Boas Práticas Ambientais. Hotéis e Pousadas

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Boas Práticas Ambientais. Hotéis e Pousadas"

Transcrição

1 Hotéis e Pousadas 2008

2 Índice Introdução Principais Resultados Utilização Racional de Energia Gestão de Resíduos Uso Eficiente da Água Certificação Ambiental Conceitos 2

3 Introdução A estratégia nacional de desenvolvimento sustentável (ENDS) é um dos compromissos internacionais que Portugal assumiu no âmbito da Agenda 21. O desenvolvimento sustentável do turismo, deverá conciliar, segundo a OMT, as necessidades dos turistas de hoje e das regiões de acolhimento e simultaneamente proteger e criar oportunidades para o futuro, sendo encarado como um meio de gestão dos recursos ambientais, respeitando a autenticidade sociocultural das comunidades anfitriãs, assegurando uma actividade económica viável a longo prazo e oferecendo benefícios socioeconómicos a todos os agentes. O inquérito ao alojamento, sobre boas práticas ambientais no âmbito do turismo teve como objectivo analisar a evolução, desde 2006 (ano da realização do 1º inquérito), das boas práticas ambientais por parte dos hotéis e das pousadas e contribuir para uma maior sensibilização dos empresários para as vantagens decorrentes da diminuição dos impactos ambientais gerados pela actividade, quer no plano da gestão, quer em termos de posicionamento no mercado. Neste contexto, qualquer que seja a estratégia futura de desenvolvimento adoptada, deverá pressupor o conhecimento das potencialidades do país nos vários domínios, cujo comportamento deverá ser avaliado na análise de indicadores diversos. 3

4 Principais resultados Do total de hotéis e pousadas existentes em Portugal, 72% accionou medidas concretas no sentido de minorar o consumo de energia. A utilização de lâmpadas economizadoras de energia foi adoptada por 95% dos estabelecimentos, enquanto que o aproveitamento de energia solar para aquecimento de água não foi além de 17%. Mais de 90% dos hotéis de 5* cumprem a generalidade das medidas, com excepção do aproveitamento de energia solar que existe com maior frequência nas pousadas. Na questão relacionada com o uso eficiente de água, apenas 51% dos estabelecimentos estão sensibilizados para esta questão ambiental. A medida mais facilmente adoptada (em 78% dos estabelecimentos), e com maior frequência nas pousadas (em 91% destas unidades), é a mudança de toalhas e lençóis a pedido dos hóspedes. De salientar que dos 61% de estabelecimentos que possui espaços verdes, apenas 23% utiliza água de qualidade inferior para rega ou lavagens. Autoclismos de baixo consumo de água, com cargas diferenciadas existem em 77% dos hotéis de 5* e em 73% das pousadas. De uma forma generalizada, 62% dos estabelecimentos inquiridos fazem gestão cuidada dos resíduos, sendo o processo de recolha selectiva o mais adoptado e referido por 89% dos estabelecimentos. A utilização de resíduos orgânicos para compostagem não é prática comum dos estabelecimentos hoteleiros e apenas 22% das unidades referem essa medida. Todos os hotéis de 5* fazem recolha selectiva dos resíduos e 82% das pousadas não coloca à disposição produtos descartáveis ou de utilização única, excepto o exigido por lei, seguindo-se-lhe os hotéis de 3* e 4* com 79% e 71% de referências, respectivamente. Embora equacionando a possibilidade de vir a aderir a algum sistema de certificação ambiental (opinião de 92% dos estabelecimentos inquiridos), a percentagem das unidades que a possui efectivamente é de 5%. As normas ISO são ferramentas de gestão ambiental utilizadas em 6% dos estabelecimentos, o rótulo ecológico existe em 5% e o sistema comunitário de eco-gestão e auditoria EMAS é referido por 3% das unidades. Em 27% das pousadas que aderiram a certificação ambiental existe o sistema comunitário EMAS e em 11% rótulo ecológico. Os hotéis 5* destacam-se com níveis de adesão praticamente nulos. 4

5 Utilização racional de energia Em 2008, os hotéis e as pousadas denotam ter assumido, face a 2006, uma maior preocupação nos comportamentos adoptados de forma a minorar o consumo de energia, já que 72% desses estabelecimentos (66% em 2006) accionaram medidas concretas nesse sentido. Efectivamente de 80% a 85% dos estabelecimentos possuía, em 2008, sistemas de ar condicionado eficientes (igual percentagem em 2006), isolamento térmico e acústico das janelas (78% em 2006) e sistemas automáticos de controlo de luzes. A utilização de sistemas automáticos de controlo de luzes registou o maior acréscimo no número de estabelecimentos que a ela aderiram (+11 p.p. que em 2006) e o uso de lâmpadas economizadoras de energia foi a medida mais frequentemente adoptada (95% das unidades em 2008 e 88% em 2006). A utilização de energia solar para aquecimento de água continua a ser a menos pontuada, embora revelando um acréscimo de 4 p.p. entre os dois anos em análise. Algarve (76% do total), Lisboa e Centro (74%) são as regiões cujas unidades mais aderiram aos processos referidos. Utilização racional de energia [2008] 17% 95% 85% 82% 80% 83% 5% 15% 18% 20% Utilização de lâmpadas economizadoras de energia Instalação de sistemas automáticos de controlo de luzes Grau elevado de isolamento térmico e acústico das janelas Utilização de sistemas de ar condicionado eficientes Aproveitamento de energia solar para aquecimento de água 5

6 Analisando as questões relacionadas com a utilização racional de energia, desagregadas por categorias de estabelecimentos, conclui-se que, embora com alguma predominância dos hotéis de 5*, todas as restantes categorias de hotéis denotam uma crescente preocupação na adopção de medidas, tendo aumentado o número de hotéis a utilizarem lâmpadas economizadoras de energia, sistemas automáticos de controlo de luzes e a procederem ao isolamento térmico e acústico das janelas (esta questão registou um ligeira quebra em relação aos hotéis de 4*). As pousadas apresentaram, de 2006 para 2008, um decréscimo de 10 p.p. no número de unidades a adoptarem sistemas automáticos de controlo de luzes. Na questão da utilização de sistemas de ar condicionado eficientes, 90% dos hotéis de 5* e das pousadas adoptaram esse sistema (66% e 76% em 2006, respectivamente). A medida menos utilizada em todos as unidades foi o aproveitamento de energia solar para aquecimento de água, com as pousadas (46% do total de estabelecimentos existentes) e os hotéis de 3* (20%) a assumirem as percentagens mais elevadas. Utilização racional de energia % relativa ao total de estabelecimentos por categorias 17% 90% 93% 97% 97% 3% 66% 86% 69% 79% 78% 11% 11% 20% 82% 88% 76% 79% 86% 83% 83% 84% 14% 84% 80% 76% 46% 90% 73% 52% 55% 13% 76% 65% 94% 90% 95% 87% 91% 91% Hotéis 5* Hotéis 4* Hotéis 3* Pousadas Aproveitamento de energia solar para aquecimento de água Utilização de sistemas de ar condicionado eficientes Grau elevado de isolamento térmico e acústico das janelas Instalação de sistemas automáticos de controlo de luzes Utilização de lâmpadas economizadoras de energia 6

7 Gestão de resíduos De um modo global, apenas 62% dos hotéis e das pousadas fazem gestão apropriada dos resíduos, embora os valores obtidos em 2008 face a 2006 sejam conclusivos de uma gradual adesão a estas medidas. De facto, no que respeita ao processo de recolha selectiva, verifica-se que 89% dos estabelecimentos aderiram a esta prática (80% em 2006), e que a não colocação à disposição, de produtos descartáveis ou de utilização única, já é opção em 74% dos estabelecimentos (68% em 2006). O processo de utilização de resíduos orgânicos para compostagem só é adoptado em 22% das unidades hoteleiras (14% em 2006). Madeira e Lisboa são as regiões onde estas medidas são extensíveis a mais unidades. No caso da Madeira abrange 76% do total dos estabelecimentos e em Lisboa, 65%. As regiões com menos unidades a adoptarem estas boas práticas são os Açores com 52% e o Alentejo com 59% dos estabelecimentos. Utilização de resíduos orgânicos para compostagem colocar à disposição produtos descartáveis ou de utilização única, excepto o exigido por lei Existência de recipientes para recolha selectiva (vidro, papel, embalagens) 22% 26% 11% 78% 74% 89% 7

8 Na desagregação por categorias de estabelecimentos verifica-se que, das medidas analisadas, a existência de recipientes para recolha selectiva é prática frequente nas categorias de hotéis analisadas (no caso dos hotéis de 5* abrange mesmo a totalidade das unidades). A recolha selectiva é efectuada em 64% das pousadas existentes. Relativamente à opção de não colocar à disposição produtos descartáveis ou de utilização única (excepto o que a lei prevê), 82% das pousadas procede desta forma, bem como 79% dos hotéis de 3*. Os hotéis de 5* apresentaram, nesta opção, o valor mínimo (62% do total). No que respeita à utilização de resíduos orgânicos para compostagem, já se referiu que é a medida menos posta em prática pelos hoteleiros. De facto só 36% dos hotéis de 5* a adoptaram e no caso das pousadas não ultrapassou 9% dos estabelecimentos. Esses hotéis de 5* estão situados maioritariamente nas regiões de Lisboa (45%) e da Madeira (36%). Gestão de resíduos % relativa ao total de estabelecimentos por categorias 36% 25% 18% 17% 16% 15% 9% 62% 67% 71% 67% 79% 5% 71% 82% 62% 100% 93% 94% 87% 84% 76% 64% 65% Hotéis de 5* Hotéis de 4* Hotéis de 3* Pousadas Utilização de resíduos orgânicos para compostagem colocar à disposição produtos descartáveis ou de utilização única Existência de recipientes para recolha selectiva 8

9 Uso eficiente da água Na questão relacionada com o uso eficiente da água constata-se que algum trabalho de sensibilização ainda está por fazer, já que 51% dos hotéis e pousadas em Portugal ainda não adoptaram algumas das principais medidas, como por exemplo, a utilização de temporizadores nas torneiras. Este sistema só existe em 33% dos estabelecimentos (28% em 2006). Verifica-se também que 61% das unidades possui espaços verdes, mas apenas 23% (19% em 2006) utiliza água de qualidade inferior para rega ou lavagens e que 48% (41% em 2006) dispõe de sistemas de rega automáticos com controlo do grau de humidade. A medida mais utilizada (em 78% dos estabelecimentos) é a mudança de toalhas e lençóis a pedido dos hóspedes. Das medidas enumeradas verifica-se, no entanto, um aumento de adesão face a 2006 tendo sido a utilização de autoclismo de baixo consumo a acção que registou o acréscimo de adesão mais significativo (+16 p.p.). Sob o ponto de vista regional conclui-se que 65% dos estabelecimentos da Madeira, 51% do Centro e 49% de Lisboa foram os que mais contribuíram para que o consumo de água seja controlado de um modo mais eficiente. Uso eficiente da água [2008] 62% 23% 48% 78% 33% 38% 77% 52% 22% 67% Autoclismo de baixo consumo de água (cargas diferenciadas) Utilização de água de qualidade inferior para rega ou lavagens Instalação de sistemas automáticos de rega com controlo do grau de humidade M udança de toalhas e lençóis a pedido dos hóspedes Utilização de temporizadores nas torneiras 9

10 Na desagregação do tema sobre o uso eficiente da água por categorias de estabelecimentos, constata-se que, a mudança de toalhas e lençóis a pedido dos hóspedes é um comportamento adoptado por 91% das pousadas e 81% dos hotéis de 4* e autoclismos de baixo consumo de água (cargas diferenciadas) existem em 77% dos hotéis de 5* e em 73% das pousadas. Em contrapartida, a utilização de temporizadores nas torneiras e de aproveitamento de água de qualidade inferior para rega ou lavagens ainda são práticas de certa forma pouco habituais, em algumas categorias de estabelecimentos. Efectivamente é nos hotéis de 5* onde essa medida está mais implementada (em 47% das suas unidades) e nas pousadas apenas existe em 9% dos seus estabelecimentos. Os hotéis de 5* detêm também a percentagem máxima (39%) das unidades que utilizam água de qualidade inferior para rega ou lavagens. De referir, no entanto, que a grande maioria das acções referidas registaram acréscimos significativos em relação ao estudo efectuado em 2006, sendo de destacar o aumento do número de pousadas e hotéis de 5* que passaram a utilizar autoclismos de baixo consumo. Uso eficiente da água % relativa ao total de estabelecimentos por categorias 47% 34% 9% 72% 31% 36% 30% 81% 24% 91% 69% 62% 79% 75% 62% 52% 40% 39% 54% 78% 43% 25% 38% 35% 27% 15% 31% 17% 23% 77% 69% 73% 37% 54% 38% 50% 50% 10% 14% Hotéis 5* Hotéis 4* Hotéis 3* Pousadas Utilização de temporizadores nas torneiras Mudança de toalhas e lençóis a pedido dos hóspedes Instalação de sistemas de rega com controlo do grau de humidade Utilização de água de qualidade inferior para rega ou lavagens Autoclismos de baixo consumo de água (cargas diferenciadas) 10

11 Certificação ambiental Os hotéis e as pousadas em Portugal equacionam a possibilidade de vir a aderir a algum sistema de certificação ambiental, conforme a opinião de 92% dos estabelecimentos inquiridos, mas a percentagem de unidades que possui efectivamente essa certificação é baixa (5%), mantendo-se praticamente inalterável desde As normas ISO são utilizadas como ferramenta de gestão ambiental em apenas 6% dos estabelecimentos inquiridos e o sistema comunitário de eco-gestão e auditoria EMAS é extensível a 3% e estas percentagens mantêm-se sem alterações desde Centro, Norte e Açores são as regiões com mais unidades a possuírem certificação ambiental, mas que não ultrapassou os 7% dos estabelecimentos para a região Centro e 6% para as regiões do Norte e Açores. Normas ISO Sistema comunitário de eco-gestão e auditoria EMAS Rótulo ecológico 6% 3% 5% 94% 97% 95% 11

12 Na desagregação destes sistemas de certificação ambiental por categorias de estabelecimentos, destacam-se as pousadas em que o sistema comunitário de eco-gestão e auditoria EMAS existe em 27% das suas unidades (+3 p.p. que em 2006) e em 11% é utilizado o sistema do rótulo ecológico. Os hotéis de 4* e 3* denotam pouca preocupação na adopção destes sistemas de certificação e as normas ISO e o rótulo ecológico continuam a evidenciar uma implementação muito reduzida. Dos estabelecimentos analisadas, os hotéis de 5* são os que detêm os níveis de adesão mais baixos e sem evolução significativa em relação a Certificação ambiental % relativa ao total de estabelecimentos por categorias 12% 11% 13% 3% 6% 6% 27% 5% 24% 1% 2% 3% 8% 9% 3% 6% 3% 4% 1% 2% Hotéis de 5* Hotéis de 4* Hotéis de 3* Pousadas Rótulo ecológico Sistema comunitário de eco-gestão e auditoria EMAS Normas ISO

13 Conceitos EMAS II - O EMAS (Eco Management and Audit Scheme) é o Sistema Comunitário de Ecogestão e Auditoria, instituído pelo Regulamento (CEE) nº 1836/93, de 29 de Junho, revisto no Regulamento (CE) n.º 761/2001, de 19 de Março e posteriormente alterado o anexo I pelo Regulamento (CE) nº 196/2006, de 3 de Fevereiro. O Decreto-Lei nº 142/2002, de 20 de Maio designa as entidades responsáveis pelo Sistema Português de Ecogestão e Auditoria (EMAS), para assegurar a aplicação na ordem jurídica interna do Regulamento (CE) nº 761/2001, do Parlamento Europeu e do Conselho, de 19 de Março. É um mecanismo voluntário destinado a empresas e organizações que querem comprometer-se a avaliar, gerir e melhorar o seu desempenho ambiental, possibilitando evidenciar, perante terceiros e de acordo com os respectivos referenciais, a credibilidade do seu sistema de gestão ambiental e do seu desempenho ambiental. Deste modo, o EMAS é estabelecido numa organização visando a avaliação e melhoria do desempenho ambiental e o fornecimento de informação relevante ao público e outras partes interessadas em termos de prestação ambiental e de comunicação da mesma. O EMAS é, actualmente o sistema de gestão ambiental mais credível e robusto do mercado, tendo por base quatro pilares: Melhoria contínua do desempenho ambiental, cumprimento da legislação ambiental, informação pública através da declaração ambiental e participação dos trabalhadores. A Agência Portuguesa do Ambiente é o Organismo Competente no âmbito do EMAS. Rótulo Ecológico - Instrumento de reconhecimento de qualidade ambiental, promovido pela União Europeia, aplicável aos serviços de alojamento turístico, entre outros tipos de produtos. Os critérios de atribuição do rótulo ecológico a serviços de alojamento turístico visam limitar os principais impactos ambientais do ciclo de vida do serviço, tais como, diminuir o consumo de energia e água, limitar a produção de resíduos, favorecer a utilização de recursos renováveis e de substâncias menos perigosas para o ambiente e promover a comunicação e a educação ambientais. 13

14 ISO Norma internacional, voluntária que especifica requisitos para a implementação de um Sistema de Gestão Ambiental (SGA) numa organização de qualquer dimensão ou tipo e objectivo de melhoria contínua do seu desempenho ambiental. Possibilita desenvolver e implementar uma política e objectivos que têm em linha de conta os requisitos legais e outros, bem como informação relativa a aspectos ambientais relevantes. Aplica-se a aspectos ambientais que as organizações identificam como os que podem controlar e influenciar. A certificação em conformidade com a norma é emitida pelos Organismos de Certificação reconhecidos pelo Instituto Português da Acreditação. 14

Boas Práticas Ambientais. Empreendimentos Turísticos

Boas Práticas Ambientais. Empreendimentos Turísticos Empreendimentos Turísticos 2012 Índice Sumário Executivo Introdução Utilização eficiente de energia Principais fontes de energia Utilização eficiente de água Principais fontes de abastecimento de água

Leia mais

Desempenho Ambiental do Alojamento em Portugal 2013. Boas Práticas nos Estabelecimentos Hoteleiros, Aldeamentos e Apartamentos Turísticos

Desempenho Ambiental do Alojamento em Portugal 2013. Boas Práticas nos Estabelecimentos Hoteleiros, Aldeamentos e Apartamentos Turísticos Desempenho Ambiental do Alojamento em Portugal 2013 Boas Práticas nos Estabelecimentos Hoteleiros, Aldeamentos e Apartamentos Turísticos ÍNDICE Sumário Executivo Introdução Utilização eficiente da energia

Leia mais

Boas Práticas Ambientais. Empreendimentos Turísticos

Boas Práticas Ambientais. Empreendimentos Turísticos Empreendimentos Turísticos 2011 Índice Sumário Executivo Introdução Utilização eficiente da energia Principais fontes de energia Utilização eficiente da água Gestão de resíduos Certificação Referências

Leia mais

COMISSÃO DE ASSUNTOS PARLAMENTARES, AMBIENTE E TRABALHO RELATÓRIO E PARECER SOBRE A PROPOSTA DE RESOLUÇÃO N.º 0005/2005 PARA UMA

COMISSÃO DE ASSUNTOS PARLAMENTARES, AMBIENTE E TRABALHO RELATÓRIO E PARECER SOBRE A PROPOSTA DE RESOLUÇÃO N.º 0005/2005 PARA UMA RELATÓRIO E PARECER SOBRE A PROPOSTA DE RESOLUÇÃO N.º 0005/2005 PARA UMA ASSEMBLEIA AMIGA DO AMBIENTE Ponta Delgada, 13-1 - de Abril de 2005 RELATÓRIO E PARECER SOBRE A PROPOSTA DE RESOLUÇÃO N.º 0005/2005

Leia mais

Critérios de classificação:

Critérios de classificação: É com enorme satisfação que informamos que foi atribuído pelo ICNF o reconhecimento da ArcosHouse como Empreendimento de Turismo de Natureza. Critérios de classificação: Critérios para Reconhecimento (nº

Leia mais

MINISTÉRIO DA ECONOMIA E INOVAÇÃO

MINISTÉRIO DA ECONOMIA E INOVAÇÃO MINISTÉRIO DA ECONOMIA E INOVAÇÃO Direcção de Serviços de Estudos e Estratégia Turísticos Divisão de Recolha e Análise Estatística Índice Introdução Proveito Médio de Aposento Conceitos Anexos Proveitos

Leia mais

Turismo e Água Proteger o nosso futuro comum Dia Mundial do Turismo 2013

Turismo e Água Proteger o nosso futuro comum Dia Mundial do Turismo 2013 Turismo e Água Proteger o nosso futuro comum Dia Mundial do Turismo 2013 Caraterização das práticas relacionadas com o consumo de água nas empresas de alojamento turístico de Montemor-o-Novo Anualmente,

Leia mais

MINISTÉRIO DA ECONOMIA E DA INOVAÇÃO

MINISTÉRIO DA ECONOMIA E DA INOVAÇÃO MINISTÉRIO DA ECONOMIA E DA INOVAÇÃO Índice Introdução Preço Médio por Dormida Proveito Médio de Aposento por Cama Conceitos Anexos 2 Introdução Com base em indicadores estatísticos disponibilizados pelo

Leia mais

SISTEMA GESTÃO AMBIENTAL - SGA

SISTEMA GESTÃO AMBIENTAL - SGA SISTEMA GESTÃO AMBIENTAL - SGA SISTEMA GESTÃO AMBIENTAL - SGA Ciclo de melhoria contínua conhecido como Ciclo PDCA (Plan-Do-Check-Act) EMAS METODOLOGIA FASEADA DE IMPLEMENTAÇÃO FASEADA DO EMAS In, APA,

Leia mais

Actualização de dados da Declaração Ambiental

Actualização de dados da Declaração Ambiental Actualização de dados da Declaração Ambiental 2 0 0 5 G U I M A R Ã E S REG. Nº P-000014 Actualização de dados da Declaração Ambiental 2005 Índice 1. Política de Qualidade e Ambiente 4 2. Aspectos Gerais

Leia mais

Formulário de Candidatura para admissão como membro do Cluster 2Bparks

Formulário de Candidatura para admissão como membro do Cluster 2Bparks Formulário de Candidatura para admissão como membro do Cluster 2Bparks Eu, abaixo-assinado/a, declaro que a organização que represento solicita a sua admissão como Membro do Cluster Ambiental 2Bparks e

Leia mais

O âmbito geográfico deste estudo é Portugal continental e as regiões autónomas da Madeira e dos Açores. Saidas. Entradas. Mudanças de emprego

O âmbito geográfico deste estudo é Portugal continental e as regiões autónomas da Madeira e dos Açores. Saidas. Entradas. Mudanças de emprego Mobilidade dos Trabalhadores ESTATÍSTICAS STICAS em síntese O presente estudo baseia-se nas informações que integram a base do Sistema de Informação Longitudinal de Empresas, Estabelecimentos e Trabalhadores

Leia mais

Responsabilidade Social em Portugal 2013. Boas Práticas nos Estabelecimentos Hoteleiros, Aldeamentos e Apartamentos Turísticos

Responsabilidade Social em Portugal 2013. Boas Práticas nos Estabelecimentos Hoteleiros, Aldeamentos e Apartamentos Turísticos Responsabilidade Social em Portugal 2013 Boas Práticas nos Estabelecimentos Hoteleiros, Aldeamentos e Apartamentos Turísticos ÍNDICE Sumário Executivo Introdução Caracterização Social Vínculo laboral dos

Leia mais

Sistema de Incentivos

Sistema de Incentivos Sistema de Incentivos Qualificação e Internacionalização de PME amrconsult 13 de Maio de 2010 1 Agenda 1 Enquadramento 2 Condições de elegibilidade 3 Despesas elegíveis 4 Incentivo 2 1 Enquadramento 3

Leia mais

Barómetro de Conjuntura. Estabelecimentos Hoteleiros, Aldeamentos e Apartamentos Turísticos. verão 2014

Barómetro de Conjuntura. Estabelecimentos Hoteleiros, Aldeamentos e Apartamentos Turísticos. verão 2014 verão 2014 Índice Sumário Executivo Perspetivas de evolução da procura para o verão 2014 NUTS II NUTS II por Mercados Perspetivas de evolução da procura para o inverno 2014/15 NUTS II 2 Sumário Executivo

Leia mais

Gestão Ambiental no Sector da Saúde da Região do Algarve

Gestão Ambiental no Sector da Saúde da Região do Algarve Gestão Ambiental no Sector da Saúde da Região do Algarve Organização dos Serviços de Saúde Região do Algarve Nacional Ministério da Saúde Regional ARS Algarve ARS Alentejo ARS Lisboa e Vale do Tejo ARS

Leia mais

Aceitaram responder ao questionário os seguintes estabelecimentos: * Hotel Hórus - Actividades Hoteleiras S.A. ( www.hotelhorus.

Aceitaram responder ao questionário os seguintes estabelecimentos: * Hotel Hórus - Actividades Hoteleiras S.A. ( www.hotelhorus. Relatório acerca dos dados recolhidos com o questionário sobre políticas de protecção ambiental, dirigido a estabelecimentos hoteleiros do concelho de Felgueiras Aceitaram responder ao questionário os

Leia mais

O ALOJAMENTO NO TERRITÓRIO DOURO ALLIANCE - EIXO URBANO DO DOURO

O ALOJAMENTO NO TERRITÓRIO DOURO ALLIANCE - EIXO URBANO DO DOURO O ALOJAMENTO NO TERRITÓRIO DOURO ALLIANCE - EIXO URBANO DO DOURO Vila Real, Março de 2012 ÍNDICE INTRODUÇÃO... 4 CAPITULO I Distribuição do alojamento no Território Douro Alliance... 5 CAPITULO II Estrutura

Leia mais

Política da Nestlé sobre Sustentabilidade Ambiental

Política da Nestlé sobre Sustentabilidade Ambiental Política da Nestlé sobre Sustentabilidade Ambiental Política da Nestlé sobre Sustentabilidade Ambiental A Nestlé, na qualidade de Companhia líder em Nutrição, Saúde e Bem-Estar, assume o seu objectivo

Leia mais

Desafios da Certificação Ambiental em Portugal

Desafios da Certificação Ambiental em Portugal Desafios da Certificação Ambiental em Portugal Nuno Videira Paula Antunes nmvc@fct.unl.pt mpa@fct.unl.pt Departamento de Ciências e Engenharia do Ambiente 1. A certificação ambiental e as estratégias das

Leia mais

Seminário CNIS - APCER QUALIDADE - Pressuposto de Diferenciação. Qualidade e Certificação

Seminário CNIS - APCER QUALIDADE - Pressuposto de Diferenciação. Qualidade e Certificação Seminário CNIS - APCER QUALIDADE - Pressuposto de Diferenciação Qualidade e Certificação 27 de Outubro de 2007 Gabriela Lopes Direcção de Certificação e de Auditores www.apcer.pt Agenda O que é a certificação?

Leia mais

Barómetro de Conjuntura inverno 2014/15. Agências de Viagens

Barómetro de Conjuntura inverno 2014/15. Agências de Viagens Barómetro de Conjuntura inverno 2014/15 Agências de Viagens ÍNDICE Sumário Executivo 3 da procura - inverno 2014/15 Portugal - NUTS II Portugal - Principais NUTS II Principais 4 5 6 da procura - verão

Leia mais

A Normalização e a Gestão do Risco

A Normalização e a Gestão do Risco A Normalização e a Gestão do Risco ISO 26000 e a Gestão do Risco 22 de Maio 2014 João Simião Algumas reflexões para partilhar 2 Curiosidades sobre riscos Sabia que o termo risco (risk) é referido em 141

Leia mais

A certificação de Qualidade para a Reparação Automóvel.

A certificação de Qualidade para a Reparação Automóvel. A certificação de Qualidade para a Reparação Automóvel. Projecto A Oficina+ ANECRA é uma iniciativa criada em 1996, no âmbito da Padronização de Oficinas ANECRA. Este projecto visa reconhecer a qualidade

Leia mais

ORIENTAÇÕES NO ÂMBITO DA ELABORAÇÃO DA DECLARAÇÃO AMBIENTAL E RESPETIVAS

ORIENTAÇÕES NO ÂMBITO DA ELABORAÇÃO DA DECLARAÇÃO AMBIENTAL E RESPETIVAS ORIENTAÇÕES NO ÂMBITO DA ELABORAÇÃO DA DECLARAÇÃO AMBIENTAL E RESPETIVAS I. Objetivo ATUALIZAÇÕES As Declarações Ambientais (DA) elaboradas no âmbito do Sistema Comunitário de Ecogestão e Auditoria, devem

Leia mais

Turismo no Espaço Rural. A oferta e a procura no TER

Turismo no Espaço Rural. A oferta e a procura no TER A oferta e a procura no TER 2007 Índice Introdução Capacidade de alojamento Estimativa de dormidas Taxas de ocupação-cama Anexos 2 Introdução. Em 2007 estavam em funcionamento em Portugal 1.023 unidades

Leia mais

PARLAMENTO EUROPEU E CONSELHO

PARLAMENTO EUROPEU E CONSELHO 27.4.2001 PT Jornal Oficial das Comunidades Europeias L 118/41 II (Actos cuja publicação não é uma condição da sua aplicabilidade) PARLAMENTO EUROPEU E CONSELHO RECOMENDAÇÃO DO PARLAMENTO EUROPEU E DO

Leia mais

Benefícios da Certificação para a Administração Pública

Benefícios da Certificação para a Administração Pública Benefícios da Certificação para a Administração Pública Hélder Estradas, 7 de Maio de 2008 Agenda 1 - Resumo Histórico da Certificação em Portugal; 2 - Vantagens da Certificação; 3 - Processo de Certificação.

Leia mais

AUDITORIAS INTERNAS DO AMBIENTE ISO 14001:2004. de acordo com ISO 19011:2002

AUDITORIAS INTERNAS DO AMBIENTE ISO 14001:2004. de acordo com ISO 19011:2002 AUDITORIAS INTERNAS DO AMBIENTE ISO 14001:2004 de acordo com ISO 19011:2002 Antes de começar Este curso está suportado: Nas Normas Internacionais ISO 14001:2004 e ISO 19011:2002 2 Objectivos No final da

Leia mais

AUDITORIAS DE VALOR FN-HOTELARIA, S.A.

AUDITORIAS DE VALOR FN-HOTELARIA, S.A. AUDITORIAS DE VALOR FN-HOTELARIA, S.A. Empresa especializada na concepção, instalação e manutenção de equipamentos para a indústria hoteleira, restauração e similares. Primeira empresa do sector a nível

Leia mais

Certificação das Entidades de Acção Social. Soluções e Desafios. rita.porto@apcer.pt Lisboa, 11 de Dezembro. Orador: www.apcer.pt.

Certificação das Entidades de Acção Social. Soluções e Desafios. rita.porto@apcer.pt Lisboa, 11 de Dezembro. Orador: www.apcer.pt. Certificação das Entidades de Acção Social Soluções e Desafios rita.porto@apcer.pt Lisboa, 11 de Dezembro www.apcer.pt AGENDA 0. Apresentação da actividade da APCER 1. Actuais exigências e necessidades

Leia mais

Instituto Superior Politécnico de Viseu. SÉRIE - ISO 14000 - Gestão Ambiental. José Vicente Ferreira

Instituto Superior Politécnico de Viseu. SÉRIE - ISO 14000 - Gestão Ambiental. José Vicente Ferreira Instituto Superior Politécnico de Viseu SÉRIE - ISO 14000 - Gestão Ambiental José Vicente Ferreira SÉRIE ISO 14000 Gestão Ambiental Sistema Gestão Ambiental Análise Ciclo Vida Avaliação Performance Ambiental

Leia mais

CENSOS 2011: Parque habitacional (Resultados pré-provisórios)

CENSOS 2011: Parque habitacional (Resultados pré-provisórios) 08 de novembro de 2011 Censos 2011 21 de março de 2011 CENSOS 2011: Parque habitacional (Resultados pré-provisórios) Dada a importância que o tema reveste, no quadro da preparação dos resultados provisórios

Leia mais

Qpoint Rumo à Excelência Empresarial

Qpoint Rumo à Excelência Empresarial 2 PRIMAVERA BSS Qpoint Rumo à Excelência Empresarial Numa era em que a competitividade entre as organizações é decisiva para o sucesso empresarial, a aposta na qualidade e na melhoria contínua da performance

Leia mais

AVALIAÇÃO DA SATISFAÇÃO DO CLIENTE NOS SERVIÇOS SAGRA ONLINE

AVALIAÇÃO DA SATISFAÇÃO DO CLIENTE NOS SERVIÇOS SAGRA ONLINE AVALIAÇÃO DA SATISFAÇÃO DO CLIENTE NOS SERVIÇOS SAGRA ONLINE Relatório de Apreciação Ref.ª IT 08/82/2007 1. Introdução No Centro Operativo e de Tecnologia de Regadio (COTR) a qualidade é encarada como

Leia mais

Índice. rota 3. Enquadramento e benefícios 6. Comunicação Ética 8. Ética nos Negócios 11. Promoção para o Desenvolvimento Sustentável 13. Percurso 1.

Índice. rota 3. Enquadramento e benefícios 6. Comunicação Ética 8. Ética nos Negócios 11. Promoção para o Desenvolvimento Sustentável 13. Percurso 1. rota 3 CLIENTES Rota 3 Índice Enquadramento e benefícios 6 Percurso 1. Comunicação Ética 8 Percurso 2. Ética nos Negócios 11 Percurso 3. Promoção para o Desenvolvimento Sustentável 13 responsabilidade

Leia mais

IMPORTÂNCIA ESTRATÉGICA DA PROTECÇÃO DOS PRODUTOS TRADICIONAIS PORTUGUESES

IMPORTÂNCIA ESTRATÉGICA DA PROTECÇÃO DOS PRODUTOS TRADICIONAIS PORTUGUESES IMPORTÂNCIA ESTRATÉGICA DA PROTECÇÃO DOS PRODUTOS TRADICIONAIS PORTUGUESES A valorização comercial dos produtos agrícolas e dos géneros alimentícios que, ou pela sua origem ou pelos seus modos particulares

Leia mais

2013 4º Trimestre. Preços médios ao Balcão. Sumário Executivo

2013 4º Trimestre. Preços médios ao Balcão. Sumário Executivo Sumário Executivo Na presente informação, divulgam-se os preços médios de Aposento (b&b), Meia Pensão (h&b) e Pensão Completa (f&b) praticados ao balcão, no 4.º Trimestre de 2013, pelos hotéis e pousadas,

Leia mais

ANA Aeroportos de Portugal Aeroportos e Ruído: Uma Gestão de Compromisso

ANA Aeroportos de Portugal Aeroportos e Ruído: Uma Gestão de Compromisso ANA Aeroportos de Portugal Aeroportos e Ruído: Uma Gestão de Compromisso O ruído tem vindo a assumir um lugar de destaque no conjunto de preocupações dos cidadãos em matéria ambiental. De acordo com informação

Leia mais

Manual do Revisor Oficial de Contas. Directriz de Revisão/Auditoria 701

Manual do Revisor Oficial de Contas. Directriz de Revisão/Auditoria 701 Directriz de Revisão/Auditoria 701 RELATÓRIO DE AUDITORIA ELABORADO POR AUDITOR REGISTADO NA CMVM SOBRE INFORMAÇÃO ANUAL Fevereiro de 2001 ÍNDICE Parágrafos INTRODUÇÃO 1-4 OBJECTIVO 5-6 RELATÓRIO DE AUDITORIA

Leia mais

COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS

COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS Bruxelas, 8.10.2007 SEC(2007)907 DOCUMENTO DE TRABALHO DOS SERVIÇOS DA COMISSÃO documento de acompanhamento da Comunicação da Comissão sobre um programa para ajudar as

Leia mais

Click to edit Master text styles Second level Third level Fourth level Fifth level. A Importância da Certificação da Qualidade

Click to edit Master text styles Second level Third level Fourth level Fifth level. A Importância da Certificação da Qualidade A Importância da Certificação da Qualidade Seminário "Qualidade e Sustentabilidade das Organizações Sociais Marco de Canaveses, 17 de Fevereiro de 2011 1 Programa Apresentação do Grupo SGS Qualidade e

Leia mais

Residentes no estrangeiro sustentam ligeiro aumento nas dormidas

Residentes no estrangeiro sustentam ligeiro aumento nas dormidas Atividade Turística Dezembro de 2012 14 de fevereiro de 2013 Residentes no estrangeiro sustentam ligeiro aumento nas dormidas As dormidas na hotelaria atingiram 1,7 milhões em dezembro 2012, mais 1,9%

Leia mais

Referenciais da Qualidade

Referenciais da Qualidade 2008 Universidade da Madeira Grupo de Trabalho nº 4 Controlo da Qualidade Referenciais da Qualidade Raquel Sousa Vânia Joaquim Daniel Teixeira António Pedro Nunes 1 Índice 2 Introdução... 3 3 Referenciais

Leia mais

RELATÓRIO DE CONJUNTURA AEP / GABINETE DE ESTUDOS

RELATÓRIO DE CONJUNTURA AEP / GABINETE DE ESTUDOS HOTELARIA RELATÓRIO DE CONJUNTURA AEP / GABINETE DE ESTUDOS Julho de 2005 A actividade da hotelaria insere-se na CAE 55 Alojamento e Restauração, que, por sua vez, integra o sector do turismo, um dos sectores

Leia mais

Sistema de Gestão da Qualidade e Certificação. Nuno Gonçalves

Sistema de Gestão da Qualidade e Certificação. Nuno Gonçalves Sistema de Gestão da Qualidade e Certificação Nuno Gonçalves Aeroporto de Faro Missão A ANA - Aeroportos de Portugal, SA tem como missão gerir de forma eficiente as infra-estruturas aeroportuárias a seu

Leia mais

Página. Plano. de Gestão Sustentável do IFDR. Poupança. Boas Práticas. Energia. Reciclagem. Plano de Gestão Sustentável do IFDR

Página. Plano. de Gestão Sustentável do IFDR. Poupança. Boas Práticas. Energia. Reciclagem. Plano de Gestão Sustentável do IFDR Página Plano de Gestão Sustentável do IFDR 2010 Energia Poupança Boas Práticas Reciclagem Dezembro de 2010 Página 2 Energia Poupança Página Reciclagem Boas Práticas Índice 1. Enquadramento 5 2. Objectivos

Leia mais

Plano Estratégico Nacional do Turismo. Desafios do Turismo Sustentável do PATES

Plano Estratégico Nacional do Turismo. Desafios do Turismo Sustentável do PATES Ferramentas para a Sustentabilidade do Turismo Seminário Turismo Sustentável no Espaço Rural Castro Verde, 7 Março 2012 Teresa Bártolo 2012 Sustentare Todos os direitos reservados www.sustentare.pt 2 Turismo

Leia mais

Nota introdutória. PME em Números 1 IAPMEI ICEP

Nota introdutória. PME em Números 1 IAPMEI ICEP PME em Números PME em Números 1 Nota introdutória De acordo com o disposto na definição europeia 1, são classificadas como PME as empresas com menos de 250 trabalhadores cujo volume de negócios anual não

Leia mais

Legislação Farmacêutica Compilada. Portaria n.º 377/2005, de 4 de Abril. B, de 20 de Maio de 2005. INFARMED - Gabinete Jurídico e Contencioso 59-C

Legislação Farmacêutica Compilada. Portaria n.º 377/2005, de 4 de Abril. B, de 20 de Maio de 2005. INFARMED - Gabinete Jurídico e Contencioso 59-C 1 Estabelece que o custo dos actos relativos aos pedidos previstos no Decreto- Lei n.º 72/91, de 8 de Fevereiro, bem como dos exames laboratoriais e dos demais actos e serviços prestados pelo INFARMED,

Leia mais

BOLETIM ESTATÍSTICO MAIS INFORMAÇÃO/MAIOR CONHECIMENTO/MELHOR DECISÃO Nº7 - DEZEMBRO 2007

BOLETIM ESTATÍSTICO MAIS INFORMAÇÃO/MAIOR CONHECIMENTO/MELHOR DECISÃO Nº7 - DEZEMBRO 2007 BOLETIM ESTATÍSTICO Nº7 - DEZEMBRO 2007 MAIS INFORMAÇÃO/MAIOR CONHECIMENTO/MELHOR DECISÃO EDITORIAL Com a publicação do número correspondente ao último quadrimestre do ano iniciamos também a edição, no

Leia mais

Sustentabilidade. Certificações Ambientais

Sustentabilidade. Certificações Ambientais Certificações Ambientais Introdução Cada vez mais, a sociedade exige que as empresas sejam ambientalmente responsáveis. A preocupação por uma correcta conservação do meio ambiente faz com que o mercado

Leia mais

P L A N O D E A C T I V I D A D E S

P L A N O D E A C T I V I D A D E S Agência Regional de Energia e Ambiente do Norte Alentejano e Tejo P L A N O D E A C T I V I D A D E S = 2008 = Janeiro de 2008 ÍNDICE 1. INTRODUÇÃO... 3 2. ACTIVIDADES A DESENVOLVER NO ANO DE 2008... 5

Leia mais

O presente documento suporta a apreciação do ponto 3 da Agenda da reunião da Comissão de Acompanhamento de 13/11/07, sendo composto por duas partes:

O presente documento suporta a apreciação do ponto 3 da Agenda da reunião da Comissão de Acompanhamento de 13/11/07, sendo composto por duas partes: EIXO I COMPETITIVIDADE, INOVAÇÃO E CONHECIMENTO INSTRUMENTO: SISTEMA DE INCENTIVOS À QUALIFICAÇÃO E INTERNACIONALIZAÇÃO DE PME (SI QUALIFICAÇÃO PME) O presente documento suporta a apreciação do ponto 3

Leia mais

Manual da Marca Priolo

Manual da Marca Priolo 2015 Manual da Marca Priolo Carta Europeia de Turismo Sustentável Terras do Priolo ÍNDICE RESUMO 01 1. NOTA INTRODUTÓRIA 02 1.1 Justificação da necessidade de criação da Marca Priolo 02 2. PROCEDIMENTO

Leia mais

Certificação e Monitorização de Edifícios Públicos Municipais em Cascais

Certificação e Monitorização de Edifícios Públicos Municipais em Cascais Certificação e Monitorização de Edifícios Públicos Municipais em Cascais TECNOFIL Workshop Municípios e Certificação Energética de Edifícios Lisboa, 18 Junho 2009 Objectivos A Agência Cascais Energia é

Leia mais

RELATÓRIO DO ESTADO DO AMBIENTE 2008 INDICADORES

RELATÓRIO DO ESTADO DO AMBIENTE 2008 INDICADORES RELATÓRIO DO ESTADO DO AMBIENTE 28 1 INDICADORES ÁGUA 8 Evolução do número de análises em cumprimento do valor paramétrico 1, Análises (n.º) 7 6 5 4 3 2 1 591 65 64 278 97,48% 97,53% Fonte: ERSAR, 29 623

Leia mais

São mais de 80 os serviços que garantem o correcto acondicionamento e encaminhamento do papel/cartão para os respectivos pontos de recolha.

São mais de 80 os serviços que garantem o correcto acondicionamento e encaminhamento do papel/cartão para os respectivos pontos de recolha. A Câmara Municipal procura ser um exemplo de bom desempenho ambiental. A gestão ambiental da autarquia promove, através de um conjunto de projectos, a reciclagem junto dos munícipes e dos seus trabalhadores.

Leia mais

Portaria n.º 605/99, de 5 de Agosto Regulamento do Sistema Nacional de Farmacovigilância (Revogado pela Decreto-Lei n.º 242/2002, de 5 de Novembro)

Portaria n.º 605/99, de 5 de Agosto Regulamento do Sistema Nacional de Farmacovigilância (Revogado pela Decreto-Lei n.º 242/2002, de 5 de Novembro) Regulamento do Sistema Nacional de Farmacovigilância (Revogado pela Decreto-Lei n.º 242/2002, de 5 de Novembro) O sistema de avaliação e autorização de introdução no mercado de medicamentos, que tem vindo

Leia mais

1 - Publituris.pt, 30-09-2010, Publituris: ExpoQuintas em processo de certificação para "Green Event"

1 - Publituris.pt, 30-09-2010, Publituris: ExpoQuintas em processo de certificação para Green Event Revista de Imprensa 01-10-2010 Cascais Energia 1 - Publituris.pt, 30-09-2010, Publituris: ExpoQuintas em processo de certificação para "Green Event" 2 - Planeta Azul.pt, 27-09-2010, Caça Watts e Eco-famílias

Leia mais

Hospedagem Sustentável: Gestão Ambiental em meios de hospedagem para o município de São Roque. Darlyne de Aquino Silva

Hospedagem Sustentável: Gestão Ambiental em meios de hospedagem para o município de São Roque. Darlyne de Aquino Silva Hospedagem Sustentável: Gestão Ambiental em meios de hospedagem para o município de São Roque Darlyne de Aquino Silva Instituto Federal de Educação Ciência e tecnologia de São Paulo. São Roque, SP 2011

Leia mais

PROCEDIMENTO DE REGISTO DAS ORGANIZAÇÕES NO SISTEMA COMUNITÁRIO DE ECOGESTÃO E AUDITORIA (EMAS) Índice. Alterações Não aplicável 1ª Edição

PROCEDIMENTO DE REGISTO DAS ORGANIZAÇÕES NO SISTEMA COMUNITÁRIO DE ECOGESTÃO E AUDITORIA (EMAS) Índice. Alterações Não aplicável 1ª Edição PROCEDIMENTO DE REGISTO DAS ORGANIZAÇÕES NO SISTEMA COMUNITÁRIO DE ECOGESTÃO E AUDITORIA (EMAS) SQ.E.O.01 - Dezembro 2008 Índice Página 1. Objectivo 2 2. Campo de aplicação 2 3. Documentos de referência

Leia mais

Compras Públicas Sustentáveis

Compras Públicas Sustentáveis Compras Públicas Sustentáveis Município de Torres Vedras 12 de Novembro 2013 Seminário: Sustentabilidade Energética nas Compras Públicas OesteCIM Supported by: Coordination: Partners: Resumo 1 - Território

Leia mais

www.fiveleafsystem.com APRESENTAÇÃO DO PROJECTO 2013 2014

www.fiveleafsystem.com APRESENTAÇÃO DO PROJECTO 2013 2014 www.fiveleafsystem.com APRESENTAÇÃO DO PROJECTO 2013 2014 O QUE É O FIVE-LEAF SYSTEM O Five-Leaf System é um sistema dinâmico de avaliação da performance ecológica do sector turístico, que em cinco níveis

Leia mais

Adenda aos Critérios de Selecção

Adenda aos Critérios de Selecção Adenda aos Critérios de Selecção... Critérios de Selecção SI Qualificação PME EIXO I COMPETITIVIDADE, INOVAÇÃO E CONHECIMENTO INSTRUMENTO: SISTEMA DE INCENTIVOS À QUALIFICAÇÃO E INTERNACIONALIZAÇÃO DE

Leia mais

2011/2012. CÂMARA MUNICIPAL ALENQUER-Divisão de Ambiente

2011/2012. CÂMARA MUNICIPAL ALENQUER-Divisão de Ambiente PLANO DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL 2011/2012 CÂMARA MUNICIPAL ALENQUER-Divisão de Ambiente 2011/2012 Índice: Introdução Ações de Sensibilização: Ateliers: Datas Comemorativas: Visitas de Estudo: Concursos: Projetos:

Leia mais

A QUALIDADE E A CERTIFICAÇÃO

A QUALIDADE E A CERTIFICAÇÃO A QUALIDADE E A CERTIFICAÇÃO Em 1977 foi criada no Ministério da Indústria e Energia, a Direcção Geral da Qualidade, actualmente denominada por IPQ, cujo objectivo era o desenvolvimento e divulgação dos

Leia mais

ANEXO COMUNICAÇÃO DA COMISSÃO AO PARLAMENTO EUROPEU, AO CONSELHO, AO COMITÉ ECONÓMICO E SOCIAL EUROPEU E AO COMITÉ DAS REGIÕES

ANEXO COMUNICAÇÃO DA COMISSÃO AO PARLAMENTO EUROPEU, AO CONSELHO, AO COMITÉ ECONÓMICO E SOCIAL EUROPEU E AO COMITÉ DAS REGIÕES COMISSÃO EUROPEIA Bruxelas, 2.12. COM() 614 final ANNEX 1 ANEXO da COMUNICAÇÃO DA COMISSÃO AO PARLAMENTO EUROPEU, AO CONSELHO, AO COMITÉ ECONÓMICO E SOCIAL EUROPEU E AO COMITÉ DAS REGIÕES Fechar o ciclo

Leia mais

ORIENTAÇÃO TÉCNICA N.º3 /2009. Política de Cidades - Parcerias para a Regeneração Urbana. Programas integrados de criação de Eco-Bairros

ORIENTAÇÃO TÉCNICA N.º3 /2009. Política de Cidades - Parcerias para a Regeneração Urbana. Programas integrados de criação de Eco-Bairros ORIENTAÇÃO TÉCNICA N.º3 /2009 Política de Cidades - Parcerias para a Regeneração Urbana Programas integrados de criação de Eco-Bairros 1. ENQUADRAMENTO GERAL A Autoridade de Gestão do Programa Operacional

Leia mais

Energia: Sustentabilidade e redução de custos.

Energia: Sustentabilidade e redução de custos. . dossier / Energia Pág: 36 Área: 15,00 x 20,27 cm² Corte: 1 de 6 Energia: Sustentabilidade e redução de custos. 2015 marca o ano Internacional da Luz. No que diz respeito ao consumo de energia, os hotéis

Leia mais

O Sistema Integrado de Gestão de Qualidade e Ambiente da Câmara Municipal de Esposende

O Sistema Integrado de Gestão de Qualidade e Ambiente da Câmara Municipal de Esposende SEMINÁRIO: QUALIDADE E EXCELÊNCIA NA SOCIEDADE DA INFORMAÇÃO ÃO Porto, 3 e 4 de Novembro de 2005 O Sistema Integrado de Gestão de Qualidade e Ambiente da Câmara Municipal de Esposende Carla Dias carla.dias@cm-esposende.pt

Leia mais

Sistema de Incentivos à Qualificação e Internacionalização de PME CONDIÇÕES DE ENQUADRAMENTO

Sistema de Incentivos à Qualificação e Internacionalização de PME CONDIÇÕES DE ENQUADRAMENTO Sistema de Incentivos à Qualificação e Internacionalização de PME CONDIÇÕES DE ENQUADRAMENTO Aviso para apresentação de candidaturas Nº 04/SI/2012 Índice Condições de Elegibilidade do Promotor... 3 Condições

Leia mais

Estatísticas do Emprego 1º trimestre de 2010

Estatísticas do Emprego 1º trimestre de 2010 Estatísticas do Emprego 1º trimestre de 2010 18 de Maio de 2010 A taxa de desemprego foi de 10,6% no 1º trimestre de 2010 A taxa de desemprego estimada para o 1º trimestre de 2010 foi de 10,6%. Este valor

Leia mais

Observatório da Criação de Empresas. Observatório da Criação de Empresas

Observatório da Criação de Empresas. Observatório da Criação de Empresas Observatório da Criação de Empresas O Observatório da Criação de Empresas é um projecto desenvolvido pelo IAPMEI, com a colaboração da Rede Portuguesa de Centros de Formalidades das Empresas (CFE), que

Leia mais

Consultoria e Formação, em Entidades Públicas e Privadas, de Sistemas de Gestão de:

Consultoria e Formação, em Entidades Públicas e Privadas, de Sistemas de Gestão de: Consultoria e Formação, em Entidades Públicas e Privadas, de Sistemas de Gestão de: Qualidade e IT Service Management Investigação, Desenvolvimento e Inovação (IDI) Ambiente Higiene e Segurança no Trabalho

Leia mais

Mod 10-381 rev 0. Manual de Boas Práticas Ambientais. Prestadores de Serviços de Limpeza e/ou Resíduos

Mod 10-381 rev 0. Manual de Boas Práticas Ambientais. Prestadores de Serviços de Limpeza e/ou Resíduos Mod 10-381 rev 0 Manual de Boas Práticas Ambientais Prestadores de Serviços de Limpeza e/ou Resíduos Mensagem do Conselho de Administração Mensagem do Conselho de Administração A implementação de um Sistema

Leia mais

Campanha Nacional Certificar para Ganhar o Futuro

Campanha Nacional Certificar para Ganhar o Futuro Campanha Nacional Certificar para Ganhar o Futuro 19 Junho de 2007 Ponta Delgada Universidade dos Açores José Romão Leite Braz Administrador Finançor Agro Alimentar, S.A. Índice Breve descrição do Grupo

Leia mais

de Competitividade e Excelência

de Competitividade e Excelência O Ambiente como Factor Estratégico de Competitividade e Excelência Introdução O Turismo é uma ferramenta de crescimento da economia da Região. A economia é apenas um dos três pilares que o Turismo sustenta.

Leia mais

Mod 10-381 rev 0. Manual de Boas Práticas Ambientais. Prestadores de Serviços de Manutenção de Elevadores e Escadas Rolantes

Mod 10-381 rev 0. Manual de Boas Práticas Ambientais. Prestadores de Serviços de Manutenção de Elevadores e Escadas Rolantes Mod 10-381 rev 0 Manual de Boas Práticas Ambientais Prestadores de Serviços de Manutenção de Elevadores e Escadas Rolantes Mensagem do Conselho de Administração Mensagem do Conselho de Administração A

Leia mais

Sistemas e Instrumentos de Gestão Ambiental

Sistemas e Instrumentos de Gestão Ambiental Sistemas e Instrumentos de Gestão Ambiental ISO 14001 Parte 4 Prof. Gustavo Rodrigo Schiavon Eng. Ambiental Requisitos Legais Atendimento à legislação é fundamental que a Organização estabeleça, logo no

Leia mais

Sistema de Incentivos à Qualificação e Internacionalização de PME Projetos Individuais

Sistema de Incentivos à Qualificação e Internacionalização de PME Projetos Individuais Sistema de Incentivos à Qualificação e Internacionalização de PME Projetos Individuais até concursos abertos 16 de abril de 2012 Sistema de Incentivos à Qualificação e Internacionalização de PME Projetos

Leia mais

A PARTICIPAÇÃO PÚBLICA E A REGIÃO NORTE

A PARTICIPAÇÃO PÚBLICA E A REGIÃO NORTE A PARTICIPAÇÃO PÚBLICA E A REGIÃO NORTE Autores: 1 Gabriela Azevedo e Rita Ramos Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte INTRODUÇÃO E OBJECTIVOS No âmbito dos procedimentos da Avaliação

Leia mais

PLANO DE ACTIVIDADES DO CNSA 2012

PLANO DE ACTIVIDADES DO CNSA 2012 PLANO DE ACTIVIDADES DO CNSA 2012 O presente documento visa dar cumprimento ao disposto na alínea n) do n.º 1 do artigo 11º dos Estatutos do CNSA aprovados pelo Decreto-Lei nº 225/2008, de 20 de Novembro,

Leia mais

Barómetro Regional da Qualidade Avaliação das Atitudes e Conhecimentos dos Residentes sobre a Qualidade. Enquadramento.

Barómetro Regional da Qualidade Avaliação das Atitudes e Conhecimentos dos Residentes sobre a Qualidade. Enquadramento. Avaliação das Atitudes e Conhecimentos dos Residentes sobre a Qualidade 2011 Entidade Promotora Concepção e Realização Enquadramento Vice-Presidência Avaliação das Atitudes e Conhecimentos dos Residentes

Leia mais

INTERVENÇÃO DO SENHOR SECRETÁRIO DE ESTADO DO TURISMO NO SEMINÁRIO DA APAVT: QUAL O VALOR DA SUA AGÊNCIA DE VIAGENS?

INTERVENÇÃO DO SENHOR SECRETÁRIO DE ESTADO DO TURISMO NO SEMINÁRIO DA APAVT: QUAL O VALOR DA SUA AGÊNCIA DE VIAGENS? INTERVENÇÃO DO SENHOR SECRETÁRIO DE ESTADO DO TURISMO NO SEMINÁRIO DA APAVT: QUAL O VALOR DA SUA AGÊNCIA DE VIAGENS? HOTEL TIVOLI LISBOA, 18 de Maio de 2005 1 Exmos Senhores ( ) Antes de mais nada gostaria

Leia mais

O APOIO DAS EMPRESAS À COMUNIDADE RETRATO DOS DONATIVOS EM PORTUGAL

O APOIO DAS EMPRESAS À COMUNIDADE RETRATO DOS DONATIVOS EM PORTUGAL O APOIO DAS EMPRESAS À COMUNIDADE RETRATO DOS DONATIVOS EM PORTUGAL 2012/2010 Estudo Sair Da Casca e Informa D&B Dezembro 2013 METODOLOGIA Universo do estudo TECIDO EMPRESARIAL: Todas as entidades (pessoas

Leia mais

Diagnóstico de Sustentabilidade

Diagnóstico de Sustentabilidade Realizado para a Câmara Municipal de Aljustrel Diagnóstico de Sustentabilidade Resultados dos inquéritos às empresas Abril de 2011 Conteúdo Introdução... 3 Caracterização das empresas... 4 Indicadores

Leia mais

CERTIFICAÇÃO DE SISTEMAS DE GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS

CERTIFICAÇÃO DE SISTEMAS DE GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS CERTIFICAÇÃO DE SISTEMAS DE GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS Helena Ferreira (helena.ferreira@apcer.pt) Gestora de Desenvolvimento da APCER I. APRESENTAÇÃO DA APCER www.apcer.pt 1. Quem Somos Início de actividade

Leia mais

M E S A. Reunião de segunda-feira, 9 de Maio de 2005 - Estrasburgo ACTA DA REUNIÃO

M E S A. Reunião de segunda-feira, 9 de Maio de 2005 - Estrasburgo ACTA DA REUNIÃO SECRETARIADO DA MESA, DA CONFERENCIA DOS PRESIDENTES E DOS QUESTORES (...) M E S A Reunião de segunda-feira, 9 de Maio de 2005 - Estrasburgo ACTA DA REUNIÃO Política ambiental do Parlamento Europeu: prosseguimento

Leia mais

::ENQUADRAMENTO ::ENQUADRAMENTO::

::ENQUADRAMENTO ::ENQUADRAMENTO:: ::ENQUADRAMENTO:: :: ENQUADRAMENTO :: O actual ambiente de negócios caracteriza-se por rápidas mudanças que envolvem a esfera politica, económica, social e cultural das sociedades. A capacidade de se adaptar

Leia mais

Normas Europeias para Projecto de Estruturas Metálicas

Normas Europeias para Projecto de Estruturas Metálicas CENFIM, Trofa 6 de Maio de 2014 Normas Europeias para Projecto de Estruturas Metálicas Rui Ferreira Alves O Sector da Construção no contexto da União Europeia Sector estratégico: relevante para promover

Leia mais

Sistema de Gestão Ambiental nas Unidades do Exército. SISTEMA DE GESTÃO AMBIENTAL NAS UNIDADES DO EXÉRCITO Ten AdMil Vânia Santos

Sistema de Gestão Ambiental nas Unidades do Exército. SISTEMA DE GESTÃO AMBIENTAL NAS UNIDADES DO EXÉRCITO Ten AdMil Vânia Santos SISTEMA DE GESTÃO AMBIENTAL NAS UNIDADES DO EXÉRCITO Ten AdMil Vânia Santos As questões ambientais têm assumido uma posição de destaque em todas as agendas políticas dos Estados e das organizações, decorrente

Leia mais

Case study. Novo Conceito de Hotelaria SUSTENTABILIDADE 360 NA HOTELARIA EM PORTUGAL EMPRESA ENVOLVIMENTO

Case study. Novo Conceito de Hotelaria SUSTENTABILIDADE 360 NA HOTELARIA EM PORTUGAL EMPRESA ENVOLVIMENTO Case study 2010 Novo Conceito de Hotelaria SUSTENTABILIDADE 360 NA HOTELARIA EM PORTUGAL EMPRESA A Inspira, uma joint-venture formalizada em 2006 entre o grupo Blandy, com sede na Madeira e larga experiência

Leia mais

colas. Qualidade e segurança

colas. Qualidade e segurança Curso Tecnologia Pós-Colheita P e Processamento Mínimo M de Produtos Hortofrutícolas colas. Qualidade e segurança Legislação respeitante à produção e comercialização de produtos minimamente processados

Leia mais

COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS. Recomendação de PARECER DO CONSELHO

COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS. Recomendação de PARECER DO CONSELHO COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS Bruxelas, 13.2.2007 SEC(2007) 190 final Recomendação de PARECER DO CONSELHO em conformidade com o n.º 3 do artigo 9º do Regulamento (CE) n.º 1466/97 do Conselho, de 7

Leia mais

Somos 10 555 853 residentes, Constituímos 4 079 577 famílias e. Dispomos de 5 879 845 alojamentos em 3 550 823 edifícios

Somos 10 555 853 residentes, Constituímos 4 079 577 famílias e. Dispomos de 5 879 845 alojamentos em 3 550 823 edifícios Censos 2011 Resultados Preliminares 30 de Junho de 2011 Somos 10 555 853 residentes, Constituímos 4 079 577 famílias e Dispomos de 5 879 845 alojamentos em 3 550 823 edifícios Cem dias após o momento censitário

Leia mais

PUBLICAÇÕES:TECNOMETAL n.º 139 (Março/Abril de 2002) KÉRAMICA n.º 249 (Julho/Agosto de 2002)

PUBLICAÇÕES:TECNOMETAL n.º 139 (Março/Abril de 2002) KÉRAMICA n.º 249 (Julho/Agosto de 2002) TÍTULO: Sistemas de Gestão da Segurança e Saúde do Trabalho AUTORIA: Paula Mendes PUBLICAÇÕES:TECNOMETAL n.º 139 (Março/Abril de 2002) KÉRAMICA n.º 249 (Julho/Agosto de 2002) FUNDAMENTOS A nível dos países

Leia mais

PROJECTO DE RELATÓRIO

PROJECTO DE RELATÓRIO PARLAMENTO EUROPEU 2004 2009 Comissão da Cultura e da Educação 2007/2253(INI) 7.3.2008 PROJECTO DE RELATÓRIO sobre a concentração e o pluralismo dos meios de comunicação social na União Europeia (2007/2253(INI))

Leia mais

Certificação de Sistemas de Gestão. ACIB Associação Comercial e Industrial de Barcelos Barcelos, 29 de Novembro de 2010

Certificação de Sistemas de Gestão. ACIB Associação Comercial e Industrial de Barcelos Barcelos, 29 de Novembro de 2010 Certificação de Sistemas de Gestão ACIB Associação Comercial e Industrial de Barcelos Barcelos, 29 de Novembro de 2010 Sumário 1. Certificação de Sistemas de Gestão Qualidade (ISO 9001:2008); 2. Certificação

Leia mais

Índice Descrição Valor

Índice Descrição Valor 504448064 Índice Descrição Valor 1 Missão, Objectivos e Princípios Gerais de Actuação 11 Cumprir a missão e os objectivos que lhes tenham sido determinados de forma económica, financeira, social e ambientalmente

Leia mais