão dos conteúdos teóricos a serem oferecidos aos catequistas, mas a vocação catequética

Leia mais

Marista e Vaticano II: Eles não têm mais vinho? Márcio L. de Oliveira

Marista e Vaticano II: Eles não têm mais vinho? Márcio L. de Oliveira Marista e Vaticano II: Eles não têm mais vinho? Márcio L. de Oliveira 1. Celebrar e (Re) Pensar Ensina-nos a contar os nossos dias, para que venhamos a ter um coração sábio (Sl 90,12). As palavras do salmista

Leia mais

RESUMO. Palavras-chave fenomenologia; método; mística

RESUMO. Palavras-chave fenomenologia; método; mística RESUMO FENOMENOLOGIA E MÍSTICA Uma abordagem metodológica Elton Moreira Quadros Professor substituto na Univ. Estadual do Sudoeste da Bahia (UESB), Faculdade Juvência Terra (FJT) Instituto de Filosofia

Leia mais

4ª. Apostila de Filosofia História da Filosofia: Filosofia Grega: Período Helenístico Filosofia Medieval. Introdução

4ª. Apostila de Filosofia História da Filosofia: Filosofia Grega: Período Helenístico Filosofia Medieval. Introdução 1 4ª. Apostila de Filosofia História da Filosofia: Filosofia Grega: Período Helenístico Filosofia Medieval Introdução O último período da Filosofia Grega é o Helenístico (Sec. III a.c.-vi d.c.). É um período

Leia mais

O Deus testemunhado por Jesus Cristo o Pai. Objetivos 12/4/2012. Identidade e relevância da cristologia. Cláudio Ribeiro

O Deus testemunhado por Jesus Cristo o Pai. Objetivos 12/4/2012. Identidade e relevância da cristologia. Cláudio Ribeiro O Deus testemunhado por Jesus Cristo o Pai Cláudio Ribeiro Objetivos Avaliar a doutrina de Trindade suas raízes, premissas fundamentais, ênfases e mudanças no contexto global da história da Igreja e as

Leia mais

Fundamentos, conceitos e paradigmas da evangelização

Fundamentos, conceitos e paradigmas da evangelização Curso: Teologia Prof. Nicanor Lopes Fundamentos, conceitos e paradigmas da evangelização OBJETIVOS DA AULA Oferecer aos estudantes a construção de um conhecimento consistente e crítico sobre Evangelização,

Leia mais

Curso: Teologia Prof. Nicanor Lopes

Curso: Teologia Prof. Nicanor Lopes Curso: Teologia Prof. Nicanor Lopes Fundamentos, conceitos e paradigmas da missão OBJETIVOS DA AULA Compreender as teses fundantes da missiologia; Analisar a presença religiosa no mundo no terceiro milênio;

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 065-PROEC/UNICENTRO, DE 25 DE ABRIL DE 2011.

RESOLUÇÃO Nº 065-PROEC/UNICENTRO, DE 25 DE ABRIL DE 2011. RESOLUÇÃO Nº 065-PROEC/UNICENTRO, DE 25 DE ABRIL DE 2011. Aprova a continuidade do Projeto de Extensão Escola de Teologia para leigos Nossa Senhora das Graças, na modalidade de Curso de Extensão, na categoria

Leia mais

+ Orani João Tempesta, O. Cist. Arcebispo de São Sebastião do Rio de Janeiro, RJ

+ Orani João Tempesta, O. Cist. Arcebispo de São Sebastião do Rio de Janeiro, RJ AMAI-VOS Domingo passado, ao celebrar o tema da misericórdia, tive a oportunidade de estar com milhares de pessoas tanto na Catedral Metropolitana como no anúncio e instalação do Santuário da Misericórdia,

Leia mais

Diocese de Amparo - SP

Diocese de Amparo - SP Formação sobre o documento da V Conferência do Episcopado da América Latina e do Caribe Diocese de Amparo - SP INTRODUÇÃO De 13 a 31 de maio de 2007, celebrou-se em Aparecida, Brasil, a V Conferência Geral

Leia mais

O ser humano que, hoje, se abre para a fé, que escuta e responde à Palavra divina, descobre sua natureza filial e relacional, descobre a si mesmo

O ser humano que, hoje, se abre para a fé, que escuta e responde à Palavra divina, descobre sua natureza filial e relacional, descobre a si mesmo 1 INTRODUÇÃO A fé cristã como possibilidade de uma verdadeira existência humana, segundo Joseph Ratzinger, é o tema desta dissertação que almeja perscrutar a realidade e o dinamismo da fé nos dias de hoje,

Leia mais

2.3. A MISSÃO NOS SINÓTICOS

2.3. A MISSÃO NOS SINÓTICOS 2.3. A MISSÃO NOS SINÓTICOS Sergio Bensur 1. RESUMO E OBJETIVO Resumo Os Evangelhos Sinóticos não apresentam uma visão unitária da missão. Embora tendo um pano de fundo comum cada um deles tem seu próprio

Leia mais

Considerações sobre o Evangelho de João

Considerações sobre o Evangelho de João 1 Considerações sobre o Evangelho de João. O Evangelho de João nasceu do anúncio vivo, da memória de homens e mulheres que guardavam e transmitiam os ensinamentos transmitidos por Jesus.. O chão = vida

Leia mais

134 missionários e missionárias, segundo o carisma próprio de cada instituto religioso. 6.4.6 A Educação Católica

134 missionários e missionárias, segundo o carisma próprio de cada instituto religioso. 6.4.6 A Educação Católica 134 missionários e missionárias, segundo o carisma próprio de cada instituto religioso. 6.4.6 A Educação Católica 328. A América latina e o Caribe vivem uma particular e delicada emergência educativa.

Leia mais

PARA ONDE CAMINHA A IGREJA BRASILEIRA?

PARA ONDE CAMINHA A IGREJA BRASILEIRA? PARA ONDE CAMINHA A IGREJA BRASILEIRA? Franklin Ferreira CONCEITUAÇÕES Fundamentalismo evangélico: literalismo bíblico, dispensacionalismo, cismático, rejeição do diálogo acadêmico. Liberalismo teológico:

Leia mais

MESTRADO EM TEOLOGIA

MESTRADO EM TEOLOGIA MESTRADO EM TEOLOGIA Edital 2016 Este edital se destina especificamente a candidatos ao Mestrado em Teologia, com início em março de 2016. 1. Objetivo O Programa de Mestrado em Teologia visa o desenvolvimento

Leia mais

A Bíblia é para nós, cristãos, o ponto de referência de nossa fé, uma luz na caminhada de nossa vida.

A Bíblia é para nós, cristãos, o ponto de referência de nossa fé, uma luz na caminhada de nossa vida. LITURGIA DA PALAVRA A Palavra de Deus proclamada e celebrada - na Missa - nas Celebrações dos Sacramentos (Batismo, Crisma, Matrimônio...) A Bíblia é para nós, cristãos, o ponto de referência de nossa

Leia mais

CARTA DE PRINCÍPIOS, CRENÇAS E VALORES 1 ALIANÇA CRISTÃ EVANGÉLICA BRASILEIRA Aliança Evangélica. A unidade na fé a caminho da missão

CARTA DE PRINCÍPIOS, CRENÇAS E VALORES 1 ALIANÇA CRISTÃ EVANGÉLICA BRASILEIRA Aliança Evangélica. A unidade na fé a caminho da missão CARTA DE PRINCÍPIOS, CRENÇAS E VALORES 1 ALIANÇA CRISTÃ EVANGÉLICA BRASILEIRA Aliança Evangélica A unidade na fé a caminho da missão Nossa Visão Manifestar a unidade da igreja por meio do testemunho visível

Leia mais

MÍSTICA E CONSTRUÇÃO Por que pensar em Mística e Construção?

MÍSTICA E CONSTRUÇÃO Por que pensar em Mística e Construção? MÍSTICA E CONSTRUÇÃO Espiritualidade e profecia são duas palavras inseparáveis. Só os que se deixam possuir pelo espírito de Deus são capazes de plantar sementes do amanhã e renovar a face da terra. Todo

Leia mais

Aula 7.1 Conteúdo: Textos Sagrados: orais e escritos O que são os textos sagrados? O texto sagrado nas tradições religiosas ENSINO RELIGIOSO

Aula 7.1 Conteúdo: Textos Sagrados: orais e escritos O que são os textos sagrados? O texto sagrado nas tradições religiosas ENSINO RELIGIOSO CONTEÚDO E HABILIDADES FORTALECENDO SABERES DESAFIO DO DIA Aula 7.1 Conteúdo: Textos Sagrados: orais e escritos O que são os textos sagrados? O texto sagrado nas tradições religiosas 2 CONTEÚDO E HABILIDADES

Leia mais

INTRODUÇÃO A ANTROPOLOGIA RELIGIOSA

INTRODUÇÃO A ANTROPOLOGIA RELIGIOSA INTRODUÇÃO A ANTROPOLOGIA RELIGIOSA A Antropologia é o estudo do homem e seu mundo. Como ciência da humanidade, ela se preocupa em conhecer cientificamente o ser humano em sua totalidade. (MARCONI, Marina

Leia mais

José Eduardo Borges de Pinho. Ecumenismo: Situação e perspectivas

José Eduardo Borges de Pinho. Ecumenismo: Situação e perspectivas José Eduardo Borges de Pinho Ecumenismo: Situação e perspectivas U n i v e r s i d a d e C a t ó l i c a E d i t o r a L I S B O A 2 0 1 1 Índice Introdução 11 Capítulo Um O que é o ecumenismo? 15 Sentido

Leia mais

nossa liberdade. Uma certa resistência da teologia em reconhecer esta realidade levou a muitos, sobretudo aqueles mais influenciados pela cultura

nossa liberdade. Uma certa resistência da teologia em reconhecer esta realidade levou a muitos, sobretudo aqueles mais influenciados pela cultura Conclusão Jesus Cristo é a nossa salvação. Esta é uma verdade fundamental do cristianismo. No primeiro capítulo vimos que o ser humano possui um desejo intrínseco de autorrealização, mas por outro lado,

Leia mais

Os Sacramentos estão presentes em cada fase da vida do Cristão

Os Sacramentos estão presentes em cada fase da vida do Cristão Os Sacramentos estão presentes em cada fase da vida do Cristão A vida litúrgica começa muito cedo. Os Sacramentos são conhecidos como encontros pessoais com Cristo. Também são vistos como sinais da salvação.

Leia mais

n.1 Linhas fundamentais para

n.1 Linhas fundamentais para n.1 Linhas fundamentais para uma redescoberta, na vida da Igreja, da Palavra Divina, Fonte de constante renovação, Com a esperança de que a mesma se torne cada vez mais O coração de toda a atividade eclesial.

Leia mais

Fé, Verdade, Tolerância. O Cristianismo e as Grandes Religiões do Mundo

Fé, Verdade, Tolerância. O Cristianismo e as Grandes Religiões do Mundo Fé, Verdade, Tolerância O Cristianismo e as Grandes Religiões do Mundo Joseph Ratzinger Bento XVI Fé, Verdade, Tolerância O Cristianismo e as Grandes Religiões do Mundo SÃO PAULO 2007 Joseph Ratzinger

Leia mais

Redenção Acontecimento e linguagem

Redenção Acontecimento e linguagem Redenção Acontecimento e linguagem Pediram-me que fizesse uma introdução a este debate acerca da «Redenção Acontecimento e liguagem» do ponto de vista da teologia sistemática. Limitar-me-ei, portanto,

Leia mais

REACENDENDO A ESPERANÇA CRISTÃ

REACENDENDO A ESPERANÇA CRISTÃ HENRIQUE PAULO JULIANO CORMANICH REACENDENDO A ESPERANÇA CRISTÃ Trabalho apresentado à coordenação do curso de Teologia EAD para participação do Concurso de trabalhos Acadêmicos EAD Destaque do Ano da

Leia mais

CURSO DE TEOLOGIA DE LEIGOS RELIGIÃO, RELIGIOSIDADE E FÉ

CURSO DE TEOLOGIA DE LEIGOS RELIGIÃO, RELIGIOSIDADE E FÉ CURSO DE TEOLOGIA DE LEIGOS RELIGIÃO, RELIGIOSIDADE E FÉ Moema Muricy A nossa proposta é distinguir a diferença conceitual entre religião, religiosidade e fé em meio ao processo cultural de pluralismo

Leia mais

N.º de aulas (tempos letivos) 13 10 9. Apresentação/Avaliação diagnóstica 1 - - Instrumentos de avaliação 1 1 1. Desenvolvimento Programático

N.º de aulas (tempos letivos) 13 10 9. Apresentação/Avaliação diagnóstica 1 - - Instrumentos de avaliação 1 1 1. Desenvolvimento Programático Escola Secundária com 3.º CEB Poeta Al Berto Código 403192 720-902 - Sines Ano letivo: 2014/201 Departamento: Ciências Humanas e Sociais Grupo disciplinar: 290 Disciplina: Educação Moral Religiosa Católica

Leia mais

Aspetos inclusivos e exclusivos na fé nova-apostólica

Aspetos inclusivos e exclusivos na fé nova-apostólica Igreja Nova Apostólica Internacional Aspetos inclusivos e exclusivos na fé nova-apostólica Depois de, na última edição, termos abordado os aspetos inclusivos e exclusivos no Antigo e no Novo Testamento,

Leia mais

20ª Hora Santa Missionária

20ª Hora Santa Missionária 20ª Hora Santa Missionária Tema: Missão é Servir Lema: Quem quiser ser o primeiro seja servo de todos Preparação do ambiente: cartaz do Mês missionário, Bíblia e fitas nas cores dos continentes, cruz e

Leia mais

O CAMINHO PARA A ESPIRITUALIDADE

O CAMINHO PARA A ESPIRITUALIDADE José Carlos Pezini Luis Alexandre Ribeiro Branco O CAMINHO PARA A ESPIRITUALIDADE Uma Espiritualidade Cristocêntrica 1 Revisão: Bruna Perrella Brito 2 Prefácio Introdução 1 Índice O Que é Espiritualidade

Leia mais

STOTT, John R. W. Batismo e plenitude do Espírito Santo. São Paulo: Vida Nova, 1966.

STOTT, John R. W. Batismo e plenitude do Espírito Santo. São Paulo: Vida Nova, 1966. Azusa Revista de Estudos Pentecostais 1 STOTT, John R. W. Batismo e plenitude do Espírito Santo. São Paulo: Vida Nova, 1966. Josias Novak 1 1 A promessa do Espírito Em sua exposição Stott afirma que a

Leia mais

Papa Bento XVI visita o Brasil

Papa Bento XVI visita o Brasil Papa Bento XVI visita o Brasil Análise Segurança Fernando Maia 23 de maio de 2007 Papa Bento XVI visita o Brasil Análise Segurança Fernando Maia 23 de maio de 2007 No período de 09 a 13 de maio, o Papa

Leia mais

Repasse da 76a. Assembléia da CNBB Sul I Aparecida de 10 a 12/06/2013

Repasse da 76a. Assembléia da CNBB Sul I Aparecida de 10 a 12/06/2013 Repasse da 76a. Assembléia da CNBB Sul I Aparecida de 10 a 12/06/2013 1. Finalidade do Ano da Fé; 2. O que é a Fé; 3. A transmissão da Fé enquanto professada, celebrada, vivida e rezada; 4. O conteúdo

Leia mais

Plano Diocesano da Animação Bíblico-Catequética

Plano Diocesano da Animação Bíblico-Catequética Plano Diocesano da Animação Bíblico-Catequética 2 0 1 2-2 0 1 5 DIOCESE DE FREDERICO WESTPHALEN - RS Queridos irmãos e irmãs, Com imensa alegria, apresento-lhes o PLANO DIOCESANO DE ANIMAÇÃO BÍBLICO -

Leia mais

CONCÍLIO VATICANO II. Relevância e Atualidade

CONCÍLIO VATICANO II. Relevância e Atualidade CONCÍLIO VATICANO II Relevância e Atualidade Dogma concepção Imaculada de Maria Syllabus Convocação Concilio PIO IX (1846 1878) Vaticano I Renovação Interna da Igreja Decretos Papais Divulgados em Boletins

Leia mais

Disciplina: Ensino Religioso Professor(a): Rosemary de Souza Gelati

Disciplina: Ensino Religioso Professor(a): Rosemary de Souza Gelati ESCOLA VICENTINA SÃO VICENTE DE PAULO Disciplina: Ensino Religioso Professor(a): Rosemary de Souza Gelati Paranavaí / / 6º ANO TRADIÇÕES RELIGIOSAS TEXTOS SAGRADOS Se as religiões estão para humanizar

Leia mais

Processo de Iniciação na RCC. Renovação Carismática Católica do Brasil RCC BRASIL

Processo de Iniciação na RCC. Renovação Carismática Católica do Brasil RCC BRASIL MINISTÉRIO DE FORMAÇÃO Processo de Iniciação na RCC Renovação Carismática Católica do Brasil RCC BRASIL Conceito Por Iniciação Cristã se entende o processo pelo qual alguém é incorporado ao mistério de

Leia mais

ITAICI Revista de Espiritualidade Inaciana

ITAICI Revista de Espiritualidade Inaciana ITAICI Revista de Espiritualidade Inaciana 93 ISSN - 1517-7807 9!BLF@FB:VWOOUWoYdZh outubro 2013 Que a saúde se difunda sobre a terra Escatologia e Exercícios Espirituais Pedro Arrupe, homem de Deus 1

Leia mais

ÁREAS DE ATUAÇÃO, PERFIL E COMPETÊNCIAS DOS EGRESSOS DOS NOVOS CURSOS

ÁREAS DE ATUAÇÃO, PERFIL E COMPETÊNCIAS DOS EGRESSOS DOS NOVOS CURSOS CENTRO UNIVERSITÁRIO CATÓLICA DE SANTA CATARINA PRÓ-REITORIA ACADÊMICA ÁREAS DE ATUAÇÃO, PERFIL E COMPETÊNCIAS DOS EGRESSOS DOS NOVOS CURSOS 5. CURSO DE TEOLOGIA Área de atuação O egresso do Curso de Teologia

Leia mais

Construindo a nova relação entre judeus e cristãos

Construindo a nova relação entre judeus e cristãos Os Doze Pontos de Berlim e A História da Transformação de um Relacionamento I Construindo a nova relação entre judeus e cristãos No verão de 1947, 65 judeus e cristãos de 19 países reuniram-se em Seelisberg,

Leia mais

5.1. A QUESTÃO ECUMÊNICA HOJE

5.1. A QUESTÃO ECUMÊNICA HOJE 5.1. A QUESTÃO ECUMÊNICA HOJE José Bizon dcj@casadareconciliacao.com.br 1. RESUMO E OBJETIVO Resumo O ecumenismo é parte integrante da ação evangelizadora. De acordo com o Decreto Unitatis redintegratio,

Leia mais

5 Considerações finais

5 Considerações finais 5 Considerações finais Queiruga, no início de sua obra Repensar a ressurreição convida o leitor a não se apressar em emitir julgamentos, mas que se dê ao trabalho de encarar com serenidade a proposta nela

Leia mais

Celebrar e viver o Concílio Vaticano II

Celebrar e viver o Concílio Vaticano II Celebrar e viver o Concílio Vaticano II Nota Pastoral da Conferência Episcopal Portuguesa Celebrar os 50 anos da abertura do Concílio no Ano da Fé 1. Na Carta apostólica A Porta da Fé, assim se exprime

Leia mais

A iniciação cristã como pedagogia de vida comunitária

A iniciação cristã como pedagogia de vida comunitária A iniciação cristã como pedagogia de vida comunitária A evangelização nos dá a alegria do encontro com a Boa Nova da Ressurreição de Cristo. A maioria das pessoas procura angustiada a razão de sua vida

Leia mais

A Apostolicidade da Fé

A Apostolicidade da Fé EMBARGO ATÉ ÀS 18H30M DO DIA 10 DE MARÇO DE 2013 A Apostolicidade da Fé Catequese do 4º Domingo da Quaresma Sé Patriarcal, 10 de Março de 2013 1. A fé da Igreja recebemo-la dos Apóstolos de Jesus. A eles

Leia mais

Mosaicos #2 Um Novo e superior Testamento Hb 1:1-3 Introdução: Se desejamos compreender o hoje, muitas vezes precisaremos percorrer o passado.

Mosaicos #2 Um Novo e superior Testamento Hb 1:1-3 Introdução: Se desejamos compreender o hoje, muitas vezes precisaremos percorrer o passado. 1 Mosaicos #2 Um Novo e superior Testamento Hb 1:1-3 Introdução: Se desejamos compreender o hoje, muitas vezes precisaremos percorrer o passado. Neste sentido a Carta aos Hebreus é uma releitura da lei,

Leia mais

APONTAMENTOS DA TEOLOGIA DOS SACRAMENTOS

APONTAMENTOS DA TEOLOGIA DOS SACRAMENTOS APONTAMENTOS DA TEOLOGIA DOS SACRAMENTOS Profa. Ivenise Teresinha Gonzaga Santinon Introdução Com o Concílio Vaticano II e a sua Constituição Sacrossanctum Concilium, os sacramentos se viram revalorizados.

Leia mais

ESCOLA DE PASTORAL CATEQUÉTICA ESPAC

ESCOLA DE PASTORAL CATEQUÉTICA ESPAC ESCOLA DE PASTORAL CATEQUÉTICA ESPAC 1. ESPAC O QUE É? A ESPAC é uma Instituição da Arquidiocese de Fortaleza, criada em 1970, que oferece uma formação sistemática aos Agentes de Pastoral Catequética e

Leia mais

CURSO: LICENCIATURA EM CIÊNCIAS DA RELIGIÃO EMENTA DAS DISCIPLINAS

CURSO: LICENCIATURA EM CIÊNCIAS DA RELIGIÃO EMENTA DAS DISCIPLINAS CURSO: LICENCIATURA EM CIÊNCIAS DA RELIGIÃO EMENTA DAS DISCIPLINAS PRODUÇÃO E RECEPÇÃO DE TEXTOS Lingüística Textual : Recepção e Produção de Textos Visão Sistemática e Particular. Gêneros e Estruturas

Leia mais

DIRETRIZES GERAIS DA AÇÃO EVANGELIZADORA DA IGREJA NO BRASIL 2015-2019

DIRETRIZES GERAIS DA AÇÃO EVANGELIZADORA DA IGREJA NO BRASIL 2015-2019 DIRETRIZES GERAIS DA AÇÃO EVANGELIZADORA DA IGREJA NO BRASIL 2015-2019 O QUE SÃO? São indicações São pistas São sendas Para toda a Igreja no Brasil; para as Igrejas Particulares, na elaboração dos seus

Leia mais

Plano de salvação e História de salvação

Plano de salvação e História de salvação Igreja Nova Apostólica Internacional Plano de salvação e História de salvação O artigo que se segue aborda a questão de como a salvação de Deus se evidencia na realidade histórica. A origem do pensamento

Leia mais

COLÉGIO AGOSTINIANO SÃO JOSÉ PASTORAL EDUCATIVA REUNIÃO DE PAIS E CATEQUISTAS 09 DE FEVEREIRO DE 2010

COLÉGIO AGOSTINIANO SÃO JOSÉ PASTORAL EDUCATIVA REUNIÃO DE PAIS E CATEQUISTAS 09 DE FEVEREIRO DE 2010 COLÉGIO AGOSTINIANO SÃO JOSÉ PASTORAL EDUCATIVA REUNIÃO DE PAIS E CATEQUISTAS 09 DE FEVEREIRO DE 2010 ORAÇÃO DE ABERTURA CANTO (REPOUSAR EM TI) Música de Tânia Pelegrino baseada na obra Confissões, de

Leia mais

A transmissão da fé na Família. Reunião de Pais. Família

A transmissão da fé na Família. Reunião de Pais. Família A transmissão da fé na Família Reunião de Pais Família Plano Pastoral Arquidiocesano Um triénio dedicado à Família Passar de uma pastoral sobre a Família para uma pastoral para a Família e com a Família

Leia mais

Jorge Dantas Amorim É POSSÍVEL CONHECER A VERDADE?

Jorge Dantas Amorim É POSSÍVEL CONHECER A VERDADE? Jorge Dantas Amorim É POSSÍVEL CONHECER A VERDADE? É importante deixar claro que este texto tratará do problema da verdade a partir de uma abordagem filosófica, mais especificamente esta problemática será

Leia mais

Caderno de Estudo: Avaliação 2013) Equipe Dinamizadora do 7º PPO Arquidiocese de Campinas - SP

Caderno de Estudo: Avaliação 2013) Equipe Dinamizadora do 7º PPO Arquidiocese de Campinas - SP Caderno de Estudo: Avaliação 7º Plano de Pastoral Orgânica (20102010-2013) 2013) Equipe Dinamizadora do 7º PPO Arquidiocese de Campinas - SP A p r e s e n t a ç ã o Eu vim, ó Deus, para fazer a Vossa

Leia mais

CRIANÇAS AJUDAM E EVANGELIZAM CRIANÇAS

CRIANÇAS AJUDAM E EVANGELIZAM CRIANÇAS CRIANÇAS AJUDAM E EVANGELIZAM CRIANÇAS Infância/Adolescencia MISSÃO MISSÃO. Palavra muito usada entre nós É encargo, incumbência Missão é todo apostolado da Igreja. Tudo o que a Igreja faz e qualquer campo.

Leia mais

Celebração Comunitária do SACRAMENTO DO BAPTISMO

Celebração Comunitária do SACRAMENTO DO BAPTISMO Celebração Comunitária do SACRAMENTO DO BAPTISMO O Baptismo, porta da vida e do reino, é o primeiro sacramento da nova lei, que Cristo propôs a todos para terem a vida eterna, e, em seguida, confiou à

Leia mais

PASTORAL DIGITAL. na ótica do Diretório de Comunicação

PASTORAL DIGITAL. na ótica do Diretório de Comunicação PASTORAL DIGITAL na ótica do Diretório de Comunicação Para a Igreja, o novo mundo do espaço cibernético é uma exortação à grande aventura do uso do seu potencial para proclamar a mensagem evangélica. Mensagem

Leia mais

Sumário. Prefácio...3. 1. As evidências da ressurreição de Cristo...5. 2. Se Jesus está vivo, onde posso encontrá-lo?...15

Sumário. Prefácio...3. 1. As evidências da ressurreição de Cristo...5. 2. Se Jesus está vivo, onde posso encontrá-lo?...15 1 Sumário Prefácio...3 1. As evidências da ressurreição de Cristo...5 2. Se Jesus está vivo, onde posso encontrá-lo?...15 Comunidade Presbiteriana Chácara Primavera Ministério de Grupos Pequenos Março

Leia mais

IV Domingo do Advento (Ano B) EVANGELHO Lc 1,26-38. «Eis a escrava do Senhor; faça-se em mim segundo a tua palavra»

IV Domingo do Advento (Ano B) EVANGELHO Lc 1,26-38. «Eis a escrava do Senhor; faça-se em mim segundo a tua palavra» segundo a tua palavra» Ambiente: O Evangelho que nos é hoje proposto deve ser entendido a esta luz: não interessa, pois, estar aqui à procura de factos históricos; interessa, sobretudo, perceber o que

Leia mais

Educar hoje e amanhã uma paixão que se renova. Prof. Humberto S. Herrera Contreras

Educar hoje e amanhã uma paixão que se renova. Prof. Humberto S. Herrera Contreras Educar hoje e amanhã uma paixão que se renova Prof. Humberto S. Herrera Contreras O que este documento nos diz? Algumas percepções iniciais... - O título já é uma mensagem espiritual! tem movimento, aponta

Leia mais

CONCLUSÃO. Após dois anos de investigação, a constatação que chegamos é que seria irreal

CONCLUSÃO. Após dois anos de investigação, a constatação que chegamos é que seria irreal CONCLUSÃO Após dois anos de investigação, a constatação que chegamos é que seria irreal afirmarmos que todos os objetivos da pesquisa foram atingidos. Mesmo porque o campo mostrou-se muito mais amplo e

Leia mais

Sumário. Motivo 1 A fé sem obras é morta - 9. Motivo 2 A Igreja é lugar de amor e serviço - 15. Motivo 3 O mundo tem fome de santidade - 33

Sumário. Motivo 1 A fé sem obras é morta - 9. Motivo 2 A Igreja é lugar de amor e serviço - 15. Motivo 3 O mundo tem fome de santidade - 33 1 a Edição Editora Sumário Motivo 1 A fé sem obras é morta - 9 Motivo 2 A Igreja é lugar de amor e serviço - 15 Motivo 3 O mundo tem fome de santidade - 33 Santos, Hugo Moreira, 1976-7 Motivos para fazer

Leia mais

"Maria!"! !!!!!!!! Carta!de!Pentecostes!2015! Abade!Geral!OCist!

Maria!! !!!!!!!! Carta!de!Pentecostes!2015! Abade!Geral!OCist! CartadePentecostes2015 AbadeGeralOCist "Maria" Carissimos, vos escrevo repensando na Semana Santa que passei em Jerusalém, na Basílica do Santo Sepulcro, hóspede dos Franciscanos. Colhi esta ocasião para

Leia mais

(Contemporânea) 23 Teologia Moral I (Fundamentos) 04 60 - - 04 60 24 Teologia da Espiritualidade 04 60 - - 04 60

(Contemporânea) 23 Teologia Moral I (Fundamentos) 04 60 - - 04 60 24 Teologia da Espiritualidade 04 60 - - 04 60 CENTRO UNIVERSITÁRIO CATÓLICA DE SANTA CATARINA EM JOINVILLE PRÓ-REITORIA ACADÊMICA CURSO DE TEOLOGIA Matriz Curricular vigente a partir de 2012/1 Fase Cód. Disciplina I II III IV Pré Req. Carga Horária

Leia mais

Oração na Vida Diária

Oração na Vida Diária Oração na Vida Diária ocê é convidado a iniciar uma experiência de oração. Às vezes pensamos que o dia-a-dia com seus ruídos, suas preocupações e sua correria não é lugar apropriado para levantar nosso

Leia mais

CNBB Doc. 47: Educação, Igreja e Sociedade parágrafos 54 a 98 1 (índice remissivo e chave de leitura)

CNBB Doc. 47: Educação, Igreja e Sociedade parágrafos 54 a 98 1 (índice remissivo e chave de leitura) PBCM COLÉGIO SÃO VICENTE DE PAULO RIO DE JANEIRO RJ CNBB Doc. 47: Educação, Igreja e Sociedade parágrafos 54 a 98 1 (índice remissivo e chave de leitura) II PARTE: VISÃO CRISTÃ DA EDUCAÇÃO NA PERSPECTIVA

Leia mais

Paróquia, torna-te o que tu és!

Paróquia, torna-te o que tu és! Paróquia, torna-te o que tu és! Dom Milton Kenan Júnior Bispo Aux. de S. Paulo. Vigário Episcopal para Reg. Brasilândia Numa leitura rápida da Carta Pastoral de Dom Odilo, nosso Cardeal Arcebispo, à Arquidiocese

Leia mais

Palavra Viva, Escritura Poderosa

Palavra Viva, Escritura Poderosa Armindo dos Santos Vaz Palavra Viva, Escritura Poderosa A Bíblia e as Suas Linguagens Universidade Católica Editora Lisboa, 2013 Aos meus pais, irmãos e amigos A alma e a Escritura, graças à referência

Leia mais

PASTORAL É O HOJE DA IGREJA

PASTORAL É O HOJE DA IGREJA PASTORAL É O HOJE DA IGREJA As mudanças sociais são desafios à Evangelização. A atualização da mensagem cristã nas diversas realidades e em diferentes tempos fez surgir a Pastoral. Hoje em nossas paróquias

Leia mais

Por isso, redescobrir a Eucaristia na plenitude é redescobrir o CRISTO. Hoje queremos agradecer este grande dom, que Cristo nos deu.

Por isso, redescobrir a Eucaristia na plenitude é redescobrir o CRISTO. Hoje queremos agradecer este grande dom, que Cristo nos deu. O Pão da Vida Na solenidade de Corpus Christi, queremos recordar que os atos redentores de Cristo, que culminam na sua morte e ressurreição, atualizam-se na Eucaristia, celebrada pelo Povo de Deus e presidida

Leia mais

3º Congresso Vocacional do Brasil Contagem regressiva

3º Congresso Vocacional do Brasil Contagem regressiva III CONGRESSO VOCACIONAL DO BRASIL Tema: Discípulos missionários a serviço das vocações Lema: Indaiatuba, Itaici, 03 a 07 de setembro de 2010 3º Congresso Vocacional do Brasil Contagem regressiva Ângelo

Leia mais

assim ela poderá estar a serviço de uma ação solidária e libertadora do povo latino-americano.

assim ela poderá estar a serviço de uma ação solidária e libertadora do povo latino-americano. Conclusão Geral Para que a Igreja possa cumprir sua missão solidária e libertadora na AL, terá que estar em contínuo processo de conversão e sintonizada com os sinais dos tempos. Somente assim poderá se

Leia mais

LECTIO DIVINA Domingo V da Páscoa Ano B

LECTIO DIVINA Domingo V da Páscoa Ano B LECTIO DIVINA Domingo V da Páscoa Ano B Autor: Ricardo Grzona e Cristian Buiani, frpo Tradução: Adriano Israel (PASCOM) PRIMEIR LEITURA: Atos dos Apóstolos 9, 26-31 SALMO RESPONSORIAL: Salmo 21 SEGUNDA

Leia mais

SAGRADA FAMÍLIA 28 de dezembro de 2014

SAGRADA FAMÍLIA 28 de dezembro de 2014 SAGRADA FAMÍLIA 28 de dezembro de 2014 Maria e José levaram Jesus a Jerusalém a fim de apresentá-lo ao Senhor Leituras: Genesis 15, 1-6; 21,1-3; Salmo 104 (105), 1b-2, 3.4-5.6.8-9 (R/ 7a.8a); Carta aos

Leia mais

Aula 5.1 Conteúdo: As grandes Religiões de matriz ocidental Judaísmo Cristianismo Islamismo ENSINO RELIGIOSO CONTEÚDO E HABILIDADES

Aula 5.1 Conteúdo: As grandes Religiões de matriz ocidental Judaísmo Cristianismo Islamismo ENSINO RELIGIOSO CONTEÚDO E HABILIDADES CONTEÚDO E HABILIDADES FORTALECENDO SABERES DESAFIO DO DIA Aula 5.1 Conteúdo: As grandes Religiões de matriz ocidental Judaísmo Cristianismo Islamismo 2 CONTEÚDO E HABILIDADES FORTALECENDO SABERES DESAFIO

Leia mais

IGREJA DE CRISTO INTERNACIONAL DE BRASÍLIA ESCOLA BÍBLICA

IGREJA DE CRISTO INTERNACIONAL DE BRASÍLIA ESCOLA BÍBLICA IGREJA DE CRISTO INTERNACIONAL DE BRASÍLIA ESCOLA BÍBLICA MÓDULO I - O NOVO TESTAMENTO Aula XXII A PRIMEIRA CARTA DE PEDRO E REFLEXÕES SOBRE O SOFRIMENTO Até aqui o Novo Testamento tem dito pouco sobre

Leia mais

Programa semipresencial do Curso Bacharel em Teologia do SECATAB

Programa semipresencial do Curso Bacharel em Teologia do SECATAB Programa semipresencial do Curso Bacharel em Teologia do O pauta suas ações partindo de um princípio interconfessional preparando ministros para a pregação do evangelho. ESTRUTURA DO CURSO O curso conta

Leia mais

A distinção de Ensino Religioso e Catequese Lurdes Fátima Polidoro Robson Stigar

A distinção de Ensino Religioso e Catequese Lurdes Fátima Polidoro Robson Stigar A distinção de Ensino Religioso e Catequese Lurdes Fátima Polidoro Robson Stigar Introdução Pretendemos apresentar neste artigo algumas ideias sobre a diferença da disciplina Ensino Religioso (ER) da tradicional

Leia mais

CATEQUESE COMO INICIAÇÃO À EUCARISTIA

CATEQUESE COMO INICIAÇÃO À EUCARISTIA CATEQUESE COMO INICIAÇÃO À EUCARISTIA PE. GREGÓRIO LUTZ Certamente o título deste artigo não causa estranheza à grande maioria dos leitores da Revista de Liturgia. Mas mesmo assim me parece conveniente

Leia mais

DIRECTÓRIO GERAL DA CATEQUESE - SDCIA/ISCRA -2 Oração inicial Cântico - O Espírito do Senhor está sobre mim; Ele me enviou para anunciar aos pobres o Evangelho do Reino! Textos - Mc.16,15; Mt.28,19-20;

Leia mais