ISABEL OLIVEIRA. Serviços de Alojamento Turístico

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "ISABEL OLIVEIRA. Serviços de Alojamento Turístico"

Transcrição

1

2 ISABEL OLIVEIRA Rótulo Ecológico da União Europeia Serviços de Alojamento Turístico Janeiro 2010

3 Índice 1. Informações Gerais Critérios de Atribuição do Rótulo Ecológico O Comité do Rótulo Ecológico da União Europeia (CREUE) Grupos de Produtos e Legislação Respectiva Produtos Produzidos em Portugal Processo de Atribuição do Rótulo Ecológico Europeu Quem Pode Pedir? Como Proceder? Onde Mandar Testar os seus Produtos? Custos e Taxas Associados à Atribuição do Rótulo Ecológico Comunitário a Serviços de Alojamento Turístico Condições Especiais para Microempresas Contrato-Tipo de Utilização do Rótulo Ecológico Europeu Descrição do Rótulo Ecológico Organismo Nacional Competente Checklists de Critérios para Atribuição de Rótulo Ecológico Comunitário a Serviços de Alojamento Turístico Requisitos Gerais Critérios Obrigatórios e Respectivas Formas de Avaliação e Verificação, para Atribuição do Rótulo Ecológico a Serviços de Alojamento Turístico Critérios Facultativos e Respectivo Sistema de Pontos, para Atribuição do Rótulo Ecológico a Serviços de Alojamento Turístico 39 Ficha Técnica 60 3

4 1. Informações Gerais O sistema de atribuição do rótulo ecológico, estabelecido pelo Regulamento (CE) n.º 1980/2000 do Parlamento e do Conselho, de 17 de Julho de 2000 [consultar Anexos / Attachments] [JO L 237, de 21 de Setembro de 2000, que vem rever e substituir o Regulamento (CEE) n.º 880/92, do Conselho, de 23 de Março de 1992], tem como principal objectivo promover os produtos susceptíveis de contribuir para a redução de impactes ambientais negativos, de forma a fomentar uma utilização eficiente dos recursos e um elevado nível de protecção ambiental. Este sistema permite que os consumidores europeus identifiquem facilmente os produtos ecológicos aprovados na União Europeia, Noruega, Liechtenstein e Islândia, funcionando, assim, para os produtores como um factor de diferenciação no mercado, ao transmitirem aos seus clientes a mensagem de que respeitam o ambiente. Neste sentido, o rótulo ecológico é apenas atribuído a produtos ou serviços que obedeçam a determinados requisitos ambientais, com base na análise do ciclo de vida dos produtos: No que se refere aos bens, abrangendo: Extracção de matérias-primas; Produção; Distribuição (incluindo embalagem); Utilização; Destino final / reutilização / reciclagem; Relativamente aos serviços, tendo em conta: A aquisição de bens para a prestação de serviços; A própria prestação de serviços; e A gestão de resíduos daí resultantes. São analisados os seguintes aspectos ambientais: Qualidade do ar; Qualidade da água; Protecção dos solos; Redução dos resíduos; Poupança de energia; 4

5 Gasto de recursos naturais; Prevenção do aquecimento do planeta; Protecção da camada de ozono; Segurança ambiental; Ruído; Biodiversidade. 5

6 1.1. Critérios de Atribuição do Rótulo Ecológico Os critérios ambientais são desenvolvidos de forma a ser aplicados a uma generalidade de produtos, independentemente de serem produzidos na Comunidade Europeia ou importados de países terceiros. Encontram-se, no entanto, excluídos: Produtos alimentares; Bebidas; Produtos farmacêuticos; Dispositivos médicos que se destinem apenas a utilização profissional (definidos na Directiva 93/42/CEE do Conselho JO L 169, de 12 de Julho de 1993). O rótulo ecológico não pode, ainda, ser atribuído a substâncias ou preparações classificadas como (de acordo com as Directivas 67/548/CEE do Conselho e 1999/45/CE do Parlamento Europeu e do Conselho): Muito tóxicas; Tóxicas; Perigosas para o ambiente; Cancerígenas; Tóxicas no que respeita à reprodução; Mutagénicas, nem a produtos fabricados por processos susceptíveis de prejudicar, de forma significativa, o ser humano e/ou o ambiente, ou que na sua aplicação normal possam ser nocivos para o consumidor. Os critérios de atribuição do rótulo ecológico são estabelecidos por grupos de produtos, constituídos por bens ou serviços, que tenham finalidades similares e que sejam equivalentes em termos de utilização e de percepção pelos consumidores, podendo ser subdivididos em subgrupos de modo a optimizar o potencial do rótulo ecológico para a introdução de melhoramentos ambientais. 6

7 Estes grupos de produtos devem satisfazer as seguintes condições: 1. Representar um volume apreciável de vendas no mercado interno; 2. Ter um impacte ambiental significativo, numa ou nas diversas fases do seu ciclo de vida; 3. Apresentar fortes perspectivas de melhoramentos ambientais, em função da escolha dos consumidores. 7

8 1.2. O Comité do Rótulo Ecológico da União Europeia (CREUE) [Artigo 13.º do Regulamento (CE) n.º 1980/2000] [consultar Anexos / Attachments] O Comité do Rótulo Ecológico da União Europeia (CREUE), organismo responsável pelos procedimentos de determinação do rótulo ecológico, é constituído pelos organismos competentes designados por cada Estado-Membro e pelo Fórum de consulta, sendo sua função contribuir para a elaboração e revisão dos critérios de atribuição do rótulo ecológico e dos requisitos de avaliação e verificação desses critérios. O Regulamento interno do CREUE encontra-se aprovado pela Decisão 2000/730/CE da Comissão, de 10 de Novembro de 2000 (JO L 293, de 22 de Novembro de 2000). O CREUE deve garantir a transparência e a participação geral e equilibrada das partes interessadas na definição dos critérios, relativamente a cada grupo de produtos, como, entre outras: A indústria; Os prestadores de serviços; Os sindicatos; Os comerciantes; As organizações de protecção do ambiente; As organizações de consumidores. Assim, são membros do Fórum de consulta (de acordo com o definido pela Decisão 2000/731/CE da Comissão, de 10 de Novembro de 2000 JO L 293, de 22 de Novembro de 2000, que estabelece o regulamento interno do fórum de consulta do sistema comunitário revisto de atribuição do rótulo ecológico) as seguintes entidades, entre outras organizações representantes das partes interessadas: Coface: Confederation of family organizations in the European Community (consumidores, representando igualmente o GEUC, a Eurocoop e a AEC); BEE: Bureau Europeen de l Environnement (ambiental); CES: Confederação Europeia de Sindicatos (sindical); UNICE: Confederação da Indústria e dos Empregadores da Europa (indústria); UEAPME: Union Européenne pour l Artisanat et les PME (PME, artesãos); Eurocommerce (comércio). 8

9 Actualmente, encontram-se aprovados pela Comissão Europeia critérios ecológicos para 24 grupos de produtos. Na tabela seguinte apresentam-se esses grupos, indicando-se as Decisões da Comissão que estabelecem os critérios ecológicos para a respectiva atribuição do Rótulo Ecológico Comunitário. 9

10 1.3. Grupos de Produtos e Legislação Respectiva Grupos de produtos com critérios ecológicos aprovados pela Comissão Europeia e respectivas Decisões da Comissão Tipo Categoria Decisões da Comissão Calçado Decisão 2002/231/CE JO L 77 de Colchões de cama Decisão 2002/740/CE JO L 236 de Computadores pessoais Decisão 2001/686/CE JO L 242 de Computadores portáteis Decisão 2001/687/CE JO L 242 de Correctivos de solos e suportes de cultura Decisão 2001/688/CE JO L 242 de Detergentes para lavagem manual de loiça Decisão 2001/607/CE JO L 214 de Detergentes para máquinas de lavar loiça Decisão 2003/31/CE JO L 9 de Detergentes para roupa Decisão 2003/2/CE JO L 76 de Frigoríficos Decisão 2004/699/CE JO L 306 de Produtos de uso corrente Lâmpadas eléctricas Decisão 2002/747/CE JO L 242 de Máquinas de lavar a roupa Decisão 2003/240/CE JO L 89 de Máquinas de lavar loiça Decisão 2001/397/CE JO L 139 de Máquinas de lavar loiça Decisão 2001/689/CE JO L 242 de Papel de cópia e papel para usos gráficos Decisão 2002/741/CE JO L 237 de Produtos de limpeza lava tudo e produtos de limpeza para instalações sanitárias Decisão 2001/523/CE JO L 189 de Produtos de papel tissue Decisão 2001/405/CE JO L 142 de Produtos têxteis Decisão 2002/371/CE JO L 133 de Revestimentos duros para pavimentos Decisão 2002/272/CE JO L 94 de Televisores Decisão 2002/255/CE JO L 87 de Tintas e vernizes para interiores Decisão 2002/739/CE JO L 236 de Outros Serviços Mobiliário Decisão 2009/578/CE JO L 320 de Bombas de calor eléctricas, a gás ou de absorção a gás Decisão 2007/742/CE JO L 301 de Parques de campismo Decisão 2003/287/CE JO L 102 de Decisão 2005/338/CE JO L 108 de Serviços de alojamento turístico Decisão 2009/578/CE JO L 198 de

11 Actualmente, está a ser estudada a atribuição de rótulo ecológico e respectiva definição de critérios ecológicos a novos grupos de produtos, nomeadamente: Papel impresso; Edifícios. 11

12 1.4. Produtos Produzidos em Portugal Produtos fabricados em Portugal a que foi atribuído o Rótulo Ecológico Produto Categoria Fabricante Acrylic Enamel ECOLAC ( ) Plastic Paint ECOLAC ( ) Primer ECOLAC ( ) Tintas Robbialac, S.A. Sealer ECOLAC ( ) Varnish ECOLAC ( ) Tintas e vernizes para interiores Dyrumat Ecológico Tintas Dyrup, S.A. Hempatone Ecológico Hempel (Portugal, Lda) Hotel Jardim Atlântico Calheta/Madeira Serviços de alojamento turístico Jardim Atlântico Naturapura Clothing Produtos têxteis Naturapura Iberica Renovagreen Produtos de papel tissue Renova, S.A. GoldCrest Bed Linen Produtos têxteis Coelima Industrias Têxteis, S.A. Apartamentos Turísticos Casa dos Bispos Serviços de alojamento turístico Quinta do Rio Dão turismo rural Baby Paint by Bondex (10 cores) Tintas e vernizes para interiores Tintas Dyrup, S.A. Bath Sheet 100x150 Bath towel 70X140 Produtos têxteis LASA Armando de Silva Antunes Bath robes Casa Melo Alvim Serviços de alojamento turístico Turiviana turismo irmãos Laranjeira Face 40X60 Hand 50X100 Produtos têxteis LASA Armando de Silva Antunes Hotel Rural Quinta de Bispos Serviços de alojamento turístico Quinta do rio Dão turismo rural Hotel S. Pedro Serviços de alojamento turístico Hotel S. Pedro Arouca Kitchen towels Renovagreen Produtos de papel tissue Napkins Renovagraseen Renova, S.A. Papel de cópia e papel Renovagreen Paper A4 80 g para usos gráficos Shower 60x110 Produtos têxteis LASA Armando de Silva Antunes Papel de casa de banho Renovagreen XXL 12 rl * 5 brc Papel de casa de banho Renovagreen XXL rl brc Produtos de papel tissue Renova, S.A. Papel de casa de banho Renovagreen XXL promo rl * 5 WC Pato Liquid Ecoliptus 750 ml Lava tudo e produtos de limpeza sanitários F. Lima 12

13 2. Processo de Atribuição do Rótulo Ecológico Europeu 2.1. Quem Pode Pedir? Fabricantes; Importadores; Prestadores de serviços; Comerciantes; Retalhistas. Nos dois últimos casos apenas se pode solicitar a atribuição de rótulo ecológico para os produtos colocados no mercado com a sua própria marca comercial [artigo 7.º do Regulamento (CE) n.º 1980/2000]. 13

14 2.2. Como Proceder? Os fabricantes, importadores, prestadores de serviços, retalhistas ou comerciantes deverão seguir os seguintes passos para efectuar o pedido de atribuição de rótulo ecológico: 1.ª fase O interessado deverá: Contactar o organismo competente nacional; Preencher um formulário de candidatura; Pagar a respectiva taxa; Fornecer todos os elementos e ensaios necessários para comprovar que o seu produto cumpre os critérios ecológicos e de desempenho aplicáveis. 2.ª fase A candidatura é avaliada pelo organismo competente nacional, que verifica se os critérios ecológicos e de desempenho se encontram cumpridos, informando a seguir a Comissão Europeia da atribuição, que a publicita no site do rótulo ecológico (http://europa.eu.int/ecolabel). Após aprovação e atribuição do rótulo ecológico, a empresa paga uma taxa anual pela sua utilização. O rótulo ecológico é válido enquanto vigorarem os critérios definidos para o respectivo produto. 14

15 2.3. Onde Mandar Testar os seus Produtos? Em Portugal, pode mandar testar os seus produtos nos seguintes laboratórios, em função do tipo de produto: Produtos têxteis: CITEVE Centro Tecnológico das Indústrias Têxtil e do Vestuário de Portugal Pólo de V. N. de Famalicão Quinta da Maia Rua Fernando Mesquita, Vila Nova de Famalicão Tel.: Fax: / Pólo da Covilhã Quinta da Corredoura Covilhã Tel.: Fax: Tintas e vernizes para interiores: INETI Instituto Nacional de Engenharia, Tecnologia e Inovação Estrada do Paço do Lumiar, Lisboa Tel.: / 1 / Fax: LNEC Laboratório Nacional de Engenharia Civil Avenida do Brasil, n.º Lisboa Tel.: Fax:

16 2.4. Custos e Taxas Associados à Atribuição do Rótulo Ecológico Comunitário a Serviços de Alojamento Turístico [Artigo 12.º e anexo V do Regulamento (CE) n.º 1980/2000] [Decisão 2000/728/CE JO L 293, de 22 de Novembro de 2000, alterada pela Decisão 2003/393/CE, alterada por sua vez foi pela Decisão 2009/578/CE] [consultar Anexos / Attachments] No acto de candidatura, o requerente deverá pagar uma taxa, relativa aos custos inerentes ao processamento do pedido, que poderá oscilar entre os 300 (taxa mínima aplicável) e os (taxa máxima aplicável). Nos casos em que o pedido seja apresentado por uma PME ou por um fabricante ou prestador de serviços de um país em desenvolvimento, a taxa aplicável ao pedido é reduzida em 25%. Após aprovação e atribuição do rótulo ecológico, haverá lugar ao pagamento de uma taxa anual pela sua utilização, sendo o seu valor fixado em 0,15% do volume anual de vendas do produto a que foi atribuído rótulo. A taxa anual mínima é de 500 e a máxima é de , por grupo de produtos e por requerente. No caso de a empresa, ou prestador de serviços, ser uma PME ou se encontrar estabelecida num país em desenvolvimento, a taxa poderá ser reduzida em 25%. A taxa anual pode, ainda, ser reduzida em 15%, no caso dos requerentes registados no EMAS ou certificados de acordo com a norma ISO 14001, tendo o ónus de apresentar anualmente comprovativos do seu cumprimento. Para que esta redução seja aplicada, o requerente deve comprometer-se expressamente a desenvolver a sua política ambiental, de forma a garantir a total conformidade dos seus produtos que beneficiam do rótulo ecológico com os critérios de atribuição. Os custos dos ensaios e verificações que sejam necessários realizar para a atribuição do rótulo ecológico não se encontram incluídos, devendo ser suportados directamente pelos requerentes. 16

17 Condições Especiais para Microempresas [De acordo com a definição de Microempresa constante na Recomendação da Comissão 2003/361/CE] [consultar Anexos / Attachments] De acordo com o n.º 1 do artigo 3.º da Decisão da Comissão 2009/578/CE, no caso de uma microempresa que se candidata ao rótulo ecológico, a taxa aplicável aos pedidos é reduzida em 75%, não sendo possível qualquer outra redução. Taxa anual De acordo com o n.º 2 do artigo 3.º do referido diploma, as microempresas pagam uma taxa anual mínima de 100 pela utilização do rótulo ecológico. Ainda de acordo com o ponto 4 do artigo 3.º do referido diploma, mantém-se a aplicação das reduções da taxa anual mínima, estabelecidas nos n. os 6 a 10 do artigo 2.º da Decisão 2000/728/CE. Volume anual de vendas De acordo com o n.º 3 do artigo 3.º da Decisão da Comissão 2009/578/CE, o volume anual de vendas para todos os serviços de alojamento turístico é calculado multiplicando o preço praticado pelo número de dormidas e reduzindo este valor resultado em 50%. O preço praticado é o preço médio pago por hóspede por dormida, incluindo todos os serviços que não dêem origem a pagamentos adicionais. 17

18 2.5. Contrato-Tipo de Utilização do Rótulo Ecológico Europeu [Artigo 9.º do Regulamento (CE) n.º 1980/2000; Decisão 2000/729/CE da Comissão, de 10 de Novembro de 2000 JO L 293, de 22 de Novembro de 2000] [consultar Anexos / Attachments] O Regulamento (CE) n.º 1980/2000, relativo ao sistema comunitário de atribuição do rótulo ecológico, estabelece no seu artigo 9.º que o organismo competente deverá celebrar um contrato com o requerente, onde são estabelecidas as condições de utilização do rótulo, prevendo a adopção de um contrato-tipo com a forma estatuída no anexo da Decisão 2000/729/CE, de 10 de Novembro (JO L 293, de 22 de Novembro de 2000). De modo a garantir a uniformidade da utilização do rótulo ecológico em toda a Europa, o contrato inclui disposições relativas à utilização e à fiscalização do cumprimento, que permitem ao organismo competente a revogação da sua autorização quando os produtos a que foi atribuído o rótulo não satisfaçam os objectivos e os princípios estabelecidos no artigo 1.º do Regulamento (CE) n.º 1980/2000, ou na sequência de qualquer revisão dos critérios de atribuição do rótulo ecológico aplicáveis a um determinado produto. O contrato inclui, ainda, disposições relativas à utilização do rótulo em publicidade, o qual apenas pode ser mencionado e utilizado após a sua atribuição e unicamente no que se refere ao produto ao qual foi atribuído. O rótulo só pode ser utilizado com o formato e cores definidos no anexo III do Regulamento (CE) n.º 1980/2000, não sendo permitida a utilização de qualquer outro rótulo ou logótipo passíveis de ser confundidos com o rótulo ecológico europeu, prevenindo, assim, publicidade falsa e enganosa. 18

19 2.6. Descrição do Rótulo Ecológico Todos os produtos a que foi atribuído o rótulo ecológico ostentam o mesmo rótulo, independentemente da sua origem e natureza, permitindo, assim, a sua identificação por milhões de consumidores na Europa. O rótulo ecológico deverá conter o logótipo e informações sobre as principais características ambientais do produto, de uma forma clara e compreensível, conforme exemplificado na figura seguinte [artigo 8.º e anexo III do Regulamento (CE) n.º 1980/2000]. Exemplo de colocação de logótipo e informações sobre as principais características ambientais de um produto com Rótulo Ecológico atribuído Campo 1 Campo 2 RÓTULO ECOLÓGICO DA UNIÃO EUROPEIA Atribuído a bens ou serviços que cumprem os requisitos ambientais do sistema de atribuição do rótulo ecológico da UE. Número de registo da licença: Este campo contém informações sobre os motivos de atribuição do rótulo ecológico. Deve referir, no mínimo, um ou, no máximo, três tipos de impactes ambientais. Por exemplo: Fraca poluição do ar; Baixo consumo de energia; Toxicidade reduzida. 19

20 2.7. Organismo Nacional Competente Em Portugal, o organismo competente para a atribuição de rótulo ecológico é a Direcção-Geral da Empresa: Direcção-Geral da Empresa Ministério da Economia e Inovação Avenida Visconde de Valmor, n.º Lisboa Contacto: Sr.ª Delfina de Serpa Pinto Tel.: Fax:

21 3. Checklists de Critérios para Atribuição de Rótulo Ecológico Comunitário a Serviços de Alojamento Turístico [Decisão da Comissão 2009/578/CE, de 9 de Julho de 2009 JO L 198, de 30 de Julho de 2000] [consultar Anexos / Attachments] O turismo é uma actividade económica de grande relevo em Portugal. O impacte ambiental do exercício da actividade não é, assim, de desprezar, especialmente na época estival, quando é mais relevante a pressão exercida pelo turismo no consumo de água e energia, bem como na produção de resíduos. Nos termos do artigo 1.º da Decisão da Comissão 2009/578/CE, de 9 de Julho, o grupo de produtos serviços de alojamento turístico inclui: Fornecimento, mediante pagamento e enquanto serviço principal, de alojamento para passar a noite em quartos devidamente equipados, incluindo pelo menos uma cama, a turistas, viajantes e hóspedes. Para obter o rótulo ecológico comunitário para serviços de alojamento turístico nos termos do Regulamento (CE) n.º 1980/2000, alterado pela Decisão da Comissão 2009/578/CE, um serviço de alojamento turístico deve satisfazer todas as seguintes condições: Enquadrar-se no grupo de produtos serviços de alojamento turístico ; Cumprir cada um dos critérios estabelecidos como obrigatórios (indicados na secção A do anexo da Decisão da Comissão 2009/578/CE); Cumprir um número suficiente de critérios considerados facultativos de forma a obter pelo menos 20 pontos pelo serviço principal (de acordo com o disposto no n.º 2 do artigo 2.º da Decisão da Comissão 2009/578/CE, sendo que os critérios facultativos são os indicados na Secção B do anexo desse mesmo documento); No caso de o serviço de alojamento turístico oferecer, sob a mesma gestão ou propriedade, os serviços ou infra-estruturas a seguir indicados, a pontuação referida no ponto anterior será acrescida dos seguintes pontos (de acordo com o disposto no n.º 3 do artigo 2.º da Decisão da Comissão 2009/578/CE): a) 3 pontos por serviços de restauração; b) 3 pontos por zonas verdes/recintos exteriores disponíveis para os hóspedes; c) 3 pontos por actividades de lazer/manutenção física ou 5 pontos se essas actividades de lazer/manutenção física forem oferecidas num centro de bem-estar. 21

22 Atribuir o rótulo ecológico a serviços de alojamento turístico significa que estes fornecem um serviço que respeita o ambiente, através de medidas que: Limitam o consumo de energia; Limitam o consumo de água; Reduzem a produção de resíduos; Favorecem o uso de recursos renováveis e de substâncias menos perigosas para o ambiente; Promovem a comunicação e a educação ambientais. Nota: De acordo com o n.º 1 do artigo 7.º da Decisão 2009/578/CE, os pedidos de rótulo ecológico relativos ao grupo de produtos serviços de alojamento turístico apresentados antes da data de adopção da presente decisão são avaliados de acordo com as condições estabelecidas na Decisão 2003/287/CE [consultar Anexos / Attachments]. De acordo com o n.º 2 do artigo 7.º da Decisão 2009/578/CE, os pedidos de rótulo ecológico relativos ao grupo de produtos serviços de alojamento turístico apresentados depois da data de adopção da presente decisão, mas o mais tardar até 31 de Outubro de 2009, podem basear-se quer nos critérios estabelecidos na Decisão 2003/287/CE, quer nos critérios estabelecidos na referida Decisão 2009/578/CE. Esses pedidos são avaliados de acordo com os critérios em que se baseiam. Ainda de acordo com o n.º 3 do artigo 7.º da referida Decisão, caso o rótulo ecológico seja atribuído com base num pedido avaliado de acordo com os critérios estabelecidos na Decisão 2003/287/CE, esse rótulo pode ser utilizado até 12 meses a contar da data de adopção da presente decisão. 22

23 3.1. Requisitos Gerais Para poder pedir o rótulo ecológico, o requerente deve cumprir requisitos legais comunitários, nacionais e locais. Deve estar garantido, designadamente, que: 1. A estrutura física foi construída legalmente e respeita todas as leis ou regulamentos pertinentes aplicáveis à zona em que está construída, e especialmente os relacionados com a preservação da paisagem e da biodiversidade. 2. A estrutura física respeita as leis e regulamentos comunitários, nacionais e locais relativos à conservação da energia, às fontes de abastecimento de água, ao tratamento e à evacuação das águas residuais, à recolha e eliminação de resíduos, à manutenção e conservação dos equipamentos e às disposições em matéria de saúde e segurança. 3. A empresa está operacional e registada, como exigido pela legislação nacional e/ou local, e o seu pessoal está legalmente contratado e segurado. 23

24 Critérios Obrigatórios e Respectivas Formas de Avaliação e Verificação, para Atribuição do Rótulo Ecológico a Serviços de Alojamento Turístico Energia a) Electricidade produzida a partir de fontes de energia renováveis Pelo menos 50% da electricidade utilizada para todos os fins deve ser produzida a partir de fontes de energia renováveis, conforme definidas na Directiva 2001/77/CE do Parlamento Europeu e do Conselho. Este critério não se aplica aos alojamentos turísticos que não tenham acesso a um mercado que ofereça electricidade produzida a partir de fontes de energia renováveis. A aplicação de restrições contratuais vinculativas (como a aplicação de sanções) com uma duração de, pelo menos, dois anos pela mudança de fornecedor de electricidade pode ser considerada não ter acesso a um mercado que ofereça electricidade produzida a partir de fontes de energia renováveis. Avaliação e verificação: o requerente deve apresentar uma declaração do fornecedor de electricidade (ou o contrato com o mesmo), indicando o tipo de fonte(s) de energia renovável(is), a percentagem de electricidade fornecida que é produzida a partir de uma fonte renovável, documentação sobre as caldeiras (geradores de calor) eventualmente utilizadas e a percentagem máxima que pode ser fornecida. Segundo a Directiva 2001/77/CE, entende-se por fontes de energia renováveis as fontes de energia não fósseis renováveis (energia eólica, solar, geotérmica, das ondas, das marés, hidráulica, de biomassa, de gases dos aterros, de gases provenientes de instalações de tratamento de esgotos e de biogás). Caso o alojamento turístico não tenha acesso a um mercado que ofereça electricidade produzida a partir de fontes de energia renováveis, deve ser fornecida documentação que comprove o pedido de energia renovável. b) Carvão e óleos pesados Não podem ser utilizados como fonte de energia o carvão e os óleos pesados com um teor de enxofre superior a 0,1%. Está excluído deste critério o carvão para lareiras decorativas. Este critério apenas se aplica aos alojamentos turísticos que disponham de um sistema de aquecimento independente. este critério, indicando o tipo de fontes de energia utilizadas. 24

25 c) Eficiência e produção de calor Se, durante o período de validade do rótulo ecológico, for instalado novo equipamento de produção de energia térmica, esse equipamento deve ser uma unidade de cogeração de alta eficiência (tal como definida no artigo 3.º e no anexo III da Directiva 2004/8/CE do Parlamento Europeu e do Conselho), uma bomba de calor ou uma caldeira eficiente. Neste último caso, a eficiência da caldeira será de quatro estrelas (cerca de 92% a 50 C e 95% a 70 C), medida segundo a Directiva 92/42/CEE do Conselho, ou, para as caldeiras não abrangidas por esta directiva, segundo as normas e regulamentos de produtos aplicáveis. As caldeiras de água quente alimentadas com combustíveis líquidos ou gasosos, tal como definidas na Directiva 92/42/CEE, devem satisfazer normas de eficiência correspondentes, no mínimo, a três estrelas, como estipulado na mesma directiva. As unidades de cogeração existentes têm de ser conformes com a definição de elevada eficiência constante da Directiva 2004/8/CE. A eficiência das caldeiras excluídas da Directiva 92/42/CEE * deve obedecer às instruções do fabricante e à legislação nacional e local sobre eficiência, mas, para as caldeiras desses tipos que se encontrem no activo (com excepção das caldeiras de biomassa) não será aceite uma eficiência inferior a 88%. Avaliação e verificação: o requerente deve apresentar as especificações técnicas fornecidas pelos responsáveis pela venda e/ou manutenção da caldeira, indicando a sua eficiência. * O artigo 3.º da Directiva 92/42/CEE exclui as seguintes caldeiras: as caldeiras de água quente susceptíveis de serem alimentadas com diversos combustíveis, entre os quais combustíveis sólidos, os equipamentos de preparação instantânea de água quente, as caldeiras concebidas para serem alimentadas com combustíveis cujas propriedades divirjam significativamente das características dos combustíveis líquidos e gasosos correntemente comercializados (gases residuais industriais, biogás, etc.), os fogões e os aparelhos concebidos para aquecer principalmente o local onde estão instalados e que fornecem igualmente, mas a título acessório, água quente para aquecimento central e para fins sanitários. 25

26 d) Sistemas de ar condicionado Qualquer aparelho de ar condicionado adquirido durante o período de validade do rótulo ecológico deve ter uma eficiência energética de, pelo menos, classe A, em conformidade com a Directiva 2002/31/CE da Comissão, ou uma eficiência energética correspondente. Nota: este critério não se aplica a aparelhos de ar de condicionado que possam utilizar igualmente outras fontes de energia, a aparelhos ar-água e água-água, ou a unidades com uma potência útil (de arrefecimento) superior a 12 kw. Avaliação e verificação: o requerente deve apresentar as especificações técnicas fornecidas pelo fabricante ou pelos técnicos profissionais responsáveis pela instalação, venda e/ou manutenção do sistema de ar condicionado. e) Eficiência energética dos edifícios O alojamento turístico deve cumprir a legislação nacional e os códigos de construção locais relativos à eficiência energética e ao desempenho energético dos edifícios. Avaliação e verificação: o requerente deve fornecer o certificado energético previsto na Directiva 2002/91/CE do Parlamento Europeu e do Conselho, ou, caso não tenha sido transposta para a ordem jurídica nacional, os resultados de uma auditoria energética realizada por um perito independente versado em desempenho energético dos edifícios. f) Isolamento das janelas Todas as janelas de quartos e áreas comuns com aquecimento e/ou ar condicionado devem ter um grau adequado de isolamento térmico de acordo com os regulamentos e com as condições climáticas locais e oferecer um nível de isolamento acústico apropriado. Todas as janelas de quartos e áreas comuns com aquecimento e/ou ar condicionado acrescentados ou renovados após a obtenção do rótulo ecológico comunitário devem estar conformes com a Directiva 2002/91/CE do Parlamento Europeu e do Conselho (artigos 4.º, 5.º e 6.º) e com a Directiva 89/106/CEE do Conselho e com os respectivos regulamentos técnicos nacionais que as transpõem. 26

27 Avaliação e verificação: o requerente deve fornecer uma declaração de um técnico profissional, indicando o cumprimento deste critério e precisando os valores do coeficiente de transmissão térmica (U). Para as janelas que estejam conformes com a Directiva 2002/91/CE, o requerente deve fornecer o certificado energético ou, caso a ordem jurídica nacional o não preveja, uma declaração do construtor. g) Desligamento do aquecimento e do ar condicionado Se o aquecimento e/ou o ar condicionado não se desligarem automaticamente quando as janelas são abertas, deve existir informação facilmente acessível que chame a atenção dos hóspedes para a necessidade de fecharem a(s) janela(s) quando o aquecimento ou o ar condicionado estiverem ligados. Os sistemas de aquecimento/ar acondicionado adquiridos após a certificação com o rótulo ecológico comunitário devem estar equipados com um sistema de desligamento automático quando as janelas são abertas. Este critério apenas se aplica aos alojamentos turísticos que disponham de aquecimento e/ou ar condicionado. este critério, juntamente com o texto da informação disponibilizada aos hóspedes (se aplicável). h) Desligamento de luzes Se os quartos não dispuserem de um sistema de extinção automática das luzes, deve existir informação facilmente acessível que peça aos hóspedes para desligarem as luzes antes de saírem do quarto. este critério e descrever o método de informação utilizado. 27

Critérios de classificação:

Critérios de classificação: É com enorme satisfação que informamos que foi atribuído pelo ICNF o reconhecimento da ArcosHouse como Empreendimento de Turismo de Natureza. Critérios de classificação: Critérios para Reconhecimento (nº

Leia mais

Boas Práticas Ambientais. Hotéis e Pousadas

Boas Práticas Ambientais. Hotéis e Pousadas Hotéis e Pousadas 2008 Índice Introdução Principais Resultados Utilização Racional de Energia Gestão de Resíduos Uso Eficiente da Água Certificação Ambiental Conceitos 2 Introdução A estratégia nacional

Leia mais

TURISMO NO ESPAÇO RURAL LEGISLAÇÃO MANUAL

TURISMO NO ESPAÇO RURAL LEGISLAÇÃO MANUAL TURISMO NO ESPAÇO RURAL LEGISLAÇÃO MANUAL Índice 1. Turismo no espaço rural: tipologias.2 2. Exploração e funcionamento.... 5 3. Legislação aplicável.17 Bibliografia. 18 1 1.Turismo no espaço rural: tipologias

Leia mais

Formulário de Candidatura para admissão como membro do Cluster 2Bparks

Formulário de Candidatura para admissão como membro do Cluster 2Bparks Formulário de Candidatura para admissão como membro do Cluster 2Bparks Eu, abaixo-assinado/a, declaro que a organização que represento solicita a sua admissão como Membro do Cluster Ambiental 2Bparks e

Leia mais

PARLAMENTO EUROPEU E CONSELHO

PARLAMENTO EUROPEU E CONSELHO 27.4.2001 PT Jornal Oficial das Comunidades Europeias L 118/41 II (Actos cuja publicação não é uma condição da sua aplicabilidade) PARLAMENTO EUROPEU E CONSELHO RECOMENDAÇÃO DO PARLAMENTO EUROPEU E DO

Leia mais

Não é um sector específico (Pequenas e médias empresas em geral) - Go to 3

Não é um sector específico (Pequenas e médias empresas em geral) - Go to 3 INQUÉRITO EUROPEU DAS PME E O MEIO-AMBIENTE Bem-vindo ao inquérito europeu sobre as PMEs e o meio-ambiente. O questionário deve demorar entre 5-10 minutos para ser concluído. Obrigado! Instituto Tecnológico

Leia mais

Programas Operacionais das Organizações de Produtores de Frutas e Produtos Hortícolas. Acções ambientais

Programas Operacionais das Organizações de Produtores de Frutas e Produtos Hortícolas. Acções ambientais Página: 1 de 14 das Organizações de Produtores de Frutas e Produtos Hortícolas Acções ambientais Acção 7.3 Recuperação de energia a partir de resíduos de colheitas e outras matérias orgânicas Acção 7.4

Leia mais

[SELO ALIMENTO SEGURO]

[SELO ALIMENTO SEGURO] 1 Lista de Verificação Selo Alimento Seguro Lista de Verificação com a finalidade de examinar todos os aspectos relacionados com as instalações, equipamentos, ferramentas, instrumentos utilizados pelas

Leia mais

REGULAMENTO MUNICIPAL ESTABELECIMENTOS DE ALOJAMENTO LOCAL PUBLICADO ATRAVÉS DE EDITAL EM 28 DE ABRIL DE 2011

REGULAMENTO MUNICIPAL ESTABELECIMENTOS DE ALOJAMENTO LOCAL PUBLICADO ATRAVÉS DE EDITAL EM 28 DE ABRIL DE 2011 REGULAMENTO MUNICIPAL DE ESTABELECIMENTOS DE ALOJAMENTO LOCAL APROVADO EM REUNIÃO DE CÂMARA MUNICIPAL DE 06 DE ABRIL DE 2011 APROVADO EM ASSEMBLEIA MUNICIPAL DE 21 DE ABRIL DE 2011 PUBLICADO ATRAVÉS DE

Leia mais

PE-CONS 3619/3/01 REV 3

PE-CONS 3619/3/01 REV 3 PE-CONS 3619/3/01 REV 3 relativa à avaliação dos efeitos de determinados planos e programas no ambiente O PARLAMENTO EUROPEU E O CONSELHO DA UNIÃO EUROPEIA, Tendo em conta o Tratado que institui a Comunidade

Leia mais

PORTARIA N.º 744-A/99

PORTARIA N.º 744-A/99 MINISTÉRIOS DA SAÚDE E DO AMBIENTE PORTARIA N.º 7-A/99 P DE DE AGOSTO Aprova os programas de acção específicos para evitar ou eliminar a poluição proveniente de fontes múltiplas de mercúrio. A Directiva

Leia mais

A DIRECTIVA Erp E A ETIQUETAGEM ENERGÉTICA

A DIRECTIVA Erp E A ETIQUETAGEM ENERGÉTICA A DIRECTIVA Erp E A ETIQUETAGEM ENERGÉTICA 1 O CONTEXTO ETIQUETAGEM ENERGÉTICA e DIRECTIVA ErP, PORQUÊ? Travar a mudança climática, garantir o abastecimento de energia e aumentar a competitividade industrial

Leia mais

Tendo em conta o Tratado que institui a Comunidade Europeia, e, nomeadamente, o n. o 1 do seu artigo 175. o,

Tendo em conta o Tratado que institui a Comunidade Europeia, e, nomeadamente, o n. o 1 do seu artigo 175. o, L 197/30 PT Jornal Oficial das Comunidades Europeias 21.7.2001 DIRECTIVA 2001/42/CE DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO de 27 de Junho de 2001 relativa à avaliação dos efeitos de determinados planos e

Leia mais

MUNICÍPIO DE PENAMACOR REGULAMENTO MUNICIPAL DE ESTABELECIMENTOS DE ALOJAMENTO LOCAL. Preâmbulo

MUNICÍPIO DE PENAMACOR REGULAMENTO MUNICIPAL DE ESTABELECIMENTOS DE ALOJAMENTO LOCAL. Preâmbulo MUNICÍPIO DE PENAMACOR REGULAMENTO MUNICIPAL DE ESTABELECIMENTOS DE ALOJAMENTO LOCAL Preâmbulo O novo Regime Jurídico de Instalação, Exploração e Funcionamento dos Empreendimentos Turísticos, aprovado

Leia mais

Eficiência. Energética. e a energia eléctrica

Eficiência. Energética. e a energia eléctrica Eficiência Energética e a energia eléctrica > Eficiência energética A é um desafio que devemos colocar a todos nós. Está ao nosso alcance, o podermos contribuir de forma decisiva para um mundo melhor e

Leia mais

Portaria n.º 29-B/98 de 15 de Janeiro

Portaria n.º 29-B/98 de 15 de Janeiro Portaria n.º 29-B/98 de 15 de Janeiro A Portaria n.º 313/96, de 29 de Julho, regulamentou o Decreto-Lei n.º 322/95, de 28 de Novembro, que estabelecia os princípios e as normas aplicáveis à gestão de embalagens

Leia mais

DECISÃO DA COMISSÃO de 16 de Dezembro de 1999 que estabelece os critérios para a atribuição do rótulo ecológico comunitário a frigoríficos

DECISÃO DA COMISSÃO de 16 de Dezembro de 1999 que estabelece os critérios para a atribuição do rótulo ecológico comunitário a frigoríficos L 13/22 DECISÃO DA COMISSÃO de 16 de Dezembro de 1999 que estabelece os critérios para a atribuição do rótulo ecológico comunitário a frigoríficos [notificada com o número C(1999) 4522] (Texto relevante

Leia mais

Contribuir para o desenvolvimento da região em que se inserem;

Contribuir para o desenvolvimento da região em que se inserem; SIPIE SISTEMA DE INCENTIVOS A PEQUENAS INICIATIVAS EMPRESARIAIS FICHA DE MEDIDA Apoia projectos com investimento mínimo elegível de 15.000 e a um máximo elegível de 150.000, que visem a criação ou desenvolvimento

Leia mais

(Actos não legislativos) REGULAMENTOS

(Actos não legislativos) REGULAMENTOS 23.4.2010 Jornal Oficial da União Europeia L 102/1 II (Actos não legislativos) REGULAMENTOS REGULAMENTO (UE) N. o 330/2010 DA COMISSÃO de 20 de Abril de 2010 relativo à aplicação do artigo 101. o, n. o

Leia mais

A DIRECTIVA ErP E A ETIQUETAGEM ENERGÉTICA

A DIRECTIVA ErP E A ETIQUETAGEM ENERGÉTICA A DIRECTIVA ErP E A ETIQUETAGEM ENERGÉTICA 3 / 1. CONTEXTO 6 / 2. DIRECTIVA ECODESIGN (ErP) 7 / 3. ETIQUETAGEM ENERGÉTICA 12 / 4. O MUNDO MUDA A ARISTON FICA A SEU LADO 1 O CONTEXTO ETIQUETAGEM ENERGÉTICA

Leia mais

MUNICÍPIO DE VILA DO PORTO

MUNICÍPIO DE VILA DO PORTO REGULAMENTO DE INSTALAÇÃO E FUNCIONAMENTO DOS ESTABELECIMENTOS DE HOSPEDAGEM Nota justificativa O Decreto Lei nº 167/97, de 4 de Julho, aprovou o regime jurídico de instalação e do funcionamento dos empreendimentos

Leia mais

REGULAMENTO MUNICIPAL DOS REQUISITOS DE INSTALAÇÃO E FUNCIONAMENTO DOS ESTABELECIMENTOS DE HOSPEDAGEM

REGULAMENTO MUNICIPAL DOS REQUISITOS DE INSTALAÇÃO E FUNCIONAMENTO DOS ESTABELECIMENTOS DE HOSPEDAGEM REGULAMENTO MUNICIPAL DOS REQUISITOS DE INSTALAÇÃO E FUNCIONAMENTO DOS ESTABELECIMENTOS DE HOSPEDAGEM NOTA JUSTIFICATIVA O Decreto-Lei n.º 39/2008, de 7 de Março - que aprova o novo regime jurídico da

Leia mais

ORIENTAÇÕES NO ÂMBITO DA ELABORAÇÃO DA DECLARAÇÃO AMBIENTAL E RESPETIVAS

ORIENTAÇÕES NO ÂMBITO DA ELABORAÇÃO DA DECLARAÇÃO AMBIENTAL E RESPETIVAS ORIENTAÇÕES NO ÂMBITO DA ELABORAÇÃO DA DECLARAÇÃO AMBIENTAL E RESPETIVAS I. Objetivo ATUALIZAÇÕES As Declarações Ambientais (DA) elaboradas no âmbito do Sistema Comunitário de Ecogestão e Auditoria, devem

Leia mais

JPM Tecnologias para Energias Renováveis, SA. Filipe Fernandes

JPM Tecnologias para Energias Renováveis, SA. Filipe Fernandes JPM Tecnologias para Energias Renováveis, SA Filipe Fernandes Arouca, 2010 A JPM Automação e Equipamentos Industrias SA - Apresentação Historial Fundada há mais de uma década, a JPM é uma empresa tecnologicamente

Leia mais

ORIENTAÇÃO TÉCNICA N.º3 /2009. Política de Cidades - Parcerias para a Regeneração Urbana. Programas integrados de criação de Eco-Bairros

ORIENTAÇÃO TÉCNICA N.º3 /2009. Política de Cidades - Parcerias para a Regeneração Urbana. Programas integrados de criação de Eco-Bairros ORIENTAÇÃO TÉCNICA N.º3 /2009 Política de Cidades - Parcerias para a Regeneração Urbana Programas integrados de criação de Eco-Bairros 1. ENQUADRAMENTO GERAL A Autoridade de Gestão do Programa Operacional

Leia mais

Tendo em conta o Tratado que institui a Comunidade Europeia e, nomeadamente, o n. o 1 do seu artigo 175. o,

Tendo em conta o Tratado que institui a Comunidade Europeia e, nomeadamente, o n. o 1 do seu artigo 175. o, 25.6.2003 L 156/17 DIRECTIVA 2003/35/CE DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO de 26 de Maio de 2003 que estabelece a participação do público na elaboração de certos planos e programas relativos ao ambiente

Leia mais

Guia completo para o profissional sobre a nova Directiva de etiquetagem energética ErP

Guia completo para o profissional sobre a nova Directiva de etiquetagem energética ErP Guia completo para o profissional sobre a nova Directiva de etiquetagem energética ErP Sistemas de aquecimento Sistemas industriais Sistemas de refrigeração Directiva ErP A directiva ErP introduz a etiquetagem

Leia mais

SECTOR DA FABRICAÇÃO DE EQUIPAMENTOS ELÉTRICOS

SECTOR DA FABRICAÇÃO DE EQUIPAMENTOS ELÉTRICOS #2 SECTOR DA FABRICAÇÃO DE EQUIPAMENTOS ELÉTRICOS INTERVENÇÕES E CASOS DE SUCESSO Intervenções Durante o período de intervenção do projeto efinerg II, constatou-se que o sector da fabricação de equipamento

Leia mais

REGULAMENTO MUNICIPAL DE ESTABELECIMENTOS DE ALOJAMENTO LOCAL

REGULAMENTO MUNICIPAL DE ESTABELECIMENTOS DE ALOJAMENTO LOCAL REGULAMENTO MUNICIPAL DE ESTABELECIMENTOS DE ALOJAMENTO LOCAL PREÂMBULO O Decreto-lei nº 39/2008, de 7 de Março, aprovou o regime jurídico da instalação, exploração e funcionamento dos empreendimentos

Leia mais

Compras Públicas Sustentáveis

Compras Públicas Sustentáveis Compras Públicas Sustentáveis Município de Torres Vedras 12 de Novembro 2013 Seminário: Sustentabilidade Energética nas Compras Públicas OesteCIM Supported by: Coordination: Partners: Resumo 1 - Território

Leia mais

CRITÉRIOS 2015. Galardão Ambiental para: Hotéis. Hotéis-Apartamento. Pousadas. Turismo no Espaço Rural

CRITÉRIOS 2015. Galardão Ambiental para: Hotéis. Hotéis-Apartamento. Pousadas. Turismo no Espaço Rural CRITÉRIOS 2015 Galardão Ambiental para: Hotéis Hotéis-Apartamento Pousadas Turismo no Espaço Rural I. GESTÃO AMBIENTAL I.1(O) I.2(O) I.3(O) I.4(O) Deve existir uma pessoa responsável pela área do ambiente,

Leia mais

XIX. Serviços de Apoio ÍNDICE

XIX. Serviços de Apoio ÍNDICE XIX Serviços de Apoio ÍNDICE SECÇÃO I - ASPECTOS GERAIS... 2 1. Introdução... 2 SECÇÃO II - Especificações dos Serviços de Apoio... 4 2. Serviço de Limpeza... 4 3. Serviço de Alimentação... 5 4. Serviço

Leia mais

Perguntas Frequentes

Perguntas Frequentes Perguntas Frequentes Embalagens e Resíduos de Embalagens 1. Qual o enquadramento legal para embalagens e resíduos de embalagens? 2. Na adesão à entidade gestora do sistema integrado de embalagens e resíduos

Leia mais

CONVENÇÃO 184 CONVENÇÃO SOBRE A SEGURANÇA E A SAÚDE NA AGRICULTURA, 2001

CONVENÇÃO 184 CONVENÇÃO SOBRE A SEGURANÇA E A SAÚDE NA AGRICULTURA, 2001 CONVENÇÃO 184 CONVENÇÃO SOBRE A SEGURANÇA E A SAÚDE NA AGRICULTURA, 2001 A Conferência Geral da Organização Internacional do Trabalho; Convocada para Genebra pelo Conselho de Administração da Repartição

Leia mais

DIREITOS DOS CONSUMIDORES. de energia europeus. O que cada consumidor de energia ganha com a legislação europeia. Energia

DIREITOS DOS CONSUMIDORES. de energia europeus. O que cada consumidor de energia ganha com a legislação europeia. Energia DIREITOS DOS CONSUMIDORES de energia europeus O que cada consumidor de energia ganha com a legislação europeia Energia Europe Direct é um serviço que responde às suas perguntas sobre a União Europeia Linha

Leia mais

28.3.2008 Jornal Oficial da União Europeia L 86/9

28.3.2008 Jornal Oficial da União Europeia L 86/9 28.3.2008 Jornal Oficial da União Europeia L 86/9 REGULAMENTO (CE) N. o 282/2008 DA COMISSÃO de 27 de Março de 2008 relativo aos materiais e objectos de plástico reciclado destinados a entrar em contacto

Leia mais

AGRICULTURA BIOLÓGICA, AUTO- SUFICIÊNCIA E SEGURANÇA ALIMENTAR POLITICAS DE APOIO À SEGURANÇA ALIMENTAR

AGRICULTURA BIOLÓGICA, AUTO- SUFICIÊNCIA E SEGURANÇA ALIMENTAR POLITICAS DE APOIO À SEGURANÇA ALIMENTAR AGRICULTURA BIOLÓGICA, AUTO- SUFICIÊNCIA E SEGURANÇA ALIMENTAR POLITICAS DE APOIO À SEGURANÇA ALIMENTAR Ana Paula Bico Out, 2011 POLITICAS DE APOIO À SEGURANÇA ALIMENTAR 2 perspectivas: Redução da dependência

Leia mais

Sistema de Incentivos à Qualificação e Internacionalização de PME CONDIÇÕES DE ENQUADRAMENTO

Sistema de Incentivos à Qualificação e Internacionalização de PME CONDIÇÕES DE ENQUADRAMENTO Sistema de Incentivos à Qualificação e Internacionalização de PME CONDIÇÕES DE ENQUADRAMENTO Aviso para apresentação de candidaturas Nº 04/SI/2012 Índice Condições de Elegibilidade do Promotor... 3 Condições

Leia mais

Instrumentos Voluntários de Gestão Ambiental: REUE e EMAS. Açores 2009

Instrumentos Voluntários de Gestão Ambiental: REUE e EMAS. Açores 2009 Instrumentos Voluntários de Gestão Ambiental: REUE e EMAS Julieta São Marcos Açores 2009 »Referências Históricas As Auditorias Ambientais surgem na década de 70 e a sua expansão verifica-se no início dos

Leia mais

REGIME JURÍDICO DA EXPLORAÇÃO DOS ESTABELECIMENTOS DE ALOJAMENTO LOCAL

REGIME JURÍDICO DA EXPLORAÇÃO DOS ESTABELECIMENTOS DE ALOJAMENTO LOCAL REGIME JURÍDICO DA EXPLORAÇÃO DOS ESTABELECIMENTOS DE ALOJAMENTO LOCAL Decreto-Lei n.º 128/2014, de 29 de Agosto, alterado pelo Decreto Lei n.º 63/2015, de 23 de Abril FIGURA DO ALOJAMENTO LOCAL A figura

Leia mais

MODELO DE INQUÉRITO PARA EXECUÇÃO DE UMA AUDITORIA ENERGÉTICA

MODELO DE INQUÉRITO PARA EXECUÇÃO DE UMA AUDITORIA ENERGÉTICA PARA EXECUÇÃO DE UMA AUDITORIA ENERGÉTICA A. IDENTIFICAÇÃO DA EMPRESA: 1.SEDE 1.1 NOME... 1.2 ENDEREÇO.. 1.3 CÓDIGO POSTAL... 1.4 LOCALIDADE... 1.5 CONCELHO. 1.6 DISTRITO... 1.7 TELEFONE.. 1.8 TELEFAX...

Leia mais

REGULAMENTO DE INSTALAÇÃO E FUNCIONAMENTO DOS ESTABELECIMENTOS DE HOSPEDAGEM. Preâmbulo

REGULAMENTO DE INSTALAÇÃO E FUNCIONAMENTO DOS ESTABELECIMENTOS DE HOSPEDAGEM. Preâmbulo REGULAMENTO DE INSTALAÇÃO E FUNCIONAMENTO DOS ESTABELECIMENTOS DE HOSPEDAGEM Preâmbulo O Decreto - Lei n. 167 / 97, de 4 de Julho, veio introduzir grandes inovações no processo de licenciamento de empreendimentos

Leia mais

ERS 3002 - Qualidade e Segurança Alimentar na Restauração. www.apcer.pt

ERS 3002 - Qualidade e Segurança Alimentar na Restauração. www.apcer.pt ERS 3002 - Qualidade e Segurança Alimentar na Restauração www.apcer.pt AGENDA Apresentação APCER Desenvolvimento ERS3002 Conteúdo da ERS3002 Metodologias de auditorias Associação constituída em Abril 1996

Leia mais

ESTUDO DO IMPACTE AMBIENTAL

ESTUDO DO IMPACTE AMBIENTAL ENERGIN AZÓIA Empresa de Cogeração Industrial, S.A. CENTRAL DE COGERAÇÃO A INSTALAR NA SOLVAY PORTUGAL (PÓVOA DE SANTA IRIA, VILA FRANCA DE XIRA) ESTUDO DO IMPACTE AMBIENTAL RESUMO NÃO TÉCNICO Maio de

Leia mais

Atribuição dos prémios decorreu no Parque Dr. José Gama

Atribuição dos prémios decorreu no Parque Dr. José Gama Educação Ambiente Ecoguia Cabanelas 2008 Dia Internacional da Luta Contra a Droga O Pelouro do Ambiente da Câmara Municipal de Mirandela assinalou o dia Internacional da Luta Contra a Droga (26 de Junho),

Leia mais

Especificação Técnica

Especificação Técnica Especificação Técnica Serviços de instalação e manutenção/assistência técnica de Secção A: equipamentos fixos de refrigeração, ar condicionado e bombas de calor que contenham gases fluorados com efeito

Leia mais

ARMAZENAGEM. 8 O empilhamento dos materiais obstruí a circulação nas vias. Decreto-lei 243/86 de 20 de Agosto. Foto Nº.

ARMAZENAGEM. 8 O empilhamento dos materiais obstruí a circulação nas vias. Decreto-lei 243/86 de 20 de Agosto. Foto Nº. CHECK LIST DE HIGIENE E SEGURANÇA NO TRABALHO Resposta à check list. A severidade está dividida em 3 níveis, Leve, Médio e Grave Só é preenchida quando a resposta não corresponde ao que a legislação prevê.

Leia mais

COMISSÃO DE ASSUNTOS PARLAMENTARES, AMBIENTE E TRABALHO RELATÓRIO E PARECER SOBRE A PROPOSTA DE RESOLUÇÃO N.º 0005/2005 PARA UMA

COMISSÃO DE ASSUNTOS PARLAMENTARES, AMBIENTE E TRABALHO RELATÓRIO E PARECER SOBRE A PROPOSTA DE RESOLUÇÃO N.º 0005/2005 PARA UMA RELATÓRIO E PARECER SOBRE A PROPOSTA DE RESOLUÇÃO N.º 0005/2005 PARA UMA ASSEMBLEIA AMIGA DO AMBIENTE Ponta Delgada, 13-1 - de Abril de 2005 RELATÓRIO E PARECER SOBRE A PROPOSTA DE RESOLUÇÃO N.º 0005/2005

Leia mais

SISTEMA GESTÃO AMBIENTAL - SGA

SISTEMA GESTÃO AMBIENTAL - SGA SISTEMA GESTÃO AMBIENTAL - SGA SISTEMA GESTÃO AMBIENTAL - SGA Ciclo de melhoria contínua conhecido como Ciclo PDCA (Plan-Do-Check-Act) EMAS METODOLOGIA FASEADA DE IMPLEMENTAÇÃO FASEADA DO EMAS In, APA,

Leia mais

Lagoas Park, Edifício 2 2740-265 Porto Salvo Telefone: +351 21 791 23 44 www.tdimobiliaria.pt

Lagoas Park, Edifício 2 2740-265 Porto Salvo Telefone: +351 21 791 23 44 www.tdimobiliaria.pt Lagoas Park, Edifício 2 2740-265 Porto Salvo Telefone: +351 21 791 23 44 www.tdimobiliaria.pt Partilhe connosco as suas sugestões para um ambiente melhor, através do endereço penseverde@tdimobiliaria.pt.

Leia mais

Fórum Eficiência Energética

Fórum Eficiência Energética Fórum Eficiência Energética A Visão do Auditor Aspectos a Considerar Luís Coelho Escola Superior de Tecnologia de Setúbal (ESTSetúbal) - IPS OBJECTIVOS: Apresentar os aspectos mais importantes da intervenção

Leia mais

Guia. Boas Práticas Ambientais. Espalhe a Mensagem Ecológica.

Guia. Boas Práticas Ambientais. Espalhe a Mensagem Ecológica. Guia Espalhe a Mensagem Ecológica. INTRODUÇÃO 02 POLÍTICA DO AMBIENTE 04 DECLARAÇÃO DE COMPROMISSO 05 PRINCIPAIS ACÇÕES IMPLEMENTADAS 06 OBJECTIVOS A ATINGIR 07 BOAS PRÁTICAS A SEGUIR 08 SIMBOLOGIA ÚTIL

Leia mais

ROTULAGEM RASTREABILIDADE COMERCIALIZAÇÃO do QUEIJO. José António Rousseau - Director Geral 1

ROTULAGEM RASTREABILIDADE COMERCIALIZAÇÃO do QUEIJO. José António Rousseau - Director Geral 1 ROTULAGEM RASTREABILIDADE COMERCIALIZAÇÃO do QUEIJO José António Rousseau - Director Geral 1 ÍNDICE 1- INTRODUÇÃO 2- ROTULAGEM 3- RASTREABLILIDADE 4- DENOMINAÇÃO DE ORIGEM PROTEGIDA 5- PROGRAMA EUROPEU-

Leia mais

PLANO DE HIGIENE ÍNDICE 1 HIGIENE PESSOAL 2 RECEPCÇÃO DE MERCADORIAS 3 ZONAS DE ARMAZENAGEM 4 ZONAS DE PREPARAÇÃO 5 ZONAS DE CONFECÇÃO

PLANO DE HIGIENE ÍNDICE 1 HIGIENE PESSOAL 2 RECEPCÇÃO DE MERCADORIAS 3 ZONAS DE ARMAZENAGEM 4 ZONAS DE PREPARAÇÃO 5 ZONAS DE CONFECÇÃO ÍNDICE 1 HIGIENE PESSOAL 2 RECEPCÇÃO DE MERCADORIAS 3 ZONAS DE ARMAZENAGEM 4 ZONAS DE PREPARAÇÃO 5 ZONAS DE CONFECÇÃO 6 REFEITÓRIO / CAFÉ 7 COPA 8 VESTUÁRIOS e / ou CASAS DE BANHO Elaborado: Aprovado:

Leia mais

Para poderem funcionar / estar abertos ao público, todos os Estabelecimento devem

Para poderem funcionar / estar abertos ao público, todos os Estabelecimento devem Nos termos definidos no art.º 5.º do Decreto-Lei n.º 234/2007, de 19 de Junho, O DECRETO REGULAMENTAR N.º 20/2008, de 27 de Novembro, VEIO ESTABELECER QUAIS OS REQUISITOS ESPECÍFICOS RELATIVOS ÀS INSTALAÇÕES,

Leia mais

PLANO DE SUSTENTABILIDADE

PLANO DE SUSTENTABILIDADE PLANO DE SUSTENTABILIDADE Rock in Rio 2013 O QUE NOS MOVE Temos que assumir não só as nossas próprias responsabilidades mas um compromisso coletivo, enquanto cidadãos e profissionais, em cada atividade

Leia mais

directamente o estabelecimento e o funcionamento do mercado interno; Considerando que é pois necessário criar um certificado complementar de

directamente o estabelecimento e o funcionamento do mercado interno; Considerando que é pois necessário criar um certificado complementar de Regulamento (CEE) nº 1768/92 do Conselho, de 18 de Junho de 1992, relativo à criação de um certificado complementar de protecção para os medicamentos Jornal Oficial nº L 182 de 02/07/1992 p. 0001-0005

Leia mais

Pilhas e acumuladores portáteis que contenham cádmio ***I

Pilhas e acumuladores portáteis que contenham cádmio ***I P7_TA-PROV(2013)0417 Pilhas e acumuladores portáteis que contenham cádmio ***I Resolução legislativa do Parlamento Europeu, de 10 de outubro de 2013, sobre a proposta de diretiva do Parlamento Europeu

Leia mais

Manual de Apoio ao Cogerador Simulador do Cogerador

Manual de Apoio ao Cogerador Simulador do Cogerador Manual de Apoio ao Cogerador Simulador do Cogerador Jorge Mendonça e Costa jmcosta@cogenportugal.com Manual de Apoio ao Cogerador Simulador do Cogerador Manual de Apoio ao Cogerador: Motivação Manual de

Leia mais

Buderus Diretiva ErP. Na zona verde

Buderus Diretiva ErP. Na zona verde Buderus Diretiva ErP Na zona verde A União Europeia, no âmbito da Diretiva de ErP para os lotes 1 e 2, exige que a partir de 26 de setembro de 2015 todos os equipamentos produtores de calor e depósitos,

Leia mais

Critérios CPE da UE para aquecedores a água

Critérios CPE da UE para aquecedores a água Critérios CPE da UE para aquecedores a água Os critérios CPE da UE têm como objetivo ajudar os organismos públicos na aquisição de produtos, serviços e obras com impacto ambiental reduzido. A utilização

Leia mais

CÓPIA NÃO CONTROLADA MANUAL DE GESTÃO

CÓPIA NÃO CONTROLADA MANUAL DE GESTÃO MANUAL DE GESTÃO FERNANDES & PÁGINA 2 / 18 ÍNDICE PÁG. 1. PROMULGAÇÃO 3 2. APRESENTAÇÃO DA ORGANIZAÇÃO 4 3. CAMPO DE APLICAÇÃO 11 4. POLÍTICA DA FERNANDES & 12 5. SISTEMA DE GESTÃO 13 FERNANDES & PÁGINA

Leia mais

Artigo 3º. Artigo 4º. Artigo 5º. Efeitos do certificado Sob reserva do artigo 4º, o certificado confere os mesmos direitos que os conferidos pela

Artigo 3º. Artigo 4º. Artigo 5º. Efeitos do certificado Sob reserva do artigo 4º, o certificado confere os mesmos direitos que os conferidos pela Regulamento (CE) nº 1610/96 do Parlamento Europeu e do Conselho de 23 de Julho de 1996 relativo à criação de um certificado complementar de protecção para os produtos fitofarmacêuticos Jornal Oficial nº

Leia mais

SISTEMAS DE INCENTIVOS ÀS EMPRESAS

SISTEMAS DE INCENTIVOS ÀS EMPRESAS SISTEMAS DE INCENTIVOS ÀS EMPRESAS Sistema de Incentivos às Empresas O que é? é um dos instrumentos fundamentais das políticas públicas de dinamização económica, designadamente em matéria da promoção da

Leia mais

Município de Vieira do Minho

Município de Vieira do Minho REGULAMENTO DE INSTALAÇÕES E FUNCIONAMENTO DOS ESTABELECIMENTOS DE HOSPEDAGEM Preâmbulo O Decreto-Lei nº 167/97, de 04 de Julho ( com a alteração e redacção dada pelo Decreto-Lei nº 305/99, de 06 de Agosto

Leia mais

DIRECÇÃO-GERAL DAS EMPRESAS E INDÚSTRIA

DIRECÇÃO-GERAL DAS EMPRESAS E INDÚSTRIA COMISSÃO EUROPEIA DIRECÇÃO-GERAL DAS EMPRESAS E INDÚSTRIA Bens de consumo Produtos farmacêuticos Bruxelas, 14 de Fevereiro de 2008 EudraLex Normas que Regulam os Medicamentos na União Europeia Volume 4

Leia mais

Lista de Verificação de Cantinas Escolares

Lista de Verificação de Cantinas Escolares Lista de Verificação de Cantinas Escolares Nome do estabelecimento: Identificação das entidades responsáveis pelo estabelecimento e NIF Morada do estabelecimento: Identificação das entidades responsáveis

Leia mais

Aplicação do Regulamento «Reconhecimento Mútuo» a suplementos alimentares

Aplicação do Regulamento «Reconhecimento Mútuo» a suplementos alimentares COMISSÃO EUROPEIA DIRECÇÃO-GERAL DAS EMPRESAS E DA INDÚSTRIA Bruxelas, 1.2.2010 - Documento de orientação 1 Aplicação do Regulamento «Reconhecimento Mútuo» a suplementos alimentares 1. INTRODUÇÃO O presente

Leia mais

Sistema de Incentivos à Inovação. Inovação Produtiva CONDIÇÕES DE ENQUADRAMENTO

Sistema de Incentivos à Inovação. Inovação Produtiva CONDIÇÕES DE ENQUADRAMENTO Sistema de Incentivos à Inovação Inovação Produtiva CONDIÇÕES DE ENQUADRAMENTO Aviso para apresentação de candidaturas Nº 04/SI/2010 1 Índice Tipologias de Investimento... 3 Condições de Elegibilidade

Leia mais

No topo da Eficiência. julho 2015. Conheça a nova Diretiva Energética. ErP. Conforto para a vida

No topo da Eficiência. julho 2015. Conheça a nova Diretiva Energética. ErP. Conforto para a vida No topo da Eficiência Conheça a nova Diretiva Energética julho 2015 ErP Conforto para a vida 1. Informação geral sobre a Diretiva Europeia ErP-EuP A partir de 26 de setembro de 2015, as Diretivas de Ecodesign

Leia mais

Auxílio estatal N 254/2002 Portugal Linha de crédito bonificada a investimentos do sector turístico.

Auxílio estatal N 254/2002 Portugal Linha de crédito bonificada a investimentos do sector turístico. COMISSÃO EUROPEIA Bruxelas, 26.07.2002 C (2002) 2943 Assunto: Auxílio estatal N 254/2002 Portugal Linha de crédito bonificada a investimentos do sector turístico. Excelência, PROCEDIMENTO Por carta n.º

Leia mais

REQUISITOS GERAIS HÍGIO SANITÁRIOS E TECNICO-FUNCIONAIS PARA A OFERTA E COMERCIALIZAÇÃO DE PRODUTOS ALIMENTARES NA FEIRA INTERNACIONAL DE LISBOA (FIL)

REQUISITOS GERAIS HÍGIO SANITÁRIOS E TECNICO-FUNCIONAIS PARA A OFERTA E COMERCIALIZAÇÃO DE PRODUTOS ALIMENTARES NA FEIRA INTERNACIONAL DE LISBOA (FIL) MANUAL REQUISITOS GERAIS HÍGIO SANITÁRIOS E TECNICO-FUNCIONAIS PARA A OFERTA E COMERCIALIZAÇÃO DE PRODUTOS ALIMENTARES NA FEIRA INTERNACIONAL DE LISBOA (FIL) O objectivo deste manual é fornecer informação

Leia mais

Madeira: Soluções Globais para Investimentos de Sucesso

Madeira: Soluções Globais para Investimentos de Sucesso Madeira: Soluções Globais para Investimentos de Sucesso Prémio Ambiental ZFI Regulamento do Concurso Documento disponível em: www.ibc-madeira.com Regulamento do Concurso Prémio Ambiental ZFI A certificação

Leia mais

Perguntas Frequentes

Perguntas Frequentes Perguntas Frequentes Óleos Alimentares Usados (OAU) GERAL/ENQUADRAMENTO 1. Qual a legislação em vigor em matéria de gestão de óleos alimentares usados? 2. Quais as proibições previstas no âmbito da gestão

Leia mais

Sistema de Incentivos à Qualificação e Internacionalização de PME CONDIÇÕES DE ENQUADRAMENTO

Sistema de Incentivos à Qualificação e Internacionalização de PME CONDIÇÕES DE ENQUADRAMENTO Sistema de Incentivos à Qualificação e Internacionalização de PME CONDIÇÕES DE ENQUADRAMENTO Aviso para apresentação de candidaturas Nº 07/SI/2010 1 Índice Condições de Elegibilidade do Promotor... 3 Condições

Leia mais

NORMAS REGULADORAS DAS CONDIÇÕES DE INSTALAÇÃO E FUNCIONAMENTO DOS CENTROS DE ACTIVIDADES DE TEMPOS LIVRES COM FINS LUCRATIVOS

NORMAS REGULADORAS DAS CONDIÇÕES DE INSTALAÇÃO E FUNCIONAMENTO DOS CENTROS DE ACTIVIDADES DE TEMPOS LIVRES COM FINS LUCRATIVOS A leitura deste documento, que transcreve o conteúdo do Despacho Normativo n.º 96/89, de 21 de Outubro, não substitui a consulta da sua publicação em Diário da República. Despacho Normativo n.º 96/89 de

Leia mais

Turismo e Água Proteger o nosso futuro comum Dia Mundial do Turismo 2013

Turismo e Água Proteger o nosso futuro comum Dia Mundial do Turismo 2013 Turismo e Água Proteger o nosso futuro comum Dia Mundial do Turismo 2013 Caraterização das práticas relacionadas com o consumo de água nas empresas de alojamento turístico de Montemor-o-Novo Anualmente,

Leia mais

CAPÍTULO II REQUISITOS DE INSTALAÇÃO E FUNCIONAMENTO SECÇÃO I REGIME GERAL

CAPÍTULO II REQUISITOS DE INSTALAÇÃO E FUNCIONAMENTO SECÇÃO I REGIME GERAL ÍNDICE REMISSIVO CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS Artigo 1º - Objecto Artigo 2º- Definições Artigo 3º - Âmbito de Aplicação CAPÍTULO II REQUISITOS DE INSTALAÇÃO E FUNCIONAMENTO SECÇÃO I REGIME GERAL Artigo

Leia mais

Países Baixos-Haia: Limpeza e serviços conexos 2014/S 099-172131. Anúncio de concurso. Serviços

Países Baixos-Haia: Limpeza e serviços conexos 2014/S 099-172131. Anúncio de concurso. Serviços 1/5 O presente anúncio no sítio web do TED: http://ted.europa.eu/udl?uri=ted:notice:172131-2014:text:pt:html Países Baixos-Haia: Limpeza e serviços conexos 2014/S 099-172131 Anúncio de concurso Serviços

Leia mais

OPORTUNIDADES DE FINANCIAMENTO PARA A EFICIÊNCIA ENERGÉTICA EM IPSS SUSTENTABILIDADE E EFICIÊNCIA NO USO DE RECURSOS PORTARIA 57-B/2015

OPORTUNIDADES DE FINANCIAMENTO PARA A EFICIÊNCIA ENERGÉTICA EM IPSS SUSTENTABILIDADE E EFICIÊNCIA NO USO DE RECURSOS PORTARIA 57-B/2015 OPORTUNIDADES DE FINANCIAMENTO PARA A EFICIÊNCIA ENERGÉTICA EM IPSS SUSTENTABILIDADE E EFICIÊNCIA NO USO DE RECURSOS PORTARIA 57-B/2015 ENQUADRAMENTO Para os efeitos previstos na secção 2 da Portaria 57-B/2015,

Leia mais

ATITUDES QUE DEVES DE TOMAR: Economizar Reciclar e Reutilizar

ATITUDES QUE DEVES DE TOMAR: Economizar Reciclar e Reutilizar A Crise da Água ATITUDES QUE DEVES DE TOMAR: Economizar Reciclar e Reutilizar ÁGUA A água é um recurso natural que depende da maneira como o Homem a utiliza para ser renovável ou não. Quando se pensa que

Leia mais

DIRECTIVA 2010/31/UE DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO de 19 de Maio de 2010 relativa ao desempenho energético dos edifícios (reformulação)

DIRECTIVA 2010/31/UE DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO de 19 de Maio de 2010 relativa ao desempenho energético dos edifícios (reformulação) 18.6.2010 Jornal Oficial da União Europeia L 153/13 DIRECTIVA 2010/31/UE DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO de 19 de Maio de 2010 relativa ao desempenho energético dos edifícios (reformulação) O PARLAMENTO

Leia mais

Sistema de Incentivos à Inovação. Inovação Produtiva CONDIÇÕES DE ENQUADRAMENTO

Sistema de Incentivos à Inovação. Inovação Produtiva CONDIÇÕES DE ENQUADRAMENTO Sistema de Incentivos à Inovação Inovação Produtiva CONDIÇÕES DE ENQUADRAMENTO Aviso para apresentação de candidaturas Nº 02/SI/2012 1 Índice Tipologias de Investimento... 3 Condições de Elegibilidade

Leia mais

FICHA NEGÓCIOS Vendas OnLine

FICHA NEGÓCIOS Vendas OnLine Vendas OnLine Nesta Ficha Negócios pretende-se reunir um conjunto de informação útil e pertinente para apoio do desenvolvimento desta atividade. GDEE Setembro 2015 Área de Negócio: Vendas On-line Índice

Leia mais

OFICINA DE REPARAÇÃO AUTOMÓVEL

OFICINA DE REPARAÇÃO AUTOMÓVEL OFICINA DE REPARAÇÃO AUTOMÓVEL Que resíduos produz? Segundo o Decreto-Lei nº178/2006, de 5 de Setembro, entende-se por resíduos quaisquer substâncias ou objectos de que o detentor se desfaz ou tem a intenção

Leia mais

Este documento constitui um instrumento de documentação e não vincula as instituições

Este documento constitui um instrumento de documentação e não vincula as instituições 2009L0125 PT 04.12.2012 001.001 1 Este documento constitui um instrumento de documentação e não vincula as instituições B DIRECTIVA 2009/125/CE DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO de 21 de Outubro de 2009

Leia mais

FICHA DE SEGURANÇA ANTICALCÁRIO MÁQUINA LINHA PROFISSIONAL

FICHA DE SEGURANÇA ANTICALCÁRIO MÁQUINA LINHA PROFISSIONAL Ficha de Segurança de acordo com Regulamento (CE) nº 1907/2006 (REACH). Classificação e Rotulagem de acordo com Regulamento para a Classificação, Embalagem e Rotulagem de Preparações perigosas. 1. Identificação

Leia mais

Câmara Municipal de Arraiolos

Câmara Municipal de Arraiolos Regulamento de Instalação e Funcionamento dos Estabelecimentos de Hospedagem Preâmbulo O Decreto-Lei nº. 167/97, de 4 de Julho estabelece o novo regime jurídico aplicável á instalação e funcionamento dos

Leia mais

Gestão do Consumo de Energia no Sector Turístico

Gestão do Consumo de Energia no Sector Turístico Agência Regional da Energia e Ambiente da Região Autónoma da Madeira Gestão do Consumo de Energia no Sector Turístico Funchal, 1999 Índice 1. INTRODUÇÃO... 1 2. METODOLOGIA... 4 2.1. DEFINIÇÃO DO UNIVERSO

Leia mais

WORKSHOP Plano para preservar os Recursos Hídricos da Europa (Blueprint) - Perspetivas para Portugal

WORKSHOP Plano para preservar os Recursos Hídricos da Europa (Blueprint) - Perspetivas para Portugal Eficiência dos sistemas de abastecimento de água para consumo humano WORKSHOP Plano para preservar os Recursos Hídricos da Europa (Blueprint) - Perspetivas para Portugal IPQ, 9 de abril de 2014 Os serviços

Leia mais

Guia de declaração para equipamentos de AVAC&R. (Aplicação dos DL 230/2004 e 132/2010)

Guia de declaração para equipamentos de AVAC&R. (Aplicação dos DL 230/2004 e 132/2010) (Aplicação dos DL 230/2004 e 132/2010) ÍNDICE 1 Objectivo... 3 2 Porquê esta legislação?... 3 3 Quem está abrangido?... 3 4 Quais os equipamentos abrangidos?... 3 5 Dúvidas frequentes... 5 5.1 Equipamentos

Leia mais

1. Contextualização da segurança, higiene e saúde do trabalho no regime jurídico

1. Contextualização da segurança, higiene e saúde do trabalho no regime jurídico 1. Contextualização da segurança, higiene e saúde do trabalho no regime jurídico O documento legislativo que estabelece o regime jurídico de enquadramento da segurança, higiene e saúde no trabalho é determinado

Leia mais

d) Licença ambiental de operação documento

d) Licença ambiental de operação documento I SÉRIE N.º 84 DE 13 DE JULHO DE 2007 1283 Decreto n.º 59/07 de 13 de Julho Considerando que a Lei n.º 5/98, de 19 de Junho, Lei de Bases do Ambiente, estabelece a obrigatoriedade de licenciamento das

Leia mais

Estrutura da Norma. 0 Introdução 0.1 Generalidades. ISO 9001:2001 Sistemas de Gestão da Qualidade Requisitos. Gestão da Qualidade 2005

Estrutura da Norma. 0 Introdução 0.1 Generalidades. ISO 9001:2001 Sistemas de Gestão da Qualidade Requisitos. Gestão da Qualidade 2005 ISO 9001:2001 Sistemas de Gestão da Qualidade Requisitos Gestão da Qualidade 2005 Estrutura da Norma 0. Introdução 1. Campo de Aplicação 2. Referência Normativa 3. Termos e Definições 4. Sistema de Gestão

Leia mais

TÍTULO: A nova lei do ruído. AUTORIA: Ricardo Pedro. PUBLICAÇÕES: TECNOMETAL n.º 166 (Setembro/Outubro de 2006) INTRODUÇÃO

TÍTULO: A nova lei do ruído. AUTORIA: Ricardo Pedro. PUBLICAÇÕES: TECNOMETAL n.º 166 (Setembro/Outubro de 2006) INTRODUÇÃO TÍTULO: A nova lei do ruído AUTORIA: Ricardo Pedro PUBLICAÇÕES: TECNOMETAL n.º 166 (Setembro/Outubro de 2006) INTRODUÇÃO Foi publicado no passado dia 6 de Setembro o Decreto-Lei n.º 182/2006 que transpõe

Leia mais

ESTABELECIMENTOS DE RESTAURAÇÃO E BEBIDAS [recomendações]

ESTABELECIMENTOS DE RESTAURAÇÃO E BEBIDAS [recomendações] ESTABELECIMENTOS DE RESTAURAÇÃO E BEBIDAS [recomendações] Portugal em Acção ESTABELECIMENTOS DE RESTAURAÇÃO E BEBIDAS As estruturas, as instalações e o equipamento dos estabelecimentos de restauração ou

Leia mais

Gases Fluorados com Efeito de Estufa

Gases Fluorados com Efeito de Estufa Gases Fluorados com Efeito de Estufa APIRAC 3.º Encontro Nacional de Instaladores Auditório do Exposalão - Batalha 23.04.2014 Gases Fluorados com Efeito de Estufa Legislação em vigor Transição (ODS ->

Leia mais

Nota Técnica sobre Instalação PCIP

Nota Técnica sobre Instalação PCIP Nota Técnica sobre Instalação PCIP De acordo com o previsto no art 2º do Decreto-Lei 173/2008 de 26 de Agosto que estabelece o regime jurídico relativo à prevenção e controlo integrados de poluição (Diploma

Leia mais

DESTAQUE. I Introdução

DESTAQUE. I Introdução DESTAQUE Abril de 2011 BREVES NOTAS SOBRE AS PRINCIPAIS ALTERAÇÕES AO REGIME DOS DIREITOS REAIS DE HABITAÇÃO PERIÓDICA I Introdução O regime dos Direitos Reais de Habitação Periódica ( DRHP ), regulado

Leia mais

Avis juridique important 31991L0412

Avis juridique important 31991L0412 Avis juridique important 31991L0412 Directiva 91/412/CEE da Comissão, de 23 de Julho de 1991, que estabelece os princípios e directrizes das boas práticas de fabrico de medicamentos veterinários Jornal

Leia mais