II RECENSEAMENTO GERAL DA POPULAÇÃO E HABITAÇÃO

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1 PN - ftctt - )05 L6 I~Sl1TUTO NAClONAL OE.t:STATrSTICA II RECENSEAMENTO GERAL DA POPULAÇÃO E HABITAÇÃO 1997 RESULTADOS DEFINITIVOS

2 SERIE II RECENSEAMENTO GERAL DA POPULAÇÃO E HABITAÇÃO 1997 PUBLICAÇÕES DISPONIVEIS 1 RESULTADOS DEFINITIVOS MAPUTO CIDADE PROVÍNCIA DE MAPUTO PROVINCIA DE GAZA PROVÍNCIA DE INHAMBANE PROVINCIA DE SOFALA PROVÍNCIA DE MANICA PROVINCIA DE TETE PROVÍNCIA DE ZAMBEZIA PROVINCIA DE NAMPULA PROVINCIA DE CABO DELGADO PROVÍNCIA DE NIASSA 2 BROLHUR<\.S I"IDICADORES SOCIO DEMOGRAFICO"l MAPUTO CIDADE PROVINCIA DE MAPUTO PROVINCIA DE GAZA PROVINCIA DE INHAMBANE PROVINCIA DE SOFALA PROVINCIA DE MANICA PROVINCIA DE TETE PROVINCIA DE ZAMBEZIA PROVINCIA DE NAMPULA PROVINCIA DE CABO DELGADO PROVINCIA DE NIASSA 3 RESULTADOS DI:FINITlVOS E BROCHURAS TAMBEM DISPONIVI:IS EM DISQUETES Para mstalar SegUir as mstruções para gravar o sistema no seu disco duro por defeito I a mstalação será felta no dlrectono C \CensoHTML\mdex htm Problemas? EnVIe um e mall para o endereço gov mz I

3 INSTITUTO NACIONAL DE ESTATISTICA II RECENSEAMENTO GERAL DA POPULAÇÃO E HABITAÇÃO 1997 RESULTADOS DEFINITIVOS MOÇAMBIQUE MAPUTO - AGOSTO DE 1999

4 II RECENSEAMENTO GERAL DA POPULAÇÃO E HABITAÇÃO 1997 RESULTADOS DEFINITIVOS - MOÇAMBIQUE 1999 InstItuto NacIOnal de EstatístIca Reprodução autonzada, excepto para fms comerciais, com mdlcação da fonte blbhográflca Maputo, Agosto de 1999 PRESIDÊNCIA João Oms LoureIro Presldente Manuel da Costa Gaspar Vlce-Presldente Valenano da ConceIção Levene Vlce-Presldente FICHA TÉCNICA Título II Recenseamento Geral da População e Habitação 1997 Resultados Defimtlvos - Moçambique Editor Instituto NacIonal de Estatística DIrecção de EstatIstIcas Demograficas, VItaiS e SOCIaiS Av Ahmed Sekou Touré, N 21, 9 Andar, Cx Postal 493 Maputo Tel gov mz Internet www me gov mz Direcção e Produção Manuel da Costa Gaspar, SergueI Kuzm, Ricardo Neupert, FrançoIs Pelletler AnalIse de QualIdade João DIas Loureiro Processamento de Dados Tomas Bernardo Christopher Corlett, Atlho PIzarro, Paulo Mabote Gustavo PIOflS Arão Balate, Antomo Adnano Eugemo Matavel, Salomão MUIanga LUIS ManhIque VIctonno Matsmhe, Ana Matavel, Manuela Beca Sebastião Ptmentel Halafo Deslgn, Grafismo e Capa Antómo GUimarães Assistência Técruca e FmanceIra FNUAP, USAID e PNUD DIfusão Instituto NacIOnal de EstatIstlca 5 Andar, Flat 55, Maputo Marcehno Silva BIP Bureau de Informação Pubhca Impressão Artes Graficas Tiragem 1000 exemplares

5 , INDICE INTRODUÇÃO 1 ÂMBITO DO CENSO ÂMBITO POPULACIONAL II 1 2 ÂMBITO GEOGRÁFICO ÂMBITO TEMPORAL II 1 4 TIPO DO CENSO III 2 TEMÁTICA CONCEITOS E DEFINIÇÕES IV 31 CARACTERISTICAS DEMOGRAFICAS SEXO E IDADE IV 32 AGREGADOS FAMILIARES E SEUS MEMBROS IV 33 ESTADO CIVIL V 34 NACIONALIDADE, RELIGIÃO E TIPO SOMATICO VI 35 DEFICIÊNCIA VI 36 EDUCAÇÃO VI 37 LINGUA VII 38 ACTIVIDADE ECONOMICA Vil 39 FECUNDIDADE E MORTALIDADE x 3 10 MIGRAÇÕES XI 3 11 HABITAÇÃO XII 4 QUADROS BOLETIM DE RECENSEAMENTO 101

6 INTRODUÇÃO o InstItuto NacIOnal de EstatístIca (INE) apresenta nesta publicação os Resultados GeraIS do II Recenseamento Geral da População e HabItação (IIRGPH) da RepúblIca de MoçambIque que foi realizado em 1997 o IIRGPH teve por ObjectIvo estabelecer o conheclmento estatístico, quantltatlvo e qualttatlvo, tão exacto quanto possível, da população moçamblcana e de todos os demais resldentes e presentes no terntórlo naclonal, bem como do parque habltaclonal (LeI do Recenseamento, N 12/97 de 31 de MaIO) o processo de plamficação e preparação do programa censitáno teve como antecedentes ImedIatos a avaliação do Censo de 1980 e do Inquénto DemográfICO NacIOnal de 1991 Usuanos e produtores de mformação estatística, numa reumão de consulta, analisaram conceitos, defmições, conteúdo, temática, boletim e resultados Isto permitiu IdentIfIcar certas lacunas e procurar possibilidades e alternativas para melhorar a qualidade e cobertura do IIRGPH Com base nos resultados dessa avaliação, o INE organizou uma séne de encontros de consulta às mstituições públicas e pnvadas envolvidas directamente na análise e mvestigação de dados censitános Este mtercâmbio permitiu mcorporar expenências e conhecimentos em tomo do processo censitáno e contnbuiu nas segumtes actividades desenho e uso dum boletim censltáno, de fácil manejo, adaptado às condições sócio-demográficas do País, estabelecimento da temática do censo, desenho da operação de campo, cartografia, capacitação, mobilização e publicidade, e, postenormente, desenho do plano de codificação e processamento dos dados, tabulações e dlssemmação dos resultados A publicação da mformação censitána está onentada a produzir resultados diversificados quanto aos âmbitos geogláflcos e temáticos, de acordo com as características, recursos e necessidades dos USUárIOS Os Resultados GeraIs do IIRGPH estão sendo publicados numa séne de 12 volumes, um para cada ProvínCIa, mclumdo a CIdade de Maputo e outro para o País Estas publicações contêm os resultados censltános expressos em valores absolutos e ate o nível de BaIrro ou VIla (Urbana) e LocalIdade (Rural) ASSIm, a presente publicação, que e referente ao País, mclui o conjunto de quadros básicos que correspondem a cada um dos temas considerados no Recenseamento O programa completo de publicações mclui também a produção de mformação a nível de mlcro-umdades geográficas (aldeias/povoações e quarteirões das CIdades ou bairros das VIlas), de monografias e brochuras que contêm análises demográficas e estatísticas dos dados censltános o INE expressa o seu mais profundo reconhecimento a todas entidades, smgulares e colectivas que contnbuíram para o sucesso do IIRGPH SalIenta-se em particular o apoio fmancelro e técmco recebido do Governo de MoçambIque, FNUAP, Umão EuropeIa, USAID, Países BaIXOS, Noruega, SuéCIa, Dmamarca, ItálIa, Portugal, PNUD e Banco MundIal O INE expressa também o seu maior reconhecimento aos Governos locais, a todos os níveis, bem como aos membros dos Gabmetes de Recenseamento, formadores, supervisores, controladores, recenseadores e guias cuja participação e dedicação foram mdlspensáveis para o êxito daquela operação

7 1. ÂMBITO DO CENSO 11 ÂMBITO POPULACIONAL o I1RGPH abrangeu todos os moçambicanos e todos os residentes no territóno nacional, bem como os temporariamente ausentes As pessoas com residência em MoçambIque foram classificadas como População Residente Aquelas que no momento do Censo se encontravam no terntóno moçambicano foram consideradas como População Presente Foram Igualmente enumeradas, e consideradas residentes, as pessoas temporanamente ausentes por um período mfenor a 6 meses Do mesmo modo, foram considerados como População Presente Os estrangeiros e outras pessoas que estavam em MoçambIque no momento do Censo, Os moçambicanos que residiam fora do País, e CIrcunstancIalmente estavam no terntóno nacional no momento do Censo Não foram mcluídas as pessoas que Nasceram depois das O O horas do dia 1 de Agosto de 1997, Faleceram antes das O O horas do dia 1 de Agosto de 1997, Diplomatas residentes nas embaixadas/representações 12 ÂMBITO GEOGRÁFICO o IIRGPH abrangeu todo o terntóno nacional De acordo com a divisão POlítICO admmistrativa de 1986, considerou-se como população urbana aquela que reside nas 23 cidades e 68 vilas Aquela que reside fora destas foi considerada como população rural 13 ÂMBITO TEMPORAL O IIRGPH decorreu simultaneamente em todo o terntono nacional, de 1 a 15 de Agosto de 1997 As declarações dos habitantes tiveram como referência o momento censltáno, ISto é, as O O horas do dia 1 de Agosto de 1997 Para determmadas características, tais como fecundidade e mortalidade, foi tomada como data de referência o dia 1 de Agosto de 1996, um ano antes da data do Censo Para registar movimentos migratónos foi considerado o lugar de residência no ano antenor ao momento de referência e também o lugar de residência no momento da Assmatura do Acordo Geral da Paz, Outubro de 1992 (aproximadamente 5 anos antes da data do Censo) As declarações sobre a actividade económica tiveram como ponto de referência a semana antenor em relação ao momento censitáno 11

8 1 4 TIPO DO CENSO o IIRGPH foi ao mesmo tempo de Jure e de facto, Isto é, as pessoas foram recenseadas onde passaram a noite de referência e, as temporanamente ausentes (ate 6 meses), nos seus locais de residência habitual Cabe assmalar que a população que consta nos quadros apresentados nesta publtcação corresponde à população residente (de Jure) Usualmente, na maiona dos países a população recenseada é maior que a população residente 2. TEMÁTICA Para o desenho do BoletIm foi feita uma revisão CUIdadosa dos correspondentes aos Censos antenores, com o fito de manter a comparabiltdade hlstónca Alem disto, para garantir a comparabilidade mternacional, foram consideradas as recomendações mternacionms que regem sobre a maténa o BoletIm mclulu os segumtes temas Características demográficas (sexo e Idade), obtidas com perguntas directas sobre o sexo e a Idade Agregados familiares, IdentIfIcados e caractenzados com perguntas sobre o número de pessoas que VIvem nas habitações particulares e colectivas (só hotéis e pensões), IdentIficação do chefe do agregado e relações de parentesco de cada membro do agregado com o chefe Estado civil, obtido com uma pergunta directa sobre o estado CIVIl NacIOnalIdade, IdentIficada com uma pergunta directa sobre a nacionaltdade RelIgião, IdentIfIcada com uma pergunta directa sobre a reltgião ou crença reltgiosa Tipo somático, obttda com pergunta directa referente a raça/ongem DefiCiência, obttda com uma pergunta directa sobre deficiência física, mental ou ambas Educação, obtida com perguntas sobre o analfabetismo, frequência escolar e nivel de ensmo concluído Língua, obtida com perguntas sobre a língua materna, língua mais usada na comunicação diária em casa e condição de conhecimento da língua portuguesa Actividade económica, IdentIfIcada com perguntas sobre a actividade realizada durante a semana antenor ao momento de referência e perguntas sobre a ocupação pnnclpal, actividade do local onde trabalha habitualmente, posição no processo de trabalho e horas trabalhadas III

9 MortalIdade e fecundidade, obtidas com perguntas sobre o número de filhos nascidos VIVOS e sobreviventes, número de pessoas falecidas no ano antenor ao Censo, número de filho1:> nascidos no ano antenor ao Censo e orfandade materna Migrações, obtidas com perguntas sobre o lugar de residência actual, lugar de nascimento e lugar de residência 1 e 5 anos antes do momento de referência Habitação, obtida com perguntas sobre o tipo de habitação, regime de propnedade, matenal predommante na construção das paredes, tectos e pavimentos, número total de divisões e das quais quantas são para dormir, pnnclpal fonte de abastecimento de água, serviço samtáno electncldade e rádio 3. CONCEITOS E DEFINIÇÕES 3 1 CARACTERÍSTICAS DEMOGRÁFICAS SEXO E IDADE Sexo e Idade são as características demográficas mais Importantes A evolução do tamanho duma população depende, em grande parte do equilíbno entre ambos os sexos e da dlstnbuição etána Isto exphca-se porque a mortalidade e a fecundidade, elementos determmantes dessa evolução, estão condicionadas, por sua vez, pelo sexo e pela Idade A maioria das funções biológicas e SOCIaIS das pessoas variam com o sexo e a Idade Estes atnbutos estão fortemente associados à outras características da população, tais como o estado CIvIl, a mobilidade geográfica, a escolandade, o emprego, etc Por este motivo, toda a análise dos dados é feita na base de mformações cruzadas com o sexo e a Idade dos recenseados Igualmente, estes dados permitem conhecer, entre outros, o número de cnanças em Idade escolar, a mão-de-obra disponível, as mulheres em Idade fértil, o número de Idosos, e diversos antecedentes de utilidade para a formulação de políticas económicas e SOCIaIS Segundo foi antenormente mencionado, o sexo das pessoas foi registado com uma pergunta directa no boletim A Idade de cada pessoa foi mdicada em número de anos completados 32 AGREGADOS FAMILIARES E SEUS MEMBROS Entendeu-se por Agregado Falt1llIar todo grupo de pessoas ligadas ou não por laços de parentesco, que VIvem na mesma habitação e compartilhavam as despesas da casa Nas habitações onde havia dependências ou quartos ocupados pelos empregados domésticos com suas famílias ou alugados à uma outra famíha, estes grupos foram considerados como agregados mdependentes As pessoas do agregado famlhar podiam ser ReSidentes Presentes, as que tmham como sua residência habitual o agregado famlhar e ai passaram a noite de 31 de Julho a 1 de Agosto, mdependente de estarem ou não fisicamente presentes no momento do recenseamento IV

10 ResIdentes Ausentes, as que habitualmente residiam no agregado famlhar, mas que, por diversos motivos, na noite de referência não dormiram na residência habitual VIsItantes, as que não residiam habitualmente no agregado famihar, mas que aí passaram a noite de referência e aí se encontravam no momento do recenseamento Para evitar a duphcação dos homens casados em regime de poligamia, estes foram recenseados UnIcamente na casa onde passaram a noite de referência, como residentes presentes, mdependentemente de estarem ou não presentes no momento do recenseamento o Chefe do Agregado FamIlIar é a pessoa responsável pelo agregado ou aquela que, para efeitos do recenseamento, foi mdicada como tal pelos restantes membros Em cada agregado familiar foi IdentIfIcado sempre um chefe e devia ser uma pessoa aí residente, podendo estar presente ou não no momento do recenseamento, desde que a ausência fosse mfenor a 6 meses As Relações de Parentesco com o Chefe do Agregado FamIlIar consideradas no IIRGPH são Cônjuge, FIlho(a), PaI ou Mãe, Genro ou Nora, Neto(a), Outro Parentesco e Sem Parentesco Os agregados familiares foram classificados em seis tipos Umpessoal, constituído por apenas uma pessoa, Monoparental Masculmo, constituídos pelo pai e um ou mais filhos, Monoparental FemImno, constituídos pela mãe e um ou mais filhos, Nuclear com FIlhos, constituídos por um casal e um ou mais filhos, Nuclear sem FIlhos, constituídos UnIcamente por um casal, Alargado, constituídos por uma famíha nuclear ou monoparental com ou sem filhos e um ou mais parentes, Outro, os agregados famihares com qualquer composição diferente das antenores Uma ConVIvênCIa ou HabItação Colectiva é um estabelecimento onde VIvem pessoas, temporária ou permanentemente, que não constituem família ou agregado familiar, compartilhando as refeições e que estejam SUjeItas a um mteresse ou regime comum Nas habitações colectivas (hotéis ou pensões) que tmham habitações de carácter familiar, estas foram consideradas como agregados familiares mdependentes 3 3 ESTADO CIVIL o Estado CIvIl é a SItuação da pessoa, de acordo com as leis, usos e costumes, face ao casamento ou vivência marital Os estados CIVIS objectos de apuramento foram os segumtes SolteIro(a), pessoa de qualquer sexo com 12 ou mais anos de Idade que não seja, nem nunca tenha SIdo casada pelo registo CIvIl, Igreja ou tradicionalmente, Casado(a), pessoa que está UnIda pelo casamento CIvIl ou religioso, v

11 Umão MarItal, pessoa que leva uma vida conjugal segundo os costumes locais, quer dizer, não casou pelo registo CIVIl nem pela Igreja, SeparadolDlvorclado(a), pessoa que está separada ou divorciada do mando ou da mulher, quer seja por lei ou não Se a pessoa se casou novamente considerou-se casada, Vlúvo(a), pessoa que foi casada cujo cônjuge faleceu Se a pessoa se casou novamente considerou-se casada 3 4 NACIONALIDADE, RELIGIÃO E TIPO SOMÁTICO A NacIOnahdade foi registada com uma pergunta directa Qual é a sua naclonahdade? As alternativas de resposta foram duas Moçambicana e Estrangeira No segundo caso foi registrada a nacionahdade especifica A Religião foi registada com uma pergunta aberta Qual é a sua religião ou crença? É Importante notar que foram consideradas todas as rehgiões ou crenças Independentemente de estarem ou não registadas ou orgamzadas o Tipo Somático foi registado com uma pergunta directa sobre raça ou ongem com seis alternativas Negra, MIsta, Branca, Indiana, PaqUIstanesa ou Outra 3 5 DEFICIÊNCIA Com a cnação do Programa de Acção Mundwl para os Impedldos em 1982, as Nações Umdas recomendaram aos países menos desenvolvidos que InICIaSSem a recolha de dados estatísticos que permitam dimensionar a Importância e caractensticas demográficas deste grupo da população Em Moçambique, estas estatísticas revestem-se de especial relevância considerando os conflitos expenmentados pelo País durante as últimas décadas A DefiCiência defme-se como qualquer perda ou anomaha de um órgão ou da função propna deste Exemplos cegueira, surdez, mudez, atraso mental, InvalIdez dos braços ou pernas, etc A respectiva pergunta feita no BoletIm foi Tem alguma deficiência? Foram especificadas a seguintes alternativas Não Tem, Mental, FíSica, FíSica e Mental 36 EDUCAÇÃO Sob vanos pontos de VIsta, o conhecimento das características educacionais duma população tem VItal ImportânCIa Pnmelro, a alfabetização, o nível educacional e a frequência escolar VInculam-se com as condições gerais de VIda dum país, uma população com um nível educacional maior pode esperar-se uma orgamzação SOCIal e política mais eficaz, um maior grau de desenvolvimento económico e receitas per capita mais elevados Deste ponto de VIsta, a educação é considerada actualmente pelas Nações Umdas como um dos componentes Importantes do IndIce de DesenvolVImento Humano VIStO do ângulo demográfico, o nível educacional é um factor chave pelas relações que usualmente tem com a mortaltdade, fecundidade, características sócio-economicas, urbamzação e movimentos migratónos VI

12 Por outro lado, esta mformação se transforma num antecedente mdispensável para a programação de políticas educacionais gerais, técnicas e profissionais o IlRGPH considerou três aspectos relativamente a educação AnalfabetIsmo, refere-se a se a pessoa sabe ler e escrever Na respectiva pergunta do BoletIm foram consideradas três alternativas Sabe ler e escrever, Só sabe ler, Não sabe ler nem escrever P. pergunta refere-se à escrita e leitura em qualquer língua FrequêncIa Escolar, refere-se a concorrência ou não a um estabelecimento de ensmo regular, oficial ou privado A frequência escolar mdica também o nível de ensmo e a classe/ano que a pessoa frequenta Em outras palavras, este aspecto da educação mdica a cobertura do sistema educativo Nível de ensino concluído, refere-se ao nível de ensmo e a classe/ano concluldo pelas pessoas Esta dimensão da educação representa o output do sistema educacional 37 LÍNGUA o tema sobre línguas mereceu multa atenção no IIRGPH Foram mcluídas quatro perguntas sobre este tema no BoletIm A primeira referiu-se ao ConhecImento do Português ConsIderou-se que a pessoa sabe falar português quando pode conversar nesta língua, Isto é, pode compreender e exprimir-se, amda que não fale correctamente este IdIoma A segunda pergunta referiu-se à língua em que aprendeu falar Tratou-se da língua em que o lecenseado aprendeu a falar na mfância, mdependentemente de actualmente a falar ou não A terceira pergunta foi sobre a língua que fala com mais frequência em casa Nesta pergunta pretendeu-se conhecer a língua falada regularmente em casa mdependentemente de a falar ou não outras línguas na escola ou no serviço A quarta e última pergunta foi sobre outras línguas usadas na comunicação Esta pergunta VISOU apurar se o recenseado, além da língua em que aprendeu a falar e da que fala ou usa com maior frequência, usa outra língua na sua comunicação 3 8 ACTIVIDADE ECONÓMICA Segundo mencionado acima, a actividade económica foi estabelecida com perguntas sobre a actividade realizada durante a semana anterior ao momento de referência (25 a 31 de Julho de 1997) As perguntas foram dmgidas à todas as pessoas de 7 anos e mais Do ponto de VIsta estritamente económico, o conceito de Força de Trabalho considera toda a população empregada e desempregada, mclumdo aqueles que procuram emprego pela primeira vez Vl1

13 As pessoas classificadas dentro da Força de Trabalho denomina-se População Economicamente ActIva (PEA) e as que estão fora dela População Não EconomIcamente ActIva (PNEA) EMPREGADOS DENTRO DA FORÇA DE TRABALHO (PEA) DESEMPREGADOS PROCURA NOVO <EMPREGO POPULAÇÃO 7 ANOS E MAIS PROCURA EMPREGO PELA PRIMEIRA VEZ FORA DA FORÇA DE TRABALHO (PNEA) Domesttco(a) Estudante ReformadolReserva IncapacItado Outro OperaCIOnalmente, segundo o IIRGPH, a PEA é constituída pelas pessoas que durante a semana de referência Trabalharam, Não Trabalharam, mas tmham emprego, refere-se as pessoas com uma ocupação regular mas que na semana de referência não trabalharam por se encontrarem doente, de fénas, licença de parto, greve laboral ou outro motivo Ajudaram familiares, são pessoas que apoiaram aos membros das suas famílias nas suas ocupações ou que para eles trabalharam, mas sem remuneração Procuravam novo emprego, refere-se as pessoas que na semana de referência não trabalharam porque foram despedidas, renunciaram ao emprego ou terminaram os seus contratos antenores e estavam a espera de outras oportumdades de emprego Procuravam emprego pela primeira vez, são pessoas que nunca trabalharam e na semana de referência procuravam pela pnmeira vez um emprego assalariado A pnea é constituída pelas pessoas que durante a semana de referência encontravam-se numa das seguintes situações DoméstIcos(as), são pessoas que na semana de referência ocupavam-se somente dos trabalhos da sua própna casa VI1I

14 Estudantes, são pessoas que na semana de referência encontravam-se matnculadas numa escola ou estabelecimento de ensmo oficial, pnvado ou comumtáno Os trabalhadoresestudantes foram considerados parte da PEA, ISto é, como trabalhadores Reformados/Aposentados, são pessoas que na semana de referência não trabalharam, VIVIam da pensão de reforma ou aposentação Se um reformado ou aposentado exerceu qualquer actividade remunerada foi mcluído na PEA IncapacItados(as), são as pessoas que na semana de referência não trabalharam por se encontrarem permanentemente mcapacitados(as) de trabalhar por velhice ou algum ImpedImento físico ou mental Outras, são as pessoas que não se encontravam em nenhuma das SItuações antenores Para alem da determmação da PEA é também Importante a sua desagregação segundo a natureza das actividades e das características profissionais das pessoas Isto leva a IdentIfIcar três aspectos que se complementam Ocupação principal, é a classe de trabalho que desempenhava uma pessoa empregada (ou no qual trabalhou, no caso de desempregados) durante a semana de referência Na publicação dos resultados censitános as ocupações são usualmente classificadas em grandes grupos segumdo a Classiflcação InternaclOnal Uniforme de Ocupações da Orgamzação InternaCIOnal do Trabalho (OIT) No IIRGPH os grupos ocupacionais utilizados foram os segumtes Altos dirigentes/patrões, Técmcos udlversitárlos, TécDlcos não udlversitários, AdmInistratIvos, OperáriOS não agrícolas, Artesãos Independentes, Pequenos comerciantes, Pessoal de serviço, Empregados domésticos, Camponeses, OperárIOS agrícolas, Outras ocupações POSição no Processo de Trabalho, refere-se a relação entre uma pessoa economicamente activa e o seu emprego, ISto é, se a pessoa trabalha (ou se trabalhou, no caso do desempregado) no Aparelho do Estado, Sector privado, Empresa pública, Sector cooperativo, Conta própria, Trabalhador faldlliar, CooperatIvista, Patrão/empresário Ramo de ActIVidade, que é a actividade do estabelecimento no qual uma pessoa economicamente activa trabalhou durante a semana de referência ou trabalhou na última IX

15 vez se estiver desempregada Na maiona dos países, as actividades económicas declaradas nos boletms censltanos, para os efeitos de publtcação, são agrupadas segundo a III Revisão da Classificação Industnal Uniforme das Nações Umdas No caso do IIRGPH os ramos de actividade utilizados foram os segumtes AgrIcultura J silvicultura e pesca, Extracção de mmas, IndústrIa manufacturelra J EnergIa, Construção Transporte e comunicações, ComérclO J fmanças, ServIços admmistrativos, Outros serviços É Importante mencionar que a parte da PEA constituída por aqueles que procuravam trabalho pela pnmeira vez não pode ser mcluída nestas três classificações ASSIm, nesta publicação, todos os quadros que consideram estas vanáveis não mcluem estntamente a PEA total No IIRGPH foi também mcluída uma pergunta sobre o número de horas trabalhadas por semana Esta pergunta serve para Identificar, dentro da PEA, as pessoas com emprego a tempo mtegral e aquelas com menor grau de participação no trabalho 39 FECUNDIDADE E MORTALIDADE Idealmente, para o estudo da fecundidade e da mortalidade, utilizam-se dados obtidos no RegIsto CIVIl Entretanto, nos países onde as estatísticas VItaIS são deficientes e a cobertura territonal dos registos e limitada, as estatísticas da fecundidade e da mortalidade são denvadas de censos e mquéntos demográficos Este e o caso de MoçambIque ASSIm, no BoletIm do IIRGPH foram mcluídas vánas perguntas a partlr das quais se pode estimar estas vanáveis Nalguns casos, para analisar a fecundidade e a mortalidade com dados censltános é preciso usar dos chamados métodos mdlrectos, que são técnicas baseadas no uso de diversas metodologias estatistlcas e modelos demográficos A Fecundidade está associada à procnação humana em termos do número efectivo de filhos em relação as mulheres em Idade reprodutlva Do ponto de vista demográfico, a análise da fecundidade tenta medir em que grau e como vão ocorrendo os nascimentos A sua Importância reside no facto de que estes vão determmando, conjuntamente com a mortalidade e as migrações, o crescimento e a estrutura da população Também, o numero de filhos que as mulheres tem está estreitamente relacionado com aspectos tais como a saude materno-mfantil, e com aspectos SOCIaIS ligados à formação das famlhas No IIRGPH os dados para medir a fecundidade foram ObtIdos com as segumtes perguntas, que foram feitas às mulheres de 12 a 50 anos de Idade Quantos filhos nascidos VIVOS teve? Quantos filhos nascidos VIVOS teve J nos últimos 12 meses? x

16 Na pnmeira pergunta, cada mulher teve que mdicar o número de filhos nascidos VIVOS que teve, por sexo, quer estivessem VIVOS ou não Não se mcluíram filhos adoptivos ou aqueles que são do casamento do marido com outra mulher Na segunda pergunta a entrevistada declarou quantos filhos, por sexo, nasceram VIVOS durante o ano antenor ao Censo, IStO é, entre 1 de Agosto de 1996 e 31 de Julho de 1997 ConsIderou-se NascIdo VIVO ao filho que ao nascer mostrou algum smal de vida, quer dizer, respirou, chorou, ou se moveu, mesmo que tenha falecido pouco tempo depois As mortes fetais não foram consideradas como nascimentos Os Filhos NascIdos VIVOS mdicam a fecundidade de toda a VIda Abarcam todos os filhos nascidos VIVOS durante a VIda da mulher recenseada até a data do Censo A CIfra abarca a todos os filhos nascidos VIVOS, tanto legítimos quanto IlegítImos, havidos no casamento actual ou em qualquer casamento antenor, mdependentemente se VIVIam ou Já tmham falecido no momento do Censo, ou de onde VIVIam Os Filhos NascIdos nos Últimos 12 Meses foram registados para medir a fecundidade recente Além de medir a fecundidade durante o ano antenor ao Censo, esta pergunta permite estimar a fecundidade durante os últimos 5 anos Isto só é possível mediante o uso de método mdzrectos A Mortalidade defme-se como a acção da morte sobre uma população e, Juntamente com a fecundidade, é uma das componentes centrais da dmâmica demográfica No IIRGPH foram mclmdas duas perguntas para medir os níveis e tendências da mortalidade na mfância, IstO é, entre O e 5 anos de Idade Estas perguntas estão ligadas as perguntas antenores sobre fecundidade Quantos filhos tem actualmente VIVOS? Dos filhos nascidos durante nos últimos 12 meses, quantos estão VIVOS? Também foram mcluídas duas perguntas para medir a mortalidade geral Houve pessoas falecidas neste agregado familiar nos últimos 12 meses? EspecIfique o sexo e a Idade das pessoas que morreram Por fim, foi mcluída uma pergunta sobre Orfandade Materna (Tem a mãe VIva?) Esta pergunta, também mediante métodos zndirectos, permite estimar a mortalidade femmma adulta 3 10 MIGRAÇÕES Do ponto de VIsta demográfico, as migrações representam uma das mais Importantes formas de mobilidade das populações Denomma-se MIgração a todo movimento de pessoas de um país à um outro, ou dum lugar geográfico à outro dentro dum mesmo país, com a mudança de residência No pnmeiro caso trata-se de MIgração InternacIOnal e, no segundo de MIgração Interna Xl

17 Em relação a uma determmada área geográfica, seja dum país a outro ou dentro das divisões admmistrativas duma nação, chama-se EmIgração o movimento de saída de pessoas da dita area e ImIgração ao movimento de chegada para a mesma Com referência a uma area geográfica especifica, denomma-se Emigrante a pessoa que Sal da dita area e ImIgrante a pessoa que chega a mesma Um mesmo mdividuo e emigrante se considera-se com referência ao lugar de saída e ImIgrante do ponto de VIsta do lugar de chegada A 50ma das entradas de ImIgrantes e de saldas de emigrantes constituem o volume total das mlgraç.ões, que se denomma Migração total, diferentemente da MIgração líquida ou Saldo migratório que representa a diferença entre o número de entradas e de saídas o I1RGPH considerou quatro perguntas para medir o fenómeno migratono Lugar de residência actual, Lugar de nascimento, Lugar de residência um ano antes da data do Censo (1 de Agosto de 1996), Lugar de residência quando acabou a guerra (aproximadamente 5 anos antes da data do Censo, Outubro de 1992) Em cada pergunta solicitou-se que o recenseado mdicasse o nome da ProvínCia, Distrito e CldadelVIla de residência actual e antenor Se o recenseado encontrava-se fora do terntono nacional sollcitou-se mdicar o País de residência antenor A pergunta sobre o lugar de residência um ano antes da data do Censo foi feita só as pessoas com 1 ano e mals de Idade e a pergunta sobre o lugar de residência 5 anos antes da data do Censo so as pessoas com 5 anos e mais de Idade Estas duas perguntas permitem estimar as Migrações recentes As perguntas sobre o lugar de nascimento e o lugar de residência actual permite calcular a chamada MIgração de toda a VIda 311 HABITAÇÃO O IlRGPH mclulu uma secção sobre características e condições da habitação Para fms do recenseamento, entendeu-se por Habitação todo o local que se destmava a habitclção de pessoas e que no momento do Censo estivesse a ser utilizada para esse fim Nos agregados famlhares com mals de uma umdade de alojamento, as perguntas foram refendas à umdade pnncipal A perguntas respectivas foram respondidas pelo chefe do agregado famihar Foram considerados dois tipos de habitação PartIculares, aquelas que serviam de alojamento ao agregados famihares Há cmco tipos de habitações particulares MoradIa, é uma casa construída com materiais convencionais (bloco de CImento, bloco de tijolo, cobertura de chapa de zmco ou chapa de lusalite, telha, laje de betão), concebida para habitação de uma ou mais famílias, Xll

18 Flat/Apartamento, é um espaço destinado a habitação construído dentro dum prédio, Palhota, é uma casa cujo material predominante na construção é de OrIgem vegetal (camço, capim, palha, palmeira, colmo, bambú, etc ), Casa precária, são habitações construídas com material Improvisado e precário, tal como papel, saco, latas, cascas de arvores, etc, Casa de madeira e zmco, são habitações cujas paredes e tectos são construídas com madeira e ZInCO Outras, são habitações com características diferentes das categorias anteriores Habitações Colectivas ou Convivências, são as InstItUIções ocupadas por pessoas cuja relação se restringe à subordinação de ordem administrativa e ao cumprimento de normas de convivência São habitações colectivas os hospitais, maternidades, clímcas, hotels, pensões, quartéis, campos militares, conventos, seminários, mternatos, lares de estudantes ou de trabalhadores, orfanatos, asilos, etc No BoletIm foi Incluída uma categoria especial Pessoas Sem Casa São pessoas que não tinham residência para VIver, dormiam nas ruas, avemdas, praças, outros locais públicos, por baixo das árvores, etc No BoletIm também foi Incluída uma pergunta sobre Condição de Ocupação com a segumtes categonas Alugada, casas ocupadas por mquilmos da APIE, EMOSE, ou de outros propnetanos, a quem se paga uma renda mensal ou penodica, Própria, quando o direito de propnedade da casa pertencia ao agregado familiar, CedIda, quando ela foi emprestada pelo empregador por pessoas amigas, parentes, ou outros, Outra forma, que compreende qualquer outra forma de ocupação da casa, Vaga, a casa que no dia do censo não estava ocupada por pessoas, por estar a venda ou em aluguer, reconstrução, ou outro motivo Os Materiais de Construção Predommantes referiam-se a Paredes, com os segumtes tipos de matenal predommante na construção das paredes bloco de CImento, bloco de tijolo, madeira/zinco, bloco de adobe, camço/paus/bambu/ palmeira, paus matlcados, lata/cartão/papel/saco/casca, outros matenais, Tecto, com os seguintes tipos laje de betão, telha, chapa de lusahte, chapa de zmco, caplinlcolmo/palmelra, e outros, PavImento, com os seguintes tipos de matenais madeira ou parquet, mármore/granuhte, Cimento, mosaico/tijoleira, adobe, terra batida, outros Em relação às DIVIsões da HabItação perguntou-se directamente Quantas divisões tem a casa? (sem contar com a cozmha e casa de banho) Destas, quantas usa para dormir? xm

19 o número de divisões para dormir InclUIU todas as divisões usadas para esse propósito, mesmo que não fossem quartos para dormir, como por exemplo, sala de Jantar, sala de VIsIta, etc A DIspombIlIdade de ServIços BásIcos InclUIU Fonte PrmcIpal de água para beber, com as seguintes alternativas de resposta Água canalizada dentro da casa, Água canalizada fora da casa, quando a ligação da água está localizada fora da casa, ou VaI carretar a água na casa do VIZInho, Água provemente de fontanários, Poço, quando a casa se abastecia de água de um poço própno, público ou pnvado, Furo, quando a casa se abastecia de água provem ente do subsolo através dum tubo e era puxada manualmente, a energia eléctnca ou vento, RIOS ou lagos, quando a casa se abastecia de água provemente dum no, lago ou similares, Independentemente de como era acumulada e dlstnbuída na casa, Outros, quando a casa se abastecia de água de outras fontes diferentes das antenores, por exemplo, agua da chuva, etc TIpO de Retrete ou Latrma, com as seguintes alternativas de resposta Retrete com autoclismo, quando tinha retrete SItuada dentro de casa ou no quintal e tinha um SIstema de descarga de água que funcionava, Retrete sem autoclismo, quando tinha a retrete SItuada dentro da casa ou quintal, mas não tinha um SIstema de descarga por falta de água ou porque não funcionava, Latrma, quando tinha latnna, Não tem retretenatrma, quando não tinha ambas COIsas ElectricIdade, SolIcItou-se ao agregado para dizer se tinha ou não energia eléctnca FInalmente perguntou-se se o agregado familiar possuía RádIO XIV

20 LISTA DOS QUADROS QUADRO 1 QUADRO 2 - QUADRO 3 - QUADRO 4 - QUADRO 5 QUADRO 6 - QUADRO 7 QUADRO 8 - QUADRO 9 - População por area de residência e sexo segundo idade PaIS Total 1997 População por idade segundo provmcia distnto/cldade area de residência e sexo PaIS Total, 1997 População recenseada por area de residência e categona censltaria segundo sexo e idade Pais Total, 1997 População por Idade segundo area de residência, nacionalidade e sexo PaIS Total 1997 Chefes de agregado farrnhar por area de residência e sexo segundo Idade PaIS Total, 1997 Chefes de agregado farrnliar por estado clv11 segundo área de residência, provmcia e sexo PaiS Total 1997 Agregados farrnliares por tamanho segundo area de residência e provmcla PaIS Total, 1997 Numero medio de membros nos agregados farrnhares, por grandes grupos de Idade segundo area de residência e provmcia PaIS Total 1997 Agregados faidihares por tipo segundo area de residência e provmcia PaIS Total QUADRO 10 - População por estado civil segundo area de residência, relação de parentesco com chefe de agregado faidiliar e sexo PaIS Total, QUADRO 11 População de 12 anos e mais por estado clv11 e sexo segundo area de residência e idade PaIS Total, QUADRO 12 - População por religião segundo area de residência, idade e sexo PaIS Total, 1997 QUADRO 13 - População por tipo somátic%ngem segundo area de residência, idade e sexo PaIS Total, 1997 QUADRO 14 - População por tipo somatlc%ngem segundo área de residência rehglão e sexo PaIS Total 1997 QUADRO 15 - População com deficiência por sexo e tipo de deficiência segundo area de residência e Idade PaIS Total 1997 QUADRO 16 - População com deficiência de 5 anos e mars por nível de ensmo que frequenta segundo area de residência Idade e sexo PaIS Total, QUADRO 17 População com deficiência de 7 anos e mais por area de residência e tipo de deficiência segundo sexo e condição de actividade na semana de referência PaIS Total, QUADRO 18 - População deficiente ocupada de 7 anos e mars por area de residência e tipo de deficiência segundo sexo e posição no processo de trabalho PaIS Total, 1997 QUADRO 19 - População de 5 anos e mais por condição de alfabetização e sexo segundo area de residência e Idade País Total,

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