POPULAÇAo E HABITAÇÃO

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1 .. II RECENSEAMENTO GERAL DA POPULAÇAo E HABITAÇÃO r J

2 SERlE II RECENSEAMENTO GERAL DA POPULAÇÃO E HABITAÇÃO 1997 PUBLlCAÇÕLS DISPONIVEIS RESULTADOS DEFINITIVOS MAPUTO CIDADE PROVINCIA DE MAPUTO PROVINCIA DE GAZA PROVINCIA DE INHAMBANE PROVINpA DE SOFALA MANICA TETE PROVINCIA DE CABO DELGADO 2 BROCHURAS INDICADORES sacio DEMOGRAFICOS MAPUTO CIDADE PROVINCIA DE MAPUTO PROVINÇIA DE GAZA PROVINCIA DE INHAMBANE. PROVINCIA DE SOFALA MANICA TETE PROV íncia DE CABO DELGADO 3 RESULTADOS DEFINITIVOS E BROCHURAS TAMBEM DISPONIVEIS EM DISQUETES Para Instalar StgUlr as ll1siluções para gravar o slstema no ~eu dl~co duro por defello a Instala~ão será feita no drrectóno c \CensoHTML\mdex htm Problem1~ I EnVIe um e mal! para o endereço '_' p (L_J' j fi '

3 II RECENSEAMENTO GERAL DA POPULAÇÃO E HABITAÇÃO 1997 RESULTADOS DEFINITIVOS PRovíNCIA DE NAMPULA II RECENSEAMENTO GERAL DA POPULAÇÃO E HABITAÇÃO MAPUTO JUNHO 1999

4 II RECENSEAMENTO GERAL DA POPULAÇÃO E HABITAÇÃO 1997 RESULTADOS DEFINITIVOS PROVÍNCIA DE NAMPULA 1999 InstItuto NacIOnal de EstatIstIca Reprodução autonzada excepto para fms COmerCIaIS com mdicação da fonte bibliográfica Maputo Junho de PRESIDÊNCIA João Dias LoureIro PleSldente Manuel da Costa Gaspar VlcePreSldente Valenano da ConceIção Levene VlcePreSldente FICHA TÉCNICA TItulo II Recenseamento Geral da População e HabItação 1997 Resultados DefimtIvos ProvmcIa de Nampula EdItor InstItuto NaCIOnal de EstatIstIca DIrecção de EstatIstIcas Demograficas VItaiS e SOCIaIS Av Ahmed Sekou Toure N 21 9 Andar Cx Postal 493 Maputo Tel E mali gov mz Internet www me gov mz Direcção e Produção Manuel da Costa Gaspar SergueI Kuzm RIcardo Neupert FrançOIS PelletIer Análise de QualIdade João DIaS LoureIro Processamento de Dados Tomas Bernardo Chnstopher CorIett AtIiIO PIzarro Paulo Mabote Gustavo PlOns Arão Balate Antomo Adnano Eugemo Matavel Salomão MUIanga LUIS ManhIque VIctonno Matsmhe Ana Matavel Manuela Beca Sebastião PImentel Halafo Deslgn Grafismo e Capa Antomo GUImarães AssIstênCia Tecruca e Fmanceua FNUAP USAID e PNUD Difusão InstItuto NacIOnal de EstatIstIca 5 Andar Flat 55 Maputo MarcelIno SIlva BIP Bureau de Informação PublIca Impressão Artes Graficas Tiragem 500 exemplares

5 INDICE INTRODUÇÃO 1 ÂMBITO DO CENSO ÂMBITO POPULACIONAL ÂMBITO GEOGRAFICO II 1 3 ÂMBITO TEMPORAL II 1 4 TIPO DO CENSO 1lI 2 TEMÁTICA 1lI 3 CONCEITOS E DEFINIÇÕES IV 31 CARACTERISTICAS DEMOGRAFICAS SEXO E IDADE IV 32 AGREGADOS FAMILIARES E SEUS MEMBROS IV 33 ESTADOCNIL V 34 NACIONALIDADE RELIGIÃO E TIPO SOMATICO VI 35 DEFICIÊNCIA VI 36 EDUCAÇÃO VI 37 LINGUA VII 38 ACTIVIDADE ECONOMICA VII 39 FECUNDIDADE E MORTALIDADE x 3 10 MIGRAÇÕES XI 311 HABITAÇÃO XII 4 QUADROS BOLETIM DE RECENSEAMENTO 119

6 LISTA DOS QUADROS QUADRO 1 QUADRO 2 QUADRO 3 QUADRO 4 QUADRO 5 QUADRO 6 QUADRO 7 QUADRO 8 QUADRO 9 População por area de residência e sexo segundo Idade Provmcla de Nampula 1997 População por Idade segundo dlstnto!cldade posto admmlstrativo vila localidade bairro e sexo Provmcla de Nampula 1997 População recenseada por area de residência e categona censltaria segundo sexo e Idade ProvmCIa de Nampula 1997 População por Idade segundo area de residência nacionalidade e sexo ProvmcIa de Nampula 1997 Chefes de agregado farrnliar por area de residência e sexo segundo Idade ProvmCIa de Nampula 1997 Chefes de agregado farrnliar por estado clvil segundo area de residência distrito e sexo Provmcla de Nampula 1997 Agregados farruliares por tamanho segundo area de residência e distrito Provmcla de Nampula 1997 Numero medio de membros nos agregados familiares por grandes grupos de Idade segundo aiea de residência e distnto Provmcla de Nampula 1997 Agregados familiares por tipo segundo area de residência e dlstnto Provmcla de Nampula QUADRO 10 População por estado CIvIl segundo area de residência relação de parentesco com chefe de agregado farruliar e sexo ProvmCIa de Nampula 1997 QUADRO 11 População de 12 anos e mais por estado clvil e sexo segundo area de residência e Idade ProVInCIa de Nampula QUADRO 12 QUADRO 13 QUADRO 14 QUADRO 15 População por religião segundo area de residência Idade e sexo PrOVInCIa de Nampula 1997 População pol tipo somatic%ngem segundo area de residência Idade e sexo PrOVInCla de Nampula 1997 População por tipo somatic%ngem segundo area de residência religião e sexo Provmcla de Nampula 1997 População com deficiência por sexo e tipo de deficiência segundo area de residência e Idade ProvmcIa de Nampula QUADRO 16 População com deficiência de 5 anos e mais por mvel de ensino que frequenta segundo area de residência Idade e sexo Provmcla de Nampula 1997 QUADRO 17 População com deficiência de 7 anos e mais por area de residência e tipo de deficiência segundo sexo e condição de actividade na semana de referência ProvmcIa de Nampula 1997 QUADRO 18 População deficiente ocupada de 7 anos e mais por area de residência e tipo de deficiência segundo sexo e posição no processo de trabalho Provmcla de Nampula 1997 QUADRO 19 População de 5 anos e mais por condição de alfabetização e sexo segundo area de residência e Idade ProVInCIa de Nampula

7 QUADRO 20 QUADRO 21 QUADRO 22 QUADRO 23 QUADRO 24 QUADRO 25 QUADRO 26 População de 5 anos e mais por condição de frequência escolar e sexo segundo area de residência e Idade ProvmCla de Nampula 1997 População de 5 anos e mais por mvel de ensmo que frequenta segundo area de residência sexo e Idade ProvmCla de Nampula 1997 População de 5 anos e mais por mvel de ensmo conc1mdo segundo area de residência Idade e sexo Provmcla de Nampula 1997 População de 5 anos e mais por Idade segundo area de residência sexo e Imgua materna PrOVIllCla de Nampula 1997 População de 5 anos e mais por Idade segundo area de residência sexo e hngua que fala com mais frequência em casa ProvmCla de Nampula 1997 População de 5 anos e mais por condição de conhecimento da hngua portuguesa e sexo ~egundo area de residência e Idade Provmcla de Nampula 1997 População de 7 anos e mais por Idade segundo area de residência sexo e actividade que fez na semana de referência ProvmCla de Nampula QUADRO 27 População ocupada de 15 anos e mais por posição no processo de trabalho segundo area de residência sexo e ramo de actividade ProvmCla de Nampula QUADRO 28 QUADRO 29 QUADRO 30 QUADRO 31 QUADRO 32 QUADRO 33 QUADRO 34 População ocupada de 15 anos e mais por ramo de actividade segundo area de resldêncla sexo e ocupação pnnclpal Provmcla de Nampula 1997 População ocupada de 15 anos e mais por area de residência e horas trabalhadas por dla na semana de referência segundo sexo e ocupação pnnclpal Provmcla de Nampula 1997 População de 5 anos e mais por area de residência e condição de orfandade materna segundo Idade e sexo ProvmCla de Nampula 1997 Pessoas falecidas no ano antenor a data do Recenseamento por area de lesldêncla e sexo ~egundo Idade ProvmCla de Nampula 1997 População femmma de 12 a 50 anos de Idade por numero de filhos nascidos VIVOS e sobreviventes e numero de filhos nascidos VIVOS e sobreviventes nos ultimos 12 meses por sexo segundo area de residência dlstnto e Idade de mulheres Provmcla de Nampula 1997 População femmma de 12 a 50 anos de Idade por numero de filhos nascidos VIVOS segundo area de residência distrito e Idade de mulheres Provmcla de Nampul~ 1997 Habitações particulares por matenal predonunante no tecto segundo area de residência numero de habitações agregados famlhares pessoas e matenal usado no pavimento Provmcla de Nampula QUADRO 35 Habitações partlculare~ agregados famlhares e seus membros por condição de serviço de agua segundo area de residência tipo da habitação e matenal de construção nas paredes ProVIllCIa de Nampula QUADRO 36 Habitações particulares agregados famlhares e seus membros por condições baslcas existentes segundo area de residência e matenal de construção da habitação Provmcla de Nampula

8 QUADRO 37 QUADRO 38 QUADRO 39 QUADRO 40 Habitações particulares agregados famlhares e seus membros por tipo de habitação segundo area de residência e condições baslcas existentes Provmcla de Nampula 1997 População por tipo de habitação e sexo segundo area de residência e dlstnto Provmcla de Nampula 1997 População sem casa por area de residência e sexo segundo Idade ProVInCIa de Nampula 1997 Habitações particulares por numero de divisões segundo area de residência e numero de ocupantes Provmcla de Nampula QUADRO 41 HabItações particulares por numero de divisões para dormir segundo area de residência e numero de ocupantes Provmcla de Nampula QUADRO 42 QUADRO 43 Habitações particulares agregados familiares e seus membros segundo area de residência dlstnto e regime da propnedade de habitação Provmcla de Nampula 1997 Habitações particulares agregados famlhares e seus membros segundo area de residência distrito e tipo de habitação Provmcla de Nampula QUADRO 44 População residente de 1 ano e mais por provmcla de residência em 1996 segundo sexo PrOVInCla de Nampula 1997 QUADRO 45 População residente de 5 anos e mais por provincla de residência em 1992 segundo sexo ProVInCla de Nampula 1997 II7 117 QUADRO 46 QUADRO 47 População residente por provincla de nascimento segundo sexo ProvIncla de Nampula 1997 População urbana Cidades e Vilas segundo tamanho Provmcla de Nampula

9 INTRODUÇÃO o InstItuto NacIonal de EstatístIca (INE) apresenta nesta publicação os Resultados GeraIs do II Recenseamento Geral da População e HabItação (IIRGPH) de 1997 referentes à ProvíncIa de Nampula o I1RGPH teve por ObjectIvo estabelecer o conheclmento estatístlco quantltatlvo e qualuatlvo tão exacto quanto possível da população moçamblcana e de todos os demazs resldentes e presentes no terntórw nacwnal bem como do parque habztaczonal (LeI do Recenseamento N 12/97 de 31 de MaIo) o processo de plamficação e preparação do programa censitáno teve como antecedentes ImedIatos a avaliação do Censo de 1980 e do Inquénto DemográfIco NacIOnal de 1991 Usuanos e produtores de Informação estatística numa reumão de consulta analisaram conceitos definições conteúdo temática boletim e resultados Isto permitiu IdentIfIcar certas lacunas e procurar possibilidades e alternativas para melhorar a qualidade e cobertura do I1RGPH Com base nos resultados dessa avaliação o INE organizou uma séne de encontros de consulta as InstItUIções públicas e pnvadas envolvidas directamente na análise e InvestIgação de dados censitarios Este IntercâmbIO permitiu Incorporar expenências e conhecimentos em tomo do processo censltáno e contnbuiu nas seguintes actividades desenho e uso dum boletim censitáno de fácil manejo adaptado às condições SÓCIOdemográfIcas do País estabelecimento da temática do censo desenho da operação de campo cartografia capacltação mobilização e publicidade e postenormente desenho do plano de processamento dos dados tabulações e dlssemmação dos resultados A publicação da Informação censitána está onentada a produzir resultados diversificados quanto aos âmbitos geográficos e temáticos de acordo com as características recursos e necessidades dos USUárIOS Os Resultados GeraIs do I1RGPH estão sendo publicados numa sene de 12 volumes um para cada ProvínCIa mcluindo a CIdade de Maputo e outro para o País Estas publicações contêm os resultados censitános expressos em valores absolutos e até o nível de BaIrro ou VIla (Urbana) e LocalIdade (Rural) ASSIm a presente publicação que é referente à ProvíncIa de Nampula InclUI o conjunto de quadros básicos que correspondem à cada um dos temas considerados no Recenseamento O programa completo de publicações prevê também a produção de mformação a nível de mlcroumdades geográficas (aldeias/povoações e quarteirões das CIdades ou bairros das VIlas) e de monografias que Incluem análises demográficas e estatísticas dos dados censltános O INE expressa o seu mais profundo reconhecimento à todas entidades SIngulares e colectivas que contnbuíram para o sucesso do I1RGPH SalIentase em particular o apoio fmanceiro e técmco recebido do Governo de MoçambIque FNUAP UnIão EuropeIa USAID Países BaIxos Noruega SuéCIa DInamarca ItálIa Portugal PNUD e Banco MundIal O INE expressa também o seu maior reconhecimento aos Governos locais à todos os níveis bem como aos membros dos GabInetes de Recenseamento cuja participação e dedicação foram IndISpensáveIs para o êxito daquela operação

10 1. ÂMBITO DO CENSO 11 ÂMBITO POPULACIONAL o IIRGPH abrangeu todos os moçambicanos e todos os residentes no terntóno nacional bem como os temporanamente ausentes As pessoa') com residência em MoçambIque foram classificadas como População ReSIdente Aquelas que no momento do Censo se encontravam no terntóno moçambicano foram consideradas como População Presente Foram Igualmente enumeradas e consideradas residentes as pessoas temporanamente ausentes por um período Infenor a 6 meses Do mesmo modo foram considerados como População Presente Os estrangeiros e outras pessoas que estavam em MoçambIque no momento do Censo Os moçambicanos que residiam fora do País e circunstancialmente estavam no terntóno nacional no momento do Censo Não foram Incluídas as pessoas que Nasceram depois das O O horas do dia 1 de Agosto de 1997 Faleceram antes das O O horas do dia 1 de Agosto de 1997 DIplomatas residentes nas embaixadas/representações 12 ÂMBITO GEOGRÁFICO O IIRGPH abrangeu todo o terntóno nacional De acordo com a divisão político administrativa de 1986 considerouse como população urbana aquela que reside nas 23 cidades e 68 vilas Aquela que reside fora destas foi considerada como população rural 1 3 ÂMBITO TEMPORAL O IIRGPH decorreu SImultaneamente em todo o terntóno nacional de 1 a 15 de Agosto de 1997 As declarações dos habitantes tiveram como referência o momento censitáno IStO é as O O horas do dia 1 de Agosto de 1997 Para determinadas características tais como fecundidade e mortalidade foi tomada como data de referência o dia 1 de Agosto de 1996 um ano antes da data do Censo Para registar movimentos migratónos foi considerado o lugar de residência no ano antenor ao momento de referência e também o lugar de residência no momento da ASSInatura do Acordo Geral da Paz Outubro de 1992 (aproximadamente 5 anos antes da data do Censo) As declarações sobre a actividade económica tiveram como ponto de referência a semana antenor em relação ao momento censitáno II

11 1 4 TIPO DO CENSO o IIRGPH foi ao mesmo tempo de Jure e de facto Isto é as pessoas foram recenseadas onde passaram a noite de referência e as temporanamente ausentes (até 6 meses) nos seus locais de residência habitual Cabe assinalar que a população que consta nos quadros apresentados nesta pubhcação corresponde a população residente (de Jure) Usualmente na maiona dos pai ses a população recenseada é maior que a população residente " 2. TEMATICA Para o desenho do BoletIm foi feita uma revisão cuidadosa dos correspondentes aos Censos antenores com o fito de manter a comparabihdade histónca Alem disto para garantir a comparabihdade InternacIOnal foram consideradas as recomendações InternaCIOnaIS que regem sobre a matena o BoletIm InclUIU os seguintes temas Características demográficas (sexo e Idade) obtidas com perguntas directas sobre o sexo e a Idade Agregados familiares IdentIfIcados e caractenzados com perguntas sobre o número de pessoas que VIvem nas habitações particulares e colectivas (só hoteis e pensões) IdentIfIcação do chefe do agregado e relações de parentesco de cada membro do agregado com o chefe Estado civil obtido com uma pergunta directa sobre o estado CIvIl NaCIonalIdade IdentIfIcada com uma pergunta directa sobre a nacionalidade RelIgIão IdentIfIcada com uma pergunta directa sobre a religião ou crença religiosa TIpO somático obtida com pergunta directa referente a raça/ongem DefICIênCIa obtida com uma pergunta directa sobre deficiência física mental ou ambas Educação obtida com perguntas sobre o analfabetismo frequência escolar e nível de ensino concluído Língua obtida com perguntas sobre a língua materna língua mais usada na comunicação diána em casa e condição de conhecimento da língua portuguesa ActIVIdade econórmca IdentIfIcada com perguntas sobre a actividade reahzada durante a semana antenor ao momento de referência e perguntas sobre a ocupação pnncipal actividade do local onde trabalha habitualmente posição no processo de trabalho e horas trabalhadas 11\

12 e MortalIdade e fecundidade obtidas com perguntas sobre o número de filhos nascidos VIVOS e sobreviventes número de pessoas falecidas no ano antenor ao Censo número de filhos nascidos no ano antenor ao Censo e orfandade materna MIgrações obtidas com perguntas sobre o lugar de residência actual lugar de nascimento e lugar de residência 1 e 5 anos antes do momento de referência HabItação obtida com perguntas sobre o tipo de habitação regime de propnedade matenal predominante na construção das paredes tectos e pavimentos número total de divisões e das quais quantas são para dormir pnnclpal fonte de abastecimento de água serviço samtário electncidade e rádio 3. CONCEITOS E DEFINIÇÕES 3 1 CARACTERÍSTICAS DEMOGRÁFICAS SEXO E IDADE Sexo e Idade são as características demográficas mais Importantes A evolução do tamanho duma população depende em grande parte do equllíbno entre ambos os sexos e da dlstnbulção etána Isto explicase porque a mortalidade e a fecundidade elementos determinantes dessa evolução estão condicionadas por sua vez pelo sexo e pela Idade A maiona das funções biológicas e SOCIaIS das pessoas vanam com o sexo e a Idade Estes atnbutos estão fortemente associados à outras características da população tais como o estado CIvIl a moblhdade geográfica a escolandade o emprego etc Por este motivo toda a análise dos dados é feita na base de Informações cruzadas com o sexo e a Idade dos recenseados Igualmente estes dados permitem conhecer entre outros o número de cnanças em Idade escolar a mãodeobra disponível as mulheres em Idade fértil o número de Idosos e diversos antecedentes de utilidade para a formulação de políticas económicas e SOCiaIS Segundo foi antenormente mencionado o sexo das pessoas foi registado com uma pergunta directa no boletim A Idade de cada pessoa foi IndIcada em número de anos completados 32 AGREGADOS FAMILIARES E SEUS MEMBROS Entendeuse por Agregado FamIliar todo grupo de pessoas hgadas ou não por laços de parentesco que vivem na mesma habitação e compartilhavam as despesas da casa Nas habitações onde havia dependências ou quartos ocupados pelos empregados domésticos com suas famíhas ou alugados à uma outra família estes grupos foram considerados como agregados independentes As pessoas do agregado fafilhar podiam ser ReSIdentes Presentes as que tinham como sua residência habituai o agregado familiar e aí passaram a noite de 31 de Julho a 1 de Agosto mdependente de estarem ou não fisicamente presentes no momento do recenseamento IV

13 ResIdentes Ausentes as que habitualmente residiam no agregado famihar mas que por diversos motivos na noite de referência não dormiram na residência habitual VisItantes as que não residiam habitualmente no agregado famihar mas que aí passaram a noite de referência e aí se encontravam no momento do recenseamento Para evitar a duplicação dos homens casados em regime de poliganna estes foram recenseados UnIcamente na casa onde passaram a noite de referência como residentes presentes Independentemente de estarem ou não presentes no momento do recenseamento o Chefe do Agregado FamIlIar e a pessoa responsável pelo agregado ou aquela que para efeitos do recenseamento foi IndICada como tal pelos restantes membros Em cada agregado familiar foi IdentIfIcado sempre um chefe e devia ser uma pessoa aí residente podendo estar presente ou não no momento do recenseamento desde que a ausência fosse Infenor a 6 meses As Relações de Parentesco com o Chefe do Agregado FamIlmr consideradas no IIRGPH são Cônjuge FIIho(a) PaI ou Mãe Genro ou Nora Neto(a) Outro Parentesco e Sem Parentesco Os agregados familiares foram classificados em seis tipos Umpessoal constituído por apenas uma pessoa Monoparental MasculIno constituídos pelo pai e um ou mais filhos Monoparental Femmmo constituídos pela mãe e um ou mais filhos Nuclear com FIlhos constituídos por um casal e um ou mais filhos Nuclear sem FIlhos constituídos UnIcamente por um casal Alargado constituídos por uma família nuclear ou monoparental com ou sem filhos e um ou mais parentes Outro os agregados familiares com qualquer composição diferente das antenores Uma ConvIvêncm ou HabItação ColectIva é um estabelecimento onde VIvem pessoas temporana ou permanentemente que não constituem famíha ou agregado famihar compartilhando as refeições e que estejam sujeitas a um Interesse ou regime comum Nas habitações colectivas (hotéis ou pensões) que tinham habitações de carácter familiar estas foram consideradas como agregados familiares mdependentes 3 3 ESTADO CIVIL O Estado CIvIl é a SItuação da pessoa de acordo com as leis usos e costumes face ao casamento ou VIvênCia mantal Os estados CIVIS objectos de apuramento foram os segumtes Soltelro(a) pessoa de qualquer sexo com 12 ou mais anos de Idade que não seja nem nunca tenha SIdo casada pelo registo CIVIl Igreja ou tradicionalmente Casado(a) pessoa que está UnIda pelo casamento CIvIl ou rehgioso v

14 Umão Mantal pessoa que leva uma vida conjugal segundo os costumes locais quer dizer não casou pelo registo CIVIl nem pela Igreja SeparadoIDIvorcIado(a) pessoa que está separada ou divorciada do mando ou da mulher quer seja por lei ou não Se a pessoa se casou novamente considerouse casada VIúvo(a) pessoa que foi casada cujo cônjuge faleceu Se a pessoa se casou novamente considerouse casada 34 NACIONALIDADE RELIGIÃO E TIPO SOMÁTICO A NacIOnalIdade foi registada com uma pergunta directa Qual é a sua nacionalidade? As alternativas de resposta foram duas MoçambIcana e EstrangeIra No segundo caso foi registrada a nacionalidade específica A RelIgIão foi registada com uma pergunta aberta Qual é a sua religião ou crença? É Importante notar que foram consideradas todas as religiões ou crenças Independentemente de estarem ou não registadas ou orgamzadas o TIpO SomátIco foi registado com uma pergunta directa sobre raça ou ongem com seis alternativas Negra MIsta Branca Indiana PaqUIstanesa ou Outra 3 5 DEFICIÊNCIA Com a cnação do Programa de Acção Mundzal para os Impedldos em 1982 as Nações Um das recomendaram aos países menos desenvolvidos que InICIaSSem a recolha de dados estatisticos que permitam dimensionar a ImportâncIa e características demográficas deste grupo da população Em MoçambIque estas estatísticas revestemse de especial relevância considerando os conflitos expenmentados pelo PaIS durante as ultimas décadas A DefiCIência definese como qualquer perda ou anomalia de um órgão ou da função própna deste Exemplos cegueira surdez mudez atraso mental InvalIdez dos braços ou pernas etc A respectiva pergunta feita no BoletIm foi Tem alguma deficiência? Foram especificadas a seguintes alternativas Não Tem Mental FíSIca FíSIca e Mental 36 EDUCAÇÃO Sob vános pontos de VIsta o conhecimento das características educacionars duma população tem VItal ImportâncIa PnmeIro a alfabetização o nível educacional e a frequência escolar VInculamse com as condições gerais de VIda dum país uma população com um mvel educacional maior pode esperarse uma orgamzação social e política mars eficaz um maior grau de desenvolvimento económico e receitas per capita mars elevados Deste ponto de VIsta a educação é considerada actualmente pelas Nações Umdas como um dos componentes Importantes do IndIce de DesenvolVImento Humano VIStO do ângulo demográfico o mvel educacional é um factor chave pelas relações que usualmente tem com a mortalidade fecundidade características SÓCIoeconómIcas urbamzação e movimentos migratónos VI

15 Por outro lado esta mformação se transforma num antecedente mdlspensável para a programação de políticas educacionais germs técnicas e profisslonrus o IIRGPH considerou três aspectos relativamente à educação AnalfabetIsmo referese a se a pessoa sabe ler e escrever Na respectiva pergunta do Boletim foram consideradas três alternativas Sabe ler e escrever Só sabe ler Não sabe ler nem escrever A pergunta referese à escnta e leitura em qualquer língua Frequência Escolar referese a concorrência ou não à um estabelecimento de ensmo regular OfiCIal ou pnvado A frequência escolar mdlca também o nível de ensmo e a classe/ano que a pessoa frequenta Em outras palavras este aspecto da educação mdlca a cobertura do sistema educativo Nível de ensino concluído referese ao nível de ensmo e a classe/ano concluído pelas pessoas Esta dimensão da educação representa o output do sistema educaclonal 37 LÍNGUA o tema sobre lmguas mereceu multa atenção no IIRGPH Foram mcluídas quatro perguntas sobre este tema no Boletim A pnmelra refenuse ao ConheCimento do Português ConsIderouse que a pessoa sabe falar português quando pode conversar nesta língua IStO é pode compreender e expnmuse amda que não fale correctamente este IdlOma A segunda pergunta referiuse a língua em que aprendeu falar Tratouse da língua em que o recenseado aprendeu a falar na mfância mdependentemente de actualmente a falar ou não A terceua pergunta foi sobre a língua que fala com mais frequência em casa Nesta pergunta pretendeuse conhecer a língua falada regularmente em casa mdependentemente de a falar ou não outras línguas na escola ou no serviço A quarta e última pergunta foi sobre outras línguas usadas na comunicação Esta pergunta ViSOU apurar se o recenseado além da língua em que aprendeu a falar e da que fala ou usa com maior frequência usa outra língua na sua comunicação 38 ACTIVIDADE ECONÓMICA Segundo mencionado acima a actividade económica foi estabelecida com perguntas sobre a actividade reahzada durante a semana antenor ao momento de referência (25 a 31 de Julho de 1997) As perguntas foram dmgldas à todas as pessoas de 7 anos e mrus Do ponto de vista estntamente económico o conceito de Força de Trabalho considera toda a população empregada e desempregada mclumdo aqueles que procuram emprego pela pnmeira vez VII

16 As pessoas classificadas dentro da Força de Trabalho denommase População EconomIcamente Activa (PEA) e as que estão fora dela População Não EconomIcamente Activa (PNEA) EMPREGADOS DENTRO DA FORÇA DE TRABALHO (PEA) DESEMPREGADOS PROCURA NOVO <EMPREGO POPULAÇÃO 7 ANOS E MAIS PROCURA EMPREGO PELA PRIMEIRA VEZ FORA DA FORÇA DE TRABALHO (PNEA) DoméStlco(a) Estudante ReformadolReserva Incapacitado Outro OperacIOnalmente segundo o IIRGPH a PEA é constituída pelas pessoas que durante a semana de referência Trabalharam Não Trabalharam mas tinham emprego referese as pessoas com uma ocupação regular mas que na semana de referência não trabalharam por se encontrarem doente de fénas licença de parto greve laboral ou outro motivo Ajudaram fannliares são pessoas que apoiaram aos membros das suas famílias nas suas ocupações ou que para eles trabalharam mas sem remuneração Procuravam novo emprego referese as pessoas que na semana de referência não trabalharam porque foram despedidas renunciaram ao emprego ou termmaram os seus contratos antenores e estavam a espera de outras oportunidades de emprego Procuravam emprego pela primeira vez são peso 01S que nunca trabalharam e na semana de referência procuravam pela pnmeira vez um emprego assalariado A PNEA é constituída pelas pessoas que durante a semana de referência encontravamse numa das segumtes situações DoméstIcos(as) são pessoas que na semana de referência ocupavamse somente dos trabalhos da sua própna casa Vl11

17 Estudantes são pessoas que na semana de referência encontravamse matnculadas numa escola ou estabelecimento de ensmo oficial pnvado ou comumtáno Os trabalhadoresestudantes foram considerados parte da PEA Isto é como trabalhadores Reformados/Aposentados são pessoas que na semana de referência não trabalharam VIVIam da pensão de reforma ou aposentação Se um reformado ou aposentado exerceu qualquer actividade remunerada foi mcluído na PEA Incapacltados(as) são as pessoas que na semana de referência não trabalharam por se encontrarem permanentemente mcapacitados(as) de trabalhar por velhice ou algum ImpedImento físico ou mental Outras são as pessoas que não se encontravam em nenhuma das situações antenores Para além da determmação da PEA e tambem Importante a sua desagregação segundo a natureza das actividades e das caractensticas profissionais das pessoas Isto leva a IdentIfIcar três aspectos que se complementam Ocupação prmcipal e a classe de trabalho que desempenhava uma pessoa empregada (ou no qual trabalhou no caso de desempregados) durante a semana de referência Na publicação dos resultados censitános as ocupações são usualmente classificadas em grandes grupos segumdo a ClassIficação InternaclOnal Uniforme de Ocupações da OrganIzação InternacIOnal do Trabalho (OIT) No IIRGPH os grupos ocupaclonms utilizados foram os segumtes Altos dirigentes/patrões TéCnICOS universitários TéCnICOS não universitários AdmInIstratIvos OperárIOS não agrícolas Artesãos mdependentes Pequenos comerciantes Pessoal de serviço Empregados domésticos Camponeses OperárIos agrícolas Outras ocupações Posição no Processo de Trabalho referese a relação entre uma pessoa economicamente activa e o seu emprego IStO é se a pessoa trabalha (ou se trabalhou no caso do desempregado) no Aparelho do Estado Sector privado Empresa pública Sector cooperativo Conta própria Trabalhador familiar CooperatIVista Patrão/empresário Ramo de ActIvIdade que é a actividade do estabelecimento no qual uma pessoa economicamente activa trabalhou durante a semana de referência ou trabalhou na última IX

18 vez se estiver desempregada Na mruona dos países as actividades económicas declaradas nos boletms censitános para os efeitos de publicação são agrupadas segundo a III ReVlsão da Classifzcação Industrzal Uniforme das Nações Unzdas No caso do IIRGPH os ramos de actividade utilizados foram os segumtes Agricultura silvicultura e pesca Extracção de nnnas Indústria manufactureira Energia Construção Transporte e comumcações ComércIO finanças ServIços adnnmstrativos Outros serviços É Importante mencionar que a parte da PEA constituída por aqueles que procuravam trabalho pela pnmeira vez não pode ser mcluída nestas três classificações AssIm nesta publicação todos os quadros que consideram estas vanáveis não mcluem estntamente a PEA total No IIRGPH foi também mc1uída uma pergunta sobre o número de horas trabalhadas por semana Esta pergunta serve para IdentIfIcar dentro da PEA as pessoas com emprego a tempo mtegral e aquelas com menor grau de participação no trabalho 39 FECUNDIDADE E MORTALIDADE Idealmente para o estudo da fecundidade e da mortalidade utilizamse dados obtidos no RegIsto CIVIl Entretanto nos países onde as estatísticas VItaIS são deficientes e a cobertura terntonal dos registos é limitada as estatísticas da fecundidade e da mortalidade são denvadas de censos e mquentos demográficos Este é o caso de MoçambIque ASSIm no BoletIm do IIRGPH foram mc1uídas várias perguntas a partir das quais se pode estimar estas variáveis Nalguns casos para analisar a fecundidade e a mortalidade com dados censltános é preciso usar dos chamados métodos zndzrectos que são técnicas baseadas no uso de diversas metodologias estatísticas e modelos demográficos A FecundIdade está associada à procnação humana em termos do número efectivo de filhos em relação as mulheres em Idade reprodutiva Do ponto de VIsta demográfico a análise da fecundidade tenta medir em que grau e como vão ocorrendo os nascimentos A sua ImportânCIa reside no facto de que estes vão determmando conjuntamente com a mortalidade e as migrações o crescimento e a estrutura da população Também o número de filhos que as mulheres tem está estreitamente relacionado com aspectos trus como a saúde maternomfantil e com aspectos SOClruS ligados à formação das famlhas No IIRGPH os dados para medir a fecundidade foram ObtIdos com as segumtes perguntas que foram feitas às mulheres de 12 a 50 anos de Idade Quantos filhos nascidos VIVOS teve? Quantos filhos nascidos VIVOS teve nos últimos 12 meses? x

19 Na pnmelra pergunta cada mulher teve que mdlcar o número de filhos nascidos VIVOS que teve por sexo quer estivessem VIVOS ou não Não se mcluíram filhos adoptivos ou aqueles que são do casamento do mando com outra mulher Na segunda pergunta a entrevistada declarou quantos filhos por sexo nasceram VIVOS durante o ano antenor ao Censo IStO é entre 1 de Agosto de 1996 e 31 de Julho de 1997 ConsIderouse NascIdo VIVO ao filho que ao nascer mostrou algum smal de vida quer dizer respirou chorou ou se moveu mesmo que tenha falecido pouco tempo depois As mortes fetais não foram consideradas como nascimentos Os Filhos Nascidos VIVOS mdlcam a fecundidade de toda a vida Abarcam todos os filhos nascidos VIVOS durante a vida da mulher recenseada até a data do Censo A cifra abarca a todos os filhos nascidos VIVOS tanto legítimos quanto IlegítImos havidos no casamento actual ou em qualquer casamento antenor mdependentemente se VIVIam ou Já tmham falecido no momento do Censo ou de onde VIVIam Os FIlhos Nascidos nos ÚltImos 12 Meses foram registados para medu a fecundidade recente Além de medir a fecundidade durante o ano antenor ao Censo esta pergunta permite estimar a fecundidade durante os últimos 5 anos Isto só é possível mediante o uso de método mdzrectos A Mortalidade defmese como a acção da morte sobre uma população e Juntamente com a fecundidade é uma das componentes centrais da dmâmica demográfica No IIRGPH foram mcluldas duas perguntas para medir os níveis e tendências da mortahdade na mfâncla IStO é entre O e 5 anos de Idade Estas perguntas estão hgadas as perguntas antenores sobre fecundidade Quantos filhos tem actualmente VIVOS? Dos filhos nascidos durante nos últimos 12 meses quantos estão VIVOS? Também foram mcluídas duas perguntas para medu a mortaltdade geral Houve pessoas falecidas neste agregado familiar nos últimos 12 meses? Especifique o sexo e a Idade das pessoas que morreram Por fim foi mcluída uma pergunta sobre Orfandade Materna (Tem a mãe viva?) Esta pergunta tambem mediante metodos mdzrectos permite estimar a mortaltdade femmma adulta 3.10 MIGRAÇÕES Do ponto de vista demográfico as migrações representam uma das mais Importantes formas de moblhdade das populações Denommase Migração a todo movimento de pessoas de um país à um outro ou dum lugar geográfico à outro dentro dum mesmo país com a mudança de residência No pnmeuo caso tratase de Migração InternacIOnal e no segundo de Migração Interna Xl

20 Em relação a uma determmada área geográfica seja dum país a outro ou dentro das divisões admmlstrativas duma nação chamase Enngração o movimento de saída de pessoas da dita área e Inngração ao movimento de chegada para a mesma Com referência a uma área geográfica específica denommase Enngrante a pessoa que sru da dita área e Inngrante a pessoa que chega à mesma Um mesmo mdivíduo é emigrante se considerase com refen~ncia ao lugar de saída e ImIgrante do ponto de vista do lugar de chegada A soma das entradas de ll'tilgrantes e de saídas de emigrantes constituem o volume total das migrações que se denomma Migração total diferentemente da Migração líquida ou Saldo nngr<ttórlo que representa a diferença entre o número de entradas e de saídas o IIRGPH considerou quatro perguntas para medir o fenómeno migratóno Lugar de residência actual Lugar de nascimento Lugar de residência um ano antes da data do Censo (1 de Agosto de 1996) Lugar de residência quando acabou a guerra (aproximadamente 5 anos antes da data do Censo Outubro de 1992) Em cada pergunta SOlICItouse que o recenseado mdlcasse o nome da ProvínCIa Distrito e CldadelVIIa de residência actual e antenor Se o recenseado encontravase fora do terntóno nacional SOlICItouse mdicar o País de residência antenor A pergunta sobre o lugar de residência um ano antes da data do Censo foi feita só as pessoas com 1 ano e mais de Idade e a pergunta sobre o lugar de residência 5 anos antes da data do Censo só as pessoas com 5 anos e mais de Idade Estas duas perguntas permitem estimar as Migrações recentes As perguntas sobre o lugar de nascimento e o lugar de residência actual permite calcular a chamada Migração de toda a Vida 3 11 HABJITAÇÃO O IIRGPH mcluiu uma secção sobre características e condições da habitação Para fms do recenseamento entendeuse por Habitação todo o local que se destmava a habitação de pessoas e que no momento do Censo estivesse c:l ser utilizada para esse fim Nos agregados familiares com mrus de uma umdade de alojamento as perguntas foram refendas à umdade prmclpal A perguntas respectivas foram respondidas pelo chefe do agregado famlhar Foram considerados dois tipos de habitação Particulares aquelas que serviam de alojamento ao agregados familiares Há cmco tipos de habitações particulares Moradia é uma casa construída com materiais convenclonrus (bloco de CImento bloco de tijolo cobertura de chapa de zmco ou chapa de lusalite telha laje de betão) concebida para habitação de uma ou mrus famílias Xli

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